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Boletim de D. António Barroso

Boletim de D. António Barroso

Director: Amadeu Gomes de Araújo, Vice-Postulador Propriedade: Associação "Grupo dos Amigos de D. António Barroso".

NIPC 508 401 852

Administração e Redacção: Rua Luís de Camões, n.º 632, Arneiro | 2775-518 Carcavelos Tlm.: 934 285 048 – E-mail: vicepostulador.antoniobarroso@gmail.com Publicação trimestral | Assinatura anual: 5,00

III Série

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Ano IV

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N.º 11

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Abril / Setembro de 2014

A CAPELA-JAZIGO DE D. ANTÓNIO BARROSO

A Junta de Freguesia de Remelhe efectuou um esclarecimento público acerca do processo de concessão da Capela Jazigo de D. António Barroso. Entendeu fazer este esclarecimento, datado de 17/05/2014, devido à publicação, num semanário de Barcelos, de uma escritura de justificação de posse da mesma Capela por usucapião. O justifi- cante, Pároco de Remelhe, declarou «na qualidade de presidente e representante da Fábrica da Igreja Paroquial de Santa Marinha de Remelhe», que esta é «dona e legitima possuidora, com exclusão de outrem, há mais de oitenta anos, do prédio urbano com- posto por capela com logradouro, denominada de Capela D. António Barroso, com a superfície coberta de 27 m2 e descoberta de 179 m2». Em resposta, a autarquia veio a público afirmar que esta tomada de posição do Pároco «mostra total deslealdade e falta de respeito, não só para com a Junta de Freguesia, mas também para com todos os habitantes».Assim se despoletou uma situação litigiosa que não se coaduna com a memória de quem ali repousa.

1 - O assunto já vinha sendo tratado há algum tempo, e em 13 de Janeiro de 2014, a Junta de Freguesia solicitara à ANAFRE (Associação Nacional de Freguesias), um parecer jurídico sobre o assunto. A posição assumida por esta entidade credível é fundamentada e cordata e parece-nos que poderia servir de base a um entendimento.

2 - Apoiada no mencionado parecer da ANAFRE, a Junta de Freguesia de Remelhe decidiu: impugnar dentro dos prazos legais a justificação por usucapião; publicar um edital para declarar prescrita a favor da Freguesia de Remelhe a Capela-Jazigo de D. António Barroso; dar cumprimento ao que sugere o parecer da ANAFRE, que transcrevemos:

«Face ao exposto, sugere-se que seja deliberada em reunião de Junta a concessão, aprova- da a minuta do contrato e divulgado o acto publicamente, justificando a concessão priva- tiva e sem concorrência com os motivos re- lacionados com o processo de beatificação», «ou seja um documento de entendimento entre a Fábrica da Igreja Paroquial de Santa Mari- nha de Remelhe e a Causa da Postulação de D. António Barroso no sentido de identificarem a quem será atribuída a concessão».

3 – Julgamos dever informar que a Postulação e a Associação dos Amigos de D. António Barroso estranhamente nunca

foram contactadas sobre este assunto. Na Acta 115 da Assembleia da Freguesia de Remelhe, de 14/09/2012, escreve-se: «o Pre- sidente da Junta informa que a questão foi colocada às três partes (família, fábrica da igreja e amigos de D. António Barroso) e chegou-se à conclusão que seria melhor ceder a capela à fábrica da igreja». Ignorou-se a Postulação e não se disse a verdade. No respeitante aos Amigos de D. António, Associação presidida pelo signatário desde 17/09/2011, de facto não foi ouvida. Aproveita-se para recordar que, na análise desta questão, o Direito Canónico também não pode ser ignorado.

4 – D. António Barroso merece que este assunto delicado seja tratado com decoro, dignidade, transparência e verdade.

tratado com decoro, dignidade, transparência e verdade. Amadeu Gomes de Araújo (Vice-Postulador da Causa da
tratado com decoro, dignidade, transparência e verdade. Amadeu Gomes de Araújo (Vice-Postulador da Causa da
tratado com decoro, dignidade, transparência e verdade. Amadeu Gomes de Araújo (Vice-Postulador da Causa da
tratado com decoro, dignidade, transparência e verdade. Amadeu Gomes de Araújo (Vice-Postulador da Causa da
tratado com decoro, dignidade, transparência e verdade. Amadeu Gomes de Araújo (Vice-Postulador da Causa da

Amadeu Gomes de Araújo (Vice-Postulador da Causa da Canonização de D. António Barroso)

O BÁCULO DO BISPO BARROSO +++++

UM GESTO SIMBÓLICO DE D. ANTÓNIO FRANCISCO, BISPO DO PORTO

1 - No dia 06 de Abril de 2014, a Igreja do Porto recebeu o

seu novo Bispo, D. António Francisco dos Santos. Oriundo de uma terra onde abundam as amendoeiras, pronunciou palavras com perfume e sabor a profecia. «Os pobres não podem esperar», há que fazer face a uma crise «por demais arrastada», afirmou no momento da entrada solene na diocese. «Sejamos ousados, criativos e decididos sem- pre, mas sobretudo quando e onde estiverem em causa os frágeis, os po- bres e os que sofrem. Esses devem ser os primeiros porque os pobres não podem esperar! Temos na histó- ria da Igreja do Porto “modelos de caridade” que nos podem guiar nes- te caminho», assegurou ainda.

2 - Modelos de caridade, como D.

António Barroso que era conhecido por “Pai dos Pobres”, entre o povo anónimo da cidade. São inúmeros os testemunhos de que era este o tratamento dado por muitos portuenses ao seu bispo. A imprensa apelidava-o de «bispo esmoler», e D. António Augusto de Castro Meireles, que lhe veio a suceder no governo da diocese (1929-1942), dele escreveu: «Dos pobres e dos humildes fez os seus amigos de todos os dias». E dele afirmou também o Pe. Américo, fundador da Obra do Gaiato: «A sua grande loucura está no amor aos pobres». Por isso, no final dos seus dias, pôde es- crever em jeito de testamento: «Nasci pobre e pobre quero morrer».

3 – Quis a Providência que a entrada solene de D. António Francisco acontecesse na data em que se comemorava o centenário do regresso de D. António Barroso à sua dio- cese, após o exílio a que tão injustamente foi sujeito por Afonso Costa (03 de Abril de 1914). Sabemos da admiração que o novo Bispo do Porto tem pelo seu antecessor: «Tenho muita admiração pelo Sr. D. António e rezo para que seja Beatificado. Fui Bispo Auxiliar de Braga e fui várias vezes a Remelhe, junto do Túmulo des- te grande Bispo Missionário». No final da cerimónia da sua entrada solene na diocese, no momento da apresentação de cumprimentos, confidenciou-nos: «Repare no báculo que estou a usar nesta celebração: é o mesmo que usava D. An- tónio Barroso». Um gesto carregado de simbolismo. Nada acontece por acaso. A. G.A.

é o mesmo que usava D. An- tónio Barroso». Um gesto carregado de simbolismo. Nada acontece

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D. ANTÓNIO BARROSO, UM HOMEM DE AFECTOS

D. ANTÓNIO E AS CRIANÇAS (3.ª parte)

HOMEM DE AFECTOS D. ANTÓNIO E AS CRIANÇAS (3.ª parte) Por António Júlio Limpo Trigueiros, SJ

Por António Júlio Limpo Trigueiros, SJ

A 9 de Março de 1902, D. António

será novamente padrinho em Remelhe,

desta feita do sobrinho mais novo, Abílio de Sousa Barroso, 5º filho de seu irmão Manuel José e cunhada D. Angelina. Aliás os dois sobrinhos de que foi padrinho Adolfo e Abílio de Sousa Barroso vieram

a embarcar para o Brasil nos anos 20 e

faleceram casados na cidade de S. Paulo.

Abílio de Sousa Barroso veio a falecer em 1967, na cidade de S. Paulo.Ali vive ainda hoje a sua descendência.

tado na Capela de São José, do Paço de Airó. Seu pai, Fernando de Magalhães

e Meneses, 1º Conde de Vilas Boas,

(1873/1951), foi senhor da Casa Vilas Boas, na rua da Ponte (que hoje se cha- ma em sua homenagem rua Fernando de Magalhães), em Barcelos, e da quinta do Paço, em Airó. Frequentou a Academia

Politécnica do Porto e a Escola Politécni- ca de Lisboa, onde tirou os preparatórios para a Escola Naval, em que fez o curso de Marinha, assentando praça como As- pirante de 2ª classe, em 1890. Serviu na corveta Duque da Terceira, nos cruzado- res Vasco da Gama e D. Carlos, na canho- neira Liberal, no vapor Neves Ferreira, etc. Quando embarcado na canhoneira Liberal, em Moçambique, foi mandado destacar para tomar parte nas operações contra os Namarrais, em 24/1/1897. Em Setembro do mesmo ano, foi no- meado Comandante do vapor Luabo e mais tarde comandou também a lancha- -canhoneira Obus. Exerceu ainda o lugar de intendente do Chinde, de Governador

da Zambézia e Inhambane, interinamente,

 

A

11 de Maio de 1915, D. António

e Comandante da esquadrilha de Louren-

tão do Porto de Vila do Conde e fez ser-

Barroso foi a Espanha, à cidade de Lugo,

baptizar o primeiro filho varão (e quar- to na ordem de nascimento) do barce- lense Conde de Vilas Boas, que recebeu

ço Marques e, em terra, foi adjunto do Departamento Marítimo do Norte, capi-

viço no corpo de Marinheiros. Em 1908,

o

nome do pai, Fernando de Magalhães

foi nomeado administrador do concelho

e

Meneses Forjaz, e tinha nascido a 11

de Barcelos, lugar de que foi exonerado

Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, presidente da Associação Comercial de Barcelos, sócio da Sociedade de Geografia, Clube Militar Naval, do Instituto Minhoto de Estudos Regionais, do Grémio Militar de Macau e Hong Kong Clube. Colaborou no Barcelense, na Defesa Nacional e no Boletim de Etnografia e His- tória do Douro Litoral. Dedicou-se a estu- dos históricos, etnográficos, folclóricos, genealógicos e heráldicos. Foi louvado várias vezes, entre elas, pelos serviços prestados nas operações de guerra em Gaza, em Macau, por serviço prestado nas Portas do Cêrco, e por serviços pres-

prestado nas Portas do Cêrco, e por serviços pres- D. António Barroso com o futuro Conde

D. António Barroso com o futuro Conde de Vilas Boas

de Abril de 1915, nessa cidade espanho-

a

7/10/1910. Em 12/12/1910, foi mandado

tados na ocasião da enchente do Dou-

la. Reproduzimos duas fotografias desse dia, onde, na primeira D. António apare- ce com o futuro Conde de Vilas Boas ao

passar à situação de licença ilimitada e em 16/9/1911 foi-lhe dada a demissão de Ofi- cial da Armada que tinha pedido, por ser

ro, em 1935 e do temporal de 1937. Em 15/2/1943 passou à situação de reforma. Era Cavaleiro da Ordem da Torre e Es-

colo, e acompanhado de um outro eclesi-

monárquico convicto, o que lhe valeu a ele

pada, condecorado com as medalhas de

ástico e na segunda o mesmo menino ao

e

sua família uma longa permanência no

prata da Rainha D. Amélia, por campanhas

colo de seu pai, o 1º Conde de Vilasboas

exílio em Espanha (primeiro em Madrid e

no Ultramar (Namarraus, 1897, Gaza,

(1). O menino veio pois a ser o 2º Conde de Vilas Boas e 4º Barão de Vilalva (por alvará de 1/12/1956, reconhecido pelo Conselho de Nobreza), e Agente Técni-

depois em Lugo). Foi apenas reintegrado no serviço, já na situação de reserva, em 2/12/1931. Exerceu também os lugares de administrador do concelho de Esposende

1898, e Burué, 1902), com a medalha de ouro de Homenagem Nacional aos He- róis de Ocupação do Império; era ainda Cavaleiro da Legião de Honra de França.

co de Engenharia pelo Instituto Industrial

e

de presidente da Câmara de Barcelos

Foi agraciado com o título de Conde de

do Porto e veio a falecer a 14 de Junho

e

foi adjunto do Presidente da Casa dos

Vilas Boas, por D. Carlos, por decreto

de 1958, vítima de um acidente de viação,

Pescadores do Porto. Foi ainda presiden-

de 20/5/1907, reconhecido pelo Conse-

próximo da Régua, solteiro, e foi sepul-

te

do Sindicato Agrícola e Provedor da

lho de Nobreza por alvará de 30/3/1951;

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3º Barão de Vilalva de Guimarães (alvará do Conselho de Nobreza de 1/12/1956). Veio a falecer a 3 de Dezembro de 1951, na Casa Vilas Boas, em Barcelos e foi se- pultado na Capela de São José, na Quinta do Paço, em Airó. Casara a 28/5/1908, na Sé Velha de Coimbra, com D. Maria Luísa Forjaz Ko- pke Severim de Sousa Lobo (1886/1975), nascida em Santo André de Esgueira, Aveiro. Foram pais de seis filhos, tendo a primeira nascido em Barcelos em 1910, e os restantes nascidos já no exílio, em Es- panha (a 2ª em Madrid e os restantes em Lugo), onde estiveram exilados durante a 1ª República. Os laços de amizade do Conde de Vi- las Boas com D. António Barroso podem provir dos tempos passados em Moçam- bique e da partilha dos mesmas convic- ções religiosas e políticas, bem como da mesma situação de perseguição e exílio durante os anos mais ferozes da 1ª Repú- blica, a que a comum origem barcelense veio ainda mais reforçar. A 1 de Agosto de 1916 baptiza em Remelhe a primeira sobrinha neta, Ado- zinda do Carmo Pinheiro Barroso, filha do Professor António de Sousa Barroso e de sua mulher D. Cristina de Jesus Ma- cedo Pinheiro. Esta afilhada veio a casar com Manuel Senra Simões, da Casa de

afilhada veio a casar com Manuel Senra Simões, da Casa de O Conde de Vilas Boas

O Conde de Vilas Boas com o seu filho Fernando ao colo

Santiago e foi mãe de cinco filhos, vi- vendo na Casa de Vilar (que herdou de seus parentes António Barroso da Silva, O Brasileiro de Vilar e mulher D. Margarida Alves Ferreira). Nesta casa veio a falecer em 1998. A 5 de Outubro de 1917 será padri- nho em Remelhe, juntamente com D. Ma- ria José de Brito Limpo, da Casa da Tor- re de Moldes, de seu segundo sobrinho

da Casa da Tor - re de Moldes, de seu segundo sobrinho Professor António de Sousa

Professor António de Sousa Barroso, sua irmã D. Violante de Sousa Barroso e seus filhos Adozinda Pinheiro Barroso e António Pinheiro Barroso

neto,António Pinheiro Barroso, nascido a 9 de Agosto desse ano, filho dos mesmos sobrinhos Professor António de Sousa Barroso e de sua 1ª mulher D. Cristina de Jesus Macedo Pinheiro, igualmente professora.Assina o registo como “Antó- nio, Bispo do Porto”. Este afilhado veio a licenciar-se em Engenharia Técnica Civil pelo Instituto Industrial do Porto e foi funcionário da Direcção Geral de Estra- das de Viana do Castelo, perito avaliador e membro da direcção do Lar de Santa Teresa. Casou em 1950, emViana do Cas- telo com D. Maria José Taveira da Fonseca Gonçalves Pequeno, de quem teve dois filhos. Veio a falecer a 12 de Outubro de 2001, em Viana do Castelo. Foram estes os afilhados e crianças que D. António Barroso baptizou, que conseguimos localizar. Mais haverá cer-

baptizou, que conseguimos localizar. Mais haverá cer- Cartão de visitas usado por D. António Barroso tamente…

Cartão de visitas usado por D. António Barroso

tamente… Desde sobrinhos e sobrinhos netos, filhos de primos e de amigos de infância, até filhos de familias de destaque como foram o caso da do Conde de Vilas Boas, do juiz Dr. Agostinho Sotto Mayor ou do Dr. José de Castro Figueiredo Fa- ria. A todos D. António tratou com igual afecto e aceitou acompanhar espiritual- mente, sem fazer nenhuma acepção de pessoas. O bom humor e afabilidade que certamente o caracterizavam levou a que estabelecesse ao longo da sua vida apos- tólica uma vasta rede de amizades em todos os locais por onde passava.

(1) Agradecemos à Ex.ma Senhora D. Isabel Ale- xandra Felgueiras Gayo Maia de Loureiro Ferreira Braga, senhora da Casa da Barreta, em Barcelos, a amável cedência das duas fotografias do Conde de Vilas Boas que aqui publicamos. Agradecemos também à Ex.ma Senhora D. Otí- lia Barroso Castelo Grande Limpo Trigueiros, sobri- nha-neta de D. António Barroso, a oferta do cartão de visitas que este usava.

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AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO EM ACÇÃO

Artesãos de Barcelos homenageiam D. António Barroso

No dia 31 de Maio de 2014, re- alizou-se no Posto de Turismo de Barcelos uma original exposição de artesanato dedicada à “Vida e Obra de D. António Barroso”, insigne bis- po do Porto, natural de Remelhe. Esta interessante exposição de peças realizadas pelos mais con- ceituados artesãos do concelho de Barcelos partiu da iniciativa do Sr. António São Bento, e, desde a pri- meira hora, contou com a colabora- ção do Centro Social de Remelhe, e particularmente da Arquitecta Filipa Craveiro. À ideia lançada por estes dois Amigos de D. António Barroso que são também sócios do referi- do Centro Social, construído sob os auspícios do grande bispo missioná- rio, responderam muitos artesãos barcelenses que ao longo de sema- nas se empenharam em exprimir pelas suas mãos criadoras a forma como conhecem, como sentem e como valorizam a vida e a obra do seu conterrâneo ilustre que morreu com fama de santidade, depois de uma vida exemplar, marcada pela dedicação aos pobres, pela cora- gem perante os prepotentes e por um enorme espírito de sacrifício. Cada um interpretou à sua manei- ra o percurso da vida e da obra de D. António Barroso, através do que melhor sabem fazer, a sua arte. A honra da abertura coube a Monsenhor Abílio Tavares Cardoso, Dom Prior de Barcelos, e contou com a presença de ilustres convi- dados bem como de pessoas anó-

nimas, capazes de entender como ninguém esta forma de expressão artística. A exposição, que contou com o apoio da Escola Profitecla e dos seus alunos, bem como do Rotary Club de Barcelos, encerrou no dia 1 de Julho de 2014.As peças continu- am disponíveis para visita nas insta- lações do Centro Social de Reme- lhe. De algumas delas apresentamos em seguida algumas imagens.

JANTAR DE BENEFICÊNCIA

Associado a esta iniciativa, re- alizou-se um jantar de beneficên- cia para apoio ao Centro Social D. António Barroso. Assim, no dia 7 de Junho decorreu na Quinta das Tendinhas, em Remelhe, um jantar para angariação de fundos a favor do Centro. A noite de convívio contou com cerca de 300 convidados, e decor- reu com muita animação e música a cargo do agrupamento Orquestra Aplauso. Efectuou-se um leilão de peças oferecidas pelos mais respei- tados e reconhecidos artesãos de Barcelos, revertendo o valor destas para o Centro Social de Remelhe. Surpresas várias e prémios diver- sos surpreenderam os convidados e contribuíram para animar a noite. Para o sucesso deste grande evento, o Centro Social de Remelhe D. António Barroso contou com o esforço e com o apoio de muitos colaboradores, parceiros e patroci- nadores aos quais manifesta a sua gratidão.

Maria Adelaide Neiva Jesus

de muitos colaboradores, parceiros e patroci- nadores aos quais manifesta a sua gratidão. Maria Adelaide Neiva
de muitos colaboradores, parceiros e patroci- nadores aos quais manifesta a sua gratidão. Maria Adelaide Neiva
de muitos colaboradores, parceiros e patroci- nadores aos quais manifesta a sua gratidão. Maria Adelaide Neiva
de muitos colaboradores, parceiros e patroci- nadores aos quais manifesta a sua gratidão. Maria Adelaide Neiva

Boletim de D. António Barroso

Boletim de D. António Barroso P5
Boletim de D. António Barroso P5
Boletim de D. António Barroso P5
Boletim de D. António Barroso P5
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Boletim de D. António Barroso P5
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FLORES PARA OS AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO

FLORES PARA OS AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO
Barroso FLORES PARA OS AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO D. António Moiteiro Ramos nomeado Bispo de
Barroso FLORES PARA OS AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO D. António Moiteiro Ramos nomeado Bispo de
Barroso FLORES PARA OS AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO D. António Moiteiro Ramos nomeado Bispo de

D. António Moiteiro Ramos nomeado Bispo de Aveiro

No passado dia 4 de Julho, o Papa Francisco nomeou novo bispo de Aveiro D.

António Moiteiro Ramos, até agora auxiliar da Arquidiocese de Braga. O prelado vai tomar posse a 13 de Setembro, sucedendo a D. António Francisco dos Santos que, em Abril deste ano, tomou posse como bispo do Porto. O novo bispo de Aveiro

de 58 anos, é natural da freguesia de Aldeia de João Pires, Concelho de Penamacor,

Diocese da Guarda e Distrito de Castelo Branco. É doutorado em Teologia Pastoral.

O Boletim sauda o novo Bispo de Aveiro e agradece-lhe o interesse e o apoio que

a Causa de D. António Barroso lhe tem merecido. Escreveu recentemente: «Faço votos que o processo de Beatificação deste admirável pastor chegue à tão desejada Beatificação o mais rápido possível».

As Missões criadas por D. António Barroso em Angola estão hoje à responsabilidade pastoral de

As Missões criadas por D. António Barroso em Angola estão hoje

à responsabilidade pastoral de D.Vicente Carlos Kiaziku, bispo da Dio-

cese de Mbanza Congo(na foto). Solicitou-nos uma breve biografia de D. António Barroso, para divulgar entre os fiéis da sua Diocese. Os filhos do Dr. José Ferreira Gomes, recentemente falecido, disponibili- zaram-se para reeditar e oferecer a “Súmula Biográfica” de que o pai é autor. O contentor chegou a Luanda a 1 de Julho. D. Vicente agradeceu

a oferta:

«Queira agradecer por mim aos filhos do autor. Cordialmente,

+ Vicente Kiaziku».

Julho. D. Vicente agradeceu a oferta: «Queira agradecer por mim aos filhos do autor. Cordialmente, +

Mbanza Congo, terra onde D. António Barroso trabalhou durante 8 anos, passará a dedicar um dia em cada ano à memória deste grande missionário, por decisão de D. Vi- cente Kiaziku.A “Súmula Biográfica” agora enviada destina-se a apoiar esta iniciativa. Muitos outros missionários e missionárias trabalharam e trabalham naquela região angolana. Re- cordamos uma reportagem sobre Mbanza Congo, da autoria da Irmã Maria Augusta Faria, Franciscana Missionária de Maria, que lá trabalhou entre 1967 e 1976. Foi com muita satisfação que recebemos uma carta da Irmã Maria Celeste Lúcio, ex- -Provincial deste Instituto, onde nos refere: «Passei a ser também grande admiradora de D. António Barroso». Parabéns, Irmã Celeste! As Francianas Missionárias de Maria vêm desen- volvendo uma acção notável no concelho de Barcelos, terra da naturalidade de D. António. Da correspondência recebida, referimos ainda: «Meu nome é Fernanda Barroso e sou sobrinha-neta de D. António Barroso. Meu pai (Adolpho Barroso) era seu sobrinho e afi- lhado. Resido no Brasil, na cidade de S. Paulo. Gostaria de informações sobre o processo de canonização de D. António». Obrigado Fernanda. Esperamos ter em breve notícias para lhe dar.

Fernanda. Esperamos ter em breve notícias para lhe dar. Irmã Maria de Lurdes Farinha Alves, Provin
Fernanda. Esperamos ter em breve notícias para lhe dar. Irmã Maria de Lurdes Farinha Alves, Provin

Irmã Maria de Lurdes Farinha Alves, Provin- cial das Franciscanas Missionárias de Maria

Boletim de D. António Barroso

FLORES PARA OS AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO

FLORES PARA OS AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO

Barroso FLORES PARA OS AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO D. Francisco Senra Coelho nomeado Bispo Auxiliar
Barroso FLORES PARA OS AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO D. Francisco Senra Coelho nomeado Bispo Auxiliar

D. Francisco Senra Coelho nomeado Bispo Auxiliar de Braga

“Sou trigo minhoto, preparado no forno alentejano”

D. Francisco Senra Coelho, recentemente nomeado Bispo Auxiliar de Braga, foi ordenado na Basílica Metropolitana de Évora, no dia 29 de Junho. Foram bispos ordenantes D. José Alves, Arcebispo de Évora, que presidiu, D. Jorge Ortiga, Ar- cebispo de Braga e D. Maurílio de Gouveia, Arcebispo Emérito de Évora. No final da cerimónia da ordenação, declarou o seu empenho em acompanhar de perto as populações mais carenciadas da Arquidiocese de Braga.Transmitiu “a toda a Igreja de Braga a certeza” de uma especial proximidade aos “que sofrem, de todas as periferias sociais e existenciais”. Sublinhou: “Se sou trigo vindo de uma família do Minho, foi em Évora que me tornei pão”. Devoto de D. António Barroso, no passado dia 9 de Novembro, apresentou no auditório da Câmara de Barcelos uma notável conferência sobre “A Pastoral Colectiva do Episcopado Português, de 1910. Da redacção à divulgação”. O Boletim sauda-o, D. Francisco!

à divulgação”. O Boletim sauda-o, D. Francisco! PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à

PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO!

PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a
PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a
PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a
PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a
PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a
PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a
PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a
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PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a
PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a
PARABÉNS ÀS ZELADORAS DA CAPELA-JAZIGO! Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a

Parabéns à equipa de gentis e dedicadas zeladoras que mantêm a capela-jazigo bem decorada e acolhedora, nos meses de Junho a De- zembro! Junho - Gracinda da Costa Monteiro; Julho - Maria de Lurdes Miranda Senra e Margarida Barroso Simões;Agosto - Maria da Conceição Campinho Ferros e Marília Falcão da Costa; Setembro - Maria Magalhães Faria Senra e Cristina Maria Faria Senra; Outubro - Maria do Carmo Faria Araújo e Maria de Fatima da Cruz Brito; Novembro - Júlia Vilas Boas Gomes e Maria da Conceição Esteves Martins; Dezembro - Otilia Simões Monteiro. Adelaide Araújo Simões

Boletim de D. António Barroso

DEvOTOS, AMIGOS E ADMIRADORES vISITAM D. ANTÓNIO

VISITAS À CAPELA-JAZIGO. Março de 2014: Ana Brito de Sousa (Remelhe); Domingos Garrido Fonseca (Gamil):

Obrigado, D. António, por me ajudar sempre. De coração, obrigado. Te dou graças; Maria Magalhães Faria Senra (Remelhe); Antó- nio Jesus Loureiro Gonçalves (Barcelos): Pedir graças; Luisa de Jesus Oliveira Xavier (Cabanelas – Vila Verde); Ana Maria Machado de Oliveira (Cabanelas – Vila Verde); António Fernando Correia Xavier da Silva (Cabanelas – Vila Verde); Alcino Manuel Oliveira Xavier (Cabanelas – Vila Verde); António Xavier (Cabanelas – Vila Verde); Maria Gomes de Faria (Remelhe); António Jesus Lou- reiro Gonçalves (Barcelos): Pedir ajuda; Tiago Rafael Ferreira Couto: Pedir graças; Vítor Filipe Ferreira Couto (Remelhe): Pedir graças; Ana Maria da Cruz Torres (Remelhe): Pedir graças; Ana Maria Santos (S. Martinho – Barcelos); Maria da Graça Lopes de Campos (Arcozelo – Barcelos); Marco Paulo de Campos Araújo (Abade Neiva); Pe. José Adílio Macedo (Remelhe): Agradecendo; António Jesus Loureiro Gonçalves (Barcelos): Pedir graças; José Padrão da Costa (Rates – Póvoa deVarzim); Maria Gorette Mace- do (S.Veríssimo – Barcelos); Maria Margarida Barroso Simões (Remelhe); Maria Júlia Barroso Simões (Remelhe); Domingos Jesus de Sá (Vila Nova de Gaia): Artrite no joelho. Saúde. Paz; Liliana Martinho Duarte de Sá (Vila Nova de Gaia): Saúde. Amor; Luís Manuel Barbosa Soares de Sá (Vila Nova de Gaia): Saúde.Amor; Maria de Fátima Barbosa Soares de Sá (Vila Nova de Gaia): Saúde e muito amor; António José Barbosa Soares de Sá (Vila Nova de Gaia): Obter emprego; Fernando Alírio Matos Leite Soares (Porto): Saúde; Maria Emília Barbosa Soares (Porto): Saúde.

Abril de 2014: Alcina Eiras; Ana Maria (Ermesinde); Armando da Silva Melo (Arcozelo): Alcançar as minhas intenções; José Rios Roriz (Cabanelas – Vila Verde); Albertina Faria Aldeia (Remelhe): Pede graças; Elisabete Alzira Carvalho Sá (Arcozelo): Pede saúde; Mara Fernanda F. Guedes (Antas); António Barbosa Silva (Famalicão); Maria da Conceição Remelhe (Famalicão); Joaquim da Silva Costa (Silveiros – Barcelos);António Ribeiro de Oliveira (Faria – Barcelos); Joaquim Vieira Correia (Vila Seca); António Jesus Loureiro Gonçalves (Barcelos): Eu creio em ti; André Pereira; Adriano Gonçalves (Várzea): Paz e amor; Bruna Azevedo (Remelhe); Joana Gomes (Remelhe); José Luís Lopes Peixoto (Gamil): Amor e paz; Eduardo M. B. Senra (Remelhe): Paz e amor; Firmino Soares de Brito (Póvoa de Varzim); Susan Cretella (England); Domingos Garrido Fonseca (Gamil): Agradece; Maria Alice Gomes de Faria (Remelhe); Elvira Moreira Pereira (Remelhe): Obrigada pelas graças obtidas; António Joaquim Pereira Silva (Rio Covo – Sta. Eugénia); Ângela Gomes Ferreira; António Gonçalves Guimarães (Forjães); Carminda M. Bacelo (Forjães); Maria Emília Rocha Lima; Maria Fernanda Gonçalves Araújo (Setúbal); Maria Clementina F. A. Gonçalves (Esposende); Maria do Carmo Fonseca (Chorente); Maria Cândida Brito Alves (Carvalhal): Pedir graças; Maria Júlia Barroso Simões (Remelhe); Maria Margarida Barroso Simões (Remelhe).

Maio de 2014: Florbela Monteiro Esteves Ferreira (Remelhe);Ana Brito de Sousa (Remelhe); Margarida Alves (Remelhe); Maria José Cordeiro Duarte; Maria Alice Gomes de Faria (Remelhe); Carlos Alberto Silva Coutinho (Midões); Maria Julieta da S. Mendes (Arcozelo); António Jesus Loureiro Gonçalves (Barcelos): Pedir graças;Amélia Silva; Marta Sofia Figueiredo Silva (Barcelos); Fir- mino Sousa de Brito (Póvoa de Varzim); Maria Cândida Brito Alves (Carvalhal): Pedir graças; Pe. José Adílio Macedo (Remelhe):

Pedir graças; Ana Brito de Sousa (Remelhe); Florbela Monteiro Esteves Ferreira (Remelhe): Pedir graças; Ana Maria Alves Martins; Maria José Cordeiro Duarte; Florbela Monteiro Esteves Ferreira (Remelhe): Pedir graças.

Junho de 2014: Leopoldina Carvalho da Silva (Remelhe);Adelaide Ferreira (Feitos): Pedir graças; Goretti Costa (Feitos); Maria Alice Gomes de Faria; Leopoldina Carvalho da Silva (Remelhe); Maria Conceição Fernandes Penedos: Pedir graças; Leopoldina Carvalho da Silva (Remelhe); Maria Emília dos Santos Figueiredo (Alvelos); Maria do Sameiro dos Santos Figueiredo (Barcelinhos); Vítor Filipe Ferreira Couto (Remelhe); Tiago Rafael Ferreira Couto (Remelhe).

CONTAS EM DIA

A última relação de contas (até 28 de Fevereiro de 2014) está disponível no Boletim n.º 10, III Série. Desde aquela data, até 30 de Junho de 2014, foram efectuadas as seguintes despesas: Escola Tipográfica das Missões. Execução e expedição do Boletim n.º 10, III Série: 646,02 €; Consumíveis, expediente, correio, comunicações:

50,00 €. TOTAL: 696,02€.

Foram muito reduzidos os donativos recebidos no mesmo período para apoio à Causa da Canonização
Foram muito reduzidos os donativos recebidos no mesmo período para apoio à Causa da Canonização de

D. António Barroso e para as despesas do respectivo Boletim: Senhores Christiane Matos e João Barroso de Ma-

tos (Brasil): 100,00 €; Sra. D.ª Maria Júlia Costa e Almeida: 40,00 €; Dr. Serafim Fidalgo dos Reis: 50,00 €; Amadeu

Gomes de Araújo 30,00 €. TOTAL: 220,00 €.

Sendo muito reduzida a comparticipação dos Amigos de D. António Barroso, dos assinantes e dos leitores, e por- que é tempo de férias, o presente Boletim, a exemplo dos anos anteriores, cobre os trimestres de Abril/Junho e Julho/ Setembro. Contamos com a vossa compreensão e desejamos a todos umas excelentes férias.

Para transferências bancárias que tenham a bondade de fazer para apoio à Causa da Canonização de D. António Barroso e para as despesas deste Boletim, informamos que a conta em nome do «Grupo de Amigos de D. António Bar- roso», na Caixa Geral de Depósitos, Oeiras, tem as seguintes referências:

NIB: 003505420001108153073. IBAN: PT50003505420001108153073. BIC: CGDIPTPL

Oeiras, tem as seguintes referências: NIB: 003505420001108153073. IBAN: PT50003505420001108153073. BIC: CGDIPTPL

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