BOLETIM INFORMATIVO “PÃO NOSSO” Sociedade Espírita “André Luiz”

ANO III - NÚMERO 34

NOVEMBRO/2009

FINADOS E REENCARNADOS De: Cornélio Pires
Caro Armando, recebi Os bilhetes e os recados; Você deseja notícias De alguns dos nossos finados. Entendo. Finados hoje Para nós, é a comitiva Dos irmãos fora da Terra, Gente morta sendo viva. Não posso dar muitas notas De sentido mais profundo, Falarei de alguns amigos Já reencarnados no mundo. As vezes, nos cemitérios, A gente chora na campa De amados que já voltaram Para a Terra, em nova estampa. Você recorda Nhô Zeca Que liquidou João Matula? João voltou à casa dele, É o netinho que ele adula. Por causa de Frederico, Suicidou-se o Tonho Prata, Tonho, porém, renasceu... É o bisneto que o maltrata. Outro suicídio, o de Délio Que morreu por Lia Benta... Délio tomou novo berço, É o filho que ela amamenta. Por ambição, Carlomanho Arrasou com Dona Luna; Ela nasceu neta dele, A fim de herdar-lhe a fortuna. Tino e Rita promoveram A morte de Adão Ramalho; Adão renasceu com eles, Trazendo imenso trabalho. Nhô Téo acabou com Joana Ao não querê-la por nora, Mas Joana já reencarnou... É a netinha que ele adora. Morreram dois inimigos: Tião e Juca da Barra... Agora nasceram gêmeos, Vieram irmãos na marra. Desencarnado, Nhô Gino Que falava mal de tudo, Pediu corrigenda a Deus, Em seguida, nasceu mudo. Nosso assunto é isto aí... Recordação de finados É a vida em torno da vida Que se expressa por dois lados. Enquanto estamos na Terra, Para dizer o que posso, Muita vez, a gente reza Em campo que já foi nosso.

Nesta edição:

- Na página 03: - “Além da morte”, de Antero de Quental; - Palestra com Márcia Maria Mazolla; - Palestra com Romualdo Bertoloni; - Palestra musicada com TELMA E BETE; - “Falar dos mortos”, de Richard Simonetti, na página 04; - Aniversariantes, na página 04; - “Proclamação da República”, de Momento Espírita, na pg. 05; - ACONTECEU!!, na página 05.
DIA 19 DE NOVEMBRO: DIA DA BANDEIRA!

14/11/1849 As irmãs Fox realizaram as primeiras demonstrações públicas de suas faculdades mediúnicas no Corinthian Hall, em Rochester.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier, do livro “Baú de Casos”

A SOCIEDADE ESPÍRITA “ANDRÉ LUIZ” Convida para SEMINÁRIO com os expositores: WELLINGTON BALBO Das 14,30 às 15,30hs. Tema: Qualidade de vida à luz da Doutrina Espírita ORSON PETER CARRARA Das 15,30 às 16,30hs. Tema: Porque adoecemos?

(a organização do evento pede para que os amigos possam chegar alguns minutos antes do início, para que possamos realizá-lo no horário programado).

DIA 14 DE NOVEMBRO, SÁBADO

COMPAREÇA! NÃO PERCA ESSA OPORTUNIDADE !!!

ANO III NÚMERO 34

“Aquele que morre, apenas está adiantado em relação a nós, porque todos vamos na mesma direção. E não esqueças que o melhor dele, o amor, continua vivo em teu coração.”
Filosofia Espírita para Crianças: Dialogar/Interagir( 5a. Parte) @

CAMPANHA ADOTE UM ALIMENTO

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Se você ainda não adotou algum, e gostaria de participar no fornecimento de cestas básicas às famílias assistidas pela Casa, procure o Grupo Fonte Viva, responsável pela Campanha. Contato: Siumara

Em lugar do monólogo, onde um apenas ensina e os demais aprendem, pratica-se o diálogo. E o que é o diálogo? É uma relação horizontal de A com B. Nasce de uma matriz crítica e gera criticidade (Jaspers). Nutre-se de amor, de humanidade, de esperança, de fé, de confiança. Por isso, somente o diálogo comunica. E quando dois pólos do diálogo se ligam assim, com amor, com esperança, com fé no próximo, se fazem críticos na procura de algo e se produz uma relação de "empatia" entre ambos. Só ali há comunicação. (...) É no diálogo que nos opomos ao anti-diálogo tão entranhado em nossa formação histórico-cultural, tão presente e, ao mesmo tempo, tão antagônico ao clima da transição. O antidiálogo, que implica numa relação de A sobre B, é o oposto a tudo isso. É desamoroso. Não é humilde. Não é esperançoso; arrogante, auto-suficiente. Quebra-se aquela relação de "empatia" entre seus pólos, que caracteriza o diálogo. Por tudo isso, o anti-diálogo não comunica. Faz comunicados. Precisávamos de uma pedagogia da comunicação com a qual pudéssemos vencer o desamor do anti-diálogo.(2) O método dialógico leva os alunos a pensar sobre o significado de suas palavras e sobre as conseqüências de seus pensamentos, vivenciando os conceitos na prática em lugar de apenas aprender a "falar sobre" eles.

Rita Foelker

CONVITE FRATERNO Se você tem algum problema, e isso o(a) está incomodando, com a necessidade de repartir esse fardo com alguém, abrindo o coração, venha ao ATENDIMENTO FRATERNO da S.E.A.L.. É realizado todo sábado, a partir das 9 hs.... Venha!, não se acanhe, divida suas dores... O fardo ficará mais leve!

Do livro: EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS, parte II, cap. VI FEB "Como atua o mecanismo da Justiça no Plano Espiritual?" ANDRÉ LUIZ: No mundo espiritual, decerto, a autoridade da justiça funciona com maior segurança, embora saibamos que o mecanismo da regeneração vige, antes de tudo, na consciência do próprio indivíduo. Ainda assim, existem aqui, como é natural, santuários e tribunais, em que magistrados dignos e imparciais examinam as responsabilidades humanas, sopesando-lhes os méritos e deméritos. A organização do júri, em numerosos casos, é aqui observada, necessariamente, porém, constituída de Espíritos integrados no conhecimentos do Direito, com dilatadas noções de culpa e resgate, erro e corrigenda, psicologia humana e ciências sociais, a fim de que as sentenças ou as informações proferidas se atenham à precisa harmonia perante a Divina Providência, consubstanciada no amor que ilumina e na sabedoria que sustenta. Há delinqüentes tanto no plano terrestre quanto no plano espiritual, e, em razão disso, não apenas os homens recentemente desencarnados são entregues a julgamento específico, sempre que necessário, mas também as entidades desencarnadas que, no cumprimento de determinadas tarefas, se deixam, muitas vezes, arrastar a paixões e caprichos inconfessáveis. É importante anotar, contudo, que quanto mais baixo é o grau evolutivo dos culpados, mais sumário é o julgamento pelas autoridades cabíveis e, quanto mais avançados os valores culturais e morais do indivíduo, mais complexo é o exame dos processos de criminalidade em que se emaranham, não só pela influência com que atuam nos destinos alheios, como também porque o Espírito, quando ajustado à consciência dos próprios erros, ansioso de reabilitar-se perante a vida e diante daqueles que mais ama, suplica por si mesmo a sentença punitiva que reconhece indispensável à própria restauração. A. Luiz/Chico Xavier/W.Vieira

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ESTAMOS NECESSITANDO DE EVAN-

Do livro:

AGENDA CRISTÃ

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GELIZADORES
PARA 5as. e SÁBADOS. CONTATO: ANDRÉA OU EDILAINE

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Aprenda a ceder em favor de muitos, para que alguns intercedam em seu benefício nas situações desagradáveis. Ajude sem exigência para que outros o auxiliem sem reclamações. Não encarcere o vizinho no seu modo de pensar; dê ao companheiro oportunidade de conceber a vida tão livremente quanto você. Guarde cuidado no modo de exprimir-se; várias ocasiões, as maneiras dizem mais que as palavras. Refira-se a você o menos possível; colabore fraternalmente nas alegrias do próximo. Evite a verbosidade avassalante; quem conversa sem intermitências, cansa ao que ouve. Deixe ao irmão a autoria das boas idéias e não se preocupe se for esquecido, convicto de que as iniciativas elevadas não pertencem efetivamente a você, de vez que todo bem procede originariamente de Deus. Interprete o adversário como portador de equilíbrio; se precisamos de amigos que nos estimulem, necessitamos igualmente de alguém que indique os nossos erros. Discuta com serenidade; o opositor tem direitos iguais aos seus. Se você considerar excessivamente as críticas do inferior, suporte sem mágoa as injunções do plano a que se precipitou. Seja útil em qualquer lugar, mas não guarde a pretensão de agradar a todos; não intente o que o próprio Cristo ainda não conseguiu. Defrontado pelo erro, corrija-o primeiro em você, e, em seguida, nos outros, sem violência e sem ódio. Se a perfídia cruzar seu caminho, recuse-lhe a honra da indignação; examine-a, com um sorriso silencioso, estude-lhe o processo calmamente e, logo após, transforme-a em material digno da vida. Ampare fraternalmente o invejoso; o despeito é indisfarçável homenagem ao mérito e, pagando semelhante tributo, o homem comum atormenta-se e sofre. Habitue-se à serenidade e à fortaleza, nos círculos da luta humana; sem essas conquistas dificilmente André Luiz/Chico Xavier sairá você do vaivém das reencarnações inferiores.

“Sou o árbitro constante da minha própria sorte, pois posso aliviar o meu suplício, ou prolongá-lo indefinidamente. Aprendi que a minha felicidade depende da vontade que possuo em fazer o bem, hoje, aqui, agora...”
ALÉM DA MORTE
Além da morte, além da sepultura, Onde a Ciência encontra a paz do nada, Começa a luminosa e longa estrada Que reconduz à vida eterna e pura. Na carne é o pesadelo, a noite escura, A fantasia e a luz abandonada. Na alma liberta a santa madrugada Na alegria de nova semeadura.

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Antero de Quental

23/11/1904 Descoberto em Hydesville, EUA, o esqueleto de Charles Rosna (o mascate assassinado na casa da família Fox), autor das comunicações em 30 e 31/03/1848.

Oh! Viajores no inverno dos caminhos, Aves cansadas dos terrestres ninhos, Vencei as dores para bendizê-las...

Aguardai a divina Primavera, Que outra vida mais alta vos espera Entre as rotas sublimes das estrelas!

Do livro: “Chico Xavier pede licença.” - Psicografia de Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos

NOVEMBRO PARA A DOUTRINA ESPÍRITA
01/11/1918 05/11/1839 Desencarne do apóstolo Nascimento de Willido Triângulo Mineiro, am Stainton Moses, Eurípedes Barsanulfo. pastor protestante, Grande educador, mé- mais tarde convertido dium e divulgador da ao Espiritismo. A FEB Doutrina Espírita. publica seu livro: Ensinos Espiritualistas. 23/11/1795 Nasce Amélie Gabrielle Boudet na localidade de Thiais, próxima a Paris. Professora e artista plástica, mais tarde ficou conhecida como a sra. Allan Kardec. 29/11/1982 Desencarne de Edgar Armond, ligado à Federação Espírita do Estado de São Paulo. Desenvolveu estudos importantes sobre mediunidade, passes, etc.

AGENDA PARA NOVEMBRO 5as FEIRAS, 20horas
Dia 12 Estaremos nesse dia recebendo a visita da confreira MÁRCIA MARIA MAZOLLA, da cidade de Bauru. Atuou na área da Evangelização por 30 anos, e, atualmente, participa de atividades mediúnicas. É frequentadora do C.E. Amor e Caridade daquela cidade. Falará sobre o tema: A NOSSA GENIALIDADE DE CADA DIA. Dia 19 Dia 26 Nesta data, virá à SEAL o confra- Após um longo período (onde de ROMUALDO BERTOLONI, tiveram que atender a comproda cidade de Bauru. È frequen- missos diversos), para nossa aletador e membro da diretoria do gria, retorna à SEAL a dupla TELC.E. Antônio de Pádua, coorde- MA E BETE, de Lençóis Paulista, nando tamapresentanbém as reunido como teões públicas ma dessa padaquela Casa. lestra musicada: O DESConosco irá PERTAR DA trazer refleCONSCIÊNxões a respeiCIA. to do tema: O REINO DE DEUS.

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“Conquanto possamos caminhar mil léguas, somente progredimos em substância avançando passo a passo.”

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Richard Simonetti FALAR DOS MORTOS Chilon (século VI a.C.), magistrado e filósofo espartano, um dos sete sábios da Grécia antiga, ensinava regras singelas de conduta que estariam presentes em qualquer manual de auto-ajuda, gênero literário que faz sucesso nestes dias de carências, dúvidas e temores. Nas suas máximas, coletadas fragmentariamente em Vida de Ilustres Filósofos, de Diógenes Laércio (século III), recomenda Chilon: • Controla a língua… • Cultiva recato no casamento... • Respeita os mais velhos… • Vigia a si mesmo… Como se vê, nada diferente do que conhecemos. Há um senso comum, conjugando a sabedoria dos séculos. Exprime-se em máximas que operariam radicais mudanças na sociedade humana, se colocadas em prática. ***** Uma máxima de Chilon, utilíssima, fundamental, é pouco observada. Costuma-se fazer exatamente o contrário. Recomenda o filósofo:

Em face da turvação mental em que se situam, assimilam as vibrações geradas por observações descaridosas dos presentes. Sentem-se perturbados e aflitos, sem perceber o que está acontecendo. ***** O “defunto”, não raro, reage à maledicência. O maldizente poderá dar-se mal…

Ocorre principalmente quando o desavisado tece críticas contra alguém de parcas virtudes, que esticou as canelas há algum tempo. Adaptado à vida espiritual, mas não convertido ao Bem, poderá causar-lhe dissabores. No livro Missionários da Luz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, o Espírito André Luiz reporta-se a um episódio dessa natureza. O autor e um companheiro foram à casa de certo homem, Vieira, que faltara a uma reunião na espiritualidade. Desejavam saber o que o impedira. O sono é breve viagem ao mundo dos mortos. Enquanto o corpo dorme, refazendo energias, transitamos pelas plagas do Além. São ensaios para a transferência definitiva, quando a senhora da foice nos convocar. Os dois tarefeiros o encontraram em situação difícil. Afastado do corpo em repouso no leito, Vieira quedava-se apavorado ante a presença de um Espírito que o ameaçava. O indesejável visitante explicou que durante o jantar, conversando com familiares, o dono da casa tecera considerações desairosas à sua pessoa. Ele captara as vibrações negativas da crítica e viera tirar satisfações. Vieira tremia, descontrolado, incapaz de uma reaNão fale mal dos mortos. ção. Inicialmente, até falamos bem. Induzido por André Luiz e seu companheiro, desNum velório, à falta de ter o que dizer aos famili- pertou assustado, banhado em suor. ares, promovemos o finado ao exprimir nossas Guardava a impressão de que estivera com o ditocondolências: cujo. Mas, sem autocrítica, não percebeu que ele viera cobrar-lhe a leviandade. Definiu a experiência como um pesadelo, que a– Coitado! Tão bom… Morreu! tribuiu a problema digestivo ou algo semelhante, sem perceber que nas fofocas contra o “morto” Em breve, no próprio ambiente em que é velado estava a origem de seu problema. ***** o defunto, mudamos a postura. Evocamos suas fragilidades, defeitos e episódios Chilon tem razão. menos edificantes que lhe marcaram a existência. A piedade recomenda que oremos pelos mortos. Lamentável desrespeito diante do companheiro Manda a prudência: Não falemos mal deles! de pés juntos, vestindo o “pijama de madeira”. Geralmente, os Espíritos desencarnados permanecem ligados ao corpo durante o velório. do livro LUZES NO CAMINHO Carecem de orações, não de críticas.

ANIVERSARIANTES DO MÊS - Deize Gebara: dia 13 - Francisco Machado: dia 16 - Valdair José Grana: dia 25 - Silmara Cristina Ghirotti Lopes: dia 29

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“Na busca desesperada pelo ‘ter’, o homem esquece o valor do ‘ser’:
ser amigo, ser companheiro, ser pai, ser mãe, ser irmão, ser irmã, ser filho... ser bom.”

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PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA Século dezenove. Embora todas as liberdades públicas que a monarquia desenvolvera em nosso país, ela ainda falava da influência portuguesa. Eis porque a República era considerada pela comunidade brasileira como a fórmula de governo compatível com a evolução do país e com a posição cultural do seu povo. A idéia era genuinamente nativista. Alcançara todas as inteligências. Desde a Lei de 13 de maio de 1888, a Abolição da Escravatura, que ferira os interesses particulares das classes conservadoras, a República se anunciava. Por toda parte, em ambientes civis ou militares, acendiam-se as tochas do idealismo republicano. Como tantos outros acontecimentos, a Proclamação da República Brasileira se fez sem derramamento de sangue. Os tempos que antecederam ao grande feito foram de intensa atividade. Todas as grandes cidades do país se entregavam à propaganda aberta das idéias republicanas. Os espíritos mais eminentes do país preparavam o grande acontecimento. Então, a 15 de novembro de 1889, com a bandeira do novo regime nas mãos de Benjamin Constant, Quintino Bocaiúva, Lopes Trovão, Serzedelo Correa, Rui Barbosa e toda uma plêiade de inteligências cultas, o Marechal Deodoro da Fonseca proclamou, inopinadamente, no Rio de Janeiro, a República dos Estados Unidos do Brasil. O Imperador D. Pedro II recebeu a notícia com amarga surpresa. Afinal, todos os republicanos eram amigos íntimos do monarca. Quem não lhe devia, no Brasil, o patrimônio da cultura e da liberdade? O nobre monarca repeliu as sugestões de espíritos apaixonados da Coroa para a reação. Preparou rapidamente sua retirada, com a família imperial, para a Europa, em obediência às imposições dos revolucionários.

Consigo levou um travesseiro de terra do Brasil, a fim de que o amor da pátria brasileira lhe santificasse a morte, no seu exílio de saudade e pranto. Eram as vésperas do regresso à Pátria da imortalidade. Ao recordarmos, nesta data, o acontecimento, cabenos agradecer aos idealistas de então pelo legado. Alguns deles, como Benjamin Constant, foram violentamente criticados pelos monarquistas. Diziam que se poderia ter esperado que o Imperador morresse. Afinal, já estava bastante idoso. Por que lhe ferir desta forma o coração? Mas sabemos que para toda decisão importante há um momento certo. E com certeza, aquele o foi. Transcorridos cento e dezoito anos (*) da Proclamação da República, quando a nação se veste de alegria para a comemoração, o feriado nacional se apresenta, é de se indagar o que temos ao longo desse tempo, feito da nossa República. Recordamos o entusiasmo de Pero Vaz de Caminha, que chegou com Pedro Álvares Cabral ao Brasil, ao se dirigir ao rei de Portugal: “Uma terra tão pródiga que em nela se plantando, tudo dá.” Será que os ideais de igualdade, de fraternidade, e engrandecimento também? Com o legado de um território tão grande, uma terra tão rica e a luz do Evangelho do Cristo a brilhar no céu de anil, o que nos falta para sermos a nação mais rica de amor da face da Terra? Quando passaremos a nos preocupar mais pelo nosso irmão, pela nação e menos pelos nossos próprios interesses? Bem vale aqui a célebre frase do patriota em dias de batalha: “O Brasil espera que cada um cumpra seu dever.” O Brasil cristão aguarda que cumpramos nosso dever de cidadão nobre. Dever de patriota que não somente respeita os símbolos nacionais da bandeira, do brasão, do Hino Nacional, mas vive com dignidade, todos os dias na Terra do Cruzeiro. Redação de: Momento Espírita - (*)texto de 2007.

ACONTECEU !!!
No dia 08/10, em comemoração ao Dia das Crianças, após uma singela homenagem às professoras voluntárias da SEAL, foi apresentada pelo E.E. para crianças e adolescentes “João Jorge Lauris”, a peça MARCELINO PÃO E VINHO. Foi algo simplesmente magnífico e emocionante, numa performance primorosa dos nossos jovens valores desta Casa. Parabéns a todos vocês, particularmente às educadoras responsáveis pela organização e logística do evento. Na 5ª feira seguinte, veio à SEAL nosso companheiro, No dia 22, retornava à SEAL a confreira CRISTINA MARCÍLIO BROSQUE, que, de uma maneira simples e LIMA, que, com toda a sensibilidade que lhe é caracatraente (produzindo vários números de ilusionismo), terística, deixou mais uma vez sua mensagem , relaticonseguiu transmitir a todos os presentes noções bem va ao entendimento da mensagem evangélica: Bemclaras a respeito da importância pelo conhecimento aventurados os aflitos. Realmente um encontro da para se chegar ao entendimento das “verdades” . emoção e da delicadeza.

VISITE NOSSO SITE: seal.orgfree.com

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ATIVIDADES DOUTRINÁRIAS E ASSISTENCIAIS
- Atendimento fraterno Sábado às 9hs. - Reuniões públicas/
fluidoterapia/ passes:

- G.A.M.A.L. (Gestantes) Sábado, das 16 às 17hs. Contato: Elvira - Evangelização infantil “Caminho de Luz” Sábado, das 15 às 16hs. Contato: Andréa

5ª.feira às 20hs. Domingo às 9hs. Visita aos enfermos Contato: Anselmo

- Almoço no asilo (3º domingo do mês) Contato: Deise - Reforço escolar (na sede) 3ª feira, das 9 às 11hs. Contato: Anadir - Grupo FonteViva Sábado, das 14,30 às 15,30hs. Contato: Siumara

- Café no asilo
último domingo

Contato: Deise - Grupo de artesanato 4a f., das 15 às 16hs. Contato: Lucinha - Coral “Raio de Luz”: 2ª feira, 20hs. Contato: Adriana

VENHA VOCÊ TAMBÉM PARTICIPAR DAS ATIVIDADES DOUTRINÁRIAS E DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM NOSSA CASA !!!
SOCIEDADE ESPÍRITA “ANDRÉ LUIZ”

Diretor Presidente Rubens Roberto Calvo Françoso Secretária Geral Andréa Regina de Oliveira Santos Diretora Doutrinária Anadir de Oliveira Secretária Adriana Maria de Oliveira Bibliotecária Maria Cristina Rodrigues da Silva Diretora Administrativa Maria Betti Paludeto

Tesoureira Maria Catarina Vitti Ribeiro da Silva Adjuntas Maria Cabreira Ribeiro da Silva Siumara Maria Benetti Conselho Fiscal Algivo Capello Neide Rodrigues de Andrade Wálter Paludeto Conselho de Ouvidoria Anselmo de Oliveira Calixto Filho Dalton Morales Ribeiro da Silva Lúcia Ercília Lauris

Rua 13 de Maio, 525

Av. Sebastiana Leite, 520

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