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E D I T O R I A L
Hoje em dia é mais difícil surgir novas moléculas de biocidas, principalmente,
devido ao alto capital de investimento para desenvolvê-las e registrá-las,
entretanto, as empresas desta área estão focadas em inovações de processos
e é nessa linha que pautamos o tema nas próximas páginas. Entrevistamos
especialistas neste mercado e revelamos as novidades. Vale conferir.
O setor de equipamentos para indústria de tintas também tem destaque
nesta edição. Alguns modelos novos de máquinas, disponíveis no mercado
nacional são citados e tecnicamente descritos.
A Dow adquiriu a Rohm and Haas e essa aquisição rendeu algumas mudanças
que são divulgadas neste número. Fomos a primeira revista a entrevistar José
Magalhães Fernandes que passa a ser o diretor de negócios da nova estrutura
que foi criada: a Dow Coating Materials.
A Tintas & Vernizes também realizou uma entrevista com o árabe Rakan A.
Al-Juhany, especialista de vendas e marketing da Jana, empresa que começa
uma intensa aposta de negócios na América do Sul. No Brasil, a Lumasa é
quem a representa e revela parte dos planos de atuação. Por meio da unidade
de negócios Inorganic Pigments (IPG), a Lanxess acrescenta novas tonalidades
na consagrada linha de pigmentos inorgânicos à base de óxido de ferro
Bayferrox
®
, para o segmento da construção civil e de plásticos.
A seção de Atualidades segue com notícias importantes e um artigo técnico,
gentilmente cedido pela Thor, enriquece ainda mais nosso conteúdo.
Boa leitura!
Francely Morrell
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C O N T E Ú D O
07 NOVIDADE
09 ATUAÇÃO
28 AQUISIÇÃO
Rua Filomena Parmigiani Fiorda, 140 - Santo Amaro - Cep: 04756-130 - São Paulo/SP
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BIOCIDAS: BIOCIDAS: BIOCIDAS: BIOCIDAS: BIOCIDAS:
proteção para as tintas
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18-03-1927 23-10-2001
FRANCIS LOUIS MORRELL JÚNIOR
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CARLOS A. CUNHA
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GABRIELA LOZASSO (MTB. 26.667)
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ANO 49 | Nº 242 | 04-05/2009
“TINTAS & VERNIZES” É MARCA REGISTRADA PELA
MORRELL EDITORA TÉCNICA DESDE 1959 E SUA UTILIZAÇÃO,
SEM AUTORIZAÇÃO, É VEDADA EM QUALQUER FORMA.
12
Mundo
DAS MÁQUINAS DAS MÁQUINAS DAS MÁQUINAS DAS MÁQUINAS DAS MÁQUINAS
34
tintasevernizes.com.br
revista virtual:
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31 ESTRETÉGIA
41 ATUALIDADES
52 ARTIGO TÉCNICO
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MAIS UMA PETROQUÍMICA EM CAPUAVA
S Ó Q U E M T E M H I S T Ó R I A P O D E C O N T A R - O Q U E F O I N O T Í C I A E M 1 9 6 9
A Petroquímica União está instalando no País uma unidade das
mais diversificadas para a produção de matérias-primas básicas em
grandes quantidades (mais de 900 mil toneladas anuais, quando em
plena capacidade), com início previsto para meados de 1971.
Dotado de economia de escala, o complexo petroquímico em cons-
trução em Capuava, no ABC paulista, além das matérias-primas básicas
em grandes quantidades, garantirá preços unitários substancialmente
inferiores aos atualmente em vigor no País.
TINTAS E VERNIZES SERÃO BENEFICIADOS
Isto, explica o engenheiro Cláudio Molteni, gerente comercial da
Petroquímica União, possibilitará aos seus usuários, sejam indústrias
de produtos químicos derivados, ou utilizadores diretos, como os fabri-
cantes de tintas e vernizes, a disporem de matéria-prima à vontade, a
preços equivalentes aos do mercado internacional.
Após ressaltar o significado do fato de que os consumidores da
Petroquímica União estarão, a partir de 1971, garantidos quanto à exis-
tência daquelas matérias-primas de que tanto necessitam, e que con-
seguem obter com tanta dificuldade, o engenheiro Molteni assinalou
que alguns dêsses clientes terão benefício extra: por se localizarem
perto da unidade fabril da Petroquímica União, receberão produtos atra-
vés de tubulação, evitando, portanto, atrasos, deficiências de transporte
e perdas.
O que o estágio atual do setor petroquímico no Brasil requer –
afirmou – é exatamente êsse tipo de planta, na qual não só grandes
quantidades são produzidas, mas, também, uma variedade de produtos
(mais de 12) é obtida.
MENOR CAPITAL DE GIRO
Um outro aspecto que, pela sua importância, não pode ser relegado
a segundo plano, segundo o engenheiro Molteni, é o da redução de
capital de giro das firmas que, tradicionalmente, têm obtido por importa-
ções os produtos de que necessitam.
Podemos citar – exemplificou – indústrias de tintas e vernizes que
têm obtido solventes por importações – ou mesmo através de distribui-
dores locais, que, por sua vez, os importam – requerendo um investi-
mento em tancagem apropriada, bem como a manutenção, no País, de
um estoque suficiente para garantir o fluxo contínuo daquele determi-
nado produto.
Acrescentou que, se tambores são utilizados, afora as perdas, devem
ser ressaltados os problemas que o seu manuseio produz.
EXPORTAÇÕES SERÃO VIÁVEIS
O engenheiro Molteni ressaltou também o aspecto de que, apesar
de a Petroquímica União ter sua unidade totalmente baseada no mercado
nacional, ela poderá, eventual e esporadicamente, exportar alguns de
seus produtos.
Mas, o importante é que a existência de matéria-prima em quanti-
dade e preço de economia de escala possibilitará aos clientes da Petro-
química União a, se assim o desejarem, colocar os seus próprios produtos
no mercado internacional, especialmente na ALALC. Isto é, ao nosso
ver, um aspecto relevante que deve ser considerado por todos aqueles
que irão usufruir da nova filosofia que se instalou no País com a criação
da Petroquímica União.
PETROBRÁS GARANTE NAFTA
Informou, em seguida, que a matéria-prima da Petroquímica União
é a nafta, cujo suprimento já está garantido pelo Petrobrás. Consequen-
temente, e considerando que o projeto é de responsabilidade da
LUMMUS (Société Française des Techniques Lummus) firma interna-
cional, com a mais larga experiência em construções de unidades se-
melhantes, estão garantidos não só a produção a que se referiu, bem
como a qualidade de cada um dos produtos, “que obedecerá fielmente
às especificações internacionais existentes”.
CESSAM IMPORTAÇÕES
O gerente comercial da Petroquímica União ressaltou especifica-
mente alguns dos produtos que serão fabricados: o tolueno, e os xilenos,
perfeitamente conhecidos no mercado nacional como solventes aromá-
ticos tradicionais da indústria de tintas e vernizes.
“Com a entrada em funcionamento da Petroquímica União e mais
a produção já existente no País, cessarão definitivamente as importações
dêsses produtos para êsse uso. O benzeno, orto-xileno, propileno, eti-
leno, butadieno (contido na Corrente C-4) e outros, estarão disponíveis
no mercado nacional, possibilitando que resinas maléicas, alquídicas,
ABS, etc... e latexes de borracha sintética possam ser produzidos no
País, isto por causa das condições em que estas matérias-primas estarão
disponíveis como já nos referimos”.
O PROJETO DA PETROQUÍMICA UNIÃO
Em síntese, o projeto da Petroquímica União visa dotar o País de um
moderno parque petroquímico, através da produção em larga escala de:
Etileno .......................................... 300 mil t
Propileno ...................................... 168 mil t
Corrente C-4................................. 109 mil t
Corrente C-5................................... 48 mil t
Corrente C-9................................... 48 mil t
Benzeno ........................................ 110 mil t
Tolueno ........................................... 14 mil t
Ortoxileno ....................................... 30 mil t
Paraxileno ....................................... 30 mil t
Xilenos ............................................. 8 mil t
Resíduo aromático .......................... 60 mil t
A Petroquímica União, que teve seu projeto aprovado no Geiquim
por unanimidade em janeiro de 1967, nasceu da associação do Govêrno
com a iniciativa privada brasileira, possível com o estabelecimento de
diretrizes específicas para o setor, chegadas com 15 anos de atraso,
que resultaram na criação da Petrobrás Química (PETROQUISA), em-
prêsa subsidiária da Petrobrás, durante o primeiro govêrno da Revolução
(Decreto nº 61.981, de 28 de dezembro de 1967), com poderes para se
associar, mesmo minoritàriamente, com grupos privados.
A constituição do capital da Petroquímica União, equivalente a
28,8 milhões de dólares, é a seguinte: Petroquisa, 25%; Refinaria União,
25%; Grupo Moreira Salles, 25%; Grupo Peri Igel-Monteiro Aranha,
15%; IFC (do Banco Mundial), 10%.
O investimento inicial da Petroquímica União é de 75 milhões de
dólares, de um total de 84 milhões de dólares, contribuindo para isso
empréstimos obtidos junto à CIAVE (Companhia Industrial e Agrícola
de Venda ao Estrangeiro) da França; da Corporação Financeira Inter-
nacional (IFC) do Banco Mundial, também acionista; e de grupos ban-
cários brasileiros.
Para o Brasil, o projeto da Petroquímica União traz, entre outras,
as seguintes vantagens: economia de divisas de 30 milhões de dólares
anuais; criação de 40 mil novos emprêgos; reação em cadeia para o
crescimento de outros setores da produção com inversões totais de qui-
nhentos milhões de dólares.
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N O V I D A D E
LANXESS LANXESS LANXESS LANXESS LANXESS APRESENTA NOVAS CORES DA LINHA
DE PIGMENTOS INORGÂNICOS BA BA BA BA BAYFERROX YFERROX YFERROX YFERROX YFERROX
® ®® ®®
Novas tonalidades para os segmentos de construção civil e de plásticos
Lanxess anuncia novidades na linha Bayferrox
®
. Por
meio da unidade de negócios Inorganic Pigments
(IPG), chegam ao mercado as novas cores dos pig- A
mentos inorgânicos à base de óxido de ferro denominados Bay-
ferrox
®
725M e Bayferrox
®
624M.
O Bayferrox
®
725M é um pigmento vermelho com tonalidade
mais amarelada, uma tendência rapidamente assimilada pela
Lanxess, que veio para complementar o portfólio dos vermelhos
Bayferrox, atualmente oferecidos ao mercado. Com grande poder
de tingimento, cobertura e durabilidade frente a intempéries,
pode ser utilizado em telhas, pisos intertravados, pavimentos,
blocos, rejuntes, concreto colorido, argamassa de revestimento
e demais possibilidades voltadas para o segmento da construção
em geral.
Já o Bayferrox
®
624M é um pigmento marrom com nuance
castanha que complementa as tonalidades dos pigmentos
Bayferrox
®
indicados para plásticos, ou seja, para embalagens
plásticas que entrarão em contato com alimentos e bebidas,
plásticos laminados e masterbatches. O produto apresenta alto
grau de fineza e excelente dispersabilidade facilitando o proces-
so de moagem. Atende aos requisitos de qualidade e pureza
exigidos pelo Ministério da Saúde, na Resolução 105 da Anvisa.
Além do novo Bayferrox
®
624M, a linha Bayferrox
®
para plás-
ticos está disponível nas cores vermelho, amarelo, preto, marrom
e verde (óxido de cromo) e todas as suas derivações de tons.
Produzidos na fábrica de Porto Feliz, interior de São Paulo,
os pigmentos inorgânicos da Lanxess são atóxicos, não agridem
o meio ambiente e seguem todas as normas e padrões de quali-
dade exigidos pelo mercado, além de disponibilizar assistência
técnica sem custo para os clientes. “Nossos produtos são ecolo-
gicamente corretos e mais econômicos por oferecerem maior
concentração e rendimento nas aplicações onde são incorpo-
rados”, afirma Lothar Schwarz, gerente de vendas e marketing
para América Latina da unidade de pigmentos inorgânicos da
Lanxess.
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N O V E L T Y N O V E D A D
Lanxess presenta nuevos colores de la
línea de pigmentos inorgánicos Bayferrox
®
Nuevas tonalidades para los segmentos
de construcción civil y de plásticos
Lanxess anuncia novedades en la línea Bayferrox
®
. Por
medio de la unidad de negocios Inorganic Pigments (IPG),
llegan al mercado los nuevos colores de los pigmentos inorgá-
nicos a base de óxido de hierro denominados Bayferrox
®
725M y Bayferrox
®
624M.
El Bayferrox
®
725M es un pigmento rojo con tonalidad
más amarillenta, una tendencia rápidamente asimilada por
Lanxess, que vino para complementar el portafolio de los
rojos Bayferrox, actualmente ofrecidos al mercado. Con gran
poder de teñido, cobertura y durabilidad ante las intempe-
ries, puede ser utilizado en tejas, adoquines, pavimentos,
bloques, pasta para junciones, concreto colorido, argamasa
de revestimiento y demás posibilidades orientadas para el
segmento de la construcción en general.
Por su lado, el Bayferrox
®
624M es un pigmento marrón
con matiz castaño que complementa las tonalidades de los
pigmentos Bayferrox
®
indicados para plásticos, o sea, para
envases plásticos que entrarán en contacto con alimentos y
bebidas, plásticos laminados y masterbatches. El producto
presenta alto grado de finura y excelente capacidad de
dispersión, facilitando el proceso de molido. Atiende a los
requisitos de calidad y pureza exigidos por el Ministerio de
la Salud, en la Resolución 105 de la Anvisa (Agencia Na-
cional de Vigilancia Sanitaria). Además del nuevo Bayferrox
®
624M, la línea Bayferrox
®
para plásticos está disponible en
los colores rojo, amarillo, negro, marrón y verde (óxido de
cromo) y todas sus derivaciones de tonos.
Producidos en la fábrica de Porto Feliz, interior de São
Paulo, los pigmentos inorgánicos de Lanxess son atóxicos,
no atacan el medio ambiente y siguen todas las normas y
estándares de calidad exigidos por el mercado, además de
poner a disposición asistencia técnica sin costo para los
clientes. “Nuestros productos son ecológicamente correctos
y más económicos por ofrecer mayor concentración y ren-
dimiento en las aplicaciones donde son incorporados”, afir-
ma Lothar Schwarz, gerente de ventas y marketing para Amé-
rica Latina de la unidad de pigmentos inorgánicos de Lan-
xess.
Lanxess introduces new colors of
the inorganic pigment Bayferrox
®
line
New shades for the civil
construction and plastic segments
Lanxess announces novelties in the Bayferrox
®
line. Through the Inorganic Pigments (IPG) business
unit were introduced to the market the new colors
of inorganic pigments based on iron oxide called
Bayferrox
®
725M and Bayferrox
®
624M.
Bayferrox
®
725M is a red pigment with a yellowish
shade, a trend that Lanxess assimilated fast, and
complemented the portfolio of Bayferrox reds, currently
offered to the market.

With high tinting power, coating
and weathering resistance, it can be used in tiles,
cobblestones, pavements, blocks, grouts, colored
concrete, coating mortar and other possibilities focused
on the construction sector in general.
In the other hand, Bayferrox
®
624M is a brown pigment
with hazel shade that complements the shade range of the
Bayferrox
®
pigments intended for plastics, that is, for plastic
packages that will be in touch with foods and beverages,
laminated plastics and masterbatches.

The product has high
fineness grade and excellent dispersion capability, making
easier the grinding process. It meets the quality and
pureness requirements demanded by the Health Ministry,
by the Resolution 105 of Anvisa (Brazilian Sanitary
Surveillance Agency). Besides the new Bayferrox
®
624M,
the Bayferrox
®
line for plastics is available in red, yellow,
black, brown and green (chrome oxide) and all of its
derivated shades.
Produced at the plant in Porto Feliz city, in the inland
of São Paulo state, Lanxess inorganic pigments are non-toxic,
environmentally friendly and comply with all of the norms
and quality standards required by the market, besides
making available free-of-charge technical assistance for
the customers. “Our products are environmentally friendly
and cheaper, as they offer higher concentration and
performance in the applications where are incorporated”,
declares Lothar Schwarz, sales and marketing manager
for Latin America of the Lanxess inorganic pigment unit.
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Lumasa Lumasa Lumasa Lumasa Lumasa passa a distribuir resinas
epóxi da empresa saudita Jana Jana Jana Jana Jana
Com operação logística estratégica para atender a América do Sul, Jana faz parceria com empresa brasileira
e aposta no crescimento da região para consolidar sua linha de resinas epóxi Razeen
®
A T U A Ç Ã O
mercado nacional pode contar com um novo player
no segmento de resinas epóxi, através da parceria fir-
mada entre a empresa brasileira Lumasa Produtos O
Químicos e a Jana - Jubail Chemical Industries Company, do
grupo Nama, que está situada na cidade industrial de Jubail -
Reino da Arábia Saudita - sendo uma importante produtora de
resinas epóxi líquidas, em solução e na forma sólida.
A Lumasa, que até então fazia somente vendas diretas das
resinas e de soda cáustica em pérolas, também fabricadas pelo
grupo Nama, passará a distribuir os produtos com estoque local,
sendo o braço comercial da empresa saudita para toda América
do Sul.
Localizada em São Bernardo do Campo (SP), a Lumasa tem
seu trabalho apoiado na longa experiência de seus gestores -
Marcos Codinhoto e Mário de Carvalho – na área de epóxi,
cujo know-how foi importante para selar a parceria.
“Queremos nos consolidar no mercado de epóxi e estamos
preparados para isso. A Jana oferece comprometimento a
longo prazo de sua linha de produtos e a Lumasa vem com um
forte histórico comercial e técnico no setor”, enfatiza Carvalho
que há 15 anos trabalha no segmento epóxi.
Para o engº Rakan A. Al-Juhany, especialista de vendas e
marketing da Jana, a América do Sul é uma região que apontará
grande crescimento e, portanto, onde a companhia está concen-
trando seus recursos.
Conforme explica Al-Juhany, a capacidade produtiva da Ja-
na hoje é de 60 mil toneladas de resinas epóxi por ano, com
tecnologia adquirida da Ciba-Geigy-Suiça. Porém, sendo um
dos mais modernos produtores de resinas epóxi no mundo, que
está continuamente se aperfeiçoando e se adaptando, a empresa
já tem planos de atingir a meta de 120 mil ton/ano. Atualmente,
a demanda de produtos para o Brasil poderá ser em torno de
5% a 10% da capacidade de fabricação (60 mil ton/ano).
Em relação aos investimentos no país, inicialmente estarão
concentrados na promoção da linha de resinas epóxi da marca
Razeen
®
e na operação logística através da Lumasa.
“Devido as vantagens econômicas, baixo custo da energia
e das matérias- primas básicas, petróleo e sal, preferimos
manter nossa planta na Arábia Saudita. Conseguindo preços
competitivos e disponibilizando todo o nosso suporte de
desenvolvimento e pesquisas ao Brasil estamos certos de
obter sucesso nesta operação. Temos ainda um Centro Técnico
de Aplicação que está empenhado em desenvolver a nossa
série de endurecedores que irá complementar a de resinas
epóxi”, esclarece e revela Al-Juhany.
O executivo salienta ainda que com o crescimento e sucesso
nos últimos anos, a Jana está verticalizando sua operação com
uma nova planta para a produção de epicloridrina - matéria-
prima chave na fabricação de resinas epóxi.
Segundo Al-Juhany, hoje o market share mundial da Jana é
de aproximadamente 3% e o objetivo é atingir 10% nos próximos
cinco anos. “Nós acreditamos na expansão do segmento de
coatings e achamos que esta crise econômica é passageira.
A médio prazo pretendemos nos situar entre os três maiores
produtores de resinas epóxi e estamos investindo e traba-
lhando seriamente para alcançar a meta”, finaliza.
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P E R F O R M A N C E A C T U A C I Ó N
Lumasa distribuye resinas epoxi
de la empresa saudita Jana
El mercado nacional puede contar con un nuevo player
en el segmento de resinas epoxi, a través de la sociedad fir-
mada entre la empresa brasileña Lumasa Produtos Químicos
y Jana - Jubail Chemical Industries Company, del grupo
Nama, localizada en la ciudad industrial de Jubail, en el
Reino de Arabia Saudita, siendo una importante productora
de resinas epoxi líquidas, en solución y en la forma sólida.
Lumasa, que hasta entonces hacía solamente ventas di-
rectas de las resinas y de sosa cáustica en perlas, también
fabricadas por el grupo Nama, pasará a distribuir los pro-
ductos con existencias locales, siendo el brazo comercial
de la empresa saudita para toda América del Sur.
Localizada en São Bernardo do Campo (SP), Lumasa tiene
su trabajo apoyado en la larga experiencia de sus gestores -
Marcos Codinhoto y Mário de Carvalho – en el área de epoxi,
cuyo know-how fue importante para sellar la asociación.
“Queremos consolidarnos en el mercado de epoxi y esta-
mos preparados para eso. Jana ofrece un compromiso a largo
plazo de su línea de productos y Lumasa cuenta con un fuerte
histórico comercial y técnico en el sector”, enfatiza Carvalho
que hace15 años trabaja en el segmento de epoxi.
Para el Ing. Rakan A. Al-Juhany, especialista de ventas
y mercadeo de Jana, América del Sur es una región que apun-
tará gran crecimiento, y por lo tanto, donde la compañía
está concentrando sus recursos.
Conforme explica Al-Juhany, la capacidad productiva de
Jana hoy es de 60 mil toneladas de resinas epoxi por año,
con tecnología adquirida de Ciba-Geigy-Suiza. Sin embargo,
siendo uno de los más modernos productores de resinas epoxi
en el mundo, que está continuamente perfeccionándose y
adaptándose, la empresa ya tiene planes de alcanzar la meta
de 120 mil ton/año. Actualmente, la demanda de productos
para Brasil podrá ser alrededor del 5% al 10% de la capaci-
dad de fabricación (60 mil ton/año).
Con relación a las inversiones en el país, inicialmente
estarán concentrados en la promoción de la línea de resinas
epoxi de la marca Razeen
®
y en la operación logística a través
de Lumasa.
Lumasa now distributes epoxy
resins from Saudi company Jana
The Brazilian market could have a new player
in the epoxy resins segment through the partnership signed
by the Brazilian company Lumasa Produtos Químicos and
the Nama group company Jana - Jubail Chemical Industries
Company, located in the industrial city of Jubail - Saudi
Arabian Kingdom - that is an important producer of
liquid and solid epoxy resins.
Lumasa, which until then made only direct sales of
resins and pearled caustic soda, also manufactured by
Nama group, will distribute the products with local stock,
being the commercial branch of the Saudi company for
all South America.
Located in São Bernardo do Campo (SP), Lumasa work
is supported by the large experience of its managers
Marcos Codinhoto and Mário de Carvalho, from the epoxy
department, whose know-how was important to seal the
partnership.
“We want to consolidate in the epoxy market and we
are ready for this. Jana offers a long term commitment for
its product line and Lumasa has a strong commercial and
technical background in the industry”, emphasizes Carvalho,
who has been working in the epoxy segment 15 years ago.
For Engineer Rakan A. Al-Juhany, Jana sales and
marketing specialist, South America is a region that will
have a big growth and, therefore, it’s here where the
company is concentrating its resources.
As Al-Juhany explains, Jana production capacity is today
60 thousand tons per year of epoxy resins, with technology
acquired from Ciba-Geigy-Swiss. However, as one of the
most modern producers of epoxy resins in the world, which
continuously improves and adapts, the company is already
planning to achieve the goal of 120 thousand tons/year.
Currently, the Brazilian demand of products may be around
5% to 10% of the manufacturing capacity (60 thousand
tons/year).
Regarding the investments in the Brazil, they will
be firstly focused on the promotion of the epoxy resin line
of the Razeen
®
mark and on logistics through Lumasa.
Folheie as páginas da Tintas & Vernizes na tela do seu computador.
WWW. TINTASEVERNIZES. COM. BR
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Biocidas: Biocidas:
Biocidas: Biocidas: Biocidas: proteção para as tintas
abemos que onde tem água há vida, e isso não é dife-
rente para as tintas. Portanto, fungos, algas e bactérias
também podem ser desenvolvidos dentro da embala- S
gem do produto, assim como na superfície onde a tinta está
aplicada.
Só para se ter uma ideia deste universo, hoje existe em
torno de 1,5 milhão de espécies de fungos e destes, apenas
300 mil aproximadamente são conhecidos pelo homem. Em
tintas, especificamente, são vários os tipos de micro-organismos.
Para combatê-los, os fabricantes de biocidas criaram diver-
sas moléculas, porém, atualmente é bem mais difícil aparecer
novos tipos, devido ao alto custo de desenvolvimento e de regis-
tro; portanto, o mais comum agora são as inovações nos pro-
cessos.
Isso não inibe as atualizações tecnológicas, principalmente
no que diz respeito à melhora nas combinações dos principais
princípios ativos para se obter de mais eficiência e também
para a redução de custos.
Outra forma de inovação destacada pelos profissionais do
segmento é a utilização de técnicas de nanotecnologia para se
desenvolver meios mais eficientes de aplicação dos produtos
microbicidas. Segundo Luiz Wilson Pereira Leite, diretor de
marketing e negócios internacionais da Ipel, esta técnica au-
menta a eficácia dos materiais, fazendo com que os resultados
sejam atingidos com menor quantidade de produto. A empresa
já está trabalhando com esta ciência, assim como a Miracema-
Nuodex que está usando a nanotecnologia para o desenvolvi-
mento de novos fungicidas e algicidas com o objetivo de dimi-
nuir as dosagens dos ativos e, como consequência, reduzir o
custo e a toxicidade das tintas formuladas com os estes novos
biocidas.
Outra forte tendência na opinião de alguns profissionais da
área são os biocidas encapsulados. Esta recente tecnologia já
chegou ao Brasil através da multinacional Thor e promete
aumentar o tempo de vida do biocida e, consequentemente, da
conservação da tinta.
DESAFIOS QUE PERSISTEM
Segundo as estimativas, o potencial de biocidas no mercado
nacional é de 2 mil toneladas/ano. Mas o Brasil esbarra em
alguns desafios. Um deles, apontado por Fernando Cezar Scan-
doleira, gerente comercial da Miracema-Nuodex é o desenvolvi-
mento de produtos que atendam às necessidades da legislação
e, ao mesmo tempo, seja inovador e competitivo.
Na constatação de Carlos Alberto “Jacaré” Gonçalves,
country manager da Troy Brazil, “é necessário implantar uma
regulamentação específica para o uso dos biocidas industriais
no Brasil, visando recuperar a saúde financeira desta
categoria, a qual agoniza, face a permanente guerra de preços
entre os participantes. A indústria de tintas, em especifico,
deveria buscar o registro de seus produtos junto à Anvisa,
pois tal ação obrigaria o mesmo procedimento por parte dos
fornecedores de biocidas industriais, elevando assim o nível e
a qualidade dos materiais oferecidos localmente”.
Para Luis Gustavo Ligere, representante técnico de vendas
- preservação industrial/biocidas e proteção de madeira da Lan-
xess, a grande competitividade ocasionou a queda no preço
dos produtos e aumento do nível de exigência dos serviços téc-
nicos prestados. “Costumamos brincar que vendemos “apólices
de seguro” e o desafio é conservar o alto nível de serviço
técnico prestado e produtos oferecidos, além de manter a
lucratividade em um mercado que passou a classificar
erroneamente os biocidas como commodities”, observa.
E analisando a opinião da maioria dos especialistas, não
há dúvida de que fabricar produtos com baixa toxidez e reduzir
impactos ambientais mantendo os níveis de eficiência e de pro-
teção é o objetivos de todos. Entretanto, aliar tudo isso a preços
competitivos é o grande desafio. Enquanto isso, o mercado in-
felizmente ainda continua usando produtos agressivos ao ser
humano e ao meio ambiente por serem ativos de baixo custo.
A Arch está investindo em novas formulações e aplicações
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focando, principalmente a linha zero
VOC e proteção fúngica da tinta. Com a
mescla de moléculas de piritionato de
zinco foi criado o Zinc Omadine para
ação contra fungos, algas e bactérias no
filme seco. Esse produto também foi tes-
tado e adaptado em tintas marítimas para
proteger contra a formação de algas e
aderência de incrustantes. Com o sucesso
dessa série em tintas marítimas foi de-
senvolvido o Copper Omadine, porém,
este está baseado em piritionato de cobre
para aquelas empresas que não utilizam
o zinco.
Contudo, tendo em vista o amplo es-
pectro de proteção do Zinc Omadine ele
tornou-se uma alternativa para tintas hi-
giênicas já que previne a proliferação de
bactérias. Um ensaio feito no Brasil com-
provou essa eficácia do produto.
A Arch tem um imenso portfólio de
biocidas, inclusive existem desenvol-
vimentos nacionais feitos nos laborató-
rios da unidade fabril de Salto (SP) que
são exportados para diversas partes do
mundo. O mercado brasileiro representa
em torno de 17% a 18% , se forem consi-
derados todos os segmentos da Arch em
âmbito global.
A companhia vem crescendo aproxi-
madamente 30% ao ano e projeta investir
US$ 350 mil na ampliação dos labora-
tórios químico e biológico que trará van-
tagens, principalmente, em relação a su-
porte técnico, químico e microbiológico.
“Nosso grande fator de sucesso é o
serviço ao cliente. Fornecemos a solução
que ele precisa focando atender sua
necessidade”, diz Sebastian Gilli Canto,
gerente de negócios LA (América Latina)
& C (Caribe) da Arch Química Brasil.
O executivo lembra que a Arch possui
uma equipe técnica voltada especifica-
mente para área de aplicações e também
disponibiliza para determinados clientes
o serviço de auditoria microbiológica da
planta, como uma ação preventiva contra
contaminação.
A empresa tem ainda condições de
manter um monitoramento constante
neste cliente, ou seja, controlar a produ-
ção coletando amostras para fazer a lei-
tura microbiológica e, se necessário, rea-
liza até mesmo a desinfecção.
“Esse suporte completo é um dife-
rencial nosso na América Latina. Enxer-
gamos o processo como um todo. O for-
necimento, o cliente e o cliente dele.
Tudo tem que estar alinhado para ga-
rantir o controle microbiológico total”,
ressalta Fabio Couto Forastieri, supervi-
sor de vendas técnicas da Arch Brasil.
SEBASTIAN GILLI CANTO E FABIO COUTO FORASTIERI
gerente de negócios América Latina e Caribe e supervisor de vendas técnicas da Arch
B I O C I D A S
RTV|04-05|2009 14
B I O C I D A S
A Clariant está desenvolvendo fungicidas e bactericidas ba-
se água que são sustentáveis ao meio ambiente e têm baixa
toxicidade. Outro destaque é uma nova tecnologia de um biocida
à base de prata, denominada JMAC
®
, para pinturas higiênicas.
No ano passado, a Clariant atuou fortemente no desenvol-
vimento de novas tecnologias com produtos menos agressivos
ao meio ambiente conseguindo otimizar as dosagens dos seus
biocidas, aumentando a performance com uma menor concen-
tração de ativo nas aplicações.
A Dow é um novo player em biocidas no mercado brasileiro,
apesar de ter uma participação de grande destaque neste setor
em termos globais.
O desenvolvimento deste trabalho no Brasil já é considerado
muito importante e estratégico. A empresa conta com um labo-
ratório de microbiologia moderno e bem estruturado que foi
instalado no ano de 2008 na unidade da Dow em São Paulo
(SP) que, inclusive, possui um equipamento de altíssima tecno-
logia, único no país.
Trata-se do Taunovate Highthroughput Technology que atua
como um robô técnico que auxilia na otimização das dosagens
de biocidas executando-as de uma só vez e boa parte do proce-
dimento de testes feitos para tintas. “Essa metodologia foi de-
senvolvida pela Dow nos Estados Unidos e com o equipamento
conseguimos aperfeiçoar o processo e ter a dosagem ideal
para preservar o produto”, explica a especialista em serviços
técnicos e desenvolvimentos, Debora Fumie Takahashi.
Ao mercado nacional, a companhia tem trabalhado com os
blends, ou seja, misturas de isotiazolinonas e doadores de formol.
Um dos produtos é o Bioban 255 para preservação in-can. Essa
mistura tem característica dos dois produtos e promete eliminar
rapidamente a contaminação (fast kill) e, ao mesmo tempo, atuar
como preservante a longo prazo na embalagem.
Para filme seco a novidade é o Film Guard IPBC 40 LE, um
fungicida cuja formulação se caracteriza pelo baixo VOC (Com-
postos Orgânicos Voláteis), estando de acordo com as normas
européias. “Estamos constantemente avaliando moléculas que
podem ser incorporadas em nosso portfólio de produtos.
Entretanto, somos movidos pela busca dos clientes e hoje
eles estão procurando os produtos chamados “verdes” que
têm o perfil toxicológico e ambiental mais favorável”, analisa
Érica Takeda, gerente comercial – América Latina/Polímeros
Especiais, ao notar que este movimento começa a surgir com
força no Brasil.
Na linha de bactericidas é citado o Bioban CT 615, uma
mistura de clorometilisotiazolinona com doadores de formol.
Segundo a especialista, é um produto de menor custo, mas de
boa preservação por conta dos doadores de formol desenvolvido
pela Dow.
A Ipel destaca sua série de produtos microbicidas em emul-
são para tintas, os quais atendem as novas exigências de mer-
cado quanto a pouca toxidez, baixa emissão de Compostos Orgâ-
nicos Voláteis (VOC) e ausência de EPOs (Eritropietinas). As
principais vantagens da linha emulsionada, segundo Luiz Wil-
son Pereira Leite, diretor de marketing e negócios internacio-
nais, são estabilidade, baixa viscosidade, fácil manuseio e o
excelente custo/benefício.
A empresa ainda apresenta o Ipel FBP 438 – um fungicida
em emulsão com alta resistência a lixiviação que pode ser usado
em formulações de revestimento tanto para aplicações internas
como externas. “De excelente custo/benefício, ele proporciona
às tintas uma proteção duradoura”, acrescenta Leite.
Já o Ipel FAP 791 – algicida/fungicida de amplo espectro é
utilizado para a confecção de tintas especiais e que serão usadas
LUIZ WILSON PEREIRA LEITE
diretor de marketing e negócios internacionais da Ipel
ÉRICA TAKEDA E DEBORA FUMIE TAKAHASHI
especialista em serviços técnicos e desenvolvimento e gerente comercial da Dow
RTV|04-05|2009 15
B I O C I D A S
em lugares muito suscetíveis a contaminação microbiológica.
Para completar a linha, é citado o Ipel FAP 845, um produto
multifunção que protege o produto ainda úmido na embalagem
e oferece proteção algicida e fungicida à película de tinta aplica-
da. Conforme explica o diretor, este produto apresenta uma série
de vantagens como redução de estoques (pois se trabalha com
um item somente, ao invés da dupla) e proteção múltipla a
todas as formulações.
“Com esta linha de produtos, continuamos em nossa
missão de ofertar aos nossos clientes os artigos mais eficien-
tes do mercado com as características de respeito ao ser
humano e ao meio ambiente”, observa o executivo.
Segundo ele, a Ipel está sempre investindo em pesquisa e
desenvolvimento buscando oferecer à sua clientela as melhores
alternativas em biocidas. Portanto, ressalta Leite, existem in-
vestimentos previstos em equipamentos de laboratório para ga-
rantir uma melhor qualidade do produto final e, no laboratório
microbiológico para se efetuar mais avaliações com muito mais
eficiência e precisão.
“Também estaremos investindo em pessoal, ampliando o
nosso quadro comercial para melhorarmos o atendimento a
nossos clientes”, avisa.
A Lanxess possui em seu portfólio ativos que podem ser
utilizados em aplicações especiais que sofrem grande exposição
a contaminações como em centros cirúrgicos, frigoríficos, etc.
Estes ativos permitem oferecer uma tinta diferenciada com valor
agregado no mercado e diferencial de proteção.
Segundo Luis Gustavo Ligere, representante técnico de ven-
das - preservação industrial / biocidas e proteção de madeira -
da Lanxess, atualmente as inovações da companhia se concen-
tram em apresentar soluções (produtos e serviços) que atendam
ao mesmo tempo as necessidades econômicas, sociais e ambien-
tais com um objetivo comum: a sustentabilidade.
Ligere lembra que a empresa também possui produtos para
segmentos específicos do setor de tintas como cobiocidas para
tintas antifouling (evitam crescimento de incrustações em em-
barcações) e proteção para madeira (fungicidas, algicidas e
inseticidas).
A unidade de negócios Material Protection Products (MPP)
da empresa de especialidades químicas Lanxess AG tem ampla
gama de biocidas para a indústria de tintas e vernizes. Na Euro-
pean Coatings Show, edição 2009, realizada recentemente em
Nuremberg, Alemanha, a multinacional mostrou novos e consa-
grados produtos para o público profissional, junto com uma
RTV|04-05|2009 16
B I O C I D A S
linha completa de serviços. “Nós oferecemos mais de 100 anos
de experiência”, disse Torsten Derr, head da unidade de negócios
Material Protection Products. “A expertise técnica que adquirimos
ao longo do tempo e o nosso conhecimento das práticas regu-
latórias, são os melhores pré-requisitos para o nosso serviço,
tanto em termos de registro quanto de aprovação. Estamos em
uma posição excelente para lidar com as várias mudanças que
acontecem no setor regulatório, seja a Diretiva Européia de Pro-
dutos Biocidas ou o registro Fifra (Ato Federal de Inseticidas,
Fungicidas e Raticidas) nos Estados Unidos”.
No Congresso Europeu de Revestimentos, que aconteceu
durante a feira, o Dr. Frank Sauer, chefe de marketing técnico
das tintas e revestimentos, apresentou o estudo sobre “O papel
do diuron como um conservante altamente eficiente de filme
seco segundo a Diretiva Européia de Produtos Biocidas”.
A Lanxess oferece uma série completa de sistemas à base
de solventes e água para tratamento fungicida de tintas e ver-
nizes para madeira. Com a tendência em relação a sistemas em
base aquosa, trabalha continuamente para expandir seu portfólio
de formulações biocidas correlatas.
Como aperfeiçoamento do grupo Preventol MP com base
em IPBC, a empresa agora comercializa o Preventol C 20-D e
Preventol C 30. Essas dispersões livres de VOC e bombeáveis
apresentam um amplo espectro de ação e eficácia aprimorada.
A família de primers para madeira e agentes impregnantes foi
ampliada para incluir formulações inovadoras de inseticida da
linha Preventol TX, que até mesmo em pequenas doses pre-
servam eficazmente a madeira contra insetos destruidores.
As áreas de aplicação para biocidas incluem revestimentos
que protegem contra incrustações, utilizados para proteger cas-
cos de embarcações. A Lanxess comercializa o Preventol A 5-
S para este segmento, um cobiocida que apresenta eficácia im-
pressionante contra macroalgas, produtores de lodo e outros
causadores de incrustações. Este cobiocida também oferece a
vantagem de desintegrar-se rapidamente na água do oceano.
A unidade de negócios Material Protection Products per-
tence ao segmento Performance Chemicals da Lanxess, que
obteve um faturamento total de • 1,930 milhões no ano fiscal
de 2008.
A Miracema-Nuodex disponibiliza para o mercado três no-
vos biocidas: Liocide
®
711, Coryna
®
153, Liocide
®
EP 2015.
O primeiro é um microbicida para sistemas aquosos, composto
por hemiacetal e isotiazolinonas de amplo espectro na atividade
microbiológica contra bactérias gram-positivas e gram-nega-
tivas, fungos e leveduras. A interação de seus componentes
resulta em uma ação sinergética, assegurando uma rápida de-
sinfecção inicial (fast kill), bem como uma atividade de preser-
vação remanescente de longa duração na embalagem.
O Coryna
®
153 é um fungicida na forma de uma dispersão
aquosa estável, à base de carbamato-derivados, especialmente
indicado para proteção dos filmes secos de tintas base água.
E o Liocide
®
EP 2015 é um poderoso algicida-fungicida
para tinta base água, composto de isotiazolinonas com derivados
de ácidos carbâmicos e um derivado halogenado de uréia, reco-
mendado para preservar completamente o filme seco de tintas.
A Miracema-Nuodex, como especialista em biocidas, está
usando a nanotecnologia para desenvolver novos fungicidas e
algicidas cujo objetivo é reduzir as dosagens dos ativos e, como
consequência, ter redução no custo e na toxicidade das tintas
formuladas com estes novos biocidas.
“A companhia sempre investe tanto no desenvolvimento
de novas tecnologias como em pesquisa de formulações com
conceitos diferenciados e no uso de outras moléculas, gerando
melhor custo/ benefício”, explica o gerente comercial, Fernando
Cezar Scandoleira, que acrescenta: “a Miracema-Nuodex está
LUIZ GUSTAVO LIGERE
representante técnico de vendas da Lanxess
FERNANDO CEZAR SCANDOLEIRA
gerente comercial da Miracema-Nuodex
RTV|04-05|2009 17
B I O C I D A S
conquistando melhores índices em marketing share e isto acon-
tece em função dos aprimoramentos tecnológicos de nossos
produtos e serviços. O trabalho partilhado é fundamental em
todos os momentos, especialmente neste, onde estamos pas-
sando por um período recessivo. A empresa tem esta filosofia
e isto tem ajudado consideravelmente para o sucesso de
nossos clientes, que é o nosso sucesso”, conclui.
A Rohm and Haas, hoje uma subsidiária da empresa Dow,
possui marcas bem consagradas de biocidas: Kathon TM, Roci-
ma TM, Rozone TM, Skane TM e Sea Nine TM, que representam
mais de 100 produtos diferentes disponíveis para o mercado.
Contudo, a companhia prevê três frentes principais de inves-
timentos na área: o desenvolvimento de sistemas de baixo custo
de tratamento, novas formulações para novas aplicações de alta
performance e o investimento em projetos de inovação com par-
ceiros estratégicos.
Para Marcelo Junho, gerente de marketing para América
Latina – Microbial Control Rohm and Haas, as frentes de novi-
dades em biocidas podem vir de encontro com algumas análises.
No aspecto tecnológico, por exemplo, se consideram produtos
com espectro ampliado para controle in-can (ampliar proteção
contra leveduras, bactérias resistentes e bactérias anaeróbias);
novas formulações com efeitos sinérgicos para situações de
maior estresse da tinta ou proteção ampliada para maiores varia-
ções de perfis de pH, temperatura ou ingredientes especiais de
formulação; maximização de performance (bactericida, fungi-
cida, algicida) por meio do controle de liberação de ativos (Con-
trol Release ou encapsulamento); além de menores custos de
tratamento através de melhor controle de planta.
“Por fim, estamos desenvolvendo um inovador sistema de
MARCELO JUNHO
gerente de marketing para América Latina da Rohm and Haas
RTV|04-05|2009 18
B I O C I D A S
controle ‘inteligente’ de liberação de ativo para proteger o
head-space da lata que deve ampliar e melhorar essa proteção
ao longo do tempo, além de minimizar os custos - diferente-
mente de sistemas tradicionais onde a liberação do ativo
ocorre por diferença de concentração e por divergência de
pressão de vapor - nosso sistema experimental atuará liberan-
do o ativo somente se detectar a presença de contaminação
na interface líquido-vapor, agindo quando necessário e
reduzindo os custos de proteção por utilizar doses e concen-
trações otimizadas”, esclarece Junho.
Quando o tema refere-se a alternativas regulatórias, o ge-
rente ressalta as pressões regulatórias que começam a limitar ou
proibir o uso de alguns compostos e princípios ativos. “Pressões
mundiais, necessidades locais ou até mesmo novos desenvol-
vimentos de tintas exigem novas soluções como formulações
com baixo VOC, zero VOC, pouco odor, livre de metais, biode-
gradáveis, além de alternativas suportadas por estudos e apro-
vações demonstrando não bioacumulatividade, menor lixivia-
ção ao ambiente, menos impacto ambiental, entre outros”.
Considerando a inovação do mercado, Junho observa o con-
trole específico de micro-organismos como ampliação e seleção
de proteções fungicidas ou algicidas para situações especiais
(Jungle Test, UV Radiation Test, Heavy Rain Resistance);
proteção contra micro-organismos causadores de enfermidades
(como, por exemplo, a plataforma de tintas antibacterianas da
Rohm já aprovadas no Japão); e tintas anti-fouling para uso
em ambientes marítimos que não prejudiquem a fauna marinha
e não contenham metais que possam bioacumular.
A Thor está trazendo para o Brasil a linha Acticide MK,
composta de fungicidas e algicidas encapsulados para proteção
do filme seco. Esta é uma grande e revolucionária novidade
ALFREDO WERNECK
gerente de contas da Thor
CARLOS ALBERTO “JACARÉ” GONÇALVES
country manager da Troy Brazil
tanto no mercado nacional quanto no europeu.
Além de atender normas ambientais, segundo Alfredo Wer-
neck, gerente de contas, da Thor esta recente tecnologia confere
benefícios importantes: aumenta a resistência ao amareleci-
mento, a alcalinidade e ao UV, inclusive amplia o tempo de
vida do biocida e, consequentemente, da tinta.
“O Estado da Bahia tem problema com uma alga rosada e
lá já estamos desenvolvendo um trabalho com os encapsulados
e os resultados estão sendo positivos”, diz Werneck. Segundo o
executivo, no momento apenas a Thor está oferecendo no Brasil
a linha Acticide MK que tende a substituir parte dos biocidas
convencionais. Entretanto, é uma tecnologia que esbarra em custo
já que o preço é superior em aproximadamente 30% a 50% .
A Thor registrou crescimento de 40% no faturamento em
2008 e prevê investimentos no Brasil em laboratório (com HPLC
– equipamento para cromolitografia líquida e análise de prin-
cípios ativos), painel de exposição para testes e estuda a possibi-
lidade de instalar uma fábrica. Hoje, a companhia produz mis-
turas de bactericidas no país e importa seus produtos.
A Troy contempla uma permanente atualização da linha de
biocidas, face as novas diretivas em curso, em especial na Euro-
pa. “Nossos biocidas atendem as novas demandas, as quais
estão limitando o uso de alguns princípios ativos fungicidas/
algicidas, tais como Carbendazina e Diuron, respectivamente”,
comenta Carlos Alberto “Jacaré” Gonçalves, country manager
da Troy Brazil.
Ele explica que a empresa, com seu perfil inovador, apre-
senta junto a alguns clientes locais uma versão especial de
biocida dirigida a formulações de tintas higiênicas, cuja de-
manda em algumas áreas específicas, começa a ganhar impor-
tância no Brasil.
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Biocidas: Biocidas: Biocidas: Biocidas: Biocidas: protección para las pinturas
abemos que donde hay agua hay vida, y eso no es
diferente para las pinturas. Por lo tanto, hongos, algas
y bacterias también se pueden desarrollar dentro del S
envase del producto, así como en la superficie donde la pintura
está aplicada.
Solo para se tener una idea de este universo, hoy existen
alrededor de 1.5 millones de especies de hongos y de estos,
apenas 300 mil aproximadamente son conocidos por el hombre.
En pinturas, específicamente, son varios los tipos de microor-
ganismos.
Para combatirlos, los fabricantes de biocidas crearon di-
versas moléculas, sin embargo, actualmente es mucho más di-
fícil que aparezcan nuevos tipos, debido al alto costo de desar-
rollo y de registro; por lo tanto, lo más común ahora son las
innovaciones en los procesos.
Esto no inhibe las actualizaciones tecnológicas, principal-
mente en lo que se refiere a la mejora en las combinaciones de
los principales principios activos para se obtener más eficiencia
y también para la reducción de costos.
Otra forma de innovación destacada por los profesionales
del sector es la utilización de técnicas de nanotecnología para
que se desarrollen medios más eficientes de aplicación de los
productos microbicidas. Según Luiz Wilson Pereira Leite, direc-
tor de marketing y negocios internacionales de Ipel, esta técnica
aumenta la eficacia de los materiales, haciendo que los resulta-
dos sean alcanzados con menor cantidad de producto. La em-
presa ya está trabajando con esta ciencia, así como Miracema-
Nuodex, que está usando la nanotecnología para el desarrollo
de nuevos fungicidas y alguicidas, con el objetivo de disminuir
las dosis de los principios activos, y como consecuencia, reducir
el costo y la toxicidad de las pinturas formuladas con estos
nuevos biocidas.
Otra fuerte tendencia, en la opinión de algunos profesionales
del área, son los biocidas encapsulados. Esta reciente tecnología
ya llegó a Brasil a través de la multinacional Thor y promete
aumentar el tiempo de vida del biocida y, consecuentemente,
de la conservación de la pintura.
Arch está invirtiendo en nuevas formulaciones y aplicacio-
nes, enfocando principalmente la línea de cero VOC y protec-
ción fungicida de la pintura. Con la mezcla de moléculas de
piritionato de zinc fue creado el Zinc Omadine, contra hongos,
algas y bacterias en la película seca. Este producto también
fue probado y adaptado en pinturas marítimas, para proteger
contra la formación de algas e incrustaciones. Con el éxito de
esta serie en pinturas marítimas, se desarrolló el Copper Oma-
dine, sin embargo, este está basado en piritionato de cobre,
para aquellas empresas que no utilizan el zinc.
Sin embargo, considerando el amplio espectro de protección
del Zinc Omadine, éste se volvió una alternativa para pinturas
RTV|04-05|2009 21
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higiénicas, ya que previene la proliferación de bacterias. Una
prueba hecha en Brasil comprobó esta eficacia del producto.
Arch cuenta con un inmenso portafolio de biocidas, inclu-
sive existen desarrollos brasileños hechos en los laboratorios
de la unidad fabril de Salto (SP), que son exportados para di-
versas partes del mundo. El mercado brasileño representa alre-
dedor del 17% al 18%, si se consideran todos los segmentos
de Arch en el ámbito global.
La compañía ha crecido aproximadamente un 30% al año y
planea invertir 350 mil dólares en la ampliación de los labora-
torios químico y biológico, lo que traerá ventajas, principal-
mente, con relación al soporte técnico, químico y microbio-
lógico.
“Nuestro gran factor de éxito es el servicio al cliente. Le
proporcionamos la solución que él necesita, enfocándonos a
atender sus necesidades”, dice Sebastian Gilli Canto, gerente
de negocios LA & C (América Latina y Caribe), de Arch Quí-
mica Brasil.
El ejecutivo recuerda que Arch posee un equipo técnico
orientado específicamente para el área de aplicaciones y tam-
bién pone a disposición, para determinados clientes, el servicio
de auditoría microbiológica de la planta, como una acción
preventiva contra la contaminación.
La empresa tiene además condiciones de mantener un moni-
toreo constante en este cliente, o sea, controlar la producción
colectando muestras para hacer la lectura microbiológica y, si
es necesario, realiza inclusive la desinfección.
“Este soporte completo es un diferencial nuestro en Améri-
ca Latina. Vemos el proceso en su conjunto. El suministro, el
cliente y el cliente del cliente. Todo tiene que estar alineado
para garantizar el control microbiológico total”, destaca Fabio
Couto Forastieri, supervisor de ventas técnicas de Arch Brasil.
Clariant está desarrollando fungicidas y bactericidas de base
agua que son sustentables en el medio ambiente y presentan
baja toxicidad.
Otra noticia destacada es la nueva tecnología de un biocida
a base de plata, denominada JMAC
®
, para pintados higiénicos.
El año pasado, Clariant participó fuertemente en el desar-
rollo de nuevas tecnologías, con productos menos agresivos al
medio ambiente, consiguiendo optimizar las dosificaciones de
sus biocidas, aumentando el desempeño con una menor concen-
tración de ingrediente activo en las aplicaciones.
Dow es un nuevo player en biocidas en el mercado brasileño,
a pesar de tener una participación muy destacada en este sector
en términos globales.
El desarrollo de este trabajo en Brasil ya es considerado
muy importante y estratégico. La empresa cuenta con un moder-
no y bien estructurado laboratorio de microbiología que fue
instalado en 2008 en la unidad de Dow en São Paulo (SP), que
inclusive cuenta con un equipo de altísima tecnología, único
en el país.
Se trata del Taunovate Highthroughput Technology, que
actúa como un robot técnico que auxilia en la optimización de
las dosificaciones de biocidas, ejecutándolas de una sola vez y
buena parte del procedimiento de las pruebas hechas para
pinturas. “Esta metodología fue desarrollada por Dow en los
Estados Unidos y con este equipo conseguimos perfeccionar
el proceso y tener la dosificación ideal para preservar el pro-
ducto”, explica la especialista en servicios técnicos y desarro-
llos, Debora Fumie Takahashi.
Al mercado nacional, la compañía hay trabajado con los
blends, o sea, mezclas de isotiazolinonas y donadores de formol.
Uno de los productos es el Bioban 255 para preservación in-
can. Esta mezcla tiene característica de los dos productos y
promete eliminar rápidamente la contaminación (fast kill) y, al
mismo tiempo, actuar como preservante a largo plazo en el
embalaje.
Para la película seca l novedad es el Film Guard IPBC 40
LE, un fungicida cuya formulación se caracteriza por el bajo
VOC (Compuestos Orgánicos Volátiles), estando de acuerdo
con las normas europeas. “Estamos constantemente evaluan-
do moléculas que se pueden incorporar en nuestro portafolio
de productos. Sin embargo, somos movidos por la búsqueda
de los clientes y hoy ellos están procurando los productos
llamados “verdes” que tienen el perfil toxicológico y ambiental
más favorable”, analiza Érica Takeda, gerente comercial – Amé-
rica Latina/Polímeros Especiales, al notar que este movimiento
comienza a surgir con fuerza en Brasil.
En la línea de bactericidas es mencionado el Bioban CT
615, una mezcla de clorometilisotiazolinona con donadores de
formol. Según la especialista, es un producto de menor costo,
pero de buena preservación debido a los donadores de formol,
desarrollado por Dow.
Ipel destaca su serie de productos microbicidas en emulsión
para pinturas, los cuales atienden las nuevas exigencias de
mercado referentes a la poca toxicidad, baja emisión de Com-
puestos Orgánicos Volátiles (VOC) y ausencia de EPOs (Eritro-
pietinas). Las principales ventajas de la línea en emulsión, se-
gún Luiz Wilson Pereira Leite, director de marketing y negocios
internacionales, son la estabilidad, baja viscosidad, fácil manejo
y el excelente relación costo/beneficio.
La empresa también presenta el Ipel FBP 438, un fungicida
en emulsión con alta resistencia a lixiviación que puede ser
RTV|04-05|2009 22
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usado en formulaciones de revestimiento tanto para aplicaciones
internas como externas “De excelente relación costo/beneficio,
proporciona a las pinturas una protección duradera”, agrega
Leite.
Por su lado, el Ipel FAP 791, un alguicida/fungicida de
amplio espectro, es utilizado para la fabricación de pinturas
especiales y que serán usadas en lugares muy susceptibles a la
contaminación microbiológica.
Para completar la línea, se menciona el Ipel FAP 845, un
producto multifuncional que protege el producto todavía húmedo
en el envase y ofrece protección alguicida y fungicida a la pelícu-
la de pintura aplicada. Conforme explica el director, este produc-
to presenta una serie de ventajas, tal como la reducción de exis-
tencias (pues se trabaja con solamente un producto, en vez de
dos), y la múltiple protección para todas las formulaciones.
“Con esta línea de productos, continuamos con nuestra
misión de ofrecerles a nuestros clientes los artículos más
eficientes del mercado con las características de respeto al
ser humano y al medio ambiente”, observa el ejecutivo.
Según él, Ipel está siempre invirtiendo en investigación y
desarrollo, buscando ofrecerle a su clientela las mejores alter-
nativas en biocidas. Por lo tanto, resalta Leite, existen inver-
siones previstas en equipos de laboratorio para garantizar una
mejor calidad del producto final, y en el laboratorio microbio-
lógico, para efectuar más evaluaciones con mucho más eficien-
cia y precisión.
“También estaremos invirtiendo en personal, ampliando
nuestro cuadro comercial para mejorar la atención a nuestros
clientes”, informa.
Lanxess cuenta en su portafolio activos que se pueden utili-
zar en aplicaciones especiales que sufren gran exposición a
contaminaciones, como en centros quirúrgicos, frigoríficos, etc.
Estos activos permiten ofrecer una pintura diferenciada, con
valor agregado en el mercado y una ventaja diferencial en pro-
tección.
Según Luis Gustavo Ligere, representante técnico de ventas
- preservación industrial / biocidas y protección de madera -
de Lanxess, actualmente las innovaciones de la compañía se
concentran en presentar soluciones (productos y servicios) que
atiendan al mismo tiempo las necesidades económicas, sociales
y ambientales con un objetivo común: la sustentabilidad.
Ligere recuerda que la empresa también distribuye pro-
ductos para segmentos específicos del sector de pinturas como
cobiocidas para pinturas antifouling (evitan crecimiento de in-
crustaciones en embarcaciones) y protección para madera (fun-
gicidas, algicidas e insecticidas).
La unidad de negocios Material Protection Products (MPP),
de la empresa de especialidades químicas Lanxess AG, cuenta
con una amplia gama de biocidas para la industria de pinturas
y barnices. En la European Coatings Show, edición 2009, reali-
zada recientemente en Nuremberg, Alemania, la multinacional
mostró nuevos y consagrados productos para el público
profesional, junto con una línea completa de servicios. “Ofrece-
mos más de 100 años de experiencia”, dijo Torsten Derr,
director de la unidad de negocios Material Protection Products,
agregando: “la experiencia técnica que adquirimos a lo largo
del tiempo y nuestro conocimiento de las prácticas regla-
mentarias, son los mejores prerrequisitos para nuestro ser-
vicio, tanto en términos de registro como de aprobación. Esta-
mos en una posición excelente para lidiar con los varios cam-
bios que suceden en el sector reglamentario, ya sea en la
Directiva Europea de Productos Biocidas o en el registro Fifra
(Acto Federal de Insecticidas, Fungicidas y Raticidas) en los
Estados Unidos”.
Miracema-Nuodex pone a disposición del mercado tres
nuevos biocidas: Liocid
®
711, Coryna
®
153, Liocide
®
EP 2015.
El primero es un microbicida para sistemas acuosos, compuesto
por hemiacetal e isotiazolinonas de amplio espectro en la acti-
vidad microbiológica contra bacterias gram-positivas y gram-
negativas, hongos y levaduras. La interacción de sus compo-
nentes resulta en una acción sinérgica, asegurando una rápida
desinfección inicial (fast kill), así como una actividad de preser-
vación remanente de larga duración en el envase.
El Coryna
®
153 es un fungicida en dispersión acuosa esta-
ble, a base de carbamato-derivados, especialmente indicado
para protección de las películas secas de pinturas base agua.
Y el Liocide
®
EP 2015 es un poderoso alguicida-fungicida
para pinturas base agua, compuesto de isotiazolinonas con deri-
vados de ácidos carbámicos y un derivado halogenado de urea,
recomendado para preservar completamente la película seca
de pintura.
Como especialista en biocidas, Miracema-Nuodex está utili-
zando la nanotecnología para desarrollar nuevos fungicidas y
algicidas cuyo objetivo es reducir las dosificaciones de los acti-
vos y, como consecuencia, reducir el costo y la toxicidad de las
pinturas formuladas con estos nuevos biocidas.
“La compañía siempre invierte tanto en el desarrollo de
RTV|04-05|2009 23
B I O C I D A S
nuevas tecnologías, como en investigación de formulaciones
con conceptos diferenciados y en el uso de otras moléculas,
generando una mejor relación costo/ beneficio”, explica el
gerente comercial, Fernando Cezar Scandoleira, que agrega:
“Miracema-Nuodex está conquistando mejores índices en
market share y esto se debe a los perfeccionamientos tecno-
lógicos de nuestros productos y servicios. El trabajo com-
partido es fundamental en todos los momentos, especialmen-
te en este, donde estamos pasando por un período recesivo.
La empresa tiene esta filosofía y esto ha ayudado conside-
rablemente para el éxito de nuestros clientes, que es el nuestro
éxito”, concluye.
Rohm and Haas, actualmente una subsidiaria de la empresa
Dow, posee marcas consagradas de biocidas como Kathon TM,
Rocima TM, Rozone TM, Skane TM y Sea Nine TM, que re-
presentan más de 100 productos diferentes disponibles en el
mercado.
Sin embargo, la compañía prevé tres frentes principales de
inversiones en el área: el desarrollo de sistemas de bajo costo
de tratamiento, nuevas formulaciones para nuevas aplicaciones
de alto desempeño y la inversión en proyectos de innovación
con socios estratégicos.
Para Marcelo Junho, gerente de marketing para América
Latina – Microbial Control Rohm and Haas, los frentes de no-
vedades en biocidas pueden coincidir con algunos análisis. En
el aspecto tecnológico, por ejemplo, se consideran productos
con espectro ampliado para control in-can (ampliar protección
contra levaduras, bacterias resistentes y bacterias anaerobias);
nuevas formulaciones con efectos sinérgicos para situaciones
de mayor estrés de la pintura o protección ampliada para mayo-
res variaciones de perfiles de pH, temperatura o ingredientes
especiales de formulación; maximización de desempeño (bacte-
ricida, fungicida, alguicida) por medio del control de liberación
de activos (Control Release o encapsulado); además de menores
costos de tratamiento a través de mejor control de planta.
“Finalmente, estamos desarrollando un innovador sistema
de control ‘inteligente’ de liberación de activos para proteger
el head-space de la lata, que debe ampliar y mejorar esta
protección a lo largo del tiempo, además de minimizar los
costos, a diferencia de los sistemas tradicionales, donde la
liberación del activo ocurre por diferencia de concentración y
por divergencia de presión del vapor - nuestro sistema expe-
rimental actuará liberando el activo solamente si se detecta
la presencia de contaminación en la interfaz líquido-vapor,
actuando cuando sea necesario y reduciendo los costos de
protección por utilizar dosis y concentraciones optimizadas”,
explica Junho.
Cuando el tema se refiere a alternativas reglamentarias, el
gerente resalta las presiones reglamentarias que comienzan a
limitar o prohibir el uso de algunos compuestos y principios
activos.
Thor está trayendo para Brasil la línea Acticide MK, com-
puesta por fungicidas y algicidas encapsulados para protección
de la película seca. Esta es una gran y revolucionaria novedad,
tanto en el mercado brasileño como en el europeo.
Además de atender las normas ambientales, según Alfredo
Werneck, gerente de cuentas de Thor, esta reciente tecnología
proporciona beneficios importantes: aumenta la resistencia al
amarillamiento, a la alcalinidad y a rayos UV, inclusive amplía
el tiempo de vida del biocida y, consecuentemente, de la pintura.
“El Estado de Bahia tiene problemas con un alga rosada y
ya estamos desarrollando allí un trabajo con los encapsulados
y los resultados están siendo positivos”, dice Werneck.
Según el ejecutivo, en este momento, Thor apenas está ofre-
ciendo en Brasil la línea Acticide MK, que tiende a sustituir
parte de los biocidas convencionales. Sin embargo, es una tecno-
logía que tropieza en el costo, ya que el precio es aproximada-
mente de 30% a 50% superior.
Thor registró un crecimiento del 40% en la facturación en
2008 y planea invertir en Brasil en un laboratorio (con HPLC,
un equipo para cromolitografía líquida y análisis de principios
activos), panel de exposición para pruebas y estudia la posi-
bilidad de instalar una fábrica. Actualmente, la compañía pro-
duce mezclas de bactericidas en el país e importa sus productos.
Troy realiza una permanente actualización de la línea de
biocidas, ante las nuevas normas en vigencia, en especial en
Europa. “Nuestros biocidas atienden las nuevas demandas,
las cuales están limitando el uso de algunos principios activos
fungicidas/algicidas, tales como Carbendazina y Diuron, res-
pectivamente”, comenta Carlos Alberto “Jacaré” Gonçalves,
country manager de Troy Brazil.
Él explica que la empresa, con su perfil innovador, le pre-
senta a algunos clientes locales una versión especial de biocida
dirigida a formulaciones de pinturas higiénicas, cuya demanda
en algunas áreas específicas comienza a ganar importancia en
Brasil.
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B I O C I D E S
Biocides: Biocides: Biocides: Biocides: Biocides: protection for paints
e already know that where there is water,
there is life, and this is not different for paints.
Therefore, fungus, algae and bacteria can also W
develop inside the product container, as well as in the
surface with the paint applied.
Just to have an idea of this universe, today there are
about 1.5 million of species of fungus, and only 300
thousand of them approximately are identified by men.
In paints specifically, there are several types of
microorganisms.
To fight them, biocide manufacturers have created
several molecules but currently, it is much more difficult
for new types to come up, due to the high cost of
development and registration; therefore, the common
trend now is the innovation to the processes.
This does not inhibit technological updates,
especially regarding the improvement in the combinations
of the main active ingredients to obtain more efficiency
and also for cost reduction.
Another way of innovation highlighted by the
professionals of the sector is the use of nanotechnology
techniques to develop more efficient ways of applying
microbicide products. According to Luiz Wilson Pereira
Leite, Ipel’s marketing and international business director,
this technique enhances the material efficiency, making
possible to achieve the results with lower quantity of product.
The company is already working with this science, as well
as Miracema-Nuodex that is using the nanotechnology
to develop new fungicides and algaecides with the purpose
of reducing the dosing of the active ingredients and,
as a consequence, to reduce the cost and toxicity
of the paints formulated with these new biocides.
Another trend that is gaining strength in the opinion
of some professionals of the industry are the encapsulated
biocides. This recent technology has already arrived to
Brazil through the multinational company Thor, and promises
to increase the life time of the biocide and, consequently,
the conservation of the paint.
Arch is investing in new formulations and applications
focusing mainly on the zero VOC line and fungal protection
of the paint. The Zinc Omadine was created with the
combination of zinc pyrithione molecules to fight fungus,
algae and bacteria in the dry film. This product was also
tested and adapted to maritime paints to protect against
the formation of algae and incrustations. With the success
of this series in maritime paints, the Copper Omadine was
developed, but this product is based on copper pyrithione
for those companies which do not use zinc.
However, considering the wide protection spectrum
of the Zinc Omadine, it becomes an alternative for hygienic
paints since they prevent the proliferation of bacteria.
A test made in Brazil proved this efficiency of the product.
Arch has a huge portfolio of biocides, there are even
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B I O C I D E S
Brazilian developments made in laboratories of the
manufacturing unit in Salto (SP), exported to several
countries. The Brazilian market represents from 17% to
18%, considering all of the Arch sectors worldwide.
The company growth is approximately 30% per year
and plans to invest US$ 350 thousand in the enlargement
of the chemical and biological laboratories that will bring
advantages, primarily regarding the technical, chemical
and microbiological support.
“Our big success factor lies in the customer service.
We provide the solution that the customer needs, focused
on satisfying their need”, says Sebastian Gilli Canto, Arch
Química Brasil LA & C (Latin America & Caribbean)
business manager.
The executive also remembers that Arch has a technical
team oriented specifically to the application sector and
also makes available to certain customers the service of
microbiological audit of the plant, as a preventive action
against contamination.
The company has also conditions to monitor this
customer constantly, that is, to control the production
by collecting samples in order to do the microbiological
lecture and, if necessary, carry out even the disinfection.
“This complete support is our differential in Latin
America. We see the process as a whole: The supplying,
the customer and their customers. Everything must be in
line to assure the complete microbiological control”,
emphasizes Fabio Couto Forastieri, Arch Brasil technical
sales supervisor.
Clariant has been developing water-based, low-toxicity
fungicides and bactericides, environmentally sustainable.
Another highlight is the new silver-based biocide
technology for hygienic paintings called JMAC
®
.
Last year, Clariant has a strong participation in the
development of new technologies with more environmentally
friendly products, and could optimize the dosage of its
biocidas, increasing the performance with a lower
concentration of active ingredients in the applications.
Dow is a new player in biocides in the Brazilian market,
despites to have a participation of big highlight in this sector
in global terms.
The development of this work in Brazil already is
considered very important and strategic. The company counts
with a modern and well structured microbiology laboratory
that was installed in 2008 at Dow’s unit in São Paulo (SP)
which even has a high-technology equipment, unique in the
country.
It is the Taunovate Highthroughput Technology that
acts as a technical robot that helps in the optimization
of the biocide dosing performing them in only one time
and good part of the test procedure done for paints. “This
methodology was developed by Dow in United States and
with the equipment we get to enhance the process and to
have the ideal dosing to preserve the product”, explains
the specialist in technical services and developments,
Debora Fumie Takahashi.
For the Brazilian market, the company has been working
with the blends of isothiazolinones and formol donors.
One of the products is the Bioban 255 for in-can
preservation. This blend has characteristics of both
products and promises to eliminate quickly the
contamination (fast kill) and, at the same time, to act
as a long term preservative into the package.
For dry films, the novelty is the Film Guard IPBC 40 LE,
a fungicide which formulation is characterized by low VOC -
Volatile Organic Compounds -, complying the European
standards. “We are constantly evaluating molecules that can
be incorporated to our product portfolio. However, we are
driven by the search of customers and today they are
looking for the called “green” products, with a more
favorable toxicological and environmental profile”, tells
Érica Takeda, business manager – Latin America/ Special
Polymers, observing that this move is arising with
strength in Brazil.
In the bactericide line the Bioban CT 615 is highlighted.
A mix of chloromethylisothiazolinone with formol donors.
According to the specialist, it is a low-cost product, but last
for longer due to the formaldehyde donors developed by Dow.
Ipel features its microbicide emulsion series for paints,
which complies with the new market requirements regarding
low toxicity and low emission of Volatile Organic Compounds
(VOC) and free of EPOs (Eritropietines). The main
advantages of the emulsion line, according to Luiz Wilson
Pereira Leite, marketing e international business director,
are stability, low viscosity, easy handling and excellent
cost-effectiveness.
The company also presents the Ipel FBP 438 – an
emulsion fungicide highly resistant to lixiviation that can
be used in coating formulations either for internal or external
applications. “With excellent cost-effectiveness, it provides
to the paints a long-lasting protection”, adds Leite.
On the other hand, the Ipel FAP 791 – broad-spectrum
algaecide/fungicide, is used for the manufacturing of special
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B I O C I D E S
paint to be used in places very susceptible to microbiological
contamination.
To complete the line, it is mentioned the Ipel FAP 845,
a multi-purpose product that protects the wet product in the
package and offers algaecide and fungicide protection to
the applied paint film. As the director explains, this product
features several advantages such as reduced stocks
(since it works with only one product, instead of two)
and wide protection to all of the formulations.
“With this product line, we continue in our mission
of offering to our customers the most efficient products
of the market with the characteristics of respect to the
human being and to the environment”, comments the
executive.
According to him, Ipel is always investing in research
and development, aiming at offering its customers the best
alternatives in biocides. Therefore, as Leite emphasizes,
there are plans for investments in laboratory equipment
in order to assure a better quality of the end product,
and to make much more efficient and accurate evaluations
in the microbiological laboratory.
“We are also investing in personnel, enhancing
our commercial staff with the purpose of improving
our customer service”, he informs.
Lanxess portfolio has assets that can be used in special
applications with high exposition to contamination, such
as surgical centers, meat processing plants, etc. These assets
allow offering a differenced paint with added value in the
market and a differential protection.
According to Luis Gustavo Ligere, Lanxess sales
technical representative - industrial preservation / biocides
and f wood protection - , the innovations of the company
are currently focused on introducing solutions (products
and services) that satisfy at the same time the economical,
social and environmental needs with a common objective:
the sustainability.
Ligere remembers that the company has also products
for specific sectors of the paint industry, such as co-biocides
for antifouling paints (they avoid the growth of incrustations
on ships) and protection for wood (fungicides, algaecides
and insecticides).
The Material Protection Products (MPP) business
unit of the chemical specialty company Lanxess AG has
a wide range of biocides for the paint and varnish industry.
In the European Coatings Show, 2009 edition, carried out
recently in Nuremberg, Germany, the multinational company
showed new and acknowledged products for the professional
public, together with a complete line of services. “We offer
more than 100 years of experience”, said Torsten Derr,
head of the Material Protection Products business unit,
who added: “the technical expertise that we acquired over
the time and our acknowledgement of the regulatory
practices, are the best pre-requirements for our service,
as regrding registration as regrding approval. We are in an
excellent position to deal with several changes that happen
in the regulatory sector, either the European Directive of
Biocide Products or the Fifra (Federal Insecticide, Fungicide
and Rodenticide Act) registration in the United States”.
Miracema-Nuodex makes available to the market three
new biocides: Liocide
®
711, Coryna 153
®
and Liocide EP
®
2015. The first one is a microbicide for water-based systems,
comprised by wide-spectrum hemiacetal and isothiazolinones
in the microbiological activity against gram-positive and
gram-negative bacteria, fungi and yeasts. The interaction
of its components results in a synergetic activity, assuring
a quick initial disinfection (fast kill), as well as a
long-duration remaining preservation activity in the package.
Coryna
®
153 is a stable, aqueous dispersion fungicide,
based on carbamate byproducts, especially recommended
to protec the dry films of water-based paints.
And the Liocide EP
®
2015 is a powerful
algaecide-fungicide for water-based paints, composed
by isotiazolinonas with byproducts of carbamic acids
and an halogenated byproduct of urea, recommended
for the complete preservation of the dry film of paints.
Miracema-Nuodex, as specialist in biocides, is using
the nanotechnology to develop new fungicides and
algaecides with the objective of reducing the dosage
of the active ingredients and, as consequence, to reduce
the cost and the toxicity of the paints formulated with
these new biocides.
“The company always invests in the development
of new technologies as well as on research of formulations
with differenced concepts and in the use of other molecules,
achieving a better cost/benefit relation”, explains Fernando
Cezar Scandoleira, business manager, who adds:
RTV|04-05|2009 27
B I O C I D E S
“Miracema-Nuodex has been achieving better market
share and this happens because of the technological
improvements of our products and services. The shared
work is essential all the time, especially now, when we
are undergoing a recession period. This is the philosophy
of the company and this has us helped considerably
for the success of our customers, which is our success”,
he concludes.
Rohm and Haas, nowadays a subsidiary of the Dow
Company, has well established marks of biocides, such
as Kathon TM, Rocima TM, Rozone TM, Skane TM and
Sea Nine TM, which represent more than 100 different
products available to the market.
However, the company foresees three main fronts of
investments in the sector: the development of low treatment
cost systems, new formulations for new high-performance
applications and the investment on innovative projects
with strategic partners.
For Marcelo Junho, marketing manager for Latin
America – Microbial Control Rohm and Haas, the new
fronts in biocides can match with some analysis. In the
technological aspect, for instance, products with enhanced
spectrum for in-can control (to enhance protection against
yeasts, resistant bacteria and anaerobic bacteria) are
considered; new formulations with synergetic effects
for situations of bigger stress of the paint or enhanced
protection for greater pH profile variations, temperature
or special formulation components; performance
maximization (bactericide, fungicide, algaecide) through
the control of active ingredient release (Control Release
or encapsulation); besides lower treatment costs through
the better control of the plant.
“Finally, we are developing an innovative ‘smart’
release control system of active ingredient to protect the
head-space of the can that must enhance and improve
this protection over the time, besides minimizing the
costs - unlike the traditional systems, where the release
of the active ingredient is given by the difference of
concentration and divergence of steam pressure - our
experimental system will release the active ingredient
only if the presence of contamination in the liquid-steam
interface is detected, acting when necessary and reducing
the protection costs by using optimized doses and
concentrations”, explains Junho.
When the issue is about the regulatory alternatives,
the manager highlights the regulatory pressures that start
to limit or forbid the use of some compounds and active
ingredients.
Thor is bringing to Brazil the Acticide MK line that
comprises encapsulated fungicides and algaecides for the
protection of the dry film. This is a great and revolutionary
novelty as in the Brazilian market as in Europe.
Besides complying the environmental standards,
according Alfredo Werneck, Thor account manager,
this recent technology provides important benefits:
increases the resistance to yellowish, alkalinity and
UV rays, even enhances the lifetime of the biocide
and, consequently, of the paint.
“In Brazil, the state of Bahia has been facing problems
with a pink algae and there we are already developing
a work with the encapsulated algaecides and the results
are being positive”, says Werneck.
According to the executive, at the moment Thor
is offering only in Brazil the Acticide MK line that tends
to substitute part of the conventional biocides. However,
this is a technology that bumps into cost, since the price is
approximately 30% to 50% higher.
Thor invoicing grew 40% in 2008 and the company
plans investments in a laboratory in Brazil (with HPLC –
High Performance Liquid Chromatography, equipment for
liquid chromolithography and analysis of active principles),
exhibition panel for tests and assesses the possibility
of setting a factory. Today, the company produces mixes
of bactericides in Brazil and imports its products.
Troy carries out a permanent update of its biocide line,
in face of the new current regulations, especially in Europe.
“Our biocides meet the new demands, which are limiting
the use of some fungicide/algicida active ingredients, such
as Carbendazina and Diuron, respectively”, comments
Carlos Alberto “Jacaré” Gonçalves, Troy Brazil country
manager.
He explains that the company, with its innovative profile,
shows to some local customers a especial version of biocides
focused on formulations of hygienic paint, which demand in
some specific areas, is gaining importance in Brazil.
RTV|04-05|2009 28
A Q U I S I Ç Ã O
Dow finaliza aquisição da Rohm and Haas
A combinação das tecnologias líderes de ambas as empresas, o amplo alcance
geográfico e os sólidos canais de mercado irão gerar um portfólio diversificado de
negócios que passa a ser chamado de divisão de Materiais Avançados da Dow
The Dow Chemical Company anunciou em abril a fina-
lização da aquisição da Rohm and Haas. A ação é um
passo importantíssimo na estratégia da Dow de ex- A
pandir seu portfólio de produtos de performance e especiali-
dades a fim de alcançar um crescimento mais uniforme nos
lucros. A combinação das tecnologias líderes de ambas as em-
presas, o amplo alcance geográfico e os sólidos canais de merca-
do irão gerar um portfólio diversificado de negócios de US$ 14
bilhões, que passa a ser chamado de divisão de Materiais Avan-
çados da Dow, que tem como objetivo atingir US$ 3 bilhões em
oportunidades de crescimento de valor adicional, além de US$
1, 3 bilhão em sinergias de custo.
“A conclusão dessa transação faz com que a Dow esteja
fortemente posicionada para o futuro ao transformar nosso
portfólio de negócios”, destacou Andrew N. Liveris, presidente
do conselho e CEO da Dow. “Nossa primeira tarefa crítica é
assegurar uma integração tranquila da Rohm and Haas capaz
de maximizar as sinergias e oportunidades oferecidas por essa
transação”, completou.
Na nova divisão de Materiais Avançados da Dow que inclui:
Revestimentos, Construção, Materiais de Especialidades, Ade-
sivos e Polímeros Funcionais e Materiais Eletrônicos, a Rohm
and Haas é o elemento-chave e Pierre Brondeau foi nomeado
presidente e CEO da mesma.
EXPECTATIVAS
A criação da divisão de Materiais Avançados da Dow gerou
expectativas como:
Ofereça sinergias significativas de custo e receitas: com
base no trabalho que vem sendo desenvolvido desde julho de
2008; a Dow elevou suas estimativas de sinergia de custo anual
para US$ 1,3 bilhão, aproveitando as economias de custos adi-
cionais esperadas nas áreas de compras e serviços de negócios
centralizados combinados.
Aproveite os pontos fortes da Rohm and Haas e impulsione
o crescimento da “nova Dow”: a divisão de Materiais Avançados
da Dow contará com um alcance geográfico mais incisivo, mais
canais de comercialização e tecnologias complementares. Adi-
cionalmente, a “nova Dow” terá um dos maiores programas de
pesquisa e desenvolvimento do setor químico.
Capacitar a transformação da Dow em uma empresa de
lucros crescentes: ao ampliar seus negócios de químicos de
especialidade e materiais avançados, a Dow aumentou seu port-
PIERRE BRONDEAU
presidente e CEO da divisão de Materiais Avançados da Dow
RTV|04-05|2009 29
A Q U I S I Ç Ã O
fólio com maiores lucros e margens. A divisão de Materiais
Avançados está fortemente posicionada nos mercados mais fle-
xíveis e em negócios prontos para se expandir na retomada da
economia, entre os quais, revestimentos, adesivos e eletrônicos.
Em 23 de janeiro de 2009, a Dow chegou a um acordo
com a Comissão Federal de Comércio (FTC) norte-ameri-
cana que permitiu a conclusão da aquisição, desde que
certas ações, voltadas a possíveis efeitos anticoncorrenciais,
fossem implementadas no prazo de 240 dias a partir da
conclusão da negociação. Mais especificamente, segundo
os termos desse acordo, a Dow terá de vender:
Fábrica de ácido acrílico e ésteres em Clear Lake, no
Texas, e os negócios relacionados de ácido acrílico glacial,
acrilato de butila e acrilato de etila nas Américas do Norte,
Central e do Sul;
Negócios de látex de especialidades de Sistemas de
Emulsão UCAR na América do Norte;
Negócios de pigmentos plásticos promotores de opa-
APROVAÇÕES REGULAMENTARES
cidade na América do Norte (também conhecido como
negócios de pigmentos plásticos opacificantes).
O acordo também inclui uma Ordem para Hold Separate
(“Aguardar em Separado”), que exige que a Dow mantenha
a competitividade de suas unidades até que elas sejam ven-
didas e para assegurar que informações confidenciais não
sejam passadas entre esses e outros negócios da Dow.
A Dow já iniciou os procedimentos para atender a de-
cisão da FTC e está buscando ativamente compradores para
os negócios impactados. O processo de aquisição já havia
recebido a liberação regulatória da Comissão Européia em
8 de janeiro de 2009.
Desde 2 de abril, as ações ordinárias da Rohm and Haas
deixaram de ser negociadas em Bolsa.
RTV|04-05|2009 30
A C Q U I S I T I O N A D Q U I S I C I Ó N
Dow finaliza adquisición de Rohm and Haas
The Dow Chemical Company anunció en abril la finalización
de la adquisición de Rohm and Haas. La acción es un paso
importantísimo en la estrategia de Dow de expandir su portafolio
de productos de desempeño y especialidades con el fin de alcan-
zar un crecimiento más uniforme en los lucros. La combinación
de las tecnologías líderes de ambas empresas, el amplio alcance
geográfico y los sólidos canales de mercado generarán un porta-
folio diversificado de negocios de 14 mil millones de dólares,
que ahora se llamará división de Materiales Avanzados de Dow,
que tiene como objetivo alcanzar 3 mil millones de dólares en
oportunidades de crecimiento de valor adicional, además de 1,
300 millones de dólares en sinergias de costo.
“La conclusión de esta transacción hace que Dow esté firme-
mente colocada para el futuro al transformar nuestro portafolio
de negocios”, destacó Andrew N. Liveris, presidente del consejo
y CEO de Dow. “Nuestra primera tarea crítica es asegurar una
integración tranquila de Rohm and Haas capaz de maximizar
las sinergias y oportunidades ofrecidas por esta transacción”,
agregó.
En la nueva división de Materiales Avanzados de Dow, que
incluye Revestimientos, Construcción, Materiales de Especia-
lidades, Adhesivos y Polímeros Funcionales y Materiales Elec-
trónicos, Rohm and Haas es el elemento clave y Pierre Brondeau
fue nombrado presidente y CEO de la misma.
EXPECTATIVAS
Ofrecer sinergias significativas de costo e ingresos: Dow
elevó sus estimativas de sinergia de costo anual para 1,300
millones de dólares, aprovechando los ahorros en costos adicio-
nales esperados en las áreas de compras y servicios de negocios
centralizados combinados.
Aprovechar los puntos fuertes de Rohm and Haas e impulsar
el crecimiento de la “nueva Dow”: el alcance geográfico de la
división de Materiales Avanzados de Dow será más incisivo,
tendrá más canales de comercialización y tecnologías comple-
mentarias. Además, la “nueva Dow” tendrá uno de los mayores
programas de investigación y desarrollo del sector químico.
Capacitar la transformación de Dow para ser una empresa
de lucros crecientes: al ampliar sus negocios de químicos de
especialidad y materiales avanzados, Dow aumentó su portafolio
con mayores ganancias y márgenes.
Dow concludes acquisition process of Rohm and Haas
The Dow Chemical Company announced in April the
conclusion of the acquisition process of Rohm and Haas.
This is a very important step in Dow’s strategy of expanding
its performance and specialty products portfolio in order to
obtain a more uniform growth in the profits. The combination
of leader technologies from both companies, the wide
geographical coverage and the solid market channels will
generate a diversified US$ 14 billion business portfolio,
now called Dow Advanced Materials division, and its
objective is to achieve a US$ 3 billion growth in added value
opportunities, besides US$ 1.3 billion in cost synergies.
“The conclusion of this transaction leads Dow to a
stronger position for the future by transforming our business
portfolio”, pointed out Andrew N. Liveris, president of the
Dow board of directors and CEO. “Our first critical task
is to assure a seamless integration of Rohm and Haas
capable of maximizing the synergies and opportunities
offered by this transaction”, he ended.
In the new Dow Advanced Materials division that
includes: Coatings, Construction, Specialty Materials,
Functional Adhesives and Polymers and Electronic Materials,
Rohm and Haas is the key element and Pierre Brondeau
was appointed as president and CEO of the company.

EXPECTATIONS
Offering significant cost and revenue synergies:
Dow increased to US$ 1.3 billion its estimations
of annual cost synergy, taking advantage of the additional
cost economies expected in the purchase and service
centralized, combined business areas.
Taking advantage of the Rohm and Haas strengths
and leveraging the growth of “the new Dow”:
Dow Advanced Materials division’s geographical coverage
will be more incisive, will have more commercialization
channels and complementary technologies. Additionally,
“the new Dow” will have one of the largest research
and development programs of the chemical sector.
Allowing the transformation of Dow into a growing
profit company: by enhancing its specialty and advanced
material chemical business, Dow increased its portfolio,
achieving higher profits and margins.
RTV|04-05|2009 31
E S T R A T É G I A
É criada a divisão
Dow Coating Materials Dow Coating Materials
Dow Coating Materials Dow Coating Materials Dow Coating Materials
A nova unidade criada a partir da aquisição passa a ser
um enorme provedor de produtos para a indústria de tintas
om a aquisição da Rohm and Haas feita pela The Dow
Chemical Company (matéria detalhada nesta edição)
no mês de abril deste ano, a unidade de coatings passa C
por um processo de transição no âmbito regional e global.
Um dos resultados foi a criação da Dow Coating Materials
que é a nova divisão de tintas da Dow em todo o Cone Sul
(Brasil, Argentina, Chile, Uruguai). A Dow e a Rohm and Haas
possuem juntas 12% do mercado de matérias-primas em tintas
na América Latina. Com isso, a Dow Coating Materials passa a
ser líder na LAA com o fornecimento de espessantes, opacifi-
cantes sintéticos e epóxi, além de participação nas linhas de
solventes e monômeros.
A revista Tintas & Vernizes realizou uma entrevista com
José Magalhães Fernandes – ex-diretor de negócios de Paints
& Coatings para o Cone Sul – Rohm and Haas, onde conciliava
o cargo com a presidência da Rohm and Haas no Brasil.
Fernandes foi recentemente apontado como diretor de ne-
gócios da nova estrutura Dow Coating Materials. Acompanhe:
Tintas & Vernizes: Com a criação desta organização, o foco
será mesclar os trabalhos das extintas divisões Dow Coating
Solutions e da Paint and Coating Materials, da Rohm?
José Magalhães Fernandes: Sim. Vamos mesclar o que cada
uma tem de melhor e já sabemos de antemão que não existe um
RTV|04-05|2009 32
grande conflito nos produtos que vieram da Rohm and Haas e
os apresentados pela Dow. Por conta disso, existe um comple-
tamento enorme na linha de produtos e vamos organizar todo
este portfólio para oferecer à indústria de tintas as melhores
soluções possíveis.
Agora estamos no processo de avaliação da estrutura organi-
zacional trabalhando juntos (Dow e Rohm) para compor a equipe
desta nova divisão que passa a ser o maior fornecedor de maté-
rias-primas das fábricas de tintas.
T&V: Além do amplo portfólio de produtos, quais outros
benefícios você pode citar?
Fernandes: Seremos indispensáveis para todos aqueles
clientes que buscam inovação, tecnologia e produtos sustentá-
veis. Fora isso temos a combinação dos talentos das duas organi-
zações e os melhores serviços técnicos da indústria com a junção
dos conhecimentos e suportes, o que expande ainda mais o
potencial de tecnologia e aplicações.
A Dow tem uma forte estrutura na área de desenvolvimentos
de produtos e a Rohm and Haas trabalhava para lançar artigos
adequados em atender as necessidades brasileiras. Vamos unir
estas duas unidades para dar sequência aos novos desenvolvi-
mentos contando, inclusive, com uma área comercial altamente
capacitada e integrada com a de marketing para implementar
as estratégias de longo prazo.
Então, considerar estas duas organizações traz certo conforto
e segurança aos clientes de coatings.
T&V: A Rohm and Haas teve seu foco voltado a especia-
lidades e a Dow mais em commodities. Com a fusão como será
este modelo?
Fernandes: Na realidade existem dois modelos distintos e
E S T R A T É G I A
vamos ter que achar um meio termo. A área de especialidades
exige um trabalho técnico mais aprofundado e junto ao cliente.
A Rohm possui muitas tecnologias que são de especialidades. O
que vem da Dow Coating Solutions também são algumas espe-
cialidades que serão acrescentadas nesse modelo. Existe inclu-
sive o que chamamos de semi commodities que são produtos um
pouco mais nobres e fazem parte da linha. O que difere bastante
entre as duas empresas é o sistema de distribuição, o qual será
repensado para atender o mercado de maneira bem eficiente.
T&V: O nome Rohm and Haas irá continuar?
Fernandes: Não. Aos poucos ele desaparece. Os nomes das
linhas não devem ser modificados. A novidade é o logo da Dow
Coating Materials.
T&V: Como se sente em ser o executivo apontado para tocar
esta nova divisão?
Fernandes: Houve uma combinação de fatores que me leva-
ram a esta posição. Entre eles, o fato que eu conheço bem o
setor de tintas e tenho bom relacionamento.
O importante é que os clientes irão sentir que a junção destas
empresas irá proporcionar um benefício muito grande. Vamos
ter enorme capacidade de tecnologias e novas aplicações, ire-
mos trazer o trabalho que a Rohm já fazia de um relacionamento
bastante estreito com o cliente e unir à ação que a Dow Coatings
Solutions já vinha fazendo de estar bem próxima a eles; vamos
também ter o melhor pacote de produtos da maneira mais
competitiva possível e deixar o melhor das organizações se
sobressair.
Temos talento para continuar ajudando os clientes a cres-
cerem, assim como queremos colaborar com o incremento do
consumo e da indústria de tintas.
RTV|04-05|2009 33
S T R A T E G Y E S T R A T E G I A
Fue creada la división Dow Coating Materials
Con la adquisición de Rohm and Haas por parte de The
Dow Chemical Company (artículo detallado en esta edición)
en el mes de abril de este año, la unidad de coatings pasa por
un proceso de transición en el ámbito regional y global.
Uno de los resultados fue la creación de Dow Coating Mate-
rials, que es la nueva división de pinturas de Dow en todo el
Cono Sur (Brasil, Argentina, Chile, Uruguay). Dow y Rohm and
Haas poseen juntas el 12% del mercado de materias primas en
pinturas en América Latina. Con eso, Dow Coating Materials
pasa a ser líder en LAA con el suministro de espesantes, opa-
cantes sintéticos y epoxi, además de participación en las líneas
de solventes y monómeros.
La revista Tintas & Vernizes realizó una entrevista con José
Magalhães Fernandes, ex-director de negocios de Paints & Coa-
tings para el Cono Sur – Rohm and Haas, donde conciliaba el
cargo con la presidencia de Rohm and Haas en Brasil.
Fernandes fue recientemente nombrado director de negocios
de la nueva estructura Dow Coating Materials. Entérese:
Tintas & Vernizes: Con la creación de esta organización,
¿el enfoque será mezclar los trabajos de las extintas divisio-
nes Dow Coating Solutions y de Paint and Coating Materials,
de Rohm?
José Magalhães Fernandes: Sí. Vamos a mezclar lo mejor
que cada una tiene y ya sabemos de antemano que no existe un
gran conflicto en los productos que vinieron de Rohm and Haas
y los presentados por Dow. Por eso, existe una complementación
enorme en la línea de productos y vamos a organizar todo este
portafolio para ofrecer a la industria de pinturas las mejores
soluciones posibles.
T&V: Además del amplio portafolio de productos, ¿qué otros
beneficios puede usted citar?
Fernandes: Seremos indispensables para todos aquellos
clientes que buscan innovación, tecnología y productos soste-
nibles. Además de eso tenemos la combinación de los talentos
de las dos organizaciones y los mejores servicios técnicos de la
industria con la unificación de los conocimientos y soportes, lo
que expande aun más el potencial de la tecnología y las apli-
caciones.
Dow cuenta con una fuerte estructura en el área de desar-
rollos de productos y Rohm and Haas trabajaba para lanzar
artículos adecuados para atender las necesidades brasileñas.
Vamos unir estas dos unidades para continuar con los nuevos
desarrollos, contando inclusive, con un área comercial alta-
mente capacitada e integrada con la de marketing para imple-
mentar las estrategias de largo plazo.
The Dow Coating Materials division is created
With the acquisition of Rohm and Haas by The Dow
Chemical Company (read detailed article in this edition)
in April this year, the coating unit is undergoing a transition
process regionally and globally.
One of the results was the creation of Dow Coating
Materials, the new Dow paints division for the South Cone
(Brazil, Argentina, Chile, Uruguay). Dow and Rohm and
Haas have together a 12% share of the raw material market
for paints in Latin America. So, Dow Coating Materials
became leader in LAA with the supplying of thickeners,
synthetic and epoxy opacity agents, besides participating
in the solvent and monomer lines.
Tintas & Vernizes magazine interviewed José Magalhães
Fernandes – former director of Paints & Coatings for South
Cone business – Rohm and Haas, where he combined the
position with the chairmanship of Rohm and Haas in Brazil.
Fernandes was recently appointed Business manager
of the new Dow Coating Materials structure. Learn more:
Tintas & Vernizes: With the creation of this organization,
the focus will be mixing the works of the old Dow Coating
Solutions division and the Rohm’s Paint and Coating
Materials division?
José Magalhães Fernandes: Yes. We are going to combine
the best of each and we already know beforehand that there
is not a big conflict with the Rohm and Haas and Dow
products. Thus, the product line is complemented
enormously and we will organize the whole portfolio in
order to offer the best possible solutions to the paint industry.
T&V: Besides the wide product portfolio, what other
benefits you can mention?
Fernandes: We will be indispensable for all those
customers who look for sustainable innovation, technology
and products. Besides, we have the combination of talents
of the two organizations and the best technical services
of the industry with the combination of knowledge
and support, which expands even more the potential
of technology and applications.
Dow has a strong structure in the sector of product
developments and Rohm and Haas worked to launch
products appropriate to meet the Brazilian needs.
We will merge these two units to continue the new
developments, having also a commercial department highly
trained and integrated with the marketing department in
order to implement the long term strategies.
RTV|04-05|2009 34
E Q U I P A M E N T O S
MUNDO DAS MÁQUINAS
endo como base a opinião de especialistas, o avanço do
setor de equipamentos no mercado nacional tem sido
moderado em relação a anos anteriores, se forem T
considerados os modelos novos. Entretanto, é cada vez mais co-
mum a modernização de máquinas já existentes onde, em termos
de investimento, pode acabar sendo mais favorável ao cliente.
Do ponto de vista tecnológico, na análise de alguns empre-
sários como o diretor da Moinho Pirâmide, Júnior Machado,
“o Brasil se encontra em processo de conhecimento, em
virtude do grande número de aventureiros no ramo que pen-
sam que qualquer coisa que se movimente é um equipa-
mento”, relata.
Machado conta que em uma pesquisa feita pelo departamen-
to tecnológico da empresa foi constatado que 86% dos entre-
vistados desconheciam o significado de dispersão, agitação,
mistura, moagem, velocidade periférica, entre outros quesitos
básicos como estes.
“Com essa pesquisa verificamos que diversas empresas
se encontram com demasiada evaporação de solventes,
formulações saturadas, produtos fora de uniformidade, desper-
dício de energia elétrica, alto custo operacional, elevação nos
preços, etc”, atenta.
Através deste levantamento de dados, a companhia testou
equipamentos de sua marca em alguns clientes e, segundo o
diretor, os resultados foram surpreendentes, tanto em relação a
redução no tempo de processo, quanto nos custos.
E este último ponto pode ser o de maior destaque, já que
atualmente é exponencial a busca por preços menores e, ao
mesmo tempo, o aumento da produtividade e melhoria do acaba-
mento, além da procura por tecnologias mais limpas, conforme
lembra Rodrigo Barbosa, da área de infraestrutura da Mega
Flux.
Estes desafios são constantemente lançados aos fabricantes
de máquinas que procuram sempre atender as necessidades
de seus clientes e driblar os obstáculos econômicos, torcendo
hoje para que os investimentos voltem com força total. Conheça
algumas novidades disponíveis no mercado nacional.
A Bühler apresenta o novo moinho de bolas horizontal Cen-
tex
®
que promete ser econômico, oferecer maior qualidade de
produção de tintas e revestimentos minerais, suspensões para
serem usadas em cerâmica e outros produtos para a indústria
química.
O moinho de volume total é caracterizado por sua alta produ-
tividade, robustez, design moderno e processos de energia otimi-
zados. Com uma potência de acionamento de até 45 kW, a série
L é indicada para aplicações que envolvem frequentes mudan-
ças de bateladas. A série T, com uma potência de acionamento
EQUIPAMENTO DA BÜHLER
RTV|04-05|2009 35
EQUIPAMENTO DA MEGA FLUX
E Q U I P A M E N T O S
máxima de 355 kW, foi projetada para uma produção em massa,
que requer altas capacidades em curtos períodos de tempo.
A Mega Flux Comércio de Equipamentos apresenta o Sistema
de Pintura Airmix que foi desenvolvido para pintura de alto
grau de acabamento e baixo consumo de tinta para aplicações
desde grandes perfis como estruturas metálicas, caminhões tan-
que, aeronaves, estruturas de navios,
até produtos pequenos como vidros de
perfumes, sapatos, capacetes, estatue-
tas, granitos, e outros.
Entre suas vantagens o destaque é
para a produtividade já que a aplicação
é mais rápida por utilizar uma pressão
maior. A cada passagem se aplica mais
produto com uma melhor distribuição das
gotículas sobre a peça, permitindo
que o pintor trabalhe com mais
rapidez evitando demãos des-
necessárias.
Esta tecnologia possibilita
uma redução de até 80% no
consumo de ar comprimido se compararmos com o sistema VLP,
permitindo assim que esta energia possa ser redistribuída a
outros pontos da fábrica.
Outro benefício apontado pela fabricante é o acabamento. O
perfeito equilíbrio de pressão de produto e de ar, assim como seu
direcionamento, proporcionam um leque sem turbulências
eliminando o “efeito laranja” produzido pelos modelos existentes.
Melhores condições de trabalho também são consideradas.
A pintura chega na peça com velocidade de 0,7 m/s ao invés
de 10 m/s, como ocorre com a pintura convencional evitando
assim a formação de névoa.
A névoa seca quando recai na peça passará a apresentar
um aspecto rugoso. A tecnologia Airmix impede esse problema,
pois o pintor presencia a deposição de tinta no momento da
aplicação, e assim a cabine de pintura se mantém mais limpa
necessitando de menos manutenção.
O Sistema Airmix também é um aliado do meio ambiente.
Maior economia de produto resulta em menor volume de re-
síduos industriais reduzindo custos de reciclagem de embala-
gens vazias. Havendo menos névoa, consequentemente, a ma-
nutenção das cabines de pintura é menor e evita-se emissões
de gases na atmosfera.
RTV|04-05|2009 36
A Moinho Pirâmide apresenta a Estação de Processamento
de Cores (modelo EP-1000) e a Masseira Helicoidal Alto De-
sempenho (MH-500 – MH-1000).
O EP-1000 indica um processamento de cores de alta pro-
dutividade e verticalização do processo a fim de agilizar e auto-
matizar o sistema, além de executar a eliminação de efluentes,
promover a diminuição no estoque de produto acabado, entre
outros.
A MH-500 /1000 refere-se ao processamento de produtos
de alta viscosidade, tais como massa corrida, textura, grafiato,
massa plástica, massa poliéster e massa de polir, entre outros.
“A EP-1000 é uma estação de processamento voltada a
solucionar pedidos de cores especiais e cotidianas no processo
fabril e de maneira lógica e ágil sanar o problema dos efluentes
nas empresas químicas em geral, pois quando falamos em
cores, logo surge à nossa mente a dor de cabeça que é a
demasiada geração de efluentes no processo. Este modelo
de estação não gera resíduos, pois estamos separando por
famílias de cores e produtos não contaminantes, e assim
usando 100% a matéria-prima utilizada no processamento”,
explica o diretor Júnior Machado.
Segundo ele, a Masseira Helicoidal Alto Desempenho tem
a vantagem de ser eletricamente econômica, altamente produ-
tiva e gerar custo reduzido na mão de obra. Portanto, esse equi-
pamento por ser de alta produtividade, baixo custo de instalação
e operação, consegue gerar uma lucratividade considerável e
comercialmente negociável.
Cabe salientar que o EP-1000 é um sistema lógico de pro-
cessamento utilizado a décadas no mercado internacional, prin-
cipalmente na Europa, porém pouco usado na América Latina.
“Nosso departamento tecnológico está orientado a solucio-
nar o problema de meio ambiente de nossos clientes e par-
ceiros, desta forma deixamos este sistema comercialmente
E Q U I P A M E N T O S
atrativo e de acordo com a realidade da América Latina em
questão de investimento x retorno”, avisa Machado.
Já o equipamento da linha MH é um projeto totalmente de-
senvolvido e patenteado pelo departamento de engenharia da
Moinho Pirâmide com tecnologia de ponta e matéria-prima dos
principais fornecedores do mundo, assegurando assim o maior tem-
po de garantia de um equipamento no mercado nacional.
A Netzsch tem como novidade o moinho Zeta RS que visa
atender moagens especiais na área nanométrica com a possi-
bilidade de empregar esferas tão pequenas como 50 µm
(micras).
Este equipamento é uma evolução do conhecido moinho
Zeta, carro-chefe da empresa para o setor de tintas de impressão,
tintas automotivas e coatings em geral. Especialmente projetado
para moagem e dispersão na gama de nanômetros, a revolucio-
nária tecnologia de máquinas Zeta RS combina fácil manejo
com design ergonômico. Além disso, promete economizar ener-
gia e proporcionar excelente manuseio particularmente para
moagens pequenas, graças a câmara de moagem giratória e ao
dispositivo de levantamento.
“Queremos promover este equipamento por meio de sim-
pósios e feiras no setor de tintas e tintas de impressão, e
para tanto realizaremos nos próximos
meses apresentações onde mos-
traremos seus benefícios para os
clientes”, avisa o gerente de vendas
& aplicações, Giuliano Albiero.
Além desta novidade, a
Netzsch quer oferecer ao mer-
cado de tintas e tintas de im-
pressão novas possibi-
lidades comerciais
como upgrade de
equipamentos, ou
seja, transformação
de modelos já exis-
tentes para atualização
da tecnologia e também a possibilidade de venda à base de
troca.
Além disso, Albiero ressalta que a companhia entrará na
área como prestador de serviços de moagem especiais, princi-
palmente no que se refere a moagem nanométrica.
A Netzsch Moagem investiu em uma nova unidade fabril
de aproximadamente 2.500 m
2
com laboratório moderno e equi-
pado com os principais equipamentos da linha, tanto para os
testes e demonstrações como para atender esse novo tipo de
serviço.
EQUIPAMENTO DA NETZSCH
EQUIPAMENTO DA MOINHO PIRÂMIDE
RTV|04-05|2009 37
E Q U I P O S
El Mundo de las Máquinas
omando como base la opinión de especialistas, el
avance del sector de equipos en el mercado brasileño
ha sido moderado con relación a años anteriores, si T
se consideran los nuevos modelos. Sin embargo, es cada vez
más común la modernización de máquinas ya existentes donde,
en términos de inversión, puede acabar siendo más favorable
para el cliente.
Del punto de vista tecnológico, en el análisis de algunos
empresarios como el director de Moinho Pirâmide, Júnior Ma-
chado, “Brasil se encuentra en proceso de conocimiento, en
virtud del gran número de aventureros en el ramo que piensan
que cualquier cosa que se mueva es un equipo”, cuenta.
Machado cuenta que en una encuesta hecha por el departa-
mento tecnológico de la empresa, se constató que el 86% de
los entrevistados desconocían el significado de dispersión, agita-
ción, mezcla, molido, velocidad periférica, entre otros requisitos
básicos como estos.
“Con esta encuesta verificamos que diversas empresas
tienen demasiada evaporación de solventes, formulaciones
saturadas, productos fuera de uniformidad, desperdicio de
energía eléctrica, alto costo operacional, elevación en los pre-
cios, etc.”, avisa.
A través de este levantamiento de datos, la compañía probó
equipos de su marca en algunos clientes, y según el director,
los resultados fueron sorprendentes, tanto en relación a la reduc-
ción en el tiempo de proceso, como en los costos.
Y este último punto puede ser el más destacado, ya que
actualmente la búsqueda por precios menores crece exponen-
cialmente, y al mismo tiempo, el aumento de la productividad
y mejoría del acabado, además de la demanda por tecnologías
más limpias, según Rodrigo Barbosa, del área de infraestructura
de Mega Flux.
Estos desafíos son constantemente lanzados a los fabrican-
tes de máquinas, que buscan siempre atender las necesidades
de sus clientes y driblar os obstáculos económicos, esperando
hoy que las inversiones vuelvan con fuerza total. Conozca
algunas novedades disponibles en el mercado brasileño.
Bühler presenta el nuevo molino de bolas horizontal Cen-
tex
®
, que promete ser económico, ofrecer mayor calidad de pro-
ducción de pinturas y revestimientos minerales, suspensiones
para ser usadas en cerámica y otros productos para la industria
química.
El molino de volumen total se caracteriza por su alta produc-
tividad, robustez, design moderno y procesos de energía opti-
mizados. Con una potencia de accionamiento de hasta 45 Kw.,
la serie L se recomienda para aplicaciones que impliquen fre-
cuentes cambios de carga. La serie T, con una potencia de accio-
namiento máxima de 355 Kw., fue diseñada para producción
en masa, que requiere altas capacidades en cortos períodos de
tiempo.
Mega Flux Comércio de Equipamentos presenta el Sistema
de Pintado Airmix, que fue desarrollado para pintados con alto
grado de acabado y bajo consumo de pintura, para aplicaciones
desde grandes perfiles como estructuras metálicas, carros tan-
que, aeronaves y estructuras de barcos, hasta productos peque-
ños, como frascos de perfumes, zapatos, cascos, estatuillas, gra-
nitos, y otros.
Su ventaja más destacada es la productividad, ya que la
aplicación es más rápida por utilizar una presión mayor. A cada
pasada, se aplica más producto con una mejor distribución de
las gotitas sobre la pieza, permitiendo que el pintor trabaje con
mayor rapidez, evitando manos innecesarias de pintura.
Esta tecnología perite una reducción de hasta el 80% en el
consumo de aire comprimido, si comparamos con el sistema
RTV|04-05|2009 38
VLP, permitiendo así que esta energía pueda ser redistribuida
a otros puntos de la fábrica.
Otro beneficio apuntado por el fabricante es el acabado. El
perfecto equilibrio de presión del producto y del aire, así como
la dirección a que se dirige, proporcionan un abanico sin turbu-
lencias, eliminando el “efecto naranja” producido por los
modelos existentes.
También se consideran mejores condiciones de trabajo. El
pintado llega a la pieza con velocidad de 0.7 m/s, en vez de 10
m/s, como ocurre con el pintado convencional, evitando así la
formación de niebla.
La niebla se seca al caer sobre la pieza, dando un aspecto
rugoso. La tecnología Airmix impide este problema, pues el
pintor presencia la deposición de la pintura en el momento de
la aplicación, y así la cabina de pintado se mantiene más limpia,
necesitando menos mantenimiento.
El Sistema Airmix también es un aliado del medio ambiente.
Mayor economía de producto resulta en un menor volumen de
residuos industriales, reduciendo costos de reciclado de envases
vacíos. Habiendo menos niebla, consecuentemente, el man-
tenimiento de las cabinas de pintado es menor y se evita la
emisión de gases a la atmósfera.
Moinho Pirâmide presenta la Estación de Procesamiento
de Colores (modelo EP-1000) y la Masera Helicoidal Alto De-
sempeño (MH-500, MH-1000).
El EP-1000 indica un procesamiento de colores de alta pro-
ductividad y verticalización del proceso a fin de agilizar y auto-
matizar el sistema, además de ejecutar la eliminación de efluen-
tes, promover la disminución en las existencias de producto
acabado, entre otros beneficios.
El MH-500 /1000 se refiere al procesamiento de productos
de alta viscosidad, tales como masa de acabado, textura, graffia-
to, masa plástica, masa poliéster y masa de pulido, entre otros.
“El EP-1000 es una estación de procesamiento destinada
a solucionar pedidos de colores especiales y cotidianas en el
proceso fabril y de manera lógica y ágil sanar el problema de
los efluentes en las empresas químicas en general, pues
cuando hablamos de colores, pronto nos viene a la mente el
dolor de cabeza que es la generación excesiva de efluentes en
el proceso. Este modelo de estación no genera residuos, pues
estamos separando por familias de colores y productos no
contaminantes, usando así el 100% la materia prima utilizada
en el procesamiento”, explica el director, Júnior Machado.
Según el director, la Masera Helicoidal Alto Desempeño
tiene la ventaja de ser económica desde el punto de vista eléc-
trico, altamente productiva y tener costo reducido de mano de
obra. Por lo tanto, por ser de alta productividad, bajo costo de
instalación y operación, este equipo consigue generar una ren-
tabilidad considerable y comercialmente negociable.
Cabe resaltar que el EP-1000 es un sistema lógico de proce-
samiento utilizado desde hace décadas en el mercado interna-
cional, principalmente en Europa, sin embargo poco usado en
América Latina. “Nuestro departamento tecnológico está
orientado a solucionar el problema de medio ambiente de nues-
tros clientes y socios, de esta forma, dejamos este sistema
comercialmente atractivo y de acuerdo con la realidad de Amé-
rica Latina en cuestión de inversión comparado con el retorno”,
dice Machado.
Por su lado, el equipo de la línea MH es un proyecto total-
mente desarrollado y patentado por el departamento de ingenie-
ría de Moinho Pirâmide, con tecnología de punta y materia
prima de los principales proveedores del mundo, asegurando
así el mayor tiempo de garantía para un equipo en el mercado
brasileño.
Netzsch presenta como novedad el molino Zeta RS, que
busca atender molidos especiales en el área nanométrica, con
la posibilidad de emplear esferas tan pequeñas como 50 µm
(micras).
Este equipo es una evolución del conocido molino Zeta,
principal producto de la empresa para el sector de tintas de
impresión, pinturas automovilísticas y coatings en general. Es-
pecialmente proyectado para molido y dispersión en la gama
de nanómetros, la revolucionaria tecnología de máquinas Zeta
RS combina fácil manejo con design ergonómico. Además de
eso, promete economizar energía y proporcionar excelente ma-
nejo, particularmente para molidos pequeños, gracias a la cá-
mara de molido giratoria y al dispositivo de levantamiento.
“Queremos promover este equipo por medio de simposios
y ferias en el sector de pinturas y tintas de impresión, y para
esto, realizaremos en los próximos meses presentaciones donde
mostraremos sus beneficios para los clientes”, informa el ge-
rente de ventas y aplicaciones, Giuliano Albiero.
Además de esta novedad, Netzsch quiere ofrecer al mercado
de pinturas y tintas de impresión nuevas posibilidades comer-
ciales como upgrade de equipos, o sea, transformación de mo-
delos ya existentes para actualizarlos a la tecnología y también
la posibilidad de venta a base de intercambio.
Además de esto, Albiero destaca que la compañía entrará
en el área como prestadora de servicios de molidos especiales,
principalmente en lo que se refiere a molido nanométrico.
Netzsch Moagem invirtió en una nueva unidad fabril de apro-
ximadamente 2,500 m
2
con laboratorio moderno y equipado con
los principales equipos de la línea, tanto para las pruebas y demos-
traciones como para atender este nuevo tipo de servicio.
E Q U I P O S
RTV|04-05|2009 39
E Q U I P M E N T
Machine World
onsidering the opinion of specialists, the equipment
sector in the Brazilian market has evolved
moderately if compared to the previous years, C
taking into account the new models. However, it is more
and more common the modernization of the already existing
machines, which in terms of investment can be, in the
end, more favorable to the customer.
From the technological point of view, according to
the analysis of some businessmen as the Moinho Pirâmide
director, Júnior Machado, “Brazil is undergoing a knowledge
process, due to the great number of adventurers in this
field who think that anything that moves is equipment”,
he tells.
Machado also tells that in a survey made by the
company’s technological department was observed that
86% of the interviewees ignore the mean of dispersion,
agitation, mixture, milling, peripheral speed, among
other basic requirements as these.
“With this survey we verified that several companies
have so much solvent evaporation, saturated formulations,
products out of standard, electric power waste, high
operational cost, price increase, etc.”, he warns.
Through this fact finding, the company tested its
own equipment in some customers, and according to
the director, the results were surprising, as regarding
the time reduction in processing, as in costs.
And this last point can be one the most outstanding,
since currently the search for lower prices rises
exponentially, and at the same time, the increase of
productivity and improvement in finishing, besides
the search for cleaner technologies, according to Rodrigo
Barbosa, from Mega Flux’s infrastructure department.
These challenges are constantly launched to the
manufacturers of machinery who are always looking to
satisfy the needs of their customers and to dribble around
the economic obstacles, expecting today that the investments
return with full strength.
Learn more about some novelties available in
the Brazilian market.
Bühler introduces the new horizontal ball mill Centex
®
,
which promises to be economic, offering higher production
quality of paints and coatings, minerals, suspensions to be
used in ceramics and other products for the chemical
industry.
The total volume mill features high productivity,
robustness, modern design and optimized energy processes.
With a starting power of up to 45 kW, the L series is
indicated for applications that involve frequent change
of batches. The T series, with a maximum starting power
of 355 kW, was designed for mass production, which
requires high capacities in short periods of time.
Mega Flux Comércio de Equipamentos presents
the Airmix Painting System that was developed for
high-grade finishing painting and low paint consumption
for applications on large profiles, as metallic structures,
tank trucks, airships, ship structures, as well as on small
products, as perfume glasses, shoes, helmets, statuettes,
granites, among others.
Among its advantages, stands out its productivity, since
the application is faster by using a higher pressure. Every
time the device passes over the piece, more product is
applied with a better distribution of the small drops on the
piece, allowing the painter to work faster avoiding
unnecessary coats.
The consumption of compressed air with this technology
makes possible a reduction of up to 80% if compared with
the VLP system, thus allowing that energy can be
redistributed to other places of the factory.
RTV|04-05|2009 40
Another benefit pointed out by the manufacturer is the
finishing. The perfect product-air pressure balance, as well
as the direction of the paint, provides a fan free of
turbulence, avoiding the “orange effect” in the paint film,
produced by the existing models.
Better job conditions are also considered. The paint
hits the piece at a velocity of 0.7 m/s, instead of 10 m/s
as with the regular painting systems, thus avoiding
the formation of fog.
When the dry fog set on the piece, it will provide a rough
aspect to the paint film. The Airmix technology avoids this
issue, because the painter watches the paint deposition at
the moment of application, and thus the painting cabin
keeps clean, requiring less maintenance.
The Airmix system is also environmentally friendly.
Higher product savings results in a lower volume of
industrial wastes, reducing costs in the recycling of empty
packages. With less fog, the maintenance of the painting
cabins is also lower and the gas emissions to the atmosphere
are avoided.
Moinho Pirâmide introduces the Color Processing
Station (model EP-1000) and the High Performance
Helicoidal Kneader (MH-500, MH-1000).
EP-1000 is intended for high-productivity color
processing and process verticalization in order to speed
up and automate the system, besides eliminating effluents,
promoting the reduction in the stock of finished product,
among other benefits.
MH-500 /1000 processes high-viscosity products,
such as finishing paste, texture, graffiato texture, plastic
paste, polyester paste and polishing paste, among others.
“EP-1000 is a processing station intended to serve
orders of special and regular colors in the manufacturing
process and to solve, in a fast and logical way, the problem
of effluents in chemical companies in general, as when we
talk about colors, then it comes to our mind the headache
of having a process that generates excessive effluents.
This model of station does not generate residues, since
we are separating by non-pollutant colors and product
families, and thus using 100% of the raw material used
in the processing”, explains the director, Júnior Machado.
According to him, one of the advantages of the High
Performance Helicoidal Kneader is the low cost of power
consumption, highly productive and low labor cost.
Therefore, as this equipment features high productivity,
low cost of installation and operation, manages to generate
a considerable profitability and commercially negotiable.
It’s worth to emphasize that the EP-1000 is a processing
logical system used many decades ago in the international
market, mainly in Europe, however, rarely used in Latin
America. “Our technological department is focused on
the solving of environmental issues of our customers
and partners, thus we made this system commercially
attractive and in accordance with the Latin American
reality regarding the investment against return”,
says Machado.
In the other hand, the MH line equipment is a project
fully developed and patented by Moinho Pirâmide
engineering department with cutting edge technology
and raw material from the main global suppliers, thus
assuring the largest warranty period for any equipment
in the Brazilian market.
The new product from Netzsch is the Zeta RS grinding
mill that aims at providing special grindings in the
nanometric field with the possibility of using grinding
spheres as small as 50 µm (microns).
This equipment is an evolution of the known Zeta mill,
company’s flagship for the sector of printing inks, automotive
and coatings in general. Specially projected for grinding
and dispersion in the range of nanometers, the revolutionary
technology of Zeta RS machines combines easy handling
with ergonomic design. Besides, it promises to save energy
and provide excellent handling, particularly for small
grindings, thanks to the revolving grinding chamber and
the lifting device.
“We want to promote this equipment in symposia
and business fairs for the paint industry, and for this
aim in the next months we will carry out presentations
where we will show its benefits for the customers”,
comments the sales & applications manger, Giuliano
Albiero.
Besides this news, Netzsch wants to offer to the paint
market new commercial possibilities as upgrading the
equipment, that is, to transform the existent models for
this technology update and also the possibility of selling
on exchange basis.
Beside, Albiero emphasizes that the company will
start working in this sector as service provider of special
grindings, firstly regarding nanometric grindings.
Netzsch Moagem invested on a new manufacturing unit
of approximately 2,500 m2 with modern and well-equipped
laboratory featuring the main equipment of the line, either
for tests and demonstrations as for the providing of this
new type of service.
E Q U I P M E N T
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Com a participação de 1.302 expositores, dos quais 533 estran-
geiros, a 12ª edição da Brasilplast (Feira Internacional da Indústria
do Plástico) que aconteceu no início de maio, apresentou cerca de
1.200 novidades com o forte apelo na economia de energia e ganhos
de produtividade nas linhas de produção da indústria do setor e
inovações voltadas à sustentabilidade.
Das empresas expositoras, muitas são do segmento de tintas e
a revista Tintas & Vernizes foi conferir de perto essa participação.
A Itatex, primeira no Brasil a dominar a tecnologia de fabricação
das organo-argilas, que são voltadas às poliolefinas para a produção
de nanocompósitos poliméricos, marcou presença com o lançamento
da família Itagel que compreende produtos inovadores. Outra compa-
nhia da área de minerais presente na Feira foi a Minérios Ouro Branco
que levou sua linha de dióxido de titânio indicada para plástico produ-
zido no processo cloro, além de seus pigmentos perolados, de alumí-
nio e os aditivos minerais já consagrados. A Unimim também estava
no evento com uma novidade voltada para filmes plásticos que garante
a transparência, assim como a Carbomil que destacou seu carbonato
de cálcio precipitado de origem cretáceo, isento de sílica, portanto,
não abrasivo.
Num estande muito simpático estava a Cabot que tem negro-
de-fumo de graus especiais direcionado para embalagens plásticas
de alimentos. Já a Eastman promoveu o lançamento do copoliéster
Tritan
®
. A QuantiQ foi outra expositora que divulgou novidades, entre
elas, o elastômero Vistamaxx que chega ao Brasil através da Exxon
Mobil Chemicals que, inclusive, participou da mostra junto com a
Brasilplast 2009:
inovações e cenário
de retomada do setor
Coremal, também sua distribuidora no país.
A Lanxess apresentou a linha de pigmentos Bayferrox voltados
para o setor plástico, além de plastificantes, aditivos para poliure-
tanos e muito mais. A Elekeiroz esteve com seu portfólio de plas-
tificantes; a Evonik levou desde polímeros de alta performance até
pigmentos, resinas acrílicas e chapas acrílicas. A Rhodia destacou
inovações em plásticos de engenharia; e a BASF mostrou soluções
em diferentes segmentos como construção, automotivo, embalagem,
moda & design e eletroeletrônicos.
Também estiveram presentes muitas outras empresas como a
Dow, Sasil, Inbra, Ciba, Columbian Chemical, Lubrizol, Multicel, Cla-
riant, Unipar e DuPont.
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A Agecom Produtos de Petróleo, empresa do setor petroquímico
pertencente ao Grupo Agecom do Brasil e uma das maiores
distribuidoras de óleo mineral básico do país, comemora a conquista
da Certificação Prodir - Processo de Distribuição Responsável -
emitida pela Associquim (Associação Brasileira dos Distribuidores
de Produtos Químicos e Petroquímicos). O atestado, adaptação do
Responsible Distribution Process (RDP), do Canadá e dos EUA, foi
implantado no Brasil pela entidade em 2001 com o objetivo de
reforçar o compromisso das companhias com a distribuição
responsável de produtos químicos e petroquímicos.
Para conquistar o documento, a Agecom foi auditada pela ABS
Agecom Produtos de Petróleo
recebe Certificação Prodir
Quality Evaluations, que avaliou a conformidade da documentação e
as atividades em cumprimento aos códigos e práticas que
regem o Prodir. De acordo com Regina Miashiro, da área
industrial, o grande desafio para a empresa foi traçar estra-
tégias para prevenir de acidentes no transporte rodoviário
de produtos químicos.
Ainda visando segurança e prevenção, a Agecom
aproveitou este momento para estreitar o relacionamento
com os órgãos ambientais das regionais de Santo André,
Ipiranga e Sorocaba. E, com este mesmo foco, também
distribuiu as Fichas de Informação de Segurança de Produ-
tos Químicos – FISPQs – para o Corpo de Bombeiros e para
a Santa Casa de Mauá, pois em caso de emergência, os
produtos e respectivos riscos estarão devidamente identi-
ficados e informados, resultando em um atendimento mais
eficiente.
O Conselho Diretor da Associação Bra-
sileira da Indústria Química (Abiquim) apro-
vou, por unanimidade, a nomeação do enge-
nheiro Nelson Pereira dos Reis como presi-
dente executivo da associação, o qual res-
pondia pela vice-presidência executiva da
Abiquim desde setembro de 2007, cargo
agora extinto. Na nova função, Reis será o
responsável por representar os interesses
da indústria química perante o governo bra-
sileiro, bem como em foros nacionais e inter-
nacionais.
Nelson Reis é nomeado presidente executivo da Abiquim
Com cursos de pós-graduação em Eco-
nomia e Administração, Reis é também pre-
sidente do Sindicato das Indústrias de Produ-
tos Químicos para Fins Industriais e da Pe-
troquímica do Estado de São Paulo (Sinpro-
quim) e vice-presidente da Fiesp - Federação
das Indústrias do Estado de São Paulo, res-
pondendo pelo Departamento de Meio Am-
biente da entidade. Ele é membro do Conse-
lho Estadual de Meio Ambiente do Estado de
São Paulo e do Conselho Nacional de Recur-
sos Hídricos, do Ministério do Meio Ambiente.
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Sempre conectada às questões ambientais e aos avanços tec-
nológicos mundiais em resinas, a Reichhold do Brasil apresenta seus
mais novos produtos sustentáveis ao mercado de tintas e vernizes:
Arolon
®
850W45, emulsão acrílica versátil para revestimentos base
água e Kelsol
®
15-262, resina alquídica curta em butil glicol, para
sistemas base água amino neutralizados para revestimentos in-
dustriais.
Segundo a fabricante, versátil e de alto desempenho, Arolon
®
850W45 faz parte da nova geração de emulsões acrílicas da empresa
para a formulação de revestimentos com baixo VOC para várias
superfícies como metal, madeira e alguns tipos de plásticos de en-
genharia. Em conformidade com os padrões mundiais de Segurança
& Meio Ambiente, o produto é o lançamento da Reichhold 100%
base de água, que promete proporcionar ao setor de tintas e vernizes
produtos com elevada aderência, acabamentos com alto brilho e
secagem extremamente rápida, atendendo as necessidades cons-
tantes dos mercados imobiliário e industrial.
Outra novidade promovida pela companhia é a resina alquídica
curta Kelsol
®
15-262, desenvolvida especialmente para sistemas
Lançamentos Reichhold
priorizam a sustentabilidade
solúveis em água amino neutralizados, que possui como vantagem a
possibilidade de formulação de revestimentos para o segmento
industrial. Aliando alta tecnologia de maior desempenho à preocu-
pação com o meio ambiente e saúde ocupacional, esta nova solu-
ção, segundo a Reichhold, confere rápida secagem aos revestimentos
e excelente resistência a corrosão, tendo ainda como principal bene-
fício a possibilidade de produtos de aplicação industrial de menor
emissão de VOC na natureza.
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O sistema para a captação de energia solar instalado no prédio
da Cognis de Jacareí, em setembro de 2007, já gerou excelentes
resultados de economia de energia, bem como a redução de gás
carbônico emitido na atmosfera o que representa ganhos ambientais
imediatos e a garantia de bem-estar das comunidades do município.
O investimento da empresa que utiliza hoje uma fonte de energia
Sistema de energia solar da
Cognis reduz 170 toneladas
de CO
2
em apenas um ano
totalmente renovável, a luz solar, foi de 120 mil reais.
Um ano e meio após a instalação dos painéis solares no prédio
onde estão localizados o restaurante e os vestiários, a Cognis já
comemora uma queda de 170 toneladas de emissão de CO
2
.
Além das refeições servidas em todos os turnos (café da manhã,
almoço, café da tarde e ceia) serem preparadas com a água aquecida
pelo sistema, o projeto abastece todos os vestiários, atendendo
uma grande demanda de banhos tomados pelos colaboradores, todos
os dias.
A implantação do novo sistema solar demonstra o compromisso
da Cognis com a preservação do meio ambiente e o bem-estar de
seus colaboradores e das comunidades vizinhas.
As ações da empresa estão totalmente voltadas para a produção
da química e, agora, para a arquitetura inteligente.
Uso consciente do recurso hídrico - Ao longo dos últimos anos,
a fábrica da Cognis em Jacareí também já diminuiu o consumo de
água, por meio de medições e controles nas áreas, campanhas como
‘Consumo Consciente’, eliminação de vazamentos e melhorias nos
processos produtivos.
Em 2008, a Cognis alcançou a meta de baixar o gasto de água,
obtendo uma redução de 13% no consumo de recurso hídrico em
relação ao ano anterior.
Os resultados demonstram o compromisso dos colaboradores
com a preservação do meio ambiente e as filosofias da empresa de
“Bem-estar” e “Sustentabilidade”.
Como parte do projeto de expansão geográfica, a Carbono
Química anuncia a instalação de uma filial em Vitória (ES), cuja
inauguração acontece no final do mês de maio. A nova unidade foi
escolhida a partir do potencial de mercado da região e possibilita a
otimização operacional do fluxo de cargas portuárias realizado pela
empresa.
“Temos mui tas oportuni dades de negóci os na regi ão,
principalmente com alguns produtos importados que têm consumo
local e que tinham sua competitividade prejudicada”, avalia Roberto
Gianinni, diretor de operações. A distribuidora também aposta em
parcerias estratégicas com empresas capixabas, tanto para
armazenagem como para entrega aos clientes.
Carbono Química desembarca
no Espírito Santo
Aquecedores de água
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Marcelo Lacerda, presidente da Lanxess no Brasil, foi eleito
vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria Química
(Abiquim) para o biênio 2009-2011. A eleição aconteceu durante a
assembléia geral, realizada na sede da associação.
Graduado em Direito e Direito Civil pela PUC-SP (Pontifícia Uni-
versidade Católica), fez curso de extensão em Direito Internacional
e Negociação pela South Western Legal Foundation, no Texas (Es-
tados Unidos).
Presidente da Lanxess é eleito
vice-presidente da Abiquim
No início de maio, a Agência Brasileira de Desenvolvimento In-
dustrial (Abdi) realizou um workshop que reuniu representantes de
setores produtivos brasileiros e consultores europeus para escla-
recimentos sobre o Reach, a legislação para substâncias químicas
da União Europeia, aprovada em dezembro de 2006.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), a participação da indústria química no PIB total do Brasil foi
de 3,1% em 2006. “Ou seja, ela está presente ativamente em quase
todas as cadeias e complexos produtivos brasileiros, além de desem-
penhar papel de destaque no desenvolvimento das diversas atividades
econômicas do país”, explica Patrícia Vicentini, diretora do Projeto
de Apoio à Inserção Internacional de Pequenas e Médias Empresas
Brasileiras (PAIIPME) na Abdi. Entre os setores impactados pelo
Reach estão têxteis e confecções, madeiras e móveis, higiene pes-
soal, cosméticos e perfumaria, plásticos, equipamentos médicos e
hospitalares, calçados, entre outros.
Durante o workshop foram apresentados também os prazos mais
importantes relacionadas ao Reach. “A previsão é de que o pré-
registro de todas as substâncias químicas seja realizado até o final
Especialistas europeus falam sobre os
impactos do Reach na indústria brasileira
de 2010 e que o registro das substâncias comercializadas acima
de mil toneladas/ano aconteça até junho de 2013. Todas as subs-
tâncias – incluindo aquelas em menor quantidade – devem estar
registradas no primeiro semestre de 2018”, avisa a diretora do
PAIIPME.
O Reach regulamenta processos de registro, avaliação, auto-
rização e restrição de substâncias químicas na Comunidade Europeia,
com o objetivo de garantir segurança na fabricação e utilização dos
produtos. Estas exigências impactam fortemente na produção dos
inúmeros setores brasileiros que utilizam essas substâncias e que
exportam – ou planejam exportar – para países da União Europeia.
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Brasilplast 2009: innovaciones y
escenario de retomada del sector
Con la participación de 1,302 expositores, entre ellos 533 ex-
tranjeros, la 12ª edición de la Brasilplast (Feria Internacional de la
Industria del Plástico) que se llevó a cabo a inicios de mayo, presentó
alrededor de 1,200 novedades con fuerte enfoque en la economía de
energía y ganancias de productividad en las líneas de producción de la
industria del sector e innovaciones orientadas a la sustentabilidad.
De las empresas expositoras, muchas actúan también en el
sector de pinturas y la revista Tintas & Vernizes fue a verificar esta
participación.
Itatex estuvo presente con el lanzamiento de la familia Itagel,
que comprende productos innovadores. Otra empresa del área de
minerales presente en la Feria fue Minérios Ouro Branco, que llevó
su línea de dióxido de titanio, indicada para plásticos producidos en
el proceso de cloro, además de sus pigmentos perlados, de aluminio
y los aditivos minerales ya consagrados. Unimim también estaba en
el evento con una novedad destinada a las películas plásticas, que
garantiza la transparencia, así como Carbomil, que destacó su carbo-
nato de calcio precipitado de origen cretáceo, exento de sílice, y por
lo tanto, no abrasivo.
Cabot estaba en un stand muy simpático, presentando el negro
de humo de grados especiales destinado a empaques plásticos para
alimentos. Por su parte, Eastman promovió el lanzamiento del co-
poliéster Tritan
®
. QuantiQ fue otra expositora que divulgó novedades,
entre ellas, el elastómero Vistamaxx, que llega a Brasil a través de
ExxonMobil Chemicals, que inclusive participó en la Brasilplast junto
con Coremal, que es también su distribuidora en el país.
Lanxess presentó la línea de pigmentos Bayferrox, recomendados
para el sector plástico, además de plastificantes, aditivos para poliu-
retanos y mucho más. Elekeiroz estuvo con su portafolio de plastifi-
cantes; Evonik llevó desde polímeros de alto desempeño hasta pigmen-
tos, resinas acrílicas y placas acrílicas. Rhodia destacó innovaciones
en plásticos de ingeniería, y BASF mostró soluciones en diferentes
sectores, tal como el de construcción, automovilístico, envases, moda
y diseño y electrodomésticos e electrónicos. También estuvieron pre-
sentes muchas otras empresas, como Dow, Sasil, Inbra, Ciba, Columbian
Chemical, Lubrizol, Multicel, Clariant, Unipar y DuPont.
Brasilplast 2009: innovations and
retaken scenario of the industry

With the participation of 1,302 exhibitors, 533 of which are
foreigners, was carried out the 12th edition of Brasilplast
(International Fair of Plastic Industry), at the beginning of May and
presented around 1,200 novelties with strong appeal on energy
savings and productivity gains in the production lines of the
industry and innovations focused on sustainability.
Among the exhibitor companies, many of them also belong to
the paint industry and Tintas & Vernizes magazine went to learn
more about their participation.
Itatex was present to launch the Itagel family that comprises
innovative products. Another company of the mineral sector
present in the Fair was Minérios Ouro Branco, which promoted its
titanium dioxide line, recommended for plastics produced with the
chlorine process, besides its pearled aluminum pigments, and its
already acknowledged mineral additives. Unimim was also in the
event with a novelty focused on plastic films and assures the
transparency, as well as Carbomil, which highlighted its
precipitated calcium carbonate of cretaceous origin, free of silica,
therefore, no abrasive.
Cabot was in a very nice stand, with its special-grades carbon
black intended for the plastic food package manufacturing. Now
Eastman was launching the Tritan
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co-polyester. QuantiQ was
another exhibitor divulging novelties, among them, the Vistamaxx
elastomer that comes to Brazil through the distribution by
ExxonMobil Chemicals that, also participated of Brasilplast Fair
together with Coremal, its distributor company in Brazil.
Lanxess introduced the Bayferrox pigment line, intended
for the plastic industry, besides plasticizing agents, polyurethane
additives and more. Elekeiroz brought its plasticizing agents
portfolio; Evonik brought from high performance polymers to
pigments, acrylic resins and acrylic plates. Rhodia highlighted
innovations in engineering plastics, and BASF showed solutions
in different sectors as construction, automotive, packaging,
fashion & design and electronic and electric appliances.
Many other companies as Dow, Sasil, Inbra, Ciba, Columbian
Chemical, Lubrizol, Multicel, Clariant, Unipar and DuPont
were also present.
Agecom Produtos de Petróleo
recibe Certificación Prodir
Agecom Produtos de Petróleo, empresa del sector petroquímico
perteneciente al Grupo Agecom do Brasil y una de las mayores distri-
buidoras de aceite mineral básico del país, celebra la conquista de
la Certificación Prodir - Proceso de Distribución Responsable - emitida
por la Associquim (Asociación Brasileña de los Distribuidores de
Productos Químicos y Petroquímicos). El certificado, adaptación del
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Responsible Distribution Process (RDP), de Canadá y EE.UU., fue
implementado en Brasil por la entidad en 2001, con el objetivo de
reforzar el compromiso de las empresas con la distribución respon-
sable de productos químicos y petroquímicos.
Para conquistar el documento, Agecom pasó por auditarías he-
chas por ABS Quality Evaluations, que evaluó la conformidad de la
documentación y las actividades en cumplimiento de los códigos y
prácticas que rigen el Prodir. De acuerdo con Regina Miashiro, del
área industrial, el gran desafío para la empresa fue trazar estrategias
para prevenir accidentes en el transporte carretero de productos
químicos.
También buscando seguridad y prevención, Agecom aprovechó
este momento para estrechar la relación con los organismos ambien-
tales de las regionales de Santo André, Ipiranga y Sorocaba. Y con
este mismo enfoque, también distribuyó las Fichas de Información
de Seguridad de Productos Químicos – FISPQs – para el Cuerpo de
Bomberos y para el hospital público Santa Casa de Mauá, pues en
caso de emergencia, los productos y respectivos riesgos estarán
debidamente identificados e informados, resultando en una atención
más eficiente.
Agecom Produtos de Petróleo
achieves Prodir Certification
Agecom Produtos de Petróleo, a company of the
petrochemical industry from the Agecom do Brasil Group and
one of the largest distributors of basic mineral oil in the country,
celebrates the achievement of the Prodir Certification issued by
Associquim (Brazilian Association of Chemical and Petrochemical
Distributors). The certification, adapted of the Responsible
Distribution Process (RDP), from Canada and the USA, was
deployed in Brazil by the agency in 2001 with the purpose of
strengthening the commitment of the companies with the
responsible distribution of chemical and petrochemical products.
To achieve the acknowledgement, Agecom was audited by ABS
Quality Evaluations, which evaluated the compliance of the
documentation and activities with the fulfillment of the guidelines
and practices that rule the Prodir. In accordance with Regina
Miashiro, from industrial department, the big challenge for the
company was to draw up strategies to prevent the accidents in
the road transport of chemical products.
Also looking to promote security and prevention, Agecom took
advantage of this moment to strengthen the relationship with the
regional environmental agencies in the cities of Santo André,
Ipiranga and Sorocaba. And with this same aim, the company also
distributed the FISPQs - Security Information for Chemical
Products Fact Sheets –– to the Fire Department and Santa Casa
public hospital of Mauá city, since in case of emergency, the
products and their respective risks will be properly identified and
informed, resulting in a more efficient attention.
Nelson Reis es nombrado
presidente ejecutivo de Abiquim
El Consejo Director de la Asociación Brasileña de la Industria
Química (Abiquim) aprobó por unanimidad, el nombramiento del inge-
niero Nelson Pereira dos Reis como presidente ejecutivo de la asocia-
ción, el cual respondía por la vicepresidencia ejecutiva de Abiquim
desde septiembre de 2007, cargo ahora extinto. En la nueva función,
Reis será responsable por representar los intereses de la industria
química ante el gobierno brasileño, así como en foros nacionales e
internacionales.
Con cursos de postgrado en Economía y Administración, Reis
es también presidente del Sindicato de las Industrias de Productos
Químicos para Fines Industriales y de la Petroquímica del Estado
de São Paulo (Sinproquim) y vicepresidente de la Fiesp - Federación
de las Industrias del Estado de São Paulo, respondiendo por el
Departamento de Medio Ambiente de la entidad. Él es miembro
del Consejo Estatal de Medio Ambiente del Estado de São Paulo y
del Consejo Nacional de Recursos Hídricos, del Ministerio del Medio
Ambiente.
Nelson Reis is appointed
executive president of Abiquim
The Executive Board of the Brazilian Chemical Industry
Association (Abiquim) approved, unanimously, the appointment of
engineer Nelson Pereira dos Reis as executive president of the
association, who was executive vice-president of Abiquim since
September 2007, title now eliminated. In the new position, Reis
will be responsible for representing the interests of the chemical
industry before the Brazilian government, as well as in national
and international forums.
With master’s degree in Economy and Administration, Reis is
also president of the Union of Industries of Chemical Products for
Industrial Applications and Petrochemicals of the state of São
Paulo (Sinproquim) and vice-president of Fiesp - Federation of the
Industries of the State of São Paulo, being responsible for the
Environment Department of the agency. He is member of the
State Environmental Council of São Paulo State and of the
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Brazilian Water Resources Council, of the Ministry of
Environment.
Lanzamientos Reichhold
priorizan la sustentabilidad
Siempre conectada con las cuestiones ambientales y con los
avances tecnológicos mundiales en resinas, Reichhold do Brasil pre-
senta sus más nuevos productos sustentables para el mercado de
pinturas y barnices: Arolon
®
850W45, emulsión acrílica versátil
para revestimientos de base agua, y Kelsol
®
15-262, resina alquídica
corta en butil glicol, para sistemas base agua amino-neutralizados
para revestimientos industriales.
Según la fabricante, el Arolon
®
850W45, versátil y de alto desem-
peño, forma parte de la nueva generación de emulsiones acrílicas
de la empresa para la formulación de revestimientos con bajo VOC
para varias superficies, tal como metal, madera y algunos tipos de
plásticos de ingeniaría. En conformidad con las normas mundiales
de Seguridad & Medio Ambiente, el producto es el lanzamiento de la
Reichhold 100% base de agua, que promete proporcionar al sector
de pinturas y barnices productos con elevada adherencia, acabados
con alto brillo y secado extremamente rápido, atendiendo a las necesi-
dades constantes de los mercados inmobiliario e industrial.
Otra novedad promovida por la compañía es la resina alquídica
corta Kelsol
®
15-262, desarrollada especialmente para sistemas
solubles base agua amino-neutralizados, que ofrece como ventaja la
posibilidad de formulación de revestimientos para el segmento in-
dustrial. Aliando alta tecnología de mayor desempeño a la preocu-
pación con el medio ambiente y salud ocupacional, esta nueva solu-
ción, según Reichhold, proporciona rápido secado a los revestimien-
tos y excelente resistencia a la corrosión, teniendo todavía como
principal beneficio la posibilidad de elaborar productos de aplicación
industrial con menor emisión de VOC a la naturaleza.
Reichhold new products
prioritize sustainability
Always connected with the environmental concerns and
technological advances in resins around the world, Reichhold do
Brasil presents its newest sustainable products for the paint and
varnish market: Arolon.
®
850W45, a versatile acrylic emulsion for
water-based coatings and Kelsol
®
15-262, an alkyd short resin in
butyl glycol, for water-based amino-neutralized systems for
industrial coatings
According to the manufacturer, Arolon
®
850W45, a versatile,
high-performance emulsion, makes part of the new generation of
acrylic emulsions of the company for the formulation of low-VOC
coatings for several surfaces as metal, wood and some types of
engineering plastics. In accordance with the Safety & Environment
global standards, the product is the Reichhold’s 100% water-
based launching, which offers to provide to the paint and varnish
industry high adherence products, high-gloss finishing with
extremely fast drying, satisfying the constant needs of the
architectural and industrial markets.
Other novelty promoted by the company is the short alkyd
resin Kelsol
®
15-262, developed specially for water-soluble amino-
neutralized systems, whose advantage is the possibility of
formulating coatings for the industrial market. By combining
higher-performance cutting edge technology with the
environmental concern and occupational health, this new solution,
according to Reichhold, allows the coatings to dry faster and
provides to them excellent corrosion resistance, being still it’s
main benefit the possibility of producing industrial application
products with lower VOC emissions to the environment
Sistema de energía solar
de Cognis reduce 170 toneladas
de CO
2
en apenas un año
El sistema para la captación de energía solar instalado en el
edificio de Cognis, en Jacareí, en septiembre de 2007, ya dio excelen-
tes resultados de economía de energía, así como la reducción de
gas carbónico liberado a la atmósfera, lo que representa ganancias
ambientales inmediatas y la garantía de bienestar de las comunidades
del municipio.
La inversión de la empresa, que actualmente utiliza una fuente
de energía totalmente renovable, la luz solar, fue de 120 mil reales.
Un año y medio después de la instalación de los paneles solares
en el edificio donde están localizados el restaurante y los vestidores,
Cognis ya celebra una reducción de 170 toneladas en la emisión de
CO
2
.
Además de que las comidas servidas en todos los turnos (de-
sayunos, almuerzo, merienda y cena) son preparadas con el agua
calentada por el sistema, el proyecto abastece todos los vestidores,
atendiendo una gran demanda del baño de los colaboradores, todos
los días.
La implantación del nuevo sistema solar demuestra el compro-
miso de Cognis con la preservación del medio ambiente y el bienestar
de sus colaboradores y de las comunidades vecinas.
Las acciones de la empresa están totalmente orientadas para
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la producción de la química, y ahora, para la arquitectura inteligente.
Uso consciente del recurso hídrico – En los últimos años, la fá-
brica de Cognis en Jacareí también ha disminuido el consumo de
agua por medio de mediciones y controles en las áreas, además de
campañas como ‘Consumo Consciente’, eliminación de fugas y mejo-
rías en los procesos productivos.
En 2008, Cognis alcanzó la meta de disminuir el gasto de agua,
obteniendo una reducción del 13% en el consumo de recursos hídri-
cos con relación al año anterior.
Los resultados demuestran el compromiso de los colaboradores
con la preservación del medio ambiente y las filosofías de “Bienestar”
y “Sustentabilidad” de la empresa.
Cognis solar energy system reduces 170
tons of CO
2
emissions in only one year
The solar energy collection system installed on the top of the
Cognis building in Jacareí, in September 2007, has already given
excellent results in energy savings, as well as the reduction of
carbonic gas released to the atmosphere, which represents
immediate environmental benefits and the guarantee of welfare
for the communities of the city.
The investment of the company that today uses a totally
renewable energy source, the sun light, was 120 thousand reals.
One year and a half after the solar panels were installed on
the top of the building where the restaurant and the dressing
rooms are located, Cognis already celebrates a 170 tons
reduction of CO
2
emissions.
Besides all of the meals served in all of the work shifts
(breakfast, lunch, snack and dinner) are prepared with the water
boiled by the system, the project also supplies water for all of the
dressing rooms, satisfying the big demand for the daily showers
of the collaborators.
The deployment of the new solar system shows the Cognis
commitment with the environmental preservation and welfare of
its collaborators and the surrounding communities.
The measures taken by the company are totally focused on the
chemical production, and now, on intelligent architecture.
Conscious use of water resources - Over the last years,
Cognis plant in Jacareí has also reduced the water consumption
through measurements and controlling measures in the sectors
of the factory, campaigns such as ‘Conscious Consumption’,
elimination of water leaks and improvements in the production
processes.
In 2008, Cognis achieved the goal of reducing the water
demand, obtaining a 13% reduction in the consumption of
water resources, if compared to the previous year.
The results show the commitment of the collaborators with
the environmental preservation and the company’s “Welfare”
and “Sustainability” philosophies.
Carbono Química desembarca
en Espírito Santo
Como parte del proyecto de expansión geográfica, Carbono Quí-
mica anuncia la instalación de una filial en Vitória, capital del estado
de Espírito Santo (ES), cuya inauguración será a fines de mayo. La
nueva unidad fue escogida por el potencial de mercado de la región
y hace posible la optimización operacional del flujo de cargas por-
tuarias realizado por la empresa.
“Tenemos muchas oportunidades de negocios en la región, prin-
cipalmente con algunos productos importados con consumo local y
cuja competitividad resultaba perjudicada”, evalúa Roberto Gianinni,
director de operaciones. La distribuidora también apuesta en alianzas
estratégicas con empresas de ese estado, tanto para almacena-
miento como para entrega a los clientes.
Carbono Química arrives
in Espírito Santo
As a part of the project of geographic expansion, Carbono
Química announces the installation of a branch in Vitória (ES),
to be inaugurated by the end of May. The city for the new unit
was chosen based on the market potential of the region and
it makes possible the operational optimization of the port load
flow carried out by the company.
“We have many business opportunities in the region,
mainly with some imported products consumed locally whose
competitiveness was affected”, assesses Roberto Gianinni,
operation director. The distributor company also bets on strategic
partnerships with companies from the state of Espírito Santo, as
for stocking as for delivery to the customers.
Presidente de Lanxess es electo
vicepresidente de Abiquim
Marcelo Lacerda, presidente de Lanxess en Brasil, fue electo
vicepresidente de la Asociación Brasileña de la Industria Química
(Abiquim) para el bienio 2009-2011. La elección se celebró durante
la asamblea general, realizada en la sede de la asociación.
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A C T U A L I D A D E S
C U R R E N T A F F A I R S
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Graduado en Derecho y Derecho Civil por la PUC-SP (Pontificia
Universidad Católica), hizo un curso de extensión en Derecho Inter-
nacional y Negociación por la South Western Legal Foundation, en
Texas (Estados Unidos).
President of Lanxess is elected
vice-president of Abiquim
Marcelo Lacerda, president of Lanxess in Brazil, was elected
vice-president of the Brazilian Association of Chemical Industry
(Abiquim) for the biennium 2009-2011. The election was done
during the general meeting held at the association’s headquarters.
He holds a bachelor’s degree in Law and Civil Law by PUC-SP
(Pontifícia Universidade Católica in São Paulo), and an extension
course on International and Negotiation Law by South Western
Legal Foundation in Texas (USA).
Especialistas europeos hablan
sobre los impactos del Reach
en la industria brasileña
A inicios de mayo, la Agencia Brasileña de Desarrollo Industrial
(Abdi) realizó un workshop que reunió representantes de sectores
productivos brasileños y consultores europeos para esclarecimientos
sobre el Reach, la legislación para sustancias químicas de la Unión
Europea, aprobada en diciembre de 2006.
De acuerdo con el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística
(IBGE), la participación de la industria química en el PIB total de
Brasil fue de 3.1% en 2006. “O sea, está presente activamente en
casi todas las cadenas y complejos productivos brasileños, además
de desempeñar un papel destacado en el desarrollo de las diversas
actividades económicas del país”, explica Patrícia Vicentini, directora
del Proyecto de Apoyo a la Inserción Internacional de Pequeñas y
Medianas Empresas Brasileñas (PAIIPME) en la Abdi. Entre los sec-
tores impactados por el Reach están el de textiles y confecciones,
maderas y muebles, higiene personal, cosméticos y perfumería, plás-
ticos, equipos médicos y hospitalarios, y calzados, entre otros.
Durante el workshop se presentaron también los plazos más
importantes relacionados a la Reach. “La previsión es de que el
registro previo de todas las sustancias químicas se realice hasta
fines de 2010 y que el registro de las sustancias comercializadas
superiores a mil toneladas/año se haga hasta junio de 2013. Todas
las sustancias – incluyendo aquellas en menor cantidad – deben
estar registradas en el primer semestre de 2018”, informa la di-
rectora del PAIIPME.
El Reach reglamenta procesos de registro, evaluación, autoriza-
ción y restricción de sustancias químicas en la Comunidad Europea,
con el objetivo de garantizar seguridad en la fabricación y utilización
de los productos. Estas exigencias impactan fuertemente en la
producción de varios sectores brasileños que utilizan estas sustancias
y que exportan – o planean exportar – para países de la Unión Eu-
ropea.
European specialists talk
about the impacts of Reach
On the Brazilian industry
At the beginning of May, the Brazilian Agency of Industrial
Development (Abdi) carried out a workshop that gathered
representatives from Brazilian productive sectors and European
consultants to explain about the Reach, the legislation for
chemical substances of the European Union, approved in
December 2006.
In accordance with the Brazilian Institute of Geography and
Statistics (IBGE), the share of the chemical industry in the total
GDP of Brazil was 3.1% in 2006. “That is, it is present actively in
almost all of the Brazilian production chains and complexes,
besides playing an outstanding role in the development of several
economical activities in the country”, explains Patrícia Vicentini,
director of the Abdi’s Support Project for International Insertion of
Brazilian Small and Medium-sized Companies (PAIIPME). Among
the sectors impacted by Reach there are the textile and clothing,
wood and furniture, personal hygiene, cosmetic and perfume,
plastics, medical and hospital equipment and shoes, among
others.
During the workshop were also presented the most important
terms related to the Reach. “The forecast is that all of the
chemical substances are pre-registered by the end of 2010 and
that all of the substances commercialized above one thousand
tons/year are registered until June 2013. All of the substances –
including those commercialized in smaller amounts – must be
registered by the first semester of 2018”, warns the PAIIPME
director.
The Reach rules the registration, evaluation, authorization and
restriction process of chemical substances in the European
Community, with the objective of assuring security in the
manufacturing and using of the products. These requirements
impact strongly on the production of several Brazilian sectors that
use these substances and export – or plan to export – to
countries of the European Union.
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A R T I G O T É C N I C O
1 - Introdução
Nas décadas de 1980 e 1990 houve o reconhecimento da
importância de algas e fungos como agentes de deterioração
de superfícies concomitantemente com o aumento nos custos
de reparações e tratamentos das mesmas.
No Brasil, observamos a partir da década de 90 a inten-
sificação de um processo do mercado de tintas no sentido de
substituição de matérias-primas contendo metais pesados
em sua composição; incluindo os biocidas.
No caso dos biocidas, moléculas orgânicas passam a ser
intensivamente utilizadas apresentando maior sensibilidade,
quando comparadas aos biocidas metálicos, frente a pH e
potencial redox do produto, temperaturas de processos e
estocagens, exposição a UV do filme seco, etc.
TECNOLOGIA THOR DE ENCAPSULAMENTO
DE FUNGICIDAS E ALGICIDAS
Enfocando os problemas citados acima, este artigo trata
das principais vantagens que a tecnologia de encapsulamento
dos princípios ativos usados atualmente como fungicidas e
algicidas com relação aos empregados pelo mercado de tintas.
2 - O que é a Tecnologia de Encapsulamento
de Biocidas da Thor ?
Processo utilizado pela Thor onde os princípios ativos como
fungicidas e algicidas são encapsulados com tecnologia própria
que visa reduzir a lixiviação, aumentando a estabilidade a
radiação UV e alcalinidade permitindo liberação controlada
de modo a ampliar a vida útil do princípio ativo e promover
maior proteção ao meio ambiente.
3 - Tabelas Comparativas entre os princípios ativos
Tabela 1: Principais Fungicidas Usados
RTV|04-05|2009 53
Tabela 2: Principais Algicidas Utilizados
4 - Resultados Práticos
4.1) Verificação da estabilidade de OIT (Octil Isotiazolinona)
não encapsulado ou livre (F) e encapsulado (P) num filme de
tinta após 6 e 12 meses de exposição na região de Speyer
(Alemanha).
Figura 1:
Figura 2:
4.2) Estabilidade de ZnP (Piritionato de Zinco) em
diferentes formulações de tintas utilizando Znp encapsulado
(ZnP Enc) e livre (não encapsulado) (ZnP Livre) após exposição
natural em Speyer (Alemanha).
Figura 3:
4.3) Diminuição do amarelecimento do filme de tinta
protegido com IPBC encapsulado após exposição a radiação
UV.
Vista microscópica de filmes de tin-
tas sem biocida, com 300 ppm de OIT
livre (não encapsulado) e 300 ppm de
OIT encapsulado após 18 meses
de exposição natural em Speyer
(Alemanha)
A R T I G O T É C N I C O
RTV|04-05|2009 54
A R T I G O T É C N I C O
Figura 4:
4.4) Diminuição da descoloração de tintas devido ao uso
de Piritionato de Zinco (ZnP) encapsulado quando comparado
ao não encapsulado
As avaliações foram realizadas após os substratos pintados
com as amostras de tintas serem mantidos a 25
o
C em
condições úmidas.
4.5) Diminuição da lixiviação do algicida Diuron através da
tecnologia de encapsulamento.
Foram testadas quatro diferentes formulações de tintas
com Diuron encapsulado e não encapsulado; sendo que, as
mesmas foram lixiviadas durante 2 dias.
Após este período, o princípio ativo Diuron foi quantificado
no filme de tinta lixiviado via HPLC.
4.6) Diminuição da Ecotoxicidade dos Algicidas utilizando
tecnologia do encapsulamento (Figura 6)
Figura 7: Toxicidade sobre algas expressa como EC50
(concentração que inibe 50% da alga) de algicidas encap-
sulados (P) e não encapsulados (F) conforme OECD 201
Figura 5:
Figura 6:
Figura 7:
5 - Conclusão
Conforme podemos observar pelos exemplos acima a
tecnologia de encapsulamento permite otimizar e melhorar
várias propriedades e desempenho dos diferentes princípios
ativos utilizados atualmente pelo mercado de tintas para
proteção microbiológica dos filmes secos.
A Thor tem esta tecnologia contemplada na linha comer-
cialmente denominada de Acticide MK, onde podemos encon-
trar uma série de opções de produtos com diferentes com-
binações de algicidas e fungicidas encapsulados.
Bibliografia
• Dr. Thomas Wunder - Dry Film Preservation of Exterior
Coatings - New solutions based on well-known actives (Thor
GmbH)
• Directory of Microbicides for the protection of Materials
– A Handbook – Edited by Wilfried Paulus
Thor Brasil Ltda. - Telefone [11] 4789-9050
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