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DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM COM DEFICIENCIA
INTELECTUAL


CALDEIRA, Lucinete de Fátima Menegassi
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CAVALARI, Nilton
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RESUMO

A primeira condição para compreender o deficiente intelectual e implementar o seu processo
educativo é aceitar a condição de que o deficiente é como todo um ser em processo de
aprendizagem e que diante da realidade em que esta inserido faz se necessário saber que a
escola precisa estar preparada e devidamente equiparada que adotam uma gestão escolar,
verdadeiramente participativa e descentralizada para receber este tipo de clientela. O objetivo
do presente trabalho é esclarecer informações equivocadas que dificultam o desenvolvimento
e sua integração na comunidade escolar e contribuir para promover a inclusão melhorando as
praticas pedagógicas assegurando-lhe o direito de aprender a construir o conhecimento
usufruindo da companhia de outras crianças, bem como colaborador o ambiente escolar.


Palavras chave: Deficiente intelectual. Aprendizagem. Desenvolvimento. Escolar.


1 INTRODUÇÃO

Ao longo dos anos, pessoas com dificuldades intelectuais receberam distintas
denominações influenciadas por diferentes tendências sociais, diversas teorias cientifica e
diferentes escolas psicológicas. Na atualidade, começam a ganhar espaço novos
entendimentos a respeito da relação entre deficiência, aprendizado e desenvolvimento.
Conforme se adquirem maiores conhecimentos sobre a natureza da deficiência, as praticas
educacionais aprimoram-se compensando essa deficiência promovendo as competências
individuais potencializando as capacidades de cada um.
Uma das principais contribuições neste sentido tem sido oferecida pela psicologia
histórico-cultural, a qual propõe a abordagem sócia psicológica, afirmando que os princípios

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Lucinete de Fátima Menegassi Caldeira, graduada em Pedagogia,pela Universidade Estadual de Maringá (UEM)-Parana e cursando pos
graduação Especial pela UCP e Instituto Rhema Educação em Munhoz de Mello-Parana
2
Nilton Cavalari, professor orientador, mestre em matemática, pela Universidade Estadual de Londrina(UEL)- Paraná e ex-docente da
Universidade Estadual de Londrina(UEL),Universidade Norte do Paraná(UNOPAR) e professor do Instituto Rhema Educação
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para o desenvolvimento das pessoas com deficiência são os mesmos aplicados aos demais
seres humanos Se esta provado que o processo de aprendizagem e o desenvolvimento do ser
humano, se da através da sua inserção no meio em que vive ,então a inclusão vem favorecer o
desenvolvimento psíquico da criança com dificuldade intelectual e seu aprendizado para que
isso aconteça é de suma importância que a criança com dificuldade intelectual seja
freqüentador assíduo da escola regular de ensino A escola como mola propulsora bem como
os profissionais da educação deverão romper paradigmas revendo seus conceitos em prol de
atitudes e comportamentos que possam contribuir para garantir a essas pessoas condições para
que exerçam o direito de cidadania É imprescindível que professores e demais profissionais
da educação estejam ciente do processo em curso do processo, da metodologia aplicada e das
leis que favorecem a inserção das crianças com deficiência intelectual para que não haja
informações equivocadas que possam comprometer o trabalho ou causar constrangimento.


1.1 Problema

“A deficiência mental e intelectual” se define como sendo o funcionamento intelectual
inferior a média manifesta antes dos 18 anos apresentando limitações associadas a duas ou
mais áreas de habilidades adaptativas como comunicação, cuidados pessoais, habilidades
sociais utilização de recursos da comunidade, saúde e segurança, habilidades acadêmicas, de
lazer e de trabalho. Na criança com deficiência intelectual o aprendizado é lento apresenta
dificuldade de construir conhecimento e demonstrar capacidade cognitiva alem de ter maneira
própria de aprender, tendo em vista a necessidade de sua inserção na escola regular como
forma de estimulo e desenvolvimento de autonomia e cidadania. Diante da resistência
encontrada por profissionais faz se necessário a divulgação de estudos existentes na área.


1.2 Hipóteses

A dificuldade de aprendizagem com alunos deficiente intelectual e lenta e vem
acompanhado de uma serie de dificuldades já existentes em salas de aula super lotadas, com
alunos indisciplinados, agressivos, regidos por professores com cargas horárias exaustivas,
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desmotivados e totalmente despreparados para recebê-los Como fazer para atender esse tipo
de aluno? Como se relacionar com pessoas com deficiência intelectual? Como trabalhar o
respeito dos outros alunos para com o aluno com deficiência intelectual?


1.3 Objetivos

A presente pesquisa tem o objetivo de orientar professores e profissionais da área que
compartilham das mesmas indagações que os afligem. Refletir sobre o papel de a escola
comum Despertar para mudanças de concepções.


2 PROCEDIMENTOS METODOLOGICOS

A aprendizagem é individual e própria de cada aluno diferenças de idéias, opiniões
,níveis de compreensão enriquecem o processo e é diante dessa perspectiva desafiadora que
alunos com deficiência intelectual tem urgência nas mudanças escolares A escola que
mantem uma gestão autoritária e centralizadora acentuam a deficiência ,aumentam a inibição
reforçam os sintomas existentes e agravam as dificuldades do aluno com deficiência
intelectual .A impotência frente as dificuldades encontradas nas escolas como válvula de
escape e encaminhar os alunos que não tem bom rendimento escolar e indisciplinados outros
que apresentam problemas de aprendizagem devido as próprias praticas da escola como se
fossem deficientes intelectuais As barreiras da deficiência intelectual são referentes a maneira
de lidar com o saber em geral, fato que reflete na construção do conhecimento escolar é
necessário que se estimule o aluno com deficiência intelectual a avançar na sua compreensão,
criando-lhe conflitos cognitivos, desafiando-o a enfrentá-los. O atendimento educacional deve
propiciar aos alunos com deficiência intelectual condições de passar de um tipo de ação
automática e mecânica diante de uma situação de aprendizado / experiência - regulações
automáticas para um outro tipo, que julguem mais conveniente para agir intelectualmente -
regulações ativas descritas por Piaget.


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2.1 Área de Estudo

A imprecisão do conceito de deficiência intelectual touxe conseqüências para se
esclarecer o atendimento nas escolas comuns A proposta constitucional de prescrever o
atendimento educacional especializado para alunos com deficiência apontou a necessidade de
se distinguir o que é próprio de uma intervenção especifica para deficiente intelectual. Para
fundamentar e organizar o trabalho educacional especializado as escolas limitaram-se a treinar
os alunos subdivididos nas categorias educacionais: treináveis e educáveis; limítrofes e
dependentes. Esse treinamento era desenvolvido visando a insersão familiar e social. Muitas
vezes, o treino se resumia em atividades de vida diária estereotipada, repetitivas e
descontextualizadas. O movimento de integração escolar manteve as praticas adaptativa, com
o objetivo de propiciar a inserção ou re-inserção de alunos com deficiência na escola comum,
pelo treino dos mesmos conteúdos e programas de ensino regular. O papel da educação
especializada era de adaptar os alunos com deficiência intelectual as exigências da escola
comum tradicional. Durante anos e ate mesmo ate hoje, há os que acreditam que a inclusão só
e possível em alguns casos, apenas para os alunos adaptáveis ao modelo excludente dessa
escola.


2.2 Descrição metodológica

A escola ao desenvolver o atendimento educacional ao aluno com deficiência
intelectual deve oferecer todas as oportunidades possíveis para que nos espaços educacionais
em que ele acontece, o aluno seja incentivado a se expressar, pesquisar inventar hipóteses e
reinventar o conhecimento livremente. Assim ele pode trazer para os atendimentos os
conteúdos advindos da sua própria experiência, segundo seus desejos, necessidades e
capacidades. O exercício da atividade cognitiva ocorrera a partir desses conteúdos. O
processo de construção de conhecimento não e ordenado de fora e não e possível ser
planejado obedecendo a uma seqüência rígida e pré definida de conteúdos a serem
assimilados ele depende de novos parâmetros relativos à suas conquistas diante do desafio da
construção do conhecimento. Esse esforço de entendimento conjunto não caracteriza uma
forma de orientação pedagógica do professor, mas a busca de soluções que venham a
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beneficiar o aluno de todas as maneiras possíveis e não apenas para avançar no conteúdo
escolar.


3 DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA


3.1 DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

Nos últimos tempos, como resultado da luta das próprias pessoas com deficiência, vem
ganhando espaço na sociedade a proposta de romper com os tradicionais paradigmas
segregativos e a adoção de procedimentos que possam contribuir para garantir a essas pessoas
as condições necessárias a sua participação como sujeitos sociais.
A nova classificação da Deficiência intelectual baseada no conceito publicado em
1992 pela Associação Americana de Deficiência Mental considera a deficiência intelectual
não mais como um traço absoluto da pessoa que a tem e sim como um atributo que interage
com seu meio ambiente físico e humano, que por sua vez devem adaptar-se as necessidades
especiais dessa pessoa, provendo-lhe o apoio intermitente, limitado extensivo ou permanente
de que ela necessita para funcionar em dez áreas de habilidades adaptativas; comunicação,
autocuidado, habilidades sociais vida familiar uso comunitário autonomia saúde e segurança
funcionalidade acadêmica lazer trabalho. (SASSAKI, 2003, p.160-165)
Acriança não nasce com órgãos aptos a realizar de repente as funções que são produtos
do desenvolvimento histórico dos homens e se desenvolvem o decurso da vida pela aquisição
da experiência histórica. (LEONTIEV 1978.p.327).
No Plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem dos alunos,
aprovado pela conferencia sobre Educação para todos, em Jontien na Tailândia, 1990. Um dos
itens desta Declaração propõe que:


As necessidades básicas de aprendizagem das pessoas portadoras de deficiências
requerem atenção especial. É preciso tomar medidas que garantam a igualdade de
acesso a educação aos portadores de todo qualquer tipo de deficiência, como parte
integrante de sistema educativo.

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O segundo documento, a Declaração de Salamanca, inicia afirmando:


Nos os delegados á Conferência Mundial sobre necessidades Educativas Especiais,
representando noventa e dois governos e vinte e cinco organizações internacionais,
reunidos nesta cidade de Salamanca, Espanha, entre 7e 10 de junho de 1994,
reafirmamos pela presente declaração, nosso compromisso com a educação para
todos reconhecendo a necessidade e urgência de ser o ensino ministrado, no sistema
comum de educação, a todas as crianças, jovens, e adultos com necessidades
educativas especiais ( )(p. 9)


O principio fundamental desta linha de Ação é que todas as escolas devem acolher
todas as crianças, independente de suas condições físicas intelectuais sociais, emocionais,
lingüísticas ou outras. Devem acolher crianças com deficiências e crianças bem dotadas,
crianças que vivem nas ruas e que trabalham, crianças de populações distantes ou nômades,
crianças de minoria lingüísticas, étnicas ou culturais e crianças de outros grupos ou zonas
desfavorecidos ou marginalizados (p.17-18)
Hoje não se pode mais considerar a deficiência mental como um traço absoluto do
individuo. Mas deve-se considerar a interação que esse individuo, com funcionamento
intelectual limitado, estabelece com o meio ambiente, no sentido de se valorizar a importância
do meio ambiente no funcionamento presente dessa pessoa com deficiência mental, a fim de
prescrever-lhe os apoios de que necessita (MENDES,1996, p.126)
A debilidade para Lacan, define uma maneira particular de o sujeito lidar com o saber
podendo ser natural ao sujeito, por caracterizar um mal estar fundamental em relação ao
saber, ou seja, todos nos temos algo que não conseguimos ou não queremos saber. Mas
também define a debilidade como uma patologia, quando o sujeito se fixa numa posição débil
de total recusa de apropriação do saber. A inibição, desenvolvida por Freud, pode ser definida
pela limitação de determinadas atividades, causada por um bloqueio de algumas funções,
como o pensamento, por exemplo.
Assim, as ajudas ou apoios são imprescindíveis para uma concepção menos rotuladora
e positivista da deficiência mental. Sua necessidade, intensidade e freqüência deverão ser
definidas por uma equipe multiprofissional que avalia o aluno, juntamente com a escola e a
família e que ao avaliá-lo, deve vê-lo não apenas pelo aspecto de suas deficiências ou
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limitações e sim sob o aspecto de suas potencialidades, daquilo que ele poderá realizar se tiver
as ajudas /apoios necessários (IACOMO, 2004, P.138)
Padilha (2001, p.2), ao refletir sobre a definição de deficiência mental, afirma que uma
questão para estudo é como “por na cultura, na capacidade de simbolizar e na historia de vida
social, a vida do sujeito deficiente mental. É vislumbrar a possibilidade de diminuir a
deficiência, é empurrar a barra que separa o normal do patológico.” Diz ainda:


Move-me a busca dos sujeito que são todos os deficientes mentais sujeitos
simbólicos que mesmo com o mundo aos pedaços, continuam capazes de sonhar, de
imaginar desejar, aprender e também amar. Eles esperam de seus educadores maior
compreensão de suas possibilidades e uma crença relativa nos diagnósticos dos
médicos. Esperam poder participar do mundo cultural das pessoas consideradas
normais (Id; 2001 p.43).


4 RESULTADOS E DISCUSSÕES

Os resultados da pesquisa indicam que o aluno com deficiência intelectual são capazes
de se apropriar dos conhecimentos relativos a aprendizagem da língua escrita; e que a
mediação pedagógica mais significativa e eficiente é aquela que resulta na combinação de
estratégias variadas, orientadas em função das dificuldades e potencialidades dos sujeitos e da
situação problema. Um dos aspectos a ser considerado na relação com o deficiente intelectual
é que elas não tem doença mental e não são agressivas.devendo agir da mesma forma que se
age com as pessoas consideradas normais. Respeitar sua faixa etária; se ela for criança, deve-
se tratá-la como criança, se for adolescente, deve-se tratá-la como adolescente e se for uma
pessoa adulta deve-se tratá-la como tal. Não se deve ignorar a pessoa com deficiência
intelectual e nem ressaltar a mesma no meio das demais. Deve-se cumprimentá-la e despedir-
se dela normalmente, como se faz com qualquer pessoa Pode levar mais tempo para aprender,
mas são capazes de adquirir habilidades necessárias a sua existência, não se deve super
protegê-las, mas sim favorecer o seu desenvolvimento, evitar comparação, pois ela só pode
ser comparada com ela mesma. Estabelecer limites de forma clara apresentando firmeza nas
atitudes da mesma forma que trata as demais crianças. No campo da
aprendizagem/desenvolvimento deixar que ela observe, experimente e tente realizar as
atividades, mediar a fazendo refletir sobre as diferentes possibilidades daquela ação. A
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mediação feita pelo professor com base nas reais dificuldades e possibilidades de sua sala de
aula favorece a criação de um ambiente de respeito mutuo e interação social entre os alunos.


5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com base nos estudos os dados apresentados indicam que é importante considerar as
concepções do mediador como um fator relevante na relação entre professor conhecimento e
aluno e que a combinação de varias estratégias na mediação pedagógica é significativa e
eficiente Assim sendo o plano de ensino deve adequar ao desenvolvimento cognitivo do
aluno, possibilitando avançar em termos de apropriação cada vez mais elaborada de
conhecimento permitindo desenvolver apoio necessário, para facilitar a
independência/interdependência, produtividade e integração da pessoa na comunidade.
Desenvolver oficinas sobre ‘Como se relacionar com as pessoas com deficiência tanto para o
professor, como para os funcionários e alunos contribui para quebrar barreiras atitudinais
existentes por falta de conhecimento e de maior convivência. O dialogo com alunos e seus
familiares quando necessário para conhecer sua trajetória social de vida, buscando
compreender suas necessidades no intuito de ser atendidas para efetivar seus estudos evitando
prejuízo tanto pela falta de participação, quanto na apropriação do conhecimento. Na escola, a
convivência com as contradições sociais, a diversidade e a diferença possibilitam um espaço
rico de aprendizagem. Os estudos provam que a inclusão só traz benefícios para os alunos
com deficiência intelectual e.se estiverem abertos e preparados para recebê-los, todos
lucraremos, pois a escola terá que rever seus conceitos e consequentemente grandes mudanças
surgirão e os alunos aprenderão naturalmente a conviver com a diversidade.


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ABSTRAT

The first condition to understand the deficient intellectual and to implement its educative
process is to accept the condition of that the deficient one is as all a being in learning process
and that ahead of the reality where this inserted one makes if necessary to know that the
necessary school to be prepared and duly equalized that adopts a pertaining to school
management, truily participativa and decentralized to receive this type of clientele. The
objective of the present work is to clarify information maken a mistake that make it difficult
the development and its integration in the pertaining to school community and to contribute to
promote the inclusion improving you practise pedagogical assuring them to it the right to
learn to construct the knowledge usufructing of the company of other children, as well as
collaborator the pertaining to school environment.

Keywords: Deficient intellectual. Learning. Development. Pertaining to school.


REFERÊNCIAS

DECLARAÇÃO MUNDIAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS. Satisfação das
necessidades básicas de aprendizagem . Disponível em: <www.unesco.org.br.>

FREUD, Sigmundo.”Inibição ,Sintoma e Ansiedade”. In: ______. Tradução de Jayme
Salomão Obras Psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, v.20, 1926.

IACOMO, Jane Peruzo. Deficiência mental e terminalidade especifica: novas
possibilidades de inclusão ou exclusão velada? 2004. Dissertação (Mestrado em Educação) -
Programa de Pos Graduação em Educação. Universidade Estadual de Maringá, 2004

LACAN, Jacques. Tradução de M.D. Magno. O seminário: livro 11, os quatro conceitos
fundamentais da psicanálise. 2.ed., Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1964.

LEONTIEV, Aléxis. O desenvolvimento do psiquismo. Lisboa: Horizonte, 1978.

MENDES, Eniceia Gonçalves. Evolução histórica da concepção cientifica da deficiência
mental. In: Temas em Educação Especial. São Carlos. EDUFSCar. 1996.

PADILHA, A. M. L. Praticas pedagógicas na educação especial: a capacidade de
significar o mundo e a inserção cultural do deficiente mental. Campinas, SP: Autores
Associados, 2001.
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PIAGET, Jean. Tradução: Marion M. dos Santos Penna. A equilibração das estruturas
cognitivas: problema central do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.

SASSAKI, Romeu Kazumi. Vida Independente. São Paulo: CVI- Araci Nallin, 2003.