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Interpretação

de Textos
TEORIA e 800 QUESTÔES COMENTADAS
PROVAS E CONCURSOS
Interpretação de Textos
TEORIA E 800 QUESTÔES COMENTADAS
6ª EDIÇÄO
III
Apresentação
NÃO DEIXE DE LER!
A interpretação de textos, tão comum em provas de Portuu!s, sempre "oi um
mart#rio para os a$unos ou candidatos a concursos p%&$icos ou vesti&u$ares'
A di"icu$dade ( era$ e, com certe)a, oriunda da "a$ta de treinamento' As pessoas
t!m pouca disposição de meru$*ar no texto+ e$as conseuem, o&viamente, $!,$o, mas
não apro"undam a $eitura, não extraem de$e a-ue$as in"ormaç.es -ue uma $eitura
super"icia$, apressada, não permite'
Ao tentar reso$ver o pro&$ema, as pessoas &uscam os materiais -ue /u$am poder
a/ud0,$as' 1aem, então, no ve$*o v#cio de $er teoria em excesso, estudar coisas -ue nem
sempre di)em respeito 2 compreensão e interpretação dos textos' 1ansadas, não "a)em o
essencia$3 $er uma rande -uantidade de textos 4 e tentar interpret0,$os'
Este $ivro -ue c*ea 2s suas mãos ( extremamente pr0tico' A teoria apresentada (
pe-uena, mas deve ser estudada com &oa vontade e disposição de aprender' Depois,
voc! vai encontrar uma enorme -uantidade de textos, 556, para ser preciso' 7ão 859
-uest.es, mais de :;;; itens, todos comentados'
<undamenta$ ( -ue voc! os $eia na ordem em -ue são apresentados, reso$vendo
com atenção m0xima as -uest.es propostas' 1omeça,se por textos muito curtos, uma ou
duas $in*as, e vai,se aumentando, tanto em taman*o -uanto em di"icu$dade' 1a&e ainda
ressa$tar -ue não tivemos a preocupação de distinuir interpretação de compreensão'
Levando,se em conta o o&/etivo da o&ra, isso seria a&so$utamente in%ti$'
Não ten*a medo da interpretação de textos' 1omo -ua$-uer outra atividade
inte$ectua$, e$a pede paci!ncia e &oa vontade' Não tente "a)er apressadamente, pois isso
pre/udicar0 o seu estudo' =a$ve) o mais di"#ci$ se/a começar' Depois, acredite, vem o
proresso, o&/etivo maior de todos n>s'
O Autor
I?
?
?I
Sumário
Parte 1 GENERALIDADES 1
1ap#tu$o 5 Exp$icaç.es pre$iminares 6
1ap#tu$o 6 Denotação e conotação' <iuras @
1ap#tu$o A 1oesão e coer!ncia' 1onectores 5:
1ap#tu$o : =ipo$oia textua$ 6B
1ap#tu$o 9 7ini"icação das pa$avras A5
1ap#tu$o @ A pr0tica AB
Parte 2 INTERPRETAÇÄO I 42
Parte 3 INTERPRETAÇÄO II 119
Parte 4 GABARITO E COMENTÁRIOS 327
Ca&arito A68
1oment0rios AA;
BIBLIOGRAFIA 452
?II
PAR=E I
GENERALIDADES
5
CAPITULO 1
EXPLICAÇÔES PRELIMINARES
ID Para interpretar &em
=odos t!m di"icu$dades com interpretação de textos' Encare isso como a$o norma$,
inevit0ve$' Importante ( en"rentar o pro&$ema e, com seurança, proredir' A$i0s,
proredir muito' Leia com atenção os itens a&aixo'
5D Desenvo$va o osto pe$a $eitura' Leia de tudo3 /ornais, revistas, $ivros, textos
pu&$icit0rios, $istas te$e"Enicas, &u$as de rem(dios etc' En"im, tudo o -ue estiver ao seu
a$cance' Fas $eia com atenção, tentando, pacientemente, apreender o sentido' O ma$ (
G$er por $erH, para se $ivrar'
6D Aumente o seu voca&u$0rio' Os dicion0rios são amios -ue precisamos consu$tar' <aça
exerc#cios de sinEnimos e antEnimos' I1onsu$te o nosso Redação para 1oncursos, -ue
tem uma seção dedicada a isso'D
AD Não se deixe $evar pe$a primeira impressão' J0 textos -ue metem medo' Na rea$idade,
e$es nos o"erecem um mundo de in"ormaç.es -ue nos "ornecerão rande pra)er interior'
A&ra sua mente e seu coração para o -ue o texto $*e transmite, na -ua$idade de um
amio si$encioso'
:D Ao "a)er uma prova -ua$-uer, $eia o texto duas ou tr!s ve)es, atentamente, antes de
tentar responder a -ua$-uer perunta' Primeiro, ( preciso captar sua mensaem, entend!,
$o como um todo, e isso não pode ser a$cançado com uma simp$es $eitura' Dessa "orma,
$eia,o a$umas ve)es' A cada $eitura, novas id(ias serão assimi$adas' =en*a a paci!ncia
necess0ria para air assim' 7> depois tente reso$ver as -uest.es propostas'
9D As -uest.es de interpretação podem ser $oca$i)adas Ipor exemp$o, vo$tadas s> para
um determinado trec*oD ou re"erir,se ao con/unto, 2s id(ias erais do texto' No primeiro
caso, $eia não apenas o trec*o I2s ve)es uma $in*aD re"erido, mas todo o par0ra"o em
-ue e$e se situa' Lem&re,se3 -uanto mais voc! $er, mais entender0 o texto' =udo ( uma
-uestão de costume, e voc! vai acostumar,se a air dessa "orma' Então , acredite nisso ,
a$cançar0 seu o&/etivo'
@D J0 -uest.es -ue pedem con*ecimento "ora do texto' Por exemp$o, e$e pode a$udir a
uma determinada persona$idade da *ist>ria ou da atua$idade, e ser co&rado do a$uno ou
candidato o nome dessa pessoa ou a$o -ue e$a ten*a "eito' Por isso, ( importante
desenvo$ver o *0&ito da $eitura, como /0 "oi dito' Procure estar atua$i)ado, $endo /ornais
e revistas especia$i)adas'
IID Par0"rase
1*ama,se par0"rase a reescritura de um texto sem a$teração de sentido' Kuest.es de
interpretação com "re-L!ncia se &aseiam nesse con*ecimento, nessa t(cnica' ?0rios
recursos podem ser uti$i)ados para para"rasear um texto'
5D Empreo de sinEnimos'
6
Ex'3 Embora voltasse cedo, deixava os pais preocupados.
Conquanto retornasse cedo, deixava os genitores preocupados.
6D Empreo de antEnimos, com apoio de uma pa$avra neativa'
Ex'3 Ele era fraco.
Ele não era forte.
AD Mti$i)ação de termos ana">ricos, isto (, -ue remetem a outros /0 citados no texto'
Ex'3 Paulo e Antônio já saram. Paulo foi ao col!gio" Antônio, ao cinema.
Paulo e Antônio já saram. Aquele foi ao col!gio" este, ao cinema.
A-ue$e N Pau$o
este N AntEnio
:D =roca de termo ver&a$ por nomina$, e vice,versa'
Ex'3 # necessário que todos colaborem.
# necessária a colabora$ão de todos.
%uero o respeito do grupo.
%uero que o grupo me respeite.
9D Omissão de termos "aci$mente su&entendidos'
Ex'3 &'s desejávamos uma missão mais delicada, mais importante.
(esejávamos missão mais delicada e importante.
@D Fudança de ordem dos termos no per#odo'
Ex'3 )endo o jornal, c*eguei + conclusão de que tudo aquilo seria esquecido ap's tr,s
ou quatro meses de investiga$ão.
C*eguei + conclusão, lendo o jornal, de que tudo aquilo, ap's tr,s ou quatro meses
de pesquisa, seria esquecido.
BD Fudança de vo) ver&a$
Ex'3 A mul*er plantou uma roseira em seu jardim. -vo. ativa/
0ma roseira foi plantada pela mul*er em seu jardim. -vo. passiva analtica/
O&s'3 7e o su/eito "or indeterminado Iver&o na AO pessoa do p$ura$ sem o su/eito expresso
na "raseD, *aver0 duas mudanças poss#veis'
Ex'3 Plantaram uma roseira. -vo. ativa/
0ma roseira foi plantada. -vo. passiva analtica/
Plantou1se uma roseira. -vo. passiva sint!tica/
8D =roca de discurso
Ex'3 &aquela tarde, Pedro dirigiu1se ao pai di.endo2 1 Cortarei a grama so.in*o.
-discurso direto/
&aquela tarde, Pedro dirigiu1se ao pai di.endo que cortaria a grama so.in*o.
-discurso indireto/
A
PD =roca de pa$avras por express.es peri"r0sticas Ivide per#"rase, no cap#tu$o seuinteD e
vice,versa
Ex'3 Castro Alves visitou Paris naquele ano.
3 poeta dos escravos visitou a cidade lu. naquele ano.
5;D =roca de $ocuç.es por pa$avras e vice,versa3
Ex'3 3 *omem da cidade não con*ece a linguagem do c!u.
3 *omem urbano não con*ece a linguagem celeste.
Da cidade e do céu são $ocuç.es ad/etivas e correspondem aos ad/etivos urbano
e celeste. Q importante con*ecer um &om n%mero de $ocuç.es ad/etivas' 1onsu$te o
assunto em nosso $ivro Redação para 1oncursos'
Numa par0"rase, v0rios desses recursos podem ser uti$i)ados concomitantemente,
a$(m de outros -ue não "oram a-ui re"eridos, mas -ue a pr0tica nos apresenta' O
importante ( $er com extrema atenção o trec*o e suas poss#veis par0"rases' 7e perce&er
mudança de sentido, a reescritura não pode ser considerada uma par0"rase' J0 muitas
-uest.es de provas &aseadas nisso'
?amos então "a)er um exerc#cio' Leia com atenção o trec*o a&aixo e anote a
a$ternativa em -ue não ocorre uma par0"rase'
O *omem camin*a pe$a vida muitas ve)es desnorteado, por não recon*ecer no
seu #ntimo a importRncia de todos os instantes, de todas as coisas, simp$es ou randiosas'
aD <re-Lentemente sem rumo, seue o *omem pe$a vida, por não recon*ecer no seu
#ntimo o va$or de todos os instantes, de todas as coisas, se/am simp$es ou randiosas'
&D Não recon*ecendo em seu Rmao a importRncia de todos os momentos, de todas as
coisas, simp$es ou randiosas, o *omem camin*a pe$a vida muitas ve)es desnorteado'
cD 1omo não recon*ece no seu #ntimo o va$or de todos os momentos, de todas as coisas,
se/am e$as simp$es ou não, o *omem vai pe$a vida "re-Lentemente desnorteado'
dD O ser *umano seue, com "re-L!ncia, vida a"ora, sem rumo, por-uanto não
recon*ece, em seu interior, a importRncia de todos os instantes, de todas as coisas,
simp$es ou randiosas'
eD O *omem camin*a pe$a vida sempre desnorteado, por não recon*ecer, em seu mundo
#ntimo, o va$or de cada momento, de cada coisa, se/a e$a simp$es ou randiosa'
O trec*o "oi reescrito cinco ve)es' Mti$i)aram,se v0rios recursos' Em -uatro
opç.es, o sentido ( riorosamente o mesmo' =a$ "ato não se d0, por(m, na $etra e, -ue
seria o a&arito' O texto oriina$ di) -ue Go *omem camin*a pe$a vida muitas ve)es
desnorteado'''H, contudo a reescritura nos di) Gsempre desnorteadoH' Ora, muitas ve)es
( uma coisa, sempre ( outra, &em di"erente'
O&servaç.es
aD =en*a cuidado com a mudança de posição dos termos dentro da "rase' Pa$avras
ou express.es podem a$terar pro"undamente o sentido de um texto'
:
Ex'3 Encontrei determinadas pessoas naquela cidade.
Encontrei pessoas determinadas naquela cidade.
Na primeira "rase, determinadas ( um pronome inde"inido, e-uiva$ente a
certas, umas, a$umas+ na seunda, ( um ad/etivo e sini"ica decididas'
&D 1uidado tam&(m com a pontuação, -ue costuma passar desperce&ida'
Ex'3 A crian$a agitada corria pelo quintal.
A crian$a, agitada, corria pelo quintal.
Na primeira "rase, o ad/etivo agitada indica uma caracter#stica da criança,
a$o inerente a e$a, isto (, trata,se de uma pessoa sempre aitada' Na seunda, as
v#ru$as indicam -ue a criança est0 aitada na-ue$e momento, sem -ue
necessariamente e$a o se/a no seu dia,a,dia'
9
CAPITULO 2
DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO. FIGURAS
I) Denotação
1onsu$tando o dicion0rio Jouaiss, encontramos para a pa$avra jóia as
seuintes de"iniç.es3
1 o&/eto de meta$ precioso "inamente tra&a$*ado, em -ue muitas ve)es se
enastam pedras preciosas, p(ro$as etc' ou a -ue ( ap$icado esma$te, us' como
acess>rio de vestu0rio, adorno de ca&eça, pescoço, ore$*as, &raços, dedos etc'
2 Pedra preciosa de rande va$or'
3 p' ext' -ua$-uer o&/eto caro e tra&a$*ado com arte Iestatueta, re$>io, co"re,
vaso etcD'
As de"iniç.es são c$aras, precisas' =odas iram em torno de um o&/eto de
va$or' A partir dessas de"iniç.es, podemos criar "rases com muita seurança'
Ex'3 Essa j'ia em seu pesco$o está *á várias gera$4es em nossa famlia.
3 rubi ! uma j'ia que encanta meus ol*os.
Aquele vaso, provavelmente c*in,s, ! uma j'ia de raro acabamento.
A pa$avra jóia, presente nas tr!s "rases citadas, "oi empreada em seus
sentidos reais, primitivos' A isso se d0 o nome de denotação.
II) Conotação
?o$tando ao dicion0rio citado, encontramos na se-L!ncia da $eitura o
seuinte3
4 "i' pessoa ou coisa muito &oa e -uerida Isua so&rin*a ( uma />ia'
O pr>prio dicionarista nos d0 um exemp$o' ?e/amos outras "rases a&aixo'
Ela ! uma j'ia de menina.
%ue j'ia esse cac*orrin*o5
6in*a irmã se tornou uma j'ia muito especial.
O&serve -ue, em todas as "rases, a pa$avra />ia extrapo$ou o sentido
oriina$ de o&/eto caro' E$a est0 se re"erindo a pessoas e animais, -ue, na
rea$idade, não podem ser />ias, se $evarmos em conta o sentido denotativo do
termo' J0 uma comparação imp$#cita em cada "rase3 &onito ou &onita como uma
/>ia' Di)emos então -ue se trata de conotação'
?amos comparar as duas "rases a&aixo3
@
Comi uma fruta deliciosa.
Ela escreveu uma frase deliciosa.
Na primeira, o ad/etivo deliciosa est0 empreado denotativamente, pois
indica o osto arad0ve$ da "ruta+ trata,se do sentido rea$ do termo' Na seunda, o
ad/etivo não pode ser entendido Gao p( da $etraH, uma ve) -ue "rase não tem
osto, não tem sa&or' Q um empreo especia$, esti$#stico da pa$avra deliciosa.
Assim, e$a est0 usada conotativamente'
Fuitas ve)es, as peruntas de interpretação se vo$tam para o empreo
denotativo ou conotativo dos voc0&u$os' E mais3 o entendimento $o&a$ do texto
pode depender disso' Leia,o, pois, com atenção' A $eitura atenta ( tudo'
III) Figuras de linguagem
As "iuras constituem um recurso especia$ de construção, va$ori)ando e
em&e$e)ando o texto' J0 -uest.es de provas, inc$usive em concursos p%&$icos,
-ue co&ram, direta ou indiretamente, o empreo ade-uado da $inuaem "iurada'
?e/amos as mais importantes, -ue voc! não pode descon*ecer' E$as não serão,
a-ui, arupadas de acordo com sua nature)a3 de pa$avras, de pensamento e de
sintaxe' Não *0 importRncia nessa distinção, para interpretarmos um texto'
1) Comparação ou simile
1onsiste, como o pr>prio nome indica, em comparar dois seres, "a)endo
uso de conectivos apropriados'
Ex'3 Esse liq7ido ! a.edo como limão.
A jovem estava branca qual uma vela.
2) Metáfora
=ipo de comparação em -ue não aparecem o conectivo nem o e$emento
comum aos seres comparados'
Ex'3 86in*a vida era um palco iluminado...9 -6in*a vida era alegre, bonita etc.
como um palco iluminado./
:uas mãos são de veludo. -Entenda1se2 mãos macias como o veludo/
8A vida, manso lago a.ul...9 -;<lio =alusse/
INeste exemp$o, nem o ver&o aparece, mas ( c$ara a id(ia da comparação3 a vida
( suave, ca$ma como um manso $ao a)u$'D
3) Metonímia
=roca de uma pa$avra por outra, *avendo entre e$as uma re$ação rea$,
concreta, o&/etiva' J0 v0rios tipos de meton#mia'
Ex'3 =empre li #rico >erssimo, -o autor pela obra/
Ele nunca teve o seu pr'prio teto. -a parte pelo todo/
B
Cuidemos da inf?ncia. -o abstrato pelo concreto2 inf?ncia @ crian$as/
Comerei mais um prato. -o continente pelo conte<do/
Aan*o a vida com meu suor. -o efeito pela causa/
4) Hipérbole
1onsiste em exaerar as coisas, extrapo$ando a rea$idade'
Ex'3 :en*o mil*ares de coisas para fa.er.
Estava quase estourando de tanto rir.
>ive inundado de lágrimas.
5) Eufemismo
Q a suavi)ação de uma id(ia desarad0ve$' 1*amado de $inuaem
dip$om0tica'
Ex'3 6in*a avo.in*a descansou. -morreu/
Ele tem aquela doen$a. -c?ncer/
>oc, não foi feli. com suas palavras. -foi est<pido, grosseiro/
6) Prosopopéia ou personificação
1onsiste em se atri&uir a um ser inanimado ou a um anima$ aç.es pr>prias
dos seres *umanos'
Ex' A areia c*orava por causa do calor.
As flores sorriam para ela.
7) Pleonasmo
Repetição en"0tica de um termo ou de uma id(ia'
Ex'3 3 pátio, ningu!m pensou em lavá1lo. -lo B 3 pátio/
>i o acidente com ol*os bem atentos. ->er s' pode ser com os ol*os./
8) Anacoluto
Q a -ue&ra da estruturação sint0tica, de -ue resu$ta "icar um termo sem
"unção sint0tica no per#odo' Q parecido com um dos tipos de p$eonasmo'
Ex'3 3 jovem, algu!m precisa falar com ele.
O&serve -ue o termo O jovem pode ser retirado do texto' E$e não se
encaixa sintaticamente no per#odo' 1aso diss(ssemos Com o jovem, ter#amos um
p$eonasmo3 com o /ovem N com e$e'
9) Antítese
Empreo de pa$avras ou express.es de sentido oposto'
8
Ex'3 Era cedo para alguns e tarde para outros.
8&ão !s bom, nem !s mau2 !s triste e *umano.9 -3lavo Cilac/
10) Sinestesia
1onsiste numa "usão de sentidos'
Ex'3 (espertou1me um som colorido. -audi$ão e visão/
Era uma bele.a fria. -visão e tato/
11) Catacrese
Q a extensão de sentido -ue so"rem determinadas pa$avras na "a$ta ou
descon*ecimento do termo apropriado' Essa extensão ocorre com &ase na
ana$oia' Por isso, e$a ( uma variação da met0"ora'
Ex'3 )eito do rio. (ente de al*o. Carriga da perna. C!u da boca.
1uriosas são as catacreses constitu#das por ver&os3 em&arcar num trem,
enterrar uma au$*a no dedo etc' Em&arcar ( entrar no &arco, não no trem+
enterrar ( entrar na terra, não no dedo'
12) Hipálage
Ad/etivação de um termo em ve) de outro'
Ex'3 3 nado branco dos cisnes o fascinou, -brancos são os cisnes/
Acompan*ava o vôo negro dos urubus, -negros são os urubus/
13) Quiasmo
Ao mesmo tempo repetição e inversão de termos, podendo *aver a$umas
a$teraç.es'
Ex'3 8&o meio do camin*o tin*a uma pedra tin*a uma pedra no meio do
camin*o 8-C. (. Andrade/
8>in*as fatigada e triste, e triste e fatigado eu vin*a.9 -3lavo Cilac/
14) Silepse
1oncordRncia anorma$ "eita com a id(ia -ue se "a) do termo e não com o
pr>prio termo' Pode ser3
a/ de g,nero
Ex'3 > =a ! bondoso.
P
A concordRncia norma$ seria bondosa, /0 -ue V. Sa ( do !nero "eminino'
<e),se a concordRncia com a id(ia -ue se possui, ou se/a, trata,se de um *omem'
b/ de n<mero
Ex'3 3 grupo c*egou apressado e conversavam em vo. alta.
O seundo ver&o do per#odo deveria concordar com grupo.
Fas a id(ia de p$ura$ contida no co$etivo $eva o "a$ante a &otar o ver&o no
p$ura$3 conversavam' =a$ concordRncia anorma$ não deve ser "eita com o primeiro
ver&o'
c/ de pessoa.
Ex'3 3s brasileiros somos otimistas.
Em princ#pio, dir,se,ia são, pois o su/eito ( de terceira pessoa do p$ura$'
Fas, por estar inc$u#do entre os &rasi$eiros, ( poss#ve$ co$ocar o ver&o na
primeira pessoa3 somos'
15) Perífrase
Empreo de v0rias pa$avras no $uar de poucas ou de uma s>'
Ex'3 8=e lá no assento et!reo onde subiste...9 -Cam4es/
assento et(reo N c(u'
Forei na ?ene)a &rasi$eira'
?ene)a &rasi$eira N Reci"e
Não provo-ue o rei dos animais'
rei dos animais N $eão'
O&s'3 Kuest.es -ue envo$vem per#"rase pedem, "re-Lentemente, con*ecimento
independente do texto'
16) Assíndeto
Aus!ncia de conectivo' Q um tipo especia$ de e$ipse, -ue ( a omissão de
-ua$-uer termo'
Ex'3 Entrei, peguei o livro, fui para a rede.
Liando as duas %$timas oraç.es, deveria aparecer a con/unção e'
17) Polissíndeto
Repetição da con/unção, era$mente e'
5;
Ex'3 8:rejeita, e canta, e ri nervosamente.9 -Padre Antônio :omás/
8E treme, e cresce, e bril*a, e afia o ouvido, e escuta.9 -3lavo Cilac/
18) Zeugma
Omissão de um termo, era$mente ver&o, empreado anteriormente'
?ariação da e$ipse'
Ex'3 8A moral legisla para o *omem" o direito, para o cidadão.9 -:omás
Dibeiro/
8=ão estas as tradi$4es das nossas lin*agens" estes os exemplos de nossos
av's.9 -Eerculano/
O&s'3Na primeira "rase, est0 su&entendida a "orma ver&a$ legisla; na seunda,
são'
19) Apóstrofe
1*amamento, invocação de a$u(m ou a$o, presente ou ausente'
1orresponde ao vocativo da an0$ise sint0tica'
Ex'3 8(eus5 ' (eus5 onde estás que não respondesF59 -Castro Alves/
8Erguei1vos, menestr!is, das p<rpuras do leito59 -Auerra ;unqueiro/
20) Ironia
1onsiste em di)er,se o contr0rio do -ue se -uer' Q "iura muito importante
para a interpretação de textos'
Ex'3 86o$a linda bem tratada, tr,s s!culos de famlia, burra como uma porta,
um amor.9 -6ário de Andrade/
O&serve -ue, ap>s c*amar a moça de &urra, o poeta encerra a estro"e com
um aparente e$oio3 um amor'
21) Hipérbato
Q a inversão da ordem dos termos na oração ou das oraç.es no per#odo'
Ex'3 8Aberta em par estava a porta.9 -Almeida Aarrett/
8Essas que ao vento v,m
Celas c*uvas de jun*o59 -;oaquim Cardo.o/
22) Anástrofe
?ariante do *ip(r&ato' 1onsiste em se inverter a ordem natura$ existente
entre o termo determinado Iprincipa$D e o determinante Iacess>rioD'
Ex'3 =entimos do vento a carcia.
55
(eterminado2 a carcia
(eterminante2 do vento
O&s'3 Nem sempre ( simp$es a distinção entre *ip(r&ato e an0stro"e' J0 certa
discordRncia entre os especia$istas do assunto'
23) Onomatopéia
Pa$avra -ue imita sons da nature)a'
Ex'3 3 ribombar dos can*4es nos assustava.
&ão ag7entava mais aquele tique1taque insistente.
8&ão se ouvia mais que o plic1plic1plic1plic da agul*a no pano.9 -6ac*ado
de Assis/
24) Aliteração
Repetição de "onemas consonantais'
Ex'3 &em toda tarefa ! tão tranq7ila.
8Duem por terra as emperradas portas.9 -Cocage/
83s teus gril*4es estrdulos estalam.9 -Daimundo Correia/
O&s'3 Nos dois %$timos exemp$os, as a$iteraç.es procuram reprodu)ir, sons
naturais, constituindo,se tam&(m em onomatop(ias'
25) Enálage
=roca de tempos ver&ais'
Ex'3 =e voc, viesse, gan*ava min*a vida mais entusiasmo,
Agora que murc*aram teus loureiros
Gora doce em teu seio amar de novo.9 -Hlvares de A.evedo/
O&s'3 Na primeira "rase, ganhava est0 no $uar de ganharia; na seunda, fora
su&stitui seria.
56
CAPITULO 3
COESÃO E COERÊNCIA. CONECTORES
I) Coesão e coerência
O texto ( um con/unto *armEnico de e$ementos, associados entre si por
processos de coordenação ou su&ordinação' Os "onemas Isons da "a$aD,
representados ra"icamente pe$as $etras, se unem constituindo as pa$avras' Estas,
por sua ve), $iam,se para "ormar as oraç.es, -ue passam a se arupar
constituindo os per#odos' A reunião de per#odos d0 oriem aos par0ra"os' Estes
tam&(m se unem, e temos então o con/unto "ina$, -ue ( o texto'
No meio de tudo isso, *0 certos e$ementos -ue permitem -ue o texto se/a
inte$i#ve$, com suas partes devidamente re$acionadas' 7e a $iação entre as partes
do texto não "or &em "eita, o sentido $>ico ser0 pre/udicado' O&serve
atentamente o trec*o seuinte'
Levantamos muito cedo' <a)ia "rio e a 0ua *avia cone$ado nas torneiras'
At( os animais, acostumados com &aixas temperaturas, permaneciam,
preuiçosamente, em suas tocas' Apesar disso, deixamos de "a)er nossa
camin*ada matina$ com as crianças'
O trec*o ( composto por v0rios per#odos, arupados em dois sementos
distintos' No primeiro, "a$a,se do "rio intenso e suas conse-L!ncias+ no seundo,
a decisão de não "a)er a camin*ada matina$' O -ue aparece para "a)er a $iação
entre esses dois sementosS A $ocução apesar disso. Ora, esse termo tem va$or
concessivo, $ia duas coisas contradit>rias, opostas+ mas o -ue seue a e$e ( uma
conse-L!ncia do "rio -ue "a)ia na-ue$a man*ã' Dessa "orma, no $uar de apesar
disso, dever#amos usar por isso, por causa disso, em virtude disso etc'
1onc$ui,se o seuinte3 as partes do texto não estavam devidamente
$iadas' Di),se então -ue "a$tou coesão textua$'
1onse-Lentemente, o trec*o "icou sem coer!ncia, isto (, sem sentido
$>ico'
Resumindo, podemos di)er -ue a coesão ( a $iação, a união entre partes
de um texto+ coer!ncia ( o sentido $>ico, o nexo'
II) Elementos conectores
Q extremamente importante, para -ue se penetre no texto, uma noção
seura dos recursos de -ue a $#nua disp.e para esta&e$ecer a coesão textua$'
A$i0s, esse termo ( ainda mais amp$o3 -ua$-uer v#ncu$o esta&e$ecido entre as
pa$avras, as oraç.es, os per#odos ou os par0ra"os podemos c*amar de coesão'
=oda pa$avra ou expressão -ue se re"ere a coisas passadas no texto, ou mesmo 2s
-ue ainda virão, são e$ementos conectores' Os termos a -ue e$es se re"erem
podem ser c*amados de re"erentes' Fuita atenção, pois, com os conectores' Eis
os mais importantes3
I/ Pronomes pessoais, retos ou oblquos
5A
Ex'3 6eu fil*o está na escola. Ele tem uma prova *oje.
E$e N meu "i$*o Ire"erenteD
Carlos trouxe o memorando e o entregou ao c*efe.
O N memorando Ire"erenteD
J/ Pronomes possessivos
Ex'3 Pedro, c*egou a sua maior oportunidade.
7ua N Pedro Ide PedroD
K/ Pronomes demonstrativos
Os demonstrativos estão entre os mais importantes conectores da $#nua
portuuesa' <re-Lentemente se criam -uest.es de interpretação ou compreensão
com &ase em seu empreo' ?e/a os casos seuintes'
aD 3 fil*o está demorando, e isso preocupa a mãe.
Isso N O "i$*o est0 demorando'
b) Isto preocupa a mãe2 o fil*o está demorando.
Isto N o "i$*o est0 demorando'
Parecidos, não ( mesmoS A di"erença ( -ue isso Iesse, esses, essa, essasD (
usado para "a)er re"er!ncia a coisas ou "atos passados no texto' Isto Ieste, estes,
esta, estasD re"ere,se a coisas ou "atos -ue ainda aparecerão' Em&ora se "aça uma
certa con"usão *o/e em dia, o seu empreo ade-uado ( exatamente o -ue
aca&amos de expor'
cD 3 *omem e a mul*er estavam sorrindo. Aquele porque foi promovido" esta
por ter recebido um presente.
A-ue$e N *omem
esta N mu$*er
=emos a-ui uma situação especia$ de coesão3 evitar a repetição de termos
por meio do empreo de este Iestes, esta, estasD e a-ue$e Ia-ue$es, a-ue$a,
a-ue$asD' Não se usa, a-ui, o pronome esse Iesses, essa, essasD' 1om re$ação ao
exemp$o, a pa$avra aquele re"ere,se ao termo mais a"astado I*omemD, en-uanto
esta, ao mais pr>ximo Imu$*erD' 7eme$*ante corre$ação tam&(m pode ser "eita
com numerais Iprimeiro e seundoD ou com pronomes inde"inidos Ium e outroD'
L/ Pronomes indefinidos
Ex'3 &aquela !poca, os *omens, as mul*eres, as crian$as, todos acreditavam na
vit'ria.
todos N *omens, mu$*eres, crianças
5:
M/ Pronomes relativos
Ex'3 Eavia ali pessoas que me ajudavam.
-ue N pessoas
No caso do pronome re$ativo, o seu re"erente costuma ser c*amado de
antecedente'
N/ Pronomes interrogativos
Ex'3 Quem será responsabili.adoF 3 rapa. do almoxarifado, por não ter
conferido os materiais.
Kuem N rapa) do a$moxari"ado
O/ =ubstantivos
Ex'3 ;os! e Eelena c*egaram de f!rias. Crian$as ainda, não entendem o que
aconteceu com o professor.
1rianças N Tos( e Je$ena
P/ Adv!rbios
Ex'3 A faculdade ensinou1o a viver. )á se tornou um *omem.
L0 N "acu$dade
Q/ Preposi$4es
As preposiç.es $iam pa$avras dentro de uma mesma oração' Em casos
excepcionais, $iam duas oraç.es' E$as não possuem re"erentes no texto,
simp$esmente esta&e$ecem v#ncu$os'
Ex'3 Preciso de ajuda.
6orreu de frio.
Nas duas "rases, a preposição $ia um ver&o a um su&stantivo' Na
primeira, em -ue introdu) um o&/eto indireto Icomp$emento ver&a$ com
preposição exiida pe$o ver&oD, e$a ( destitu#da de sini"icado' Di),se -ue tem
apenas va$or re$aciona$' Na seunda, em -ue introdu) um ad/unto adver&ia$, e$a
possui va$or semRntico ou nociona$, uma ve) -ue a expressão -ue e$a inicia tem
um va$or de causa' ?e/a, a seuir, os principais va$ores semRnticos das
preposiç.es'
U De causa
Ex'3 Perdemos tudo com a seca.
U De mat(ria
59
Ex'3 :rouxe copos de papel.
U De assunto
Ex'3 Galavam de poltica.
U De "im ou "ina$idade
Ex'3 >ivia para o estudo.
U De meio
Ex'3 Galaram por telefone.
U De instrumento
Ex'3 Geriu1se com a tesoura.
U De condição
Ex'3 Ele não vive sem feijão.
U De posse
Ex'3 Ac*ei o livro de Andr!.
U De modo
Ex'3 Agiu com tranq7ilidade.
U De tempo
Ex'3 Detornaram de man*ã.
U De compan*ia
Ex'3 Passeou com a irmã.
U De a"irmação
Ex'3 Rrei com certe.a.
U De $uar
Ex'3 Ele veio de casa.
IS/ Conjun$4es e locu$4es conjuntivas
1on/unção ( a pa$avra -ue $ia duas oraç.es ou, em poucos casos, dois
e$ementos de mesma nature)a' Pode,se entender tam&(m como a pa$avra -ue
introdu) uma oração, -ue pode ser coordenada ou su&ordinada' Não vai nos
5@
interessar a-ui essa distinção' 7e dese/ar, consu$te o nosso $ivro Portuu!s para
1oncursos'
Q sumamente importante para a interpretação e a compreensão de textos o
con*ecimento das con/unç.es e $ocuç.es correspondentes'
1*amaremos a todas, simp$esmente, con/unç.es'
Da mesma "orma -ue as preposiç.es, as con/unç.es não t!m re"erentes
propriamente ditos' 1umpre recon*ecer o va$or de cada uma, para -ue se entenda
o sentido das oraç.es em portuu!s e, conse-Lentemente, do texto em -ue e$as
aparecem'
Conjunções coordenativas
7ão as -ue iniciam oraç.es coordenadas' Podem ser3
I/ Aditivas2 esta&e$ecem uma adição, somam coisas ou oraç.es de mesmo va$or'
Principais con/unç.es3 e, nem, mas tam&(m, como tam&(m, senão tam&(m,
como, &em como, -uanto'
Ex'3 Gec*ou a porta e foi tomar caf!.
&ão trabal*a nem estuda.
:anto l, como escreve.
&ão s' pintava, mas também fa.ia versos.
&ão somente lavou, como também escovou os cães.
J/ Adversativas2 esta&e$ecem id(ias opostas, contrastantes'
Principais con/unç.es3 mas, por(m, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não
o&stante, senão, -ue'
Ex'3 Correu muito, mas não se cansou.
As árvores cresceram, porém não estão bonitas.
Galou alto, todavia ningu!m escutou.
C*egamos com os alimentos, no entanto não estavam com fome.
&ão o culpo, senão a voc,.
Pe$a isso a outra pessoa, que não a mim.
O&servaç.es
aD Em todas as "rases *0 id(ia de oposição' 7e a pessoa corre muito, deve "icar
cansada' A pa$avra mas introdu) uma oração -ue contraria isso' O mesmo ocorre
com as outras con/unç.es e suas respectivas oraç.es'
&D Vs ve)es, a pa$avra e, norma$mente aditiva, assume va$or adversativo'
Ex'3 Gi. muito esfor$o e nada consegui, (mas nada conseuiD
K/ Conclusivas2 esta&e$ecem conc$us.es a partir do -ue "oi dito inicia$mente'
Principais con/unç.es3 $oo, portanto, por conseuinte, pois Ico$ocada depois do
ver&oD, por isso, então, assim, em vista disso'
5B
Ex'3 C*egou muito cedo, logo não perdeu o incio do espetáculo.
:odos foram avisados, portanto não procedem as reclama$4es.
# bastante cuidadoso" consegue, pois, bons resultados.
Estava desanimado, por conseguinte deixou a empresa.
# trabal*ador, então s' pode ser *onesto.
L/ Alternativas2 $iam id(ias -ue se a$ternam ou mesmo se exc$uem'
Principais con/unç.es3 ou, ou'''ou, ora'''ora, /0'''/0, -uer'''-uer'
Ex'3 Ga$a sua parte, ou procure outro emprego.
ra narrava, ora comentava.
8;á atravessa as florestas, já c*ega aos campos do Rpu.9 -;os! de Alencar/
M/ Explicativas2 exp$icam ou /usti"icam o -ue se di) na primeira oração'
Principais con/unç.es3 por-ue, pois, -ue, por-uanto'
Ex'3 C*orou muito, porque os ol*os estão inc*ados.
C*oveu durante a madrugada, pois o c*ão está alagado.
>olte logo, que vai c*over.
Era uma crian$a estudiosa, porquanto sempre tirava boas notas.
O&servaç.es
aD Essas con/unç.es tam&(m podem iniciar oraç.es su&ordinadas causais, como
veremos adiante'
&D Depois de imperativo, e$as s> podem ser coordenativas exp$icativas, como no
terceiro exemp$o'
Conjunções subordinativas
7ão as -ue iniciam as oraç.es su&ordinadas' Podem ser3
I/ Causais2 iniciam oraç.es -ue indicam a causa do -ue est0 expresso na oração
principa$'
Principais con/unç.es3 por-ue, pois, -ue, por-uanto, /0 -ue, uma ve) -ue, como,
visto -ue, visto como'
Ex'3 3 gato miou porque pisei seu rabo.
Estava feli. pois encontrou a bola.
:riste que estava, não quis passear.
;á que me pediram, vou continuar.
>isto que vai c*over, sairemos agora mesmo.
Como fa.ia frio, pegou o agasal*o.
58
J/ Condicionais2 introdu)em oraç.es -ue esta&e$ecem uma condição para -ue
ocorra o -ue est0 expresso na oração principa$'
Principais con/unç.es3 se, caso, desde -ue, a menos -ue, sa$vo se, sem -ue,
contanto -ue, dado -ue, uma ve) -ue'
Ex'3 Explicarei a situa$ão, se isso for importante para todos.
Caso me solicitem, escreverei uma nova carta.
>oc, será aprovado, desde que se esforce mais.
!em que digas a verdade, não poderemos prosseguir.
Contanto que todos participem da reunião, os projetos serão apresentados.
"ma ve. que ele tente, poderá alcan$ar o objetivo.
K/ Concessivas2 começam oraç.es com va$or de concessão, isto (, id(ia contr0ria
2 da oração principa$' 1uidado especia$ com essas con/unç.es! E$as são &astante
co&radas em -uest.es de provas'
Principais con/unç.es3 em&ora, ainda -ue, mesmo -ue, con-uanto, posto -ue, se
&em -ue, por mais -ue, por menos -ue, suposto -ue, apesar de -ue, sem -ue, -ue,
nem -ue'
Ex.: Embora gritasse, não foi atendido.
Perderia a condu$ão mesmo que acordasse cedo.
Conquanto estivesse com dores, esperou pacientemente.
#osto que me ten*am convidado com insist,ncia, não quis participar.
#or mais que tentem explicar, o caso continua confuso.
!em que ten*a grandes virtudes, ! adorado por todos.
(oente que estivesse, participaria da maratona.
Gale, nem que seja por um minuto apenas.
L/ Comparativas2 introdu)em oraç.es com va$or de comparação'
Principais con/unç.es3 como, IdoD -ue, -ua$, quanto, "eito, -ue nem'
Ex'3 Ele sempre foi ágil como o pai.
6aria estuda mais que a irmã. Iou do -ueD
&ada o entristecia tanto quanto o sofrimento de seu povo.
Estava parado $eito uma estátua.
Dastejávamos que nem serpentes.
Ele agiu tal qual eu l*e pedira.
Observações
aD Cera$mente o ver&o da oração comparativa ( o mesmo da principa$ e "ica
su&entendido' Q o -ue ocorre nos cinco primeiros exemp$os'
&D As con/unç.es feito e que nem são de empreo co$o-uia$'
M/ Conformativas2 principiam oraç.es com va$or de acordo em re$ação 2
principa$'
5P
Principais con/unç.es3 con"orme, seundo, consoante, como'
Ex'3 Gi. tudo con$orme me solicitaram.
!egundo nos contaram, o jogo foi anulado.
Pedro tomou uma decisão consoante determinava a sua consci,ncia.
Carlos ! inteligente como os pais sempre afirmaram.
N/ Consecutivas2 iniciam oraç.es com va$or de conse-L!ncia'
Principais con/unç.es3 -ue Idepois de tão, ta$, tanto, taman*o, c$aros ou ocu$tosD,
de sorte -ue, de maneira -ue, de modo -ue, de "orma -ue'
Ex'3 Galou tão alto que acordou o vi.in*o.
Aritava que era uma barbaridade. ICritava tanto'''D
Eu l*e expliquei tudo, de modo que não *á motivos para discussão.
O/ Proporcionais2 começam oraç.es -ue esta&e$ecem uma proporção'
Principais con/unç.es3 2 proporção -ue, 2 medida -ue, ao passo -ue, -uanto Iem
corre$aç.es do tipo -uanto mais'''mais, -uanto menos'''menos, -uanto
mais'''menos, -uanto menos'''mais, -uanto maior'''maior, -uanto menor'''menorD'
Ex'3 =eremos todos feli.es % proporção que amarmos.
& medida que o tempo passava, crescia a nossa expectativa.
3 ar se tornava rarefeito ao passo que subamos a montan*a.
Quanto mais nos preocuparmos, mais ficaremos nervosos.
Quanto menos estudamos, menos progredimos.
Quanto maior for o preparo, maior será a oportunidade.
P/ Ginais2 introdu)em oraç.es com va$or de "ina$idade'
Principais con/unç.es3 para -ue, a "im de -ue, -ue, por-ue'
Ex'3 Gec*ou a porta para que os animais não entrassem.
:rarei min*as anota$4es a $im de que voc, me ajude.
Ga$o votos que sejas feli.. IN para -ueD
Esforcei1me porque tudo desse certo. IN para -ueD
Q/ :emporais2 introdu)em oraç.es com va$or de tempo'
Principais con/unç.es3 -uando, assim -ue, $oo -ue, antes -ue, depois -ue, ma$,
apenas, -ue, desde -ue, en-uanto'
Ex'3 C*eguei quando eles estavam saindo.
Assim que anoiteceu, fomos para casa.
=entiu1se aliviado depois que tomou o rem!dio.
'al a casa foi reformada, a famlia se mudou.
Eoje, que não ten*o tempo, c*egaram as propostas.
Estávamos lá desde que ele come$ou a lecionar.
Enquanto o fil*o estudava, a mãe fa.ia comida.
6;
IS/ Rntegrantes2 são as %nicas desprovidas de va$or semRntico+ iniciam oraç.es
-ue comp$etam o sentido da outra+ tais oraç.es são c*amadas de su&ordinadas
su&stantivas'
7ão apenas duas3 -ue e se
Ex'3 # bom que o problema seja logo resolvido..
>eja se ele já c*egou.
O&s'3As pa$avras que e se, nos exemp$os acima, iniciam oraç.es -ue "uncionam,
respectivamente, como su/eito e o&/eto direto da oração principa$'
Observações finais
a) Apesar de e em que pese a são $ocuç.es prepositivas com va$or de concessão'
Liam pa$avras dentro de uma mesma oração ou introdu)em oraç.es redu)idas de
in"initivo'
Ex'3 Apesar do aviso de perigo, ele resolveu escalar a montan*a.
Apesar de ventar muito, fomos para a pracin*a.
Em que pese a vários pedidos do gerente, o caixa não fe. serão.
Em que pese a ter treinado bem, foi colocado na reserva.
&D A$umas con/unç.es coordenativas 2s ve)es $iam pa$avras dentro de uma
mesma oração'
Ex' Carlos e Dodrigo são irmãos.
&ão encontrei =!rgio nem Degina.
Comprarei uma casa ou um apartamento.
Casos especiais
?oc! deve ter perce&ido -ue a$umas con/unç.es t!m va$ores semRnticos
diversos' ?amos destacar a$umas a&aixo' A c$assi"icação de suas oraç.es
depende disso, por(m o mais importante é o sentido da frase.
Mas
aD 1oordenativa adversativa
Ex'3 Pediu, mas ningu!m atendeu.
&D 1oordenativa aditiva Iseuida de também; e-Liva$e a como)
Ex'3 &ão s' dá aulas, mas tamb!m escreve. IN D0 au$as e escreveD
aD 1oordenativa aditiva
Ex'3 >oltou e brincou com o cac*orro.
65
&D 1oordenativa adversativa
Ex'3 )eu o livro, e não entendeu nada. IN masD
Pois
aD 1oordenativa conc$usiva
Ex'3 :rabal*ou a tarde inteira" estava, pois, esgotado. IN portantoD
&D 1oordenativa exp$icativa
Ex'3 :raga o jornal, pois eu quero ler.
cD 7u&ordinativa causa$
Ex'3 A planta secou pois não foi regada.
Como
aD 1oordenativa aditiva
Ex'3 :anto ria como c*orava. IN Ria e c*oravaD
&D 7u&ordinativa causa$
Ex'3 Como passou mal, desistiu do passeio. IN Por-ueD
cD 7u&ordinativa comparativa
Ex'3 Era alto como um poste. IN -ue nemD
dD 7u&ordinativa con"ormativa
Ex'3 Alterei a programa$ão, como o c*efe determinara. IN con"ormeD
Porque
aD 1oordenativa exp$icativa
Ex'3 &ão fa$a perguntas, porque ele ficará .angado.
&D 7u&ordinativa causa$
Ex'3 As frutas caram porque estavam maduras.
cD 7u&ordinativa "ina$
Ex'3 #orque meu fil*o fosse feli., fui para outra cidade. IN para -ueD
66
Uma vez que
aD 7u&ordinativa causa$
Ex'3 Gi. aquela declara$ão uma ve. que estava sendo pressionado. IN por-ueD
&D 7u&ordinativa condiciona$
Ex'3 Uma ve) que mude de *0&itos, poder0 ser aceito no rupo' IN 7e mudar de
*0&itosD
Se
aD 7u&ordinativa condiciona$
Ex'3 !e forem discretos, agradarão a todos. IN 1aso se/am discretosD
&D 7u&ordinativa interante
Ex'3 (iga1me se está na *ora.
Desde que
aD 7u&ordinativa condiciona$
Ex'3 Desde que digam a verdade, não *averá problemas.
&D 7u&ordinativa tempora$
Ex'3 Con*e$o aquela jovem desde que ela era um beb,.
Sem que
aD 7u&ordinativa condiciona$
Ex'3 &ão será possvel o acordo, sem que *aja um debate equilibrado. IN se não
*ouver'''D
&D 7u&ordinativa concessiva
Ex'3 !em que fi.esse muito esfor$o, foi aprovado no concurso. IN Em&ora não
"i)esse'''D
Porquanto
aD 1oordenativa exp$icativa
Ex'3 Ele deve ter c*orado, porquanto seus ol*os estão vermel*os.
6A
&D 7u&ordinativa causa$
Ex'3 Gicamos animados porquanto *ouve progresso no
tratamento.
Quanto
aD 1oordenativa aditiva
Ex'3 Eles tanto criticam quanto incentivam. IN E$es criticam e incentivamD
&D 7u&ordinativa comparativa
Ex'3 Ele se preocupa tanto quanto o m!dico.
Que
aD 1oordenativa adversativa
Ex'3 (iga tal coisa a outro, que não a ele. -B mas não a ele/
&D 1oordenativa exp$icativa
Ex'3 Ga$a as anota$4es, que voc, estudará mel*or.
cD 7u&ordinativa causa$
Ex'3 &ervoso que se encontrava, não conseguiu assinar o documento.
dD 7u&ordinativa concessiva
Ex'3 =ujo que estivesse, deitaria na poltrona. -B embora/
eD 7u&ordinativa comparativa
Ex'3 # mais trabal*ador que o tio.
"D 7u&ordinativa consecutiva
Ex'3 Era tal seu medo que fugiu.
D 7u&ordinativa "ina$
Ex'3 Ele me fe. um sinal que eu não dissesse nada. -B para que/
*D 7u&ordinativa tempora$
Ex'3 Agora, que já tomaste o rem!dio, sairemos. -B quando/
6:
ID 7u&ordinativa interante
Ex'3 %ueria que todos fossem feli.es.
69
CAPITULO 4
TIPOLOGIA TEXTUAL
?eremos neste cap#tu$o apenas o essencia$ da tipo$oia, a-ui$o -ue, de uma
"orma ou de outra, costuma ser co&rado em -uest.es de interpretação ou
compreensão de textos' 7ão, portanto, noç.es -ue podem a/ud0,$o a acertar
determinados tipos de testes'
I) Descrição
Mm texto se di) descritivo -uando tem por &ase o o&/eto, a coisa, a pessoa'
Fostra deta$*es, -ue podem ser "#sicos, morais, emocionais, espirituais' Nota,se
-ue a intenção ( rea$mente descrever, da# a pa$avra descrição' ?e/a o exemp$o
a&aixo3
GDiante de$a e todo a contemp$0,$a, est0 um uerreiro estran*o, se ( uerreiro e
não a$um mau esp#rito da "$oresta' =em nas "aces o &ranco das areias -ue
&ordam o mar, nos o$*os o a)u$ triste das 0uas pro"undas' Inotas armas e
tecidos inotos co&rem,$*e o corpo'H ITos( de A$encar, IracemaD
Mma caracter#stica marcante da descrição ( a "orte ad/etivação -ue $eva o
$eitor a visua$i)ar o ser descrito' No trec*o em estudo, o *omem visto por
Iracema ( &ranco, tem o$*os tristes Ive/a -ue &e$a *ip0$ae criou o autor3 a)u$
triste em ve) de o$*os tristesD+ as 0uas são pro"undas, e os tecidos e armas,
inotos, ou se/a, descon*ecidos' O&serve como a pa$avra todo reve$a a
perp$exidade do uerreiro, ext0tico a o&servar a /ovem #ndia 2 sua "rente'
?e/a, aora, outro exemp$o de trec*o descritivo, na rea$idade uma
autodescrição'
GFeus ca&e$os eram muito &onitos, dum nero -uente, acastan*ado nos re"$exos'
1a#am pe$os meus om&ros em cac*os ordos, com ritmos pesados de mo$as de
espira$'H IF0rio de Andrade, =empo da 1amiso$in*aD
II) Narração
Kuando o texto est0 centrado no "ato, no acontecimento, di),se -ue se
trata de uma narração' Pa$avra derivada do ver&o narrar, narração ( o ato de
contar a$uma coisa' Nove$as, romances, contos são textos &asicamente
narrativos' 7ão os seuintes os e$ementos de uma narração3
I/ &arrador
Q a-ue$e -ue narra, conta o -ue se passa supostamente aos seus o$*os' Kuando
participa da *ist>ria, ( c*amado de narradorpersonaem' Então a narrativa "ica,
norma$mente, em 5O pessoa'
J/ Personagens
6@
7ão os e$ementos, usua$mente pessoas, -ue participam da *ist>ria' Fas os
personaens podem ser coisas ou animais, como no romance O =rio e o Toio, de
<ernando Namora, em -ue o personaem principa$, isto (, protaonista, ( uma
&urra'
K/ Enredo
Q a *ist>ria propriamente dita, a trama desenvo$vida em torno dos
personaens'
L/ :empo
O momento em -ue a *ist>ria se passa' Pode ser presente, passado ou
"uturo'
M/ Ambiente
O $uar em -ue a trama se desenvo$ve' Pode, natura$mente, variar muito,
no desenro$ar da narrativa' Eis, a seuir, um &om exemp$o de texto narrativo, em
-ue todos os e$ementos se "a)em presentes'
GFuitos anos mais tarde, Ana =erra costumava sentar,se na "rente de sua casa
para pensar no passado' E no seu pensamento como -ue ouvia o vento de outros
tempos e sentia o tempo passar, escutava vo)es, via caras e $em&rava,se de
coisas''' O ano de 85 trouxera um acontecimento triste para o ve$*o Faneco3
Jor0cio deixara a "a)enda, a contraosto do pai, e "ora para o Rio Pardo, onde
se casara com a "i$*a dum tanoeiro e se esta&e$ecera com uma pe-uena venda'H
IQrico ?er#ssimo, O =empo e o ?entoD
O trec*o do rande romance de Qrico ?er#ssimo est0 situado no tempo
I85D, "a) menção a $uares onde a trama se desenvo$ve e apresenta personaens,
como Ana =erra e 7eu Faneco' E, ( c$aro, a$u(m est0 contando3 ( o narrador da
*ist>ria'
?e/a mais um exemp$o de narração, aora com o narradorpersonaem'
GJo/e estive na $o/a de 7eu 1*amun, uma triste)a' Poeira e cisco por toda parte,
-ua$-uer dia vira monturo' Os dois empreados do meu tempo "oram em&ora,
não sei se dispensados, e o dono não tem disposição para $impar'H ITos( T' ?eia,
7om&ras de Reis War&udosD
III) Discurso
Os personaens -ue participam da *ist>ria evidentemente "a$am' Q o -ue
se con*ece como discurso, -ue pode ser3
I/ (ireto
O narrador apresenta a "a$a do personaem, intera$, pa$avra por pa$avra'
Cera$mente se usam dois pontos e travessão'
Ex'3 3 funcionário disse ao patrão2
1 Espero voltar no final do expediente.
6B
Dui perguntou ao amigo2
1 Posso c*egar mais tardeF
J/ Rndireto
O narrador incorpora 2 sua "a$a a "a$a do personaem' O sentido ( o
mesmo do discurso direto, por(m ( uti$i)ada uma con/unção interante (que ou
seD para "a)er a $iação'
Ex'3 3 funcionário disse ao patrão que esperava voltar no final do expediente.
Dui perguntou ao amigo se poderia c*egar mais tarde.
O&s'3 O con*ecimento desse assunto ( muito importante para as -uest.es
-ue envo$vem as par0"rases' 1uidado, pois, com o sentido' Procure ver se est0
sendo respeitada a corre$ação entre os tempos ver&ais e entre determinados
pronomes' A&aixo, outro exemp$o, &em e$ucidativo'
6in*a colega me afirmou2
1 Estarei aqui, se voc, precisar de mim.
6in*a colega me afirmou que estaria lá se eu precisasse dela.
O sentido (, riorosamente, o mesmo' <oi necess0rio "a)er in%meras
adaptaç.es'
K/ Rndireto livre
Q praticamente uma "usão dos dois anteriores' Perce&e,se a "a$a do
personaem, por(m sem os recursos do discurso direto Idois pontos e travessãoD
nem do discurso indireto Icon/unç.es -ue ou seD'
Ex'3 E$e camin*ava preocupado pe$a avenida deserta' 7er0 -ue vai c*over, $oo
*o/e, com todos esses compromissos!S
IV) Dissertação
Mm texto ( dissertativo -uando tem como centro a id(ia' Q, pois,
arumentativo, opinativo' Cera$mente ( o -ue se co&ra em concursos p%&$icos,
tanto em interpretação de textos -uanto na e$a&oração de redaç.es' Divide,se em3
I/ Rntrodu$ão
Per#odo de pouca extensão em -ue se apresenta uma id(ia, uma a"irmação
-ue ser0 desenvo$vida nos par0ra"os seuintes' Q ne$e -ue se $oca$i)a o c*amado
t>pico "rasa$, a-ue$e per#odo,c*ave em -ue se &aseia todo o texto'
J/ (esenvolvimento
Mm ou mais par0ra"os de extensão variada, de acordo com a necessidade
da composição' Q ne$e -ue se arumenta, discute, opina, re&ate' Q o corpo da
redação'
K/ Conclusão
68
Par0ra"o curto com -ue se encerra a descrição' Q tam&(m c*amado de
"ec*o' J0 v0rias moda$idades de conc$usão3 resumo da redação, citação de
a$u(m "amoso, opinião "ina$ contundente etc' ?e/a exemp$o de trec*os
dissertativos'
GDe muitas maneiras, o empreo de a$to "uncion0rio p%&$ico ( um sacerd>cio,
por(m pior, pois ( exercido so& os o$*ares atentos da imprensa' O cidadão
comum, tornado autoridade, trans"orma,se, do dia para a noite, numa esp(cie de
Rncora de notici0rio' Não deve aue/ar, improvisar nem correr riscos em temas
po$!micos'H ICustavo <ranco, na ?e/a 5B86D
GEntende,se por /u#)o um pensamento por meio do -ua$ se a"irma ou nea
a$uma coisa, se enuncia a$o+ serve para esta&e$ecer re$ação entre duas id(ias'
Emitir um /u#)o ( o mesmo -ue /u$ar' A inte$i!ncia opera por meio de /u#)os+
raciocinar consiste em encadear /u#)os para tirar uma conc$usão'H I1ar$os =o$edo
Ri))ini, Evo$ução para o =erceiro Fi$!nioD
GInsistamos so&re esta verdade3 a uerra de 1anudos "oi um re"$uxo em nossa
*ist>ria' =ivemos, inopinadamente, ressurreta e em armas em nossa "rente, uma
sociedade ve$*a, uma sociedade morta, a$vani)ada por um doido'H IEuc$ides da
1un*a, Os 7ert.esD
Observações
aD Mm texto, 2s ve)es, apresenta tipo$oia mista' Mma narração, por exemp$o,
pode conter traços dissertativos ou descritivos' A$i0s, isso ( "re-Lente' Não *0
rior a&so$uto'
&D 7e destacamos apenas um trec*o de uma determinada o&ra,
compreensive$mente todos os e$ementos -ue caracteri)am sua tipo$oia podem
não estar presentes' Por exemp$o, os tr!s trec*os dissertativos apresentados,
sendo par0ra"os iso$ados, não cont!m introdução, desenvo$vimento e conc$usão,
o -ue não impede -ue os c$assi"i-uemos da-ue$a "orma'
cD O tema costuma suerir uma determinada tipo$oia, mas tam&(m a-ui não *0
nada de a&so$uto' Diamos -ue se -ueira escrever so&re um passeio' A princ#pio,
pensa,se numa narração' Por(m, o autor pode prender,se a deta$*es do $uar, das
pessoas, do transporte uti$i)ado etc' =er#amos então uma descrição' Por outro
$ado, e$e pode "a$ar da importRncia do $a)er na vida das pessoas, para a sua sa%de
"#sica ou menta$ etc' Dessa "orma, desenvo$vendo id(ias, cair#amos em uma
dissertação'
6P
CAPITULO 5
SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS
?eremos, neste cap#tu$o, coisas importantes so&re a sini"icação de
pa$avras e express.es, -ue podem in"$uir, direta ou indiretamente, na
interpretação de um texto' =rata,se, em verdade, da semRntica, 2 -ua$ podemos
somar a denotação e a conotação, vistas em outra parte da o&ra'
I) Campos semânticos
As pa$avras podem associar,se de v0rias maneiras' Kuando se re$acionam
pe$o sentido, temos um campo semRntico' Não se trata de sinEnimos ou
antEnimos, mas de aproximação de sentido num dado contexto'
Ex'3 perna, bra$o, cabe$a, ol*os, cabelos, nari. 1T partes do corpo *umano
a.ul, verde, amarelo, cin.a, marrom, lilás 1 cores
martelo, serrote, alicate, torno, enxada 1T ferramentas
batata, ab'bora, aipim, berinjela, beterraba 1T legumes
Observações
aD =am&(m constituem campos semRnticos pa$avras como "$or, /ardim, per"ume,
terra, espin*o, em&ora não pertençam a um rupo de$imitado+ mas a associação
entre e$as ( evidente'
&D As pa$avras podem pertencer a campos semRnticos di"erentes' ?e/a o caso de
abóbora, citada *0 pouco' E$a tam&(m serve para indicar cor, o -ue a co$ocaria
no seundo rupo de pa$avras'
II) Polissemia
Q a capacidade -ue as pa$avras t!m de assumir sini"icados variados de
acordo com o contexto' Não se trata de *omon#mia, -ue estudaremos adiante'
Ex'3 Ele anda muito. 6ário anda doente. Aquele executivo s' anda de avião.
6eu rel'gio não anda mais.
O ver&o andar tem oriem no $atim ambulare. Possui in%meros
sini"icados em portuu!s, dos -uais destacamos apenas -uatro' =rata,se, pois, de
uma mesma pa$avra, de uso diverso na $#nua' Nas "rases do exemp$o, sini"ica,
respectivamente, camin*ar, estar, via/ar e "uncionar'
III) Sinonímia
Outro item de suma importRncia para a interpretação de textos' J0
sinon#mia -uando duas ou mais pa$avras t!m o mesmo sini"icado em
determinado contexto' Di),se, então, -ue são sinEnimos'
A;
Ex'3 3 comprimento da sala ! de oito metros.
A extensão da sala ! de oito metros.
A su&stituição de comprimento por extensão não a$tera o sentido da "rase,
pois os termos são sinEnimos'
Em verdade, as pa$avras são sinEnimas em certas situaç.es, mas podem
não ser em outras' Q a ri-ue)a da $#nua portuuesa "a$ando mais a$to' Pode,se
di)er, em princ#pio, -ue "ace e rosto são dois sinEnimos3 e$a tem um &e$o rosto,
e$a tem uma &e$a "ace' Fas não se conseue "a)er a troca de "ace por rosto numa
"rase do tipo3 em "ace do exposto, aceitarei'
IV) Antonímia
Re-uer os mesmos cuidados da sinon#mia' Na rea$idade, tudo ! uma
-uestão de &om voca&u$0rio' Anton#mia ( o empreo de pa$avras de sentido
contr0rio, oposto'
Ex'3 # um menino corajoso.
# um menino medroso.
V) Homonímia
Di),se -ue *0 *omon#mia -uando duas ou mais pa$avras possuem
identidade de pron%ncia I*omEnimos *om>"onosD ou de ra"ia I*omEnimos
*om>ra"osD' Em a$uns casos, as pa$avras possuem iuais a pron%ncia e a ra"ia
I*omEnimos per"eitosD' A c$assi"icação em si não ( importante, mas sim o
sini"icado das pa$avras'
Ex'3 ceda 1 seda 1T *omônimos *om'fonos
peso -A/ 1T peso -,/ 1T *omônimos *om'grafos
pena 1 pena 1T *omônimos perfeitos -ou *om'fonos e *om'grafos/
(om)nimos *om+$onos mais importantes
acender , pEr "oo a ascender , e$evar,se
acento , in"$exão da vo) assento , o&/eto onde se senta
asado , com asas a)ado X oportuno
caçar , perseuir cassar X anu$ar
cear , tirar a visão sear , cei"ar, cortar
ce$a , cEmodo pe-ueno se$a X arreio
censo , recenseamento senso X /u#)o
cerração , nevoeiro serração , ato de serrar
c*e-ue , ordem de paamento xe-ue , $ance do /oo de xadre)
cidra , certa "ruta sidra , um tipo de &e&ida
conserto , reparo concerto X *armonia
est0tico , "irme, parado ext0tico , em !xtase
espiar , o$*ar expiar X so"rer
estrato , camada+ tipo de nuvem extrato , -ue se extraiu
passo , passada paço , pa$0cio imperia$
A5
incerto , duvidoso inserto X inserido
incipiente , -ue est0 no in#cio insipiente , -ue não sa&e
$asso , cansado $aço , tipo de n>
remissão , perdão remição , resate
seda , tipo de tecido ceda , "$exão do ver&o ceder
taxa , imposto tac*a , tipo de preo
viaem , /ornada via/em , "$exão do ver&o via/ar
VI) Paronímia
Empreo de parEnimos, pa$avras muito parecidas e -ue con"undem as
pessoas'
Ex'3 3 tráfego era intenso naquela estrada.
3 tráfico de escravos ! uma n'doa em nossa *ist'ria.
As pa$avras tráfego e tráfico são parecidas, mas não se trata de
*omEnimos, pois a pron%ncia e a ra"ia são di"erentes' =r0"eo ( movimento de
ve#cu$o+ tr0"ico, com(rcio'
#ar)nimos mais importantes
amora$ , sem o senso da mora$ imora$ , contr0rio 2 mora$
ap>stro"e , c*amamento ap>stro"o , tipo de sina$ r0"ico
arrear , pEr arreios arriar X a&aixar
astra$ , dos astros austra$ , -ue "ica no su$
cava$eiro , -ue anda a cava$o cava$*eiro X enti$
comprimento , extensão cumprimento X saudação
con/etura , *ip>tese con/untura X situação
de$atar , denunciar di$atar X a$arar
descrição , ato de descrever discrição , -ua$idade de discreto
descriminar , inocentar discriminar X separar
desperce&ido , sem ser notado desaperce&ido X desprevenido
destratar , insu$tar distratar X des"a)er
docente , pro"essor discente X estudante
emerir , vir 2 tona, sair imerir X meru$*ar
emirar , sair de um pa#s imirar , entrar em um pa#s
eminente , importante iminente , -ue est0 para ocorrer
es&a"orido , o"eante espavorido X apavorado
estada , perman!ncia de a$u(m estadia , perman!ncia de ve#cu$o
"acundo X e$o-Lente "ecundo , "(rti$+ criador
"$arante , evidente "rarante , arom0tico
"$uir , correr+ manar "ruir ,des"rutar
inerme , desarmado inerte , parado
in"$ação , desva$ori)ação in"ração , transressão
in"$iir , ap$icar pena in"rinir , transredir
intemerato , puro intimorato , cora/oso
$actante , -ue amamenta $actente , -ue mama
$ista , re$ação $istra , $in*a, risco
A6
$ocador , propriet0rio $ocat0rio , in-ui$ino
$ustre , cande$a&ro $ustro , cinco anos+ &ri$*o
mandado , ordem /udicia$ mandato , procuração
p$eito , disputa preito , *omenaem
preeminente , no&re, distinto proeminente , sa$iente
prescrever , receitar+ expirar Ipra)oD proscrever , a"astar, desterrar
rati"icar , con"irmar reti"icar , corriir
sortir , a&astecer surtir , resu$tar
sustar , suspender suster , sustentar
tr0"eo , movimento de ve#cu$o tr0"ico , com(rcio
usu0rio , a-ue$e -ue usa usur0rio , avarento+ aiota
vu$toso , rande vu$tuoso , verme$*o e inc*ado
VII) Palavras e expressões latinas
Em portuu!s, "re-Lentemente aparecem termos emprestados do $atim, e
isso pode di"icu$tar o entendimento do texto'
?e/a os mais importantes'
ab initio , desde o princ#pio
ad *oc , para isso
ad referendum , su/eito 2 aprovação
ad usum , seundo o costume
a priori , antes de -ua$-uer arumento
a posteriori , ap>s arumentação
apud , /unto de
curriculum vitae , correr de vida, con/unto de in"ormaç.es pessoais
data venia , com a devida permissão
errata , especi"icação dos erros de impressão
et alii , e outros
ex abrupto , de s%&ito
ex cat*edra , em virtude de autoridade decorrente do t#tu$o
ex consensu , com o consentimento
ex jure , seundo o direito, por /ustiça
ex officio , por o&riação de $ei, por dever do caro
exempli gratia , por exemp$o
ex lege , de acordo com a $ei
fac1simile , c>pia
*abeas1corpus , $i&erdade de $ocomoção ,
*ic et nunc , a-ui e aora
AA
*onoris causa , por motivo de *onra
ibidem , no mesmo $uar
idem , iua$mente, tam&(m
in limine , pre$iminarmente
in loco , no $uar
in totum , tota$mente
ipsis litteris , pe$as mesmas $etras, textua$menteH
ipsis verbis , pe$as mesmas pa$avras, textua$mente
ipso facto , por isso mesmo, pe$o pr>prio "ato
ipso jure , de acordo com o direito
lato sensu , em sentido amp$o
mutatis mutandis , mudando o -ue deve ser mudado
opus , o&ra musica$ c$assi"icada e numerada
pari passu , simu$taneamente
passim , a-ui e a$i, em toda parte
prima facie , 2 primeira vista, sem maior exame
pro labore , paamento por serviço prestado
r sic , assim mesmo, escrito desta maneira
sine die , sem data "ixa
sine jure , sem direito
sine qua non , indispens0ve$
sub judice , so& apreciação /udicia$
sui generis , pecu$iar, sem iua$
stricto sensu , em sentido restrito
urb et orbi , em toda a parte
verbi gratia , por exemp$o
verbo ad verbum , pa$avra por pa$avra
A:
CAPITULO 6
A PRÁTICA
Neste cap#tu$o, vamos treinar um pouco, mostrando variados tipos de
-uest.es de interpretação e compreensão de texto'
Texto I
7a$ustiano era um &om ar"o' Fas o /antar -ue $*e *aviam o"erecido nada teve de
a&undante'
, Kuando vo$tar0 a /antar conoscoS , peruntou,$*e a dona da casa'
, Aora mesmo, se -uiser'
IWarão de Itarar(, in F0ximas e F#nimas do Warão de Itarar(D
1) A figura de linguagem presente no primeiro período do texto é:
aD *ip(r&o$e
&D eu"emismo
cD prosopop(ia
dD meton#mia
eD ant#tese
2) Deduz-se do texto que Salustiano:
aD come pouco'
&D ( uma pessoa educada'
cD não "icou satis"eito com o /antar'
dD ( um rande amio da dona da casa'
eD decidiu -ue não mais comeria na-ue$a casa'
3) O adjetivo que não substitui sem alteração de sentido a palavra
~abundante¨ é:
aD copiosa
&D "rua$
cD op#para
dD $auta
eD a&undosa
Respostas
5D O a&arito ( a $etra d' =emos a-ui um tipo de meton#mia' J0 uma troca3 ser
um &om ar"o Y comer &em' J0 muitas -uest.es *o/e em dia envo$vendo as
"iuras de $inuaem' Estude &em o seundo cap#tu$o, onde e$as aparecem' Note
-ue este tipo de meton#mia não ( "0ci$, por(m, con*ecendo &em as outras "iuras,
d0 para "a)er por e$iminação'
A9
6D A resposta ( a $etra c' A $etra a ( e$iminada, pois ser um &om ar"o ( comer
muito' A $etra b ( errada, pois, se e$e "osse rea$mente educado, não teria dado
a-ue$a resposta no "ina$ do texto, evidenciando a sua insatis"ação' Nada no texto
suere -ue e$e se/a um rande amio da dona da casa, o -ue descarta a a$ternativa
d' A opção e pode ser desconsiderada, uma ve) -ue, em&ora insatis"eito, e$e não
di) -ue /amais comer0 na-ue$a casa+ a$i0s, c*ea mesmo a aceitar o novo convite'
O a&arito s> pode ser a $etra c, pois e$e era um &om ar"o e a comida era pouca,
o -ue o $evou a -uerer repeti,$a, aceitando o convite'
AD Kuestão de sinon#mia' A pa$avra frugal ( o oposto de abundante. As outras
-uatro são sinEnimas de abundante. Da# o a&arito ser a $etra b'
Texto II
A mu$*er "oi passear na capita$' Dias depois o marido de$a rece&eu um te$erama3
GEnvie -uin*entos cru)eiros' Preciso comprar uma capa de c*uva' A-ui est0
c*ovendo sem pararH'
E e$e respondeu3
GReresse' A-ui c*ove mais &aratoH'
IZira$do, in As Anedotas do Pas-uimD
1) A resposta do homem se deu por razões:
aD econEmicas
&D sentimentais
cD $%dicas
dD de seurança
eD de mac*ismo
2) Com relação à tipologia textual, pode-se afirmar que:
aD se trata de uma dissertação'
&D se trata de uma descrição com a$uns traços narrativos'
cD o autor pre"eriu o discurso direto'
dD o seundo per#odo ( exemp$o de discurso indireto $ivre'
eD não se detecta a presença de personaens'
3) Com relação aos elementos conectores do texto, não se pode dizer que:
aD dela tem como re"erente mulher.
&D o re"erente do pronome ele ( marido.
cD a preposição de tem va$or semRntico de "ina$idade'
dD A oração GA-ui est0 c*ovendo sem pararH poderia $iar,se 2 anterior, sem
a$teração de sentido, pe$a con/unção conquanto.
eD O adv(r&io aqui, em seus dois empreos, não possui os mesmos re"erentes'
Respostas
A@
5D Letra a' Ao pedir 2 mu$*er -ue reresse $oo, e$e pensava -ue não precisaria
comprar uma capa de c*uva por-ue e$es /0 possuem uma, ou -ue astaria menos,
/0 -ue em sua cidade a capa ( mais &arata' O risco da -uestão ( a presença do
ad/etivo lúdicas, menos con*ecido' Q necess0rio me$*orar o voca&u$0rio'
Lúdicas -uer di)er Gre$ativas a /oos, &rin-uedos, divertimentosH'
6D A resposta s> pode ser a $etra c' As duas primeiras estão e$iminadas, pois o
texto ( narrativo' =anto a "a$a da mu$*er -uanto a do marido são interais, ou
se/a, exemp$i"icam o -ue se con*ece como discurso direto' O autor não usou o
travessão, mais comum, pre"erindo as aspas' A $etra d não tem ca&imento, para
-uem con*ece o discurso indireto $ivre' Não poderia ser a opção e, uma ve) -ue o
*omem e a mu$*er são as personaens do texto'
AD Ca&arito3 $etra d' As duas primeiras a$ternativas são evidentes, dispensam
coment0rios' A $etra c est0 per"eita, pois se trata de uma capa para c*uva, ou se/a,
com a "ina$idade de proteer a pessoa da c*uva' A %$tima a$ternativa tam&(m est0
correta, pois o primeiro Ga-uiH re"ere,se 2 Gcapita$H, onde e$a est0 passeando, e o
seundo 2 cidade do interior, onde se encontra o marido' A resposta s> pode ser a
$etra d por-ue o re$acionamento entre as duas oraç.es ( de causa e e"eito,
pedindo con/unç.es como pois, porque, porquanto etc' Conquanto sini"ica
embora, tem va$or concessivo, de oposição' A$(m disso, seu empreo acarretaria
erro de "$exão ver&a$, pois o ver&o deveria estar no su&/untivo Ieste/aD, o -ue não
ocorre no texto oriina$'
Texto III
GMma nação /0 não ( &0r&ara -uando tem *istoriadores'H
IFar-u!s de Faric0, in F0ximasD
1) O texto é:
aD uma apo$oia 2 &ar&0rie
&D um tri&uto ao desenvo$vimento das naç.es
cD uma va$ori)ação dos *istoriadores
dD uma reprovação da se$vaeria
eD um canto de $ouvor 2 $i&erdade
2) Só não constitui paráfrase do texto:
aD Mm pa#s /0 não ( &0r&aro, desde -ue ne$e existem *istoriadores'
&D Kuando tem *istoriadores, uma nação /0 ( civi$i)ada'
cD Mma nação deixa de ser &0r&ara -uando *0 ne$a *istoriadores'
dD Kuando possui *istoriadores, uma nação não mais pode ser
considerada &0r&ara'
eD Desde -ue ten*a *istoriadores, uma nação /0 não ( mais &0r&ara'
Respostas
5D O a&arito ( a $etra c' A opção a ( a&surda por si mesma' A $etra & não
ca&e, pois o texto não "a$a de *omenaem 2 nação' Não pode ser a
$etra d, por-ue nada no texto reprova a &ar&0rie Io $eitor precisa aterse
ao textoD' A %$tima opção ( tota$mente sem prop>sito' Na rea$idade,
o autor va$ori)a os *istoriadores, uma ve) -ue ( a sua presença -ue
AB
arante estar a nação $ivre da &ar&0rie'
6D Letra e' O -ue responde 2 -uestão ( o va$or dos conectivos' A pa$avra
quando introdu) uma oração tempora$' O mesmo ocorre com o desde
que da $etra a' Io&serve -ue o ver&o se encontra no modo indicativo3
existem'D Na $etra e, a con/unção desde que Io ver&o da oração est0
no su&/untivo3 ten*aD inicia oração com va$or de condição, *avendo,
pois, a$teração de sentido'
Texto IV
GA maior a$eria do &rasi$eiro ( *ospedar a$u(m, mesmo um descon*ecido -ue
$*e peça pouso, numa noite de c*uva'H
I1assiano Ricardo, in O Jomem 1ordia$D
1) Segundo as idéias contidas no texto, o brasileiro:
aD p.e a *ospita$idade acima da prud!ncia'
&D *ospeda -ua$-uer um, mas somente em noites c*uvosas'
cD d0 pre"er!ncia a *ospedar pessoas descon*ecidas'
dD não tem outra a$eria senão a de *ospedar pessoas, con*ecidas ou não'
eD não ( prudente, por aceitar *>spedes no per#odo da noite'
2) A palavra mesmo pode ser trocada no texto, sem alteração de sentido, por:
aD certamente
&D at(
cD ta$ve)
dD como
eD não
3) A expressão ~A maior alegria do brasileiro¨ pode ser entendida como:
aD uma personi"icação
&D uma ironia
cD uma met0"ora
dD uma *ip(r&o$e
eD uma catacrese
4) O trecho que poderia dar seqüência lógica e coesa ao texto é:
aD Não o&stante isso, e$e ( uma pessoa enti$'
&D Dessa "orma, -ua$-uer um -ue o procurar ser0 atendido'
cD A so$idariedade, pois, ainda precisa ser con-uistada'
dD E o &rasi$eiro an*ou "ama de into$erante'
eD Por conseuinte, se c*over, e$e dar0 *ospedaem aos descon*ecidos'
Respostas
A8
5D Letra a' Na Rnsia de ser *ospita$eiro, o &rasi$eiro *ospeda, imprudentemente,
em sua casa, pessoas descon*ecidas' A $etra b condiciona a *ospedaem 2s noites
c*uvosas' A opção c não tem nen*um apoio no texto, -ue não "a$a em
pre"er!ncias' A $etra d não ca&e como resposta, pois o texto nos "a$a de Gmaior
a$eriaH, ou se/a, *0 outras, menores' A $etra e poderia rea$mente con"undir' Na
verdade a "a$ta de prud!ncia não existe por aceitar *>spedes durante a noite, mas
aceit0,$os sendo e$es descon*ecidos'
6D A resposta ( a $etra b' Fesmo ( pa$avra denotativa de inc$usão, da mesma
"orma -ue até.
AD O a&arito ( a $etra d' =rata,se de um evidente exaero do autor' A "iura do
exaero c*ama,se *ip(r&o$e'
:D Letra b' Na opção a, não obstante isso tem va$or concessivo' Deveria ser por
isso ou seme$*antes' Na $etra c, a con/unção pois ( conc$usiva, não pode estar
seuida de ainda precisa, pois o texto di) -ue o &rasi$eiro /0 con-uistou a
so$idariedade' A a$ternativa d contraria inteiramente o texto' A $etra e não d0
se-L!ncia ao texto, pois este não condiciona a *ospedaem 2 c*uva'
AP
PAR=E II
INTERPRETAÇÄO I
:;
TEXTO I
Não existe essa coisa de um ano sem 7enna, dois anos sem 7enna'''Não *0
ca$end0rio para a saudade'
IAdriane Ca$isteu, no Torna$ do Wrasi$D
1) Segundo o texto, a saudade:
aD aumenta a cada ano'
&D ( maior no primeiro ano'
cD ( maior na data do "a$ecimento'
dD ( constante'
eD incomoda muito'
2) A segunda oração do texto tem um claro valor:
aD concessivo
&D tempora$
cD causa$
dD condiciona$
eD proporciona$
3) A repetição da palavra não exprime:
aD d%vida
&D convicção
cD triste)a
dD con"iança
eD esperança
4) A figura que consiste na repetição de uma palavra no início de cada
membro da frase, como no caso da palavra não, chama-se:
aD an0"ora
&D si$epse
cD sinestesia
dD p$eonasmo
eD meton#mia
:5
TEXTO II
Passei a vida atr0s de e$eitores e aora &usco os $eitores'
ITos( 7arne[, na ?e/a, de)YPBD
5) Deduz-se pelo texto uma mudança na vida:
aD esportiva
&D inte$ectua$
cD pro"issiona$
dD sentimenta$
eD re$iiosa
6) O autor do texto sugere estar passando de:
aD escritor a po$#tico
&D po$#tico a /orna$ista
cD po$#tico a romancista
dD senador a escritor
eD po$#tico a escritor
7) Infere-se do texto que a atividade inicial do autor foi:
aD arad0ve$
&D duradoura
cD simp$es
dD *onesta
eD coerente
8) O trecho que justifica a resposta ao item anterior é:
aD e aora
&D os $eitores
cD passei a vida
dD atr0s de e$eitores
eD &usco
9) A palavra ou expressão que não pode substituir o termo aora (3
aD no momento
&D ora
cD presentemente
dD neste instante
eD recentemente
:6
TEXTO III
Os animais -ue eu treino não sao o&riados a "a)er o -ue vai contra a
nature)a de$es'
ICi$&erto Firanda, na <o$*a de 7ão Pau$o, 6AY6YP@D
10) O sentimento que melhor define a posição do autor perante os animais (3
aD "(
&D respeito
cD so$idariedade
dD amor
eD to$erRncia
11) O autor do texto (3
aD um treinador atento
&D um adestrador "rio
cD um treinador -ua$i"icado
dD um adestrador consciente
eD um adestrador "i$antropo
12) Segundo o texto, os animais:
aD são o&riados a todo tipo de treinamento'
&D "a)em o -ue não $*es permite a nature)a'
cD não "a)em o -ue $*es permite a nature)a'
dD não são o&/eto de -ua$-uer preocupação para o autor'
eD são treinados dentro de determinados $imites'
:A
TEXTO IV
Estou com saudade de "icar &om' Escrever ( conse-L!ncia natura$'
ITore Amado, na <o$*a de 7ão Pau$o, 66Y5;YP@D
13) Segundo o texto:
aD o autor esteve doente e vo$tou a escrever'
&D o autor est0 doente e continua escrevendo'
cD O autor não escreve por-ue est0 doente'
dD o autor est0 doente por-ue não escreve'
eD o autor "icou &om, mas não vo$tou a escrever'
14) O autor na verdade tem saudade:
aD de tra&a$*ar
&D da sa%de
cD de conversar
dD de escrever
eD da doença
15) ~Escrever é conseqüência natural.¨ Conseqüência de:
aD vo$tar a tra&a$*ar'
&D recuperar a sa%de'
cD ter "icado muito tempo doente'
dD estar en"ermo'
eD ter sa%de'
::
TEXTO V
A mente de Deus ( como a Internet3 e$a pode ser acessada por
-ua$-uer um, no mundo todo'
IAm(rico War&osa, na <o$*a de 7ão Pau$oD
16) No texto, o autor compara:
aD Deus e internet
&D Deus e mundo todo
cD internet e -ua$-uer um
dD mente e internet
eD mente e -ua$-uer um
17) O que justifica a comparação do texto é:
aD a modernidade da in"orm0tica
&D a &ondade de Deus
cD a acessi&i$idade da mente de Deus e da internet
dD a $o&a$i)ação das comunicaç.es
eD O dese/o -ue todos t!m de se comunicar com o mundo'
18) O conectivo comparativo presente no texto só não pode ser substituído
por:
aD ta$ -ua$
&D -ue nem
cD -ua$
dD para
eD "eito
19) Só não constitui paráfrase do texto:
aD A mente de Deus, &em como a internet, pode ser acessada por -ua$-uer um, no
mundo todo'
&D No mundo todo, -ua$-uer um pode acessar a mente de Deus e a internet'
cD A mente de Deus pode ser acessada, no mundo todo, por -ua$-uer um, da
mesma "orma -ue a internet'
dD =anto a internet -uanto a mente de Deus podem ser acessadas, no mundo todo,
por -ua$-uer um'
eD A mente de Deus pode acessar, como -ua$-uer um, no mundo todo, a internet'
:9
TEXTO VI
Farx disse -ue Deus ( o >pio do povo' T0 sa&emos -ue não
entendia nem de Deus nem de >pio' Deus ( uma experi!ncia de "('
Imposs#ve$ de"ini,$o'
IPau$o 1oe$*o, em O C$o&o, 69Y6YP@
20) Segundo o período inicial do texto, para Marx Deus:
aD tra) imensa a$eria ao povo'
&D esc$arece o povo'
cD deixa o povo "rustrado'
dD condu) com seurança o povo'
eD tira do povo a condição de raciocinar'
21) Segundo o autor, Marx:
aD mentiu de$i&eradamente'
&D "oi "e$i) com suas pa$avras'
cD "a$ou so&re o -ue não sa&ia'
dD e-uivocou,se em parte'
eD estava co&erto de ra)ão, mas não "oi compreendido'
22) O sentimento que Marx teria demonstrado e que justifica a resposta ao
item anterior é:
aD $eviandade
&D oru$*o
cD ma$dade
dD anRncia
eD eo#smo
23) Infere-se do texto que Deus deve ser:
aD amado
&D conceituado
cD admirado
dD sentido
eD estudado
24) A palavra que justifica o item anterior é:
aD >pio
&D Io
cD "(
dD povo
eD experi!ncia
25) A figura de linguagem presente no primeiro período é:
:@
aD met0"ora
&D meton#mia
cD prosopop(ia
dD p$eonasmo
eD *ip(r&o$e
26) A palavra que poderia ter sido grafada com letra maiúscula é:
aD >pio
&D povo
cD experi!ncia
dD "(
eD$o
:B
TEXTO VII
Kuando vim da min*a terra,
não vim, perdi,me no espaço,
na i$usão de ter sa#do'
Ai de mim, nunca sa#'
I1ar$os D' de Andrade, no poema A I$usão do FiranteD
27) O sentimento predominante no texto é,
aD oru$*o
&D saudade
cD "(
dD esperança
eD ansiedade
28) Infere-se do texto que o autor:
aD não saiu de sua terra'
&D não -ueria sair de sua terra, mas "oi o&riado'
cD $oo es-ueceu sua terra'
dD saiu de sua terra apenas "isicamente'
eD pretende vo$tar $oo para sua terra'
29) Por ~perdi-me no espaço¨ pode-se entender que o autor:
aD "icou perdido na nova terra'
&D "icou con"uso'
cD não ostou da nova terra'
dD perdeu, momentaneamente, o sentimento por sua terra nata$'
eD a&orreceu,se com a nova situação'
30) Pelo último período do texto, deduz-se que:
aD e$e continuou $iado 2 sua terra'
&D e$e vai vo$tar 2 sua terra'
cD e$e ostaria de deixar sua cidade, mas nunca conseuiu'
dD e$e se a$era por não ter sa#do'
eD e$e nunca saiu da terra onde vive atua$mente'
31) A expressão ~ai de mim¨ só não sugere, no poema:
aD amarura
&D decepção
cD triste)a
dD veron*a
eD nosta$ia
:8
TEXTO VIII
En-uanto o =itanic ainda "$utua, tentemos o imposs#ve$ para
mudar o seu curso' A"ina$, -uem "a) a *ist>ria são as pessoas e não o
contr0rio'
IJer&ert de 7ou)a, na <o$*a de 7ão Pau$o, 5BY55YP@D
32) Infere-se do texto que o Titanic:
aD ( um navio rea$'
&D sim&o$i)a a$o -ue vai ma$'
cD ( um navio imain0rio'
dD sim&o$i)a esperança de sa$vação'
eD sinteti)a todas as tra(dias *umanas'
33) Pelo visto, o autor não acredita em:
aD trans"ormação
&D e$oio
cD desraça
dD "avorecimento
eD determinismo
34) A palavra ~afinal¨ pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
aD con-uanto
&D por-uanto
cD ma$rado
dD en-uanto
eD apenas
35) Infere-se do texto que:
aD *0 coisas -ue não podem ser mudadas'
&D se tentarmos, conseuiremos'
cD o -ue parece imposs#ve$ sempre o !.
d/ /amais podemos desistir'
eD a$uns t!m a capacidade de modi"icar as coisas, outros não'
36) Para o autor, as pessoas não devem:
aD exaerar
&D "a$*ar
cD desanimar
dD $amentar,se
eD "uir
:P
TEXTO IX
A "unção do artista ( esta, meter a mão nessa coisa essencia$ do
ser *umano, -ue ( o son*o e a esperança' Preciso ter essa i$usão3 a de
-ue estou resatando esses va$ores'
IFarieta 7evero, na <o$*a de 7ão Pau$oD
37) Segundo o texto, o artista:
aD $eva a$eria 2s pessoas'
&D va$ori)a o son*o das pessoas po&res'
cD desperta as pessoas para a rea$idade da vida'
dD não tem -ua$-uer in"$u!ncia na vida das pessoas'
eD tra&a$*a o #ntimo das pessoas'
38) Segundo o texto:
aD o son*o va$e mais -ue a esperança'
&D o son*o va$e menos -ue a esperança'
cD son*o e esperança t!m re$ativa importRncia para as pessoas'
dD não se vive sem son*o e esperança'
eD t!m importRncia capita$ para as pessoas tanto o son*o -uanto a
esperança'
39) A palavra ou expressão que justifica a resposta do item anterior é:
aD i$usão
&D meter a mão
cD essencia$
dD ser *umano
eD va$ores
40) A expressão ~meter a mão¨:
aD pertence ao $inua/ar cu$to'
&D pode ser su&stitu#da, sem a$teração de sentido, por intrometer-se.
cD tem va$or pe/orativo'
dD ( co$o-uia$ e sini"ica, no texto, tocar.
eD ( um erro -ue deveria ter sido evitado'
41) Só não se encontra no texto:
aD a in"$u!ncia dos artistas
&D a necessidade da autora
cD a recuperação de coisas importantes
dD a con-uista da pa)
eD a car!ncia de sentimentos das pessoas
42) A palavra ~esses¨ poderia ser substituída, sem alteração de sentido, por:
9;
aD &ons
&D certos
cD tais
dD outros
eD muitos
95
TEXTO X
Mm pr!mio c*amado 7*arp, ou 7*e$$, Deus me $ivre! Não
-uero' Ac*o esses nomes "eios' Não rece&o pr!mios de empresas
$iadas a rupos mu$tinacionais' Não sou traidor do meu povo nem
estou 2 venda'
IAriano 7uassuna, na ?e/a, AYBYP@D
43) A palavra que melhor define o autor do texto é:
aD mea$oman#aco
&D revo$tado
cD narcisista
dD naciona$ista
eD decepcionado
44) Se aceitasse algum tipo de prêmio de empresas multinacionais, o autor,
além de traidor, se sentiria:
aD in"ie$
&D vena$
cD pusi$Rnime
dD inrato
eD #mpro&o
45) O autor não recebe prêmios de empresas multinacionais porque:
aD seus nomes são "eios'
&D estaria prestando um desserviço ao Wrasi$'
cD detesta -ua$-uer empresa -ue não se/a &rasi$eira
dD esses pr!mios não t!m va$or a$um'
eD não -uer "icar devendo "avores a esse tipo de empresa'
46) O último período do texto tem claro valor:
aD causa$
&D tempora$
cD condiciona$
dD comparativo
eD proporciona$
47) A expressão ~Deus me livre!¨ demonstra, antes de tudo:
aD revo$ta
&D despre)o
cD ironia
dD certe)a
eD ira
96
TEXTO XI
Inserto entre o 5@\ e o 58\, o s(cu$o X?II permanece em
meia$u), -uase apaado, nos "astos do Rio de Taneiro, sem -ue so&re
esse per#odo se deten*a a atenção dos *istoriadores, sem -ue o
distinam os -ue se deixam "ascinar pe$os aspectos &ri$*antes da
*ist>ria'
I?iva$do 1oarac[, in O Rio de TaneiroD
48) Segundo o texto, o século XVII:
aD c*amou a atenção dos *istoriadores por ser meio apaado'
&D "oi uma parte &ri$*ante da *ist>ria do Rio de Taneiro'
cD asseme$*a,se aos s(cu$os X?I e X?III'
dD "oi importante, cu$tura$mente, para o Rio de Taneiro'
eD transcorreu sem &ri$*o, para o Rio de Taneiro'
49) A palavra ou expressão que pode substituir sem prejuízo do sentido a
palavra ~fastos¨ é:
aD anais
&D c#rcu$os cu$turais
cD c#rcu$os po$#ticos
dD administração
eD imprensa
50) A expressão ~quase apagada¨:
aD reti"ica a pa$avra meia,$u)'
&D comp$ementa a pa$avra meia,$u)'
cD re"orça a pa$avra meia,$u)'
dD exp$ica a pa$avra meia,$u)'
eD amp$ia a pa$avra meia,$u)'
51) Infere-se do texto que:
aD os *istoriadores detestaram o s(cu$o X?II'
&D os mais &e$os momentos da *ist>ria encantam certas pessoas'
cD o s(cu$o X?I "oi tão importante -uanto o s(cu$o X?III'
dD a *ist>ria do Rio de Taneiro est0 rep$eta de coisas interessantes'
eD os *istoriadores se interessam menos pe$os s(cu$os X?I e X?III do -ue pe$o
s(cu$o X?II'
9A
TEXTO XII
Ac*o -ue "oi uma premonição, uma ve) -ue e$e /0 tin*a
dec$arado -ue GA <raternidade ( ?erme$*aH seria seu %$timo "i$me' <oi
o cineasta contemporRneo -ue conseuiu c*ear mais perto do
conceito de Deus' Poderia ter "eito muito mais "i$mes, mas "oi v#tima
do tota$itarismo socia$ista'
ILeon 1a]o"", no Torna$ da =arde, 5:Y5AYP@D
52) O totalitarismo socialista:
aD atrapa$*ou a carreira do cineasta'
&D manteve,se a$*eio 2 carreira do cineasta'
cD interrompeu a carreira do cineasta'
dD incentivou a carreira do cineasta'
eD "isca$i)ou a carreira do cineasta'
53) ~A Fraternidade é Vermelha¨:
aD "oi um "i$me de repercussão nos meios re$iiosos'
&D "oi o primeiro "i$me de sucesso do cineasta'
cD não a&ordava o assunto Deus'
dD "oi o me$*or "i$me do cineasta'
eD "oi o %$timo "i$me do cineasta'
54) Provavelmente, o cineasta:
aD aradou, por ser materia$ista'
&D aradou por "a$ar de Deus'
cD desaradou por "a$ar de Deus'
dD desaradou por não "a$ar de Deus'
eD não sa&ia nada so&re Deus'
55) Levando-se em conta o caráter materialista usualmente atribuído aos
socialistas, o título do filme seria, em princípio:
aD uma redundRncia
&D uma am&iLidade
cD um paradoxo
dD uma -ua$i"icação
eD uma incoer!ncia
56) A palavra ~premonição¨ se justifica porque:
aD seu "i$me "oi um sucesso'
&D o cineasta "a$ava de Deus'
cD o cineasta não -uis "a)er mais "i$mes'
dD a G<raternidade ( ?erme$*aH "oi seu %$timo "i$me'
9:
eD o cineasta "oi v#tima do tota$itarismo socia$ista'
57) A palavra ~Vermelha¨ eqüivale no texto a:
aD tota$it0ria
&D comunista
cD socia$ista
dD materia$ista
eD espiritua$ista
58) O conectivo que não poderia substituir ~uma vez que¨ no texto é:
aD por-ue
&D pois
cD /0 -ue
dD por-uanto
eD se &em -ue
99
TEXTO XIII
Nem todas as p$antas *ort#co$as se dão &em durante todo o ano+
por isso ( preciso "a)er uma estruturação dos canteiros a "im de
manter,se o e-ui$#&rio das p$antaç.es' 1om o sistema indicado, não
"a$tarão verduras durante todo ano, se/am "o$*as, $eumes ou
tu&(rcu$os'
IIrineu <a&ic*a], in Jorticu$tura ao A$cance de =odosD
59) Segundo o texto:
aD todas as p$antas *ort#co$as não se dão &em durante todo o ano'
&D todas as p$antas *ort#co$as se dão &em durante todo o ano'
cD todas as p$antas *ort#co$as se dão ma$ durante todo o ano'
dD a$umas p$antas *ort#co$as se dão &em durante todo o ano'
eD nen*uma p$anta *ort#co$a se d0 ma$ durante todo o ano'
60) Para manter o equilíbrio das plantações é necessário:
aD estruturar de maneira mais $>ica e raciona$ os canteiros'
&D "a)er mais canteiros, mas ordenando,os de maneira $>ica e
raciona$'
cD "a)er o p$antio em (pocas di"erentes'
dD construir canteiros empare$*ados'
eD manter sempre $impos os canteiros
61) A conjunção ~por isso¨ só não pode ser substituída por:
aD portanto
&D $oo
cD então
dD por-ue
eD assim
62) Segundo o último parágrafo do texto:
aD tu&(rcu$os não são verduras'
&D $eumes são o mesmo -ue tu&(rcu$os'
cD "o$*as, $eumes e tu&(rcu$os são a mesma coisa'
dD *aver0 verduras o ano todo, inc$usive "o$*as, $eumes e tu&(rcu$os'
eD *aver0 "o$*as, $eumes e tu&(rcu$os o ano todo'
9@
TEXTO XIV
A-uisição 2 vista' A Wauducco, maior "a&ricante de panetones
do pa#s, est0 neociando a compra de sua maior concorrente, a
?isconti, su&sidi0ria &rasi$eira da ita$iana ?isais' O ne>cio vem
sendo mantido so& sii$o pe$as duas empresas em ra)ão da
proximidade do Nata$' 7eus contro$adores temem -ue o an%ncio dessa
união , resu$tando numa esp(cie de AmWev dos panetones , me$indre
os vare/istas'
I1$0udia ?assa$$o, na Exame, de)'YPPD
63) As duas empresas (/. 4) de que fala o texto são:
aD Wauducco e ?isais
&D ?isconti e ?isais
cD AmWev e Wauducco
dD Wauducco e ?isconti
eD ?isais e AmWev
64) A aproximação do Natal é a causa:
aD da compra da ?isconti
&D do sii$o do ne>cio
cD do ne>cio da Wauducco
dD do me$indre dos vare/istas
eD do an%ncio da união
65) Uma outra causa para esse fato seria:
aD a primeira co$ocação da Wauducco na "a&ricação de panetones
&D o "ato de a ?isconti ser uma mu$tinaciona$
cD o "ato de a AmWev entrar no mercado de panetones
dD o poss#ve$ me$indre dos vare/istas
eD o "ato de a ?isconti ser concorrente da Wauducco
66) Por ~aquisição à vista¨ entende-se, no texto:
aD -ue a neociação ( prov0ve$'
&D -ue a neociação est0 distante, mas vai acontecer'
cD -ue o paamento da neociação ser0 "eito em uma %nica parce$a'
dD -ue a neociação di"ici$mente ocorrer0'
eD -ue a neociação est0 pr>xima'
9B
TEXTO XV
Mm an/o dorme a-ui+ na aurora apenas,
disse adeus ao &ri$*ar das açucenas
em ter da vida a$evantado o v(u'
, Rosa tocada do crue$ rani)o 1edo
"inou,se e no in"anti$ sorriso passou do
&erço pra &rincar no c(u!
I1asimiro de A&reu, in PrimaverasD
67) O tema do texto é:
aD a inoc!ncia de uma criança
&D o nascimento de uma criança
cD o so"rimento pe$a morte de uma criança
dD o apeo do autor por uma certa criança
eD a morte de uma criança
68) O tema se desenvolve com base em uma figura de linguagem conhecida
como:
aD prosopop(ia
&D *ip(r&o$e
cD p$eonasmo
dD meton#mia
eD eu"emismo
69) No âmbito do poema, podemos dizer que pertencem ao mesmo campo
semântico as palavras:
aD aurora e v(u
&D an/o e rosa
cD rani)o e sorriso
dD &erço e c(u
eD crue$ e in"anti$
70) As palavras que respondem ao item anterior são:
aD uma ant#tese em re$ação 2 vida
&D *ip(r&o$es re"erentes ao destino
cD personi"icaç.es a$usivas 2 morte
dD met0"oras re$ativas 2 criança
eD p$eonasmos com re$ação 2 dor'
71) Por ~sem ter da vida alevantado o véu¨ entende-se:
aD sem ter nascido
&D sem ter morrido cedo
98
cD sem ter con*ecido &em a vida
dD sem viver misteriosamente
eD sem poder re$acionar,se com as outras pessoas
72) ~Na aurora apenas¨ é o mesmo que:
aD somente pe$a man*ã
&D no $imiar somente
cD apenas na a$eria
dD s> na triste)a
eD s> no "ina$
9P
TEXTO XVI
Tu$o -ue os *omens -ue "a)em a po$#tica externa do Wrasi$, no
Itamarat[, são excessivamente pram0ticos' =iveram sempre vida "0ci$,
v!m da e$ite &rasi$eira e nunca participaram, e$es pr>prios, em
com&ates contra a ditadura, contra o co$onia$ismo' O&viamente não
t!m a sensi&i$idade de muitos outros pa#ses ou dip$omatas -ue
con*eço'
ITos( Ramos,Jorta, na <o$*a de 7ão Pau$o, 65Y5;YP@D
73) Só não caracteriza os homens do Itamaraty:
aD o pramatismo
&D a "a$ta de sensi&i$idade
cD a $uta contra a ditadura
dD a tran-Li$idade da vida
eD as ra#)es na e$ite do Wrasi$
74) A palavra que não se liga semanticamente aos homens do Itamaraty é:
aD o seundo que IY' 5D
&D tiveram IY' 6D
cD v!m IY' AD
dD e$es IY' AD
eD o terceiro que IY' 9D
75) Pelo visto, o autor gostaria de que os homens do Itamaraty tivessem mais:
aD inte$i!ncia
& patriotismo
cD viv!ncia
dD coer!ncia
eD rande)a
76) A oração iniciada por ~obviamente¨ tem um claro valor de:
aD conse-L!ncia
&D causa
cD comparação
dD condição
eD tempo
77) A palavra que pode substituir, sem prejuízo do sentido, a palavra
~obviamente¨ (/. 4), é:
aD necessariamente
&D rea$mente
cD /usti"icadamente
@;
dD evidentemente
eD comprovadamente
78) Só não pode ser inferido do texto:
aD nem todo dip$omata ( excessivamente pram0tico'
&D ter $utado contra o co$onia$ismo ( importante para a carreira de dip$omata'
cD Nem todo dip$omata vem da e$ite &rasi$eira'
dD ter vida "0ci$ ( caracter#stica comum a todo tipo de dip$omata'
eD *0 dip$omatas mais sens#veis -ue outros'
@5
TEXTO XVII
7e essa ainda ( a situação de Portua$ e era, at( &em pouco, a
do Wrasi$, *avemos de convir em -ue no Wrasi$,co$Enia,
essencia$mente rura$, com a o/eri)a -ue $*e notaram os nossos
*istoriadores pe$a vida das cidades , simp$es pontos de com(rcio ou de
"estividades re$iiosas ,, estas não podiam exercer maior in"$u!ncia
so&re a evo$ução da $#nua "a$ada, -ue, sem nen*um contro$e
normativo, por s(cu$os Gvoou com as suas pr>prias asasH'
I1e$so 1un*a, in A L#nua Portuuesa e a Rea$idade Wrasi$eiraD
79) Segundo o texto, os historiadores:
aD tin*am o/eri)a pe$o Wrasi$,co$Enia'
&D consideram as cidades do Wrasi$,co$Enia como simp$es pontos de com(rcio ou
de "estividades re$iiosas'
cD consideram o Wrasi$,co$Enia essencia$mente rura$'
dD o&servaram a o/eri)a -ue a vida nas cidades causava'
eD consideram o campo mais importante -ue as cidades'
80) Para o autor:
aD as "estas re$iiosas t!m importRncia para a evo$ução da $#nua "a$ada'
&D No Wrasi$,co$Enia, *avia a preva$!ncia da vida do campo so&re a das cidades'
cD a evo$ução da $#nua "a$ada dependia em parte dos pontos de com(rcio'
dD a evo$ução da $#nua "a$ada independe da condição de Wrasi$co$Enia'
eD a situação do Wrasi$ na (poca impedia a evo$ução da $#nua "a$ada'
81) A palavra ~ojeriza¨ (/. 3) significa, no texto:
aD medo
&D admiração
cD aversão
dD di"icu$dade
eD an%stia
82) A língua falada ~voou com as suas próprias asas¨ porque:
aD as cidades eram pontos de "estividades re$iiosas'
&D o Wrasi$ se distanciava $inListicamente de Portua$'
cD "a$tavam universidades nos centros ur&anos'
dD não se seuiam normas $inL#sticas'
eD durante s(cu$os, o contro$e normativo "oi re$axado, por ser o Wrasi$ uma
co$Enia portuuesa'
83) Segundo o texto, a população do Brasil-colônia:
aD 2 vida do campo pre"eria a da cidade'
@6
&D 2 vida da cidade pre"eria a do campo'
cD não tin*a pre"er!ncia -uanto 2 vida do campo ou 2 da cidade'
dD pre"eria a vida em Portua$, mas procurava adaptar,se 2 situação'
eD pre"eria a vida no Wrasi$, "osse na cidade ou no campo'
@A
TEXTO XVIII
Ainda "a$ta um &om tempo para a aposentadoria da maior parte
de$es, mas a Andrade Cutierre) /0 tem pronto um estudo so&re a
sucessão de 6; de seus principais executivos, -uase todos na "aixa
entre 98 e @6 anos' 7eus su&stitutos serão esco$*idos entre 6;;
interantes de um time de aspirantes' Eduardo Andrade, o atua$
superintendente, -ue /0 intera o conse$*o de administração da
empreiteira mineira, dever0 ir se a"astando aos poucos do dia,a,dia
dos ne>cios' Para os outros executivos, -ue deverão ser aproveitados
como consu$tores, a aposentadoria c*ear0 a m(dio pra)o'
ITos( Faria <urtado, na Exame, de)'YPPD
84) Se começarmos o primeiro período do texto por ~A Andrade Gutierrez já
tem pronto...¨, teremos, como seqüência coesa e coerente:
aD visto -ue ainda "a$ta um &om tempo para a aposentadoria da maior parte de$es'
&D por ainda "a$tar um &om tempo para a aposentadoria da maior parte de$es'
cD se ainda "a$tar um &om tempo para a aposentadoria da maior parte de$es'
dD em&ora ainda "a$te um &om tempo para a aposentadoria da maior parte de$es'
eD 2 medida -ue ainda "a$ta um &om tempo para a aposentadoria da maior parte
de$es'
85) Segundo o texto:
aD 6; randes executivos da empresa se aposentarão a m(dio pra)o'
&D 6; randes executivos da empresa ac*am,se na "aixa entre 98 e @6 anos'
cD nen*um dos 6; randes executivos se aposentar0 a curto pra)o'
dD Eduardo Andrade ( um executivo na "aixa dos 98 a @6 anos'
eD a empresa vai su&stituir seus vinte principais executivos a curto e m(dio
pra)os'
86) A empresa, no que toca à aposentadoria de seus executivos, mostra-se:
aD precipitada
&D caute$osa
cD previdente
dD r#ida
eD in"$ex#ve$
87) Sobre o executivo Eduardo Andrade, não se pode afirmar:
aD ocupa, no momento, a superintend!ncia'
&D ( um dos conse$*eiros'
cD ser0 su&stitu#do por um dos 6;; aspirantes'
dD est0 se a"astando dos ne>cios da empresa'
eD ser0 o primeiro dos 6; randes executivos a se aposentar'
@:
88) Sobre a Andrade Gutierrez, não é correto afirmar:
aD ( empresa de o&ras'
&D ( do estado de Finas Cerais'
cD preocupa,se com seus "uncion0rios'
dD mant(m,se a$*eia a -ua$-uer tipo de renovação'
eD procura manter v#ncu$o com executivos aposentados'
@9
TEXTO XIX
=oda saudade ( a presença da aus!ncia
de a$u(m, de a$um $uar, de a$o en"im'
7%&ito o não toma "orma de sim
como se a escuridão se pusesse a $u)ir'
9 Da pr>pria aus!ncia de $u)
o c$arão se produ),
o so$ na so$idão'
=oda saudade ( um capu) transparente
-ue veda e ao mesmo tempo tra) a visão
5; do -ue não se pode ver
por-ue se deixou pra tr0s
mas -ue se uardou no coração'
ICi$&erto Ci$D
89) Por ~presença da ausência¨ pode-se entender:
aD aus!ncia di"#ci$
&D aus!ncia amara
cD aus!ncia sentida
dD aus!ncia indi"erente
eD aus!ncia enri-uecedora
90) Para o autor, a saudade é algo:
aD -ue $eva ao desespero'
&D -ue s> se suporta com "('
cD -ue ninu(m dese/a'
dD -ue transmite coisas &oas'
eD -ue i$ude as pessoas'
91) O texto se estrutura a partir de antíteses, ou seja, emprego de palavras ou
expressões de sentido contrário. O par de palavras ou expressões que não
apresentam no texto essa propriedade antitética é:
aD presença IY' 5D Y aus!ncia IY' 5D
&D não IY' AD Y sim IY' AD
cD aus!ncia de $u) IY' 9D Y c$arão IY' @D
dD so$ IY' BD Y so$idão IY' BD
eD -ue veda IY' PD Y tra) a visão IY' PD
92) Segundo o texto:
aD sente,se saudade de pessoas, e não de coisas'
&D as coisas ruins podem trans"ormar,se em coisas &oas'
cD as coisas &oas podem trans"ormar,se em coisas ruins'
@@
dD a saudade, como um capu), não nos permite ver com c$are)a a situação -ue
vivemos'
eD a saudade, como um capu), não nos deixa perce&er coisas -ue "icaram em
nosso passado'
93) O que se guarda no coração é:
aD a saudade
&D o c$arão
cD o -ue se deixou para tra)
dD a visão
eD o -ue não se pode ver
@B
TEXTO XX
A$um tempo *esitei se devia a&rir estas mem>rias pe$o
princ#pio ou pe$o "im, isto (, se poria em primeiro $uar o meu
nascimento ou a min*a morte' 7uposto o uso vu$ar se/a começar pe$o
nascimento, duas consideraç.es me $evaram a adotar di"erente
m(todo3 a primeira ( -ue eu não sou propriamente um autor de"unto,
mas um de"unto autor, para -uem a campa "oi outro &erço+ a seunda (
-ue o escrito "icaria assim mais a$ante e mais novo' Fois(s, -ue
tam&(m contou a sua morte, não a pEs no intr>ito, mas no ca&o3
di"erença radica$ entre este $ivro e o Pentateuco'
IFac*ado de Assis, in Fem>rias P>stumas de Wr0s 1u&asD
94) Pode-se afirmar, com base nas idéias do autor-personagem, que se trata:
aD de um texto /orna$#stico
&D de um texto re$iioso
cD de um texto cient#"ico
dD de um texto auto&ior0"ico
eD de um texto teatra$
95) Para o autor-personagem, é menos comum:
aD começar um $ivro por seu nascimento'
&D não começar um $ivro por seu nascimento, nem por sua morte'
cD começar um $ivro por sua morte'
dD não começar um $ivro por sua morte'
eD começar um $ivro ao mesmo tempo pe$o nascimento e pe$a morte'
96) Deduz-se do texto que o autor-personagem:
aD est0 morrendo'
&D /0 morreu'
cD não -uer morrer'
dD não vai morrer'
eD renasceu'
97) A semelhança entre o autor e Moisés é que ambos:
aD escreveram $ivros'
&D se preocupam com a vida e a morte'
cD não "oram compreendidos'
dD va$ori)am a morte'
eD "a$am so&re suas mortes'
98) A diferença capital entre o autor e Moisés é que:
aD o autor "a$a da morte+ Fois(s, da vida'
@8
&D o $ivro do autor ( de mem>rias+ o de Fois(s, re$iioso'
cD o autor começa pe$o nascimento+ Fois(s, pe$a morte'
dD Fois(s começa pe$o nascimento+ o autor, pe$a morte'
eD o $ivro do autor ( mais novo e a$ante do -ue o de Fois(s'
99) Deduz-se pelo texto que o Pentateuco:
aD não "a$a da morte de Fois(s'
&D "oi $ido pe$o autor do texto'
cD "oi escrito por Fois(s'
dD s> "a$a da vida de Fois(s'
eD serviu de mode$o ao autor do texto'
100) Autor defunto está para campa, assim como defunto autor para:
aD intr>ito
&D princ#pio
cD ca&o
dD &erço
eD "im
101) Dizendo-se um defunto autor, o autor destaca seu (sua):
aD con"ormismo diante da morte +
&D triste)a por se sentir morto
cD resist!ncia diante dos o&st0cu$os tra)idos pe$a nova situação
dD otimismo -uanto ao "uturo $iter0rio
eD atividade apesar de estar morto
@P
TEXTO XXI
7eunda maior produtora mundia$ de em&a$aem $ona vida, a 7IC
1om&i&$oc, principa$ divisão do rupo su#ço 7IC, prepara a a&ertura de
uma "0&rica no Wrasi$' A empresa, respons0ve$ por 5 &i$*ão do 5,9 &i$*ão
de d>$ares de "aturamento do rupo, c*eou ao pa#s *0 dois anos disposta
5 a &riar com a $#der $o&a$, =etrapa], -ue det(m cerca de 8;^ dos
ne>cios nesse mercado' Os estudos para a imp$antação da "0&rica "oram
recentemente conc$u#dos e apontam para o 7u$ do pa#s, pe$a "aci$idade
$o#stica /unto ao Fercosu$' Entre os oito atuais c$ientes da 1om&i&$oc
na reião estão a Mni$ever, com a marca de atomatado Fa$$oa, no 1*i$e,
e a 10 ita$iana 1irio, no Wrasi$'
IDenise Writo, na Exame, de)'YPPD
102) Segundo o texto, a SIG Combibloc:
aD produ) menos em&a$aem -ue a =etrapa]'
&D vai trans"erir suas "0&ricas &rasi$eiras para o 7u$'
cD possui oito c$ientes no Wrasi$'
dD vai a&rir mais uma "0&rica no Wrasi$'
eD possui c$iente no Wrasi$ *0 dois anos, em&ora não este/a insta$ada
no pa#s'
103) Segundo o texto:
aD O Fercosu$ não in"$uiu na decisão de insta$ar uma "0&rica no 7u$'
&D a 7IC 1om&i&$oc est0 entrando no ramo de atomatado'
cD a empresa su#ça 7IC ocupa o 6o $uar mundia$ na produção de
em&a$aem $ona vida'
dD a Mni$ever ( empresa c*i$ena'
eD a 7IC 1om&i&$oc det(m 6YA do "aturamento do rupo'
104) Os estudos apontam para o Sul porque:
aD o c$ima "avorece a produção de em&a$aens $ona vida'
&D est0 pr>ximo aos demais pa#ses -ue comp.em o Fercosu$'
cD a 1irio /0 se encontra esta&e$ecida a$i' ,v,'v'
dD nos pa#ses do Fercosu$ /0 *0 c$ientes da 1om&i&$oc'
eD o 7u$ ( uma reião desenvo$vida e promissora'
105) ~...que detém cerca de 80º dos negócios nesse mercado.¨ (/. 5-6) Das
alterações feitas nessa passagem do texto, a que não mantém o sentido
original é:
aD a -ua$ det(m cerca de 8;^ dos ne>cios em ta$ mercado'
&D que possui perto de 8;^ dos ne>cios nesse mercado'
cD que det(m aproximadamente 8;^ dos ne>cios em tais mercados'
dD a -ua$ possui aproximadamente 8;^ dos ne>cios nesse mercado'
B;
eD a -ua$ det(m perto de 8;^ dos ne>cios nesse mercado'
106) ~...e apontam para o Sul do país...¨ O trecho destacado só não pode ser
entendido, no texto, como:
aD e indicam o 7u$ do pai
&D e recomendam o 7u$ do pa#s
cD e inc$uem o 7u$ do pa#s
dD e aconse$*am o Sul do pa#s
eD e suerem o Sul do pa#s
B5
TEXTO XXII
Pode di)er,se -ue a presença do nero representou sempre "ator
o&riat>rio no desenvo$vimento dos $ati"%ndios co$oniais' Os antios
moradores da terra "oram, eventua$mente, prestimosos co$a&oradores
da ind%stria extrativa, na caça, na pesca, em determinados o"#cios
5 mecRnicos e na criação do ado' Di"ici$mente se acomodavam,
por(m, ao tra&a$*o acurado e met>dico -ue exie a exp$oração dos
canaviais' 7ua tend!ncia espontRnea era para as atividades menos
sedent0rias e -ue pudessem exercer,se sem reu$aridade "orçada e
sem vii$Rncia e "isca$i)ação de estran*os'
I7(rio Wuar-ue de Jo$anda, in Ra#)esD
107) Segundo o autor, os antigos moradores da terra:
aD "oram o "ator decisivo no desenvo$vimento dos $ati"%ndios co$oniais'
&D co$a&oravam com m0 vontade na caça e na pesca'
cD não ostavam de atividades rotineiras'
dD não co$a&oraram com a ind%stria extrativa'
eD $evavam uma vida sedent0ria'
108) ~Trabalho acurado¨ (l. 6) é o mesmo que:
aD tra&a$*o apressado
&D tra&a$*o aprimorado
cD tra&a$*o $ento
dD tra&a$*o especia$
eD tra&a$*o duro
109) Na expressão ~tendência espontânea¨ (/. 7), temos uma(a):
aD am&iLidade
&D caco"onia
cD neo$oismo
dD redundRncia
eD arca#smo
110) Infere-se do texto que os antigos moradores da terra eram:
aD os portuueses
&D os neros
cD os #ndios
dD tanto os #ndios -uanto os neros
eD a miscienação de portuueses e #ndios
111) Pelo visto, os antigos moradores da terra não possuíam muito (a):
aD disposição
B6
&D responsa&i$idade
cD inte$i!ncia
dD paci!ncia
eD oru$*o
BA
TEXTO XXIII
1om todo o aparato de suas *ordas uerreiras, não conseuiram as
&andeiras rea$i)ar /amais a "açan*a $evada a ca&o pe$o &oi e pe$o
va-ueiro' En-uanto -ue a-ue$as, no des&ravar, sacri"icavam
ind#enas aos mi$*ares, despovoando sem "ixarem,se, estes "oram
5 ponti$*ando de currais os desertos tri$*ados, cate-ui)ando o nativo
para seus misteres, detendo,se, enrai)ando,se' No primeiro caso era
o ir,evo$tar+ no seundo, era o ir,e,"icar' E assim "oi o curra$
precedendo a "a)enda e o enen*o, o va-ueiro e o $avrador,
rea$i)ando uma o&ra de con-uista dos a$tos sert.es, exc$usive a
pioneira'
ITos( A$#pio Cou$art, in Wrasi$ do WoiD
112) Segundo o texto:
aD tudo -ue as &andeiras "i)eram "oi "eito tam&(m pe$o &oi e pe$o va-ueiro'
&D o &oi e o va-ueiro "i)eram todas as coisas -ue as &andeiras "i)eram'
cD nem as &andeiras nem o &oi e o va-ueiro a$cançaram seus o&/etivos'
dD o &oi e o va-ueiro rea$i)aram seu tra&a$*o por-ue as &andeiras a&riram o
camin*o'
eD o &oi e o va-ueiro "i)eram coisas -ue as &andeiras não conseuiram "a)er'
113) Com relação às bandeiras, não se pode afirmar que:
aD des&ravaram
&D mataram
cD cate-ui)aram
dD despovoaram
eD não se "ixaram
114) Os índios foram:
aD ma$tratados
&D avi$tados
cD expu$sos
dD presos
eD massacrados
115) O par que não caracteriza a oposição existente entre as bandeiras e o boi
e o vaqueiro é:
aD a-ue$as IY' AD Y estes IY' :D
&D ir,e,vo$tar IY' @YBD Y ir,e,"icar IY' BD
cD no primeiro caso IY' @D Y no seundo IY' BD
dD en-uanto IY' AD Y e assim UI.O/
eD despovoando IY' :D Y ponti$*ando IY' 9D
B:
116) ~...catequizando o nativo para seus misteres...¨ Das alterações feitas na
passagem acima, a que altera basicamente o seu sentido é:
aD doutrinando o ind#ena para seus misteres
&D cate-ui)ando o a&oriine para suas atividades
cD evane$i)ando o nativo para seus o"#cios
dD doutrinando o nativo para seus cuidados
eD cate-ui)ando o aut>ctone para suas tare"as
117) O elemento conector que pode substituir a preposição com (/. 1),
mantendo o sentido e a coesão textual, é:
aD mesmo
&D não o&stante
cD de
dD a respeito de
eD raças a
118) ~...o aparato de suas hordas guerreiras...¨ sugere que as conquistas dos
bandeirantes ocorreram com:
aD orani)ação e vio$!ncia
&D rapide) e vio$!ncia
cD t(cnica e pro"undidade
dD premeditação e seurança
eD demonstraç.es de racismo e vio$!ncia
B9
TEXTO XXIV
?oc! se $em&ra da 1asas da Wan*aS Pois (, uma pes-uisa mostra -ue
mais de @;^ dos cariocas ainda se recordam da-ue$a -ue "oi uma das
maiores redes de supermercados do pa#s, com 66: $o/as e 6;';;;
"uncion0rios, desaparecida no in#cio dos anos P;' Por isso, seus antios
5 donos, a "am#$ia ?e$$oso, decidiram ressuscit0,$a' Desta ve), por(m,
apenas virtua$mente' Os ?e$$oso "i)eram um acordo com a
C_'1ommerce, de We$o Jori)onte, empresa -ue desenvo$ve proramas
para supermercados virtuais' Em troca de uma remuneração so&re o
"aturamento, A C_ erenciar0 as vendas para a "am#$ia ?e$$oso' A
"am#$ia cuidar0 apenas das 5; compras e das entreas'
ITos( Faria <urtado, na Exame, de)'YPPD
119) Segundo o texto, a família Velloso resolveu ressuscitar as Casas da
Banha porque:
aD a rede teve 66: $o/as e 6;';;; "uncion0rios'
&D a rede "oi desativada no in#cio dos anos P;'
cD uma empresa do ramo de proramas para supermercados propEs um acordo
vanta/oso, em -ue a rede s> entraria com as compras e as entreas'
dD mais da metade dos cariocas não es-ueceram as 1asas da Wan*a'
eD a rede "uncionar0 apenas virtua$mente'
120) A palavra ou expressão que justifica a resposta ao item anterior é:
aD ?oc! IY' 5D ' ,'' ' &D
desaparecida IY' :D
cD Por isso IY' :D
dD Desta ve) IY' 9D
eD acordo Vl. @D
121) ~Desta vez, porém, apenas virtualmente.¨
1om a passaem destacada acima, entende,se -ue as 1asas da Wan*a3
aD "uncionarão virtua$mente, ou se/a, sem "ins $ucrativos'
&D não venderão produtos de supermercado'
cD estão associando,se a uma empresa de in"orm0tica'
dD estão mudando de ramo'
eD não venderão mais seus produtos em $o/as'
122) O pronome ~Ia¨ (/. 5) não pode ser, semanticamente, associado a:
aD 1asas da Wan*a IY' 5D
&D pes-uisa IY' 5D
cD da-ue$a IY' 6D
dD uma IY' AD
eD desaparecida IY' :D
B@
TEXTO XXV
A "0&rica &rasi$eira da Cenera$ Fotors em Cravata#, no Rio Crande do
7u$, ser0 usada como pi$oto para a imp$ementação do novo mode$o de
ne>cios -ue est0 sendo desen*ado mundia$mente pe$a montadora' A
meta da CF ( trans"ormar,se numa compan*ia tota$mente
5 vo$tada para o com(rcio e$etrEnico' A partir do ano 6;;;, a Internet
passar0 a nortear todos os ne>cios do rupo, envo$vendo desde os
"ornecedores de autopeças at( o consumidor "ina$' GA p$anta de
Cravata# representa a imaem do "uturo para toda a CFH, a"irma Far]
Joan, ex,presidente da "i$ia$ &rasi$eira e respons0ve$ pe$a nova
divisão e,CF'
ILidia Re&ouças, na Exame, de)'YPPD
123) Segundo o texto:
aD a CF ( uma empresa &rasi$eira insta$ada em Cravata#'
&D a montadora "e) da "0&rica &rasi$eira de Cravata# um mode$o para todas as
outras "0&ricas espa$*adas pe$o mundo'
cD no Rio Crande do 7u$, a CF imp$ementar0 um mode$o de "0&rica seme$*ante
ao -ue est0 sendo criado em outras partes do mundo'
dD a "0&rica &rasi$eira da CF vin*a sendo usada de acordo com o mode$o
mundia$, mas a montadora pretende a$terar esse -uadro'
eD a CF vai uti$i)ar a "0&rica do Rio Crande do 7u$ como um prot>tipo do -ue
ser0 "eito em termos mundiais'
124) A opção que contraria as idéias contidas no texto é:
aD A CF vai modi"icar, a partir de 6;;;, a "orma de "a)er ne>cios'
&D 7er0 rande a importRncia da Internet nos ne>cios da CF'
cD O consumidor "ina$ s> poder0, a partir de 6;;;, neociar pe$a Internet'
dD O com(rcio e$etrEnico est0 nos p$anos da CF para o ano 6;;;'
eD A "0&rica &rasi$eira ( considerada padrão pe$o seu ex,presidente'
125)Deduz-se, pelo texto, que a fábrica brasileira:
aD ser0 norteada pe$a Internet'
&D ter0 seu "uncionamento modi"icado para adaptar,se 2s
necessidades do mercado'
cD ser0 trans"erida para Cravata#'
dD estar0, a partir de 6;;;, parcia$mente vo$tada para o com(rcio e$etrEnico'
eD seuir0 no mesmo ritmo de outras empresas da CF atua$mente "uncionando no
mundo'
126) Por ~implementação¨ (/. 2), pode-se entender:
aD comp$ementação
BB
&D sup$ementação
cD exposição
dD rea$i)ação
eD "aci$itação
127) Segundo as idéias contidas no texto, a transformação que se propõe a
GM:
aD não tem apoio dos "ornecedores'
&D tem apoio do consumidor "ina$'
cD tem pra)o esta&e$ecido'
dD ( inexe-L#ve$'
eD não tem $uar marcado'
B8
TEXTO XXVI
MAR PORTUGUÊS
` Far sa$ado, -uanto do teu sa$ são
$0rimas de Portua$!
Por te cru)armos, -uantas mães
c*oraram!
Kuantos "i$*os em vão re)aram!
5 Kuantas noivas "icaram por casarpara
-ue tu "osses nosso, > mar!
?a$eu a penaS =udo va$e a pena se a
a$ma não ( pe-uena'
Kuem -uer passar a$(m do Wo/ador
10 tem -ue passar a$(m da dor'
Deus ao mar o perio e o a&ismo deu,
mas ne$e ( -ue espe$*ou o c(u!
I<ernando Pessoa, in FensaemD
128) Segundo o poeta, o sofrimento do povo ocorreu:
aD apesar das con-uistas portuuesas
&D em virtude das con-uistas portuuesas v
cD para as con-uistas portuuesas
dD antes das con-uistas portuuesas
eD ap>s as con-uistas portuuesas
129) A metáfora existente nos dois primeiros versos do poema estabelece:
aD a "orça mora$ de Portua$
&D a incoer!ncia do so"rimento diante das con-uistas
cD a importRncia do so"rimento para -ue o povo deixe de so"rer
dD a pro"unda união entre as con-uistas e o so"rimento do povo
eD a inuti$idade das con-uistas portuuesas
130) Além da metáfora, os dois primeiros versos contêm:
aD prosopop(ia, ep#teto de nature)a, eu"emismo
&D ant#tese, p$eonasmo, eu"emismo
cD ap>stro"e, ep#teto de nature)a, meton#mia
dD prosopop(ia, p$eonasmo, ant#tese
eD ap>stro"e, *ip(r&o$e, sinestesia
131) ~Quantos filhos em vão rezaram!¨ Com este verso, entendemos que:
aD o so"rimento do povo "oi in%ti$'
&D o povo portuu!s da (poca era muito re$iioso'
cD muita ente perdeu entes -ueridos por causa das con-uistas portuuesas'
BP
dD a "orça da "( contri&uiu e"etivamente para as con-uistas do pa#s'
eD a re$iiosidade do povo portuu!s era in%ti$'
132) As palavras que melhor definem o povo português, de acordo com as
idéias contidas no texto, são:
aD "( e compet!ncia
&D inte$i!ncia e maturidade
cD oru$*o e re$iiosidade
dD perseverança e am&ição
eD rande)a e tenacidade
133) Segundo o texto, para se ir sempre adiante é necessário:
aD crer no destino
&D aceitar a dor
cD viver com a$eria
dD vencer o so"rimento
eD o&/etivar sempre o proresso
134) Por um processo anafórico, a palavra nele (/. 12) tem como referente no
texto:
aD Far IY' 5D
&D Deus IY'55D
cD perio IY'55D
dD a&ismo IY'55D
eD c(u IY'56D
8;
TEXTO XXVII
?a$e recordar -ue "oi nesse s(cu$o Io X?IIID -ue apareceram e
se enera$i)aram em certas rei.es do Wrasi$ as "amosas Gtropas
de
muaresH -ue, da# por diante, at( o "im do s(cu$o XIX e mesmo nos anos
transcorridos do s(c' XX, dividiram com os carros de &ois as tare"as
dos
5 transportes por terra no interior do Wrasi$' Nos camin*o s
rudimentares
-ue então possu#amos, trans"ormados em $amaçais na estação das c*uvas
e no verão redu)idos a 0speras tri$*as, -uase intransit0veis, "oram os carros
de &ois e as tropas os %nicos meios e $iação dos n%c$eos de
povoamento
entre si e entre e$es e as roças e $avouras' De outra "orma não se venceriam
10 os o&st0cu$os naturais'
IW' T' de 7ou)a, in 1ic$oD
135) Segundo o texto, os carros de bois:
aD transportavam so)in*os pessoas e mercadorias no interior do Wrasi$'
&D suriram no s(cu$o X?III, /untamente com as tropas de muares'
cD sucederam as tropas de muares no transporte de pessoas e mercadorias'
dD s> transportavam mercadorias'
eD eram %teis, como as tropas de muares, por causa do estado ruim dos terrenos'
136) A estação das chuvas e o verão:
aD contri&u#ram para o desaparecimento dos carros de &ois a partir do s(cu$o XX'
&D não tiveram in"$u!ncia no uso das tropas de muares, pois os camin*os eram
rudimentares'
cD "oram "ator determinante para o proresso do interior do Wrasi$'
dD contri&u#ram para a necessidade do uso de tropas de muares e de carros de
&ois'
eD impediam a comunicação dos n%c$eos de povoamento entre si'
137) Os obstáculos naturais só foram vencidos:
aD por causa do c$ima
&D por causa da "orça do povo
cD por-ue nem sempre os camin*os se tornavam $amaçais
dD por-ue os n%c$eos de povoamento continuavam $iados 2s roças e 2s $avouras
eD por causa da uti$i)ação das tropas de muares e dos carros de &ois
138) As tropas de muares só não podem ser entendidas como tropas:
aD de cava$os
&D de mu$os
85
cD de &urros
dD de mus
eD de &estas
139) O transporte de que fala o texto só não deve ter sido, na época:
aD $ento e penoso
&D di"#ci$, mas necess0rio
cD duro e nost0$ico
dD vaaroso e paciente
eD pac*orrento, mas %ti$
86
TEXTO XXVIII
O liberalismo ! uma teoria po$#tica e econEmica -ue exprime os anseios da
&uruesia' 7ure em oposição ao a&so$utismo dos reis e 2 teoria econEmica do
mercanti$ismo, de"endendo os direitos da iniciativa privada e restrinindo o mais
poss#ve$ as atri&uiç.es do Estado'
Loc]e "oi o primeiro te>rico $i&era$' Presenciou na In$aterra as $utas pe$a
deposição dos 7tuarts, tendo se re"uiado na Jo$anda por -uest.es po$#ticas' De
$0 reressa -uando, vitoriosa a Revo$ução de 5@88, Cui$*erme de Orane (
c*amado para conso$idar a nova monar-uia par$amentar in$esa'
IFaria L%cia de Arruda Aran*a, in Jist>ria da EducaçãoD
140) Segundo o texto, Locke:
aD participou da deposição dos 7tuarts'
&D tin*a respeito pe$o a&so$utismo'
cD teve participação apenas te>rica no $i&era$ismo'
dD /u$ava ser necess0rio restrinir as atri&uiç.es do Estado'
eD não so"reu -ua$-uer tipo de perseuição po$#tica'
141) Infere-se do texto que os burgueses seriam simpáticos:
aD ao a&so$utismo
&D ao $i&era$ismo
cD 2s atri&uiç.es do Estado
dD 2 perseuição po$#tica de Loc]e
eD aos 7tuarts
142) A Revolução de 1688 foi vitoriosa porque:
aD derru&ou o a&so$utismo'
&D imp$antou o $i&era$ismo'
cD preservou os direitos de iniciativa privada'
dD &aseou,se nas id(ias $i&erais de Loc]e'
eD permitiu -ue Loc]e vo$tasse da Jo$anda'
143) ~...que exprime os anseios da burguesia.¨ ¡l. 1/2) Das alterações feitas na
passagem acima, aquela que altera substancialmente seu sentido é:
aD a -ua$ expressa os anseios da &uruesia'
&D a -ua$ exprime os dese/os da &uruesia'
cD -ue representa os ane$os da &uruesia'
dD -ue expressa os va$ores da &uruesia'
eD -ue representa as Rnsias da &uruesia'
144) A teoria política do liberalismo se opunha:
aD a parte da &uruesia
&D ao mercanti$ismo
8A
cD 2 monar-uia par$amentar
dD a Cui$*erme de Orane
eD ao a&so$utismo
145) Infere-se do texto que Guilherme de Orange:
aD não seria simp0tico aos &urueses'
&D teria $iaç.es com os reis a&so$utistas'
cD teria id(ias $i&erais'
dD não concordaria com Loc]e'
eD teria apoiado o ex#$io de Loc]e na Jo$anda'
8:
=EX=O XXIX
BUROCRATAS CEGOS
A decisão, na sexta,"eira, da /u#)a Adriana Warreto de 1arva$*o
Ri))otto, da Ba ?ara <edera$ do Rio, determinando -ue a Li*t e a 1er/
tam&(m pauem &Enus aos consumidores de eneria -ue redu)iram o
consumo entre 5;; ]_* e 6;; ]_* "e) /ustiça'
5 A $iminar va$e para todos os &rasi$eiros' Kuando o Coverno se $ançou
nessa di"#ci$ tare"a do racionamento, não contou com taman*a
so$idariedade dos consumidores' Por isso, deixou essa -uestão dos &Enus
em suspenso' Preocupada com os recursos -ue o Coverno "edera$ ter0 -ue
desem&o$sar com os pr!mios, a 1Rmara de Cestão da 1rise de Eneria
10 tem evitado encarar essa -uestão, muito em&ora o pr>prio presidente da
Rep%&$ica, <ernando Jenri-ue 1ardoso, /0 ten*a dito -ue o &Enus ser0
pao'
Decididamente, os consumidores não precisavam ter $ançado mão da
Tustiça para poder ter a arantia desse direito' In"e$i)mente, o
15 permanente desrespeito ao contri&uinte ainda "a) parte da cu$tura dos
&urocratas &rasi$eiros' Estão constantemente preocupados em preservar a
m0-uina do Estado' Tamais pensam na sociedade e nos cidadãos' Aem
como se $oo mais na "rente não precisassem da popu$ação para vencer as
&arreiras de mais essa crise'
IEditoria$ de O Dia, 5PY8Y;5D
146) De acordo com o texto:
aD a /u#)a expediu a $iminar por-ue as compan*ias de eneria e$(trica se nearam
a paar os &Enus aos consumidores'
&D a $iminar "e) /ustiça a todos os tipos de consumidores'
cD a Li*t e a 1er/ "icarão deso&riadas de paar os &Enus se o Coverno "i)er a
sua parte'
dD o excepciona$ retorno dado pe$os consumidores de eneria tomou de surpresa
o Coverno'
eD o Coverno paar0 os &Enus, desde -ue as compan*ias de eneria e$(trica
tam&(m o "açam'
147) Só não se depreende do texto que:
aD os &urocratas &rasi$eiros desrespeitam sistematicamente o contri&uinte'
&D o overno não se preparou para o paamento dos &Enus'
cD o c*e"e do executivo "edera$ arante -ue os consumidores rece&erão o
paamento dos &Enus'
dD a 1Rmara de Cestão est0 preocupada com os astos -ue ter0 o Coverno com o
paamento dos &Enus'
eD a %nica "orma de os consumidores rece&erem o paamento dos &Enus (
ape$ando para a Tustiça'
148) De acordo com o texto, a burocracia brasileira:
89
aD vem u$timamente desrespeitando o contri&uinte'
&D sempre desrespeita o contri&uinte'
cD /amais desrespeitou o contri&uinte'
dD vai continuar desrespeitando o contri&uinte'
eD deixar0 de desrespeitar o contri&uinte'
149) A palavra que justifica a resposta ao item anterior é:
aD in"e$i)mente -l. 5:D
&D constantemente IY' 5@D
cD cu$tura IY' 59D
dD /amais IY' 5BD
eD permanente IY' 59D
150) Os burocratas brasileiros:
aD inoram o passado'
&D não va$ori)am o presente'
cD su&estimam o passado'
dD não pensam no "uturo'
eD superestimam o "uturo'
151) Pode-se afirmar, com base nas idéias do texto:
aD A 1Rmara de Cestão de"ende os interesses da Li*t e da 1er/'
&D O presidente da Rep%&$ica espera poder paar os &Enus aos consumidores'
cD Rece&er o paamento dos &Enus ( um direito do contri&uinte, desde -ue ten*a
redu)ido o consumo satis"atoriamente'
dD Os contri&uintes não deveriam ter recorrido 2 Tustiça, por-ue a 1Rmara de
Cestão arantiu o paamento dos &Enus'
eD A atuação dos &urocratas &rasi$eiros deixou a 1Rmara de Cestão preocupada'
8@
TEXTO XXX
Q consenso entre os economistas -ue o setor automo&i$#stico ( o
-ue impu$siona a economia de -ua$-uer pa#s' KMA=RO RODA7 "oi
con"erir e viu -ue os n%meros são espantosos' A começar pe$o mercado
de tra&a$*o' Estima,se -ue um empreo em uma "0&rica de carros
era, 5 indiretamente, :@ outros empreos' Por esse c0$cu$o, 9 mi$*.es de
&rasi$eiros dependem, em maior ou menor rau, dessa ind%stria' At( na
construção civi$ a presença das rodas ( enorme3 5 em cada : metros
-uadrados de espaço nas randes cidades se destina a ruas ou
estacionamentos' Na ponta do $0pis, o "i$ão da economia re$acionado a
10 autom>veis movimentou, no ano passado, pe$o menos 65@ &i$*.es de
d>$ares' 1omo o PIW &rasi$eiro, nesse per#odo, "oi de 8;A &i$*.es de
d>$ares Ie ainda não *avia ocorrido a maxidesva$ori)açãoD, cerca de 5 em
cada : reais -ue circu$aram no pa#s andou so&re rodas em 5PP8'
IKuatro Rodas, marçoYPPD
152) Segundo o texto, a economia de um país:
aD ( a/udada pe$o setor automo&i$#stico'
&D independe do setor automo&i$#stico'
cD 2s ve)es depende do setor automo&i$#stico'
dD não pode prescindir do setor automo&i$#stico'
eD "orta$ece o setor automo&i$#stico'
153) A importância do setor automobilístico é destacada:
aD por &oa parte dos economistas
&D pe$a maioria dos economistas
cD por todos os economistas
dD por a$uns economistas
eD pe$os economistas -ue atuam nessa 0rea
154) Pelo texto, verifica-se que:
aD a$uns pa#ses t!m sua economia impu$sionada pe$o setor automo&i$#stico'
&D o PIW &rasi$eiro seria me$*or sem o setor automo&i$#stico'
cD para os economistas, o setor automo&i$#stico tem importRncia re$ativa na
economia &rasi$eira'
dD cinco mi$*.es de &rasi$eiros t!m seu sustento no setor automo&i$#stico'
eD em 5PP8, tr!s -uartos da economia &rasi$eira não tin*am re$ação com o setor
automo&i$#stico'
155) ~A começar pelo mercado de trabalho.¨ (/. 3/4) Das alterações feitas na
passagem acima, aquela que lhe altera basicamente o sentido é:
aD a princ#pio pe$o mercado de tra&a$*o
&D começando pe$o mercado de tra&a$*o
cD em princ#pio pe$o mercado de tra&a$*o
8B
dD principiando pe$o mercado de tra&a$*o
eD iniciando pe$o mercado de tra&a$*o
156) Segundo o texto, o setor automobilístico:
aD est0 presente em sementos diversos da sociedade'
&D $imita,se 2s "0&ricas de ve#cu$os'
cD no ano de 5P88 erou sa$0rios de aproximadamente 65@ &i$*.es de d>$ares'
dD "icou imune 2 maxidesva$ori)ação'
eD era, pe$o menos, :B empreos por "0&rica de autom>veis'
157) A palavra ou expressão que justifica a resposta ao item anterior é:
aD -ua$-uer IY' 6D
&D era IY' :D
cD at( IY' @D
dD na ponta do $0pis IY' PD
eD no pa#s IY' 5AD
88
TEXTO XXXI
?0rios p$anetas são vis#veis a o$*o nu3 Farte, T%piter, ?!nus, 7aturno e
Ferc%rio' Esses astros /0 eram con*ecidos não apenas dos reos, mas
tam&(m de povos ainda mais antios, como os &a&i$Enios'
Apesar de sua seme$*ança com as estre$as, os p$anetas eram identi"icados
5 pe$os povos da AntiLidade raças a duas caracter#sticas -ue os
di"erenciavam' Primeiro3 as estre$as, em curtos per#odos, não variam de
posição umas em re$ação 2s outras' T0 os p$anetas mudam de posição no c(u
com o passar das *oras' V noite, esse movimento pode ser perce&ido com
"aci$idade' 7eundo3 as estre$as t!m uma $u) -ue, por ser pr>pria,
10 pisca $evemente' T0 os p$anetas, -ue apenas re"$etem a $u) do 7o$, t!m um
&ri$*o "ixo' Os p$anetas mais distantes da =erra s> puderam ser desco&ertos
&em mais tarde, com a a/uda de apare$*os >pticos como o te$esc>pio' GO
primeiro de$es a ser identi"icado "oi Mrano, desco&erto em 5B85 pe$o
astrEnomo in$!s _i$$iam Jersc*e$H, a"irma a astrEnoma Danie$a L0))aro,
15 do O&servat>rio Naciona$ do Rio de Taneiro'
I7uperinteressante, aostoY;5D
158) Com relação às idéias contidas no texto, não se pode afirmar que:
aD os reos não con*eciam o p$aneta Mrano'
&D os reos, &em como outros povos da AntiLidade, con*eciam v0rios p$anetas
do 7istema 7o$ar'
cD a o$*o nu, os p$anetas se asseme$*am 2s estre$as'
dD os povos da AntiLidade usavam apare$*os >pticos rudimentares para
identi"icar certos p$anetas'
eD os povos antios sa&iam di"erençar os p$anetas das estre$as, mesmo sem
apare$*os >pticos'
159) Infere-se do texto que a Astronomia é uma ciência que, em dadas
circunstâncias, pode prescindir de:
aD estre$as
&D p$anetas
cD instrumentos
dD astrEnomos
eD estre$as, p$anetas e astrEnomos
160) A locução prepositiva ~graças a¨ (/. 5) tem o mesmo valor semântico de:
aD mas tam&(m IY' AD
&D apesar de IY' AD
cD com IY' 8D
dD por IY' PD
eD em IY' 5AD
8P
161) ~Esses astros já eram conhecidos não apenas dos gregos, mas também de
povos ainda mais antigos...¨ Das alterações feitas na passagem acima, aquela
que apresenta sensível alteração de sentido é:
aD Esses astros /0 eram con*ecidos não somente dos reos, como tam&(m de
povos ainda mais antios'
&D =ais p$anetas /0 eram con*ecidos não apenas dos reos, mas tam&(m de
povos ainda mais antios'
cD Esses astros /0 eram con*ecidos não apenas pe$os reos, mas tam&(m por
povos ainda mais antios'
dD Esses astros /0 eram con*ecidos tanto pe$os reos, como por povos ainda
mais antios'
eD Esses astros /0 eram con*ecidos não apenas atrav(s dos reos, mas tam&(m
atrav(s de povos mais antios'
162) A diferença que os antigos já faziam entre estrelas e planetas era de:
aD &ri$*o e posição
&D &e$e)a e posição
cD importRncia e disposição
dD &ri$*o e importRncia
eD &e$e)a e disposição
163) Infere-se do texto que o planeta Netuno:
aD era con*ecido dos reos'
&D "oi desco&erto sem a/uda de apare$*os >pticos'
cD "oi desco&erto depois de P$utão'
dD "oi desco&erto depois de Mrano'
eD "oi identi"icado por acaso'
164) Segundo o texto, as estrelas:
aD nunca mudam de posição'
&D são iuais aos p$anetas'
cD não piscam'
dD s> mudam de posição 2 noite'
eD mudam de posição em $onos per#odos de tempo'
P;
TEXTO XXXII
Não "a) muito tempo, a mata virem, as ondas enerosas e as areias
&rancas da Praia do Rosa, no su$ catarinense, despertaram a atenção de
sur"istas e via/antes em &usca de $uares inexp$orados' Era meados dos
anos B;, e este recanto permanecia exc$usivo de poucas "am#$ias de
5 pescadores' O tempo passou e *o/e G"e$i)menteH, con"orme se ouve em
conversas com a ente $oca$, o Rosa não mudou'
Fesmo estando $oca$i)ada a apenas B; -ui$Emetros de
<$orian>po$is e vi)in*a do &ada$ado Wa$ne0rio de Caropa&a, a Praia do
Rosa preserva, de "orma ainda &ruta, suas &e$e)as naturais'
Q c$aro -ue 10 *ouve mudanças desde sua desco&erta pe$os
"orasteiros' Fas, ao contr0rio de muitos $uare/os de nossa costa -ue
tiveram a nature)a devastada pe$a especu$ação imo&i$i0ria, esta reião
resiste intacta raças a um pacto entre moradores e donos de pousadas'
Mma das medidas adotadas por e$es, por exemp$o, ( -ue ninu( m ocupe
mais de 6;^ de 15 seu terreno com construção' Assim, o verde
predomina so&re os morros de "rente para o mar a)u$ rep$eto de &a$eias'
Wa$eiasS 7im, &a$eias "rancas, a mais ro&usta entre as esp(cies desses
mam#"eros marin*os, -ue c*eam a impressionantes 58 metros e at( @;
tone$adas'
I7(rio =' 1a$das, na Os camin*os da =erra, de)'Y;;D
165) Quanto à Praia do Rosa, o autor se contradiz ao falar:
aD da $oca$i)ação
&D dos moradores
cD da mudança
dD do tempo
eD do va$or
166) O texto só não nos permite afirmar, com relação à Praia do Rosa:
aD mant(m intactas suas &e$e)as naturais'
&D manteve,se imune 2 especu$ação imo&i$i0ria'
cD não "ica distante da capita$ do Estado'
dD no in#cio dos anos B;, sur"istas e exp$oradores se encantaram com
suas &e$e)as naturais'
eD trata,se de um $oca$ tran-Li$o, onde todos respeitam a nature)a'
167) Pelo visto, o que mais impressionou o autor do texto foi a presença de:
aD moradores
&D &a$eias
cD sur"istas
dD donos de pousadas
eD via/antes
P5
168) O fator determinante para a preservação do Rosa é:
aD a aus!ncia da especu$ação imo&i$i0ria
&D o amor dos moradores pe$o $uar
cD a consci!ncia dos sur"istas -ue "re-Lentam a reião
dD o pacto entre moradores e donos de pensão
eD a proximidade de <$orian>po$is
169) O primeiro período do segundo parágrafo terá o seu sentido alterado se
for iniciado por:
aD a despeito de estar $oca$i)ada
&D não o&stante estar $oca$i)ada
cD ainda -ue este/a $oca$i)ada
dD contanto -ue este/a $oca$i)ada
eD posto -ue estivesse $oca$i)ada
170) 0 adjetivo empregado com valor conotativo é:
aD enerosas IY 5D
&D exc$usivo IY' :D
cD &ruta IY' PD
dD intacta IY' 56D
eD a)u$ IY' 5@D
171) O adjetivo ~badalado¨ (/. 8):
aD pertence 2 $#nua $iter0ria e sini"ica importante.
&D ( $inuaem /orna$#stica e sini"ica comentado.
cD pertence 2 $#nua popu$ar e sini"ica muito falado.
dD ! $inuaem cient#"ica e sini"ica movimentado.
eD pertence 2 $#nua co$o-uia$ e sini"ica valiosa.
P6
TEXTO XXXIII
A vida ( di"#ci$ para todos n>s' 7a&er disso nos a/uda por-ue nos
poupa da autopiedade' =er pena de si mesmo ( uma viaem -ue não
$eva a $uar nen*um' A autopiedade, para ser /usti"icada, nos toma um
tempo enorme na construção de arumentos e motivos para nos
5 entristecermos com uma coisa a&so$utamente natura$3 nossas
di"icu$dades'
Não va$e a pena perder tempo se -ueixando dos o&st0cu$os -ue
t!m de ser superados para so&reviver e para crescer' Q me$*or ter pena
dos outros e tentar a/udar os -ue estão perto de voc! e precisam de
10 uma mão amia, de um sorriso de encora/amento, de um a&raço de
con"orto' Mse sempre suas me$*ores -ua$idades para reso$ver
pro&$emas, -ue são3 capacidade de amar, de to$erar e de rir'
Fuitas pessoas vivem a se -ueixar de suas condiç.es
des"avor0veis, cu$pando as circunstRncias por suas di"icu$dades ou
15 "racassos' As pessoas -ue se dão &em no mundo são a-ue$as -ue
saem em &usca de condiç.es "avor0veis e se não as encontram se
es"orçam por cri0,$as' En-uanto voc! acreditar -ue a vida ( um /oo
de sorte vai perder sempre' A -uestão não ( rece&er &oas cartas, mas
usar &em as -ue $*e "oram dadas'
IDr' Lui) A$&erto P[, in O Dia, A;Y:Y;;D
172) Segundo o texto, evitamos a autopiedade quando:
aD aprendemos a nos comportar em sociedade'
&D nos dispomos a a/udar os outros'
cD passamos a inorar o so"rimento'
dD perce&emos -ue não somos os %nicos a so"rer'
eD &uscamos o apoio ade-uado'
173) Para o autor, o mais importante para a pessoa é:
aD perce&er o -ue ocorre 2 sua vo$ta'
&D ter pena das pessoas -ue so"rem'
cD &uscar con"orto numa "i$oso"ia ou re$iião'
dD es"orçar,se para vencer as di"icu$dades'
eD estar ciente de -ue, -uando menos se espera, sure a di"icu$dade'
174) A autopiedade, segundo o autor:
aD ( uma doença'
&D ( pro&$ema psico$>ico'
cD destr>i a pessoa'
dD não pode ser evitada'
eD não condu) a nada'
175) A vida é comparada a um jogo em que a pessoa:
PA
aD precisa de sorte'
&D deve sa&er /oar'
cD "ica desorientada,
eD era$mente perde'
eD não pode "a)er o -ue -uer'
176) A superação das dificuldades da vida leva:
aD 2pa)
&D 2 "e$icidade
cD ao e-ui$#&rio
dD ao crescimento
eD 2 auto,estima
177) Os sentimentos que levam à superação das dificuldade são:
aD "(, to$erRncia, a&neação
&D amor, desapeo, to$erRncia
cD caridade, sensi&i$idade, otimismo
dD "(, to$erRncia, &om *umor
eD amor, to$erRncia, a$eria
178) Para o autor:
aD não podemos vencer as di"icu$dades'
&D s> temos di"icu$dades por causa da nossa imprevid!ncia'
cD não podemos "uir das di"icu$dades'
dD devemos amar as di"icu$dades'
eD devemos procurar as di"icu$dades'
P:
TEXTO XXXIV
ESPERANÇAS
Apesar de : &i$*.es de pessoas viverem na po&re)a, entre os seis
&i$*.es de *a&itantes da =erra, as pessoas simp$es continuam a
acreditar num "uturo me$*or' Não importa se esse sentimento &rota da
emoção, da "( ou da esperança'
5 O importante ( ressa$tar -ue a crise de uma concepção cient#"ica do
mundo a&re, aora, a perspectiva de -ue os camin*os da *ist>ria não
se/am apenas a-ue$es previstos pe$as $aras avenidas das ideo$oias
modernas'
Os ata$*os são, *o/e, as vias principais, como o demonstram
o 10 <>rum 7ocia$ de Porto A$ere e a "orça das mo&i$i)aç.es contra o
atua$ mode$o de $o&a$i)ação' Assim como o aparente per"i$ ca>tico da
nature)a an*a um sentido evo$utivo e coerente na es"era &io$>ica, do
mesmo modo *averia um n#ve$ , -ue o Evane$*o denomina amor , em
-ue as re$aç.es *umanas tomam a direção da esperança'
15 Q verdade -ue, com o Furo de Wer$im, ruiu -uase tudo a-ui$o
-ue sina$i)ava um "uturo sem opressores e oprimidos' Aora as $eis do
mercado importam mais do -ue as $eis da (tica'
Fas, e a po&re)a de 6YA da *umanidadeS O -ue sini"ica "a$ar em
$i&erdades -uando não se tem acesso a um prato de comidaS Esta ( a
20 rande contradição da atua$ con/untura3 nunca *ouve tanta
$i&erdade para tantos "amintos! Fesmo os povos -ue no decorrer das
%$timas d(cadas não con*eceram a po&re)a e o desempreo aora se
deparam com esses "$ae$os, como ocorre nos pa#ses do $este europeu'
A ironia ( -ue, *o/e, a-ue$es povos são $ivres para esco$*er
25 seus overnantes, podem circu$ar por suas "ronteiras e mani"estar
suas discordRncias em p%&$ico' Fas $*es ( neado o direito de
esco$*er um sistema socia$ -ue não asseure a reprodução do capita$
privado'
I<rei Weto, in O Dia, 5PY8Y;5D
179) O texto pode ser entendido como um manifesto contrário ao:
aD presidencia$ismo
&D par$amentarismo
cD comunismo
dD socia$ismo
eD capita$ismo
180) ~Nunca houve tanta liberdade para tantos famintos.¨ No trecho
destacado, o autor questiona o valor:
aD da $o&a$i)ação
&D da democracia
cD das po$#ticas econEmicas
dD das privati)aç.es
P9
eD do overno
181) No texto, só não há correspondência entre:
aD esse sentimento IY' AD e crença num "uturo me$*or IY' 6D
&D ata$*os IY' PD e <>rum e "orça das mo&i$i)aç.es IY' PD
cD aparente per"i$ ca>tico IY' 55D e sentido evo$utivo IY' 56D
dD Furo de Wer$im IY' 59D e opressores e oprimidos IY' 5@D
eD seus overnantes IY' 69D e $*es IY' 6@D
182) Segundo o autor, os povos do antigo bloco comunista do leste europeu:
aD continuam sem $i&erdade de expressão'
&D *o/e são mais "e$i)es por-ue são $ivres'
cD são irEnicos, apesar de $ivres'
dD não são tota$mente $ivres'
eD so"rem com a ironia do overno'
183) O sinônimo adequado para ~ressaltar¨ (/. 5) é:
aD demonstrar
&D di)er
cD destacar
dD apontar
eD a"irmar
184) O grande paradoxo do mundo atual seria:
aD simp$icidade , esperança
&D concepção cient#"ica , "(
cD $i&erdade , "ome
dD es"era &io$>ica , amor
eD sistema socia$ , capita$ privado
185) ~É verdade que, com o Muro de Berlim, ruiu quase tudo aquilo que
sinalizava um futuro sem opressores e oprimidos.¨ Só não há paráfrase do
trecho destacado acima em:
aD 1om o Furo de Wer$im, certamente, caiu tudo -ue apontava para um "uturo
sem opressores e oprimidos'
&D Q certo -ue vieram a&aixo, com o Furo de Wer$im, todas as coisas -ue
sina$i)avam um "uturo sem opressores e oprimidos'
cD 1om a -ueda do Furo de Wer$im, na verdade, veio a&aixo tudo a-ui$o -ue
apontava para um "uturo sem opressores e oprimidos'
dD Q verdade -ue, por causa do Furo de Wer$im, veio a&aixo tudo -ue sina$i)ava
um "uturo sem opressores e oprimidos'
eD Ruiu, certamente, com o Furo de Wer$im, tudo a-ui$o -ue sina$i)ava um porvir
sem opressores e sem oprimidos'
P@
TEXTO XXXV
O so$vente, seundo a onda terrorista espa$*ada no pa#s, ( uma
esp(cie de veneno -u#mico -ue inescrupu$osos donos de postos e
distri&uidoras ma$,intencionadas deram de adicionar 2 aso$ina' 1om isso,
esses &andidos estariam $esando os concorrentes Ipor-ue paam &arato
5 pe$os adu$terantesD, os co"res p%&$icos Ipor-ue os impostos sini"icam
B;^ do custo da aso$ina+ mas são &aixos -uando ap$icados diretamente
so&re os so$ventesD e o consumidor, /0 -ue os produtos estran*os teriam
uma atuação demon#aca na sa%de do motor e dos componentes do carro,
roendo manueiras e detonando X no pior dos sentidos X o sistema de
10 com&ustão' Pior3 -uando adicionado por especia$istas, o so$vente -uase
não deixa pistas' Q indetect#ve$ em testes simp$es e impercept#ve$ durante
o "uncionamento do ve#cu$o'
Para cercar esse inimio, KMA=RO RODA7 recorreu ao Instituto de
Pes-uisas =ecno$>icas de 7ão Pau$o, o insuspeito IP=' Na tentativa de
15 "$arar postos -ue estivessem misturando su&stRncias estran*as 2
aso$ina, rep>rteres co$etaram amostras de com&ust#ve$ Wrasi$ a"ora, para
su&met!,$as 2 cromatora"ia, um m(todo capa) de reve$ar cada
componente de uma amostra, &em como a -uantidade de cada e$emento
na mistura' No primeiro $ote, de do)e amostras reunidas numa
viaem 20 entre Wuenos Aires e 7ão Pau$o, uma reve$ação esperada3
seundo o $audo do IP=, -uatro de$as estavam adu$teradas pe$a presença de
so$ventes em proporç.es acima das encontradas na aso$ina de re"er!ncia
da re"inaria Rep$an, de Pau$#nia, a 55B -ui$Emetros da capita$ pau$ista'
ID' 7c*e$p e L' Fartins, na Kuatro Rodas, marçoY;;D
186) Segundo o texto:
aD a aso$ina &rasi$eira ( sempre adu$terada nos postos de aso$ina'
&D a aso$ina arentina ( superior 2 &rasi$eira'
cD os donos de postos de aso$ina e, principa$mente, distri&uidoras ma$,
intencionadas t!m adicionado so$ventes 2 aso$ina'
dD a situação ( mais rave se o so$vente ( adicionado so& a orientação de pessoas
-ue deten*am uma t(cnica apurada'
eD a situação ( tão rave -ue nem a cromatora"ia tem sido capa) de mostrar a
adu$teração da aso$ina'
187) Depreende-se do texto que o IPT:
aD não tem estrutura para reso$ver o pro&$ema'
&D deveria usar a cromatora"ia'
cD disp.e de rep>rteres capa)es de "a)er a co$eta de aso$ina'
dD examina as amostras co$etadas em postos de aso$ina'
eD "ica situado a 55B -ui$Emetros da cidade de 7ão Pau$o'
188) A revista recorreu ao IPT porque:
PB
aD e$e ( um instituto insuspeito'
&D e$e "ica em 7ão Pau$o, ponto "ina$ da viaem dos rep>rteres'
cD a aso$ina de re"er!ncia ( a da Rep$an'
dD os co"res p%&$icos estão sendo $esados'
eD testes simp$es não podem reso$ver o pro&$ema'
189) A alternativa em que se substituem, sem alteração de sentido, os
elementos conectores ~segundo¨ (/. 1), ~com isso¨ (/. 3), ~já que¨ (/. 7)
e¨para¨(/. 13) é:
aD con"orme, apesar disso, por-ue, a "im de
&D consoante, dessa "orma, uma ve) -ue, a "im de
cD consoante, assim, uma ve) -ue, por
dD não o&stante, dessa "orma, por-uanto, a "im de
eD con"orme, a$i0s, uma ve) -ue, por
190) Segundo o texto:
aD a aso$ina não pode ter nen*um tipo de so$vente'
&D *0 mais aso$ina adu$terada no Wrasi$, na "aixa entre Wuenos Aires e 7ão
Pau$o'
cD por detonar o sistema de com&ustão, os &andidos $esam os concorrentes, os
co"res p%&$icos e o consumidor'
dD o IP= não seria o instituto ade-uado para "a)er a ava$iação da aso$ina, por ser
insuspeito'
eD o resu$tado da pes-uisa encamin*ada ao IP= não causou estran*e)a aos
e$ementos envo$vidos'
191) Com base nas idéias contidas no texto, pode-se afirmar que:
aD so$vente ( sempre veneno -u#mico'
&D terroristas estão adu$terando a aso$ina'
cD donos de postos de aso$ina são inescrupu$osos'
dD os so$ventes adicionados 2 aso$ina são &aratos, por isso os &andidos $evam
vantaem so&re os concorrentes'
eD durante a viaem entre Wuenos Aires e 7ão Pau$o, os rep>rteres descon"iaram
da presença de aso$ina adu$terada em seu carro'
192) ~...deram de adicionar à gasolina.¨ (/. 3) Por ~deram de¨, entende-se:
aD começaram a
&D acostumaram,se a
cD insistem em
dD precisam
eD dese/avam
193) De acordo com o texto, a gasolina ideal:
aD $eva poucos so$ventes'
&D não $eva so$ventes'
P8
cD ( a da Rep$an'
dD não r>i manueira'
eD ( a mais &arata'
PP
TEXTO XXXVI
OS UMBRAIS DA CAVERNA
RIO DE 1ANEIRO , Não sei por -ueIaD, mas associei duas
dec$araç.es da semana passada, "eitas no mesmo dia, mas separadas por
espaço e o&/etivo'
No Wrasi$, o presidente da Rep%&$ica dec$arou -ue G/0 vamos
5 transpor os um&rais do atrasoH' No A"eanistão, um ta$ de A&du$
Ra*man, ministro do novo overno -ue a$i se insta$ou, acredita -ue o
pa#s ser0 invadido por turistas de todo o mundo interessados em
con*ecer =ora Wora e 1anda*ar'
Louve,se o otimismo de um e de outro' 7empre ouvi di)er -ue
10 o otimista ( um cara ma$,in"ormado' As duas dec$araç.es, /untas ou
separadas, são uma prova' Os um&rais do atraso -ue <J1 anuncia
transpor e os encantos tur#sticos do A"eanistão são &oas intenç.es
ainda distantes da rea$idade' 1erto -ue não "a$tam proressos em nossa
vida como nação e povo, mas o -uadro era$ ainda ( $astim0ve$,
15 so&retudo pe$a exist!ncia de dois cen0rios contradit>rios , um cada
ve) mais rico e outro cada ve) mais miser0ve$'
Os um&rais -ue separam a ri-ue)a da mis(ria não serão transpostos com
as prioridades -ue sete anos de tucanato esta&e$eceram para o pa#s'
Kuando Faria Antonieta peruntou por -ue o povo não comia
20 &o$os 2 "a$ta de pão, tam&(m pensava -ue a monar-uia *avia
transposto os um&rais do atraso'
Kuanto ao interesse de as cavernas de =ora Wora provocarem uma
invasão de turistas, ac*o discut#ve$ esse tipo de atração' Recon*eço -ue
*0 exaeros na massi"icação do turismo internaciona$, mas não a esse
25 ponto'
Em todo o caso, não custa a&rir um cr(dito de esperança para as &urras
do er0rio a"eão' 7e o ministro A&du$ Ra*man contratar um dos nossos
mar-ueteiros pro"issionais, desses -ue prometem e$eer um poste para a
Presid!ncia da Rep%&$ica, ( poss#ve$ -ue muita ente v0 con*ecer
30 as cavernas onde ainda não encontraram Osama &in Laden'
I1ar$os Jeitor 1on[, na <o$*a de 7ão Pau$o, 5AY5Y;6D
aA pa$avra aparece assim na edição e$etrEnica da <o$*a' No entanto, deve ser
acentuada I-u!D'
194) O autor não acredita:
aD na &oa intenção do presidente da Rep%&$ica'
&D -ue o A"eanistão ser0 invadido por turistas de todo o mundo'
cD -ue o ministro a"eão se/a otimista'
dD -ue o otimista ( um cara ma$,in"ormado'
eD em seme$*anças entre as dec$araç.es de <J1 e A&du$ Ra*man'
195) Maria Antonieta é comparada a:
aD A&du$ Ra*man
5;;
&D turistas de todo o mundo
cD =ora Wora
dD <J1
eD um cara ma$,in"ormado
196) ~...não custa abrir um crédito de esperança para as burras do erário
afegão.¨ Neste trecho, ~as burras do erário afegão¨ significam:
aD as pessoas inorantes do A"eanistão
&D os animais de cara do A"eanistão
cD os co"res do tesouro do A"eanistão
dD o din*eiro da iniciativa privada do A"eanistão
eD o din*eiro de empresas "a$idas do A"eanistão, con"iscado pe$o novo overno
197) Ao definir o otimista, o autor valeu-se de uma linguagem:
aD *erm(tica
&D cu$ta
cD c*u$a
dD co$o-uia$
eD o"ensiva
198) Para o autor, tanto FHC como Abdul Rahman:
aD estão descontentes com a situação em seus pa#ses'
&D t!m amp$a visão socia$'
cD são demaoos'
dD não t!m preparo para ocupar seus caros'
eD são ma$,in"ormados'
199) Se levarmos em conta a afirmação de FHC, teremos de concluir que o
Brasil:
aD não ( mais um pa#s atrasado'
&D continuar0 a ser um pa#s atrasado'
cD $evar0 muitos anos para se desenvo$ver'
dD em pouco tempo deixar0 de ser um pa#s atrasado'
eD tem condiç.es de ser um pa#s adiantado'
200) No último parágrafo do texto, o autor utiliza uma linguagem:
aD meta">rica
&D *iper&>$ica
cD irEnica
dD $eviana
eD pessimista
201) Para o autor, as declarações de FHC e do ministro só não têm em
comum o fato de:
5;5
aD serem e-uivocadas'
&D partirem de pessoas otimistas'
cD serem despropositadas'
dD serem &em,intencionadas'
eD superva$ori)arem a capacidade tur#stica de seus pa#ses'
5;6
TEXTO XXXVII
TOLERANCIA
Kuando o mundo se torna vio$ento, &uscamos uma exp$icação em
-ue a compreensão se expresse em atos e pa$avras' Fas como exp$icar a
tortura, o assassinato, a censura, o imperia$ismo ou o terrorismo,
"erramentas "avoritas dos repressores -ue -uerem evitar -ua$-uer opinião
5 diverenteS
Jist>rias recentes da Am(rica Latina, da Europa e do Oriente
F(dio comprovam tais "atos3 ( o caso de 1u&a de 1astro, do Peru de
<u/imori e dos radica$ismos po$#ticos, de triste mem>ria, da Arentina e
do Wrasi$+ ( a incompreensão de protestantes e cat>$icos, na Ir$anda+ ( a
10 -uestão entre /udeus e pa$estinos, -ue "a) sanrar a =erra 7anta' O
"anatismo de"ensor de uma verdade aceita como %nica não ( patrimEnio
exc$usivo das ditaduras' Jo/e os "undamenta$ismos re$iiosos, misturados
a "rustraç.es econEmicas e sociais, são a expressão pato$>ica de uma
-ue&ra de e-ui$#&rio do universo' 1omo, então, en"rent0,$osS
15 Não *0 me$*or ant#doto contra a conduta into$erante -ue a
$i&erdade, conse-L!ncia da p$ura$idade, -ue consiste em de"ender id(ias
pr>prias, mas aceitando -ue o outro possa ter ra)ão' Precisamos
recon*ecer ve$*as verdades3 a vio$!ncia era vio$!ncia+ todo poder (
a&usivo+ o "anatismo ( inimio da ra)ão+ todas as vidas
são preciosas+ a 20 uerra /amais ( $oriosa, exceto para os
vencedores -ue cr!em -ue Deus est0 ao $ado dos randes ex(rcitos'
A so$idariedade e a to$erRncia democr0tica, inexistentes no nosso
tempo, imp$icam uma revo$ução em nossas menta$idades e na aceitação
do -ue perce&emos como di"erentes, para se con"iurar uma
25 sociedade mu$ticu$tura$' Esses são os desa"ios (ticos -ue dever#amos
en"rentar, sem a arroRncia dos pa#ses desenvo$vidos e sem a
marina$i)ação dos su&desenvo$vidos, a"undados na mis(ria e na "ome'
I1ar$os A$&erto Ra&aça, em O Dia, 65 Y55 Y ;5D
202) Para o autor, o maior problema do mundo atual é:
aD o "anatismo re$iioso
&D as ditaduras
cD a into$erRncia
dD a vio$!ncia
eD a mis(ria
203) O autor faz alusão a problemas específicos de vários países. Aquele cujo
problema é diferente do dos demais é:
aD Wrasi$
&D Ir$anda
cD Arentina
dD 1u&a
5;A
eD Peru
204) Com base nas idéias contidas no texto, pode-se afirmar que:
aD s> as ditaduras aceitam uma verdade tida como %nica'
&D o "undamenta$ismo re$iioso não co$a&ora com a -ueda do e-ui$#&rio universa$'
cD nada pode com&ater a into$erRncia de nossos dias'
dD tudo pode ser exp$icado, inc$usive a into$erRncia'
eD o mundo atua$ não tem so$idariedade e to$erRncia democr0tica'
205) Em sua função anafórica, o pronome relativo ~que¨ (/. 16) refere-se no
texto a:
aD ant#doto
&D p$ura$idade
cD id(ias
dD conduta
eD $i&erdade
206) Não são elementos antagônicos:
aD Wrasi$ Y Arentina
&D protestantes Y cat>$icos
cD /udeus Y pa$estinos
dD arroRncia Y marina$i)ação
eD conduta into$erante Y $i&erdade
207) ~Expressão patológica¨ -l. 13) é expressão:
aD deturpada
&D exaerada
cD cotidiana
dD m>r&ida
eD som&ria
208) Segundo o texto, ser livre é:
aD "a)er o -ue se -uer'
&D va$ori)ar as suas id(ias, em detrimento das dos outros'
cD ter suas id(ias e admitir as dos outros'
dD viver intensamente'
eD não se preocupar com a into$erRncia do mundo'
5;:
TEXTO XXXVIII
QUENTE E FRIO
Fe di)em -ue, de acordo com uma convenção internaciona$, a
torneira de um $ado ( sempre a da 0ua -uente e a do outro, $oicamente,
a da 0ua "ria' Fas nunca me $em&ro -uais são os $ados' Não usam mais
os ve$*os K e <, imaino, para não descriminara os ana$"a&etos, nem as
5 cores verme$*o para -uente e a)u$ para "ria, para não descriminara os
da$tEnicos' Fas e n>s, os patetasS =am&(m precisamos tomar &an*o'
Nunca nos $em&ramos de -ue $ado ( o -uente e de -ue $ado ( o "rio
e estamos condenados a sustos constantes ou então a demorada
experimentação at( acertar a temperatura da 0ua' Isso -uando os
10 contro$es não estão concentrados numa %nica supertorneira de
m%$tip$as "unç.es, na -ua$ voc! pode esco$*er vo$ume e temperatura
numa com&inação de movimentos sincroni)ados depois de comp$etar um
curso de aprendi)aem do -ua$ tam&(m sair0 capacitado a pi$otar um
Woein'
A verdade ( -ue existe uma conspiração para a"astar do mundo
15 do consumo moderno as pessoas, diamos, neuronicamente
pre/udicadas' Em a$uns casos a depuração "oi $one demais e o
resu$tado ( -ue *o/e existem, comprovadamente, apenas de)essete
pessoas em todo o mundo -ue sa&em proramar o timer para ravação
num videocassete' Destas, -uin)e s> reve$am o -ue sa&em por
muito din*eiro, 20 uma est0 muito doente e a outra se retirou para o
=i&ete e não -uer ser incomodada' Na maioria dos casos, no entanto, as
instruç.es para uso são diriidas a pessoas normais, com um m#nimo de
acuidade e &om senso , -uer di)er, são contra n>s! Fas eu /0 me
resinara a não sa&er proramar o timer, ou se-uer sa&er o -ue era
um timer, ou /amais usar a 25 tec$a Num Loc] com medo de trancar
todos os computadores num raio de um -ui$Emetro, desde -ue me
sentisse con"ort0ve$ no mundo -ue eu dominava' 1omo, por exemp$o, no
c*uveiro' E entabo a modernidade c*eou 2s torneiras, e -uente e "rio
tam&(m se trans"ormaram em desa"ios inte$ectuais' Kuente ( a da
es-uerda e "ria ( a da direita, ( issoS
30 Ou ( o contr0rioS Q uma conspiração'
ILu#s <' ?er#ssimo, em O C$o&o, 5AY5Y;6D
a Escrita assim na p0ina e$etrEnica consu$tada' O per"eito ( discriminar.
209) O texto nos fala:
aD da in(pcia de todos os ana$"a&etos
&D do pro&$ema dos da$tEnicos
cD da di"icu$dade em se decidir entre 0ua "ria e 0ua -uente
dD da di"icu$dade tra)ida pe$a modernidade
eD do car0ter o&so$eto de determinados apare$*os dom(sticos
210) O tom predominante no texto é de:
5;9
aD perp$exidade
&D *umorismo
cD decepção
dD rea$ismo
eD determinismo
211) O texto é formado a partir de hipérboles. Assinale o trecho que não
denota nenhum tipo de exagero.
aD GNunca nos $em&ramos de -ue $ado ( o -uente e de -ue $ado ( o "rio'''H IY' BD
&D G'''do -ua$ tam&(m sair0 capacitado a pi$otar um Woein'H IY' 5AD
cD G'''existem, comprovadamente, apenas de)essete pessoas em todo o mundo'''H
IY' 5BY58D
dD GFas eu /0 me resinara a não sa&er proramar o timer...9 IY' 6AY6:D
eD GQ uma conspiração'H IY' A;D
212) Pelo visto, a supertorneira:
aD simp$i"ica as coisas'
&D arada a todos'
cD ( mais um e$emento comp$icador'
dD não apresenta randes uti$idades'
eD ( uma peça tota$mente in%ti$'
213) Embora brincando, o autor se inclui entre:
aD os ana$"a&etos
&D os da$tEnicos
cD as pessoas neuronicamente pre/udicadas
dD as pessoas normais
eD as -ue s> reve$am o -ue sa&em por muito din*eiro
214) Para o autor, não se usam mais Q e F ou o vermelho e o azul para evitar:
aD -ue as pessoas ten*am muitas coisas para decorar'
&D o crescimento do n%mero de patetas'
cD -ue as pessoas neuronicamente pre/udicadas "i-uem sem entender o
"uncionamento das torneiras'
dD a marina$i)ação de determinados indiv#duos'
eD -ue as pessoas normais se sintam discriminadas'
215) O texto fala da dificuldade do autor no dia-a-dia. Assinale o que não se
enquadra nesse caso.
aD o -uente e o "rio da torneira
&D o uso da supertorneira
cD diriir um Woein
dD o timer do videocassete
eD a tec$a Num Loc]
216) Na realidade, o problema do autor seria a falta de:
5;@
aD inte$i!ncia
&D paci!ncia
cD *umi$dade
dD concentração
eD mem>ria
217) Que palavra pode substituir ~acuidade¨ -l. 22) sem prejuízo do sentido
original do texto?
aD oriina$idade
&D perspic0cia
cD inte$i!ncia
dD vontade
eD persist!ncia
218) Antes do desafio intelectual das novas torneiras, o autor se sentia:
aD tran-Li$o
&D esperançoso
cD desanimado
dD um pateta
eD inseuro
219) O eufemismo é a figura que consiste em suavizar uma idéia
desagradável. Assinale o trecho em que isso ocorre.
aD GNão usam mais os ve$*os K e <'''H IY' AY:D
&D GFas e n>s, os patetasSH IY' @D
cD G=am&(m precisamos tomar &an*o'H IY' @D
dD G'''as pessoas, diamos, neuronicamente pre/udicadas'H IY' 59Y5@D
eD GE então a modernidade c*eou 2s torneiras'''H IY' 6BY68D
5;B
TEXTO XXXIX
COMO NASCEM, VIVEM E MORREM AS ESTRELAS?
A exist!ncia de um astro, -ue dura de 5;; mi$*.es a 5 tri$*ão de anos,
passa por tr!s "ases3 nascimento, meia,idade e maturidade'
G=odas as estre$as nascem da mesma "orma3 pe$a união de asesH, di) o
astrEnomo Ro&erto Woc)]o, da Mniversidade de 7ão Pau$o IM7PD' Part#cu$as
5 de 0s Iera$mente *idro!nioD so$tas no Mniverso vão se concentrando
devido 2s "orças ravitacionais -ue puxam umas contra as outras'
<ormam, assim, uma iantesca nuvem de 0s -ue se trans"orma em
estre$a , isto (, um corpo ce$este -ue emite $u)'
A ravidade espreme essa massa asosa a ta$ ponto -ue "unde
10 os 0tomos em seu interior' Essa "usão ( uma reação atEmica -ue trans"orma
*idro!nio em *($io, erando rande -uantidade de ca$or e de $u)' Mm
exemp$o de estre$a /ovem são as P$eiades, na ?ia L0ctea, resu$tado de "us.es
-ue começaram *0 poucos mi$*.es de anos'
Durante a meia,idade , cerca de P;^ da sua exist!ncia ,, a
15 estre$a permanece em estado de e-ui$#&rio' 7eu &ri$*o e taman*o variam
pouco, ocorrendo apenas uma $ieira contração' Q o caso do 7o$, -ue, com :,9
&i$*.es de anos, se encontra nessa "ase intermedi0ria de sua exist!ncia,
so"rendo m#nima condensação'
Kuando a maior parte do *idro!nio -ue a com p.e se esota,
20 a estre$a entra na maturidade , este sim, um per#odo de dr0sticas
trans"ormaç.es' Praticamente todo o *idro!nio do n%c$eo /0 se converteu em
*($io' 1om isso, diminui a "usão entre as mo$(cu$as de 0s e começa um
per#odo de contração e a-uecimento vio$entos no corpo ce$este' A -uantidade
de ca$or e $u) erados ( tão rande -ue o movimento se inverte3
25 o astro passa a se expandir rapidamente' 7eu raio c*ea a aumentar 9;
ve)es e o ca$or se di$ui' A estre$a vira uma iante verme$*a' Mm exemp$o (
Antares, na conste$ação de Escorpião , uma amostra de como "icar0 o 7o$
da-ui a :,9 &i$*.es de anos, eno$indo todo o 7istema 7o$ar'
T0 na maturidade, a "a$ta de *idro!nio torna,se cr#tica' Apesar
30 da r0pida expansão, a "usão entre os ases diminui continuamente3 o astro
camin*a para o seu "im' O modo como e$e morrer0 depende da sua massa'
7e e$a "or at( duas ve)es a do 7o$, sua contração trans"ormar0 o corpo
ce$este em um pe-ueno astro mori&undo, cu/a ravidade /0 não conseue
seurar os ases da peri"eria' Fas se a massa "or de duas a tr!s ve)es a do
35 7o$, a contração "ina$ ser0 muito "orte, criando um corpo ce$este
extremamente denso c*amado pu$sar, ou estre$a de neutrons' Kuando a massa
( maior, a condensação "ina$ ( mais vio$enta ainda e o n%c$eo do antio astro
vira um &uraco nero , sua densidade ( tão a$ta -ue e$e não deixa nem a
$u) escapar' 7imu$taneamente, os ases da camada mais
40 peri"(rica dessa estre$a se trans"ormam em uma supernova , massa de 0s
-ue &ri$*a por pouco tempo at( sumir de uma ve) por todas'
I7uperinteressante, aosto de 6;;5D
220) A ciência de que trata o texto se chama:
5;8
aD Wiotecnia
&D Exo&io$oia
cD Astronomia
dD Astro$oia
eD M"o$oia
221) Segundo o texto:
aD nem todos os astros morrem'
&D as P$eiades são estre$as na "ase da maturidade'
cD as estre$as nem sempre possuem $u) pr>pria'
dD o 7o$ ainda não entrou na "ase da maturidade'
eD os astros t!m um mesmo tipo de nascimento e morte'
222) ~A gravidade espreme essa massa gasosa a tal ponto que funde os
átomos em seu interior.¨ Se começarmos o período acima por ~A gravidade
funde os átomos em seu interior¨, o elemento conector que deverá ser usado
para que se mantenha a coesão textual e o sentido original é:
aD se &em -ue
&D contudo
cD por-ue
dD caso
eD a "im de -ue
223) Só não diz respeito à maturidade de uma estrela:
aD "ase de randes trans"ormaç.es
&D expansão r0pida
cD conversão de *idro!nio em *($io
dD escasse) de *idro!nio
eD aumento cont#nuo de ca$or, at( a morte
224) Sobre Antares, com base no texto, não se pode afirmar:
aD ( estre$a na "ase da maturidade'
&D situa,se na conste$ação de Escorpião'
cD ( uma estre$a verme$*a'
dD 7eu raio aumentou muito'
eD não pertence 2 ?ia L0ctea'
225) Sobre o pulsar, podemos inferir que:
aD ( um tipo de estre$a de meia,idade'
&D ( um astro -ue sure com a morte de uma estre$a'
cD ( o mesmo -ue &uraco nero'
dD ( um astro de massa seme$*ante 2 do 7o$'
eD os ases de sua camada peri"(rica trans"ormam,se em uma supernova'
226) Com base nas idéias contidas no texto, só não se pode dizer que:
5;P
aD o tempo de vida dos astros ( &astante variado'
&D toda estre$a tem oriem numa nuvem de 0s'
cD a maior parte da vida de um astro ( a meia,idade'
dD As P$eiades, o 7o$ e Antares t!m em comum apenas o "ato de serem estre$as'
eD uma estre$a de neutrons ( tão densa -uanto um &uraco nero'
227) Os dois pontos que aparecem depois de ~continuamente¨ (/. 30) podem
ser substituídos, sem alteração de sentido, por:
aD por-ue
&D e
cD mas
dD ou
eD 2 medida -ue
55;
TEXTO XL
GRITOS DE INDEPENDÊNCIA
1omemora,se a independ!ncia do Wrasi$' 1onsta -ue não *ouve
sanue, apenas o rito do Ipirana, -ue marcou a ruptura com a tute$a
portuuesa, mantendo no poder o portuu!s D' Pedro I, -ue se
proc$amou imperador do Wrasi$, mas terminou seus dias como
du-ue de 5 Wraança e "iura, na re$ação din0stica, como o 68\ rei de
Portua$' 1omo se v!, na passare$a da *ist>ria, o sam&a não ( o do
criou$o doido'
Entre o "ato e a versão do "ato, a *ist>ria o"icia$ tende 2 seunda'
Ainda *o/e se discute se o rito decorreu do son*o de uma p0tria
independente ou da am&ição de um imp(rio tropica$' <icou o rito parado
10 no ar, expresso nos rostos contorcidos das "iuras de Portinari, no
romanceiro de 1ec#$ia Feire$es, na poesia aEnica de 1*ico Wur-ue, no
coração deso$ado das mães &rasi$eiras -ue enterram, por ano, cerca de
A;; mi$ rec(m,nascidos, precocemente traados pe$os recursos -ue
"a$tam 2 0rea socia$' O n%mero s> não ( maior raças ao vo$untariado da
15 Pastora$ da 1riança, monitorada pe$a doutora Zi$da Arns'
O Wrasi$, p0tria veeta$, ostenta o sem&$ante de uma cordia$idade
reneada por sua *ist>ria' 7o& o rito da independ!ncia ressoam os dos
#ndios trucidados pe$a empresa co$oni)adora, aora restaurada pe$a
assepsia (tnica proposta pe$os interacionistas -ue /u$am
20 as reservas ind#enas privi$(io na&a&esco' Ecoam tam&(m os ritos
das v#timas inde"esas de entradas e &andeiras, <ernão Dias sacri"icando o
pr>prio "i$*o em troca de um pun*ado de pedras preciosas, &andeirantes
travestidos de *er>is da p0tria pe$o re$ato *ist>rico dos &rancos, versão
&arroca do es-uadrão da morte rura$, diriam os #ndios se "iurassem
25 como autores em nossa *istoriora"ia'
A&a"am,se, em vão, os ritos arrancados 2 c*i&ata dos neros
arrastados de a$(m,mar, sem contar as revo$tas popu$ares -ue minam o
mito de uma pac#"ica a&neação -ue s> existe no u"anismo de uma e$ite
-ue se per"uma -uando vai 2 caça'
30 P0tria armada de preconceitos arraiados, casa,rande -ue traça os
$imites intranspon#veis da sen)a$a, na pendu$ar po$#tica de per#odos
autorit0rios a$ternados com per#odos de democracia tute$ar, /0 -ue, neste
pa#s, a coisa p%&$ica ( ne>cio privado' #ndios, neros, mu$*eres,
$avradores e oper0rios não merecem a cidadania, re)a a pr0tica da-ue$es
35 -ue se-uer se enveron*am de serem compatriotas de 9; mi$*.es de
pessoas -ue não disp.em de Rc 8; mensais para ad-uirir a cesta &0sica'
V a$era, as tripas, marca inde$(ve$ em nossa cu$in0ria, como a
"ei/oada' Privati)am,se empresas e son*os, va$ores e sentimentos,
convocando inte$ectuais de apar!ncia proressista para dar um to-ue de
40 modernidade aos ve$*os e permanentes pro/etos da o$iar-uia' ?a$e
tudo "rente ao *orror de um Wrasi$ su/eito a re"ormas estruturais' Os -ue
-uerem overnar a sociedade não suportam os -ue -uerem overnar com
a sociedade'
555
Destroçada e endividada, a p0tria navea a re&o-ue do
45 receitu0rio neo$i&era$, -ue di$ata a "ave$i)ação, o desempreo, o poder
para$e$o do narcotr0"ico, a concentração de renda' 7e o sa$0rio não paa a
d#vida, a vida parece não va$er um sa$0rio' No Wrasi$, os *ospitais estão 3
doentes, a sa%de encontra,se em estado termina$, a esco$a a)eteia, o
sistema previdenci0rio associa,se ao "uner0rio e a esperança se redu) a
50 um novo par de t!nis, um empreo -ua$-uer, a$çar a "antasia pe$o
conso$o e$etrEnico das te$enove$as'
Aman*ecia em 1opaca&ana -uando AntEnio Faria ritou3 GNão sei
por onde vou, mas sei -ue não vou por a#H' Não vou pe$as receitas
monetaristas -ue sa$vam o =esouro o"icia$ e apressam a morte dos
po&res'
55 ?ou com a-ue$es -ue sempre denunciam a in/ustiça, testemun*am a
(tica na po$#tica, aem com escr%pu$os, de"endem os direitos ind#enas,
repudiam todas as "ormas de preconceitos, promovem campan*as de
com&ate 2 "ome, administram recursos p%&$icos com pro&idade e $utam
por uma nova po$#tica econEmica' ?ou com a-ue$es -ue, esta semana,
60 estarão mo&i$i)ados no Crito dos Exc$u#dos, promovido pe$a 1NWW,
em parceria com entidades e movimentos popu$ares' Nen*um pa#s ser0
independente se, primeiro, não o "orem a-ue$es -ue o overnam'
I<rei Weto, no Torna$ do Wrasi$, AYPY;5D
228) Os sentimentos que melhor caracterizam o estado de espírito do autor
são:
aD >dio e dese-ui$#&rio
&D medo e pessimismo
cD inseurança e descontro$e
dD revo$ta e an%stia
eD apatia e resinação
229) Para o autor, a história do Brasil é apresentada aos brasileiros:
aD de "orma rea$ista
&D com poucos deta$*es
cD com preconceito
dD cortada
eD mascarada
230) O trecho que justifica a resposta ao item anterior é:
aD G1omemora,se a independ!ncia do Wrasi$'H
&D GV a$era, as tripas, marca inde$(ve$ em nossa cu$in0ria, como a "ei/oada'H
cD G#ndios, neros, mu$*eres, $avradores e oper0rios não merecem a cidadania'''H
dD GEntre o "ato e a versão do "ato, a *ist>ria o"icia$ tende 2 seunda'H
eD GO n%mero s> não ( maior raças ao vo$untariado da Pastora$ da 1riança'H
231) O autor duvida:
556
aD do "uturo do Wrasi$
&D dos artistas &rasi$eiros
cD da independ!ncia do Wrasi$
dD das revo$tas popu$ares
eD de AntEnio Faria
232) ~Os que querem governar a sociedade não suportam os que querem
governar com a sociedade.¨ Esse trecho sugere a dicotomia:
aD overno mi$itar Y overno civi$
&D comunismo Y capita$ismo
cD presidencia$ismo Y par$amentarismo
dD monar-uia Y rep%&$ica
eD ditadura Y democracia
233) A autêntica história brasileira nos diz que o Brasil não é um país:
aD cordia$
&D de "uturo
cD "orte
dD in/usto
eD de &ons escritores
234) ~Não sei por onde vou, mas sei que não vou por aí¨. Por esse trecho,
pode-se entender:
aD a d%vida de a$u(m -ue não sa&e -ue decisão tomar
&D a revo$ta diante de uma situação aceita por todos i
cD a esperança e a certe)a da mudança
dD a não,aceitação do -ue ocorre no momento
eD o desespero por não poder "a)er a$uma coisa pe$o pa#s
235) ~À galera, as tripas, marca indelével em nossa culinária, como a
feijoada.¨ A palavra ~indelével¨, no trecho acima, significa:
aD -ue não se pode dese/ar
&D -ue não se pode apaar
cD -ue não se pode aceitar
dD -ue não se pode exp$icar
eD -ue não se pode prever
236) Os maiores problemas do Brasil, na atualidade, são creditados:
aD ao rito de independ!ncia
&D ao u"anismo da e$ite
cD 2 privati)ação das empresas
dD ao neo$i&era$ismo
eD ao =esouro o"icia$
55A
237) Segundo o autor, os intelectuais de aparência progressista são
convocados para:
aD me$*orar a imaem do overno no exterior'
&D interar o Wrasi$ na $o&a$i)ação'
cD desviar a atenção do povo para coisas de somenos importRncia'
dD $evar o povo a se interessar pe$os pro&$emas sociais e po$#ticos do pa#s'
eD $evar o povo a ac*ar -ue tudo est0 &em'
238) A palavra ~oligarquia¨ -l. 40) significa governo:
aD de ricos
&D de no&res
cD de poucos
dD de muitos
eD do povo
239) Dentre os problemas do Brasil, o texto não faz menção:
aD 2 escravidão dos neros
&D 2 opressão dos #ndios
cD ao voto,ca&resto do Nordeste
dD 2 discriminação da mu$*er
eD 2 "ome do povo
240) A palavra que, metaforicamente empregada, melhor exprime a idéia do
autor sobre a tirania do governo brasileiro é:
aD casa,rande
&D tripas
cD imp(rio
dD tute$ar
eD te$enove$as
241) Para o autor, o Brasil, na realidade, nunca foi ou teve:
aD monar-uia
&D rep%&$ica
cD ditadura
dD capita$ismo
eD democracia
242) O último parágrafo do texto difere dos demais pois nele o autor
demonstra:
aD a$eria por ser &rasi$eiro
&D certe)a da trans"ormação pr>xima
cD convicção de -ue o overno est0 me$*orando
dD esperança em um pa#s me$*or
eD indi"erença diante dos pro&$ema da atua$idade &rasi$eira
55:
PAR=E III
INTERPRETAÇÄO II
559
TEXTO XLI
PERITO CRIMINAL - SSP/MT
TRINTA ANOS DE UMA FRASE INFELIZ
E$e não podia ter arrumado outra "raseS ?0 $0 -ue *a/a perpetrado
rande "eito indo 2 Lua, em&ora ta$ empreendimento soe *o/e ex>tico
como uma viaem de Cu$$iver' Fas Nei$ Armstron, o primeiro
astronauta a pisar na Lua, precisava ter dito3 GEste ( um passo pe-ueno
5 para um *omem, mas um sa$to iantesco para a *umanidadeHS Não
podia ter se contentado com a$o mais natura$ IGKuanta poeiraH, por
exemp$oD, menos pedante IGKuem diria, conseuimosHD, mais %ti$ como
in"ormação IGAndar a-ui ( "0ci$Ydi"#ci$YostosoYd>i a pernaHD ou mais
rea$ista IGEstou preocupado com a vo$taHDS
10 Não podia' 1onvencionou,se -ue eventos so$enes pedem "rases
so$enes' Era preciso "or/ar para a ocasião uma "rase G*ist>ricaH' Não
*ist>rica no sentido de -ue "ica uardada para a posteridade , a
posteridade uarda tam&(m "rases de&oc*adas, como G7e e$es não t!m
pão, comam &rioc*esH' Jist>rica, no caso, e-Liva$e 2 "rase edi"icante' Q
a 15 *ist>ria em sua versão, ve$*usca e "raudu$enta, de GFestra da ?idaH,
a Jist>ria re&aixada a ramo da educação mora$ e c#vica' V $u) desse
entendimento do -ue ( G*ist>ricoH, Armstron esco$*eu sua "rase'
Armstron teve tanto tempo para pensar, no $ono per#odo de
preparativos, ou outros tiveram tempo de pensar por e$e, no caso de a
20 "rase $*e ter sido o"erecida de &ande/a, /unto com a roupa e os
instrumentos para a missão, e "oi sair,se com um exemp$ar do primeiro
!nero' 7e era para di)er a$o &onito, por -ue não recitou 7*a]espeareS
7e -ueria a$o inte$iente, por -ue não encomendou a Core ?ida$ ou
_ood[ A$$enS
IRo&erto Pompeu de =o$edo' >eja, 65Y;BYPPD
243) O tema central do texto (3
aD a indinação pe$os poucos dados enviados so&re a aventura da ida do *omem 2
Lua'
&D a narrativa da aventura do primeiro *omem a pisar na Lua'
cD a importRncia do acontecimento do *omem ter c*eado 2 Lua'
dD a discordRncia com respeito 2 "rase esco$*ida para um momento randioso'
eD o impacto da "rase dita no momento em -ue o *omem pisou na Lua'
244) A propósito do texto, o autor classifica a frase de Armstrong como infeliz,
porque,
aD apesar de ter sido edi"icante, a "rase não "oi *umi$de'
&D apesar de ter sido &onita, a "rase "oi super"icia$'
cD apesar de ter "icado para a posteridade, a "ase "oi super"icia$, pedante, in%ti$ e
irrea$'
dD apesar de ter sido so$ene, a "rase "oi ex>tica'
55@
eD apesar de ter sido inte$iente, a "rase não "oi edi"icante'
245) ~...embora tal empreendimento soe hoje exótico como uma viagem de
Gulliver.¨ O autor do texto expressa:
aD certa decepção, com o passar dos anos, -uanto 2 ida do *omem 2 Lua'
&D a importRncia capita$ -ue teve o evento para a *umanidade'
cD o encantamento com -ue a ida do *omem 2 Lua ( vista at( *o/e'
dD a necessidade de -ue o *omem vo$te 2 Lua'
eD certa incredu$idade -uanto 2 ida do *omem 2 Lua'
246) Para Roberto Pompeu de Toledo, a frase em apreço deveu-se ao fato de
que:
aD o astronauta rece&eu a "rase /0 pronta, /unto com a roupa e os instrumentos
para a missão'
&D Armstron não teve tempo para pensar em a$o me$*or'
cD Armstron "oi motivado pe$a convenção de -ue eventos so$enes pedem "rases
so$enes'
dD Armstron -uis ser oriina$, não copiando 7*a]espeare, Core ?ida$ e _ood[
A$$en'
eD o astronauta não acreditou no !xito da missão'
247) Na opinião do autor do ensaio,
aD s> "rases edi"icantes são *ist>ricas'
&D a "rase de Armstron reve$a uma visão u$trapassada da Jist>ria'
cD s> "rases &onitas ou inte$ientes são *ist>ricas'
dD eventos so$enes pedemH "rases so$enes'
eD a "rase de Armstron "oi rapidamente es-uecida'
248) A figura de linguagem encontrada na fase ~Com muito suor o
funcionário conseguiu a promoção¨ é:`
aD catacrese
&D prosopop(ia
cD sinestesia
dD meton#mia
eD met0"ora
Esta -uestão da prova não tem &ase no texto'
55B
TEXTO XLII
ANALISTA 1UDICIÁRIO - TRT 17a REGIÄO
DA INFLUÊNCIA DOS ESPELHOS
=u $em&ras da-ue$es randes espe$*os cEncavos ou
convexos -ue em certos esta&e$ecimentos os propriet0rios
co$ocavam 2 entrada para atrair os "reueses, ac*atando,os,
a$onando,os, de"ormando,os nas mais estran*as con"iuraç.esS
5 N>s, as crianças de então, ac*0vamos uma &ruta raça, por
sa&er -ue era tudo i$usão, em&ora ta$ve) nem con*ec!ssemos o
sentido da pa$avra Gi$usãoH'
Não, n>s &em sa&#amos -ue não (ramos a-ui$o!
Depois, ao crescer, desco&rimos -ue, para os outros, não
10 (ramos precisamente isto -ue somos, mas a-ui$o -ue os
outros v!em'
1uidado, incauto $eitor! J0 casos, na vida, em -ue a$uns
aca&am adaptando,se a essas imaens enanosas,
despersona$i)andose num seundo GeuH'
Kue pode uma a$ma, ainda por cima invis#ve$, contra o
15 testemun*o de mi$*ares de espe$*osS
Eis a-ui um rave assunto para um conto, uma nove$a, um
romance, ou uma tese de mestrado em Psico$oia'
IF0rio Kuintana, Na volta da esquina. Porto A$ere, C$o&o, 5PBP, p' BPD
249) Nesta crônica, Mário Quintana
aD va$e,se de um incidente de seu tempo de criança, para mostrar a importRncia
-ue tem a imainação in"anti$'
&D a$ude 2s propriedades i$us>rias dos espe$*os, para mostrar -ue as crianças
sentiam,se inteiramente capturadas por e$es'
cD $em&ra,se das ve$*as t0ticas dos comerciantes, para conc$uir -ue a-ue$es
tempos eram &em mais in!nuos -ue os de *o/e'
dD a$ude a um antio c*amari) pu&$icit0rio, para re"$etir so&re a persona$idade
pro"unda e sua imaem exterior'
eD va$e,se de um "ato curioso -ue o&servava -uando criança, para de"ender a tese
de -ue o mundo /0 "oi mais a$ere e po(tico'
250) Considere as seguintes afirmações:
I. O autor mostra que, quando criança, não imaginava a força que pode ter a
imagem que os outros fazem de nós.
II. As crianças deixavam-se cativar pela magia dos espelhos, chegando mesmo
a confundir as imagens com a realidade.
III. O autor sustenta a idéia de que as crianças são menos convictas da
própria identidade do que os adultos.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:
558
aD I, II e III
&D III, apenas
cD II e III, apenas
dD I e II, apenas
eD I, apenas
251) Está INCORRETO o seguinte comentário acerca do emprego de termos
ou expressões do texto:
aD A expressão GJ0 casos, na vidaH indica -ue o autor est0 interessado em
enera$i)ar e a&so$uti)ar a verdade da tese -ue aca&a de expor'
&D Na "rase GN>s &em sa&#amos -ue não (ramos a-ui$oH, o termo su&$in*ado
acentua &em a distRncia e a superioridade com -ue as crianças ava$iavam suas
imaens de"ormadas'
cD Na "rase GNão (ramos precisamente isto -ue somos, mas a-ui$o -ue os outros
v!emH, os pronomes su&$in*ados re"orçam a oposição entre somos e v,em.
dD Ao a"irmar -ue a$umas pessoas despersona$i)am,se Gnum seundo beubH, o
autor deixa imp$#cito -ue todos temos um GeuH oriina$ e aut!ntico'
eD No pen%$timo par0ra"o, Guma a$ma invis#ve$H e Gtestemun*o de mi$*ares de
espe$*osH representam, respectivamente, a persona$idade verdadeira e suas
imaens enanosas'
252) Na interrogação ~Que pode uma alma, ainda por cima invisível, contra o
testemunho de milhares de espelhos?¨ há a admissão de que
aD s> a "orça do o$*ar e do interesse a$*eio capta as verdades de nossa a$ma'
&D a verdade essencia$ da a$ma não tem como se opor 2s imaens -ue $*e
atri&uem'
cD o essencia$ da a$ma s> ( recon*ec#ve$ na soma de suas m%$tip$as imaens'
dD a "rai$idade da a$ma s> ( superada -uando ad-uire a consist!ncia de uma
imaem'
eD a $eitimidade do nosso modo de ser depende inteiramente do recon*ecimento
a$*eio'
253) Segundo Mário Quintana, a despersonalização num segundo ~eu¨
aD ( a causa, e as Gimaens enanosasH são a sua conse-L!ncia'
&D e a adaptação 2s imaens enanosas são "atos para$e$os e independentes'
cD ( uma conse-L!ncia, cu/a causa ( a adaptação 2s imaens enanosas
dD ( uma conse-L!ncia, cu/a causa ( a invisi&i$idade da a$ma'
eD ( a causa, cu/a conse-L!ncia ( a invisi&i$idade da a$ma'
254) No segundo parágrafo do texto, a oração ~por saber¨ exprime uma
aD causa
&D "ina$idade
cD condição
dD advert!ncia
eD a$ternativa ,
55P
TEXTO XLIII
AUXILIAR EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL DO INPI
O PORCO VOADOR
FILADÉLFIA , J0 coisas -ue s> acontecem nos Estados Mnidos' A
<edera$ Aviation Administration, <AA, investia como um porco , isso
mesmo, um porco , de 5A9 ] conseuiu em&arcar na primeira c$asse de
um Woein B9B' E mais, ne$e via/ou por seis *oras' 7eundo os re$atos,
o 5 anima$ "oi em&arcado no dia 5B de outu&ro no vEo 5;B sem esca$as da
compan*ia M7Airda[s -ue saiu de <i$ad($"ia para 7eatt$e' A &ordo, a$(m
do su#no, suas duas propriet0rias e outros 5P8 G*umanosH' O vEo, noturno,
transcorreu tran-Li$o durante o percurso, com a maioria dos passaeiros
dormindo' A pa) aca&ou no pouso em 7eatt$e' A <AA a"irma -ue a 10
con"usão começou -uando o Woein B9B /0 taxiava na pista' Neste
momento, o porco, estressado mesmo sem ter via/ado na c$asse econEmica,
"icou descontro$ado e começou a correr pe$os corredores'
Perseuido pe$a tripu$ação, de"ecou em v0rios pontos, tentou invadir a
ca&ine de comando e aca&ou escondendo,se na co)in*a, onde "oi cercado'
15 O encren-ueiro "oi expu$so , por um e$evador de cara , pe$as donas'
De acordo com um /orna$ de <i$ad($"ia, o porco em&arcou no avião
norma$mente' Pe$as escadas' Descrito como um anima$ de serviço X tipo
uia de ceos , com peso dec$arado de apenas 9,8 ], teve at( direito a
&i$*ete pr>prio ad-uirido no &a$cão' As aeromoças teriam tentado prend!,
20 $o num compartimento na traseira, mas estava &$o-ueado' Insta$aram o
porco, então, entre as po$tronas 5A e 51 da primeira c$asse' GEstamos
investiando todos os aspectos, de seurança e sanit0rios, deste "ato'
=emos -ue ver -ue po$#tica ( essa da compan*iaH, a"irma o porta,vo) da
<AA, Tim Peters' =odos os tripu$antes estão sendo interroados' A
25 M7Airda[s permite -ue atos, aves e pe-uenos cães via/em com os
passaeiros, desde -ue em cont!ineres' 7> a&re exceção para Ganimais de
serviçoH, como o porco "oi descrito' GIsto não acontecer0 de novoH,
arante um representante da empresa'
ITW, 5Y55Y;;D
255) ~Há coisas que só acontecem nos Estados Unidos.¨; essa afirmação
inicial prepara o leitor para algo:
aD *umor#stico
&D tr0ico
cD surpreendente
dD convenciona$
eD aterrori)ante
256) ~A Federal Aviation Administration, FAA, investiga como um porco isso
mesmo, um porco - de 135 kg...¨; o segmento isso mesmo, um porco é
justificado porque:
56;
aD o "ato a$udido provoca certa estran*e)a no $eitor'
&D o peso do porco ( dino de admiração'
cD a con"irmação do "ato pe$o /orna$ista ( indispens0ve$'
dD a <AA s> cuida de passaeiros G*umanosH'
eD ( interessante causar surpresa no $eitor'
257) ~...como um porco ¡...] de 135 kg conseguiu embarcar na primeira classe
de um Boeing 757¨; a forma como foi escrito este segmento produz maior
impacto no leitor porque:
aD atri&ui a iniciativa do em&ar-ue ao porco'
&D mostra a so"isticação tecno$>ica do avião'
cD indica a primeira c$asse como a destinada aos animais'
dD assina$a a desproporção entre pesoYtaman*o do porco'
eD reistra um "ato incomum como norma$'
258) Embarcar, na sua origem, era empregado com referência a barco, mas no
texto aparece com referência a avião; o item abaixo em que a palavra
sublinhada também mostra desvio do sentido original é:
aD O avião vai deco$ar com o porco a &ordo'
&D O porco c*eou a enterrar as patas na comida'
cD Os passaeiros G*umanosH estran*aram o "ato'
dD A po$trona "icou estraada por causa do peso do porco'
eD A investiação do incidente vai demorar'
259) Na seqüência de frases de um texto há elementos que se referem a outros
elementos anteriores; o vocábulo que, ao contrário dos demais, se refere a
elementos posteriores, é:
aD encren-ueiro IY'59D
&D su#no IY';BD
cD <AA IY'PD
dD coisas IY';5D
eD vEo IY';BD
260) ~Segundo os relatos...¨; o elemento sublinhado é semanticamente
equivalente a:
aD ap>s
&D em seundo $uar
cD con"orme
dD a posteriori
eD em&ora
261) Um vôo ~sem escalas¨ significa:
aD sem destino certo
&D "retado especia$mente
cD sem *or0rio "ixo
565
dD com poucos passaeiros
eD sem paradas intermedi0rias
262) Num momento do texto o vocábulo su/no (geral) substitui porco
(específico); entre as substituições abaixo, aquela que apresenta estrutura
diferente é:
aD Woein B9B , avião
&D po$trona , assento
cD comandante , tripu$ante
dD M7Airda[s , empresa
eD passaeiro , c$iente
263) Deduz-se da leitura do 2o parágrafo:
aD A <AA não merece credi&i$idade'
&D O passaeiro da c$asse econEmica ( &em tratado'
cD A tripu$ação do Woein "oi &em treinada'
dD O porco estava acostumado a via/ar'
eD O porco tam&(m so"reu no incidente'
264) ~...e acabou escondendo-se na cozinha...¨; o emprego do verbo acabar
significa que:
aD ( a %$tima de uma se-L!ncia de aç.es'
&D a narrativa c*eou ao seu "im'
cD o personaem mostra decisão "irme no -ue "a)'
dD o personaem vai so"rer uma derrota'
eD a ação do personaem "oi interrompida'
265) ~Estamos investigando todos os aspectos, de segurança e sanitários,
deste fato.¨; em outras palavras, a FAA está analisando:
aD todos os aspectos do "ato, mas principa$mente os -ue envo$vem seurança e
*iiene'
&D a$uns aspectos do caso, particu$armente os -ue se prendem a seuro de vida
dos passaeiros e ao estado dos &an*eiros dos avi.es'
cD todos os aspectos do "ato $iados 2 seurança e 2 sa%de dos passaeiros'
dD somente os aspectos do "ato de -ue participou o porco, ou se/a, o da "a$ta de
atenção da tripu$ação'
eD os aspectos de cuidados com a *iiene nos avi.es, a$(m da preocupação com a
revisão das aeronaves'
266) O mais surpreendente da história narrada é que:
aD o porco ten*a via/ado tran-Li$amente na primeira parte da viaem'
&D toda a tripu$ação ten*a cuidado do porco como se "osse um passaeiro
G*umanoH'
cD o anima$ ten*a sido admitido na aeronave como Ganima$ de servi$o9.
dD ten*am atri&u#do ao porco um peso maior do -ue a rea$idade'
566
eD o su#no ten*a su&ido pe$as escadas do avião e rece&ido com *onras pe$as
aeromoças'
56A
TEXTO XLIV
AGENTE DE PESQUISA DO IBGE
RELATÓRIO
Tore Fiue$
7en*or 7uperintendente
=endo sido desinado por ?ossa 7en*oria para apurar as den%ncias de
irreu$aridades ocorridas no aeroporto de Far#$ia, su&meto 2 apreciação de
?ossa 7en*oria o re$at>rio das di$i!ncias -ue nesse
5 sentido e"etuei'
No dia 6A de /u$*o de 5P88 dirii,me ao sen*or Raimundo A$ves 1orreia,
encarreado do aeroporto da-ue$a cidade, para -ue permitisse "osse
interroado o "uncion0rio Toão Romão, acusado de ter "urtado uma m0-uina
de escrever O$ivetti n' 5:@'8;5, pertencente ao patrimEnio do
10 aeroporto' O acusado re$atou,nos -ue rea$mente *avia $evado a m0-uina
para casa na sexta,"eira , 58 de março de 5P88 , apenas para executar
a$uma tare"a de car0ter particu$ar' Não a devo$veu na seunda,"eira, dia 65
de março, por-ue "a$tou ao serviço por motivo de doença' Kuando retornou
ao serviço dia 68 de março, devo$veu a m0-uina' A doença do
15 acusado est0 comprovada pe$o atestado -ue seue anexo ao presente
re$at>rio+ a devo$ução da m0-uina no dia 68 de março "oi con"irmada pe$o
sen*or Raimundo A$ves 1orreia'
Do exposto conc$ui,se -ue me parece in"undada a acusação'
Não *ouve vontade de su&trair a m0-uina, mas apenas ne$i!ncia do
20 acusado em $evar para casa um &em p%&$ico para executar tare"a
particu$ar' <oi irrespons0ve$' Não cometeu -ua$-uer ato criminoso'
Não me convence se/a necess0rio impor,se a instauração de processo
administrativo' O "uncion0rio deve ser repreendido pe$a ne$i!ncia -ue
cometeu' Q o -ue cumpre $evar ao con*ecimento de ?ossa
25 7en*oria'
Aproveito a oportunidade para apresentar,$*e protestos de min*a distinta
consideração'
7ão Pau$o, 69 de /u$*o de 5P88
1$0udio da 1osta
267) O relatório é um texto de tipo:
aD descritivo
&D narrativo
cD arumentative
dD po(tico
eD dram0tico
268) A finalidade principal do texto é:
aD orientar o superior na tomada de uma decisão'
&D documentar o"icia$mente um ato irreu$ar'
cD discutir um tema po$!mico'
dD "ornecer dados para uma investiação'
56:
eD indicar "uncion0rios pass#veis de punição'
269) Não consta(m) do relatório lido:
aD o caro da autoridade a -uem ( diriido
&D o re$ato dos "atos ocorridos
cD uma preocupação $iter0ria do autor
dD as conc$us.es dos "atos ana$isados
eD uma ">rmu$a de cortesia "ina$
270) ~Tendo sido designado por Vossa Senhoria...¨; esta oração inicial do
texto tem valor:
aD concessivo
&D tempora$
cD conc$usivo
dD causa$
eD consecutivo
271) O estilo burocrático se caracteriza, entre outras coisas, pelo emprego de
palavras desnecessárias; no primeiro parágrafo do texto são exemplos desse
caso:
aD den%ncias+ ocorridas+ apreciação
&D ocorridas+ apreciação+ re$at>rio
cD apreciação+ re$at>rio+ nesse sentido
dD re$at>rio+ den%ncias+ ocorridas
eD nesse sentido+ ocorridas+ apreciação
272) As datas presentes no texto têm a finalidade textual de:
aD mostrar a evo$ução dos acontecimentos'
&D documentar os "atos citados'
cD criar a "a$sa impressão de verdade'
dD va$ori)ar o tra&a$*o do autor do re$at>rio'
eD "aci$itar a $eitura do re$at>rio'
273)¨...me parece infundada a acusação.¨; o adjetivo sublinhado corresponde
semanticamente a:
aD sem "undos
&D sem "undaç.es
cD sem "undamento
dD sem "ina$idade
eD sem "inimento
274) ~Não cometeu qualquer ato criminoso.¨; este segmento do texto
corresponde a uma:
aD conc$usão a -ue c*eou o autor do re$at>rio
569
&D a$eação do acusado de rou&o
cD opinião do c*e"e do "uncion0rio acusado
dD opinião do superintendente
eD decisão do /ui) encarreado do caso
275) ~É o que me cumpre levar ao conhecimento...¨; o verbo sublinhado tem
por sinônimo correto:
aD compreende
&D ca&e
cD o&ria
dD capacita
eD so$icita
276) A única irregularidade existente nos fatos narrados (3
aD a aus!ncia pro$onada do "uncion0rio'
&D a não devo$ução da m0-uina de escrever'
cD usar,se um &em p%&$ico em tare"as particu$ares'
dD não prevenir o c*e"e so&re ter $evado a m0-uina'
eD a intenção de rou&ar um &em p%&$ico'
277) Em ~Vossa Senhoria parece preocupado com o furto da máquina de
escrever¨ há uma figura conhecida por:
aD met0"ora
&D si$epse de !nero
cD si$epse de n%mero
dD si$epse de pessoa
eD catacrese
56@
TEXTO XLV
PESQUISADOR - CEPEL
RAIZES
Diante da min*a /ane$a *avia uma pedra'
Não, não vou "a)er imitação de poesia' Nada tem de po(tica a *ist>ria -ue
vou contar' A pedra de -ue "a$o ( na verdade uma imensa pedreira, de topo $iso,
co&erto em a$uns pontos pe$a veetação rasteira, uma esp(cie de enc$ave rura$
em p$eno Le&$on, onde 2s ve)es ca&ras pastavam e onde um a$o a$ucinado
insistia em cantar na *ora errada, no in#cio da madruada' Era o $uar idea$ para,
nas tardes de domino, uma menina se deitar, sentindo nas costas o ca$or do so$
retido pe$a pedra, en-uanto o$*ava as pipas aitando,se no ar' Eu ia com meus
irmãos e seus amios, -uando e$es su&iam $0 para so$tar pipa' 7ão s> $em&ranças'
Essa pedra não existe mais' Ou pe$o menos não existe assim, como a
descrevo aora, a pedra da min*a in"Rncia' Jo/e, ( uma pedra nua , morta'
7ua &ase ainda est0 $0 e servir0, pe$o -ue sei, de "undação para um
s*oppin' Fas a super"#cie "oi toda raspada, a vegeta$ão desapareceu, a pedreira
"oi re&aixada em -uatro ou cinco metros, reta$*ada durante dois anos por uma
or-uestra de &ritadeiras, e ne$a "oram eruidos os primeiros andares do -ue seria
um estacionamento'
Assim -ue começaram a destruir a pedreira, pensei com a$arme numa
pe-uena 0rvore, uma muda de amendoeira cu/o crescimento 0rduo eu vin*a
acompan*ando *avia anos' A 0rvore crescera numa das $aterais da pedra e seu
tronco se encorpava, e-ui$i&rando,se de "orma improv0ve$ no paredão #nreme'
Eu admirava sua &ravura, tirando seiva de um $uar onde não *avia terra, "a)endo
um es"orço enorme para crescer na ran*ura m#nima -ue encontrara' E camin*ei
um dia at( o $oca$ onde e$a crescia, para ver se, com as o&ras -ue tin*am
começado, a pe-uena 0rvore so&reviveria' Fas c*euei tarde demais' 7>
encontrei o tronco, decepado' Em torno, as ra#)es, -ue por anos se *aviam
aarrado 2 pedra com tanto es"orço, aora condenadas a secar, in%teis'
O tempo passou' E eu não pensei mais no assunto' At( -ue, outro dia,
assistindo a um document0rio so&re os ta$i&ãs, vi uma in$esa de oriem a"eã
mostrando a "oto de um /ardim onde &rincava na in"Rncia e -ue "ora destru#do
pe$a uerra civi$' O document0rio, "eito antes da uerra com os Estados Mnidos,
"ora ravado em so$o a"eão, e a moça conseuira c*ear ao $oca$ do ta$ /ardim'
Fas não encontrou nada' A comparação com a "oto -ue tra)ia nas mãos era
c*ocante' =odo o verde *avia desaparecido' No meio de um descampado
monocrom0tico, restara apenas o c#rcu$o de pedra de uma ve$*a "onte, seca' E a
%nica coisa -ue não mudara na paisaem eram as montan*as, ao "undo,
testemun*as da devastação -ue , *o/e sa&emos , estava apenas no princ#pio'
A-ue$a mu$*er e seu /ardim desaparecido me "i)eram pensar na pe-uena
amendoeira -ue crescera na pedra e -ue tam&(m "ora decepada' E, com isso em
mente, vo$tei ao ponto do paredão onde e$a um dia se aarrara' 1om surpresa,
desco&ri -ue das ra#)es deixadas na pedra suriam &rotos, com "o$*as de um
verde $impo'
A amendoeira teimava em renascer , como ta$ve) "i)esse o /ardim a"eão ,,
apesar da "%ria dos *omens'
56B
IJe$o#sa 7eixas, (omingo, n\ 5AA@D
278) ~Diante da minha janela havia uma pedra. Não, não vou fazer imitação
de poesia.¨ O comentário da segunda oração se justifica porque:
aD *0 um poema da nossa $iteratura com um verso seme$*ante 2 primeira oração'
&D toda poesia se vo$ta para os e$ementos da nature)a'
cD os poemas são compostos a partir de coisas aparentemente insini"icantes'
dD para um texto de um /orna$, a composição de um poema seria inade-uada'
eD a autora do texto se dec$ara incapa) de "a)er um poema aut!ntico'
279) ~Nada tem de poética a história que vou contar.¨; esse scegmento do
texto traz implícita a idéia de que só é poético (a):
aD o tema $iado 2 vida rea$
&D a rea$idade pertencente 2 vida passada
cD a tem0tica das coisas, seres e "atos *armoniosos
dD a discussão po$#tica de "atos atuais
eD a an0$ise dos pensamentos do *omem universa$
280) ~Nada tem de poética a história que vou contar.¨: a história contada
pela autora tem como ponto de partida cronológico:
aD a exist!ncia de uma pedra diante da /ane$a da autora'
&D a "oto de um /ardim onde uma a"eã &rincara na in"Rncia
cD o crescimento de uma pe-uena amendoeira na pedra
dD a "ato de a amendoeira ter sido decepada
eD as $em&ranças da in"Rncia da autora'
281) ~E a única coisa que não mudara na paisagem eram as montanhas, ao
fundo, testemunhas da devastação que - hoje sabemos - estava apenas no
princípio.¨; a devastação no Afeganistão estava apenas no princípio porque:
aD os Estados Mnidos ainda não *aviam invadido o pa#s'
&D ap>s a uerra EMA x ta$i&ãs, o pa#s "icou devastado'
cD o A"eanistão passou por outros con"$itos ap>s a uerra civi$'
dD o pa#s não conseuiu reeruer,se e sua popu$ação emirou'
eD os ma$es da uerra permanecem ap>s o seu t(rmino'
282) Entre o episódio do jardim da mulher e o da amendoeira da autora há
um (a):
aD oposição ideo$>ica
&D contiLidade tempora$
cD para$e$ismo espacia$
dD seme$*ança a"etiva
eD di"erença de opini.es
568
283) ~Eu ia com meus irmãos e seus amigos, quando eles subiam lá para
soltar pipas.¨; uma forma INCORRETA de reescritura desse mesmo
segmento textual, por não manter o sentido original, ou criar ambigüidade, é:
aD Kuando meus irmãos e seus amios su&iam $0 para so$tar pipas, eu ia com e$es'
&D Eu ia com meus irmãos e seus amios -uando e$es $0 su&iam, para so$tar pipas'
cD Feus irmãos e seus amios su&iam $0 para so$tar pipas e eu, nesse momento, ia
com e$es'
dD Eu ia com e$es, meus irmãos e seus amios, -uando $0 su&iam para so$tar
pipas'
eD Kuando $0 su&iam para so$tar pipas meus irmãos e seus amios, eu ia com e$es'
284) O título dado ao texto, ra/0es, se refere:
aD exc$usivamente 2s ra#)es da amendoeira, -ue vo$taram a &rotar'
&D meta"oricamente, a tudo o -ue nos prende ao passado'
cD 2s nossas oriens raciais e espaciais'
dD 2s recordaç.es da in"Rncia -ue desaparecem na idade adu$ta'
eD a tudo o -ue amamos e -ue o tempo $evou'
285) O texto lido só NÄO pode ser visto como um (a):
aD recordação sentimenta$ de tempos in"antis
&D protesto contra a destruição patrocinada pe$os *omens
cD $amento diante de mudanças causadas pe$o proresso
dD den%ncia contra a ocupação irre"$etida do espaço rura$
eD $em&rança idea$i)ada de momentos "e$i)es da exist!ncia
56P
TEXTO XLVI
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR - R1
TEXTO 1
PELES DE SAPOS
Em 5PB; e 5PB5, *ouve, no Nordeste &rasi$eiro, uma enorme
procura por sapos, -ue eram caçados para -ue suas pe$es "ossem
exportadas para os Estados Mnidos' L0 e$as eram usadas para "a)er
&o$sas, cintos e sapatos' Isso $evou a uma dr0stica diminuição da
5 popu$ação de sapos nessa reião'
O sapo se a$imenta de v0rios insetos, principa$mente mariposas,
ri$os e &esouros' Q um anima$ vora), isto !, comi$ão' Kuando adu$to
c*ea a comer tre)entos &esouros por dia'
7em os sapos, seus inimios naturais, as mariposas, os
10 &esouros e os ri$os, pro$i"eraram de maneira assustadora'
Esses insetos invadiram as cidades' Fariposas e &esouros
concentraram,se em torno dos postes de i$uminação p%&$ica e tam&(m
entraram nas casas, causando randes transtornos' Os ri$os, com seu
cricri, não deixavam as pessoas dormirem'
15 Em maio de 5PB6, na cidade de $ati, em Pernam&uco, a popu$ação,
em uma esp(cie de mutirão, varreu ruas e ca$çadas, amontoando
principa$mente &esouros, e tam&(m mariposas e ri$os mortos, para
serem $evados por camin*.es de $ixo' Em apenas tr!s dias enc*eram,se
mais de oitenta camin*.es com esses &ic*os!
20 O overno proi&iu a caça de sapos e passou a "isca$i)ar a
exportação de suas pe$es'
IRut* de Couv!a DuarteD
286) O título do texto, Peles de sapos, representa:
aD o motivo da invasão dos insetos nas cidades
&D o o&/etivo econEmico dos exportadores
cD a ra)ão de ter aumentado o n%mero de ri$os e mariposas
dD uma ri-ue)a importante do Nordeste &rasi$eiro
eD a causa da extinção de"initiva dos sapos
287) Uma informação conta com uma série de elementos básicos: o que
aconteceu, quem participou dos acontecimentos, onde e quando se passaram,
como e por que ocorreram os fatos etc. Considerando que o acontecimento
básico do texto 1 é a caça aos sapos, assinale a informação que não está
presente no texto:
aD onde ocorreu3 no Nordeste &rasi$eiro'
&D -uando ocorreu3 em 5PB; e 5PB5'
cD para -ue ocorreu3 exportação de pe$es'
dD como ocorreu3 armadi$*as especiais'
eD conse-L!ncia da caçada3 redução da popu$ação de sapos'
5A;
288) Assinale a frase em que o vocábulo destacado tem seu antônimo
corretamente indicado:
aD G'''para -ue suas pe$es "ossem exportadas'''H , compradas
&D G'''uma enorme procura por sapos'''H , imensa
cD G'''$evou a uma dr0stica diminuição da popu$ação'''H , proresso
dD GKuando adu$to c*ea a comer'''H , "i$*ote
eD G'''seus inimios naturais,'''H , advers0rios
289) ~O sapo se alimenta de vários insetos, principalmente mariposas, grilos
e besouros.¨; o emprego de principalmente nesse fragmento do texto indica
que o sapo:
aD tam&(m come outros insetos'
&D s> come mariposas, ri$os e &esouros'
cD pre"ere mariposas a ri$os e &esouros'
dD não come mariposas, ri$os e &esouros'
eD s> come insetos nordestinos'
290)¨Em 1970e 1971,houve, no Nordeste brasileiro, uma enorme procura por
sapos, que eram caçados para que suas peles fossem exportadas para os
Estados Unidos. Lá elas eram usadas para fazer bolsas, cintos e sapatos. Isso
levou a uma drástica diminuição da população de sapos nessa região.¨. Nesse
primeiro parágrafo do texto os elementos sublinhados se referem a outros
elementos do mesmo parágrafo; assinale a correspondência errada:
aD suas , dos sapos
&D L0 , Estados Mnidos
cD e$as , as pe$es dos sapos
dD isso , &o$sas, cintos e sapatos
eD nessa reião , Nordeste &rasi$eiro
291) ~É um animal voraz, isto é, comilão.¨; o emprego de isto é nesse
segmento do texto mostra que:
aD vora. e comilão são pa$avras de sini"icados di"erentes'
&D o autor empreou erradamente a pa$avra vora..
cD o autor -uer exp$icar me$*or o sini"icado de vora..
dD comilão ! voc0&u$o mais raro do -ue vora..
eD o autor não est0 interessado em -ue o $eitor entenda o -ue escreve'
292) Comilão é uma palavra que pertence, por relação de significado, ao
grupo de:
aD com#cio, cEmodo
&D cEncavo, convexo
cD compadre, comadre
dD co$ea, co$a&orador
eD comida, comest#ve$
5A5
293) Abaixo estão colocados 5 fatos relacionados ao conteúdo do texto;
indique o item em que esses fatos foram colocados em ordem cronológica, ou
seja, na ordem em que aconteceram, segundo o texto:
I. Houve proibição da caça aos sapos.
II. Houve diminuição da população dos sapos.
III. Houve exagerado aumento na população dos insetos.
IV. Houve uma intensa caça aos sapos.
V. Ocorreram problemas em Pernambuco.
aD I,II,III,I?,?
&D ?,I?,III,II,I
cD I,II,III,?,I?
dD II,I?,?,III,I
eD I?,II,III,?,I
294) O vocabulário relacionado aos humanos e aos animais varia: assim, o
grilo não tem voz (como os humanos), mas cricri. Assinale o item em que a
correspondência entre vocábulos humanos e animais não está correta:
aD p(s , patas
&D mãos , arras
cD nari) , "ocin*o
dD &oca , oe$a
eD "i$*o , "i$*ote
295) A mensagem que se pode entender do texto 1 é:
aD A matança indiscriminada de animais pode causar dese-ui$#&rios eco$>icos'
&D A economia do pa#s est0 acima do &em,estar da popu$ação'
cD A união da popu$ação não reso$ve muitos de nossos pro&$emas'
dD Os insetos são inimios dos *omens'
eD O overno não cuida da proteção aos animais'
5A6
TEXTO XLVII
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR - R1
TEXTO 2
LÓGICA DA VINGANÇA
No nosso cotidiano, estamos tão envo$vidos com a vio$!ncia, -ue
tendemos a acreditar -ue o mundo nunca "oi tão vio$ento como aora3 pe$o
-ue nos contam nossos pais e outras pessoas mais ve$*as, *0 de), vinte ou
trinta anos, a vida era mais seura, certos va$ores eram mais respeitados e
cada coisa parecia ter o seu $uar'
Essa percepção pode ser correta, mas precisamos pensar nas diversas
dimens.es em -ue pode ser interpretada' 7e amp$iarmos o tempo *ist>rico,
por exemp$o, e$a poder0 se mostrar incorreta'
Em um dos vo$umes da co$eção Eist'ria da vida privada, Fic*e$
Rouc*( a"irma, em seu artio so&re a crimina$idade na A$ta Idade F(dia
Ipor vo$ta do s(cu$o ?ID, -ue, se "Essemos comparar o n%mero de
assassinatos -ue ocorriam na-ue$e per#odo, proporciona$mente 2
popu$ação mundia$ de então, com o dos dias atuais, ver#amos -ue antes
e$es eram &em mais comuns do -ue são aora' 7eundo esse autor, na-ue$e
(poca, Gcada -ua$ via a /ustiça em sua pr>pria vontadeH, e o ato de matar
não era reprovado , era at( visto como sina$ de viri$idade3 a aressividade
era uma caracter#stica cu$tivada pe$os *omens, "a)ia parte de sua
educação'
O autor a"irma, ainda, -ue torturas e assassinatos, &astante comuns
na-ue$es tempos, ocorriam em rande parte por vinança3 G1ometido um
assassinato, a $in*aem da v#tima tin*a o imperioso dever re$iioso de
vinar essa morte, "osse no cu$pado, "osse num mem&ro da parente$aH'
Rea$i)ada a vinança e assassinado o cu$pado da primeira morte, a mesma
$>ica passava a va$er para parentes deste, -ue deveriam vin0,$o, criando
assim uma intermin0ve$ cadeia de vinanças, -ue podia estender,se por
v0rias eraç.es'
IA' WuoroYR 7c*i$$inYJ' 7inerYF' 7oaresD
296) Deduz-se do texto que:
aD a vio$!ncia est0 presente em todas as (pocas'
&D a vinança era $ea$ antiamente'
cD antiamente a vida era menos seura'
dD devemos "a)er /ustiça com as pr>prias mãos'
eD antiamente não *avia $eis contra a vio$!ncia'
297) O uso de aspas, em alguns segmentos do texto, indica que:
aD devem ser $idos com mais atenção'
&D são reproduç.es do texto de outro autor'
cD "oram tradu)idos de outra $#nua'
dD correspondem a textos antios'
eD mostram o mais importante do conte%do'
5AA
298)¨No nosso cotidiano...12 o vocábulo cotidiano, nesse caso, corresponde a:
aD mundo atua$
&D atividade pro"issiona$
cD re$aç.es "ami$iares
dD nas not#cias dos /ornais
eD dia,a,dia
299) Quando no texto se usa a forma da primeira pessoa do plural, em ~No
nosso cotidiano, estamos tão envolvidos com a violência...¨, isto se refere a:
aD todos os cidadãos do Rio de Taneiro'
&D cidadãos -ue "oram v#timas da vio$!ncia'
cD v#timas do trRnsito'
dD e$e mesmo e aos $eitores, em era$'
eD cidadãos de *o/e e de antiamente'
300) O autor citado no texto diz que os assassinatos eram bem mais comuns
na época antiga do que agora, mas isto só pode ser afirmado:
aD por-ue na-ue$a (poca não *avia estat#sticas de reistro de crimes'
&D $evando,se em consideração a proporção popu$aciona$ das duas (pocas'
cD por-ue *o/e não ( mais aceita a $>ica da vinança'
dD se acreditarmos no -ue nos di)em os mais ve$*os'
eD considerando,se -ue a popu$ação antia era mais vio$enta que a atua$'
301)¨...que, se fôssemos comparar o número de assassinatos que ocorriam
naquele período, proporcionalmente à população mundial de então, com o dos
dias atuais, veríamos que antes eles eram bem mais comuns do que são
agora.¨; nesse segmento do texto, o vocábulo que não indica tempo é:
aD per#odo
&D então
cD dias atuais
dD antes
eD proporciona$mente
302) ~Segundo esse autor...¨; o vocábulo correspondente a segundo, nesse
caso, é:
aD para
&D -uando
cD con"orme
dD se
eD em&ora
303) ~...o ato de matar não era reprovado...¨ eqüivale a:
aD o ato de matar não tin*a aprovação'
&D merecia reprovação o ato de matar'
5A:
cD o ato de matar não era aprovado'
dD so"ria reprovação o ato de matar'
eD não *avia reprovação para o ato de matar'
304) O segmento estamos tão envolvidos eqüivale a temos tanto envolvimento:
o item em que essa equivalência é dada de forma incorreta é:
aD a vida era mais seura , tin*a mais seurança
&D va$ores eram mais respeitados , tin*am mais respeita&i$idade
cD e$es eram &em mais comunicativos , tin*am mais comunidade
dD o ato de matar não era reprovado , não tin*a reprovação
eD a vio$!ncia era mais intensa , tin*a mais intensidade
305) 3ingança corresponde ao adjetivo vingativo, assim como:
aD vio$!ncia corresponde a vio$ento'
&D morte corresponde a mortandade'
cD tempo corresponde a tempestade'
dD re$iião corresponde a re$iiosidade'
eD parente corresponde a parente$a'
306) ~...uma intermin4vel cadeia de vinganças...¨: o adjetivo intermin4vel
corresponde a:
aD -ue não *0 termos -ue a descrevem
&D -ue não so"re penas ou sanç.es
cD -ue não tem "im
dD -ue /0 terminou *0 a$um tempo
eD -ue s> terminar0 no "uturo
307) #arentela é termo coletivo específico para parentes; o vocábulo abaixo,
que também apresenta valor coletivo específico, é:
aD pi$*a
&D monte
cD cancioneiro
dD rupo
eD *ip>dromo
308) 56eali0ada a vingança e assassinado o culpado...12 o segmento que não
poderia ser colocado, de forma adequada, no início desse trecho é:
aD assim -ue tiver sido
&D ap>s
cD depois de
dD $oo -ue tin*a sido
eD ma$
309) O fragmento de texto abaixo que não contém nenhum tipo de
intensificação é:
5A9
aD '''estamos tão envo$vidos com a vio$!ncia'''
&D '''o mundo nunca "oi tão vio$ento como aora'''
cD '''pe$o -ue nos contam nossos pais e outras pessoas mais ve$*as'''
dD '''&astante comuns na-ue$es tempos'''
eD '''cada coisa parecia ter o seu $uar'''
5A@
TEXTO XLVIII
ATENDENTE 1UDICIÁRIO DO TALCRIM
REQUERIMENTO
Po$icarpo Kuaresma, cidadão &rasi$eiro, "uncion0rio p%&$ico, certo
de -ue a $#nua portuuesa ( emprestada ao Wrasi$+ certo tam&(m de -ue,
por esse "ato, o "a$ar e o escrever em era$, so&retudo no campo das $etras,
se v!em na *umi$*ante contin!ncia de so"rer continuamente
5 censuras 0speras dos propriet0rios da $#nua+ sa&endo, a$(m, -ue dentro
do nosso pa#s, os autores e os escritores, com especia$idade os ram0ticos,
não se entendem no tocante 2 correção ramatica$, vendo,se, diariamente,
surir a)edas po$!micas entre os mais pro"undos estudiosos do nosso
idioma , usando do direito -ue $*e con"ere a 1onstituição, vem pedir -ue
10 o 1onresso Naciona$ decrete o =upi,Cuarani como $#nua o"icia$ e
naciona$ do povo &rasi$eiro' O sup$icante, deixando de parte os
arumentos *ist>ricos -ue mi$itam em "avor de sua id(ia, pede v!nia para
$em&rar -ue a $#nua ( a mais a$ta mani"estação da inte$i!ncia de um
povo, ( a sua criação mais viva e oriina$+ e, portanto, a emancipação
15 po$#tica do Pa#s re-uer como comp$emento e conse-L!ncia a sua
emancipação idiom0tica' Demais, 7en*ores 1onressistas, o =upiCuarani,
$#nua oriina$#ssima, a$utinante, ( verdade, mas -ue o po$issintetismo d0
m%$tip$as "eiç.es de ri-ue)a, ( a %nica capa) de tradu)ir as nossas &e$e)as,
de pEr,nos em re$ação com a nossa nature)a e adaptar
20 se per"eitamente aos nossos >rãos vocais e cere&rais, por ser criação
de povos -ue a-ui viveram e ainda vivem, portanto possuidores da
orani)ação "isio$>ica e psico$>ica para -ue tendemos, evitando,se dessa
"orma as est(reis controv(rsias ramaticais, oriundas de uma di"#ci$
adaptação de uma $#nua de outra reião 2 nossa orani)ação cere&ra$ e
25 ao nosso apare$*o voca$ , controv(rsias -ue tanto empecem o proresso
da nossa cu$tura $iter0ria, cient#"ica e "i$os>"ica' 7euro de -ue a sa&edoria
dos $eis$adores sa&er0 encontrar meios para rea$i)ar seme$*ante medida e
cEnscio de -ue a 1Rmara e o 7enado pesarão o seu a$cance e uti$idade' P' e
E' De"erimento'
ILima WarretoD
310) A afirmação $alsa sobre o requerimento de Policarpo Quaresma é,
aD O re-uerente dese/a -ue o =upi,Cuarani se/a dec$arada $#nua o"icia$ e
naciona$ do Wrasi$'
&D O re-uerente apresenta inicia$mente os dados pessoais necess0rios 2 sua
identi"icação'
cD Os destinat0rios do re-uerimento não estão reistrados no texto'
dD O re-uerente apresenta /usti"icativas "isio$>icas para o seu pedido'
eD O re-uerimento inc$ui apreciaç.es so&re $#nua transp$antada'
311) A alternativa que apresenta um argumento que não está presente no
requerimento é:
5AB
aD a depend!ncia $inL#stica dos &rasi$eiros em re$ação a Portua$
&D as diver!ncias internas e externas no tocante 2s reras ramaticais
cD a sini"icação po$#tica de uma $#nua oriina$
dD a adaptação da $#nua ao meio am&iente
eD a necessidade de editarem,se o&ras com a "a$a &rasi$eira
312) A alternativa em que o elemento sublinhado não se refere a nenhum
elemento anteriormente presente no texto é:
aD '''certo tam&(m de -ue, por esse "ato, o "a$ar e o escrever em era$''' I$in*as 6
e AD
&D '''de so"rer continuamente censuras 0speras dos propriet0rios da $#nua'''
I$in*as : e 9D
cD '''-ue, dentro do nosso pa#s, os autores e os escritores,''' I$in*as 9 e @D
dD '''-ue mi$itam em "avor de sua id(ia,''' I$in*a 56D
eD '''( a sua criação mais viva e oriina$+''' I$in*as 5A e 5:D
313) A linguagem empregada no requerimento é caracterizada por:
aD "orma$#ssima e &em a"inada com a tradição ramatica$ $usitana'
&D &astante "orma$, mas com pe-uenas in"$u!ncias da "a$a &rasi$eira'
cD in"orma$, /0 -ue o re-uerente condena a pr>pria $#nua -ue emprea'
dD in"orma$ e descuidada no aspecto ramatica$, ainda -ue com voc0&u$os cu$tos'
eD convenciona$ e arti"icia$, com concess.es 2 "a$a popu$ar'
314) A abreviatura final do requerimento significa:
aD por e especia$ de"erimento
&D para e esperado de"erimento
cD pede e espera de"erimento
dD pr>prio e especia$ de"erimento
eD prop.e e exp.e de"erimento
315) O requerimento está dividido em quatro parágrafos e um fecho; a
alternativa que indica a correlação equivocada entre cada uma dessas partes
e seu conteúdo é:
aD primeiro par0ra"o , t#tu$o, caro -ue ocupa a pessoa a -uem ( diriido o
re-uerimento
&D seundo par0ra"o , /usti"icativa do pedido
cD terceiro par0ra"o , amp$iação da /usti"icativa
dD -uarto par0ra"o , expectativa esperançosa do re-uerente
eD "ec*o , a&reviação convenciona$ de so$icitação
316)A alternativa em que o adjetivo sublinhado expressa a opinião do
requerente é:
aD Po$icarpo Kuaresma, cidadão &rasi$eiro''' I$in*a 5D
&D '''certo de -ue a $#nua portuuesa ( emprestada ao Wrasi$+''' I$in*a 6D
5A8
cD '''se v!em na *umi$*ante contin!ncia de so"rer continuamente censuras'''
I$in*as : e 9D
dD '''não se entendem no tocante 2 correção ramatica$, I$in*a BD
eD '''possuidores da orani)ação "isio$>ica e psico$>ica para -ue tendemos'''
I$in*as 65 e 66D
317) O requerente se refere a si mesmo na terceira pessoa; a alternativa em
que, no entanto, se utiliza da primeira é:
aD Po$icarpo Kuaresma, cidadão &rasi$eiro, "uncion0rio p%&$ico, certo de -ue a
$#nua portuuesa ( emprestada ao Wrasi$ I$in*as 5 e 6D
&D '''sa&endo, a$(m, -ue, dentro do nosso pa#s, os autores e os escritores, com
especia$idade os ram0ticos, não se entendem''' I$in*as 9,@ e BD U
cD o sup$icante, deixando de parte os arumentos *ist>ricos -ue mi$itam em "avor
de sua id(ia, pede v!nia para $em&rar''' I$in*as 55, 56 e 5AD
dD '''a emancipação po$#tica do Pa#s re-uer como comp$emento e conse-L!ncia a
sua emancipação idiom0tica' I$in*as 5:, 59 e 5@D
eD '''por ser criação de povos -ue a-ui viveram e ainda vivem,''' I$in*as 6;e65D
5AP
TEXTO XLIX
AGENTE ADMINISTRATIVO - QUEIMADOS/R1
TEXTO 1
DESAPARECIMENTO DOS ANIMAIS
=ente imainar esta cena3 *omens, animais e "$orestas convivendo
em *armonia' Os *omens retiram das p$antas apenas os "rutos
necess0rios e cuidam para -ue e$as continuem "ruti"icando+ não matam
animais sem motivo, não su/am as 0uas de seus rios e não enc*em de
5 "umaça seu ar' Em outras pa$avras3 as re$aç.es entre os seres vivos e o
am&iente em -ue vivem, &em como as in"$u!ncias -ue uns exercem
so&re os outros, estão em e-ui$#&rio' I'''D
Nossa preocupação Ide &rasi$eirosD não ( s> contro$ar a
exp$oração das "$orestas, mas tam&(m evitar uma de suas
piores 10 conse-L!ncias3 a morte e o desaparecimento tota$ de muitas
esp(cies de animais' Apesar de nossa "auna ser muito variada, a $ista
o"icia$ das esp(cies -ue estão desaparecendo /0 c*ea a 8@ Identre e$as,
a anta, a onça, o mico,$eão, a ema e o papaaioD'
E a extinção desses animais aca&ar0 provocando o
15 dese-ui$#&rio do meio am&iente, pois o desaparecimento de um de$es
"a) sempre com -ue aumente a popu$ação de outros' Por exemp$o3 o
aumento do n%mero de piran*as nos rios &rasi$eiros ( conse-L!ncia do
exterm#nio de seus tr!s inimios naturais , o dourado, a ariran*a e o
/acar('
INosso Wrasi$, 5PBPD
318) O autor propõe ao leitor que imagine uma cena para que ela funcione
como:
aD um idea$ a ser a$cançado
&D uma "antasia -ue nunca se rea$i)ar0
cD um o&/etivo a -ue se deve dar as costas 3,
dD uma "ina$idade dos rupos re$iiosos
eD uma mensaem de "raternidade cristã
319) ~...homens, animais, florestas e oceanos convivendo em harmonia.¨; na
continuidade do texto, o autor mostra que:
aD es-ueceu,se de re"erir,se aos rios'
&D o *omem ( o aente dese-ui$i&rador da nature)a'
cD os animais não matam seus seme$*antes sem motivo'
dD a po$uição do ar tam&(m tem causas naturais'
eD os seres vivos vivem em e-ui$#&rio no mundo atua$'
320) O item em que o elemento sublinhado tem um vocábulo correspondente
indicado de forma adequada é:
aD G'''convivendo em *armonia'H , *armoniosas
5:;
&D G'''não matam animais sem motivo,'''H , impensadamente
cD G'''in"$u!ncias -ue uns exercem so&re os outros'''H , rec#procas
dD G'''estão em e-ui$#&rio'H , e-ui$i&radamente
eD G'''contro$ar a exp$oração das "$orestas'''H , eco$>ica
321) ~Os homens retiram das plantas apenas os frutos necessários...¨; esta
parte da cena proposta pelo autor defende que:
aD não deixe para aman*ã o -ue pode "a)er *o/e'
&D Deus provera o dia de aman*ã'
cD se sou&er usar não vai "a$tar'
dD a ci!ncia prev! para poder prover'
eD -uem espera sempre a$cança'
322) No final do primeiro parágrafo aparecem dois parênteses com pontos;
isso significa que:
aD o autor deixou de di)er outras coisas importantes'
&D o texto deixou de reprodu)ir uma parte do texto oriina$'
cD parte do oriina$ do texto esta i$e#ve$'
dD nesse espaço *avia uma i$ustração -ue "oi omitida'
eD *avia oriina$mente trec*os em outras $#nuas'
323) O que o primeiro parágrafo tenta defender é,
aD o e-ui$#&rio eco$>ico
&D a extinção dos animais
cD a despo$uição am&ienta$
dD o re"$orestamento
eD a proteção dos rios e oceanos
324) ~Nossa preocupação (de brasileiros)...¨; o que vai entre parênteses, nesse
caso, é:
aD a reti"icação de uma am&iLidade
&D a exp$icação de um termo anterior
cD a particu$ari)ação de um sini"icado
dD a inc$usão de uma id(ia /0 exp$#cita
eD um coment0rio para o $eitor
325) O risco a que se refere o autor do texto com o último período do texto é:
aD a extinção dos /acar(s, ariran*as e dourados
&D o excesso de piran*as nos rios &rasi$eiros
cD a mortandade de outros peixes provocada pe$as piran*as
dD a desarmonia popu$aciona$ das esp(cies animais
eD a "a$ta de a$imento para o povo &rasi$eiro
326) A relação entre a morte do dourado e a piranha é a de:
5:5
aD causa Y conse-L!ncia
&D e"eito Y causa
cD aente Y paciente
dD "ato Y aente
eD motivação Y ação
327) Falando dos perigos que o desaparecimento dos animais provoca em
nosso ambiente, o autor apela para:
aD a sedução do $eitor, mostrando as &e$e)as do mundo natura$'
&D a intimidação do $eitor, indicando os ma$es -ue da# adv!m'
cD a provocação do $eitor, desa"iando,o a mudar seu comportamento'
dD o constranimento do $eitor, deixando,o enveron*ado por suas atitudes'
eD a tentação do $eitor, prometendo,$*e uma recompensa por seus atos'
5:6
TEXTO L
AGENTE ADMINISTRATIVO - QUEIMADOS/R1
TEXTO 2
PERDÄO
Perdoar a$u(m ( renunciar ao ressentimento, 2 ira ou a outras
reaç.es /usti"icadas por a$o -ue essa pessoa ten*a "eito' Isso $evanta um
pro&$ema "i$os>"ico3 essa pessoa ( tratada de "orma me$*or do -ue e$a
merece+ mas como pode exiir,se, ou mesmo como permitir,se, tratar
a$u(m de uma maneira -ue não mereceS 7anto Aostin*o
aconse$*avanos a detestar o pecado, mas não o pecador, o -ue tam&(m
indica uma atitude o&/etiva ou impessoa$ para com o pecador, como se o
car0ter do aente estivesse apenas acidenta$mente $iado ao car0ter
detest0ve$ de suas aç.es'
I7imon W$ac]&urnD
328) ~Perdoar alguém é renunciar ao ressentimento...¨; o vocábulo renunciar
eqüivale semanticamente (sinônimo) a:
aD denunciar
&D anunciar
cD a&andonar
dD retirar
eD condenar
329) O termo alguém da primeira frase do texto aparece referido com outras
palavras no desenvolvimento do texto; o único termo destacado que NÄO o
repete é:
aD G'''por a$o -ue essa pessoa ten*a "eito'H
&D G'''( tratada de "orma me$*or do -ue e$a merece+'''H
cD G'''a detestar o pecado, mas não o pecador,'''H
dD G'''como se o car0ter do aente'''H
eD G'''$iado ao car0ter detest0ve$ de suas aç.es'H
330) ~Isso levanta um problema filosófico: essa pessoa é tratada de forma
melhor do que ela merece;...¨; esse segmento do texto diz-nos, implicitamente,
que:
aD todos devem ser tratados seundo seus atos'
&D devemos tratar a todos de "orma seme$*ante'
cD todos devem ser tratados de "orma me$*or do -ue merecem'
dD todos devem ser tratados de "orma pior do -ue merecem'
eD ninu(m deve ser ma$tratado'
331) Santo Agostinho ensina que:
aD não devemos con"undir aente e paciente'
5:A
&D devemos separar ato e aente'
cD devemos con"undir aente e ação'
dD devemos perdoar o ato e condenar o aente'
eD aente e ato são e$ementos id!nticos'
5::
=EX=O LI
AUXILIAR MÉDIO I PROGRAMADOR - MP/R1
DESPERDICIO BRASIL
7empre -ue se re%nem para $amuriar, os empres0rios "a$am no 1usto
Wrasi$, no preço -ue paam para "a)er ne>cios num pa#s com reras
o&so$etas e v#cios incrustados' O atraso &rasi$eiro ( -uase sempre atri&u#do
a a$uma "orma de corporativismo anacrEnico ou privi$(io renitente -ue
-uase sempre t!m a ver com o tra&a$*o superproteido, com $eis sociais
u$trapassadas e com outras &ondades in>cuas, coisas do popu$ismo
irrespons0ve$, -ue nos impedem de ser modernos e competitivos'
Raramente "a$am no -ue o capita$ismo su&sidiado custa ao Wrasi$'
O escRnda$o causado pe$a reve$ação do -ue os randes &ancos
deixam de paar em impostos não devia ser tão rande, ( s> uma amostra
da su&tri&utação, pe$a "raude ou pe$o "avor, -ue *0 anos sustenta o nosso
empresariado c*orão, e não apenas na 0rea "inanceira' A construção
simu$tRnea da oitava economia e de uma das sociedades mais miser0veis
do mundo "oi "eita assim, não apenas pe$a soneação privada e a
exp$oração de &rec*as t(cnicas no sistema tri&ut0rio , -ue, a"ina$, (
$ament0ve$, mas mostra enen*osidade e iniciativa empresaria$ X mas pe$o
"avor p%&$ico, pe$a auto,soneação patrocinada por um Estado vassa$o do
din*eiro, c%mp$ice *ist>rico da pi$*aem do Wrasi$ pe$a sua pr>pria e$ite'
O 1usto Wrasi$ dos $amentos empresariais existe, como existem
empres0rios respons0veis -ue pe$o menos recon*ecem a pi$*aem, mas
muito mais $ament0ve$ e atrasado ( o Desperd#cio Wrasi$, o proresso e o
produto de uma minoria -ue nunca são distri&u#dos, -ue não c*eam 2
maioria de "orma a$uma, -ue não a"etam a mis(ria 2 sua vo$ta por
nen*um cana$, muito menos pe$a via >&via da tri&utação' Di)em -ue com
o -ue não ( pao de imposto /usto no Wrasi$ daria para construir outro
Wrasi$' Não ( verdade' Daria para construir dois outros Wrasis' E ainda
so&rava um pouco para a/udar a Arentina, coitada'
ILu#s <ernando ?er#ssimoD
332) Para entender bem um texto, é indispensável que compreendamos
perfeitamente as palavras que nele constam. O item em que o vocábulo
destacado apresenta um sinônimo imperfeito é:
aD G7empre -ue se re%nem para LAFMRIAR,'''H , $amentar,se
&D G'''um pa#s com reras OW7OLE=A7'''H , anti-uadas
cD G'''e v#cios IN1RM7=ADO7'H , arraiados
dD G'''a$uma "orma de corporativismo ANA1ReNI1O'''H , doentio
eD G'''ou privi$(io RENI=EN=E'''H , persistente
333) ~Sempre que se reúnem para lamuriar, os empresários falam no Custo
Brasil, no preço que pagam para fazer negócios num país com regras
obsoletas e vícios incrustados.¨; o comentário INCORRETO feito sobre os
conectores desse segmento do texto é:
5:9
aD A expressão sempre que tem va$or de tempo'
&D O conectivo para tem id(ia de "ina$idade'
cD A preposição em no termo no Custo Crasil tem va$or de assunto'
dD A preposição em no termo num pas tem va$or de $uar'
eD A preposição com tem va$or de compan*ia' T1 ,,
334) O segmento do texto que NÄO apresenta uma crítica explícita ou
implícita às elites dominantes brasileiras é:
aD G7empre -ue se re%nem para $amuriar, os empres0rios "a$am no 1usto
Wrasi$'''H
&D GRaramente Ios empres0riosD "a$am no -ue o capita$ismo su&sidiado custa ao
Wrasi$'H
cD GO escRnda$o causado pe$a reve$ação do -ue os randes &ancos deixam de
paar em impostos não devia ser tão rande,'''H
dD G'''pe$a "raude ou pe$o "avor, -ue *0 anos sustenta o nosso empresariado
c*orão,'''H
eD GO 1usto Wrasi$ dos $amentos empresariais existe,'''H
335) ~...no preço que pagam para fazer negócios num país com regras
obsoletas e vícios incrustados.¨; na situação textual em que está, o segmento
pa/s com regras obsoletas e v/cios incrustados representa:
aD uma opinião do empresariado
&D o ponto de vista do autor do texto
cD uma consideração era$ -ue se tem so&re o pa#s
dD o parecer do capita$ismo internaciona$
eD a visão dos $eitores so&re o pa#s em -ue vivem
336) O principal prejuízo trazido pelo Custo Brasil, segundo o primeiro
parágrafo do texto, que retrata a opinião do empresariado, é:
aD o corporativismo anacrEnico
&D o privi$(io renitente
cD tra&a$*o superproteido
dD popu$ismo irrespons0ve$
eD "a$ta de modernidade e competitividade
337) O corporativismo anacrônico, o privilégio renitente, o trabalho
superprotegido e outros elementos citados no primeiro parágrafo do texto
indicam, em sua totalidade:
aD de"ici!ncias em nosso sistema socioeconEmico
&D a consci!ncia dos reais pro&$emas do pa#s por parte dos empres0rios
cD o atraso menta$ dos po$#ticos nacionais
dD a car!ncia de $#deres po$#ticos modernos e atuantes
eD a posição u$trapassada do overno
5:@
338) ~Raramente falam no que o capitalismo subsidiado custa ao Brasil.¨; os
empresários brasileiros raramente falam neste tema porque:
aD são ma$ preparados e descon*ecem o assunto'
&D se trata de um assunto -ue não $*es di) respeito'
cD se re"ere a a$o com -ue $ucram'
dD não -uerem inter"erir com pro&$emas po$#ticos'
eD não possuem -ua$-uer consci!ncia socia$'
339) ~...coisas do populismo irresponsável,...¨ corresponde a:
aD uma reti"icação do -ue antes vem expresso
&D uma ironia so&re o -ue ( dito anteriormente
cD uma exp$icação dos termos anteriores
dD mais um e$emento neativo do pa#s
eD uma cr#tica so&re a po$#tica do pa#s
340) O fato de os bancos deixarem de pagar impostos;
aD "a) com -ue o Wrasi$ se torne a oitava economia do mundo'
&D ( prova de nossa modernidade'
cD ( comprovação de -ue estamos seuindo os mo$des econEmicos internacionais'
dD ( mais uma prova de in/ustiça socia$'
eD arante investimentos em 0reas mais carentes'
341)Subtributação só pode significar:
aD soneação de impostos
&D aus!ncia de "isca$i)ação no paamento dos impostos
cD taxação in/usta, por exaerada
dD impostos redu)idos
eD dispensa de paamento de impostos
342) ~...pela fraude ou pelo favor...¨; os responsáveis, respectivamente, pela
fraude e pelo favor são:
aD o empresariado e o poder po$#tico
&D o 1onresso e o Coverno
cD os soneadores e o empresariado
dD os &an-ueiros e o 1onresso
eD as $eis e o capita$ismo internaciona$ ,
343) Ao dizer que nosso empresariado é c*orão, o autor repete uma idéia já
expressa anteriormente era:
aD &ondades in>cuas
&D $amuriar
cD popu$ismo irrespons0ve$
dD atraso
eD tra&a$*o superproteido
5:B
344) Segundo o texto, o Governo brasileiro:
aD pre/udica o desenvo$vimento da economia'
&D co$a&ora com a e$ite no rou&o do pa#s'
cD não tem consci!ncia dos ma$es -ue produ)'
dD exp$ora as &rec*as t(cnicas do sistema tri&ut0rio'
eD demonstra enen*osidade e iniciativa empresaria$'
345) As ~brechas técnicas do sistema tributário¨ permitem:
aD paamento de menos impostos
&D soneação "isca$
cD "raude e "avor
dD maior /ustiça socia$
eD o aparecimento de -ueixas do empresariado
346) O ~Desperdício Brasil¨ se refere à:
aD aus!ncia de distri&uição socia$ das ri-ue)as
&D su&tri&utação patrocinada pe$o Estado
cD perda de din*eiro pe$a diminuição da produção
dD -ueda de arrecadação por causa do 1usto Wrasi$
eD redução do desenvo$vimento na 0rea "inanceira
347)¨...o progresso e o produto de uma minoria que nunca são distribuídos,
que não chegam à maioria de forma alguma,...¨; representam,
respectivamente, a minoria e a maioria:
aD &an-ueiros Y empresariado
&D e$ite econEmica Y tra&a$*adores em era$
cD economistas Y povo
dD c$asses popu$ares Y c$asses a&astadas
eD desempreados Y industriais
348) ~...que não afetam a miséria à sua volta por nenhum canal, muito menos
pela via óbvia da tributação¨; nesse segmento, o autor do texto diz que os
impostos:
aD deveriam ser co&rados de "orma mais e"iciente'
&D imp.em a mis(ria a todas as c$asses'
cD causam po&re)a nas e$ites e nas c$asses popu$ares'
dD não retornam 2 popu$ação de "orma socia$mente /usta'
eD são o camin*o mais r0pido para o proresso'
5:8
TEXTO LII
AUXILIAR 1UDICIÁRIO DO TRT - 9a REGIÄO
PAIS DO FUTURO
Rio de Taneiro , Lem&ra,se de -uando o Wrasi$ era o pa#s do
"uturoS
Primeiro "oi um iante adormecido IGem &erço esp$!ndidoHD,
-ue um dia iria acordar e &otar pra -ue&rar'
5 Depois tornou,se o pa#s do "uturo, um "uturo de ri-ue)a,
/ustiça socia$ e &em,aventurança'
Eram tempos, a-ue$es, de posterar tudo o -ue não podia ser
rea$i)ado no presente' A dure)a do reime mi$itar deixava poucas
&rec*as para -ue se ousasse "a)er a$uma coisa -ue não "osse
a-ui$o 10 /0 previsto, p$ane/ado, ordenado pe$os enerais no poder'
7> restava então auardar o "uturo, -ue nunca c*eava Imais
uma ve) va$e $em&rar3 "oram 65 anos de reime autorit0rioD'
O pior ( -ue, mesmo depois de redemocrati)ado o pa#s, a
coisa continuou e continua meio enca$acrada, com muitos son*os
tendo 15 de ser adiados a cada dia, a cada nova di"icu$dade' 1om a
$o&a$i)ação, temos -ue encarar Ie temerD at( as crises -ue ocorrem
do outro $ado do mundo' =odavia *0 -ue se auardar o "uturo com
otimismo, e a$uma ra)ão para isso existe'
Dados de uma pes-uisa e$a&orada pe$a 7ecretaria de
20 P$ane/amento do overno de 7ão Pau$o reve$am -ue o Wrasi$
c*ear0 ao pr>ximo s(cu$o, -ue est0 $oo a$i na es-uina, com o
maior continente de /ovens de sua *ist>ria'
1on"orme os dados da pes-uisa, somente na "aixa dos 6; aos s
6: anos serão -uase 5@ mi$*.es de indiv#duos no ano 6;;;'
25 1om esses dados, o usua$ seria prever o aravamento da
situação do mercado de tra&a$*o, /0 tão di"#ci$ para essa "aixa de
idade, e de pro&$emas como a crimina$idade em era$ e o tr0"ico e o
uso de droas em particu$ar'
Fas por -ue não inverter a mão e acreditar, ainda -ue
30 "orçando um pouco a &arra, -ue essa massa de novas ca&eças
pensantes sim&o$i)a a c*eada do ta$ "uturoS Kuem sa&e sair0 do
ac%mu$o de eneria renovada dessa eração a so$ução de pro&$emas
-ue apenas se perpetuaram no "racasso das anterioresS
Nada ma$ começar um mi$!nio novin*o em "o$*a com o viço,
a 35 ousadia e o otimismo dos -ue t!m 6; anos'
ILui) 1aversan , <o$*a de 7ão Pau$o, 68'55'P8D
349) Encontra apoio no texto a afirmação contida na opção:
5:P
aD A exist!ncia de 5@ mi$*.es de /ovens &rasi$eiros no ano 6;;; constituir0 um
pro&$ema inso$%ve$'
&D 1om a popu$ação /ovem &rasi$eira na casa dos 5@ mi$*.es, s> se pode esperar
o pior'
cD Não se pode pensar de "orma otimista em re$ação ao pr>ximo s(cu$o'
dD Pode,se pensar positivamente em re$ação ao nosso "uturo, apesar de a$uns
pro&$emas'
eD Pode,se pensar de "orma positiva so&re nosso "uturo a partir da previsão do
aravamento do desempreo'
350) A idéia de futuro vem representada no texto por uma seqüência de
conceitos. A opção que indica essa seqüência (3
aD expectativa , iantismo , idea$i)ação , otimismo
&D otimismo , expectativa , idea$i)ação , iantismo
cD iantismo , otimismo , idea$i)ação , expectativa
dD expectativa , idea$i)ação , otimismo , iantismo
eD iantismo , idea$i)ação , expectativa , otimismo
351) A linguagem coloquial empregada no texto pode ser exemplificada pela
expressão:
aD Gem &erço esp$!ndidoH
&D &otar pra -ue&rar
cD &em,aventurança
dD dados de uma pes-uisa
eD somente na "aixa
352) Postergar significa:
aD po$emi)ar
&D preterir
cD mani"estar
dD di"undir
eD incentivar
353) Em ~o maior contingente de jovens de sua história¨, o substantivo
~jovens¨, embora masculino, refere-se tanto aos rapazes quanto às moças. É
comum, porém, que na distinção de gêneros haja referência a conteúdos
distintos. Nas alternativas abaixo, a dupla de substantivos cuja diferença de
gêneros NÄO corresponde a uma diferença de significados é:
aD novos ca&eças , novas ca&eças
&D v0rios personaens , v0rias personaens
cD outro uia , outra uia
dD o "aixa preta , a "aixa preta
eD a$um capita$ , a$uma capita$
59;
354) Em ~...começar um milênio novinho em folha com o viço, a ousadia e o
otimismo dos que têm 20 anos¨, a parte sublinhada é substituível, sem
mudança do significado, por:
aD a /uventude, a aud0cia
&D a compet!ncia, a imainação
cD a criatividade, a perseverança
dD a criatividade, a coraem
eD a imainação, o destemor
595
TEXTO LIII
AUXILIAR SUPERIOR ANALISTA DE SISTEMAS - MP/R1
TEXTO 1
XENOFOBIA E RACISMO (fragmento)
As recentes reve$aç.es das restriç.es impostas, *0 mais de meio s(cu$o, 2
imiração de neros, /udeus e asi0ticos durante os overnos de Dutra e ?aras
c*ocaram os &rasi$eiros amantes da democracia' <oram atos in/ustos, cometidos
contra estes sementos do povo &rasi$eiro -ue tanto contri&u#ram para o
enrandecimento de nossa nação'
T0 no Wrasi$ atua$, a imiração de estraneiros parece $i&era$i)ada e imune
2s manc*as do passado, en-uanto -ue no continente europeu marc*a,se a passos
$aros na direção de con"$itos raciais onde a marca principa$ ( o >dio dos radicais
de direita aos imirantes'
Na Europa, a *ist>ria se repete com o mesmo enredo centen0rio3 imirantes
são &em,vindos para re"orçar a mão,de,o&ra $oca$ em momentos de reconstrução
naciona$ ou de "orte expansão econEmica+ ap>s anos de dedicação e ena/amento
2 vida $oca$, começam a ser a$vo da vio$!ncia e da sereação'
IO C$o&o, 5AYBY;5D
355) A seleção vocabular do primeiro período do texto permite dizer que:
aD o ad/etivo recentes tra) como in"er!ncia -ue as revela$4es re"eridas no texto
ocorreram nos dias imediatamente antes da e$a&oração do artio'
&D a esco$*a do su&stantivo revela$4es se re"ere a um con/unto de in"ormaç.es
-ue, para o &em do pa#s, deveria permanecer ocu$to'
cD o su&stantivo restri$4es indica a presença de $imitaç.es o"iciais na po$#tica
mirat>ria do pa#s'
dD o ad/etivo impostas se $ia o&riatoriamente a um poder discricion0rio, como o
presente nas ditaduras de Dutra e ?aras'
eD em ra)ão das re"er!ncias *ist>ricas imprecisas do texto, o semento *á mais
de meio s!culo se re"ere a uma -uantidade de anos superior a 9; e in"erior a 5;;'
356) Se as restrições de imigração eram impostas a negros, judeus e asiáticos,
podemos dizer que havia, nesse momento, uma discriminação de origem:
aD racia$ e re$iiosa
&D exc$usivamente racia$
cD econEmica e racia$
dD racia$ e eor0"ica
eD re$iiosa, econEmica, racia$, eor0"ica e cu$tura$
357) Em relação ao primeiro período do texto, o segundo:
aD exp$icita -uais as reve$aç.es re"eridas'
&D indica, como in"ormação nova, -ue os atos cometidos eram neativos'
cD esc$arece -ua$ a ra)ão dos atos re"eridos terem c*ocado os &rasi$eiros'
dD mostra a conse-L!ncia dos "atos re$atados anteriormente'
eD comprova as a"irmativas iniciais do /orna$ista com dados *ist>ricos'
596
358) Ao classificar os atos restritivos à imigração de injustos, o autor do texto
mostra:
aD somente a opinião dos &rasi$eiros amantes da democracia
&D a sua opinião e a de a$uns &rasi$eiros
cD a sua opinião e a dos $eitores
dD somente a sua opinião
eD a sua opinião e a dos &rasi$eiros em era$
359) Ao escrever que os atos injustos foram cometidos ~contra esses
segmentos do povo brasileiro...¨, o autor do texto mostra que:
aD a popu$ação &rasi$eira da era ?aras so"ria pe$a discriminação o"icia$'
&D neros, /udeus e asi0ticos são vistos como &rasi$eiros pe$o autor do texto'
cD o povo &rasi$eiro ( constitu#do de raças e credos distintos'
dD a$uns sementos de nosso povo "oram autores de atos in/ustos'
eD o Wrasi$ e seu povo /0 passaram por momentos *ist>ricos di"#ceis'
360) O segundo parágrafo do texto é introduzido pelo segmento ~1á no Brasil
atual...¨; tal segmento indica:
aD uma oposição de $oca$ e tempo
&D uma oposição de tempo
cD uma conse-L!ncia do primeiro par0ra"o
dD uma comparação de duas (pocas
eD uma indicação das causas dos "atos re$atados
361) Ao escrever que a imigração de estrangeiros parece ~imune às manchas
do passado¨, o autor do texto quer indicar que:
aD os estraneiros /0 es-ueceram as in/ustiças de -ue "oram v#timas'
&D a imiração ainda tra) marcas dos atos in/ustos do passado'
cD os imirantes atuais descon*ecem os "atos passados'
dD nada mais *0 -ue possa manc*ar o nosso passado *ist>rico'
eD o processo mirat>rio atua$ em nada $em&ra os erros do passado'
362) De todas as idéias expressas abaixo, aquela que NÄO está contida direta
ou indiretamente no texto é:
aD Os imirantes são &em,vindos no Wrasi$ de *o/e'
&D A atua$ situação dos imirantes na Europa "a) prever con"$itos "uturos'
cD Os estraneiros aca&am sendo perseuidos, em a$uns pa#ses, apesar de seus
&ons serviços'
dD A expansão econEmica da Europa provocou a sa#da de emirantes'
eD Os imirantes são "ator de co$a&oração para o proresso das naç.es'
59A
TEXTO LIV
AUXILIAR SUPERIOR ANALISTA DE SISTEMAS - MP/R1
TEXTO 2
RACISMO
A imprensa &rasi$eira vem noticiando uma proposta mi$ion0ria do La)io da
It0$ia, -ue pretende ad-uirir o passe do )aueiro Tuan por 5; mi$*.es de d>$ares'
Este ( o time cu/a torcida /0 arediu o /oador &rasi$eiro Antonio 1ar$os, do
Roma, e perdeu o mando de campo por incitamento racista em p$eno est0dio'
A-ui "ica uma suestão a este /ovem nero, at$eta &rasi$eiro de 66 anos,
com um &ri$*ante "uturo pro"issiona$3 recuse o convite e não tro-ue o Wrasi$ pe$a
It0$ia, pois moedas não resatam a dinidade' Dia não aos xen>"o&os e racistas'
IO C$o&o, 5AYBY;5D
363) ~A imprensa brasileira vem noticiando...¨; com a utilização do tempo
verbal destacado, o autor do texto quer referir-se a uma ação que:
aD aca&a de terminar'
&D aca&a de começar'
cD se iniciou antes de outra ação passada'
dD se iniciou *0 pouco tempo e permanece no presente'
eD se repete no passado e no presente'
364) O segundo texto: (Para resolver esta questão, é necessário voltar ao texto
anterior, nº LIII, pertencente à mesma prova.)
aD comprova o pensamento expresso no terceiro par0ra"o do texto 5'
&D exemp$i"ica a discriminação indicada no primeiro per#odo do texto 5'
cD mostra -ue os preconceitos raciais e re$iiosos não são coisas do passado'
dD demonstra -ue xen>"o&os e racistas são maioria na Europa'
eD a&orda o mesmo tema do primeiro, mas de "orma mais espec#"ica'
365) ~Este é o time cuja torcida já agrediu o jogador brasileiro¨; este
segmento do texto é fruto da união das duas orações seguintes:
aD Este ( o time Y A torcida deste time /0 arediu o /oador &rasi$eiro'
&D Este ( o time Y O /oador &rasi$eiro /0 "oi atinido pe$a torcida deste time'
cD A torcida /0 arediu o torcedor &rasi$eiro Y Esta ( a torcida deste time'
dD A torcida /0 arediu o /oador &rasi$eiro Y Este ( o time cu/a'
eD Este ( o time cu/a Y A torcida arediu o /oador &rasi$eiro'
366) O tom final do texto é de:
aD advert!ncia
&D a$erta
cD conse$*o
dD ordem
eD repreensão
59:
TEXTO LV
OF. DE 1USTIÇA AVALIADOR DA CORREGEDORIA/R1
ENTREVISTA
Aos 95 anos o m(dico pau$ista Cera$do Fedeiros ( um dos
endocrino$oistas &rasi$eiros de maior e mais duradouro sucesso' Numa
especia$idade em -ue o prest#io dos pro"issionais osci$a con"orme a moda, *0
tr!s d(cadas e$e mant(m sua "ama em ascend!ncia' Em seu consu$t>rio de 6:6
metros -uadrados, na e$eante reião dos Tardins, uma das mais exc$usivas de
7ão Pau$o, Fedeiros uarda as "ic*as de A6'@;; c$ientes -ue /0 atendeu' Fais da
metade o procurou para "a)er reime de emarecimento' 7ua sa$a de espera est0
permanentemente $otada e 2 ve)es ( necess0rio marcar uma consu$ta com
semanas de anteced!ncia'
1omo pro"essor de 1$#nica F(dica e Endocrino$oia da <acu$dade de
Fedicina da Mniversidade de 7ão Pau$o, Fedeiros /0 atendeu outros mi$*ares de
pacientes' A maioria, por(m, "oi parar em suas mãos em ra)ão de outra
especia$idade da -ua$ ( mestre3 as doenças da tire>ide'
IRevista >eja nW 9@BD
367) Quais as informações fundamentais para o texto presentes em seu
primeiro período?
aD aos 95 anos , Cera$do Fedeiros , endocrino$oista
&D Cera$do Fedeiros , endocrino$oista , de sucesso
cD m(dico pau$ista , Cera$do Fedeiros , endocrino$oista
dD aos 95 anos , m(dico , endocrino$oista
eD m(dico , Cera$do Fedeiros , sucesso
368) Qual a utilidade de ser dada a idade do médico entrevistado logo ao
início do texto?
aD Indicar sua experi!ncia e capacidade'
&D Fostrar sua vita$idade e compet!ncia'
cD Demonstrar sua capacidade e perspic0cia'
dD Provar seu con*ecimento e /uventude'
eD A$udir 2 sua /uventude e vita$idade'
369) O segundo período do texto é construído como explicitação de um dos
termos do primeiro período. Qual?
aD m(dico pau$ista
&D endocrino$oista &rasi$eiro
cD maior sucesso
dD mais duradouro sucesso
eD aos 95 anos
370) Muitos elementos do segundo período repetem elementos do primeiro.
Indique a correspondência equivocada entre elementos dos dois períodos.
599
aD especia$idade , endocrino$oista
&D prest#io , sucesso
cD pro"issionais , m(dico
dD "ama , sucesso
eD d(cadas , 95 anos
371) Que elemento do primeiro período é explicitado no terceiro período?
aD aos 95 anos
&D m(dico pau$ista
cD endocrino$oistas &rasi$eiros
dD maior sucesso
eD mais duradouro sucesso
372) Entre as duas atividades do médico há uma série de elementos que se
opõem. Indique a oposição equivocada.
aD endocrino$oista , pro"essor
&D c$ientes , pacientes
cD emarecimento , doenças da tire>ide
dD marcar uma consu$ta , parar em suas mãos
eD A6'@;; , mi$*ares
59@
TEXTO LV1
PERITO LEGISTA - FAEPOL
TEXTO 1
CORPO
Na doença ( -ue desco&rimos -ue não vivemos so)in*os, mas sim
encadeados a um ser de um reino di"erente, de -ue nos separam a&ismos, -ue não
nos con*ece e pe$o -ua$ nos ( imposs#ve$ "a)er,nos compreender3 o nosso corpo'
Kua$-uer assa$tante -ue encontremos numa estrada, ta$ve) consiamos torn0,$o
sens#ve$ ao seu interesse particu$ar, senão 2 nossa desraça' Fas pedir compaixão
a nosso corpo ( discorrer diante de um po$vo, para -uem as nossas pa$avras não
podem ter mais sentido -ue o rumor das 0uas, e com o -ua$ "icar#amos c*eios de
*orror de ser o&riados a viver'
IProustD
373) Segundo o texto, o nosso corpo:
aD tem p$ena consci!ncia de viver encadeado a um ser di"erente'
&D con*ece per"eitamente o outro ser a -ue est0 encadeado'
cD ( separado de nossa a$ma por um a&ismo intranspon#ve$'
dD se torna con*ecido pouco a pouco'
eD s> na doença ( -ue tem sua exist!ncia recon*ecida'
374) A conjunção mas (linha 1) opõe basicamente duas palavras do texto, que
são:
aD desco&rimos Y vivemos
&D so)in*os Y encadeados
cD vivemos Y encadeados
dD doença Y reino
eD so)in*o Y ser
375) ~...pelo qual nos é impossível fazer-nos compreender.¨; esse segmento do
texto quer dizer que:
aD não nos ( poss#ve$ "a)er com -ue nosso corpo nos compreenda'
&D ! imposs#ve$ compreender o nosso corpo'
cD ( poss#ve$ "a)er com -ue a$ma e corpo se entendam'
dD ( imposs#ve$ ao corpo compreender o ser *umano'
eD o corpo *umano pode compreender mas não pode ser compreendido'
376) ~Qualquer assaltante que encontremos...¨; nesse segmento, o uso do
subjuntivo mostra uma:
aD certe)a
&D comparação
cD possi&i$idade
dD previsão
59B
eD condição
377) O item abaixo em que o pronome sublinhado tem seu antecedente
corretamente indicado é:
aD G'''ao seu interesse particu$ar'''H3 corpo
&D G'''para -uem as nossas pa$avras'''H3 assa$tante
cD G'''de -ue nos separam a&ismos'''H3 so)in*os
dD G'''e com o -ua$ "icar#amos'''H3 0uas
eD G'''ta$ve) consiamos torn0,$o'''H3 assa$tante
378) ~...senão à nossa desgraça.¨; o vocábulo sublinhado eqüivale, nesse
segmento, a: 4 ,
aD ou
&D exceto
cD sa$vo
dD e não
eD se
379)¨...é discorrer diante de um polvo.¨; esse segmento do texto representa
uma tarefa:
aD tra&a$*osa
&D in%ti$
cD "rut#"era
dD temerosa
eD destemida
598
TEXTO LVII
PERITO LEGISTA - FAEPOL
TEXTO 2
LONGEVIDADE
Pou-u#ssimas são as $onevidades /usti"ic0veis' 1urta ou $ona, a vida
deveria encerrar,se $oo ao cessar a missão de -uem viveu3 criar um "i$*o,
rea$i)ar uma o&ra, "a)er uma uerra, perpetrar um crime'''
Exist!ncias exemp$ares -ue sou&eram -uando terminar!
Desraçadamente essa ci!ncia a mais ninu(m *o/e se concede, empen*ada
-ue anda a medicina em proporcionar meras e miser0veis so&reviv!ncias'
I_a$ter WenevidesD
380) O termo longevidade significa:
aD vida in%ti$
&D vida distante
cD vida indi"erente
dD vida miser0ve$
eD vida $ona
381) Pouquíssimas só não eqüivale semanticamente a:
aD m#nimas
&D rar#ssimas
cD muito poucas
dD extremamente raras
eD &astante poucas
382) ~Existências exemplares¨ são aquelas que:
aD rea$i)aram o&ras &en("icas'
&D tiveram $onevidades in/usti"ic0veis'
cD sou&eram -uando terminar'
dD não cumpriram miss.es neativas'
eD recusaram so&reviv!ncias miser0veis'
383) A ~ciência¨ a que se refere o autor do texto é:
aD a medicina, encarreada da so&reviv!ncia *umana
&D a compet!ncia de criar um "i$*o
cD a possi&i$idade de rea$i)ar uma missão, curta ou $ona
dD a de ter consci!ncia de sa&er -uando morrer
eD a possi&i$idade de amp$iar a extensão da vida *umana
384) O autor critica a Medicina porque ela:
aD descon*ece a oriem dos ma$es'
59P
&D aceita miss.es positivas e neativas'
cD pro$ona vidas in%teis'
dD não ( ensinada de "orma competente a mais ninu(m'
eD s> propicia vida me$*or para uns poucos privi$eiados'
385) ~Curta ou longa¨ é um exemplo de antítese, em que se opõem dois
vocábulos de significação oposta; o item abaixo em que os dois vocábulos
indicados possuem oposição semântica é:
aD encerrar,se Y iniciar,se
&D rea$i)ar Y imainar
cD pou-u#ssimas Y redu)id#ssimas
dD cessar Y interromper
eD exemp$ares Y in%teis
5@;
TEXTO LVIII
PERITO LEGISTA - FAEPOL
TEXTO 3
A CIÊNCIA
I , A ci!ncia permanecer0 sempre a satis"ação do dese/o mais a$to da nossa
nature)a, a curiosidade+ e$a "ornecer0 sempre ao *omem o %nico meio -ue e$e
possui para me$*orar a pr>pria sorte' IRenanD
II,A ci!ncia, -ue devia ter por "im o &em da *umanidade, in"e$i)mente concorre
na o&ra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior
n%mero de *omens no tempo mais curto' I=o$st>iD
III ,<a),se ci!ncia com "atos, como se "a) uma casa com pedras+ mas uma
acumu$ação de "atos não ( uma ci!ncia, assim como um montão de pedras não (
uma casa' IPoincar(D
386)A(s) opinião(ões) que traduz(em) uma visão negativa da ciência é(são):
aD I
&D II
cD III
dD I,II
eD II,III
387) Segundo o segmento I, a curiosidade é:
aD a satis"ação de nosso dese/o
&D o camin*o de me$*orar a pr>pria sorte
cD o %nico meio de o&ter satis"ação
dD o dese/o mais a$to da nossa nature)a
eD sinEnimo da pr>pria ci!ncia
388) O ~desejo mais alto¨, citado no segmento I, significa o desejo:
aD mais contido
&D mais di"#ci$
cD mais pro&$em0tico
dD mais intenso
eD mais espiritua$
389) O emprego do futuro do presente do indicativo no segmento I significa:
aD certe)a dos "atos "uturos
&D possi&i$idade de "atos "uturos
cD incerte)a dos "atos "uturos
dD d%vida so&re os "atos "uturos
eD dese/o do autor so&re os "atos "uturos
390) ~...para melhorar a própria sorte.¨; o vocábulo sorte, nesse segmento,
eqüivale semanticamente a:
5@5
aD "uturo
&D "e$icidade
cD in"ort%nio
dD *or>scopo
eD destino
391) No segmento II, o uso do pretérito imperfeito do indicativo em ~...devia
ter por fim o bem da humanidade...¨ significa que:
aD a "ina$idade da ci!ncia est0 e-uivocada'
&D o idea$ da ci!ncia, no passado, era o &em da *umanidade'
cD a rea$idade ( di"erente da "ina$idade idea$ da ci!ncia'
dD a rea$idade con"irma o idea$ cient#"ico'
eD so& certas condiç.es a ci!ncia atine o seu idea$'
392) ~...infelizmente concorre na obra de destruição...¨; nesse segmento, o
verbo concorrer eqüivale semanticamente a:
aD compete+ riva$i)a
cD pre/udica 3
dD co$a&ora
eD com&ate
393) ~...bem da humanidade...¨, ~...obra de destruição...¨, ~...novos meios de
matar...¨; as expressões sublinhadas são respectivamente correspondentes a:
aD *umano, destrutiva, mort#"eros
&D *umanit0rio, destruidora, *omicidas
cD *umanista, destrutiva, assassinos
dD *umano, destruidora, vio$entos
eD *umanit0rio, destruidora, mortais
394) Vocábulos que no segmento II mostram a opinião do autor do texto sobre
o conteúdo veiculado (3
aD in"e$i)mente Y devia
&D constantemente Y in"e$i)mente
cD por "im Y devia
dD destruição Y ci!ncia
eD constantemente Y destruição
395) ~...matar o maior número de homens no tempo mais curto¨, como
aparece no segmento II, demonstra:
aD vio$!ncia in%ti$
&D crue$dade necess0ria
cD -ua$idade suprema
dD e"ic0cia positiva
eD e"ici!ncia m>r&ida
5@6
396) ~...como se faz uma casa com pedras...¨, no segmento III, corresponde a
uma:
aD condição
&D causa
cD conse-L!ncia
dD comparação
eD concessão
397) No segmento III, os dois termos que se encontram nos mesmos postos de
comparação são:
aD ci!ncia Y pedras
&D "atos Y casa
cD ci!ncia Y casa
dD ci!ncia Y "atos
eD casa Y pedras
398) O que nos três segmentos do texto 3 mostra um ponto comum da ciência
é que ela é vista como:
aD um &em para a *umanidade
&D um con*ecimento su&/etivo
cD uma esperança de proresso
dD uma certe)a de so&reviv!ncia
eD uma atividade *umana
5@A
TEXTO LIX
MAGISTÉRIO MUNICIPAL - RIO
PRISÄO DE VENTRE NA ALMA (fragmento)
=odos estamos nos tornando, *o/e, mais descon"iados do -ue no passado'
1om exceção das pessoas -ue se disp.em a paar um preço a$t#ssimo por uma
unidade mono$#tica, somos todos &astante divididos interiormente'
Para o &em ou para o ma$, vão rareando as convicç.es ina&a$0veis' Mma
parte de n>s -uer acreditar, outra ( descrente'
Costar#amos de ter seurança para acreditar em coisas -ue ninu(m pode
asseurar -ue são inteiramente dinas de nossa con"iança'
As verdades do crente dependem da "(, en-uanto a "( existe'
Fas a "( tam&(m pode deixar de existir+ e$a não depende da ra)ão, nem da
ci!ncia+ depende de Deus, -ue a deu e pode tir0,$a' O "i$>so"o Pasca$ /0 no s(cu$o
X?I a"irmava -ue a nossa ra)ão serve, no m0ximo, para nos a/udar a "a)er
apostas mais convenientes'
As verdades cient#"icas, por sua ve), dependem da *ist>ria, são
periodicamente revistas, re"ormu$adas' As novas desco&ertas e as novas
invenç.es não se $imitam a comp$ementar os con*ecimentos /0 ad-uiridos3
exiem -ue e$es se/am rediscutidos e 2s ve)es drasticamente modi"icados'
E as verdades "i$os>"icasS Kuanto maiores "orem os pensadores -ue as
enunciam, mais acirrada ser0 a controv(rsia entre e$es' As verdades "i$os>"icas se
contradi)em, umas -uestionam as outras'
7omos envo$vidos, então, por uma onda de ceticismo' Q poss#ve$ -ue essa
onda /0 ten*a tido a$uns e"eitos "avor0veis 2 $i&erdade espiritua$ dos indiv#duos,
ao "orta$ecimento ne$es do esp#rito cr#tico' Q poss#ve$ -ue e$a ten*a de a$um
modo G$impado o terrenoH para um di0$oo mais desenvo$to entre as criaturas,
para va$ores mais comprometidos com o p$ura$ismo, contri&uindo para a
superação de a$umas "ormas r#idas e dom0ticas de pensar'
Dentro de $imites ra)o0veis, o ceticismo atenua certe)as, suavi)a conc$us.es
perempt>rias e a&re &rec*as no "anatismo' Na medida em -ue se espraia
inde"inidamente, contudo, e$e tra) riscos raves' A pr>pria dinRmica de um
ceticismo i$imitado apresenta uma contradição insuper0ve$'
O poeta Wrec*t expressou esse impasse num poemin*a -ue tem apenas tr!s
versos e -ue não pode deixar de ser reprodu)ido a-ui3 G7> acredite no -ue seus
o$*os v!em e no -ue seus ouvidos escutam' Não acredite nem no -ue seus o$*os
v!em e seus ouvidos escutam' E sai&a -ue, a"ina$, não acreditar ainda (
acreditar'H
Rea$mente, -uem não acredita, para estar convencido de -ue não est0
acreditando, precisa acreditar em seu poder de não acreditar'
A-ue$e -ue não cr!, curiosamente, est0 crendo na sua descrença'
ILeandro fonderD
399) ~...as pessoas que se dispõem a pagar um preço altíssimo por uma
unidade monolítica...¨; com esse segmento o autor do texto quer referir-se:
5@:
aD 2-ue$as pessoas -ue, tendo possi&i$idades, procuram aumentar sua cu$tura a
ponto de superarem as d%vidas'
&D aos indiv#duos -ue se sacri"icam interiormente em troca de uma consist!ncia
psico$>ica -ue os de"enda de divis.es internas'
cD 2s pessoas -ue se disp.em a viver so)in*as, separadas de todos os demais, a
"im de evitar so"rimento in%ti$'
dD 2-ue$es -ue imainam viver em comun*ão com Deus de modo "ie$ e, pe$a "(,
superar os o&st0cu$os'
eD 2-ue$es c(ticos -ue de"endem seu ate#smo de "orma a mostrarem uma unidade
de pensamento -ue, na verdade, não possuem'
400) ~Uma parte de nós quer acreditar, outra é descrente.¨ O par de
vocábulos abaixo que não poderia substituir, respectivamente, de forma
adequada, os elementos sublinhados é:
aD -uer ter "( Y pecadora +
&D -uer crer Y incr(du$a ,
cD -uer con"iar Y descon"iada U'
dD -uer dar cr(dito Y c(tica
eD -uer ter certe)a Y inseura
401) A divisão interna do ser humano, segundo o texto:
aD est0 mais $iada 2 perda da "(, -ue nos ( dada ou tirada por Deus, do -ue 2
perda da credi&i$idade na ci!ncia ou na "i$oso"ia'
&D se prende unicamente 2 contradição das verdades "i$os>"icas, -ue se apoiam na
maior ou menor credi&i$idade de seus enunciadores'
cD se oriina da perda de nossas convicç.es, se/am na re$iião, na ci!ncia ou na
"i$oso"ia'
dD ( pr>pria da nature)a *umana, -ue não conseue criar, nem na re$iião, nem na
ci!ncia ou na "i$oso"ia, a$o con"i0ve$'
eD ( a$tamente positiva, /0 -ue nos $ivra do "anatismo e dos radica$ismos de
-ua$-uer esp(cie'
402) Segundo o texto, as novas descobertas e as novas invenções:
aD servem para mostrar a "orça criativa do *omem, opondo,se a Gverdades
de"initivasH'
&D mostram o proresso dos con*ecimentos cient#"icos, criado a partir da
correção dos erros anteriores'
cD discutem e modi"icam, a$(m de desmascararem, todas as teorias cient#"icas do
passado'
dD demonstram a incapacidade da ci!ncia de atinir a verdade, pois estão sempre
corriindo o camin*o percorrido'
eD comprovam -ue a ci!ncia tam&(m tem suas verdades permanentemente
renovadas, pe$a comp$ementação ou correção do /0 desco&erto'
403) O ceticismo, segundo o texto, apresenta como aspecto positivo:
5@9
aD o aparecimento de um "orte radica$ismo cr#tico
&D a -ueda do p$ura$ismo, -ue sempre desuniu os *omens
cD o recon*ecimento da possi&i$idade de v0rias verdades
dD o surimento de "ormas mais r#idas e dom0ticas de pensar
eD a possi&i$idade de amp$iar as &rec*as do "anatismo
404) O poeta Brecht é citado no texto para:
aD tra)er sensi&i$idade ao tratamento do tema'
&D opor,se a uma teoria dominante'
cD comprovar a "a$!ncia dos sentidos *umanos'
dD i$ustrar a contradição interna do ceticismo'
eD va$ori)ar a "orça da "('
405) O texto de Leandro Konder deve ser considerado como:
aD did0tico
&D in"ormativo
cD arumentativo
dD expressivo
eD narrativo
5@@
TEXTO LX
AUXILIAR CENSITÁRIO DE APURAÇÄO - IBGE
RECURSOS HUMANOS
Li -ue a esp(cie *umana ( um sucesso sem precedentes'
Nen*uma outra com uma proporção parecida de peso e vo$ume se iua$a 2
nossa em termos de so&reviv!ncia e pro$i"eração' E tudo se deve 2 aricu$tura'
1omo contro$amos a produção do nosso pr>prio a$imento, somos a primeira
esp(cie na *ist>ria do p$aneta a poder viver "ora de seu ecossistema de nascença'
Isso nos deu mo&i$idade e a socia&i$idade -ue nos sa$varam do processo de
se$eção, -ue $imitou outros &ic*os de taman*o e-uiva$ente e -ue acontece -uando
uma $in*aem en(tica dependente de um ecossistema restrito "ica
eora"icamente iso$ada e s> evo$ui como outra esp(cie' Q por isso -ue não
temos mudado muito, mas tam&(m não nos extinuimos'
ILu#s <ernando ?er#ssimoD
406) Segundo o texto, o sucesso da espécie humana é medido:
aD por sua capacidade de viver "ora de seu ecossistema
&D por sua so&reviv!ncia e pro$i"eração
cD por possi&i$idade de produ)ir seu pr>prio a$imento
dD por sua ina$tera&i$idade e resist!ncia 2 extinção
eD por sua aricu$tura
407) Dizer que a espécie humana 5é um sucesso sem precedentes¨ eqüivale a
dizer que:
aD não *0 exp$icaç.es poss#veis para esse sucesso'
&D poucas esp(cies tiveram sucesso seme$*ante'
cD nada ocorreu antes -ue pudesse exp$icar esse "ato'
dD nen*uma outra esp(cie /0 atiniu ta$ sucesso'
eD nosso sucesso ( independente de nossos antepassados'
408) #recedente e procedente são palavras de forma semelhante, mas de
significados distintos. A frase abaixo em que há ERRO no emprego da
palavra destacada é:
aD A nova pes-uisa deve "a)er emergir resu$tados interessantes'
&D Q necess0rio ter &om senso para /u$ar os -uestion0rios da pes-uisa'
cD Fuitas in"ormaç.es mostram descrimina$ão racia$ em pe-uena parte da
popu$ação'
dD a$uns pes-uisadores são destratados pe$os entrevistados'
eD a$uns entrevistados indicam sua natura$idade em ve. de sua naciona$idade'
409) ~Nenhuma outra com uma proporção parecida de peso e volume se
iguala à nossa em termos de sobrevivência e proliferação¨. Pode-se inferir
desse segmento que:
5@B
aD não *0 outras esp(cies com a mesma proporção de peso e vo$ume -ue a
esp(cie *umana'
&D s> a esp(cie *umana vai so&reviver'
cD s> a esp(cie *umana pro$i"erou de "orma tão r0pida e amp$a'
dD so&reviv!ncia e pro$i"eração são va$ores -ue medem o sucesso de uma esp(cie'
eD nossa proporção de peso e vo$ume a/udou a nossa esp(cie a ter sucesso'
410) O termo destacado nos itens abaixo refere-se a algum termo anterior do
texto; o item em que essa referência é esclarecida de forma ERRADA é:
aD Nen*uma outra Iesp(cieD com uma proporção parecida'''
&D '''se iua$a 2 nossa IproporçãoD em termos de so&reviv!ncia'''
cD Isso Io "ato de viver "ora de nosso ecossistema de nascençaD nos deu
mo&i$idade'''
dD '''-ue Imo&i$idade e socia&i$idadeD nos sa$varam do processo de se$eção'
eD '''e -ue Iprocesso de se$eçãoD acontece -uando uma $in*aem en(tica'''
411) ~Como controlamos a produção de nosso próprio alimento, somos a
primeira espécie na história...¨; a oração sublinhada apresenta, em relação à
seguinte, o valor de:
aD condição
&D modo
cD comparação
dD conc$usão
eD causa
412) O item em que o sinônimo da palavra destacada está corretamente
indicado é:
aD G'''em termos de so&reviv!ncia e pro$i"eração'H , mu$tip$icação
&D GIsso nos deu mo&i$idade'''H , rapide)
cD GIsso nos deu mo&i$idade e a socia&i$idade'''H , neociação
dD G'''-ue $imitou outros &ic*os'''H , con"irmou
eD G''' de um ecossistema restrito'''H , se$ecionado'
413) O item abaixo que apresenta uma afirmação correta em relação ao texto
lido é:
aD O autor dec$ara sua esperança na so&reviv!ncia da esp(cie *umana'
&D O texto ana$isa a independ!ncia da esp(cie *umana em re$ação 2 produção de
seus pr>prios a$imentos'
cD O texto mostra certas pecu$iaridades da esp(cie *umana em re$ação a outras
esp(cies'
dD O autor prev! certas di"icu$dades para a so&reviv!ncia da esp(cie *umana no
p$aneta'
eD O texto a$ude 2 possi&i$idade de a esp(cie *umana "icar dependente de um
ecossistema restrito'
5@8
414) ~Li que a espécie humana é um sucesso sem precedentes.¨; a frase
abaixo cuja estrutura ALTERA o sentido original desse segmento é:
aD Li -ue o sucesso da esp(cie *umana ( sem precedentes'
&D A esp(cie *umana ( um sucesso sem precedentes, seundo o -ue $i'
cD 7er a esp(cie *umana um sucesso sem precedentes "oi o -ue "oi $ido por mim'
dD Li ser a esp(cie *umana um sucesso sem precedentes'
eD Li -ue a esp(cie *umana ( um sucesso -ue não tem precedentes'
5@P
TEXTO LXI
TFC
1om "ran-ue)a, estava arrependido de ter vindo' Aora -ue "icava preso, ardia
por andar $0 "ora, e recapitu$ava o campo e o morro, pensava nos outros meninos
vadios, o 1*ico =e$*a, o Am(rico, o 1ar$os das Escadin*as, a "ina "$or do &airro e
do !nero *umano' Para o c%mu$o de desespero, vi atrav(s das vidraças da
esco$a, no c$aro a)u$ do c(u, por cima do morro do Livramento, um papaaio de
pape$ a$to e $aro, preso de uma corda imensa -ue &o/ava no ar, uma cousa
so&er&a' E eu na esco$a, sentado, pernas unidas, com o $ivro de $eitura e a
ram0tica nos /oe$*os'
, <ui &o&o em vir, disse eu ao Raimundo'
, Não dia isso, murmurou e$e'
IG1onto de esco$aH' Fac*ado de Assis' In3 1ontos, 7ão Pau$o, gtica, 5P86, Pa
ed', p' 69,A;D
415) Indique o segmento que completa, de acordo com o texto, o enunciado
formulado a seguir: No trecho transcrito, o narrador-personagem é um
menino, que relata:
aD as di"icu$dades -ue experimenta nas au$as de $eitura e ram0tica'
&D o desespero por não possuir um papaaio de pape$ tão so&er&o como a-ue$e
-ue via no c(u'
cD os temores de "icar de castio, sentado, os $ivros nos /oe$*os'
dD o arrependimento por não ter acompan*ado Raimundo nas estripu$ias com os
meninos do morro'
eD suas emoç.es em um dia de esco$a'
416)Indique o segmento que completa, de acordo com o texto, o enunciado
formulado a seguir: O menino se confessava ~arrependido de ter vindo¨
porque:
aD os outros meninos vadios passariam a c*am0,$o de &o&o'
&D não ostava -ue os outros meninos empinassem seu papaaio de pape$'
cD pre"eria ter "icado com os outros meninos, a &rincar na rua'
dD tivera de cumprir a promessa de -ue viria, "eita a Raimundo'
eD sentia dor nas pernas, ao "icar muito tempo sentado, com os $ivros nos /oe$*os'
417) Indique a letra que não apresenta uma relação semântica correta entre
os termos emparelhados.
aD menino,narrador , arrependido de ter vindo
&D menino,narrador , preso de uma corda imensa
cD papaaio de pape$ , uma cousa so&er&a
dD papaaio de pape$ , &o/ava no ar
eD papaaio de pape$ , a$to e $aro
418) Assinale o segmento que pode substituir no texto, sem prejuízo da
significação original, o trecho: ~Ardia por andar lá fora.¨
5B;
aD Kueimava de raiva por estar preso'
&D Ansiava por estar $0 "ora'
cD <ervia,me para camin*ar pe$as ruas'
dD Recapitu$ava para sa$tar para a rua'
eD A$me/ava diriir,me para o re"eit>rio'
5B5
TEXTO LXII
ANALISTA 1UDICIÁRIO DO TRF - 3a REGIÄO
O PARTO E O TAPETE
RIO DE 1ANEIRO , Wi nem era min*a, era de um cun*ado'
Na-ue$e tempo eu ainda não ostava de cac*orros, paando por isso um
preço -ue at( *o/e me ma$trata' Fas, como ia di)endo, Wi não era min*a, mas
estava para ter nin*ada, e meu cun*ado via/ara'
De repente, Wi procurou um canto e entrou na-ui$o -ue os entendidos
c*amam de Gtra&a$*o de partoH' A$ertado pe$a co)in*eira, -ue entendia mais do
assunto, te$e"onei para o veterin0rio -ue era amio do cun*ado' Não o encontrei'
=ive de ape$ar para uma emer!ncia, exp$i-uei a situação, 59 minutos depois veio
um veterin0rio' Examinou Wi, ac*ou tudo &em, pediu um tapete'
Providenciei um, -ue estava desativado, tivera a$uma no&re)a, aora estava
pu#do e des&otado' O veterin0rio deitou Wi em cima, pediu uma cadeira e um
ca"(' Duas *oras se passaram, Wi teve nove "i$*otes e o veterin0rio me co&rou
P; mi$ cru)eiros, eram cru)eiros na-ue$a (poca, e de) mi$ por "i$*ote' ?a$iam
mais , tive de admitir'
No dia seuinte, com a vo$ta do cun*ado, c*amou,se o veterin0rio o"icia$'
Kuis in"ormaç.es so&re o co$ea -ue me atendera'
1ontei -ue e$e se $imitara a pedir um tapete e pusera Wi em cima' Depois
pedira um ca"( e uma cadeira, co&rando,me P; mi$ cru)eiros pe$o tra&a$*o'
O veterin0rio $imitou,se a comentar3 G`timo! ?oc! teve sorte, c*amou um
&om pro"issiona$!H' 1omoS A ci!ncia -ue cuida do parto dos animais se $imita a
co$ocar um tapete em &aixoS
GExatamente' 7e tivesse me encontrado, eu "aria o mesmo e co&raria mais
caro, moro $oneH'
Nem sei por -ue estou contando isso' Ac*o -ue tem a$uma coisa a ver com
a sucessão presidencia$' Fuitas especu$aç.es, um parto comp$icado, -ue re-uer
veterin0rio e curiosos' =odos darão pa$pites, todos se es&o"arão para co$ocar o
tapete providencia$ -ue rece&er0 o candidato unido, -ue nascer0 por
circunstRncias -ue ninu(m domina'
E todos co&rarão caro'
I1ar$os Jeitor 1on[, Gol*a de =. Paulo, 5P,56,;5D
419)A associação entre o episódio narrado e a sucessão presidencial apòia-se
aD no arumento de -ue dos dois nascer0 a$o de rande va$ia e importRncia'
&D na id(ia de -ue, num e noutro caso, cumprem,se rituais -ue pouco inter"erem
nos "atos, mas -ue t!m a$to preço'
cD no "ato de -ue sempre se estendem tapetes aos $#deres poderosos -ue estão por
vir'
dD na suposição de -ue as emer!ncias são iuais por mais di"erentes -ue
pareçam'
eD na constatação de -ue a sucessão re-uer o envo$vimento de especia$istas e
muita precisão'
5B6
420) Observe as frases I e II, extraídas do texto.
I. ~Big nem era minha, era de um cunhado.¨
II. ~Big não era minha, mas estava para ter ninhada, e meu cunhado
viajara.¨
É correto dizer que o narrador
aD em I, suere estar deso&riado em re$ação ao anima$+ em II, "a) ressa$va a essa
deso&riação'
&D em I, a"irma ser estran*o ao anima$+ em II, reitera sua indi"erença em re$ação a
este'
cD em I, exprime despre)o pe$o anima$+ em II, mani"esta um m#nimo de
consideração pe$o destino deste'
dD em I, nea ter v#ncu$os com o anima$+ em II, critica o cun*ado -ue se
ausentou, deixando Wi aos cuidados de outrem'
eD em I, mostra,se $one de ter responsa&i$idade pe$o anima$+ em II, invoca a
responsa&i$idade do $e#timo propriet0rio'
421) Ao afirmar ~tive de admitir¨ (final do 3fl parágrafo), o narrador dos
fatos está indicando que
aD constatou a verdadeira importRncia do pro"issiona$ -ue assistira Wi, em seu
tra&a$*o de parto'
&D tomou consci!ncia de -ue paara mais do -ue va$iam os "i$*otes de Wi no
mercado'
cD se curvou ao arumento empreado pe$o veterin0rio para /usti"icar o preço de
seu serviço'
dD se estarreceu com o va$or -ue um "i$*ote pode atinir e com o preço -ue
co&ram os veterin0rios'
eD paou pe$os "i$*otes um preço /usto, /0 -ue va$iam mais do -ue de) mi$
cru)eiros'
422) ~Se tivesse me encontrado, eu faria o mesmo e cobraria mais caro, moro
longe.¨ O significado do período acima está corretamente expresso em:
aD Fesmo -ue tivesse me encontrado, eu "aria o mesmo co&rando mais caro,
portanto moro $one'
&D 1aso tivesse me encontrado, eu "aria o mesmo, mas co&raria mais caro, pois
moro $one'
cD Em&ora tivesse me encontrado, eu "aria o mesmo, por(m co&raria mais caro+
moro $one, pois'
dD Desde -ue tivesse me encontrado, eu "aria o mesmo, pois co&raria mais caro,
contanto -ue moro $one'
eD 7a$vo se tivesse me encontrado, eu "aria o mesmo, por-ue co&raria mais caro,
mesmo morando $one'
423) A palavra que expressa corretamente o significado de ungido, em...
~colocar o tapete presidencial que receberá o candidato ungido¨..., é
5BA
aD sacri"icado
&D usurpado
cD surido
dD proposto
eD sarado
424) A frase que traz implícita a idéia de mudança de situação é:
aD Na-ue$e tempo eu ainda não ostava de cac*orros'
&D Nem sei por -ue estou contando isso'
cD Examinou Wi, ac*ou tudo &em, pediu um tapete'
dD Kuis in"ormaç.es so&re o co$ea -ue me atendera'
eD `timo! ?oc! teve sorte, c*amou um &om pro"issiona$'
5B:
TEXTO LXIII
CIÊNCIAS HUMANAS - IBGE
TEXTO
ENTREVISTA
O ensa#sta canadense A$&erto Fanuei, autor de 0ma Eist'ria da )eitura,
exp$ica por -ue a pa$avra escrita ( a rande "erramenta para entender o
mundo'
Veja , &uma !poca em que predominam as imagens, por que a
5 leitura ainda ! importanteF
Manguei , A atua$ cu$tura de imaens ( super"icia$#ssima, ao contr0rio do
-ue acontecia na Idade F(dia e na Renascença, (pocas -ue tam&(m eram
marcadas por uma "orte ima(tica' Pense, por exemp$o, nas imaens
veicu$adas pe$a pu&$icidade' E$as captam a nossa atenção
10 por apenas poucos seundos, sem nos dar c*ance para pensar' Essa ( a
tend!ncia era$ em todos os meios visivos' Assim, a pa$avra escrita (, mais
do -ue nunca, a nossa principa$ "erramenta para compreender o mundo' A
rande)a do texto consiste em nos dar a possi&i$idade de re"$etir e
interpretar' Prova disso ( -ue as pessoas estão $endo cada ve) mais,
15 assim como mais $ivros estão sendo pu&$icados a cada ano' Wi$$ Cates,
presidente da Ficroso"t, prop.e uma sociedade sem pape$' Fas, para
desenvo$ver essa id(ia, e$e pu&$icou um $ivro' Isso di) a$uma coisa'
->eja, B de /u$*o de 5PPPD
425) ...a palavra escrita é a grande $erramenta para entender o mundo.
(/.02/3); o item abaixo que representa o papel da palavra escrita no
entendimento do mundo é o de:
aD instrumento
&D motivo
cD o&/etivo
dD modo
eD processo
426)...a palavra escrita é a grande $erramenta para entender o mundo (/.02/3);
o item abaixo em que o vocábulo grande apresenta o mesmo valor semântico
que possui nesse segmento do texto é:
aD Por um rande tempo pensou,se -ue o $ivro iria ser su&stitu#do pe$o
computador'
&D Wi$$ Cates tem rande interesse em mostrar a inuti$idade da pa$avra escrita no
mundo moderno'
cD O computador ainda tem uma rande estrada a percorrer at( atinir a
importRncia do $ivro'
dD O entrevistado A$&erto Fanuei ( um dos randes con*ecedores do va$or da
$#nua escrita'
eD Os computadores mais modernos atinem randes preços no mercado'
5B9
427) O item abaixo em que o elemento destacado tem seu valor semântico
corretamente indicado é:
aD ...a grande ferramenta PADA entender o mundo , meio
&D ...explica P3D %0E a palavra escrita... , "ina$idade
cD ...por que a leitura AR&(A ! importanteF , concessão
dD ...!pocas :A6C#6 marcadas por uma forte imag!tica. , acr(scimo
eD ...A==R6 C363 mais livros estão sendo publicados a cada ano. modo
428) 7uma época em que predominam as imagens,... (/.04); a época a que se
refere o repórter é:
aD indeterminada
&D a dos dias de *o/e
cD a da Idade F(dia e da Renascença
dD a de um passado pr>ximo
eD *ipot(tica
429) Na pergunta do repórter há uma oposição implícita entre imagens e
leitura porque:
aD os $ivros te>ricos não possuem i$ustraç.es'
&D imaens s> estão presentes em $ivros in"antis'
cD a $eitura s> ( a possi&i$idade de criar imaens'
dD as imaens independem de $eitura'
eD as $etras não possuem sentido sem imaens'
430) Segmento do texto que NÄO mostra, direta ou indiretamente, uma visão
negativa da cultura de imagens é:
aD a atual cultura de imagens ! superficialssima... IB';@D
&D essa ! a tend,ncia geral em todos os meios visivos. IB'5;Y55D
cD elas captam a nossa aten$ão por apenas poucos segundos... IY';PY5;D
dD ...sem nos dar c*ance para pensar. IY'IOD
eD Cill Aates, presidente da 6icrosoft, prop4e uma sociedade sem papel.
IY'59Y5@D
431) Considerando que os vocábulos imagética e visivos aparecem há pouco
tempo nos dicionários da língua portuguesa, isto pode significar que:
aD são voc0&u$os erradamente criados pe$o autor do texto'
&D tais voc0&u$os são traduç.es inade-uadas de voc0&u$os estraneiros'
cD representam rea$idades ainda ausentes de nosso cen0rio cu$tura$'
dD se trata de neo$oismos /0 recon*ecidos o"icia$mente'
eD os dicion0rios atuais não estão atua$i)ados'
432) Segundo o que se depreende da resposta do entrevistado, em termos de
cultura de imagens, a época moderna, em relação à Idade Média e à
Renascença:
aD ( &em mais super"icia$ no tratamento das imaens'
&D pre"ere imaens pro"anas, ao inv(s de re$iiosas'
5B@
cD apresenta seme$*anças nas imaens pu&$icit0rias'
dD mostra id!nticas preocupaç.es "ormais'
eD possui tecno$oia &em mais avançada'
433) #ense, por e8emplo, nas imagens veiculadas... (/.08/9); o termo
sublinhado é muitas vezes confundido com vinculadas, seu parônimo. O item
abaixo em que se empregou erradamente um vocábulo por seu parônimo é:
aD O deputado dedicou seu mandado 2 de"esa da $#nua escrita'
&D Os mones medievais viviam imersos em $eituras'
cD Os $ivros medievais tin*am as p0inas cosidas umas 2s outras'
dD Os $ivros imorais eram -ueimados pe$a In-uisição'
eD Os va$ores dos $ivros passam desperce&idos a muitos'
434) Essa é a tend9ncia geral em todos os meios visivos. (/.10/11); os meios
visivos a que alude o entrevistado incluem certamente:
aD a pintura, a "otora"ia e o desen*o
&D a te$evisão, o cinema e a "otora"ia
cD a pintura, a te$evisão e o cinema
dD o cinema, a "otora"ia e a pintura
eD o desen*o, a pintura e a te$evisão
435) A frase final do entrevistado - Isso di0 alguma coisa - refere-se à:
aD pouca importRncia do $ivro diante da importRncia do computador no mundo
moderno
&D contradição entre o pensamento e a ação de Wi$$ Cates
cD va$ori)ação da $eitura atrav(s dos tempos
dD desva$ori)ação das imaens no mundo da Ficroso"t
eD necessidade de novas pes-uisas so&re o va$or da $eitura
436) Idéia que NÄO está contida no texto lido é:
aD A cu$tura de imaens na atua$idade ( menos pro"unda -ue em (pocas
anteriores'
&D As imaens pu&$icit0rias não $evam 2 re"$exão pois duram pouco em nossas
mentes'
cD A compreensão intera$ do mundo s> ocorre por meio da $#nua escrita'
dD Apesar da atua$ cu$tura de imaens, a $eitura v! crescido o seu n%mero de
adeptos'
eD Mma sociedade sem pape$, como prop.e Wi$$ Cates, ( imposs#ve$'
5BB
TEXTO LXIV
CIÊNCIAS HUMANAS - IBGE
TEXTO 2
COMO SE PRECAVER DE ADVOGADOS
A$uns procedimentos para não ser enro$ado por um advoado desonesto3
5' Peue re"er!ncias com antios c$ientes+
6' Procure a seção da OAW ou o ">rum $oca$ par ver se o advoado est0
cumprindo, ou /0 cumpriu, suspensão e pes-uise o motivo+
A' Antes de acertar o va$or dos *onor0rios, consu$te a ta&e$a da OAW' Não (
o&riat>rio seui,$a, mas e$a serve de &ase+
:' Exi/a um contrato de prestação de serviços com duas testemun*as' De
pre"er!ncia, reistre,o no cart>rio+
9' Exi/a tam&(m no contrato um re$at>rio mensa$ so&re o andamento do processo'
1*e-ue as in"ormaç.es no ">rum ou nos tri&unais reu$armente+
@' Ao assinar uma procuração de$eando poderes ao advoado, evite conceder a
e$e autonomia para Gdar -uitação eYou rece&er va$oresH'
I>eja, O de /u$*o de 5PPPD
437) Sobre o título do texto - Como se precaver de advogados - só NÄO é
correto afirmar que:
aD est0 imp$#cito -ue o texto se re"ere aos maus advoados'
&D o termo como re"ere,se ao modo da ação ver&a$'
cD a ação ver&a$ não est0 atri&u#da a um su/eito determinado'
dD a "orma correta da posição do pronome se na "rase seria ap>s o in"initivo3
como precaver1se de advogados.
eD a "orma ver&a$ corresponde 2 Aa pessoa do sinu$ar'
438) Se colocássemos o verbo precaver no imperativo, como os demais do
texto, teríamos a forma:
aD precaven*a,se
&D precave/a,se
cD precava,se
dD precaute,se
eD não existe -ua$-uer "orma para o imperativo
439) O tom do texto, criado pelo imperativo, é o de:
aD ordem
&D conse$*o
cD dese/o
dD convite
eD pedido
440) Alguns procedimentos para não ser enrolado por um advogado desonesto2
pode-se deduzir do segmento destacado que:
5B8
aD todo advoado ! desonesto'
&D *0 outros procedimentos -ue não "oram citados'
cD não ( poss#ve$ escapar de advoados desonestos'
dD os procedimentos citados são um meio de enro$ar os desonestos'
eD a revista ?e/a não est0 preocupada em de"ender os $eitores dos procedimentos
citados'
441) 7ão é obrigat+rio... é forma equivalente a 7ão *4 obrigação de...
seguindo esse modelo, o item que apresenta uma correspondência equivocada
é:
aD não ( $ea$ , não *0 $ea$idade'
&D não ( proi&ido , não *0 proi&ição'
cD não ( poss#ve$ , não *0 posse'
dD não ( /usto , não *0 /ustiça'
eD não ( (tico , não *0 (tica'
442) 7ão éobrigat+rio segui:;A... (item 3); ...registre: no cart+rio... (item 4);
nesses segmentos do texto, os pronomes destacados referem-se,
respectivamente, a:
aD ta&e$a Y contrato
&D OAW Y contrato
cD OAW Y cart>rio
dD ta&e$a Y serviço
eD &ase Y va$or
443) 'ensal corresponde a m9s2 a correspondência ERRADA entre os itens
abaixo é:
aD mi$enar , mi$ anos
&D secu$ar , cem anos
cD &i!nio , dois anos
dD &imestra$ , dois semestres
eD -uin)ena$ , -uin)e dias
444) A grafia e<ou indica, entre os elementos e e ou, uma relação de:
aD seme$*ança
&D adição
cD a$ternRncia
dD correção
eD su&stituição
5BP
TEXTO LXV
CIÊNCIAS HUMANAS - IBGE
TEXTO 3
APAGUE A LUZ NA HORA DE DORMIR
Os pediatras costumam pedir aos pais -ue apauem todas as $u)es do
-uarto da criança na *ora de dormir, mas *0 a-ue$es -ue "icam com pena
do "i$*o e não seuem a instrução 2 risca' De acordo com estudo recente
pu&$icado na revista in$esa &ature, &e&!s -ue dormem com a $u)
5 acesa t!m entre tr!s a cinco ve)es mais pro&a&i$idades de so"rer de
miopia -ue as crianças acostumadas a repousar no escuro desde os
primeiros dias de vida' Os pes-uisadores da Mniversidade da Pensi$vRnia,
nos Estados Mnidos, ouviram :BP pais de crianças e ado$escentes de 6 a 5@
anos' E$es peruntaram se, nos primeiros anos de vida, as crianças
10 dormiam com a $u) do -uarto ou com o a&a/ur aceso' =estes
o"ta$mo$>icos mostraram -ue A:^ das crianças -ue dormiram com o
a&a/ur $iado se tornaram m#opes' O mesmo pro&$ema atiniu 99^ dos
-ue mantin*am a $u) do -uarto acesa 2 noite' Apenas 5;^ das -ue sempre
dormiram no escuro desenvo$veram miopia' A *ip>tese mais prov0ve$ ( a
15 de -ue a $u) durante o sono pre/udica o desenvo$vimento da retina' J0
outra ra)ão, menos o&/etiva, envo$vendo a $u) e o sono da criança' O
apaar da $u) do -uarto Isem direito 2 $u) no corredorD ( o marco do "im
do dia' 7e a $u) "ica acesa, a criança tende a se distrair, a o$*ar para c0 e
para $0, e isso ( ruim'
->eja , B de /u$*o de 5PPPD
445) Segundo o texto, deixando a luz acesa, os pais podem:
aD com&ater a inseurança dos "i$*os'
&D provocar a ansiedade nas crianças'
cD evitar a c*eada do medo noturno'
dD aumentar as possi&i$idades de miopia nos "i$*os'
eD evitar o desenvo$vimento da retina'
446) A relação luz acesa/miopia é:
aD "ruto da opinião do autor do texto
&D indicada por pes-uisa universit0ria
cD comprovada pe$os pediatras
dD derivada da "a$ta de cuidado dos pais
eD esta&e$ecida pe$a experi!ncia
447)De acordo com estudo recente...2 o item que mostra um substituto
adequado da expressão sublinhada é:
58;
aD 2 proporção -ue
&D assim como
cD con-uanto
dD para
eD con"orme
448)=estes o$talmol+gicos referem-se à visão; a relação abaixo
INCORRETAMENTE indicada é:
aD dermato$>ico , pe$e
&D ineco$>ico , apare$*o enita$ "eminino
cD "isio$>ico , m%scu$os
dD uro$>ico , apare$*o urin0rio
eD neuro$>ico , sistema nervoso
449)Ao dizer que Apenas >?@ das que sempre dormiram no escuro
desenvolveram miopia, o autor do texto indica que:
aD considera a -uantidade detectada irre$evante para o esta&e$ecimento seuro de
uma re$ação'
&D poucos dos entrevistados puderam dar a in"ormação so$icitada'
cD considera poucos os -ue contrariam a indicação Gda pes-uisa'
dD ainda são muitos os -ue desenvo$vem miopia, apesar de dormirem no escuro'
eD são poucos os -ue comprovam a re$ação miopiaYescuro'
450) Dizer que existe uma *ip+tese sobre determinado assunto equivale a
dizer que existe:
aD uma certe)a comprovada
&D uma possi&i$idade esta&e$ecida
cD uma opinião não,documentada
dD uma d%vida a ser esc$arecida
eD um tema /0 pes-uisado
451) Se a lu0 $ica acesa, a criança tende a se distrair...2 a primeira oração
desse segmento estabelece, em relação à segunda, uma relação de:
aD tempo
&D concessão
cD condição
dD causa
eD conse-L!ncia
452) (4 outra ra0ão, menos obAetiva, en volvendo a lu0 e o sono da criança...:
o item abaixo que mostra corretamente o desenvolvimento da forma reduzida
sublinhada é:
aD -uando envo$ve
&D en-uanto envo$ve
cD por-ue envo$ve
585
dD em&ora envo$va
eD -ue envo$ve
586
TEXTO LXVI
TÉCNICO 1UDICIAL 1URAMENTADO - CG1
FACISMO SOCIAL NO PAIS DO SOCIÓLOGO
A de"inição dos o&/etivos "undamentais da Rep%&$ica <ederativa do Wrasi$
est0 no artio Ao de nossa 1onstituição' 7ão todos de rande no&re)a e
esperança' ?a$em como p>$os de concentração idea$ para o povo, como destinos a
serem a$cançados pe$o Wrasi$, na permanente viaem de nossos son*os'
O primeiro desses o&/etivos consiste em rea$i)ar uma sociedade $ivre, /usta
e so$id0ria' Para ser $ivre, a sociedade ter0 $i&erdades p%&$icas asseuradas a
todos' 1idadania $ivre ( cidadania sem intervenção excessiva do poder' No pa#s
das medidas provis>rias, o cidadão acorda to$*ido, dia ap>s dia, com e sem
Gapa.esH e Gca$ad.esH' Para -ue a sociedade possa ser tida por /usta, !
necess0rio diminuir as distRncias sociais, com po&res menos po&res' Depois -ue
a moeda se esta&i$i)ou, durante o overno de <ernando Jenri-ue 1ardoso, *onra
se/a "eita, *ouve me$*ora nesse campo, mas o Wrasi$ ainda ( dos mais atrasados
no mundo na satis"ação das necessidades sociais do ser *umano'
A so$idariedade proc$amada no texto constituciona$ deve ser espontRnea,
co$*ida na consci!ncia de cada um e, pe$o menos, da popu$ação mais a-uin*oada
em "avor dos -ue t!m pouco' A so$idariedade do artio Ao da 1onstituição
precisa, por(m, ser cata$isada pe$o Estado para o tra&a$*o espontRneo em "avor
dos menos "avorecidos' O o&/etivo socia$ exiir0 da administração p%&$ica e de
seus "uncion0rios -ue atuem em "avor dos cidadãos, com e$es e não contra e$es,
como se os considerassem inimios' O desenvo$vimento naciona$, seunda das
randes metas do pa#s, tem ido &em no p$ano econEmico' Proredimos em termos
materiais, mas não o -uanto &aste'
O terceiro e o -uarto o&/etivos "undamentais, previstos no artio Ao, são
pro/etos de um son*o estratos"(rico' Erradicar a po&re)a e a marina$i)ação e
redu)ir desiua$dades sociais e reionais ( tra&a$*o para s(cu$os' Não *0 nação
do mundo sem "aixas de misera&i$idade , nem as mais ricas' A promoção do &em
de todos, sem preconceito de oriem, raça, sexo, cor, idade e -uais-uer outras
"ormas de discriminação carece de rem(dio "orte, como crimina$i)ação das
condutas contr0rias' 7em a ameaça rave de sanç.es, a co&ra raivosa do
preconceito continuar0 aindo no coração de muitas pessoas'
A 1arta pro#&e a discriminação entre o *omem e a mu$*er Iartio 9o, I, e
artio 66@, par0ra"o 9\D, contra as $i&erdades "undamentais, e a pr0tica do
racismo Iartio 9o, incisos XLI e XLIID' No tra&a$*o, veda distinç.es -uanto ao
sa$0rio, ao exerc#cio de "unç.es e aos crit(rios de admissão por motivo de sexo,
idade, cor ou estado civi$ Iartio Bo, inciso XXXD' O soci>$oo portuu!s
Woaventura de 7ou)a 7antos, pro"essor da <acu$dade de Economia da
Mniversidade de 1oim&ra, "a$ando recentemente a esta Gol*a, ver&erou a
po$ari)ação da ri-ue)a em muitos pa#ses, inc$usive no nosso, em condiç.es
parecidas com a dos Estados "ascistas tradicionais' Exemp$i"icou com rupos
criminosos -ue su&stituem o Estado em certas rei.es Ivide o P11D e com a parte
corrupta da po$#cia, co$a&oradora do crime orani)ado, não se sa&endo onde
aca&a a administração p%&$ica e começa a sociedade'
58A
Woaventura $em&ra a incapacidade de redistri&uição da ri-ue)a, permitindo
-ue o capita$ismo opere contra o po&re, e não a "avor de$e' 1*ama essa situação
de "ascismo socia$' Neste pa#s, presidido por um soci>$oo, precisamos meditar
so&re as insu"ici!ncias erais e as do direito em particu$ar, a"irmadas pe$o s0&io
soci>$oo portuu!s' Feditar para corrii,$as'
I_a$ter 1eneviva , <o$*a de 7ão Pau$o, 5@Y;@Y;5D
453) Ao dizer que os objetivos fundamentais da República Federativa do
Brasil são ~de grande nobreza e esperança¨, o autor do texto quer dizer que:
aD nossos o&/etivos constitucionais estão "ora da rea$idade atua$ de nosso pa#s'
&D apesar de serem no&res, os o&/etivos constitucionais at( *o/e não "oram
atinidos'
cD por serem no&res, esses o&/etivos s> poderão ser a$cançados com a mudança
pro"unda da sociedade &rasi$eira'
dD e$es representam, por sua no&re)a, a$o -ue di"ici$mente ser0 atinido pe$o
povo &rasi$eiro'
eD os o&/etivos constitucionais mostram a$o no&re -ue "unciona como ponto
idea$ de c*eada'
454) ~Valem como pólos de concentração ideal para o povo, como destinos a
serem alcançados pelo Brasil, na permanente viagem de nossos sonhos¨; neste
segmento do texto, os vocábulos que se aproximam semanticamente são:
aD idea$ Y son*os
&D p>$os Y viaem
cD povo Y Wrasi$
dD viaem Y Wrasi$
eD concentração Y idea$
455) No que diz respeito aos objetivos fundamentais do Brasil, presentes no
artigo 3o de nossa Constituição, podemos dizer, segundo o texto, que:
aD o primeiro dos o&/etivos s> ser0 atinido se a $i&erdade, a /ustiça e a
so$idariedade &rotarem espontaneamente do povo'
&D o seundo desses o&/etivos /0 "oi a$cançado, apesar de a$umas in/ustiças
sociais'
cD o terceiro e o -uarto o&/etivos s> serão a$cançados ap>s um tra&a$*o de
s(cu$os'
dD o -uarto o&/etivo vai de encontro 2 co&ra raivosa do preconceito, -ue ainda
ae no coração de muitos'
eD para se a$cançarem os o&/etivos constitucionais ( indispens0ve$ a
crimina$i)ação das condutas contr0rias'
456) O segmento do texto que NÄO mostra, explícita ou implicitamente, uma
crítica ao governo atual é:
aD G1idadania $ivre ( cidadania sem intervenção excessiva do poder'H
58:
&D GNo pa#s das medidas provis>rias, o cidadão acorda to$*ido, dia ap>s dia, com
e sem hapa.esb e hca$ad.esb
cD GO terceiro e o -uarto o&/etivos "undamentais, previstos no artio Ao, são
pro/etos de um son*o estratos"(rico'H
dD GO o&/etivo socia$ exiir0 da administração p%&$ica e de seus "uncion0rios -ue
atuem em "avor dos cidadãos, com e$es e não contra e$es,'''H
eD GNeste pa#s, presidido por um soci>$oo, precisamos meditar so&re as
insu"ici!ncias erais e as do direito em particu$ar'''H
457) Ao apelar para o depoimento do sociólogo português Boaventura de
Souza Santos, o articulista pretende:
aD demonstrar a "orça do /orna$ para o -ua$ tra&a$*a, indicando a -ua$idade de
seus co$a&oradores'
&D comparar, por oposição, o pensamento de um soci>$oo portuu!s com o de
um soci>$oo &rasi$eiro, o Presidente da Rep%&$ica'
cD dar autoridade e credi&i$idade 2s opini.es veicu$adas pe$o artio'
dD condenar a discriminação de raça, sexo, cor e idade -ue aparecem em nossa
sociedade'
eD indicar o retrocesso de nosso pa#s, comparando a nossa situação com a de
outros pa#ses do primeiro mundo'
458) ~...são projetos de um sonho estratosférico.¨; no contexto em que está
inserido, o vocábulo sublinhado eqüivale semanticamente a:
aD revo$ucion0rio
&D ut>pico
cD superior
dD u$trapassado
eD superado
459) ~...verberou a polarização da riqueza em muitos países...¨; com essa
frase o articulista quer dizer que o economista português:
aD /0 apontou, em muitos pa#ses, a m0 distri&uição da ri-ue)a'
&D condenou a concentração da ri-ue)a -ue ocorre em muitos pa#ses'
cD mostrou a concentração da ri-ue)a na mão de poucos, -ue ocorre em muitos
pa#ses'
dD a&ordou a m0 distri&uição da renda naciona$ -ue existe em muitos pa#ses'
eD criticou, em muitos pa#ses, -ue a produção econEmica se ten*a redu)ido a um
s> produto &0sico'
460) ~...carece de remédio forte, como criminalização das condutas
contrárias¨; o remédio proposto pelo jornalista é que:
aD se/am consideradas criminosas todas as pessoas -ue praticarem -ua$-uer tipo
de discriminação'
&D e$e se/a id!ntico ao -ue ( adotado para crimes *ediondos'
589
cD todos os -ue se opuserem 2s novas medidas de "orça se/am considerados
criminosos'
dD se considerem criminosos os -ue se opon*am aos o&/etivos "undamentais de
nossa 1onstituição'
eD se contrariem todas as condutas -ue, criminosamente, de"endam a
discriminação'
461) Os primeiros parênteses empregados no penúltimo parágrafo do texto
foram utilizados para:
aD exp$icitar a id(ia anterior'
&D $oca$i)ar a proi&ição citada'
cD acrescentar in"ormaç.es ao texto'
dD documentar o artio com textos de autoridade'
eD comprovar a opinião do /orna$ista'
462) ~...que substituem o Estado em certas regiões (vide o PCC) e com a !
parte corrupta da polícia,...¨; vide é forma latina correspondente ao verbo
~ver¨. O latinismo a seguir que tem seu significado corretamente indicado é:
aD sic , nunca
&D et a$ii , e assim
cD ad *oc , isto (
dD $ato sensu , em sentido restrito
eD ver&i ratia , por exemp$o
463) O texto que serve de motivo a esta prova pode ser classificado, de forma
mais adequada, como:
aD arumentativo opinativo
&D narrativo mora$i)ante
cD expositivo in"ormativo
dD arumentativo po$!mico
eD expositivo did0tico
58@
TEXTO LXVII
AUXILIAR DE TELECOMUNICAÇÔES - TCT/R1
OS COMILÔES E OS INSONES
Eu e voc!s /0 t#n*amos ouvido "a$ar do time do come,e,dorme'
Era uma expressão da nossa in"Rncia -ue se con"undia, acredito,
com a pr>pria in"Rncia do "ute&o$'
Para os torcedores mais /ovens, eu poderia exp$icar -ue o time
5 do come,e,dorme era a-ue$e "ormado por /oadores -ue viviam
encostados nos c$u&es, meio marina$i)ados, mas -ue pareciam at(
apreciar essa situação3 eram reservas -ue treinavam, $evavam seu
din*eirin*o para casa, mas -uase não /oavam'
Kuando entravam no time, era era$mente no "im do /oo,
10 -uando o resu$tado /0 estava de"inido, e a responsa&i$idade era
pouca' No c$u&e, $evavam a vida sem muito compromisso+ em casa,
comiam e dormiam, natura$mente'
J0 muito tempo, não ouvia "a$ar no time do come,e,dorme'
Parece -ue "oi se desinterando com as exi!ncias cada ve) mais
15 severas do reime pro"issiona$'
Fas eis -ue aora e$e ressure com uma nova ma-uiaem, como
voc!s viram nas reportaens so&re o <$ameno durante a semana3 ! o
time -ue come, come muito, mas não dorme, dorme pouco' I'''D
?o$tando ao caso particu$ar do <$ameno, parece -ue sexta
20 "eira "oi dia de s(ria reprimenda dos dirientes nos comi$.es e nos
insones' T0 não "oi sem tempo, por-ue os /oadores dos times cariocas,
não s> os do <$ameno, t!m uma tend!ncia natura$ para meru$*ar
"undo nas 0uas do amadorismo'
?amos veri"icar se, repreendidos, retomam o camin*o do
25 "ute&o$ pro"issiona$' I'''D
I<ernando 1a$a)ans' Os Comil4es e os Rnsones. O C$o&o, Rio de Taneiro, ;@ de outu&ro de
5PP5D
464) ~...time do come-e-dorme. Era uma expressão da nossa infância...¨ (/. 1 e
2) Nesta passagem, o autor afirma, principalmente, que a expressão come-e-
dorme foi:
aD criada por um antio c$u&e'
&D usada pe$as crianças de sua (poca'
cD vivenciada por todos os seus $eitores'
dD uti$i)ada noutros tempos pe$os reservas do time'
465) O texto nos revela, em relação ao time do come-e-dorme, que seus
jogadores eram:
aD $entos
&D importantes
cD apadrin*ados
dD privi$eiados
58B
466) O texto tem como tema principal uma crítica aos jogadores de futebol.
Entre as passagens abaixo, aquela que não constitui um aspecto dessa crítica
é:
aD GEra uma expressão da nossa in"Rncia'''H IY' 6D
&D G'''$evavam seu din*eirin*o para casa, mas -uase não /oavam'''H IY' Be8D
cD G'''o resu$tado /0 estava de"inido, e a responsa&i$idade era pouca'H IY' 5;D
dD G'''t!m uma tend!ncia natura$ para meru$*ar "undo nas 0uas do
amadorismo'H IY' 66 e 6AD
467) Da linha 4 à 12 o autor descreve:
aD o treino cansativo dos reservas
&D o modo do time "ina$i)ar o /oo
cD a vida "0ci$ de a$uns /oadores de "ute&o$
dD a "orma de paamento do time do come,e,dorme
468) O antigo time do come-e-dorme atualmente é o time do ~come muito,
mas não dorme¨. Segundo o autor, este fato ocorreu em virtude de:
aD preocupação com o aumento de treinos
&D reras r#idas impostas pe$a pro"issão
cD dedicação exc$usiva dos /oadores ao c$u&e
dD esta"a do time pe$a atuação em muitos /oos
469) ~Mas eis que agora ele ressurge com uma nova maquiagem,...¨ (/. 16). A
palavra que tem o mesmo significado da sublinhada acima é:
aD reaparece
&D treina
cD vo$ta
dD atua
470) ~...exigências cada vez mais severas...¨ (/. 14) A palavra ~severas¨
significa rígidas. De acordo com o texto, o antônimo para este termo é:
aD riorosas
&D e"ica)es
cD di"#ceis
dD &randas
588
TEXTO LXVIII
INSPETOR DE POLICIA - FAEPOL
DROGAS: A MIDIA ESTÁ DENTRO
J0 poucos dias, assistindo a um desses de&ates universit0rios -ue a
ente pensa -ue não vão dar em nada, ouvi um racioc#nio -ue não me saiu
mais da ca&eça' Ouvi,o de um pro"essor , um pro"essor &ri$*ante, ( &om
-ue se dia' E$e se sa#a muito &em, tecendo consideraç.es cr#ticas
5 so&re o provão' A$i0s, o de&ate era so&re o provão, mas isso não vem ao
caso' O -ue me interessou "oi um coment0rio marina$ -ue e$e "e) , e o
exemp$o -ue esco$*eu para i$ustrar seu coment0rio' Primeiro, e$e disse -ue
a pu&$icidade não pode tudo, ou me$*or, -ue nem todas as atitudes
*umanas são ditadas pe$a propaanda' 7im, a tese ( >&via, ninu(m
10 discorda disso, mas o mais interessante veio depois' Para corro&orar
sua constatação, o pro"essor $em&rou -ue muita ente c*eira coca#na e, no
entanto, não *0 propaanda de coca#na na =?' Kua$ a conc$usão $>icaS
Isso mesmo3 nem todo *0&ito de consumo ( ditado pe$a pu&$icidade'
A "avor da mesma tese, poder#amos di)er -ue, muitas ve)es, a
15 pu&$icidade tenta e não conseue mudar os *0&itos do p%&$ico'
In%meros es"orços pu&$icit0rios não resu$tam em nada' 1ontinuemos no
campo das su&stRncias i$#citas' Existem insistentes campan*as antidroas
nos meios de comunicação, a$umas um tanto sopor#"eras, outras mais
terroristas, e todas "racassam' Fora$ da *ist>riaS Nem -ue se/a para
20 consumir produtos -u#micos i$eais, ainda somos minimamente $ivres
diante do poder da m#dia' =emos a$uma autonomia para "ormar nossas
decis.es' =udo certoS 1reio -ue não' 1oncordo -ue a m#dia não pode
tudo, concordo -ue as pessoas conseuem uardar a$uma independ!ncia
em sua re$ação com a pu&$icidade, mas ac*o -ue o pro"essor cometeu
25 duas impropriedades3 anunciou uma tese "0ci$ demais e, para
demonstr0,$a, esco$*eu um exemp$o in!nuo demais' Em&ora não ve/amos
um comercia$ promovendo exp$icitamente o consumo de coca#na, ou de
macon*a, ou de *ero#na, ou de crac], a verdade ( -ue os meios de
comunicação nos &om&ardeiam, durante 6: *oras por dia, com a
30 propaanda não de droas, mas do e"eito das droas' A pu&$icidade,
nesse sentido, não re"reia, mas re"orça o dese/o pe$o e"eito das droas' Por
"avor, não se pode cu$par os pu&$icit0rios por isso , e$es, assim como todo
mundo, não sa&em o -ue "a)em'
IEu!nioWucciD
471) DROGAS; A MIDIA ESTÁ DENTRO; com esse título o autor:
aD condena a m#dia por sua participação na di"usão do consumo de droas'
&D mostra -ue a m#dia se envo$ve, de a$um modo, com o tema das droas'
cD "a) um /oo de pa$avras, denunciando o incentivo ao consumo de droas pe$a
m#dia'
dD demonstra a uti$idade da m#dia em campan*as antidroas'
eD indica -ue a m#dia ( &astante con*ecedora do tema das droas'
58P
472) ~Há poucos dias, assistindo a um desses debates universitários...¨; se
desenvolvermos a forma do gerúndio assistindo de forma adequada ao texto,
teremos:
aD depois de assistir
&D assim -ue assisti
cD en-uanto assistia
dD $oo -ue assisti
eD por-ue assisti
473) ~Ele se saía muito bem tecendo considerações críticas sobre o
provão,...¨; o gerúndio tecendo mostra uma ação:
aD -ue antecede a do ver&o da oração anterior'
&D posterior 2 do ver&o da oração anterior' ib ii
cD -ue ( a conse-L!ncia da ação da oração anterior'
dD simu$tRnea 2 do ver&o da oração anterior'
eD -ue mostra oposição 2 ação da oração anterior'
474)A expressão destacada que tem seu significado corretamente expresso é:
aD G'''-ue a ente pensa -ue não vão dar em nada'H , -ue não vão c*ear a ser
pu&$icados
&D G'''ouvi um racioc#nio -ue não me saiu mais da ca&eça'H , -ue me deixou com
dor de ca&eça
cD G'''o de&ate era so&re o provão+ mas isso não vem ao caso'H X tem pouca
importRncia
dD G'''um pro"essor &ri$*ante, ( &om -ue se dia'H , ( importante destacar isso
eD GE$e se sa"a muito &em'''H , e$e desviava do assunto principa$
475) ~O que me interessou foi um comentário marginal...¨; o vocábulo
destacado significa:
aD su&$iminar
&D ma$doso
cD anorma$
dD despre)#ve$
eD para$e$o
476) ~Primeiro, ele me disse que a publicidade não pode tudo, ou melhor, que
nem todas as atitudes humanas são ditadas pela propaganda.¨; a expressão
ou mel*or indica:
aD reti"icação
&D esc$arecimento
cD a$ternRncia
dD incerte)a
eD rati"icação
477) ~Sim, a tese é óbvia...¨; ~Para corroborar sua constatação, o professor
lembrou que muita gente cheira cocaína e, no entanto, não há propaganda de
5P;
cocaína na TV.¨; em termos argumentativos, podemos dizer, com base nestes
dois segmentos, que:
aD a tese ( acompan*ada de arumento -ue a de"ende'
&D a tese $eva a uma conc$usão exp$#cita'
cD a tese parte de uma premissa "a$sa'
dD a tese não ( acompan*ada de dados -ue a comprovem'
eD a tese ( "a$aciosa e não pode ser provada'
478) ~Para corroborar sua constatação...¨; no caso do professor citado no
texto, seu pensamento é apoiado por:
aD opinião pr>pria
&D estat#stica
cD testemun*o de autoridade
dD evid!ncia
eD ana$oia
479) ~Muitas vezes, a publicidade tenta e não consegue mudar os hábitos do
público¨; esta afirmação:
aD "unciona como mais um arumento para a tese emitida pe$o pro"essor'
&D desmora$i)a o "a$so arumento citado pe$o pro"essor no de&ate'
cD con"irma a tese de -ue a pu&$icidade pode tudo'
dD ( mais um arumento do pro"essor em de"esa do -ue pensa'
eD representa mais uma d%vida do /orna$ista so&re o tema de&atido'
480) Toda publicidade muda hábitos / X é publicidade contrária ao consumo
de cocaína / X vai mudar o hábito de consumo da cocaína. Este silogismo,
considerando-se o que é dito no texto, NÄO é verdadeiro porque:
aD a premissa não ( verdadeira'
&D um dos termos do si$oismo possui am&iLidade'
cD a conc$usão não ( uma decorr!ncia $>ica da premissa'
dD a premissa não ( su"iciente para a conc$usão'
eD a orani)ação dos termos est0 "ora da disposição padrão'
481) Em alguns segmentos do texto, o autor interage com o leitor, dialogando
com ele. O item em que essa estratégia está ausente é,
aD GPor "avor, não se pode cu$par os pu&$icit0rios por isso , e$es, assim como todo
mundo, não sa&em o -ue "a)em'H
&D G=udo certoS 1reio -ue não'H
cD GKua$ a conc$usão $>icaS Isso mesmo3 nem todo *0&ito de pu&$icidade !
ditado pe$a m#dia'H
dD GFora$ da *ist>riaS Nem -ue se/a para consumir produtos
-u#micos i$eais, ainda somos minimamente $ivres diante do poder da m#dia'H
eD GOuvi,o de um pro"essor , um pro"essor &ri$*ante, ( &om -ue se dia'H
482) O item em que a palavra destacada tem um sinônimo corretamente
indicado é:
5P5
aD G'''nem todas as atitudes *umanas são DI=ADA7 pe$a propaanda'H ,
reu$amentadas
&D GPara 1ORROWORAR sua constatação,'''H , contrariar
cD G1ontinuemos no campo das su&stRncias ILj1I=A7'H , periosas
dD G'''a$umas um tanto 7OPORj<ERA7,'''H , maçantes
eD G=emos a$uma AM=ONOFIA para "ormar nossas decis.es'H inte$i!ncia
483) ~Continuemos no campo das substâncias ilícitas.¨; o emprego da
primeira pessoa do plural em continuemos se justifica porque o autor:
aD se re"ere a e$e e ao pro"essor citado no texto'
&D en$o&a o autor e os pu&$icit0rios'
cD -uer escrever de "orma mais simp0tica e popu$ar'
dD a&rane o autor e os poss#veis $eitores'
eD distraiu,se so&re o tratamento at( então dado ao tema'
484) ~...campanhas antidrogas nos meios de comunicação, algumas um tanto
soporíferas, outras mais terroristas, e todas fracassam.¨; no segmento
sublinhado, o autor do texto alude à estratégia publicitária do (da):
aD sedução
&D intimidação
cD provocação
dD constranimento
eD tentação
485) ~...campanhas antidrogas nos meios de comunicação, algumas um tanto
soporíferas, outras mais terroristas, e todas fracassam.¨; com esse segmento
do texto, o autor nos diz que:
aD todas as campan*as antidroas "racassam por-ue empream estrat(ias
inade-uadas'
&D campan*as antidroas "racassam mas nem todas são &em e$a&oradas'
cD mesmo ape$ando a estrat(ias diversas, todas as campan*as antidroas
"racassam'
dD campan*as antidroas ape$am para v0rias estrat(ias por-ue "racassam'
eD as campan*as antidroas tra)em contradiç.es internas, -ue as $evam ao
"racasso'
486) ~Nem que seja para consumir produtos químicos ilegais, ainda somos
minimamente livres diante do poder da mídia.¨; com esse segmento do texto,
o autor quer dizer que:
aD nossa $i&erdade ( comp$eta diante das press.es da m#dia'
&D possu#mos $i&erdade $imitada diante da m#dia, ainda -ue a empreuemos ma$'
cD como consumimos produtos -u#micos i$eais, temos redu)ida $i&erdade'
dD /0 -ue a m#dia anuncia produtos i$eais, nossa $i&erdade de esco$*a ( $imitada'
eD temos pouca $i&erdade diante da ação da m#dia pois parte de sua ação ( i$ea$'
487) ~Tudo certo? Creio que não.¨; o autor do texto acha que nem tudo está
certo porque:
5P6
aD discorda da tese de"endida pe$o pro"essor'
&D não concorda com a a"irmação de -ue a m#dia não "a) propaanda de coca#na'
cD ac*a -ue a m#dia "a) propaanda c$ara de su&stRncias -u#micas i$eais'
dD o pro"essor não apresenta -ua$-uer arumento para a de"esa de sua tese'
eD as droas continuam sendo consumidas, apesar das campan*as contr0rias'
488) Segundo o texto, as drogas:
aD aparecem, na m#dia, de "orma exp$#cita'
&D não são exp$oradas pe$a m#dia'
cD são condenadas pe$a m#dia de "orma imp$#cita
dD aparecem na m#dia por meio de re"er!ncias indiretas
eD são motivo centra$ da propaanda midi0tica'
489) ~...tecendo considerações críticas sobre o provão.¨; cr/ticas significa:
aD de ironia
&D de condenação
cD de apreciação
dD de *umor
eD de neativismo
490) O adjetivo cuja expressão correspondente é indicada ERRADAMENTE
é:
aD de&ates universit0rios , de&ates de universidades
&D pro"essor &ri$*ante , pro"essor de &ri$*o
cD coment0rio marina$ , coment0rio 2 marem
dD atitudes *umanas , atitudes do *omem
eD su&stRncias i$#citas , su&stRncias "ora da $ei
5PA
TEXTO LXIX
TÉCNICO DE CONTROLE EXTERNO DO TCM/RIO
REPUTAÇÄO ILIBADA
J0, no Wrasi$, caros para os -uais a $ei exie reputação i$i&ada, ou se/a,
"ama ou renome sem manc*a' 7ervem de exemp$o ministros do 7=< I7upremo
=ri&una$ <edera$D e do 7=T I7uperior =ri&una$ de TustiçaD'
Para outros, o -ue ( verdadeiro paradoxo criado pe$o constituinte de 5P88,
5 reputação i$i&ada não &asta, pois para o ministro do =ri&una$ de 1ontas da
Mnião a 1onstituição tam&(m imp.e a idoneidade mora$' Não ( "0ci$ exp$icar
para -ue serve a dup$a imposição, -uando dispensada nas duas mais importantes
cortes /udici0rias do pa#s' 7ueriria a insu"ici!ncia da reputação sem m0cu$a, o
-ue $evaria ao a&surdo'
10 As distinç.es o"erecem outras curiosidades' Os ministros do 7=< e do 7=T
devem ter not0ve$ sa&er /ur#dico, mas &asta, para os do =ri&una$ de 1ontas da
Mnião, o not>rio con*ecimento /ur#dico, entre outras -ua$idades'
A distinção ( in>cua, em&ora os /uristas diam -ue a $ei não cont(m
voc0&u$os in%teis' 7a&er e con*ecimento, tanto -uanto not0ve$ e not>rio, são
15 pa$avras ocas' Dependem dos va$ores su&/etivos de -uem as ap$i-ue'
Para presidente da Rep%&$ica, para deputado e senador, nada disso (
exiido' E$eitos pe$o voto popu$ar, su&metem,se a vari0veis $imites de idade' Não
carecem de sa&er ou con*ecimento' Wasta -ue não se/am ana$"a&etos' O
presidente da Rep%&$ica deve cumprir a $ei e manter a
20 pro&idade administrativa, mas nem se-uer pode ser processado por crimes
comuns, como aconteceria com o adu$t(rio não perdoado pe$a mu$*er'
Nos Estados Mnidos, so& descu$pa de exiirem reputação i$i&ada de seu
presidente, os discursos mora$istas es-uecem a *ist>ria'
1$inton errou e errou "eio, mas não est0 s>' Jouve $#deres de porte, mas
25 maridos nem sempre "ide$#ssimos, como Rooseve$t e To*n fenned[, este com
a vantaem do ine0ve$ &om osto' I'''D
A pa$avra decoro tem uma certa vantaem para de"inir o -ue se espera dos
$#deres po$#ticos' Q $ament0ve$ -ue, muitas ve)es, decoro se/a con"undido com a
ação -ue, em&ora irreu$ar, termina sem ser
30 desco&erta' No processo por o"ensa ao decoro, o senso de /ustiça se a"oa na
va$oração po$#tica e no escRnda$o da m#dia, inter"erindo contra ou a "avor do
acusado'
I_a$ter 1eneviva, <o$*a de 7' Pau$o, 56Y;PYPPD
491) O fragmento em que o autor explica o ~verdadeiro paradoxo criado pelo
constituinte de 1988¨ (/. 4) é:
aD G'''-uando dispensada nas duas mais importantes cortes /udici0rias do pa#sH IY'
BY8D
&D G'''a $ei exie reputação i$i&ada, ou se/a, "ama ou renome sem manc*aH IY' 5Y6D
cD G7ervem de exemp$o ministros do 7=< I7upremo =ri&una$ <edera$ e do 7=T
I7uperior =ri&una$ de TustiçaDH IY' 6YAD
dD Gas distinç.es o"erecem outras curiosidadesH IY' 5;D
5P:
eD Ga distinção ( in>cua'''H IY' 5AD
492) ~Dupla imposição¨ -l. B), no texto, refere-se:
aD a $eis emanadas das duas mais importantes cortes /udici0rias do pa#s
&D 2 redundRncia entre "ama e renome sem manc*a
cD 2 exi!ncia de reputação i$i&ada e idoneidade mora$
dD 2s penas ap$icadas pe$o 7upremo =ri&una$ <edera$ e pe$o 7uperior =ri&una$ de
Tustiça
eD 2s atri&uiç.es dos ministros do 7uperior =ri&una$ de Tustiça e do =ri&una$ de
1ontas da Mnião
493) ~Dependem dos valores subjetivos de quem as aplique¨ (/. 15) significa
aD modi"icam os va$ores de -uem as enuncia'
&D t!m seus sentidos "ixados apenas nos dicion0rios'
cD tomam sini"icado de acordo com padr.es individuais'
dD re"erem,se 2-ue$es -ue a uti$i)am'
eD caracteri)am,se pe$a univocidade'
494) Leia o fragmento abaixo. 5C lamentável que, muitas vezes, decoro seja
confundido com a ação que, embora seja irregular, termina sem ser
descoberta.¨ (/. 28-30) A intenção do autor é
aD inorar a dicotomia pensamentoYação'
&D $eitimar o dup$o sentido da pa$avra decoro'
cD con"undir decoro com puni&i$idade'
dD denunciar a *ipocrisia na preservação do decoro'
eD dissociar o senso de /ustiça da va$oração po$#tica'
495) Os elementos que estabelecem a coesão entre o 1o e o 2o parágrafos e
entre o 2o e o 3o são, respectivamente,
aD Gem&oraH IY' 5AD e GcomoH IY' 69D
&D Gtam&(mH IY' @D e Gmas nem se-uerH IY' 6;D
cD GmasH IY' 55D e Gpro&idade administrativaH IY' 6;D
dD Gentre outras -ua$idadesH IY' 56D e Gde -uemH IY' 59D
eD Goutras curiosidadesH IY' 5;D e Gnada dissoH IY' 5@Y5BD
5P9
TEXTO LXX
AUXILIAR 1UDICIÁRIO DA CORREGEDORIA/R1
VIVER EM SOCIEDADE
A sociedade *umana ( um con/unto de pessoas $iadas pe$a
necessidade de se a/udarem umas 2s outras, a "im de -ue possam arantir a
continuidade da vida e satis"a)er seus interesses e dese/os'
7em vida em sociedade, as pessoas não conseuiriam
5 so&reviver, pois o ser *umano, durante muito tempo, necessita de outros
para conseuir a$imentação e a&rio' E no mundo moderno, com a rande
maioria das pessoas morando na cidade, com *0&itos -ue tornam
necess0rios muitos &ens produ)idos pe$a ind%stria, não *0 -uem não
necessite dos outros muitas ve)es por dia'
10 Fas as necessidades dos seres *umanos não são apenas de ordem
materia$, como os a$imentos, a roupa, a moradia, os meios de transporte e
os cuidados de sa%de' E$as são tam&(m de ordem espiritua$ e psico$>ica'
=oda pessoa *umana necessita de a"eto, precisa amar e sentir,se amada,
-uer sempre -ue a$u(m $*e d! atenção e -ue todos a
15 respeitem' A$(m disso, todo ser *umano tem suas crenças, tem sua "(
em a$uma coisa, -ue ( a &ase de suas esperanças'
Os seres *umanos não vivem /untos, não vivem em sociedade,
apenas por-ue esco$*em esse modo de vida, mas por-ue a vida em
sociedade ( uma necessidade da nature)a *umana' Assim, por exemp$o,
20 se dependesse apenas da vontade, seria poss#ve$ uma pessoa muito rica
iso$ar,se em a$um $uar, onde tivesse arma)enado rande -uantidade de
a$imentos' Fas essa pessoa estaria, em pouco tempo, sentindo "a$ta de
compan*ia, so"rendo a triste)a da so$idão, precisando de a$u(m com
-uem "a$ar e trocar id(ias, necessitada de dar e rece&er a"eto' E muito
25 provave$mente "icaria $ouca se continuasse so)in*a por muito tempo'
Fas, /ustamente por-ue vivendo em sociedade ( -ue a pessoa
*umana pode satis"a)er suas necessidades, ( preciso -ue a sociedade se/a
orani)ada de ta$ modo -ue sirva, rea$mente, para esse "im' E não &asta
-ue a vida socia$ permita apenas a satis"ação de a$umas
30 necessidades da pessoa *umana ou de todas as necessidades de apenas
a$umas pessoas' A sociedade orani)ada com /ustiça ( a-ue$a em -ue se
procura "a)er com -ue todas as pessoas possam satis"a)er todas as suas
necessidades, ( a-ue$a em -ue todos, desde o momento em -ue nascem,
t!m as mesmas oportunidades, a-ue$a em -ue os &ene"#cios e encaros
35 são repartidos iua$mente entre todos'
Para -ue essa repartição se "aça com /ustiça, ( preciso -ue todos
procurem con*ecer seus direitos e exi/am -ue e$es se/am respeitados,
como tam&(m devem con*ecer e cumprir seus deveres e suas
responsa&i$idades sociais'
IDa$mo de A&reu Da$$ariD
496) Segundo o primeiro parágrafo do texto:
5P@
aD as pessoas se a/udam mutuamente a "im de "ormarem uma sociedade'
&D a arantia da continuidade da vida ( dada pe$a satis"ação dos dese/os das
pessoas'
cD a satis"ação dos interesses e dese/os das pessoas $eva 2 vida em sociedade'
dD não seria poss#ve$ a so&reviv!ncia se não existisse sociedade'
eD sem a a/uda m%tua, as pessoas $evariam uma vida isenta de dese/os'
497) ~...pois o ser humano, durante muito tempo, necessita de outros para
conseguir alimentação e abrigo.¨; a expressão ~durante muito tempo¨ se
refere certamente ao período:
aD da ve$*ice
&D da ravide)
cD de doenças
dD da in"Rncia
eD do tra&a$*o
498) ~E no mundo moderno, com a grande maioria das pessoas morando na
cidade, com hábitos que tornam necessários muitos bens produzidos pela
indústria, não há quem não necessite dos outros muitas vezes por dia.¨; o item
cuja substituição pelo termo proposto em maiúsculas é inadequada é:
aD no mundo moderno N FODERNAFEN=E
&D produ)idos pe$a ind%stria N INDM7=RIALIZADO7
cD muitas ve)es N <REKkEN=EFEN=E
dD por dia N DIARIAFEN=E
eD na cidade N MRWANAFEN=E
499) ~Mas as necessidades dos seres humanos não são apenas de ordem
material...¨; a presença do segmento ~não são apenas de ordem material¨
indica que, na continuidade do texto, haverá:
aD um termo de va$or aditivo e pertencente a uma outra ordem
&D um termo de va$or adversativo e pertencente a uma ordem di"erente da citada
cD um termo de va$or exp$icativo e pertencente 2 mesma ordem /0 re"erida
dD um termo de va$or concessivo e pertencente a uma ordem diversa
eD um termo de va$or conc$usivo e pertencente 2 ordem citada anteriormente
500) ~Elas são também de ordem espiritual e psicológica.¨; as palavras que
exemplificam, respectivamente, na continuidade do texto as necessidades
espiritual e psicológica, são:
aD a"eto Y atenção
&D crenças Y a"eto
cD "( Y crenças
dD amar Y ser amada
eD atenção Y esperanças
5PB
501)¨...a vida em sociedade é uma necessidade da natureza humana.¨;
reescrevendo-se este segmento do texto com a manutenção de seu sentido
original, temos como forma adequada:
aD a nature)a *umana necessita da vida em sociedade'
&D a vida em sociedade necessita da nature)a *umana'
cD a necessidade da nature)a *umana ( uma vida em sociedade'
dD uma necessidade da nature)a *umana ( a vida em sociedade'
eD a nature)a *umana ( necess0ria 2 vida em sociedade'
502) ~...sofrendo a tristeza da solidão,...¨; isso significa que:
aD a triste)a ( seme$*ante 2 so$idão'
&D a so$idão provoca triste)a'
cD a triste)a $eva 2 so$idão'
dD a so$idão ( "ruto da triste)a'
eD a triste)a causa so$idão'
503) ~...ficaria louca se continuasse sozinha.¨; a relação entre essas duas I
orações mostra que:
aD a seunda s> se rea$i)a se a primeira não rea$i)ar,se'
&D a primeira se rea$i)a contanto -ue a seunda não se rea$i)e'
cD a seunda ( conse-L!ncia da primeira'
dD a primeira ( motivada pe$a seunda'
eD a primeira ( uma *ip>tese para a rea$i)ação da seunda'
504) ~E não basta que a vida social permita apenas a satisfação de algumas
necessidades da pessoa humana ou de todas as necessidades de apenas
algumas pessoas.¨; com o segmento sublinhado, o autor do texto:
aD a$ude 2 discriminação racia$'
&D re"ere,se 2 "a$ta de discip$ina socia$'
cD indica a exist!ncia de desiua$dades sociais'
dD mostra a /usta distri&uição de renda no Wrasi$'
eD critica a "a$ta de preocupação com a so$idariedade'
5P8
TEXTO LXXI
ASSISTENTE TÉCNICO DE PLENÁRIO - TCT/R1
TEXTO 1
O ~IMPEACHMENT¨ E A AUSÊNCIA DE RESPONSABILIDADE
PRESIDENCIAL
=endo a$udido ao $uar da o&ra de Rui War&osa onde se $! Gmais
va$e, no overno, a insta&i$idade -ue a irresponsa&i$idadeH , essa nota
dominante do presidencia$ismo , um dos nossos &ons constituciona$istas
retratou com suma c$are)a e sine$e)a a inoperRncia do impeac*ment,
5 instituto de oriem an$o,saxEnica, aco$*ido pe$as 1onstituiç.es
presidencia$istas, ao a"irmar -ue Gsendo um processo de h"ormasb criminais
Iainda -ue não se/a um procedimento pena$ hestritobD, repressivo, a
posteriori, seu mane/o ( di"#ci$, $ento, corruptor e condicionado 2 pr0tica
de atos previamente capitu$ados como crimesH'
10 7o&re o impeac*ment, esse Gcan*ão de cem tone$adasH ILord Wr[ceD,
-ue dorme Gno museu das antiLidades constitucionaisH IWoutm[D ( ainda
decisivo o /u#)o de Rui War&osa, -uando assevera -ue Ga responsa&i$idade
criada so& a "orma do impeac*ment se "a) a&so$utamente "ict#cia,
irrea$i)0ve$, mentirosaH, resu$tando da# no presidencia$ismo um
15 poder Girrespons0ve$ e, por conse-L!ncia, i$imitado, imora$, a&so$utoH'
Essa a"irmativa se comp$eta noutra passaem em -ue Rui War&osa,
depois de $em&rar o impeac*met nas instituiç.es americanas como Guma
ameaça despre)ada e praticamente inveri"ic0ve$H, escreve3 GNa
irresponsa&i$idade vai dar, natura$mente, o presidencia$ismo' O
20 presidencia$ismo, se não em teoria, com certe)a praticamente, vem a
ser, de ordin0rio, um sistema de overno irrespons0ve$H' Onde o
presidencia$ismo se mostra pois irremediave$mente vu$ner0ve$ e
comprometido ( na parte re$ativa 2 responsa&i$idade presidencia$' O
presidencia$ismo con*ece tão,somente a responsa&i$idade
25 de ordem /ur#dica, -ue apenas permite a remoção do overnante,
incurso nos de$itos previstos pe$a 1onstituição' De"ronta,se o sistema
por(m com um processo $ento e comp$icado Io impeac*ment, con"orme
vimosD, -ue "ora da doutrina -uase nen*uma ap$icação teve' Fuito distinto
a$i0s da responsa&i$idade po$#tica a -ue ( c*amado o Executivo na "orma
30 par$amentar, responsa&i$idade mediante a -ua$ se deita "aci$mente por
terra todo o minist(rio deca#do da con"iança do Par$amento'
IWONA?IDE7, Pau$o' Ci,ncia poltica, p' A8:D
505) Dentre as mazelas do presidencialismo que integram a crítica de Rui
Barbosa, a que o texto mais destaca é:
aD a irresponsa&i$idade
&D a insta&i$idade
cD o a&so$utismo
dD a imora$idade
5PP
506) Dentre as citações do texto, a que mais se distancia dos recentes
acontecimentos políticos ocorridos no Brasil é:
aD GI'''D um dos nossos &ons constituciona$istas retratou com suma c$are)a e
sine$e)a a inoperRncia do impeac*ment.9 IY' AY:D
&D Gso&re o impeac*ment, esse Gcan*ão de cem tone$adasH ILord Wr[ceD, -ue
dorme Gno museu das antiLidades constitucionaisH IWoutm[D ( ainda decisivo o
/u#)o de Rui War&osa I'''DH , IY' 5;,56D
cD Gde"ronta,se o sistema por(m com um processo $ento e comp$icado I'''D -ue
"ora da doutrina -uase nen*uma ap$icação teve'H IY' 6@,68D
dD GI'''D responsa&i$idade mediante a -ua$ se deita "aci$mente por terra todo o
minist(rio deca#do da con"iança do Par$amento'H IY' A;YA5D
507) Das referências ao impeac*ment feitas abaixo, a única que não se
encontra no texto é:
aD trata,se de um instituto criado por constituciona$istas &rasi$eiros'
&D pode ser inc$u#do entre as "a$*as do sistema presidencia$ista'
cD carece, en-uanto processo, de preste)a e simp$i"icação'
dD constitui um instrumento constituciona$ u$trapassado'
508) A referência explícita ao parlamentarismo, no texto, ocorre:
aD somente no primeiro par0ra"o G
&D nos dois primeiros par0ra"os
cD somente no %$timo par0ra"o
dD nos dois %$timos par0ra"os
509)¨(...) atos previamente capitulados como crime¨ (/. 9); o adjetivo
sublinhado corresponde a3
aD acatados
&D condenados
cD $astreados
dD enumerados
510) O primeiro parágrafo do texto revela que a alusão à máxima ~mais vale,
no governo, a instabilidade que a irresponsabilidade¨ se deve a:
aD uma cr#tica de Rui War&osa
&D um estudioso das 1onstituiç.es
cD autores de oriem an$o,saxEnica
dD a$uns cr#ticos do presidencia$ismo
6;;
TEXTO LXXII
ASSISTENTE TÉCNICO DE PLENÁRIO - TCT/R1
TEXTO 2
TRABALHO E AVENTURA
Nas "ormas de vida co$etiva podem assina$ar,se dois princ#pios -ue se
com&atem e reu$am diversamente as atividades dos *omens'
Esses dois princ#pios encarnam,se nos tipos do aventureiro e do tra&a$*ador'
T0 nas sociedades rudimentares mani"estam,se e$es, seundo sua predominRncia,
na distinção "undamenta$ entre os povos caçadores ou co$etores e os povos
$avradores' Para uns, o o&/eto "ina$, a mira de todo es"orço, o ponto de c*eada
assume re$evRncia tão capita$, -ue c*ea a dispensar, por secund0rios, -uase
sup(r"$uos, todos os processos intermedi0rios' 7eu idea$ ser0 co$*er o "ruto sem
p$antar a 0rvore'
Esse tipo *umano inora as "ronteiras' No mundo tudo se apresenta a e$e em
enerosa amp$itude e, onde -uer -ue se eri/a um o&st0cu$o a seus prop>sitos
am&iciosos, sa&e trans"ormar esse o&st0cu$o em trampo$im' ?ive dos espaços
i$imitados, dos pro/etos vastos, dos *ori)ontes distantes'
O tra&a$*ador, ao contr0rio, ( a-ue$e -ue enxera primeiro a di"icu$dade a
vencer, não o triun"o a a$cançar' O es"orço $ento, pouco compensador e
persistente, -ue, no entanto, mede todas as possi&i$idades de esperd#cio e sa&e
tirar o m0ximo proveito do insini"icante, tem sentido &em n#tido para e$e' 7eu
campo visua$ ( natura$mente restrito' A parte maior do -ue o todo'
Existe uma (tica do tra&a$*o, como existe uma (tica da aventura' O
indiv#duo do tipo tra&a$*ador s> atri&uir0 va$or mora$ positivo 2s aç.es -ue sente
Rnimo de praticar e, inversamente, ter0 por imorais e detest0veis as -ua$idades
pr>prias do aventureiro , aud0cia, imprevid!ncia, irresponsa&i$idade,
insta&i$idade, vaa&undaem , tudo, en"im, -uanto se re$acione com a concepção
espaçosa do mundo, caracter#stica desse tipo'
Por outro $ado, as enerias e es"orços -ue se diriem a uma recompensa
imediata são ena$tecidos pe$os aventureiros+ as enerias -ue visam 2 esta&i$idade,
2 pa), 2 seurança pessoa$ e os es"orços sem perspectiva de r0pido proveito
materia$ passam, ao contr0rio, por viciosos e despre)#veis para e$es' Nada $*es
parece mais est%pido e mes-uin*o do -ue o idea$ do tra&a$*ador'
IJOLANDA, 7(rio Wuar-ue de' Da.es do Crasil. Rio de Taneiro, Tos( O$[mpio, 5PB8, p' 5AD
511) A respeito dos povos caçadores e dos povos lavradores, pode-se afirmar
que:
aD os caçadores es"orçam,se mais do -ue os $avradores'
&D os $avradores t!m vida mais dura -ue os caçadores'
cD $avradores e caçadores, am&os são do mesmo tipo'
dD os caçadores interam o tipo do aventureiro'
512) Das afirmativas feitas abaixo, aquela que está em consonância com o
texto 2 é:
aD O tra&a$*ador apresenta desmotivação para o triun"o'
6;5
&D A vaa&undaem ( prova da "a$ta de car0ter do aventureiro'
cD O tra&a$*ador desenvo$ve sua atividade num contexto espacia$ $imitado'
dD A pa), a seurança e a esta&i$idade são va$ores a&so$utamente re$evantes para o
aventureiro'
513) Levando em conta o perfil traçado pelo texto 2 para os tipos do
aventureiro e do trabalhador, pode-se afirmar que os navegantes ibéricos que
conquistaram a América encarnam o tipo:
aD tra&a$*ador, pois a expansão mar#tima visava o aumento de produtividade
ar#co$a para o ?e$*o Fundo'
&D aventureiro, pois tin*am a&so$uto contro$e da situação em sua empreitada'
cD aventureiro, pois caracteri)ava,se a &usca dos G*ori)ontes distantesH'
dD tra&a$*ador, pois sou&eram dar desenvo$vimento 2s terras con-uistadas'
514) De acordo com o texto 2, só não se pode afirmar que:
aD a aud0cia e a imprevid!ncia caracteri)am o aventureiro'
&D a concepção espaçosa do mundo ( t#pica do aventureiro'
cD os $avradores s> existiram nas sociedades rudimentares'
dD o tra&a$*ador não ( a"eito aos constantes des$ocamentos e ao proveito materia$
imediato'
515) ~Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do
trabalhador.¨ Em cada alternativa abaixo, redigiu-se uma frase em
continuação a esse trecho do texto 2. A alternativa cuja redação não está de
acordo com o significado do texto é:
aD Esses dois princ#pios encarnam,se nos tipos do aventureiro e do tra&a$*ador'
7e tem a-ue$e visão espaçosa do mundo, esse caracteri)a,se pe$o campo visua$
restrito'
&D Esses dois princ#pios encarnam,se nos tipos do aventureiro e do tra&a$*ador'
Deste $ado, o o&/eto "ina$ ! o "ator re$evante+ da-ue$e, apenas "ruto do es"orço
pessoa$'
cD Esses dois princ#pios encarnam,se nos tipos do aventureiro e do tra&a$*ador'
En-uanto uns empen*am,se nos pro/etos vastos, outros tiram o m0ximo proveito
do insini"icante'
dD Esses dois princ#pios encarnam,se nos tipos do aventureiro e do tra&a$*ador'
7e ( ca&#ve$ a"irmar -ue, -uanto ao primeiro, o Rnimo ( de romper &arreiras,
-uanto ao seundo *0 -ue reistrar,se a previd!ncia e a responsa&i$idade'
516) Ao afirmar que ~existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da
aventura¨, o autor do texto 2 pretende afirmar que:
aD am&os, aventureiro e tra&a$*ador, interam,se numa comun*ão (tica'
&D tanto na aventura -uanto no tra&a$*o eriem,se princ#pios e normas de
conduta'
6;6
cD o -ue o tra&a$*ador mais va$ori)a vai ao encontro do -ue o aventureiro
preconi)a'
dD os princ#pios (ticos do tra&a$*o estão em consonRncia com as normas de
comportamento do aventureiro'
6;A
TEXTO LXXIII
ADMINISTRAÇÄO - IBGE
UM ARRISCADO ESPORTE NACIONAL
Os $eios sempre se medicaram por conta pr>pria, /0 -ue de m(dico e
$ouco todos temos um pouco, mas esse pro&$ema /amais ad-uiriu contornos
tão preocupantes no Wrasi$ como atua$mente'
Kua$-uer "arm0cia conta *o/e com um arsena$ de armas de uerra para
5 com&ater doenças de "a)er inve/a 2 pr>pria ind%stria de materia$ &($ico
naciona$' 1erca de :;^ das vendas rea$i)adas pe$as "arm0cias nas
metr>po$es &rasi$eiras destinam,se a pessoas -ue se automedicam' A
ind%stria "armac!utica de menor porte e importRncia retira 8;^ de seu
"aturamento da venda G$ivreH de seus produtos, isto (, das vendas
10 rea$i)adas sem receita m(dica'
Diante desse -uadro, o m(dico tem o dever de a$ertar a popu$ação para
os perios ocu$tos em cada rem(dio, sem -ue necessariamente "aça /unto
com essas advert!ncias uma suestão para -ue os entusiastas da
automedicação passem a astar mais em consu$tas
15 m(dicas' Acredito -ue a maioria das pessoas se automedica por suestão
de amios, $eitura, "ascinação pe$o mundo maravi$*oso das droas GnovasH
ou simp$esmente para tentar manter a /uventude' Kua$-uer -ue se/a a causa,
os resu$tados podem ser danosos'
Q comum, por exemp$o, -ue um simp$es res"riado ou uma
20 ripe &ana$ $eve um &rasi$eiro a inerir doses insu"icientes ou
inade-uadas de anti&i>ticos "ort#ssimos, reservados para in"ecç.es raves e
com indicação precisa' Kuem ae assim est0 ensinando &act(rias a se
tornarem resistentes a anti&i>ticos' Mm dia, -uando rea$mente precisar de
rem(dio, este não "uncionar0' E -uem não con*ece a-ue$e tipo de ripado
25 -ue c*ea a uma "arm0cia e pede ao rapa) do &a$cão -ue $*e ap$i-ue
uma G&om&aH na veia, para cortar a ripe pe$a rai)S 1om isso, poder0
rece&er na corrente sanL#nea so$uç.es de $icose, c0$cio, vitamina 1,
produtos arom0ticos tudo sem sa&er dos riscos -ue corre pe$a entrada s%&ita
destes produtos na sua circu$ação'
IDr' Cera$do Fedeiros ,?e/a , 5PP9D
517) Sobre o título dado ao texto - um arriscado esporte nacional :, a única
afirmação correta é:
aD mostra -ue a automedicação ( tratada como um esporte sem riscos'
&D indica -uais são os riscos en"rentados por a-ue$es -ue se automedicam'
cD denuncia -ue a atividade esportiva "avorece a automedicação+
dD condena a pouca seriedade da-ue$es -ue consomem rem(dio por conta pr>pria'
eD assina$a -ue o principa$ motivo da automedicação ( a tentativa de manter,se a
/uventude'
518) s leigos sempre se medicaram por conta pr+pria,... Esta frase inicial do
texto só NÄO eqüivale semanticamente a:
6;:
aD Os $eios, por conta pr>pria, sempre se medicaram'
&D Por conta pr>pria os $eios sempre se medicaram'
cD Os $eios se medicaram sempre por conta pr>pria
dD 7empre se medicaram os $eios por conta pr>pria'
eD 7empre os $eios, por conta pr>pria, se medicaram'
519) O motivo que levou o Dr. Geraldo Medeiros a abordar o tema da
automedicação, segundo o que declara no primeiro parágrafo do texto, foi:
aD a tradição -ue sempre tiveram os &rasi$eiros de automedicar,se'
&D os $ucros imensos o&tidos pe$a ind%stria "armac!utica com a venda G$ivreH de
rem(dios'
cD a maior ravidade atinida *o/e pe$o *0&ito &rasi$eiro da automedicação'
dD a preocupação com o e$evado n%mero de >&itos decorrente da automedicação'
eD aumentar o $ucro dos m(dicos, incentivando as consu$tas'
520) Um grupo de vocábulos do texto possui componentes sublinhados cuja
significação é indicada a seguir; o único item em que essa indicação está
ERRADA é:
aD b!lico , uerra
&D metr'poles 1 cidade
cD antibi'ticos 1 vida
dD glicose , aç%car
eD cálcio , osso
521) O item em que o segmento sublinhado tem forma equivalente
corretamente indicada é:
aD ...já que de m!dico e louco todos temos um pouco. , uma ve) -ue
&D ...vendas reali.adas pelas farmácias... , entre as
cD ...sem que necessariamente fa$a junto com essas advert,ncias... embora
dD ...para que os entusiastas da automedica$ão... , a"im
eD %uem age assim está ensinando bact!rias... , ma$
522) Palavra que NÄO pertence ao mesmo campo semântico das demais é:
aD arsena$
&D armas
cD uerra
dD com&ater
eD inve/a
523)Ao indicar as prováveis razões pelas quais os brasileiros se automedicam,
o Dr. Geraldo Medeiros utiliza um argumento baseado em opinião e não
numa certeza; o segmento que comprova essa afirmação é:
aD # comum... -l. 5PD
&D Acredito... IY' 59D
cD ...por exemplo... IY' 5PD
6;9
dD Com isso... IY' 6@D
eD %ualquer que... IY' 5BD
524) A indDstria $armac9utica de menor porte e importEncia retira F?@ de seu
$aturamento da venda 5livre1 de seus produtos, isto é, das vendas reali0adas
sem receita médica. (/. 08-10). A expressão isto é, neste fragmento do texto,
inicia uma:
aD reti"icação
&D exp$icação
cD comparação
dD conc$usão
eD d%vida
525) A palavra que melhor define o objetivo central deste texto é:
aD pu&$icidade
&D advert!ncia
cD conse$*o '
dD e$oio
eD repressão
GHI)...sem que necessariamente $aça Aunto com essas advert9ncias uma
sugestão para que os entusiastas da automedicação passem a gastar mais em
consultas médicas, (/. 12-15); este comentário do autor do texto se faz
necessário por razões:
aD (ticas
&D $eais
cD re$iiosas
dD econEmicas
eD po$#ticas
6;@
TEXTO LXXIV
UFR1
O HOMEM E A GALINHA
Era uma ve) um *omem -ue tin*a uma a$in*a' Era uma a$in*a como as outras'
Mm dia a a$in*a &otou um ovo de ouro' O *omem "icou contente' 1*amou a
mu$*er3
, O$*a o ovo -ue a a$in*a &otou'
A mu$*er "icou contente3
, ?amos "icar ricos!
E a mu$*er começou a tratar &em da a$in*a' =odos os dias a mu$*er dava minau
para a a$in*a' Dava pão,de,$>, dava at( sorvete' E todos os dias a a$in*a &otava
um ovo de ouro' ?ai -ue o marido disse3
, Pra -ue esse $uxo com a a$in*aS Nunca vi a$in*a comer pão,de,$>''' Fuito
menos tomar sorvete!
, Q, mas esta ( di"erente! E$a &ota ovos de ouro!
O marido não -uis conversa3
, Aca&a com isso mu$*er' Ca$in*a come ( "are$o'
A# a mu$*er disse3
, E se e$a não &otar mais ovos de ouroS
, Wota sim , o marido respondeu'
A mu$*er todos os dias dava "are$o 2 a$in*a' E a a$in*a &otava um ovo de ouro'
?ai -ue o marido disse3
, <are$o est0 muito caro, mu$*er, um din*eirão! A a$in*a pode muito &em comer
mi$*o'
, E se e$a não &otar mais ovos de ouroS
, Wota sim , o marido respondeu'
A# a mu$*er começou a dar mi$*o pra a$in*a' E todos os dias a a$in*a &otava
um ovo de ouro' ?ai -ue o marido disse3
, Pra -ue esse $uxo de dar mi$*o pra a$in*aS E$a -ue procure o de,comer no
-uinta$!
, E se e$a não &otar mais ovos de ouroS , a mu$*er peruntou'
, Wota sim , o marido "a$ou'
E a mu$*er so$tou a a$in*a no -uinta$' E$a catava so)in*a a comida de$a' =odos
os dias a a$in*a &otava um ovo de ouro' Mma dia a a$in*a encontrou o portão
a&erto' <oi em&ora e não vo$tou mais'
Di)em, eu não sei, -ue e$a aora est0 numa &oa casa onde tratam de$a a pão,de,
$>'
IRut* Roc*aD
527) O texto recebe o título de O *omem e a galin*a. Por que a história
recebe esse título?
aD Por-ue e$es são os personaens principais da *ist>ria narrada'
&D Por-ue e$es representam, respectivamente, o &em e o ma$ na *ist>ria'
cD Por-ue são os narradores da *ist>ria'
dD Por-ue am&os são personaens "amosos de outras *ist>rias'
6;B
eD Por-ue representam a oposição *omem,anima$'
528) Qual das afirmativas a seguir não é correta em relação ao homem da
fábula?
aD Q um personaem preocupado com o corte de astos'
&D Fostra inratidão em re$ação 2 a$in*a'
cD Demonstra não ouvir as opini.es dos outros'
dD Identi"ica,se como autorit0rio em re$ação 2 mu$*er
eD Reve$a sua ma$dade nos maus,tratos em re$ação 2 a$in*a'
529) Qual das características a seguir pode ser atribuída à galinha?
aD avare)a
&D con"ormismo
cD inratidão
dD revo$ta
eD *ipocrisia
530) Era uma vez um homem que tinha uma galinha. De que outro modo
poderia ser dita a frase destacada?
aD Era uma ve) uma a$in*a, -ue vivia com um *omem'
&D Era uma ve) um *omem criador de a$in*as'
cD Era uma ve) um propriet0rio de uma a$in*a'
dD Era uma ve) uma a$in*a -ue tin*a uma propriedade'
eD 1erta ve) um *omem criava uma a$in*a'
531) Era uma vez é uma expressão que indica tempo:
aD &em $oca$i)ado
&D determinado
cD preciso
dD inde"inido
eD &em antio
532) A segunda frase do texto diz ao leitor que a galinha era uma galinha
como as outras. Qual o significado dessa frase?
aD A "rase tenta enanar o $eitor, di)endo a$o -ue não ( verdadeiro'
&D A "rase mostra -ue era norma$ -ue as a$in*as &otassem ovos de ouro'
cD A "rase indica -ue e$a ainda não *avia co$ocado ovos de ouro'
dD A "rase mostra -ue essa *ist>ria ( de conte%do "ant0stico'
eD A "rase demonstra -ue o narrador nada con*ecia de a$in*a'
533) O que faz a galinha ser diferente das demais?
aD Wotar ovos todos os dias independentemente do -ue co"nia'
&D O"erecer diariamente ovos a seu patrão avarento'
cD PEr ovos de ouro antes da (poca pr>pria'
6;8
dD Wotar ovos de ouro a partir de um dia determinado'
eD 7er &ondosa, apesar de so"rer in/ustiças'
534) O homem ficou contente. O conteúdo dessa frase indica um (a):
aD causa
&D modo
cD exp$icação
dD conse-L!ncia
eD comparação
535) A presença de travessões no texto indica:
aD a admiração da mu$*er
&D a surpresa do *omem
cD a "a$a dos personaens
dD a autoridade do *omem
eD a "a$a do narrador da *ist>ria
536) Que elementos demonstram que a galinha passou a receber um bom
tratamento, após botar o primeiro ovo de ouro?
aD pão,de,$> Y minau Y sorvete
&D mi$*o Y "are$o Y sorvete
cD minau Y sorvete Y mi$*o
dD sorvete Y "are$o Y pão,de,$>
eD "are$o Y minau Y sorvete
537) Dizem, eu não sei... Quem é o responsável por essas palavras?
aD o *omem
&D a a$in*a
cD o narrador
dD a mu$*er
eD o ovo
6;P
TEXTO LXXV
ANALISTA 1UDICIÁRIO - TRE
OS COITADINHOS
SÄO PAULO , Anestesiada e derrotada, a sociedade nem est0 perce&endo a
enorme inversão de va$ores em curso' Parece aceitar como norma$ -ue um rupo
de criminosos estenda "aixas pe$a cidade e ne$as "a$e de pa)'
Kue pa)S Não "oram esses mesmos ador0veis sen*ores -ue decapitaram ou
mandaram decapitar seus pr>prios compan*eiros de comunidade durante as
recentes re&e$i.esS
A sociedade ouve em si$!ncio o /ui) titu$ar da ?ara de Execuç.es Penais,
Ot0vio Auusto Warros <i$*o, di)er -ue não vai reso$ver nada a trans"er!ncia e
iso$amento dos $#deres do P11 IPrimeiro 1omando da 1apita$ ou Partido do
1rimeD'
Diamos -ue não reso$va' Kua$ ( a a$ternativa o"erecida pe$o /ui)S Li&ert0,
$os todosS Devo$v!,$os aos pres#dios dos -uais erenciam $ivremente seus
ne>cios e determinam -uem deve viver e -uem deve morrerS
?amos, por um momento -ue se/a, cair na rea$3 os presos, por mais
*ediondos -ue ten*am sido seus crimes, merecem, sim, tratamento dino e
*umano' Fas não merecem um microrama -ue se/a de privi$(ios, entre e$es o
de determinar onde cada um de$es "ica preso'
J0 um coro, em&ora surdo, -ue tenta retratar criminosos como coitadin*os,
v#timas do sistema' 1a$ma $0' 1oitadin*os e v#timas do sistema, a-ui, são os
mi$*.es de &rasi$eiros -ue so&revivem com sa$0rios o&scenamente &aixos Iou
sem sa$0rio a$umD e, não o&stante, mant!m,se teimosamente *onestos'
1oitadin*os e v#timas de um sistema ine"iciente, a-ui, são os parentes dos
a&atidos pe$a vio$!ncia, condenados 2 prisão perp(tua -ue ( a dor pe$a perda de
a$u(m -uerido, ao passo -ue o criminoso não "ica mais -ue A; anos na cadeia'
Para"raseando Fi$$Er <ernandes3 ou restaure,se a dinidade para todos,
principa$mente para os coitadin*os de verdade, ou nos rendamos de uma ve) 2
1rime Incorporation'
I1$>vis Rossi , Gol*a de =ão Paulo, 69Y;6Y;5D
538) O texto foi elaborado a propósito das rebeliões de presos nas prisões
paulistas no mês de fevereiro de 2002; a melhor explicação para a escolha do
título os coitadin*os é:
aD a re"er!ncia am&#ua aos presos e 2s pessoas -ue so"rem pe$a ine"ici!ncia do
sistema
&D a a$usão 2s pessoas v#timas de sa$0rios &aixos e teimosamente *onestas
cD a exist!ncia de presos -ue, por or-uestração surda, são tidos como v#timas do
sistema
dD o "ato de a$umas pessoas padecerem eternamente pe$a perda de entes
-ueridos
eD a re"er!ncia aos presos -ue so"rem maus,tratos nas pris.es &rasi$eiras
65;
539) No início do texto, o jornalista fala de uma sociedade ~anestesiada e
derrotada¨; o segmento do texto que melhor demonstra a derrota de nossa
sociedade é:
aD GJ0 um coro, em&ora surdo, -ue tenta retratar criminosos como coitadin*os,
v#timas do sistema'H
&D GA sociedade ouve em si$!ncio o /ui) titu$ar da ?ara de Execuç.es Penais,
Ot0vio Auusto Warros <i$*o, di)er -ue não vai reso$ver nada a trans"er!ncia e
iso$amento dos $#deres'''H
cD G'''os presos, por mais *ediondos -ue ten*am sido seus crimes, merecem, sim,
tratamento dino e *umano'H
dD GFas não merecem um microrama -ue se/a de privi$(ios, entre e$es o de
determinar onde cada um de$es "ica preso'H
eD G1oitadin*os e v#timas de um sistema ine"iciente, a-ui, são os parentes dos
a&atidos pe$a vio$!ncia'''H
540) ~Parafraseando Millôr Fernandes: ou restaure-se a dignidade para
todos, principalmente para os coitadinhos de verdade, ou nos rendamos de
uma vez à Crime Incorporation¨; o comentário correto a respeito deste
último parágrafo do texto é:
aD Mma par0"rase corresponde ao desenvo$vimento das id(ias de a$u(m,
modi"icando,se $evemente as id(ias oriinais'
&D 1om o pronome todos o texto -uer re"erir,se 2-ue$es -ue, de "ato, so"rem de
verdade3 os de &aixos sa$0rio, os desempreados e os -ue perderam entes
-ueridos'
cD A seunda ocorr!ncia da con/unção ou, neste semento, tem va$or de adição'
dD O "ato de a orani)ação criminosa rece&er nome in$!s ( de cun*o irEnico'
eD Para Fi$$Er <ernandes, seundo o -ue "oi para"raseado no texto, a dinidade
deve ser restaurada somente para os coitadin*os de verdade'
541) ~...merecem, sim, tratamento digno e humano.¨; o uso do vocábulo sim
significa que:
aD se trata de uma verdade universa$mente aceita'
&D o /orna$ista -uer con"irmar o -ue di)em os presos'
cD o artio escrito apresenta certo tom irEnico'
dD o /orna$ista a"irma a$o -ue pode rece&er opini.es opostas'
eD nem todos os presos são &em tratados nas pris.es &rasi$eiras'
542) ~Digamos que não resolva.¨; em termos argumentativos, o segmento
anterior indica:
aD uma *ip>tese so&re "ato "uturo so&re a -ua$ o texto contraarumenta'
&D uma in"er!ncia seura so&re "atos previs#veis -ue o /orna$ista condena'
cD um arumento do /ui), condenado provisoriamente pe$o /orna$ista'
dD um arumento com o -ua$ o /orna$ista pretende dar ra)ão ao /ui)'
eD um pensamento neativista e comum entre os mem&ros de uma sociedade
derrotada'
655
543) ~Não foram esses mesmos adoráveis senhores...¨; neste segmento ocorre
um exemplo de uma figura denominada;
aD met0"ora
&D meton#mia
cD ironia
dD eu"emismo
eD *ip(r&o$e
544) ~...os presos, por mais hediondos que tenham sido seus crimes, merecem,
sim, tratamento digno e humano. Mas não merecem um micrograma que seja
de privilégios, entre eles o de determinar onde cada um deles fica preso.¨;
nesse segmento do texto há uma série de vocábulos que se referem a
elementos anteriores. O item em que a correspondência entre os dois NÄO
está perfeita é:
aD G'''por mais *ediondos KME ten*am sido'''H , seus crimes
&D G'''entre ELE7'''H , privi$(ios
cD G'''O de determinar'''H , privi$(io
dD G'''um microrama KME se/a'''H , microrama
eD G'''o de determinar onde cada um DELE7'''H , presos
656
TEXTO LXXVI
ENFERMAGEM - TRE
QUESTÄO SOCIAL
Apesar da ur!ncia da orani)ação da sociedade para exiir seurança de
"ato das autoridades, a redução da vio$!ncia exie mudança pro"unda no en"o-ue
da administração dos pro&$emas sociais pe$os overnos "edera$, estadua$ e
municipa$'
Mma pes-uisa desenvo$vida pe$a <undação Cet%$io ?aras, no ano passado,
pe$o pes-uisador I& =eixeira, constatou -ue a vio$!ncia no pa#s nos %$timos de)
anos matou A9; mi$ pessoas no per#odo, mais do -ue as uerras do =imor Leste e
de fosovo /untas, e em menos tempo'
O custo dessa vio$!ncia, seundo o WID IWanco Interamericano de
Desenvo$vimentoD, ( de M7c 8: &i$*.es ao ano, ou 5;,9^ do PIW IProduto
Interno WrutoD'
Em 7ão Pau$o, cu/o PIW nomina$ "oi de M7c 6:5,98 &i$*.es em 5PPB, os
custos da vio$!ncia $evantados em 5PP8 representam cerca de A^ do PIW,
seundo dados da tese do soci>$oo Ro(rio 7(rio de Lima'
I<o$*a de 7ão Pau$o, 69Y;6Y;5D
545) Segundo o texto, a redução da violência:
aD depende tão,somente da mudança pro"unda no en"o-ue administrativo
overnamenta$'
&D ( de rande importRncia para o proresso econEmico'
cD exie orani)ação socia$ e mudanças overnamentais'
dD derivar0 exc$usivamente da co&rança "eita 2s autoridades'
eD ( de extrema importRncia no momento econEmico do pa#s'
546) ~Apesar da urgência da organização...¨; nesse segmento do texto, a
locução apesar de pode ser perfeitamente substituída por:
aD não o&stante
&D entretanto
cD visto -ue
dD /0 -ue
eD ap>s
547) Os argumentos em que se apoia o artigo do jornal para mostrar a
necessidade da redução da violência são de cunho:
aD socia$ e re$iioso
&D educativo e econEmico
cD socia$ e econEmico
dD re$iioso e educativo
eD mora$ e socia$
65A
548) O fato de as siglas presentes no texto estarem ~traduzidas¨ entre
parênteses mostra que:
aD ( rera de c$are)a -ue todas as si$as se/am exp$icitadas para o $eitor'
&D a$umas si$as do texto, seundo o seu redator, necessitam de GtraduçãoH'
cD os $eitores de /ornais pertencem 2 c$asse popu$ar, menos in"ormada'
dD o Wrasi$ ( pa#s de muitas si$as'
eD o texto in"ormativo Gtradu)H todas as si$as ne$e inc$u#das'
549) ~...constatou que a violência no país nos últimos dez anos matou 350 mil
pessoas no período, mais do que as guerras do Timor Leste e de Kosovo
juntas, e em menos tempo.¨; segundo o texto, o segmento e em menos tempo,
aD indica -ue as uerras citadas $evaram menos de de) anos'
&D contraria a arumentação &0sica do texto'
cD mostra a intensidade exaerada da vio$!ncia no pa#s'
dD demonstra -ue as uerras modernas são r0pidas e extremamente cru(is'
eD ( uma in"ormação dispens0ve$ 2 arumentação do texto'
550) Segundo o texto, em São Paulo:
aD a vio$!ncia u$trapassa a m(dia estat#stica naciona$ de custos em re$ação ao PIW'
&D ( sensive$mente menor o n%mero de atos de vio$!ncia, comparado com outros
estados &rasi$eiros'
cD a vio$!ncia ( a mais intensa entre os estados desenvo$vidos'
dD a vio$!ncia apresenta sinais de crescimento cont#nuo'
eD a vio$!ncia co$a&ora para -ue nossos #ndices, nessa 0rea, se/am a$tos'
65:
TEXTO LXXVII
EMGEPRON
TEXTO 1
QUE PAIS...
Dissecando os astos p%&$icos no Wrasi$, um economista desco&riu
&ar&aridades no Orçamento da Mnião deste ano' Por exemp$o3 1onsiderada a
despesa era$ da 1Rmara, cada deputado "edera$ custa ao pa#s, diariamente, Rc
A'B;;' Ou Rc 5,A mi$*ão por ano'
Entre os senadores, a $oucura ( ainda maior, pois o custo individua$ di0rio
pu$a para Rc B5'P;;' E o anua$, acreditem, para Rc 6@ mi$*.es'
1omparados a outras Gru&ricasH, os n%meros &eiram o de$#rio' Q o caso do
-ue a mesma Mnião despende com a sa%de de cada &rasi$eiro , apenas Rc ;,A@
por dia' E, com a educação, *umi$*antes Rc ;,6;'
IRicardo Woec*at, TW, @Y55Y;5D
551) Considerando o sentido geral do texto, o adjetivo que substitui de forma
INADEQUADA os pontos das reticências do título do texto é:
aD autorit0rio
&D in/usto
cD estran*o
dD desiua$
eD incoerente
552) O termo ~gastos públicos¨ se refere exclusivamente a:
aD despesas com a educação p%&$ica
&D paamentos overnamentais
cD sa$0rios da c$asse po$#tica
dD astos erais do Coverno
eD investimentos no setor o"icia$
553) A explicação mais plausível para o fato de o economista citado no texto
não ter sido identificado é:
aD não ser essa uma in"ormação pertinente'
&D o /orna$ista não citar suas "ontes de in"ormaç.es sii$osas'
cD evitar -ue o economista so"ra repres0$ias'
dD descon*ecer o /orna$ista o nome do in"ormante'
eD não ser o economista uma pessoa de desta-ue socia$'
554) O item do texto em que o jornalista NÄO incluiu termo que indique sua
opinião sobre o conteúdo veiculado pelo texto é:
aD G'''um economista desco&riu &ar&aridades no Orçamento da Mnião'''H
&D GEntre os senadores, a $oucura ( ainda maior'''H
cD GE com a educação, *umi$*antes Rc ;,6;'
659
dD G'''os n%meros &eiram o de$#rio'H
eD G'''cada deputado "edera$ custa ao pa#s, diariamente, Rc A'B;;'H
555) O Orçamento da União é um documento que:
aD esconde a verdade da maioria da popu$ação'
&D s> ! consu$tado nos momentos cr#ticos' i
cD mostra a movimentação "inanceira do Coverno'
dD autori)a os astos overnamentais'
eD tra) somente in"ormaç.es so&re as casas do 1onresso'
556) Os exemplos citados pelo jornalista:
aD atendem a seu interesse /orna$#stico'
&D indicam dados pouco precisos e irrespons0veis'
cD aco&ertam pro&$emas do Coverno'
dD mostram -ue os astos com a c$asse po$#tica são desnecess0rios'
eD demonstram -ue o pa#s não disp.e de recursos su"icientes para as despesas'
557) ~Considerada a despesa geral da Câmara, cada deputado federal custa
ao país, diariamente, R$ 3.700.¨; o cálculo para se chegar ao custo diário de
cada deputado federal foi feito do seguinte modo:
aD a despesa era$ da 1Rmara "oi dividida pe$o n%mero de deputados "ederais'
&D a despesa com os deputados "ederais "oi dividida iua$mente por todos e$es'
cD os astos erais da 1asa "oram repartidos por todos os "uncion0rios'
dD os astos da 1Rmara com os deputados "oram divididos pe$o seu n%mero tota$'
eD as despesas erais da 1Rmara "oram divididas entre os deputados "ederais'
558) ~Comparados a outras `rubricas`, os números beiram o delírio.¨; o
comentário correto sobre o significado dos elementos desse segmento do texto
é:
aD O termo rubricas, escrito entre aspas, tem va$or irEnico'
&D O delrio re"ere,se aos astos #n"imos com sa%de e educação'
cD As outras rubricas re"eridas no texto são a educação e a sa%de'
dD 1omparados com a educação, os astos citados são *umi$*antes'
eD Os n<meros re"erem,se 2 rande -uantidade de deputados e senadores'
65@
TEXTO LXXVIII
EMGEPRON
TEXTO 2
AS VIRTUDES DA INTROMISSÄO
A imprensa peca mais pe$a omissão -ue pe$a intromissão' Essa
m0xima muitas ve)es ( es-uecida em meio 2 investiação, 2s ve)es
o&sessiva, -ue as revistas e os /ornais &rasi$eiros "a)em da vida de
po$#ticos e autoridades, tend!ncia -ue se acentuou muito nos %$timos
anos' Os 5 >rãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer
persecut>rios ou de estar patrocinando campan*as ratuitas, movidas por
interesses incon"ess0veis, contra determinadas "iuras p%&$icas' Esta
revista marcou sua presença na vida &rasi$eira /ustamente pe$a convicção
de -ue esse ( um risco -ue va$e a pena correr' Q dever da imprensa
investiar e divu$ar 10 os "atos -ue cercam a ascensão dos po$#ticos'
Fesmo -ue, 2s ve)es, e$es este/am enterrados em pontos remotos de suas
&iora"ias' Kuando esses "atos passados servem para i$uminar a
persona$idade atua$ do po$#tico ou para desnudar as entran*as da atividade
p%&$ica, e$es precisam ser expostos 2 sociedade'
I?e/a, BY55Y;5
559) Entre as ~virtudes da intromissão¨ está:
aD investiar o&sessivamente a vida de po$#ticos &rasi$eiros'
&D patrocinar campan*as merit>rias'
cD desenterrar pontos remotos das &iora"ias de po$#ticos'
dD exp$icar a prosperidade atua$ de po$#ticos e autoridades'
eD arriscar,se a "a)er campan*as ratuitas'
560) ~A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão¨; deduz se
desse primeiro período do texto que a imprensa:
aD se intromete mais do -ue deve'
&D peca pe$a omissão e pe$a intromissão'
cD deveria omitir,se mais'
dD se intromete mais do -ue se omite'
eD não peca -uando se intromete'
561) Segundo o texto, a revista VE1A:
aD peca mais pe$a omissão -ue pe$a intromissão'
&D patrocina campan*as ratuitas, desinteressadas'
cD ( movida por interesses incon"ess0veis'
dD corre o risco consciente de investiar'
eD evitar expor 2 sociedade "atos esca&rosos'
562) O texto 2 tem a finalidade clara de:
65B
aD denunciar os maus po$#ticos'
&D incentivar a den%ncia de crimes'
cD promover a pr>pria revista'
dD mostrar a "ace ocu$ta de muitos po$#ticos'
eD /usti"icar a omissão da revista em a$uns casos
658
TEXTO LXXIX
EMGEPRON
TEXTO 3
CÄO E HOMEM
7e voc! reco$*er um cac*orro -ue morre de "ome e o tornar pr>spero, e$e
não o morder0' Q esta a# a di"erença principa$ entre um cão e um *omem'
IFar] =dainD
563) O defeito humano criticado pelo autor do texto 3 é:
aD a vio$!ncia
&D a inratidão
cD o eo#smo
dD o preconceito
eD a inve/a
564) O adjetivo que substitui convenientemente a oração que morre de $ome
é:
aD "amierado
&D mori&undo
cD de"unto
dD "aminto
eD necessitado
565) O conectivo abaixo que apresenta seu valor corretamente indicado é:
aD 7E voc! reco$*er''' , concessão
&D morre DE "ome , causa
cD E o tornar pr>spero , adversidade
dD KME morre de "ome , exp$icação
eD EN=RE um cão e um *omem , distRncia
566) ~...e O tornar próspero, ele não O morderá.¨; as duas ocorrências do
vocábulo em maiúsculas retomam, respectivamente:
aD o cac*orro Y o cac*orro
&D o *omem Y o *omem
cD voc! Y voc!
dD o cac*orro Y voc!
eD voc! Y o cac*orro
567) Ao escrever cão em lugar de cac*orro na última parte do texto, o autor:
aD demonstra -ue se es-ueceu do voc0&u$o -ue *avia usado anteriormente'
&D mostra -ue -uer mostrar di"erença de sentido entre os dois voc0&u$os'
cD economi)a espaço r0"ico ao pre"erir um voc0&u$o menor'
65P
dD pre"ere cão por-ue este voc0&u$o tem sentido neativo'
eD procura evitar a repetição de voc0&u$os id!nticos'
568) O verbo tornar possui sentido diferente do que aparece no texto em:
aD Os avi.es se tornaram armas'
&D =ornar,se rico ( o anseio do /ovem'
cD E$e se tornou estraneiro'
dD Nunca mais tornou a "a$ar'
eD E$as se tornaram impacientes'
66;
TEXTO LXXX
PROCURADOR - MP/RS
=odos, &rasi$eiros ou não, somos seres de transição, divididos
entre um son*o de pa) e a ve$ocidade da corrida -ue c*amamos
de
sucesso, se/a e$e "eito de a&undRncia de &ens -ue demonstram
nosso
status, de poder ou de notoriedade' Fais radica$mente, "icamos
a
5 entre dois dese/os' O primeiro seria o dese/o de um mundo em
-ue
, com a &!nção da provid!ncia divina, irresist#ve$ dispensadora de
destinos
, sa&er#amos aceitar nossa condição e, dentro de seus $imites,
construir
a$uma "e$icidade+ o seundo seria o dese/o de um mundo inde"inido, no
-ua$ nossa condição poderia ser mudada e me$*orada, sendo -ue,
para
10 isso, poder#amos contar s> com nossos es"orços, sem esperar o &ino da
raça divina' Em suma, praticamos duas representaç.es opostas
da
"e$icidade3 a vida &oa e o sucesso'
A vida &oa, em princ#pio, ( o idea$ de "e$icidade das
sociedades
tradicionais e era o idea$ da nossa antes da modernidade Iem&ora, como
15 dissemos, continue conoscoD' Para a vida &oa, ( necess0rio satis"a)er o
essencia$ e cu$tivar a arte de "a)er uma "esta tran-Li$a, com pouca coisa' A a
t(cnica da vida &oa ( simp$es e antia3 precisamos sa&er nos
satis"a)er
não s> rea$i)ando nossos dese/os, mas tam&(m, e so&retudo,
conseuindo
dese/ar um pouco menos'
20 O idea$ de sucesso, ao contr0rio, ( um son*o moderno e,
a
rior, não tanto uma representação da "e$icidade -uanto o direito Ie
a
o&riaçãoD de correr atr0s de$a' Para a modernidade, o -ue conta (
a
procura -ue motiva a mo&i$idade socia$3 ser insatis"eito ( ser moderno'
A
"e$icidade como condição est0ve$, do ponto de vista moderno, so&ra
para
25 os primitivos'
Entre esses dois son*os X o dese/o in"inito de sucesso -ue
nos
empurra e a tran-Li$idade da vida &oa , osci$amos, como entre cidade
665
e
su&%r&io, entre vida ativa e aposentadoria, etc'
Pois &em' Em recente pes-uisa, os &rasi$eiros
I@9^D,
30 peruntados se se consideravam pessoas "e$i)es, responderam -ue sim'
1omo ( poss#ve$S Q -ue e$es entenderam &em a perunta, -ue
concerne
pessoas, e responderam de o$*o no idea$ mais privado de
"e$icidade3
o idea$ da vida &oa'
Os itens mais importantes para a "e$icidade, con"orme
a
35 pes-uisa, não são os esperados #ndices do sucesso moderno, mas
"(
re$iiosa, cas a pr>pria e sa%de' Ou se/a, o &0sico para o)ar de
pra)eres
discretos, com a condiçã o de não -uerer demais' Os itens mais incertos
Ie
modernosD, -ue deixariam a "e$icidade eternamente e m perspectiva
Io
pr>prio GsucessoH, por exemp$oD, aca&am como $anternin*a' Em suma,
os
40 &rasi$eiros são "e$i)es por-ue , dec$aram , sa&em, seundo o
preceito
antio, ser "e$i)es com pouco'
Não s> a maioria dos &rasi$eiros se considera "e$i), mas
e$es
tam&(m consideram -ue o Wrasi$ ( o pa#s onde *0 mais pessoas "e$i)es'
Essas duas respostas são redundantes Pode, entretanto,
parecer
:9 contradit>ria a essas a resposta perunta3 G?oc! acredita -ue
os
&rasi$eiros são "e$i)esSH 2 -ua$ s> 6A^ responderam sim' Fas a
contradição
( apenas aparente' 7urpreendentemente, os entrevistados parecem
"a)er
a di"erença correta entre as pessoas e o rupo socia$3 Gos &rasi$eirosH
não
são a m!s ma coisa -ue Gas pessoasH no Wrasi$' 1omo corpo po$#tico,
como
9; co$etividade X orani)ada em uma sociedade moderna e, portanto, tomada
pe$o /oo da mo&i$idade socia$ ,, os &rasi$eiros se consideram in"e$i)es'
A pes-uisa, então, parece con"irmar a $eitur a do pa#s "eita
por
Ro&erto Da Fatta' Dois universos camin*am /untos no Wrasi$ Iem&ora
não de mãos dadasD3 uma comunidade tradiciona$ -ue so&revive a
um
99 pa#s $i&era$ pretensamente avançado' A pes-uisa acrescenta -ue os
666
&rasi$eiros sa&eriam "a)er a di"erença3 como co$etividade, Gos
&rasi$eirosH
são in"e$i)es, mas, no Wrasi$, Gas pessoasH seriam "e$i)es' Da
Fatta
conc$uiria -ue os restos do Wrasi$ arcaico "a)em nossa identidade e
nossa
"e$icidade de vida &oa, en-uanto a modernidade a)ucrina nossa exist!ncia'
IAdaptado de 1ALLICARI7, 1ontardo' A vida boa e o pas1paraso. Gol*a de =ão Paulo, 69 de
maio de 5PPBD
aAs $acunas ponti$*adas existem por causa das -uest.es de crase'
569) Desde o início do texto, o autor explora a temática de uma divisão que,
na atualidade, os brasileiros vivenciariam, em relação à questão da felicidade.
Os pares abaixo se relacionam com os dois pólos dessa divisão, à exceção de
um deles. Assinale-o.
aD aceitação da pr>pria condição Y dese/o de mudança de sua condição
&D contradição de concepç.es Y coer!ncia de concepç.es
cD mundo tradiciona$ Y mundo moderno
dD satis"ação com o essencia$ Y insatis"ação constante
eD Gos &rasi$eirosH Y Gas pessoasH no Wrasi$
570) Em diversas passagens do texto, é possível identificar pressuposições:
idéias que, embora não explicitadas, vêm embutidas no uso de diferentes
expressões e formas verbais. Assinale, das afirmações abaixo, a que não é
pressuposta por nenhuma passagem do texto.
aD Nossa sociedade atua$ ( uma sociedade da modernidade'
&D A resposta dos &rasi$eiros de -ue se consideram pessoas "e$i)es (, em a$uma
medida, surpreendente'
cD J0 contradiç.es aparentes e outras -ue não o são'
dD Nem sempre pes-uisas de opinião t!m resu$tados -ue coincidem com o ponto
de vista de especia$istas'
eD O dese/o de "e$icidade moderno est0 vincu$ado 2 con-uista de um patamar
est0ve$'
571) É freqüente, na organização de um texto, a utilização de palavras e
expressões que estabelecem conexões entre seus diversos segmentos. Esse é o
caso das palavras e expressões abaixo, 2 exceção de:
aD em suma I$in*a 55D
&D ao contrário I$in*a 6;D
cD em recente pesquisa I$in*a 6PD
dD mas I$in*a :6D
eD então I$in*a 52)
572) As palavras dispensadora (linha 06) e conta (linha 22), conforme seu uso
no texto, remetem, respectivamente, às idéias de
66A
aD concessão e re$evRncia
&D exc$usão e enumeração
cD deso&riação e importRncia
dD doação e -uanti"icação
eD omissão e conveni!ncia
573) Os pares abaixo contêm um substantivo e um pronome que,
possivelmente, o substitui ou o retoma no texto.
· desejo (linha 5) - que (linha 5)
· procura (linha 23) - que (linha 23)
· itens (linha 37) - que (linha 38)
· resposta (linha 45) - à qual (linhas 46)
· comunidade (linha 54) - que (linha 54)
Em quantos dos pares acima a relação está incorreta?
aD em nen*um
&D em um
cD em dois
dD em tr!s
eD em -uatro
574) Em certas estruturas sintáticas, uma determinada preposição pode ser
substituída por outra preposição simples, sem alteração do significado do
contexto em que se encontra. Esse é o caso da preposição que ocorre em
aD sem esperar I$in*a 5;D
&D para a vida &oa I$in*a 59D
cD o idea$ de sucesso I$in*a 6;D
dD entre esses dois son*os I$in*a 6@D
eD com a condição I$in*a ABD
66:
TEXTO LXXXI
TECNOLOGISTA 1UNIOR I - IBGE
DIVIDA PUBLICA CRESCE R$ 101,9 BILHÔES
A a$ta dos /uros e a desva$ori)ação do rea$ em re$ação ao
d>$ar
/0 e$evaram a d#vida $#-uida do setor p%&$ico de 9;,6^ do PIW
IProduto
Interno WrutoD para 95,P^, um aumento de Rc 6P,BP@ &i$*.es entre março
e maio deste ano' Neste m!s, a d#vida deve superar os 9A^ do
PIW,
5 percentua$ e$evado para o Wrasi$, -ue c*eou a prometer ao
<undo
Fonet0rio Internaciona$ I<FID a esta&i$i)ação em :@,9^ do PIW'
Para evitar o crescimento exp$osivo da d#vida, devido 2
"arta
o"erta de t#tu$os atre$ados ao cRm&io para deter a a$ta do d>$ar, o
overno
ser0 o&riado a "a)er um novo aperto "isca$' G7e a d#vida crescer muito,
o
10 pa#s ter0 -ue erar an*os "iscais para pa0,$aH, a"irma 1ar$os =*adeu de
<reitas, ex,diretor do Wanco 1entra$'
De -ua$-uer "orma, a d#vida vai crescer' Fas se e$a se
esta&i$i)ar
em torno de 9:^ do PIW não *aver0 randes pro&$emas, a"irma o
consu$tor
Rau$ ?e$oso, especia$ista no assunto'
15 A di"icu$dade, seundo e$e, ser0 estancar a tend!ncia
do
crescimento' Isso exiir0 Gum sacri"#cio maiorH da sociedade para -ue
o
overno possa aumentar o super0vit prim0rio, o -ue sini"ica aumentar
a
arrecadação de impostos e redu)ir as despesas'
ICi$son Lui) Eu)(&io , Torna$ do Wrasi$, 59Y;BY;5D
575) ~...o governo será obrigado a fazer um novo aperto fiscal.¨; isto significa
que o governo será obrigado a:
aD modi"icar a$uns impostos'
&D intensi"icar a "isca$i)ação'
cD com&ater a soneação'
dD arrecadar mais com impostos'
eD redu)ir a devo$ução de impostos'
576) O título do texto (a manchete do jornal) destaca:
669
aD o aspecto mais "avor0ve$ ao overno
&D o "ator de maior ape$o a"etivo
cD o e$emento mais inesperado do processo
dD o sucesso maior do p$ano econEmico
eD o item de maior interesse p%&$ico
577) Como texto informativo que é, o texto lido:
aD pretende divu$ar a$o -ue ( do interesse exc$usivo do in"ormante'
&D apoia suas in"ormaç.es em dados o&/etivos e em depoimentos de autoridades'
cD tenta criar suspense e expectativa nervosa nos $eitores'
dD tem a intenção de ser c$aro em assunto -ue ( do dom#nio comum
eD ( de interesse momentRneo e s> pertinente 2 0rea econEmica'
578) O interesse do leitor comum ao ler o texto acima no jornal é:
aD i$ustração cu$tura$
&D in"ormação privi$eiada
cD atua$i)ação de con*ecimentos
dD curiosidade m>r&ida
eD atração pe$o pitoresco
579) Só NÄO pode estar entre os interesses do jornal ao publicar a
informação contida no texto lido:
aD criar con"ia&i$idade do $eitor em re$ação ao /orna$'
&D mostrar a situação di"#ci$ em -ue se encontram as "inanças nacionais'
cD com&ater po$iticamente o overno atua$'
dD criticar imp$icitamente a po$#tica econEmica do overno'
eD demonstrar a ine"ici!ncia do setor p%&$ico em comparação com o privado'
580) Ao indicar a tradução da sigla PIB entre parênteses, o autor do texto
mostra que:
aD entende pouco do setor econEmico no n#ve$ internaciona$'
&D escreve de "orma espec#"ica para economistas'
cD pretende ser entendido pe$o rande p%&$ico'
dD a si$a ( de criação recente e pouco con*ecida'
eD tem a intenção c$ara de mostrar a in"$u!ncia do <FI em nossa economia'
581) Segundo o primeiro parágrafo do texto:
aD o <FI deve tomar medidas punitivas em re$ação ao Wrasi$'
&D o Wrasi$ vai ma$ economicamente por não seuir as normas do <FI'
cD o PIW aumentou proressivamente de 5PPP a 6;;5'
dD a a$ta de /uros e a desva$ori)ação do rea$ aumentaram o PIW'
eD o aumento da d#vida p%&$ica ( visto por maior percentua$ do PIW'
582) Segmento do texto que NÄO traz, explícita ou implícita, uma ameaça à
população é:
66@
aD G'''o overno ser0 o&riado a "a)er um novo aperto "isca$'H
&D G7e a d#vida crescer muito, o pa#s ter0 -ue erar an*os "iscais para pa0,$a,'''H
cD GDe -ua$-uer "orma, a d#vida vai crescer'H
dD G'''para -ue o overno possa aumentar o super0vit prim0rio,'''H
eD GFas se e$a se esta&i$i)ar em torno de 9:^ do PIW não *aver0 randes
pro&$emas'H
583) O latinismo superávit significa:
aD o $ucro o&tido com a venda de produtos
&D o aumento da arrecadação de impostos
cD a di"erença "avor0ve$ entre arrecadação e despesas
dD a redução das despesas
eD a di"erença entre a a$ta dos /uros e a desva$ori)ação do rea$
584) ~De qualquer forma a dívida vai crescer. Mas se ela se estabilizar em
torno de 54º do PIB não haverá grandes problemas.¨; esta afirmação do
consultor Raul Veloso, reescrita de forma a manter-se o sentido original, é:
aD A d#vida vai crescer inevitave$mente, independente de esta&i$i)ar,se em torno
de 9:^ do PIW, o -ue não trar0 randes pro&$emas'
&D Não *aver0 randes pro&$emas se a d#vida se esta&i$i)ar em torno de 9:^ do
PIW, mas, inevitave$mente, a d#vida vai crescer'
cD 7e a d#vida crescer at( 9:^ do PIW não *aver0 randes pro&$emas, mas seu
crescimento ( inevit0ve$'
dD 7e a d#vida vai crescer ininterruptamente, não *aver0 randes pro&$emas se
*ouver esta&i$i)ação dos d(&itos em torno de 9:^ do PIW'
eD De -ua$-uer "orma a d#vida vai crescer em&ora a esta&i$i)ação em torno de
9:^ do PIW traa randes pro&$emas'
66B
TEXTO LXXXII
AUXILIAR MÉDIO I - MOTORISTA - MP/R1
O *omem contemporRneo não ( on#voro como seu antepassado pr(,
*ist>rico+ nem todos os animais e veetais da reião "iuram em sua
co)in*a' Nosso sertane/o, por exemp$o, aprecia muito os peixes de 0ua
doce e a mandioca, mas não d0 o menor va$or aos crust0ceos e 2s
verduras' Os neros a"ricanos tam&(m não va$ori)am as *orta$iças e
pouca atenção dão 2 carne de ado' O *omem ur&ano do Ocidente, por
sua ve), não to$era a id(ia de mastiar os a"an*otos, as $arvas e os
&esouros -ue "a)em a de$#cia de tantos povos do Oriente e da g"rica' Os
*indus pre"erem morrer de "ome a provar a carne das ordas reses -ue
a&undam em seu pa#s' =odos os povos possuem $imitaç.es inarred0veis
no tocante 2s coisas -ue comem'
585) O último período do texto funciona como:
aD exp$icitação
&D contestação
cD conc$usão
dD reti"icação
eD repetição
586) ~O homem contemporâneo não é onívoro...¨; o segmento sublinhado
significa que o homem contemporâneo:
aD não osta de tudo
&D não come tudo
cD não ( iua$ em todas as partes do mundo
dD não se a$imenta &em
eD come muitas coisas inade-uadas
587) ~O homem contemporâneo não é onívoro como seu antepassado pré-
histórico;¨ esse segmento traz uma ambigüidade que desapareceria se fosse
reescrito, mantendo-se o sentido pretendido no texto, da seguinte forma:
aD O *omem contemporRneo não ( on#voro como era seu antepassado pr(,
*ist>rico'
&D 1omo seu antepassado pr(,*ist>rico, o *omem contemporRneo não ( on#voro'
cD O *omem contemporRneo, como seu antepassado pr(,*ist>rico, não ( on#voro'
dD O *omem contemporRneo e seu antepassado pr(,*ist>rico não são on#voros'
eD O antepassado pr(,*ist>rico do *omem contemporRneo não ( on#voro como
e$e'
588) ¨...nem todos os animais e vegetais da região figuram em sua cozinha.¨;
esse segmento do texto significa que:
aD o *omem contemporRneo descon*ece muitos a$imentos de sua reião'
&D o *omem contemporRneo não se a$imenta de "orma ade-uada'
cD a$uns animais e veetais não "a)em parte do card0pio do *omem
contemporRneo'
668
dD as rei.es apresentam animais e veetais distintos'
eD nem todos os *omens se a$imentam de animais e veetais'
589) NÄO servem de exemplo que comprovam a tese do texto:
aD os sertane/os &rasi$eiros
&D os neros a"ricanos
cD os *omens ur&anos do Ocidente
dD os povos do Oriente
eD os *indus
590) Ao designar de *indus os nascidos na índia, o autor do texto:
aD pre"eriu esta desinação 2 de indianos.
&D errou, pois *indu se ap$ica somente aos adeptos do *indu#smo'
cD -uer re"erir,se somente a uma parte dos *a&itantes da #ndia'
dD desina somente os -ue adoram a vaca como s#m&o$o re$iioso'
eD errou, visto -ue o voc0&u$o ( ra"ado sem a $etra J'
591) ~O homem urbano do Ocidente...¨; o vocábulo sublinhado se aplica ao
homem:
aD civi$i)ado
&D cu$to
cD não,rura$
dD adu$to
eD contemporRneo
66P
TEXTO LXXXIII
ARQUIVOLOGISTA - ELETROBRAS
A MISÉRIA É DE TODOS NÓS
1omo entender a resist!ncia da mis(ria no Wrasi$, uma c*aa socia$
-ue remonta aos prim>rdios da co$oni)açãoS No decorrer das %$timas
d(cadas, en-uanto a mis(ria se mantin*a mais ou menos do mesmo
taman*o, todos os indicadores sociais &rasi$eiros me$*oraram'
5 J0 mais crianças em idade esco$ar "re-Lentando au$as atua$mente
do -ue em -ua$-uer outro per#odo da nossa *ist>ria' As taxas de
ana$"a&etismo e morta$idade in"anti$ tam&(m são as menores desde -ue
se passou a reistr0,$as naciona$mente' O Wrasi$ "iura entre as de)
naç.es de economia mais "orte do mundo' No campo dip$om0tico,
começa a 10 exercitar seus m%scu$os' ?em "irmando uma inconteste
$iderança po$#tica reiona$ na Am(rica Latina, ao mesmo tempo -ue atrai
a simpatia do =erceiro Fundo por ter se tornado um "orte oponente das
in/ustas po$#ticas de com(rcio dos pa#ses ricos' Apesar de todos esses
avanços, a mis(ria resiste'
15 Em&ora em a$umas de suas ocorr!ncias, especia$mente na )ona
rura$, este/a con"inada a &o$s.es invis#veis aos o$*os dos &rasi$eiros mais
&em posicionados na esca$a socia$, a mis(ria ( onipresente' Nas randes
cidades, com aterrori)ante "re-L!ncia, e$a atravessa o "osso socia$
pro"undo e se mani"esta de "orma vio$enta' A mais assustadora dessas
20 mani"estaç.es ( a crimina$idade, -ue, se não tem na po&re)a sua %nica
causa, certamente em ra)ão de$a se tornou mais disseminada e crue$'
Exp$icar a resist!ncia da po&re)a extrema entre mi$*.es de
*a&itante não ( uma empreitada simp$es'
I?e/a,ed' 5BA9D
592) O título dado ao texto se justifica porque:
aD a mis(ria a&rane rande parte de nossa popu$ação'
&D a mis(ria ( cu$pa da c$asse dominante'
cD todos os overnantes co$a&oraram para a mis(ria comum'
dD a mis(ria deveria ser preocupação de todos n>s'
eD um ma$ tão intenso atine indistintamente a todos'
593) A primeira pergunta - ~Como entender a resistência da miséria no
Brasil, uma chaga social que remonta aos primórdios da colonização?¨:
aD tem sua resposta dada no %$timo par0ra"o'
&D representa o tema centra$ de todo o texto'
cD ( s> uma motivação para a $eitura do texto'
dD ( uma perunta ret>rica, 2 -ua$ não ca&e resposta'
eD ( uma das peruntas do texto -ue "icam sem resposta'
6A;
594) Após a leitura do texto, só NÄO se pode dizer da miséria no Brasil que
ela:
aD ( cu$pa dos overnos recentes, apesar de seu tra&a$*o produtivo em outras
0reas'
&D tem mani"estaç.es vio$entas, como a crimina$idade nas randes cidades'
cD atine mi$*.es de *a&itantes, em&ora a$uns de$es não apareçam para a c$asse
dominante'
dD ( de di"#ci$ compreensão, /0 -ue sua presença não se coaduna com a de outros
indicadores sociais'
eD tem ra).es *ist>ricas e se mant(m em n#veis est0veis nas %$timas d(cadas'
595) O melhor resumo das sete primeiras linhas do texto é:
aD Entender a mis(ria no Wrasi$ ( imposs#ve$, /0 -ue todos os outros indicadores
sociais me$*oraram'
&D Desde os prim>rdios da co$oni)ação a mis(ria existe no Wrasi$ e se mant(m
onipresente'
cD A mis(ria no Wrasi$ tem "undo *ist>rico e "oi a$imentada por overnos
incompetentes'
dD Em&ora os indicadores sociais mostrem proressos em muitas 0reas, a mis(ria
ainda atine uma pe-uena parte de nosso povo'
eD =odos os indicadores sociais me$*oraram exceto o indicador da mis(ria -ue
$eva 2 crimina$idade'
596) As marcas de progresso em nosso país são dadas com apoio na
quantidade, exceto:
aD "re-L!ncia esco$ar
&D $iderança dip$om0tica
cD morta$idade in"anti$
dD ana$"a&etismo
eD desempen*o econEmico
597) ~No campo diplomático, começa a exercitar seus músculos.¨; com essa
frase, o jornalista quer dizer que o Brasil:
aD /0 est0 su"icientemente "orte para começar a exercer sua $iderança na Am(rica
Latina'
&D /0 mostra -ue ( mais "orte -ue seus pa#ses vi)in*os'
cD est0 iniciando seu tra&a$*o dip$om0tico a "im de marcar presença no cen0rio
exterior'
dD pretende mostrar ao mundo e aos pa#ses vi)in*os -ue /0 ( su"icientemente "orte
para tornar,se $#der'
eD ainda ( inexperiente no trato com a po$#tica exterior'
598) Segundo o texto, ~A miséria ! onipresente¨ embora:
aD apareça a$umas ve)es nas randes cidades'
6A5
&D se mani"este de "ormas distintas'
cD este/a escondida dos o$*os de a$uns'
dD se/a com&atida pe$as autoridades'
eD se torne mais disseminada e crue$'
599)¨...não ( uma empreitada simples¨ eqüivale a dizer que é uma
empreitada complexa; o item em que essa equivalência é feita de forma
INCORRETA (3
aD não ( uma preocupação era$ N ( uma preocupação super"icia$
&D não ( uma pessoa ap0tica N ( uma pessoa dinRmica
cD não ( uma -uestão vita$ N ( uma -uestão desimportante
dD não ( um pro&$ema universa$ N ( um pro&$ema particu$ar
eD não ( uma c>pia amp$iada N ( uma c>pia redu)ida
6A6
Texto LXXXIV
ANALISTA DE REGULAÇÄO - ASEP-R1
TEXTO 2
ENTREVISTA COM MICHAEL SERMER
Repórter: 1omo o sen*or /usti"ica a vantaem do pensamento cient#"ico
so&re o o&scurantismoS
MS , A ci!ncia ( o %nico campo do con*ecimento *umano com
caracter#stica proressista' Não dio isso tomando o termo proresso
5 como uma coisa &oa, mas sim como um "ato' O mesmo não ocorre na
arte, por exemp$o' Os artistas não me$*oram o esti$o de seus
antecessores, e$es simp$esmente o mudam' Na re$iião, padres, ra&inos e
pastores não pretendem me$*orar as preaç.es de seus mestres' E$es as
imitam, interpretam e repetem aos disc#pu$os' Astr>$oos, m(diuns e
m#sticos não 10 corriem os erros de seus predecessores, e$es os
perpetuam' A ci!ncia, não' =em caracter#sticas de autocorreção -ue
operam como a se$eção natura$' Para avançar, a ci!ncia se $ivra dos erros
e teorias o&so$etas com enorme "aci$idade' 1omo a nature)a, ( capa) de
preservar os an*os e erradicar os erros para continuar a existir'
IDiretor da ONC contra superstiç.es ,?e/a, n\ 5BAAD
600) Em termos argumentativos, pode-se dizer que:
aD a arumentação apresentada por F7 se apoia em testemun*os de autoridade'
&D a tese apresentada est0 exp$#cita em Ga ci!ncia se $ivra dos erros e teorias
o&so$etas com enorme "aci$idadeH'
cD o p%&$ico,a$vo a ser convencido ( o con/unto de pessoas $iadas, de uma
maneira ou outra, ao o&scurantismo'
dD os arumentos apresentados na de"esa da tese se "undamentam ora na
intimidação, ora na persuasão'
eD por ser de car0ter cient#"ico, a su&/etividade do arumentador ( comp$etamente
despre)ada na arumentação'
601) O segmento do texto que se volta para a própria construção do texto é:
aD GNão dio isso tomando o termo proresso como uma coisa &oa, mas sim
como um "ato'H
&D GO mesmo não ocorre na arte, por exemp$o'H
cD GNa re$iião, padres, ra&inos e pastores não pretendem me$*orar as preaç.es
de seus mestres'H
dD GPara avançar, a ci!ncia se $ivra dos erros e teorias o&so$etas com enorme
"aci$idade'H
eD G1omo a nature)a, ( capa) de preservar os an*os e erradicar os erros para
continuar a existir'H
602) =eorias obsoletas significa:
aD -ue ca#ram em desuso, anti-uadas'
6AA
&D -ue "oram constru#das de "orma errada'
cD de cu/a oriem não se tem con*ecimento'
dD -ue se "undamentam em crendices'
eD -ue "oram esta&e$ecidas *0 muito tempo'
603) A característica da ciência que a torna superior à religião, à arte e à
crendice é:
aD a impossi&i$idade de errar
&D a mudança cont#nua
cD a preocupação te>rica
dD a permanente autocorreção
eD a aus!ncia de imitação
604) O vocábulo em que o elemento auto NÄO tem o mesmo valor semântico
presente em autocorreção é,
aD autoestão
&D autocr#tica
cD autEmato
dD aut>psia
eD aut>dromo
605) Astr+logos, médiuns e m/sticos trabalham, respectivamente, com:
aD astros, eneria c>smica e tru-ues
&D astronomia, "orças espirituais e maia
cD astro$oia, esp#ritos desencarnados e "a$si"icaç.es
dD astros, entidades espirituais e esoterismo
eD astro$oia, eneria pura e comunicação
606) Para valorizar a ciência em face do obscurantismo, os argumentos
apresentados atribuem valor a uma ciência em especial, que é a:
aD 7ocio$oia
&D Astronomia
cD <#sica
dD Wio$oia
eD Fatem0tica
607) ~Como a natureza, é capaz de preservar os ganhos e erradicar os erros
para continuar a existir.¨; a forma EQUIVOCADA de reescrever-se esse
mesmo segmento é:
aD Q capa), como a nature)a, de preservar os an*os e erradicar os erros para
continuar a existir'
&D 1omo a nature)a, para continuar a existir, ( capa) de preservar os an*os e
erradicar os erros'
cD Para continuar a existir, ( capa) de preservar os an*os e erradicar os erros,
como a nature)a'
6A:
dD Q capa) de preservar os an*os, como a nature)a, e erradicar os erros para
continuar a existir'
eD Q capa) de preservar os an*os e erradicar os erros, como a nature)a, para
continuar a existir'
6A9
TEXTO LXXXV
CENSO - IBGE
CHEGOU O FUTURO
Parece mentira -ue e$e ten*a c*eado' Para -uem est0 *o/e na
terceira idade, o ano 6;;; ( como se "osse a c*eada do "uturo pe$o -ua$
se esperou ac*ando -ue e$e c*amais c*earia' Parecia inatin#ve$, tão
distante era no tempo e na ca&eça da ente' 7on*ava,se com a data como
5 se son*ava com a ida do *omem 2 Lua ou a Farte, como sinEnimo de
con-uista do imposs#ve$'
O passado era em&a$ado por uma promessa -ue se acreditava -ue
/amais iria se rea$i)ar' GPode esperar sentadoH, di)iam os mais ve$*os
-uando -ueriam desanimar um /ovem, Gisto s> vai acontecer no ano 6;;;,
10 no Dia de 7ão NuncaH'
E eis -ue &em ou ma$ e$e est0 a#, encerrando de uma s> ve) a d(cada,
o s(cu$o e o mi$!nio, dando in#cio a uma nova era, não importa -ue o
ca$end0rio dia o contr0rio+ miticamente, no imain0rio de todo mundo, (
assim'
15 <oi um percurso acidentado, dram0tico, o deste s(cu$o, para "a$ar
apenas de$e e não do mi$!nio' 7> de uerras mundiais, envo$vendo as
randes pot!ncias, ameaçando se espa$*ar pe$o p$aneta, "oram duas,
acompan*adas de centenas de con"$itos reiona$i)ados, mortic#nio,
*o$ocausto, exterm#nio em massa' A ci!ncia e a tecno$oia desenvo$veram
20 e aprimoraram como nunca a arte de destruir , as esp(cies, inc$usive a
pr>pria, e o meio am&iente'
A uerra "oi o traço mais constante nesse Gs(cu$o da insensate)H'
1*eou,se a inventar uma "orma moderna e c#nica de pa)3 a Cuerra <ria'
Apesar de tudo isso, por(m, o ano 6;;; c*ea tra)endo tam&(m
25 um certo ar de vit>ria so&re as previs.es mais pessimistas3 o "ato de ter
resistido tantas ve)es ao apoca$ipse anunciado demonstra -ue a vontade de
vida da *umanidade ainda "oi maior do -ue sua pu$são de morte'
IZuenir ?entura' #poca. A de /aneiro, 6;;;, com adaptaç.esD
608) O texto informa que, quanto à data de encerramento do século XX, o
calendário e o imaginário do povo:
aD diverem
&D converem
cD com&inam
dD comp$ementam,se
eD *armoni)am,se
609)¨Sonhava-se com a data (...), como sinônimo de conquista do impossível.¨
(/. 4-6) De acordo com o texto, justifica esse sentimento o (a);
aD c$ima de eu"oria reinante em certas datas
&D inexperi!ncia natura$ dos /ovens da primeira metade do s(cu$o
cD "rustração dos contemporRneos do cronista com a proximidade do novo s(cu$o
6A@
dD inseurança das pessoas mais ve$*as em re$ação ao seu pr>prio "uturo
eD distRncia existente entre a-ue$e momento do passado do cronista e o ano 6;;;
610) Durante o século XX a humanidade foi submetida a duras provas. Esta
idéia está configurada no trecho:
aD 8'''! como se "osse a c*eada do "uturo'''H IY' 6D
&D G'''isto s> vai acontecer no ano 6;;;, ''''H IY' PD
cD G'''&em ou ma$ e$e est0 a#, '''H IY' 55D
dD G'''de uma s> ve) a d(cada, o s(cu$o, o mi$!nio'''H IY' 55Y56D
eD G'''percurso acidentado, dram0tico, '''H IY' 59D
611) O ~certo ar de vitória¨ de que fala o cronista no último parágrafo
devese:
aD 2 insensate) do s(cu$o
&D 2 supremacia das emoç.es so&re a ra)ão
cD ao instinto de so&reviv!ncia do *omem
dD ao con"ormismo diante das di"icu$dades
eD aos avanços cient#"icos e tecno$>icos
612) ~Pode esperar sentado¨, diziam os mais velhos quando queriam
desanimar um jovem, `isto só vai acontecer no ano 2000, no Dia de São
Nunca.` E eis que bem ou mal ele está aí,¨ (/. 8-11). No trecho, a conjunção
sublinhada só NÄO pode ser substituída por:
aD mas
&D por-ue
cD por(m
dD entretanto
eD no entanto
6AB
TEXTO LXXXVI
BIÓLOGO - QUEIMADOS/R1
O MEDO SOCIAL
No Rio de Taneiro, uma sen*ora diriia seu autom>ve$ com o "i$*o
ao $ado' De repente "oi assa$tada por um ado$escente, -ue a rou&ou,
ameaçando cortar a aranta do aroto' Dias depois, a mesma sen*ora
recon*ece o assa$tante na rua' Ace$era o carro, atrope$a,o e mata,o, com
a 5 aprovação dos -ue presenciaram a cena' ?er#dica ou não, a *ist>ria (
exemp$ar, i$ustra o -ue ( a cu$tura da vio$!ncia, a sua nova "eição no
Wrasi$'
E$a seue reras pr>prias' Ao expor as pessoas a constantes
ata-ues 2 sua interidade "#sica e mora$, a vio$!ncia começa a erar
expectativas, a "ornecer padr.es de respostas' Epis>dios trucu$entos e
10 situaç.es,$imite passam a ser imainados e repetidos com o "im de
caucionar a id(ia de -ue s> a "orça reso$ve con"$itos' A vio$!ncia torna,se
um item o&riat>rio na visão do mundo -ue nos ( transmitida' 1ria a
convicção t0cita de -ue o crime e a &ruta$idade são inevit0veis' O
pro&$ema, então, ( entender como c*eamos a esse ponto' 1omo e por
15 -ue estamos nos "ami$iari)ando com a vio$!ncia, tornando,a nosso
cotidiano'
Em primeiro $uar, ( preciso -ue a vio$!ncia se torne corri-ueira
para -ue a $ei deixe de ser conce&ida como o instrumento de esco$*a na
ap$icação da /ustiça' 7ua pro$i"eração indiscriminada mostra -ue as $eis
20 perderam o va$or normativo e os meios $eais de coerção, a "orça -ue
deveriam ter' Nesse v0cuo, indiv#duos e rupos passam a ar&itrar o -ue (
/usto ou in/usto, seundo decis.es privadas, dissociadas de princ#pios
(ticos v0$idos para todos' O crime (, assim, re$ativi)ado em seu va$or de
in"ração' Os criminosos aem com consci!ncias "e$i)es' Não se /u$am
25 "ora da $ei ou da mora$, pois condu)em,se de acordo com o -ue
estipu$am ser o preceito correto' A imora$idade da cu$tura da vio$!ncia
consiste /ustamente na disseminação de sistemas morais particu$ari)ados
e irredut#veis a ideais comuns, condição pr(via para -ue -ua$-uer atitude
criminosa possa ser /usti"icada e $e#tima'
ITurandir <reire 1ostaD
613) ~No Rio de 1aneiro, uma senhora dirigia seu automóvel com o filho ao
lado. De repente foi assaltada por um adolescente...¨; a passagem do pretérito
imperfeito para o pretérito perfeito marca a mudança de:
aD um texto descritivo para um texto narrativo
&D a "a$a do narrador para a "a$a do personaem
cD um tempo passado para um tempo presente
dD um tempo presente para um tempo passado
eD a mudança de narrador
614) A narrativa contida no primeiro parágrafo tem a função textual de:
6A8
aD exemp$i"icar a$o -ue vai ser exp$icitado depois,
& /usti"icar a reação socia$ contra a vio$!ncia'
cD despertar a atenção do $eitor para o pro&$ema da vio$!ncia'
dD mostrar a vio$!ncia nas randes cidades'
eD re$atar a$o -ue vai /usti"icar uma reação socia$'
615) Idéia não contida no texto é:
aD a vio$!ncia cria reras pr>prias'
&D os criminosos aem seundo reras particu$ares+
cD a vio$!ncia aparece socia$mente /usti"icada'
dD a vio$!ncia aparece como a$o inevit0ve$'
eD a vio$!ncia re-uer uma ação overnamenta$ e"iciente'
616) Segundo o texto, para que a lei deixe de ser o remédio contra a violência
é necessário:
aD -ue as $eis se tornem o&so$etas'
&D -ue os overnos descuidem dos pro&$emas'
cD -ue a vio$!ncia se &ana$i)e'
dD -ue os marinais se tornem mais audaciosos'
eD -ue a vio$!ncia crie reras pr>prias'
617) ~Nesse vácuo, indivíduos e grupos passam a arbitrar o que é justo ou
injusto...¨; o comentário correto sobre esse segmento do texto é:
aD O v0cuo re"erido ( o espaço vao deixado pe$a ação overnamenta$'
&D Indiv#duos e rupos passam a tomar a $ei em suas mãos'
cD A /ustiça aca&a sendo determinada pe$os marinais'
dD A in/ustiça aca&a por e$a&orar as $eis'
eD Passa a viorar a $ei do mais esperto'
618) ~A imoralidade da cultura da violência consiste justamente na
disseminação de sistemas morais particularizados e irredutíveis a ideais
comuns...¨; isso significa que:
aD na cu$tura da vio$!ncia todos os marinais pensam de "orma seme$*ante'
&D a imora$idade da cu$tura da vio$!ncia se $oca$i)a em pe-uenos rupos'
cD na cu$tura da vio$!ncia todos saem perdendo'
dD na cu$tura da vio$!ncia, os ideais comuns inexistem'
eD a vio$!ncia dissemina ideais comuns irredut#veis'
619) ~O crime é, assim, relativizado, em seu valor de infração.¨; uma forma
de reescrever-se a mesma frase, mas com perda do sentido original, é:
aD O va$or de in"ração do crime (, assim, re$ativi)ado'
&D Assim, o crime "oi re$ativi)ado em seu va$or de in"ração'
cD O crime tem seu va$or de in"ração, assim, re$ativi)ado'
dD Assim, o crime (, em seu va$or de in"ração, re$ativi)ado'
eD Re$ativi)a,se, assim, o va$or de in"ração do crime'
6AP
TEXTO LXXXVII
PROFESSOR II/RIO
HUMANISMOS E ANTI-HUMANISMOS I
1i!ncia e t(cnica se t!m reve$ado, na sociedade atua$, inade-uadas a
proporcionar ao *omem meios para a sua aut!ntica rea$i)ação' Fais ainda3
uti$i)adas como estão, t!m conspirado contra a "e$icidade *umana' E a nova
eração de inte$ectuais, cientistas e /ovens, nos %$timos vinte anos, tem sido
porta,vo) da "rustração, do medo, do protesto contra a invasão da ci!ncia e da
t(cnica'
En-uanto *0 anos atr0s era di"#ci$ encontrar um nome de cientista -ue
$evantasse d%vida so&re a va$ide) tota$ de seu tra&a$*o, *o/e ocorre exatamente o
contr0rio3 não se con*ece um s> nome de rande cientista -ue acredite
incondiciona$mente no poder tota$ da ci!ncia e da t(cnica para resatar o *omem
de seus ma$es e torn0,$o comp$etamente "e$i)' 1ientistas e pensadores não
escondem seu ceticismo e sua preocupação com os resu$tados da ci!ncia e da
t(cnica'
Acontece -ue este c$ima de descon"iança, insatis"ação e pavor não se nota
s> entre os cientistas e s0&ios+ e$e est0 /0 se a$astrando entre o povo e sensi&i$i)ou
especia$mente os /ovens, so&retudo os estudantes' O "ato de -ue as mani"estaç.es
mais c$amorosas de seu protesto pertençam ao passado não sini"ica -ue e$e
ten*a perdido em intensidade e universa$idade' Fuito pe$o contr0rio3 o terror dos
anos B; ( "i$*o direto do protesto dos anos @;'
Note,se &em3 o protesto, a recusa por parte dos cientistas, dos inte$ectuais
em era$ e dos /ovens não ( propriamente contra a ci!ncia e a t(cnica em si, mas
contra sua va$ori)ação exc$usiva, contra uma sociedade -ue pretende construir,se
unicamente so&re estas pi$astras, sem $evar em conta outras exi!ncias e
componentes *umanos -ue a ci!ncia e a t(cnica não podem satis"a)er'
IPedro Da$$e NoareD l
620) Na introdução do texto, o autor declara que a ciência e a técnica se têm
revelado inadequadas na realização do homem. Isto porque:
aD e$as t!m conspirado contra a "e$icidade *umana'
&D nen*um cientista moderno acredita piamente no poder da ci!ncia'
cD os cientistas estão c(ticos -uanto aos resu$tados da ci!ncia e da t(cnica'
dD deixam de $ado a$umas exi!ncias e componentes *umanos'
eD atinem não s> cientistas e t(cnicos, mas tam&(m os /ovens'
621) 5Ci9ncia e técnica se t9m revelado...12 a forma verbal desse segmento do
texto mostra uma ação:
aD -ue se iniciou em passado pr>ximo e terminou no presente'
&D -ue se repete no passado e se interrompe no presente'
cD repetida com continuidade at( o presente em -ue "a$amos'
dD comp$etamente passada'
eD -ue se iniciou no presente com continuidade *ipot(tica no "uturo'
6:;
622) 5...não escondem seu ceticismo...1, no texto, um sinônimo adequado para
o vocábulo sublinhado é:
aD con"iança
&D descrença
cD neativismo
dD cinismo
eD ate#smo
623) 5Acontece que este clima de descon$iança, insatis$ação e pavor não se
nota s+ entre cientistas e s4bios2...12 após um segmento textual em que está
presente a expressão 5não s+1, pode-se prever um segmento seguinte com o
valor de:
aD oposição
&D concessão
cD causa
dD adição
eD comparação
624) 5...especialmente os Aovens, sobretudo os estudantes...12 entre os
vocábulos ~jovens¨ e ~estudantes¨ estabelece-se, respectivamente, uma
relação de:
aD era$ Y espec#"ico
&D espec#"ico Y era$
cD "orma$ Y in"orma$
dD naciona$ Y reiona$
eD popu$ar Y erudito
625) 5 $ato de que as mani$estaçJes mais clamorosas de seu protesto
pertençam ao passado não signi$ica que ele ten*a perdido em intensidade e
universalidade.12 em outras palavras, pode-se dizer que:
aD os protestos estudantis mais c$amorosos pertencem ao passado, perdendo em
intensidade e universa$idade'
&D apesar de os protestos estudantis terem perdido em intensidade e
universa$idade, e$es continuam &astante c$amorosos no presente'
cD o "ato de os protestos de estudantes não terem perdido em intensidade e
universa$idade ( comprovado pe$as mani"estaç.es c$amorosas do passado'
dD os protestos estudantis não perderam em intensidade e universa$idade apesar
de suas "ormas mais c$amorosas /0 pertencerem ao passado'
eD o "ato de os movimentos estudantis pertencerem ao passado "a) com -ue os
ve/amos *o/e com a mesma intensidade e universa$idade de outrora'
626) 5o terror dos anos B? é $il*o direto do protesto dos anos I?.12 pode-se
dizer que entre os elementos citados nesse segmento do texto há uma relação
respectiva de:
6:5
aD causa Y e"eito
&D "ato Y exp$icação
cD conse-L!ncia Y "ato
dD antecedente Y conse-Lente
eD tempo Y espaço
6:6
TEXTO LXXXVIII
OFICIAL DE CARTÓRIO POLICIAL - FAEPOL
QUANTO TEMPO DEMORA UM PROCESSO?
(fragmento)
Q $uar comum a a"irmação de -ue a Tustiça ( $enta, de -ue os
processos /udiciais demoram excessivamente' A"irma,se isso a todo
instante' Os meios de comunicação de massa Iimprensa escrita, r0dio e
te$evisãoD repetem a o&servação, sem -ua$-uer ressa$va, e contri&uem
5 para tornar a $entidão /udicia$ uma GverdadeH'
Os -ue assim procedem, certamente /usti"icados por rande n%mero
de casos morosos, não sa&em -ue muitos processos t!m andamento
c($ere, terminam rapidamente, -ue, com "re-L!ncia, os procedimentos
/udiciais são, na pr0tica, mais r0pidos do -ue os da es"era
10 administrativa, apesar das arantias de iua$dade entre as partes,
oportunidades para intervir, e tudo o mais'
Por outro $ado, *0 -uem sustente -ue a rande maioria dos
processos aca&a ra)oave$mente depressa, e -ue somente pe-uena parte
de$es ( morosa' A$ea,se então -ue, precisamente por-ue minoria,
os 15 processos muito demorados constituem a"astamento da rera era$
e são curiosidades e, portanto, not#cia'
O de&ate desenvo$ve,se nesses termos, preva$ecendo as vo)es -ue
apontam a morosidade /udicia$ como um ma$ predominante nas coisas da
Tustiça' Não existem, por(m, estudos s(rios a respeito' Ninu(m
20 procura pes-uisar a verdade, a rea$idade do -ue e"etivamente se passa
na tramitação dos processos /udiciais, e -ue constitui, a"ina$ de contas, a
maneira pe$a -ua$ o Direito vive, dedu)ido pe$as partes e proc$amado
pe$os =ri&unais' Desse modo, continuam as acusaç.es ao Tudici0rio, cu/o
desprest#io ( uma conse-L!ncia natura$ e $>ica de tais conceitos
25 correntes'
O -ue ocorre rea$menteS Kuais as verdadeiras dimens.es do
pro&$ema da a"irmada $entidão /udicia$S Q esse um "enEmeno era$,
dominante, ou setoria$, ocorrente apenas em parte, em a$uns setores do
apare$*o /udicia$, ou em certos tipos de procedimentoS
30 Essas e muitas outras -uest.es podem ser suscitadas a prop>sito' O
-ue est0 "a$tando, entretanto, ( a "ormu$ação de peruntas certas a
aspectos dos "atos re$evantes, com a rea$i)ação de um estudo da
rea$idade, e não apenas do discurso Iotimista em parte da doutrina,
pessimista nos ve#cu$os de comunicação de massa e na vo) corrente da
35 popu$açãoD' Ainda não se procurou veri"icar a rea$idade, com a
uti$i)ação dos meios apropriados, com vistas ao e"etivo con*ecimento a
respeito, e com a resu$tante possi&i$idade de se p$ane/ar, com dados
concretos, as medidas destinadas a superar as de"ici!ncias existentes'
I<e$ippe Auusto de Firanda Rosa, desem&arador =TYRT' Devista da Emerj, vo$':, n' 5:, p'
5@AY5@:D
627) A pergunta que serve de título ao texto:
6:A
aD ( respondida, a$eando,se -ue a demora ( um pro&$ema setoria$, ocorrente
apenas em parte'
&D ( respondida, indicando,se -ue a demora ( Guma verdadeH criada pe$a
comunicação de massa'
cD ( respondida, retrucando,se -ue a demora, de "ato, não existe'
dD ( respondida, recon*ecendo,se a demora como um pro&$ema da Tustiça'
eD não ( respondida no texto'
628) Dizer que a 1ustiça é lenta, segundo o texto, é ~um lugar comum¨; isto
significa que:
aD a Tustiça !, de "ato, $enta'
&D a Tustiça ( considerada $enta pe$os meios de comunicação de massa'
cD a a"irmativa so&re a $entidão da Tustiça ( "eita de "orma irrespons0ve$'
dD a $entidão da Tustiça ( tema repetitivo'
eD a Tustiça ( $enta nos casos em -ue estão envo$vidas pessoas comuns'
629) ~É lugar comum a afirmação de que a 1ustiça é lenta, de que os
processos judiciais demoram excessivamente.¨; a terceira oração desse
período funciona, em relação à segunda, como uma:
aD reti"icação
&D exp$icitação
cD comp$ementação
dD adição
eD a$ternativa
630) Segundo o texto, os meios de comunicação de massa:
aD apontam a morosidade /udicia$ como um ma$ predominante nas coisas da
Tustiça'
&D /0 "i)eram estudos a respeito da morosidade /udicia$'
cD co$a&oram para -ue a imaem de $entidão na Tustiça se aca&e'
dD "a)em com -ue uma pro&a&i$idade se torne GverdadeH'
eD descon*ecem -ue a maioria dos casos /udiciais ( rapidamente reso$vida'
631) A imprensa escrita, rádio e televisão são apontados como meios de
comunicação ~de massa¨, e são assim denominados porque:
aD envo$vem rande -uantidade de pessoas'
&D tra&a$*am para receptores descon*ecidos'
cD mostram a rea$idade das c$asses mais popu$ares'
dD não reve$am preocupaç.es sociais'
eD não de"endem -ua$-uer preconceito socia$'
632) ~...os meios de comunicação de massa (imprensa escrita, rádio e
televisão)...¨; os termos entre parênteses, neste texto da revista da Escola de
Magistratura:
aD mostram a preocupação do autor com a c$are)a arumentativa'
6::
&D tra)em uma exp$icação necess0ria, /0 -ue se trata de con*ecimento novo'
cD c$assi"icam os meios de comunicação de massa seundo os sentidos
predominantes'
dD esc$arecem -ue o autor se $imita a a$uns dos meios de comunicação de massa'
eD esc$arecem, ta$ve) desnecessariamente, o conte%do semRntico do termo
anterior'
633) ~...repetem a observação, sem qualquer ressalva, e contribuem para
tornar a lentidão judicial uma verdade.¨; considerando-se a mensagem do
texto, o segmento ~sem qualquer ressalva¨ nos diz, implicitamente, que a
~ressalva¨ deveria conter:
aD in"ormaç.es so&re a causa da $entidão /udicia$
&D dados -ue atenuassem a id(ia de -ue a Tustiça ( $enta
cD indicaç.es das p(ssimas condiç.es de tra&a$*o da Tustiça
dD protestos so&re os &aixos sa$0rios do Tudici0rio
eD a con"issão de descon*ecimento do assunto por parte da imprensa
634) O vocábulo ~ressalva¨ aparece no 'ic*aelis - 'oderno dicion4rio da
l/ngua portuguesa (Melhoramentos, SP, 1998, p. 1829) com 6 significados, dos
quais relacionamos cinco nos itens abaixo; o significado mais adequado à
situação desse vocábulo no texto é:
aD nota em -ue se corrie um erro -ue passou no texto
&D nota escrita -ue p.e a$u(m a sa$vo+ documento de arantia
cD exceção, reserva
dD c$0usu$a
eD reparação de erro+ errata
635) O fato de usarem-se aspas na palavra verdade, ao final do primeiro
parágrafo, indica que:
aD a pa$avra est0 empreada com va$or *umor#stico'
&D o autor pretende dar ao termo um novo sini"icado'
cD o autor não concorda tota$mente -ue a $entidão /udicia$ se/a uma rea$idade'
dD o texto -uer destacar o termo, va$ori)ando o seu sentido oriina$'
eD o voc0&u$o ( empreado com va$or pe/orativo'
636)¨Os que assim procedem, certamente justificados por grande número de
casos morosos, não sabem...¨; o segmento sublinhado quer dizer, no contexto
em que se insere, que:
aD ocorrem muitos casos comprovadores de $entidão /udicia$, em -ue se apoiam
os -ue acusam a Tustiça por esse de"eito'
&D *0 um rande n%mero de casos comp$icados na Tustiça, o -ue certamente
/usti"ica a demora em sua apreciação'
cD os -ue de"endem a Tustiça /usti"icam a demora pe$o rande n%mero de casos a
apreciar'
6:9
dD o rande n%mero de casos $eva a -ue se /usti"i-ue a demora da Tustiça,
a$eando,se a preocupação com a certe)a do /u$amento'
eD muitos casos demoram na Tustiça muito mais do -ue o esperado'
637) Segmento do texto que NÄO apresenta um argumento de defesa diante
das acusações de lentidão judicial:
aD Gos -ue assim procedem, certamente /usti"icados por rande n%mero de casos
morosos,'''H
&D G'''não sa&em -ue muitos processos t!m andamento c($ere,'''H
cD G'''terminam rapidamente+H
dD G'''-ue, com "re-L!ncia, os procedimentos /udiciais são, na pr0tica, mais
r0pidos do -ue os da es"era administrativa,'''H
eD G'''*0 -uem sustente -ue a rande maioria dos processos aca&a ra)oave$mente
depressa+H
638) ~...apesar das garantias de igualdade entre as partes, oportunidades
para intervir, e tudo o mais.¨; dentro da situação do texto, os elementos
sublinhados atuam como:
aD causas de maior rapide) para os processos da 0rea administrativa
&D arumentos -ue /usti"icam a maior rapide) na apreciação dos processos
cD desvantaens no /u$amento dos processos da 0rea administrativa
dD e$ementos -ue co$a&oram para a $entidão dos processos /udiciais
eD ra).es -ue con"irmam a rapide) no /u$amento dos processos administrativos
639) ~Por outro lado, há quem sustente que a grande maioria dos processos
acaba razoavelmente depressa;¨; a expressão por outro lado tem, neste caso,
valor de:
aD adição
&D oposição
cD comparação
dD concessão
eD exp$icação
640) ~...precisamente porque minoria, os processos muito demorados
constituem afastamento da regra geral, são curiosidades e, portanto,
notícia.¨; infere-se desse segmento do texto que:
aD -uanto mais raro o "ato, maior o interesse p%&$ico por e$e'
&D os /ornais s> se interessam pe$os aspectos neativos dos "atos'
cD a $entidão ( a rera era$ na apreciação dos processos /udiciais'
dD os processos /u$ados de "orma r0pida são exceção da rera'
eD os processos com curiosidades raras provocam maior interesse dos /ornais'
641) As perguntas do quinto parágrafo do texto:
aD representam d%vidas da popu$ação em era$ so&re o tema a&ordado no texto'
&D indicam -uest.es -ue s> os advoados experientes podem responder'
6:@
cD introdu)em novos pensamentos para a re"$exão do autor'
dD são -uestionamentos poss#veis e ainda não respondidos'
eD prop.em uma nova maneira de encarar o pro&$ema discutido no texto'
642) A principal mensagem do autor do texto é:
aD a $entidão /udicia$ ( um ma$ rea$, mas -ue pode ser com&atido e so$ucionado,
se os meios de comunicação de massa prestarem a sua co$a&oração'
&D antes de -ua$-uer outra medida, ( preciso -ue se veri"i-ue a rea$idade do
pro&$ema da $entidão /udicia$ para -ue s> então se tomem as medidas ade-uadas'
cD a $entidão /udicia$ ( vista de dois modos, da# -ue se torne con"usa a situação
entre otimistas e pessimistas'
dD as de"ici!ncias existentes nos processos /udiciais podem ser superadas se os
interessados se apoiarem na experi!ncia &em sucedida dos processos
administrativos'
eD ca&e aos pro"issionais do Direito de"ender o seu prest#io, &astante a&a$ado
pe$a visão pessimista, divu$ada pe$a imprensa, so&re a $entidão /udicia$'
6:B
TEXTO LXXXIX
AUXILIAR 1UDICIÁRIO DO TALCRIM
DO PUBLICO E DO PRIVADO
A discussão so&re os $imites do dom#nio p%&$ico e do dom#nio privado
ocupou um $uar -uase inusitado nos de&ates da atua$idade'
Podemos, ( c$aro, atri&uir esse interesse 2 perspectiva, aora "rustrada,
da revisão da 1arta 1onstituciona$, -ue imp$icaria a possi&i$idade de
5 rede"inição do pape$ do Estado e, conse-Lentemente, do -ue se
convencionou c*amar de sociedade civi$' Fas a simp$es possi&i$idade de
rever a 1arta Fana não parece ser um "ator decisivo para tornar esse
de&ate tão atua$' =a$ve) se/a mais sensato admitir -ue, nos %$timos anos, e
isso não somente no Wrasi$, mas em &oa parte das sociedades
10 industria$i)adas, as "ronteiras entre o p%&$ico e o privado se modi"icaram
de "orma radica$, trans"ormando os ve$*os parRmetros, -ue esta&e$eciam as
o&riaç.es e $imites do Estado, em peças arcaicas de uma (poca -ue não
con*ecia as novas re$aç.es econEmicas, nem as novas "ormas de
orani)ação nas sociedades p>s,industriais' 7e/a como "or, podemos
15 situar nosso tema num terreno muito mais vasto do -ue nossa
permanente crise con/untura$, e, por isso mesmo, atri&uir,$*e um sini"icado
muito maior do -ue devemos dispensar 2s eternas con"us.es de nossas
despreparadas c$asses dirientes'
INedton Winotto, 1adernos da Esco$a do Leis$ativo, n\ 6, /u$*o' de)' 5PP:, W' Jori)onte, FC,
5PP:D
643) No título, os vocábulos público e privado se opõem:
aD sint0tica e semanticamente
&D mor"o$>ica e sintaticamente
cD "on(tica e mor"o$oicamente
dD semanticamente
eD sintaticamente
644) Os vocábulos público e privado tiveram sua classe morfossintática
original modificada em função da:
aD presença do artio de"inido
&D aus!ncia dos su&stantivos determinados
cD necessidade de dar,$*es outro va$or semRntico
dD uti$i)ação da presença da preposição de
eD aus!ncia de adv(r&ios determinantes
645) O primeiro período do texto acrescenta em relação ao título uma:
aD reti"icação do sini"icado dos termos empreados
6:8
&D especi"icação do termo de discussão
cD amp$iação do termo de discussão
dD oposição ao textua$mente esperado
eD /usti"icativa da esco$*a tem0tica do texto
646) #odemos, é claro, atribuir esse interesse % perspectiva,... A utilização
textual do termo sublinhado indica:
aD a necessidade de exp$icar a$o
&D o recon*ecimento de uma evid!ncia
cD a o&riação de re"erir,se a tema &astante con*ecido
dD uma condição de tratamento do tema
eD o o&/etivo de dar !n"ase a determinado termo
647) Em que item a seguir não ocorre uma localização temporal do texto em
relação ao momento de sua produção e leitura?
aD '''ocupou um $uar -uase inusitado nos de&ates da atua$idade'
&D '''atri&uir essa perspectiva, aora "rustrada, de revisão da 1arta
5 cD '''não parece ser um "ator decisivo para tornar esse de&ate tão atua$'
dD =a$ve) se/a mais sensato admitir -ue, nos %$timos anos,'''+
eD 7e/a como "or, podemos situar nosso tema num terreno muito mais vasto'''
648) #odemos, é claro, atribuir esse interesse % perspectiva, agora $rustrada,
de revisão da Carta Constitucional... Esse argumento textual:
aD aparece como e$emento centra$ da arumentação textua$'
&D ( simp$esmente um arumento -ue vai ser descartado'
cD mostra a id(ia do autor contr0ria 2 opinião p%&$ica'
dD indica um terreno vasto de nossa crise con/untura$'
eD denuncia os po$#ticos como respons0veis por nossa crise permanente'
649) ...que implicaria a possibilidade de rede$inição do papel do Estado, e,
conseqKentemente, do que se convencionou c*amar de sociedade civil. O uso
de conseqKentemente indica que:
aD *0 mais de uma conse-L!ncia da revisão da 1arta Fana
&D a rede"inição de sociedade civi$ est0 $iada 2 do Estado'
cD sociedade civi$ e Estado são e$ementos distintos'
dD a rede"inição de sociedade civi$ imp$ica a rede"inição de Estado'
eD a rede"inição de Estado cria a sociedade civi$'
650) =alve0 seAa mais sensato admitir que, nos Dltimos anos, e isso não
somente no Lrasil, mas em boa parte das sociedades industriali0adas, as
$ronteiras entre o pDblico e o privado se modi$icaram de maneira radical,...
Assinale o comentário correto sobre a frase destacada:
aD o autor apresenta sua opinião de "orma perempt>ria'
6:P
&D o texto co$oca o Wrasi$ entre as sociedades industria$i)adas'
cD o autor a"irma -ue *0 outras opini.es mais sensatas so&re o tema'
dD o texto indica a di"erença entre o Wrasi$ e as sociedades industria$i)adas'
eD no Wrasi$, as modi"icaç.es não se processaram de "orma radica$'
651) ...trans$ormando os vel*os parEmetros... O termo destacado na frase do
texto não tem como significação adequada:
aD reu$amentos
&D princ#pios
cD mode$os
dD peças
eD $eis
652) As críticas presentes no texto se dirigem claramente:
aD aos /orna$istas
&D aos empres0rios
cD ao povo &rasi$eiro
dD aos dirientes do pa#s
eD aos inte$ectuais
69;
TEXTO XC
NIVEL TÉCNICO - MPU
HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
1om estas "$orestas de arran*a,c(us -ue vão crescendo, muita ente
pensa -ue passarin*o ( coisa s> de /ardim )oo$>ico+ e outros at( ac*am
-ue se/a apenas antiLidade de museu' 1ertamente, c*earemos $0''' mas,
por en-uanto, ainda existem &airros a"ortunados, onde *a/a uma
5 casa, casa -ue ten*a um -uinta$, -uinta$ -ue ten*a uma 0rvore' Wom
ser0 -ue essa 0rvore se/a a manueira3 pois nesse vasto pa$0cio verde
podem morar muitos passarin*os'
Os ve$*os cronistas encantaram,se com canind(s e araras, tuins e
sa&i0s, maracanãs e G-uere/u0s todos a)uis de cor "in#ssima'''H
10 N>s es-uecemos tudo3 -uando um poeta menciona um p0ssaro, o
$eitor pensa -ue ! $iteratura'''
Pois *0 um passarin*o c*amado &em,te,vi' 1reio -ue est0 para
aca&ar' E ( pena, pois, com esse nome -ue tem, e -ue ( a sua pr>pria vo),
devia estar em todas as repartiç.es p%&$icas Ie em muitos outros $uaresD,
15 numa e$eante aio$a, para no momento oportuno anunciar a sua
presença' 7eria um so&ressa$to providencia$ e so& "orma tão inocente e
arad0ve$ -ue ninu(m, decerto, se a&orreceria'
Fas o -ue me $eva a crer no desaparecimento do &em,te,vi são as
mudanças -ue começo a o&servar na sua vo)' O ano passado, a-ui
20 nas manueiras dos meus simp0ticos vi)in*os, apareceu um &em,te,vi
capric*oso, muito moderno, -ue se recusava a articu$ar as tr!s s#$a&as
tradicionais do seu nome' Limitava,se a ritar3 G''' te vi!''' te vi!'''H com a
maior irrever!ncia ramatica$' 1omo di)em -ue as %$timas eraç.es
andam muito re&e$des e novidadeiras, ac*ei natura$ -ue tam&(m os
25 passarin*os estivessem contaiados pe$o novo esti$o *umano'
Fas $oo a seuir, o mesmo passarin*o , o seu "i$*o, ou seu irmão,
como posso sa&er, com a "o$*aem cerrada da manueiraS animou,se a
uma aud0cia maior' Não -uis sa&er das duas s#$a&as, e ritava apenas,
da-ui, da$i, invis#ve$ e &rinca$*ão3 G''' ?i! '''vi! '''vi!'''H , o -ue me
30 pareceu ainda mais divertido'
O tempo passou' O &em,te,vi deve ter via/ado+ ta$ve) se/a
cosmonauta, ta$ve) ten*a voado com o seu time de "ute&o$''' A"ina$ tudo
pode acontecer com &em,te,vis tão proressistas, -ue rompem com o
canto da "am#$ia e mudam os $emas dos seus &ras.es' =a$ve) ten*a sido
35 atacado por esses criou$os "ortes -ue aora saem do mato de repente e
disparam sem ra)ão nen*uma contra o primeiro vivente -ue encontram'
Fas *o/e tornei a ouvir um &em,te,vi cantar' E cantava assim3 GWem,
&em&em,''',te,vi!H Pensei3 GQ uma nova esco$a po(tica -ue se e$eva das
manueiras!'''H Depois o passarin*o mudou' E "e)3 GWem,te,te,te,''',vi!H
40 =ornei a re"$etir3 GDeve ser pe-uenino e estuda a sua carti$*a'''H E o
passarin*o3 GWem,&em,&em,te,te,te,vi,vi,vi'''!H
Os ornit>$oos devem sa&er se isso ( caso comum ou raro' Eu
/amais tin*a ouvido coisa iua$' Fas as crianças, -ue sa&em mais do -ue
eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram, pensaram, e disseram3 GKue
695
45 enraçado! Mm &em,te,vi ao!H Então, ta$ve) se/a mesmo s>
aueira'''
I1ec#$ia Feire$es, %uadrante J, Rio de Taneiro, 5P@A, com adaptaç.esD
653) De acordo com a crônica, assinale a opção incorreta.
aD Os /ovens andam contaiados por um novo esti$o de vida'
&D J0 uma tend!ncia de -ue as pessoas es-ueçam as coisas do passado'
cD Nas randes cidades, s> se v! passarin*o no /ardim )oo$>ico e nos museus'
dD Os cronistas antios "icavam admirados com a rande -uantidade de p0ssaros
existentes'
eD A autora insinua -ue o &em,te,vi deveria estar nas repartiç.es p%&$icas como
sina$ de a$erta'
654) Assinale a opção correta.
aD O cen0rio era$ apresentado na crEnica ( uma pe-uena cidade do interior'
&D A manueira ( comparada a um Gpa$0cio verdeH I$in*a @D pe$a sua dimensão e
pe$a cor de sua "o$*aem+ nesse Gpa$0cioH podem se a&riar muitos passarin*os'
cD Os "uncion0rios p%&$icos "icariam contrariados, caso aparecesse um &em,te,vi
na repartição'
dD A ra)ão -ue $eva a autora a acreditar -ue o &em,te,vi sumiu ( o "ato de e$e ter
parado de cantar na manueira'
eD Est0 c$aro no texto -ue, na casa da autora, existiam muitas manueiras'
655) Nos três últimos parágrafos, a autora fala de dois bem-te-vis diferentes.
Assinale a opção que corresponde ao sentido contido nesses parágrafos.
aD A autora cr! -ue os ornit>$oos não sa&em exp$icar ao certo o -ue aconteceu
com o &em,te,vi'
&D A autora concorda p$enamente com as crianças acerca da aueira do &em,te,
vi'
cD A autora tem certe)a de -ue o primeiro &em,te,vi mirou para outra reião'
dD O seundo &em,te,vi ( experiente e &om cantador'
eD O seundo &em,te,vi modi"ica seu /eito de cantar'
656) Era ~achei natural que também os passarinhos estivessem contagiados
pelo novo estilo humano¨ (linha 24/25), a expressão destacada corresponde
semanticamente a:
aD pe$a modernidade
&D pe$a tradição
cD pe$a antiLidade
dD pe$a mudança
eD pe$a $iteratura
657)A locução verbal, formada por um verbo auxiliar e uma forma nominal,
expressa os diversos aspectos do desenvolvimento da ação verbal. Assinale a
opção em que a locução não corresponde ao aspecto verbal indicado.
696
aD G1om estas "$orestas de arran*a,c(us -ue vão crescendo¨ I$in*a 5D Y ação
proressiva
&D G1reio -ue está para acabar¨ I$in*as 56 e 5AD Y ação iminente
cD Gtudo pode acontecer¨ I$in*a A6YAAD Y ação poss#ve$
dD GFas *o/e tornei a ouvir¨ I$in*a ABD Y ação iterativa
eD GO &em,te,vi deve ter viajado¨ I$in*a A5D Y ação o&riat>ria
658) Em ~Limitava-se a gritar:`... te vi!... te vi!...` com a maior irreverência
gramatical.¨ (linha 22/23), a autora refere-se
aD ao uso da $inuaem co$o-uia$
&D ao uso indevido da pontuação
cD 2 co$ocação do pronome em pr>c$ise
dD 2 co$ocação do pronome em !nc$ise
eD 2 articu$ação incorreta do &em,te,vi
69A
TEXTO XCI
ATENDENTE 1UDICIÁRIO - TALCRIM
HOMEM NO MAR
De min*a varanda ve/o, entre 0rvores e te$*ados, o mar' Não *0 ninu(m na
praia, -ue resp$ende ao so$' O vento ( nordeste, e vai tanendo, a-ui e a$i, no &e$o
a)u$ das 0uas, pe-uenas espumas -ue marc*am a$uns seundos e morrem,
como &ic*os a$eres e *umi$des+ perto da terra a onda ( verde'
Fas perce&o um movimento em um ponto do mar+ ( um *omem nadando'
E$e nada a uma certa distRncia da praia, em &raçadas pausadas e "ortes+ nada a
"avor das 0uas e do vento, e as pe-uenas espumas -ue nascem e somem parecem
ir mais depressa do -ue e$e'
Tusto3 espumas são $eves, não são "eitas de nada, toda sua su&stRncia ( 0ua
e vento e $u), e o *omem tem sua carne, seus ossos, seu coração, todo seu corpo
a transportar na 0ua' E$e usa os m%scu$os com uma ca$ma en(rica+ avança'
1ertamente não suspeita de -ue um descon*ecido o v!, e o admira por-ue e$e
est0 nadando na praia deserta' Não sei de onde vem essa admiração, mas
encontro nesse *omem uma no&re)a ca$ma, sinto,me so$id0rio com e$e,
acompan*o o seu es"orço so$it0rio como se e$e estivesse cumprindo uma ve$*a
missão' T0 nadou em min*a presença uns tre)entos metros+ antes não sei+ duas
ve)es o perdi de vista, -uando e$e passou atr0s das 0rvores, mas esperei com toda
con"iança -ue reaparecesse sua ca&eça, e o movimento a$ternado de seus &raços'
Fais uns cin-Lenta metros, e o perderei de vista, pois um te$*ado o esconder0'
Kue e$e nade &em esses 9; ou @; metros+ isto me parece importante+ ( preciso
-ue conserve a mesma &atida de sua &raçada, e -ue eu o ve/a desaparecer assim
como o vi aparecer, no mesmo rumo, no mesmo ritmo, "orte, $ento, sereno' 7er0
per"eito+ a imaem desse *omem me "a) &em' Q apenas a imaem de um *omem,
e eu não poderia sa&er sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara' Estou
so$id0rio com e$e, e espero -ue e$e este/a comio' Kue e$e atin/a o te$*ado
verme$*o, e então eu poderei sair da varanda tran-Li$o, pensando , Gvi um
*omem so)in*o, nadando no mar+ -uando o vi e$e /0 estava nadando+
acompan*ei,o com atenção durante todo o tempo, e testemun*o -ue e$e nadou
sempre com "irme)a e correção+ esperei -ue e$e atinisse um te$*ado verme$*o, e
e$e o atiniuH'
Aora não sou mais respons0ve$ por e$e+ cumpri o meu dever, e e$e cumpriu
o seu' Admiro,o' Não consio sa&er em -ue reside, para mim, a rande)a de sua
tare"a+ e$e não estava "a)endo nen*um esto a "avor de a$u(m nem construindo
a$o de %ti$+ mas certamente "a)ia uma coisa &e$a, e a "a)ia de um modo puro e
viri$'
Não desço para ir esper0,$o na praia e $*e apertar a mão+ mas dou meu
si$encioso apoio, min*a atenção e min*a estima a esse descon*ecido, a esse
no&re anima$, a esse *omem, a esse correto irmão'
IRu&em WraaD
659) As ondas são várias vezes comparadas a bichos. Na visão do autor, o que
as ~animaliza¨ é:
69:
aD a imaem entrecortada por 0rvores e te$*ados
&D a distRncia em -ue e$e se encontra do mar
cD o vento -ue as empurra para a areia
dD o movimento do *omem -ue nada
660) Para o autor, as ondas são classificadas como humildes porque:
aD são vistas de $one pe$o autor'
&D "icam pe-uenas "rente 2 rande)a do mar'
cD parecem su&/uadas pe$o vento nordeste'
dD o&edecem 2 ordem para estourar na praia'
661) O autor, durante o texto, se transforma de espectador em químico e juiz.
Esta mudança se dá, respectivamente, em:
aD ''' Gest0 nadando na praia desertaH''' Y ''' G-uando e$e passou atr0s das
0rvoresH''' Y ''' Ga esse *omem, a esse correto irmãoH
&D ''' Gnade &em esses 9; ou @; metrosH''' Y''' Ga imaem desse *omem me "a)
&emH''' Y ''' Ge o perderei de vistaH
cD ''' 8! um *omem nadandoH Y Gtoda sua su&stRncia ( 0ua e vento e $u)H''' Y '''
Gmas dou meu si$encioso apoioH'''
dD ''' Gnada a "avor das 0uasH ''' Y ''' Gmin*a atenção e min*a estimaH ''' Y ''' Gum
*omem so)in*o no marH
662) ~Ele usa os músculos com uma calma enérgica;...¨ Na afirmação do
autor, há uma:
aD contradição, pois o ad/etivo anu$a o sentido do su&stantivo
&D comp$ementação, "eita pe$o autor, de$e com o nadador
cD coer!ncia de id(ias, /0 -ue se trata de m%scu$os
dD interação do *omem com o mar
663) A admiração do autor pelo homem que nadava não está justificada em:
aD "a)ia uma coisa esteticamente per"eita'
&D $utava para ser mais "orte -ue o mar'
cD mostrava viri$idade em seus estos'
dD *avia rande)a na sua tare"a'
664) ~Estou solidário com ele.¨ Segundo seu emprego, no texto, a palavra
sublinhada é antônimo de:
aD indo$ente
&D preocupado
cD atormentado
dD descompromissado
665) A narrativa do texto nos é dada através de uma percepção que é:
aD t0cti$
699
&D visua$
cD auditiva
dD sensitiva
69@
TEXTO XCII
CONTADOR - TRF 4a REGIÄO
As condiç.es em -ue vivem os presos, em nossos c0rceres super$otados,
deveriam assustar todos os -ue p$ane/am se tornar de$in-Lentes' Fas a
crimina$idade s> vem aumentando, causando medo e perp$exidade na popu$ação'
Fuitas vo)es t!m se $evantado em "avor do endurecimento das penas, da
manutenção das penas, da manutenção ou amp$iação da Lei dos 1rimes
Jediondos, da de"esa da sociedade contra o crime, en"im, do -ue se
convencionou c*amar Gdoutrina da $ei e da ordemH, apostando em tais camin*os
como "orma de dissuadir novas pr0ticas criminosas'
Cera$mente va$em,se de arumentos ret>ricos e emocionais, raramente
escorados em dados de rea$idade ou em estudos -ue apontem ser esse o me$*or
camin*o a seuir' Em&ora sedutora e aparentemente sintoni)ada com o
sentimento era$ de indinação, ta$ corrente aponta para o camin*o errado, para o
retorno ao direito pena$ vinativo e irraciona$, tão com&atido pe$o i$uminismo
/ur#dico'
O coro dessas vo)es aumenta exatamente -uando o overno aca&a de
encamin*ar ao 1onresso o antepro/eto do 1>dio Pena$, e$a&orado por
renomados /uristas, com participação da sociedade orani)ada, com o o&/etivo de
raciona$i)ar as penas, reservando a privação da $i&erdade somente aos -ue
cometerem crimes mais raves e, mesmo para esses, tendo sempre em vista
mecanismos de reinteração socia$'
Destaca,se o empreo das penas a$ternativas, como a prestação de serviços
2 comunidade, a compensação por danos causados, a restrição de direitos etc'
1ontra a id(ia de -ue o &andido ( um "ac#nora -ue optou por atacar a
sociedade, preva$ece a noção de -ue são as veron*osas condiç.es sociais e
econEmicas do Wrasi$ -ue eram a crimina$idade+ en-uanto essas não mudarem,
não *0 m0ica3 os crimes vão continuar aumentando, a despeito do maior rior
nas penas ou da mu$tip$icação de pres#dios'
IAdaptado de 1ar$os _eis' GDos de$itos e das penasH' Folha de São Paulo, =end!ncias e de&ates,
55Y55 Y6;;;D
666) O autor do texto mostra-se:
aD identi"icado com o coro das vo)es -ue se $evantam em "avor da ap$icação de
penas mais riorosas
&D identi"icado com doutrina -ue se convencionou c*amar Gda $ei e da ordemH
cD contr0rio 2-ue$es -ue encontram nas causas sociais e econEmicas a ra)ão
maior das pr0ticas criminosas
dD contr0rio 2 corrente dos -ue de"endem, entre outras medidas, a amp$iação da
Lei dos 1rimes Jediondos
eD contr0rio 2-ue$es -ue de"endem o empreo das penas a$ternativas em
su&stituição 2 privação da $i&erdade
667) Considere as seguintes afirmações:
69B
I. Não é mais do que uma simples coincidência o fato de que a intensificação
das vozes favoráveis ao endurecimento das penas ocorre simultaneamente ao
envio ao Congresso do anteprojeto do Código Penal.
II. A afirmação de que há vozes em favor da manutenção da Lei dos Crimes
Hediondos deixa implícito que a vigência futura dessa lei está ameaçada.
III Estabelece-se uma franca oposição entre os que defendem a ~doutrina da
lei e da ordem¨ e os que julgam ser o bandido um facínora que age por opção.
Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em
a) I
b) II
c) III
d) I e II
e) II eIII
668) Está corretamente traduzido o sentido de uma expressão do texto,
considerando-se o contexto, em:
aD Em&ora sedutora e aparentemente sintoni)ada N Fa$rado atrativa e
parcia$mente sincroni)ada
&D "orma de dissuadir N modo de rati"icar
cD tão com&atido pe$o i$uminismo /ur#dico N de ta$ modo restrinido pe$o
irraciona$ismo /ur#dico
dD a despeito do maior rior nas penas N em con"ormidade com o aravamento
das puniç.es
eD mecanismos de reinteração socia$ N meios para reinserção na sociedade
669) Por ~iluminismo jurídico¨ deve-se entender a
aD doutrina /ur#dica -ue de"ende o car0ter vindicativo da $eis$ação
&D corrente dos /uristas -ue representam a Gdoutrina da $ei e da ordemH
cD tradição /ur#dica assentada em "undamentos criteriosos e raciona$istas
dD doutrina /ur#dica -ue se va$e de uma arumentação ret>rica
eD corrente dos /uristas -ue se identi"icam com o sentimento era$ de indinação
698
TEXTO XCIII
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - FIOCRUZ
AIDS: PAIS PLANE1A TESE DE VACINA EM MASSA
T0 começaram os preparativos para rea$i)ar no Wrasi$ testes em $ara
esca$a de uma vacina experimenta$ contra a Aids' 1om "inanciamento de
M7c 5,8 mi$*ão do Coverno americano, o $a&orat>rio de pes-uisa em
Aids do Jospita$ 1$ementino <raa <i$*o IMR<TD inicia em
5 a&ri$ a se$eção de mi$ pessoas para determinar a incid!ncia do JI? em
*omossexuais e &issexuais de 58 a A9 anos, nos pr>ximos tr!s anos, e
ava$iar um es-uema vi0ve$ de recrutamento de vo$unt0rios para testar
uma vacina em mi$*ares de &rasi$eiros'
Recentemente, nos Estados Mnidos, uma vacina experimenta$
10 atiniu as condiç.es exiidas para ser testada em $ara esca$a, mas
não *avia in"ra,estrutura para recrutar os cerca de 6; mi$ vo$unt0rios
necess0rios' 1om esse pro/eto, -ueremos criar essa in"ra,estrutura no
Wrasi$ antes -ue se desenvo$va um produto e"ica) , exp$icou Fauro
7c*ec*ter, c*e"e do $a&orat>rio'
15 Os vo$unt0rios serão recrutados entre os indiv#duos -ue procuram os
1entros de =estaem AnEnima I1=AD do Jospita$ 7ão <rancisco de Assis
IM<RTD, do Jospita$ Roc*a Faia e de Fadureira Ia ser inauuradoD' Os
dois primeiros "a)em entre B;; e mi$ testes de Aids por m!s' Em 59^ do
tota$, aproximadamente, o resu$tado ( positivo' =odos 20 os indiv#duos
do rupo estudado -ue "i)erem testes de JI? nos 1=As serão in"ormados
so&re o prorama e como podem participar'
, 1omparando a -uantidade de pessoas atendidas nesses centros
com o n%mero das -ue se interessarem em participar de um teste em $ara
esca$a, ava$iaremos se a popu$ação a -ue se tem acesso ( de
25 taman*o su"iciente para o teste , disse'
Para determinar a incid!ncia da in"ecção pe$o v#rus da Aids na
amostra se$ecionada, serão "eitos, a cada seis meses, exames $a&oratoriais
para detectar a presença do JI? e de outros v#rus causadores de doenças
sexua$mente transmiss#veis no sanue dos vo$unt0rios' 1om o mesmo
30 interva$o de tempo, essas pessoas deverão responder a -uestion0rios
so&re seu comportamento com re$ação 2 Aids'
, O o&/etivo ( sa&er -uais são os "atores &io$>icos e
comportamentais -ue predisp.em 2 in"ecção , in"ormou 7c*ec*ter'
Os vo$unt0rios terão dois m(dicos 2 disposição para
35 esc$arecimento de d%vidas so&re Aids e doenças sexua$mente
transmiss#veis' A$(m disso, poderão participar de o"icinas so&re pr0ticas
de sexo seuro e rece&erão preservativos para evitarem a contaminação
pe$o v#rus'
No m!s passado, a <undação Instituto Osda$do 1ru) I<iocru)D
40 iniciou, em con/unto com a 7ecretaria de 7a%de do Estado de 7ão
Pau$o e a Mniversidade <edera$ de Finas Cerais IM<FCD, um pro/eto
seme$*ante de veri"icação de incid!ncia do JI? em *omossexuais e
69P
&issexuais entre 58 e 9; anos' 7omente no Rio serão acompan*ados 9;;
indiv#duos durante um ano'
45 O pro/eto, -ue ser0 estendido a mu$*eres e crianças, tem o apoio da
Orani)ação Fundia$ de 7a%de IOF7D e pretende "ornecer dados
estat#sticos so&re a propaação da Aids no pa#s' Os resu$tados a/udarão a
ca$cu$ar em -ue amostra da popu$ação deverão ser rea$i)ados os testes e
uma vacina anti,JI? em massa'
IO C$o&o, 59Y;5 YYP9, p' A@D
670) O texto só não faz menção ao seguinte assunto:
aD esc$arecimentos so&re doenças ven(reas
&D estudo so&re o comportamento *umano em re$ação 2 Aids
cD recrutamento de vo$unt0rios para uma vacina experimenta$
dD veri"icação da incid!ncia da Aids nos c*amados Grupos de riscoH
eD o pape$ da Orani)ação Fundia$ de 7a%de no com&ate 2 Aids
671) Dentre as afirmativas abaixo, a que não se encontra no texto é:
aD T0 *0 no Wrasi$ um pro/eto -ue visa veri"icar a incid!ncia do JI? em
determinada "aixa da popu$ação'
&D Os -uestion0rios so&re comportamento poderão a&rir camin*o para uma nova
droa contra a Aids'
cD Os testes em $ara esca$a de uma vacina contra a Aids estão condicionados a
um es-uema e"ica) de recrutamento de vo$unt0rios'
dD Os 1entros de =estaem AnEnima in"ormarão aos interessados como poderão
participar do teste de uma vacina contra a Aids'
eD A se$eção das pessoas para a pes-uisa do Jospita$ 1$ementino <raa tam&(m
servir0 para -ue se ava$ie a ap$icação dos testes de uma vacina em mi$*ares de
vo$unt0rios'
672) Segundo o texto, o convênio firmado entre a Fundação Oswaldo Cruz, a
Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e a Universidade Federal de
Minas Gerais visa atingir o seguinte objetivo:
aD Dar condiç.es 2s demais instituiç.es &rasi$eiras para ap$icar em vo$unt0rios os
testes de uma vacina experimenta$ contra a Aids'
&D Preparar a in"ra,estrutura necess0ria para a ap$icação da vacina experimenta$
contra a Aids'
cD Levantar os "atores &io$>icos e comportamentais -ue predisp.em o *omem 2
in"ecção'
dD Estender a mu$*eres e crianças o teste de uma vacina experimenta$ contra a
Aids'
eD ?eri"icar a incid!ncia da Aids em um rupo de pessoas com caracter#sticas
predeterminadas'
673) Segundo o texto, a distribuição de preservativos tem o seguinte objetivo:
aD Incentivar a pr0tica do sexo seuro'
6@;
&D Preservar a contaminação dos vo$unt0rios'
cD Evitar a pro$i"eração do v#rus nos vo$unt0rios'
dD Preparar os vo$unt0rios para as o"icinas so&re pr0tica do sexo seuro'
eD Resuardar os vo$unt0rios de d%vidas -uanto 2s doenças sexua$mente
transmiss#veis'
674) Quanto ao teste a ser aplicado no Brasil, o texto afirma que:
aD sua ap$icação est0 condicionada 2 criação de o"icinas so&re pr0ticas de sexo
seuro'
&D serão "eitos exames mensais para detectar a presença do JI? no sanue dos
vo$unt0rios'
cD os vo$unt0rios serão esco$*idos entre a-ue$es -ue procuram os 1entros de
=estaem AnEnima'
dD seu o&/etivo ( e$a&orar um -uestion0rio e"iciente para $evantar o per"i$
comportamenta$ dos vo$unt0rios'
eD serão convocados dois m(dicos para esc$arecer aos vo$unt0rios a me$*or
maneira de responder ao -uestion0rio so&re comportamento sexua$'
675) A Organização Mundial de Saúde ofereceu apoio ao projeto de que
participa a seguinte instituição:
aD Jospita$ Roc*a Faia
&D Jospita$ 7ão <rancisco de Assis
cD Jospita$ 1$ementino <raa <i$*o
dD Mniversidade <edera$ de Finas Cerais
eD 1entro de =estaem AnEnima de Fadureira
676) Segundo o texto, a vacina experimental norte-americana não foi testada
devido ao seguinte fato:
aD Não *ouve possi&i$idade de recrutamento dos vo$unt0rios necess0rios'
&D A e"ic0cia da vacina s> poder0 ser ava$iada nos pr>ximos tr!s anos'
cD *avia necessidade de se desenvo$ver um produto mais e"ica) antes de $evar
adiante a experi!ncia'
dD O "inanciamento de M7c 5,8 mi$*ão "oi concedido a uma instituição &rasi$eira,
o Jospita$ 1$ementino <raa <i$*o'
eD 1omo os testes s> poderiam ser ap$icados em mais de mi$ pessoas, não *avia
in"ra,estrutura para ta$ empreendimento'
677) O texto informa que será possível saber se o número de pessoas
disponíveis para o teste da vacina experimental é suficiente em função dos
seguintes dados:
aD O n%mero de pessoas atendidas nos 1entros de =estaem AnEnima e o n%mero
de pessoas interessadas em um teste de randes proporç.es'
&D O percentua$ de *omossexuais e &issexuais -ue ser0 pes-uisado, somado ao
n%mero de pessoas interessadas em vacinas experimentais'
6@5
cD O n%mero de indiv#duos exc$u#dos dos 1entros de =estaem AnEnima e o
percentua$ de pessoas dispostas a participar de um teste em $ara esca$a'
dD O percentua$ de indiv#duos sadios -ue procuram os 1entros de =estaem
AnEnima e o n%mero de indiv#duos -ue podem participar de testes em $ara
esca$a'
eD O n%mero de pessoas in"ectadas -ue procuram os 1entros de =estaem
AnEnima e o percentua$ de pessoas não,in"ectadas -ue se interessam pe$a
pes-uisa'
678) O texto informa que uma pesquisa acerca da incidência do HIV, a ser
desenvolvida nos próximos três anos, será aplicada em:
aD mu$*eres e crianças
&D cerca de 6; mi$ vo$unt0rios
cD *omossexuais entre 58 e 9; anos
dD *omossexuais e &issexuais de 58 a A9 anos
eD vo$unt0rios -ue procuram os 1entros de =estaem AnEnima
679) O texto vincula a participação da Organização Mundial de Saúde em
um projeto desenvolvido por entidades brasileiras na forma de um:
aD aux#$io $o#stico
&D apoio instituciona$
cD incentivo pecuni0rio
dD amparo orani)aciona$
eD assessoramento operaciona$
6@6
TEXTO XCIV
ESCRITURÁRIO - BANCO DO BRASIL
TEXTO 1
CONSUMIR NÄO É PECADO
A maneira como o consumo é visto no Brasil explica um bocado de coisas
Fuita ente no Wrasi$ v! o consumismo como um esto um pouco
no&re' Atri&uem,se 2 sua $>ica coisas como a depauperação dos va$ores e o
acirramento de desiua$dades sociais' Essa postura est0 re"$etida /0 em
nosso $(xico' O ver&o GconsumirH, seundo o
Aur!lio, 5 sini"ica3 G5' Castar ou corroer at( a destruição+ devorar, destruir,
extinuir m'''n 6' Castar, ani-ui$ar, anu$ar m'''n A' En"ra-uecer, a&ater m'''n :'
Desostar, a"$iir, modi"icar m'''n 9' <a)er es-uecer, apaar m'''n @' Castar,
esotar m'''nH' Os sentidos são neativos+ as condiç.es, pe/orativas' Não *0
uma %nica re"er!ncia 2 id(ia de comprar ou ad-uirir' Fuito menos uma
10 associação com o ato de satis"a)er uma necessidade ou saciar um dese/o'
Mm marciano de &oa #ndo$e, -ue tivesse c*eado 2 =erra pe$o Wrasi$ e
estivesse estudando a *umanidade munido da $#nua portuuesa, certamente
anotaria na aenda -ue GconsumirH ( uma das coisas ruins -ue se "a)em por
a-ui' I'''D
15 Por -ue, en"im, tantas reservas em re$ação ao consumoS
O primeiro "oco de exp$icação para essa antipatia reside no "ato de -ue
nossa economia "ec*ada sempre encurra$ou os consumidores no pa#s' A
"a$ta de um $e-ue e"etivo de opç.es de compra tem deixado os
consumidores 2 merc! dos produtores no Wrasi$' Não por acaso, os
20 apo$oistas do consumo entre n>s t!m sido &asicamente a-ue$es -ue
podem exercer seu inc*ado poder de compra sem tomar con*ecimento
das "ronteiras nacionais' O resto da popu$ação, mantida em situação
vu$ner0ve$, inora os &ene"#cios de uma economia &aseada no consumo'
Fais do -ue isso, o entrinc*eiramento de consumidores no mercado
25 dom(stico "e), ao $ono dos anos, com -ue a pr>pria imaem do
c$iente se deturpasse no pa#s' No capita$ismo avançado, a o"erta corre
atr0s da demanda , o vendedor $ison/eia o comprador, trata,o &em,
estende 2 sua "rente o tapete verme$*o'
No Wrasi$, ao contr0rio, os c$ientes servem 2s empresas
30 documente' Q como se o capita$ no pa#s, ao produ)ir e vender, "i)esse
um "avor aos consumidores' Kuem tem c*i$i-ues para ter seus capric*os,
dese/os e necessidades atendidos por a-ui são os produtores, e não os
c$ientes , um disparate' I'''D
7> se pode "a$ar e"etivamente em sociedade de consumo se a
35 competição entre os produtores "or a&erta, auda e /usta' Essa ( a
a$avanca -ue co$oca o consumidor no camarote, no centro e acima da
arena econEmica' I'''D
A seunda exp$icação para as travas &rasi$eiras em re$ação ao
consumo est0 no "ato de -ue e$e, en-uanto acesso a &enesses materiais,
40 sempre "oi privi$(io de poucos no pa#s' Outra ve) a estrutura socia$
"endida em dois extremos, -ue ar-uitetamos no passado, a)ucrina nosso
6@A
presente e atravanca nosso "uturo' 1om um deta$*e3 o aparecimento de
*0&itos de consumo avançados nos %$timos anos, na porção a&astada da
sociedade &rasi$eira, acarretou um aumento das tens.es em re$ação 2
45 porção destitu#da' I'''D
Para responder a esse seundo "oco de cr#tica, ( necess0rio perce&er
-ue uma sociedade de consumo não "unciona se não se "i)er extensiva a
todos os indiv#duos' O acesso ao consumo ( um direito individua$ sine
qua non em uma economia desenvo$vida' I'''D
50 Ao trans"ormar o sertane/o, o peão, o matuto em consumidores, o
consumo se reve$a um m(todo extremamente e"ica) para interar os
exc$u#dos e estender a cidadania a todos os &rasi$eiros' Passando ao $aro
de discursos randi$o-Lentes e demaoias ocas, o advento de uma
sociedade de consumo no Wrasi$ "uncionaria como ata$*o
55 econEmico para a so$ução de muitas de nossas ma)e$as' I'''D
IAdriano 7i$va,EXAFE,AY56YPB, adaptadoD
680) Com a alusão às definições do verbo consumir, o autor pretende:
aD demonstrar o cuidado com o sini"icado no uso de determinadas pa$avras'
&D en"ati)ar a id(ia de consumismo como a$o pre/udicia$ 2 sociedade'
cD esc$arecer -ua$-uer d%vida -ue o $eitor possa ter -uanto 2 sini"icação do
termo'
dD exp$icar o comportamento preconceituoso de muita ente -uanto ao ato de
consumir'
eD mostrar a incoer!ncia entre o sini"icado do termo e o comportamento das
pessoas'
681) Para o autor, o consumismo se constitui na(o):
aD maneira mais "0ci$ de manipu$ar as massas
&D "orma de exacer&ar os desn#veis sociais
cD estrat(ia -ue trans"orma o consumidor em cidadão
dD est#mu$o 2 depauperação de va$ores
eD *0&ito caracter#stico de pa#ses do terceiro mundo
682) O texto aponta como uma das razões para a idéia deturpada de
consumidor que há no país:
aD o entrinc*eiramento de consumidores no mercado dom(stico
&D o advento de uma sociedade de consumo
cD a sociedade de consumo extensiva a todos
dD a trans"ormação do sertane/o, do peão e do matuto em consumidores
eD discursos randi$o-Lentes e demaoias ocas
683) Segundo o autor, existe uma tensão entre a classe privilegiada e a classe
destituída. Essa tensão é causada por:
aD avanço cu$tura$ das c$asses a&astadas
&D inorRncia da porção destitu#da da sociedade
6@:
cD resist!ncia da sociedade a uma economia desenvo$vida
dD desiua$dade de condiç.es de acesso aos &ens
eD travas &rasi$eiras em re$ação ao consumo
684) A expressão ~Não por acaso¨ (l. 19), ao iniciar o período, indica:
aD /usti"icativa
&D !n"ase
cD indaação
dD concessão
eD "ina$idade
685) Em ~...o vendedor lisonjeia o comprador, trata-o bem, estende à sua
frente o tapete vermelho.¨ (l. 27/28); estende o tapete vermelho seria uma
comparação dos compradores a:
aD consumidores desatentos
&D apo$oistas do consumo
cD produtores vu$ner0veis
dD visitantes i$ustres
eD empres0rios e"icientes
686) A atitude dos produtores em relação aos consumidores e o fato de que só
parte da sociedade tem a prerrogativa do consumo são apresentados pelo
autor como:
aD motivos da demanda da parte vu$ner0ve$ da popu$ação
&D conse-L!ncias de uma apo$oia ao consumismo
cD exp$icaç.es para as reservas em re$ação ao consumo
dD resu$tados da trans"ormação dos destitu#dos em cidadãos
eD so$uç.es para o acesso indiscriminado ao consumo
6@9
TEXTO XCV
ESCRITURÁRIO - BANCO DO BRASIL
TEXTO II
MODERNIDADE É HUMANIDADE
Pensar -ua$ o processo de desenvo$vimento -ue -ueremos ( um dos
pontos "undamentais da Ação pe$o Empreo e o Desenvo$vimento' =emos
uma massa de desempreados de G-uarto mundoH en-uanto a c$asse
empresaria$, ao pensar em empreo,
pensa 5 em um mercado para pa#s de Gprimeiro mundoH' Kuando
pensamos em empreo pensamos em crescimento, em interação no
processo produtivoS O -ue passa exatamente pe$a ca&eça da sociedade e
dos empres0rios -ue convivem com a "ant0stica situação dos pa#ses do
primeiro mundo -ue t!m um PIW sensaciona$''' e o desempreo iua$S
10 O rande desa"io co$ocado *o/e, principa$mente para a ci!ncia e a
tecno$oia, (3 como podemos pensar uma sociedade onde *a/a $uar,
espaço e ocupação para todos os seus mem&rosS Mm processo capa) de
incorporar e não de exc$uir e marina$i)ar, at( por-ue não inventamos
ainda uma sociedade onde 9^ tra&a$*am e P9^ vivem de &o$sa de estudo,
15 ou de &o$sa de consumo' 7eria uma "orma de distri&uir a ri-ue)a, dar
Gva$e cidadaniaH pra todo mundo' O su/eito iria com o seu va$e e teria
sa%de, educação, &o$sa de a$imentação' 7em d%vida, um -uadro
"ormid0ve$, mas tota$mente irrea$'
O pro&$ema imediato ( pensar primeiro o desenvo$vimento
20 *umano' Q essa a rande -uestão -ue desa"ia a ci!ncia e, portanto, as
pes-uisas e a tecno$oia a terem como principa$ parRmetro a sociedade' Na
verdade, estamos diante de uma -uestão (tica' A -uem serve nosso
con*ecimentoS A -uem serve a economiaS Para -uem exatamente
pensamos o desenvo$vimentoS Para darmos respostas a estes pro&$emas,
25 "ica imposs#ve$ o$*ar pe$o retrovisor' Q preciso pensar o "uturo, em
como reinventar a sociedade, isto (, as re$aç.es cu$turais e econEmicas e
as re$aç.es de poder' 1om essa visão, a ci!ncia e a tecno$oia podem
per"eitamente -uestionar o mundo atua$ e contri&uir para criar um novo,
por-ue este, de"initivamente, não est0 dando certo'
30 O -ue ( importante perce&er ( -ue estamos *o/e diante da
consci!ncia de -ue o desenvo$vimento *umano se constitui no rande
desa"io moderno' Fodernidade ( *umanidade' E essa visão s> ( poss#ve$
para -uem pensa a sociedade do ponto de vista (tico' I'''D
Ironias 2 parte, entendo -ue, deste ponto de vista, a
35 contri&uição das universidade e tam&(m do mundo empresaria$, apesar
de sua visão imediatista e muito $iada ao primeiro mundo, ( da maior
importRncia, por-ue, -uando -ua$-uer setor co$oca como -uestão centra$ a
esta&i$i)ação da economia, "a) aterrissar no centro de nossa aenda um
pro&$ema, -uando a -uestão centra$ (3 como e$iminar, num pra)o dino, a
40 mis(ria, a indi!ncia e a "omeS E ( para isso -ue inte$i!ncias e
vontades t!m -ue se diriir'
6@@
Kuando co$ocamos o empreo como arma contra a mis(ria,
apontamos camin*os e sa#mos Wrasi$ a"ora co&rando essa resposta, por-ue
não temos mais tempo' Estamos correndo contra o tempo, contra
45 esta tra(dia -ue se esta&e$eceu no pa#s' O Wrasi$ não pode mais
aumentar a sua taxa de indi!ncia, sua massa de indientes' Não "a$amos
mais de po&re)a e sim de indi!ncia , o estado extremo da mis(ria'
A Ação da 1idadania contra a Fis(ria e pe$a ?ida e a Ação pe$o
Empreo e o Desenvo$vimento existem, crescem e ecoam *o/e em
50 mi$*ares de comit!s, na mais densa corrente de so$idariedade /0
constru#da nos %$timos tempos, por-ue , mesmo sa&endo -ue est0 "a)endo
o camin*o da *ist>ria pe$a contramão , a sociedade &rasi$eira con"ia na
mudança'
IJERWER= DE 7OMZA , AdaptadoD
687) Pode-se depreender da leitura do primeiro parágrafo que:
aD *0, no pa#s, uma massa de desempreados de G-uarto mundoH auardando uma
oportunidade de se incorporar 2 c$asse empresaria$'
&D *0 um descompasso entre as expectativas dos empres0rios -uanto ao mercado
e o n#ve$ dos desempreados'
cD para o autor, ( a massa de desempreados de G-uarto mundoH -ue "ar0 su&ir o
PIW naciona$'
dD ao pensar em mercado de primeiro mundo, a c$asse empresaria$ demonstra
inorar o pro&$ema do desempreo'
eD a Ação pe$o Empreo e o Desenvo$vimento "oi criada para -ue pudesse *aver a
esta&i$i)ação da moeda'
688) Em ~Seria uma forma de distribuir a riqueza, dar `vale cidadania` pra
todo mundo¨. (/. 15/16), a expressão sublinhada reflete uma ironia do autor
porque:
aD a cidadania não ( con-uistada atrav(s de um va$e'
&D a ri-ue)a, num pa#s, distri&ui,se por meio de donativos'
cD a distri&uição de va$es não admite a exc$usão socia$'
dD as &o$sas de consumo propiciam as trans"ormaç.es sociais'
eD os su&s#dios des"a)em a desiua$dade socia$'
689) No quarto parágrafo o autor afirma: ~Modernidade é humanidade. E
essa visão só é possível para quem pensa a sociedade do ponto de vista ético.¨
(/. 32-33). Assinale a opção que NÄO confirma esta idéia.
aD Mm pa#s avança e se desenvo$ve satis"atoriamente -uando *0 a ade-uada
interação da sociedade ao processo produtivo'
&D 1i!ncia e tecno$oia constituem "atores indispens0veis ao desenvo$vimento, se
tiverem como parRmetro a sociedade'
cD O crescimento de um pa#s se d0 2 medida -ue *0 a prioridade para o
desenvo$vimento *umano'
6@B
dD O empreo deve ser sempre p$ane/ado em "unção do tipo de desenvo$vimento
-ue se -uer para o pa#s'
eD O crescimento de um pa#s mede,se pe$o comportamento de primeiro mundo,
demonstrado pe$a sociedade'
690)Em G'''e também do mundo empresarial, apesar de sua visão imediatista
e muito ligada ao primeiro mundo...¨ -l. 35-36), a parte sublinhada pode ser
substituída, sem alteração de sentido, por:
aD -uanto 2 sua visão imediatista
&D caso se/a sua visão imediatista
cD em ra)ão da sua visão imediatista
dD en-uanto sua visão ! imediatista
eD ainda -ue considerando sua visão imediatista
691) Leia atentamente a afirmativa:
A exclusão social poderá ser afastada pela. Analise os trechos abaixo,
preenchendo os parênteses com (V) ou (F), conforme completem a afirmativa
dada de modo verdadeiro ou falso, segundo o sentido geral do texto. A
seqüência correta é:
( ) possibilidade de ocupação para todos os membros da sociedade
( ) distribuição equânime da riqueza
( ) alienação do indivíduo do processo produtivo
( ) eliminação da taxa de indigência
( ) volta aos processos de desenvolvimento do passado
aD <,?,?,?,<
&D <,<,?,<,<
cD ?,?,<,?,<
dD ?,?,<,?,?
eD ?,?,?,<,?
692) Os textos I e II apresentam como preocupação comum o (a); (Para
resolver esta questão, é necessário voltar ao texto anterior, n° XCIV, pois
ambos pertencem à mesma prova.)
aD desenvo$vimento da tecno$oia
&D -uestionamento da modernidade
cD competição entre os produtores
dD distRncia entre as camadas sociais
eD distri&uição de parce$as do poder entre as c$asses
6@8
TEXTO XCVI
OF. DE 1USTIÇA AVALIADOR - CORREGEDORIA/R1
A LIBERDADE E O CONSUMO
Kuantos morreram pe$a $i&erdade de sua p0triaS Kuantos "oram presos ou
espancados pe$a $i&erdade de di)er o -ue pensamS
Kuantos $utaram pe$a $i&ertação dos escravosS
No p$ano inte$ectua$, o tema da $i&erdade ocupa as me$*ores ca&eças, desde
P$atão e 7>crates, passando por 7anto Aostin*o, 7pino)a, Loc]e, Jo&&es,
Jee$, fant, 7tuart Fi$$, =o$stoi e muitos outros' 1omo conci$iar a $i&erdade com
a inevit0ve$ ação restritiva do EstadoS 1omo as $i&erdades essenciais se
trans"ormam em direitos do cidadãoS Essas -uest.es puseram em c*o-ue os
me$*ores neurEnios da "i$oso"ia, mas não "oram as %nicas a a$vani)ar
controv(rsias'
Fas vivemos *o/e em uma sociedade em -ue a maioria /0 não so"re
aress.es a essas $i&erdades tão vitais, cu/a con-uista ou recon-uista
desencadeou descomunais enerias "#sicas e inte$ectuais' Nosso apetite pe$a
$i&erdade se a&uruesou' <oi atra#do IcorrompidoSD pe$as tentaç.es da sociedade
de consumo'
O -ue ! perce&ido como $i&erdade para um pacato cidadão contemporRneo
-ue vota, "a$a o -ue -uer, vive so& o manto da $ei Iainda -ue capenaD e tem
direito de mover,se $ivrementeS
O primeiro temp$o da $i&erdade &uruesa ( o supermercado' Em -ue pesem
as anustiantes restriç.es do contrac*e-ue, são as prate$eiras a&undantemente
supridas -ue satis"a)em a $i&erdade do consumo Inão "a) muitas d(cadas, nas
prate$eiras dos nossos arma)(ns ora "a$tava manteia, ora $eite, ora "ei/ãoD' Não
*ouve idea$ comunista -ue resistisse 2s tentaç.es do supermercado' Loo depois
da -ueda do Furo de Wer$im, comer uma &anana virou #cone da $i&erdade no
Leste Europeu'
A seunda $i&erdade moderna ( o transporte pr>prio' WF_ ou &icic$eta, o
-ue conta ( a sensação de poder sentar,se ao ve#cu$o e reso$ver em -ue direção
partir' Podemos at( não ir a $uar a$um, mas ( ostoso sa&er -ue *0 um ve#cu$o
parado 2 porta, concedendo permanentemente a $i&erdade de ir, se/a aonde "or'
A$u(m /0 disse -ue a ?espa e a Lam&retta tiraram o "ervor revo$ucion0rio -ue
poderia ter $evado a It0$ia ao comunismo'
A terceira $i&erdade ( a te$evisão' Q a /ane$a para o mundo' Q a $i&erdade de
esco$*er os canais Irestritos em pa#ses tota$it0riosD, de ver um prorama im&eci$
ou um /oo, ou estar tão perto das not#cias -uanto um presidente da Rep%&$ica ,
-ue nos momentos dram0ticos pode assistir 2s mesmas cenas pe$a 1NN' Q estar
pr>ximo de reis, *er>is, criminosos, superat$etas ou ca"a/estes metamor"oseados
em apresentadores de =?'
Mma G$i&erdadeH recente ( o te$e"one ce$u$ar' Q o ostin*o todo especia$ de
ser capa) de "a$ar com -ua$-uer pessoa, em -ua$-uer momento, onde -uer -ue se
este/a' ImportanteS Para a$umas pessoas, ( uma revo$ução no cotidiano e na
pro"issão' Para outras, ( apenas o pra)er de sa&er -ue a distRncia não mais
cerceia a comunicação, por &o&a -ue se/a'
6@P
J0 ainda uma %$tima $i&erdade, mais nova, ainda e$iti)ada3 a internet e o
correio e$etrEnico' Q um correio sem as perip(cias e demoras do carteiro,
instantRneo, sem remorsos pe$o taman*o da mensaem I-ue se dane o
destinat0rio do nosso attac*ment mea&0iticoD e -ue est0 a nosso dispor, onde
-uer -ue este/amos' E acop$ado a e$e vem a de&, com sua caco"onia de
in"ormaç.es, excessivas e desencontradas, onde se compra e vende, consomem,
se "i$oso"ia e pornora"ia, arte e empu$*ação'
1ausa certo descon"orto inte$ectua$ ver su&stitu#das por o&/etos de consumo
as discuss.es "i$os>"icas so&re $i&erdade e o *ero#smo dos atos -ue $evaram 2 sua
preservação em m%$tip$os dom#nios da exist!ncia *umana' Fas assim ( a nossa
nature)a, s> nos preocuparmos com o -ue não temos ou com o -ue est0
ameaçado' 7e *0 um conso$o nisso, e$e est0 no sa&er -ue a preemin!ncia de
nossas $i&erdades consumistas marca a vit>ria de *avermos con-uistado as outras
$i&erdades, mais vitais' Fas, in"e$i)mente, de$eitar,se com a a$ienação do
consumismo est0 "ora do *ori)onte de muitos' E, se o "i$>so"o Toãosin*o =rinta
tem ra)ão, não ( por desden*ar os $uxos, mas por não poder des"rut0,$os'
I1$0udio de Foura 1astro' ?e/a 5B56,;8Y;8Y;5D
693) O primeiro parágrafo do texto apresenta:
aD uma s(rie de peruntas -ue são respondidas no desenro$ar do texto
&D uma estrutura -ue procura destacar os itens &0sicos do tema discutido no texto
cD um -uestionamento -ue pretende despertar o interesse do $eitor pe$as respostas
dD um con/unto de peruntas ret>ricas, ou se/a, -ue não necessitam de respostas
eD umas -uest.es -ue pretendem rea$çar o va$or *ist>rico de a$uns *er>is
nacionais
694) Nos itens abaixo, o emprego da conjunção OU (em maiúsculas) só tem
nítido valor alternativo em:
aD GKuantos "oram presos OM espancados pe$a $i&erdade de di)er o -ue pensamSH
&D GA seunda $i&erdade moderna ( o transporte pr>prio, WF_ OM &icic$eta'''H
cD G'''de ver um prorama im&eci$ ou um /oo, OM estar tão perto das not#cias'''H
dD G'''s> nos preocupamos com o -ue não temos OM com o -ue est0 ameaçado'H
eD 8# estar pr>ximo de reis, *er>is, criminosos, superat$etas OM ca"a/estes'''H
695) O item abaixo que indica corretamente o significado da palavra em
maiúsculas no texto é:
aD G'''mas não "oram as %nicas a CAL?ANIZAR controv(rsias'H discutir
&D G'''comer uma &anana virou um j1ONE da $i&erdade no Leste europeu'H ,
"antasia
cD G'''consomem,se "i$oso"ia e pornora"ia, arte e EFPMLJAoÃO'H+ , rosseria
dD G'''ca"a/estes FE=AFOR<O7EADO7 em apresentadores de =?'H
des"iurados
eD G'''-ue a distRncia não mais 1ER1EIA a comunicação'''H , impede
6B;
696) ~Como conciliar a liberdade com a inevitável ação restritiva do
Estado?¨; nesse segmento do texto, o articulista afirma que:
aD o Estado ae o&riatoriamente contra a $i&erdade
&D ( imposs#ve$ *aver $i&erdade e overno ditatoria$
cD ainda não se c*eou a unir os cidadãos e o overno
dD cidadãos e overno devem tra&a$*ar /untos pe$a $i&erdade
eD o Estado ( o respons0ve$ pe$a $i&erdade da popu$ação
697) ~O primeiro templo da liberdade burguesa é o supermercado. Em que
pesem as angustiantes restrições do contracheque, são as prateleiras
abundantemente supridas que satisfazem a liberdade do consumo...¨; o
segmento sublinhado corresponde semanticamente a:
aD as despesas do supermercado são muito pesadas no orçamento dom(stico'
&D os sa$0rios não permitem -ue se compre tudo o -ue se dese/a'
cD as $imitaç.es de cr(dito impedem -ue se compre o necess0rio'
dD a in"$ação pre/udica o acesso da popu$ação aos &ens de consumo'
eD a satis"ação de comprar s> ( permitida ap>s o rece&imento do sa$0rio'
698) ~Não houve ideal comunista que resistisse às tentações do
supermercado¨; com esse segmento do texto o autor quer dizer que:
aD todo idea$ comunista se op.e aos ideais capita$istas'
&D a ideo$oia comunista so"re press.es por parte dos consumidores'
cD os supermercados socia$istas são menos variados -ue os do mundo capita$ista'
dD o idea$ comunista ainda resiste 2 procura desen"reada por &ens de consumo'
eD as tentaç.es do supermercado a&a$aram as estruturas capita$istas'
699) ~É a liberdade de escolher os canais (restritos em países totalitários)....¨;
o segmento sublinhado significa que:
aD nos pa#ses tota$it0rios a censura impede o acesso 2 proramação
capita$ista'
&D o n%mero de canais dispon#veis ( &em menor do -ue nos pa#ses
não,tota$it0rios'
cD a te$evisão, nos pa#ses tota$it0rios, ( &em de -ue s> poucos disp.em'
dD nos pa#ses tota$it0rios todos os canais são do sistema de =? a ca&o'
eD nos pa#ses tota$it0rios, a =? não so"re censura overnamenta$'
700) ~...consomem-se filosofia e pornografia, arte e empulhação¨; a forma
abaixo que modifica o sentido desse segmento do texto é:
aD "i$oso"ia e pornora"ia, arte e empu$*ação são consumidas'
&D consomem,se não s> "i$oso"ia e pornora"ia, como tam&(m arte e empu$*ação'
cD consome,se "i$oso"ia e pornora"ia, arte e empu$*ação'
dD consomem,se "i$oso"ia, pornora"ia, arte e empu$*ação'
eD "i$oso"ia e pornora"ia são consumidas como arte e empu$*ação'
6B5
701) ~Essas questões puseram em choque os melhores neurônios da
filosofia...¨; esse segmento significa que:
aD os maiores "i$>so"os se opuseram nas discuss.es so&re $i&erdade'
&D a $i&erdade e o consumo sempre "oi motivo de discussão entre
"i$>so"os'
cD as -uest.es citadas "oram motivo de muitas preocupaç.es "i$os>"icas'
dD os "i$>so"os &riaram entre si por causa da $i&erdade de consumo'
eD as peruntas so&re $i&erdade "oram respondidas pe$os me$*ores
"i$>so"os'
702) O item em que NÄO está presente uma crítica do jornalista (3
aD G<oi atra#do IcorrompidoSD pe$as tentaç.es da sociedade de
consumo'H
&D G'''vive so& o manto da $ei Iainda -ue capenaD'''H
cD G'''de ver um prorama im&eci$ ou um /oo,'''H
dD G'''consomem,se "i$oso"ia e pornora"ia, arte e empu$*ação'H
eD GO primeiro temp$o da sociedade &uruesa ( o supermercado'''H
703) ~O que é percebido como liberdade para um pacato cidadão
contemporâneo que vota, fala o que quer, vive sob o manto da lei (ainda que
capenga) e tem o direito de mover-se livremente?¨; segundo o texto, a
resposta abaixo que é INADEQUADA é:
aD a $i&erdade de consumo
&D a $i&erdade de movimento
cD a $i&erdade de comunicação
dD a $i&erdade po$#tica
eD a $i&erdade re$iiosa
704) O item em que o autor do texto NÄO faz crítica direta ou indireta aos
regimes não-democráticos é:
aD GNão *ouve idea$ comunista -ue resistisse 2s tentaç.es do supermercado'H
&D GLoo depois da -ueda do Furo de Wer$im, comer uma &anana virou um #cone
da $i&erdade no Leste Europeu'H
cD GA$u(m /0 disse -ue a ?espa e a Lam&retta tiraram o "ervor revo$ucion0rio
-ue poderia ter $evado a It0$ia ao comunismo'H
dD G1omo conci$iar a $i&erdade com a inevit0ve$ ação restritiva do EstadoS 1omo
as $i&erdades essenciais se trans"ormam em direitos do cidadãoSH
eD GQ a $i&erdade de esco$*er os canais Irestritos em pa#ses tota$it0riosD, '''H
705) ~Mas, infelizmente, deleitar-se com a alienação do consumismo está fora
do horizonte de muitos.¨; o comentário adequado a esse segmento do texto é:
aD Gin"e$i)menteH reve$a uma opinião do /orna$ista so&re o enunciado no
semento do texto'
&D o consumismo ( visto como "onte de a$ienação'
6B6
cD muitos dese/am ser consumistas, mas não podem s!,$o'
dD o consumismo ( tam&(m produtor de pra)er para muitos'
eD os GmuitosH a -ue se re"ere o texto são os -ue vivem em reimes não,
capita$istas'
6BA
TEXTO XCVII
ANALISTA - T1/R1
MELHOR QUALIDADE DE VIDA
O exemp$o de Los Ane$es, onde rupos sociais se orani)aram para
&uscar so$uç.es para seus pro&$emas, deve ser o&servado com atenção'
<ormando, inc$usive, patru$*as civis para ini&ir a vio$!ncia ur&ana,
demonstraram o -uanto a participação de todos ( vita$' 7em uma mudança
5 radica$ de menta$idade /amais construiremos uma conviv!ncia tran-Li$a
e seura' 1ada um por si ( o camin*o do suic#dio' 1ontar apenas com o
overno, com a po$#cia, para nossa proteção, ( con"iar demais na sorte'
=emos -ue assumir nossas responsa&i$idades' ?i)in*os, amios, -ua$-uer
um -ue cru)e por nossa ca$çada não pode ser encarado como um estran*o'
10 Devem ser como parte de nossas "am#$ias'
ITorna$ da 7emana , 58 de novem&ro de 5PP9D
706) Segundo o texto, a melhor qualidade de vida depende:
aD da ação da po$#cia
&D da ação orani)ada do overno
cD da ação interada de toda a comunidade
dD da "ormu$ação de patru$*as civis
eD da ação individua$
707) O autor cita o exemplo de Los Angeles para:
aD demonstrar -ue nos Estados Mnidos tudo "unciona me$*or'
&D poder a&ordar pro&$emas seme$*antes no Wrasi$'
cD indicar camin*os e-uivocados na so$ução do pro&$ema da vio$!ncia'
dD provar -ue s> a democracia pode consertar os erros sociais'
eD mostrar -ue os americanos /0 reso$veram os pro&$emas -ue nos incomodam'
708) ~...para buscar soluções...¨ (l. 2); neste trecho, a preposição para indica:
aD causa
&D direção
cD comparação
dD concessão
eD "ina$idade
709) ~...para seus problemas...¨ (/. 2); o possessivo destacado tem como
antecedente:
aD Los Ane$es
&D rupos sociais
cD patru$*as civis
dD so$uç.es
eD "am#$ias
6B:
710) Quando o texto fala na primeira pessoa do plural, se refere a:
aD todos os cidadãos &rasi$eiros
&D cidadãos -ue so"rem com a vio$!ncia
cD /orna$ista e seus $eitores
dD cariocas, em particu$ar
eD cidadãos de Los Ane$es e do Rio de Taneiro
711) ~Cada um por si é o caminho do suicídio.¨ (l. 6). Nesta frase há uma
condenação clara:
aD da vio$!ncia
&D do individua$ismo
cD da sociedade
dD da po$#cia
eD das autoridades
6B9
TEXTO XCVIII
ANALISTA DE PATENTES - INPI
TEXTO 1
COMPADRISMO
O compadrismo ( uma aut!ntica instituição naciona$, nascida dessa nossa
tend!ncia para a aproximação e a camaradaem' =am&(m a nossa po$#tica anda
imprenada desses mesmos sentimentos, -ue t!m $evado o Wrasi$ 2 &eira do
a&ismo, por-ue o overno tem de ser muito pessoa$ e individua$ista, c*eio de
vantaens e proteç.es, de a&raços e intimidades'
IA' da 7i$va Fe$$oD
712) Deduz-se da leitura do texto que:
aD o compadrismo deve ser a&o$ido para -ue a po$#tica &rasi$eira ten*a atuação
positiva'
&D o compadrismo ( uma instituição naciona$ -ue se $imita 2 po$#tica'
cD os overnos devem ser pessoais e individua$istas para -ue não se contaminem
pe$o compadrismo'
dD as vantaens e as proteç.es overnamentais são "rutos da recusa do
compadrismo em nossa po$#tica'
eD o compadrismo ( uma instituição americana e tem "eito a desraça po$#tica de
muitas naç.es do continente'
713) Ao dizer que o compadrismo é uma aut9ntica instituição nacional, o
autor não indica a que nação se refere, mas os leitores sabem que ele se refere
ao Brasil; esse conhecimento deriva do fato de que:
aD o autor ( &rasi$eiro'
&D o texto "oi produ)ido no Wrasi$ e para ser lido aqui.
cD a $#nua uti$i)ada no texto ( a portuuesa'
dD s> o Wrasi$ possui o compadrismo'
eD as in"ormaç.es do texto se re"erem ao Wrasi$'
714) Ao dizer que o compadrismo nasce da nossa tendência para a
aproximação e a camaradagem, o autor do texto comete um erro
argumentativo, que é:
aD atri&uir a um e"eito a posição de causa'
&D partir de uma in"er!ncia para o seu racioc#nio'
cD misturar m(todo dedutivo e indutivo'
dD "ormu$ar inade-uadamente um si$oismo'
eD partir do era$ para o particu$ar'
715) O autor empregou a palavra impregnada a fim de:
aD mostrar a enorme participação do compadrismo em nossas decis.es po$#ticas'
&D indicar uma visão neativa do compadrismo em nosso overno'
6B@
cD me$*orar o n#ve$ de $inuaem empreada em texto destinado a $eitores cu$tos'
dD demonstrar sua preocupação com a c$are)a da $inuaem uti$i)ada'
eD contaminar o texto com a $inuaem m(dica, a "im de imp$icitamente dar a
con*ecer a sua pro"issão'
716) ~...porque o governo tem de ser muito pessoal e individualista,...¨; nesse
caso, o autor:
aD indica um camin*o a ser seuido pe$os &ons overnos'
&D mostra como deveria ser a rea$idade po$#tica naciona$'
cD condena a aus!ncia do compadrismo na po$#tica'
dD mostra uma tend!ncia derivada do compadrismo'
eD e$oia a atitude de um overno democr0tico'
717) O texto I pode ser classificado como:
aD narrativo
&D arumentativo
cD in"ormativo
dD pu&$icit0rio
eD descritivo
688) Em ~Seria uma forma de distribuir a riqueza, dar `vale cidadania` pra
todo mundo¨. (/. 15/16), a expressão sublinhada reflete uma ironia do autor
porque:
aD a cidadania não ( con-uistada atrav(s de um va$e'
&D a ri-ue)a, num pa#s, distri&ui,se por meio de donativos'
cD a distri&uição de va$es não admite a exc$usão socia$'
dD as &o$sas de consumo propiciam as trans"ormaç.es sociais'
eD os su&s#dios des"a)em a desiua$dade socia$'
689) No quarto parágrafo o autor afirma: ~Modernidade é humanidade. E
essa visão só é possível para quem pensa a sociedade do ponto de vista ético.¨
(/. 32-33). Assinale a opção que NÄO confirma esta idéia.
aD Mm pa#s avança e se desenvo$ve satis"atoriamente -uando *0 a ade-uada
interação da sociedade ao processo produtivo'
&D 1i!ncia e tecno$oia constituem "atores indispens0veis ao desenvo$vimento, se
tiverem como parRmetro a sociedade'
cD O crescimento de um pa#s se d0 2 medida -ue *0 a prioridade para o
desenvo$vimento *umano'
dD O empreo deve ser sempre p$ane/ado em "unção do tipo de desenvo$vimento
-ue se -uer para o pa#s'
eD O crescimento de um pa#s mede,se pe$o comportamento de primeiro mundo,
demonstrado pe$a sociedade'
6BB
690) Em ~...e também do mundo empresarial, apesar de sua visão imediatista
e muito ligada ao primeiro mundo...¨ (/. 35-36), a parte sublinhada pode ser
substituída, sem alteração de sentido, por:
aD -uanto 2 sua visão imediatista
&D caso se/a sua visão imediatista
cD em ra)ão da sua visão imediatista
dD en-uanto sua visão ( imediatista
eD ainda -ue considerando sua visão imediatista
691) Leia atentamente a afirmativa:
A exclusão social poderá ser afastada pela . Analise os trechos abaixo,
preenchendo os parênteses com (V) ou (F), conforme completem a afirmativa
dada de modo verdadeiro ou falso, segundo o sentido geral do texto. A
seqüência correta é:
( ) possibilidade de ocupação para todos os membros da sociedade
( ) distribuição equânime da riqueza
( ) alienação do indivíduo do processo produtivo
( ) eliminação da taxa de indigência
( ) volta aos processos de desenvolvimento do passado
aD <,?,?,?,<
&D <,<,?,<,<
cD ?,?,<,?,<
dD?,?,<,?,?
eD ?,?,?,<,?
692) Os textos I e II apresentam como preocupação comum o(a); (Para
resolver esta questão, é necessário voltar ao texto anterior, n° XCIV, pois
ambos pertencem à mesma prova.)
aD desenvo$vimento da tecno$oia
&D -uestionamento da modernidade
cD competição entre os produtores
dD distRncia entre as camadas sociais
eD distri&uição de parce$as do poder entre as c$asses
6B8
TEXTO XCVI
OF DE 1USTIÇA AVALIADOR - CORREGEDORIA/R1
A LIBERDADE E O CONSUMO
Kuantos morreram pe$a $i&erdade de sua p0triaS Kuantos "oram presos ou
espancados pe$a $i&erdade de di)er o -ue pensamS
Kuantos $utaram pe$a $i&ertação dos escravosS
No p$ano inte$ectua$, o tema da $i&erdade ocupa as me$*ores ca&eças, desde
P$atão e 7>crates, passando por 7anto Aostin*o, 7pino)a, Loc]e, Jo&&es,
Jee$, fant, 7tuart Fi$$, =o$stoi e muitos outros' 1omo conci$iar a $i&erdade com
a inevit0ve$ ação restritiva do EstadoS 1omo as $i&erdades essenciais se
trans"ormam em direitos do cidadãoS Essas -uest.es puseram em c*o-ue os
me$*ores neurEnios da "i$oso"ia, mas não "oram as %nicas a a$vani)ar
controv(rsias'
Fas vivemos *o/e em uma sociedade em -ue a maioria /0 não so"re
aress.es a essas $i&erdades tão vitais, cu/a con-uista ou recon-uista
desencadeou descomunais enerias "#sicas e inte$ectuais' Nosso apetite pe$a
$i&erdade se a&uruesou' <oi atra#do IcorrompidoSD pe$as tentaç.es da sociedade
de consumo'
O -ue ( perce&ido como $i&erdade para um pacato cidadão contemporRneo
-ue vota, "a$a o -ue -uer, vive so& o manto da $ei Iainda -ue capenaD e tem
direito de mover,se $ivrementeS
O primeiro temp$o da $i&erdade &uruesa ( o supermercado' Em -ue pesem
as anustiantes restriç.es do contrac*e-ue, são as prate$eiras a&undantemente
supridas -ue satis"a)em a $i&erdade do consumo Inão "a) muitas d(cadas, nas
prate$eiras dos nossos arma)(ns ora "a$tava manteia, ora $eite, ora "ei/ãoD' Não
*ouve idea$ comunista -ue resistisse 2s tentaç.es do supermercado' Loo depois
da -ueda do Furo de Wer$im, comer uma &anana virou #cone da $i&erdade no
Leste Europeu'
A seunda $i&erdade moderna ( o transporte pr>prio' WF_ ou &icic$eta, o
-ue conta ( a sensação de poder sentar,se ao ve#cu$o e reso$ver em -ue direção
partir' Podemos at( não ir a $uar a$um, mas ( ostoso sa&er -ue *0 um ve#cu$o
parado 2 porta, concedendo permanentemente a $i&erdade de ir, se/a aonde "or'
A$u(m /0 disse -ue a ?espa e a Lam&retta tiraram o "ervor revo$ucion0rio -ue
poderia ter $evado a It0$ia ao comunismo'
A terceira $i&erdade ( a te$evisão' Q a /ane$a para o mundo' Q a $i&erdade de
esco$*er os canais Irestritos em pa#ses tota$it0riosD, de ver um prorama im&eci$
ou um /oo, ou estar tão perto das not#cias -uanto um presidente da Rep%&$ica ,
-ue nos momentos dram0ticos pode assistir 2s mesmas cenas pe$a 1NN' Q estar
pr>ximo de reis, *er>is, criminosos, superat$etas ou ca"a/estes metamor"oseados
em apresentadores de =?'
Mma G$i&erdadeH recente ( o te$e"one ce$u$ar' Q o ostin*o todo especia$ de
ser capa) de "a$ar com -ua$-uer pessoa, em -ua$-uer momento, onde -uer -ue se
este/a' ImportanteS Para a$umas pessoas, ( uma revo$ução no cotidiano e na
pro"issão' Para outras, ( apenas o pra)er de sa&er -ue a distRncia não mais
cerceia a comunicação, por &o&a -ue se/a'
6BP
J0 ainda uma %$tima $i&erdade, mais nova, ainda e$iti)ada3 a internet e o
correio e$etrEnico' Q um correio sem as perip(cias e demoras do carteiro,
instantRneo, sem remorsos pe$o taman*o da mensaem I-ue se dane o
destinat0rio do nosso attac*ment mea&0iticoD e -ue est0 a nosso dispor, onde
-uer -ue este/amos' E acop$ado a e$e vem a de&, com sua caco"onia de
in"ormaç.es, excessivas e desencontradas, onde se compra e vende, consomem,
se "i$oso"ia e pornora"ia, arte e empu$*ação'
1ausa certo descon"orto inte$ectua$ ver su&stitu#das por o&/etos de consumo
as discuss.es "i$os>"icas so&re $i&erdade e o *ero#smo dos atos -ue $evaram 2 sua
preservação em m%$tip$os dom#nios da exist!ncia *umana' Fas assim ( a nossa
nature)a, s> nos preocuparmos com o -ue não temos ou com o -ue est0
ameaçado' 7e *0 um conso$o nisso, e$e est0 no sa&er -ue a preemin!ncia de
nossas $i&erdades consumistas marca a vit>ria de *avermos con-uistado as outras
$i&erdades, mais vitais' Fas, in"e$i)mente, de$eitar,se com a a$ienação do
consumismo est0 "ora do *ori)onte de muitos' E, se o "i$>so"o Toãosin*o =rinta
tem ra)ão, não ( por desden*ar os $uxos, mas por não poder des"rut0,$os'
I1$0udio de Foura 1astro' ?e/a 5B56,;8Y;8Y;5D
693) O primeiro parágrafo do texto apresenta:
aD uma s(rie de peruntas -ue são respondidas no desenro$ar do texto
&D uma estrutura -ue procura destacar os itens &0sicos do tema discutido no texto
cD um -uestionamento -ue pretende despertar o interesse do $eitor pe$as respostas
dD um con/unto de peruntas ret>ricas, ou se/a, -ue não necessitam de respostas
eD umas -uest.es -ue pretendem rea$çar o va$or *ist>rico de a$uns *er>is
nacionais
694) Nos itens abaixo, o emprego da conjunção OU (em maiúsculas) só tem
nítido valor alternativo em:
aD GKuantos "oram presos OM espancados pe$a $i&erdade de di)er o -ue pensamSH
&D GA seunda $i&erdade moderna ( o transporte pr>prio, WF_ OM &icic$eta'''H
cD G'''de ver um prorama im&eci$ ou um /oo, OM estar tão perto das not#cias'''H
dD G'''s> nos preocupamos com o -ue não temos OM com o -ue est0 ameaçado'H
eD GQ estar pr>ximo de reis, *er>is, criminosos, superat$etas OM ca"a/estes'''H
695) O item abaixo que indica corretamente o significado da palavra em
maiúsculas no texto (3
aD G'''mas não "oram as %nicas a CAL?ANIZAR controv(rsias'H discutir
&D G'''comer uma &anana virou um j1ONE da $i&erdade no Leste europeu'H ,
"antasia
cD G'''consomem,se "i$oso"ia e pornora"ia, arte e EFPMLJAoÃO'H+ , rosseria
dD G'''ca"a/estes FE=AFOR<O7EADO7 em apresentadores de =?'H
des"iurados
eD G'''-ue a distRncia não mais 1ER1EIA a comunicação'''H , impede
696) ~Como conciliar a liberdade com a inevitável ação restritiva do
Estado?¨; nesse segmento do texto, o articulista afirma que:
68;
aD o Estado ae o&riatoriamente contra a $i&erdade
&D ( imposs#ve$ *aver $i&erdade e overno ditatoria$
cD ainda não se c*eou a unir os cidadãos e o overno
dD cidadãos e overno devem tra&a$*ar /untos pe$a $i&erdade
eD o Estado ( o respons0ve$ pe$a $i&erdade da popu$ação
697) ~O primeiro templo da liberdade burguesa é o supermercado. Em que
pesem as angustiantes restrições do contracheque, são as prateleiras
abundantemente supridas que satisfazem a liberdade do consumo...¨; o
segmento sublinhado corresponde semanticamente a:
aD as despesas do supermercado são muito pesadas no orçamento dom(stico'
&D os sa$0rios não permitem -ue se compre tudo o -ue se dese/a'
cD as $imitaç.es de cr(dito impedem -ue se compre o necess0rio'
dD a in"$ação pre/udica o acesso da popu$ação aos &ens de consumo'
eD a satis"ação de comprar s> ( permitida ap>s o rece&imento do sa$0rio'
698) ~Não houve ideal comunista que resistisse às tentações do
supermercado¨; com esse segmento do texto o autor quer dizer que:
aD todo idea$ comunista se op.e aos ideais capita$istas'
&D a ideo$oia comunista so"re press.es por parte dos consumidores'
cD os supermercados socia$istas são menos variados -ue os do mundo capita$ista'
dD o idea$ comunista ainda resiste 2 procura desen"reada por &ens de consumo'
eD as tentaç.es do supermercado a&a$aram as estruturas capita$istas'
699) ~É a liberdade de escolher os canais (restritos em países totalitários)....¨;
o segmento sublinhado significa que:
aD nos pa#ses tota$it0rios a censura impede o acesso 2 proramação capita$ista'
&D o n%mero de canais dispon#veis ( &em menor do -ue nos pa#ses não,
tota$it0rios'
cD a te$evisão, nos pa#ses tota$it0rios, ( &em de -ue s> poucos disp.em'
dD nos pa#ses tota$it0rios todos os canais são do sistema de =? a ca&o'
eD nos pa#ses tota$it0rios, a =? não so"re censura overnamenta$'
700) ~...consomem-se filosofia e pornografia, arte e empulhação¨; a forma
abaixo que modifica o sentido desse segmento do texto (3
aD "i$oso"ia e pornora"ia, arte e empu$*ação são consumidas'
&D consomem,se não s> "i$oso"ia e pornora"ia, como tam&(m arte e empu$*ação'
cD consome,se "i$oso"ia e pornora"ia, arte e empu$*ação'
dD consomem,se "i$oso"ia, pornora"ia, arte e empu$*ação'
eD "i$oso"ia e pornora"ia são consumidas como arte e empu$*ação'
701) ~Essas questões puseram em choque os melhores neurônios da
filosofia...¨; esse segmento significa que:
aD os maiores "i$>so"os se opuseram nas discuss.es so&re $i&erdade'
&D a $i&erdade e o consumo sempre "oi motivo de discussão entre "i$>so"os'
685
cD as -uest.es citadas "oram motivo de muitas preocupaç.es "i$os>"icas'
dD os "i$>so"os &riaram entre si por causa da $i&erdade de consumo'
eD as peruntas so&re $i&erdade "oram respondidas pe$os me$*ores "i$>so"os'
702) O item em que NÄO está presente uma crítica do jornalista (3
aD G<oi atra#do IcorrompidoSD pe$as tentaç.es da sociedade de consumo'H
&D G'''vive so& o manto da $ei Iainda -ue capenaD'''H
cD G'''de ver um prorama im&eci$ ou um /oo,'''H
dD G'''consomem,se "i$oso"ia e pornora"ia, arte e empu$*ação'H
eD GO primeiro temp$o da sociedade &uruesa ( o supermercado'''H
703)¨O que é percebido como liberdade para um pacato cidadão
contemporâneo que vota, fala o que quer, vive sob o manto da lei (ainda que
capenga) e tem o direito de mover-se livremente?¨; segundo o texto, a
resposta abaixo que ( INADEQUADA é:
aD a $i&erdade de consumo
&D a $i&erdade de movimento
cD a $i&erdade de comunicação
dD a $i&erdade po$#tica
eD a $i&erdade re$iiosa
704) O item em que o autor do texto NÄO faz crítica direta ou indireta aos
regimes não-democráticos é:
aD GNão *ouve idea$ comunista -ue resistisse 2s tentaç.es do supermercado'H
&D GLoo depois da -ueda do Furo de Wer$im, comer uma &anana virou um #cone
da $i&erdade no Leste Europeu'H
cD GA$u(m /0 disse -ue a ?espa e a Lam&retta tiraram o "ervor revo$ucion0rio
-ue poderia ter $evado a It0$ia ao comunismo'H
dD G1omo conci$iar a $i&erdade com a inevit0ve$ ação restritiva do EstadoS 1omo
as $i&erdades essenciais se trans"ormam em direitos do cidadãoSH
eD GQ a $i&erdade de esco$*er os canais Irestritos em pa#ses tota$it0riosD, '''H
705) ~Mas, infelizmente, deleitar-se com a alienação do consumismo está fora
do horizonte de muitos.¨; o comentário adequado a esse segmento do texto (3
aD Gin"e$i)menteH reve$a uma opinião do /orna$ista so&re o enunciado no
semento do texto'
&D o consumismo ( visto como "onte de a$ienação'
cD muitos dese/am ser consumistas, mas não podem s!,$o'
dD o consumismo ( tam&(m produtor de pra)er para muitos'
eD os GmuitosH a -ue se re"ere o texto são os -ue vivem em reimes não,
capita$istas'
686
TEXTO XCVII
ANALISTA - T1/R1
MELHOR QUALIDADE DE VIDA
O exemp$o de Los Ane$es, onde rupos sociais se orani)aram para
&uscar so$uç.es para seus pro&$emas, deve ser o&servado com atenção'
<ormando, inc$usive, patru$*as civis para ini&ir a vio$!ncia ur&ana,
demonstraram o -uanto a participação de todos ( vita$' 7em uma mudança
5 radica$ de menta$idade /amais construiremos uma conviv!ncia tran-Li$a
e seura' 1ada um por si ( o camin*o do suic#dio' 1ontar apenas com o
overno, com a po$#cia, para nossa proteção, ( con"iar demais na sorte'
=emos -ue assumir nossas responsa&i$idades' ?i)in*os, amios, -ua$-uer
um -ue cru)e por nossa ca$çada não pode ser encarado como um estran*o'
10 Devem ser como parte de nossas "am#$ias'
ITorna$ da 7emana , 58 de novem&ro de 5PP9D
706) Segundo o texto, a melhor qualidade de vida depende:
aD da ação da po$#cia
&D da ação orani)ada do overno
cD da ação interada de toda a comunidade
dD da "ormu$ação de patru$*as civis
eD da ação individua$
707) O autor cita o exemplo de Los Angeles para:
aD demonstrar -ue nos Estados Mnidos tudo "unciona me$*or'
&D poder a&ordar pro&$emas seme$*antes no Wrasi$'
cD indicar camin*os e-uivocados na so$ução do pro&$ema da vio$!ncia'
dD provar -ue s> a democracia pode consertar os erros sociais'
eD mostrar -ue os americanos /0 reso$veram os pro&$emas -ue nos incomodam'
708) ~...para buscar soluções...¨ (/. 2); neste trecho, a preposição para indica:
aD causa
&D direção
cD comparação
dD concessão
eD "ina$idade
709) ~...para seus problemas...¨ (/. 2); o possessivo destacado tem como
antecedente:
aD Los Ane$es
&D rupos sociais
cD patru$*as civis
dD so$uç.es
eD "am#$ias
68A
710) Quando o texto fala na primeira pessoa do plural, se refere a:
aD todos os cidadãos &rasi$eiros
&D cidadãos -ue so"rem com a vio$!ncia
cD /orna$ista e seus $eitores
dD cariocas, em particu$ar
eD cidadãos de Los Ane$es e do Rio de Taneiro
711) ~Cada um por si é o caminho do suicídio.¨ (l. 6). Nesta frase há uma
condenação clara:
aD da vio$!ncia
&D do individua$ismo
cD da sociedade
dD da po$#cia
eD das autoridades
68:
TEXTO XCVIII
ANALISTA DE PATENTES - INPI
TEXTO 1
COMPADRISMO
O compadrismo ( uma aut!ntica instituição naciona$, nascida dessa nossa
tend!ncia para a aproximação e a camaradaem' =am&(m a nossa po$#tica anda
imprenada desses mesmos sentimentos, -ue t!m $evado o Wrasi$ 2 &eira do
a&ismo, por-ue o overno tem de ser muito pessoa$ e individua$ista, c*eio de
vantaens e proteç.es, de a&raços e intimidades'
IA' da 7i$va Fe$$oD
712) Deduz-se da leitura do texto que:
aD o compadrismo deve ser a&o$ido para -ue a po$#tica &rasi$eira ten*a atuação
positiva'
&D o compadrismo ( uma instituição naciona$ -ue se $imita 2 po$#tica'
cD os overnos devem ser pessoais e individua$istas para -ue não se contaminem
pe$o compadrismo'
dD as vantaens e as proteç.es overnamentais são "rutos da recusa do
compadrismo em nossa po$#tica'
eD o compadrismo ( uma instituição americana e tem "eito a desraça po$#tica de
muitas naç.es do continente'
713) Ao dizer que o compadrismo é uma aut9ntica instituição nacional, o
autor não indica a que nação se refere, mas os leitores sabem que ele se refere
ao Brasil; esse conhecimento deriva do fato de que:
aD o autor ( &rasi$eiro'
&D o texto "oi produ)ido no Wrasi$ e para ser $ido a-ui'
cD a $#nua uti$i)ada no texto ( a portuuesa'
dD s> o Wrasi$ possui o compadrismo'
eD as in"ormaç.es do texto se re"erem ao Wrasi$'
714)Ao dizer que o compadrismo nasce da nossa tendência para a
aproximação e a camaradagem, o autor do texto comete um erro
argumentativo, que é:
aD atri&uir a um e"eito a posição de causa'
&D partir de uma in"er!ncia para o seu racioc#nio'
cD misturar m(todo dedutivo e indutivo'
dD "ormu$ar inade-uadamente um si$oismo'
eD partir do era$ para o particu$ar'
715) O autor empregou a palavra impregnada a fim de:
aD mostrar a enorme participação do compadrismo em nossas decis.es po$#ticas'
689
&D indicar uma visão neativa do compadrismo em nosso overno'
cD me$*orar o n#ve$ de $inuaem empreada em texto destinado a $eitores cu$tos'
dD demonstrar sua preocupação com a c$are)a da $inuaem uti$i)ada'
eD contaminar o texto com a $inuaem m(dica, a "im de imp$icitamente dar a
con*ecer a sua pro"issão'
716) ~...porque o governo tem de ser muito pessoal e individualista,...¨; nesse
caso, o autor:
aD indica um camin*o a ser seuido pe$os &ons overnos'
&D mostra como deveria ser a rea$idade po$#tica naciona$'
cD condena a aus!ncia do compadrismo na po$#tica'
dD mostra uma tend!ncia derivada do compadrismo'
eD e$oia a atitude de um overno democr0tico'
717) O texto I pode ser classificado como:
aD narrativo
&D arumentativo
cD in"ormativo
dD pu&$icit0rio
eD descritivo
68@
TEXTO XCIX
ANALISTA DE PATENTES - INPI
TEXTO II
A INDUSTRIALIZAÇÄO
O pro&$ema &0sico de nossa economia estar0 em &reve so& novo sino' O pa#s
semico$onia$, ar0rio, importador de manu"aturas e exportador de mat(rias,
primas poder0 arcar com as responsa&i$idades de uma vida industria$ autEnoma,
provendo as suas urentes necessidades de de"esa e apare$*amento'
ICet%$io ?arasD
718)Deduz-se da leitura do texto II que:
aD não vão ocorrer mudanças no cen0rio econEmico'
&D o pro&$ema de nossa economia est0 na "a$ta de industria$i)ação'
cD o Wrasi$ vai deixar de dedicar,se 2 aricu$tura'
dD o pro&$ema econEmico do Wrasi$ ( "ruto do co$onia$ismo'
eD o nosso pa#s vai deixar de importar manu"aturas'
719) A situação referida no momento da enunciação do texto:
aD vai ocorrer em &reve, na depend!ncia de a$umas condiç.es'
&D vai certamente acontecer num "uturo pr>ximo'
cD /0 ocorreu num passado recente'
dD ocorreu num passado recente e vai continuar no "uturo'
eD ( "ruto da imainação naciona$ista de Cet%$io ?aras'
720) 0 item abaixo que NÄO representa uma mudança na realidade
brasileira, segundo o texto, é:
aD ar0rio Y industria$
&D importador Y produtor 3
cD semico$onia$ Y co$oni)ado
dD dependente Y independente
eD antio Y moderno
721) Na primeira linha do texto, o vocábulo b4sico equivale semanticamente
a:
aD tradiciona$
&D *ist>rico
cD "undamenta$
dD estrutura$
eD c$0ssico
722) Agr4rio se refere a campo2 o vocábulo abaixo em que esse radical tem
significado diferente é:
68B
aD aricu$tor
&D aridoce
cD arimensor
dD areste
eD ar#co$a
723) ~...as suas urgentes necessidades de defesa e aparelhamento¨; levando-se
em consideração o contexto, o vocábulo de$esa pode aplicar-se aos campos:
aD econEmico e mi$itar
&D po$#tico e econEmico
cD po$#tico e socia$
dD socia$ e mi$itar
eD econEmico e socia$
724) O texto pode ser visto como:
aD "ruto da imainação do overnante
&D uma promessa po$#tica
cD uma rea$idade presente e tan#ve$
dD um protesto contra a exp$oração
eD uma cr#tica aos pa#ses ricos
688
TEXTO C
AUXILIAR ELEMENTAR - MP/R1
TEXTO 1
A SUBSISTÊNCIA INDIGENA
Os #ndios &rasi$eiros prov!em sua su&sist!ncia usando os recursos naturais de seu
meio am&iente' A rande maioria das tri&os ind#enas pratica a aricu$tura' 7eu
processo ar#co$a, c*amado coivara, consiste num sistema de -ueimadas e de
"erti$i)ação da terra com as cin)as' A caça e a pesca não despertam o mesmo
interesse em todos os rupos tri&ais' 1ertas tri&os possuem a$imentação
predominantemente carn#vora e são *0&eis caçadoras' A$umas outras apresentam
rande n%mero de preceitos re$iiosos -ue pro#&em comer a carne de certos
mam#"eros, tendo, por isso, a &ase de sua a$imentação na pesca' A co$eta de
ra#)es, "rutos si$vestres e me$ ( praticada, em rau maior ou menor, por todas as
tri&os' Para a-ue$es -ue descon*ecem a aricu$tura, constitui,se na principa$
"onte de a$imento veeta$'
I7uperinteressante, n' :BD
725) A palavra subsistência, presente no título do texto, significa:
aD meio de so&reviver
&D m(todo de a$imentação
cD processo de cu$tivo
dD modo de tra&a$*ar
eD sistema de caça
726)¨Os índios brasileiros provêem sua subsistência...¨; o verbo destacado
significa:
aD "a&ricam
&D ad-uirem
cD compram
dD providenciam
eD atinem
727) A expressão ~meio ambiente¨ significa:
aD um am&iente m(dio
&D a metade de um am&iente
cD um $oca$ po&re
dD o espaço onde se vive
eD o meio natura$ e primitivo
728)A oração ~usando os recursos naturais de seu meio ambiente¨ transmite
idéia de:
aD modo
&D "ina$idade
cD meio
dD tempo
68P
eD condição
729) Entre os recursos naturais usados pelos índios NÄO se encontra:
aD a caça
&D a pesca
cD "rutos si$vestres
dD me$ e ra#)es
eD a coivara
730) Ao dizer que a ~a grande maioria das tribos pratica a agricultura¨, o
autor do texto quer informar ao leitor que:
aD todas as tri&os ind#enas praticam a aricu$tura como meio de su&sist!ncia'
&D a aricu$tura ( praticada de "orma rudimentar pe$as tri&os ind#enas &rasi$eiras'
cD nem todos os #ndios praticam a aricu$tura'
dD os recursos naturais do meio am&iente são uti$i)ados pe$os ind#enas'
eD as tri&os &rasi$eiras estão num &aixo est0io cu$tura$'
731) ~Seu processo agrícola, chamado coivara, consiste num sistema de
queimadas e de fertilização da terra com as cinzas.¨; o item abaixo que está
de acordo com o que é dito nesse segmento do texto é:
aD a coivara ( um processo ar#co$a s> con*ecido pe$os #ndios'
&D a -ueimada ( necess0ria para a "erti$i)ação do so$o'
cD as cin)as "erti$i)am o so$o pouco antes de ocorrerem as -ueimadas'
dD o processo ar#co$a dos #ndios /0 se uti$i)a da cu$tura dos &rancos'
eD as cin)as são misturadas 2 terra para aumentar a intensidade das -ueimadas'
732) ~A caça e a pesca não despertam o mesmo interesse em todos os grupos
tribais.¨; isto significa que:
aD a caça e a pesca despertam menos interesse -ue a aricu$tura'
&D os rupos tri&ais não possuem interesse id!ntico pe$a caça e pe$a pesca'
cD a$umas tri&os possuem mais interesse pe$a pesca -ue pe$a caça'
dD a$umas tri&os possuem mais interesse pe$a caça -ue pe$a pesca'
eD todas as tri&os possuem interesse pe$a caça e pe$a pesca'
733) ~Certas tribos possuem alimentação predominantemente carnívora e são
hábeis caçadoras.¨; o fato de algumas tribos serem hábeis caçadoras é visto
no texto como:
aD causa de a$umas tri&os se a$imentarem predominantemente de carne
&D conse-L!ncia de a$umas tri&os terem pre"er!ncia pe$a carne como a$imento
cD condição de terem a&andonado a aricu$tura como meio de su&sist!ncia ..
dD demonstração de -ue a a"irmação anterior ( verdadeira
eD exp$icação do "ato de a$umas tri&os se a$imentarem de carne
6P;
TEXTO CI
AUXILIAR ELEMENTAR - MP/R1
TEXTO 2
A INTELIGÊNCIA ANIMAL
J0 muito vem sendo estudada a possi&i$idade de *aver, no reino anima$, outros
tipos de inte$i!ncia a$(m da *umana' ?e/am, por exemp$o, o o$"in*o' Di)em
-ue esses simp0ticos mam#"eros pensam mais r0pido do -ue o *omem, t!m
$inuaem pr>pria e tam&(m podem aprender uma $#nua *umana' A$(m disso,
c*eam a ad-uirir %$ceras de oriem psico$>ica e so"rem stress por excesso de
atividade'
I1$0udio ForenoD
734)¨...sofrem stress por excesso de atividade.¨; o item abaixo que substitui
INADEQUAMENTE a preposição por nesse segmento do texto é:
aD em ra)ão do
&D por causa do
cD devido ao
dD visto o
eD ap>s o
735) A semelhança entre o golfinho e o homem só NÄO está:
aD na possi&i$idade de so"rer dist%r&ios psico$>icos
&D na presença de inte$i!ncia
cD no uso da $inuaem
dD na impossi&i$idade de aprender
eD na uti$i)ação de v0rias $inuaens 3
736) O golfinho serve de exemplo comprovador de que:
aD *0 animais -ue não pensam tão r0pido -uanto o *omem'
&D outros animais tam&(m possuem inte$i!ncia *umana'
cD o *omem não pode "a$ar com os o$"in*os'
dD outros mam#"eros tam&(m podem "a$ar a nossa $#nua'
eD *0 animais -ue pensam como os *umanos'
737) Ao dizer ~Vejam...¨, o autor do texto refere-se:
aD aos amios -ue o escutam
&D a todos os *omens
cD aos -ue não cr!em no -ue di)
dD aos poss#veis $eitores
eD aos &i>$oos, em era$
738) Palavra que, no texto, se refere a golfinho, evitando a sua repetição, é:
aD anima$
&D mam#"eros
cD inte$i!ncia
6P5
dD reino
eD $inuaem
739) ~Dizem que esses simpáticos mamíferos...¨; a utilização da forma verbal
di)em mostra que:
aD a ci!ncia /0 estudou a -uestão'
&D *0 certe)a no -ue se di)'
cD o autor não acredita no -ue ( dito por outros'
dD ainda *0 possi&i$idades de *aver erro no -ue ( dito'
eD ainda não *ouve $ivros pu&$icados a respeito desse assunto'
740) Após a leitura do texto, podemos dizer que os golfinhos:
aD não são inte$ientes'
&D são pouco inte$ientes'
cD são *umanamente inte$ientes'
dD são di"erentemente inte$ientes'
eD ta$ve) se/am inte$ientes como os *umanos'
6P6
TEXTO CII
ANALISTA 1UDICIÁRIO , T1DFT
A CPI E A IMPRUDÊNCIA DO LEGISLATIVO
J0 mais de de) anos a maistratura c$ama por amp$a re"orma do Poder
Tudici0rio' Loo ap>s sua insta$ação em 5P8B, um con/unto de suest.es
oriundo de >rãos superiores da Tustiça "oi $evado ao exame da
Assem&$(ia Naciona$ 1onstituinte' Faistrados, mem&ros do Finist(rio
5 P%&$ico, /uristas, conse$*eiros da Ordem dos Advoados do Wrasi$,
pro"essores, en"im a representação mais aut!ntica do universo /ur#dico
sustentou na Assem&$(ia de&ate ativo e esc$arecedor so&re o tema'
Fas o $eis$ador constituinte inorou as propostas mais consistentes para
destinar ao Poder Tudici0rio os instrumentos aptos
a
10 $ev0,$o 2 proressiva dinami)ação de suas atividades' 1on-uanto o
mode$o -ue viesse a ser posto na 1onstituição não "osse su"iciente para
a$cançar resu$tados autom0ticos, pe$o menos a&riria os espaços
autori)ativos para as trans"ormaç.es "uturas' =odavia, as mudanças ma$
arran*aram os su&%r&ios do pro&$ema'
15 Aora, o poder -ue aiu de "orma imprudente, desidiosa, se /u$a
portador de autoridade mora$ para su&meter o Tudici0rio 2 ação corrosiva,
desmora$i)ante, de uma 1omissão Par$amentar de In-u(rito' E (
indispens0ve$ anotar -ue as de"ici!ncias na atividade /udicia$ resu$tam,
de maneira su&stancia$, de $eis dissimu$adas, contradit>rias, a&errantes
20 e$a&oradas pe$o 1onresso'
No mais, a instituição não pode e$evar os seus n#veis de operaciona$idade
diante de uma $eis$ação processua$ -ue consara n%mero -uase in"inito
de rituais e "orma$idades' 1omo tam&(m se ac*a manietada
pe$as oportunidades recursais, -ue op.em
distRncia
25 insuport0ve$ entre o direito o"endido e a reparação via sentença
irrecorr#ve$'
Por tr0s da noção mes-uin*a -ue as e$ites no poder cu$tivam em re$ação
ao Tudici0rio vice/a a inorRncia' O Leis$ativo e o Executivo não se dão
conta de -ue o maistrado não ( "uncion0rio p%&$ico'
1aso
30 "osse, seu dever de $ea$dade não seria com a sociedade, cu/os direitos
e arantias $*e cumpre tute$ar, mas com o Estado' O /ui) ( antes um
aente da sociedade, por isso sua atividade est0 proteida pe$o manto da
independ!ncia' A 1PI ( um o$pe contra a maistratura independente'
ITosemar Dantas' Direito e justiça. In, Correio Braziliense, 9Y:YPP, p' 6 Icom adaptaç.esD
RENATO AQUINO 327
6PA
741) Com base no conteúdo do texto, assinale a opção correta.
aD O autor ( "rancamente "avor0ve$ 2 insta$ação de uma 1PI para investiar os
atos do Poder Tudici0rio'
&D O c$amor popu$ar por uma amp$a re"orma do Poder Tudici0rio mani"estou,se,
*0 mais de de) anos, antes da insta$ação da Assem&$(ia Naciona$ 1onstituinte'
cD Mma 1PI para a investiação do Poder Tudici0rio "oi insta$ada em 5P8B'
dD O $eis$ador constituinte procurou incorporar 2 atua$ 1onstituição &rasi$eira
todas as propostas -ue visavam tornar o Poder Tudici0rio mais dinRmico e
e"iciente'
eD Pro"issionais $iados ao universo /ur#dico muito contri&u#ram para -ue a
-uestão da re"orma do Poder Tudici0rio "osse ativa e esc$arecedoramente de&atida
durante a Assem&$(ia Naciona$ 1onstituinte'
742) Tendo como referência as idéias contidas no texto, assinale a opção
incorreta.
aD As e$ites no poder t!m em &oa opinião o Poder Tudici0rio por-ue estão cientes
dos pro&$emas en"rentados pe$a Tustiça &rasi$eira'
&D O con/unto de suest.es enviado pe$os >rãos superiores da Tustiça aos
$eis$adores constituintes tin*a o&/etivos a serem a$cançados a $ono pra)o'
cD 7e a Tustiça &rasi$eira ( ine"iciente, isso se deve, em parte, 2 $eis$ação
e$a&orada pe$o 1onresso Naciona$'
dD A atua$ $eis$ação processua$ &rasi$eira ( ritua$#stica e "orma$ista'
eD A "aci$idade em impetrar recursos ( parcia$mente respons0ve$ pe$a morosidade
da Tustiça &rasi$eira'
743) Ainda com base no texto, assinale a opção correta.
aD 7e o maistrado "osse de "ato um "uncion0rio p%&$ico, o seu dever de $ea$dade
seria antes com a sociedade do -ue com o Estado'
&D Os conressistas &rasi$eiros t!m a noção mes-uin*a de -ue o Poder Tudici0rio
( constitu#do por um &ando de inorantes'
cD O Poder Leis$ativo, -ue aiu de "orma imprudente e desidiosa, não tem, na
opinião do autor, autoridade mora$ para /u$ar os atos do Poder Tudici0rio'
dD O manto a$udido na $in*a A6 re"ere,se 2 toa do /ui)'
eD A 1PI ( um o$pe da maistratura independente contra o Poder Tudici0rio'
744) No texto, haverá alteração de sentido caso se substitua
aD G1on-uantoH IY' 5;D por Mesmo que
&D Gsu&%r&iosH IY' 5:D por arrabaldes
cD GdesidiosaH IY' 59D por conflituosa
dD GmanietadaH IY' 6:D por entravada
eD Gtute$arH IY' A5D por defender
745) Nas opções abaixo, os fragmentos destacados em negrito são reescrituras
do texto. Assinale aquela em que o fragmento reescrito apresenta sentido
diferente do encontrado no texto.
6P:
a) linhas 1 e 2: A maistratura c$ama, *0 mais de de) anos, por amp$a re"orma do
Poder Tudici0rio'
&D linhas 2 e 4: A Assem&$(ia Naciona$ 1onstituinte $evou a exame, $oo ap>s
sua insta$ação em 5P8B, um con/unto de suest.es oriundo de >rãos superiores
da Tustiça'
cD linhas 4 a 7: En"im a representação mais aut!ntica do universo /ur#dico ,
maistrados, mem&ros do Finist(rio P%&$ico, /uristas, conse$*eiros da Ordem dos
Advoados do Wrasi$, pro"essores sustentou, so&re o tema, de&ate ativo e
esc$arecedor na Assem&$(ia'
dD linhas 27 e 28: ?ice/a, por tr0s da noção mes-uin*a -ue as e$ites no poder
cu$tivam em re$ação ao Tudici0rio, a inorRncia'
eD linhas 29 a 31: 1aso "osse, seu dever de $ea$dade seria com o Estado, não com
a sociedade, cu/os direitos e arantias $*e cumpre tute$ar'
746) No texto, para evitar repetições, alguns pronomes foram usados em
substituição a seus referentes. Assinale a opção que apresenta associação
correta entre o pronome e o seu referente.
aD GsuaH IY' 6D , Gdo Poder Tudici0rioH VI.J/
&D G$oH IY' 5;D , Go $eis$ador constituinteH IY' 8D
cD GseuH IY' A;D , Go Leis$ativo e o ExecutivoH IY' 68D
dD Gcu/osH IY' A;D , G"uncion0rio p%&$icoH IY' 6PD
eD G$*eH IY' A5D , Go maistradoH IY' 6PD
6P9
TEXTO CIII
ESCRITURÁRIO - CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
TEXTO 3
Os ve$*os das cidade)in*as do interior parecem muito mais p$enamente
ve$*os -ue os das metr>po$es' Não se trata da idade rea$ de uns e
outros, -ue pode at( ser a mesma, mas dos tempos distintos -ue e$es
parecem *a&itar' Na aitação dos randes centros, at( mesmo a
ve$*ice 5 parece ainda estar interada na correria+ os ve$*os uardam
a$uma ansiedade no o$*ar, nos modos, na $entidão a"$ita de -uem se
sente "ora do compasso' Na ca$maria das cidades pe-ueninas, ( como se
a ve$*ice de cada um rea"irmasse a -ue vem das montan*as e dos
*ori)ontes, ve$*ice -uase eterna, pousada no tempo'
10 ?e/am,se as roupas dos ve$*in*os interioranos3 a-ue$e c*ap(u de
"e$tro manc*ado, a-ue$as $aras ca$ças de &rim ca-ui, incontave$mente
$avadas, a-ue$e pu#do dos pun*os de camisas /0 sem cor , tudo com&ina
admirave$mente com a enorme /a-ueira do -uinta$, com a enerosa
"iueira da praça, com as teias no campan0rio da ire/a' E os *0&itosS
15 Pica,se o#umo de corda, $entamente, com um canivete *erdado do
s(cu$o passado, en-uanto a conversa mo$e se desenro$a sem pressa e
sem destino'
Na cidade rande, *0 um -uadro -ue se repete mi$ ve)es ao dia, e -ue
ta$ve) /0 dia tudo3 o ve$*in*o, no cru)amento perioso, decide,
se,
20 en"im, a atravessar a avenida, e o "a) com a"$ição, um &raço
estendido em sina$ de pare aos motoristas apressados, en-uanto ami%da
o -ue pode o pr>prio passo' Parece sup$icar ao tempo -ue diminua seu
ritmo, -ue $*e d! a oportunidade de contemp$ar mais demoradamente os
ponteiros invis#veis dos dias passados, e de sondar com
ca$ma, nas nuvens mais
25 a$tas, o sentido de sua pr>pria *ist>ria'
J0, pois, ve$*ices e ve$*ices , at( -ue c*eue o dia em -ue ninu(m
mais ten*a tempo para de "ato enve$*ecer'
I1e$so de O$iveiraD
747) A frase ~Os velhos das cidadezinhas do interior parecem muito mais
plenamente velhos que os das metrópoles¨ constitui uma:
aD impressão -ue o autor sustenta ao $ono do texto, por meio de comparaç.es
&D impressão passaeira, -ue o autor re$ativi)a ao $ono do texto
cD "a$sa *ip>tese, -ue a arumentação do autor demo$ir0
dD previsão "eita pe$o autor, a partir de o&servaç.es "eitas nas randes e nas
pe-uenas cidades
eD opinião do autor, para -uem a ve$*ice ( mais opressiva nas cidade)in*as -ue
nas metr>po$es
748) Considere as seguintes afirmações:
6P@
I. Também nas roupas dos velhinhos interioranos as marcas do tempo
parecem mais antigas.
II. Na cidade grande, a velhice parece indiferente à agitação geral;
III. O autor interpreta de modo simbólico o gesto que fazem os velhinhos nos
cruzamentos.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma SOMENTE em:
aD I
&D II
cD III
dD I e III
eD II e III
749) Indique a afirmação INCORRETA em relação ao texto:
aD Roupas, canivetes, 0rvores e campan0rios são a-ui uti$i)ados como marcas da
ve$*ice'
&D O autor /u$a -ue, nas cidade)in*as interioranas, a vida ( &em mais $ona -ue
nos randes centros'
cD J0&itos como o de picar "umo de corda denotam re$aç.es com o tempo -ue /0
não existem nas metr>po$es'
dD O -ue um ve$*in*o da cidade rande parece sup$icar ( -ue $*e se/a concedido
um ritmo de vida compat#ve$ com sua idade'
eD O autor suere -ue, nas cidade)in*as interioranas, a ve$*ice parece
*armoni)ar,se com a pr>pria nature)a'
750) O sentido do último parágrafo do texto deve ser assim entendido:
aD Do /eito -ue as coisas estão, os ve$*os parecem não ter -ua$-uer importRncia'
&D =udo $eva a crer -ue os ve$*os serão cada ve) mais escassos, dado o atrope$o
da vida moderna'
cD O prest#io do -ue ( novo ( tão rande -ue /0 ninu(m repara na exist!ncia
dos ve$*os'
dD A ve$*ice nas cidade)in*as do interior ( tão *armoniosa -ue um dia ninu(m
mais sentir0 o pr>prio enve$*ecimento'
eD No ritmo em -ue as coisas vão, a pr>pria ve$*ice ta$ve) não ven*a a ter tempo
para tomar consci!ncia de si mesma'
751) Indique a alternativa em que se traduz corretamente o sentido de uma
expressão do texto, considerado o contexto.
aD Gparecem muito mais p$enamente ve$*osH N dão a impressão de se ressentirem
mais dos ma$es da ve$*ice
&D Guardam a$uma ansiedade no o$*arH N seus o$*os reve$am poucas
expectativas
cD G"ora do compassoH N num distinto andamento
dD Ga conversa mo$e se desenro$aH N a exp$anação ( deta$*ada
eD Gami%da o -ue pode o pr>prio passoH N deve desace$erar suas passadas
6PB
TEXTO CIV
ESCRITURÁRIO - CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
TEXTO 4
No in#cio do s(cu$o XX, a a"eição pe$o campo era uma caracter#stica
comum a muitos in$eses' T0 no "ina$ do s(cu$o X?III, dera oriem ao
sentimento de saudade de casa tão caracter#stico dos via/antes in$eses no
exterior, como _i$$iam Wec]"ord, no $eito de seu -uarto de *ote$,
5 portuu!s, em 5B8B, Gassediado a noite toda por id(ias rurais da In$aterra'H
V medida -ue as "0&ricas se mu$tip$icavam, a nosta$ia do morador da
cidade re"$etia,se em seu pe-ueno /ardim, nos animais de estimação, nas "(rias
passadas na Esc>cia, ou no Distrito dos Laos, no osto pe$as "$ores si$vestres e
a o&servação de p0ssaros, e no son*o com um c*a$( de "im de
10 semana no campo' Jo/e em dia, e$a pode ser o&servada na popu$aridade -ue
se conserva da-ue$es autores conscientemente GruraisH -ue, do s(cu$o X?II ao
XX, sustentaram o mito de uma Arc0dia campestre'
Em a$uns in$eses, no *istoriador C' F' =reve$[an, por exemp$o, o amor
pe$a nature)a se$vaem "oi muito a$(m desses anseios
15 vaamente rurais' Lamentava, em um dos seus textos mais e$o-Lentes, de
5PA5, a destruição da In$aterra rura$ e proc$amava a importRncia do cen0rio da
nature)a para a vida espiritua$ do *omem' 7ustentava -ue at( o "ina$ do s(cu$o
X?III as o&ras do *omem apenas se somavam 2s &e$e)as, da nature)a+ depois,
di)ia, tin*a sido r0pida a deterioração' A &e$e)a não
20 mais era produ)ida pe$as circunstRncias econEmicas comuns e s> restava,
como esperança, a conservação do -ue ainda não "ora destru#do' De"endia -ue
as terras ad-uiridas pe$o PatrimEnio Naciona$, a maioria comp$etamente incu$ta,
deveriam ser mantidas assim'
J0 apenas poucos s(cu$os, a mera id(ia de resistir 2
25 aricu$tura, ao inv(s de estimu$0,$a, pareceria ininte$i#ve$' 1omo teria
proredido a civi$i)ação sem a $impe)a das "$orestas, o cu$tivo do so$o e a
conversão da paisaem areste em terra co$oni)ada pe$o *omemS A tare"a do
*omem, nas pa$avras do C!nesis, era Genc*er a terra e su&met!,$aH' A
aricu$tura estava para a terra como o co)imento para a carne crua'
30 1onvertia nature)a em cu$tura' =erra não cu$tivada não sini"icava *omens
incu$tos' E -uando os in$eses seiscentistas mudaram,se para Fassac*ussetts,
parte de sua arumentação em de"esa da ocupação dos territ>rios ind#enas "oi
-ue a-ue$es -ue por si mesmos não su&metiam e cu$tivavam a terra não tin*am
direito de impedir -ue outros o "i)essem'
752)Ao mencionar, no primeiro parágrafo do texto, a inclinação dos ingleses
pelo espaço rural, o autor
6P8
aD &usca en"ati)ar o -ue ocorre no s(cu$o XX, em -ue a a"eição pe$o campo $*e
parece ser rea$mente mais enu#na'
&D a caracteri)a em di"erentes momentos *ist>ricos, tomando como re"er!ncia
distintas situaç.es em -ue e$a se mani"esta'
cD cita costumes do povo in$!s destru#dos pe$a ace$eração do crescimento das
"0&ricas, causa de sua impossi&i$idade de vo$ta peri>dica ao campo'
dD re"ere autores -ue procuraram conscientemente manter sua popu$aridade
exp$orando temas GruraisH para mostrar como se criou o mito de um para#so
campestre'
eD particu$ari)a o espaço estraneiro visitado pe$os in$eses Portua$ , para
esc$arecer o -ue os indiv#duos &uscavam e não podia ser encontrado na sua
p0tria'
753) Leia com atenção as afirmações abaixo sobre o segundo parágrafo do
texto.
I. Em confronto com o primeiro parágrafo, o autor apresenta um outro matiz
da relação do espírito inglês com o espaço rural.
II. O autor assinala os pontos mais relevantes referidos por G.M. Trevelyan
para comprovar a idéia universalmente aceita de que o contato com a
natureza é importante para o espírito.
III. O historiador inglês revela pessimismo, a cujos fundamentos ele não faz
nenhuma referência no texto.
São corretas:
aD I, somente
&D III, somente
cD I e III, somente
dD II e III, somente
eD I, II e III
754) As indagações presentes no terceiro parágrafo representam, no texto,
aD pontos re$evantes so&re os -uais a *umanidade ainda não re"$etiu
&D peruntas -ue *istoriadores "a)iam 2s pessoas para convenc!,$as da
importRncia do cu$to 2 nature)a
cD os pontos mais discutidos -uando se "a$ava do proresso na In$aterra, terra da
a"eição pe$o campo
dD -uest.es possive$mente $evantadas pe$os -ue procurassem entender a ra)ão de
muitas pessoas não considerarem a aricu$tura um &em em si
eD aspectos importantes so&re a re$ação entre a nature)a e o *omem, %teis como
arumentos a "avor da id(ia de"endida por =reve$[an
755) No último parágrafo do texto, o comentário sobre os ingleses
seiscentistas foi feito como:
aD den%ncia dos "a$sos arumentos uti$i)ados por a-ue$es -ue ocupam territ>rios
ind#enas
6PP
&D exemp$o do car0ter pioneiro dos in$eses na tare"a de co$oni)ação do territ>rio
americano
cD maneira de evidenciar a 0rdua tare"a dos -ue acreditavam na "orça da
aricu$tura para o proresso da civi$i)ação
dD con"irmação de -ue terras incu$tas são entraves -ue, *0 s(cu$os, su&traem ao
*omem o direito de proredir
eD comprovação de -ue, *0 poucos s(cu$os, o cu$tivo da terra era entendido como
sinEnimo de civi$i)ação
756) Assinale a afirmação INCORRETA.
aD In"ere,se do texto -ue as pa$avras do C!nesis "oram entendidas por muitos
como est#mu$o a derru&ar matas, $avrar o so$o, e$iminar predadores, matar insetos
nocivos, arrancar parasitas, drenar pRntanos'
&D O para$e$o esta&e$ecido entre o cu$tivo da terra e o co)imento dos a$imentos (
"eito para se pEr em evid!ncia a ação do *omem so&re a nature)a'
cD O texto mostra -ue o amor pe$a nature)a se$vaem est0 na &ase da re$ação -ue
se esta&e$ece entre cu$tivo da terra e civi$i)ação'
dD O texto mostra -ue o amor 2 nature)a se$vaem, considerado como &ar&0rie,
permitiu -ue certos povos se dessem o direito de apoderar,se de$a'
eD O C!nesis "oi citado no texto por-ue o cr(dito dado 2s pa$avras &#&$icas
exp$icaria o dese/o *umano de trans"ormar a nature)a se$vaem pensando no
&em,estar do *omem'
A;;
TEXTO CV
UNI-RIO
Neste momento, o &ordado est0 pousado em cima do conso$e e o interrompi
para escrever, su&stituindo a tessitura dos pontos pe$a das pa$avras, o -ue me
parece um exerc#cio &em mais di"#ci$' Os pontos -ue vou "a)endo exiem de mim
uma *a&i$idade e um adestramento -ue /0 não ten*o' Es"orço,me e vou
conseuindo vencer min*as de"ici!ncias' As pa$avras, por(m, são mais di"#ceis de
adestrar e v!m carreadas de uma vida -ue se "oi desenro$ando dentro e "ora de
mim, todos esses anos' 7ão teimosas, am&#uas e "erem' Fin*a $uta com e$as (
uma $uta extenuante'
Assim, nesse momento, enceto duas $utas3 com as $in*as e com as pa$avras,
mas ten*o a certe)a -ue, desta ve), estou -uerendo c*ear a um resu$tado
seme$*ante e desco&rir ao "im do &ordado e ao "im desse texto a$o de de$icado,
recEndito e impercept#ve$ so&re o meu pr>prio destino e so&re o destino dos seres
-ue me rodeiam' Ontem, -uando entrei no armarin*o para esco$*er as $in*as, vi,
me cercada de pessoas com -uem não convivia *0 muito tempo, ou convivia
muito pouco, de cu/a exist!ncia tin*a es-uecido' Fu$*eres de meia,idade -ue
compravam $ãs para &ordar tapeçarias, se$ecionando animadamente e com rande
compet!ncia os nove$os, comparando as cores com os riscos tra)idos, contando
os pontos na etamine, medindo o taman*o do &astidor' Incorporei,me a e$as e
comecei a esco$*er, com rande acuidade, as tona$idades das min*as meadas de
$in*a merceri)ada' Pareciam pe-uenas a&e$*as a$eres I'''D $evando a s(rio as suas
tare"as I'''D Na-ue$as mu$*eres *avia a$uma coisa preservada, sua capacidade de
&ordar dava,$*es uma dinidade e um ava$'
Não -ueria -ue me discriminassem, conversei com e$as de iua$ para iua$,
mostrando,$*es os pontos -ue min*a pe-uena mão in"anti$ executara'
ITARDIF, Rac*e$' O pen*or c*in,s. :a ed' Rio de Taneiro3 Tos( O$[mpio, 5PP;D
757) Nesse texto que você acaba de ler, estabelece-se uma relação entre
bordar e escrever, ações que se desenvolvem no esforço da tessitura. Assinale
a opção em que o comparativo ~bem mais difícil¨, aplicado ao tecido do texto,
justifica-se com maior propriedade.
aD As pa$avras são como os pontos do &ordado3 exiem adestramento de -uem vai
us0,$as'
&D Pa$avras e pontos su/eitam,se documente ao to-ue do artista'
cD Pa$avras t!m vida pr>pria e exiem sensi&i$idade para se deixarem usar'
dD Pa$avras são pren*es de sini"icado e, portanto, podem independer de -uem as
emprea'
eD Pa$avras são, por ve)es, am&#uas, o -ue não ocorre com os pontos do
&ordado'
A;5
758) Com ~Esforço-me e vou conseguindo vencer minhas deficiências¨, a
autora se refere:
aD ao es"orço para sup$antar a ini&ição -ue as pa$avras $*e causam
&D ao es"orço -ue $*e custa o tecido do texto
cD 2 de"ici!ncia visua$ -ue $*e di"icu$ta tecer o &ordado
dD 2 sua pr>pria di"icu$dade en-uanto tece$ã
eD 2s muitas de"ici!ncias ramaticais -ue necessita vencer
759) Pode-se depreender da leitura do 7o período que:
aD o &ordado, tanto -uanto o texto tecido, permite o resate de a$o adormecido
na mem>ria'
&D os pontos do &ordado, mais -ue as pa$avras, contri&uem para avivar, na
mem>ria, a$o recEndito'
cD os pontos do &ordado, menos -ue as pa$avras, mostram a de$icada tessitura da
o&ra'
dD as pa$avras, assim como os pontos do &ordado, escondem a inexora&i$idade do
destino'
eD as pa$avras, mais -ue os pontos do &ordado, escondem o traçado impercept#ve$
da o&ra'
760) Neste momento (Io período) e nesse momento (7o período) referem-se
a(ao):
aD um %nico momento3 o da esco$*a
&D dois tempos distintos3 o do &ordado e o da escrita
cD tempo de retomada do &ordado
dD momento da ida ao armarin*o
eD momento da escritura e ao atua$ momento de vida
761) A conjunção que, usada antes da oração ~...de cuja existência tinha
esquecido¨, não altera o sentido do 8o período é:
aD pois
&D ou
cD $oo
dD nem
eD e
762)A expressão ~...abelhas alegres¨ (11° período) justifica, especificamente,
a significação expressa, no 9o período, com:
aD Gmu$*eres de meia,idade'''H
&D G'''para &ordar tapeçarias'''H
cD G'''se$ecionando animadamente e com rande compet!ncia os nove$os'''H
dD G'''comparando as cores com os riscos tra)idos'''H
eD G'''medindo o taman*o do &astidorH
A;6
763) O adjetivo preservada (~alguma coisa preservada¨ - 12° período)
significa:
aD pass#ve$ de corrupção
&D escondida
cD de"endida de perios
dD intacta b
eD viiada
A;A
TEXTO CVI
ASSISTENTE SOCIAL - TRF 3a REGIÄO
TEXTO 1
O MITO E O MUNDO MODERNO
FOpER73 Por -ue mitosS Por -ue dever#amos importar,nos com os
mitosS O -ue e$es t!m a ver com min*a vidaS
1AFPWELL3 Fin*a primeira resposta seria3 G?0 em "rente, viva a sua
vida, ( uma &oa vida , voc! não precisa de mito$oiaH' Não acredito -ue se possa
ter interesse por um assunto s> por-ue a$u(m di) -ue isso ( importante' Acredito
em ser capturado pe$o assunto, de uma maneira ou de outra' Fas voc! poder0
desco&rir -ue, com uma introdução apropriada, o mito ( capa) de captur0,$o' E
então, o -ue e$e poder0 "a)er por voc!, caso o capture de "atoS
Mm de nossos pro&$emas, *o/e em dia, ( -ue não estamos "ami$iari)ados
com a $iteratura do esp#rito' Estamos interessados nas not#cias do dia e nos
pro&$emas do momento' Antiamente, o campus de uma universidade era uma
esp(cie de 0rea *ermeticamente "ec*ada, onde as not#cias do dia não se c*ocavam
com a atenção -ue voc! dedicava 2 vida interior, nem com a man#"ica *erança
*umana -ue rece&emos de nossa rande tradição , P$atão, 1on"%cio, o Wuda,
Coet*e e outros, -ue "a$am dos va$ores eternos, -ue t!m a ver com o centro de
nossas vidas'
Kuando um dia voc! "icar ve$*o e, tendo as necessidades imediatas todas
atendidas, então se vo$tar para a vida interior, a# &em, se voc! não sou&er onde
est0 ou o -ue ( esse centro, voc! vai so"rer'
As $iteraturas rea e $atina e a W#&$ia costumavam "a)er parte da educação
de toda ente' =endo sido suprimidas, toda uma tradição de in"ormação
mito$>ica do Ocidente se perdeu' Fuitas *ist>rias se conservaram, de *0&ito, na
mente das pessoas' m'''n
I1AFPWELL, Tosep*' 3 poder do mito. 1om Wi$$ Fo[ers' Or' Wett[ 7ue <$oders' =radução
de 1ar$os <e$ipe Fois(s' 7ão Pau$o3 Associação Pa$as At*ena, 5PP;' p' A,:D
766) A leitura do texto permite afirmar que a conjunção e, presente no título,
sugere idéia de
aD adição
&D exp$icação
cD conse-L!ncia
dD a$ternRncia
eD contraste
A;:
767) Considerando que ironia seja um recurso com o qual se afirma o
contrário do que se enuncia, aponte a alternativa em que tal recurso se
manifesta.
aD m'''n as not#cias não se c*ocavam com a atenção -ue voc! dedicava 2 vida
interior'
&D E então, o -ue e$e poder0 "a)er por voc!, caso o capture de "atoS
cD m'''n o campus de uma universidade era uma esp(cie de 0rea *ermeticamente
"ec*ada'
dD ?0 em "rente, viva a sua vida, ( uma &oa vida , voc! não precisa de mito$oia'
eD Kuando um dia voc! "icar ve$*o m'''n, se voc! não sou&er onde est0 m'''n, voc!
vai so"rer'
768) Da leitura do texto, pode-se depreender que
aD entre outros, P$atão, 1on"%cio, Coet*e e Wuda são os respons0veis pe$a
mito$oia'
&D a satis"ação das necessidades imediatas dos ve$*os propicia,$*es uma
so&revida "e$i)'
cD o centro interior do *omem idoso "oi de"inido por P$atão, 1on"%cio, Wuda e
Coet*e, entre outros'
dD o poss#ve$ so"rimento do ve$*o depende, entre outras coisas, da preocupação
com a sua vida interior'
eD a $iteratura do esp#rito não ( aco$*ida nos campus das universidades
dec$aradamente "ec*adas'
769) Aponte a alternativa em que a reescrita da frase ~Tendo sido
suprimidas, toda uma tradição de informação mitológica do Ocidente se
perdeu¨ conserva, de acordo com o texto, o conteúdo original.
aD Ap>s sua preservação, não se asseurou a transmissão da mito$oia ocidenta$'
&D 1om sua supressão, desapareceu a tradição inteira de in"ormação mito$>ica
do Ocidente'
cD O suprimento dessas $iteraturas acarretou o "im da mito$oia ocidenta$'
dD 1om o seu desaparecimento, "rustrou,se a mito$oia do Ocidente'
eD 7ua e$iminação determinou o desaparecimento de toda a mito$oia do
Ocidente'
A;9
TEXTO CVII
ASSISTENTE SOCIAL - TRF 3a REGIÄO
TEXTO 2
É DISSO QUE O BRASIL PRECISA
O rau de maturidade econEmica de uma sociedade pode ser
a"erido com a a/uda de #ndices con*ecidos, como o produto interno &ruto
do pa#s' O est0io de maturidade po$#tica tam&(m conta com
a$uns
indicadores' Mm de$es ( a ocorr!ncia se-Lenciada de e$eiç.es $ivres,
sem
5 sustos nem so&ressa$tos' E como desco&rir o rau de maturidade
socia$
de uma naçãoS jndices -ue medem a vio$!ncia e a crimina$idade são
%teis
para a ava$iação' Fas de um tempo para c0 suriu um dado novo3 a
taxa
de envo$vimento das pessoas com o tra&a$*o socia$' Não -ue a
"i$antropia
se/a novidade ou invenção moderna' Fas a onda do &em tornou,se
um
10 "enEmeno especia$mente not0ve$ nos %$timos trinta anos'
Nos pa#ses mais civi$i)ados, a presença da "i$antropia,
tam&(m
c*amada de terceiro setor, ( mais percept#ve$' Nas naç.es
menos
desenvo$vidas socia$mente, o tra&a$*o vo$unt0rio ( mais em&rion0rio'
O
Wrasi$ est0 num meio,termo' Do ponto de vista do resu$tado
"inanceiro,
15 est0 entre os pa#ses -ue menos investem no socia$' Fas, -uando se
ana$isa
o vo$untariado pe$o ex(rcito envo$vido, a$uma coisa espantosa
est0
acontecendo' J0 mi$*.es de &rasi$eiros dedicando,se a tare"as sociais m'''n'
->E;A Especial, 8'56'6;;5, p' 8D
770) Da leitura do texto, depreende-se que o pronome isso, do título, aponta
para
aD o rau de maturidade socia$ de uma comunidade
&D a ocorr!ncia se-Lenciada de e$eiç.es $ivres
cD o rau de maturidade econEmica de uma nação
dD o envo$vimento das pessoas no tra&a$*o socia$
eD a e$iminação da distRncia entre ricos e po&res
771) A preposição com na expressão 5com a ajuda de índices conhecidos¨
possui idéia de
A;@
aD compan*ia
&D instrumento
cD causa
dD concessão
eD d%vida
772) Em lugar de $ilantropia poderia, no texto, figurar
aD antropo"o&ia
&D *umanidade
cD *umanismo
dD *umanitarismo
eD misantropia
773) Em ~Nos países mais civilizados, ¡...] a presença da filantropia ¡...] é
mais perceptível.¨, depreende-se um julgamento de valor, segundo o qual o
Brasil não compõe o grupo desses países. De acordo com o texto, pode-se
contrapor a essa asserção
aD o n%mero de vo$unt0rios do tra&a$*o socia$
&D o acan*ado investimento "inanceiro no socia$
cD o surimento do vo$untariado nessas naç.es
dD a presença, nesses pa#ses, do terceiro setor
eD a atuação do terceiro setor em tais pa#ses
774) Antepostos ou pospostos a outros, alguns vocábulos podem sofrer
alteração de sentido, como ocorre, por exemplo, com novo, novo escrivão e
escrivão novo. Indique a alternativa em que se manifesta um desses
vocábulos.
aD O est0io de maturidade econEmica tam&(m conta com &ons indicadores'
&D Não -ue a "i$antropia se/a novidade ou invenção moderna'
cD m'''n a$uma coisa espantosa est0 acontecendo'
dD m'''n est0 entre os pa#ses -ue menos investem socia$mente'
eD m'''n a onda do &em tornou,se um "enEmeno especia$mente not0ve$'
775) Em ~índices que medem a violência e a criminalidade são úteis...¨, o
termo destacado poderá, sem prejuízo do sentido e com a necessária
adequação sintática, ser substituído por
aD mensur0veis
&D incomensur0veis
cD mensurais
dD dimens#veis
A;B
eD mensuradores

A;8
TEXTO CVIII
ASSISTENTE LEGISLATIVO - PE
, Então, -uando se casa, D' Ism!niaS
, Em março' 1ava$canti /0 est0 "ormado e'''
A"ina$ a "i$*a do enera$ pEde responder com seurança 2 perunta
-ue se $*e vin*a "a)endo *0 -uase cinco anos' O noivo "ina$mente
5 encontrara o "im do curso de dentista e marcara o casamento para da# a
tr!s meses' A a$eria "oi rande na "am#$ia+ e, como em ta$ caso, uma a$eria
não poderia passar sem um &ai$e, uma "esta "oi anunciada para o s0&ado -ue
se seuia ao pedido da pram0tica'
As irmãs da noiva, Kuinota, Zi)i, La$0 e ?ivi, estavam mais
10 contentes -ue a irmã nu&ente' Parecia -ue e$a $*es ia deixar o camin*o
desem&araçado, e "ora a irmã -uem at( a$i tin*a impedido -ue se casassem'
Noiva *avia -uase cinco anos, Ism!nia /0 se sentia meio casada'
Esse sentimento /unto a sua nature)a po&re "!,$a não sentir um pouco
mais de a$eria' <icou no mesmo' 1asar, para e$a, não era ne>cio de
15 paixão, nem se inseria no sentimento ou nos sentidos3 era uma id(ia,
uma pura id(ia' A-ue$a sua inte$i!ncia rudimentar tin*a separado da id(ia
de casar o amor, o pra)er dos sentidos, uma ta$ ou -ua$ $i&erdade, a
maternidade, at( o noivo' Desde menina, ouvia a mamãe di)er3 GAprenda a
"a)er isso, por-ue -uando voc! se casar'''H ou senão3 G?oc! precisa
20 aprender a prear &ot.es, por-ue -uando voc! se casar'''H'
A todo instante e a toda *ora, $0 vin*a a-ue$e , Gpor-ue, -uando voc! se
casar'''H , e a menina "oi se convencendo de -ue toda a exist!ncia s> tendia
para o casamento' A instrução, as satis"aç.es #ntimas, a a$eria, tudo isso era
in%ti$+ a vida se resumia numa coisa3 casar'
25 De resto, não era s> dentro de sua "am#$ia -ue e$a encontrava a-ue$a
preocupação' No co$(io, na rua, em casa das "am#$ias con*ecidas, s> se
"a$ava em casar' G7a&e, D' Faricota, a Li$i casou,se+ não "e) rande
ne>cio, pois parece -ue o noivo não ( $0 rande coisaH+ ou então3 GA Ze)(
est0 doida para arran/ar casamento, mas ( tão "eia, meu Deus!'''H
IWARRE=O, Lima , =riste <im de Po$icarpo Kuaresma , 7cipione, 7ão Pau$o' 5PP: , p' 69D
776) Segundo o texto, pode-se afirmar que a relação do casal de nubentes era
aD de amor, pois /0 "a)ia -uase cinco anos de noivado
&D de acomodação, pois, pe$o menos da parte de Ism!nia, não *avia paixão
cD de e-ui$#&rio, uma ve) -ue não *avia mais os arre&atamentos da paixão
dD dese/ada pe$a "am#$ia, apesar de esta não co&rar casamento das "i$*as
eD de cump$icidade, pois sendo um re$acionamento *ori)onta$, os dois
parti$*avam sentimentos, pro/etos e decis.es
777) Em relação ao texto, todas as alternativas abaixo são verdadeiras,
exceto:
A;P
aD A su&missão anu$a a identidade do ser *umano, "a) de$e um autEmato sem
dese/os, sentimentos ou son*os'
&D Kuando se adestra um ser *umano em ve) de educ0,$o, -uando seu destino (
traçado pe$a cu$tura de -ue "a) parte, pre/udica,se o seu desenvo$vimento a"etivo
e inte$ectua$'
cD O mac*ismo diminui a "iura "eminina na sociedade a ponto de "a)!,$a pensar
-ue, sem um marido, não conseue ser a$u(m ou at( mesmo viver'
dD O autor tratou o assunto sem "a)er uso do *umor ou da ironia, uma ve) -ue
esse ( um tema s(rio -ue precisa ser visto e discutido pe$a sociedade'
eD O casamento, visto como "im em si mesmo, não representa a rea$i)ação a"etiva
da mu$*er, mas o %nico o&/etivo de sua vida'
778) Podemos afirmar que Ismênia representa
aD a mu$*er comedida, caute$osa -ue, para se de"ender da sociedade mac*ista,
não se deixa arre&atar pe$as paix.es desen"readas
&D o per"i$ de compan*eira idea$, pois sa&e ser paciente e to$erante a ponto de
esperar a "ormatura do noivo para traçar os p$anos para o casamento
cD a mu$*er,o&/eto -ue não "oi educada para sentir, para ser, mas para
desempen*ar apenas o pape$ de coad/uvante na sociedade
dD o e-ui$#&rio, pois mesmo sendo co&rada pe$a sociedade, esperou -ue seu noivo
conc$u#sse o curso superior para marcar a data do casamento
eD uma exceção, pois di"ici$mente as mu$*eres de sua (poca seriam ou airiam
como e$a
779) A construção sintática ~uma festa foi anunciada para o sábado¨, sem
modificar-lhe o sentido, pode ser substituída por:
aD Mma "esta esteve anunciada para o s0&ado'
&D Mma "esta tin*a sido anunciada para o s0&ado'
cD Anunciava,se uma "esta para o s0&ado'
dD Anunciou,se uma "esta para o s0&ado'
eD Anunciara,se uma "esta para o s0&ado'
780) Com base no texto, marque a opção em que é feita uma comparação:
aD G'''Ism!nia /0 se sentia meio casada'H
&D G'''estavam mais contentes -ue a irmã nu&ente'H
cD G'''"!,$a não sentir um pouco mais de a$eria'H
dD G'''o noivo não ( $0 rande coisa'''H
eD G'''mas ( tão "eia, meu Deus!'''H
A5;
TEXTO CIX
AUXILIAR CENSITÁRIO DE INFORMÁTICA - IBGE
No in#cio do m!s o Instituto ?ox Popu$i "oi 2s ruas para sa&er
o
-ue a popu$ação pensa so&re os medicamentos en(ricos' 1o$*eu
uma
reve$ação surpreendente3 8;^ dos entrevistados /0 incorporaram essa
a$ternativa a seus *0&itos de consumo' A$(m dos an*os econEmicos,
a
5 nova rea$idade rendeu "rutos po$#ticos' O ministro da 7a%de, Tos(
7erra,
o&teve a me$*or ava$iação entre toda a e-uipe de <J1, com
percentuais
capa)es de causar inve/a ao presidente' Os en(ricos estão a&rindo
as
portas do mercado para uma popu$ação -ue *0 anos era mantida
2
marem' Os medicamentos sem marca aprovados pe$a ?ii$Rncia 7anit0ria
10 somam *o/e 559 tipos e estão c*eando 2s "arm0cias a preços, em m(dia,
A;^ mais &aratos' =aman*a revo$ução "oi a/udada pe$os *o$o"otes
acesos
pe$a 1PI dos Fedicamentes, -ue aca&ou ini&indo um novo &oicote
dos
$a&orat>rios mu$tinacionais &em,sucedidos na sua primeira
investida,
ainda em 5PPA' No ritmo desta verdadeira revo$ução, a ind%stria
naciona$
15 disparou ordos investimentos' Jo/e, entre os "a&ricantes de rem(dios /0
aprovados, apenas um ( de oriem estraneira' 1om tantos !xitos,
os
en(ricos estão se tornando uma unanimidade naciona$'
ITW, 5PY;8Y;;D
781) Ao dizer, no final do texto, que os genéricos estão se tornando uma
unanimidade nacional, o autor quer dizer que:
aD -uase todos os &rasi$eiros consideram o advento dos en(ricos uma medida
positiva'
&D os en(ricos /0 estão a$cançando, em sua distri&uição, todo o territ>rio
naciona$'
cD todos os en(ricos, em &reve espaço de tempo, serão de "a&ricação &rasi$eira'
dD os en(ricos estão a$cançando, no Wrasi$ todo, um sucesso imprevis#ve$'
eD os en(ricos passaram a ser vistos, pe$os &rasi$eiros, como >timos
investimentos'
782) O que a pesquisa do Vox Populi revelou de surpreendente foi que:
A55
aD os en(ricos /0 são consumidos por rande parte da popu$ação'
&D 8;^ da popu$ação &rasi$eira tanto consomem en(ricos -uanto os rem(dios
tradicionais'
cD rande parte dos consumidores "a)em parte de cooperativas -ue "ornecem
en(ricos'
dD os en(ricos s> são consumidos por -uem est0 &em in"ormado so&re essa
revo$ução'
eD os en(ricos estão rendendo "rutos econEmicos e po$#ticos'
783) A prova dos frutos políticos do advento dos genéricos é:
aD a a$ta popu$aridade do minist(rio de <J1
&D a ava$iação p%&$ica do ministro Tos( 7erra
cD a &aixa popu$aridade do presidente
dD a aceitação dos en(ricos por parte da popu$ação
eD os a$tos investimentos "eitos no setor
784) A população ~que há anos era mantida à margem¨ se refere àquela parte
da população que:
aD não investia no setor "armaco$>ico'
&D descon*ecia a uti$idade dos en(ricos'
cD s> se tratava com rem(dios de marca'
dD não "icava doente'
eD não tin*a condiç.es econEmicas de ad-uirir rem(dios'
785) Os genéricos marcam, segundo o texto, uma série de oposições em
relação aos remédios tradicionais; a oposição NÄO indicada pelo texto é:
aD sem marca X com marca
&D mais &aratos X mais caros
cD "a&ricação naciona$ X "a&ricação estraneira
dD muito con*ecimento X pouco con*ecimento
eD mais consumidores X menos consumidores
786) A sigla CPI, presente no texto, significa:
aD 1entro de Proteção ao Investidor
&D 1omissão Par$amentar de In-u(rito
cD 1ooperativa Par$amentar de Investiação
dD 1asa do Pe-ueno Investidor
eD 1omissão Privada de Investiação
787) Segundo o texto, os laboratórios multinacionais:
aD aceitaram passivamente a c*eada dos en(ricos'
&D criaram uma 1PI para os en(ricos'
cD passaram a investir na produção de en(ricos'
dD tentaram torpedear a revo$ução dos en(ricos'
eD auxi$iaram na criação dos en(ricos'
A56
788) ~Hoje, entre os fabricantes de genéricos já aprovados, apenas um é de
origem estrangeira.¨; neste segmento, o vocábulo que mostra a opinião do
autor do texto sobre o assunto abordado é:
aD /0
&D apenas
cD *o/e
dD estraneira
eD aprovados
789) ~Hoje, entre os fabricantes de remédios já aprovados, apenas um é de
origem estrangeira.¨. Infere-se desse segmento que:
aD para a "a&ricação dos en(ricos ( necess0ria uma aprovação de >rão
competente'
&D os "a&ricantes estraneiros estão an*ando terreno na "a&ricação dos
en(ricos' +
cD os "a&ricantes estraneiros não estão rece&endo autori)ação para a "a&ricação
de en(ricos'
dD a situação atua$ de "a&ricação de en(ricos ! de &aixa produção'
eD s> *o/e o Coverno interv(m na "a&ricação de rem(dios'
790) 5Além dos ganhos econômicos, a nova realidade rendeu frutos
políticos.¨; a locução além de expressa, neste caso:
aD concessão
&D exp$icação
cD adição
dD $oca$i)ação
eD causa
791) O item em que o termo sublinhado está empregado no sentido próprio
original e não no sentido figurado é:
aD GA$(m dos an*os econEmicos, a nova rea$idade rendeu "rutos po$#ticos'H
&D G'''com percentuais capa)es de causar inve/a ao presidente'H
cD GOs en(ricos estão a&rindo as portas do mercado'''H
dD G'''a ind%stria disparou ordos investimentos'H
eD G1o$*eu uma reve$ação surpreendente3'''H
792)¨...que acabou inibindo um novo boicote dos laboratórios
multinacionais...¨; neste caso, o verbo acabar apresenta o mesmo significado
que em:
aD A pes-uisa da ?ox Popu$i aca&ou *0 duas semanas'
&D Aca&amos de $er o texto'
cD Os en(ricos aca&aram de c*ear 2s "arm0cias'
dD Isso não vai aca&ar &em'
eD E$e se aca&ou na "esta!
A5A
TEXTO CX
ENGENHEIRO CIVIL - TRF 2a REGIÄO
A ÁRVORE E O HOMEM
O PRIFEIRO''' pro&$ema -ue as 0rvores parecem propor,
nos
( o de nos con"ormarmos com a sua mude)' Dese/ar#amos -ue
"a$assem,
como "a$am os animais, como "a$amos n>s mesmos' Entretanto, e$as e
as
pedras reservam,se o privi$(io do si$!ncio, num mundo em -ue todos
os
5 seres t!m pressa de se desnudar' <i(is a si mesmas, decididas a uardar
um si$!ncio -ue não est0 2 merc! dos &otRnicos, procuram as
0rvores
inorar tudo de uma composição socia$ -ue ta$ve) se $*es
a"iure
monstruosamente indiscreta, "undada como est0 na $inuaem articu$ada,
no /oo de transmissão do mais #ntimo pe$o mais co$etivo' Crave e
so$it0rio,
10 o tronco vive num estado de impermea&i$idade ao som, a -ue os *umanos
atinem por a$uns instantes e atrav(s da tra(dia c$0ssica' Não $oramos
comov!,$o, comunicar,$*e a nossa intemperança' Então, incapa)es
de
tra)!,$o para a nossa domesticidade, consideramo,$o um e$emento
da
paisaem, e pintamo,$o' E$e pende, $0pis ou >$eo, de nossa parede,
mas
15 esse arti"#cio não nos i$ude, não incorpora a 0rvore 2 atmos"era de
nossos
cuidados' O "umo dos ciarros, su&indo at( o -uadro, parece vaamente
a&orrec!,$a, e certas 0rvores de ?an Co*, na sua crispação, t!m a$o de
protesto'
IANDRADE, 1' Drummond de' Poesia completa e prosa. Rio de Taneiro3 Tos( Aui$ar, 5PBA' p'
BP8D
793) É FALSO afirmar, a respeito do conteúdo desse texto, que:
aD a capacidade da "a$a ( atri&u#da a todos os seres animados'
&D seu autor re"orça a tese de -ue, para os seres *umanos, a posse da $inuaem
articu$ada ( um privi$(io'
cD o si$!ncio das 0rvores ( um mist(rio para os cientistas'
dD o desen*o e a pintura são simp$es arti"#cios para interar as 0rvores no
am&iente socia$ e *umano'
eD parece 2s 0rvores -ue a socia$i)ação da intimidade atrav(s da $inuaem
articu$ada ( uma indiscrição'
A5:
794) No texto, a maioria das palavras e expressões refere-se basicamente a
dois universos: o das árvores e o dos homens. A alternativa que reúne
EXCLUSIVAMENTE palavras relativas ao universo dos homens é:
aD crispação , si$!ncio
&D intemperança , &otRnicos
cD paisaem , impermea&i$idade
dD cuidados , so$it0rio
eD atmos"era , mude)
795) A atribuição de características humanas às árvores vem expressa no
texto por várias expressões/palavras, EXCETO pela da opção:
aD propor,nos
&D "i(is
cD rave
dD inorar
eD domesticidade
796) Os conectivos ~Entretanto¨ e ~Então¨ encadeiam partes do texto
exprimindo, respectivamente:
aD oposição e conse-L!ncia
&D oposição e tempo
cD tempo e conse-L!ncia
dD tempo e conc$usão
eD tempo e tempo
A59
TEXTO CXI
REGULADOR - AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS
ÁGUA INSALUBRE
Estudo do Paci"ic Institute o" Oa]$and, na 1a$i">rnia, prev! -ue B@
mi$*.es de pessoas morrerão de doenças re$acionadas 2 0ua at( 6;;6'
As crianças serão as mais a"etadas por ma$es causados pe$o uso e
inestão de 0ua contaminada' No mesmo per#odo, serão reistrados @9
mi$*.es de casos "atais em conse-L!ncia da Aids em todo o mundo'
IF0rcia Pe$tier, O C$o&o, 65Y5;Y6;;6D
797) O título dado à notícia é ~Água insalubre¨. Sabendo-se que ~insalubre¨
significa ~nocivo à saúde¨, pode-se dizer que:
aD o t#tu$o nada esc$arece so&re o conte%do do texto'
&D parte do conte%do do texto ( antecipado pe$o t#tu$o'
cD o ad/etivo Ginsa$u&reH contradi) o conte%do do texto'
dD o t#tu$o pretende atrair o $eitor pe$o aspecto tr0ico'
eD a menção da 0ua contaminada introdu) o assunto da Aids'
798) O adjetivo atribuído ao substantivo água que NÄO tem sua significação
corretamente indicada é:
aD 0ua contaminada3 0ua -ue não cont(m sais minerais
&D 0ua ins#pida3 0ua sem sa&or
cD 0ua insossa3 0ua sem sa$
dD 0ua natura$3 0ua existente na nature)a
eD 0ua pot0ve$3 conveniente para consumo *umano
799) Logo ao início da notícia há a indicação da fonte de informação estudo
do Pacific Institute of Oakland; isso ocorre porque:
aD ( o&riat>ria a presença da "onte de in"ormaç.es nos /ornais'
&D va$ori)a a not#cia di)er -ue sua "onte ( americana'
cD atri&ui "orça de verdade ao -ue ( veicu$ado'
dD a identi"icação da "onte isenta a /orna$ista de responsa&i$idade'
eD a "onte citada ( de amp$o con*ecimento p%&$ico'
800)No segmento ~morrerão de doenças¨, o valor semântico da preposição
sublinhada repete-se em:
aD as 0uas "icaram contaminadas de &act(rias'
&D os estudos mostraram a contaminação das 0uas'
cD as 0uas contaminadas são as causas de doenças'
dD a 0ua de rios ( mais contaminada -ue a marin*a'
eD os *a&itantes do 7u$ padecem de "rio'
801) Pode-se deduzir da leitura do texto que:
A5@
aD a Aids ( a doença -ue causa maior n%mero de mortes na atua$idade'
&D as crianças morrem pre"erencia$mente de doenças causadas pe$a 0ua
contaminada'
cD as crianças são as mais a"etadas por-ue se divertem na 0ua'
dD no per#odo citado a Aids mata menos -ue a 0ua contaminada'
eD a contaminação da 0ua s> causar0 mortes num "uturo pr>ximo'
802) Vocábulos do texto que NÄO apresentam o mesmo referente são:
aD pessoas Y as crianças
&D doenças Y ma$es
cD 0ua Y 0ua contaminada
dD at( 6;;6 Y mesmo per#odo
eD morrerão Y serão reistrados @9 mi$*.es de casos "atais
803) A referência à Aids no final do texto tem por finalidade:
aD dar mais sensaciona$ismo ao texto'
&D mostrar a ravidade da Aids'
cD demonstrar o "uturo nero da *umanidade'
dD destacar pro&$emas ainda pouco divu$ados'
eD despertar interesse no $eitor'
804) Situação que poderia representar o uso e ingestão da água
simultaneamente é:
aD $avaem das ca$çadas
&D preparação da comida
cD &an*o di0rio
dD $avaem de roupas
eD $impe)a da $ouça
805) O texto lido poderia ser classificado como:
aD did0tico
&D in"ormativo
cD normativo
dD preditivo
eD pu&$icit0rio
806) A conjunção que se poderia escrever entre os dois últimos períodos do
texto de modo a manter o sentido original é:
aD mas
A5B
&D apesar de
cD en-uanto
dD 2 media -ue
eD contanto -ue
807) Expressões que NÄO são equivalentes semanticamente são:
aD prev! N "a) a previsão de -ue
&D mesmo per#odo N per#odo iua$
cD casos "atais N mortes
dD em todo o mundo N mundia$mente
eD doenças N ma$es
808) Ao dizer que ~as crianças serão as mais afetadas¨, o texto mostra que:
aD os adu$tos serão iua$mente a"etados'
&D os adu$tos não serão a"etados'
cD s> as crianças serão a"etadas'
dD os adu$tos serão menos a"etados'
eD os adu$tos serão mais ou menos a"etados'
A58
TEXTO CXII
GUARDA MUNICIPAL DO RIO
TEXTO 1
Kue pa#s ( este, -ue nea oportunidades 2s suas crianças e
/ovens, em -ua$-uer -ue se/a a pro"issão, de serem atores na vidaS
Fi$*.es de &rasi$eiros precisam, apenas, ter o direito 2 educação para
dar, com dinidade, sua contri&uição 2 sociedade'
Fi$*ares de crianças uti$i)am sua criatividade, inte$i!ncia e seus
dons apenas para so&reviver' 7ão artistas nos sinais de trRnsito, pedintes
do as"a$to' No entanto, a rande e esmaadora maioria tem como
a$ternativas a vio$!ncia, o "urto, as droas e a morte prematura'
Q poss#ve$ trans"ormar essa rea$idade e isto custa muito pouco'
IFaur#cio Andrade, 1oordenador Cera$ da Ação da 1idadaniaD
809) Este texto serve de introdução a um programa da peça teatral ~Menino
no meio da rua¨, que aborda a esperança de mudar a vida de muitos meninos
de rua; analise os trechos a seguir:
I - ~Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em
qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida?¨
II - ~Milhões de brasileiros precisam, apenas, ter o direito à educação para
dar, com dignidade, sua contribuição à sociedade.¨
in - ~Milhares de crianças utilizam sua criatividade, inteligência e seus dons
apenas para sobreviver.¨
IV - ~São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto.¨
Os trechos do texto que fazem alusão ao mundo do teatro são:
aD I , III
&D II,I?
cD I,I?
dD II,III
eD III , I?
810)Ao perguntar, no texto 1, ~Que país é este...?¨, o autor deseja:
aD satis"a)er uma curiosidade'
&D tomar con*ecimento de a$o'
cD de"inir o seu pa#s'
dD protestar contra uma in/ustiça'
eD reve$ar a$o descon*ecido'
811) ~Que país é este, que nega oportunidades às suas crianças e jovens, em
qualquer que seja a profissão, de serem atores na vida?¨; neste segmento do
texto, com a expressão ~de serem atores na vida¨, o autor quer dizer que:
aD muitos meninos e meninas poderiam tra&a$*ar em teatro'
&D crianças e /ovens são atores para so&reviver'
cD ser ator ( uma atividade -ue não re-uer muito estudo'
dD tra&a$*ar em circo pode ser a sa#da de so&reviv!ncia para muitos'
A5P
eD todos deveriam ter a oportunidade de ser a$u(m na vida'
812)Ao usar apenas no segmento ~Milhares de crianças utilizam sua
criatividade, inteligência e seus dons apenas para sobreviver.¨, o autor quer
dizer que:
aD as crianças t!m pouco a o"erecer'
&D o ta$ento das crianças poderia ser mais &em empreado'
cD mi$*ares de crianças $utam pe$a so&reviv!ncia'
dD as crianças t!m pouca criatividade e inte$i!ncia'
eD a so&reviv!ncia ( apenas uma das preocupaç.es das crianças'
813) ~São artistas nos sinais de trânsito, pedintes do asfalto.¨; o comentário
INCORRETO sobre esse segmento do texto é:
aD ser artista no sina$ de trRnsito ( mostrar criatividade para a so&reviv!ncia'
&D GartistaH e GpedinteH são atividades -ue se op.em em dinidade'
cD Gas"a$toH se op.e tradiciona$mente a GmorroH'
dD todo o semento se re"ere a Gmi$*ares de criançasH, no per#odo anterior'
eD GartistasH est0 usado, neste caso, com sentido pe/orativo'
814) ~No entanto, a grande e esmagadora maioria tem como alternativas a
violência, o furto, as drogas e a morte prematura¨; a afirmativa correta a
respeito desse segmento do texto é:
aD a rande e esmaadora maioria das crianças -ue "icam nos sinais de trRnsito
são marinais'
&D rande parte das crianças -ue são artistas nos sinais de trRnsito aca&am v#timas
da vio$!ncia em -ue vivem'
cD as doenças e a "a$ta de assist!ncia $evam rande parte das crianças 2 morte
prematura'
dD a maior parte das crianças de rua ape$am para a marina$idade como
a$ternativa de so&reviv!ncia'
eD o uso de droas ( a %nica causa de morte prematura das crianças'
815) A frase final desse segmento do texto - ~É possível transformar essa
realidade e isso custa muito pouco¨. - soa como:
aD condenação
&D esperança
cD desespero
dD sentimenta$ismo
eD protesto
A6;
PAR=E :
GABARITO E
COMENTÁRIOS
A65
GABARITO E COMENTÁRIOS
GABARITO
I d J c K b L a M c N e O b P c Q e IS b
11 d 12 e 13 c 14 d 15 b 16 d 17 c 18 d 19 e 20 e
21 c 22 a 23 d 24 c 25 a 26 e 27 b 28 d 29 b 30 a
31 d 32 b 33 e 34 b 35 d 36 c 37 e 38 e 39 c 40 d
41 d 42 c 43 d 44 b 45 b 46 a 47 d 48 e 49 a 50 c
51 b 52 c 53 e 54 c 55 c 56 d 57 c 58 e 59 d 60 a
61 d 62 e 63 d 64 b 65 d 66 e 67 e 68 e 69 b 70 d
71 c 72 b 73 c 74 e 75 c 76 a 77 d 78 d 79 d 80 b
81 c 82 d 83 b 84 d 85 e 86 c 87 d 88 d 89 c 90 d
91 d 92 b 93 e 94 d 95 c 96 b 97 e 98 d 99 c 100 d
101 e 102 e 103 e
104
b
105 c 106 c 107 c
108
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109
d
110 c
111 b 112 e 113 c 114 e 115 d 116 d 117 b 118 a 119 d 120 c
121 e
122
b
123 e 124 c 125 a
126
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127 c
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129
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130 c
131 c 132 e
133
d
134 a 135 e
136
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137 e 138 a 139 c 140 d
141
b
142 a
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144 e 145 c
146
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148
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149 e 150 d
151 c
152
d
153 c 154 e 155 c 156 a 157 c
158
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159 c 160 d
161 e 162 a
163
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164 e 165 c
166
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b
168
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170 a
171 c
172
d
173
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175
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176
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177 e 178 c 179 e 180 b
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182
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183 c 184 c 185 c
186
d
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189
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190 e
191
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192 a 193 c
194
b
195
d
196 c
197
d
198 e
199
d
200 c
201 e 202 c
203
b
204 e 205 e 206 a
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d
208 c
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211 d 212 c 213 c
214
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215 c 216 e
217
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219
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220 c
221
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222 c 223 e 224 e
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229 e 230 d
231 c 232 e 233 a
234
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236
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237 e 238 c 239 c 240 a
241 e
242
d
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244 c 245 a 246 c
247
b
248
d
249
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250 e
251 a
252
b
253 c 254 a 255 c 256 a 257 a
258
b
259
d
260 c
261 e 262 e 263 e 264 a 265 c 266 c
267
b
268 a 269 c 270 d
271 e 272 273 c 274 a 275 276 c 277 278 a 279 c 280 b
A66
b b b
281 c
282
d
283
b
284
b
285
d
286
b
287
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288
d
289 a 290 d
291 c 292 e 293 e
294
d
295 a 296 a
297
b
298 e
299
d
300 b
301 e 302 c 303 e 304 c 305 a 306 c 307 c 308 a 309 e 310 c
311 e
312
b
313 a 314 c 315 a 316 c
317
b
318 a
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b
320 c
321 c
322
b
323 a 324 c
325
d
326 a
327
b
328 c 329 e 330 a
331
b
332
d
333 e 334 e 335 a 336 e 337 a 338 c
339
b
340 d
341
d
342 a
343
b
344
b
345 a 346 a
347
b
348
d
349
d
350 e
351
b
352
b
353
b
354 a 355 c 356 a 357 c
358
b
359 c 360 d
361 e
362
d
363
d
364 e 365 a 366 c
367
b
368 a
369
d
370 e
371
d
372 e 373 e
374
b
375 a 376 c 377 e 378 a
379
b
380 e
381 a 382 c
383
d
384 c 385 a
386
b
387
d
388
d
389 a 390 e
391 c
392
d
393 a 394 a 395 e
396
d
397 c 398 e
399
b
400 a
401 c 402 e 403 c
404
d
405 c
406
b
407
d
408 c
409
d
410 b
411 e 412 a 413 c 414 a 415 e 416 c
417
b
418
b
419
b
420 a
421 c
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b
423 e 424 a 425 a
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d
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d
428
b
429 c 430 e
431
d
432 a 433 a
434
b
435
b
436 c
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d
438 e
439
b
440 b
441 c 442 a
443
d
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b
445
d
446
b
447 e 448 c 449 c 450 b
451 c 452 e 453 e 454 a
455
d
456 c 457 c
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b
459
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b
462 e 463 a
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b
465 a 466 a 467 c
468
b
469 a 470 d
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b
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d
474
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475 e
476
b
477 a
478
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479 a 480 a
481 e
482
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483
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484
b
485 c
486
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487
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489 c 490 a
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b
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495 e
496
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497
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498 e 499 a 500 b
501 a
502
b
503
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504 c 505 a
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507 a 508 c
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511 d 512 c 513 c 514 c
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519 c 520 e
521 a 522 e
523
b
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525
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526 a 527 a 528 e
529
b
530 c
A6A
531
d
532 c
533
d
534
d
535 c 536 a 537 c 538 a
539
b
540 d
541
d
542 a 543 c 544 a 545 c 546 a 547 c
548
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549 c 550 e
551 a
552
d
553 a 554 e 555 c 556 a 557 a 558 c 559 c 560 b
561
d
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567 e
568
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570 e
571 c 572 a 573 c 574 e
575
d
576 e
577
b
578 c 579 e 580 c
581 e 582 e 583 c
584
b
585 c
586
b
587 a 588 c
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590 a
591 c
592
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594 a 595 a
596
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597 c 598 c 599 a 600 c
601 a 602 a
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604 e
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608 a 609 e 610 e
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612
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631 a 632 e
633
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634 c 635 c 636 a 637 a
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645
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655 e 656 a 657 e 658 c 659 c 660 c
661 c 662 a
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681 c 682 a
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691 c
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695 e 696 a
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701 a 702 e 703 e
704
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705 e 706 c
707
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708 e
709
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710 c
711 b 712 a
713
b
714 a
715
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716
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717
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718
d
719
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720 c
721 c
722
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723 a
724
b
725 a
726
d
727
d
728 c 729 e 730 c
731
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732
b
733
b
734 e
735
d
736
d
737
d
738
b
739
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740 d
741 e 742 a 743 c 744 c
745
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746 e 747 a
748
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750 e
751 c
752
b
753 a
754
d
755 e 756 c 757 c
758
d
759 a 760 e
761 e 762 c
763
d
764
b
765 c 766 e
767
d
768
d
769
b
770 d
771
b
772
d
773 a 774 c 775 e
776
b
777
d
778 c
779
d
780 b
A6:
781 a 782 a
783
b
784 e
785
d
786
b
787
d
788
b
789 a 790 c
791
b
792
d
793
b
794
b
795 e 796 a
797
b
798 a 799 c 800 e
801
d
802 a
803
d
804
b
805
b
806 c
807
b
808
d
809 c 810 d
811 e
812
b
813 e
814
d
815
b
A69
COMENTÁRIOS
Texto I
5D Letra d
Nada no texto "a$a de aumento ou diminuição da saudade' A pa$avra Gca$end0rioH
( a c*ave' Ao di)er -ue Gnão *0 ca$end0rio para a saudadeH, a autora di) -ue não
existe data marcada para se ter mais ou menos saudade' Ou se/a, a saudade não
depende do tempo, sim&o$i)ado a-ui pe$o ca$end0rio3 e$a simp$esmente existe'
6D Letra c
J0 muitas -uest.es em concursos p%&$icos envo$vendo o sini"icado das oraç.es'
Procure ver -ua$ con/unção poderia ser usada no texto' No in#cio do $ivro, voc!
tem uma &oa $ista dessas pa$avras' No caso da -uestão, poder,se,ia começar a
seunda oração com a con/unção por-ue3 por-ue não *0 ca$end0rio para a
saudade' 7im, por-ue o "ato de não *aver ca$end0rio para a saudade "a) com -ue
não exista Gessa coisa de um ano sem 7ena, dois anos sem 7ennaH'
AD Letra &
Norma$mente a repetição de uma pa$avra, nos mo$des em -ue a-ui "oi "eita,
expressa uma con"irmação, uma convicção do autor' As outras pa$avras, por si
mesmas, se e$iminam'
:D Letra a
J0 v0rias "iuras de sintaxe -ue consistem na repetição de termos' ?e/a as mais
importantes3
aD an0"ora3 repetição de uma pa$avra ou expressão no in#cio da "rase, mem&ro da
"rase ou verso'
Ex'3 G?i uma estre$a tão a$ta!
?i uma estre$a tão "ria!
?i uma estre$a $u)indo'''H IFanue$ WandeiraD
&D Ep#stro"e3 repetição no "ina$'
Ex'3 G1*eou a *ora da n(voa' No peito e nos o$*os, n(voa' Kuero uardar,me da
n(voa' Por(m ( in%ti$3 *0 n(voa'H IJenri-ueta Lis&oaD
cD 7#mp$oce3 repetição no in#cio e no "im
A6@
Ex'3 =udo a$i precisa de exp$icação' =udo a$i merece uma &oa exp$icação
dD P$eonasmo3 repetição de uma id(ia ou de um termo da oração Io&/eto direto,
o&/eto indireto ou predicativo do su/eitoD
Ex'3 ?i tudo com meus pr>prios o$*os, Irepetição da id(iaD
Esse $ivro, /0 o $i *0 muito, Io 4q o&/eto direto p$eon0sticoD
eD Kuiasmo3 repetição e inversão simu$tRneas de termos+ *0 uma esp(cie de
cru)amento'
Ex'3 GNo meio do camin*o tin*a uma pedra tin*a uma pedra no meio do
camin*o'H I1' D' de AndradeD
Texto II
9D Letra c
J0 uma vis#ve$ mudança pro"issiona$' Os coment0rios da -uestão seuinte
servem a esta' ,
@D Letra e
Kuem corre atr0s de e$eitores ( po$#tico' A pa$avra senador ( espec#"ica' ?e/a
&em3 não se pode $evar em conta -ue o autor, cu/o nome aparece com o texto,
se/a con*ecido' Tos( 7arnei ! senador da Rep%&$ica' Fas o texto não suere isso+
cuidado, portanto! Kuem corre atr0s de $eitores ( escritor, -ue ( o termo en(rico'
1ornalista e romancista são termos espec#"icos, e nada no texto suere essas
pro"iss.es'
BD Letra &
O&serve -ue se perunta so&re a primeira atividade, não a -ue e$e &usca aora'
?e/a os coment0rios da -uestão seuinte'
8D Letra c
A expressão Gpassei a vidaH d0 nitidamente uma id(ia de coisa duradoura' Passar
a vida "a)endo a$uma coisa (, necessariamente, a$o demorado'
PD Letra e
=odas as pa$avras ou express.es indicam tempo' As -uatro primeiras re"erem,se
ao presente+ a %$tima, recentemente, ao passado' Agora ( tempo presente+
recentemente; tempo passado'
A6B
Texto III
5;D Letra &
O autor demonstra respeito pe$os animais, no momento em -ue não os "orça a
"a)er coisas para as -uais sua nature)a não est0 preparada' Ou se/a, e$e respeita
os $imites de cada um' Não se trata necessariamente de amor ou solidariedade,
como a$uns podem pensar'
Pode,se respeitar sem -ue *a/a amor, no mais pro"undo sentido do termo' A
so$idariedade ( uma atitude de apoio 2-ue$as pessoas -ue se encontram em
di"icu$dades de -ua$-uer esp(cie' Fé e tolerância seriam esco$*as a&so$utamente
inade-uadas'
55D Letra d
7e o autor "osse um adestrador frio, não *esitaria em "orçar os animais'
Treinador qualificado não serve como resposta, pois nada arante no texto -ue
e$e se/a muito &om adestrador' E$e poderia respeitar os animais e não sa&er
trein0,$os devidamente' Adestrador filantropo ( a&surdo' <i$antropia ( caridade,
a/uda incondiciona$ aos necessitados do corpo ou do esp#rito' =a$ve) *a/a d%vidas
entre as $etras a (treinador atento) e d (adestrador consciente). <ica me$*or a
$etra d, por duas ra).es3 adestrador ( termo ade-uado, por se tratar de
treinamento de animais+ consciente di) mais do -ue atento, pois o autor est0
consciente das $imitaç.es dos animais'
56D Letra e
As duas primeiras opç.es di)em a mesma coisa e indicam o oposto do -ue o
texto nos apresenta' A $etra c não tem sentido a$um, pois, se a nature)a
permitisse, o adestrador poderia tentar norma$mente'
A $etra d dispensa coment0rios, em "ace do seu a&surdo' A resposta s> pode ser a
$etra e, pois "a$a do respeito -ue o autor tem pe$os $imites de seus animais'
Texto IV
5AD Letra c
Ao di)er -ue est0 com saudade de "icar &om, o autor a"irma, de maneira $iter0ria,
-ue est0 doente' Isso e$imina as $etras a e e' GEscrever ( conse-L!ncia natura$'H
1onse-L!ncia de -u!S De "icar &om, ou se/a, "icando &om, e$e vo$ta a escrever'
E$e s> não est0 escrevendo por estar doente' Da# o a&arito ser a $etra c'
5:D Letra d
A68
A resposta pode parecer a $etra &' Fas, numa an0$ise mais pro"unda, o&serva,se
-ue o autor tem vontade de "icar &om para vo$tar a escrever' 7e escrever ( uma
conse-L!ncia natura$ de "icar &om, ( a$o -ue e$e não pretende deixar de "a)er, (
o -ue e$e rea$mente mais a$me/a' Trabalhar não serve como resposta pois ( um
termo en(rico, en-uanto escrever ( espec#"ico'
59D Letra &
Os coment0rios da -uestão anterior se a/ustam tam&(m a esta' 1uidado apenas
para não con"undir as opç.es b e e' O autor não tem sa%de, e$e est0 doente e
dese/a recuperar a sa%de para poder escrever'
Texto V
5@D Letra d
A comparação não ( "eita entre Deus e a internet, como possa parecer, mas sim
entre a mente Ide DeusD e a internet' Q di"erente'
5BD Letra c
?e/a &em o -ue o texto nos transmite3 a mente Ide DeusD, da mesma "orma -ue a
internet, podem ser acessadas por -ua$-uer um, ou se/a, e$as são acess#veis' 7e
são acess#veis, ( por-ue t!m acessi&i$idade' Da# o a&arito ser a $etra c'
58D Letra d G
O conectivo comparativo a -ue se re"ere o enunciado da -uestão ( a con/unção
como. Tal qual, que nem Ipopu$arD, qual e feito Ipopu$arD poderiam ser usados
sem a$teração de sentido' A preposição para não tem esse va$or, a$(m de, nesse
caso, deixar o texto sem coesão textua$ e coer!ncia'
5PD Letra e
Par0"rase ( uma reescritura do texto, sem a$teração de sentido' Q comum em
a$uns tipos de concursos' Na $etra e, ao se di)er -ue Ga mente de Deus pode
acessarH, o sentido se a$tera radica$mente, pois a mente passa a ser ativa, ou se/a,
e$a passa a praticar a ação, -uando no texto e$a so"re a ação, as pessoas ( -ue a
acessam, da mesma "orma -ue acessam a internet'
Texto VI
6;D Letra e
Ao di)er -ue GDeus ( o >pio do povoH, Farx "a) a$usão aos e"eitos dessa droa,
por comparação, natura$mente' O >pio não deixa o usu0rio pensar direito, tanto (
-ue e$e "a) uma s(rie de &o&aens -ue não "aria se estivesse sem a droa no
A6P
oranismo' Assim, a id(ia -ue e$e -uer passar ( -ue Deus tam&(m não deixa o
povo pensar'
65D Letra c
O autor a"irma -ue Farx não entendia de Deus, nem de >pio' Por isso a resposta
s> pode ser a $etra c'
66D Letra a
Leviandade consiste em se "a$ar so&re a$o -ue não se con*ece direito' As outras
opç.es se exc$uem por si mesmas'
6AD Letra d
=er "( ! sentir, de maneira pro"unda e inexp$ic0ve$, a$uma coisa' A "( se sente'
Deus, sendo uma experi!ncia de "(, natura$mente s> pode ser sentido' O&serve
-ue as outras opç.es não são a&surdas, mas não correspondem ao -ue o autor do
texto -uer transmitir' =emos de &uscar as respostas sempre no texto' Não importa
o -ue sa&emos de antemão' A pa$avra "( ( a c*ave para reso$ver essa -uestão'
6:D Letra c
O coment0rio da -uestão anterior serve tam&(m para esta'
69D Letra a
Metáfora ( um tipo de comparação não enunciada, em -ue não se expressam o
conectivo comparativo nem o e$emento comum aos dois seres' Deus e >pio estão
sendo comparados' 7e o autor dissesse3 GDeus ( como o >pioH, *averia uma
comparação ou simi$e, /0 -ue ter#amos na "rase o conectivo como. A"irmando
diretamente, trata,se de uma met0"ora, uma das mais importantes "iuras de
$inuaem'
6@D Letra e
Kua$-uer pa$avra -ue se re"ira a Deus ou a Tesus pode ser ra"ada com inicia$
mai%scu$a' Q o caso, no texto, do pronome pessoa$ o&$#-uo 0tono Io, -ue tem
como re"erente a pa$avra Deus' Não ( o&riat>rio, dependendo apenas do osto
do escritor'
Texto VII
6BD Letra &
O autor saiu de sua terra, mas sente como se isso nunca tivesse ocorrido, pois seu
sentimento ( todo de$a'
AA;
68D Letra d
O texto passa uma impressão de -ue o autor continua $iado, espiritua$mente, 2
sua terra' <isicamente, c$aro, e$e não est0 $0, como se v! no primeiro verso' T0 o
%$timo verso mostra -ue e$e permaneceu $iado a e$a, por seus sentimentos'
6PD Letra &
Ao sair da terra nata$ e não se adaptar ao novo $uar, em virtude de sua $iação
a"etiva com e$a, o autor se torna con"uso' Não se entenda a-ui o ver&o perder
Iperdi,meD com o seu sentido oriina$' A id(ia ( a de não se encontrar,
menta$mente, no novo espaço ocupado' Outra /usti"icativa seria a pa$avra ilusão,
-ue por si s> demonstra um estado de con"usão'
A;D Letra a
1omo /0 vimos, o autor saiu apenas fisicamente, pois espiritua$mente continuou
preso 2 terra nata$' 1uidado com a $etra &' Q c$aro -ue e$e ostaria de retornar,
mas em momento a$um essa id(ia ( expressa no texto'
A5D Letra d
As pa$avras amargura, decepção, triste)a e nostalgia pertencem ao mesmo
campo semRntico' O autor so"re por não estar em seu $uar de oriem, e todas
essas pa$avras associam,se 2 id(ia de so"rimento' Não ( o caso de veron*a'
Iso$adamente, a expressão ai de mim poderia indicar veron*a, mas o texto "a$a
apenas do so"rimento do autor por estar ausente, nada e$e "e) -ue pudesse
enveron*0,$o'
Texto VIII
A6D Letra &
Essa -uestão s> pode ser reso$vida com um con*ecimento pr(vio, independente
do texto' O =itanic, como se sa&e, era um navio -ue nau"raou, matando uma
rande -uantidade de pessoas' O autor ape$ou para essa imaem por -uerer "a$ar
de a$o -ue tam&(m corre perio de se tornar um desastre'
AAD Letra e
Determinismo ( uma "i$oso"ia seundo a -ua$ -uando uma coisa tem -ue
acontecer nada pode impedir' Pode ser associada 2 id(ia de destino, em seu
sentido mais radica$' Ora, e$e acredita -ue o curso pode ser mudado' =am&(m
/usti"ica a resposta o "ato de as pessoas "a)erem a *ist>ria, ou se/a, e$as podem
criar e evitar determinadas situaç.es'
A:D Letra &
AA5
Conquanto e malgrado são con/unç.es concessivas, sinEnimas de embora. E$as
criam uma oposição, o -ue não ocorre no texto' Enquanto e apenas são
con/unç.es temporais, e-Liva$endo a quando. =am&(m não ( essa a id(ia' O
a&arito s> pode ser a $etra &, pois a pa$avra porquanto tem va$or de causa e
corresponde a porque. Esse ( o va$or da pa$avra afinal no texto'
A9D Letra d
A opção a destoa comp$etamente, /0 -ue o autor acredita nas trans"ormaç.es' A
$etra b pode enanar' O&serve, no entanto, -ue e$a arante -ue sempre
conseuiremos, desde -ue tentemos' O texto não arante -ue isso v0 ocorrer,
apenas -ue se deve tentar' A $etra c não pode ser a esco$*ida pois o autor di) para
tentarmos o imposs#ve$' Q $>ico -ue, se conseuirmos, a-ui$o apenas teria tido a
apar!ncia de imposs#ve$' A a"irmação da opção e não encontra nen*um apoio no
texto, -ue não "a) distinção entre -uem pode conseuir e -uem não pode' A
resposta s> pode ser a $etra d3 se não desistirmos, at( o -ue parece imposs#ve$
poder0 ser a$cançado'
A@D Letra c
Esta -uestão praticamente "oi comentada na anterior' Não se pode desistir de
a$o, ou se/a, não se pode desanimar'
Texto IX
ABD Letra e
O son*o e a esperança são coisas extremamente pessoais, -ue existem no mais
pro"undo recanto de cada ser' O artista, seundo a autora, tem a capacidade de
mexer a$i, com o seu tra&a$*o' A opção a poderia enanar a$uns, /0 -ue a
a"irmação ( indiscut#ve$+ mas não *0 nada no texto -ue dia isso' Assim, a
resposta s> pode ser a $etra e, pois o son*o e a esperança, tra&a$*ados pe$o artista,
estão no #ntimo das pessoas'
A8D Letra e
As tr!s primeiras opç.es esta&e$ecem a$um tipo de comparação entre o son*o e
a esperança, coisa -ue não aparece no texto'
A $etra d parece ser a resposta, mas apresenta um radica$ismo -ue não se dedu)
do texto, -ue não di) -ue todos son*am e t!m esperança, ou mesmo -ue (
imposs#ve$ viver sem os dois' A $etra e, -ue ( a resposta, "a$a da importRncia -ue
o son*o e a esperança possuem' No texto, a pa$avra -ue me$*or exp$ica esse "ato
( o ad/etivo essencial. ?e/a a associação3 coisa essencia$ 4q importRncia capita$'
APD Letra c
AA6
O coment0rio da -uestão anterior serve tam&(m para esta'
:;D Letra d
J0 muitas express.es -ue não pertencem 2 c*amada $#nua cu$ta, e sim 2
$inuaem descontra#da, "ami$iar, -ue todos n>s empreamos em determinadas
situaç.es' Feter a mão ( uma dessas e tem, na rea$idade, mais de um sini"icado'
Pode ser entendida como roubar. Por exemp$o3 E$e ( "uncion0rio e, por causa
disso, est0 metendo a mão' No texto, assumiu o va$or de pegar, tocar. 1uidado
para não optar pe$a $etra &! A Id(ia não ( de intromissão, -ue tem va$or
pe/orativo, mas de tocar o sentimento de a$u(m'
:5D Letra d
O texto não "a) nen*uma menção 2 pa)' Por isso a resposta s> pode ser a $etra d'
As tr!s primeiras são evidentes' A Gcar!ncia de sentimentosH da opção e se
/usti"ica com a pa$avra resgatando. Resatando o -u!S Dois sentimentos3 o
son*o e a esperança, -ue muitas pessoas perderam' Da# a pa$avra carência.
:6D Letra c
Esses ( pronome demonstrativo, re"ere,se a a$o -ue passou no texto' A pa$avra
tais tem o mesmo va$or' Bons ( ad/etivo, estaria expressando uma -ua$idade -ue
não se encontra no texto' Certos, outros e muitos são pronomes inde"inidos e, da
mesma "orma -ue bons, mudariam o sentido da "rase'
Texto X
:AD Letra d
Ao di)er -ue não aceita Gpr!mios de empresas $iadas a rupos mu$tinacionaisH,
o autor reve$a o seu amor pe$o Wrasi$+ tam&(m -uando di) -ue não ( traidor do
seu povo' A esse sentimento se d0 o nome de nacionalismo. Megalomaníaco (
todo a-ue$e -ue tem mania de rande)a' Narcisista ( a-ue$e -ue se ac*a &onito e
se apaixona por sua pr>pria imaem+ a pa$avra tem oriem na *ist>ria do pastor
Narciso, -ue, ao ver sua imaem re"$etida nas 0uas de uma "onte, apaixonou,se
por e$a'
::D Letra &
Venal sini"ica Ga-ue$e -ue se vende, corruptoH+ ve/a -ue e$e di) -ue não est0 2
venda' Pusilânime ( covarde, fmprobo ( desonesto' Na rea$idade, aceitar o
pr!mio não seria uma postura desonesta, apenas e$e se sentiria como -ue
vendido'
:9D Letra &
AAA
O sentimento de naciona$ismo do autor, -ue /0 comentamos, "a) com -ue e$e
ac*e -ue aceitar um pr!mio desse tipo seria vo$tar,se contra o seu pa#s, ou se/a,
e$e não estaria servindo ao Wrasi$, mas 2s mu$tinacionais' A$uns podem ter
pensado na a$ternativa c' O&serve, contudo, -ue em momento a$um e$e di) ou
suere -ue detesta todas as empresas mu$tinacionais' O -ue e$e não -uer ( -ue
$*e d!em pr!mio a$um, apenas isso'
:@D Letra a
Esse per#odo poderia ser iniciado pe$a con/unção su&ordinativa causai porque, ou
um seu sinEnimo' O "ato de e$e não ser traidor nem estar 2 venda "a) com -ue
não rece&a a-ue$es pr!mios'
:BD Letra d
Q uma -uestão -ue pode con"undir' Note -ue -uando a$u(m usa essa expressão,
e$a não est0 necessariamente revo$tada com a$uma coisa, ou irada' =am&(m não
se poderia pensar em ironia ou desprezo. Esses sentimentos não a"etam o autor
ao $ono do texto' Di)er GDeus me $ivre!H ( o mesmo -ue arantir -ue não se
-uer, de /eito a$um, uma determinada coisa' Da# o a&arito ser a $etra d'
Texto XI
:8D Letra e
G=ranscorrer sem &ri$*oH corresponde semanticamente a ser -uase apaado' Das
outras opç.es, a %nica -ue ta$ve) con"unda o $eitor ( a primeira, $etra a' Acontece
-ue o s(cu$o X?II não c*amou a atenção por ser meio apaado' =eria c*amado a
atenção dos *istoriadores se tivesse sido &ri$*ante' ?e/a tam&(m -ue o autor di)
Gsem -ue so&re esse per#odo se deten*a a atenção dos *istoriadoresH'
:PD Letra a
A -uestão dispensa coment0rios, /0 -ue se trata de um mero pro&$ema de
voca&u$0rio' Q s> consu$tar um &om dicion0rio'
9;D Letra c
Meia-luz -uer di)er pouca $u)' Assim, quase pagada sure no texto como um
e$emento de re"orço, um tanto redundante' Não se deve pensar -ue se trata de
uma exp$icação I$etra dD, /0 -ue e$as possuem o mesmo va$or semRntico' Não se
pode di)er, por exemp$o, a t#tu$o de exp$icação, -ue um cão ( um cac*orro' Não
se exp$ica nada com o seu sinEnimo'
95D Letra &
AA:
A $etra a ( imposs#ve$ pois não se di) no texto -ue os *istoriadores detestaram o
s(cu$o X?II+ ao contr0rio, esse s(cu$o não c*amou a atenção de$es' Nas opç.es c
e e, existem comparaç.es envo$vendo os s(cu$os X?I, X?II e X?III+ o texto
apenas situa, o -ue ( uma coisa $>ica, o s(cu$o X?II entre os outros dois' A
opção d nos "a$a das coisas interessantes da *ist>ria do Rio de Taneiro+ com
certe)a, e$as existem, mas não no texto' A resposta da -uestão, $etra &, se /usti"ica
com o -ue aparece no "ina$ do texto3 G'''os -ue se deixam "ascinar pe$os aspectos
&ri$*antes da *ist>ria'H+ esse GosH do trec*o corresponde exatamente a certas
pessoas, da a$ternativa b.
Texto XII
96D Letra c
As duas opç.es -ue poderiam con"undir a ca&eça do $eitor são a e c' Na $etra a,
di),se -ue o tota$itarismo atrapa$*ou a carreira do cineasta+ acontece -ue e$e
deixou de "a)er "i$mes' Então não apenas atrapa$*ou, mas encerrou sua carreira'
O texto di) -ue GA <raternidade ( verme$*aH "oi seu %$timo "i$me+ "oi, por causa
do tota$itarismo socia$ista'
9AD Letra e
?e/a os coment0rios da -uestão anterior'
9:D Letra c
O sentido era$ do texto $eva a essa suposição' Podemos /untar duas coisas3 e$e
"oi v#tima do tota$itarismo socia$ista, -ue ( materia$ista, e conseuiu c*ear perto
do conceito de Deus' O cineasta, assim, teria desaradado por sua posição em
re$ação a Deus'
99D Letra c b
Fraternidade ( pa$avra de va$or positivo, $em&ra união, conc>rdia, re$iiosidade
etc' E$a est0 associada no texto 2 pa$avra vermelha, -ue ( usada para desinar os
socia$istas e os comunistas e tem uma cara3 emociona$ neativa+ em princ#pio, (
paradoxa$ di)er -ue a "raternidade ( verme$*a, pois são termos *istoricamente
antaEnicos' Redundância ( um tipo de repetição desnecess0ria+ por exemp$o3
er0rio p%&$ico Ier0rio ( din*eiro p%&$icoD' Am&iLidade, tam&(m c*amada de
an"i&o$oia, ( dup$o sentido+ por exemp$o3 Pau$o disse ao co$ea -ue seu irmão
est0 doente Iirmão de -uemSD' As outras pa$avras não apresentam di"icu$dade'
9@D Letra d
O cineasta tin*a dec$arado -ue a-ue$e seria seu %$timo "i$me' E "oi rea$mente,
como se e$e tivesse previsto -ue sua carreira seria interrompida' Não con"unda
com a opção e' O "ato de e$e ter sido v#tima do tota$itarismo socia$ista "e) com
AA9
-ue sua carreira se encerrasse' A poss#ve$ premonição estaria em o cineasta ac*ar
-ue a-ue$e seria seu %$timo "i$me, e isso rea$mente ocorrer'
9BD Letra c
1omo vimos, a pa$avra vermelho tanto podia desinar os socia$istas como os
comunistas' No texto, por causa da menção ao tota$itarismo socia$ista, e$a
aparece $iada ao socia$ismo' Totalitária ( pa$avra -ue se re"ere a um reime de
"orça, centra$i)ador, -ua$-uer um, não apenas comunista ou socia$ista'
Materialista ( a "i$oso"ia -ue prea a exist!ncia apenas do e$emento materia$'
Espiritualismo ( a crença em a$o mais a$(m da mat(ria e -ue so&revive 2 morte
do corpo+ todas as re$ii.es são espiritua$istas3 espiritismo, cato$icismo,
protestantismo, &udismo, /uda#smo, is$amismo etc' Espiritua$ismo não (,
portanto, sinEnimo de espiritismo, como muitos pensam'
98D Letra e
Uma vez que tem va$or de causa' Porque, pois, já que e porquanto tam&(m são
conectivos causais' O sentido mudaria radica$mente se us0ssemos se bem que,
-ue tem va$or concessivo, e-Liva$endo a embora.
Texto XIII
9PD Letra d
A primeira oração do texto di)3 GNem todas as p$antas *ort#co$as se dão &em
durante todo o ano'''H Então, dedu),se, a$umas se dão &em durante todo o ano'
O "ato de o autor escrever Gnem todasH e$imina todas as outras opç.es da
-uestão' 1onv(m ainda destacar -ue as opç.es a e c t!m mesmo sentido3 ( uma
-uestão de pa$avras'
@;D Letra a
A resposta se /usti"ica com a passaem G"a)er uma estruturação dos canteiros a
"im de manter,se o e-ui$#&rio das p$antaç.esH' Na $etra a isso ( dito, por(m com
outras pa$avras'
@5D Letra d
Por isso ( con/unção coordenativa conc$usiva' =am&(m o são3 portanto, logo,
então e assim, pe$o menos nesse texto, -ue não teria o seu sentido a$terado' A
pa$avra porque nunca tem esse va$or de conc$usão+ o texto com e$a "icaria sem
coesão e coer!ncia'
@6D Letra e
AA@
Verduras (, seundo o texto, o nome en(rico para "o$*as, $eumes e tu&(rcu$os'
A $etra a pode ser $oo e$iminada, /0 -ue os tu&(rcu$os são um tipo de verdura' As
opç.es & e c são e$iminadas pois e$es não são a mesma coisa+ todos são tipos de
verduras, mas são tipos di"erentes' Na $etra d, a pa$avra inclusive a$tera o sentido
do texto, em -ue aparece sejam. A $etra e aponta exatamente o -ue di) o "ina$ do
texto3 haverá e-Liva$e a não faltarão.
Texto XIV
@AD Letra d
O texto di) -ue a Wauduco est0 comprando a ?isconti' Não interessa de -uem e$a
se/a su&sidi0ria' 1om exceção da opção a, as demais a$ternativas são a&surdas'
@:D Letra &
7e voc! o&servar &em, vai notar -ue as a$ternativas a e c t!m o mesmo sentido'
Na rea$idade, e$as não indicam a conse-L!ncia da proximidade do Nata$' A
conse-L!ncia ( o sii$o do ne>cio' A expressão em razão de ( o mesmo -ue por
causa de, ou se/a, tem va$or de causa+ assim, o sii$o ( mantido por causa da
proximidade do Nata$'
@9D Letra d
A id(ia do texto ( -ue os vare/istas poderiam "icar me$indrados por causa do
an%ncio da união, da# o sii$o mantido pe$as empresas'
@@D Letra e
A expressão à vista pode sini"icar o oposto de a pra)o ou a$o -ue est0 se
aproximando, -ue /0 pode ser visto ou sentido' No texto, o sentido ( o seundo' A
$etra c, natura$mente, não tem ra)ão de ser' A neociação ( dada no texto como
certa, apenas ( mantida em sii$o+ não ca&e, então, a $etra a como resposta'
Kuando se di) -ue a$uma coisa est0 2 vista, e$a certamente est0 pr>xima, o -ue
inva$ida a opção &' A opção d ( tota$mente contr0ria ao texto, uma ve) -ue a
neociação /0 est0 ocorrendo' O a&arito s> pode ser a $etra e.
Texto XV
@BD Letra e
O texto "a$a da morte de uma criança' ?0rios trec*os comprovam isso3 Gum an/o
dorme a-uiH Ino t%mu$oD, Gcedo "inou,seH I"inar,se sini"ica morrerD, G&rincar no
c(uH' =a$ve) a$uns ten*am anotado a $etra c+ acontece -ue o autor apresenta o
"ato sem demonstrar a sua pr>pria triste)a3 apenas mostra, $iricamente, a morte da
criança' =am&(m não se pode pensar em um poss#ve$ apeo do autor pe$a criança+
AAB
em nen*um trec*o isso "ica evidenciado, podendo at( tratar,se de uma criança
descon*ecida do autor'
@8D Letra e
O autor procura suavi)ar a id(ia da morte' Msa, por exemp$o, o ver&o dormir,
-ue transmite coisas &oas, arad0veis' O pr>prio ver&o "inar,se ( mais arad0ve$
do -ue o amedrontador morrer. <ina$mente, todo o %$timo verso tem essa
"ina$idade, com "orça maior no ver&o brincar. =rata,se de uma "iura de
$inuaem con*ecida como eufemismo. A prosopopéia consiste em se
personi"icar a$uma coisa+ por exemp$o3 a 0rvore "icou triste' Hipérbole ( a
"iura do exaero+ por exemp$o3 estou morrendo de rir' Metonímia ( uma troca
de pa$avras, *avendo entre e$as uma re$ação rea$, concreta, o&/etiva+ *0 v0rios
tipos+ por exemp$o3 $er Fac*ado de Assis IautorYo&raD, não ter um teto onde
morar IparteYtodoD etc' 7o&re o p$eonasmo /0 "a$amos a$uma coisa, ao comentar
a -uestão :'
@PD Letra &
Norma$mente anjo e rosa não pertencem ao mesmo campo semRntico, /0 -ue não
possuem nen*um tipo de re$acionamento sini"icativo' No entanto, no texto,
am&os se re"erem 2 criança -ue morreu'
B;D Letra d
Anjo e rosa são dois termos meta">ricos re"erentes 2 criança morta' Q como se o
autor dissesse3 esta criança ( um an/o, esta criança ( uma rosa' Esse tipo de
comparação c*ama,se metáfora. ?e/a os coment0rios da -uestão 69' Antítese ( o
empreo de pa$avras ou express.es de sentido contr0rio+ por exemp$o3 2s ve)es
ri, 2s ve)es c*ora' Personificação ( o mesmo -ue prosopop(ia Ive/a coment0rios
da -uestão @8D'
B5D Letra c
Levantar Iou a$evantar, como escreveu o poetaD o véu sini"ica perce&er &em as
coisas, esc$arecer,se' A pessoa com um v(u no rosto não enxera &em'
Levantando esse v(u, perce&e me$*or as coisas' Kuem morreu "oi uma criança,
portanto não teve tempo de con*ecer &em a vida, ou se/a, não teve tempo de
$evantar o v(u -ue a sua pouca idade $*e co$ocava no rosto' Q uma expressão
meta">rica'
B6D Letra &
Aurora no texto sini"ica o começo da vida' Q uma met0"ora' A pa$avra limiar
sini"ica o in#cio, e somente corresponde a apenas' Por isso o a&arito s> pode
ser a $etra &'
Texto XVI
AA8
BAD Letra c
A resposta est0 presente na passaem3 G'''nunca participaram, e$es pr>prios, em
com&ates contra a ditaduraH' =odas as outras caracter#sticas se encontram
reistradas no texto3 o pragmatismo 4q Gexcessivamente pram0ticosH+ a falta
de sensibilidade 4q Gnão t!m a sensi&i$idadeH+ a tranqüilidade da vida 4q
Gvida "0ci$H+ as raízes na elite do Brasil 4q Gv!m da e$ite &rasi$eiraH
B:D Letra e
O terceiro que do texto tem como antecedente o su&stantivo diplomatas, -ue não
são os do Itamarat['
B9D Letra c
Os *omens do Itamarat[, seundo o autor, não t!m viv!ncia, por-ue tiveram vida
"0ci$ e não $utaram contra a ditadura' Por isso mesmo não t!m a sensi&i$idade de
outros dip$omatas'
B@D Letra a
?0rias coisas são a"irmadas acerca dos *omens do Itamarat[' A conse-L!ncia (
-ue e$es "icaram sem sensi&i$idade' Poder,se,ia começar esse %$timo per#odo por
uma con/unção como portanto, -ue expressa uma conc$usão ou conse-L!ncia'
BBD Letra d
Q uma -uestão de sinEnimos' Mma coisa >&via ( uma coisa evidente, e não
necess0ria, rea$, /usti"icada ou comprovada' Obviamente tem como sinEnimo
evidentemente.
B8D Letra d
=er vida "0ci$, para o autor, ( uma caracter#stica dos dip$omatas do Itamarat[, o
-ue "a) com -ue e$es não ten*am sensi&i$idade' Os outros dip$omatas con*ecidos
do autor são sens#veis exatamente por não terem tido vida "0ci$'
Texto XVII
BPD Letra d
J0 tr!s a$ternativas com o ver&o considerar. As tr!s podem ser e$iminadas, uma
ve) -ue o texto não di) -ue os *istoriadores consideram a$uma coisa' Esse ver&o
imp$ica a$um tipo de /u$amento, o -ue não ocorre em nen*um momento' Di),
sim, -ue e$es notaram a o/eri)a -ue *avia pe$a vida nas cidades, isso por-ue o
Wrasi$,co$Enia era essencia$mente rura$' A a$ternativa a ( desca&ida' Por isso, o
a&arito s> pode ser a $etra d'
AAP
8;D Letra &
O "ato de o Wrasi$,co$Enia ser, seundo o texto, essencia$mente rura$ $eva 2
conc$usão $>ica de -ue a vida do campo preva$ecia so&re a da cidade'
85D Letra c
Kuestão de sinEnimos' Não *0 o -ue discutir' Na d%vida, consu$te,se o
dicion0rio'
86D Letra d
Q importante, sempre, &uscar no pr>prio texto os e$ementos necess0rios para se
c*ear 2 resposta da -uestão' O&serve -ue a $etra e, -ue parece ser a resposta,
"a$a de um contro$e normativo da $#nua -ue i teria sido re$axado por ser o Wrasi$
uma co$Enia de Portua$' J0 a-ui uma in"ormação -ue não encontramos no texto,
e nem pode ser dedu)ida' O -ue se encontra ( -ue as cidades, por serem simp$es
pontos de com(rcio ou de "estividades re$iiosas, não podiam in"$uenciar a
evo$ução da $#nua' Assim sendo, as pessoas não seuiam normas $inL#sticas ao
se expressarem, e a $#nua passou a voar com as pr>prias asas' Por isso, o
a&arito deve ser a $etra d'
8AD Letra &
Esta -uestão depende, um pouco, do empreo do ver&o preferir. A $etra c di) -ue
a popu$ação não tin*a pre"er!ncia -uanto a viver no campo ou na cidade' O texto
di) -ue e$a dava pre"er!ncia 2 vida no campo' As duas %$timas opç.es tam&(m
podem ser e$iminadas pe$o mesmo motivo3 na $etra d, a pre"er!ncia seria pe$a
vida em Portua$, en-uanto na $etra d, pe$a vida no Wrasi$+ não *0 esse tipo de
comparação no texto' Nas $etras a e &, o ver&o preferir aparece usado em "rases
na ordem inversa' Em am&as, a pa$avra vida est0 su&entendida, depois do
pronome demonstrativo GaH' 1o$ocando na ordem direta a "rase da opção &,
ter#amos3 pre"eria a IvidaD do campo 2 vida da cidade' Ou se/a, ostava mais da
vida do campo do -ue da vida da cidade, -ue ( exatamente o -ue di) o texto'
1a&e a-ui uma outra o&servação' O o&/eto direto do ver&o pre"erir ( a coisa de
-ue se osta mais, -ue se pre"ere' Por exemp$o3 pre"iro o "ute&o$ ao vE$ei' O
"ute&o$, -ue ( o o&/eto direto, ( a coisa pre"erida'
Texto XVIII
8:D Letra d
Q uma -uestão de coesão textua$ e coer!ncia' A seunda oração do per#odo inicia$
do texto começa pe$a con/unção coordenativa adversativa GmasH' Ou se/a, a
seunda oração ( oposta, adversa, em re$ação 2 primeira' 7empre -ue isso ocorre,
podemos e$iminar a con/unção adversativa Imas, por(m, contudo, todavia etc'D e
co$ocar no in#cio da outra oração uma con/unção su&ordinativa concessiva
A:;
Iem&ora, mesmo -ue, ainda -ue etcD' Q o -ue pode ser "eito no texto' Aora, ve/a,
a&aixo, um outro exemp$o, mais simp$es' 1orri muito, mas não "i-uei cansado'
Em&ora ten*a corrido muito, não "i-uei cansado' 1omo se v!, o sentido &0sico de
oposição ( mantido'
89D Letra e
?e/amos $etra por $etra' A $etra a est0 errada pois Eduardo Andrade se aposentar0
$oo, ou se/a, em curto pra)o+ como e$e pertence ao rupo de vinte randes
executivos, os outros de)enove ( -ue se aposentarão em m(dio pra)o' A $etra &
deve ser e$iminada por-ue o texto di) -ue -uase todos estão nessa "aixa et0ria,
não todos' A $etra c deve ser descartada uma ve) -ue Eduardo Andrade se
aposentar0 em curto pra)o' A $etra d não est0 correta pois o texto não "a$a da
"aixa et0ria de Eduardo Andrade+ e$e pode ser um da-ue$es -ue não estão na "aixa
entre 98 e @6 anos' O a&arito s> pode ser a $etra e, inteiramente de acordo com o
texto'
8@D Letra c
A empresa se mostra previdente por-ue, mesmo "a$tando um &om tempo para a
aposentadoria da maioria de seus randes executivos, e$a /0 "a) estudos nesse
sentido e prepara um rupo de du)entos aspirantes, dos -uais sairão os
su&stitutos'
8BD Letra d
Mma -uestão suti$ -ue depende de um tempo ver&a$' A a$ternativa di) -ue e$e est0
se a"astando dos ne>cios da empresa' Não ( verdade' Nas $in*as @ e B, encontra,
se o seuinte3 G'''dever0 ir se a"astando aos poucos'''H E$e não est0 se a"astando,
ir0 se a"astar'
88D Letra d
A opção d cont(m erro pois a empresa pensa, e com muito tempo de
anteced!ncia, na renovação de seu -uadro de randes executivos' A renovação se
dar0 com a aposentadoria de cada um'
Texto XIX
8PD Letra c
J0 pessoas -ue não sentem a aus!ncia de outras pessoas' Entende,se por
Gpresença da aus!nciaH -ue a aus!ncia est0 presente, isto (, a pessoa sente essa
aus!ncia' Da# se poder entender como uma aus!ncia sentida'
P;D Letra d
A:5
O autor destaca, numa $inuaem meta">rica, coisas &oas -ue a saudade tra)' O
não tomando a "orma do sim, a escuridão passando a $u)ir, o so$ na so$idão'
P5D Letra d
Presença ( antEnimo de ausência, isso constitui um ant#tese' Da mesma "orma,
não e sim. Ausência de luz se op.e semanticamente a clarão. Que veda I-ue
"ec*a, -ue não deixa verD se op.e a traz a visão. 7empre -ue pa$avras ou
express.es são opostas -uanto ao sentido, di),se -ue constituem ant#teses' Não
*0 essa id(ia de coisa contr0ria entre sol e solidão, por-ue so$idão não ( a$o
escuro, -ue se oporia 2 $u) do so$'
P6D Letra &
No texto, v0rias coisas ruins se trans"ormam em &oas' Por exemp$o, o não
Ininu(m osta de uma neativa em determinadas situaç.esD -ue se trans"orma
em sim.
PAD Letra e
Kuestão &astante de$icada' Aparentemente, duas opç.es serviriam como resposta3
c e e' A $iação da oração Gmas -ue se uardou no coraçãoH ( com Gdo -ue não se
pode verH3 do -ue não se pode ver mas se uardou no coração+ então, o -ue est0
no coração ( o -ue não se pode ver+ por isso a resposta ( a $etra e' Fas por -ue a
$iação não ( com a oração começada por porque? ?o$te ao texto, por "avor, e
veri"i-ue -ue essa oração Ipor-ue se deixou pra tr0sD pode ser retirada do texto
sem -ue com e$a ten*a -ue ser retirada tam&(m a oração iniciada por mas' Outra
maneira de comprovar isso ( o&servar o empreo do pronome re$ativo que: do
-ue não se pode ver mas IdoD -ue se uardou no coração' Rea$mente, as duas
oraç.es estão $iadas diretamente'
Texto XX
P:D Letra d
Mm texto auto&ior0"ico ( a-ue$e em -ue o autor "a$a de sua pr>pria vida, de sua
pr>pria *ist>ria' Q o -ue ocorre no texto'
P9D Letra c
O autor di) -ue o uso vu$ar ( começar o $ivro pe$o nascimento' Assim, começar
pe$a morte ( uma coisa menos comum' 1uidado com os /oos de pa$avras -ue 2s
ve)es as a$ternativas apresentam' Na opção d, temos Gnão começar um $ivro por
sua morteH, isto (, começar pe$o nascimento, o -ue ( uma coisa comum'
P@D Letra &
A:6
Kuando o autor di) estar em d%vida -uanto a começar o $ivro por seu nascimento
ou sua morte, na rea$idade est0 a"irmando -ue /0 morreu' =am&(m se pode c*ear
a essa conc$usão -uando e$e se di) um de"unto autor'
PBD Letra e
A$(m de se co$ocar como um de"unto autor, prestes a escrever so&re a pr>pria
morte, o autor a"irma -ue Fois(s tam&(m "e) isso' Então, am&os "a$aram acerca
de suas mortes' A resposta não deve ser a $etra a, em&ora tam&(m se/a uma
seme$*ança+ mas ( uma coisa en(rica, de pouca importRncia para o texto, -ue
trata da morte do pr>prio autor'
P8D Letra d
O autor di) -ue Fois(s contou a sua morte no ca&o, isto !, no "im' E e$e tin*a
aido di"erente, como se v! na $in*a :3 Ga adotar di"erente m(todo'''H
PPD Letra c
No $ivro do autor, a morte aparecer0 em primeiro $uar+ Fois(s "e) di"erente3
co$ocou,a no "im' E o autor a"irma -ue a di"erença entre seu $ivro e o Pentateuco
( exatamente essa' Assim, dedu),se, o Pentateuco "oi escrito por Fois(s'
5;;D Letra d
Autor defunto pode ser entendido como um autor -ue morreu, da# sua $iação
com a pa$avra campa. 1á defunto autor seria a$u(m -ue morreu e -ue passa a
atuar como autor, para o -ua$, como se v! na $in*a @, a campa se trans"ormou em
&erço' Werço, a-ui, sim&o$i)ando o in#cio de uma nova "ase' Por isso a $iação
entre defunto autor e berço.
5;5D Letra e
1omo um de"unto autor e$e ter0 pe$a "rente uma nova "ase, em -ue atuar0 como
autor' Di"erentemente do autor de"unto, -ue não teria atividade a$uma'
Texto XXI
5;6D Letra e
No in#cio do texto, $!,se3 G'''prepara a a&ertura de uma "0&rica no Wrasi$'H Então,
ainda não est0 insta$ada a-ui' Loo depois, temos3 G'''c*eou ao pa#s *0 dois
anos'''H' No "ina$, ( "eita a citação da 1irio, c$iente no Wrasi$' Tuntando,se tudo
isso, conc$ui,se -ue a resposta ( a $etra e'
5;AD Letra e
A:A
A a$ternativa a est0 errada por-ue o texto "a$a da "aci$idade $o#stica /unto ao
Fercosu$' A 1om&i&$oc apenas produ) as em&a$aens para o atomatado Fa$$oa,
por isso não procede a a$ternativa &' A $etra c pode con"undir o candidato+ na
rea$idade, especi"icamente ( a 7IC 1om&i&$oc -ue ocupa o 6o $uar mundia$, a
7IC ( o rupo inteiro+ o texto, nesse particu$ar, se vo$ta para a 1om&i&$oc'
Kuanto 2 opção d, o texto di) -ue a Mni$ever est0 insta$ada no 1*i$e, o -ue não
arante -ue se/a uma empresa c*i$ena' A resposta se /usti"ica com a terceira $in*a,
pois 5 &i$*ão corresponde a 6YA de 5,9 &i$*ão'
5;:D Letra &
A resposta se /usti"ica com o trec*o3 G'''pe$a "aci$idade $o#stica /unto ao
Fercosu$'H A pa$avra junto ( a c*ave da -uestão' A $etra d, em&ora pareça
satis"a)er, ( apenas uma conse-L!ncia disso'
5;9D Letra c
A -ue mercado se re"ere o textoS Ao de produção de em&a$aens $ona vida' Na
$etra c, a pa$avra mercado est0 no p$ura$, o -ue a$tera o sentido, uma ve) -ue se
trata apenas de um mercado'
5;@D Letra c
Q uma -uestão simp$es de sinEnimos' Não *0 o -ue discutir' Incluir não ( o
mesmo -ue apontar.
Texto XXII
5;BD Letra c
A resposta se /usti"ica com o trec*o3 GDi"ici$mente se acomodavam, por(m, ao
tra&a$*o acurado e met>dico'''H' A pa$avra,c*ave para a -uestão ( o ad/etivo
metódico, -ue pressup.e rotina, coisa de -ue e$es não ostavam'
5;8D Letra &
Kuestão de sinEnimos' Wasta consu$tar um dicion0rio para con"erir' Acurado ( o
mesmo -ue especial.
5;PD Letra d
Cacofonia ( o som desarad0ve$ -ue sure na união do "ina$ de uma pa$avra com
o in#cio da seuinte+ por exemp$o, nosso *ino Isu#noD' Neologismo ( pa$avra
inventada, -ue não consta no voca&u$0rio o"icia$ da $#nua+ por exemp$o,
imex#ve$' Arcaísmo ( o uso de termos antios, em desuso+ por exemp$o, usar a
pa$avra físico com o sentido de médico. Kuanto 2 ambigüidade, ve/a os
coment0rios da -uestão 99' Em tendência espontânea temos uma redundância,
A::
uma ve) -ue a tend!ncia ( sempre espontRnea, ou não seria tend!ncia' ?e/a mais
exp$icaç.es so&re redundRncia na -uestão 99'
55;D Letra c
Dedu),se -ue se trata dos #ndios, em ra)ão de suas caracter#sticas e por serem
c*amados de antios moradores da terra' Na rea$idade, ( uma -uestão -ue exie
con*ecimentos extratexto'
555D Letra &
Tusti"ica,se a resposta com o trec*o3 G'''e -ue pudessem exercer,se sem
reu$aridade "orçada e sem vii$Rncia e "isca$i)ação de estran*os'H Ou se/a, e$es
eram $ivres, ostavam de "a)er as coisas de acordo com sua vontade, na *ora -ue
&em entendessem' A vii$Rncia e a "isca$i)ação os pertur&avam, pois não
ostavam de reu$aridade no tra&a$*o'
Texto XXIII
556D Letra e
Kuando o autor di) -ue Gnão conseuiram as &andeiras rea$i)ar /amais a "açan*a
$evada a ca&o pe$o &oi e pe$o va-ueiroH, est0 a"irmando exatamente o -ue
aparece na opção e, -ue ( uma esp(cie de par0"rase desse trec*o' A a$ternativa b
( periosa3 o &oi e o va-ueiro "i)eram a$umas coisas -ue as &andeiras "i)eram,
como a con-uista de determinadas terras, mas o &oi e o va-ueiro não "i)eram as
coisas ruins, como o sacri"#cio de ind#enas'
55AD Letra c
Kuem cate-ui)ou os nativos "oram o va-ueiro e o &oi, como se v! na $in*a cinco'
55:D Letra e
A resposta aparece, &em c$ara, no trec*o3 G'''sacri"icavam ind#enas aos
mi$*ares'''H' Isso ( massacre, sem d%vida a$uma' O&serve -ue não *0 menção a
poss#veis maus,tratos contra os #ndios+ provave$mente ocorreram, mas o texto não
di) nada a respeito'
559D Letra d
Enquanto ( con/unção, parte da $ocução enquanto que, onde o que ( exp$etivo'
Assim ( um adv(r&io' E$as não t!m nen*uma re$ação com as &andeiras ou com o
&oi e o va-ueiro, muito menos indicam qualquer tipo de oposição'
55@D Letra d
A:9
A pa$avra misteres sini"ica tare"as, atividades, o"#cios' Não ( sinEnima de
cuidados, cu/o empreo, então, a$tera radica$mente o sentido do trec*o' As outras
pa$avras são sinEnimas3 cate-ui)ando, doutrinando evane$i)ando+ nativo,
ind#ena, a&oriine, aut>ctone'
55BD Letra &
A -uestão t!m uma armadi$*a -ue muitas ve)es derru&a o candidato' A expressão
G1om todo o aparato de suas *ordas uerreiras'''H ( um ad/unto adver&ia$ de
concessão, ou se/a, ( uma oposição ao -ue se expressa no ver&o' ?0rios
e$ementos podem iniciar esse tipo de ad/unto, entre e$es, não obstante. Da# a
resposta ser a $etra &' Aora, ve/a a armadi$*a3 mesmo tam&(m pode ser usada no
texto, sem a$teração de sentido' Por -ue, então, a resposta não pode ser a $etra aS
Por-ue a pa$avra mesmo não poderia su&stituir, como pede a -uestão, a pa$avra
com, mas anteced!,$a' =er#amos, assim3 GFesmo com todo o aparato de suas
*ordas uerreiras'''H Na $etra d, a $ocução usada ( a respeito de, com va$or
semRntico de assunto' Não con"unda com a despeito de, -ue poderia su&stituir a
preposição com no trec*o'
558D Letra a
O voc0&u$o aparato pode ser entendido como organi.a$ão de determinados atos
p<blicos. A expressão hordas guerreiras sini"ica grupos indisciplinados ou
bárbaros voltados para a guerra. A resposta s> pode ser a $etra a.
Texto XXIV
55PD Letra d
A oração começada pe$a con/unção por isso ( conc$usiva e expressa uma
conse-L!ncia em re$ação ao "ato de mais de @;^ dos cariocas ainda se
recordarem das 1asas da Wan*a' Da# a resposta ser a $etra d' Não poderia ser a
$etra c, como possa parecer, por-ue o texto não "a$a de nen*um acordo proposto 2
"am#$ia ?e$$oso, apenas cita o acordo'
56;D Letra c
A resposta ao item anterior se a/usta a esta -uestão' A c*ave da compreensão ( a
pa$avra por isso.
565D Letra e
<uncionamento virtua$ não -uer di)er sem "ins $ucrativos, o -ue inva$ida a $etra a'
A $etra & poderia ser a resposta se a preposição uti$i)ada "osse em, e não de: não
venderão em supermercado, o -ue poderia suerir a venda virtua$' As opç.es c e
d são "aci$mente descartadas+ o -ue o trec*o a"irma ( -ue as vendas serão "eitas
A:@
apenas Ive/a a importRncia da pa$avraD virtua$mente, isto (, pe$o computador, e
não em $o/as, como antiamente'
566D Letra &
=rata,se de uma -uestão de coesão textua$, ou se/a, as devidas $iaç.es -ue
existem entre as pa$avras ou express.es de um texto' Na pa$avra ressuscitá-la, o
pronome la ( o&/eto direto, a coisa ressuscitada, isto (, as 1asas da Wan*a'
Daquela, uma e desaparecida re"erem,se tam&(m 2s 1asas da Wan*a' Então,
semanticamente, estão $iadas ao pronome la. Isso não ocorre com a pa$avra
pesquisa.
Texto XXV
56AD Letra e
O erro da primeira opção ( -ue a CF não ( empresa &rasi$eira' A seunda est0
errada por-ue o texto di) -ue a "0&rica de Cravata# ser0 usada como pi$oto, ou
se/a, ainda vai acontecer' Na opção seuinte, o erro est0 na pa$avra semelhante; a
"0&rica de Cravata# não ( seme$*ante ao -ue est0 sendo criado no mundo, e$a ser0
o mode$o para as outras' A a$ternativa seuinte não tem o menor apoio no texto,
-ue não "a$a em trans"ormação da "0&rica de Cravata#' A pr>pria Cm ( -ue vai se
trans"ormar' A %$tima a$ternativa est0 de acordo com o texto'
56:D Letra c
Di)er -ue Ga Internet passar0 a nortear todos os ne>cios do rupoH não sini"ica
-ue os consumidores não poderão comprar em $o/as'
569D Letra a
O texto nos di) -ue a GInternet passar0 a nortear todos os ne>cios do rupoH'
Isso ter0 como partida a p$anta da "0&rica &rasi$eira, considerada pi$oto da
trans"ormação' Então, a resposta s> pode ser a $etra a' Na $etra d, a pa$avra
deveria ser totalmente, e não parcialmente, /0 -ue a "0&rica do Rio Crande do
7u$ ser0 o mode$o para as demais espa$*adas pe$o mundo'
56@D Letra d
Kuestão -ue dispensa coment0rios, pois se trata de sinon#mia' Implementação (
o mesmo -ue realização.
56BD Letra c
O pra)o esta&e$ecido ( o ano de 6;;;'
Texto XXVI
A:B
568D Letra &
A $ocução prepositiva em virtude de introdu) termo com va$or de causa' O
re$acionamento das con-uistas com o so"rimento do povo ( exatamente de causa
e e"eito' O povo so"reu por causa das con-uistas, pois muita ente não vo$tou
para casa'
56PD Letra d
A met0"ora existe na comparação "eita entre o sa$ do mar e as $0rimas do povo
portuu!s' J0, pois, uma "usão entre o mar, -ue sim&o$i)a as con-uistas, e as
$0rimas, -ue sim&o$i)am o so"rimento' O poeta -uer passar a id(ia de -ue não
*averia con-uistas sem o so"rimento do povo, as duas coisas estão intimamente
associadas'
5A;D Letra c
Apóstrofe ( a "iura -ue consiste em c*amar, interpe$ar a$u(m ou a$o' ?e/a,
como exemp$o, o con*ecido verso de 1astro A$ves3 GDeus, > Deus, onde est0s
-ue não respondesSH em -ue o poeta est0 interpe$ando, c*amando Deus' Epíteto
de natureza ( um tipo de p$eonasmo3 $eite &ranco, e$o "rio, pedra dura+ isto (,
por sua nature)a, o $eite ( sempre &ranco, o e$o sempre "rio, a pedra sempre
dura' Sinestesia ( a "iura -ue consiste em misturar sentidos Itato, visão etc'D'+
por exemp$o3 som co$orido, mistura de audição e visão' As outras "iuras /0
comentamos em -uest.es anteriores' No poema, então, a$(m da metáfora,
encontramos uma apóstrofe I` mar sa$adoD, um ep#teto de nature)a Imar
sa$adoD e uma meton#mia na pa$avra Portugal, pa$avra usada no $uar de
portugueses Itroca dos *a&itantes pe$o $uarD'
5A5D Letra c
Por causa da $ocução em vão, a resposta parece ser a $etra a' O verso -uer di)er
-ue, apesar das oraç.es dos "i$*os, muitos pais não reressaram' Fas o
so"rimento do povo como um todo não pode ser considerado in%ti$, no momento
em -ue o pa#s con-uistou, cresceu' A resposta s> pode mesmo ser a $etra c, pois,
apesar das preces, muita ente perdeu seus entes -ueridos'
5A6D Letra e
O "ato de se re)ar em determinados momentos de a"$ição não sini"ica
necessariamente "( ou re$iiosidade' Kua$-uer um, mesmo sem ser re$iioso,
pode orar em certos momentos da vida' Q poss#ve$, assim, e$iminar as a$ternativas
a e c' O povo portuu!s (, como -ua$-uer povo, inte$iente' Fas nada no texto
"a) menção a isso' E$imina,se, então, a a$ternativa &' =am&(m seria inade-uado
consider0,$o am&icioso, a partir dos e$ementos do texto' A resposta s> pode ser
mesmo a $etra e3 o povo demonstra rande)a e tenacidade ao so"rer pe$o
proresso do pa#s'
A:8
5AAD Letra d
A resposta est0, &em c$ara, na passaem3 GKuem -uer passar a$(m do Wo/ador
tem -ue passar a$(m da dor'H+ isto (, tem -ue vencer a dor'
5A:D Letra a
Nele se re"ere a mar' Entenda,se3 ! no mar -ue espe$*ou o c(u'
Texto XXVII
5A9D Letra e
A resposta não pode ser a $etra a por-ue os carros de &ois dividiam a tare"a do
transporte com as tropas de muares, como se pode constatar na $in*a :' A $etra b
cont(m erro pois as tropas de muares ( -ue suriram no s(cu$o X?III, não
*avendo citação da (poca do aparecimento dos carros de &ois' A $etra c est0
errada por-ue os carros de &ois "oram usados /untamente com as tropas, e não
ap>s e$as' A $etra d tam&(m não est0 correta por-ue o texto não a"irma ta$ coisa,
di) apenas -ue e$es $iavam os n%c$eos de povoamento entre si e com as roças e
$avouras' O a&arito ( a $etra e pois o texto "a$a de $amaçais e tri$*as -uase
intransit0veis, -ue s> as tropas e os carros de &ois poderiam vencer'
5A@D Letra d
1omo vimos nos coment0rios da resposta anterior, o estado ruim dos camin*os,
por causa das c*uvas I$amaçaisD e do verão I0speras tri$*asD, "avoreceu o uso das
tropas e dos carros de &ois'
5ABD Letra e
Os coment0rios das duas %$timas -uest.es se ap$icam a esta' ?a$e destacar, a-ui,
dois trec*os do texto3 G'''"oram os carros de &ois e as tropas os %nicos meios de
$iação'''H IY' BY8D e GDe outra "orma não se venceriam os o&st0cu$os naturais'H IY'
P e 5;D
5A8D Letra a
Kuestão de voca&u$0rio' Muares, com poss#veis variaç.es de sentido, mulos,
burros, mus e bestas. Os cava$os não t!m re$ação com os muares'
5APD Letra c
O %nico ad/etivo -ue não se ap$ica 2-ue$e tipo de transporte ( nost0$ico'
Nosta$ia ( a me$anco$ia causada pe$a saudade da p0tria, seundo os dicion0rios'
Por extensão, me$anco$ia causada por -ua$-uer tipo de saudade' Nada no texto
suere um transporte nost0$ico'
A:P
Texto XXVIII
5:;D Letra d
O $i&era$ismo restrine as atri&uiç.es do Estado' Loc]e "oi o primeiro te>rico do
$i&era$ismo' Assim, dedu),se -ue e$e ac*ava necess0rio restrinir as atri&uiç.es
do Estado' Fas cuidado com $etra c' E$a a"irma -ue a participação de Loc]e "oi
apenas te>rica+ não ( verdade, se $evarmos em conta -ue e$e "oi perseuido a
ponto de precisar re"uiar,se na Jo$anda'
5:5D Letra &
7e o $i&era$ismo exprime os anseios da &uruesia, seundo o primeiro per#odo do
texto, os &urueses s> poderiam ser simp0ticos a e$e' E$es não poderiam ter
simpatia pe$o a&so$utismo ou pe$os 7tuarts, a&so$utistas por exce$!ncia' Não se
es-ueça de -ue o $i&era$ismo se opun*a ao a&so$utismo' A perseuição de Loc]e
"oi "eita pe$os a&so$utistas, o -ue inva$ida tam&(m a $etra d' Aora, o&serve a
$etra c3 os &urueses não seriam simp0ticos 2s atri&uiç.es do Estado, e sim 2s
suas restriç.es, con"orme o "ina$ do seundo per#odo do texto'
5:6D Letra a
Dedu),se do texto -ue a Revo$ução aca&ou com o a&so$utismo, tanto ( -ue Loc]e
pEde reressar da Jo$anda' A imp$antação do $i&era$ismo "oi conse-L!ncia
imediata da -ueda do a&so$utismo'
5:AD Letra d
A pa$avra valores não ! sinEnima de anseios. O texto teria o seu sentido
radica$mente a$terado' 1onv(m di)er -ue não *0 sinEnimos per"eitos, em $#nua
a$uma' 7inEnimos são termos de mesmo sini"icado ou, pe$o menos, muito
parecido' O enunciado "a$a em a$terar su&stancia$mente, e isso ocorre, sem
d%vida, na troca de anseios por valores.
5::D Letra e
Essa -uestão /0 "oi comentada anteriormente' Q, inc$usive, o tema do texto'
5:9D Letra c
O texto não di) -uem "oi Cui$*erme de Orane, mas e$e "oi c*amado Gpara
conso$idar a nova monar-uia par$amentar in$esaH' Isso s> poderia ocorrer se e$e
tivesse id(ias $i&erais, pois o $i&era$ismo estava se imp$antando na-ue$e
momento'
Texto XXIX
A9;
5:@D Letra d
A $etra a pode parecer a resposta, mas cont(m um erro3 as compan*ias de eneria
e$(trica não se nearam a paar os &Enus' 7eundo o texto, G'''os consumidores
nao precisavam ter $ançado mao da Tustiça para poder ter a arantia desse
direitoH, ou se/a, as pessoas "icaram com medo de não rece&er, por isso ape$aram+
mas o texto não di) -ue as compan*ias se nearam a "a)er o paamento' A $etra &
( extremamente suti$ e capciosa+ não se trata de todos os tipos de consumidores,
mas apenas dos consumidores de eneria e$(trica' As $etras c e e não t!m nen*um
respa$do no texto' O a&arito s> pode ser a $etra d' ?e/a o -ue o texto di) a
respeito do overno3 G'''não contou com taman*a so$idariedade dos
consumidores'H
5:BD Letra e
A resposta desta -uestão est0 expressa no seuinte trec*o3 GDecididamente, os
consumidores não precisavam ter $ançado mão da Tustiça para poder ter a
arantia desse direito'H IY' 5AY5:D, ou se/a, os &Enus seriam paos de -ua$-uer
"orma, mesmo por-ue o pr>prio presidente da Rep%&$ica arantiu isso'
5:8D Letra &
A pa$avra,c*ave para responder a essa -uestão ( permanente, na $in*a 59'
Permanente ( a$o -ue sempre ocorre'
5:PD Letra e
?er os coment0rios da -uestão anterior'
59;D Letra d
A resposta aparece, c$ara, no trec*o3 GAem como se $oo mais na "rente não
precisassem da popu$ação'''H IY' 5BY58D+ esse G$oo mais na "renteH re"ere,se a um
"uturo pr>ximo' E$es não estão preocupados com o -ue vir0, pensam apenas no
presente'
595D Letra c
A 1Rmara de Cestão de"ende os interesses do overno, não das compan*ias de
eneria' O presidente não espera paar, como a"irma a opção &3 o &Enus, seundo
e$e, ser0 pao' A $etra d tam&(m est0 errada, por-ue não "oi a 1Rmara de Cestão
-ue arantiu o paamento dos &Enus, mas o presidente da Rep%&$ica' A $etra e
não encontra nen*um apoio no texto' A resposta ( a $etra c' Wasta reunir duas
coisas3 a redução do consumo de eneria I5r par0ra"oD e o trec*o3 G'''para poder
ter a arantia desse direitoH IY'5:D'
Texto XXX
A95
596D Letra d
7e o setor automo&i$#stico impu$siona a economia de um pa#s, como se v! no
primeiro per#odo, e$e ( de capita$ importRncia' Portanto, a economia não pode
"icar sem o setor automo&i$#stico' 1orro&oram essa a"irmação os n%meros
apresentados ao $ono do texto'
59AD Letra c
A resposta sure, &em n#tida, no trec*o3 GQ consenso entre os economistas'''H
1onsenso ( acordo de opini.es, e o texto não "a$a, em momento a$um, -ue se
trata de economistas apenas $iados ao setor automo&i$#stico'
59:D Letra e
A $etra a não satis"a) pois o texto nos in"orma da importRncia do setor
automo&i$#stico na economia de G-ua$-uer pa#sH IY' 6D' As $etras & e c são
a&surdas, tota$mente contr0rias ao tema do texto, -ue ( a importRncia desse setor
na economia' A $etra d poderia con"undir, mas e$a "a$a de sustento, ou se/a, todas
as despesas de um indiv#duo para -ue e$e se manten*a+ o texto di) apenas -ue 9
mi$*.es dependem, em maior ou menor rau, do setor automo&i$#stico+ depender
em menor rau não pode ser entendido como tirar o seu sustento desse setor' A
resposta ( a $etra e por-ue, como se a"irma no %$timo per#odo do texto, 5 em cada
: reais "oi erado no setor automo&i$#stico, o -ue -uer di)er -ue tr!s -uartos não
tiveram re$ação com a ind%stria de autom>veis'
599D Letra c
A -uestão se &aseia na di"erença de sentido entre duas express.es muito
con*ecidas3 a princ#pio e em princ#pio' A princípio ! uma $ocução -ue s> deve
ser usada com o sentido de no começo, -ue ( o -ue ocorre com a começar, no
trec*o destacado' Por isso, a princípio, começando, principiando e iniciando
podem ser usadas sem pre/u#)o do sentido' Em princípio e-Liva$e a em tese,
teoricamente, não podendo, pois, su&stituir a começar.
59@D Letra a
A resposta se encontra no trec*o3 GAt( na construção civi$ a presença das rodas (
enorme'H Assim, a $etra & "ica automaticamente e$iminada' Os 65@ &i$*.es de
d>$ares ( a -uantia movimentada pe$o setor automo&i$#stico, não apenas com os
sa$0rios' A $etra d ( "aci$mente descartada' A $etra e pode parecer a resposta, mas
cont(m erro3 o -ue o texto di) ( -ue cada empreo em uma "0&rica de autom>veis
era outros :@ empreos indiretos, isto (, sem $iação direta com a "0&rica+ não
se podem somar esses n%meros, o -ue daria :B'
59BD Letra c
A96
A pa$avra at( indica inc$usão' A construção civi$ seria mais um semento em -ue
est0 presente o setor automo&i$#stico' Assim, existem a$uns sementos'
Texto XXXI
598D Letra d
Os reos antios não con*eciam o p$aneta Mrano, -ue s> "oi desco&erto em
5B85' No inicio do texto se di) -ue os reos e povos ainda mais antios
con*eciam determinados p$anetas' A seme$*ança, seundo o texto, rea$mente
existe IY' :D' A $etra d ( a resposta por-ue tra) uma a"irmação não contida no
texto Ive/a o enunciado da -uestãoD' A maneira -ue e$es tin*am de "a)er a
di"erença não dependia do uso de apare$*os+ (, por sina$, o -ue a"irma a opção e'
59PD Letra c
No momento em -ue a$umas coisas podem ser desco&ertas a o$*o nu, a resposta
s> pode ser a $etra c'
5@;D Letra d
A $ocução raças a tem va$or de causa, mas tam&(m indica soma I( iua$ a eD+
apesar de, concessão, oposição+ com, modo+ em, tempo' 7> a preposição por, no
trec*o, indica causa3 por ser pr>pria 4q por-ue ( pr>pria'
5@5D Letra e
O trec*o nos di) -ue os reos e os povos mais antios con*eciam esses astros'
Na $etra e, com o empreo da $ocução prepositiva atrav(s de, o sentido se a$tera'
A id(ia passa a ser -ue a$u(m con*ecia esses astros, por interm(dio dos reos e
de povos mais antios' Fuda o aente da ação ver&a$'
5@6D Letra a
O texto di) -ue Gas estre$as não variam de posiçãoH IY' @YBD e -ue Gos p$anetas
mudam de posição no c(uH IY' BY8D' =am&(m a"irma -ue Gas estre$as t!m uma
$u)'''-ue pisca $evementeH IY' PY5;D e -ue Gos p$anetas'''t!m um &ri$*o "ixoH IY'
5;Y55D'
5@AD Letra d
O texto di) -ue o primeiro p$aneta muito distante da =erra a ser desco&erto "oi
Mrano' T0 eram con*ecidos Farte, T%piter, ?!nus, 7aturno e Ferc%rio' Assim,
P$utão s> pode ter sido desco&erto depois de Mrano'
5@:D Letra e
A9A
A resposta se encontra no seuinte trec*o3 G'''Has estre$as, em curtos per#odos,
não variam de posição umas em re$ação 2s outras'H 7e e$as não variam em curtos
per#odos, ( -ue variam em per#odos $onos de tempo'
Texto XXXII
5@9D Letra c
1omparemos dois trec*os do texto3 G'''o Rosa não mudou'H IY' @D e GQ c$aro -ue
*ouve mudanças desde sua desco&erta pe$os "orasteiros'H IY' PY5;D' Por isso, uma
pe-uena contradição do autor'
5@@D Letra d
No primeiro par0ra"o, o autor nos "a$a -ue, em meados dos anos B;, a Praia do
Rosa permanecia exc$usiva de poucas "am#$ias de pescadores' Então, e$a não
despertou a atenção de sur"istas e exp$oradores no in#cio dos anos B;'
5@BD Letra &
O autor apresenta, com natura$idade, as exce$!ncias da Praia do Rosa' At( o
momento em -ue "a$a das &a$eias' E$e mostra uma certa admiração, -uando
repete, numa interroação, a pa$avra baleias. Fais admirado "ica por se tratar de
uma esp(cie não muito comum, as &a$eias "rancas, G-ue c*eam a
impressionantes 58 metros e at( @; tone$adasH' As outras a$ternativas se e$iminam
natura$mente'
5@8D Letra d
A resposta da -uestão se encontra c$aramente expressa no seuinte trec*o3 G'''esta
reião resiste intacta raças a um pacto entre moradores e donos de pousadas'H' A
$ocução prepositiva raças a introdu) ad/unto adver&ia$ de causa' Assim, o -ue
ocasionou a preservação do Rosa "oi o pacto, -ue, inc$usive, não permitiu a
especu$ação imo&i$i0ria'
5@PD Letra d
A pa$avra mesmo -ue inicia o re"erido per#odo tem no trec*o um va$or
c$aramente concessivo, ou se/a, sua oração se op.e 2 oração seuinte, -ue ( a
principa$' A despeito de, não obstante, ainda que e posto que t!m, todas e$as,
va$or concessivo' T0 a $ocução con/untiva contanto que t!m va$or de condição'
7eu empreo, natura$mente, a$tera o sentido do trec*o, a$i0s, mais do -ue isso,
deixa,o sem coer!ncia'
5B;D Letra a
A9:
A pa$avra possui, num dado texto, va$or denotativo -uando empreada com seu
sentido norma$, primitivo, rea$' Por exemp$o, a pa$avra flor em GA "$or ( &onitaH'
=em va$or conotativo, -uando usada com sentido especia$, "iurado' 1omo
exemp$o, a pa$avra flor em GEssa menina ( uma "$orH' Mma menina não pode ser
uma "$or, se se tratar rea$mente do veeta$' E$a s> pode ser entendida se
desdo&rarmos a "rase numa comparação3 GEssa menina ( &onita como uma "$or'H
A pa$avra generosas, no texto, não pode ser entendida como &oas, caridosas etc'
Litera$mente, as ondas não podem ser enerosas'
5B5D Letra c
A pa$avra badalado ( um exemp$o de $inuaem descontra#da, popu$ar' 7ini"ica
exatamente Gmuito "a$adoH' 1onv(m $em&rar -ue nem sempre ( "0ci$ distinuir a
$inuaem cu$ta, se/a $iter0ria, /orna$#stica ou outra -ua$-uer, da $inuaem dita
popu$ar ou co$o-uia$' Mm &om dicion0rio pode a/udar, pois costuma "a)er a
distinção entre uma coisa e outra' 1onsidere $inuaem popu$ar, por exemp$o, as
#rias de um modo era$'
Texto XXXIII
5B6D Letra d
A resposta se encontra no primeiro per#odo do texto' Kuando perce&emos -ue a
vida ( di"#ci$ para todos, poupamo,nos da autopiedade' 1uidado com a opção &3
na rea$idade, n>s nos dispomos a a/udar os outros -uando nos $ivramos da
autopiedade, ou se/a, -uando perce&emos -ue as outras pessoas tam&(m so"rem'
?e/a o -ue aparece nas $in*as 8 e P3 GQ me$*or ter pena dos outros'''H
5BAD Letra d
O texto, como um todo, "a$a -ue não devemos "icar c*orando pe$o camin*o,
cu$pando o -ue -uer -ue se/a pe$o -ue nos ocorre de ruim' Devemos, sim, $utar
para vencer as di"icu$dades, -ue são naturais em nossa camin*ada' O&serve o
trec*o seuinte3 GNão va$e a pena perder tempo se -ueixando dos o&st0cu$os -ue
t!m de ser superados para so&reviver e para crescer'H O autor a"irma -ue os
o&st0cu$os t!m de ser superados, e isso, natura$mente, pede es"orço'
5B:D Letra e
A resposta est0 &em c$ara no trec*o seuinte3 G=er pena de si mesmo ( uma
viaem -ue não $eva a $uar nen*um'H Autopiedade ( ter pena de si mesmo e não
$eva a $uar nen*um, isto !, a nada'
5B9D Letra &
A99
No "ina$ do texto, encontramos o seuinte3 GA -uestão não ( rece&er &oas cartas,
mas usar &em as -ue $*e "oram dadas'H Msar &em as cartas ( o mesmo -ue sa&er
/oar'
5B@D Letra d
Q c$aro -ue todos esses sentimentos poderiam servir como resposta' No entanto,
s> uma opção tem rea$mente apoio no texto' A $etra d ( a resposta, como se
o&serva no trec*o3 G'''o&st0cu$os -ue t!m de ser superados para so&reviver e para
crescer'H IY' BY8D
5BBD Letra e
7eundo o autor, para reso$ver pro&$emas, devemos usar as nossas me$*ores
-ua$idades, -ue são Gcapacidade de amar, de to$erar e de rirH' IY' 56D' Por isso a
resposta ( amor Icapacidade de amarD, tolerância Icapacidade de to$erarD e
alegria Icapacidade de rirD'
5B8DLetrac
Para o autor, as nossas di"icu$dades são uma coisa a&so$utamente natura$, como
se v! nas $in*as 9 e @' 7e e$as são naturais, são inerentes ao ser *umano, não
dependem de n>s, portanto não as podemos evitar'
Texto XXXIV
5BPD Letra e
A$uns trec*os suerem essa postura do autor, principa$mente o seuinte, nas
$in*as 5@ e 5B3 GAora as $eis do mercado importam mais do -ue as $eis da (tica'H
As $eis do mercado, evidentemente, di)em respeito ao capita$ismo' 7> -ue , e a#
est0 a maior cr#tica , e$as va$em mais do -ue as $eis da (tica'
58;D Letra &
A pa$avra,c*ave, a-ui, ( liberdade, intimamente associada 2 democracia' O
-uestionamento , e isso est0 &em c$aro , ( a -uantidade de pessoas "amintas,
apesar da $i&erdade tra)ida pe$a democracia'
585D Letra e
O pronome pessoa$ G$*esH não tem como re"erente o termo Gseus overnantesH, e
sim Ga-ue$es povosH IY' 6:D' Entende,se3 GFas ( neado 2-ue$es povos o direito
de esco$*er'''H
586D Letra d
A9@
E$es não são tota$mente $ivres por-ue, como se v! no %$timo par0ra"o, não t!m o
direito de esco$*er um sistema socia$ -ue não asseure a reprodução do capita$
privado
58AD Letra c
Kuestão de sinEnimo' Não *0 o -ue discutir' A pa$avra ressaltar sini"ica
destacar.
58:D Letra c
O paradoxo pode ser entendido como uma contradição, pe$o menos na apar!ncia'
Os termos -ue, com &ase no texto, possuem essa caracter#stica são liberdade e
fome. A $i&erdade não deveria contri&uir para o aumento da "ome, con"orme
co$oca o autor' A$i0s, o texto se &aseia nesse paradoxo, nessa contradição -ue se
tornou uma triste rea$idade'
589D Letra c
A par0"rase, como /0 vimos, ( uma reescritura em -ue se mant(m o sentido &0sico
do texto' Esta -uestão ! de$icada e, com certe)a, vai enanar muitas pessoas' O
pro&$ema ( como entender Gcom o muro de Wer$imH' A tend!ncia ta$ve) se/a
ac*ar -ue o autor -uisesse di)er Gcom a -ueda do muro de Wer$imH, /0 -ue esse (
um "ato *ist>rico -ue marcou a *umanidade e ( recente, comparado com a sua
construção' Fas a# o texto não teria $>ica a$uma' Na rea$idade, o sini"icado (
de Gcom a construção do muro de Wer$imH' 7> assim tem sentido o restante do
trec*o3 Gruiu -uase tudo a-ui$o -ue sina$i)ava um "uturo sem opressores e
oprimidosH' 7e "osse Gcom opressoresH, a id(ia seria rea$mente de -ueda do muro
de Wer$im' A a$ternativa c apresenta, assim, uma mudança de sentido a&surda
ao a"irmar G1om a -ueda do muro de Wer$imH'
Texto XXXV
58@D Letra d
As opç.es a e c apresentam o mesmo tipo de erro3 a aso$ina &rasi$eira não (
sempre adu$terada nos postos, pois, por amostraem, isso ocorre apenas em
-uatro postos, num tota$ de do)e+ da mesma "orma, não se pode a"irmar -ue os
donos de postos de aso$ina adu$teram a aso$ina, por-ue disso se entende -ue
todos "a)em ta$ coisa, -uando essa pr0tica s> pode ser atri&u#da aos
inescrupu$osos' A $etra b não tem -ua$-uer apoio no texto' A $etra e a"irma o
contr0rio do texto Ive/a o -ue o autor co$oca nas $in*as 5B e 58D' A resposta se
encontra no seuinte trec*o3 GPior3 -uando adicionado por especia$istas, o
so$vente -uase não deixa pistas'H IY' 5;Y55D
58BD Letra d
A9B
O IP= ( o instituto -ue examina as amostras co$etadas, como se v! no trec*o
G'''seundo o $audo do IP='''H Os rep>rteres, c$aro, não são do IP=, mas da revista
Kuatro Rodas'
588D Letra e
O texto di) -ue a adu$teração da aso$ina ( Gindetect#ve$ em testes simp$esH IB'
55D' Assim, a revista recorreu ao IP= para -ue e$e, com a cromatora"ia, pudesse
reso$ver o pro&$ema Ive/a as $in*as 5A,5PD' O "ato de o instituto ser insuspeito
não pode ser entendido como a causa da esco$*a, -ue seria, como o texto &em
co$oca, a capacidade do IP= de desco&rir a adição "raudu$enta de so$ventes 2
aso$ina'
58PD Letra &
Q uma -uestão de sinon#mia e coesão textua$' Segundo ( conectivo con"ormativo,
"icando e$iminada a $etra d, pois não obstante, -ue e-Liva$e a apesar de, tem
va$or concessivo' 1om isso, no trec*o destacado, tem va$or de modo, o -ue
descarta as $etras a e e; apesar disso tem va$or concessivo, e aliás, reti"icativo' T0
que ( conectivo causai, e-Liva$endo a uma ve) que, -ue aparece nas duas opç.es
-ue não "oram e$iminadas' A pa$avra para tem va$or de "ina$idade,
correspondendo a a fim de, "icando, então, como resposta, a $etra &' A pa$avra
por, se co$ocada no texto, assumiria um va$or causa$'
5P;D Letra e
J0 erro na a$ternativa a por-ue os so$ventes s> não podem aparecer em
determinadas proporç.es' ?e/a o -ue se encontra no "ina$ do texto3 G'''-uatro
de$as estavam adu$teradas pe$a presença de so$ventes em proporç.es acima das
encontradas na aso$ina de re"er!ncia da re"inaria Rep$an'''H' A opção & não tem
-ua$-uer respa$do no texto' A a$ternativa c cont(m erro, por-ue, ao detonar o
sistema de com&ustão, os &andidos $esam especi"icamente o consumidor' A opção
d ( a&surda' A $etra e est0 inteiramente de acordo com o texto' Eis o trec*o -ue
/usti"ica a resposta3 G'''uma reve$ação esperada'''H IY' 6;D'
5P5D Letra d
O texto di) -ue a aso$ina de re"er!ncia da rep$an cont(m so$ventes, em
proporç.es aceit0veis' Nesse caso, então, o so$vente deixa de ser um veneno
-u#mico' Nen*um terrorista est0 adu$terando a aso$ina3 a a$ternativa & ( a&surda'
Nem todos os donos de postos são inescrupu$osos+ o pro&$ema da a$ternativa c (,
pois, a enera$i)ação'
O&serve a passaem seuinte3 G1om isso, esses &andidos estariam $esando os
concorrentes Ipor-ue paam &arato pe$os adu$terantesD'''H Esta ( a /usti"icativa de
a resposta ser a $etra d' A $etra e não satis"a), /0 -ue em nen*um momento *ouve
a descon"iança de -ue o pro&$ema ocorresse em seu pr>prio carro, e sim nos
postos de aso$ina'
A98
5P6D Letra a
Kuestão de sinon#mia' Deram de e-Liva$e no texto exatamente a começaram a.
=odas as outras pa$avras ou express.es a$terariam o sentido do trec*o'
5PAD Letra c
A aso$ina idea$ seria a da Rep$an por-ue e$a apresenta so$ventes na proporção
ade-uada' Não ( propriamente uma -uestão de poucos ou muitos so$ventes, pois
isso ( re$ativo' O -ue conta ( a proporção permitida'
Texto XXXVI
5P:D Letra &
O autor dec$ara -ue Go otimista ( um cara ma$,in"ormadoH IY' 5;D' Para e$e, o
ministro a"eão ( otimista em crer numa invasão de turistas' Aora, /untemos
tudo isso com o trec*o seuinte3 GOs um&rais do atraso -ue <J1 anuncia
transpor e os encantos tur#sticos do A"eanistão são &oas intenç.es ainda
distantes da rea$idade'H A resposta, assim, s> pode ser a $etra &'
5P9D Letra d
O presidente <J1 disse -ue G/0 vamos transpor os um&rais do atrasoH IY' :Y9D'
Fais adiante, nas $in*as 5P a 65, o autor a"irma3 GKuando Faria Antonieta
peruntou por -ue o povo não comia &o$os 2 "a$ta de pão, tam&(m pensava -ue a
monar-uia *avia transposto os um&rais do atraso'H A comparação com <J1 "ica
evidente na pa$avra também, no trec*o destacado' Também une as duas pessoas,
<J1 e Faria Antonieta, no -ue toca 2 id(ia de terem sido transpostos os um&rais
do atraso' Da# a resposta ser a $etra d' A $etra e poderia parecer correta, mas est0
errada' Faria Antonieta não ( comparada a um cara ma$,in"ormado, e$a era
ma$in"ormada'
5P@D Letra c
Burra ( uma pa$avra de pouco uso no portuu!s atua$, com o sentido de co"re'
Er0rio ( din*eiro p%&$ico' Assim, o trec*o destacado tem o sentido de co"res do
tesouro do A"eanistão' O cr(dito de esperança seria a possi&i$idade de *aver, de
acordo com o otimismo do ministro A&du$ Ra*man, uma invasão de turistas
0vidos por con*ecer =ora Wora e 1anda*ar, o -ue enc*eria os co"res do pa#s'
5PBD Letra d
Ao considerar o otimista Gum cara ma$,in"ormadoH IY' 5;D, o autor se va$e de uma
$inuaem descontra#da, co$o-uia$' Fais precisamente no empreo da pa$avra
cara, com o sentido de pessoa'
A9P
5P8D Letra e
O texto não di) nem suere -ue e$es este/am descontentes com a situação em
seus pa#ses, ao contr0rio, uma ve) -ue se mostram am&os otimistas' Para o autor,
e$es não t!m visão socia$, por estarem e-uivocados em seus pontos de vista' O
autor não os acusa de demaoos, apenas os considera ma$,in"ormados, o -ue
nos $eva a aceitar a a$ternativa e como resposta' A $etra d ( a&so$utamente
inade-uada em re$ação 2s id(ias contidas no texto'
5PPD Letra d
A resposta da -uestão se encontra c$aramente co$ocada no trec*o3 G/0 vamos
transpor os um&rais do atrasoH IY' :Y9D' A pa$avra /0 transmite nitidamente a id(ia
de -ue o pa#s deixar0 $oo de ser atrasado'
6;;D Letra c
O autor ironi)a ao di)er -ue o ministro a"eão poderia conseuir -ue muita ente
visitasse as cavernas do pa#s se contratasse um dos mar-ueteiros pro"issionais do
Wrasi$, -ue prometem at( e$eer um poste para a Presid!ncia do Wrasi$'
6;5D Letra e
Mma -uestão &astante suti$' Para a$uns, parecer0 -ue não *0 resposta' Acontece
-ue s> o ministro A&du$ Ra*man superva$ori)a a capacidade tur#stica do pa#s+ o
presidente do Wrasi$ "a$a em vencer o atraso, sem nen*uma citação ao setor do
turismo'
Texto XXXVII
6;6D Letra c
=odo o texto "a$a da into$erRncia entre os *omens' Na rea$idade, o "anatismo,
tam&(m a&ordado, ( uma conse-L!ncia da "a$ta de to$erRncia' O trec*o -ue
me$*or exp$ica a preocupação do autor com a into$erRncia ( o seuinte3 GNão *0
me$*or ant#doto contra a conduta into$erante -ue a $i&erdade'''H IY' 59Y5@D
6;AD Letra &
Essa -uestão pede con*ecimentos extratexto' O pro&$ema do Wrasi$, da Arentina,
de 1u&a e do Peru ( de ditadura' O pro&$ema da Ir$anda, mais precisamente da
Ir$anda do Norte, ( a $uta separatista envo$vendo cat>$icos e protestantes'
6;:D Letra e
A resposta se encontra, exp$#cita, na passaem3 GA so$idariedade e a to$erRncia
democr0tica, inexistentes no nosso tempo'''H IY' 66Y6AD
A@;
6;9DLetra e
O antecedente do pronome re$ativo que não ( a pa$avra pluralidade, co$ocada
imediatamente antes de$e, como possa parecer' <aça a su&stituição e voc! ver0,
pe$o sentido, -ue o re"erente ( liberdade: a $i&erdade consiste em de"ender id(ias
pr>prias'
6;@D Letra a
Nada no texto op.e o Wrasi$ 2 Arentina' 7ão apenas citados como pa#ses -ue
passaram por pro&$emas seme$*antes no -ue toca 2 into$erRncia de seus overnos
autorit0rios'
6;BD Letra d
Kuestão de sinon#mia' Wasta consu$tar um &om dicion0rio para comprovar' O
ad/etivo patológico pode ser entendido como doentio, mórbido.
6;8D Letra c
Rea$mente muitos pensam -ue ser $ivre ( "a)er tudo a-ui$o -ue dese/a, mas não (
o -ue o texto nos di)' A $etra a ( a&surda por si mesma' As a$ternativas &, d e e
são parecidas, todas apontam para uma conduta eo#stica, -ue o texto procura
com&ater' A resposta sure, c$ara, na passaem -ue seue3 G'''consiste em
de"ender id(ias pr>prias, mas aceitando -ue o outro possa ter ra)ão'H IY' 5@Y5BD
Texto XXXVIII
6;PD Letra d
=odo o texto se &aseia, com muito *umor, na di"icu$dade -ue tem o autor em
uti$i)ar determinados apare$*os e o&/etos do mundo moderno3 as torneiras de
0ua -uente ou "ria, o timer nos videocassetes, a tec$a &um )ocX nos
computadores'
65;D Letra &
Q uma -uestão "0ci$' O autor &rinca com o conceito de modernidade e a poss#ve$
di"icu$dade dos usu0rios de apare$*os modernos' E$e mesmo se di) incapa) de
recon*ecer coisas sa&idamente simp$es'
655D Letra d
A *ip(r&o$e, "iura de $inuaem, aparece em -uatro a$ternativas, de maneira
mais ou menos evidente' Na $etra a, -ue ta$ve) possa con"undir o $eitor, e$a se
expressa na pa$avra nunca. Na $etra d não existe *ip(r&o$e, pois o "ato de a$u(m
não sa&er proramar o timer não constitui exaero a$um'
A@5
656D Letra c
1om &om *umor, o autor di) -ue, para sa&er usar a supertorneira, ( necess0rio
"a)er um curso de aprendi)aem &astante di"#ci$' Da# ser e$a um e$emento
comp$icador na vida dos usu0rios'
65AD Letra c
As pessoas neuronicamente pre/udicadas seriam a-ue$as com pouca inte$i!ncia,
entre as -uais e$e, &rincando, se inc$ui, /0 -ue não conseue "a)er determinadas
coisas aparentemente simp$es, como se v! ao $ono do texto'
65:D Letra d
No primeiro par0ra"o do texto, o autor di) -ue o uso das $etras K e <
marina$i)aria os ana$"a&etos, pois e$es não recon*ecem as $etras+ a"irma tam&(m
-ue o empreo das cores marina$i)aria os da$tEnicos, -ue não conseuem
distinui,$as'
659D Letra c
O Woein aparece apenas como i$ustração de uma di"icu$dade sentida pe$o autor'
Q c$aro -ue, em momento a$um, e$e "a$a na possi&i$idade de diriir um avião'
65@D Letra e
O autor a"irma -ue não conseue ravar a posição das torneiras de 0ua -uente
ou "ria, entre outras coisas' Q, nitidamente, um pro&$ema de mem>ria'
65BD Letra &
Kuestão de sinon#mia' Acuidade pode, dependendo do texto, como este -ue
estamos ana$isando, sini"icar perspicácia, sagacidade, agudeza de espírito.
658D Letra a
Leia de novo o "ina$ do texto' L0 se di) -ue o autor estava con"ort0ve$, ou se/a,
tran-Li$o, ao usar, por exemp$o, o c*uveiro' A# surem os novos tipos de torneira'
65PD Letra d
O eu"emismo aparece na expressão Gneuronicamente pre/udicadasH, maneira mais
suave de di)er sem inteligência, ignorantes etc'
Texto XXXIX
66;D Letra c
A@6
Biotecnia ( a t(cnica da adaptação dos oranismos vivos 2s necessidades dos
*omens' Exobiologia ( a ci!ncia -ue estuda a possi&i$idade de vida extraterrestre'
Astrologia ( o estudo da in"$u!ncia dos astros no destino e no comportamento
dos seres *umanos' Ufologia ( a ci!ncia -ue trata da presença na =erra de naves
extraterrestres, popu$armente c*amadas de discos voadores' Astronomia ( a
ci!ncia -ue trata da constituição, da posição re$ativa e dos movimentos dos
astros' A resposta, assim, s> pode ser a $etra c'
665D Letra d
O -uarto par0ra"o do texto mostra -uando um astro entra na "ase da maturidade'
O exemp$o dado ( Antares, seundo o texto, Guma amostra de como "icar0 o 7o$
da-ui a :,9 &i$*.es de anosH' Ou se/a, o 7o$ ainda não se encontra na maturidade,
por(m na meia,idade'
666D Letra c
Mma -uestão de coesão textua$' O per#odo apresentado ( "ormado por duas
oraç.es, sendo -ue a primeira indica causa, e a seunda, conse-L!ncia' Q a-ue$a
estrutura -ue se aprende em ram0tica3 ta$'''-ue, sendo a oração do que
consecutiva' Ora, se começarmos pe$a seunda oração, com a e$iminação desse
que, a oração seuinte ser0 su&ordinada causai' A %nica con/unção -ue tem esse
va$or ( porque.
66AD Letra e
O erro da $etra e consiste em se a"irmar -ue o aumento de ca$or se d0 at( a morte
da estre$a' ?e/a o -ue se encontra no :o par0ra"o3 G7eu raio c*ea a aumentar 9;
ve)es e o ca$or se di$ui'H IY' 69Y6@D' Dedu)se, então, -ue o ca$or não aumenta
continuamente at( a morte do astro' 1*ea um momento em -ue e$e, o ca$or, se
di$ui'
66:D Letra e
Não *0 nen*uma in"ormação no texto so&re Antares pertencer ou não 2 ?ia
L0ctea' O -ue se di) ( -ue e$a pertence 2 conste$ação de Escorpião' 1om &ase no
texto, como di) o enunciado, não se pode "a)er a a"irmação da $etra e' A-ui, o
con*ecimento extratexto do $eitor não vem ao caso' Q necess0rio -ue o texto o
dia' Fesmo -ue a opção "osse Gpertence 2 ?ia L0cteaH, -ue ( a verdade, e$a
continuaria a ser "a$sa, por-ue essa in"ormação não ( dada pe$o autor'
669D Letra &
A resposta se encontra no %$timo par0ra"o, em especia$ no trec*o3 G'''criando um
corpo ce$este extremamente denso c*amado pu$sar, ou estre$a de neutrons'H
66@D Letra e
A@A
1omo se v! no %$timo par0ra"o, o &uraco nero tem maior densidade do -ue a
estre$a de neutrons, tam&(m c*amada pu$sar' As P$eiades são estre$as /ovens, o
7o$ est0 na meia,idade, e Antares, na maturidade' 7ão di"erentes, mas são
estre$as' As outras opç.es não o"erecem maior di"icu$dade'
66BD Letra &
As con/unç.es porque, mas, ou e à medida que introdu)iriam, na "rase, va$ores
de, respectivamente, causa, adversidade, alternância e proporção, a$terando
tota$mente o sentido de$a' A id(ia ( de adição, seguimento, conclusão, va$ores
expressos pe$a con/unção aditiva e.
Texto XL
668D Letra d
At( por exc$usão, c*ea,se natura$mente 2 opção d' As outras apresentam
sentimentos -ue, em nen*um momento, o autor deixa transparecer3 >dio,
descontro$e, apatia, medo' Na rea$idade, e$e se mostra revo$tado com a in/ustiça
socia$, com os preconceitos etc' E anustiado, em "ace do so"rimento do povo
&rasi$eiro, -ue nada pode "a)er'
66PD Letra e
A maior revo$ta -ue o autor demonstra ( exatamente o "ato de mostrarem aos
&rasi$eiros os "atos *ist>ricos de maneira deturpada, escondendo,se a rea$idade'
6A;D Letra d
A a$ternativa di) -ue a *ist>ria o"icia$, ou se/a, a -ue ( apresentada ao povo,
tende 2 versão do "ato, e não ao "ato em si' Assim, a *ist>ria aca&a sendo
mascarada, para enanar'
6A5D Letra c
=odo o texto exp.e a d%vida do autor -uanto 2 independ!ncia, -ue a-ui deve ser
entendida de maneira mais amp$a, não apenas o rompimento *ist>rico com
Portua$' O Wrasi$, seundo o texto, não ( independente, no momento em -ue o
povo continua su/eito a decis.es ar&itr0rias de overnos autorit0rios' Assim, o
povo não seria de todo $ivre' A$i0s, nem os overnantes, para o autor, são $ivres'
Leia o %$timo per#odo do texto, -ue deixa tudo &em c$aro'
6A6D Letra e
Covernar a sociedade sem a participação de$a ( ato de ditadura, se/a de -ue tipo
"or' Opondo,se a isso, ter#amos o overnar com a sociedade, caracter#stica maior
da democracia'
A@:
6AAD Letra a
=odas as coisas desarad0veis $evadas a e"eito contra o povo Ineros, escravos,
#ndios, mu$*eres, $avradores, oper0riosD, durante toda a *ist>ria do pa#s, apontam
para a a$ternativa a' Não se pode es-uecer -ue, seundo o autor, tudo sempre "oi
camu"$ado'
6A:D Letra d
A "rase deve ser entendida não apenas como a d%vida -uanto a -ue camin*o
seuir, num determinado $oca$' No contexto, e$a sure como a convicção de -ue
e$e não vai "a)er as mesmas coisas erradas -ue muita ente "a)' Kuer &uscar um
novo camin*o no -ue tane 2s atitudes a serem tomadas na sociedade' Q por isso
-ue a "rase de AntEnio Faria "oi aproveitada pe$o autor'
6A9D Letra &
Kuestão de sini"icado de pa$avras' Q in-uestion0ve$' Indelével ( o -ue não se
pode delir, ou se/a, apagar.
6A@D Letra d
O texto ( uma cr#tica ao atua$ overno &rasi$eiro, apesar de citar os overnos
como um todo' E o enunciado da -uestão "a$a em pro&$emas &rasi$eiros da
atua$idade' ?e/a o trec*o seuinte3 G'''a p0tria navea a re&o-ue do receitu0rio
neo$i&era$'''H No momento em -ue o texto ( produ)ido I6;;5D, o Wrasi$ tem um
presidente -ue se di) neo$i&era$' Q um componente extratexto importante, mas
não c*ea a ser essencia$'
6ABD Letra e
Q um modo de mascarar a rea$idade' O -ue o autor c*ama de inte$ectuais de
apar!ncia proressista seriam a-ue$as pessoas de renome, "a$ando em
modernidade como meio de evo$ução socia$, mas -ue aca&am transmitindo id(ias
preconce&idas de maneira camu"$ada, de ta$ "orma -ue o povo possa /u$ar -ue
tudo est0 como deveria ser' Fesmo por-ue, seundo o autor, esses inte$ectuais
estariam dando Gum to-ue de modernidade aos ve$*os e permanentes pro/etos da
o$iar-uiaH IY' APY:;D' Ou se/a, nem tão modernos assim'
6A8D Letra c
Oligarquia ( uma pa$avra de oriem rea -ue pode ser assim dividida3 o$i Y
ar-u Y ia' Olig sini"ica de poucos, arqu -uer di)er governo e ia ( um su"ixo
"ormador de su&stantivo' Assim, a pa$avra -uer di)er governo de poucas pessoas.
6APD Letra c
A@9
A escravidão dos neros ( citada no trec*o3 G'''os ritos arrancados 2 c*i&ata dos
neros arrastados de a$(m,mar'''H IY' 6@Y6BD+ a opressão dos #ndios, na passaem3
G'''ressoam os dos #ndios trucidados pe$a empresa co$oni)adora'''H IY' 58D+ a
discriminação da mu$*er, no trec*o3 G#ndios, neros, mu$*eres, $avradores e
oper0rios não merecem a cidadania'''H IY' AAYA:D+ a "ome do povo, na passaem3
G'''9; mi$*.es de pessoas -ue não disp.em de Rc 8; mensais para ad-uirir a
cesta &0sica'H IY' A9YA@D' Não *0 nen*uma citação ou a$usão ao voto,ca&resto do
Nordeste'
6:;D Letra a
A casa,rande era a casa dos sen*ores+ os escravos "icavam na sen)a$a' O
overno estaria na casa,rande, dominando o povo, como se este estivesse numa
sen)a$a'
6:5D Letra e
=odo o texto $eva 2 id(ia de -ue o povo nunca teve vo) ativa no pa#s' 7empre teve
-ue aceitar o -ue $*e "oi imposto' Da# a resposta ser a $etra e, pois na democracia
o povo tem participação ativa'
6:6D Letra d
Em todo o par0ra"o, sente,se esse c$ima de esperança' Para o autor, nem tudo
est0 perdido' O -ue me$*or /usti"ica essa resposta ( a mo&i$i)ação do Crito dos
Exc$u#dos' 7e as entidades, re$iiosas ou não, estão aindo, ainda se pode ter
a$uma esperança'
Texto XLI
6:AD Letra d
Q uma -uestão "0ci$' =odo o texto trata da discordRncia do autor em re$ação 2
"amosa "rase do astronauta' A$i0s, isso ( dito $oo no primeiro per#odo3 GE$e não
podia ter arrumado outra "raseSH Depois, o ensa#sta apresenta os seus
arumentos'
6::D Letra c
A resposta est0 na seunda metade do primeiro par0ra"o, -uando di) -ue a "rase
poderia ter sido Gmais natura$H, Gmenos pedanteH, Gmais %ti$H ou Gmais rea$istaH'
6:9D Letra a
O&serve -ue as opç.es &, c e d se op.em, pe$o sentido, 2s outras duas' A d%vida
maior "ica por conta das a$ternativas a e e' 1om uma $eitura atenta, veri"ica,se
A@@
-ue o autor, em nen*um instante, deixa transparecer -ue duvida de -ue o *omem
ten*a ido 2 Lua' A resposta ( a $etra a, por-ue o enunciado "a$a em a$o ex>tico,
ou se/a, estran*o' Aconteceu, mas ( estran*o, decepcionante, não encanta mais as
pessoas, como a viaem de Cu$$iver encantava, -uando de sua pu&$icação'
6:@D Letra c
A resposta est0, direta e intera$, no seundo per#odo do seundo par0ra"o3
G1onvencionou,se -ue eventos so$enes pedem "rases so$enes'H
6:BD Letra &
O -ue se a"irma na opção a ( descartado pe$o ensa#sta -uando escreve -ue Ga
posteridade uarda tam&(m "rases de&oc*adasH IY' 56Y5AD' O mesmo se ap$ica 2
a$ternativa c' A $etra d pode con"undir o $eitor, mas o -ue e$a apresenta não ( a
opinião do autor, como pede o enunciado, e sim uma convenção da sociedade' A
%$tima opção não tem nen*um apoio no texto' A a$ternativa &, -ue ( a resposta,
pode ser constatada no per#odo3 Q a *ist>ria em sua versão, ve$*usca e
"raudu$enta,'''H IY' 5:Y59D
6:8D Letra d
A -uestão ( independente do texto' A meton#mia ( a troca de pa$avras -uando
entre e$as existe uma re$ação o&/etiva, rea$' No caso da -uestão, a pa$avra suor
est0 sendo usada no $uar de trabalho, ou se/a, ocorreu a troca da causa pe$o
e"eito'
Texto XLII
6:PD Letra d
As opç.es a, &, c e e são parecidas' 7ão todas super"iciais, va$ori)ando a
imainação e a a$eria das crianças, a inenuidade e a poesia dos tempos
passados' O autor vai mais a$(m, e a resposta pode ser perce&ida, principa$mente,
no @o par0ra"o, onde a a$ma suere a persona$idade pro"unda, en-uanto -ue os
espe$*os di)em respeito ao exterior, -ue nem sempre re"$ete o -ue vai na
pro"undidade do ser'
69;D Letra e
O item I ( correto em "unção do -ue aparece no trec*o3 GDepois, ao crescer,
desco&rimos'''H IY' PD' O item II est0 errado, e isso "ica evidente no Ao par0ra"o3
GNão, n>s sa&#amos -ue não (ramos a-ui$o!H' Kuanto ao item in, nada *0 no
texto -ue aranta a sua autenticidade' Assim, somente o item I ( correto, o -ue
$eva para a opção e'
695D Letra a
A@B
1om GJ0 casos, na vidaH o autor apenas mostra -ue a situação ( poss#ve$, mas
não se pode pensar em enera$i)ação' A"ina$, são a$uns casos, apenas, situaç.es
particu$ares para as -uais o texto c*ama a atenção' Na $etra &, a pa$avra aquilo
mostra &em o a"astamento, di"erentemente de isto e isso' A opção c tam&(m se
&aseia na noção de perto ou $one inerente aos demonstrativos3 isto, proximidade
tota$, re"ere,se ao -ue o "a$ante (, en-uanto aquilo, a"astamento tota$, re"ere,se
aos outros, a"astados do "a$ante' A $etra d ( c$ara3 se temos um seundo eu, (
por-ue existe um primeiro, oriina$' Para a compreensão da a$ternativa e, vide a
resposta da -uestão 6:P'
696D Letra &
A resposta "ica n#tida -uando ana$isamos o in#cio da perunta3 GKue pode'''SH Ou
se/a, a a$ma não pode, mesmo por-ue ( invis#ve$, "a)er nada contra a-ui$o -ue
di)em de$a, da mesma "orma -ue nada pode "a)er a pessoa diante de um espe$*o
-ue $*e de"orma a imaem' A$i0s, todo o texto se &aseia nisso'
69AD Letra c
A resposta se encontra no -uinto par0ra"o, -uando o autor pede ao $eitor -ue
ten*a cuidado' A id(ia ( a seuinte3 2s ve)es, as pessoas aca&am acreditando
na-ue$as imaens enanosas -ue "a)em a seu respeito e, conseqüentemente, se
despersona$i)am, isto (, passam a assumir uma nova persona$idade, um seundo
eu' Q a preocupação demonstrada pe$o autor nesse par0ra"o'
69:D Letra a
GPor sa&erH e-Liva$e a Gpor-ue sa&#amosH, com a con/unção su&ordinativa causai
porque.
Texto XLIH
699D Letra c
A a"irmação destacada no enunciado cria suspense, e nesses casos auarda,se
a$o -ue rea$mente surpreenda'
69@D Letra a
O semento re"orça a pa$avra porco, uma ve) -ue e$a rea$mente causa surpresa,
estran*e)a no $eitor' Q como se o autor -uisesse di)er -ue não *ouve erro no
empreo da pa$avra porco, rea$mente "oi e$a -ue o $eitor $eu'
69BD Letra a
As opç.es &, c e d se exc$uem natura$mente' Fas tam&(m não ca&eria a $etra e,
por-ue a pa$avra como transmite certa surpresa com o acontecimento, o -ue nos
A@8
arante -ue e$e rea$mente ( incomum, não sendo reistrado como norma$' Da
maneira como o autor rediiu o trec*o em desta-ue, rea$mente o pr>prio porco
teria providenciado seu em&ar-ue' 1om o su/eito indeterminado, não *averia ta$
interpretação a&surda3 como conseuiram em&arc0,$o'''
698D Letra &
=emos a-ui um caso de catacrese' Embarcar ( entrar no barco. Na "a$ta de
pa$avras espec#"icas para entrar no avião, no trem, no Eni&us etc, usa,se o mesmo
embarcar. <enEmeno id!ntico ocorre com enterrar, na opção &' O ver&o -uer
di)er entrar na terra" no texto, ( usado em re$ação 2 comida'
69PD Letra d
Kuando uma pa$avra se re"ere a e$ementos -ue /0 apareceram no texto, di),se -ue
tem va$or ana">rico+ -uando a re"er!ncia ( a e$ementos -ue ainda virão, seu
empreo ( cata">rico I*0 autores -ue c*amam os dois de ana">ricoD' A pa$avra
coisas se re"ere 2 estran*a viaem de um porco na primeira c$asse de um Woein
B9B'
6@;D Letra c
Segundo e conforme são sinEnimos' Norma$mente con/unç.es su&ordinativas
con"ormativas, são a-ui preposiç.es acidentais, uma ve) -ue não iniciam oração
su&ordinada, mas um simp$es ad/unto adver&ia$'
6@5DLetra e
Sem escalas ( termo empreado usua$mente no transporte a(reo' A -uestão não
o"erece di"icu$dades'
6@6D Letra e
Kuestão &astante comp$icada' Nas -uatro primeiras a$ternativas, ( n#tida a id(ia
de era$ e espec#"ico' Por exemp$o, o Woein B9B ( um tipo de avião, a po$trona (
um tipo de assento etc' Essa id(ia não ( c$ara na re$ação passaeiro Yc$iente' Nem
sempre o passaeiro ( um c$iente' No carro de um amio, voc! ( o passaeiro,
mas não ( c$iente do amio'
6@AD Letra e
A resposta se encontra na pa$avra estressado, na $in*a 11. A viaem de avião, por
não ser a$o norma$ para um porco, deixou,o estressado, tanto -ue começou a
correr desesperado, at( ser capturado e expu$so'
6@:D Letra a
A@P
O porco "e) uma s(rie de coisas3 correu, de"ecou, tentou invadir a ca&ine de
comando' A %$tima ação "oi a entrada na co)in*a' Rea$mente o ver&o acabar est0
empreado com o seu sentido pr>prio'
6@9D Letra c
A $etra a não ca&e como resposta pois "a$a de outros aspectos, a$(m dos de
seurança e *iiene' A $etra b "a$a de Ga$uns aspectosH, e não de todos' A opção
d, entre outras coisas, emprea a pa$avra somente, -ue a e$imina' A $etra e di) da
revisão das aeronaves, como se tivesse *avido a$um risco para os passaeiros
so& esse aspecto' A resposta s> pode ser a opção c, uma esp(cie de par0"rase do
trec*o destacado'
6@@D Letra a
O texto, como um todo, $eva a essa resposta' A $etra b não tem nen*um apoio no
artio+ em momento a$um o anima$ "oi servido em &ande/a ou convidado a
co$ocar o cinto de seurança' A $etra c tem $>ica, mas não se compara, em
termos de surpresa, com a viaem do porco na primeira c$asse' As duas %$timas
a$ternativas são desconexas, principa$mente a opção e.
Texto XLIV
6@BD Letra &
Norma$mente, o re$at>rio ( uma narração, exp.e "atos para apreciação de uma
autoridade -ua$-uer' Pode apresentar a$uns traços descritivos ou dissertativos
IarumentativosD, mas, por sua ess!ncia, ( &asicamente narrativo'
6@8DLetra a
As $etras &, c, d e e re"erem situaç.es espec#"icas' Não ( o caso, pois o autor "oi
desinado para veri"icar as Gden%ncias de irreu$aridadesH para -ue o seu
superior pudesse tomar a decisão ade-uada'
6@PD Letra c
O autor va$eu,se de uma $inuaem inteiramente denotativa, o&/etiva, como
conv(m a todo re$at>rio' Não "e) uso de $inuaem "iurada, nem se preocupou
com o esmero do voca&u$0rio' =odos os outros itens são "aci$mente $oca$i)ados
no texto' Respectivamente, temos3 primeira $in*a, todo o texto, $in*as 58 a 65 e
$in*as 6@ e 6B'
6B;D Letra d
Desdo&rando a oração redu)ida de er%ndio numa desenvo$vida, temos3 GPor-ue
"ui desinado por ?ossa 7en*oria'''H' A con/unção porque introdu) oração
AB;
su&ordinada adver&ia$ causa$' A conse-L!ncia se encontra na oração principa$,
cu/o ver&o ( su&meto'
6B5D Letra e
?o$te ao texto e ve/a -ue Gnesse sentidoH, GocorridasH e GapreciaçãoH Iapreciação
deD podem ser retiradas do texto sem -ua$-uer a$teração de sentido' =ente "a)er o
mesmo com as outras e não conseuir0'
6B6D Letra &
Em documentos como o re$at>rio, ( importante tudo a-ui$o -ue possa con"erir
veracidade ao texto, e as datas precisas co$a&oram so&e/amente nesse sentido' Q
uma caracter#stica desse tipo de texto'
6BAD Letra c
Kuestão de sinEnimos' Infundada -uer di)er exatamente sem fundamento. Q s>
con"erir em um &om dicion0rio'
6B:D Letra a
Q uma -uestão &em simp$es' Lendo o texto com um m#nimo de atenção, veri"ica,
se -ue essa "rase pertence ao narrador, não a uma personaem -ua$-uer' A$(m da
"a$a era$ do narrador, temos no texto as "a$as do encarreado do aeroporto e do
acusado' Nen*um de$es se pronuncia no antepen%$timo par0ra"o, de onde
prov(m o trec*o destacado'
6B9D Letra &
Outra -uestão de sinEnimos' Cumpre sini"ica, no texto, ca&e' Os outros termos
são desca&idos'
6B@D Letra c
A resposta s> pode ser a $etra c, em&ora tam&(m se possa pensar na opção d'
Nesta %$tima, di),se -ue a irreu$aridade ( Gnão prevenir o c*e"eH, -uando na
rea$idade ( Gter $evado a m0-uinaH' Fesmo -ue tivesse prevenido o superior, o
"uncion0rio teria errado, pois não se pode usar um &em p%&$ico para "a)er
serviços pessoais, ainda -ue na pr>pria repartição'
6BBD Letra &
A "rase apresenta uma concordRncia nomina$ "ora dos padr.es da $#nua
portuuesa' ?ossa Senhoria ( pa$avra "eminina+ preocupado, um ad/etivo
mascu$ino' A concordRncia est0 sendo "eita com a id(ia -ue se tem so&re a
pessoa, ou se/a, trata,se de um *omem' Q o -ue se con*ece como si$epse de
!nero'
AB5
Texto XLV
6B8D Letra a
De certa "orma, a -uestão pede a$um con*ecimento da $iteratura &rasi$eira' A
autora "a) a$usão a "amosos versos de 1ar$os Drummond de Andrade3 GNo meio
do camin*o tin*a uma pedra Y tin*a uma pedra no meio do camin*oH' Por isso e$a
disse -ue não estava "a)endo imitação de poesia'
6 BPD Letra c
Kuando a autora di) -ue não *0 nada de po(tico na *ist>ria -ue ser0 contada, -ue
( uma *ist>ria triste, me$anc>$ica, nost0$ica, dedu) se -ue s> *ist>rias de outra
nature)a, ou se/a, *armoniosas, podem ser consideradas po(ticas'
68;D Letra &
=rata,se de uma -uestão de$icada, -ue pode enanar, se nos deixarmos $evar pe$a
primeira impressão' O -ue "e) com -ue a autora contasse a *ist>ria "oi ter visto,
em um document0rio, a "oto do /ardim onde a mu$*er a"eã &rincara -uando
criança' Isso "e) com -ue e$a se $em&rasse da pe-uena amendoeira decepada' A
*ist>ria, pois, tem como ponto de partida esse "ato+ se não "osse e$e, e$a não teria
sido narrada' A in"Rncia da autora pode at( ser anterior Inada no texto arante
issoD, por(m o -ue a -uestão -uer ( o ponto de partida crono$>ico da *ist>ria,
da# a resposta ser a $etra &'
685D Letra c
A resposta se encontra no trec*o3 GO document0rio, "eito antes da uerra com os
Estados Mnidos, "ora ravado em so$o a"eão'''H O document0rio era, pois, so&re
a uerra civi$, -uando *ouve o in#cio da devastação do pa#s' A uerra contra os
americanos aumentou,a'
686D Letra d
=anto a autora -uanto a mu$*er a"eã c*oram a perda de um &em natura$ pe$a
atuação do *omem' No caso da autora, pe$a necessidade do proresso+ no da
a"eã, pe$a destruição causada pe$a uerra' A $etra & "a$a em GcontiLidade
tempora$H, mas o texto não permite -ua$-uer dedução a esse respeito' Assim,
sendo as outras opç.es desca&idas, s> podemos "icar com a $etra d'
68AD Letra &
A $etra & suere, em virtude da pontuação da "rase, -ue a autora, criança na
(poca, tam&(m ia so$tar pipas' O&serve -ue a %nica di"erença entre essa
reescritura e a "rase do texto ( a posição das v#ru$as' A pausa dada 2 nova "rase
por meio de uma v#ru$a a$terou o sentido'
AB6
68:D Letra &
Denotativamente, rai) ( a parte da p$anta -ue a prende ao so$o' <iuradamente,
passou a sini"icar tudo a-ui$o -ue nos prende, nos "ixa a um $uar ou a uma
(poca' A autora do texto nos "a$a do passado, seu e da mu$*er a"eã' As outras
a$ternativas se exc$uem por si mesmas'
689D Letra d
A resposta dessa -uestão ( >&via' Não *0 se-uer a$usão, por &reve -ue se/a, 2
ocupação do espaço rura$'
Texto XLVI
68@D Letra &
A resposta s> pode ser a opção & por-ue, seundo o texto, as pe$es eram
importadas para os Estados Mnidos' O -ue interessava aos exportadores eram tão,
somente as pe$es'
68BD Letra d
O texto não "a$a so&re a maneira como os sapos eram caçados' Wasta $!,$o uma
outra ve) para veri"icar isso' As outras opç.es estão per"eitas'
688D Letra d
AntEnimos são pa$avras de sentido contr0rio, não apenas di"erentes' Na $etra a, as
pa$avras não t!m re$ação de sentido' Na &, temos dois sinEnimos' Na c, -ue
ta$ve) enane a$umas pessoas, e$as não são antEnimas' O antEnimo de
diminuição é aumento; progresso não -uer di)er aumento. Inimigos e
adversários, na $etra e, em&ora parecidos, não c*eam a ser sinEnimos, e muito
menos antEnimos' Rea$mente, adulto ( o contr0rio de filhote, -uando a
re"er!ncia ( a animais'
68PD Letra a
A pa$avra principalmente indica -ue os termos citados a seuir são os mais
importantes, mas não os %nicos' Assim, entende,se -ue o sapo come, a$(m de
outros insetos, mariposas, ri$os e &esouros'
6P;D Letra d
Q -uestão de coesão textua$' Q necess0rio vo$tar ao texto e &uscar as pa$avras
destacadas' Não ( di"#ci$3 pede atenção, apenas' O pronome isso não se re"ere aos
su&stantivos co$ocados antes de$e, mas sim ao "ato de os sapos estarem sendo
ABA
caçados' Ou se/a, a enorme caça aos sapos "e) com -ue sua popu$ação diminu#sse
drasticamente'
6P5D Letra c
A $ocução isto ( possui va$or exp$icativo' =em $aro uso em portuu!s e (
empreada entre v#ru$as, -uando no meio da "rase, o -ue ( mais "re-Lente' 1om
medo de -ue o $eitor descon*eça o sini"icado da pa$avra vora), o autor reso$veu
exp$ic0,$a, uti$i)ando,se da expressão isto ( e indicando, então, um sinEnimo,
uma pa$avra mais simp$es3 comi$ão'
6P6D Letra e
A -uestão trata do con*ecimento dos radicais, contudo ( muito simp$es' Comilão
( o -ue come muito, $oo pertencem 2 sua "am#$ia $inL#stica as pa$avras comida
e comestível.
6PAD Letra e
O texto nos di) -ue primeiro *ouve a caça aos sapos IY' 5Y6D' 1omo conse-L!ncia
disso, ocorreu Gdr0stica diminuição da popu$ação de saposH IY' :Y9D' 1om a
redução dos sapos, aumentou o n%mero de insetos, /0 -ue não *avia mais tantos
sapos para devor0,$os IY' PY5;D' Então começaram a surir pro&$emas na reião IY'
55,5:D, com a invasão dos insetos' A conse-L!ncia das di"icu$dades tra)idas pe$os
insetos "oi a proi&ição da caça aos sapos IY' 6;Y65D' Q s> $er o texto, procurando
cada indicação co$ocada nos itens numerados' Assim se c*ea, sem pro&$emas, 2
$etra e'
6P:D Letra d
=anto boca -uanto goela re"erem,se, indi"erentemente, a *umanos e animais' A
-uestão pede con*ecimentos extratexto'
6P9D Letra a
A resposta ( a $etra a por-ue o texto se &aseia nos pro&$emas causados pe$a
matança indiscriminada de sapos, a -ua$ erou um dese-ui$#&rio eco$>ico -ue
"oi o aumento sem contro$e de determinados insetos'
Texto XLVII
6P@D Letra a
1om exceção da $etra d, todas as opç.es, em princ#pio, servem como resposta' Q
a-ue$e caso "amoso de se "icar com a me$*or' 7e $ermos o texto com muita
atenção, veremos -ue seu o&/etivo ( mostrar -ue em todas as (pocas *ouve
vio$!ncia' Essa intenção do autor sure evidente no primeiro par0ra"o, -uando
e$e di) -ue Gtendemos a acreditar -ue o mundo nunca "oi tão vio$ento como
AB:
aora+'''H' A partir da# e$e vai tentar mostrar -ue a coisa não ( &em assim' ?0rios
"atos citados, -ue parecem servir como resposta da -uestão, são particu$aridades
-ue, reunidas, provam a tese do autor'
6PBD Letra &
O empreo das aspas se deve a v0rios "atores' Mm de$es ! a necessidade de
reprodu)ir, com "ide$idade, pa$avras de outrem' J0, no texto, dois trec*os em -ue
o autor cita pa$avras de Fic*e$ Rouc*(' Da# a resposta ser a $etra &'
6P8D Letra e
Kuestão de sinon#mia' Cotidiano Iou -uotidianoD ( o mesmo -ue dia-a-dia. Não
con"unda este su&stantivo com a $ocução adver&ia$ dia a dia, sem *#"en3 estava
evo$uindo dia a dia'
6PPD Letra d
Fuitos escritores usam essa t(cnica' 7erve para aproxim0,$os de seus $eitores'
1om a primeira pessoa do p$ura$, o autor se insere no conte%do do texto, criando
uma certa intimidade entre e$e e os $eitores'
A;;D Letra &
A resposta se encontra no trec*o G'''se "Essemos comparar o n%mero de
assassinatos -ue ocorriam na-ue$e per#odo, proporciona$mente 2 popu$ação
mundia$ de então,'''H IAo par0ra"oD'
A;5D Letra e
Kuestão de semRntica, isto (, de sini"icação' Não *0, no adv(r&io
proporcionalmente, noção a$uma de tempo, e sim de modo Icomparar de -ue
modoSD'
A;6D Letra c
Segundo e conforme são sinEnimos' ?e/a os coment0rios da -uestão 6@;'
A;AD Letra e
Kuestão de par0"rase' A %nica "rase -ue mant(m o sentido da oriina$ est0 na
opção e' Raciocine comio3 o ato de matar não era reprovado -uer di)er -ue e$e,
o ato, não tin*a reprova$ão, era aprovado, tin*a aprova$ão. Partindo da#, pode,
se e$iminar -uatro a$ternativas, so&rando, como resposta, a $etra e'
A;:D Letra c
AB9
=am&(m -uestão de par0"rase' =er comunicativo não ( ter mais comunidade, e
sim comunica$ão.
A;9D Letra a
O&serve -ue *0, no enunciado, menção 2 c$asse ramatica$3 ad/etivo vio$ento'
Assim, temos um su&stantivo IvinançaD correspondendo a um ad/etivo
Ivio$entoD' A resposta ( a $etra a por-ue o su&stantivo violência corresponde ao
ad/etivo violento. Em todas as outras opç.es, a seunda pa$avra não ( ad/etivo'
1omo se v!, a -uestão não ( de "ormação de pa$avras, mas de c$asses
ramaticais'
A;@D Letra c
Kuestão de semRntica' Interminável é o -ue não termina, ou se/a, -ue não tem
fim.
A;BDLetra c
Cancioneiro re"ere,se especi"icamente a canç.es' Pilha, monte e grupo são
co$etivos erais, não se re"erem a um %nico ser' Hipódromo não ( co$etivo, e sim
o $uar onde se rea$i)am corridas de cava$os'
A;8D Letra a
O -ue não permite -ue a expressão da $etra a inicie o texto ( a corre$ação de
tempos ver&ais' 7e o "i)(ssemos, ter#amos a seuinte construção3 Assim que tiver
sido reali.ada a vingan$a e assassinado o culpado da primeira morte, a mesma
l'gica passava a valer para parentes deste...9 Não *0 correspond!ncia entre
tiver e passava. Para -ue a "rase "icasse per"eita, ter#amos -ue usar o "uturo do
presente3 passará. Mma coisa, nesta -uestão, c*ama a nossa atenção3 não se deve
simp$esmente encaixar a pa$avra no trec*o destacado+ antes, ( preciso vo$tar a e$e
e o$*ar o per#odo inteiro' <aça sempre assim, em -uest.es seme$*antes'
A;PD Letra e
7ão as seuintes as pa$avras -ue causam intensi"icação, pe$a ordem de
aparecimento3 tão, tão, mais e &astante' 7ão todas adv(r&ios de intensidade' Na
$etra e isso não acontece'
Texto XLVIII
A5;D Letra c
Os destinat0rios do re-uerimento são os conressistas, por conseuinte a
a"irmação da $etra c ( "a$sa'
AB@
A55D Letra e
Em nen*um momento o autor do re-uerimento "a$a na poss#ve$ necessidade da
edição de o&ras no idioma tupi,uarani' Mma re$eitura atenta mostrar0 isso'
A56DLetra &
Kuestão de coesão textua$' Na opção a, fato se re"ere 2 caracter#stica de
empr(stimo da $#nua portuuesa ao Wrasi$' Na $etra c, nosso país tem como
re"erente a pa$avra Brasil. Na a$ternativa d, sua re"ere,se a suplicante. Na opção
e, sua tem como re"erente povo. 7eme$*ante processo coesivo não se veri"ica
com proprietários da língua, na $etra &, -ue ( a resposta'
A5AD Letra a
At( por e$iminação, pode,se c*ear 2 resposta' Na $etra &, não se veri"ica no texto
a presença de &rasi$eirismos, termos pr>prios do nosso pa#s' As $etras c, d e e
podem ser e$iminadas, pois a $inuaem do texto ( cu$ta, portanto "orma$, não
apresentando pa$avras ou express.es de cun*o popu$ar' Na rea$idade, esta
-uestão pede con*ecimentos pr(vios so&re as diversas moda$idades da $#nua'
A5:DLetra c
=rata,se de uma "orma antia, usada em re-uerimentos' A pessoa -ue escreve um
re-uerimento est0 pedindo e, c$aro, auardando de"erimento, ou se/a, aprovação
do -ue ( so$icitado'
A59D Letra a
No primeiro par0ra"o, o autor do texto "a$a de si pr>prio e "a) a so$icitação
o&/eto do re-uerimento'
A5@D Letra c
Os ad/etivos -ue aparecem nas opç.es a, &, d e e t!m va$or o&/etivo, não
dependem da opinião de -uem -uer -ue se/a' T0 a pa$avra humilhante, na opção
c, tem um c$aro va$or subjetivo, pois para muitos essa contin!ncia pode não ser
considerada *umi$*ante' =rata,se da opinião do autor, por isso a resposta ( a $etra
c'
A5BD Letra &
O autor "oe 2 terceira pessoa ao emprear o pronome possessivo nosso, -ue se
re"ere ao pessoa$ n>s, primeira pessoa do p$ura$'
Texto XLIX
ABB
A58D Letra a
As opç.es b e c são seme$*antes e vão de encontro 2 id(ia centra$ do tema, -ue (
a preocupação rea$ com a extinção de animais' As opç.es dee tam&(m se
asseme$*am e não t!m apoio no texto, -ue ( o&/etivo e não "a) nen*uma menção
a -ua$-uer tipo de re$iiosidade' A $etra a ( a resposta por-ue, no primeiro
par0ra"o, o autor apresenta coisas -ue o *omem não "a), mas deveria "a)er, para
-ue o e-ui$#&rio "osse a$cançado'
A5PD Letra &
A resposta se encontra, a$(m do texto como um todo Ie a# $evar#amos em conta o
-ue se con*ece do *omem a esse respeito, portanto um con*ecimento extratextoD,
na preocupação em contro$ar a exp$oração das "$orestas I6o par0ra"oD,
exp$oração esta "eita evidentemente pe$o *omem e -ue tem causado pro&$emas de
dese-ui$#&rio do meio am&iente'
A6;D Letra c
Os voc0&u$os ade-uados para cada item são, respectivamente3 harmoniosos Ipor
causa do mascu$ino *omens, presente na s(rieD ou harmoniosamente;
desmotivadamente; recíprocas, -ue ( o a&arito+ equilibradas Io ver&o estar
pede um ad/etivoD+ florestal, -ue -uer di)er das florestas, não deve ser uti$i)ado
a-ui, pois se trata de um comp$emento nomina$, e não ad/unto adnomina$'
A65D Letra c
7e as pessoas retirarem das p$antas apenas o -ue vão comer, não *aver0
desperd#cio de a$imento, isto (, não vai "a$tar comida mais tarde' Essa ( a id(ia
do trec*o, por isso a resposta s> pode ser a $etra c' =a$ve) a$uns pensem na $etra
&, mas e$a estaria incentivando o desperd#cio' ?e/a &em3 tirar#amos tudo o -ue
pud(ssemos, inc$usive a-ui$o -ue não uti$i)ar#amos, e Deus co$ocaria tudo de
novo no $uar' Kuer di)er3 arrancar#amos todos os "rutos de uma 0rvore, at(
mesmo os verdes, e no dia seuinte a 0rvore estaria de novo c*eia de "rutos'
A&surdo!
A66D Letra &
=rata,se de uma pr0tica de redação' Kuando se omite uma parte do texto -ue se
est0 reprodu)indo, co$ocam,se pontos, entre par!nteses ou não, para -ue a
omissão "i-ue evidenciada' Q uma -uestão de respeito ao texto de outra pessoa ou
ao de si mesmo'
A6AD Letra a
As $etras & e c são inteiramente desca&idas' As $etras d e e particu$ari)am' T0 a
$etra a, -ue ( o a&arito, "a$a do e-ui$#&rio como um todo, ou se/a, eco$>ico, sem
especi"icar nada'
AB8
A6:D Letra c
Os par!nteses t!m m%$tip$o empreo' No caso da -uestão, o autor -uis
particu$ari)ar a sini"icação do termo3 não se tratava da preocupação de -ua$-uer
povo, apenas do &rasi$eiro' A $etra & poderia con"undir+ não (, no entanto, uma
exp$icação+ a pa$avra preocupação não ( exp$icada pe$o voc0&u$o &rasi$eiros, e
sim particu$ari)ada' ?e/a um exemp$o de exp$icação, posta entre par!nteses3 Feu
amio I&rasi$eiro por opçãoD não ostou da &rincadeira' Neste caso, o termo
poderia tam&(m aparecer entre v#ru$as'
A69D Letra d
O -ue o %$timo per#odo di), em outras pa$avras e resumidamente, ( -ue o
aumento popu$aciona$ de uma esp(cie ocasiona a diminuição de outra, e vice,
versa' A conse-L!ncia $>ica disso ( a desarmonia popu$aciona$ dessas esp(cies'
As $etras a e & não ca&em como resposta, em&ora pareça, por-ue no per#odo em
-uestão temos apenas um exemp$o do pro&$ema da extinção e do aumento
popu$aciona$ das esp(cies' O autor poderia usar -uais-uer outros animais para
isso'
A6@D Letra a
7e o aumento do n%mero de piran*as ( a conse-L!ncia do exterm#nio do dourado
I&em como da ariran*a e do /acar(D, como di) o exemp$o do autor, no %$timo
per#odo, a resposta s> pode ser a $etra a3 a morte do dourado ( a causa do
aumento do n%mero de piran*as'
A6BD Letra &
=odo o texto, praticamente, "a) essa intimidação, mas e$a "ica &em evidente nos
trec*os3 G'''mas tam&(m evitar'''esp(cies de animais'''H Ul. P,55D e GE a
extinção'''meio am&iente'''H IY' 5:Y59D
Texto L
A68D Letra c
Kuestão de sinon#mia' Renunciar e abandonar podem ser usados
indi"erentemente no texto' Q c$aro -ue nem sempre esses voc0&u$os serão
sinEnimos' 7e dissermos, por exemp$o, Ge$e a&andonou a cidadeH, o ver&o
abandonar não poder0 ser su&stitu#do por renunciar. ?a$e di)er -ue não existem
sinEnimos per"eitos, em $#nua a$uma'
A6PD Letra e
=emos a-ui uma -uestão envo$vendo coesão textua$, ou se/a, a $iação entre os
componentes de um texto' ?o$te ao texto e ve/a -ue Ga$u(mH ( o ser -ue praticou
ABP
um ato errado' Leia com atenção as "rases destacadas nas opç.es da -uestão' A
%nica em -ue o termo destacado não se re"ere a Ga$u(mH ( a %$tima'
AA;D Letra a
7e o autor ac*a -ue ser tratado de maneira me$*or do -ue se merece ( um
pro&$ema "i$os>"ico, ( por-ue o idea$ seria tratar a todos de acordo com as suas
atitudes, o -ue nos $eva para a $etra a'
AA5D Letra &
7anto Aostin*o di)ia -ue dev#amos detestar o pecado, mas não o pecador' O
pecador, ou se/a, -uem cometeu um de$ito, ( o aente+ o pecado, isto (, o de$ito
cometido, ( a ação' E$e ac*ava -ue o erro, o ato in"e$i) cometido ( -ue deveria
ser detestado por todos n>s, nunca o indiv#duo -ue o praticou' Assim, e$e
separava o ato do aente -ue o praticou'
Texto LI
AA6D Letra d
Kuestão de sinon#mia' Anacrônico -uer di)er fora da moda, fora do uso
corrente.
AAAD Letra e
A preposição com possui in%meros va$ores semRnticos' =em va$or de compan*ia
em "rases do tipo3 e$e saiu com o irmão' No texto, não ( n#tida a re$ação, mas
dir#amos -ue seu va$or nociona$ ( de posse Ipa#s -ue tem reras o&so$etas e
v#cios incrustadosD' O -ue não se pode aceitar ( a id(ia de compan*ia, -ue não
existe no trec*o em desta-ue'
AA:D Letra e
Na $etra a, os empres0rios são criticados por-ue sempre $amuriam nas reuni.es'
Na &, o autor critica os empres0rios por -uase não "a$arem no custo do
capita$ismo su&sidiado' Na c, a cr#tica ( aos randes &ancos por deixarem de
paar impostos' Na d, os empres0rios são criticados por causa da "raude ou do
"avor -ue os &ene"iciam' Não se depreende -ua$-uer tipo de cr#tica na opção e'
AA9D Letra a
Q necess0rio vo$tar ao texto, mesmo -ue a -uestão este/a ca$cada em um trec*o'
Este, por si s>, não d0 e$ementos para -ue se responda' Q preciso sa&er -uem
paa' O texto di), $oo em seu primeiro par0ra"o3 G7empre -ue se re%nem para
$amuriar, os empres0rios "a$am no 1usto Wrasi$, no preço -ue paam para "a)er
A8;
ne>cios'''H' O su/eito de pagam ( eles, ou se/a, os empres0rios' Assim o trec*o
destacado nesta -uestão representa a opinião do empresariado'
AA@D Letra e
A resposta aparece n#tida no trec*o G'''-ue nos impedem de ser modernos e
competitivosH' 7> por curiosidade3 o enunciado, por descuido, d0 a resposta da
-uestão anterior, -uando di) G'''-ue retrata a opinião do empresariado'''H'
AABD Letra a
A resposta s> pode ser a $etra a por-ue todos os termos apresentados são
co$ocados pe$o empresariado como o&st0cu$os aos seus ne>cios' Assim, dedu),
se -ue se trata de de"ici!ncias -ue atinem a situação socioeconEmica dos
empres0rios, da# seus $amentos expostos em todo o primeiro par0ra"o' As opç.es
c, d e e são "aci$mente descartadas, por(m a opção b poderia tra)er a$uma
con"usão' E$a não serve como resposta pois "a$a dos pro&$emas do pa#s, em era$,
en-uanto na rea$idade os empres0rios se $amentam pe$os pro&$emas -ue os
atinem, não demonstrando preocupação com todos os tipos de pro&$emas
nacionais'
AA8D Letra c
O empresariado (, evidentemente, capita$ista' Assim, $ucrando com a$o -ue tra)
pre/u#)os ao pa#s Iseundo o autor do textoD, e$es -uase não "a$am a respeito,
por-ue seriam natura$mente -uestionados'
AAPD Letra &
Q necess0rio $er com muita atenção o trec*o' G1oisas do popu$ismo
irrespons0ve$H re"ere,se a tr!s termos citados anteriormente3 Gtra&a$*o
superproteidoH, G$eis sociais u$trapassadasH e Goutras &ondades in>cuasH' Isso
$em&ra Ie a# temos a necessidade de con*ecimento extratextoD o "amoso
popu$ismo, tão citado em re$ação a determinados overnos' A pa$avra populismo
est0 usada ironicamente, pois as tr!s coisas deram errado, tanto ! -ue *0 o
re"orço da pa$avra irresponsável.
A:;D Letra d
A in/ustiça socia$ ocorre por-ue, se a$uns paam, todos teriam de paar
impostos' 1$aro -ue para isso eu não preciso recorrer ao texto' Fas ( perioso
raciocinar assim, pois o autor poderia estar contrariando, por -ua$-uer motivo,
esse axioma' =ente sempre $oca$i)ar no texto' V ve)es uma simp$es pa$avra ou
expressão responde ao -ue se -uer' Por exemp$o, a pa$avra escândalo, no in#cio
do seundo par0ra"o' =am&(m nos d0 essa id(ia a expressão pela fraude ou pelo
favor, a$umas $in*as adiante I*0 a$uns "avorecidos, outros não, eis a in/ustiça
socia$D'
A85
A:5D Letra d
Subtributação pode ser entendida como o ato de tri&utar por &aixo, de maneira
redu)ida' Por isso a resposta ( a $etra d, -ue "a$a de impostos redu)idos' A
pa$avra não se re"ere ao não,paamento de impostos, o -ue e$imina as
a$ternativas a e e'
A:6D Letra a
O texto di), no seundo par0ra"o, -ue a su&tri&utação sustenta o empresariado e
ocorre por "raude ou "avor' Ora, a "raude ( cometida pe$o interessado, -ue no
caso ( o empresariado' E -uem d0 "avores -ue $evem a uma su&tri&utação s>
pode ser o overno, pois s> e$e tem esse poder'
A:AD Letra &
Lamuriar ( c*orar' No primeiro per#odo do texto, a ação de $amuriar ou c*orar (
atri&u#da aos empres0rios'
A::D Letra &
Ao "avorecer o empresariado com a su&tri&utação, o overno est0 co$a&orando
com o rou&o da e$ite, pois o din*eiro deixa de ser reco$*ido pe$os co"res
p%&$icos, de onde sairia para &ancar pro/etos sociais' Dessa "orma, a popu$ação
est0 sendo rou&ada'
A:9D Letra a
A su&tri&utação, -ue ( o paamento de menos impostos, s> existe por-ue *0
&rec*as no sistema tri&ut0rio, devidamente exp$oradas para &ene"#cio do
empresariado' 7e não *ouvesse tais &rec*as, os empres0rios paariam os
impostos devidos'
A:@D Letra a
A resposta se encontra no trec*o3 G'''mais $ament0ve$ e atrasado ( o Desperd#cio
Wrasi$, o proresso e o produto de uma minoria -ue nunca são distri&u#dos, -ue
não c*eam 2 maioria de "orma a$uma'''H IAo par0ra"oD'
A:BD Letra &
A maioria, no texto, são os menos "avorecidos+ a minoria, a-ue$a c$asse -ue
possui em excesso' 1om isso, a $etra a ( descartada, pois co$oca dois rupos
"avorecidos' Na $etra c, a pa$avra economistas destoa do -ue se imaina so&re
uma c$asse poderosa, rica+ economista ( tam&(m tra&a$*ador, pode ser rico ou
po&re' Nas opç.es dee *ouve inversão3 primeiro os menos "avorecidos, depois os
privi$eiados' Assim, a resposta s> pode ser a $etra &'
A86
A:8D Letra d
A"etar a mis(ria 2 sua vo$ta seria "a)er a$o para aca&ar com e$a ou, pe$o menos,
diminu#,$a, sendo -ue o camin*o $>ico para isso ( o da uti$i)ação dos impostos,
a tri&utação' 1omo e$es não retornam devidamente 2 popu$ação, como di) a $etra
d, -ue ( o a&arito, a mis(ria continua a mesma'
Texto LII
A:PD Letra d
O texto "a$a de in%meros pro&$emas &rasi$eiros, em -uase todos os seus
par0ra"os' Fas, nos dois %$timos, muda o tom e mostra otimismo em re$ação ao
-ue os /ovens podem "a)er pe$o pa#s' Isso "ica &em c$aro no trec*o3 GKuem sa&e
sair0 do ac%mu$o de eneria renovada dessa eração a so$ução de pro&$emas -ue
apenas se perpetuaram no "racasso das anterioresSH
A9;D Letra e
A -uestão se reporta 2 ordem de aparecimento dos conceitos' Assim, temos3
gigantismo na $in*a A IGiante adormecidoHD+ idealização, $in*as 9Y@+
expectativa, $in*a 55 IGs> restava então auardar o "uturoHD+ otimismo, $in*as
5BY58'
A95D Letra &
Fuitas ve)es a expressão corrente não pertence 2 $#nua cu$ta, sendo
mani"estação da inventividade e improvisação do "a$ante' GWotar pra -ue&rarH (
uma de$as' 7e a o&servarmos &em, veremos -ue ao p( da $etra ( destitu#da de
sini"icação, a$(m de contar com a presença de uma "orma contra#da da
preposição para, pra, iua$mente sem uarida na $#nua padrão'
A96D Letra &
Kuestão de sinon#mia' Postergar sini"ica, entre outras coisas, deixar atr0s,
preterir'
A9AD Letra &
Esta -uestão, na rea$idade, ( independente do texto, tomado apenas como
e$emento motivador' Di"erentemente do -ue ocorre com as outras pa$avras,
personagem, sem a$teração de sentido, pode ser mascu$ino ou "eminino3 o
personaem ( o *omem ou a mu$*er+ a personaem, tam&(m'
A9:D Letra a
A8A
Outra -uestão de sinon#mia' Não *0 o -ue discutir' Viço sini"ica vior de
veetação nas p$antas' <iuradamente ( /uventude, "ase da vida em -ue se tem
muito vior+ ousadia ( o mesmo -ue aud0cia'
Texto LIII
A99D Letra c
A $etra a não ca&e como resposta pois, em&ora as reve$aç.es se/am recentes, o
texto não di) -ue "oram "eitas dias antes da e$a&oração do artio' =am&(m não
pode ser a $etra &, pois o per#odo não di) nada so&re o ma$ -ue seria, para os
&rasi$eiros, a reve$ação das in"ormaç.es' Para muitos, vai parecer -ue a resposta
se/a a $etra d+ acontece -ue o ad/etivo impostas não se $ia o&riatoriamente a um
reime discricion0rio+ isso pode ocorrer com reimes mais $i&erais, -ue sintam a
necessidade de "a)!,$o para o &em do povo' Kuanto 2 $etra e, nota,se, no texto,
-ue G*0 mais de meio s(cu$oH sini"ica pouco mais de meio s(cu$o+ não *0
motivo para essa de$imitação "eita na a$ternativa, mesmo por-ue as in"ormaç.es
são imprecisas' A $etra c ( a resposta, pois restrições ( o mesmo -ue limitações,
impostas aos imirantes pe$os overnos citados'
A9@D Letra a
Kuanto aos neros, a discriminação ( racia$+ com re$ação aos /udeus e aos
asi0ticos, re$iiosa e tam&(m racia$, isto por-ue e$es pro"essavam re$ii.es
di"erentes da-ue$as comuns em nosso pa#s'
A9BD Letra c
O seundo per#odo a"irma -ue os atos cometidos contra neros, asi0ticos e /udeus
"oram in/ustos, e ( essa in/ustiça -ue c*ocou o povo &rasi$eiro'
A 98D Letra &
O autor di) -ue -uem se c*ocou "oram os amantes da democracia, portanto uma
parce$a da sociedade' Assim, o trec*o expressa a opinião do autor &em como a
desses &rasi$eiros'
A9PD Letra c
A $etra &, -ue parece ser a resposta, não ( correta por-ue neros e /udeus podem
ser autenticamente &rasi$eiros, mas não os asi0ticos, -ue nasceram em outros
pa#ses' O a&arito ( a $etra c pois todos e$es podem se interar 2-ui$o -ue se
c*ama de povo' Em verdade, o povo de um pa#s não ( "ormado apenas pe$os -ue
nasceram, mas tam&(m pe$os -ue vivem a$i, tra&a$*ando pe$o proresso e pe$o
&em era$, inc$usive se su&metendo 2s suas $eis'
A@;D Letra d
O primeiro par0ra"o "a$a do Wrasi$ de meio s(cu$o atr0s+ o seundo tra)
in"ormaç.es so&re o pa#s na atua$idade Ive/a a pa$avra Gatua$H, $oo no in#cioD'
A@5D Letra e
A$o est0 imune -uando não pode ser a"etado' 7e a imiração atua$ est0 imune 2s
manc*as do passado, ou se/a, não so"re mais com a discriminação do overno,
dedu),se -ue o processo imirat>rio tam&(m ( outro, em nada $em&rando o
da-ue$a (poca citada no in#cio do texto'
A@6D Letra d
O %$timo par0ra"o do texto di) -ue os imirantes, &em,vindos a princ#pio, por
re"orçarem a mão,de,o&ra em per#odos de expansão econEmica, passam a ser,
depois, a$vos de vio$!ncia e sereação' A $etra d est0 errada por-ue a"irma -ue a
A8:
expansão provocou a sa#da desses imirantes, o -ue não se $! no par0ra"o -ue
trata do assunto, como acima mostramos'
Texto LIV
A@AD Letra d
Q uma -uestão de empreo de tempos ver&ais' O sentido da
"rase di) tudo' A união do presente do indicativo vem com o er%ndio noticiando
con"ere essa id(ia de ação no presente, mas -ue teve in#cio *0 pouco tempo' ?e/a
um outro exemp$o3 e$e vem tra&a$*ando exaeradamente, ou se/a, u$timamente
I*0 pouco tempoD e$e tem tra&a$*ado exaeradamente'
A@:D Letra e
Esta -uestão remete o candidato ao primeiro texto da prova, -ue, a-ui no $ivro, (
o texto anterior a este, ou se/a, o de n\ LIII' Ao compar0,$os, veri"icamos -ue
am&os tratam de racismo, por(m o seundo, o -ue aora estamos ana$isando, cita
uma situação atua$ e concreta, a do /oador Tuan' Q, portanto, mais espec#"ico do
-ue o outro' Por isso a resposta s> pode ser a opção e' ?e/amos, para um
entendimento maior, as outras opç.es' A $etra a est0 errada, pois o /oador
AntEnio 1ar$os não emprestou a sua mão,de,o&ra em uma (poca de expansão
econEmica3 e$e ( /oador de "ute&o$' A $etra & não ca&e como resposta, pois o
primeiro texto "a$a de imirantes, o -ue não ocorre com este texto' A $etra c est0
errada, por-ue o seundo texto não trata de preconceitos re$iiosos, apenas
raciais' A opção d não est0 correta /0 -ue não *0 menção no texto -uanto a ser
maioria o n%mero de xen>"o&os e racistas na Europa'
A@9D Letra a
Q uma -uestão de coesão, pois se &aseia no empreo de um conectivo, o pronome
re$ativo cujo. Essa pa$avra e-Liva$e sempre a um possessivo, indica posse ou
parte de' Na $etra a, -ue ( a resposta, existe essa noção de posse, na expressão
Gdeste timeH VA torcida deste time ! o mesmo -ue a sua torcida/. >eja outro
exemp$o3 1*eou o *omem Y A "i$*a do *omem Io mesmo -ue sua "i$*aD "oi
contratada' =er#amos então3 1*eou o *omem cu/a "i$*a "oi contratada'
A@@D Letra c
O autor est0 "a)endo uso do imperativo para aconse$*ar o /oador' Não se trata,
como possa parecer, de um simp$es a$erta' Q o va$or do imperativo, -ue pode
expressar ordem ou conse$*o, este -uando de maneira mais veemente, ostensiva'
Texto LV
A@BD Letra &
A idade não ( um "ator importante para de"inir um pro"issiona$ de sucesso, o -ue
e$imina as opç.es a e d' Na opção c, médico paulista ( desnecess0rio, pois a
especia$idade est0 sendo citada' Na $etra e, "a$a,se apenas médico, -uando se
sa&e a sua especia$idade, -ue deveria então aparecer' Assim, a $etra & re%ne os
dados mais importantes3 nome, especia$idade e , a id(ia centra$ do texto , o
sucesso'
A@8D Letra a
Mma pessoa de 95 anos /0 teve tempo de se tornar experiente em uma
determinada atividade' A in"ormação re"orça a id(ia de o sucesso ser duradouro'
A@PD Letra d
A89
A resposta est0 no trec*o3 G'''*0 tr!s d(cadas e$e mant(m sua "ama em
ascend!nciaH' Isso exp$icita o sucesso duradouro+ a"ina$, tr!s d(cadas ( muito
tempo de sucesso'
AB;D Letra e
Não *0 re$ação a$uma entre d(cadas e a idade do m(dico' O trec*o "a$a de A
d(cadas de "ama e ascend!ncia, simp$esmente isso'
AB5D Letra d
O sucesso do m(dico ( exp$icitado, no terceiro per#odo, pe$o taman*o de seu
consu$t>rio e pe$a e$eRncia da reião em -ue e$e se situa, a$(m da rande
-uantidade de c$ientes atendidos'
AB6D Letra e
Kuestão pouco c$ara' O m(dico tem duas atividades3 sua c$#nica e a Mniversidade
de 7ão Pau$o' Na $etra a as pa$avras se op.em por-ue, como pro"essor, e$e
atende, em sua maioria, pacientes com pro&$emas de tire>ide, *avendo a-ui a
oposição 2 pa$avra endocrinologista. Na $etra &, temos oposição entre clientes e
pacientes; a primeira pa$avra ( reservada no texto para as pessoas atendidas em
sua c$#nica, e a seunda para as -ue e$e atende na Mniversidade' Na opção c,
emagrecimento est0 associado ao atendimento na c$#nica particu$ar+ doenças da
tireóide, na Mniversidade+ na opção d, temos a mesma coisa3 marcar consulta
associa,se 2 c$#nica particu$ar+ parar em suas mãos, 2 Mniversidade' 7eundo a
&anca do concurso, o a&arito ( a $etra e por-ue os n%meros são a&so$utos3 na
c$#nica, A6'@;; pessoas, não apenas com pro&$emas de emarecimento, mas
tam&(m de tire>ide, a sua outra especia$idade+ o mesmo pode ser dito para os
mi$*ares de pacientes atendidos na Mniversidade' O&serve, esse ( o deta$*e, -ue
nas duas situaç.es o autor "a$a de maioria' De -ua$-uer "orma, ca&e di)er -ue não
( uma -uestão, em meu ver, &em "ormu$ada' Peço,$*e -ue não se preocupe com
e$a'
Texto LVI
ABAD Letra e
A resposta est0, &em n#tida, nas duas primeiras $in*as do texto, principa$mente no
trec*o3 GNa doença ( -ue desco&rimos'''H Adiante aparece, na "unção de aposto
da pa$avra ser, o voc0&u$o corpo. A $etra c, -ue pode con"undir a$uns, (
incorreta por-ue "a$a em a&ismo intranspon#ve$, -uando o texto di) -ue estamos
encadeados a e$e'
AB:D Letra &
Kuestão de coesão textua$' A con/unção mas ( adversativa, cria oposição'
7o)in*os se op.e a encadeados. 7e estamos encadeados, $iados a a$uma coisa,
não estamos so)in*os'
AB9D Letra a
Kuestão de par0"rase' Em&ora o trec*o destacado admita outra interpretação Inão
podemos, por meio do nosso corpo, "a)er com -ue nos entendamD, a $etra a
corresponde ao seu sentido' 1uidado com a opção d+ e$a ( en(rica, en-uanto o
texto ( espec#"ico, trata de cada um em particu$ar, tanto ( assim -ue o autor se
inc$ui ao usar a primeira pessoa do p$ura$'
AB@D Letra c
A8@
O modo su&/untivo apresenta o "ato de maneira duvidosa, *ipot(tica,
di"erentemente do indicativo' Ao di)er eu canto, sl pessoa transmite a id(ia de
maneira rea$, indu&it0ve$, precisa3 ( o presente do indicativo+ /0 ao "a$ar que eu
cante, transmite uma id(ia imprecisa, vaa, pode ser -ue a ação não se
concreti)e3 ( o presente do su&/untivo' =a$ ! o va$or de encontremos no texto'
Por isso a resposta ( a $etra c'
ABBD Letra e
Kuestão de coesão textua$' Pe$a ordem, temos3 seu 4s assa$tante+ -uem 4q
po$vo+ nos 4q seu antecedente não est0 expresso, seria n>s+ o -ua$ 4q po$vo Io
pronome re$ativo o qual sempre concorda com o antecedente, -ue, então, não
poderia ser 0uasD' O a&arito ( a $etra e, pois o pronome 0tono Io Ia$teração de
oD, -ue sini"ica ele, re"ere,se a assa$tante3 tornar o assa$tante sens#ve$'
AB8D Letra a
Kuestão de sinon#mia' A pa$avra senão tem v0rios sini"icados' No texto o seu
sentido $>ico s> pode ser ou: ou 2 nossa desraça' As outras opç.es se exc$uem
natura$mente'
ABPD Letra &
Mm po$vo, evidentemente, não tem como entender o -ue se di) a e$e' 7eria uma
atividade in%ti$' Popu$armente, costuma,se usar a pa$avra porta para indicar essa
inuti$idade'
Texto LVII
A8;D Letra e
Kuestão de sinon#mia' Não *0 o -ue discutir' Longevidade sini"ica vida $ona'
A85D Letra a
Em&ora se/a tam&(m uma -uestão de semRntica, tem a$uma di"icu$dade' Raro (
o -ue existe em pouca -uantidade' Mínino não se re"ere a -uantidade, mas a
taman*o3 ( super$ativo a&so$uto sint(tico de pequeno. Assim, a su&stituição de
pou-u#ssimas por mínimas imp$icaria mudança de sentido'
A86D Letra c
Q necess0rio sempre &uscar e$ementos no texto' Não responda a nen*uma
-uestão &aseado no -ue voc! ac*a, na sua experi!ncia de vida, pois isso vai $ev0,
$o a erro numa -uestão deste tipo' A resposta ( c$ara, c$ar#ssima, desde -ue voc!
rea$mente re$eia o texto' L0 est03 GExist!ncias exemp$ares -ue sou&eram -uando
terminar!H
A8AD Letra d
O&serve o empreo do demonstrativo essa. E$e remete a a$o -ue passou no
texto, no caso G-ue sou&eram -uando terminarH, ou se/a, a consci!ncia de sa&er
-uando morrer'
A8:DLetra c
A resposta est0 no trec*o3 G'''empen*ada -ue anda a medicina em proporcionar
meras e miser0veis so&reviv!nciasH' Não se es-ueça do -ue pedimos no
coment0rio da -uestão A86' ?oc! pode per"eitamente discordar do autor, at( ac*ar
um a&surdo a sua posição, mas precisa se vo$tar para o texto, apenas para o -ue o
texto transmite'
A89D Letra a
A8B
Kuestão de "iuras de $inuaem, com &ase na anton#mia' A ant#tese "oi de"inida
no enunciado, ca&e ao candidato apenas procurar os antEnimos, -ue aparecem na
opção a. Exemplares não ( o contr0rio de inúteis, como possa parecer' A pa$avra
sini"ica o que serve de exemplo, não necessariamente -ue se/a %ti$'
Texto LVIII
A8@D Letra &
O primeiro semento mostra a ci!ncia como a$o &om para o ser *umano' O
seundo tra) uma visão neativa IGconcorre na o&ra de destruiçãoHD da ci!ncia' O
terceiro não a apresenta como a$o positivo nem neativo' Por isso a resposta ( a
$etra &'
A8BD Letra d
A an0$ise sint0tica pode a/udar,nos a reso$ver a -uestão' A pa$avra curiosidade
atua como aposto da pa$avra desejo. Do desejo ( comp$emento nomina$ de
satisfação Isatis"ação de -u!SD' Fas, se escrevermos a "rase at( o voc0&u$o
desejo, sentiremos necessidade de uma exp$icação3 -ue dese/o ( esseS a
curiosidade' Dessa "orma, a curiosidade ( o dese/o mais a$to da nossa nature)a'
A88D Letra d
As tr!s primeiras opç.es são "aci$mente e$iminadas' O sentido rea$, se $evarmos
em conta todo o trec*o, ( de intensidade' Não se pode pensar em mais espiritual
por-ue todo dese/o ( espiritua$, ( o esp#rito -ue -uer'
A8PD Letra a
O "uturo do presente tem exatamente esse va$or indicado na opção a, -ue ( a
resposta' O -ue poderia suscitar a$uma d%vida ( a a"irmação da a$ternativa e'
Fas o texto tem car0ter o&/etivo, não expressa em parte a$uma a opinião do
autor'
AP;D Letra e
Kuestão de sinon#mia' O voc0&u$o sorte pode ser usado com o va$or de destino.
AP5D Letra c
GDevia ter por "im o &em da *umanidadeH -uer di)er -ue a ci!ncia tem uma outra
"ina$idade, -ue não o &em da *umanidade Iconcorre na o&ra de destruiçãoD'
Assim, a rea$idade Ia-ui$o -ue a ci!ncia "a)D ( di"erente da-ui$o -ue seria a
"ina$idade idea$ I"a)er o &emD'
AP6D Letra d
Outra -uestão de sinon#mia' Concorre pode ser su&stitu#do, no trecho, por
colabora, sem a$teração de sentido'
APAD Letra a
A -uestão trata da correspond!ncia entre as $ocuç.es ad/etivas e os ad/etivos' 7>
a $etra a apresenta essa correspond!ncia' Humanitário e humanista, são
espec#"icos, tra)em imp$#cita a id(ia de &em "eito a a$u(m' Destrutiva e
destruidora podem ser usadas indistintamente no $uar da $ocução' Homicida e
assassinos são termos espec#"icos3 matam seres *umanos' Violentos não tem
ca&imento' Mortais ( voc0&u$o -ue indica a$o -ue causa a morte, não
necessariamente por interm(dio de um matador'
AP:D Letra a
J0 pa$avras -ue num texto expressam a opinião do autor' Procure ver se não *0
possi&i$idade de uma outra pessoa, no $uar da-ue$a, pensar de maneira di"erente'
A88
Por exemp$o, se eu dio -ue um determinado indiv#duo ( maravi$*oso, estou
expressando a min*a opinião, /0 -ue outra pessoa pode não ac*ar' Aora, se eu
dio -ue a-ue$e indiv#duo ( ordo, mais a$u(m -ue o$*e para e$e vai ter de di)er
a mesma coisa, por-ue ou se ( ordo, ou não' O adv(r&io infelizmente tem esse
car0ter de su&/etividade3 pode ser -ue outra pessoa não ac*e a-ui$o uma coisa
in"e$i)' Da mesma "orma, o ver&o devia expressa a$o pessoa$, e não era$' =odas
as outras pa$avras t!m va$or o&/etivo, ou se/a, não dependem da opinião do autor'
AP9D Letra e
A$o -ue consia rea$i)ar ta$ "açan*a tem de ser considerado e"iciente,
a&straindo,se de va$ores morais' Q m>r&ida por-ue atine seres *umanos, o -ue
não ( dese/0ve$' A resposta não pode ser a $etra a, por-ue, em&ora se possa pensar
em vio$!ncia para o caso, não seria in%ti$, no momento em -ue atine um
determinado o&/etivo preesta&e$ecido'
AP@D Letra d
Q -uestão de coesão textua$' A pa$avra como tem in%meros va$ores' No trec*o,
introdu) uma oração com sentido de comparação' 1ompara,se ciência com casa,
mais precisamente o ato de "a)er uma e outra coisa'
APBD Letra c
1omo se disse no coment0rio anterior, o autor compara ciência e casa, va$endo,
se de um conectivo comparativo, -ue ( a con/unção como.
AP8D Letra e
Nos tr!s sementos, a ci!ncia sure como uma atividade *umana, para o &em ou
para o ma$, su/eita -ue est0 aos erros dos *omens' As outras a$ternativas se
exc$uem por si mesmas'
Texto LIX
APPDLetra &
Kuestão muito de$icada' ?amos começar pe$o sentido da pa$avra monolítico,
derivada de monólito. Este ( o nome -ue se d0 a -ua$-uer o&ra "eita de um s>
&$oco de pedra' Monolítico -ue di)er, então, "eito de um s> &$oco de pedra+
suere assim a$o indivis#ve$' No trec*o destacado, a pa$avra tem sentido
"iurado, como tam&(m ( "iurado Gpaar um preço a$t#ssimoH' O -ue se pode
entender do trec*o ( -ue *0 pessoas -ue, como um mon>$ito, não se dividem
interiormente, o$*am apenas para um $ado, por isso mesmo paando um preço
a$to Iso"rem muito por causa dessa atitude uni$atera$D' Por conseuinte, a resposta
s> pode ser a $etra &'
:;;D Letra a
Pecador ( o -ue peca, -ue erra' Descrente ! tão,somente a-ue$e -ue não
acredita' 7er descrente não ( ser pecador, não ( ser errado em suas atitudes no
mundo, diante de outras pessoas'
:;5D Letra c
A resposta se ac*a no trec*o3 G'''vão rareando as convicç.es ina&a$0veisH' Isto (,
desaparece, em muitos de n>s, a-ue$a condição mono$#tica -ue a$umas pessoas
cu$tivam' O terceiro par0ra"o acrescenta -ue essas perdas ocorrem na re$iião,
na ci!ncia ou na "i$oso"ia'
:;6D Letra e
A8P
Nesta -uestão, podemos e$iminar $oo as a$ternativas c e d, por a&surdas' Não
pode ser a $etra a, uma ve) -ue o texto não "a$a de verdades de"initivas, muito ao
contr0rio' A $etra & não serve como resposta, por-ue nem todo proresso sure a
partir da correção de erros anteriores, e$e pode vir como uma comp$ementação de
con*ecimentos /0 ad-uiridos, como se v! no -uarto par0ra"o' Por isso mesmo
-ue aca&amos de expor, com &ase no -uarto par0ra"o, o a&arito s> pode ser a
$etra e'
:;AD Letra c
?amos reportar,nos ao -ue ( dito no sexto par0ra"o3 GQ poss#ve$ -ue essa onda
/0 ten*a tido a$uns e"eitos "avor0veis 2 $i&erdade espiritua$ dos indiv#duos, ao
"orta$ecimento ne$es do esp#rito cr#ticoH' A $i&erdade espiritua$ seria a
possi&i$idade de não se aceitar -ua$-uer coisa imposta pe$a ci!ncia, pe$a "i$oso"ia
ou pe$a re$iião+ o mesmo se pode di)er do esp#rito cr#tico, -ue, natura$mente,
permite esco$*er entre o -ue se /u$a &om e o -ue se /u$a ma$'
:;:D Letra d
1om o /oo de pa$avras apresentado, Wrec*t a"irma -ue não *0 ceticismo
a&so$uto+ no momento em -ue voc! acredita -ue não cr!, deixou de ser c(tico,
por acreditar em a$o' Q contradit>rio'
:;9D Letra c
O texto ( uma dissertação, em -ue o autor de"ende seus pontos de vista,
apresentando arumentos -ue /u$a necess0rios para ta$'
Texto LX
:;@D Letra &
A resposta pode ser $oca$i)ada, com c$are)a, no seundo per#odo, onde se destaca
a expressão sobrevivência e proliferação.
:;BD Letra d
Precedente ( o -ue vem antes' Assim, um sucesso sem precedentes ( um sucesso
-ue não teve outro iua$, antes de$e' Podemos entender, tam&(m, -ue a expressão
sem precedentes -uer di)er sem igual. Da# a resposta ser a $etra d'
:;8D Letra c
O enunciado d0 uma de"inição -ue serve tanto para *omEnimos como para
parEnimos' O texto serviu apenas para motivar a -uestão, tomando por &ase a
pa$avra precedente. Di),se -ue precedente e procedente são parEnimos' =odas
as a$ternativas apresentam pa$avras -ue t!m parEnimos ou *omEnimos3
emerirYimerir, sensoYcenso, descriminaçãoYdiscriminação,
destratadosYdistratados, em ve) deYao inv(s de' Neste %$timo caso, trata,se de
express.es -ue podemos entender como parEnimas, ta$ a sua seme$*ança'
Emergir sini"ica sair Ide um $#-uido ou de a$oD, imergir -ue di)er entrar Ino
$#-uidoD+ senso ( /u#)o, censo ( recenseamento, pes-uisa de opinião+ destratados
-uer di)er tratados ma$, distratados sini"ica rescindidos Ios contratosD+ em vez
de ( uma expressão -ue denota su&stituição, /0 ao invés de indica oposição' Na
$etra c *ouve troca no empreo dos parEnimos, /0 -ue deveria ter sido usado o
voc0&u$o discriminação, -ue sini"ica separação' Descriminação ( o ato de
descriminar, a&so$ver de crime'
:;PD Letra d
AP;
No trec*o anterior a este, o autor di) -ue nen*uma esp(cie se iua$a 2 *umana
em termos de sucesso a$cançado Isucesso sem precedentesD' Aora, no trec*o do
enunciado, o autor a"irma -ue nen*uma outra esp(cie se iua$a 2 *umana no -ue
toca 2 so&reviv!ncia e 2 pro$i"eração' Então, dedu),se -ue a so&reviv!ncia e a
pro$i"eração ( -ue medem o sucesso de uma esp(cie, o -ue nos $eva para a opção
d'
:5;D Letra &
Kuestão de coesão textua$' Nossa re"ere,se ao substantivo espécie, e não ao
voc0&u$o proporção. O&serve o empreo de isso, na opção c3 re"ere,se a um "ato
passado, e não a uma pa$avra ou expressão'
:55D Letra e
Fais uma -uestão envo$vendo os sini"icados da pa$avra como. No trec*o, e$a
pode ser su&stitu#da por porque e inicia oração su&ordinada adver&ia$ causa$'
Isso -uer di)er -ue a primeira oração do per#odo ( a causa do -ue ocorre na
seunda, -ue então expressa uma conse-L!ncia'
:56D Letra a
Kuestão de sinon#mia' Proliferação e-Liva$e, no texto, a multiplicação. Em
todas as outras a$ternativas, não existem sinEnimos'
:5AD Letra c
O texto destaca caracter#sticas pr>prias da esp(cie *umana, como o contro$e da
produção do pr>prio a$imento e a socia&i$idade e a mo&i$idade, estas por causa da
capacidade de viver "ora do seu ecossistema de nascença' 7ão pecu$iaridades -ue
distinuem a esp(cie *umana de outras' Assim, o a&arito s> pode ser a opção c'
:5:D Letra a
Kuestão de par0"rase' Q -uase impercept#ve$ a di"erença' O sentido da "rase
oriina$ ( amp$o3 a esp(cie *umana ( um sucesso Ino caso, sem precedentesD+
nen*uma outra se iua$a a e$a' Na variante, "a$a,se em sucesso da esp(cie
*umana, o -ue ( mais restrito'
Texto LXI
:59D Letra e
O texto não "a$a de poss#veis di"icu$dades do menino nas au$as de $eitura e
ram0tica, não ca&endo pois a $etra a como resposta' =am&(m não pode ser a
$etra & por-ue o desespero de -ue "a$a o texto ocorre por-ue o menino ostaria de
estar $0 "ora &rincando com o papaaio, não -ue -uisesse e não pudesse compr0,
$o' A $etra c est0 errada pois e$e não se encontrava de castio, apenas estava com
os $ivros nos /oe$*os' A $etra d ( errada por-ue e$e e Raimundo estavam /untos, na
esco$a' Na rea$idade, o texto apenas retrata as emoç.es de um dia de au$a+ por
isso o a&arito ( a $etra e'
:5@D Letra c
A resposta se encontra no trec*o GAora -ue "icava preso, ardia por andar $0
"ora'''H' Ou se/a, -ueria estar na rua, &rincando com os co$eas, e não na sa$a de
au$a' =a$ve) a a$ternativa -ue possa tra)er d%vida se/a a d' Fas não *0 essa
indicação no texto, inc$usive no di0$oo ocorrido entre os dois co$eas'
:5BD Letra &
O -ue est0 preso por uma corda imensa ( o papaaio, não o menino,narrador'
Isso ( dito de maneira c$ara nas $in*as @ e B' As outras
AP5
re$aç.es são per"eitas'
:58D Letra &
Q uma -uestão de par0"rase, de certa "orma /0 comentada na -uestão :5@' A
"orma ver&a$ ardia tem va$or conotativo e expressa a ansiedade do menino em
estar "ora da esco$a, &rincando com os co$eas'
Texto LXII
:5PD Letra &
A principa$ comparação "eita ( a do tapete co$ocado por &aixo da cade$a e a-ue$e
por so&re o -ua$ passar0 o candidato e$eito' 7ão rituais -ue aparecem num e
noutro caso, mas -ue pouco inter"erem nos acontecimentos' Da mesma "orma,
tanto o parto de Wi -uanto a e$eição presidencia$ custam caro' Por isso, a
resposta s> pode ser a $etra &'
:6;DLetra a
Na primeira "rase, o autor dec$ara não ser sua a cade$a, mas de um cun*ado'
Assim, não sendo e$e o dono, não tin*a -ua$-uer o&riação para com o anima$'
Na seunda, e$e repete -ue a cade$a não $*e pertencia e entra com a con/unção
adversativa mas, -ue introdu) uma ressa$va3 Wi estava para ter "i$*otes, e seu
dono via/ara, trans"erindo,se para e$e, o autor, a responsa&i$idade de cuidar de$a'
:65D Letra c
O veterin0rio a$eou -ue co&rara P; mi$ cru)eiros por se tratar de P animai)in*os,
saindo cada um a de) mi$' E$e "oi $evado a recon*ecer -ue o veterin0rio tin*a
ra)ão' A oração Gtive de admitirH e-Liva$e a G"ui "orçado a admitirH, em virtude
dos arumentos apresentados'
:66D Letra &
Kuestão de par0"rase e de coesão textua$' A c$assi"icação das oraç.es desse
per#odo (, respectivamente3 su&ordinada adver&ia$ condiciona$, introdu)ida pe$a
con/unção se+ principa$+ coordenada sind(tica adversativa, iniciada pe$a
con/unção e Icom va$or de mas); su&ordinada adver&ia$ causa$, com a con/unção
su&entendida' Na $etra &, -ue ( a resposta, a con/unção caso su&stitui o se Ie$as
são sinEnimasD+ a oração principa$ "ica ina$terada+ a con/unção mas ( usada em
$uar de e Ie$as são sinEnimasD+ a con/unção causai pois, -ue estava
su&entendida, aparece enca&eçando a %$tima oração' Assim, não *ouve a$teração
de sentido em re$ação ao per#odo oriina$'
:6AD Letra e
Kuestão de sinon#mia, in-uestion0ve$, portanto' Ungido -uer di)er sarado'
:6:D Letra a
7e o autor di) -ue, numa determinada (poca, ainda não ostava de cac*orros, (
por-ue aora osta, tendo *avido uma mudança de atitude' A pa$avra -ue &em
expressa a mudança ( ainda. Nas outras opç.es, não se recon*ece -ua$-uer tipo
de mudança de situação'
Texto LXIII
:69D Letra a
A pa$avra ferramenta $eva 2 id(ia de instrumento, na tare"a de se entender o
mundo atua$'
:6@D Letra d
AP6
A pa$avra grande, no trec*o, tem va$or super$ativo, e-Liva$endo a maior
Ipopu$armente, mais grande). O&serve -ue a pa$avra est0 precedida do artio
de"inido a' Isso s> ocorre na $etra d, onde podemos entender -ue Go entrevistado
A$&erto Fanuei ( um dos maiores con*ecedores do va$or da $#nua escritaH'
:6BD Letra d
Os va$ores semRnticos dos termos destacados são, respectivamente3 "ina$idade,
causa, tempo, acr(scimo Ia&aritoD, comparação'
:68D Letra &
A comprovação de -ue a "rase se re"ere aos dias atuais ( a presença do ver&o
predominam, no presente do indicativo, &em como de outro ver&o, na se-L!ncia
do per#odo, tam&(m no presente do indicativo3 !
:6PD Letra c
Q uma -uestão extremamente comp$exa' Acredito -ue a &anca do concurso ten*a
tido o seuinte racioc#nio3 as imaens /0 existem, en-uanto a $eitura cria imaens+
como as imaens predominam, seundo o rep>rter, sure a oposição3 já existirem
e serem criadas, ou se/a, por -ue criar imaens se e$as /0 existem, inc$usive
predominando na comunicação atua$S
:A;D Letra e
A $etra a ( evidente, por causa da pa$avra superficialíssima. Na $etra &, o "ato de
a tend!ncia ser era$ e em todos os meios visivos representa, na visão do autor,
uma coisa ruim, por não dar opç.es 2s pessoas' A $etra c tem como ponto
neativo o "ato de as imaens prenderem a nossa atenção por um tempo muito
redu)ido, não nos deixando raciocinar em cima da-ui$o -ue ( exposto' V opção d
ca&e a mesma o&servação do item anterior' T0 na a$ternativa e nada *0 -ue possa
ser entendido como neativo no -ue se re"ere 2 cu$tura de imaens'
:A5D Letra d
Neologismos são termos criados para preenc*er $acunas na $#nua' 1om o passar
do tempo, são incorporados ao idioma, sendo reistrados pe$os dicion0rios' O
enunciado di) -ue os voc0&u$os imagética e visivos aparecem *0 pouco nos
dicion0rios' Dedu),se, então, -ue são neo$oismos Ise não, estariam $0 *0 muito
tempoD /0 recon*ecidos o"icia$mente Ipe$os dicion0riosD'
:A6D Letra a
A resposta se encontra, n#tida, no primeiro per#odo da resposta dada pe$o
entrevistado'
:AAD Letra a
Kuestão de semRntica' Na "rase da $etra a, deveria ter sido usada a pa$avra
mandato, poder po$#tico passado pe$o povo por meio de uma e$eição' Mandado (
ordem /udicia$' Nas outras opç.es, temos, respectivamente3 imersos3 meru$*ados
(emersos: -ue vieram 2 tonaD+ cosidas: costuradas (cozidas: co)in*adasD+
imorais: -ue atentam contra a mora$ (amorais: -ue não t!m o senso da mora$D+
despercebidos: sem ser perce&idos (desapercebidos: desprevenidosD'
:A:D Letra &
O autor estava "a$ando so&re meios pu&$icit0rios' Assim, pintura e desenho,
apenas artes, devem ser e$iminados' Dessa maneira, a resposta "ica sendo a $etra
&, pois os tr!s e$ementos se prestam 2 pu&$icidade, sendo c*amados pe$o autor de
visivos'
:A9D Letra &
APA
7e Wi$$ Cates prop.e uma sociedade sem pape$, não poderia usar um $ivro, -ue (
pape$, para dar essa mensaem' E$e se contradisse, pois deveria ter usado o
computador'
:A@D Letra c
A opção a se encontra /usti"icada nas $in*as @ e B' O conte%do da a$ternativa &
pode ser con"erido nas $in*as P e 5;' 1on"ira o -ue di) a $etra d, nas $in*as 5: e
59' Kuanto 2 $etra e, pode,se di)er -ue o texto, em sua interpretação $o&a$, $eva
a ta$ conc$usão' A pr>pria contradição de Wi$$ Cates /usti"ica a impossi&i$idade de
uma sociedade sem pape$' T0 a opção c não tem -ua$-uer apoio no texto, o -ua$
a"irma -ue Ga pa$avra escrita (, mais do -ue nunca, a nossa principa$ "erramenta
para compreender o mundoH' Principa$, não %nica'
Texto LXIV
:ABD Letra d
Esta -uestão ( de interpretação e de ram0tica' A opção a ( evidente, mas precisa
do -ue se di) no primeiro per#odo do texto3 Gpor um advoado desonestoH' A
a$ternativa & ( correta, uma ve) -ue o conectivo como indica o modo de se
precaver de advoados desonestos' A $etra c ( per"eita pois a pa$avra se est0
indeterminando o su/eito' A a$ternativa d est0 errada, por isso ( o a&arito, pois
os adv(r&ios Icomo ( um adv(r&io interroativo de causaD atraem
o&riatoriamente os pronomes 0tonos, estando correta a co$ocação pronomina$ do
t#tu$o' A $etra e est0 correta pois o in"initivo ( pessoa$ e se encontra na terceira
pessoa'
:A8D Letra e
Kuestão tota$mente de ram0tica' A Aa pessoa do sinu$ar do imperativo
a"irmativo ( emprestada do presente do su&/untivo' Por exemp$o3 cante, cantes,
cante, cantemos, canteis, cantem+ assim, o imperativo de terceira pessoa ser0
cante Ivoc!D' O ver&o precaver,se, -ue ( de"ectivo, não se con/ua no presente
do su&/untivo, $oo não tem as "ormas correspondentes do imperativo'
:APD Letra &
A "ina$idade do imperativo ( dar uma ordem, um conse$*o, um pedido mais
veemente etc' O mais comum ( us0,$o para mandar, dar ordens a a$u(m' No
texto, at( em "unção da tem0tica, o -ue a revista "a) ( aconse$*ar o $eitor'
::;D Letra &
A pa$avra alguns ! a c*ave da -uestão' 1om e$a, tem,se a certe)a de -ue existem
outros procedimentos -ue não "oram citados' As outras a$ternativas são
desca&idas, com exceção da %$tima' Fesmo assim, não *0 por -ue errar a
-uestão, pois se a revista pu&$ica o texto, s> pode ser para dar aos $eitores
condiç.es de se de"enderem dos maus advoados'
::5D Letra c
A resposta ( evidente' &ão ! possvel corresponde a não *á possibilidade. Posse,
em&ora ten*a o mesmo radica$ de poss#ve$, mudaria o sentido da expressão, se
"osse usada'
::6D Letra a
Kuestão de coesão textua$' Q s> vo$tar ao texto com atenção para acertar' &ão !
obrigat'rio segui1la corresponde a &ão ! obrigat'rio seguir a tabela" registre1o
AP:
no cart'rio e-Liva$e a registre o contrato no cart'rio. Di),se então -ue os
re"erentes de la e o são, respectivamente, tabela e contrato.
::AD Letra d
Q uma -uestão de con*ecimento de voca&u$0rio' Bimestral ( re$ativo a dois
meses e -uer di)er, precisamente, o -ue ocorre de dois em dois meses, a cada
&imestre' Não con"unda com bimensal, -ue se re"ere ao -ue ocorre duas ve)es no
mesmo m!s'
:::D Letra &
Não ( "0ci$ entender o enunciado' A -uestão pede a re$ação -ue existe entre as
pa$avras e e ou, -ue aparecem $iadas por uma &arra' No "ina$ do texto, temos
Gdar -uitação eYou rece&er va$oresH' O -ue se -uer di)er ! dar quita$ão e receber
valores e dar quita$ão ou receber valores, sendo v0$idas as duas coisas' Assim, a
&arra existente entre e e ou indica uma adição'
Texto LXV
::9D Letra d
A resposta se encontra &em c$ara no trec*o3 G'''&e&!s -ue dormem com a $u)
acesa t!m tr!s a cinco ve)es mais possi&i$idades de so"rer de miopia'''HNa
verdade, esse ( o tema do texto'
::@D Letra &
A revista pu&$icou a conc$usão de uma pes-uisa "eita pe$a Mniversidade da
Pensi$vRnia, nos Estados Mnidos IY' BY8D' A pes-uisa /0 *avia sido divu$ada pe$a
revista in$esa &ature IY' :D' Assim, a resposta s> pode ser a opção &'
::BD Letra e
De acordo com ( uma $ocução prepositiva -ue indica con"ormidade' A pa$avra
-ue pode su&stitu#,$a sem pre/u#)o de sentido ( conforme, -ue, nesse caso, ( uma
preposição acidenta$'
::8D Letra c
Kuestão de con*ecimento de voca&u$0rio' Fisiológico ( um ad/etivo -ue se re"ere
ao estudo das "unç.es orRnicas' Para m%scu$os, temos o ad/etivo miológico.
::PD Letra c
7eundo a pes-uisa, as crianças -ue dormem no c$aro t!m muito mais
possi&i$idades de desenvo$ver a miopia, donde se dedu) -ue as -ue dormem no
escuro t!m redu)idas possi&i$idades' Destas, di) o trec*o destacado, apenas 5;^
desenvo$veram a miopia' Assim, com o voc0&u$o apenas o autor indica -ue são
poucas as pessoas -ue contrariam o resu$tado da pes-uisa'
:9;D Letra &
Q uma -uestão de sini"icado de pa$avras' 7e a$o ( uma *ip>tese, ( por-ue
existe a possi&i$idade de se concreti)ar' 7e "osse imposs#ve$, não seria *ip>tese'
:95D Letra c
A con/unção se, nesse per#odo, ( condiciona$' Pode ser trocada por seu sinEnimo,
caso: caso a $u) "i-ue acesa, a criança tende a se distrair'
:96D Letra e
Nesse tipo de -uestão, "aça as trocas so$icitadas e ve/a -ua$ de$as mant(m o
sentido e a correção ramatica$' O er%ndio muitas ve)es e-Liva$e a uma oração
su&ordinada ad/etiva, -ue ( a-ue$a norma$mente iniciada por um pronome
AP9
re$ativo' ?e/a um outro exemp$o3 vi um menino brincando ! o mesmo -ue vi um
menino que brincava.
Texto LXVI
:9AD Letra e
No trec*o, o autor somente destaca a no&re)a e a esperança tra)idas pe$os
o&/etivos "undamentais' Os coment0rios "eitos nas -uatro primeiras a$ternativas
"oem a essa co$ocação simp$es' O trec*o não "a$a de mudanças necess0rias, da
impossi&i$idade de e$es serem a$cançados ou do "ato de ainda não terem se
tornado rea$idade' Não importa -ue ao $ono do texto muitas coisas se/am
co$ocadas nesse sentido' A $etra e ( a resposta pois "a$a de a$o no&re, como na
passaem, e do ponto de partida, -ue pode ser associado 2 esperança'
:9:D Letra a
=odo idea$ ( um son*o, -ue pode ou não rea$i)ar,se' A concentração idea$ (,
assim, um son*o'
:99D Letra d
O -uarto o&/etivo est0 exposto pe$o autor no trec*o3 GA promoção do &em de
todos, sem preconceito de oriem, raça, sexo, cor, idade e -uais-uer outras
"ormas de discriminação'''H' Fais adiante di) -ue, se não *ouver raves sanç.es
impostas 2s condutas contr0rias, Ga co&ra raivosa do preconceito continuar0
aindo no coração de muitas pessoasH' Assim, o&serva,se -ue tais pessoas são
contr0rias, por seu preconceito, ao -uarto o&/etivo' Na $etra d, o autor usou a
$ocução de encontro a para expressar essa id(ia contr0ria' Não a con"unda com
outra, parecida3 ao encontro de, -ue não encerra -ua$-uer va$or de oposição' Por
exemp$o3 ele foi ao encontro do amigo Ina direção do amio, para a&raçar o
amio etc'D ( di"erente de ele foi de encontro ao amigo Ies&arrou no amio, ou
"oi contr0rio 2s id(ias do amioD'
:9@D Letra c
Na opção c, a&arito da -uestão, o son*o estratos"(rico representa a opinião do
autor a respeito dos o&/etivos terceiro e -uarto, não tem nen*uma re$ação com a
postura do overno' Nas outras, *0 sempre uma cr#tica ao overno atua$'
:9BD Letra c
Re"erir as pa$avras de a$u(m especia$ista na-ui$o -ue o artio exp.e con"ere,
sem d%vida, mais credi&i$idade' Imainem -ue a revista tivesse veicu$ado a
opinião de uma pessoa de outro ramo do sa&er, ou at(, peando,se um extremo,
de um indiv#duo i$etrado, mesmo -ue de &oa vontade' Os $eitores não con"iariam
no -ue e$e dissesse' =ratando,se, como ( o caso, de um soci>$oo, pro"essor da
Mniversidade de 1oim&ra, o artio an*a maior respeito por parte de seus
$eitores'
:98D Letra &
1omo a estratos"era, camada situada acima de 56';;; metros, ( de di"#ci$ acesso,
o ad/etivo estratosférico passou a indicar a-ui$o -ue ( imposs#ve$ de se atinir'
Utópico -uer di)er exatamente irrea$i)0ve$, -uim(rico' Por isso, no trec*o, os
voc0&u$os são sinEnimos'
:9PD Letra &
Q uma -uestão de par0"rase' Verberar pode sini"icar condenar, polarização ( o
mesmo -ue concentração; a$(m dessas trocas, *ouve o acr(scimo de que ocorre,
AP@
-ue estava su&entendido no trec*o destacado' Não *ouve, portanto, mudança de
sentido'
:@;D Letra a
7e voc! vo$tar ao texto, vai veri"icar -ue as condutas são contr0rias ao :o
o&/etivo "undamenta$, previsto no artio Ao da 1onstituição' Esse o&/etivo trata
da discriminação de toda esp(cie' O rem(dio Imeio ade-uado e $#cito para se
a$cançar determinado "im de direito, seundo o Aur($ioD proposto pe$o /orna$ista
( exatamente a crimina$i)ação dessas condutas contr0rias, ou se/a, -ue as pessoas
se/am apenadas, punidas pe$a pr0tica de -ua$-uer tipo de discriminação'
:@5D Letra &
Os par!nteses são usados em in%meras situaç.es' A-ui servem para mostrar em
-ue artios Ie suas divis.esD "ica proi&ida a discriminação entre *omem e mu$*er'
:@6D Letra e
Os sini"icados dos $atinismos são os seuintes3 sic X assim mesmo+ et alii , e
outros+ ad hoc , para isso+ lato sensu , em sentido amp$o' A $etra e est0 per"eita3
verbi gratia corresponde ao portuu!s por exemplo.
:@AD Letra a
O texto ( uma dissertação, pois est0 &aseado nas id(ias' Assim, como -ua$-uer
dissertação, apresenta os arumentos do autor' Q apenas opinativo, não c*ea a
criar po$!micas' Da# a resposta ser a $etra a' Na rea$idade, &astaria -ue se dissesse
argumentativo. A pa$avra opinativo poderia ser dispensada, por redundante'
Texto LXVII
:@:D Letra &
A resposta se encontra $oo no primeiro par0ra"o, no empreo da expressão
Gnossa in"RnciaH' O autor est0, no trec*o, diriindo,se aos $eitores, por isso o
empreo do possessivo nossa. Portanto, era uma expressão usada por e$e e outras
pessoas, em sua in"Rncia'
:@9D Letra a
A pr>pria expressão come-e-dorme suere a $entidão do /oador' 1omer e
dormir, /oando pouco, $eva 2 id(ia de morosidade desse tipo de /oador' E, para
con"irmar a resposta, as outras opç.es são "aci$mente descartadas+ apadrinhados
ou privilegiados seriam se estivessem sempre /oando, mesmo sem capacidade+
se "ossem importantes, não "icariam sem /oar'
:@@D Letra a
Na $etra &, o autor critica os /oadores pe$o "ato de an*arem e -uase não
/oarem' Na opção c, pe$o "ato de serem co$ocados em campo -uando o resu$tado
/0 estava de"inido' Na a$ternativa d, por meru$*arem no amadorismo' A $etra a
não apresenta -ua$-uer tipo de cr#tica'
:@BD Letra c
Nesse trec*o, o autor "a$a so&re a vida do /oador con*ecido por come,e,dorme,
rep$eta de "aci$idades3 -uase não /oavam, rece&iam paamento, tin*am pouco
compromisso no c$u&e etc'
:@8D Letra &
O autor "a$a da trans"ormação ocorrida com o time do come,e,dorme' 7eundo
e$e, continua comendo, e comendo muito, mas não dorme' A trans"ormação se
deu Gcom as exi!ncias cada ve) mais severas do reime pro"issiona$H IY' 5:Y59D'
APB
:@PD Letra a
Kuestão de sinon#mia' O ver&o ressurgir Isurir de novoD ( o mesmo -ue
reaparecer Iaparecer de novoD' Não *0 -ua$-uer tipo de di"icu$dade'
:B;D Letra d
Kuestão de anton#mia, tam&(m sem di"icu$dade a$uma' O ad/etivo severas ( o
contr0rio de brandas. Di),se -ue são dois antEnimos'
Texto LXVIII
471) Letra &
A pa$avra dentro responde 2 -uestão' A m#dia est0 dentro de -u!S Do pro&$ema
das droas' Assim, de uma "orma ou de outra, a m#dia se envo$ve com o
pro&$ema' A $etra e poderia con"undir um pouco+ e$a seria o a&arito se o t#tu$o
"osse drogas2 a mdia está por dentro. Popu$armente, estar por dentro (
con*ecer &em a$uma coisa'
:B6D Letra c
O er%ndio, na "rase, indica ação concomitante 2-ue$a expressa pe$a oração
principa$' Q uma caracter#stica do er%ndio' A con/unção -ue exprime essa ação (
enquanto. Prosseuindo a $eitura, isso "icar0 provado com o empreo da "orma
ver&a$ ouvi: enquanto assistia, ouvi um raciocnio...
:BAD Letra d
O empreo do er%ndio nesse trec*o ( id!ntico ao da -uestão anterior' ?e/a -ue
admite a troca por enquanto tecia considera$4es... Assim, a ação ( concomitante,
simu$tRnea 2 expressa pe$a "orma ver&a$ sa#a'
:B:D Letra d
Q uma -uestão de par0"rase' O trec*o su&$in*ado aparece a$terado' O %nico em
-ue não *0 mudança de sentido, portanto ! uma par0"rase, se encontra na opção
d' As opç.es a e b são "aci$mente descartadas' A $etra c não ca&e, pois não vir ao
caso não ( ter pouca importância; uma coisa pode ser importante, mas não vir
ao caso' Na $etra e, o ver&o sair não corresponde ao ver&o desviar; -uem se sai
&em não desvia do assunto principa$'
:B9D Letra e
Kuestão de sinon#mia' Não *0 o -ue discutir' Marginal pode ser su&stitu#do por
paralelo, sem -ue *a/a a$teração de sentido3 são sinEnimos'
:B@D Letra &
A expressão ou melhor pode indicar reti"icação ou esc$arecimento' Est0 usada no
texto com o intuito de esc$arecer a a"irmação "eita so&re a pu&$icidade' E$a não
est0 corriindo a$o -ue ten*a sido dito' ?e/a um exemp$o de reti"icação3 E$e
estuda <#sica, ou me$*or, Fatem0tica'
:BBD Letra a
Antes de mais nada, ( preciso $em&rar -ua$ a tese do pro"essor, -ue o autor do
texto c*amou de >&via' A tese ( -ue Ga pu&$icidade não pode tudoH IY' 8D+ em
outras pa$avras3 nem sempre nossos atos são in"$uenciados pe$a pu&$icidade' O
arumento -ue a de"ende ( o "ato de muita ente c*eirar coca#na em&ora não *a/a
propaanda dessa droa na =?'
:B8D Letra d
AP8
O pensamento do pro"essor ( apoiado por a$o -ue, natura$mente, o autor do
texto considerou uma coisa $>ica, ou se/a, evidente3 o "ato de nem todo ato de
consumo ser ditado pe$a pu&$icidade'
:BPD Letra a
Em primeiro $uar, o in#cio do par0ra"o em -ue esse trec*o se insere responde,
sem pro&$emas, 2 -uestão3 GA "avor da mesma tese'''H' Em seundo, por-ue
con"irma a id(ia do pro"essor de -ue a pu&$icidade não conseue tudo em re$ação
aos consumidores+ em&ora e$a tente "a)er isso, o consumidor muitas ve)es
camin*a por outro $ado, pois uarda, como se v! mais adiante no texto, Ga$uma
independ!ncia em sua re$ação com a pu&$icidade'''HIY' 6AY6:D'
:8;D Letra a
Silogismo, seundo a L>ica, ! a união de duas premissas, das -uais, por
in"er!ncia, se tira uma terceira, c*amada conc$usão' Por exemp$o3 =odo *omem (
raciona$ IIa premissaD Y Pau$o ( um *omem I6O premissaD Y Loo, Pau$o ( raciona$
Iconc$usãoD' O si$oismo proposto pe$a -uestão não ( verdadeiro por-ue a
primeira premissa ( "a$sa3 e$a di) -ue toda pu&$icidade muda *0&itos, o -ue
contraria o texto'
:85D Letra e
Na $etra a, a expressão GPor "avorH "a) o e$o entre o autor e os $eitores' Nas
opç.es &, c e d, o autor se dirie ao $eitor atrav(s de peruntas3 G=udo certoSH
GKua$ a conc$usão $>icaSH e GFora$ da *ist>riaSH' Na %$tima opção, não se usa
seme$*ante recurso'
:86D Letra d
Kuestão de sinon#mia' Soporífero ( o -ue produ) sono+ ( usado, "iuradamente,
como maçante' 7inEnimos -ue poderiam ter sido usados nas a$ternativas
incorretas3 impostas, con"irmar, i$e#timas, independ!ncia'
:8AD Letra d
Esta ( uma t(cnica comum entre os escritores3 usar a primeira pessoa do p$ura$
para uma aproximação maior com os $eitores' T0 t#n*amos visto, na -uestão :85,
-ue o autor do artio usa termos vo$tados diretamente para o $eitor, como -ue
para conversar com e$e' O empreo da 5a pessoa do p$ura$ s> vem con"irmar essa
tend!ncia do autor'
:8:D Letra &
A pa$avra terrorista suere intimidação' Kuando a$u(m di), 2s ve)es sem
-ua$-uer sustentação, -ue a empresa em -ue tra&a$*a vai "a$ir e todos "icarão, em
conse-L!ncia, desempreados, est0 metendo medo nas pessoas, intimidando,as
em "unção da suposta imin!ncia de uma derrocada "inanceira' Di),se, então, -ue
"oi terrorismo por parte da-ue$a pessoa -ue espa$*ou o &oato' Da# a resposta ser a
$etra &'
:89D Letra c
O trec*o destacado mostra dois tipos diversos de campan*as antidroas3 as
sopor#"eras e as terroristas, sendo -ue todas "racassam' A opção c di) exatamente
isso, s> -ue se uti$i)ando de outra construção3 mesmo ape$ando para estrat(ias
di"erentes Isopor#"eras e terroristasD, as campan*as "racassam'
:8@D Letra &
Fais uma -uestão em -ue a opção correta reescreve o trec*o do enunciado' ?e/a
&em3 Gainda somos minimamente $ivresH e-Liva$e a possumos liberdade
APP
limitada" GNem -ue se/a para consumir produtos -u#micos i$eaisH ( o mesmo
-ue ainda que a empreguemos mal Ia $i&erdadeD'
:8BD Letra &
O autor ac*a, contrariando o pro"essor, -ue a m#dia "a) propaanda de droas, ao
"a$ar do e"eito -ue e$as produ)em' ?e/a a seunda metade do %$timo par0ra"o'
:88D Letra d
A resposta se ac*a no trec*o3 GEm&ora não ve/amos um comercia$ promovendo
exp$icitamente o consumo de coca#na''', a verdade ( -ue os meios de
comunicação nos &om&ardeiam'''com a propaanda não de droas, mas do e"eito
das droasH Iterceiro par0ra"oD' Não se es-ueça de -ue devemos procurar
e$ementos no texto, mesmo -ue não concordemos com e$es' Pe$as a$ternativas
apresentadas, a resposta s> pode ser a $etra d' A %nica -ue ta$ve) suscite d%vidas (
a opção c+ acontece -ue as droas são condenadas de maneira exp$#cita, o -ue
parece c*ocarse com o a&arito'
:8PD Letra c
Kuestão de sinon#mia' O pro"essor estava "a)endo apreciaç.es so&re o provão'
Assim, considerações críticas são considerações de apreciação. As outras
opç.es se exc$uem natura$mente'
:P;D Letra a
1orrespond!ncia entre as $ocuç.es ad/etivas e os ad/etivos' 7e, em ve) de
debates, us0ssemos alunos, a correspond!ncia seria v0$ida3 alunos
universitários ( o mesmo -ue a$unos de universidades. 1om a pa$avra de&ates,
em virtude de seu sentido, a corre$ação não existe' Nem sempre se pode trocar
uma $ocução ad/etiva por um ad/etivo, e vice,versa'
Texto LXIX
:P5D Letra &
O texto nos di) -ue a $ei exie -ue os ministros do 7=< e do 7=T ten*am
reputação i$i&ada' Q um paradoxo, por-ue para o ministro do =1M, corte
*ierar-uicamente a&aixo das outras duas citadas, *0 uma dup$a imposição3
reputação i$i&ada e idoneidade mora$'
:P6D Letra c
A resposta /0 "oi dada na -uestão anterior3 ao ministro do =1M são exiidas duas
coisas3 reputação i$i&ada e idoneidade mora$, di"erentemente dos ministros do
7=< e do 7=T, dos -uais s> se exie reputação i$i&ada'
:PAD Letra c
A$o tem car0ter su&/etivo -uando depende de opinião, ou se/a, o&edece a
padr.es individuais, e não co$etivos' Por isso a resposta ( a $etra c' A $etra e "a$a
em univocidade, -ue sini"ica *omoeneidade, ine-uivocidade' Mma coisa (
un#voca -uando não d0 marem a interpretaç.es diversas, a am&iLidades'
?a$ores su&/etivos não são va$ores un#vocos, pois podem ser m%$tip$os, em&ora
diam respeito ao indiv#duo' A$u(m pode ter so&re uma mesma coisa id(ias
variadas'
:P:D Letra d
Decoro ( dec!ncia, dinidade, recato no comportamento' O c*amado decoro
parlamentar ( a postura dina re-uerida para o exerc#cio do caro' Ora, se a
conduta ( irreu$ar, *ouve "a$ta de decoro, mesmo -ue isso não se/a desco&erto'
:;;
Assim, ( *ip>crita -uem se di) possuidor de decoro, -uando o -ue ocorre ( -ue
suas aç.es indevidas não "oram desco&ertas' O autor est0 denunciando essa
*ipocrisia'
:P9D Letra d
Esta&e$ecer a coesão entre par0ra"os ( uni,$os atrav(s de determinados
e$ementos, os c*amados conectores' A expressão Goutras curiosidadesH "a)
menção a e$ementos do par0ra"o anterior, preparando o $eitor para novas
in"ormaç.es, acr(scimos -ue serão "eitos no atua$ par0ra"o' Da mesma "orma,
Gnada dissoH condu) o $eitor a a$o citado no 6o par0ra"o I/0 vimos -ue o
pronome isso se presta a ta$ tipo de $iaçãoD'
Texto LXX
:P@D Letra d
A resposta se encontra no trec*o+ G'''a "im de -ue possam arantir a continuidade
da vida'''H+ continuidade da vida ( o mesmo -ue sobrevivência.
:PBD Letra d
=rata,se de uma -uestão -ue pede, natura$mente, um con*ecimento independente
do texto, por(m ( muito simp$es' A criança precisa de -ue a a$imentem, ou não
so&reviveria' Q c$aro -ue o mesmo pode ocorrer com os idosos, mas não ( uma
rera era$3 *0 ve$*in*os -ue podem "a)!,$o por si mesmos' A resposta rea$mente
( a $etra d'
:P8D Letra e
Kuestão de voca&u$0rio' Procure sempre vo$tar ao texto e "a)er ne$e as
su&stituiç.es propostas' Não tente reso$ver a -uestão apenas com &ase nas
a$ternativas' Na cidade, -ue ( um ad/unto adver&ia$ de $uar, não pode ser
su&stitu#do por urbanamente, -ue transmitira 2 "rase uma id(ia de modo,
inadmiss#ve$ no contexto'
:PPD Letra a
Q o sentido do trec*o' Kuando se di) Gnão são apenasH, esperase natura$mente
-ue outros se/am citados adiante' A#, vo$ta,se ao texto para con"erir' L0
encontramos3 G'''não são apenas de ordem materia$'''E$as são tam&(m de ordem
espiritua$ e psico$>icaH IY' 5;,5AD' Note a corre$ação apenas / também.
9;;D Letra &
Esta -uestão $eva em conta, ao "a$ar de ordem espiritua$, a id(ia de re$iiosidade'
7e "Essemos tomar o termo em seu sentido amp$o, ver#amos -ue todas as pa$avras
apresentadas, por indicarem sentimentos, t!m um car0ter espiritua$' 1rença e "(,
so& o aspecto da re$iiosidade, são va$ores de cun*o espiritua$, -uase sinEnimos,
diria' Na opção c, e$as aparecem /untas, não podendo estar a# a resposta' 1omo
primeiro e$emento do par, crenças s> aparece na $etra b, -ue ( a resposta' E
rea$mente, no desenvo$vimento do texto, o autor separa a "( e as crenças, por
meio da expressão Ga$(m dissoH IY' 59D, de todas as outras coisas, tão somente de
car0ter psico$>ico'
9;5D Letra a
Kuestão de par0"rase' O *omem não pode viver "ora da sociedade, pois isso (
para e$e uma necessidade' =a$ ( a id(ia do trec*o destacado' A $etra a di)
exatamente isso, com outras pa$avras' Q uma -uestão de atenção, de $eitura
cuidadosa' O&serve -ue as opç.es b e e invertem as coisas'
:;5
9;6D Letra &
O "ato de se sentir so)in*a "a) com -ue a pessoa "i-ue triste' Assim, a so$idão ( a
causa da triste)a, da# a resposta ser a $etra b' As tr!s %$timas opç.es t!m o mesmo
sini"icado e invertem o sentido de causa e e"eito'
9;AD Letra d
A id(ia do trec*o ( esta3 continuar so)in*a "aria com -ue e$a en$ou-uecesse'
Assim, a primeira oração ( motivada pe$a primeira'
9;:D Letra c
O semento su&$in*ado denota o privi$(io de certos indiv#duos Itodas as
necessidades de a$umas pessoas são satis"eitasD em detrimento de outros Ios -ue
t!m apenas a$umas de suas necessidades satis"eitasD' Privi$(io sini"ica
desiua$dade socia$' '
Texto LXXI
9;9D Letra a !
A resposta se encontra, &em n#tida, no in#cio do texto3 Gmais va$e, no overno, a
insta&i$idade -ue a irresponsa&i$idadeH' Ou se/a, a irresponsa&i$idade va$e ainda
menos -ue a insta&i$idade' 7ão pa$avras de Rui War&osa, citadas pe$o autor, -ue
$oo em seuida di)3 G, essa nota dominante do presidencia$ismoH' Adiante,
con"irmando a tese, di) Rui War&osa3 GNa irresponsa&i$idade vai dar,
natura$mente, o presidencia$ismo'H
9;@D Letra c
A -uestão exie do candidato con*ecimentos da *ist>ria recente do Wrasi$' E$a
não d0 ao candidato, em meu ver, condiç.es reais de so$ução' =udo indica -ue a
&anca "a), com a opção d, a$usão ao par$amentarismo criado no Wrasi$ $oo ap>s
a posse de Toão Cou$art, -ue $utaria, com sucesso, pe$o retorno do
presidencia$ismo' Fas, "icaremos com a $etra c, -ue "a$a em um processo $ento e
comp$icado Iimpeac*mentD -ue -uase não teve ap$icação' =a$ a"irmação inora o
impeac*ment do presidente 1o$$or, o -ua$ /0 *avia ocorrido na (poca em -ue o
texto "oi escrito'
9;BD Letra a
O -ue se a"irma na opção & pode ser con"erido no trec*o, com pa$avras de Rui
War&osa3 Ga responsa&i$idade criada so& a "orma do impeac*ment se "a)
a&so$utamente "ict#cia, irrea$i)0ve$, mentirosa'''H' O -ue se a"irma na opção c se
encontra na passaem3 GDe"ronta,se o sistema por(m com um processo $ento e
comp$icado Io impeac*ment, con"orme vimosD'''H T0 a a"irmação da $etra d tem
apoio na passaem3 G'''depois de $em&rar o impeac*ment nas instituiç.es
americanas como uma ameaça despre)ada e praticamente inveri"ic0ve$'''H
=am&(m nesta outra3 G7o&re o impeac*ment''', -ue dorme bno museu das
antiLidades constitucionaisb ( ainda decisivo'''H A a"irmação da $etra a não tem
apoio no texto'
9;8D Letra c
O enunciado di) Gre"er!ncia exp$#citaH' Assim, no %$timo par0ra"o, %nico onde
isso ocorre, temos G'''a -ue ( c*amado o Executivo na "orma par$amentar'''H
9;PD Letra d
Kuestão de sinon#mia' Capitular ( o mesmo -ue enumerar, ou pe$o menos pode
ser' Na passaem destacada, rea$mente capitulados ( sinEnimo de enumerados.
:;6
95;D Letra &
A resposta se encontra no trec*o3 G=endo a$udido'''um dos nossos &ons
constituciona$istas retratou com suma c$are)a'''H' Ou se/a, um dos nossos &ons
constituciona$istas ( -ue "e) a a$usão'
Texto LXXII
955D Letra d
O primeiro par0ra"o do texto di) -ue os dois princ#pios encarnam,se nos tipos
do aventureiro e do tra&a$*ador' Depois, acrescenta -ue e$es Ios princ#piosD, nas
sociedades rudimentares, distinuem os povos caçadores Iou co$etoresD dos povos
$avradores' Assim, pode,se di)er -ue o tipo aventureiro est0 para os povos
caçadores, assim como o tipo tra&a$*ador para os povos $avradores' O caçador,
por nature)a, ( aventureiro+ o $avrador, por nature)a, ( tra&a$*ador' Pode,se
tam&(m reso$ver a -uestão por e$iminação3 as tr!s outras a$ternativas não t!m
-ua$-uer apoio no texto'
956D Letra c
A resposta se encontra na passaem, -ue se re"ere ao aventureiro3H, tudo, en"im,
-uanto se re$acione com a concepção espaçosa do mundo, caracter#stica desse
tipoH' 1omo o tra&a$*ador ( o inverso do aventureiro, con"orme se veri"ica em
todo o texto, o contexto espacia$ do tra&a$*ador ( $imitado+ e$e não se expande
como o aventureiro' Por conseuinte, a resposta s> pode ser a a$ternativa c'
95AD Letra c
Aparentemente, uma -uestão -ue não est0 centrada no texto' As a$ternativas a e d
são natura$mente e$iminadas' A $etra b pode ser e$iminada pois -ua$-uer tipo de
contro$e não di) respeito ao aventureiro' <ica,se, pois, com a $etra c+ a &usca dos
*ori)ontes distantes est0 re$acionada com Ga concepção espaçosa do mundoH I:a
par0ra"oD, caracter#stica do aventureiro'
95:D Letra c
No primeiro par0ra"o, o autor cita os $avradores, situando,os nas sociedades
rudimentares, &em como os caçadores' Fas não di), em momento a$um, -ue
e$es s> existiram nessas sociedades' A$i0s, o adv(r&io /0 nos a/uda &astante+ e$e
-uer di)er -ue desde a-ue$a (poca os dois princ#pios se mani"estavam, na
distinção entre povos caçadores e povos $avradores, não se exc$uindo a
possi&i$idade de esses povos existirem em outras (pocas'
959D Letra &
Na a$ternativa &, *ouve uma inversão' Deste lado re"ere,se, por uma -uestão de
coesão, ao e$emento mais pr>ximo3 trabalhador. 7> -ue pe$o sentido deveria
re"erir,se ao aventureiro' O mesmo pro&$ema se deu com o termo daquele, -ue
por um processo coesivo, se re"ere ao mais a"astado3 aventureiro, -uando, na
rea$idade, deveria re"erir,se ao tra&a$*ador'
95@D Letra &
A (tica são princ#pios e normas de conduta' O trec*o di) -ue o tra&a$*o e a
aventura possuem, am&os, a sua (tica' Então, pode,se di)er -ue, para os dois,
existem princ#pios e normas de conduta' Por isso a resposta ( a $etra b.
Texto LXXIII
95BD Letra d
:;A
Kuem consome rem(dio por conta pr>pria mete,se em uma aventura periosa,
pois os ma$es podem ser enormes' Q como um esporte de a$to risco, a$i0s esporte
de Rm&ito naciona$, em "ace da rande -uantidade de pessoas -ue o praticam'
Dessa "orma, o autor condena a pouca seriedade com -ue tais pessoas consomem
rem(dios sem a devida orientação m(dica'
958D Letra d
A id(ia, -uase impercept#ve$, ( a seuinte3 a expressão por conta própria
co$ocada ao $ado da pa$avra leigos, sem v#ru$a, passa a id(ia de -ue e$es são
$eios por conta pr>pria, e não -ue se medicam por conta pr>pria'
95PD Letra c
?e/a o trec*o seuinte, extra#do do primeiro par0ra"o3 G'''mas esse pro&$ema
/amais atiniu contornos tão preocupantes no Wrasi$ como atua$mente'H Fais
adiante, no seundo par0ra"o, e$e a"irma3 GDiante desse -uadro, o m(dico tem o
dever de a$ertar a popu$ação para os perios'''H
96;D Letra e
=rata,se de radicais de oriem $atina ou rea muito uti$i)ados em portuu!s' O
e$emento cale, da pa$avra cálcio, ( de oriem $atina e sini"ica pedra calcária.
Para osso, na $#nua portuuesa, temos o reo oste(o), como em osteo$oia, e o
$atim oss, como em ossada'
965D Letra a
A con/unção /0 que Imais precisamente uma $ocução con/untivaD, na passaem
destacada, tem va$or de causa' Uma vez que pode ser usada em seu $uar sem
a$teração de sentido, pois tam&(m ( con/unção I$ocução con/untivaD causai' Na
$etra d, o -ue poderia su&stituir a pa$avra para ( a fim.
966D Letra e
As pa$avras pertencem ao mesmo campo semRntico -uando se associam, de
a$uma "orma, pe$o sentido' Por exemp$o3 "$or, /ardim, espin*o, per"ume+ não são
sinEnimas, estão $iadas por uma id(ia comum' Da mesma "orma, arsenal,
armas, guerra e combater; a pa$avra inveja não est0 associada semanticamente
2s outras'
96AD Letra &
O pr>prio ver&o acreditar encerra esse car0ter de su&/etividade' Msado na Ia
pessoa do sinu$ar, con"ere o va$or meramente opinativo para o autor do texto'
96:D Letra &
A expressão das vendas reali.adas sem receita m!dica, amp$ia, esc$arece a
sini"icação de da venda $ivre de seus produtos. 1a&e 2 $ocução isto é $iar as
duas' =em, pois, car0ter exp$icativo'
969D Letra &
J0 trec*os -ue /usti"icam p$enamente o a&arito, em&ora nem "osse necess0rio
cit0,$os, em "unção do -ue o texto como um todo nos apresenta' Nas $in*as 55 e
56, encontramos3 G'''o m(dico tem o dever de a$ertar a popu$ação'''H' Nas $in*as
56 e 5A3 G'''sem -ue necessariamente "aça /unto com essas advert!ncias'''H
96@D Letra a
Kuem escreve ( um m(dico' Jouve então a preocupação, por parte de$e, de -ue o
$eitor não pensasse -ue a intenção do autor era conseuir novos c$ientes,
exatamente a-ue$es -ue deixassem de se automedicar para procurar um m(dico'
Isso seria, sem d%vida, "a$ta de (tica'
:;:
Texto LXXIV
96BD Letra a
A *ist>ria toda ira em torno desses dois personaens, sendo -ue a mu$*er tem
menos importRncia no texto, /0 -ue não inter"ere no re$acionamento do anima$
com a "am#$ia+ por e$a "icaria tudo na mesma, at( o "im' Assim, o t#tu$o "a) a$usão
aos dois personaens centrais'
968D Letra e
A pa$avra maus,tratos pressup.e a$um dano "#sico a um ser -ua$-uer' O *omem
se $imitava a trocar, por -uestão de economia, o a$imento da a$in*a, mas e$a não
"icava sem comer' As outras opç.es são "aci$mente $oca$i)adas no texto'
96PD Letra &
A resposta se /usti"ica pe$o "ato de a a$in*a continuar pondo os ovos, apesar de
perder as rea$ias a$imentares' E$a se con"ormava com a situação e prosseuia na
sua "unção de poedeira de ovos de ouro'
9A;D Letra c
A passaem em desta-ue no enunciado nos di) -ue o *omem era dono de uma
a$in*a' Na $etra a, a"irma,se -ue a a$in*a vivia com o *omem, o -ue não -uer
di)er -ue e$e "osse seu dono' Na $etra &, *0 uma enera$i)ação3 o *omem cria
a$in*as, não apenas a-ue$a da *ist>ria, a$terando,se o sentido do trec*o' A $etra
d ( desca&ida' A $etra e pode con"undir um pouco+ o "ato de o *omem criar uma
a$in*a não arante -ue se/a e$e seu dono3 pode,se criar um anima$ para uma
terceira pessoa'
9A5D Letra d
Essa expressão ( muito uti$i)ada em *ist>rias in"antis exatamente com a "unção
de indeterminar o tempo em -ue e$a se passa'
9A6D Letra c
A in"ormação de -ue a a$in*a &otou um ovo de ouro, "ato -ue a tornava um ser
especia$, ( dada ap>s a "rase destacada no enunciado' Portanto, at( a$i, tratava,se
de uma a$in*a norma$, como -ua$-uer outra'
9AAD Letra d
A resposta est0 presente, sem marem a d%vidas, no terceiro per#odo do texto3
GMm dia a a$in*a &otou um ovo de ouroH' E, como se o&serva pe$o desenro$ar da
narrativa, não mais parou' A $etra c "a$a em &otar ovos de ouro antes da (poca
pr>pria, mas não existe essa (poca, pEs &otar ovos de ouro ( uma "antasia+ o texto
tem como &ase uma "amosa *ist>ria in"anti$, a de Toão e o p( de "ei/ão'
9A:D Letra d
Os dois %$timos per#odos do primeiro par0ra"o podem "undir,se em um s>3 o
*omem ficou contente porque um dia a galin*a botou um ovo de ouro. A primeira
oração se c*ama principa$, e a seunda, começada por por-ue, su&ordinada
adver&ia$ causa$' Loo, o "ato de a a$in*a ter &otado um ovo de ouro teve como
conse-L!ncia o "ato de o *omem "icar contente'
9A9D Letra c
Mma das "unç.es principais do travessão ( indicar a "a$a do inter$ocutor' E$e (
usado in%meras ve)es no texto, pois o *omem e a mu$*er conversam no decorrer
da narrativa'
9A@D Letra a
:;9
A primeira provid!ncia da mu$*er, $oo ap>s a a$in*a &otar um ovo de ouro, "oi
dar,$*e minau, pão,de,$> e sorvete IY' B e 8D'
9ABD Letra c
Evidentemente, as opç.es &ee são a&surdas' Não poderia ser nem o *omem, nem
a mu$*er Iopç.es a e dD pois, como personaens, sua "a$a seria introdu)ida por
um travessão, ou mesmo co$ocada entre aspas' Outra possi&i$idade de um de$es
ser o respons0ve$ seria a construção da "rase com discurso indireto+ não ( o caso3
as pa$avras são mesmo do narrador'
Texto LXXV
9A8D Letra a
O autor do artio $em&ra, no sexto par0ra"o, -ue os criminosos são tidos como
Gcoitadin*os, v#timas do sistemaH' No mesmo par0ra"o, demonstra indinação e
a"irma -ue coitadin*os são Gos mi$*.es de &rasi$eiros -ue so&revivem com
sa$0rios o&scenamente &aixos'''H' Assim, o t#tu$o se re"ere aos dois tipos de
Gcoitadin*osH, da# o dup$o sentido presente ne$e'
9APDLetra & ,
A "rase do Tui) titu$ar da ?ara de Execuç.es Penais demonstra a impot!ncia da
/ustiça e da sociedade em era$ diante do crime orani)ado+ assim, a sociedade se
encontra, nos di)eres do autor, anestesiada e derrotada, ou se/a, vendo as coisas
ruins acontecerem sem poder "a)er nada'
9:;D Letra d
A $etra a não ca&e como resposta, pois numa par0"rase não pode *aver a$teração
de sentido' A opção & pode $evar a erro+ a pa$avra principalmente, no trec*o
destacado, indica -ue *0 outros, a$(m dos coitadin*os de verdade, para os -uais a
dinidade tem de ser restaurada, en-uanto a a$ternativa $imita a extensão do
pronome todos aos coitadin*os de verdade' A $etra c est0 errada, por-ue a
con/unção ou tem va$or de a$ternRncia, e não de adição' A opção e cont(m erro /0
-ue, como comentamos, a dinidade deve ser restaurada para todos, não apenas
para os coitadin*os de verdade' O a&arito rea$mente ( a a$ternativa d, pois o uso
de um idioma estraneiro con"ere uma certa pompa 2 expressão, -ue na rea$idade
se re"ere a criminosos'
9:5D Letra d
Eis a-ui um empreo curioso do adv(r&io sim. O autor d0 sua opinião so&re a$o
po$!mico' 1omo -ue prevendo poss#veis o&/eç.es e -uerendo -ue sua opinião
se/a aceita por todos, e$e se uti$i)a da pa$avra como uma esp(cie de re"orço' Q
como se e$e dissesse3 não adianta ac*arem o contr0rio, e$es merecem sim'
9:6D Letra a
A id(ia ( a seuinte3 o /ui) dissera -ue a trans"er!ncia de presos não reso$veria o
pro&$ema' No in#cio do par0ra"o seuinte, o autor escreve3 GDiamos -ue não
reso$vaH' 1om o ver&o digamos, e$e apresenta uma *ip>tese+ ( uma *ip>tese
so&re um "ato "uturo I-ue não reso$va, -ue não ven*a no "uturo a ser reso$vidoD'
7> -ue o texto vai contra,arumentar, como se v! no trec*o3 GFas não merecem
um microrama -ue se/a de privi$(ios, entre e$es o de determinar onde cada um
de$es "ica preso'H Ou se/a, ta$ve) a trans"er!ncia não reso$va, mas não se pode
permitir -ue os pr>prios presos esco$*am onde -uerem "icar'
9:AD Letra c
:;@
GAdor0veis sen*oresH são os &andidos' 1omo &andido não tem nada de ador0ve$,
o autor usou a expressão -uerendo di)er exatamente o contr0rio' Isso s> pode ser
perce&ido no contexto'
9::D Letra a
Kuestão de coesão textua$' A pa$avra que, na a$ternativa a, não se re"ere a
nen*um e$emento anterior' E$a "a) parte da $ocução con/untiva por mais que,
com a interca$ação do ad/etivo hediondos. Por mais que ( o mesmo -ue embora:
em&ora ten*am sido *ediondos'''
Texto LXXVI
9:9D Letra c
A resposta da -uestão se encontra na passaem3 G'''a redução da vio$!ncia exie
mudança pro"unda no en"o-ue da administração dos pro&$emas sociais pe$os
overnos "edera$, estadua$ e municipa$'H A $etra c, -ue ( o a&arito, ( um resumo
desse trec*o'
9:@D Letra a
Apesar de e não obstante são express.es de va$or concessivo' Q uma -uestão de
sinEnimos' ?e/a outro exemp$o3 apesar do calor, usou o agasal*o -não obstante
o calor, usou o agasal*o/. As duas partes da "rase são opostas3 não se usa,
norma$mente, aasa$*o -uando "a) ca$or'
9:BD Letra c
O seundo par0ra"o apresenta um arumento de cun*o socia$3 o "ato de
morrerem, no pa#s, em de) anos, mais pessoas do -ue nas uerras do =imor Leste
e de fosovo /untas' Os dois %$timos mostram arumentos de cun*o econEmico,
ao citar, em d>$ares, o custo da vio$!ncia'
9:8D Letra &
Nen*um escritor ( o&riado a exp$icar o sini"icado das si$as -ue porventura
uti$i)e' 7e e$e -uiser, não exp$ica nen*uma, mesmo -ue seu $eitor não entenda
nada do -ue e$e escreve' Assim, para o redator, *ouve necessidade de exp$icar
a$umas' Q s> uma -uestão de &om senso'
9:PD Letra c
A expressão e em menos tempo re"orça a id(ia da vio$!ncia, /0 evidente pe$o "ato
de morrerem mais pessoas no pa#s do -ue na-ue$as duas uerras /untas' Kuer
di)er3 a$(m de morrerem mais pessoas, as mortes ocorreram num espaço de
tempo menor do -ue o das uerras citadas' Assim, torna,se c$ara a exaerada
intensidade da vio$!ncia no pa#s'
99;D Letra e
O estado de 7ão Pau$o ( citado no texto em virtude dos a$tos #ndices de vio$!ncia
-ue a&ria' =ão a$tos, -ue seus custos a$cançam cerca de A^ do PIW' Loo, "ica
evidente -ue a vio$!ncia nesse estado co$a&ora, como se v! na a$ternativa e, para
a e$evação dos #ndices de vio$!ncia no pa#s'
Texto LXXVII
995D Letra a
O -ue se -uer com esta -uestão ( -ue se co$o-uem, no t#tu$o, os ad/etivos
propostos, como a comp$et0,$o' Autoritário ( um ad/etivo -ue sini"ica
dominador, ditatoria$, impositivo' =er#amos, desse modo3 -ue pa#s autorit0rio!
:;B
Não ( essa a id(ia do texto3 ne$e nada suere -ue o pa#s se/a autorit0rio' Fas (,
sem d%vida, in/usto, estran*o, desiua$ e incoerente'
996D Letra d
As opç.es a, c e e especi"icam os astos3 com a educação, com sa$0rios da c$asse
po$#tica e com investimentos' A opção & pode causar pro&$emas+ na rea$idade, e$a
tam&(m especi"ica, pois pagamentos governamentais são apenas uma esp(cie de
despesa p%&$ica3 a despesa -ue o Coverno tem com paamentos Imas *0 outros
astos do Coverno a$(m de paamentosD' A resposta ( a $etra d, pois os astos
p%&$icos são -uais-uer movimentaç.es "inanceiras -ue o overno "aça, isto (, são
astos erais do Coverno'
99AD Letra a
Em&ora não *a/a no texto e$ementos reais para se comprovar a resposta Ive/a -ue
o enunciado di) Gmais p$aus#ve$HD, d0 para se c*ear a e$a por e$iminação' Q a
mais $>ica de todas'
99:D Letra e
=!m rande cara de su&/etivismo Iopinião do autorD, pe$a ordem de
aparecimento3 &ar&aridades, $oucura, *umi$*antes, de$#rio'
Essas pa$avras estão no texto por conta do emociona$ do autor' Na opção e,
nen*uma pa$avra possui seme$*ante caracter#stica'
999D Letra c
7eundo o texto, o Orçamento da Mnião ( um documento -ue prev! os astos
com a 1Rmara, com o 7enado, com a 7a%de e com a Educação' Não autori)a
asto nen*um, como di) a $etra d, apenas mostra a movimentação "inanceira' As
outras opç.es se exc$uem natura$mente'
99@D Letra a
O texto tem como "ina$idade in"ormar os seus $eitores' Q o&/etivo por ser um
texto /orna$#stico' Não se pode a"irmar -ue os dados apresentados são imprecisos
e irrespons0veis, nem -ue escondem pro&$emas do Coverno+ nada no texto suere
isso' =am&(m não *0 e$ementos -ue diam ser desnecess0rios os astos com a
c$asse po$#tica, mas sim desproporcionais aos dos indiv#duos em era$' A %$tima
opção ( desca&ida'
99BD Letra a
=udo na 1Rmara ocorre em "unção da atividade dos deputados, mesmo por-ue
sem e$es não *averia a 1Rmara' Assim, dividindo,se a despesa era$ da 1Rmara
Isa$0rio de deputados, assessores e "uncion0rios, materiais uti$i)ados, c>pias
xeror0"icas etc'D pe$o n%mero de deputados, c*ea,se ao -ue cada deputado
custa ao pa#s'
998D Letra c
O termo ru&ricas ( t(cnico e se re"ere aos v0rios itens do Orçamento' O autor
"a$ara, at( a$i, so&re os astos com a 1Rmara e o 7enado, expressos por n%meros
astronEmicos' <a) então uma comparação com outras ru&ricas, -ue são a sa%de e
a educação' A di"erença ( tão &ruta$, -ue o autor considerou um de$#rio os
imensos astos com a 1Rmara e o 7enado'
Texto LXXVIII
99PD Letra c
:;8
O dever -ue a imprensa tem de investiar IY' PD caracteri)a a intromissão de -ue
nos "a$a o artio' Mma de suas virtudes aparece $oo depois, no trec*o3 GFesmo
-ue, 2s ve)es, e$es este/am enterrados em pontos remotos de suas &iora"ias'H Por
isso, a resposta ( a $etra c'
9@;D Letra &
7e e$a peca mais pe$a omissão, ( por-ue e$a se omite mais do -ue se intromete,
isto (, e$a se intromete pouco' Por(m, nen*uma a$ternativa apresenta esse
para$e$o' A $etra d, por exemp$o, inverte os "atores' Na rea$idade, não interessa se
*0 mais intromissão ou mais omissão, e sim -ue as duas coisas existem3 e$a tanto
peca por uma, -uanto por outra' Dessa "orma, o a&arito s> pode ser a $etra &'
9@5D Letra d
A resposta se ac*a no trec*o3 GEsta revista marcou sua presença na vida &rasi$eira
/ustamente pe$a convicção -ue esse ( um risco -ue va$e a pena correr'H Risco de
-u!S De investiar' Ou se/a, o risco -ue os >rãos de imprensa correm com sua
investiação IGrisco de parecer persecut>rios ou de estar patrocinando
campan*as'''HD'
9@6D Letra c
A resposta se encontra, n#tida, no trec*o3 GEsta revista marcou sua presença na
vida &rasi$eira'''H
Texto LXXIX
9@AD Letra &
O *omem, seundo o texto, não ae como o cão3 se "or &ene"iciado por voc!, e$e
$*e "ar0 a$uma coisa de ruim' Q o sentimento c*amado inratidão, -ue consiste
em não recon*ecer o &ene"#cio rece&ido'
9@:D Letra d
Famigerado ( o mesmo -ue "amoso+ moribundo o -ue est0 morrendo+ defunto o
-ue /0 morreu+ necessitado o -ue tem necessidade+ faminto, da a$ternativa d, ( o
-ue tem "ome' A oração ad/etiva que morre de fome representa uma *ip(r&o$e,
um exaero, mas e-Liva$e a "aminto'
9@9D Letra &
A pa$avra se tem va$or nociona$ de condição, e-Liva$endo a caso+ a con/unção e
tem va$or semRntico de adição+ que ( pronome re$ativo, não tem va$or nociona$+ a
preposição entre, -ue introdu) um comp$emento nomina$, não tem va$or
semRntico' Na a$ternativa &, -ue ! a resposta, a preposição de introdu) um
ad/unto adver&ia$ de causa, podendo,se di)er3 morre por causa da "ome' Assim,
seu va$or nociona$ ou semRntico ( de causa'
9@@D Letra d
Kuestão de coesão textua$' A oração e o tornar pr'spero e-uiva$e a e tornar o
cac*orro pr'spero. T0 a oração ele não o morderá va$e por ele não morderá
voc,. Assim, usando uma $inuaem muito comum em concursos, cachorro e
você são os re"erentes dos pronomes 0tonos usados adiante'
9@BD Letra e
Fero recurso esti$#stico' 7empre -ue poss#ve$, o escritor usa sinEnimos ou
express.es e-uiva$entes para não repetir en"adon*amente determinados termos'
Vs ve)es, ( &om -ue se dia, "a) exatamente o contr0rio3 repete para criar
:;P
expressividade' As -uatro primeiras opç.es são "aci$mente descartadas, e a
resposta s> pode ser a $etra e'
9@8D Letra d
No texto, o ver&o tornar, em&ora transitivo direto Iseu o&/eto direto ( o pronome
oD tem o va$or de transformar, isto (, indica -ue seu o&/eto direto so"re uma
trans"ormação+ est0 acompan*ado de um predicativo, a pa$avra próspero. Na
$etra a, o predicativo ( armas; na b, rico; na c, estrangeiro; na e, impacientes.
Na opção d, não *0 predicativo por-ue o ver&o tornar ( um simp$es ver&o
auxi$iar, com o sentido de vo$tar Inunca mais vo$tou a "a$arD'
Texto LXXX
9@PD Letra &
Os p>$os da divisão a -ue se re"ere o enunciado da -uestão são a vida &oa e o
sucesso' Assim, podemos $oca$i)ar, ao $ono do texto, os pares assina$ados em
cada a$ternativa' Opção a3 G'''sa&er#amos aceitar nossa condição'''H IY' BD+ G'''no
-ua$ nossa condição poderia ser mudada e me$*orada'''HIY' 8YPD' Opção c3 GA vida
&oa, em princ#pio, ( o idea$ de "e$icidade das sociedades tradicionais'''H IY'
5AY5:D+ G'''e era o idea$ da nossa antes da modernidade'''H IY' 5:D' Opção d3 GPara
a vida &oa, ( necess0rio satis"a)er o essencia$'''H IY' 59Y5@D+ G'''ser insatis"eito (
ser moderno'H IY' 6AD' Opção e3 G'''a di"erença correta entre as pessoas e o rupo
socia$3 bos &rasi$eirosb não são a mesma coisa -ue bas pessoasb no Wrasi$'H IY'
:8Y:PD' A opção b não tem apoio no texto'
9B;D Letra e
A opção a ( pressuposta pe$o trec*o3 G'''e era o idea$ da nossa antes da
modernidade'''H IY' 5:D' A opção & ( pressuposta no trec*o3 G1omo ( poss#ve$SH
IY' A5D' A opção c ( pressuposta pe$a passaem3 GPode, entretanto, parecer
contradit>ria a essas a resposta'''H IY' ::Y:9D+ o ver&o pode pressup.e -ue *a/a
contradiç.es aparentes e contradiç.es não aparentes' A opção d ! pressuposta no
trec*o3 G7urpreendentemente, os entrevistados parecem "a)er a di"erença
correta'''H IY' :BY:8D' O -ue se a"irma na opção e não ( pressuposto por nen*uma
passaem do texto'
9B5D Letra c
Kuestão de coesão textua$' Na $in*a 6P, a expressão em recente pesquisa ( um
ad/unto adver&ia$ sem -ua$-uer $iação com e$ementos passados ou -ue virão no
texto' Nas outras opç.es, temos o seuinte3 em suma introdu) um resumo do -ue
"oi dito antes+ ao contrário esta&e$ece oposição entre o idea$ de vida &oa Itodo o
par0ra"o anteriorD e o idea$ de sucesso+ mas $ia sua oração ao per#odo anterior,
criando uma id(ia de adversidade, oposição+ então, com va$or de conc$usão
Ie-Liva$e a portanto), $ia a $eitura "eita por Ro&erto da Fatta 2 pes-uisa citada
no par0ra"o anterior'
9B6D Letra a
Dispensadora de destinos -uer di)er que concede destinos, a que faz concessão
de destinos. O termo O que conta -uer di)er o que vale, o que tem relevância.
Da# a resposta ser a $etra a'
9BAD Letra c
Kuestão de coesão textua$' A primeira corre$ação ( errada, pois o pronome
re$ativo que re"ere,se a mundo, e não a desejo. A seunda ( correta, pois o
:5;
pronome re$ativo que Iiua$ a a qual) tem como antecedente a pa$avra procura.
A terceira ( correta, pois o pronome re$ativo que Iiua$ a os quais) tem como
antecedente o su&stantivo itens. A -uarta ( errada por-ue o pronome re$ativo 2
qual Ina rea$idade preposição a mais pronome a qual) tem como antecedente
pergunta, e não resposta Inão se d0 resposta a uma resposta, mas a uma
peruntaD' A -uinta ( correta pois o pronome re$ativo que Iiua$ a a qual) re"ere,
se 2 pa$avra comunidade. Resumindo, estão corretas a 6a, a Aa e a 9a+ erradas a
Ia e a :a' Por isso o a&arito ( a $etra c, -ue di) *aver dois erros'
9B:D Letra e
A preposição com pode ser su&stitu#da sem a$teração de sentido por sob: so& a
condição de não -uerer demais' =am&(m poderia ser trocada por em: na condição
de não -uerer demais'
Texto LXXXI
9B9D Letra d
A expressão aperto fiscal ( &astante usada *o/e em dia e se re"ere a maior
arrecadação "isca$ de -ue o overno necessita para cumprir suas o&riaç.es' A
pa$avra aperto se deve ao "ato de -ue o contri&uinte ser0 a"etado, pois ( e$e -ue
paa impostos e ter0 de paar mais ainda'
9B@D Letra e
O t#tu$o de -ua$-uer texto /orna$#stico procura prender a atenção do $eitor, para
-ue e$e $eia a mat(ria' En"im, tem de ser a$o -ue desperte o interesse' No caso
do t#tu$o -ue estamos ana$isando, e$e desperta o interesse dos $eitores, pois
destaca a$o , o crescimento da d#vida p%&$ica , -ue pode a"etar diretamente a
vida de cada um'
9BBD Letra &
A caracter#stica maior de um texto in"ormativo ( a o&/etividade' 7ua "ina$idade,
como o nome di), ( in"ormar com precisão e credi&i$idade' Este texto em especia$
apresenta dados precisos e cita oranismos nacionais e estraneiros, &em como
pessoas renomadas e capacitadas para discorrer so&re o tema' Ana$isando as
outras opç.es, temos o seuinte3 a opção a ( "aci$mente descartada+ a c contraria
a o&/etividade de um texto in"ormativo, -ue não tenta criar suspense a$um+ a d
"a$a -ue o texto trata de a$o do dom#nio comum, o -ue não ! verdade3 poucas
pessoas entendem rea$mente do assunto a&ordado+ "ina$mente, a e "a$a de
interesse momentRneo, o -ue ( "a$so, pois um aperto "isca$ pode se pro$onar por
muitos anos, a"etando a vida das pessoas não apenas no momento em -ue o texto
( pu&$icado'
9B8D Letra c
1omo ( um texto in"ormativo, apresentando dados e a opinião de especia$istas,
seu $eitor &usca ne$e exatamente uma atua$i)ação de con*ecimentos' Repito3
trata,se de um texto in"ormativo, -uem o $! -uer somar as in"ormaç.es ne$e
contidas 2s suas pr>prias'
9BPD $etra e
O autor "a$a apenas do setor p%&$ico+ não *0 se-uer a$us.es 2 iniciativa privada'
Portanto, o a&arito s> pode ser a $etra e' As a$ternativas &, c e d são parecidas e
se encontram disseminadas no texto, -ue tem como tema a situação econEmica
:55
do pa#s' A $etra a ( c$ara, pois o texto ( cuidadoso com as in"ormaç.es, a&onadas
por especia$istas e oranismos con*ecidos'
98;D Letra c
Q, como /0 dissemos, uma t(cnica -ue determinados escritores uti$i)am, para -ue
o p%&$ico de um modo era$ possa compreender o texto' Fas não ( um
procedimento o&riat>rio'
985D Letra e
O parRmetro uti$i)ado pe$o autor para indicar o crescimento da d#vida ( o PIW' O
me$*or trec*o em -ue isso se veri"ica ( GNeste m!s, a d#vida deve superar os 9A^
do PIW'''H IY' :D'
986D Letra e
Na opção a, a ameaça ( o aperto "isca$+ na &, o -ue o overno poder0 vir a "a)er
para erar an*os Iera$mente do &o$so do tra&a$*adorD+ na c, o crescimento
iminente da d#vida+ na d, o aumento do super0vit prim0rio' T0 na a$ternativa e não
existe -ua$-uer tipo de ameaça 2 popu$ação'
98AD Letra c
Kuestão de voca&u$0rio' Superávit ( um $atinismo -ue se op.e a déficit e -uer
di)er a di"erença para mais entre uma receita IarrecadaçãoD e uma despesa' A
di"erença para menos ( o déficit.
98:D Letra &
Kuestão de par0"rase' As a$ternativas a, d e e a$teram "$arantemente o sentido do
trec*o oriina$' A $etra &, -ue ( a resposta, mant(m o sentido da passaem'
1ontudo, a $etra c tam&(m parece manter o sini"icado' J0 duas coisas na opção
-ue devem c*amar nossa atenção' Di)endo se a dvida crescer at! MLY do PRC,
tem,se a id(ia de -ue a d#vida vai aumentar o e-uiva$ente a 9:^ do PIW, ou se/a,
seria somada a e$a a importRncia correspondente a 9:^ do PIW' O certo ( di)er
se a dvida crescer a at! MLY do PRC, isto (, o $imite Itra)ido pe$a preposição aD
seria um va$or e-uiva$ente a 9:^ do PIW' Mma outra coisa ( -ue, com a ordem
dada aos termos da "rase, o pronome seu "icou am&#uo3 re"ere,se 2 d#vida ou ao
PIWS
Texto LXXXII
989D Letra c
O autor do texto "a$a de *0&itos a$imentares de v0rios povos di"erentes' 1ada um
come uma coisa e não admite comer outra' Assim, o %$timo per#odo tira uma
conc$usão, en$o&ando, na pa$avra todos, os povos citados anteriormente'
98@D Letra &
A pa$avra onívoro ( "ormada por dois e$ementos $atinos3 oni Itudo, todosD e voro
Io -ue comeD' Assim, onívoro ( o -ue come tudo' O enunciado di) -ue o *omem
não ( on#voro, então e$e não come tudo'
98BD Letra a
A simp$es inserção da "orma ver&a$ era, proposta na opção a, e$imina a
am&iLidade' Fas -ua$ era a am&iLidadeS A "rase oriina$ tem dois sentidos3 o
*omem contempor?neo não ! onvoro como era seu antepassado pr!1*ist'rico ou
o *omem contempor?neo não ! onvoro como não era seu antepassado pr!1
*ist'rico. Msando,se era ou não era damos um s> sentido ao trec*o'
988D Letra c
:56
<iurar na co)in*a de a$u(m -uer di)er "a)er parte de sua a$imentação, de seu
card0pio' 7e nem todos os animais e veetais da reião "a)em parte da sua
a$imentação, ( por-ue a$uns não são comidos por e$e, en-uanto outros são,
racioc#nio -ue $eva 2 a$ternativa c'
98PD Letra d
Os povos do Oriente são citados como exemp$o de devoradores de a"an*otos,
$arvas e &esouros, mas o texto não di) do -ue e$es não ostam+ então e$es podem
ser on#voros, o -ue contraria a tese do texto, expressa no primeiro per#odo'
9P;D Letra a
Hindu ( sinEnimo de indiano, o *a&itante da #ndia' A pa$avra não se ap$ica
apenas 2 re$iião con*ecida como hinduísmo.
9P5DLetra c
Kuestão de voca&u$0rio' A pa$avra urbano ( o ad/etivo re"erente 2 cidade'
Urbano ( o contr0rio de rural, -ue di) respeito ao campo' Assim, o *omem
ur&ano ( o da cidade, ( o não,rura$'
Texto LXXXIII
9P6D Letra d
O enunciado da -uestão se re"ere apenas ao t#tu$o' A $etra a pode ser e$iminada,
pois "a$a de rande parte da popu$ação, e o t#tu$o di) de todos+ a$(m disso, e$a se
re"ere aos in%meros miser0veis de nossa popu$ação, o -ue não se dedu) do t#tu$o,
mesmo por-ue nem todos são miser0veis' As $etras b e c podem ser "aci$mente
descartadas' A $etra e "a$a -ue a po&re)a atine a todos, o -ue sa&emos não ser
verdadeiro' Então o t#tu$o s> pode estar se re"erindo 2 preocupação e 2
responsa&i$idade -ue todos n>s temos diante da mis(ria'
9PAD Letra &
Essa "rase ( o -ue se con*ece como t>pico "rasa$, a-ue$a co$ocação -ue ser0
ana$isada e amp$iada ao $ono do texto' Re$endo,o atentamente, veremos -ue
tudo ira em torno da resist!ncia da mis(ria+ as coisas ruins me$*oraram no pa#s,
menos e$a'
9P:D Letra a
O -ue se a"irma na opção a não se encontra no texto' ?e/amos as a"irmaç.es
contidas nas outras opç.es3 $etra &3 GA mais assustadora dessas mani"estaç.es ( a
crimina$idade'''H IY' 5PY6;D+ $etra c3 G'''este/a con"inada a &o$s.es invis#veis aos
o$*os dos &rasi$eiros mais &em posicionados na esca$a socia$'''H IY' 5@Y5BD+ $etra
d3 G1omo entender a resist!ncia da mis(ria no Wrasi$'''H IY' 5D e G'''en-uanto a
mis(ria se mantin*a mais ou menos do mesmo taman*o, todos os indicadores
sociais &rasi$eiros me$*oraram'H -l. AY:D+ $etra e3 GNo decorrer das %$timas
d(cadas, en-uanto a mis(ria se mantin*a mais ou menos do mesmo taman*o'''H
IY' 6,:D'
9P9D Letra a
As a$ternativas &, c, d e e cortam in"ormaç.es importantes e apresentam outras,
acess>rias, -ue não devem "iurar em um &om resumo' A opção a ( a resposta
pois a "rase ( c$ara e o&/etiva, tradu)indo "ie$mente o -ue se di) nas sete $in*a
iniciais do texto'
9P@D Letra &
:5A
?amos $oca$i)ar no texto3 freqüência escolar: $in*as 9 e @+ mortalidade infantil:
$in*as @ a 8+ analfabetismo: $in*as @ a 8+ desempenho econômico: $in*as 8 e P'
Kuanto 2 liderança diplomática, não *0 no texto re"er!ncia 2 -uantidade+ nas
$in*as P e 5;, $!,se, apenas3 GNo campo dip$om0tico, começa a exercitar seus
m%scu$os' ?em "irmando uma inconteste $iderança po$#tica'''H
9PBD Letra c
Q uma imaem uti$i)ada pe$o autor' Exercitar os músculos ( uma expressão
meta">rica+ seria preparar,se para exercer uma "unção di"#ci$, da mesma "orma
-ue se preparam os m%scu$os para uma disputa "#sica' Atente para o empreo do
ver&o começa, &atendo com está iniciando, da a$ternativa c'
9P8D Letra c
A resposta est0 no primeiro per#odo do seundo par0ra"o' ?e/a a estrutura3
Embora inicia a primeira oração do per#odo, cu/a principa$ se encontra mais
adiante3 a miséria é onipresente. O texto poderia ter uma outra ordem3 A mis!ria
! onipresente, embora em algumas de suas ocorr,ncias...
9PPD Letra a
A -uestão se &aseia no empreo de antEnimos, uma ve) -ue a primeira parte das
"rases ( sempre precedida de não. 7ão antEnimos3 ap0ticaYdinRmica,
vita$Ydesimportante, universa$Yparticu$ar, amp$iadaYredu)ida' Na $etra a,
superficial não ( antEnimo de geral, e sim de profunda. O antEnimo de geral (
particular.
Texto LXXXIV
@;;D Letra c
Ao di)er3 GA ci!ncia ( o %nico campo do con*ecimento *umano com
caracter#stica proressista'H IY' AY:D, o autor co$oca a ci!ncia acima de tudo Iarte,
re$iião etcD' Ao arumentar ao $ono do texto, "a) comparaç.es da ci!ncia com
esses outros sementos da sociedade, como -ue para mostrar 2s pessoas -ue
a-ui$o em -ue e$as tanto acreditam são in"eriores 2 ci!ncia'
@;5D Letra a
Ao mencionar o voc0&u$o progresso, o autor retoma um termo usado $in*as atr0s,
na tentativa de ressa$tar a o&/etividade do seu empreo e, conse-Lentemente, da
pr>pria ci!ncia'
@;6D Letra a
Kuestão de semRntica, -ue re-uer con*ecimento das pa$avras' Obsoleto ( um
ad/etivo -ue sini"ica "ora de uso, anti-uado'
@;AD Letra d
As $etras a, c e e podem ser "aci$mente descartadas' As outras duas ta$ve) traam
a$uma con"usão' A $etra b "a$a de mudança cont#nua, o -ue de certa "orma ocorre
com a ci!ncia' Por(m mudança ( um termo vao, podendo re"erir,se a a$o
me$*or ou pior' O texto "a$a em trans"ormação para me$*or' 7e a pessoa se
precipitar e não vo$tar ao texto, anotar0 essa opção' ?e/amos como a resposta est0
evidente na seuinte passaem3 G=em caracter#sticas de autocorreção -ue operam
como a se$eção natura$'H -l. 55Y56D' A pa$avra autocorreção ( uti$i)ada na
a$ternativa d' Não se deixe $evar pe$a primeira impressão tra)ida pe$as
a$ternativas' ?o$te sempre ao texto, para con"erir'
@;:D Letra e
:5:
O e$emento auto da pa$avra autocorreção ( de oriem rea e sini"ica de si
mesmo, por si mesmo' A pa$avra -uer di)er a correção de si mesma, e$a pr>pria
se corriindo' Autoestão e autocr#tica não o"erecem di"icu$dade+ $itera$mente,
autômato ( uma m0-uina -ue ae por si mesma+ autópsia Iou aut>psiaD -uer
di)er exame de si mesmo' T0 na pa$avra autódromo, auto ( redução de
automóvel e dromo sini"ica $uar de corrida' Por isso a resposta ( a $etra e'
@;9D Letra d
Esta -uestão ( independente do texto, tomado apenas como e$emento motivador'
Q pro&$ema de sini"icado das pa$avras' Os astr>$oos tra&a$*am com os astros,
não no sentido cient#"ico da Astronomia, mas com re"er!ncia 2 Astro$oia+ os
m(diuns, como se v! no espiritismo e em outras "i$oso"ias, como a um&anda e o
candom&$(, $idam com entidades espirituais Itam&(m ca&eria esp#ritos
desencarnadosD+ os m#sticos não são apenas os esot(ricos, mas as outras pa$avras
se exc$uem natura$mente'
@;@D Letra d
A resposta se encontra no trec*o3 G=em caracter#sticas de autocorreção -ue
operam como a se$eção natura$'H A se$eção natura$ ( pertinente 2 Wio$oia' Fais
adiante, e$e di) -ue a ci!ncia tem essa capacidade, ao compar0,$a 2 nature)a' IY'
5AY5:D
@;BD Letra d
Kuestão de par0"rase' No trec*o em desta-ue, a ci!ncia ( comparada 2 nature)a
pe$a sua capacidade de preservar os an*os e erradicar os erros' Na a$ternativa d,
temos uma rande mudança de sentido, tra)ida pe$a posição do termo como a
natureza. Na nova "rase, a comparação ( "eita apenas com &ase na capacidade de
preservar os an*os, "icando a id(ia de -ue a nature)a não conseue erradicar os
erros'
Texto LXXXV
@;8D Letra a
A resposta est0 n#tida na passaem3 GE eis -ue &em ou ma$ e$e est0 a#, encerrando
de uma s> ve) a d(cada, o s(cu$o e o mi$!nio, dando in#cio a uma nova era, não
importa -ue o ca$end0rio dia o contr0rio+ miticamente, no imain0rio de todo
mundo, ( assim'H IY' 55,5:D A diver!ncia, em outras pa$avras, ( a seuinte3 para
o imain0rio do povo, o ano 6;;; inicia um novo s(cu$o e um novo mi$!nio+ para
o ca$end0rio o"icia$, isso s> ocorre no ano 6;;5'
@;PD Letra e
O ver&o sonhar pressup.e, por si s>, a id(ia de a$o distante, ne&u$oso, di"#ci$ de
a$cançar' =a$ id(ia vem re"orçada pe$a pa$avra imposs#ve$' Assim, a sensação de
imposs#ve$ ( /usti"icada pe$o a"astamento no tempo3 a$o muito distante da pessoa
parece um son*o, a$o inatin#ve$'
@5;D Letra e
Mm percurso acidentado e dram0tico ( a-ue$e de -uem so"re' O trec*o da $etra e,
no texto, inicia o re$ato das di"icu$dades e do so"rimento de &oa parte da
*umanidade no s(cu$o XX'
@55D Letra c
Num s(cu$o comp$icado, com uerras e carni"icinas em todas as rei.es do
$o&o, so&reviver con"ere, seundo o autor, Gum certo ar de vit>riaH' No %$timo
:59
par0ra"o, o trec*o -ue me$*or exp$ica esse instinto de so&reviv!ncia do *omem
(3 G'''demonstra -ue a vontade de vida da *umanidade ainda "oi maior do -ue sua
pu$são pe$a morte'H
@56D Letra &
A con/unção e, norma$mente aditiva, pode assumir va$or de adversativa, passando
a sini"icar mas, por(m, contudo, todavia, no entanto, entretranto etc' A
con/unção porque, -ue nunca ( adversativa, não pode ser usada no texto'
Texto LXXXVI
@5AD Letra a
Q uma -uestão ma$ "ormu$ada, pois não deixa n#tida a id(ia de descrição contida
no pret(rito imper"eito' Fas o pret(rito per"eito, por indicar uma ação extinta
praticada por um e$emento -ue não a sen*ora Ie a# temos personaensD, nos
permite c$assi"icar o trec*o como narrativo'
@5:D Letra a
O primeiro par0ra"o se $imita a mostrar o pro&$ema da sen*ora assa$tada -ue,
dias depois, atrope$a e mata o assa$tante' Q como uma introdução, -ue ser0
retomada e desenvo$vida nos par0ra"os seuintes' O&serve -ue essa exp$icitação
começa $oo no primeiro per#odo, $iado ao par0ra"o anterior pe$a pa$avra ela,
-ue se re"ere 2 vio$!ncia'
@59D Letra e
?amos $oca$i)ar o -ue se a"irma em cada a$ternativa' Opção a3 GE$a seue reras
pr>priasH IY' BD' Opção &3 G'''pois condu)em,se de acordo com o -ue estipu$am
ser o preceito corretoH IY' 69Y6@D' Opção c3 G'''condição pr(via para -ue -ua$-uer
atitude criminosa possa ser /usti"icada e $e#timaH IY' 68Y6PD' Opção d3 G1ria a
convicção t0cita de -ue o crime e a &ruta$idade são inevit0veisH IY' 56Y5AD'
@5@D Letra c
A resposta se ac*a no trec*o3 GEm primeiro $uar, ( preciso -ue a vio$!ncia se
torne corri-ueira para -ue a $ei deixe de ser conce&ida como o instrumento de
esco$*a na ap$icação da /ustiça'H IY' 5B,5PD Na rea$idade, o enunciado apenas
inverte o -ue aparece no trec*o' O rem(dio de -ue "a$a a -uestão ( Go
instrumento de esco$*a na ap$icação da /ustiçaH'
@5BD Letra b
No %$timo par0ra"o, o autor nos di) -ue -uando as $eis perdem o va$or
normativo e os meios $eais de coerção "icam sem a "orça -ue deveriam ter, cria,
se um v0cuo, um va)io' Então, Gindiv#duos e rupos passam a ar&itrar o -ue (
/usto ou in/usto'''H, isto (, tomam a $ei em suas mãos, /0 -ue e$a nada conseue
"a)er' Arbitrar o que ! justo ou injusto ! o mesmo -ue tomar a lei em suas mãos.
@58D Letra d
A cu$tura da vio$!ncia d0 oriem a sistemas morais particu$ari)ados, em
detrimento dos ideais comuns' Ou se/a, cada um reso$ve o pro&$ema 2 sua
maneira, e os ideais comuns deixam de existir'
@5PD Letra b
Kuestão de par0"rase, -ue pode enanar' Na rea$idade, o -ue ( re$ativi)ado ( o
va$or de in"ração do crime, e isso pode ser dito de v0rias maneiras' Na $etra &, a
simp$es troca do tempo ver&a$ I( ,q "oiD a$tera o sentido da "rase oriina$'
:5@
Texto LXXXVII
@6;D Letra d
A ci!ncia e a t(cnica não $evam em conta e$ementos propriamente *umanos,
como os sentimentos, -ue não podem ser medidos em $a&orat>rio, a re$iiosidade
etc' Importante para a so$ução da -uestão ( o trec*o3 G'''uti$i)adas como estão'''H'
?e/a -ue a id(ia ( -ue e$as deveriam ser uti$i)adas de outra "orma, não como
estão'
@65D Letra c
Q o va$or do pret(rito per"eito composto' Os tempos compostos são "ormados
pe$os auxi$iares ter ou haver e o partic#pio do ver&o principa$' A união do
presente ItemD com o partic#pio Ireve$adoD constitui o pret(rito per"eito composto'
O va$or desse tempo composto ( exatamente esse' O -ue se -uer di)er, para dar
outro exemp$o, com ele tem estudado muitoF Kue e$e vem estudando
repetidamente at( o momento presente'
@66D Letra &
Kuestão de sinon#mia' Ceticismo Iou cepticismoD ( o mesmo -ue descrença' Mma
pessoa c(tica ( a-ue$a -ue não cr!, descrente'
@6AD Letra d
O termo não s' Inão apenas, não somenteD pede em corre$ação mas também
Icomo tam&(mD, e o nexo entre as duas oraç.es ser0 de adição' Por exemp$o3
&ão s' pinta mas tamb!m comp4e, -ue -uer di)er pinta e comp4e.
@6:D Letra a
Para esse tipo de -uestão, procure ver -uem Iou o -ueD cont(m e -uem Iou o -ueD
est0 contido' 1ovens ( o termo era$+ estudantes, o espec#"ico' O termo
estudantes est0 contido no termo /ovens' ?e/a outro exemp$o3 tra&a$*ador Y
pedreiro' Trabalhador ( o termo era$, ( o -ue cont(m+ pedreiro ( o termo
espec#"ico, o -ue est0 contido'
@69D Letra d
Kuestão de par0"rase' Importante ( perce&er -ue o pronome ele re"ere,se a
protesto. As mani"estaç.es desse protesto eram mais c$amorosas no passado, mas
isso não -uer di)er -ue e$e, o protesto, ten*a perdido em intensidade e
universa$idade' Wem entendido o trec*o destacado, veri"ica,se -ue seu sentido
permanece na a$ternativa d'
@6@D Letra c
O protesto dos anos @; ( um "ato -ue tem como conse-L!ncia o terror dos anos
B;' As $etras a e d serviriam como resposta se os componentes estivessem
invertidos3 e"eitoYcausa e conse-LenteYantecedente'
Texto LXXXVIII
@6BD Letra e
Fuitas ve)es um texto se inicia com uma perunta 2 -ua$ não se dar0 nen*uma
resposta' Q s> uma "orma de introdu)ir um assunto e, ta$ve), prender a atenção do
$eitor' Este texto não "a$a de tempo exato, mas indeterminado Ipouco ou muitoD'
@68D Letra d
:5B
A pa$avra lugar-comum I( esta a ra"ia per"eita da pa$avra3 com *#"enD sini"ica
c*avão, coisa repetida, &atida, -ue todos usam' 7a&endo,se a sini"icação do
voc0&u$o, a resposta "ica "0ci$'
@6PD Letra &
?e/a a divisão das oraç.es, por meio de co$c*etes3 mQ $uar comum a a"irmaçãon
mde -ue a Tustiça ( $entan, mde -ue os processos /udiciais demoram
excessivamente'n A seunda oração apresenta uma a"irmação de ordem era$3 a
Tustiça ( $enta' A terceira, em re$ação a e$a, apresenta uma das coisas em -ue (
$enta, ou se/a, exp$icita a id(ia ne$a contida3 os processos /udiciais demoram
excessivamente'
@A;D Letra d
A resposta 2 -uestão se ac*a no trec*o3 G'''e contri&uem para tornar a $entidão
/udicia$ uma bverdadeb'H IY' : e 9D Kuer di)er, os meios de comunicação de massa
passam adiante essa id(ia, -ue o autor est0 -uestionando, de $entidão por parte da
Tustiça' Aos o$*os do povo, o -ue ( uma possi&i$idade passa a ser uma verdade' Q
uma cr#tica do autor aos meios de comunicação de massa'
@A5D Letra a
J0, natura$mente, outros meios de comunicação' Por(m, por seu rande a$cance,
os mais importantes são a imprensa escrita I/ornais e revistas, &asicamenteD, o
r0dio e a te$evisão' 1onvencionou,se c*am0,$os de meios de comunicação de
massa'
@A6D Letra e
O -ue se co$oca entre par!nteses "re-Lentemente se presta a dar esc$arecimentos
so&re termos passados no texto' Pe$a nature)a do artio e por serem &astante
con*ecidos das pessoas os meios de comunicação, o autor poderia, sim, ter
prescindido de "a)er a exp$icação'
@AAD Letra &
A posição in"$ex#ve$ dos meios de comunicação, seundo o autor, $eva as pessoas
a crer -ue a Tustiça ( $enta' Essa imaem neativa -ue e$es passam da Tustiça
poderia ser atenuada se *ouvesse uma ressa$va, com a$o "avor0ve$ a e$a' Assim,
o a&arito s> pode ser a $etra &'
@A:D Letra c
Q uma -uestão de sinon#mia e po$issemia' J0 pa$avras com v0rios sentidos+ "a),
se necess0rio ana$isar a "rase para se sa&er com -ua$ sentido um determinado
voc0&u$o est0 sendo empreado' 1omo vimos na -uestão anterior, ressa$va, no
texto, seria uma esp(cie de exceção, a$o &om em re$ação 2 Tustiça, acusada por
todos como $enta'
@A9D Letra c
J0 v0rios motivos para se co$ocar uma pa$avra ou expressão entre aspas'
O&serva,se, ao $ono do texto, -ue o autor não ac*a -ue a Tustiça se/a sempre
$enta' Assim, para deixar c$ara a sua posição, destaca o termo com as aspas,
c*amando a atenção para e$e, pois deve *aver um motivo para -ue se "aça ta$
coisa' 7em as aspas, poderia *aver a id(ia de -ue rea$mente, sem marem a
d%vidas, a Tustiça ( $enta'
@A@D Letra a
Não podemos a-ui nos ater somente ao trec*o destacado3 ( necess0rio vo$tar ao
texto' O pronome Os re"ere,se aos meios de comunicação de massa, citados no
par0ra"o anterior' Por 3s que assim procedem pode,se entender a-ue$es -ue
:58
repetem a o&servação Ia $entidão da TustiçaD, sem -ua$-uer ressa$va' Então,
seundo a passaem destacada, os -ue aem dessa "orma se apoiam, se /usti"icam
no rande n%mero de casos morosos da Tustiça' ?eri"ica,se -ue a $etra a di)
exatamente isso, com outras pa$avras'
@A BD Letra a
?amos destacar os arumentos presentes em cada a$ternativa' Na &3 tem
andamento c($ere+ na c3 terminam rapidamente+ na d3 mais r0pidos+ na e3 aca&a
ra)oave$mente depressa'
@A8D Letra d
Ao dar arantias de iua$dade, oportunidades para intervir e outras coisas mais, a
Tustiça retarda um pouco o andamento dos processos' Atente para o va$or
concessivo da $ocução apesar de' Poder#amos escrever assim3 apesar desses
"atores de morosidade, com "re-L!ncia os procedimentos /udiciais são mais
r0pidos'''
@APD Letra &
O Goutro $adoH da expressão ( exatamente quem sustente que a maioria dos
processos acaba ra.oavelmente depressa. Isso -uer di)er -ue /0 "oi citado um
$ado, -ue ! a maioria dos processos não acaba ra.oavelmente depressa. Existe,
pois, uma oposição, introdu)ida pe$a expressão por outro lado.
@:;D Letra a
Por serem minoria, os processos muito demorados podem ser considerados raros,
tornando,se, assim, not#cia' Então, dedu),se, -uanto mais raro "or o "ato, tanto
maior ser0 o interesse do povo por e$e' Da# a resposta ser a a$ternativa a'
@:5D Letra d
Loo ap>s as peruntas, na primeira $in*a do @o par0ra"o, temos a c*ave desta
-uestão3 GEssas e muitas outras -uest.es podem ser suscitadas a prop>sito'H
Então, e$as são poss#veis' Nen*uma de$as ter0 resposta no texto, o -ue nos $eva
para a opção d'
@:6D Letra &
Ao $ono do texto, o autor so$icita -ue não se aceite passivamente a id(ia,
amp$amente exposta pe$os meios de comunicação, de -ue a Tustiça ( $enta' 7e "or
constatado o pro&$ema, as medidas ca&#veis serão tomadas Ive/a o %$timo per#odo
do textoD'
Texto LXXXIX
@:AD Letra d
A %nica oposição ( de sentido, ou se/a, semRntica' 7ão dois antEnimos, pa$avras
de sentidos opostos'
@::D Letra a
Oriina$mente, público e privado são dois ad/etivos3 dom#nio p%&$ico, dom#nio
privado' No t#tu$o, *ouve a su&stantivação dos voc0&u$os, em virtude do empreo
do artio o' Kua$-uer pa$avra, nessas circunstRncias, passa a su&stantivo3 o não, o
sorrir, o &e$o etc'
@:9D Letra &
<ato comum em textos ( usar,se um ou mais per#odos do primeiro par0ra"o para
especi"icar o t#tu$o' O autor deste texto amp$ia os termos uti$i)ados no t#tu$o,
começa a "a$ar so&re e$es exatamente no primeiro per#odo, -ue ( a introdução'
:5P
@:@D Letra &
J0 v0rios recursos em portuu!s para exp$icar, reti"icar, con"irmar a"irmaç.es
"eitas no texto' Cera$mente se uti$i)am express.es co$ocadas entre v#ru$as, sem
"unção sint0tica, para ta$ "im3 isto (, ou me$*or, ou se/a, a$i0s, dio, ! c$aro, (
evidente etc' Q o -ue ocorre com a $ocução ! claro, uti$i)ada pe$o autor' O&serve
-ue, se a$terarmos a ordem, teremos a$o comp$etamente di"erente3 Q c$aro -ue
podemos atri&uir esse interesse 2 perspectiva'''sendo -ue # claro passa a
constituir uma oração seuida de su/eito oraciona$'
@:BD Letra e
?amos veri"icar essa $oca$i)ação tempora$ em todas as opç.es em -ue e$a ocorre3
opção a3 da atua$idade+ opção &3 revisão da 1arta Iuma (poca em -ue se -ueria
"a)er a revisão da 1onstituiçãoD+ opção c3 tão atua$+ opção d3 nos %$timos anos'
@:8D Letra &
A possi&i$idade de atri&uir ta$ interesse 2 perspectiva de revisão da 1arta ( um
arumento do autor -ue ser0 descartado mais adiante, ao a"irmar3 GFas a simp$es
possi&i$idade de rever a 1arta Fana não parece ser um "ator decisivo para tornar
esse de&ate tão atua$'H IY' @,8D
@:PD Letra &
Na passaem destacada, nota,se um re$acionamento de causa e e"eito,
esta&e$ecido exatamente pe$a pa$avra consequentemente. A rede"inição do pape$
do Estado ( a causa+ a sociedade civi$ Isua rede"iniçãoD, a conse-L!ncia' O&serve
-ue a a$ternativa d inverte a disposição causaYe"eito das oraç.es'
@9;D Letra &
O termo não somente inc$ui o Wrasi$ nas sociedades industria$i)adas, o -ue nos
$eva 2 opção &' A pa$avra peremptório, na a$ternativa a, -uer di)er de"initivo,
decisivo+ o autor não "oi perempt>rio ao di)er G=a$ve) se/a mais sensato'''H' Na
a$ternativa c, "a$a,se de opini.es sensatas, -uando o autor atri&uiu a sensate) ao
ato de admitir' Na $etra d, não *0 indicação a$uma de poss#veis di"erenças entre
o Wrasi$ e as sociedades industria$i)adas' A $etra e inverte as coisas3 pe$o texto, as
modi"icaç.es "oram radicais tam&(m no Wrasi$'
@95D Letra d
Kuestão de sinon#mia' No texto, a %nica pa$avra -ue destoaria, a$terando o
sini"icado, ( peças. Q c$aro -ue, em outro contexto, as -uatro pa$avras propostas
podem não ser consideradas sinEnimas'
@96D Letra d
A resposta sure n#tida na %$tima oração do texto3 G'''-ue devemos dispensar 2s
eternas con"us.es de nossas despreparadas c$asses dirientes'H
Texto XC
@9AD Letra c
1on"ira a resposta no primeiro per#odo do texto, donde so&ressaem os trec*os3 G(
coisa s> de /ardim )oo$>icoH e Gapenas antiLidade de museuH' Fas a autora
deixa c$aro -ue isso ( o -ue Gmuita ente pensaH, ou se/a, não ( a rea$idade'
@9:D Letra &
A manueira ( uma 0rvore rande e "rondosa, -ue $em&rou 2 autora um pa$0cio+ o
verde, evidentemente, re"ere,se 2 cor de suas "o$*as' A autora usou uma met0"ora,
-ue ( um tipo de comparação sem a presença do conectivo'
:6;
@99D Letra e
A autora di), na $in*a :6, -ue os ornit>$oos Gdevem sa&er se isso ( caso comum
ou raroH, o -ue descarta a $etra a, -ue a"irma o contr0rio' No %$timo per#odo do
texto, e$a di)3 GEntão, ta$ve) se/a mesmo s> aueira'''H (talvez ( adv(r&io de
d%vidaD, o -ue e$imina a $etra &, -ue di) -ue e$a concorda p$enamente' Na $in*a
A5, a autora di) -ue o &em,te,vi Gdeve ter via/adoH, ou se/a, não tem certe)a+ isso
inva$ida a opção c' Ao di)er, na $in*a :;, -ue o passarin*o deve ser pe-ueno e
-ue estuda a sua carti$*a, e$a descarta a possi&i$idade de e$e ser experiente
cantador, o -ue e$imina a opção d' A resposta ( a $etra e, por-ue o seundo &em,
te,vi a$tera a$umas ve)es a sua vo), como se v! no pen%$timo par0ra"o'
@9@D Letra a
Kuestão simp$es de semRntica' Um novo estilo e-Liva$e a uma atitude moderna'
=a$ve) a $etra d possa causar a$um pro&$ema, mas a pa$avra mudança tem
car0ter era$, e o texto "a$a de um tipo espec#"ico, -ue ( a mudança de vida do
*omem na atua$idade, em comparação com os tempos antios' r +
@9BD Letra e
Pode ser -ue o voca&u$0rio atrapa$*e um pouco a reso$ução da -uestão' Iminente
-uer di)er que está para acontecer, e iterativa sini"ica repetida. Na $etra e,
a&arito da -uestão, deve ter viajado ( ação duvidosa' Ação o&riat>ria seria se
diss(ssemos tem de viajar.
@98D Letra c
A $#nua cu$ta re/eita a co$ocação do pronome 0tono Ime, te, se, o, $*e, nos, vosD
antes do ver&o, em in#cio de "rase+ ( erro de co$ocação pronomina$' =am&(m se
poderia pensar na a$ternativa a, mas a $inuaem co$o-uia$ tem sentido era$,
en-uanto a co$ocação pronomina$ ( espec#"ica'
Texto XCI
@9PD Letra c
Não c*ea a *aver v0rias comparaç.es, como di) o enunciado da -uestão' Fas as
ondas, mais precisamente a espuma -ue e$as "a)em, são comparadas, no primeiro
par0ra"o, a &ic*os, por-ue nascem e morrem' E o -ue $*es d0 essa esp(cie de
anima$i)ação, ou se/a, o movimento, ( exatamente o vento, empurrando,as para a
areia'
@@;D Letra c
A resposta se encontra no primeiro par0ra"o, do -ua$ se in"ere -ue e$as, sendo
$evadas pe$o vento , e não podem "a)er nada contra isso, pois são su&/uadas ,,
aceitam passivamente a situação, como &ic*os a$eres e *umi$des'
@@5D Letra c
?amos ana$isar os componentes da opção c, -ue ( a resposta da -uestão' Ao
di)er3 G'''( um *omem nadandoH, o autor $em&ra o -ue viu na praia, sendo, pois,
um espectador+ ao a"irmar3 Gtoda sua su&stRncia ( 0ua e vento e $u)H, ae como
um -u#mico ana$isando os constituintes das espumas+ -uando escreve3 G'''mas
dou meu si$encioso apoio'''H, est0 /u$ando "avorave$mente, sendo, dessa "orma,
o /ui)'
@@6D Letra a
=rata,se de um recurso esti$#stico de rande e"eito' O ad/etivo en(rica não
poderia, em princ#pio, determinar o su&stantivo calma; mas o -ue o autor -uer (
:65
va$ori)ar a ca$ma com -ue o nadador avança na 0ua3 com tran-Li$idade, mas
"irme, sem *esitar'
@@AD Letra &
As a$ternativas a, c e d indicam, de modo c$aro, a admiração do autor3 a per"eição
est(tica, a viri$idade e a rande)a' T0 na a$ternativa &, o autor não deixa
transparecer isso, /0 -ue tentar ser mais "orte -ue o mar (, de certa "orma, uma
presunção'
@@:D Letra d
Kuestão de anton#mia, sem marem a discuss.es' Indolente, preocupado e
atormentado t!m sentidos di"erentes de solidário, mas não indicam o contr0rio'
A resposta s> pode ser a $etra d'
@@9D Letra &
O autor narra o -ue se passa aos seus o$*os' Da varanda de sua casa, e$e v! o
*omem nadando'
Texto XCII
@@@D Letra d
No primeiro par0ra"o, $!,se3 GFuitas vo)es t!m se $evantado em "avor'''da
manutenção ou amp$iação da Lei dos 1rimes Jediondos'''H' Fais adiante, no
mesmo par0ra"o, encontra,se3 GEm&ora sedutora'''ta$ corrente aponta para o
camin*o errado'''H' Assim, "ica evidente -ue o autor se mostra contr0rio a ta$
corrente de pensamento'
@@BD Letra &
O item I ( incorreto, pois o povo, numa situação dessas, procura sempre
pressionar os conressistas para a$cançar os seus o&/etivos+ não *0, pois,
coincid!ncia' O item II ( correto, e a c*ave do entendimento ( a pa$avra
manutenção3 se *0 pessoas -uerendo a manutenção da $ei, ( por-ue sua vi!ncia
est0 sendo ameaçada' O item in não ( correto, pois indica exatamente o contr0rio
do texto3 os -ue de"endem a Gdoutrina da $ei e da ordemH são a-ue$es -ue ac*am
-ue o &andido ! um "ac#nora -ue ae por opção'
@@8D Letra e
Kuestão de par0"rase' A $etra a a$tera su&stancia$mente o trec*o' Na $etra b,
dissuadir não ( o mesmo -ue ratificar. Na opção c, combatido ( di"erente de
restringido, e irracionalismo ! o contr0rio de iluminismo. Na a$ternativa d, as
$ocuç.es prepositivas a despeito de e em conformidade com t!m di"erentes
sini"icados'
@@PD Letra c
A$usão ao movimento inte$ectua$ do s(cu$o X?III, con*ecido como I$uminismo,
caracteri)ado pe$a va$ori)ação da ci!ncia e da raciona$idade cr#tica' Esse s(cu$o
"icou con*ecido como G7(cu$o das Lu)esH' Atente, na a$ternativa c, para a pa$avra
racionalistas, -ue ( a c*ave da resposta'
Texto XCIII
@B;D Letra e
?amos $oca$i)ar no texto os assuntos indicados nas a$ternativas' Opção a3 GOs
vo$unt0rios terão dois m(dicos 2 disposição para esc$arecimento de d%vidas so&re
Aids e doenças sexua$mente transmiss#veis'H IY' A:,A@D' Opção &3 GG'''essas
:66
pessoas deverão responder a -uestion0rios so&re seu comportamento com re$ação
2 Aids'H IY' A;YA5D' Opção c3 G'''recrutamento de vo$unt0rios para testar uma
vacina em mi$*ares de &rasi$eiros'H IY' BY8D' Opção d3 G'''um pro/eto seme$*ante
de veri"icação de incid!ncia do JI? em *omossexuais e &issexuais'''H IY' :5Y:6D'
Kuanto 2 opção e, ca&e di)er -ue a OF7 ( citada uma ve), na $in*a :A, apenas
como apoio ao pro/eto da <iocru)'
@B5D Letra &
A opção a pode ser con"erida nas $in*as A,@+ a opção c, nas $in*as 5;,56+ a opção
d, nas $in*as 5P a 65+ opção e, nas $in*as A a 8' 7o&re os -uestion0rios citados na
opção &, o texto di) o seuinte3 G, O o&/etivo ( sa&er -uais são os "atores
&io$>icos e comportamentais -ue predisp.em 2 in"ecção'''H IY' A6YAAD' Portanto,
o -ue se a"irma na a$ternativa & não aparece no texto, em&ora, a partir desses
-uestion0rios, a ava$iação possa vir a ser "eita' Em outras pa$avras3 o -ue se di)
na opção & ( correto, mas não se encontra no texto' 1uidado com esse tipo de
-uestão!
@B6D Letra e
A resposta se encontra no %$timo par0ra"o' 7eundo e$e, o pro/eto pretende
"ornecer dados estat#sticos Io mesmo -ue verificar a incid,ncia da Aids/, e os
resu$tados a/udarão a ca$cu$ar em -ue amostra da popu$ação Io mesmo -ue um
grupo de pessoas com caractersticas determinadas/ os testes serão rea$i)ados'
@BAD Letra c
A resposta est0 &em c$ara no trec*o3 Ge rece&erão preservativos para evitarem a
contaminação pe$o v#rus'H IY' ABYA8D A $etra &, por causa da pa$avra
contaminação, pode con"undir, mas e$a, rea$mente, tra) um a&surdo3 Gpreservar a
contaminação dos vo$unt0riosH -uer di)er garantir que eles continuem
contaminados. 7e a "rase "osse3 Gpreservar os vo$unt0rios da contaminaçãoH,
ter#amos duas respostas na -uestão'
@B:D Letra c
A resposta aparece, muito c$ara, no trec*o3 GOs vo$unt0rios serão recrutados entre
os indiv#duos -ue procuram os 1entros de =estaem AnEnima'''H IY' 59Y5@D'
=odavia, ( me$*or "icar descon"iado -uando a resposta "or tão evidente' Procure
vo$tar um pouco no texto, para ver se *0 a$uma armadi$*a' Rea$mente, esse
trec*o se re"ere ao teste -ue vai ser ap$icado no Wrasi$, como se v! em a$umas
passaens do texto'
@B9D Letra d
No pen%$timo par0ra"o, v!,se -ue o pro/eto a -ue se re"ere o enunciado da
-uestão "oi iniciado pe$a <iocru), pe$a 7ecretaria de 7a%de do Estado de 7ão
Pau$o e pe$a M<FC' No %$timo par0ra"o, temos3 GO pro/eto'''tem o apoio da
Orani)ação Fundia$ de 7a%de'''H' Assim, a resposta s> pode ser a $etra d'
@B@D Letra a
No seundo par0ra"o, $!,se o seuinte3 GRecentemente, nos Estados Mnidos,
uma vacina experimenta$ atiniu as condiç.es'''mas não *avia in"ra,estrutura
para recrutar os cerca de 6; mi$ vo$unt0rios necess0rios'H Não *0 d%vida -uanto 2
resposta da -uestão'
@BBD Letra a
?e/amos o seuinte trec*o I:K par0ra"oD3 G, 1omparando a -uantidade de
pessoas atendidas nesses centros I5K dado do enunciadoD com o n%mero das -ue
se interessarem em participar de um teste em $ara esca$a I6"i dado do
:6A
enunciadoD, ava$iaremos se a popu$ação a -ue se tem acesso ( de taman*o
su"iciente Ive/a a pa$avra su"iciente no enunciadoD para o teste , disse'H
@B8D Letra d
O texto cita duas ve)es *omossexuais e &issexuais, nas $in*as @ e :6' Nas $in*as
9 e @, $emos3 G'''para determinar a incid!ncia do JI? em *omossexuais e
&issexuais de 58 a A9 anos'''H Não padece d%vidas -uanto 2 resposta, portanto'
@BPD Letra &
Pe$o -ue se entende do texto, o apoio ao pro/eto &rasi$eiro, por parte da OF7, se
"a) apenas pe$o empr(stimo do nome, na esperança de dar mais credi&i$idade' O
nome da instituição pode a/udar a $evar adiante o pro/eto'
Texto XCIV
@8;D Letra d
O texto "a) uma associação entre as de"iniç.es de car0ter neativo do
consumismo e as id(ias -ue as pessoas "a)em de$e' Para o autor, as de"iniç.es do
ver&o $evam as pessoas a ver o consumismo, num ato de preconceito, como um
esto pouco no&re I$in*as 5 e 6D'
@85D Letra c
O&serve o trec*o seuinte, extra#do do %$timo par0ra"o3 G'''o consumo se reve$a
um m(todo extremamente e"ica) para interar os exc$u#dos e estender a cidadania
a todos os &rasi$eiros'H Estender a cidadania a todos os brasileiros e-Liva$e a
transformar os consumidores em cidadãos, como se v! na a$ternativa c'
@86D Letra a
A resposta aparece na seuinte passaem do texto3 GFais do -ue isso, o
entrinc*eiramento de consumidores no mercado dom(stico "e), ao $ono dos
anos, com -ue a pr>pria imaem do c$iente se deturpasse no pa#s'H IY' 6:,6@D
@8AD Letra d
A c$asse privilegiada ( a -ue o autor c*ama de a&astada IG'''na porção a&astada
da sociedade &rasi$eira'''H, nas $in*as :A e ::D+ a c$asse destituída ( a-ue$a -ue
não conseue acompan*ar o consumismo dos privi$eiados, erando,se uma
tensão entre as duas IG'''acarretou um aumento das tenç.es em re$ação 2 porção
destitu#da'H nas $in*as ::Y:9D'
@8:D Letra a
A expressão não por acaso serve como uma /usti"icativa para o "ato de os
apo$oistas do consumo entre n>s serem a-ue$es -ue podem exercer seu poder de
compra'
@89D Letra d
A-ui, "a),se necess0rio o con*ecimento da expressão estender o tapete
vermelho. E$a ! uti$i)ada -uando a$u(m, por ser muito importante, ( rece&ido
com excesso de atenção e cuidado' Q uma imaem uti$i)ada pe$o autor para
desinar, no texto, o tratamento especia$ con"erido pe$o vendedor ao comprador,
consumidor em potencia$'
@8@D Letra c
A resposta começa a se de$inear no trec*o3 GPor -ue, en"im, tantas reservas em
re$ação ao consumoSH IY' 59D' A partir da#, o autor passa a responder 2 sua
perunta, exp$icando -ue reservas são essas' Fais adiante, e$e di)3 GA "a$ta de um
$e-ue e"etivo de opç.es de compra tem deixado os consumidores 2 merc! dos
:6:
produtores no Wrasi$'H IY' 58Y5PD' Depois, nas $in*as A5,AA, e$e di) -ue atitude (
essa dos produtores Iter c*i$i-uesD, de -ue "a$a o enunciado' T0 a seunda
exp$icação para as reservas em re$ação ao consumo aparece no trec*o3 G'''os
apo$oistas do consumo t!m sido &asicamente a-ue$es -ue podem exercer seu
inc*ado poder de compra'''H' Ou se/a, seundo o enunciado, a parte da sociedade
-ue tem a prerroativa do consumo'
Texto XCV
@8BD Letra &
Pe$o -ue se v! no seundo per#odo do primeiro par0ra"o, a c$asse empresaria$,
no -ue toca a empreos, pensa em um mercado para pa#s desenvo$vido, en-uanto
os desempreados &rasi$eiros são de n#ve$ de G-uarto GmundoH'
@88D Letra a
1idadania ( a$o -ue se con-uista com va$ores (ticos e morais' Existem va$es,
re"eição, va$es,transporte e outros mais, como "orma de a/udar o tra&a$*ador de
&aixa renda' O autor criou a pa$avra va$e,cidadania Iassim se deve escrever3 com
*#"enD, -ue evidentemente não poderia existir, para ressa$tar a id(ia de -ue todos
precisam ter os mesmos direitos, todos precisam rea$mente ser cidadãos
&rasi$eiros'
@8PD Letra e U
?e/amos o ponto de vista (tico presente em cada a$ternativa' Na opção a, a
ade-uada interação da sociedade+ na opção &, o "ato de a ci!ncia e a tecno$oia
terem como parRmetro a sociedade+ na opção c, a prioridade para o crescimento
*umano+ na opção d, o desenvo$vimento do pa#s' T0 na $etra e, o crescimento não
est0 vincu$ado a nada -ue expresse um ponto de vista (tico+ o comportamento de
primeiro mundo não caracteri)a a preocupação com o respeito e a (tica'
@P;D Letra e
A $ocução prepositiva apesar de tem va$or concessivo, indica oposição' Na $etra
e, a con/unção ainda que introdu) uma oração adver&ia$ concessiva, mantendo,
assim, o sentido da $ocução'
@P5D Letra c
Os dois primeiros itens se encontram no seundo par0ra"o3 '''Huma sociedade
onde *a/a $uar, espaço e ocupação para todos os seus mem&rosSH e G7eria uma
"orma de distri&uir a ri-ue)a'''H' O terceiro item "ere o tema do texto, em -ue o
autor perunta3 GKuando pensamos em empreo pensamos em crescimento, em
interação no processo produtivoSH' O -uarto item pode ser $ido no -uinto
par0ra"o3 G'''como e$iminar, num pra)o dino, a mis(ria, a indi!ncia e a "omeSH
O -uinto item vai de encontro a tudo -ue se di) no texto+ o pr>prio t#tu$o "a$a em
modernidade'
@P6D Letra d
Para reso$ver a -uestão, voc! precisa comparar dois textos3 este e o anterior, -ue
( o de n%mero X1I? pois am&os pertencem 2 mesma prova IEscritur0rio do
Wanco do Wrasi$D' No texto X1I?, o autor op.e os consumidores de a$ta renda aos
de &aixa renda+ neste texto, &asicamente, os empreados e os desempreados,
isto (, os exc$u#dos Ive/a o primeiro per#odo do seundo par0ra"oD'
Texto XCVI
:69
@PADLetra d
Fuitos escritores uti$i)am a t(cnica de introdu)ir seus textos com peruntas,
numa "orma de atrair a atenção dos $eitores, sem -ue *a/a respostas para e$as' Q o
-ue se con*ece por peruntas ret>ricas, a-ue$as -ue não precisam de respostas'
Leia cada uma de$as e comprove, no texto, o -ue aca&ou de ser exp$icado'
@P:D Letra &
Nem sempre ( "0ci$ perce&er se o ou tem va$or aditivo ou a$ternativo' Procure ver
se ( ca&#ve$ a troca pe$a con/unção e, -uando então se tem um va$or semRntico de
adição' A %nica opção em -ue a pa$avra não e-Liva$e a e, "icando n#tida a id(ia de
a$ternativa, ( a &'
@P9D Letra e
Kuestão de sinon#mia' Ca$vani)ar sini"ica dourar ou pratear+ ícone ( a$o ou
a$u(m representativo, nas artes, nos esportes etc+ empulhação entende,se por
tapeação+ metamorfoseados -uer di)er trans"ormados' O ver&o cercear, da
a$ternativa e, sini"ica rea$mente impedir'
@P@D Letra a
7e a ação restritiva do Estado ( inevit0ve$ Io Estado não pode permitir -ue os
cidadãos "açam tudo -ue -uerem, so& o risco de se criar o caos socia$D, e$e aca&a
aindo contra a $i&erdade dos cidadãos'
@PBD Letra &
A $ocução em que pese a Iin"e$i)mente ma$ uti$i)ada pe$o autor do texto, pois e$a
não se "$exionaD e-Liva$e semanticamente a apesar de, tendo, pois, va$or
concessivo' A id(ia ( a seuinte3 apesar das anustiantes restriç.es do
contrac*e-ue, são as prate$eiras a&undantemente supridas -ue satis"a)em a
$i&erdade do consumo' Então, as prate$eiras estão c*eias de produtos, mas os
sa$0rios não permitem muitas compras Irestriç.es do contrac*e-ueD'
@P8D Letra &
Os comunistas tam&(m são consumidores, tam&(m compram coisas' Dessa
"orma, o idea$ comunista Iviver com pouco, e-ui$i&radamenteD ( a&a$ado pe$a
pressão exercida