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Terra ao Sol, costumeiramente chamada unidade as-

ÓPTICA GEOMÉTRICA tronômica (uA), implementou uma experiência da qual


pôde tirar algumas conclusões. Durante o dia, verifi-
440 (PUC-SP) A um aluno foi dada a tarefa de medir cou que em uma das paredes de sua sala de estudos
a altura do prédio da escola que freqüentava. O alu-
havia um pequeno orifício, pelo qual passava a luz do
no, então, pensou em utilizar seus conhecimentos
Sol, proporcionando na parede oposta a imagem do
de ótica geométrica e mediu, em determinada hora
astro. Numa noite de Lua cheia, observou que pelo
da manhã, o comprimento das sombras do prédio e
mesmo orifício passava a luz proveniente da Lua e a
a dele próprio projetadas na calçada (L e ᐉ, respecti-
imagem do satélite da Terra tinha praticamente o
vamente). Facilmente chegou à conclusão de que a
mesmo diâmetro da imagem do Sol. Como, através
altura do prédio da escola era de cerca de 22,1 m.
de outra experiência, ele havia concluído que o diâ-
As medidas por ele obtidas para as sombras foram
metro do Sol é cerca de 400 vezes o diâmetro da Lua,
L  10,4 m e ᐉ  0,8 m. Qual é a altura do aluno?
a distância da Terra à Lua é de aproximadamente:
a) 1,5  103 uA d) 2,5 uA
3
b) 2,5  10 uA e) 400 uA
H c) 0,25 uA

h
444 (FEMPAR) Uma câmara escura é uma caixa fe-
chada, sendo uma de suas paredes feita de vidro
L ᐉ fosco, como mostra o desenho. No centro da pare-
de oposta, há um pequeno orifício (F). Quando co-
441 (Fuvest-SP) Num dia sem nuvens, ao meio-dia, locamos diante dele, a certa distância, um objeto
a sombra projetada no chão por uma esfera de
luminoso (por exemplo, a letra P) vemos formar-se
1,0 cm de diâmetro é bem nítida se ela estiver a
sobre o vidro fosco uma imagem desse objeto.
10 cm do chão. Entretanto, se a esfera estiver a
200 cm do chão, sua sombra é muito pouco nítida.
Pode-se afirmar que a principal causa do efeito ob- vidro fosco
(translúcido)
servado é que: F

a) o Sol é uma fonte extensa de luz


b) o índice de refração do ar depende da temperatura
c) a luz é um fenômeno ondulatório A alternativa que melhor representa essa imagem é:
P
P
P

d) a luz do Sol contém diferentes cores a) c) P e) P


P
e) a difusão da luz no ar “borra” a sombra b) P P
d) P

442 (Vunesp-SP) Quando o Sol está pino, uma me- 445 (ENEM) A figura mostra um eclipse solar no
nina coloca um lápis de 7,0  103 m de diâmetro instante em que é fotografado em cinco diferentes
paralelamente ao solo e observa a sombra por ele pontos do planeta.
formada pela luz do Sol. Ela nota que a sombra do
lápis é bem nítida quando ele está próximo ao solo Sol

mas, à medida que vai levantando o lápis, a sombra I

perde a nitidez até desaparecer, restando apenas a II


penumbra. Sabendo-se que o diâmetro do Sol é de III
14  108 m e a distância do Sol à Terra é de 15  1010 m, IV
pode-se afirmar que a sombra desaparece quando a V
altura do lápis em relação ao solo é de:
a) 1,5 m c) 0,75 m e) 0,15 m Três dessas fotografias estão reproduzidas abaixo.
b) 1,4 m d) 0,30 m

443 (MACK-SP) Um estudante interessado em com-


parar a distância da Terra à Lua com a distância da

74 SIMULADÃO
As fotos poderiam corresponder, respectivamente, a) branco, azul, verde, vermelho
aos pontos: b) branco, branco, branco, branco
a) III, V e II c) II, IV e III e) I, II e V c) branco, vermelho, verde, azul
b) II, III e V d) I, II e III d) amarelo, azul, verde, vermelho
e) amarelo, vermelho, verde, azul
446 (Fuvest-SP) Uma estrela emite radiação que per-
corre a distância de 1 bilhão de anos-luz até chegar à 450 (USC-SP) Um objeto está colocado sobre uma
Terra e ser captada por um telescópio. Isso quer dizer: mesa que está ao ar livre. O mesmo está sendo ilu-
a) A estrela está a 1 bilhão de quilômetros da Terra. minado apenas pela luz do Sol. Observamos que ele
b) Daqui a 1 bilhão de anos, a radiação da estrela tem cor azul, porque ele:
não será mais observada na Terra. a) irradia luz azul d) difrata luz azul
c) A radiação recebida hoje na Terra foi emitida pela b) absorve luz azul e) refrata luz azul
estrela há 1 bilhão de anos. c) reflete luz azul
d) Hoje, a estrela está a 1 bilhão de anos-luz da Terra.
e) Quando a radiação foi emitida pela estrela, ela 451 (PUCC-SP) O motorista de um carro olha no es-
tinha a idade de 1 bilhão de anos. pelho retrovisor interno e vê o passageiro do banco
traseiro. Se o passageiro olhar para o mesmo espe-
447 (Faap-SP) Uma fonte luminosa projeta luz so- lho verá o motorista. Esse fato se explica pelo:
bre as paredes de uma sala. Um pilar intercepta par-
a) princípio de independência dos raios luminosos
te dessa luz. A penumbra que se observa é devida:
b) fenômeno de refração que ocorre na superfície
a) ao fato de não se propagar a luz rigorosamente
do espelho
em linha reta
c) fenômeno de absorção que ocorre na superfície
b) aos fenômenos de interferência da luz depois de
do espelho
tangenciar as bordas do pilar
d) princípio de propagação retilínea dos raios lumi-
c) ao fato de não ser pontual a fonte luminosa
nosos
d) aos fenômenos de difração
e) princípio da reversibilidade dos raios luminosos
e) à incapacidade do globo ocular em concorrer para
uma diferenciação eficiente da linha divisória entre 452 (Esam-RN) Um lápis está na posição vertical a
luz e penumbra 20 cm de um espelho plano, também vertical, que
produz uma imagem desse lápis. A imagem do lápis:
448 (Fameca-SP) Um pedaço de papel apresenta-se
a) é real e fica a 20 cm do espelho
vermelho quando iluminado por uma luz monocro-
mática vermelha e apresenta-se preto sob luz mo- b) é virtual e fica a 20 cm do espelho
nocromática azul. Se o mesmo for visto à luz do dia, c) é real e fica a 10 cm do espelho
deverá apresentar-se na cor: d) é virtual e fica a 10 cm do espelho
a) verde c) branca e) preta e) é real e fica junto ao espelho
b) azul d) vermelha
453 (PUC-RIO) A figura representa um raio lumino-
449 (UFV-MG) Três feixes de luz, de mesma intensi- so incidido sobre um espelho plano A e, em segui-
dade, podem ser vistos atravessando uma sala, como da, refletido pelo espelho plano B. O ângulo que a
mostra a figura. direção do raio refletido faz com a direção perpen-
O feixe 1 é vermelho, o 2 dicular ao espelho B é:
2 é verde e o 3 é azul. Os
1 3 três feixes se cruzam na a) 0°

posição A e atingem o an- b) 90°
B
teparo nas regiões B, C e
A c) 20°
D. As cores que podem ser 20°
vistas nas regiões A, B, C A d) 65°
B C D
e D, respectivamente, são: e) 70°

SIMULADÃO 75
454 (Fuvest-SP) A figura mostra uma vista superior 458 (UFPel-RS) Quando você se aproxima de um es-
de dois espelhos planos montados verticalmente, um pelho plano de grandes dimensões, preso a uma pa-
perpendicular ao outro. Sobre o espelho OA incide rede vertical, tem a impressão de que sua imagem se
um raio de luz horizontal, no plano do papel, mos- aproxima do espelho e vai aumentando de tamanho.
trado na figura. Após reflexão nos dois espelhos, o a) Isso realmente acontece? Justifique.
raio emerge formando um ângulo com a normal
b) Quais as características da imagem observada num
ao espelho OB. O ângulo vale:
espelho plano?
O B
a) 0°
459 (UFCE) A figura mostra uma sala quadrada,
b) 10° ABCD, de 12 m de lado, com uma parede de 6 m de
c) 20° comprimento, indo do ponto M (ponto médio de
20° AB) até o ponto O (centro geométrico da sala). Um
d) 30°
raio incidente espelho plano deve ser colocado na parede DC, de
A e) 40°
modo que uma pessoa situada em P (ponto médio
de AM), possa ver o máximo possível do trecho de
455 (UCDB-MS) Uma pessoa está vestindo uma ca- parede MB. Determine a largura mínima do espe-
misa que possui impresso o número 54. Se essa pes- lho, não importando sua altura.
soa se olhar em espelho plano, verá a imagem do
D C
número como:
5 45
a) 54 b) 5
544 c) 54 d) 54
45 e) 54
O
456 (UFAL) Um espelho plano está no piso horizon-
tal de uma sala com o lado espelhado voltado para
cima. O teto da sala está a 2,40 m de altura e uma
lâmpada está a 80 cm do teto. Com esses dados A P M B
pode-se concluir que a distância entre a lâmpada e
sua imagem formada pelo espelho plano é, em
460 (Fuvest-SP) Um espelho plano, em posição in-
metros, igual a:
clinada, forma um ângulo de 45° com o chão. Uma
a) 1,20 c) 2,40 e) 4,80 pessoa observa-se no espelho, conforme a figura. A
b) 1,60 d) 3,20 flecha que melhor representa a direção para a qual
ela deve dirigir seu olhar, a fim de ver os sapatos
457 (UERJ) Uma garota, para observar seu pentea- que está calçando, é:
do, coloca-se em frente a um espelho plano de pa- E
rede, situado a 40 cm de uma flor presa na parte de
A
trás dos seus cabelos. B
40 cm 15 cm C
D

45°

a) A b) B c) C d) D e) E

461 (UFRJ) Numa fábrica, um galpão tem o teto


parcialmente rebaixado, criando um compartimen-
Buscando uma visão melhor do arranjo da flor no to superior que é utilizado como depósito.
cabelo, ela segura, com uma das mãos, um peque- Para ter acesso visual ao compartimento superior,
no espelho plano atrás da cabeça, a 15 cm da flor. constrói-se um sistema ótico simples, com dois es-
A menor distância entre a flor e sua imagem, vista pelhos planos, de modo que uma pessoa no andar
pela garota no espelho de parede, está próxima de: de baixo possa ver as imagens dos objetos guarda-
a) 55 cm b) 70 cm c) 95 cm d) 110 cm dos no depósito (como o objeto AB, por exemplo).

76 SIMULADÃO
A a) Quais são as coordenadas das extremidades A e
B da imagem AB?
B depósito
b) Quais as extremidades, X1 e X2, do intervalo dentro
do qual deve se posicionar o observador O, sobre o
eixo X, para ver a imagem AB em toda sua extensão?
observador galpão
463 (MACK-SP) Quando colocamos um ponto ob-
jeto real diante de um espelho plano, a distância
São possíveis duas configurações. Na primeira, os entre ele e sua imagem conjugada é 3,20 m. Se esse
espelhos planos são paralelos, ambos formando 45° ponto objeto for deslocado em 40 cm de encontro
com a horizontal, como mostra a figura 1. ao espelho, sua nova distância em relação à respec-
tiva imagem conjugada, nessa posição final, será:
A a) 2,40 m c) 3,20 m e) 4,00 m
45° B b) 2,80 m d) 3,60 m
45°
464 (Cefet-PR) Dois espelhos planos fornecem 11
(onze) imagens de um objeto. Logo, podemos con-
cluir que os espelhos formam um ângulo de:
observador
a) 10° d) 36°
b) 25° e) um valor diferente desses
Na outra, os espelhos planos são perpendiculares c) 30°
entre si, ambos formando 45° com a horizontal,
como mostra a figura 2. 465 Construa a imagem do quadrado ABCD indi-
cado na figura, sabendo que o ponto C é o centro
A de curvatura do espelho.
45° B
45° B A

observador C D F V

Analise essas duas configurações, desenhando as


trajetórias de raios luminosos, e verifique em qual
das duas o observador no térreo vê a imagem inver-
466 (PUC-MG) Dois espelhos distintos, A e B, estão
tida do objeto AB. fixos em uma mesma moldura, conforme a figura.
Uma vela acesa é colocada em frente e a uma mes-
462 (Vunesp-SP) As coordenadas (X; Y) das extremi-
ma distância dos espelhos. Observa-se que a ima-
dades A e B do objeto AB mostrado na figura são
gem, formada pelos espelhos, é maior que a vela no
(0; 0) e (2; 0), respectivamente.
espelho B e menor no espelho A. A respeito desses
y (m) espelhos, é CORRETO afirmar:
8 A B

6
E
4

2
A B O
0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 x (m)

O observador O, localizado em X0  7 m sobre o


eixo X, vê a imagem AB do objeto AB formada a) Ambos os espelhos são convexos.
pelo espelho plano E da figura. b) O espelho A é convexo, e B é côncavo.

SIMULADÃO 77
c) A imagem formada no espelho A é virtual, e no luz do Sol nascente, foi dada a ordem para que os
espelho B é real. soldados se colocassem formando um arco e empu-
d) Ambas as imagens são reais. nhassem seus escudos, como representado esque-
maticamente na figura abaixo. Em poucos minutos
e) Ambos os espelhos podem projetar imagens so-
as velas do navio estavam ardendo em chamas. Isso
bre um anteparo.
foi repetido para cada navio, e assim não foi dessa
vez que Siracusa caiu. Uma forma de entendermos
467 (UFU-MG) No quadro, são apresentadas as ca-
o que ocorreu consiste em tratar o conjunto de es-
racterísticas das imagens formadas por espelhos côn-
pelhos como um espelho côncavo. Suponha que os
cavo e convexo, para diferentes posições do objeto
raios do Sol cheguem paralelos ao espelho e sejam
relativas ao espelho.
focalizados na vela do navio.

Posição do objeto Características da imagem


relativa ao espelho formada
Espelho côncavo Espelho convexo
Sol
além do centro de real, menor e virtual, menor e
curvatura invertida direita
entre o foco e o real, maior e virtual, menor e
centro de curvatura invertida direita
30 m
entre o foco e o virtual, maior e virtual, menor e
vértice do espelho direita direita

a) Qual deve ser o raio do espelho côncavo para que


É correto afirmar: a intensidade do Sol concentrado seja máxima?
a) O espelho convexo é adequado para se fazer bar- b) Considere a intensidade da radiação solar no mo-
ba, já que sempre forma imagem maior e direita, mento da batalha como 500 W/m2. Considere que
independente da posição do objeto. a refletividade efetiva do bronze sobre todo o es-
b) O espelho convexo é adequado para uso como pectro solar é de 0,6, ou seja, 60% da intensidade
retrovisor lateral de carro, desde que sua distância incidente é refletida. Estime a potência total inci-
focal seja maior que o comprimento do carro, pois dente na região do foco.
só nessa situação a imagem formada será direita e
469 (UFRN) Os espelhos retrovisores do lado direito
menor.
dos veículos são, em geral, convexos (como os es-
c) O espelho côncavo é adequado para o uso como pelhos usados dentro de ônibus urbanos, ou mes-
retrovisor lateral de carro, já que sempre forma ima- mo em agências bancárias ou supermercados).
gem direita, independente da posição do objeto. O carro de Dona Beatriz tem um espelho retrovisor
d) O espelho côncavo é adequado para se fazer bar- convexo cujo raio de curvatura mede 5 m. Conside-
ba, desde que o rosto se posicione, de forma con- re que esse carro está se movendo em uma rua
fortável, entre o foco e o centro de curvatura. retilínea, com velocidade constante, e que, atrás dele,
e) O espelho côncavo é adequado para se fazer bar- vem um outro carro. No instante em que Dona Bea-
ba, desde que a distância focal seja tal que o rosto triz olha por aquele retrovisor, o carro de trás está a
possa se posicionar, de forma confortável, entre o 10 m de distância do espelho.
foco e o vértice. Seja Do a distância do objeto ao espelho (que é uma
grandeza positiva); Di a distância da imagem ao es-
468 (Unicamp-SP) Uma das primeiras aplicações mi- pelho (considerada positiva se a imagem for real e
litares da ótica ocorreu no século III a.C., quando negativa se a imagem for virtual) e r o raio de curva-
Siracusa estava sitiada pelas forças navais romanas. tura do espelho (considerado negativo, para espe-
Na véspera da batalha, Arquimedes ordenou que 60 lhos convexos). A equação dos pontos conjugados
soldados polissem seus escudos retangulares de é 1 1 2 , e o aumento linear transversal,
 
bronze, medindo 0,5 m de largura por 1,0 m de al- D0 Di r
tura. Quando o primeiro navio romano se encontra- D
m, é dado por m   i .
va a aproximadamente 30 m da praia para atacar, à D0

78 SIMULADÃO
a) Calcule a que distância desse espelho retrovisor 473 (UFU-MG) A distância entre uma lâmpada e
estará a imagem do carro que vem atrás. sua imagem projetada em um anteparo por um es-
b) Especifique se tal imagem será real ou virtual. Jus- pelho esférico é 30 cm. A imagem é quatro vezes
tifique. maior que o objeto. Podemos afirmar que:

c) Especifique se tal imagem será direita ou inverti- a) o espelho é convexo


da. Justifique. b) a distância da lâmpada ao espelho é de 40 cm
d) Especifique se tal imagem será maior ou menor c) a distância do espelho ao anteparo é de 10 cm
que o objeto. Justifique. d) a distância focal do espelho é de 7 cm
e) Do ponto de vista da Física, indique a razão pela e) o raio de curvatura do espelho é de 16 cm
qual a indústria automobilística opta por esse tipo
de espelho. 474 (IME-RJ)
a) Um observador, estando a 20 cm de distância de
470 (ITA-SP) Seja E um espelho côncavo cujo raio um espelho esférico, vê sua imagem direita e am-
de curvatura é 60,0 cm. Qual tipo de imagem obte- pliada três vezes. Qual é o tipo de espelho utiliza-
remos se colocarmos um objeto real de 7,50 cm de do? Justifique.
altura, verticalmente, a 20,0 cm do vértice de E? b) Suponha que raios solares incidam no espelho do
a) Virtual e reduzida a 1 do tamanho do objeto. item a e que, quando refletidos, atinjam uma esfera
3 de cobre de dimensões desprezíveis. Calcule a posi-
b) Real e colocada a 60,0 cm da frente do espelho. ção que esta deva ser colocada em relação ao espe-
c) Virtual e três vezes mais alta que o objeto. lho, para que seu aumento de temperatura seja
d) Real, invertida e de tamanho igual ao do objeto. máximo. Calcule, ainda, a intensidade da força ne-
e) n.d.a. cessária para manter a esfera em repouso, nessa
posição, uma vez que a esfera está ligada ao espe-
471 (MACK-SP) Um objeto, colocado perpendicu- lho através de uma mola distendida, cujo compri-
larmente sobre o eixo principal de um espelho esfé- mento é de 17 cm quando não solicitada. Despreze
rico e a 6 cm de seu vértice, tem imagem invertida e o atrito e suponha que a constante elástica da mola
5 vezes maior. Com relação a esse fato, considere as seja de 100 N/m.
afirmações:
475 (Unifor-CE) O índice de refração absoluto de
III – A imagem do objeto é virtual.
um material transparente é 1,3. Sendo a velocidade
III – A imagem está a 30 cm do espelho. da luz no vácuo 3,0  108 m/s, nesse material ela é,
III – A distância focal do espelho é 2,5 cm. em metros/segundo, igual a:
Assinale: a) 1,7  108 d) 3,9  108
a) se somente I estiver correta b) 2,3  108 e) 4,3  108
b) se somente II estiver correta 8
c) 3,0  10
c) se somente III estiver correta
476 (FMU-SP) Um raio de luz passa no vácuo, onde
d) se I e II estiverem corretas
sua velocidade é 3  108 m/s, para um líquido, onde
e) se II e III estiverem corretas a velocidade passa a ser 2,4  108 m/s. O índice de
refração do líquido é:
472 (Unimep-SP) Um objeto de 15 cm de altura é
colocado perpendicularmente ao eixo principal de a) 0,6 b) 1,25 c) 1,5 d) 1,8 e) 7,2
um espelho côncavo de 50 cm de distância focal.
477 (FURRN) Dispõe-se de uma cuba semicircular,
Sabendo-se que a imagem formada mede 7,5 cm
que contém um líquido transparente, imersa no ar
de altura, podemos afirmar que: 0° R
(n  1). Um raio de luz
a) o raio de curvatura do espelho mede 75 cm monocromática incidente
b) o objeto está entre o foco e o vértice do espelho (I) e o respectivo raio refra-
c) o objeto está a 75 cm do vértice do espelho tado (R) estão representa- 270° 90°
líquido
d) o objeto está a 150 cm do vértice do espelho dos na figura ao lado.
I
e) n.d.a. 180°

SIMULADÃO 79
O índice de refração absoluto do líquido vale: raios r e r, respectivamente, refratado e refletido,
a) 0,71 Admita: conforme está indicado no esquema.
N
b) 1,2 sen 45°  0,70 r r
c) 1,4 cos 45°  0,70 45°
ar 
d) 1,7 sen 30°  0,50 líquido
e) 2,0 cos 30°  0,86
r

478 (Vunesp-SP) A figura mostra a trajetória de um


raio de luz que se dirige do ar para uma substância X. Dados:
1
sen 30°  cos 60° 
sen 2
30°
30° 0,50 2
60°
sen 45°  cos 45° 
substância x 42° 0,67 2
42° ar
48° 48° 0,74 Sendo os índices de refração absoluto do ar e do
60° 0,87 líquido iguais, respectivamente, a 1 e a 2 , o ân-
90° 1,00 gulo  indicado no esquema é:
a) 60° b) 75° c) 90° d) 105° e) 120°
Usando a lei de Snell e a tabela dada, é possível con-
cluir que o índice de refração da substância X em 481 (Cefet-PR) Está representada a seguir a trajetó-
relação ao ar é igual a: ria percorrida por um raio de luz que passa do ar (1)
para um meio mais refringente. Como a distância
a) 0,67 c) 1,17 e) 1,48
OP é igual a 10 cm e RS, 8 cm, o índice de refração
b) 0,90 d) 1,34 do meio (2) em relação ao ar (1) vale:

479 (MACK-SP) Um estudante de Física observa um a) 1,25 O P


raio luminoso se propagando de um meio A para
b) 0,75
um meio B, ambos homogêneos e transparentes ar
meio 2
como mostra a figura. A partir desse fato, o estu- c) 0,80
dante conclui que:
d) 1,33 R S

e) 0,67
meio A 50°
meio B 482 (UERJ) O apresentador anuncia o número do
70°
ilusionista que, totalmente amarrado e imerso em um
tanque transparente, cheio de água, escapará de
modo surpreendente. Durante esse número, o ilusio-
nista vê, em um certo instante, um dos holofotes do
a) o valor do índice de refração do meio A é maior circo, que lhe parece estar a 53° acima da horizontal.
que o do meio B
b) o valor do índice de refração do meio A é metade
que o do meio B
53°
c) nos meios A e B, a velocidade de propagação da
luz é a mesma
d) a velocidade de propagação da luz no meio A é
menor que no meio B
e) a velocidade de propagação da luz no meio A é
maior que no meio B

480 (Unifor-CE) Um raio de luz monocromática inci- ¨ sen 37°  cos 53°  0,6
Dados: ©
de na superfície de um líquido, dando origem aos cos
ª 37°  sen 53°  0,8

80 SIMULADÃO
Sabendo que o índice de refração da água é 4 , 486 (UFOP-MG) A figura mostra o olho de um mer-
3 gulhador que, quando olha para cima, vê o pássa-
determine o ângulo real que o holofote faz com a ro na posição II e, quando olha para baixo, vê o
horizontal. peixe na posição V. As posições reais do pássaro e
do peixe são:
483 (UFPel-RS) Em dias chuvosos, podemos ver no I
céu o fenômeno da dispersão da luz solar, forman- a) I e IV
II
do o arco-íris. A figura abaixo mostra o que ocorre b) I e V III
com um raio de luz solar, ao atingir uma gota de c) II e V ar
água IV
água. Representamos, para simplificar a figura, ape- d) II e VI V
nas os raios de luz vermelha e violeta, que limitam o
e) III e V VI
espectro da luz branca.
luz branca I 487 (UFRJ) Temos dificuldade em enxergar com ni-
II
Considerando as
tidez debaixo da água porque os índices de refração
informações aci-
da córnea e das demais estruturas do olho são muito
ma, responda às
£ 4¥
seguintes per- ² água 
próximos do índice de refração da água (n ´).
luz violeta
III
¤ 3¦
guntas:
luz vermelha
Por isso usamos máscaras de mergulho, o que inter-
põe uma pequena camada de ar (nar  1) entre a
a) Quais os fenômenos, mostrados acima, que ocor-
água e o olho. Um peixe está a uma distância de 2,0 m
rem com o raio de luz vermelha nas posições I, II e III? de um mergulhador. Suponha o vidro da máscara pla-
b) O índice de refração da água é maior para a luz no e de espessura desprezível.
violeta do que para a luz vermelha. Qual delas pro- Calcule a que distância o mergulhador vê a imagem
paga-se, dentro da gota, com maior velocidade? do peixe. Lembre-se que para ângulos pequenos
Justifique sua resposta. sen (a) ≫ tg (a).

484 (MACK-SP) Um raio de luz que se propaga num


meio A atinge a superfície que separa esse meio de
outro, B, e sofre reflexão total. Podemos afirmar que:
a) A é mais refringente que B, e o ângulo de inci-
dência é menor que o ângulo limite.
b) A é mais refringente que B, e o ângulo de inci-
dência é maior que o ângulo limite.
c) A é menos refringente que B, e o ângulo de inci-
dência é maior que o ângulo limite.
d) A é menos refringente que B, e o ângulo de inci-
488 (UMC-SP) Um raio luminoso incide sob um ân-
dência é menor que o ângulo limite.
gulo de 45° numa lâmina de faces planas e parale-
e) A é menos refringente que B, e o ângulo de inci- las, imersa no ar, de 4 cm de espessura e índice de
dência é igual ao ângulo limite. refração igual a 1,5. Ao sair da lâmina, o raio lumi-
noso faz com a normal um ângulo de:
485 (UCS-RS) Um raio luminoso monocromático
a) 30° b) 45° c) 60° d) 75° e) n.d.a.
propaga-se num líquido transparente de índice de
refração absoluto n. O ângulo limite nesse meio vale
489 (Fuvest-SP) Um raio de luz I, no plano da folha,
30°. Pode-se então dizer que o valor do índice de
incide no ponto C do eixo de um semicilindro de
refração n vale:
plástico transparente, segundo um ângulo de 45°
com a normal OC à face plana. O raio emerge pela
a) 1 d) 2 superfície cilíndrica segundo um ângulo de 30° com
90°
ar 2
líquido
a direção de OC. Um raio II incide perpendicular-
b) 1 e) 3 mente à superfície cilíndrica formando um ângulo
iL com a direção OC e emerge com direção pratica-
c) 2 mente paralela à face plana. Podemos concluir que:

SIMULADÃO 81
a)  0° I 492 (UFRJ) O desvio mínimo que certa radiação
45° monocromática pode sofrer ao atravessar um dado
b)  30° II C prisma óptico é de 32°. Sabendo que o ângulo de
c)  45° refringência do prisma vale 46° e que sen 39° 
d)  60° 0,629 e sen 23°  0,390, podemos afirmar que o
índice de refração do material de que ele foi feito
e) a situação proposta O
tem valor:
no enunciado não pode 30°
I II a) igual a 1,41
ocorrer
b) igual a 1,51
490 (UFSM-RS) Um raio luminoso sofre as refrações c) igual a 1,61
mostradas na figura, ao atravessar os meios com
d) igual a 1,71
índices de refração n1, n2 e n3.
e) diferente de qualquer dos acima especificados
N1 N2

n1
493 (Unifor-CE) Um raio de luz r incide na face de
dioptro 1 um prisma, de material transparente, conforme está
n2 indicado no esquema. O ângulo limite de refração
n3
dioptro 2 para o ar é 41°.

45°
Pode-se, então, afirmar que:
r
a) n1 n2  n3 d) n1  n2  n3
b) n1  n2  n3 e) n1  n2 n3
c) n1 n2 n3

491 (VUNESP) Observe a tabela. Esse raio de luz vai:


a) passar para o ar na segunda face do prisma, apro-
Substância Massa Índice de
líquida específica refração ximando-se da normal
(ordem alfabética) (g/cm3) em relação ao ar b) incidir na segunda face do prisma e refletir, for-
mando um ângulo de reflexo igual a 45°
água 1,00 1,33
dissulfeto de carbono 1,26 1,63
c) incidir na segunda face do prisma e refletir sobre
si mesmo
Volumes iguais desses dois líquidos foram coloca- d) incidir na segunda face do prisma e refletir, for-
dos cuidadosamente em um recipiente cilíndrico de mando um ângulo de reflexão igual a 22,5°
grande diâmetro, mantido em repouso sobre uma e) passar para o ar na segunda face do prisma, afas-
superfície horizontal, formando-se duas camadas tando-se da normal
distintas, I e II, de mesma altura, conforme figura.
ar
494 Um prisma imerso no ar deve ser usado para
I mudar a direção do feixe de luz incidente por 90°,
de modo que a luz não é transmitida através da su-
II
perfície BC. Qual o menor valor admissível para o
índice de refração do prisma?
a) Qual dessas substâncias forma a camada I? Justi-
fique sua resposta.
A C
b) Um raio de luz incide com ângulo i  0° num 45°
ponto da superfície do líquido I e se refrata sucessi- 90°
vamente, nas duas superfícies de separação, atin-
gindo o fundo do recipiente.
45°
Esboce qualitativamente a trajetória desse raio, des-
de o ar até o fundo do recipiente. B

82 SIMULADÃO
495 (Vunesp-SP) Um prisma de vidro tem os três III – Todo raio luminoso que incide na lente, passan-
lados iguais e índice de refração n  2 em rela- do por um foco principal, por meio de prolon-
ção ao ar, para um determinado comprimento de gamento, emerge da lente, passando pelo foco se-
onda . Um raio luminoso de comprimento de onda cundário.
 incide no prisma formando um ângulo de 45° com III – Qualquer raio luminoso que incide na lente, pas-
a normal. Calcule o ângulo de desvio do raio que sando por um foco secundário ao emergir da lente,
emerge do prisma, em relação ao raio incidente. passará pelo foco principal.
a) 60° IV – Se um raio luminoso incide em uma lente para-
b) 45° lelamente ao eixo principal, ao emergir da lente ele
c) 0° 45° o fará de modo que ele ou seu prolongamento pas-
d) 30°  se por um foco principal.
e) 15° São corretas:
a) todas as afirmações
496 (PUCC-SP) Os raios de luz provenientes de uma b) apenas uma das afirmações é correta
estrela (E), ao atravessar a atmosfera, sofrem desvi-
c) as afirmações I e IV
os, dando-nos a impressão de que a estrela está mais
alta (E) do que realmente está (Figura 1). Também, d) as afirmações II e III
por isso, pode-se observar a imagem do Sol (S) e) as afirmações I, II e III
mesmo depois que ele (S) se pôs no horizonte ou
antes de nascer (Figura 2). 498 (Cesgranrio-RJ) Um estudante deseja queimar
uma folha de papel, concentrando, com apenas uma
E
lente, um feixe de luz solar na superfície da folha.
Para tal, ele dispõe de 4 lentes de vidro, cujos perfis
E são mostrados a seguir:

Figura 1
I II III IV
Para conseguir seu intento, o estudante poderá usar
S
as lentes:
a) I ou II somente d) II ou III somente
S
b) I ou III somente e) II ou IV somente
c) I ou IV somente
Figura 2

Esses fatos ocorrem, principalmente, devido à: 499 (Fiube-MG) Na figura estão representados um
a) variação de índice de refração do ar com a altitude objeto e uma lente divergente delgada.
b) variação de índice de refração do ar com a longitude lente
objetivo
c) variação de índice de refração do ar com a latitude
d) dispersão da luz ao atravessar a atmosfera foco foco
e) forma esférica da Terra e à atração gravitacional A B C D E
sofrida pela Lua

497 (UEPI) Com relação às propriedades geométri-


Aproximadamente, em que ponto do eixo óptico vai
cas da propagação do raio luminoso através de len-
se formar a imagem conjugada pela lente?
tes, são feitas as afirmações seguintes:
III – Todo raio de luz que atravessa a lente, passando a) A c) C e) E
pelo seu centro óptico, não sofre desvio. b) B d) D

SIMULADÃO 83
500 (PUC-MG) A figura representa um instrumento a imagem direita de AB formada pela lente. A se-
óptico X, um objeto O e sua imagem fornecida pelo gunda, A2B2, é a imagem, formada pela lente, do
instrumento. reflexo AB da haste AB no espelho E.
I x
L E
O
R
A

B
F F
É correto afirmar que X é:
a) um espelho côncavo
b) um espelho convexo
c) um espelho plano
d) uma lente convergente a) Construa e identifique as 2 imagens: A1B1 e A2B2.
e) uma lente divergente b) Considere agora o raio R, indicado na figura, par-
tindo de A em direção à lente L. Complete a trajetó-
501 (PUC-SP) No esquema a seguir, O é um objeto ria deste raio até uma região à esquerda da lente.
real e I, a sua imagem virtual, conjugada por uma Diferencie claramente com linha cheia este raio de
lente esférica delgada. outros raios auxiliares.
O
I 504 (PUC-SP) Uma lente de vidro cujos bordos são
mais espessos que a parte central:
eixo principal a) deve ser divergente
da lente
b) deve ser convergente
A partir das informações contidas no texto e na fi- c) no ar, é sempre divergente
gura, podemos concluir que a lente é: d) mergulhada num líquido, torna-se divergente
a) convergente e está entre O e I e) nunca é divergente
b) convergente e está à direita de I
c) divergente e está entre O e I 505 (PUC-RS) As imagens de objetos reais produzi-
das por lentes e espelhos podem ser reais ou virtu-
d) divergente e está à esquerda de O
ais. A respeito das imagens virtuais, pode-se afirmar
e) divergente e está à direita de I corretamente que:

502 (UFPel-RS) É comum as crianças, brincando com a) são sempre maiores que o objeto
uma lente, em dias de Sol, atearem fogo em papéis b) são sempre menores que o objeto
ou em pedaços de madeira, ao concentrarem a luz c) podem ser diretas ou invertidas
do Sol nesses materiais. d) são sempre diretas
Considerando essa situação:
e) são sempre invertidas
a) diga qual o tipo de lente utilizada
b) represente, através de um esboço gráfico, onde 506 (Esam-RN) Uma lente delgada convergente tem
se forma a imagem do Sol distância focal igual a 10,0 cm. A distância de um
c) dê as características dessa imagem objeto real ao foco objeto da lente é de 20,0 cm. A
distância, em centímetros, da imagem ao foco ima-
503 (Fuvest-SP) Na figura, em escala, estão repre- gem e duas características da imagem são:
sentados uma lente L delgada, divergente, com seus a) 5,0; real e invertida
focos F, e um espelho plano E, normal ao eixo da b) 5,0; real e direta
lente. Uma fina haste AB está colocada normal ao
c) 25,0; real e invertida
eixo da lente. Um observador O, próximo ao eixo e
à esquerda da lente, mas bastante afastado desta, d) 25,0; real e direta
observa duas imagens da haste. A primeira, A1B1, é e) 25,0; virtual e direta

84 SIMULADÃO
507 (UFBA) Projeta-se, com o auxílio de uma lente metade do tamanho da lâmpada e se forma sobre
delgada, a imagem real de uma vela, colocada a um anteparo a 60 cm da lente. Nessas condições, a
20 cm da lente, numa tela que dista 80 cm da vela. distância focal da lente, em centímetros, é igual a:
A distância focal da lente e o aumento linear trans- a) 50 b) 40 c) 30 d) 20 e) 10
versal da imagem são, respectivamente, iguais a:
a) 15 cm e 3 d) 10 cm e 4 513 (UMC-SP) Uma lente divergente possui 10 cm
b) 15 cm e 3 e) 16 cm e 4 de distância focal. A convergência da lente é de:
c) 15 cm e 3 a) 1 di c)  1 di e) 20 di
10 10
b) 10 di d) 10 di
508 (UFPA) Um objeto se encontra a 40 cm de um
anteparo. Uma lente convergente, em duas posições
514 (UMC-SP) Duas lentes delgadas justapostas têm
distintas, forma imagens do objeto no anteparo.
convergências de 2,0 dioptrias e 3,0 dioptrias.
Sabendo que a distância focal dessa lente é de
A convergência da associação em dioptrias será de:
7,5 cm, as distâncias entre o objeto e as posições da
lente acima referidas são, em centímetros: a) 1,0 b) 1,2 c) 2,0 d) 3,0 e) 5,0

a) 5 e 35 d) 12,5 e 27,5 515 (FEI-SP) Um objeto real encontra-se a 20 cm de


b) 7,5 e 32,5 e) 15 e 25 uma lente biconvexa convergente de 10 dioptrias.
c) 10 e 30 Sua imagem é:
a) real e invertida d) virtual e direita
509 (PUC-RJ) Um objeto real que se encontra a uma b) real e direita e) n. d. a.
distância de 25 cm de uma lente esférica delgada
c) virtual e invertida
divergente, cuja distância focal é, em valor absolu-
to, também de 25 cm, terá uma imagem:
516 (UEL-PR) Justapondo-se uma lente convergen-
a) virtual, direita e reduzida, a 12,5 cm do objeto te e outra divergente obtém-se uma lente conver-
b) real, invertida e do mesmo tamanho do objeto, a gente de distância focal 30 cm. As duas lentes justa-
25 cm da lente postas podem ter distâncias focais, em centímetros,
c) real, invertida e ampliada, a 12,5 cm da lente respectivamente, iguais a:
d) virtual, direita e ampliada, a 25 cm do objeto a) 40 e 40 d) 10 e 30
e) Não fornecerá imagem. b) 30 e 40 e) 10 e 15
c) 20 e 30
510 (UFBA) A imagem de uma estrela distante apa-
rece a 10 cm de uma lente convergente. Determine 517 (PUC-SP) A objetiva de um projetor cinemato-
em centímetros a que distância da lente está a imagem gráfico tem distância focal 10 cm. Para que seja pos-
de um objeto localizado a 30 cm dessa mesma lente. sível obter uma ampliação de 200 vezes, o com-
primento da sala de projeção deve ser aproximada-
511 (Unicamp-SP) Um sistema de lentes produz a mente:
imagem real de um objeto, conforme a figura. Cal- a) 20 m c) 10 m e) 4 m
cule a distância focal e localize a posição de uma
b) 15 m d) 5 m
lente delgada que produza o mesmo efeito.

objeto 518 (FEI-SP) Por meio de um projetor, obtém-se uma


imagem com aumento linear transversal igual a 20.
4 cm A distância do projetor à tela é d  5,25 m. A con-
100 cm vergência da lente do projetor, em dioptrias, é:
1 cm a) 25,0 c) 4,0 e) 1,25
b) 0,25 d) 0,0525
512 (Unifor-CE) Uma pequena lâmpada fluorescen-
te está acesa e posicionada perpendicularmente ao 519 (MACK-SP) Um projetor de diapositivos (slides)
eixo principal de uma lente delgada convergente. A usa uma lente convergente para produzir uma ima-
imagem da lâmpada conjugada por essa lente tem gem na tela que se encontra a 5 m da lente. Um

SIMULADÃO 85
slide com medidas 2 cm  3 cm tem na tela ima- 525 (UFRJ) Um escoteiro usa uma lupa para acen-
gem com medidas 100 cm  150 cm. A distância der uma fogueira, concentrando os raios solares num
focal dessa lente é, aproximadamente: único ponto a 20 cm da lupa. Utilizando a mesma
a) 10 cm d) 0,5 cm lupa, o escoteiro observa os detalhes da asa de uma
borboleta ampliada quatro vezes.
b) 5 cm e) 0,1 cm
c) 1 cm

520 (FES-SP) Uma câmara fotográfica com objetiva


de distância focal 10 cm é usada para fotografar ob-
jetos distantes. A distância da objetiva ao filme é da
ordem de:
a) 25 cm d) 5 cm
b) 20 cm e) 2,5 cm
c) 10 cm
a) Qual é a distância focal da lente? Justifique sua
521 (UFSCar-SP) Numa máquina fotográfica, a dis- resposta.
tância da objetiva ao filme é de 25 mm. A partir das
especificações dadas a seguir, assinale a que b) Calcule a que distância da asa da borboleta o es-
corresponde a uma lente que poderia ser a objetiva coteiro está posicionando a lupa.
dessa máquina:
526 (PUC-SP) Numa luneta astronômica afocal cujo
a) convergente, de convergência 4,0 di
aumento é 30, é usada uma ocular de 5 cm de dis-
b) convergente, de convergência 25 di tância focal. O comprimento da luneta deve ser de:
c) convergente, de convergência 40 di a) 25 cm d) 150 cm
d) divergente, de convergência 25 di b) 30 cm e) 155 cm
e) divergente, de convergência 4,0 di c) 35 cm

522 (Uniube-MG) Se a distância focal da objetiva 527 (ITA-SP) Um telescópio astronômico tipo refrator
de uma máquina fotográfica é de 4 cm, para termos é provido de uma objetiva de 1 000 mm de distân-
uma imagem nítida de um objeto colocado a 20 cm cia focal. Para que o seu aumento angular seja de
da objetiva, a distância entre esta e o filme, em cen- aproximadamente 50 vezes, a distância focal da ocu-
tímetros, deverá ser de: lar deverá ser de:
a) 1 b) 10 c) 5 d) 10 e) 20 a) 10 mm d) 25 mm
5 3
b) 50 mm e) 20 mm
523 (MACK-SP) Um dos instrumentos ópticos mais c) 150 mm
simples é a lupa, popularmente conhecida por lente
de aumento. A classificação geral divide as lentes 528 (FEMPAR) Complete a frase corretamente:
em convergentes e divergentes. A lupa se enquadra A luz penetra no olho através de um diafragma, a
num desses grupos, podendo ser uma lente: _____, no centro do qual há uma abertura, a _____,
a) bicôncava d) plano-convexa que aumenta ou diminui de diâmetro conforme a
b) plano-côncava e) qualquer intensidade luminosa.
A luz passa em seguida por uma _____, o cristalino,
c) convexo-côncava
e atinge uma camada fotossensível, o(a) _____.
524 (UERJ) A imagem que se observa de um mi- a) córnea, íris, lente divergente, pupila
croscópio composto é: b) íris, córnea, lente convergente, humor aquoso
a) real e invertida d) real e ampliada c) pupila, córnea, lente convergente, retina
b) real e direita e) virtual e invertida d) córnea, pupila, lente divergente, nervo óptico
c) virtual e direita e) íris, pupila, lente convergente, retina

86 SIMULADÃO
529 (UFLA-MG) Uma pessoa hipermetrope tem seu d) de queda livre
globo ocular pequeno em relação à distância focal e) retilíneo uniformemente acelerado
do cristalino. Considerando que essa pessoa tenha
uma distância mínima de visão distinta de 0,5 m, 533 (Unisa-SP) Um corpo descreve movimento har-
então, para que possa enxergar objetos a 0,25 m, mônico simples, conforme a equação
deve usar lentes de vergência (dioptrias ou graus): X  50 cos (2 t  ).
a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 0,75 Os valores são expressos em unidades do Sistema
Internacional de Unidades. Assim, podemos afirmar
530 (PUCC-SP) José fez exame de vista e o médico que no instante t  5 s a velocidade e a aceleração
oftalmologista preencheu a receita abaixo. são, respectivamente:
Lente Lente a) 0; 1 000 2 d) 100 ; 200 2
Eixo
PARA esférica cilíndrica b) 100 ; 200 2 e) 0; 2 000 2
LONGE O.D. 0,50 2,00 140°
c) 0; 200 2
O.E. 0,75

PARA O.D. 2,00 2,00 140° 534 (Osec-SP) Um móvel executa um movimento
PERTO O.E. 1,00 £ ¥
harmônico simples de equação x  8  cos ²  t´ ,
¤ 8 ¦
Pela receita, conclui-se que o olho: onde t é dado em segundos e x em metros. Após
a) direito apresenta miopia, astigmatismo e “vista 2,0 s, a elongação do movimento é:
cansada” a) zero c) 3,5 m e) 8,0 m
b) direito apresenta apenas miopia e astigmatismo b) 2,0 m d) 5,7 m
c) direito apresenta apenas astigmatismo e “vista
cansada” 535 (UFBA) O gráfico representa as posições ocu-
d) esquerdo apresenta apenas hipermetropia padas, em função do tempo, por um móvel de mas-
e) esquerdo apresenta apenas “vista cansada” sa igual a 1 kg, que oscila em MHS. Nessas condi-
ções, é correto afirmar:
x (m)

ONDULATÓRIA 5

531 (Fcap-PA) A posição de um corpo em função do


tempo, que executa um movimento harmônico sim- 0 2 4 6 8 t (s)

£ ¥
ples, é dada por: x  0,17 cos ²5 t  ´ , onde x 5
¤ 3 ¦
é dado em metros e t em segundos. A freqüência (01) A função horária da elongação é
do movimento é:
x  5 cos £² t + 3 ¥´ .
a) 2,5 Hz c) 0,17 Hz e) 1,7 Hz ¤ 4 2 ¦
5 (02) A função horária da velocidade escalar instan-
b) Hz d) Hz
2 3 5 £ ¥
tânea é v   sen ² t´ .
4 ¤ 4 ¦
532 (UFPel-RS) Uma pessoa exercita-se numa bici-
cleta ergométrica, pedalando com velocidade angu- (04) No instante 2 s, a velocidade escalar do móvel
lar constante, bem debaixo de uma lâmpada acesa. é nula.
Um estudante observa o movimento da sombra do (08) No instante 6 s, a aceleração escalar do móvel
pedal da bicicleta no chão e conclui que o movi- 5 2
é igual a m/s2.
mento apresentado pela sombra é: 16
a) circular e uniforme (16) No instante 8 s, a energia cinética do móvel é
b) harmônico simples nula.
Dê como resposta a soma dos números correspon-
c) retilíneo uniforme
dentes às proposições corretas.

SIMULADÃO 87
536 (Fuvest-SP) Uma peça, com a forma indicada, c) o módulo da aceleração e a energia potencial são
gira em torno de um eixo horizontal P, com veloci- máximas
dade angular constante e igual a rad/s. Uma mola d) a energia cinética é máxima e a energia potencial
mantém uma haste apoiada sobre a peça, podendo é mínima
a haste mover-se apenas na vertical. A forma da peça
e) a velocidade, em módulo, e a energia potencial
é tal que, enquanto ela gira, a extremidade da haste
são máximas
sobe e desce, descrevendo, com o passar do tempo,
um movimento harmônico simples Y (t), como indi-
cado no gráfico. (UFAL) Instruções: para responder às questões de
números 225 e 226 utilize as informações e o es-
quema abaixo.
Um bloco de massa 4,0 kg, preso à extremidade de
Y Y uma mola de constante elástica 25 2 N/m, está em
equilíbrio sobre uma superfície horizontal perfeita-
mente lisa, no ponto O, como mostra o esquema.

P t

A O B

Assim, a freqüência do movimento da extremidade O bloco é então comprimido até o ponto A, passan-
da haste será de: do a oscilar entre os pontos A e B.
a) 3,0 Hz c) 1,0 Hz e) 0,5 Hz
b) 1,5 Hz d) 0,75 Hz 539 O período de oscilação do bloco, em segun-
dos, vale:
537 (MACK-SP) Uma mola tem uma extremidade a) 20 c) e) 0,80
fixa e, preso à outra extremidade, um corpo de b) 8,0 d) 0,80
0,5 kg, oscilando verticalmente. Construindo-se o
gráfico das posições assumidas pelo corpo em fun- 540 A energia potencial do sistema (mola  bloco)
ção do tempo, obtém-se o diagrama da figura. A é máxima quando o bloco passa pela posição:
freqüência do movimento desse corpo é:
a) A, somente d) A e pela posição B
y (cm) b) O, somente e) A e pela posição O
10 c) B, somente

541 (UEL-PR) A partícula de massa m, presa à extre-


0 1 2 3 t (s)
midade de uma mola, oscila num plano horizontal
10 de atrito desprezível, em trajetória retilínea em tor-
no do ponto de equilíbrio O. O movimento é har-
mônico simples, de amplitude x.
a) 0,5 Hz c) 5,0 Hz e) 10,0 Hz
b) 2,0 Hz d) 8,0 Hz m

538 (Unitau-SP) Um corpo de massa m, ligado a x O x


uma mola de constante elástica k, está animado de
um movimento harmônico simples. Nos pontos em Considere as afirmações:
que ocorre a inversão no sentido do movimento: I – O período do movimento independe de m.
a) são nulas a velocidade e a aceleração II – A energia mecânica do sistema, em qualquer
b) são nulas a velocidade e a energia potencial ponto da trajetória, é constante.

88 SIMULADÃO
III – A energia cinética é máxima no ponto O. c) produção de energia
É correto afirmar que somente: d) movimento de matéria
a) I é correta d) I e II são corretas e) transporte de energia
b) II é correta e) II e III são corretas
c) III é correta 545 (UEL-PR) A velocidade de propagação v de um
pulso transversal numa corda depende da força de
tração T com que a corda é esticada e de sua densi-
542 (PUC-SP) Um corpo está dotado de MHS, osci-
dade linear (massa por unidade de comprimen-
lando entre os pontos de abscissas 10 cm e
10 cm. Tomando como nível zero de energia po- to): v  T . Um cabo de aço, com 2,0 m de com-
tencial o ponto de abscissa zero, indique em que
pontos é a energia do sistema constituída de duas primento e 200 g de massa, é esticado com força de
partes iguais, uma cinética e outra potencial. tração de 40 N. A velocidade de propagação de um
a) 10 cm e 10 cm pulso nesse cabo é, em metros por segundo:
a) 1,0 d) 20
b) 5 2 cm e 5 2 cm
b) 2,0 e) 40
c) 5 cm e 5 cm c) 4,0

5 2 5 2
d) cm e cm 546 (UFPel-RS) João está brincando com uma lon-
2 2
ga corda, apoiada na calçada e amarrada a um can-
e) 5 3 cm e 5 3 cm teiro no ponto O. Ele faz a extremidade da corda
oscilar horizontalmente com freqüência de 2 Hz, ge-
543 (UNI-RIO) Na figura, um sistema mecânico é rando uma onda que percorre a corda, como mos-
formado por uma roda R, uma haste H e um êmbo- tra a figura.
lo E, que desliza entre as guias G1 e G2. As extremi- Joana

dades da haste H são articuladas em P e P, o que


permite que o movimento circular da roda R produ-
za um movimento de vai-e-vem de P, entre os pon- João 20 cm
tos A e B, marcados no eixo x. 60 cm

P
G1
H E
P O
R
A B x

G2
Desprezando perdas de energia, podemos afirmar
que a casinha de brinquedo de Joana, mostrada na
Considerando-se que a roda R descreve 240 rota-
figura, será derrubada pela corda:
ções por minuto, o menor intervalo de tempo neces-
sário para que o ponto P se desloque de A até B é: a) 4,5 s após o instante fixado na figura
1 1 b) 1,0 s após o instante fixado na figura
a) 2 s c) s e) s
4 16 c) 2,0 s após o instante fixado na figura
1 d) 1,5 s após o instante fixado na figura
b) 1 s d) s
8 e) 3,0 s após o instante fixado na figura

544 (PUC-SP) A propagação de ondas envolve, ne-


547 (UEL-PR) Numa corda, uma fonte de ondas re-
cessariamente:
aliza um movimento vibratório com freqüência de
a) transporte de matéria e energia 10 Hz. O diagrama mostra, num determinado ins-
b) transformação de energia tante, a forma da corda percorrida pela onda.

SIMULADÃO 89
y (cm) 550 (Fuvest-SP) Uma bóia pode se deslocar livre-
3,0 mente ao longo de uma haste vertical, fixada no
fundo do mar. Na figura, a curva cheia representa
0 2,0 4,0 6,0 8,0 10 12 x (cm)
uma onda no instante t  0 s, e a curva tracejada, a
mesma onda no instante t  0,2 s. Com a passa-
3,0
gem dessa onda, a bóia oscila.

A velocidade de propagação da onda, em centíme-


tros por segundo, é de:
bóia
a) 8,0 c) 40 e) 160
haste 0,5 m
b) 20 d) 80

548 (MACK-SP) Um menino na beira de um lago Nessa situação, o menor valor possível da velocida-
observou uma rolha que flutuava na superfície da de da onda e o correspondente período de oscila-
água, completando uma oscilação vertical a cada 2 s ção da bóia valem:
devido à ocorrencia de ondas. Esse menino estimou a) 2,5 m/s e 0,2 s d) 5,0 m/s e 0,8 s
como sendo 3 m a distância entre duas cristas conse- b) 5,0 m/s e 0,4 s e) 2,5 m/s e 0,8 s
cutivas. Com essas observações, o menino concluiu
que a velocidade de propagação dessas ondas era de: c) 0,5 m/s e 0,2 s

a) 0,5 m/s c) 1,5 m/s e) 6,0 m/s


551 (UFSM-RS) A equação de uma onda é
b) 1,0 m/s d) 3,0 m/s
• £ x t ¥—
y  10  cos ³2 ²  ´ µ , com x e y dados em
549 (Fuvest-SP) O gráfico representa, num dado ins- – ¤ 2 4 ¦˜
tante, a velocidade transversal dos pontos de uma metros e t, em segundos. A velocidade de propaga-
corda, na qual se propaga uma onda senoidal na ção dessa onda, em metros por segundo, é:
direção do eixo dos x. a) 0,10 c) 0,50 e) 10,00
v (m/s) b) 0,25 d) 2,00
2
1
552 (UFSC) A equação de uma onda senoidal pro-
pagando-se ao longo do eixo x é dada por
0 A B C D E x (m)
y  0,005  cos £²  x   t¥´ no sistema in-
1
2 ¤ 10 40 ¦
0 1 2 3 4 5 6 7 8
ternacional de unidades. Assinale a(s) proposi-
ção(ões) verdadeira(s) e dê como resposta a soma
A velocidade de propagação da onda é 24 m/s.
dos números associados a essas proposições.
Sejam A, B, C, D e E pontos da corda. Considere,
para o instante representado, as seguintes afirmações: (01) A amplitude da onda é de 0,005 m.
I – A freqüência da onda é 0,25 Hz. (02) O comprimento de onda dessa onda é de 10 m.
II – Os pontos A, C e E têm máxima aceleração (04) O sentido de propagação da onda é o do eixo x
transversal (em módulo). positivo.
III – Os pontos A, C e E têm máximo deslocamento (08) O período da onda é de 40 s.
transversal (em módulo).
(16) A velocidade da onda é de 0,25 m/s.
IV – Todos os pontos da corda se deslocam com ve-
(32) A velocidade angular da onda é de (0,025 ) rd/s.
locidade de 24 m/s na direção do eixo x.
São corretas as afirmações:
553 (FAFEOD-MG) A ilustração representa uma an-
a) todas d) somente I e II tena transmissora de ondas de rádio em operação.
b) somente IV e) somente II, III e IV As linhas circulares correspondem ao corte das fren-
c) somente II e III tes esféricas irradiadas pela antena.

90 SIMULADÃO
v P
200 m
0 3 6 9 12 15 x (m)
200 m

200 m 0 3 6 9 12 15 x (m)
v

Observando as fotografias verificamos que a veloci-


dade de propagação do pulso na corda, suposta
constante, é:
a) 4 m/s c) 8 m/s e) 12 m/s
b) 6 m/s d) 10 m/s
Supondo que as ondas de rádio propaguem-se no
ar com velocidade de 300 000 km/s, é correto afir- 557 (UFAL) Uma onda periódica se propaga numa
mar que sua freqüência vale: corda fina com velocidade de 8,0 m/s e comprimen-
a) 1,5  106 Hz c) 1,5  103 Hz to de onda igual a 40 cm. Essa onda se transmite
b) 1,5  108 Hz d) 3,0  108 Hz para outra corda grossa onde a velocidade de pro-
pagação é 6,0 m/s.
554 (UFCE) Você está parado, em um cruzamento,
esperando que o sinal vermelho fique verde. A dis-
tância que vai de seu olho até o sinal é de 10 metros.
Essa distância corresponde a vinte milhões de vezes o
comprimento de onda da luz emitida pelo sinal. Usan- Na corda grossa, essa onda periódica tem freqüên-
do essa informação, você pode concluir, corretamen- cia em hertz e comprimento de onda em centíme-
te, que a freqüência da luz vermelha é, em hertz: tro, respectivamente, iguais a:
a) 6  106 d) 6  1012 a) 20 e 60 d) 15 e 30
8 14
b) 6  10 e) 6  10 b) 20 e 30 e) 15 e 20
10
c) 6  10 c) 15 e 60

555 (Fuvest-SP) Um rádio receptor opera em duas 558 (MACK-SP) A figura mostra uma onda trans-
modalidades: uma, AM, cobre o intervalo de 550 a versal periódica, que se propaga com velocidade
1 550 kHz, e outra, FM, de 88 a 108 MHz. A velocida- v1  8 m/s em uma corda AB, cuja densidade linear
de das ondas eletromagnéticas vale 3  108 m/s. Quais, é 1. Essa corda está ligada a uma outra, BC, cuja
aproximadamente, o menor e o maior comprimentos densidade é 2, sendo que a velocidade de propa-
de onda que podem ser captados por esse rádio? gação da onda nesta segunda corda é v2  10 m/s.
a) 0,0018 m e 0,36 m O comprimento de onda quando se propaga na cor-
da BC é igual a:
b) 0,55 m e 108 m v1
c) 2,8 m e 545 m 1 2
d) 550  103 m e 108  106 m B
fonte
A C
e) 1,6  1014 m e 3,2  1016 m
6m

556 (UFCE) A figura mostra duas fotografias de um


a) 7 m b) 6 m c) 5 m d) 4 m e) 3 m
mesmo pulso que se propaga em uma corda de 15 m
de comprimento e densidade uniforme, tensionada
559 (USC-RS) Uma onda na superfície da água do
ao longo da direção x. As fotografias foram tiradas
mar desloca-se do mar para a praia. À medida que
em dois instantes de tempo, separados de 1,5 se-
diminui a profundidade da água, a onda:
gundo. Durante esse intervalo de tempo o pulso
sofreu uma reflexão na extremidade da corda que a) aumenta sua velocidade
está fixa na parede P. b) mantém sua freqüência

SIMULADÃO 91
c) diminui sua freqüência 563 (Unifor-CE) As frentes de ondas planas na su-
d) aumenta seu comprimento de onda perfície da água mudam de direção ao passar de
uma parte mais profunda de um tanque para outra
e) mantém sua velocidade
mais rasa, como mostra o esquema.

560 (UFPI) Um feixe de luz verde tem comprimento


de onda de 600 nm (6  107 m) no ar. Qual o com-
primento de onda dessa luz, em nm, dentro d’água,
onde a velocidade da luz vale somente 75% do seu 1 60° 60°
valor no ar? 2 30° 30°
a) 350 d) 500
b) 400 e) 550
c) 450 Dados: sen 60°  0,87; sen 30°  0,50.
Se a velocidade de propagação das ondas é de
561 (UNI-RIO-Ence-RJ) Uma onda com velocidade 174 cm/s na parte mais profunda, na parte mais rasa
v1 e comprimento de onda 1, após ser refratada, a velocidade, em centímetros por segundo, vale:
passa a ter velocidade v2 e comprimento de onda 2. a) 348 d) 100
Considerando que v2  2  v1, podemos afirmar que: b) 200 e) 87
1 c) 174
a) 2   1 d) 2  2  1
3
1 564 (UEL-PR) Um feixe de luz cujo comprimento de
b) 2   1 e) 2  3  1
2 onda é 5,0  108 m e cuja freqüência é 6,0  1015 Hz
c) 2  1 no ar, de índice de refração 1,0, passa para o vidro
de índice de refração 1,5. Os valores da freqüência,
da velocidade e do comprimento de onda no vidro
562 (Ence-RJ) Um vibrador produz ondas planas na
desse feixe de luz são:
superfície de um líquido com freqüência f  10 Hz e
comprimento de onda   28 cm. Ao passarem do
meio I para o meio II, como mostra a figura, foi Freqüência Velocidade Comprimento de
(Hz) (m/s) onda (m)
verificada uma mudança na direção de propagação
das ondas. a) 4,0  1015 3,0  108 3,3  107
(Dados: sen 30°  cos 60°  0,5;
b) 6,0  1015 2,0  108 3,3  108
3 c) 6,0  1015 3,0  108 3,0  107
sen 60°  cos 30°  ;
2
d) 7,5  1015 2,0  108 3,0  108
sen 45°  cos 45°  2 e considere 2  1,4.) e) 7,5  1015 3,0  108 3,3  108
2

565 (UFSM-RS) A luz é uma onda _____, e o fe-


meio I 45° nômeno da difração em uma fenda simples é nítido,
meio II 30° quando a largura da fenda é _____ comprimento de
onda.
Marque a alternativa que completa corretamente as
lacunas.
No meio II os valores da freqüência e do compri- a) longitudinal – independente do
mento de onda serão, respectivamente, iguais a: b) longitudinal – da ordem do
a) 10 Hz; 14 cm d) 15 Hz; 14 cm c) longitudinal – muito maior que o
b) 10 Hz; 20 cm e) 15 Hz; 25 cm d) transversal – da ordem do
c) 10 Hz; 25 cm e) transversal – independente do

92 SIMULADÃO
566 (UFRN) Duas ondas de mesma amplitude se pro- 1,0 cm, e a freqüência de vibração de F1 como a de
pagam numa corda uniforme, em sentidos contrári- F2 é igual a 10 Hz.
os, conforme a ilustração. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s).
(1)
A

(2)
F1 F2 5,0 cm
No instante em que o pulso 1 ficar superposto ao
pulso 2, a forma da corda será: C B
a) d)

b) e)
01. Cada uma das ondas independentemente é
unidimensional.
c)
02. No ponto A, há uma interferência construtiva
567 (ITA-SP) Uma onda transversal é aplicada sobre com amplitude de vibração de 2,0 cm.
um fio preso pelas extremidades, usando-se um 04. No ponto B, há uma interferência destrutiva com
vibrador cuja freqüência é de 50 Hz. A distância amplitude de vibração nula.
média entre os pontos que praticamente não se 08. No ponto C, há uma interferência construtiva
movem é de 47 cm. Então, a velocidade das ondas com amplitude de vibração de 2,0 cm.
neste fio é de:
16. O comprimento de onda de cada onda é 5,0 cm.
a) 47 m/s d) 1,1 m/s
32. O valor da velocidade de propagação de cada
b) 23,5 m/s e) outro valor onda é v  100 cm/s.
c) 0,94 m/s Dê como resposta a soma dos números correspon-
dentes às proposições corretas.
568 (PUC-MG) A figura mostra duas cordas idênti-
cas, de comprimento 1,8 m, e submetidas à mesma 571 (ITA-SP) No experimento denominado “anéis
força de tração. A razão (quociente) entre o compri- de Newton”, um feixe de raios luminosos incide so-
mento de onda estabelecido na segunda corda 2 e bre uma lente plana convexa que se encontra apoi-
o comprimento de onda produzido na primeira 1 é: ada sobre uma lâmina de vidro, como mostra a fi-
a) 0,4 gura. O aparecimento de franjas circulares de inter-
1,8
b) 0,5 ferência, conhecidas como anéis de Newton, está
associado à camada de ar, de espessura d variável,
c) 0,25
existente entre a lente e a lâmina.
d) 2,5 Qual deve ser a distância d entre a lente e a lâmina
e) 4 de vidro correspondente à circunferência do quarto
anel escuro ao redor do ponto escuro central? (Con-
569 (UFES) A interferência da luz mostra que a luz é: sidere  o comprimento de onda da luz utilizada.)
a) um fenômeno corpuscular feixe de raios
luminosos paralelos
b) um fenômeno mecânico
c) um fenômeno elétrico vidro
lente d ar
d) uma onda longitudinal vidro
e) um fenômeno ondulatório lâmina

570 (UFSC) Na figura estão representadas as cristas


(círculos contínuos) e vales (círculos tracejados) das 4°- anel

ondas produzidas pelas fontes F1 e F2, num determi-


nado instante. A amplitude de cada onda é igual a a) 4 b) 8 c) 9 d) 8,5 e) 2

SIMULADÃO 93
572 (FEMPAR) Considere as seguintes ondas: 576 (Cesupa) “Morcego inspira radar para orientar
I – Ultravioleta Característica Y: pessoa cega (…) O aparelho emitiria ultra-sons exa-
tamente como os dos morcegos para alertar sobre
II – Ultra-som (3) Transversal
os obstáculos” (O Liberal, 22/08/99).
III – Raio gama (4) Longitudinal Suponha que um industrial receba a proposta de
Característica X: Característica Z: fabricar tais aparelhos. Com parcos conhecimentos
(1) Eletromagnética (5) Bidimensional de acústica, argumenta que esse aparelho seria de
(2) Mecânica (6) Tridimensional difícil aceitação no mercado porque, ao produzir
ultra-sons, geraria um incômodo barulho. O propo-
Associe agora as ondas às características X, Y e Z e nente, seguro da qualidade de seu produto, explica
indique a correlação correta: ao industrial que os ultra-sons:
a) I (2, 3, 6); II (1, 4, 5); III (1, 4, 6) a) são sons de baixa intensidade
b) I (1, 4, 5); II (2, 3, 5); III (2, 4, 6) b) possuem baixa freqüência
c) I (2, 4, 5); II (2, 4, 5); III (1, 4, 5) c) são inaudíveis
d) I (1, 3, 6); II (2, 4, 6); III (1, 3, 6) d) possuem pequena amplitude de vibração
e) I (1, 3, 6); II (1, 3, 6); III (2, 3, 6) e) são sons baixos

573 (Unicruz-RS) Num dia chuvoso, uma pessoa vê 577 (FEI-SP) Considerando as faixas audíveis para
um relâmpago entre uma nuvem e a superfície da os animais mencionados a seguir, podemos afirmar que:
Terra. Passados 6 s ela ouve o som do trovão corres- gato – 30 Hz até 45 kHz
pondente. Sabendo que a velocidade do som no ar cão – 20 Hz até 30 kHz
é 340 m/s, qual a distância entre a pessoa e o ponto
homem – 20 Hz até 20 kHz
onde ocorreu o relâmpago?
baleia – 40 Hz até 80 kHz
a) 2 040 m
a) o homem pode escutar sons mais graves que o
b) 56,6 m gato
c) 1 020 m b) a baleia pode escutar sons mais graves que o cão
d) 2 400 m c) o cão escuta sons mais agudos que a baleia
e) Não é possível calcular essa distância. d) o homem escuta sons mais agudos que a baleia
e) o gato escuta sons mais graves que o cão
574 (Unifor-CE) Gerador de áudio é um aparelho
que gera sons de uma única freqüência. Um desses
578 (UEPA) Durante uma entrevista na indefectível
sons de freqüência 500 Hz se propaga no ar com
rede internacional de notícias CMM o repórter en-
velocidade de 340 m/s. O comprimento de onda no
trevista um famoso astrônomo sobre a espetacular
ar desse som é, em metros, igual a:
explosão de uma estrela supernova. Surpreendido
a) 0,34 d) 1,02 pela descrição da magnitude da explosão, o repór-
b) 0,68 e) 1,36 ter comenta: “O estrondo deve ter sido enorme!”.
c) 0,850 Conhecendo-se o mecanismo de propagação de
ondas sonoras, pode-se argumentar que o som:
a) é detectado na Terra por ser uma onda elástica
575 (Uniube-MG) O homem, em condições normais
de audição, consegue ouvir ondas sonoras de com- b) não é detectado na Terra por ser uma onda me-
primentos de onda compreendidos entre 1,7  101 m cânica
e 1,7  102 m, que se propagam no ar com veloci- c) é detectado na Terra por radiotelescópios, por ser
dade de 340 m/s. As freqüências da onda no ar cor- uma onda eletromagnética de baixa freqüência
respondentes a esses comprimentos de ondas são, d) é detectado porque a onda eletromagnética trans-
respectivamente, forma-se em mecânica ao atingir a Terra
a) 40 e 60 000 hertz c) 30 e 60 000 hertz e) não é detectado na Terra por ser uma onda ele-
b) 25 e 40 000 hertz d) 20 e 20 000 hertz tromagnética

94 SIMULADÃO
579 (UFRGS) Dois sons no ar, com a mesma altura, Julgando-as verdadeiras V ou falsas F, a seqüência
diferem em intensidade. O mais intenso tem, em correta será:
relação ao outro: a) V – V – V d) F – V – V
a) apenas maior freqüência b) V – V – F e) F – F – F
b) apenas maior amplitude c) V – F – V
c) apenas maior velocidade de propagação
d) maior amplitude e maior velocidade de propaga- 583 (UEL-PR) Uma fonte sonora emite ondas uni-
ção formemente em todas as direções. Supondo que a
energia das ondas sonoras seja conservada e lem-
e) maior amplitude, maior freqüência e maior velo-
brando que a potência P da fonte é a razão entre a
cidade de propagação
energia emitida e o tempo, define-se a intensidade
sonora da fonte como a razão entre a sua potência
580 (Fuvest-SP) Uma onda eletromagnética propa- e a área 4 r2 de uma esfera de raio r centrada na
ga-se no ar com velocidade praticamente igual à luz
P
no vácuo (c  3  108 m/s), enquanto o som propa- fonte. Então, I  .
4 r 2
ga-se no ar com velocidade aproximada de 330 m/s.
Nessas condições, considere que à distância r de uma
Deseja-se produzir uma onda audível que se propa-
sirene, a intensidade do som seja de 0,36 W/m2.
gue no ar com o mesmo comprimento de onda da-
Pode-se concluir que, à distância 3r da sirene, a in-
quelas utilizadas para transmissões de rádio em fre-
tensidade sonora será, em W/m2, de:
qüência modulada (FM) de 100 MHz (100  106 Hz).
A freqüência da onda audível deverá ser aproxima- a) 0,36 c) 0,09 e) 0,04
damente de: b) 0,12 d) 0,06
8
a) 110 Hz d) 10 Hz
584 (Unisinos-RS) Walkman pode causar surdez. Por
b) 1 033 Hz e) 9  1013 Hz
mais resistente que seja o ouvido, o volume exage-
c) 11 000 Hz rado do aparelho é um convite explícito a futuras
complicações auditivas (Caderno Vida – Zero Hora,
581 (UEPA) A voz humana, produzida pela vibração 9/4/94).
das cordas vocais, fica alterada durante processos Em relação à intensidade sonora, afirma-se que:
inflamatórios caracterizados pelo aumento do volu-
I – Aumenta de acordo com a freqüência do som.
me de fluidos nas cordas, produzindo a rouquidão.
Considere que as cordas vocais se comportam como II – Está relacionada com a energia transportada pela
cordas vibrantes, com extremidades fixas. Conside- onda sonora.
re ainda, como um modelo para rouquidão, que o III – Diminui com o timbre do som.
efeito do inchaço é apenas aumentar a densidade Das afirmativas:
da corda. Nestas condições:
a) somente I é correta
a) Qual a qualidade fisiológica do som que diferen-
b) somente II é correta
cia a voz rouca da voz normal?
c) apenas I e II são corretas
b) Qual a alteração de freqüência produzida pela rou-
quidão? Justifique utilizando o modelo da corda vi- d) apenas I e III são corretas
brante. e) I, II e III são corretas

582 (Cefet-PR) Analise as proposições: 585 (UFOP-MG) A característica da onda sonora que
nos permite distinguir o som proveniente de uma
I) Uma onda sonora é elástica porque as partículas
corda de viola do de uma corda de piano é:
de ar são submetidas a uma força de restituição,
que tende a fazê-las voltar às posições iniciais. a) o timbre

II) Um som grave tem um período menor do que b) a freqüência


um som agudo. c) a amplitude
III) A intensidade do som depende da energia que d) a intensidade
chega a nossos ouvidos em cada segundo. e) o comprimento de onda

SIMULADÃO 95
586 (Unitau-SP) A figura mostra ondas estacioná- 589 (Unitau-SP) O ouvido externo do homem pode
rias em uma corda de comprimento 1,0 m, vibrando ser considerado um tubo sonoro com 2,5 cm de
em seu modo fundamental e nos primeiros harmô- comprimento, aberto em uma das extremidades e
nicos. Supondo que a velocidade de propagação fechado na outra pelo tímpano. A freqüência fun-
destas ondas seja igual a 500 m/s, as freqüências, damental de ressonância do ouvido é de:
em hertz, do modo fundamental e dos harmônicos (Dado: vsom  330 m/s.)
seguintes, valem, respectivamente:
a) 3,4  102 Hz d) 4,0  102 Hz
b) 1,3  102 Hz e) 6,6  103 Hz
c) 0,8  102 Hz

590 (Unic-MT) Um tubo sonoro fechado, cheio de


ar, emite um som fundamental de 3,4 kHz. Saben-
do-se que a velocidade do som no ar é de 340 m/s,
pode-se dizer que o comprimento do tubo é:

a) 1 000; 750; 500; 250


b) 1 000; 250; 500; 750
c) 1 000, para todos os modos
a) 3,4 m c) 0,50 m e) 0,025 m
d) 250; 500; 750; 1 000
b) 0,340 m d) 0,25 m
e) 500; 500; 1 000; 1 000
591 (FEI-SP) A figura representa uma onda estacio-
587 (MACK-SP) Uma corda de 0,5 m de compri- nária que se forma em um tubo sonoro fechado. A
mento e densidade linear 105 kg/m tem suas extre- velocidade de propagação do som no ar é 340 m/s.
midades fixas. Ela emite o som fundamental quan- A freqüência do som emitido pelo tubo é aproxima-
do submetida a uma força de tração de 10 N. A fre- damente:
qüência do som fundamental é:
1,20 m
a) 100 Hz c) 500 Hz e) 2 000 Hz
b) 200 Hz d) 1 000 Hz

588 (UFPE) Uma onda sonora que se propaga com


velocidade igual a 330 m/s através de um tubo de a) 212 Hz c) 340 Hz e) 567 Hz
90 cm desloca as moléculas de ar de suas posições b) 284 Hz d) 425 Hz
de equilíbrio. O valor do deslocamento s(t) das mo-
léculas em um determinado instante de tempo t, e 592 (UNI-RIO) Um tubo de comprimento L, aberto
ao longo do comprimento do tubo, pode ser repre- em ambas as extremidades, emite um som funda-
sentado pelo gráfico abaixo. Qual a freqüência, em mental de freqüência f1. O mesmo tubo, quando
quilohertz, dessa onda sonora? fechamos uma de suas extremidades, passa a emitir
um som fundamental de freqüência f2. O valor da
s ( m)
f
15
razão 1 corresponde a:
f2
10
1
5 a) 2 c) e) 1
2 8
0
15 30 45 60 75 90 (cm)
5 1
b) 1 d)
10 4
15
593 (Cefet-PR) Preencha a coluna II de acordo com
as opções da coluna I e assinale a alternativa corres-
a) 1,1 b) 0,9 c) 0,6 d) 0,5 e) 0,3 pondente:

96 SIMULADÃO
Coluna I 596 (Fuvest-SP) Considerando o fenômeno de res-
(A) timbre (E) ressonância sonância, o ouvido humano deveria ser mais sensí-
vel a ondas sonoras com comprimentos de ondas
(B) intervalo musical (F) altura
cerca de quatro vezes o comprimento do canal audi-
(C) intensidade sonora (G) decibel tivo externo, que mede, em média, 2,5 cm. Segun-
(D) batimento do esse modelo, no ar, onde a velocidade de propa-
gação do som é 340 m/s, o ouvido humano seria
Coluna II mais sensível a sons com freqüências em torno de:
(A) Fenômeno resultante da vibração de um corpo a) 34 Hz d) 3 400 Hz
em função da incidência de uma onda sonora. b) 1 320 Hz e) 6 800 Hz
(A) Razão entre as freqüências de dois sons. c) 1 700 Hz
(A) Propriedade de uma onda sonora associada à
amplitude de vibração da onda. 597 (Cesupa) Suponha que do bote do Corredeiras
(A) Propriedade associada ao número de harmôni- caia uma pessoa que, completamente submersa, não
cos que acompanham o som fundamental. possa ouvir os gritos de alerta de seus companhei-
(A) Propriedade de uma onda sonora relacionada ros. O fato de que a pessoa dentro d’água não ouve
com a sua freqüência. um som produzido no ar se deve a que…
a) A, B, C, E, G d) E, B, C, A, F a) a velocidade do som no ar é maior do que na
b) A, C, B, G, F e) A, D, E, G, F água

c) D, C, F, G, A b) a velocidade do som no ar é menor do que na


água
594 (PUCC-SP) Uma proveta graduada tem 40,0 cm c) o som é quase que totalmente refletido na
de altura e está com água no nível de 10,0 cm de interface ar-água
altura. Um diapasão de freqüência 855 Hz, vibran- d) o som é quase que totalmente refratado na
do próximo à extremidade aberta da proveta, indica interface ar-água
ressonância. e) o som não se propaga em líquido, somente em
Uma onda sonora estacionária possível é represen- gases
tada na figura abaixo.
40 598 (PUC-SP) Para determinar a profundidade de
A velocidade do som, nessas condi- um poço de petróleo, um cientista emitiu com uma
ções, é, em metros por segundo: fonte, na abertura do poço, ondas sonoras de fre-
a) 326 d) 350 qüência 220 Hz. Sabendo-se que o comprimento de
b) 334 e) 358 onda, durante o percurso, é de 1,5 m e que o cien-
10
c) 342 tista recebe como resposta um eco após 8 s, a pro-
fundidade do poço é:
a) 2 640 m d) 1 320 m
b) 1 440 m e) 330 m
595 (Fuvest-SP) Uma fonte emite ondas sonoras de c) 2 880 m
200 Hz. A uma distância de 3 400 m da fonte, está
instalado um aparelho que registra a chegada das 599 (UFLA-MG) A pesca industrial moderna se uti-
ondas através do ar e as remete de volta através de liza de sonares para a localização de cardumes. Con-
um fio metálico retilíneo. O comprimento dessas siderando a velocidade do som na água aproxima-
ondas no fio é 17 m. Qual o tempo de ida e volta damente 1 500 m/s, e que o sonar recebe o som de
das ondas? volta 1 s após a emissão, então a distância do barco
Dado: velocidade do som no ar  340 m/s. ao cardume é de:
a) 11 s d) 34 s a) 250 m d) 1 000 m
b) 17 s e) 200 s b) 500 m e) 1 500 m
c) 22 s c) 750 m

SIMULADÃO 97
600 (Anhembi-Morumbi-SP) Um navio, para efetu- 602 (UFSM-RS) Uma vibração sonora de freqüência
ar uma sondagem submarina, utiliza o método do 1 000 Hz propaga-se do ar para a água. Pode-se
eco (SONAR): emite pulsos sonoros verticais e registra afirmar que:
o intervalo de tempo t entre a emissão e a recepção a) o som percebido na água tem velocidade menor
do pulso. A velocidade do som na água é de 1,4 km/s. do que no ar
Com o navio navegando em linha reta e sendo x a
b) a freqüência desse som na água é maior do que
sua posição, traça-se o gráfico indicado na figura.
no ar
t (s)
c) o comprimento de onda desse som no ar é maior
4 do que na água
3 d) a freqüência do som permanece a mesma
2
e) a velocidade do som permanece a mesma
1

0 x x 603 (Unesp-SP) O caráter ondulatório do som pode


ser utilizado para eliminação, total ou parcial, de
Conclui-se que, na posição x, existe: ruídos indesejáveis. Para isso, microfones captam o
a) uma depressão submarina cujo fundo está a ruído do ambiente e o enviam a um computador,
2,8 km do nível do mar. programado para analisá-lo e para emitir um sinal
b) uma depressão submarina cujo fundo está a ondulatório que anule o ruído original indesejável.
5,2 km do nível do mar. O fenômeno ondulatório no qual se fundamenta essa
c) uma elevação submarina cujo pico está a 1,4 km nova tecnologia é a:
do nível do mar. a) interferência d) reflexão
d) uma elevação submarina cujo pico está a 2,8 km b) difração e) refração
do nível do mar. c) polarização
e) uma elevação submarina cujo pico está a 8,4 km
do nível do mar. 604 (PUC-PR) Um observador, situado no ponto O,
recebe ondas sonoras emitidas por duas fontes situ-
601 (UFRJ) Um geotécnico a bordo de uma peque- adas nos pontos A e B, idênticas, que emitem em
na embarcação está a uma certa distância de um oposição de fase.
paredão vertical que apresenta uma parte submersa.
Usando um sonar que funciona tanto na água quan- A 20 m O

to no ar, ele observa que quando o aparelho está


emerso, o intervalo de tempo entre a emissão do si-
25 m
nal e a recepção do eco é de 0,731 s, e que quando o
aparelho está imerso, o intervalo de tempo entre a
B
emissão e a recepção diminui para 0,170 s. Calcule:
A velocidade de propagação do som emitido pelas
fontes é de 340 m/s e a freqüência é de 170 Hz. No
ponto O ocorre interferência:
a) destrutiva, e não se ouve o som emitido pelas fon-
tes
b) construtiva, e a freqüência da onda sonora resul-
tante será de 170 Hz
Vágua c) construtiva, e a freqüência da onda sonora resul-
a) A razão entre a velocidade do som na
Var tante será de 340 Hz
água e a velocidade do som no ar. d) construtiva, e a freqüência da onda sonora resul-
ᐉágua tante será de 510 Hz
b) A razão entre o comprimento de onda do
ᐉar e) destrutiva, e a freqüência da onda sonora nesse
som na água e o comprimento de onda do som no ar. ponto será de 340 Hz

98 SIMULADÃO
605 (PUCCAMP-SP) Um professor lê o seu jornal 607 (EFEI-MG) Uma pessoa parada na beira de uma
sentado no banco de uma praça e, atento às ondas estrada vê um automóvel aproximar-se com veloci-
sonoras, analisa três eventos: dade 0,1 da velocidade do som no ar. O automóvel
III – O alarme de um carro dispara quando o propri- está buzinando, e a sua buzina, por especificação
etário abre a tampa do porta-malas. do fabricante, emite um som puro de 990 Hz. O som
ouvido pelo observador terá uma freqüência:
III –Uma ambulância se aproxima da praça com a
sirene ligada. a) 900 Hz
III – Um mau motorista, impaciente, após passar pela b) 1 100 Hz
praça, afasta-se com a buzina permanentemente li- c) 1 000 Hz
gada. d) 99 Hz
O professor percebe o efeito Doppler apenas: e) Não é possível calcular por não ter sido dada a
a) no evento I, com freqüência sonora invariável velocidade do som no ar.
b) nos eventos I e II, com diminuição da freqüência
608 (FAAP-SP) Considere que a velocidade máxima
c) nos eventos I e III, com aumento da freqüência
permitida nas estradas seja exatamente de 80 km/h. A
d) nos eventos II e III, com diminuição da freqüência sirene de um posto rodoviário soa com freqüência de
em II e aumento em III 700 Hz, enquanto um veículo de passeio e um policial
e) nos eventos II e III, com aumento da freqüência rodoviário se aproximam do posto emparelhados. O
em II e diminuição em III policial dispõe de um medidor de freqüências sonoras.
Dada a velocidade do som de 350 m/s, ele deverá
606 (PUC-PR) Uma ambulância dotada de uma multar o motorista do carro quando seu aparelho me-
sirene percorre, numa estrada plana, a trajetória dir uma freqüência sonora de, no mínimo:
ABCDE, com velocidade de módulo constante de a) 656 Hz c) 655 Hz e) 860 Hz
50 km/h. Os trechos AB e DE são retilíneos, e BCD,
b) 745 Hz d) 740 Hz
um arco de circunferência de raio de 20 m, com cen-
tro no ponto O, onde se posiciona um observador 609 (ITA-SP) Um violinista deixa cair um diapasão
que pode ouvir o som emitido pela sirene: de freqüência 440 Hz. A freqüência que o violinista
A B ouve na iminência do diapasão tocar no chão é de
C 436 Hz. Desprezando o efeito da resistência do ar, a
Ao passar pelo ponto A, o altura da queda é:
D motorista aciona a sirene
O a) 9,4 m
cujo som é emitido na fre-
qüência de 350 Hz. Anali- b) 4,7 m
se as proposições a seguir: c) 0,94 m
E
d) 0,47 m
I – Quando a ambulância percorre o trecho AB, o e) Inexistente, pois a freqüência deve aumentar à me-
observador ouve um som mais grave que o som de dida que o diapasão se aproxima do chão.
350 Hz.
II – Enquanto a ambulância percorre o trecho BCD
o observador ouve um som de freqüência igual a
350 Hz.
III – À medida que a ambulância percorre o trecho

DE, o som percebido pelo observador é mais agudo
que o emitido pela ambulância, de 350 Hz.
IV –Durante todo o percurso a freqüência ouvida H
pelo observador será de freqüência igual a 350 Hz.
Está correta ou estão corretas:
a) IV c) apenas II e) I e II
b) II e III d) I e III diapasão

SIMULADÃO 99
III. Cargas elétricas de sinais diferentes se atraem.
ELETROSTÁTICA IV. A carga elétrica dos corpos são múltiplos e
submúltiplos da carga do elétron.
610 (Fafi-MG) Dizer que a carga elétrica é quantizada V. A carga elétrica dos corpos só pode ser múltiplo
significa que ela: inteiro do valor da carga do elétron.
a) só pode ser positiva Estão corretas as afirmativas:
b) não pode ser criada nem destruída a) I, II e III d) III, IV e V
c) pode ser isolada em qualquer quantidade b) I, III e IV e) I, IV e V
d) só pode existir como múltipla de uma quantidade c) II, III e V
mínima definida
e) pode ser positiva ou negativa 614 (UNI-RIO) Três esferas idênticas, muito leves,
estão penduradas por fios perfeitamente isolantes,
611 (Unitau-SP) Uma esfera metálica tem carga elétri num ambiente seco, conforme mostra a figura. Num
ca negativa de valor igual a 3,2  104 C. Sendo a determinado instante, a esfera A (QA  20 C) toca
carga do elétron igual a 1,6  1019 C, pode-se con- a esfera B (QB  2 C); após alguns instantes, afas-
cluir que a esfera contém: ta-se e toca na esfera C (QC  6 C), retornando
a) 2  1015 elétrons à posição inicial.
b) 200 elétrons
c) um excesso de 2  1015 elétrons
d) 2  1010 elétrons
e) um excesso de 2  1010 elétrons A B C
QC QA QB
612 (UFLA-MG) No modelo atômico atual, o nêutron
tem a composição (u, d, d), no qual (u) representa o Após os contatos descritos, as cargas das esferas A,
quark up e (d) representa o quark down. O quark up B e C são, respectivamente, iguais a (em C):
a) QA  1,5 QB  9,0 QC  1,5
(u) tem carga elétrica positiva e igual a 2 do valor
3 b) QA  1,5 QB  11 QC  9,0
da carga elétrica do elétron, em módulo. A alterna-
c) QA  2,0 QB  2,0 QC  6,0
tiva que apresenta corretamente a carga elétrica do
quark down (d) é: d) QA  9,0 QB  9,0 QC  9,0
e) QA  9,0 QB  9,0 QC  1,5
a) Carga positiva e igual a 1 do valor da carga
elétrica do elétron. 3
615 (Efoa-MG) Um sistema é constituído por um
corpo de massa M, carregado positivamente com
b) Carga positiva e igual a 2 do valor da carga carga Q, e por outro corpo de massa M, carregado
elétrica do elétron. 3
negativamente com carga Q. Em relação a este sis-
tema pode-se dizer que:
c) Carga negativa e igual a 1 do valor da carga
3 a) sua carga total é Q e sua massa total é 2M
elétrica do elétron.
b) sua carga total é nula e sua massa total é 2M
d) Carga negativa e igual a 2 do valor da carga c) sua carga total é 2Q e sua massa total é 2M
elétrica do elétron. 3
d) sua carga total é Q e sua massa total é nula

e) Carga nula. e) sua carga total é nula e sua massa total é nula

613 (Unimep-SP) Analise as afirmações abaixo: 616 (PUC-SP) Não é possível eletrizar uma barra
metálica segurando-a com a mão, porque:
I. Cargas elétricas de sinais diferentes se repelem.
a) a barra metálica é isolante e o corpo humano é
II. Cargas elétricas de mesmo sinal se repelem.
bom condutor

100 SIMULADÃO
b) a barra metálica é condutora e o corpo humano é Mantendo o bastão próximo, mas sem que ele to-
isolante que nas esferas, estas são afastadas uma das ou-
c) tanto a barra metálica como o corpo humano são tras, sem que se lhes toque, continuando ao longo
bons condutores da mesma linha que formavam enquanto estavam
juntas.
d) a barra metálica é condutora e o corpo humano é
semicondutor
e) tanto a barra metálica como o corpo humano são
isolantes



617 (UEL-PR) Campos eletrizados ocorrem natural-


mente em nosso cotidiano. Um exemplo disso é o Podemos afirmar que após afastar-se o bastão, as
fato de algumas vezes levarmos pequenos choques esferas ficam:
elétricos ao encostarmos em automóveis. Tais cho- a) duas delas com carga positiva e uma com carga
ques são devidos ao fato de estarem os automóveis negativa
eletricamente carregados. Sobre a natureza dos cor-
b) duas delas neutras e uma com carga positiva
pos (eletrizados ou neutros), considere as afirmati-
vas a seguir: c) uma neutra, uma com carga positiva e uma com
carga negativa
I. Se um corpo está eletrizado, então o número de
d) duas neutras e uma com carga negativa
cargas elétricas negativas e positivas não é o mes-
mo.
619 (Fuvest-SP) Aproxi-mando-se uma barra eletri-
II. Se um corpo tem cargas elétricas, então está ele- zada de duas esferas condutoras, inicialmente
trizado. descarregadas e encostadas uma na outra, observa-
III. Um corpo neutro é aquele que não tem cargas se a distribuição de cargas esquematizada na figura
elétricas. abaixo.
IV. Ao serem atritados, dois corpos neutros, de ma- 
teriais diferentes, tornam-se eletrizados com cargas 

 
  
opostas, devido ao princípio de conservação das   
 
cargas elétricas.   

V. Na eletrização por indução, é possível obter-se
corpos eletrizados com quantidades diferentes de Em seguida, sem tirar do lugar a barra eletrizada, afas-
cargas. ta-se um pouco uma esfera da outra. Finalmente, sem
Sobre as afirmativas acima, assinale a alternativa mexer mais nas esferas, remove-se a barra, levando-a
correta. para muito longe das esferas. Nessa situação final, a
figura que melhor representa a distribuição de cargas
a) Apenas as afirmativas I, II e III são verdadeiras.
nas duas esferas é:
b) Apenas as afirmativas I, IV e V são verdadeiras.
a) 
  d) 
 
c) Apenas as afirmativas I e IV são verdadeiras.    
   
d) Apenas as afirmativas II, IV e V são verdadeiras.    
   

e) Apenas as afirmativas II, III e V são verdadeiras.

b) 
 
   e) 
 
 
 

618 (UFJF-MG) Três esferas metálicas neutras, eletri-        
       
camente isoladas do ambiente, estão encostadas        
       
umas nas outras com seus centros alinhados. Carre-
ga-se um dos extremos de um bastão de vidro posi-
tivamente. Este extremo carregado é aproximado a c)  
uma das esferas ao longo da linha formada por seus  
 
centros (veja a figura abaixo para uma ilustração). 
 


SIMULADÃO 101
620 (UFCE) A figura mostra as esferas metálicas, 622 (ITA-SP) Um objeto metálico carregado positi-
A e B, montadas em suportes isolantes. Elas estão vamente, com carga Q, é aproximado de um
em contato, de modo a formarem um único con- eletroscópio de folhas, que foi previamente carre-
dutor descarregado. Um bastão isolante, carrega- gado negativamente com carga igual a Q.
do com carga negativa, q, é trazido para perto
da esfera A, sem tocá-la. Em seguida, com o bas-
tão na mesma posição, as duas esferas são sepa-
radas.

A A
q

Sobre a carga final em cada uma das esferas pode-


mos afirmar:
a) A carga final em cada uma das esferas é nula.
b) A carga final em cada uma das esferas é negativa. I. À medida que o objeto for se aproximando do
c) A carga final em cada uma das esferas é posi- eletroscópio, as folhas vão se abrindo além do que
tiva. já estavam.
d) A carga final é positiva na esfera A e negativa na II. À medida que o objeto for se aproximando, as
esfera B. folhas permanecem como estavam.
e) A carga final é negativa na esfera A e positiva na III. Se o objeto tocar o terminal externo do
esfera B. eletroscópio, as folhas devem necessariamente fe-
char-se.
621 (UEPI) Um pêndulo eletrostático sofre atração
Nesse caso, pode-se afirmar que:
elétrica por um bastão A e repulsão elétrica por ou-
tro bastão, B, conforme indica a figura. a) somente a afirmativa I é correta
b) as afirmativas II e III são corretas
c) as afirmativas I e III são corretas
d) somente a afirmativa III é correta
e) nenhuma das afirmativas é correta

623 (Vunesp-SP) Assinale a alternativa que apre-


senta o que as forças dadas pela lei da Gravitação
Universal de Newton e pela lei de Coulomb têm em
Assinale, entre as alternativas adiante, qual a que comum.
melhor representa a relação entre as cargas elétri- a) Ambas variam com a massa das partículas que
cas dos bastões A e B e do pêndulo eletrostático. interagem.
a) O pêndulo pode estar eletricamente neutro. b) Ambas variam com a carga elétrica das partículas
b) Se A for eletricamente positivo, o pêndulo pode que interagem.
ser positivo ou neutro. c) Ambas variam com o meio em que as partículas
c) Se A for negativo, o pêndulo pode ser positivo. interagem.
d) Se B for negativo, o pêndulo pode ser negativo d) Ambas variam com o inverso do quadrado da dis-
ou neutro. tância entre as partículas que interagem.
e) A e B podem ter cargas de mesmo sinal e o pên- e) Ambas podem ser tanto de atração como de
dulo ser neutro. repulsão entre as partículas que interagem.

102 SIMULADÃO
624 (ESPM-SP) No centro do quadrado abaixo, no 627 (UFOP-MG) A figura mostra a configuração
vácuo, está fixa uma carga elétrica q. Nos vértices de equilíbrio de uma pequena esfera A e um pêndu-
do quadrado temos, também fixas, as cargas Q, lo B que possuem cargas de mesmo módulo.
Q, Q e Q. Para qual das direções aponta a for-
ça elétrica resultante na carga central?

Q B Q a) A 
0,1 m
B
b) B A
B
q C c) C
d) D
D
Q B Q e) E
a) O que pode ser afirmado sobre os sinais das car-
gas de A e B?
625 (UNI-RIO) Duas esferas metálicas idênticas,
de dimensões desprezíveis, eletrizadas com cargas b) Se tg   4 e a massa de B é 0,1 kg, determine
3
elétricas de módulos Q e 3Q atraem-se com força os módulos das cargas de A e B.
de intensidade 3,0  101 N quando colocadas a uma
distância d, em certa região do espaço. Se forem (Dados: aceleração da gravidade g  10 m/s2; k0 
colocadas em contato e, após o equilíbrio 9  109 N  m2/C2)
eletrostático, levadas à mesma região do espaço e
separadas pela mesma distância d, a nova força de 628 (Unama-PA) A molécula da água, sendo polar
interação elétrica entre elas será: (distribuição assimétrica de cargas com acúmulo de
positivas de um lado e negativas do outro – Figura 1),
a) repulsiva de intensidade 1,0  101 N
tem a capacidade de atrair corpos neutros.
b) repulsiva de intensidade 1,5  101 N
c) repulsiva de intensidade 2,0  101 N
d) atrativa de intensidade 1,0  101 N
e) atrativa de intensidade 2,0  101 N
Figura 1 Figura 2

626 (Furg-RS) A figura mostra duas esferas metá- Esta capacidade confere à água o “poder” de lim-
licas de massas iguais, em repouso, suspensas por peza pois, por onde ela passa, seus lados
fios isolantes. “eletrizados” vão atraindo partículas neutras (Fi-
gura 2) e arrastando-as com o fluxo em direção
aos esgotos. Pode-se dizer que um corpo eletriza-
do (indutor) atrai um corpo neutro porque induz
g neste...
a) apenas cargas de sinal contrário ao das cargas do
indutor, sendo, portanto, atraídas
O ângulo do fio com a vertical tem o mesmo valor b) apenas cargas de mesmo sinal das cargas do
para as duas esferas. Se ambas as esferas estão ele- indutor, sendo, portanto, atraídas
tricamente carregadas, então elas possuem, neces-
sariamente, cargas: c) cargas das duas espécies, porém, as de sinal
contrário ao das cargas do indutor são mais nu-
a) de sinais contrários merosas e a força de atração é maior que a de
b) de mesmo sinal repulsão
c) de mesmo módulo d) cargas das duas espécies, porém, as de sinal con-
d) diferentes trário ao das cargas do indutor, ficam mais próxi-
e) positivas mas deste e a força de atração é maior que a de
repulsão.

SIMULADÃO 103
629 (FEI-SP) Duas cargas elétricas puntiformes suspensa, em equilíbrio, acima de A, a uma dis-
Q1 e Q2  4Q1 estão fixas nos pontos A e B, distan- tância h. Desprezando o atrito com as paredes
tes 30 cm. Em que posição (x) deve ser colocada de vidro e a atração gravitacional entre as esfe-
uma carga Q3  2Q1 para ficar em equilíbrio sob ras, calcule o valor de h. (Considere: g  10,0 m/s2,
ação somente de forças elétricas?
k 0  1 e 0  9,0  10 9 N  m 2/C 2)
Q1 Q3 Q2
4

A
x
B 633 Duas pequenas esferas, A e B, de massas iguais
a 50 g e 100 g, respectivamente, são colocadas à
30 cm
distância de 30 cm sobre a linha de maior declive de
um plano inclinado, cujo ângulo de inclinação é 30o.
a) x  5 cm c) x  15 cm e) x  25 cm Fixa-se a esfera B ao plano e fornece-se a cada esfe-
b) x  10 cm d) x  20 cm ra a mesma quantidade de carga elétrica.
Considerando desprezível o atrito entre as esferas
630 (PUCC-SP) As cargas elétricas puntiformes Q1 e o plano, indique qual deverá ser o valor e o sinal
e Q2, posicionadas em pontos fixos conforme o es- da carga fornecida a cada esfera, de modo que a
quema abaixo, mantêm, em equilíbrio, a carga elé- esfera A se mantenha em equilíbrio na sua posição
trica puntiforme q alinhada com as duas primeiras. inicial.
Q1 Q2 q
B

4 cm 2 cm A

30°
De acordo com as indicações do esquema, o módulo
Q1 634 (UFPel-RS) Numa certa experiência, verificou-se
da razão é igual a
Q2 que a carga de 5 mC, colocada num certo ponto
a) 2 b) 3 c) 2 d) 9 e) 36 do espaço, ficou submetida a uma força de origem
3 2 elétrica de valor 4  103 N. Nesse ponto, a intensi-
dade do campo elétrico é igual a:
631 (UERJ) Duas partículas de cargas 4Q e Q a) 20 kN/C d) 20 N/C
coulombs estão localizadas sobre uma linha, dividi-
b) 0,8 N/C e)0,8 N/C
da em três regiões, I, II e III, conforme a figura:
c) 0,8 kN/C
  

4Q Q 635 (Ceetps-SP) Uma partícula de massa 1,0  105 kg


e carga elétrica 2,0 mC fica em equilíbrio quando
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
colocada em certa região de um campo elétrico.
Adotando-se g  10 m/s2, o campo elétrico naque-
Observe que as distâncias entre os pontos são todas la região tem intensidade, em V/m, de:
iguais.
a) 500 d) 50
a) Indique a região em que uma partícula positiva-
b) 0,050 e) 200
mente carregada (Q coulomb) pode ficar em equi-
líbrio. c) 20
b) Determine esse ponto de equilíbrio.
636 (UCS-RS) Uma carga elétrica q fica sujeita a
uma força elétrica de 4,0 mN ao ser colocada num
632 (Unitau-SP) Um tubo de vidro na posição ver-
campo elétrico de 2,0 kN/C. O valor da carga elétri-
tical contém duas esferas iguais A e B, de massas
ca q, em microcoulomb ( C), é de:
1,0  104 kg. A esfera A é fixada no fundo do
tubo enquanto B pode subir ou descer dentro do a) 4,0 d) 1,0
tubo, acima de A. Quando a carga q  4,0  108 C b) 3,0 e) 0,5
é colocada em cada esfera, a esfera B permanece c) 2,0

104 SIMULADÃO
637 (UFAC) Uma carga elétrica de 6 C pode pro- 640 (UEMA) A figura mostra linhas de força do cam-
duzir em um ponto situado a 30 cm da carga um po eletrostático criado por um sistema de duas car-
campo elétrico de: gas puntiformes q1 e q2.
a) 6  105 N/C d) 16  105 N/C
b) 9  105 N/C e) 54  105 N/C
c) 12  105 N/C q1 q2

9 2 2
(Dado: k0  9  10 N  m /C )

638 (MACK-SP) O módulo do vetor campo elétrico


Pergunta-se:
(E) gerado por uma esfera metálica de dimensões
desprezíveis, eletrizada positivamente, no vácuo a) Nas proximidades de que carga o campo
(k0  9  109 N  m2/C2), varia com a distância ao seu eletrostático é mais intenso? Por quê?
centro (d), segundo o diagrama dado. b) Qual é o sinal do produto q1  q2?

E (104 V/m)
641 (UFSC) A figura mostra duas situações distintas:
28,8 na situação 1 estão representados uma carga pon-
tual negativa, Q1 e um ponto P; na situação 2 es-
tão representados uma carga pontual positiva, Q2,
3,2 uma carga pontual negativa, Q3 e um ponto R,
localizado entre elas.
0 1,0 3,0 d (102 m)
Q1 P Q2 P Q3

Sendo e  1,6  1019 C (módulo da carga do elé- Situação 1 Situação 2


tron ou do próton) a carga elementar, podemos afir-
mar que essa esfera possui: Assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s).

a) um excesso de 1  1010 elétrons em relação ao (01) O campo elétrico no ponto P aponta horizon-
número de prótons talmente para a direita.

b) um excesso de 2  1010 elétrons em relação ao (02) O campo elétrico no ponto R pode ser igual a zero,
número de prótons dependendo das intensidades das cargas Q2 e Q3.

c) um excesso de 1  1010 prótons em relação ao (04) O campo elétrico no ponto P tem o mesmo sen-
número de elétrons tido que o campo elétrico no ponto R.

d) um excesso de 2  1010 prótons em relação ao (08) O campo elétrico no ponto R, causado pela car-
número de elétrons ga Q3, tem sentido oposto ao do campo elétrico
no ponto P.
e) igual número de elétrons e prótons
(16) As forças elétricas que as cargas Q2 e Q3 exer-
639 (UFAC) Uma carga elétrica de 1 C suspensa de cem uma sobre a outra são forças idênticas.
um fio inextensível e
sem massa está equili- 642 (MACK-SP) As cargas puntiformes q1  20 C e
brada, na posição mos- q2  64 mC estão fixas no vácuo (k0  9  109 N  m2/C2),
trada na figura, pela
30°
E respectivamente nos pontos A e B.
q1 P q2
ação de um campo m
A B
eletrostático de intensi- 20 cm
dade 107 V/m. 1m

O ângulo formado entre o fio e a direção vertical é


de 30º. O valor da tensão no fio será de: O campo elétrico resultante no ponto P tem intensi-
dade de:
a) 20 N d) 120 N
a) 3,0  106 N/C d) 4,5  106 N/C
b) 1 N e) 1,4  102 N
b) 3,6  106 N/C e) 5,4  106 N/C
c) 2 N
c) 4,0  106 N/C

SIMULADÃO 105
643 (UERJ) Duas cargas pontuais q e Q estão dis- 3
c) E  kq N/C, direção x positivo
postas como ilustra a figura. 36
q Q 3
d) E  kq N/C, direção y positivo
36

Se 兩Q 兩 > 兩 q 兩, o campo elétrico produzido por essas e) E  54 3 q N/C, direção x negativo


cargas se anula em um ponto situado:
a) à direita da carga positiva 647 (UFAL) Considere um retângulo de lados 3,0 cm
b) à esquerda da carga negativa e 4,0 cm. Uma carga elétrica q colocada num dos
vértices do retângulo gera no vértice mais distante
c) entre as duas cargas e mais próximo da carga positiva
um campo elétrico de módulo E. Nos outros dois
d) entre as duas cargas e mais próximo da carga vértices, o módulo do campo elétrico é:
negativa
a) E e E d) 5E e 5E
9 16 4 3
644 (PUCC-SP) Duas cargas puntiformes
Q1  3,0  106 C e Q2  7,5  105 C b) 4E e 3E e) 25E e 25E
estão fixas sobre um eixo x, nos pontos de abscissas 25 16 9 16
24 cm e 60 cm, respectivamente. Os módulos dos
c) 4E e 5E
vetores campo elétrico gerados por Q1 e Q2 serão iguais 3 3
nos pontos do eixo x cujas abscissas, em cm, valem:
a) 1 e 9,0 d) 30 e 36 648 (Unifor-CE) Considere os vértices consecutivos de
b) 9,0 e 15 e) 36 e 51 um quadrado P1, P2 e P3. Uma carga elétrica Q, que
está posicionada no vértice P1, gera nos vértices P2 e
c) 15 e 30
P3 os campos elétricos cujos módulos são, respecti
645 (PUC-MG) A figura mostra duas cargas de mes- vamente, E2 e E3. A razão E2 é igual a:
mo módulo e sinais opostos, colocadas a uma distân- E3
cia 2a, formando o que chamamos dipolo elétrico. a) 0,25 d) 2,0
E4 b) 0,50 e) 4,0
E5 E3
E1 E2 c) 2
P
d 649 (Unicruz-RS) Quatro cargas elétricas puntiformes
q q de mesma carga q estão dispostas nos vértices de
a a
um losango, conforme indica a figura:
O vetor que representa corretamente o campo elé- q
trico resultante E, produzido por essas cargas num L L
ponto P, a uma distância d, é: D
d
q q
a) E1 d) E4
L L
b) E2 e) E5
q
c) E3
Sabendo-se que a diagonal maior D vale o dobro da
646 (Fafeod-MG) Duas cargas elétricas positivas, de diagonal menor, d, qual a intensidade do vetor cam-
valor q, estão colocadas nos pontos A e B, cujas res- po elétrico resultante no centro do losango? (k 
pectivas coordenadas, em metros, são (3, 0) e (3, constante dielétrica do meio)
0). Qual é o módulo e a direção do campo elétrico no 32
a) 10 2 kq/L2 d) kq/L2
ponto P, situado a (0, 3 3 )? 5

3 5
a) E  kq N/C, direção y positivo b) kq/L2 e) 10 kq/L2
36 2

1 5
b) E  kq N/C, direção y negativo c) kq/L2
12 4

106 SIMULADÃO
650 (UFAL) Considere duas cargas elétricas c) positiva e são paralelas entre si
puntiformes fixas, q e Q, e o ponto P. d) negativa e podem cruzar-se entre si
e) negativa e não se podem cruzar entre si

P Q 654 (UEPI) A figura abaixo representa as linhas de


q força de um campo elétrico, mas não mostra o que
está criando tais linhas de força.

Verifique se as afirmações são verdadeiras ou falsas.


(00) Se q  Q, o campo elétrico resultante gerado
pelas duas cargas no ponto P é nulo.
(11) Se q  Q, o potencial elétrico gerado por essas
cargas no ponto P é nulo.
Assinale qual das afirmações a seguir corresponde a
(22) Se q  Q, o campo elétrico gerado pelas car- uma possível explicação.
gas é nulo em dois pontos.
a) Uma barra positivamente eletrizada colocada à
(33) Se q  Q, o potencial elétrico gerado por es- direita da figura, perpendicular às linhas de força.
sas cargas é nulo ao longo da reta que une as car-
b) Uma carga positiva isolada, à esquerda das linhas
gas.
de força.
(44) Se q  Q, parte das linhas de força que iniciam
c) Uma carga negativa isolada, à direita das linhas
em Q terminam em q.
de força.
651 (UFBA) O campo elétrico criado por um dipolo d) Uma barra positivamente eletrizada colocada à
elétrico tem intensidade 4,5  108 N/C no ponto esquerda das linhas de força e perpendicular às
médio da reta que une as cargas. mesmas.
Sabendo que a constante eletrostática do meio é e) Duas barras perpendiculares às linhas de força,
9  109 N  m2/C2, a distância entre as cargas é igual a sendo a da esquerda negativa e a da direita positiva.
20 cm e o módulo de cada uma das cargas que cons-
tituem o dipolo é X  105, determine o valor de X. 655 (Esam-RN) Uma carga positiva é lançada na mes-
ma direção e no mesmo sentido das linhas de forças
652 (UFSCar-SP) Na figura está repre- A
de um campo elétrico uniforme E.
sentada uma linha de força de um E Estando sob ação exclusiva da força elétrica, o mo-
D B
campo elétrico, um ponto P e os P
vimento descrito pela carga, na região do campo, é:
vetores A, B, C, D e E. a) retilíneo e uniforme
C
b) retilíneo uniformemente retardado
Se uma partícula de carga elétrica positiva, suficien-
temente pequena para não alterar a configuração c) retilíneo uniformemente acelerado
desse campo elétrico, for colocada nesse ponto P, d) circular e uniforme
ela sofre a ação de uma força F, melhor representa- e) helicoidal uniforme
da pelo vetor:
a) A b) B c) C d) D e) E 656 (Unimep-SP) Uma partícula de massa 2,0  1017 kg
e carga de 4,0  1019 C é abandonada em um cam-
653 (UNI-RIO) Quando duas partículas eletrizadas com po elétrico uniforme de intensidade 3,0  102 N/C.
cargas simétricas são fixadas em dois pontos de uma Desta forma pode-se concluir que a partícula:
mesma região do espaço, verifica-se, nesta região, a) permanece em repouso
um campo elétrico resultante que pode ser repre- b) adquire uma velocidade constante de 2,0 m/s
sentado por linhas de força. Sobre essas linhas de
c) adquire uma aceleração constante de 6,0 m/s2
força é correto afirmar que se originam na carga:
d) entra em movimento circular e uniforme
a) positiva e podem cruzar-se entre si
e) adquire uma aceleração constante de 3,0 m/s2
b) positiva e não se podem cruzar entre si

SIMULADÃO 107
657 (UEL-PR) Um próton tem massa m e carga elétri- Após atravessar a região entre as placas, essas gotas
ca e. Uma partícula _ tem massa 4 m e carga 2 e. vão impregnar o papel. (O campo elétrico uniforme
Colocando sucessivamente um próton e uma partí- está representado por apenas uma linha de força.)
cula a numa região em que há um campo elétrico
Emissor
constante e uniforme, estas partículas ficarão sujei- de gotas
tas a forças elétricas Fp e F_, respectivamente. E
F
A razão p vale: Placa Placa
F

a) 1 b) 1 c) 1 d) 2 e) 4 Papel
4 2 3 2 1

658 (Unifor-CE) A figura abaixo representa uma par- Pelos desvios sofridos, pode-se dizer que a gota 1, a
tícula de carga q  2  108 C, imersa, em repou- 2 e a 3 estão, respectivamente:
so, num campo elétrico uniforme de intensidade a) carregada negativamente, neutra e carregada
E  3  102 N/C. positivamente
b) neutra, carregada positivamente e carregada ne-

gativamente

q 
c) carregada positivamente, neutra e carregada ne-
gativamente
 d) carregada positivamente, carregada negativamen-
te e neutra
O peso da partícula, em newtons, é de:
a) 1,5  1010 d) 12  1010 661 (UFF-RJ) A figura representa duas placas metáli-
b) 2  10 10
e) 15  10 10 cas paralelas de largura L  1,0  102 m entre as
10 quais é criado um campo elétrico uniforme, vertical,
c) 6  10
perpendicular às placas, dirigido para baixo e de
módulo E  1,0  104 V/m.
650 (UFJF-MG) Uma gotícula de óleo, de massa Um elétron incide no ponto O, com velocidade hori-
m  9,6  1015 kg e carregada com carga elétrica zontal v  1,0  107 m/s, percorrendo a região entre
q  3,2  1019 C, cai verticalmente no vácuo. as placas. Após emergir desta região, o elétron atin-
Num certo instante, liga-se nesta região um campo girá uma tela vertical situada à distância de 0,40 m
elétrico uniforme, vertical e apontando para baixo. das placas. (Dados: massa do elétron  9,1  1031 kg;
O módulo deste campo elétrico é ajustado até que a carga do elétron  1,6  1019 C)
gotícula passe a cair com movimento retilíneo e uni- Tela
forme. Nesta situação, qual o valor do módulo do L 0,40 m
campo elétrico?
a) 3,0  105 N/C c) 5,0  103 N/C
V
b) 2,0  107 N/C d) 8,0  103 N/C
O

660 (UFRN) Uma das aplicações tecnológicas moder-


nas da eletrostática foi a invenção da impressora a Considerando desprezíveis o campo elétrico na re-
jato de tinta. Esse tipo de impressora utiliza peque- gião externa às placas e a ação gravitacional, calcule:
nas gotas de tinta, que podem ser eletricamente
a) o módulo da força elétrica que atua no elétron
neutras ou eletrizadas positiva ou negativamente.
entre as placas, representando, na figura a seguir,
Essas gotas são jogadas entre as placas defletoras
sua direção e sentido
da impressora, região onde existe um campo elétrico
uniforme E, atingindo, então, o papel para formar as
letras. A figura a seguir mostra três gotas de tinta,
que são lançadas para baixo, a partir do emissor.

108 SIMULADÃO
b) o tempo que o elétron leva para emergir da re- 664 (UFBA) A figura representa uma placa condutora
gião entre as placas A, eletricamente carregada, que gera um campo elé-
c) o deslocamento vertical que o elétron sofre ao trico uniforme E, de módulo igual a 7  104 N/C. A
percorrer sua trajetória na região entre as placas bolinha B, de 10 g de massa e carga negativa igual a
1 C, é lançada verticalmente para cima, com ve-
d) as componentes horizontal e vertical da velocida- locidade de módulo igual a 6 m/s. Considerando que
de do elétron, no instante em que ele emerge da o módulo da aceleração da gravidade local vale
região entre as placas 10 m/s2, que não há colisão entre a bolinha e a pla-
e) o deslocamento vertical que o elétron sofre no ca e desprezando a re-
seu percurso desde o ponto O até atingir a tela sistência do ar, determi-
ne o tempo, em segun- A
dos, necessário para a g E
662 (UFOP-MG) Um próton penetra com energia v
bolinha retornar ao
cinética K  2,4  1016 J numa região extensa de B
ponto de lançamento.
um campo elétrico uniforme, cuja intensidade é
E  3,0  104 N/C. A trajetória descrita é retilínea,
665 (UEM-PR) Sobre uma placa horizontal fixa são
com a partícula invertendo o sentido do movimento
mantidas em repouso, sob ação de forças externas,
após percorrer uma distância d. Sabendo-se que a
duas esferas idênticas, eletrizadas, conforme a figu-
massa do próton é m  1,67  1027 kg e que sua
ra, sendo P o ponto médio entre elas.
carga é q  1,6  1019 C, determine:
a) o valor de d q P q
b) o tempo gasto para percorrer a distância d
Nessas condições, assinale o que for correto.
(01) No ponto P, o campo elétrico resultante é nulo.
663 (UFES) Um campo elétrico uniforme de módulo
(02) No ponto P, o potencial elétrico resultante é nulo.
E é criado nas regiões AB e CD de mesma largura ᐉ,
indicadas na figura. (04) A energia potencial do sistema formado pelas
duas esferas eletrizadas é inversamente proporcio-
ᐉ ᐉ
nal ao quadrado da distância entre elas.
(08) Se colocarmos uma outra esfera com carga q,
no ponto P, a força resultante sobre ela será nula.
P (16) Retirando-se as forças externas e colocando-se
q
uma outra esfera com carga q no ponto P, esta
esfera permanecerá onde está e as esferas externas
A B C D
se avizinharão a ela.
O campo tem sentidos opostos nas duas regiões e (32) Se for colocada uma outra carga q, no ponto
não há campo elétrico no espaço BC entre elas. P, o sistema se neutralizará.
Uma carga elétrica q é colocada no ponto P, so-
bre a superfície A, com velocidade inicial nula. 666 (UFAL) Duas cargas elétricas puntiformes de
Sobre o movimento adquirido pela carga, pode- 1,0  107 C e 2,0  108 C estão a uma distância de
mos afirmar: 10 cm uma da outra. Aumentando-se a distância
entre elas de d, a energia potencial elétrica do sis-
a) Ela permanece em repouso no ponto P.
tema diminui 1,35  104 J. Sendo a constante
b) Ela se movimenta até a superfície B, onde perma- eletrostática igual a 9,0  109 N  m2/C2, determine o
nece em repouso. valor de d, em centímetros.
c) Ela se movimenta até a superfície C, de onde
retorna. 667 (Vunesp-SP) Dentre as grandezas físicas apresen-
tadas, assinale a que é vetorial.
d) Ela alcança o ponto central entre B e C, de onde
retorna. a) pressão d) campo elétrico
e) Ela alcança a superfície D, com velocidade final b) energia e) potencial elétrico
nula. c) temperatura

SIMULADÃO 109
668 (Unip-SP) Considere uma partícula eletrizada com 671 (Uneb-BA) Duas cargas pontuais, qA  5 C e
uma carga Q fixa em um ponto A. qB  2 C, estão distantes 20 cm uma da outra. O
potencial eletrostático, em kV, no ponto médio en-
A B C
tre as cargas é:
(Q)
d d a) 630 d) 360
b) 580 e) 270
Sabe-se que o potencial elétrico em B vale 20 V c) 450
e o vetor campo elétrico em C tem módulo igual
a 20 N/C. O potencial elétrico em C (V C) e o 672 (MACK-SP) No vácuo, as cargas Q e Q são
módulo do vetor campo elétrico em B (E B) serão colocadas nos pontos B e C da figura.
dados por: A 4m Q
Sendo k0 a constante ele-
C
a) VC  10 V e EB  40 N/C trostática do vácuo, pode-
b) VC  10 V e EB  80 N/C mos afirmar que o potencial 3m

c) VC  40 V e EB  10 N/C elétrico no ponto A, em re-


lação ao infinito, é dado por: Q B
d) VC  20 V e EB  20 N/C
e) VC  40 V e EB  80 N/C a) 2k0  Q d) k0  Q
8
669 (Unitau-SP) Num dado ponto P, a uma certa b) k0  Q e) k0  Q
distância de uma carga elétrica, puntiforme, o 12
módulo do campo elétrico é igual a 500 N/C e o
c) k0  Q
potencial vale 3,0  103 V. Sendo a constante da 2
lei de Coulomb, k0  9  109 N  m2/C2, a distância
do ponto à carga e o valor da carga elétrica valem, 673 (UFPB) O potencial a uma distância de 3 m de
respectivamente: uma dada carga elétrica é de 40 V. Se em dois vérti-
a) 6,0 m e 2,0  106 C ces de um triângulo eqüilátero de 3 m de lado fo-
b) 6,0 m e 2,0  106 C rem colocadas duas cargas iguais a esta, qual o po-
tencial, em volts, gerado por essas cargas no tercei-
c) 3,0 m e 2,0  106 C
ro vértice?
d) 3,0 m e 2,0  106 C
e) 6,0 m e zero 674 (Unimep-SP) Quatro partículas eletrizadas estão
fixas nos vértices de um quadrado.
670 (UEL-PR) Duas cargas elétricas positivas, Q1 e Q2, As partículas têm as cargas elétricas indicadas nas
posicionadas conforme está indicado no esquema, figuras.
geram um campo elétrico na região. Nesse campo Assinale a opção em que o potencial elétrico e o
elétrico, o potencial assume o mesmo valor nos pon- vetor campo elétrico, no centro C do quadrado, são
tos M e N. ambos nulos.

a) Q Q d) 2Q Q

C C
M N

Q1 Q2 Q Q 2Q Q

b) 2Q Q e) Q Q

C C

As informações e o esquema permitem concluir que Q 2Q Q Q


Q1 c) 2Q Q
a razão vale:
Q2 C

3 1 2 3
a) b) c) d) e) 2
8 2 3 2 Q 2Q

110 SIMULADÃO
675 (Uniube-MG) Uma carga elétrica puntiforme d) 2,4  105 N e 6  103 m
Q  4 C vai de um ponto X a um ponto Y situados e) 0 e 8  103 m
em uma região de campo elétrico onde o potencial
Vx  800 V e Vy  1 200 V. O trabalho realizado 680 (UNI-RIO/Ence) Uma superfície plana e infinita,
pela força elétrica em Q no percurso citado é: positivamente carregada, origina um campo elétri-
a) 1,6  103 J d) 8,0  103 J co de módulo 6,0  107 N/C.
b) 1,6  103 J e) 9,0  103 J 
C E

c) 8,0  10 3
J 

 E
 A B
676 (FURRN) Entre dois pontos do espaço existe uma 
 E
diferença de potencial de 100 volts. 
Uma carga elétrica de 5,0  104 C que se desloca Considere que os pontos B e C da figura são
entre esses pontos sofre uma variação de energia eqüidistantes da superfície carregada e, além disso,
cinética, em joules, de módulo: considere também que a distância entre os pontos A
a) 5,0  102 c) 5,0 e) 500 e B é de 3,0 m, e entre os pontos B e C é de 4,0 m.
b) 2,0  10 4
d) 20 Com isso, os valores encontrados para a diferença de
potencial elétrico entre os pontos A, B e C, ou seja:
677 (UFPI) Uma partícula, com carga elétrica VAB, VBC e VAC são, respectivamente, iguais a:
q  2  1029 C, é liberada do repouso numa região a) zero; 3,0  108 V; 1,8  108 V
onde existe um campo elétrico externo. Após se afas-
b) 1,8  108 V; zero; 3,0  108 V
tar alguns centímetros da posição inicial, a partícula já
adquiriu uma energia cinética, dada por K  4  106 J. c) 1,8  108 V; 1,8  108 V; 3,0  108 V
Sobre a diferença de potencial (V  V1  V2), entre d) 1,8  108 V; 3,0  108 V; zero
essas duas posições, podemos afirmar: e) 1,8  108 V; zero; 1,8  108 V
a) V  2 KV d) V  4 KV
B
b) V  4 KV e) V  2 KV 681 (UEL-PR) Considere o campo
C
elétrico gerado por uma carga elé-
c) V  0 R
trica puntiforme q1, localizada q1
no centro de um círculo de raio R. D
678 (MACK-SP) Uma partícula beta (q  1,6  1019 C;
Uma outra carga elétrica pun-
m  9,1  1031 kg), inicialmente em repouso, passa a A
tiforme, q 2 , é levada da posi-
se movimentar devido à ação exclusiva de um campo
ção A para B, de B para C, de C para D e, finalmen-
elétrico uniforme de intensidade E  2,0  104 V/m.
te, de D para A, conforme mostra a figura.
Após um deslocamento de 1,0 mm, o vetor quanti-
dade de movimento dessa partícula tem módulo Sobre isso, considere as afirmativas.
aproximadamente igual a: I. O trabalho é menor na trajetória BC que na traje-
6
a) 1,0  10 N  s d) 1,2  10 25
Ns tória DA.
6
b) 1,7  10 N  s e) 2,4  10 25
Ns II. O trabalho na trajetória AB é positivo se a carga
q2 for positiva.
c) 2,4  1024 N  s
III. O trabalho na trajetória AB é igual ao trabalho no
679 (UFJF-MG) Em uma região de campo elétrico trajeto BC  CD  DA.
uniforme de intensidade E  20 000 V/m, uma car- IV. O trabalho na trajetória AB  BC  CD  DA é nulo.
ga q  4  108 C é levada de um ponto A, onde Sobre as afirmativas acima, assinale a alternativa
VA  200 V, para um ponto B, onde VB  80 V. O correta.
trabalho realizado pela força elétrica, no desloca-
a) Apenas as afirmativas I e IV são verdadeiras.
mento da carga entre A e B e a distância entre os
pontos A e B são, respectivamente, iguais a: b) Apenas as afirmativas I, II e IV são verdadeiras.
a) 4,8  106 N e 6  103 m c) Apenas as afirmativas II e III são verdadeiras.
b) 4,8  106 J e 6  103 m d) Apenas as afirmativas II, III e IV são verdadeiras.
c) 2,4  105 J e 8  103 m e) Apenas as afirmativas III e IV são verdadeiras.

SIMULADÃO 111
682 (UFRS) A figura abaixo representa linhas de força 685 (UECE) Em uma região do espaço existe uma dis-
correspondentes a um campo elétrico uniforme. Os tribuição de cargas que causam um campo elétrico
pontos I, J, K e L situam-se nos vértices de um retângu- representado na figura através de suas linhas
lo cujos lados IJ e KL são paralelos às linhas de força. eqüipotenciais.
E 250 V 300 V 350 V 400 V
K L

P
I J

Em função disso, assinale a alternativa correta.


a) O potencial elétrico em K é maior do que o po- Se colocarmos um próton com velocidade nula so-
tencial elétrico em I. bre a eqüipotencial de 300 V ele:
b) O potencial elétrico em J é maior do que o poten-
a)permanecerá parado
cial elétrico em I.
b) se deslocará ao longo da mesma eqüipotencial
c) O potencial elétrico em K é igual ao potencial elé-
trico em L. c) se deslocará para a eqüipotencial de 350 V
d) A diferença de potencial elétrico entre I e J é a d) se deslocará para a eqüipotencial de 250 V
mesma que existe entre I e L.
e) A diferença de potencial elétrico entre I e L é a 686 (PUC-SP) Uma partícula emitida por um núcleo
mesma que existe entre J e L. radioativo incide na direção do eixo central de um
campo elétrico uniforme de intensidade 5  103 N/C,
683 (Esam-RN) A figura mostra linhas de força de um de direção e sentido indicados na figura, gerado por
campo elétrico uniforme, de 2  103 V/m de intensi- duas placas uniformemente carregadas e distancia-
dade, separadas 3 cm uma de outra, e duas superfí- das de 2 cm.
cies eqüipotenciais desse campo, distantes 4 cm.
O @
V0
B

A 3 cm E @
E
4 cm

O trabalho realizado pela força do campo para des- Assinale a alternativa que representa uma possível
locar uma carga elétrica positiva de 6  106 C de A situação quanto à:
até B, em 104 joules, será:
I. natureza da carga elétrica da partícula;
a) 3,6 b) 4,8 c) 6,0 d) 7,2 e) 8,4
II. trajetória descrita pela partícula no interior do
campo elétrico e
684 (UFSM-RS) A figura representa linhas de força de
um campo elétrico uniforme e quatro superfícies III. ddp entre o ponto de incidência sobre o campo
eqüipotenciais separadas pela mesma distância d. elétrico e o ponto de colisão numa das placas.
V1 V2 V3 V4

I. carga elétrica II. trajetória III. ddp

a) negativa 哷 50 V

d d d b) positiva 哷 300 V
Uma carga Q deslocada nesse campo ganhará mais
c) negativa 哷 300 V
energia potencial eletrostática, ao ser movimentada de:
a) V1 para V3 d) V4 para V1 d) negativa 哷 50 V
b) V2 para V4 e)V3 para V1
e) positiva 哷 50 V
c) V4 para V2

112 SIMULADÃO
687 (UFSC) A figura abaixo mostra um arranjo de pla- Considerando a massa do elétron 9,0  1031 kg e
cas metálicas paralelas. As placas 2 e 3 possuem um sua carga elétrica em valor absoluto 1,6  1019 C, a
furo em seus centros. Assinale a(s) proposição(ões) velocidade do elétron com energia cinética 1,0 eV
verdadeira(s) e dê como resposta a soma delas. tem valor aproximado:

1 2 3 4
a) 6,0  105 m/s d) 5,0  104 m/s
0,03 m 0,03 m 0,03 m
b) 5,0  105 m/s e)6,0  104 m/s
A c) 4,0  105 m/s

690 (UFOP-MG) O condutor da figura, isolado e em


12 V 12 V
equilíbrio eletrostático, está carregado com uma
(01) O potencial da placa 4 é igual ao da placa 1. carga Q positiva.
(02) O campo elétrico entre as placas 1 e 2 tem sen-
B
tido da placa 2 para a placa 1 e seu módulo vale
A condutor
400 V/m.
(04) Se abandonamos um elétron no ponto A, o isolante

movimento do mesmo será acelerado entre as pla-


cas 1 e 2, uniforme entre as placas 2 e 3 e retardado
Considere as seguintes afirmativas:
entre as placas 3 e 4.
I. O campo elétrico no interior do condutor é zero.
(08) O trabalho realizado para deslocar um elétron
da placa 1 até a placa 4 é nulo. II. O campo elétrico nos pontos externos está orien-
tado para fora do condutor.
(16) O campo elétrico entre as placas 2 e 3 é nulo.
III. O módulo do campo elétrico no ponto A é maior
(32) A diferença de potencial entre as placas 1 e 4 é
do que no ponto B (A e B são pontos infinitamente
24 V.
próximos do condutor).
688 (PUC-MG) Uma partícula de massa m e carga q, Marque a alternativa correta.
positiva, é abandonada em repouso num campo elé- a)Apenas I é verdadeira.
trico uniforme, produzido por duas placas metálicas b)Apenas I e II são verdadeiras.
P1 e P2, movendo-se então unicamente sob a ação
c)Apenas II e III são verdadeiras.
desse campo.
d)Apenas III e I são verdadeiras.
y
P2
      
e)Todas as afirmativas são verdadeiras.
V
       691 (Fafi-BH) Durante uma tempestade com grande
P1
incidência de raios, em Belo Horizonte, um estudante
de Física estaciona seu carro próximo à lagoa da
Assinale a opção correta.
Pampulha e espera tranqüilamente que a tempesta-
a) A aceleração da partícula é a  qEm. de passe.
b) A partícula será desviada para a direita, descre- Ele se sente protegido dos raios, dentro do carro,
vendo uma trajetória parabólica. porque as cargas elétricas em excesso:
c) A energia cinética, após a partícula ter percorrido a)ficam distribuídas na superfície interna do veículo
uma distância d, é Ec  qEd. b)ficam distribuídas na superfície externa do veículo
d) A partícula executará um movimento uniforme. c)escoam para a Terra através dos pneus
e) A força que atua sobre a partícula é perpendicu- d)se neutralizam na lataria, não provocando danos
lar ao campo. no estudante.

689 (PUC-SP) Um elétron-volt (eV) é, por definição, a 692 (UnB-DF) Resumidamente, raios ocorrem porque
energia cinética adquirida por um elétron quando regiões carregadas são criadas nas nuvens por pro-
acelerado, a partir do repouso, por uma diferença cessos de polarização e de separação de cargas em
de potencial de 1,0 V.

SIMULADÃO 113
seu interior, gerando assim intensos campos elétri- 694 (UEL-PR) Um condutor esférico, de 20 cm de di-
cos que ultrapassam a rigidez dielétrica do ar, que é âmetro, está uniformemente eletrizado com carga
o maior campo elétrico que um dielétrico pode su- de 4,0 C e em equilíbrio eletrostático. Em relação
portar sem perder as suas propriedades isolantes. a um referencial no infinito, o potencial elétrico de
Uma nuvem típica que provoca raios tem uma carga um ponto P que está a 8,0 cm do centro do condu-
positiva em sua parte superior, uma carga negativa tor vale, em volts:
logo abaixo desta e uma pequena carga positiva em (Dado: constante eletrostática do meio  9,0  109
sua parte inferior. Um modelo simplista para essa N  m2/C2)
nuvem seria o de três partículas alinhadas de cima a) 3,6  105 c) 4,5  104 e)4,5  103
para baixo com cargas (Q  q), Q e q, conforme
b) 9,0  104 d) 3,6  104
mostra a figura a seguir. Seja D a distância da partí-
cula superior à do meio, d a distância da partícula
695 (Unicap-PE) Na figura, QA  32 C e QB  18 C
do meio à inferior e h a distância da partícula inferi-
(o meio é o vácuo)
or ao solo onde o raio incidirá. Usando este modelo
simplista, calcule o menor valor que a rigidez Informações para as proposições 0-0, 1-1 e 2-2.
dielétrica do ar deve ter para impedir a incidência 8m
QA C
de raios no solo. Dê a sua Q  q 
5m
resposta em 105 V/m. D D
6m

(Considere os dados: a Q 
5m

constante eletrostática é d QB
q 
9  109 N  m2/C2, Q  12 C,
q  4 C, h  100 m, h Verifique se as afirmativas a seguir são verdadeiras
solo
d  20 m e D  80 m.) ou falsas.
(0 0) O módulo do campo elétrico criado pela carga
QA, no ponto C, é igual ao módulo do campo elétri-
693 (UFSC) Assinale a(s) proposição(ões) corretas(s):
co criado pela carga QB no ponto C.
(01) O campo elétrico, no interior de um condutor
(1 1) O potencial elétrico, no ponto C, é 6,3  104 V.
eletrizado em equilíbrio eletrostático, é nulo.
(2 2) O trabalho necessário para se deslocar uma
(02) O campo elétrico, no interior de um condutor ele-
carga de prova de C para D é independente do valor
trizado, é sempre diferente de zero, fazendo com que o
da carga e é numericamente igual à energia poten-
excesso de carga se localize na superfície do condutor.
cial eletrostática do sistema.
(04) Uma pessoa dentro de um carro está protegida
(3 3) A carga de um condutor, em equilíbrio
de raios e descargas elétricas porque uma estrutura
eletrostático, está concentrada em seu centro.
metálica blinda o seu interior contra efeitos elétri-
cos externos. (4 4) O potencial, numa região de campo elétrico
uniforme, é constante.
(08) Numa região pontiaguda de um condutor, há
uma concentração de cargas elétricas maior do 696 (UEM-PR) Os gráficos abaixo representam a vari-
que numa região plana, por isso a intensidade do ação da intensidade do campo e do potencial, devido
campo elétrico próximo às pontas do condutor é a um condutor esférico uniformemente eletrizado:
muito maior do que nas proximidades de regiões
mais planas. E (N/C) u (V)
6
(16) Como a rigidez dielétrica do ar é 3  10 N/C, a 9,0  104 900
carga máxima que podemos transferir a uma esfera
de 30 cm de raio é de 10 microcoulombs.
(32) O potencial elétrico, no interior de um condu- 0 1 d (cm) 0 1 d (cm)

tor carregado, é nulo.


Sendo k0  9,0  109 (SI), a carga elétrica distribuída
(64) Devido ao poder das pontas, a carga que pode-
na superfície desse condutor vale:
mos transferir a um corpo condutor pontiagudo é
menor que a carga que podemos transferir para uma a) 107 C c) 109 C e) n.d.a.
7 9
esfera condutora que tenha o mesmo volume. b) 10 C d) 10 C

114 SIMULADÃO
697 (UEM-PR) Com relação aos gráficos e ao condu- 701 (UFR-RJ) Uma esfera condutora, de 2 m de diâ-
tor esférico do exercício anterior, o ponto localizado metro, uniformemente carregada, possui densida-
externamente à esfera (cujo campo tem a mesma de superficial de cargas de 108 C/m2 (área da esfe-
intensidade que a da superfície) está distante do ra  4 R2).
centro aproximadamente: a) Qual é a carga sobre a esfera?
a) 2,8 cm c) 0,4 cm e) n.d.a. b) Qual é a intensidade de campo elétrico na super-
b) 1,4 cm d) 2,1 cm fície da esfera?

698 (Unitau-SP) Uma partícula com carga 5,0  106 C 702 (MACK-SP) Considerando um ponto do infinito
é colocada no centro de uma esfera metálica, oca, como referencial, o potencial elétrico de uma esfera
de raios R1 e R2, e descarregada, como indica a figu- condutora no vácuo (k0  9  109 N  m2/C2) varia
ra. As quantidades de cargas que se acumulam nas com a distância ao seu centro, segundo o gráfico.
superfícies interna e externa da esfera valem, res- V (V)
pectivamente: b
a) zero e zero
60
b) 5,0  106 C e 5,0  106 C
q R1
c) 5,0  106 C e 5,0  106 C
0 a 15 d (cm)
d) zero e 5,0  106 C R2
A capacidade elétrica dessa esfera é 10 pF. Os valo-
6
e) 5,0  10 C e zero res de a e b do gráfico são, respectivamente:
a) 5 e 100 c) 5 e 120 e) 9 e 100
699 (UFJF-MG) A cúpula de um gerador Van de Graaff
b) 6 e 100 d) 6 e 120
é constituída de uma casca esférica de raio 10 cm.
Deixa-se o gerador ligado até que sua cúpula adqui-
703 (UFMG) Uma esfera metálica de raio R  0,50 m
ra carga de 6  10 8 C e fique em equilíbrio
é carregada a um potencial de 300 V. A esfera fica-
eletrostático. Uma carga de prova de 109 C é colo-
rá carregada com uma carga de (dado: k0  9  109
cada no centro da cúpula do gerador.
N  m2/C2):
A respeito da força eletrostática e do potencial a
que a carga de prova fica submetida, podemos afir- a) 1,7  108 C c) 5,0 C e) 3,0  105 C
mar que seus módulos são, respectivamente: b) 8,3  105 C d) 3,8  103 C
a) 5,4  105 N; 5,4  103 V
704 (UFMG) Com relação à questão anterior, os cam-
b) zero; 5,4  103 V
pos elétricos nos pontos situados a 1,0 cm e a 10 cm
c) 5,4  105 N; depende da localização do ponto do centro da esfera são, respectivamente:
d) zero; zero a) zero e zero
b) 1,0  105 V/m e 2,7  105 V/m
700 (Unip-SP) Considere uma esfera metálica, de raio
c) 2,7  105 V/m e 2,7  105 V/m
R, eletrizada com carga positiva e isolada eletrica-
mente do resto do universo. d) zero e 2,7  105 V/m
Considere um ponto P externo à esfera e a uma dis- e) 5,4  104 V/m e 2,7  105 V/m
tância 2R de seu centro.
Em relação ao campo elétrico criado pela esfera ele- 705 (UFMG) Retome o enunciado da questão anterior.
trizada, seja V o potencial elétrico e E o módulo do Os campos elétricos em dois pontos situados a 0,10 m
vetor campo elétrico, associado ao ponto P. e 3,0 m do centro da esfera são:

A razão V vale: a) 1,8  103 e 5,0  103 V/m


E b) 4,5 e 5,0 V/m
a) 1 c) R e) 2R c) 15  103 e 17 V/m
b) R d) 3 R d) zero e 3,0  105 V/m
2 2 e) zero e 17 V/m

SIMULADÃO 115
706 (Fuvest-SP) Dois condutores esféricos, A e B, de c) cargas positivas movimentar-se-ão de A para B
raios respectivos R e 2R estão isolados e muito dis- d) não há passagem de cargas elétricas
tantes um do outro. As cargas das duas esferas são
e) cargas positivas movimentar-se-ão de B para A
de mesmo sinal e a densidade superficial de carga
da primeira é igual ao dobro da densidade de carga
710 (UEPI) Um capacitor possui capacitância igual
da segunda. Interligam-se as duas esferas por um
a 4,0  106 F. Quando submetido a uma tensão
fio condutor.
de 200 V ele acumula uma quantidade de carga
Diga se ocorre passagem de carga elétrica de um
igual a:
condutor para outro. Justifique sua resposta.
a) 4,0  104 C d) 7,0  104 C
707 (UFOP-MG) Uma esfera metálica de raio R  10 cm b) 5,0  104 C e) 8,0  104 C
e carga 3  106 C é ligada por um fio condutor c) 6,0  104 C
a outra esfera metálica, de raio r  5 cm e carga
2  106 C. 711 (UEPI) Assinale a alternativa correta acerca da
capacitância de um capacitor de placas paralelas:
A fio condutor
B a) é diretamente proporcional à área de cada placa
R r
e à distância entre elas
b) é inversamente proporcional à área de cada placa
e à distância entre elas
I. Ao se estabelecer a ligação surge no fio um campo
c) é inversamente proporcional à área de cada placa
elétrico dirigido da esfera maior para a esfera menor.
e diretamente proporcional à distância entre elas
II. Quando se faz a ligação, elétrons deslocam-se da
d) é diretamente proporcional à área de cada placa
esfera maior para a esfera menor.
e inversamente proporcional à distância entre elas
III. Após estabelecido o equilíbrio eletrostático, as
e) independe do isolante entre as placas do
esferas estarão carregadas com cargas iguais.
capacitor
Dentre as afirmativas podemos dizer que:
a) todas são corretas 712 (Uneb-BA) Um capacitor isolado possui carga
b) são corretas apenas I e II elétrica de 2  106 C e potencial elétrico de 104 V.
Se sua carga for modificada para 4  106 C, seu
c) são corretas apenas I e III
novo potencial, em kV, será
d) apenas I é correta
a) 5 d) 15
e) apenas II é correta
b) 8 e) 20
708 (UnB-DF) Duas esferas metálicas, A e B, de raios c) 10
2R e R, respectivamente, são eletrizadas com cargas
QA e QB. Uma vez interligadas por um fio metálico, 713 (UFPB) Um capacitor é carregado por uma ba-
não se observa passagem de corrente. Podemos teria até atingir uma diferença de potencial de 600
QA V entre suas placas. Em seguida, estas placas são
então afirmar que a razão é igual a: desligadas da bateria e interligadas através de um
QB
resistor, de grande valor, até que o capacitor esteja
a) 1 b) 1 c) 2 d) 4 e) 1 totalmente descarregado. Durante o processo de
2 4 descarga, a quantidade total de calor produzida no
resistor é 0,9 J. Determine:
709 (Med. ABC-SP) Duas esferas metálicas, A e B,
a) a capacitância deste capacitor
de raios 3R e R, estão isoladas e em equilíbrio
eletrostático. Ambas estão eletrizadas com cargas b) a carga nesse capacitor, quando a diferença de
positivas 6Q e Q, respectivamente. Interligando-as potencial entre suas placas for de 150 V
com fio metálico, podemos afirmar que:
714 (UFPE) O gráfico a seguir representa a variação
a) os elétrons vão de B para A
da diferença de potencial entre as placas de um
b) os elétrons vão de A para B capacitor plano de placas paralelas e capacitância igual

116 SIMULADÃO
a 5,0  105 F, quando carregado de uma carga inicial 718 (MACK-SP) Na associação dada, a ddp entre as
qi  0 até uma carga final qf  5,0  105 C. armaduras do capacitor de 4 F é:

V (volts) 18 V

12
6 F 4 F
10
8
6 F
6
4
2
a) 3,0 V d) 9,0 V
0 1 2 3 4 5 6 q (105C) b) 4,5 V e) 13,5 V
c) 6,0 V
Determine o valor, em unidades de 105 J, da ener-
gia armazenada no capacitor. 719 (Aman-RJ) Na figura aplica-se entre os pontos
A e B uma ddp de 100 V.
715 (UFPB) Um capacitor está carregado com uma
carga de 5,4  105 C. Uma das placas do capacitor 6 F 3 F
B
está a um potencial de 90 V e a outra placa, a um
potencial de 60 V.
Determine: 3 F

a) a capacitância do capacitor A

b) a energia potencial acumulada no capacitor


A energia potencial elétrica armazenada na associa-
ção dos capacitores vale:
716 (UFPB) Um canhão eletrônico de um tubo de
imagem de televisor consiste, basicamente, de duas a) 7,5  101 J d) 7,5  103 J
placas metálicas paralelas separadas por uma dis- b) 2,5  102 J e) 5,0  102 J
tância d, e mantidas a uma diferença de potencial c) 2,0  102 J
DV. Elétrons liberados, em repouso, nas proximida-
des de uma das placas, são acelerados pelo campo 720 Dada a associação da figura, determine a carga
elétrico uniforme existente entre elas, atingindo a armazenada pelo capacitor equivalente. Dado
posição da outra placa com uma energia cinética K. UAB  10 V.
Sendo d  2 cm, a carga do elétron q  1,6  1019 C
¨ C1  2,0 F
e K  3,2  1015 J, determine:
« C2  3,0 F
a) a diferença de potencial V entre as placas C1 C2
«
A B
«« C3  1,0 F
b) o módulo do campo elétrico entre as placas ©
C3
« C4  4,0 F
717 (UFPA) O esquema representa uma associação C4 C5 C6 « C5  5,0 F
«
de capacitores submetida à tensão U entre os pon- «ª C6  6,0 F
tos A e B. Os números indicam as capacidades dos
condensadores associados, medidas em microfarads.
1 6 2
A B

1,6 2

A capacidade equivalente da associação é, em


microfarads:
a) 1,8 d) 1,6
b) 0,8 e) 2,4
c) 3,2

SIMULADÃO 117
726 (Unifor-CE) Um fio condutor, de secção cons-
ELETRODINÂMICA tante, é percorrido por uma corrente elétrica cons-
tante de 4,0 A O número de elétrons que passa por
721 (PUC-SP) A corrente elétrica através de um fio uma secção reta desse fio, em um minuto, é:
metálico é constituída pelo movimento de: a) 1,5  1021 d) 1,5  1018
a) cargas positivas no sentido da corrente b) 4,0  1020 e) 4,0  1017
b) cargas positivas no sentido oposto ao da corrente c) 2,5  1019
c) elétrons livres no sentido oposto ao da corrente (Dado: carga elementar  1,6  1019C)
d) íons positivos e negativos
e) nenhuma resposta é satisfatória 727 (PUC-SP) No interior de um condutor homogê-
neo, a intensidade da corrente elétrica varia com o
tempo, como mostra o diagrama:
722 (UEL-PR) Considere as seguintes afirmativas a
respeito de um segmento AB de um fio metálico i (mA)
por onde passa uma corrente elétrica contínua e
constante. 103

I. A corrente elétrica em AB é um fluxo de elétrons.


II. A carga elétrica total de AB é nula.
0 1 2 t (min)
III. Há uma diferença de potencial elétrico entre os
extremos de AB. Pode-se afirmar que o valor médio da intensidade
Quais destas afirmativas são verdadeiras? de corrente, entre os instantes 1 min e
a) somente I d) somente I e II 2 min, é de:
b) somente II e) I, II e III £ 1¥
a) ² ´ A d) 0,5 A
c) somente III ¤ 6¦

723 (UEMA) Explique, de acordo com as leis da Físi- £ 103 ¥


b) ² ´ A e) 0,05 A
ca, porque um ferro elétrico, ligado a uma tomada, ¤ 6 ¦
esquenta, enquanto o fio, que liga o ferro à toma-
c) 500 A
da, continua frio.
728 (IME-RJ) A intensidade da corrente elétrica em
724 (UCS-RS) Pela secção reta de um condutor de
um condutor metálico varia, com o tempo, de acor-
cobre passam 320 coulombs de carga elétrica em
do com o gráfico a seguir.
20 segundos. A intensidade de corrente elétrica no
condutor vale: i (mA)
a) 5 A d) 16 A
b) 8 A e) 20 A 64

c) 10 A

725 (UCMG) Uma carga q move-se numa circun- 0 2 4 6 8 t (min)


ferência de raio R com uma velocidade escalar v. A
intensidade de corrente média em um ponto da cir- Sendo o módulo da carga elementar e  1,6 
cunferência é: 1019 C, determine:
qR 2 qR a) a carga elétrica que atravessa uma secção do con-
a) d)
v v dutor em 8 s
qv b) o número de elétrons que atravessa uma secção
b) e) 2 qRv
R do condutor durante esse mesmo tempo
qv
c) c) a intensidade média da corrente entre os instan-
2 R
tes 0 s e 8 s

118 SIMULADÃO
729 (UFGO) O transporte ativo de Na e K através 732 (UCSal-BA) Um resistor de 100 1 é percorrido
da membrana celular é realizado por uma proteína por uma corrente elétrica de 20 mA. A ddp entre os
complexa, existente na membrana, denominada terminais do resistor, em volts, é igual a:
“sódio-potássio-adenosina-trifosfatase” ou, simples- a) 2,0 d) 2,0  103
mente, bomba de sódio.
b) 5,0 e) 5,0  103
Cada bomba de sódio dos neurônios do cérebro
humano pode transportar, por segundo, até 200 Na c) 2,0  10
para fora da célula e, 130 K para dentro da célula.
Dado: carga elementar do elétron  1,6  1019 C. 733 (Uneb-BA) Um resistor ôhmico, quando sub-
metido a uma ddp de 40 V, é atravessado por uma
a) Sabendo-se que um pequeno neurônio possui
corrente elétrica de intensidade 20 A.
cerca de um milhão de bombas de sódio, calcule a
Quando a corrente que o atravessa for igual a 4 A, a
carga líquida que atravessa a membrana desse
ddp, em volts, nos seus terminais será:
neurônio.
a) 8 d) 20
b) Calcule também a corrente elétrica média atra-
vés da membrana de um neurônio. b) 12 e) 30
c) 16
730 (Unicamp-SP) A figura mostra como se pode dar
um banho de prata em objetos, como por exemplo 734 (UFMA) A resistência de um condutor é dire-
em talheres. O dispositivo consiste de uma barra de tamente proporcional e inversamente proporcional:
prata e do objeto que se quer banhar imersos em a) à área de secção transversal e ao comprimento
uma solução condutora de eletricidade. Considere do condutor
que uma corrente de 6,0 A passa pelo circuito e que b) à resistividade e ao comprimento do condutor
cada coulomb de carga transporta aproximadamente
c) ao comprimento e à resistividade do condutor
1,1 mg de prata.
d) ao comprimento e à área de secção transversal
i i do condutor.

735 (Esam-RN) Num trecho de um circuito, um fio


de cobre é percorrido por uma corrente elétrica de
objeto que leva o intensidade i, quando aplicada uma ddp U.
banho de prata barra de prata
Ao substituir esse fio por outro, também de cobre,
solução de mesmo comprimento, mas com o diâmetro duas
vezes maior, verifica-se que a intensidade da nova
corrente elétrica:
a) Calcule a carga que passa nos eletrodos em uma
hora. a) permanece constante

b) Determine quantos gramas de prata são deposi- b) se reduz à metade


tados sobre o objeto da figura em um banho de 20 c) se duplica
minutos. d) se triplica
e) se quadruplica
731 (UFAL) A corrente elétrica no filamento de uma
lâmpada é 200 mA. Considerando a carga elemen- 736 (PUC-RS) Um condutor elétrico tem comprimen-
tar igual a 1,6  1019 C, pode-se concluir que, em to ᐉ, diâmetro d e resistência elétrica R. Se duplicar-
um minuto, passam pelo filamento da lâmpada: mos seu comprimento e diâmetro, sua nova resis-
a) 1,3  1019 prótons tência elétrica passará a ser:
b) 1,3  1019 elétrons a) R d) 4R
c) 7,5  1019 prótons
b) 2R e) R
d) 7,5  1019 elétrons 4
e) 1,3  1020 elétrons c) R
2

SIMULADÃO 119
737 (UERJ) Dois fusíveis, F1 e F2, são utilizados para A imagem mostra dois pedaços microscópicos de
proteger circuitos diferentes da parte elétrica de um ouro (manchas escuras) conectados por um fio for-
automóvel. F1 é um fusível de 1,0 A, F2 é um fusível mado somente por três átomos de ouro. Esta ima-
de 2,0 A, e funcionam ambos sob a mesma volta- gem, obtida recentemente em um microscópio ele-
gem. Esses fusíveis, feitos do mesmo material, têm trônico por pesquisadores do Laboratório Nacional
comprimentos iguais e a mesma forma cilíndrica de de Luz Síncrotron, localizado em Campinas, demons-
secções transversais de áreas S1 e S2. tra que é possível atingir essa fronteira.
S a) Calcule a resistência R desse fio microscópio, con-
A razão 1 é igual a:
S2 siderando-se como um cilindro com três diâmetros
atômicos de comprimento. Lembre-se de que, na
a) 4 b) 3 c) 1 d) 1
2 2 4 Física tradicional, a resistência de um cilindro é dada
por R    L/A, onde r é a resistividade , L é o
738 (Unitau-SP) Dois condutores metálicos (1) e (2), comprimento do cilindro e A é a área da sua secção
de materiais diferentes mas com as mesmas dimen- transversal. Considere a resistividade do ouro
sões geométricas, apresentam o comportamento   1,6  108 1m, o raio de um átomo de ouro
ilustrado na figura, quando sujeitos a tensões cres- 2,0  1010 m e aproxime ⯝ 3,2.
centes. b) Quando se aplica uma diferença de potencial de
V (volts)
0,1 V nas extremidades desse fio microscópico, mede-
(2) se uma corrente de 8,0  106 A. Determine o valor
8,0 experimental da resistência do fio. A discrepância en-
(1) tre esse valor e aquele determinado anteriormente
deve-se ao fato de que as leis da Física do mundo
2,0 macroscópico precisam ser modificadas para descre-
ver corretamente objetos de dimensão atômica.
0 0,2 0,4 i (ampére)

740 (UFU-MG) Normalmente, as distâncias entre os


Sendo 1 e 2 as suas resistividades respectivas, a re-
fios (desencapados) da rede elétrica de alta-tensão
l
lação 1 é igual a: são inferiores às distâncias entre as pontas das asas
l2 de algumas aves quando em vôo. Argumentando que
1 1 2 isso pode causar a morte de algumas aves, ecologis-
a) 1 b) c) 2 d) e)
2 4 5 tas da região do Pantanal Mato-grossense têm criti-
cado a empresa de energia elétrica da região. Em re-
739 (Unicamp-SP) O tamanho dos componentes lação a esta argumentação, pode-se afirmar que:
eletrônicos vem diminuindo de forma impressionan-
a) Os ecologistas não têm razão, pois sabe-se que é
te. Hoje podemos imaginar componentes forma-
nula a resistência elétrica do corpo de uma ave.
dos por apenas alguns átomos. Seria esta a última
fronteira? b) Os ecologistas têm razão, pois a morte de uma
ave poderá se dar com sua colisão com um único fio
e, por isto, a maior proximidade entre os fios au-
menta a probabilidade desta colisão.
c) Os ecologistas têm razão, uma vez que, ao en-
costar simultaneamente em dois fios, uma ave pro-
vavelmente morrerá eletrocutada.
d) Os ecologistas não têm razão, uma vez que, ao
encostar simultaneamente em dois fios, uma ave
nunca morrerá eletrocutada.
e) Os ecologistas não têm razão, pois sabe-se que o
corpo de uma ave é um isolante elétrico, não permi-
tindo a passagem de corrente elétrica.

120 SIMULADÃO
741 (UERJ) Um ventilador dissipa uma potência de c) na dispensa do uso de disjuntor para o circuito
30 W, quando ligado a uma rede elétrica que forne- desse outro chuveiro
ce uma tensão de 120 V. d) no barateamento da fiação do circuito desse ou-
A corrente estabelecida nesse aparelho tem valor tro chuveiro, que pode ser mais fina
igual a:
e) no menor volume de água de que esse outro chu-
a) 150 mA c) 350 mA veiro vai necessitar
b) 250 mA d) 450 mA
744 (PUC-SP) Pensando em comprar um forno
742 (UFU-MG) Um homem utilizava, para iluminar elétrico, um jovem percorre uma loja e depara-se
seu quarto, uma única lâmpada que dissipa 60 W com modelos das marcas A e B, cujos dados no-
de potência quando submetida a uma diferença de minais são:
potencial de 110 V. Preocupado com a freqüência • marca A: 220 V  1 500 W;
com que “queimavam” lâmpadas nesse quarto, o
homem passou a utilizar uma lâmpada que dissipa • marca B: 115 V  1 300 W
100 W de potência quando submetida a 220 V, e Se a tensão (ddp) fornecida nas tomadas da sua re-
cujo filamento tem uma resistência elétrica pratica- sidência é de 110 V, verifique, entre as alternativas
mente independente da diferença de potencial à qual seguintes, aquelas em que são corretas tanto a ra-
é submetida. zão quanto a justificativa.
Das situações a seguir, a única que pode ter ocorri-
a) O jovem deve escolher o forno B, pois sua ten-
do, após a substituição do tipo de lâmpada, é:
são nominal é compatível com a rede elétrica e ele
a) Houve diminuição da freqüência de “queima” das dissipará, quando ligado, uma potência inferior à
lâmpadas, mas a luminosidade do quarto e o consu- do forno A.
mo de energia elétrica aumentaram.
b) O jovem não deve comprar nenhum deles, uma
b) Houve diminuição da freqüência de “queima” das vez que ambos queimarão ao serem ligados, pois
lâmpadas, bem como da luminosidade do quarto e suas tensões nominais são maiores que 110 V.
do consumo de energia elétrica.
c) O jovem deve escolher o forno A, pois sua tensão
c) Houve aumento da freqüência de “queima” das nominal é maior do que a do forno B, causando
lâmpadas, bem como da luminosidade do quarto, maior aquecimento.
mas o consumo de energia elétrica diminuiu.
d) O jovem deve escolher o forno B, pois sua tensão
d) Houve diminuição da freqüência de “queima” nominal é compatível com a rede elétrica e ele dissi-
das lâmpadas, bem como da luminosidade do pará, quando ligado, uma potência superior à do
quarto, mas o consumo de energia elétrica au- forno A.
mentou.
e) O jovem deve escolher o forno A, pois sua tensão
e) Houve aumento da freqüência de “queima” das nominal é compatível com a rede elétrica e ele dissi-
lâmpadas, bem como da luminosidade do quarto e pará, quando ligado, uma potência superior à do
do consumo de energia elétrica. forno B.

743 (UFSCar-SP) Por recomendação de um eletri- 745 (UEL-PR) Um forno elétrico, ligado a uma ten-
cista, o proprietário substituiu a instalação elétrica são de 120 V, é percorrido por uma corrente de 15 A,
de sua casa e o chuveiro, que estava ligado em durante 6,0 minutos. Uma lâmpada comum, de
110 V, foi trocado por outro chuveiro, de mesma 60 W, ligada na mesma tensão de 120 V, consumi-
potência, ligado em 220 V. A vantagem dessa subs- ria a mesma energia que o forno num intervalo de
tituição está: tempo, em horas, igual a:
a) no maior aquecimento da água que esse outro a) 1,0 d) 4,0
chuveiro vai proporcionar
b) 2,0 e) 5,0
b) no menor consumo de eletricidade desse outro
c) 3,0
chuveiro

SIMULADÃO 121
746 (UFF-RJ) Raios são descargas elétricas produzi- 748 (Unipac-MG) Leia as duas informações a seguir:
das quando há uma diferença de potencial da or- I. Na construção de linhas de transmissão elétrica,
dem de 2,5  107 V entre dois pontos da atmosfera. os engenheiros procuram evitar o máximo possível
Nessas circunstâncias, estima-se que a intensidade a perda de energia por efeito Joule.
da corrente seja 2,0  105 A e que o intervalo de
tempo em que ocorre a descarga seja 1,0  103 s. II. Apesar dos brasileiros viverem numa zona tropi-
Considere que na produção de um raio, conforme cal, muitos gostam de tomar banho quente.
as condições acima, a energia liberada no processo Assim, para cumprir com as exigências técnicas
possa ser armazenada. das linhas de transmissão, os engenheiros estabe-
(Dados: 1,0 cal  4,2 J; calor específico da água  lecem nestas mesmas linhas uma
1,0 cal/g ºC) corrente elétrica e uma voltagem
a) Calcule, em kWh, a energia total liberada duran- (tensão). Já para agradar aos brasileiros que gos-
te a produção do raio. tam de banhos mais quentes, deveríamos
b) Determine o número n de casas que podem ser a resistência elétrica do chuveiro.
abastecidas durante um mês com a energia do raio, A opção que completa corretamente as lacunas do
sabendo que o consumo mensal de energia elétrica, texto, na ordem em que aparecem, é:
em cada casa, é 3,5  102 kWh.
a) baixa, alta, aumentar
c) Suponha que 30% da energia do raio seja utiliza-
da para se elevar, em 10 ºC, a temperatura da água b) baixa, baixa, diminuir
contida em um reservatório que abastece as n ca- c) alta, alta, aumentar
sas. Na hipótese de não haver perda de energia para
d) alta, baixa, aumentar
o meio exterior e de a capacidade térmica do reser-
vatório ser desprezível, calcule a massa de água nes- e) baixa, alta, diminuir
se reservatório.
749 (ENEM) A distribuição média, por tipo de equi-
747 (UFAL) Um recipiente isolante térmico contém pamento, do consumo de energia elétrica nas resi-
inicialmente 500 cm3 de água. Um resistor imerso dências no Brasil é apresentada no gráfico.
na água está submetido inicialmente a uma corren-
te elétrica I e a uma tensão V. Nessas condições ini-
ciais, a temperatura da água aumenta 1,0 ºC/min.
(Dados: calor específico da água  1,0 cal/g ºC;
1,0 cal  4 J e densidade da água  1,0 g/cm3)
Considerando que toda energia elétrica dissipada
seja absorvida pela água, analise as afirmações a
seguir.
00 – Inicialmente a potência dissipada pelo resistor
é de, aproximadamente, 33 W.

11 – Com uma corrente elétrica I , a temperatura


2 Em associação com os dados do gráfico, considere
da água deve aumentar 0,50 ºC/min. as variáveis:
I. potência do equipamento
22 – Reduzindo a tensão para V , a potência ab-
2 II. horas de funcionamento
sorvida pela água se reduz a um quarto da inicial.
III. número de equipamentos
33 – Substituindo-se a água por outro líquido que
tenha a metade da capacidade térmica, a tempera- O valor das frações percentuais do consumo de ener-
tura desse líquido aumentará mais depressa. gia depende de:
44 – A troca do resistor por outro de menor resis- a) I, apenas d) II e III, apenas
tência torna mais lento o aquecimento do líquido. b) II, apenas e) I, II e III
c) I e II, apenas

122 SIMULADÃO
750 (UFRN) A transmissão de energia elétrica das a utilizar o chuveiro elétrico para um banho morno.
usinas hidrelétricas para os centros consumidores é O sr. Newton vai ao comércio e solicita do vendedor
feita através de fios metálicos que transmitem mi- um chuveiro de pouca potência (P), que apenas
lhares de watts. Como esses fios não são conduto- “quebre a frieza” da água, pois está preocupado
res perfeitos, uma das formas de perda de energia com o aumento do consumo de energia elétrica (E)
na transmissão é por aquecimento, o chamado efei- e, por conseguinte, com o aumento da sua conta
to Joule. mensal.
A tabela mostra quatro projetos diferentes, que O vendedor lhe oferece dois chuveiros (ôhmicos,
têm como objetivo transmitir uma mesma potên- comuns) para a voltagem (V) do Rio Grande do Nor-
cia elétrica numa linha de transmissão de 64 km te, que é 220 V: um com resistência elétrica (R) de
de extensão. 20,0 1 e outro de 10,0 1, por onde circula a cor-
rente (i) que aquece a água.
Projetos Resistência do Voltagem Corrente (A) a) Qual dos dois chuveiros o sr. Newton deve esco-
fio utilizado (W) aplicada (V) lher, tendo em vista sua preocupação econômica?
1 40 10 000 5,0 Justifique. (Lembre que: P  V  i e V  R  i.)

2 40 100 000 0,5 b) Após fazer sua escolha, o sr. Newton decide es-
timar em quantos graus o chuveiro é capaz de au-
3 20 10 000 5,0 mentar a temperatura da água. A partir do diâme-
4 20 100 000 0,5 tro do cano que leva a água ao chuveiro, ele sabe
que a quantidade de massa (m) d’água que cai em
cada segundo (vazão) é de 30,25 g. O sr. Newton
supõe, como primeira aproximação, que toda a
Sabe-se que: energia elétrica (E) é dissipada na forma de calor
• A potência transmitida, Pt, é dada por: Pt  V  i, (Q) pelo resistor do chuveiro, sendo totalmente
sendo V o valor da diferença de potencial elétrico, absorvida pela água. Além disso, ele ouve no rádio
ou voltagem, entre a usina e o consumidor, e i o que a temperatura na sua cidade permanece está-
valor da corrente elétrica (alternada) que flui nos fios vel, na marca dos 23 ºC.
que ligam ambos os locais. Ajude o sr. Newton a fazer a estimativa da tempera-
• A potência dissipada por efeito Joule, Pd, é dada tura (efinal) em que ele tomará seu banho morno.
por: Pd  R  i2, onde R é a resistência elétrica
Lembre que: E  P  t, onde t representa tempo;

(ôhmica) do fio (dada por R  l  , onde r é a Q  mce, onde  1 cal/g ºC é o calor específi-
At
co da água; e  efinal  einicial é a variação da
resistividade elétrica, que depende do material do temperatura da água, sendo einicial e efinal, respec-
qual o fio é feito, l é o comprimento do fio e At é a tivamente, as temperaturas inicial e final da água,
área da secção transversal do mesmo). que podem ser medidas em graus Celsius, e
Com base nas informações dadas e na Física envol- 1 joule ⯝ 0,2 cal.
vida:
a) Especifique, do ponto de vista técnico, qual o pro- 752 (UFPA) A figura representa uma usina gerado-
jeto que deve ser escolhido para que essa linha de ra de corrente contínua alimentando uma fábrica
transmissão tenha a menor perda por efeito Joule. distante.
Justifique sua resposta.
b) Calcule a energia dissipada por efeito Joule, em
uma hora, utilizando o projeto que você escolheu.
Explicite seus cálculos.

751 (UFRN) Nos meses de maio e junho, a tempera-


tura cai um pouco em várias cidades do Rio Grande
do Norte. Isso faz com que algumas famílias passem

SIMULADÃO 123
A conexão é feita por intermédio de uma linha de Como medida de economia, em uma residência
transmissão constituída de dois fios condutores de com 4 moradores, o consumo mensal médio de
1 km (um quilômetro) de comprimento cada. A po- energia elétrica foi reduzido para 300 kWh. Se
tência fornecida pelo gerador é 12 kW e a corrente essa residência obedece à distribuição dada no
na linha é 40 A. Sabendo-se que o condutor de co- gráfico, e se nela há um único chuveiro de 5 000
bre tem uma resistência de 3  104 1 por metro de W, pode-se concluir que o banho diário da cada
comprimento, pergunta-se: morador passou a ter uma duração média, em
a) Qual a leitura, em volt, indicada por um voltímetro minutos, de:
ligado aos pólos do gerador? a) 2,5 d) 10,0
b) Qual a resistência elétrica total da linha, em ohm? b) 5,0 e) 12,0
c) Qual a queda de tensão elétrica, em volt, entre os c) 7,5
pontos B (saída do gerador) e C (chegada à fábrica)?
d) Qual a potência, em quilowatt, recebida na
755 (UNI-RIO) Uma jovem mudou-se da cidade do
fábrica?
Rio de Janeiro para a capital de Pernambuco. Ela
levou consigo um chuveiro elétrico, cuja potência
753 (Unama-PA) Gastão, estudante de Economia, nominal é de 4 400 W, que funcionava perfeitamente
comenta com Jacy que pretende substituir o seu quando ligado à rede elétrica do Rio de Janeiro, cuja
fogão a gás por um forno microondas. Ele argu- tensão é de 110 V. Ao chegar a Recife, ela soube
menta que apesar de o funcionamento do micro- que a tensão da rede elétrica local é de 220 V. Para
ondas ser muito mais caro do que o fogão a gás, a que o chuveiro elétrico continue a dissipar, por efei-
relação custo-benefício é compensadora. Atento to Joule, a mesma potência que era obtida no Rio
como sempre, Jacy sabe que, ferver um litro de água de Janeiro, a sua resistência elétrica deve ser:
em um fogão a gás custa, atualmente, R$ 0,027.
Com os dados indicados ele calcula que o custo a) diminuída em 50%
para o microondas efetuar a mesma tarefa é, apro- b) mantida inalterada
ximadamente: c) duplicada
a) R$ 0,032 c) R$ 0,043
d) triplicada
b) R$ 0,036 d) R$ 0,054
e) quadruplicada
• Potência total do microondas  1,5 kW
• Tempo para ferver 1 litro de água no microon- 756 (UFAL) A potência dissipada por um resistor é
das, a partir da mesma temperatura inicial que 1,44 W quando a tensão nos terminais é 12 V. Se a
no fogão a gás  0,12 h. tensão nos terminais desse resistor fosse 9,0 V, a
• Custo de 1 kWh  R$ 0,18 potência dissipada, em watts, seria:
a) 0,16 d) 1,20
b) 0,36 e) 2,88
c) 0,81
754 (ENEM) A distribuição média, por tipo de equi-
pamento, do consumo de energia elétrica nas resi-
dências no Brasil é apresentada no gráfico. 757 (UFSC) O quadro apresenta os equipamentos
elétricos de maior utilização em uma certa resi-
dência e os respectivos tempos médios de uso/fun-
cionamento diário, por unidade de equipamento.
Todos os equipamentos estão ligados em uma
única rede elétrica, alimentada com a voltagem
de 220 V. Para proteção da instalação elétrica da
residência, ela está ligada a um disjuntor, isto é,
uma chave que abre, interrompendo o circuito,
quando a corrente ultrapassa um certo valor.

124 SIMULADÃO
Tempo médio Energia diária
Quantidade Equipamento Potência de uso ou funcio- consumida
namento diário
04 lâmpada 25 W 2h 200 W
03 lâmpada 40 W 5h
04 lâmpada 460 W 3h
03 lâmpada 100 W 4h
02 televisor 80 W 8h
02 chuveiro elétrico 6 500 W 30 min
01 máquina da lavar 300 W 1h
01 ferro elétrico 1 200 W 20 min
01 secador de cabelo 1 200 W 10 min
01 geladeira 600 W 3h

Assinale a(s) proposição (ões) correta(s):


01. Somente os dois chuveiros elétricos consomem 195 kWh em 30 dias.
02. Considerando os equipamentos relacionados, o consumo total de energia elétrica em 30 dias é igual a 396 kWh.
04. É possível economizar 32,5 kWh em 30 dias, diminuindo em 5 minutos o uso diário de cada chuveiro.
08. Se os dois chuveiros forem usados simultaneamente, estando ligados em uma mesma rede e com um
único disjuntor, este teria que suportar correntes até 40 A.
16. Em 30 dias, o consumo de energia das lâmpadas é menor do que o consumo da geladeira.
32. Em 30 dias, o consumo de energia da geladeira é menor do que o consumo total dos dois televisores.
64. Em 30 dias, se o kWh custa R$ 0,20, a despesa correspondente apenas ao consumo das lâmpadas é R$ 16,32.

758 (ENEM) Lâmpadas incandescentes são normalmente projetadas para trabalhar com a tensão da rede elé-
trica em que serão ligadas. Em 1997, contudo, lâmpadas projetadas para funcionar com 127 V foram retiradas
do mercado e, em seu lugar, colocaram-se lâmpadas concebidas para uma tensão de 120 V. Segundo dados
recentes, essa substituição representou uma mudança significativa no consumo de energia elétrica para cerca
de 80 milhões de brasileiros que residem nas regiões em que a tensão da rede é de 127 V.
A tabela apresenta algumas características de duas lâmpadas de 60 W, projetadas respectivamente para 127 V
(antiga) e 120 V (nova), quando ambas encontram-se ligadas numa rede de 127 V.

Lâmpada Tensão da Potência medida Luminosidade Vida útil média


(projeto original) rede elétrica (watt) medida (lúmens) (horas)
60 W – 127 V 127 V 60 750 1 000

60 W – 120 V 127 V 65 920 452

Acender uma lâmpada de 60 W e 120 V em um local onde a tensão na tomada é de 127 V, comparativamente
a uma lâmpada de 60 W e 127 V no mesmo local tem como resultado:
a) mesma potência, maior intensidade de luz e maior durabilidade
b) mesma potência, maior intensidade de luz e menor durabilidade
c) maior potência, maior intensidade de luz e maior durabilidade
d) maior potência, maior intensidade de luz e menor durabilidade
e) menor potência, menor intensidade de luz e menor durabilidade

SIMULADÃO 125
759 (UFF-RJ) A figura ilustra a secção reta de um c) uma árvore utilizada numa usina termelétrica
recipiente isolante térmico cilíndrico cujo volume é corresponde a uma tonelada de madeira
regulado por um pistão que pode deslizar sem atri- d) o processo de conversão de energia térmica para
to. O pistão está preso à mola de constante elástica elétrica numa usina termelétrica tem um fator de
k  1,0  104 N/m, que se encontra relaxada quan- eficiência de 50%
do o pistão está encostado no fundo do recipiente. Dado que o calor específico da água é 4 J/g oC, qual
Certa quantidade de um gás ideal é colocada no o número inteiro que mais se aproxima do número
recipiente e, em equilíbrio térmico à temperatura de árvores por minuto que o estudante encontrou
T  27 oC, a mola comprime-se de x  0,50 m. em sua estimativa?
(Dado: constante universal dos gases (R) 
8,31 J/mol  K)
761 (Unitau-SP) Um motor fornece uma potência
mecânica de 8,50  102 W com eficiência de 85%
quando atravessado por uma corrente elétrica de
6x
10 A. A tensão que o alimenta é igual a:
a) 100 V d) 85 V
b) 0,5 V e) 10 V
c) 2,0 V
R

pistão 762 (Unicamp-SP) Um técnico em eletricidade no-


tou que a lâmpada que ele havia retirado do
6,0 V
almoxarifado tinha seus valores nominais (valores
impressos no bulbo) um tanto apagados. Pôde ver
a) Calcule o número de mols do gás no recipiente.
que a tensão nominal era de 130 V, mas não pôde
b) O gás é aquecido, durante 10 minutos, por meio ler o valor da potência. Ele obteve, então, através
de um resistor, com R  20 1, ligado a uma fonte de medições em sua oficina, o seguinte gráfico:
de tensão de 6,0 V. Calcule a quantidade de calor
fornecida ao gás.
Durante o aquecimento, o gás se expande quase 120

estaticamente e, ao final, no equilíbrio térmico, o 100


Potência (W)

pistão encontra-se em uma nova posição, onde a 80


60
mola está comprimida de x1  0,55 m.
40
Tendo em vista esta nova situação, calcule:
20
c) a temperatura do gás 0
0 20 40 60 80 100 120 140
d) o trabalho mecânico realizado pelo gás na expan- Tensão (V)
são de x1
e) a variação da energia interna do gás na expan- a) Determine a potência nominal da lâmpada a par-
são, considerando desprezível a capacidade térmica tir do gráfico.
do sistema (recipiente e seus componentes) b) Calcule a corrente na lâmpada para os valores
nominais de potência e tensão.
760 (UFMT) Um estudante deseja saber quantas ár- c) Calcule a resistência da lâmpada quando ligada
vores por minuto uma usina termelétrica precisa para na tensão nominal.
abastecer com energia elétrica uma cidade do ta-
manho de Cuiabá. Para fazer uma estimativa desse
763 (UFBA) Um aquecedor, operando à ddp de 100 V,
número, considerou que:
eleva a temperatura de 5 L de água de 20 oC para
a) a cidade de Cuiabá consome 10 kWh por segun- 70 C, em um intervalo de 20 minutos. Admitindo-se
do de energia elétrica que toda energia elétrica é transformada em energia
b) um quilo de madeira é capaz de prover energia térmica e considerando-se que a água tem densida-
suficiente para elevar a temperatura de 5 litros de de de 1 g/cm3 e calor específico de 4 J/g oC, determi-
água de 30 oC para 100 oC ne, em ohms, a resistência elétrica do aquecedor.

126 SIMULADÃO
764 (Fuvest-SP) Uma experiência é realizada para cesso de geração tem uma eficiência de 77%, ou
estimar o calor específico de um bloco de material seja, nem toda a energia potencial mecânica é trans-
desconhecido, de massa mb  5,4 kg. Em recipiente formada em energia elétrica. Considere a densida-
de isopor, uma quantidade de água é aquecida por de da água 1 000 kg/m3 e g  10 m/s2.
uma resistência elétrica R  40 1, ligada a uma fon-
te de 120 V, conforme a figura. Nessas condições, e
com os devidos cuidados experimentais, é medida a
variação da temperatura T da água, em função do
tempo t, obtendo-se a reta A do gráfico. A seguir,
repete-se a experiência desde o início, desta vez co-
locando o bloco imerso dentro d’água, obtendo-se
a reta B do gráfico.

120 V
R
a) Qual a potência gerada em cada unidade da usi-
na se a altura da coluna d’água for H  130 m?
T (°C)
Qual a potência total gerada na usina?
b) Uma cidade como Campinas consome 6  109 Wh
40 por dia. Para quantas cidades como Campinas, Itaipu
é capaz de suprir energia elétrica? Ignore as perdas
A na distribuição.

766 (UFF-RJ) Raios são descargas elétricas produ-


B
30 zidas quando há uma diferença de potencial da
ordem de 2,5  10 7 V entre dois pontos da at-
mosfera. Nessas circunstâncias, estima-se que a
intensidade da corrente seja 2,0  10 5 A e que o
intervalo de tempo em que ocorre a descarga seja
20 1,0  10 3 s.
Considere que na produção de um raio, conforme
6 12 18 t as condições acima, a energia liberada no processo
(minuto)
possa ser armazenada.
(Dados: 1,0 cal  4,2 J; calor específico da água 
a) Estime a massa M, em kg, da água colocada no 1,0 cal/g oC)
recipiente.
a) Calcule, em kWh, a energia total liberada duran-
b) Estime o calor específico cb do bloco, explicitando te a produção do raio.
claramente as unidades utilizadas.
b) Determine o número n de casas que podem ser
abastecidas durante um mês com a energia do raio,
765 (Unicamp-SP) Uma usina hidrelétrica gera ele- sabendo que o consumo mensal de energia elétrica,
tricidade a partir da transformação de energia po- em cada casa, é 3,5  102 kWh.
tencial mecânica em energia elétrica. A usina de
c) Suponha que 30% da energia do raio seja utiliza-
Itaipu, responsável pela geração de 25% da energia
da para se elevar, em 10 oC, a temperatura da água
elétrica utilizada no Brasil é formada por 18 unida-
contida em um reservatório que abastece as n ca-
des geradoras. Nelas, a água desce por um duto sob
sas. Na hipótese de não haver perda de energia para
a ação da gravidade, fazendo girar a turbina e o
o meio exterior e de a capacidade térmica do reser-
gerador, como indicado na figura. Pela tubulação
vatório ser desprezível, calcule a massa de água nes-
de cada unidade passam 700 m3/s de água. O pro-
se reservatório.

SIMULADÃO 127
767 (UFMS) O esque- 771 (UEMA) Duas lâmpadas, uma de resistência R1
ma representa uma e a outra de resistência R2, sendo
associação de quatro M N R2 R1, estão ligadas:
resistores com resis- a) em paralelo
tências iguais a R.
b) em série
Qual é a lâmpada mais brilhante em cada caso? Jus-
tifique, com base na Física, sua resposta.
A resistência elétrica equivalente entre M e N vale:
772 (UFSM-RS) Analise as afirmações a seguir, refe-
a) 2R c) R e) R rentes a um circuito contendo três resistores de re-
2 4
sistências diferentes, associados em paralelo e sub-
b) R d) R metidos a uma certa diferença de potencial, verifi-
3 cando se são verdadeiras ou falsas.
768 (ECM-AL) • A resistência do resistor equivalente é menor do que
a menor das resistências dos resistores do conjunto
3
4
• A corrente elétrica é menor no resistor de maior
A
6
resistência.
• A potência elétrica dissipada é maior no resistor
1 de maior resistência.
A seqüência correta é:
4
a) F, V, F c) V, F, F e) V, V, V
B
b) V, V, F d) F, F, V
5 7

Para a associação da figura, a resistência equivalen- 773 (UFOP-MG) As figuras mostram os diagramas
te entre os terminais A e B é igual a: tensão versus corrente para dois condutores I e II.

01) 8 1 03) 12 1 05) 16 1 i (A)


(I)
02) 10 1 04) 14 1 1,5

769 (UCSal-BA) Tem-se resistores de 10 1 e deseja- 1,0

se montar uma associação de resistores equivalente 0,5


a 15 1. O número de resistores necessários à mon-
tagem dessa associação é:
0 3,5 7,0 10,5 V (volts)
a) seis c) quatro e) dois
b) cinco d) três
i (A)
(II)
770 (UEPG-PR) Verifique a alternativa que apresen- 1,0
ta o valor da intensidade de corrente indicada na
figura. 0,5

0 4,0 5,0 V (volts)


i 15  10  6

A B
a) Qual dos dois condutores obedece à lei de Ohm?
Determine a resistência elétrica deste condutor.
12 V b) Os dois condutores são ligados em série a uma
bateria de força eletromotriz e. Se a diferença de
a) 0 A c) 34,1 A e) 4 A potencial no condutor II é 5,0 V, determine a força
b) 3,41 A d) 0,34 A eletromotriz e da bateria.

128 SIMULADÃO
774 (UFAL) A diferença de potencial entre os pon- 778 (UFPR) Dois fios condutores retos, A e B, de
tos X e Y do circuito representado no esquema é mesmo material, têm o mesmo comprimento, mas
20 V e a resistência do resistor RX é desconhecida. a resistência elétrica de A é a metade da resistência
de B. Sobre tais fios, é correto afirmar:

x
R1  7 Rx R1  2
x
01) A área da secção transversal de A é quatro ve-
zes menor que a área da secção transversal de B.
i  2,0 A
02) Quando percorridos por corrente elétrica de igual
R2  24 intensidade, a potência dissipada por B é maior que
a dissipada por A.
Considerando os valores indicados no próprio es-
quema, determine: 04) Quando submetidos à mesma tensão elétrica, a
potência dissipada por A é maior que a dissipada
a) a resistência equivalente da associação formada
por B.
pelos resistores R2, R3 e RX
b) a resistência de RX, em ohms. 08) Quando ligados em série, a tensão elétrica em B
é maior que a tensão elétrica em A.
775 (UFRS) O gráfico representa a corrente elétrica i 16) Quando ligados em paralelo, a corrente elétrica
em função da diferença de potencial U aplicada aos que passa por A é igual à corrente elétrica que pas-
extremos de dois resistores, R1 e R2. sa por B.
i (A)
R1
0,3 779 (UFPA) Dispõe-se de duas pilhas idênticas para
acender lâmpadas, cujas resistências elétricas são
R2
0,2 representadas genericamente por R. Essas pilhas
podem ser associadas em série, como mostra a figu-
0,1 ra A, ou em paralelo, como mostra a figura B.

0 20 40 60 U (V)

Quando R1 e R2 forem ligados em paralelo a uma


diferença de potencial de 40 V, qual a potência dis-
sipada nessa associação?
a) 2,7 W c) 12 W e) 24 000 W
R R
b) 4,0 W d) 53 W

776 (EEM-SP) A diferença de potencial elétrico entre


dois pontos, A e B, é de 120 V. Quando os pontos são O gráfico mostra a potência útil dissipada, por cada
interligados por 2 resistores em série, a intensidade da uma das associações, em função da resistência R da
corrente elétrica entre A e B é de 3,00 A e quando os lâmpada que compõe o circuito externo.
mesmos resistores são associados em paralelo, a in-
tensidade de corrente elétrica entre A e B é de 16,0 A.
Determinar a resistência elétrica de cada resistor. 0,7

0,6
Potência útil (W)

777 (ITE-SP) Um cordão de lâmpadas de Natal é for- Série


0,5
mado com a ligação em série de lâmpadas iguais, 0,4
onde cada uma tem resistência de 8 1 e potência
0,3
de 0,5 W. Quantas lâmpadas formam esse cordão, Paralelo
0,2
se ele é ligado em 110 V?
0,1
a) 20 lâmpadas d) 14 lâmpadas
0
b) 55 lâmpadas e) 60 lâmpadas 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

c) 22 lâmpadas Resistência ()

SIMULADÃO 129
Analisando o gráfico, responda: 782 (UFRJ) Dois resistores, um de resistência R  2,0
a) Se a resistência elétrica da lâmpada for 1 1, qual 1 e outro de resistência R’  5,0 1, estão ligados
das duas associações deve ser utilizada para produ- como mostra o esquema a seguir.
zir maior brilho na lâmpada? Justifique.
R  2,0 
b) Desejando-se que o brilho da lâmpada seja o A

mesmo em qualquer das duas associações em que


ela for ligada, selecione, entre os valores apre-

14 V
R  5,0  V
sentados no gráfico, o valor da resistência elétri-
ca da lâmpada que atenda a essa condição. Jus-
tifique. B

780 (UFPE) O circuito ilustra as resistências elétri- Considere o voltímetro ideal. Entre os pontos A e B
cas de um chuveiro elétrico residencial, onde a cha- mantém-se uma diferença de potencial VA  VB  14 V.
ve C permite ligar nas posições “inverno” e “ve- Calcule a indicação do voltímetro.
rão”. Quando a chave está na posição A a potên-
cia consumida pelo chuveiro é 4 kW. Qual deve 783 (PUCC-SP) Considere o circuito simples abaixo
ser o valor da resistência R2, em ohms, para que o representado com os valores indicados.
chuveiro consuma 3 kW quando a chave estiver
na posição B?
R1  6 
R1 R2
M
E  40 V R2  10 
N

R3  4 
A B

C
Ligando entre os pontos M e N um amperímetro ideal
220 V
e, a seguir, substituindo-o por um voltímetro ideal,
suas indicações serão, respectivamente:
a) 8 A e 80 V d) 2 A e 40 V
781 (Unicruz-RS) Relacionando os elementos abai-
b) 4 A e 40 V e) 2 A e 20 V
xo indicados, a ordem numérica, de cima para bai-
xo, é: c) 4 A e 20 V
1. galvanômetro
784 (Cefet-PR) No circuito representado a seguir,
2. fusível deseja-se medir o valor da resistência R. Para isso,
3. condutor ôhmico dispomos de um voltímetro e um amperímetro.
4. amperímetro
5. voltímetro
• Interrompe a passagem de corrente elétrica pelo 1 2
R
efeito Joule.
• Possui grande resistência interna. 3

• Possui resistência constante, independente da di- 4

ferença de potencial.
Para que as medidas sejam efetuadas corretamen-
• Mostra a presença de corrente elétrica.
te, o voltímetro e o amperímetro devem ser ligados,
• Possui pequena resistência interna. respectivamente, nas posições:
a) 2, 5, 3, 1, 4 d) 1, 4, 2, 3, 5 a) 2 e 4 d) 1 e 3
b) 3, 4, 2, 1, 5 e) 3, 5, 2, 4, 1 b) 1 e 4 e) 3 e 4
c) 2, 5, 1, 3, 4 c) 3 e 2

130 SIMULADÃO
785 (PUCC-SP) No circuito representado no esque-
ma abaixo, os resistores R1, R2 e R3 têm valores iguais
a 12 ohms.

A
V
36V R1 R2

R3

a) Qual a resistência equivalente do circuito?


b) Qual a leitura feita no amperímetro?
De acordo com o esquema, a leitura do amperímetro
A, em ampères, e a leitura do voltímetro V, em volts, c) Qual a potência dissipada pelo resistor localizado
são, respectivamente: entre X e Y?
a) 4 e 12 d) 1 e 36
788 (Fatec-SP) No circuito, o amperímetro A1 indica
b) 2 e 24 e) 1 e 12
uma corrente de 200 mA.
c) 2 e 12
12 
A1
786 (MACK-SP) Quatro lâmpadas, associadas de
acordo com o esquema, apresentam as seguintes 4 4 5 6 6
inscrições nominais:
5
L1: (10 W, 20 V) L3: (5 W, 10 V)
A1
L2: (20 W, 20 V) L4: (10 W, 10 V)

L1 L3
Supondo-se que todos os amperímetros sejam ide-
ais, a indicação do amperímetro A2 e a resistência
L2 equivalente do circuito são, respectivamente:
A a) 200 mA e 40,5 1 d) 1 000 mA e 6,5 1
L4
K b) 500 mA e 22,5 1 e) 1 200 mA e 0,5 1

20 V
c) 700 mA e 15,0 1

789 (UFRJ) O esquema da figura mostra uma parte


de um circuito elétrico de corrente contínua. O
Ao ligarmos a chave K, observaremos que: amperímetro mede sempre uma corrente de 2 A e
a) nenhuma lâmpada se “queimará” e o am- as resistências valem 1 W cada uma. O voltímetro
perímetro ideal acusará a passagem de corrente de está ligado em paralelo com uma das resistências.
intensidade 1 A
b) nenhuma lâmpada se “queimará” e o am-
perímetro ideal acusará a passagem de corrente de
intensidade 4,5 A 2A
1
c) nenhuma lâmpada irá acender, pois foram liga-
das fora da especificação do fabricante
d) as lâmpadas L1 e L3 se “queimarão” A

e) as lâmpadas L2 e L4 se “queimarão”
a) Calcule a leitura do voltímetro com a chave
787 A figura representa um circuito elétrico consti- interruptora aberta.
tuído de um voltímetro (V) e um amperímetro (A) b) Calcule a leitura do voltímetro com a chave
ideais, cinco resistores e uma bateria. A bateria for- interruptora fechada.
nece uma tensão de 12 V e o voltímetro registra 6 V.

SIMULADÃO 131
790 (UFPE) No circuito abaixo é nula a corrente no Para que isto ocorra, R4 deve ter valor igual a:
fio de resistência R. Qual é o valor, em ohms, da 2
a) R d) R
resistência X? 2 2
b) R e) R1
4 x
c) 2R
R

794 (FURRN) Uma bateria de força eletromotriz 6,0 V,


2 3 que tem resistência interna de 1,0 1, alimenta um
aquecedor que está funcionando com uma corrente
elétrica de intensidade igual a 2,0 A. Nestas condi-
V
ções, a diferença de potencial, em volts, aplicada no
aquecedor é igual a:
a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7 a) 6,0 d) 4,0
b) 5,0 e) 3,0
791 (Unisa-SP) Dado o esquema, a potência dissipa-
da no resistor de 6 1 é: c) 4,5

5 8
a) 50 W 795 (UFRGS) Um gerador possui uma força
eletromotriz igual a 20 V. Quando os pólos positi-
b) 10 W 6
vo e negativo do gerador estão em curto-circuito,
c) 2 W 2,5  4
a corrente elétrica entre eles tem intensidade igual
d) 0,5 W 50 V a 5 A.
Com base nestas informações, analise as afirmações
e) zero Gerador
seguintes.
792 (EFEI-MG) Qual deve ser a resistência X em fun- I. A corrente elétrica máxima possível em um circui-
ção de R1, R2 e R3, de forma que nenhuma corrente to ligado ao gerador é 5 A.
circule no medidor G da figura? II. A resistência interna do gerador tem 4 1.
R3 X III. Quando os pólos do gerador não estão ligados a
um circuito fechado, a diferença de potencial entre
G eles é de 20 V.
R1 R2
Quais estão corretas?
a) apenas I d) apenas II e III
b) apenas II e) I, II e III
c) apenas III
793 (UFLA-MG) A ponte de Wheatstone mostrada
estará em equilíbrio quando o galvanômetro G indi-
car zero volt. 796 O gráfico da figura representa a curva caracte-
rística de um gerador. Qual o rendimento desse ge-
rador quando a intensidade da corrente que o per-
300  150  corre é de 1 A?
U (V)
G
40
 R R
V
 R4

0 4 i (A)

132 SIMULADÃO
797 (UMC-SP) Na figura 1 aparece um gerador de 800 (UMC-SP) Uma bateria elétrica, de resistência
força eletromotriz ¡ e resistência interna r. interna r  5 1 e fem E  9 V, fornece corrente a
um resistor cilíndrico de raio a  0,02 cm e compri-
¡ r
B i A mento L  31,4 cm. Um amperímetro ideal registra
uma corrente elétrica de 1,2 A passando pelo resistor.
a) Faça um esboço do circuito.
b) Qual a tensão elétrica que o gerador aplica nos
VAB Figura 1 extremos do resistor cilíndrico?
c) Qual a potência elétrica dissipada no resistor ci-
líndrico?
VAB(V)
d) Qual a resistividade do metal do resistor cilíndrico
12 em 1. m?
 
A
r
E
Figura 2 Bateria Amperímetro
0 5,0 i (A)
R
Num laboratório, por meio de várias medidas da di-
ferença de potencial VAB, dada por VA  VB, entre os
terminais desse gerador e da corrente que o atraves- Resistor cilíndrico
sa, constrói-se o gráfico da figura 2.
Com base nele, determine: 801 (UCS-RS) O circuito elétrico da figura é alimen-
tado pela bateria de força eletromotriz E. O
a) a fem do gerador
voltímetro ideal V ligado nos extremos de R2 indica
b) a corrente de curto-circuito a diferença de potencial de 10 volts.
c) a expressão que relaciona VAB e a corrente
d) a resistência interna do gerador
E

A B C
798 A figura repre- P (w)
R1 R1
senta a curva de po- 25
tência útil de um ge-
V
rador de fem (¡) e re-
sistência interna (r). Sabendo-se que R1  10 ohms e R2  20 ohms, con-
Calcular os valores de sidere as afirmações.
E e r. 0 5 10 i (A)
I. A corrente elétrica que circula em R1 é a mesma
que circula em R2.
799 (Unip-SP) Um ge-
rador elétrico (E; r) ali- II. A diferença de potencial entre os pontos A e B do
menta um resistor elé-
E circuito é igual a 5 volts.
R III. A força eletromotriz da bateria que alimenta o
trico (R). Os fios de li- r
gação são supostos circuito é igual a 30 volts.
ideais. IV. A potência elétrica dissipada em forma de calor
em R2 é igual a 5 watts.
E  12 V r  1,0 1 R  2,0 1 É certo concluir que:
A potência elétrica que o gerador transfere para o a) Apenas a I e a II estão corretas.
resistor vale: b) Apenas a II e a III estão corretas.
a) 32 W d) 8,0 W c) Apenas a III e a IV estão corretas.
b) 20 W e) 4,0 W d) Apenas a I, a II e a III estão corretas.
c) 16 W e) Apenas a I, a II e a IV estão corretas.

SIMULADÃO 133
802 (UFJF-MG) Você dispõe de uma bateria c) Calcule a resistência elétrica da ducha em funcio-
de 12,0 V, com resistência interna desprezível, de namento na posição verão.
uma lâmpada com valores nominais de 6,0 V/24,0 W d) O que significa, do ponto de vista da Física, dizer
e de três resistores, R 1  1,0 1, R 2  2,0 1 e que a potência dissipada pelo resistor é de 5 400 W?
R3  3,0 1.
a) Calcule a resistência da lâmpada e a corrente que 804 (UFPE) Uma bateria elétrica real equivale a uma
a percorre quando ela opera nas condições nominais. fonte ideal com força eletromotriz ¡ em série com
b) Desenhe o diagrama de um circuito que você uma resistência R, como mostra a figura. Quando
poderia usar para ligar a lâmpada à bateria, de modo os terminais A e B são ligados em curto-circuito a
que ela funcione nas condições nominais, aprovei- corrente é de 10 A. Quando se coloca entre os pon-
tando um ou mais dos resistores dados. tos A e B uma resistência de 1,8 1 a corrente é de
5 A. Qual o valor de e, em volts?
803 (UFPel-RS) Considere que a uma residência che- A
guem dois fios da rede externa, um fase e um neu-
tro, que são ligados à chave geral. O resistor da du-
R
cha instalada nesta residência com a inscrição (220 V
– 4 200 W / 5 400 W) tem o aspecto da figura:

¡

B

805 (UFFRJ) Uma bateria B

B, de força eletromotriz r

E  12 V e resistência in-
¡
terna r desconhecida, é
S
conectada a um circuito
elétrico que contém um
resistor de resistência
R
Esse resistor é constituído de um fio de níquel-cro-
mo, enrolado em espiral com três pontos de conta-
to elétrico. Ao ponto A está conectado o fio fase e R  3,5 1 e uma chave S. (Dados: calor especifico
aos pontos B e C, dependendo da posição da chave, da água  1,0 cal/g oC; 1,0 J  0,24 cal)
liga-se o fio neutro, permitindo uma alteração na
temperatura da água que sai da ducha. 806 (UEL-PR) O circuito elétrico esquematizado é cons-
a) Complete o esquema da ligação inverno, tituído de um gerador ideal de fem E, dois resistores
conectando o fio neutro aos pontos B ou C desta de resistências R1  4,0 1 e R2  6,0 1 e um reostato
ducha, justificando a escolha. RV, cuja resistência pode variar de 0 a 50 1.

A B C
R1

fio fase
fixo E
R2 Rv

b) Complete o esquema da ligação verão,


conectando o fio neutro aos pontos B ou C desta
ducha, justificando a escolha.
A B C
E
Para que a ddp nos terminais de R1 seja , o valor
2
de RV, em ohms, deve ser:
fio fase
fixo a) 12 b) 9,0 c) 7,5 d) 6,0 e) 4,0

134 SIMULADÃO
807 (UFPel-RS) Um voltímetro ideal, ao medir a ten- 22. A potência máxima fornecida por esse gerador
são de uma bateria desconectada de qualquer ou- a um resistor é 0,56 W.
tro circuito, indica exatamente 12 V. Se, nos extre- 33. Ligando esse gerador a um resistor de 2,0 1, a
mos dessa mesma bateria, for ligado um resistor de corrente elétrica é 0,75 A.
10 1, observa-se que a corrente elétrica fornecida 44. A força eletromotriz desse gerador é 1,5 V.
pela bateria é de 1,0 A. Com base nesses dados,
podemos afirmar que a resistência interna da bate-
810 (Fafeod-MG) Sobre o circuito dado, qual é a afir-
ria, enquanto ligada ao resistor, e a ddp, nos termi-
mativa incorreta?
nais dessa bateria, são, respectivamente:
15 V  1
a) 2 1 e 12 V c) 10 1 e 1 V e) 2 1 e 10 V
b) 1 1 e 12 V d) 1 1 e 10 V  
V
808 (UFU-MG) Uma bateria de fem ¡  30 V e resistên-
cia interna r  1 1 está ligada, como mostra a figura,
3 6
a um fio de resistividade r  20  105 1  m, com- A3

primento 3 m e área de secção transversal S  A2 A1


2  104 m2. O amperímetro A tem resistência R  3 1.
2m 1m
2
B C
fio a) O medidor A1 indica 1 A.
b) O medidor A2 indica 2 A.
cursor
c) O medidor V indica 15 V.
A
d) O medidor A3 indica 3 A.
R e) A potência consumida internamente na bateria é 9 W.
¡ r

811 O circuito representado na figura é composto


por um gerador de 1,0  103 V, um amperímetro e
As seguintes afirmações são feitas:
um recipiente, com a forma de paralelepípedo, con-
I. Com o cursor na posição indicada, a leitura no tendo um gás. As faces opostas, A e B, do recipien-
amperímetro é de 5 A. te têm dimensões 10 cm  10 cm e são separadas
II. Deslocando-se o cursor na direção do ponto B, a por 1,00 m. Essas faces são metálicas, enquanto que
leitura no amperímetro diminui. as demais são feitas de material isolante.
III. Na posição indicada do cursor, a potência dissi-
Raios-X
pada no fio é de 50 W.
Assinale a alternativa correta.
a) I e III b) apenas I c) I e II d) II e III face A face B

809 (UFAL) O grá- V (volts)



fico representa a 1000 V
1,5 
curva característica
de um gerador de
tensão elétrica. Amperímetro
0 0,75 i (A)
Quando o recipiente é exposto a um feixe de raios-
Considerando as indicações do gráfico, analise as X, o gás é ionizado e mede-se uma corrente de
afirmações que seguem. 1,0  106 A através do circuito.
00. A resistência elétrica do gerador é 2,0 1. a) Qual o sentido do movimento dos íons positivos
11. A corrente máxima que esse gerador fornece é no recipiente?
0,375 A. b) Qual a resistividade do gás?

SIMULADÃO 135
812 (PUC-RJ) Ocorre choque elétrico quando uma 814 (Vunesp-SP) No cir- V
corrente atravessa o corpo de um ser vivo. Conside- cuito da figura, a fonte R
re o circuito, no qual um pássaro está apoiado com é uma bateria de fem
a lâmpada entre suas patas (situação 1). O pássaro ¡  12 V, o resistor tem
tem resistência Rp e a lâmpada RL. resistência R  1 000 1, ¡ A
V representa um voltí-
metro e A um am-
perímetro.

Determine a leitura desses medidores:


a) em condições ideais, ou seja, supondo que os
fios e o amperímetro não tenham resistência elé-
trica e a resistência elétrica do voltímetro seja in-
finita.
Calcule a corrente que atravessa o pássaro: b) em condições reais, em que a s resistências elétri-
a) se a chave S estiver aberta. O pássaro recebe um cas da bateria, do amperímetro e do voltímetro são
choque? r  1,0 1, RA  50 1 e RV  10 000 1, respectiva-
mente, desprezando apenas a resistência dos fios
b) se a chave S estiver fechada. O pássaro recebe
de ligação.
um choque?
(Não é necessário, nos seus cálculos, utilizar mais de
Na situação 2 há um segundo pássaro (idêntico ao
três algarismos significativos.
primeiro), apoiado no mesmo circuito:
815 No circuito, a corrente I1 é igual a 5 A. O gera-
dor e os fios de ligação são ideais.

i1 3

A i1 8 10  B

i1 6

Calcule a corrente que atravessa o segundo pássaro:


c) se a chave S estiver aberta. O segundo pássaro
recebe um choque?
d) se a chave S estiver fechada. O segundo pássaro 0 0. O potencial do ponto A é maior do que o do
recebe um choque? ponto B.
1 1. A corrente I2 é menor do que a corrente I3.
813 (UFPB) No circuito da figura, para que a leitura
2 2. A resistência equivalente do circuito é 20 1.
no amperímetro A seja de 1 A, o valor da resistência
R deve ser de: 3 3. A potência total dissipada no circuito é 500 W.
4 4. Em 5 s passa, através do gerador, uma carga
R total de 1 C.
A

816 (UFAC) O circuito elétrico está integrado por um



6V 6 6 6
gerador ideal e duas lâmpadas incandescentes, A e

B, com resistências R e 2R, respectivamente. Nas re-
sistências se dissipa a potência P. Num dado instan-
1
te, a lâmpada B queima-se e é substituída por outra
R
de resistência .
a) 2 1 b) 2,5 1 c) 3 1 d) 3,5 1 e) 4 1 2

136 SIMULADÃO
819 (ITA-SP) No circuito desenhado, têm-se duas
pilhas de 1,5 V cada, de resistências internas des-
A
prezíveis, ligadas em série, fornecendo corrente para
três resistores com os valores indicados. Ao circuito
B estão ligados ainda um voltímetro e um amperímetro
de resistências internas, respectivamente, muito alta
e muito baixa.

Nesta nova situação, a potência que passará a ser


dissipada pelo sistema será igual a:
P 3P 2P
a) b) P c) 2P d) e)
2 2 3

817 (UMC-SP) O diagrama representa, esquemati-


camente, o circuito de uma lanterna: três pilhas idên-
ticas ligadas em série, uma lâmpada e uma chave
interruptora.

B r r r A

¡ ¡ ¡

L
Ch

Com a chave Ch aberta, a diferença de potencial


entre os pontos A e B é 4,5 V. Quando se fecha a As leituras desses instrumentos são, respectiva-
chave Ch, a lâmpada, de resistência RL  10 1, acen- mente:
de-se e a diferença de potencial entre A e B cai para a) 1,5 V e 0,75 A
4,0 V. Resolva.
b) 1,5 V e 1,5 A
a) Qual é a força eletromotriz de cada pilha?
c) 3,0 V e 0 A
b) Qual é a corrente que se estabelece no circuito
quando se fecha Ch? d) 2,4 V e 1,2 A
c) Qual é a resistência interna de cada pilha? e) outros valores que não os mencionados
d) Qual é a resistência equivalente do circuito?
820 (UCDB-MS) Uma pessoa dispõe de uma lâmpa-
818 (Vunesp-SP) O poraquê (Electrophorus da incandescente de 120 volts e de quarenta bateri-
electricus) é um peixe provido de células elétricas as de 3,0 volts. Com esses componentes, monta cir-
(eletrocitos) dispostas em série, enfileiradas em sua cuitos nos quais usa a lâmpada e:
cauda. Cada célula tem uma fem ¡  60 mV
I. apenas uma das baterias
(0,060 V). Num espécime típico, esse conjunto de
células é capaz de gerar tensões de até 480 V, com II. dez baterias associadas em série
descargas que produzem correntes elétricas de in- III. vinte baterias associadas em paralelo
tensidade máxima de até 1,0 A.
IV. as quarenta baterias associadas em paralelo
a) Faça um esquema representando a associação des-
V. as quarenta baterias associadas em série
sas células elétricas na cauda do poraquê. Indique,
nesse esquema, o número n de células elétricas que Considerando que todos os dispositivos foram pre-
um poraquê pode ter. Justifique a sua avaliação. viamente testados e funcionam normalmente, a lâm-
b) Qual a potência elétrica máxima que o poraquê é pada certamente acenderá no circuito:
capaz de gerar? a) I b) II c) III d) IV e) V

SIMULADÃO 137
821 (Fameca-SP) Os pontos A e B do circuito são 825 (MACK-SP) A ddp nos terminais de um recep-
ligados a uma bateria de 4 pilhas de 1,5 V cada uma, tor varia com a corrente conforme o gráfico.
colocadas em série. A fcem e a resistência interna desse receptor são,
respectivamente:
4 U (V)
A

a) 25 V e 5,0 W 25

6 b) 22 V e 2,0 W
2 8
22
c) 20 V e 1,0 W
10 
d) 12,5 V e 2,5 W
B
e) 11 V e 1,0 W 0 0,2 5,0 i (A)

A potência dissipada no sistema é:


a) 6 W b) 24 W d) 36 W c) 12 W e) 3 W 826 (FEI-SP) Um liqüidificador de fcem igual a 110 V
é ligado a uma tomada de 120 V. Sabendo-se que a
potência dissipada pelo liqüidificador é 100 W, pode-
822 (MACK-SP) Três pequenas lâmpadas idênticas, Se afirmar que sua resistência interna é:
cada uma com a inscrição nominal (0,5 W – 1,0 V), a) 5 1 d) 10 1
são ligadas em série, conforme o circuito dado. Com b) 1 1 e) 2 1
a chave aberta, o amperímetro A ideal acusa a in-
c) 150 1
tensidade da corrente 300 mA.

827 (Med. ABC-SP) Na figura, o potencial elétrico


do ponto M é 36 V. De M para N circula uma corren-
A te elétrica de intensidade 2,0 A.
chave
3,0 V
M 5,0  10  N

r r
O potencial elétrico do ponto N é mais corretamen-
1,5 V 1,5 V te expresso, em volts, pelo valor:
a) 30 d) 12
b) 27 e) 3,0
Com a chave fechada, este mesmo amperímetro
c) 18
acusará a intensidade de corrente:
a) 187,5 mA d) 525 mA
828 (PUCC-SP) Um gerador de resistência de 8 ohms
b) 375 mA e) 700 mA é ligado por um fio de resistência de 4 ohms a um
c) 400 mA receptor, em série, com o qual está um resistor de
20 ohms. O gerador tem uma fem de 500 V e o
823 Um motor de corrente contínua tem uma resis- receptor, uma força contra-eletromotriz de 100 V. A
tência interna 5 1 e é ligado a uma fonte de tensão corrente terá intensidade de:
de 100 V. Nessas condições, a intensidade da cor- a) 12,5 A d) 32,5 A
rente que o atravessa é de 8 A. Qual o valor da força
b) 15,2 A e) n.r.a.
contra-eletromotriz do motor?
c) 10,0 A
824 (Unimep-SP) Um motor elétrico tem fcem de
130 V e é percorrido por uma corrente de 10 A. Se a 829 (PUCC-SP) No teste anterior, os rendimentos do
sua resistência interna é de 2 1, então a potência gerador e do receptor são, respectivamente:
mecânica desenvolvida pelo motor vale: a) 90% e 10% d) 50% e 50%
a) 1 300 W d) 130 W b) 20% e 75% e) n.r.a.
b) 1 100 W e) O motor não realiza c) 60% e 40%
c) 1 280 W trabalho mecânico.
138 SIMULADÃO
830 (UFPA) No circuito, E1  2,0 volts, E2  4,0 volts, 832 (UEM-PR) No circuito esquematizado a seguir,
r1  1,0 ohm, r2  2,0 ohms e R  5,0 ohms. E  270 V, R1  20 1, R2  R3  10 1 e R4  50 1.

C A B
r1 r2 R2
E1 E2
E R1 R3

A2
R

A2

O valor da intensidade de corrente no circuito é:


a) 0,25 A d) 0,85 A Considerando desprezível a resistência interna da
bateria, assinale o que for correto.
b) 0,50 A e) 1,0 A
01. R2 e R3 estão ligadas em série e R1 em paralelo.
c) 0,75 A
02. A resistência total do circuito vale 60 1.
831 (UFSC) No circuito representado, temos duas 04. A leitura do amperímetro A1 é de 5 A.
baterias de forças eletromotrizes ¡ 1  9,0 V e 08. A voltagem entre A e B vale 20 V.
¡2  3,0 V, cujas resistências internas valem r1 
16. A leitura no amperímetro A2 é de 2 A.
r2  1,0 1. São conhecidos, também, os valores das
resistências R1  R2  4,0 1 e R3  2,0 1. V1, V2 32. A potência dissipada em R1 é o dobro da potên-
e V3 são voltímetros e A é um amperímetro, todos cia dissipada em R2.
ideais.
833 (UFPB) Um automóvel possui dois faróis di-
V1
anteiros, equipados com lâmpadas idênticas de
¡1
r1 12 V e de potência igual a 48 W. Elas são alimen-
  tadas por uma bateria de 12 V e resistência in-
terna desprezível. As duas lâmpadas estão liga-
das em paralelo à bateria e o circuito, conforme
V3 R1 R2 R3
o esquema, é protegido por um fusível de resis-
tência desprezível.
  r2
A
interruptor fusível
¡2

V2

bateria lâmpada lâmpada


Assinale a(s) proposição(ões) correta(s):
01. A bateria e 1 está funcionando como um ge-
rador de força eletromotriz e a bateria ¡ 2 como
um receptor, ou gerador de força contra-
eletromotriz. O fusível é especificado por um valor I0 de corrente,
em ampères, tal que se a corrente através dele ul-
02. A leitura no amperímetro é igual a 1,0 A.
trapassar este valor I0, o fusível se “queima”, inter-
04. A leitura no voltímetro V2 é igual a 2,0 V. rompendo o circuito.
08. A leitura no voltímetro V1 é igual a 8,0 V. Determine:
16. A leitura no voltímetro V3 é igual a 4,0 V. a) a corrente através de cada uma das lâmpadas,
32. Em 1,0 h, a bateria de força eletromotriz ¡2 con- quando estiverem acesas.
some 4,0 Wh de energia. b) o menor valor possível da especificação I 0 do
64. A potência dissipada por efeito Joule, no gera- fusível, para que ele não se “queime” neste cir-
dor, é igual 1,5 W. cuito.

SIMULADÃO 139
834 (UFPel-RS) No circuito esquematizado, as lâm- 837 (PUC-SP) A figura mostra um circuito elétrico
padas são idênticas e a resistência de cada uma vale onde as fontes de tensão ideais têm fem e1 e e2. As
120 1. A diferença de potencial mantida entre os resistências de ramo são R1  100 1, R2  50 1 e R3
pontos A e B é igual a 270 V.  20 1; no ramo de R3 a intensidade da corrente é
de 125 miliampères com o sentido indicado na figu-
ra. A fem e2 é 10 volts.
L2
R1
L1 L4

L3 i  125 mA

 R2
A B
e1 R3
 
e2
Analisando o circuito, responda às seguintes questões: 

a) Qual a resistência equivalente à associação de


resistores formada pelas quatro lâmpadas?
b) Qual a corrente elétrica que passa na lâmpada L3? O valor de e1 é:
c) Se a lâmpada L3 for retirada da associação, o bri- a) 3,0 volts d) 1,5 volt
lho de L4 aumenta, diminui ou não se altera? Justifi- b) 2,5 volts e) zero
que sua resposta.
c) 2,0 volts
835 (UFSM-RS) A diferença de potencial no resistor
R2 do circuito mostrado na figura vale, em volts: 838 (UFMG) Na figura, vê-se um circuito formado
a) 48 b) 32 c) 16 d) 8 e) 4 por dois resistores, R1 e R2, de 5,0 1 cada um, um
capacitor de 1,0  105 F e uma bateria de 12 V; um
R1  3  R3  5  amperímetro está ligado em série com o capacitor.
Nesta situação, o capacitor está totalmente
carrregado.
i1  10A
R2  4  i3  2A

Fonte 1 Fonte 2
bateria R1 capacitor

836 (UFLA-MG) No circuito apresentado na figura


estão representadas diversas fontes de força
eletromotriz, de resistência interna desprezível, que A
amperímetro
alimentam os resistores
R1  1,75 1 e R2  1,25 1.
Com base nessas informações:
1,75  9V
a) Determine a leitura do amperímetro.
 
b) Calcule a carga elétrica armazenada no capacitor.
 c) Explique o que acontecerá com a energia armaze-
 
1,5 V 3V 3V
 nada no capacitor, se a bateria for desconectada do
 

i
circuito.
 

1,25  1,5 V 839 (MACK-SP) No circuito elétrico representado a


seguir, o voltímetro e o amperímetro são ideais.
A corrente i no circuito é de:
Observa-se que, com a chave ch aberta, o voltímetro
a) 6,0 A c) 4,5 A e) 3,0 A marca 30 V e, com ela fechada, o amperímetro mar-
b) 5,0 A d) 2,0 A ca 2 A.

140 SIMULADÃO
V Sendo Qc a carga do capacitor e Pd a potência total
dissipada depois de estabelecido o regime estacio-
¡
nário, conclui-se que:
4
a) Qc  14 C; Pd  0,1 W
2 b) Qc  28 C; Pd  0,2 W
A
ch
c) Qc  28 C; Pd  10 W
12 V
d) Qc  32 C; Pd  0,1 W
r1 e) Qc  32 C; Pd  0,2 W

A resistência r1 do receptor vale: 842 (ITA-SP) No circuito mostrado na figura, a força


a) 0,5 1 d) 3 1 eletromotriz da bateria é E  10 V e a sua resistên-
b) 1 1 e) 4 1 cia interna é r  1,0 1.
a
c) 2 1 A

¡
840 (UFG-GO) Considere que no circuito abaixo o R C
capacitor C1 esteja carregado. r

20  20  b

Sabendo que R  4,0 1 e C  2,0 F, e que o


capacitor já se encontra totalmente carregado, con-
20  X C1  10 F
11 V sidere as seguintes afirmações:
I. A indicação no amperímetro é de 0 A.
II. A carga armazenada no capacitor é 16 C.
20  20 
III. A tensão entre os pontos a e b é 2,0 V.
a) Qual a resistência equivalente do circuito se for IV. A corrente na resistência R é 2,5 A.
colocada no lugar de (x) uma resistência de 20 ohms? Das afirmativas mencionadas, é(são) correta(s) :
b) Qual a corrente em cada trecho do circuito na a) apenas I c) I e IVe) II e IV
condição do item anterior? b) I e II d) II e III
c) Qual a corrente em cada trecho do circuito se for
colocado no lugar de (x) um capacitor carregado de 843 (UEPG-PR) O circuito abaixo foi montado num
10 F? laboratório, sobre uma placa própria para conexões.
A fonte de tensão tem resistência interna desprezí-
d) Qual a capacitância equivalente do circuito na
vel e o valor de e é 16 V. O capacitor (C  3 F)
condição do item anterior?
encontra-se carregado com 36 C.

841 (ITA-SP) Duas baterias, de fem de 10 V e 20 V,


respectivamente, estão ligadas a duas resistências
de 200 1 e 300 1 e com um capacitor de 2 F, como ¡
C
mostra a figura.

200  300  R1 R2

10 V 2 F 20 V
O valor da resistência R1, para que o circuito seja
atravessado por uma corrente de 2 A, deve ser:
a) 1 1 c) 4 1 e) 0 1
b) 2 1 d) 6 1

SIMULADÃO 141
Indicando por “nada” a ausência de atração ou
ELETROMAGNETISMO repulsão da parte testada, os resultados das quatro
experiências são, respectivamente:
844 (Umesp-SP) Serrando transversalmente um ímã
em forma de barra, o que acontece? I II III IV
a) As duas partes se desmagnetizam.
a) repulsão atração repulsão atração
b) Obtém-se um pólo norte e um pólo sul isolados.
c) Na secção de corte, surgem pólos contrários àque- b) repulsão repulsão repulsão repulsão
les das extremidades das partes.
d) O pólo norte conserva-se isolado, mas o pólo sul c) repulsão repulsão atração atração
desaparece.
d) repulsão nada nada atração
e) O pólo sul conserva-se isolado, mas o pólo norte
desaparece. e) atração nada nada repulsão

845 (Unipac-MG) Ao aproximar-se um ímã perma- 848 (UFRGS) Analise cada uma das afirmações e in-
nente de uma barra observa-se que a barra se trans- dique se é verdadeira (V) ou falsa (F)
forma em um ímã. Isto acontece porque:
• Nas regiões próximas aos pólos de um ímã perma-
a) a barra possui elétrons livres nente, a concentração de linhas de indução é maior
b) a barra encontra-se em sua temperatura Curie do que em qualquer outra região ao seu redor.
c) a barra sofreu indução eletrostática • Qualquer pedaço de metal colocado nas proximi-
d) a barra é de material ferromagnético dades de um ímã permanente torna-se magnetiza-
do e passa a ser atraído por ele.
846 (UFSM-RS) Quando uma barra de material • Tomando-se um ímã permanente em forma de
ferromagnético é magnetizada, são: barra e partindo-o ao meio em seu comprimen-
a) acrescentados elétrons à barra to, obtém-se dois pólos magnéticos isolados, um
pólo norte em uma das metades e um pólo sul
b) retirados elétrons da barra
na outra.
c) acrescentados ímãs elementares à barra
Quais são, pela ordem, as indicações corretas?
d) retirados ímãs elementares da barra
a) V; F; F c) V; V; F e) F; V; V
e) ordenados os ímãs elementares da barra
b) V; F; V d) F; F; V
847 (Fuvest-SP) Um ímã, em forma de barra, de po-
laridade N (norte) e S (sul), é fixado numa mesa ho- 849 (UEL-PR) Considere o campo magnético nos
rizontal. Um outro ímã semelhante, de polaridade pontos P1, P2, P3, P4 e P5 nas proximidades de um
desconhecida, indicada por A e T, quando colocado ímã em barra, conforme representado na figura.
na posição mostrada na figura 1, é repelido para a
direita. P2
P3
Imã fixo Repulsão
N
N S A T
P1

Quebra-se esse ímã ao meio e, utilizando as duas S

metades, fazem-se quatro experiências (I, II, III e IV), P5 P4


em que as metades são colocadas, uma de cada vez,
nas proximidades do ímã fixo.
A intensidade do campo magnético é menor no
Experiência I Experiência II
ponto:
N S A N S A a) P1 c) P3 e) P5
b) P2 d) P4

142 SIMULADÃO
850 (Fuvest-SP) A figura esquematiza um ímã per- “... a orientação da agulha magnética se deve ao
manente, em forma de cruz de pequena espessura, fato de a Terra se comportar como um grande ímã”.
e oito pequenas bússolas, colocados sobre uma Segundo Gilbert, o pólo Norte geográfico da Terra
mesa. As letras N e S representam, respectivamen- seria também um pólo magnético que atrai a extre-
te, pólos norte e sul do ímã e os círculos represen- midade norte da agulha magnética. De modo se-
tam as bússolas nas quais você irá representar as melhante, o pólo Sul geográfico da Terra se com-
agulhas magnéticas. O ímã é simétrico em relação porta como um pólo magnético que atrai o pólo sul
às retas NN e SS. Despreze os efeitos do campo da agulha magnética.
magnético terrestre. Em vista da explicação apresentada, é correto afir-
mar que as linhas de indução do campo magnético
da Terra se orientam externamente no sentido:
a) leste-oeste d) norte-sul
N
S S b) sul-norte e) para o centro da Terra
N
c) oeste-leste

853 (Esam-RN) Um estudante possui dois objetos


semelhantes, sendo que um deles é um ímã perma-
a) Desenhe na própria figura algumas linhas de for- nente e o outro é constituído de material não-
ça que permitam caracterizar a forma do campo imantável. Desejando descobrir qual é o ímã, pen-
magnético criado pelo ímã, no plano da figura. sou em proceder de três maneiras:
b) Desenhe nos oito círculos da figura a orientação I. Pendurar os dois objetos por fios e verificar qual
da agulha da bússola em sua posição de equilíbrio. deles assume a direção norte-sul.
A agulha deve ser representada por uma flecha (A) II. Aproximar os dois objetos e verificar qual deles
cuja ponta indica o seu pólo norte. atrai o outro.
III. Aproximar os dois objetos e verificar qual deles
851 (UERJ) As linhas de indução de um campo mag-
repele o outro.
nético uniforme são mostradas abaixo.
O estudante poderá determinar qual dos dois obje-
tos é um ímã permanente com os métodos:
1) somente com I e II 4) somente com II
2) somente com I e III 5) somente com I
3) somente com III

854 (UFAL) O esquema representa as posições relati-


Designando por N o pólo norte e por S o pólo sul de vas de dois ímãs idênticos, com pólos nas extremida-
um ímã colocado no mesmo plano da figura, é pos- des, e os pontos P1, P2 e P3 nas proximidades dos ímãs.
sível concluir que o ímã permanecerá em repouso se
estiver na seguinte posição: P1
P3

a) S N c) N S

P2
S N
b) d) Considerando somente os pontos P1, P2 e P3, o cam-
N S po magnético gerado por esses ímãs pode ser nulo
a) somente no ponto P1
852 (UFOP-MG) Como sabemos, uma agulha mag- b) somente no ponto P2
nética (bússola) se orienta numa direção preferenci- c) somente no ponto P3
al sobre a superfície da Terra. Na tentativa de expli-
d) somente nos pontos P1 e P2
car tal fenômeno, o cientista inglês W. Gilbert apre-
sentou a seguinte idéia: e) em P1, P2 e P3

SIMULADÃO 143
855 (Fuvest-SP) Três ímãs iguais em forma de barra, devido ao campo magnético terrestre e à localiza-
de pequena espessura, estão sobre um plano. Três ção desses lagos, há regiões em que um tipo de bac-
pequenas agulhas magnéticas podem girar nesse téria se alimenta melhor e, por isso, pode predomi-
plano e seus eixos de rotação estão localizados nos nar sobre outro. Suponha que esse pesquisador ob-
pontos A, B e C. Despreze o campo magnético da tenha três amostras das águas de lagos, de diferen-
Terra. A direção assumida pelas agulhas, represen- tes regiões da Terra, contendo essas bactérias. Na
tadas por ( ), é melhor descrita pelo esquema: amostra A predominam as bactérias que se orien-
A A
tam para o pólo norte magnético, na amostra B pre-
a) d) dominam as bactérias que se orientam para o pólo
N S N S sul magnético e na amostra C há quantidades iguais
de ambos os grupos.
S N S N
S N S N a) A partir dessas informações, copie e preencha o
C B C B

A A
quadro, assinalando a origem de cada amostra em
b) e) relação à localização dos lagos de onde vieram.
N S N S

S S
Lagos próximos Lagos próximos
N N
S N
ao pólo Norte ao pólo Sul Lagos próximos
S N
C B C B
geográfico (pólo geográfico (pólo ao Equador
A sul magnético) norte magnético)
c)
N S
Amostra: ___ Amostra: ___ Amostra: ___
S N
S N b) Baseando-se na configuração do campo magné-
C B
tico terrestre, justifique as associações que você fez.
856 (UEL-PR) A agulha de uma bússola assume a po-
sição indicada no esquema quando colocada numa 858 (Cesgranrio-RJ) Um bloco de ferro é mantido
região onde existe, além do campo magnético terres- em repouso sob o tampo de uma mesa, sustentado
tre, um campo magnético uniforme e horizontal. exclusivamente pela força magnética de um ímã,
apoiado sobre o tampo dessa mesa. As forças rele-
vantes que atuam sobre o ímã e sobre o bloco de
ferro correspondem, em módulo, a:
N

P1: peso do ímã


F1: força magnética sobre o ímã
S

N1: compressão normal sobre o ímã


P2: peso do bloco de ferro
F2: força magnética sobre o bloco de ferro
Considerando a posição das linhas de campo unifor-
me, desenhadas no esquema, o vetor campo magné- N2: compressão normal sobre o bloco de ferro
tico terrestre na região pode ser indicado pelo vetor: imã

a) c) e)

bloco de ferro
b) d)

857 (Unesp-SP) Num laboratório de biofísica, um


pesquisador realiza uma experiência com “bactérias Sendo P1  P2, é correto escrever:
magnéticas”, bactérias que têm pequenos ímãs no
a) N1  N2  2 F1 d) P1  P2  N1
seu interior. Com o auxílio desses ímãs, essas bacté-
rias se orientam para atingir o fundo dos lagos, onde b) P1  F2 e) F1  F2  P1  P2  0
há maior quantidade de alimento. Dessa forma, c) P1  P2  F1

144 SIMULADÃO
859 (Fuvest-SP) Um ímã cilíndrico A, com um pe- c) e)
queno orifício ao longo de seu eixo, pode deslocar- S
S N
se sem atrito sobre uma fina barra de plástico hori- i i
N
zontal. Próximo à barra e fixo verticalmente, encon-
tra-se um longo ímã B, cujo pólo S encontra-se mui-
to longe e não está representado na figura. Inicial-
mente o ímã A está longe do B e move-se com velo- d)
cidade V, da esquerda para a direita.
N
i S
B
N
V
barra
S P N
A
v 861 (UEL) O esquema representa os vetores v1, v2,
III
v3 e v4 no plano horizontal. Pelo ponto F passa um
O x
fio condutor retilíneo bem longo e vertical. Uma
I II
corrente elétrica I percorre esse fio no sentido de
cima para baixo e gera um campo magnético no
Desprezando efeitos dissipativos, o conjunto de to- ponto P.
dos os gráficos que podem representar a velocidade
V do ímã A, em função da posição x de seu centro P, fio
é constituído por: i
v2
a) II d) I e III v1 P
b) I e II e) I, II e III F v3

c) II e III v4

860 (UFES) A figura mostra a agulha de uma bússo-


la colocada sobre uma placa horizontal e a distância
r de um fio reto vertical. Com a chave ch desligada, O campo magnético gerado no ponto P pode ser
a agulha toma a orientação indicada. Fechando-se representado:
a chave, obtém-se, no ponto onde ela se encontra,
um campo magnético muito maior do que o campo a) por um vetor cuja direção é paralela ao fio con-
magnético terrestre. dutor
b) pelo vetor v4
c) pelo vetor v3
d) pelo vetor v2
e) pelo vetor v1

862 (FEI-SP) Um fio de cobre, reto e extenso, é


percorrido por uma corrente i  1,5 A. Qual é a
intensidade do vetor campo magnético originado
Nestas condições, a alternativa que melhor repre- em um ponto à distância r  0,25 m do fio? (Dado:
senta a orientação final da agulha é: T m
0  4   107 )
a) b) A

N S S a) B  106 T d) B  2,4  106 T


i i N
b) B  0,6  106 T e) B  2,4  106 T
c) B  1,2  106 T

SIMULADÃO 145
863 (EFEI-MG) Dois fios condutores, dispostos para- Por dois deles (•), passa uma mesma corrente que
lelamente, estão separados um do outro pela dis- sai do plano do papel e pelo terceiro (), uma cor-
tância b  10,0 cm. Por eles passam as correntes I1 rente que entra nesse plano. Desprezando-se os efei-
e I2 que valem, respectivamente, 0,50 e 1,00 A, em tos do campo magnético terrestre, a direção da agu-
sentidos opostos, conforme a figura. lha de uma bússola, colocada eqüidistante deles,
seria melhor representada pela reta:
A
a) AAⴕ d) DDⴕ
b b) BBⴕ e) perpendicular ao plano do papel

i1
c) CCⴕ

b 866 (UFMG) Observe a figura.


2
B
b
i2 II I
i

i
Determine os vetores indução magnética B nos pon-
N
tos A e B. (Dado: 0  4  107 )
A2 III IV

864 (UFMG) Observe a figura.


Nessa figura, dois fios retos e longos, perpendicula-
i i P i res entre si, cruzam-se sem contato elétrico e, em
cada um deles, há uma corrente I de mesma intensi-
20 cm 20 cm 20 cm dade. Na figura, há regiões em que podem existir
pontos nos quais o campo magnético resultante, cri-
Essa figura mostra três fios paralelos, retos e lon- ado pelas correntes, é nulo. Essas regiões são:
gos, dispostos perpendicularmente ao plano do pa- a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) II e IV
pel, e, em cada um deles, uma corrente I. Cada fio,
separadamente, cria, em um ponto a 20 cm de dis- 867 (UEL-PR) O módulo do vetor indução magnéti-
tância dele, um campo magnético de intensidade B. ca, gerado nas proximidades de um condutor longo
O campo magnético resultante no ponto P, devido à 0  I
e retilíneo, é dado por , onde:
presença dos três fios, terá intensidade igual a: 2 d
T m
B B B 0  4   107 (permeabilidade magnéti-
a) b) c) B d) 5 e) 3B A
3 2 2
ca do vácuo)
I  corrente elétrica no condutor
865 (Fuvest-SP) Três fios verticais e muito longos atra-
d  distância do ponto considerado ao condutor
vessam uma superfície plana e horizontal, nos vérti-
ces de um triângulo isósceles, como na figura dese- Por dois condutores retilíneos muito longos, perpen-
nhada no plano. diculares entre si e situados num plano paralelo ao
plano desta folha de prova, existem
C correntes elétricas de intensidade I  10 A e sentido
indicado no esquema.
B D
10 cm

A A 10 cm
i

i
D B
C

146 SIMULADÃO
O vetor indução magnética, gerado pelos dois con- 870 (UFG) Duas espiras circulares concêntricas de rai-
dutores no ponto P, tem módulo, em teslas, igual a: os r e 2r são percorridas pelas correntes i e 2i, res-
a) 2,0  105, sendo perpendicular ao plano desta pectivamente. A espira 1 está no plano xz e a espira
folha 2 no plano yz e o centro comum das espiras está
b) 2,0  105, sendo paralelo ao plano desta folha localizado no ponto O, conforme a figura:

c) 4,0  105, sendo perpendicular ao plano desta


folha
d) 4,0  105, sendo paralelo ao plano desta folha
e) zero

868 (FURRN) Considere a N


espira percorrida pela cor-
rente e o ímã, como indi- S
cado na figura. i

Como são os vetores campo magnético?


a) horizontais, para a direita
b) horizontais, para a esquerda
c) verticais, para cima Com base nas informações anteriores:
d) verticais, para baixo a) Determine o vetor campo magnético resultante
e) verticais, sendo o da espira para cima e o do ímã, no ponto O (módulo, direção e sentido).
para baixo. b) Qual é a intensidade do campo magnético no
ponto O, se as duas espiras estiverem no mesmo
869 (MACK-SP) Uma espira circular condutora é plano e as correntes circulando em sentidos opos-
percorrida por uma corrente elétrica de intensidade tos? Justifique.
i e perfura ortogonalmente uma superfície plana e
horizontal, conforme a figura. 871 (ITA-SP) Uma espira circular de raio R é percorrida
por uma corrente i. A uma distância 2R de seu centro
i
encontra-se um condutor retilíneo muito longo, que é
percorrido por uma corrente i1 (conforme a figura).
A
E G i1
D
C
H
_ F 2R
B
R

O segmento CD, pertencente ao plano da superfí- i


cie, é diâmetro dessa espira e o segmento AB, tam-
bém pertencente a esse plano, é perpendicular a CD, As condições que permitem que se anule o campo
assim como EF é perpendicular a GH e ambos de indução magnética no centro da espira são, res-
coplanares aos segmentos anteriores. Se apoiarmos pectivamente:
o centro de uma pequena agulha imantada sobre o
centro da espira, com liberdade de movimento, ela £ i ¥
a) ² 1 ´  2 e a corrente na espira no sentido horário
se alinhará a: ¤ i ¦
a) AB £ i ¥
b) ² 1 ´  2 e a corrente na espira no sentido
b) CD ¤ i ¦
c) EF anti-horário
d) GH £ i ¥
c) ² 1 ´  e a corrente na espira no sentido horário
e) um segmento diferente desses mencionados ¤ i ¦

SIMULADÃO 147
£ i ¥ Assim, sem desprezar o campo da Terra, a orienta-
d) ² 1 ´  e a corrente na espira no sentido anti- ção da bússola passa a ser indicada corretamente
¤ i ¦
horário na alternativa
a) " b) : c) ; d) ' e) r
£ i ¥
e) ² 1 ´  2 e a corrente na espira no sentido horário
¤ i ¦
875 (UFG) Um fio fino, encapado ou esmaltado, é
enrolado em uma haste de ferro. O fio é ligado aos
872 (UEPG-PR) Uma bobina é obtida enrolando-se um pólos de uma pilha, como mostrado na figura.
fio na forma helicoidal, como ilustrado na figura.
A B

i
 

A configuração correta do campo magnético no in-


terior da bobina, se ela é percorrida por uma cor- a) Por que a haste passa a atrair pequenos objetos de
rente elétrica contínua no sentido indicado, é: ferro ou aço (alfinetes, clipes, pequenos pregos etc.)?
b) Aproximando-se uma bússola dessa haste, qual
a) extremidade ela indicará, como sendo o pólo norte?
c) Qual a mudança que ocorre ao se inverter a pilha
b) (inverter os pólos)?

876 (UFMG) A figura mostra, de forma esquemática,


c)
um feixe de partículas penetrando em uma câmara
de bolhas.
d)
R
e) O campo magnético no interior da bobina é nulo.
S
T
873 (FEI-SP) A intensidade do campo magnético pro-
duzido no interior de um solenóide muito comprido
percorrido por corrente depende basicamente: A câmara de bolhas é um dispositivo que torna visí-
veis as trajetórias de partículas atômicas. O feixe de
a) só do número de espiras do solenóide
partículas é constituído por prótons, elétrons e nêu-
b) só da intensidade da corrente trons, todos com a mesma velocidade. Na região da
c) do diâmetro interno do solenóide câmara existe um campo magnético perpendicular
d) do número de espiras por unidade de comprimen- ao plano da figura entrando no papel. Esse campo
to e da intensidade da corrente provoca a separação desse feixe em três feixes com
e) do comprimento do solenóide trajetórias R, S e T.
A associação correta entre as trajetórias e as partí-
874 (Fafeod-MG) A figura representa uma bússola culas é:
alinhada com o campo magnético da Terra e no eixo a) trajetória R: elétron, trajetória S: nêutron, trajetó-
de um solenóide em que não passa corrente. Uma ria T: próton
bateria será ligada aos pontos ab, com seu terminal
b) trajetória R: nêutron, trajetória S: elétron, trajetó-
positivo conectado ao ponto a.
ria T: próton
N
c) trajetória R: próton, trajetória S: elétron, trajetó-
ria T: nêutron
d) trajetória R: próton, trajetória S: nêutron, trajetó-
a b
ria T: elétron

148 SIMULADÃO
877 (ITA-SP) A agulha de uma bússola está apon- Num dado instante, um próton é disparado do
tando corretamente na direção norte-sul. Um elé- ponto A do plano, perpendicularmente a ele, com
tron se aproxima a partir do norte com velocidade v, velocidade v 0 de módulo 2,0  10 6 m/s, confor-
segundo a linha definida pela agulha. Neste caso: me a figura 2. Nesse instante, a força que atua
a) a velocidade do elétron deve estar necessariamen- no próton, decorrente do campo magnético re-
te aumentando em módulo sultante, originado pela presença dos fios, tem
intensidade:
b) a velocidade do elétron estará certamente dimi-
nuindo em módulo a) zero d) 1,0  106 N
c) o elétron estará se desviando para leste b) 1,0  1019 N e) 2,0  106 N
d) o elétron se desviará para oeste c) 2,0  1019 N
e) nada do que foi dito acima é verdadeiro T m
(Dados: 0  4   107 ; carga do próton
A
878 (Fuvest-SP) Raios cósmicos são partículas de  1,6  1019 C)
grande velocidade, provenientes do espaço, que atin-
gem a Terra de todas as direções. Sua origem é, atu- 880 (Uneb-BA) Uma partícula eletrizada com carga
almente, objeto de estudos. A Terra possui um cam- elétrica q  2  106 C é lançada com velocidade
po magnético semelhante ao criado por um ímã em v  5  104 m/s em uma região onde existe um cam-
forma de barra cilíndrica, cujo eixo coincide com o po magnético uniforme de intensidade 8 T.
eixo magnético da Terra. Sabendo-se que o ângulo entre a velocidade e o
P
Uma partícula cósmica P, campo magnético é de 30°, pode-se afirmar que a
com carga elétrica positi- intensidade, em newtons (N), da força magnética
eixo magnético
va, quando ainda longe sofrida pela partícula é:
da Terra, aproxima-se per-
a) 0,2 d) 0,8
correndo uma reta que
coincide com o eixo mag- b) 0,4 e) 1,0
nético da Terra, como c) 0,6
mostra a figura.
Desprezando a atração gravitacional, podemos afir- 881 (UFJF-MG) Um elétron, movendo-se na direção
mar que a partícula, ao se aproximar da Terra: x (veja a figura), penetra numa região onde existem
a) aumenta sua velocidade e não se desvia de sua campos elétricos e magnéticos. O campo elétrico está
trajetória retilínea. na direção do eixo y e o campo magnético na dire-
b) diminui sua velocidade e não se desvia de sua tra- ção do eixo z.
jetória retilínea.
y
c) tem sua trajetória desviada para leste. E
V
d) tem sua trajetória desviada para oeste.
e) não altera sua velocidade nem se desvia de sua
trajetória retilínea. x

z B
879 (MACK-SP) Num plano horizontal encontram-
se dois fios longos e retilíneos, dispostos parale-
lamente um ao outro. Esses fios são percorridos Ao sair da região onde existem os campos, pode-
por correntes elétricas de intensidade i  5,0 A, mos assegurar que a velocidade do elétron estará:
cujos sentidos convencionais estão indicados nas a) no sentido positivo do eixo x
figuras. b) numa direção no plano xz
c) na direção z
A d  1,0 mm
d) numa direção no plano yz
d  1,0 mm
e) numa direção no plano xy

SIMULADÃO 149
882 (UFRS) Uma partícula com carga negativa se d) diminuição do módulo da velocidade v do cor-
desloca no segundo quadrante paralelamente ao púsculo
eixo dos x, para a direita, com velocidade constante, e) diminuição da carga q
até atingir o eixo dos y (conforme a figura). A partir
daí a sua trajetória se encurva. 885 (UFES) Duas partículas, A e B, de massas e car-
y gas elétricas desconhecidas, entram numa região
onde há um campo magnético uniforme, com velo-
cidades idênticas e perpendiculares ao campo. Elas
descrevem trajetórias circulares de raios rA e rB, res-
pectivamente, tais que rA  rB. A respeito de suas
x massas e cargas, podemos dizer que:
mA mB
a) qA  qB ; mA  mB d)
Com base nisso, é possível que no primeiro qA qB
quadrante haja: mA mB
b) qA  qB ; mA mB e) 
I. somente um campo elétrico paralelo ao eixo dos y qA qB
no sentido dos y negativos mA mB
c) 
II. somente um campo magnético perpendicular ao qA qB
plano xy, entrando no plano xy
886 (ITA-SP) A figura mostra duas regiões nas quais
III. um campo elé~ ˘co paralelo ao eixo dos x e um
atuam campos magnéticos orientados em sentidos
campo magnético perpendicular ao plano xy
opostos e de magnitudes B1 e B2, respectivamente.
Quais afirmativas estão corretas?
a) apenas I c) apenas III e) I, II e III
B1
b) apenas II d) apenas II e III
B A B2

883 (ITA-SP) Uma partícula com carga q e massa M


Um próton de carga q e massa m é lançado do pon-
move-se ao longo de uma reta com velocidade v cons-
to A com uma velocidade v perpendicular às linhas
tante numa região onde estão presentes um campo
de campo magnético. Após um certo tempo t, o
elétrico de 500 V/m e um campo de indução magné-
próton passa por um ponto B com a mesma veloci-
tica de 0,10 T. Sabe-se que ambos os campos e a di-
dade inicial v (em módulo, direção e sentido). Qual
reção de movimento da partícula são mutuamente
é o menor valor desse tempo?
perpendiculares. A velocidade da partícula é:
a) 500 m/s m £ B  B2 ¥ 4m
a)  ² 1 ´ d)
b) constante para quaisquer valores dos campos elé- q ¤ B1  B2 ¦ q (B1  B2 )
trico e magnético 2m m
b) e)
3
c) (M/q) 5,0  10 m/s qB1 qB1
2m
d) 5,0  103 m/s c)
qB2
e) faltam dados para o cálculo
887 (UFPE-UFRPE) Uma partícula carregada entra
884 (Fameca-SP) Um corpúsculo de carga q e massa em uma região de campo magnético uniforme, B,
m entra num campo magnético B constante e movi- com a trajetória perpendicular ao campo. Quan-
menta-se com velocidade v perpendicularmente a do a energia ciné-
B; a trajetória é circular de raio r. A partir de deter- tica da partícula é B
@
minado instante, o corpúsculo passa a descrever uma 4,0  1012 J, o raio v

trajetória de maior raio. O fenômeno pode ser expli- de sua órbita circu-
cado por: lar vale 60 cm.
a) aumento do módulo do campo B
Qual seria o valor, em centímetros, do raio de sua
b) diminuição da massa m do corpúsculo órbita circular, se esta mesma partícula tivesse uma
c) aumento da carga q energia cinética igual a 2,56  1012 J?

150 SIMULADÃO
888 (UFMG) A figura mostra um elétron que entra 890 (UEL-PR) Um condutor, suportando uma corren-
em uma região onde duas forças atuam sobre ele: te elétrica I, está localizado entre os pólos de um
uma deve-se à presença de um campo magnético; ímã em ferradura, como está representado no es-
a outra resulta de interações do elétron com outras quema.
partículas e atua como
uma força de atrito. @ i
x4
Nessa situação, o elé- S
@
x5
@
x3 N
tron descreve a trajetó- @
x1 @
ria plana e em espiral S
x2
representada na figura. e

Despreze o peso do elétron.


a) Represente e identifique, nessa figura, as forças
que atuam sobre o elétron no ponto S. Entre os pólos do ímã, a força magnética que age
b) Determine a direção e o sentido do campo mag- sobre o condutor é melhor representada pelo
nético existente na região sombreada. Explique seu vetor:
raciocínio. a) x1 c) x3 e) x5
b) x2 d) x4
889 (Fuvest-SP) Um próton de massa M ⯝ 1,6  1027 kg,
com carga elétrica Q  1,6  1019 C, é lançado em
A, com velocidade v0, em uma região onde atua um 891 (Fafeod-MG) Uma barra de cobre está em re-
campo magnético uniforme B, na direção x. A velo- pouso sobre dois trilhos e é atravessada por uma
cidade v0, que forma um ângulo q com o eixo x, tem corrente I, conforme indicado na figura.
componentes v0x  4,0  106 m/s e v0y  3,0  106 m/s.
@
O próton descreve um movimento em forma de hélice, B
voltando a cruzar o eixo x, em P, com a mesma velo-
cidade inicial, a uma distância L0  12 m do ponto A.

y
i
B
V0
A P
x
Se um campo magnético uniforme, de indução B, é
L0 criado perpendicularmente aos trilhos e à barra, é
correto afirmar que:

Desconsiderando a ação do campo gravitacional e a) A barra permanece em repouso.


utilizando  3, determine: b) A barra desliza perpendicularmente aos trilhos.
a) O intervalo de tempo t, em s, que o próton leva c) A barra rola para a direita.
para ir de A a P.
d) A barra rola para a esquerda.
b) O raio R, em m, do cilindro que contém a trajetó-
ria em hélice do próton.
892 (UEL-PR) Considere que, no Equador, o campo
c) A intensidade do campo magnético B, em tesla,
magnético da Terra é horizontal, aponta para o nor-
que provoca esse movimento.
te e tem intensidade 1,0 10–4 T. Lá, uma linha de
transmissão transporta corrente de 500 A de oeste
Uma partícula com carga Q, que se move em um para oeste. A força que o campo magnético da Ter-
campo B, com velocidade v, fica sujeita a uma ra exerce em 200 m da linha de transmissão tem
força de intensidade F  Q  vn  B, normal ao módulo, em newtons:
plano formado por B e vn, sendo vn a componen-
a) 1,0 c) 102 e) 104
te da velocidade v normal a B.
b) 10 d) 103

SIMULADÃO 151
893 (UFG) No gráfico, representa-se a força por uni-
dinamômetro
dade de comprimento em função da corrente que
um campo magnético uniforme exerce sobre um contato A
@
contato B

fio retilíneo de comprimento ᐉ percorrido por uma B

corrente I.
condutor rígido
F/I  102(N/m)
chave
4 bateria

a) Calcule a força medida pelo dinamômetro com a


chave aberta, estando o fio em equilíbrio.
0 2 I (A) b) Determine a direção e a intensidade da corrente
elétrica no circuito após o fechamento da chave,
a) Fisicamente o que significa a inclinação da reta sabendo-se que o dinamômetro passa a indicar lei-
representada nesse gráfico? tura zero.
b) Calcule a intensidade do campo magnético respon- c) Calcule a tensão da bateria sabendo-se que a re-
sável pelo surgimento dessa força, se o ângulo for- sistência total do circuito é de 6,0 1.
mado entre o fio e a direção desse campo for de 30°.
896 (UFOP-MG) Na figura, observa-se uma barra
894 (URRN) Na figura, tem-se uma barra condutora metálica horizontal, de comprimento ᐉ  40 cm e
AB, de peso igual a 10 N e comprimento ᐉ  1 m, peso P  2 N. A barra, suspensa por duas molas
disposta horizontalmente e suspensa por dois fios metálicas iguais, de constante elástica k  5 N/m,
condutores na região do campo de indução magné- se encontra em uma região onde existe um campo
tica uniforme de intensidade igual a 2,0 T. magnético uniforme B, horizontal e perpendicular à
barra.

bateria

K K

A intensidade e o sentido da corrente elétrica que


a) Com a chave C desligada, encontre a deforma-
deve passar pela barra, para que os fios não fiquem
ção das molas.
tracionados são, respectivamente:
b) Ligando-se a chave C, a barra é percorrida por
a) 2 A e de A para B d) 10 A e de A para B
uma corrente elétrica i  5,0 A. Determine o módulo
b) 5 A e de A para B e) 10 A e de B para A de B e o sentido da corrente elétrica, para que as
c) 5 A e de B para A molas sejam comprimidas de 10 cm.

895 (Unicamp-SP) Um fio condutor rígido de 200 g 897 (UFRGS) Dois fios condutores, longos, retos e pa-
e 20 cm de comprimento é ligado ao restante do ralelos, são representados pela figura. Ao serem per-
circuito através de contatos deslizantes sem atri- corridos por correntes
to, como mostra a figura a seguir. O plano da fi- elétricas contínuas, de
gura é vertical. Inicialmente a chave está aberta. mesmo sentido e de in- i1 i2
O fio condutor é preso a um dinamômetro e se tensidades i1 e i2, os fios a @
F1
@
F2 b
encontra em uma região com campo magnético interagem através das
de 1,0 T, entrando perpendicularmente no plano forças F1 e F2, confor-
da figura. me indica a figura.

152 SIMULADÃO
Sendo i1  2 i2, os módulos F1 e F2 das forças são a) Calcule o número total n de elétrons contidos na
tais que: órbita.
F b) Considere um feixe de pósitrons (p), movendo-se
a) F1  4 F2 c) F1  F2 e) F1  2
4 em sentido oposto no mesmo tubo em órbita a 1 cm
F2 da dos elétrons, tendo velocidade, raio e corrente
b) F1  2 F2 d) F1 
2 iguais as dos elétrons.
Determine o valor aproximado da força de atração
898 (UFSC) Considere um fio retilíneo infinito, no F, de origem magnética, entre os dois feixes, em N.
qual passa uma corrente i. Marque como resposta
a soma dos valores associados às proposições ver- 1) Pósitrons são partículas de massa igual à dos
dadeiras. elétrons com carga positiva igual em módulo à
01. Se dobrarmos a corrente i, o campo magnético dos elétrons.
gerado pelo fio dobra. 2) Como R  d, no cálculo de F, considere que
02. Se invertermos o sentido da corrente, inverte-se o campo produzido por um feixe pode ser calcu-
o sentido do campo magnético gerado pelo fio. lado como o de um fio retilíneo.

04. O campo magnético gerado pelo fio cai com 1 , 3) Carga de 1 elétron q  1,6  1019 coulomb (C).
r2
onde r é a distância ao fio. 4) Módulo do vetor indução magnética B, criado
a uma distância r de um fio retilíneo percorrido
08. Se colocarmos um segundo fio, também infini-
por uma corrente i, é:
to, paralelo ao primeiro e pelo qual passa uma cor-
rente no mesmo sentido de i, não haverá força re- i
B  2  107 , sendo B em tesla (T), i em am-
sultante entre fios. r
père (A) e r em metro (m).
16. Se colocarmos um segundo fio, também infini-
to, paralelo ao primeiro e pelo qual passa uma cor-
rente no sentido inverso a i, haverá uma força repul- 900 (Uniube-MG) Uma espira retangular de lados
siva entre os fios. 5 cm e 8 cm está imersa em uma região em que exis-
32. Caso exista uma partícula carregada, próxima te um campo de indução magnética uniforme de
ao fio, será sempre diferente de zero a força que 0,4 T, perpendicular ao plano da espira. O fluxo de
o campo magnético gerado pelo fio fará sobre a indução magnética através da espira é igual a:
partícula. a) 16 T c) 1,6 Wb e) 1,6  103 Wb
3
b) 16 Wb d) 1,6  10 T
899 (Fuvest-SP) No anel do Lab. Nac. de Luz
Sincrotron em Campinas, SP, representado 901 (UFES) Um pequeno cor-
simplificadamente na figura, elétrons (e) se movem po imantado está preso à ex-
com velocidade v ⯝ c ⯝ 3  108 m/s formando um tremidade de uma mola e
feixe de pequeno diâmetro, numa órbita circular de oscila verticalmente na re-
raio R  32 m. gião central de uma bobina A
B
tubo com vácuo
cujos terminais A e B estão
abertos, conforme indica a
figura.
Devido à oscilação do ímã, aparece entre os termi-
r  32 m nais A e B da bobina:
e a) uma corrente elétrica constante
d  1 cm
p b) uma corrente elétrica variável
c) uma tensão elétrica constante
O valor da corrente elétrica, devido ao fluxo de elé- d) uma tensão elétrica variável
trons através de uma secção transversal qualquer do e) uma tensão e uma corrente elétrica, ambas
feixe, vale 0,12 A. constantes

SIMULADÃO 153
902 (UFRJ) Um ímã permanente cai por ação da gra-
Ox
vidade através de uma espira condutora circular fixa,
mantida na posição horizontal, como mostra a figu-
ra. O pólo norte do ímã está dirigido para baixo e a Ox
trajetória do ímã é vertical e passa pelo centro da
espira. x

x Ox O Ox

N S

Observa-se que a luminosidade da lâmpada:


a) é máxima quando o ímã está mais próximo do
carretel (x  x0)
Use a lei de Faraday e mostre, por meio de diagramas:
b) é máxima quando o ímã está mais distante do
a) o sentido da corrente induzida na espira no mo-
carretel (x  x0)
mento ilustrado na figura
c) independe da velocidade do ímã e aumenta à me-
b) a direção e o sentido da força resultante exercida dida que ele se aproxima do carretel
sobre o ímã
d) independe da velocidade do ímã e aumenta à
Justifique suas respostas. medida que ele se afasta do carretel
e) depende da velocidade do ímã e é máxima quan-
903 (UFU-MG) Com uma bobina, fios condutores, do seu ponto médio passa próximo a x  0
uma lâmpada e um ímã, é possível elaborar uma
montagem para acender a lâmpada. 905 (UEL-PR) Uma espira circular está imersa em
um campo magnético. O gráfico representa o flu-
xo magnético através da espira em função do
N S tempo.

(wb)
fios condutores

Pede-se:
a) Traçar o esquema da montagem. 0 1 2 3 t(s)

b) Explicar seu princípio de funcionamento.


O intervalo de tempo em que aparece na espira uma
corrente elétrica induzida é de:
904 (Fuvest-SP) Um ímã é colocado próximo a um
a) 0 a 1 s, somente d) 1 s a 3 s, somente
arranjo, composto por um fio longo enrolado em
um carretel e ligado a uma pequena lâmpada, con- b) 0 a 3 s e) 2 s a 3 s, somente
forme a figura. O ímã é movimentado para a direita c) 1 s a 2 s, somente
e para a esquerda, de tal forma que a posição x de
seu ponto médio descreve o movimento indicado 906 (UFRN) Um certo detetor de metais manual usa-
pelo gráfico, entre x0 e x0. Durante o movimen- do em aeroportos consiste de uma bobina e de um
to do ímã, a lâmpada apresenta luminosidade variá- medidor de campo magnético. Na bobina circula
vel, acendendo e apagando. uma corrente elétrica que gera um campo magnéti-

154 SIMULADÃO
co conhecido, chamado campo de referência. Quan- 908 (UFG) Considere uma região do espaço em que
do o detetor é aproximado de um objeto metálico, a intensidade do campo magnético esteja variando
o campo magnético registrado no medidor torna-se em função do tempo, como mostrado no gráfico.
diferente do campo de referência, acusando, assim, Uma espira de área A  8,0 cm2 e resistência R 
a presença da algum metal. 5,0 m1 é colocada nessa região, de tal maneira que
A explicação para o funcionamento do detetor é: as linhas de campo sejam normais ao plano dessa
a) A variação do fluxo do campo magnético através espira.
do objeto metálico induz neste objeto correntes elé- B (T)
tricas que geram um campo magnético total dife-
rente do campo de referência. 3
2
b) A variação do fluxo do campo elétrico através do
1
objeto metálico induz neste objeto uma densidade
não-nula de cargas elétricas que gera um campo 0 10 20 30 t(s)
magnético total diferente do campo de referência.
c) A variação do fluxo do campo elétrico através do a) Determine o fluxo magnético através da espira,
objeto metálico induz neste objeto correntes elétri- em função do tempo.
cas que geram um campo magnético total diferente b) Calcule a corrente induzida na espira.
do campo de referência.
d) A variação do fluxo do campo magnético através 909 (UCS-RS) Um con-
do objeto metálico induz neste objeto uma densida- dutor RS está pene-
de não-nula de cargas elétricas que gera um campo trando numa região
V V
magnético total diferente do campo de referência. de um campo magné-
tico uniforme de 4 T,
907 (FURG) A figura mostra uma espira de corrente com velocidade cons- R S
colocada numa região onde existe um campo mag- tante de 4 m/s.
nético B perpendicular ao plano da espira e com um 10 cm

sentido para dentro da página. Inicialmente o campo Analise as afirmações.


possui uma intensidade de 2 T e, durante um interva- I. A força eletromotriz induzida no condutor vale 2 V.
lo de tempo de 1 s, esta intensidade do campo dimi-
II. O condutor terá elétrons livres momentaneamen-
nui conforme o gráfico. A espira tem 2 cm de com-
te deslocados para o extremo s.
primento e 1 cm de largura. A resistência vale 2 1.
III. Não há deslocamento de cargas livres sobre o
condutor RS, pois a força magnética sobre elas é
nula.
B R Quais estão corretas?
a) apenas I d) apenas I e II
b) apenas II e) apenas I e III
B (T) c) apenas III

2 910 (PUCC-SP) Uma espira ABCD está totalmente


imersa em um campo magnético B, uniforme, de
1 intensidade 0,50 T e direção perpendicular ao plano
da espira, como mostra a figura.
0 1 2 t(s)
D A

Nas condições descritas, a corrente induzida na espira


@ @
devido à variação do campo irá valer: R V B

a) 0,1 mA c) 1 mA e) 4 mA
b) 0,2 mA d) 2 mA C B

SIMULADÃO 155
O lado AB, de comprimento 20 cm, é móvel e se c) Surge na espira uma força eletromotriz induzida
desloca com velocidade constante de 10 m/s, e R é constante.
um resistor de resistência R  0,50 1. d) Surge na espira uma força eletromotriz, sem que
Nessas condições é correto afirmar que, devido ao corrente elétrica circule na espira.
movimento do lado AB da espira: e) A força eletromotriz na espira é nula.
a) Não circulará nenhuma corrente na espira, pois o
campo é uniforme. 913 (UFPel-RS) A figura representa, esquematica-
b) Aparecerá uma corrente induzida, no sentido mente, um motor elétrico elementar, ligado a uma
horário, de 2,0 A. bateria B, através de um reostato R (resistor variável).
c) Aparecerá uma corrente induzida, no sentido ho-
rário, de 0,50 A.
d) Aparecerá uma corrente induzida, no sentido anti-
horário, de 2,0 A.
e) Aparecerá uma corrente induzida, no sentido anti-
horário, de 0,50 A.
R
911 (UFJF-MG) Uma lâmpada, ligada a um condu-  B
tor em forma de retângulo, é colocada numa região
onde há um campo magnético uniforme, de módulo
a) Represente, na figura, o vetor campo magnético.
B, orientado conforme mostra a figura.
b) Qual o sentido de rotação do motor?
y
c) Qual deve ser o procedimento para aumentar o
D C
binário produzido pelo motor? Justifique.
@
B lâmpada

A B
914 (Vunesp-SP) A figura representa uma das expe-
x riências de Faraday que ilustram a indução eletro-
magnética, em que ¡ é uma bateria de tensão cons-
tante, K é uma chave, B1 e B2 são duas bobinas en-
O circuito pode ser girado em torno do eixo x, apoi- roladas num núcleo de ferro doce e G é um
ando-se sobre o lado AB, ou pode ser girado em tor- galvanômetro ligado aos terminais de B2 que, com
no do eixo y, apoiando-se sobre o lado AD, ou ainda o ponteiro na posição central, indica corrente elétri-
em torno do eixo z, apoiando-se sobre o ponto A. ca de intensidade nula.
Em torno de qual dos eixos o circuito deverá girar
para acender a lâmpada? Justifique sua resposta.

¡ G
912 (UFES) Uma espira gira, com velocidade angu- B1 B2
lar constante, em torno do eixo AB, numa região
onde há um campo magnético uniforme como indi- K
cado na figura.
@
B Quando a chave K é ligada, o ponteiro do
A B galvanômetro se desloca para a direita e:

a) assim se mantém até a chave ser desligada, quan-


do o ponteiro se desloca para a esquerda por alguns
instantes e volta à posição central.
R
b) logo em seguida volta à posição central e assim
Pode-se dizer que:
se mantém até a chave ser desligada, quando o pon-
a) Surge na espira uma corrente elétrica alternada. teiro se desloca para a esquerda por alguns instan-
b) Surge na espira uma corrente elétrica contínua. tes e volta à posição central.

156 SIMULADÃO
c) logo em seguida volta à posição central e assim 918 (Unisinos-RS) As companhias de distribuição de
se mantém até a chave ser desligada, quando o pon- energia elétrica utilizam transformadores nas linhas
teiro volta a se deslocar para a direita por alguns de transmissão. Um determinado transformador é
instantes e volta à posição central. utilizado para baixar a diferença de potencial de
d) para a esquerda com uma oscilação de freqüên- 3 800 V (rede urbana) para 115 V (uso residencial).
cia e amplitude constantes e assim se mantém até a Neste transformador:
chave ser desligada, quando o ponteiro volta à posi- I. O número de espiras no primário é maior que no
ção central. secundário.
e) para a esquerda com uma oscilação cuja freqüên- II. A corrente elétrica no primário é menor que no
cia e amplitude se reduzem continuamente até a secundário.
chave ser desligada, quando o ponteiro volta à posi- III. A diferença de potencial no secundário é contínua.
ção central.
Das afirmações acima:
a) Somente I é correta.
915 (Unesp-SP) Assinale a alternativa que indica um
dispositivo ou componente que só pode funcionar b) Somente II é correta.
com corrente elétrica alternada ou, em outras pala- c) Somente I e II são corretas.
vras, que é inútil quando percorrido por corrente d) Somente I e III são corretas.
contínua. e) I, II e III são corretas.
a) lâmpada incandescente
b) fusível 919 (UFBA) Numa usina hidrelétrica, a energia da
c) eletroímã queda-d’água é transformada em energia cinética
d) resistor de rotação numa turbina, em seguida em energia
elétrica, num alternador, e finalmente é distribuída
e) transformador
através de cabos de alta-tensão.
Os princípios físicos envolvidos na produção e distri-
916 (UFRGS) O primário de um transformador ali- buição de energia permitem afirmar:
mentado por uma corrente elétrica alternada tem 01. A queda-d’água provoca uma perda de energia
mais espiras do que o secundário. Nesse caso, com- potencial gravitacional e um ganho de energia
parado com o primário, no secundário: cinética de translação.
a) a diferença de potencial é a mesma e a corrente 02. A energia cinética de rotação da turbina é parci-
elétrica é contínua almente transformada em energia elétrica, usando-
b) a diferença de potencial é a mesma e a corrente se, para essa transformação, o fenômeno de indução
elétrica é alternada eletromagnética.
c) a diferença de potencial é menor e a corrente elé- 04. A resistência elétrica de um cabo de transmissão
trica é alternada é diretamente proporcional ao seu comprimento e
d) a diferença de potencial é maior e a corrente elé- inversamente proporcional à sua área de secção
trica é alternada transversal.
e) a diferença de potencial é maior e a corrente elé- 08. Os transformadores situados na usina têm, para
trica é contínua efeito da distribuição de energia em cabos de alta-
tensão, menor número de espiras na bobina primá-
917 (Med. Pouso Alegre-MG) Num transformador ria do que na bobina secundária.
suposto ideal, as grandezas que têm o mesmo valor 16. Os transformadores convertem corrente alter-
tanto no primário quanto no secundário são: nada em corrente contínua e vice-versa.
a) freqüência e potência 32. A perda de energia elétrica, num cabo de trans-
b) corrente e freqüência missão, é diretamente proporcional à sua resistên-
cia e inversamente proporcional à corrente elétrica
c) voltagem e potência
que o percorre.
d) corrente e voltagem Dê como resposta a soma dos valores associados às
e) freqüência e voltagem proposições verdadeiras.

SIMULADÃO 157
158 SIMULADÃO
SIMULADÃO:
RESOLUÇÃO
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
CINEMÁTICA Considerando o formato da pista, ele estará no ponto
B indicado na figura:
60 m
1 Alternativa e.
Do triângulo retângulo temos
o deslocamento:
2 Alternativa c. 80 m
d2  602  802 ‰
O deslocamento escalar corresponde ao espaço per-
corrido s, dado por: 160 m B d2  3 600  6 400 ‰

s  s2  s1 ‰ s  32  50 ‰ s  18 km d2  10 000
d
posição final posição inicial
80 m d  100 m

A distância percorrida é dada por:


A
60 m
d  d1  d2 ‰ d  (60  50)  (60  32)
‰ d  10  28 ‰ d  38 km
4 Alternativa e.
3 Alternativa a. Dados: VH  3,6 km/h
Se v  5 m/s, após 60 s o atleta terá percorrido: VA  30 m/min
s  v  t ‰ s  5  60 ‰ s  300 m Vi  60 cm/s

RESOLUÇÃO 159
km 3, 6 Assim:
VH  3,6  ‰ vH  1,0 m/s
h 3, 6 1 ano-luz 艑 9,0  1012 km.

30 m 30 m Como andrômeda fica a 2,3  106 anos-luz da Terra,


VA   ‰ VA  0,50 m/s
min 60 s temos:
d  2,3  106  9,0  1012 ‰ d 艑 20  1018 km ou
60 cm 0, 60 m
VI   ‰ vI  0,60 m/s d 艑 2  1019 km
s s
Logo: VH  Vi  VA
9 Alternativa e.

5 Alternativa d. À velocidade de 70 km/h:


2
Observando a figura: £ 70 ¥ 2
d1  ² ´ ‰ d1  7 ‰ d1  49 m
¤ 10 ¦
km 60 km 0
(t1  6 h 30 min.) (t2  7 h 15 min.)
À velocidade de 100 km/h:
2
M B £ 100 ¥ 2
d2  ² ´ ‰ d2  10 ‰ d2  100 m
¤ 10 ¦
s
vm  ‰
t De 49 m para 100 m, o aumento é de, aproximada-
0  60 60 km mente, 100%.
vm  
7h15 min  6h30 min 45 min
10 Alternativa a.
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

60 km 4
vm     60  ‰ vm  80 km/h Dados: vm  800 km/h
3 3
h s  1 480 km
4
O sinal negativo da velocidade indica movimento re- s 1 480
vm  ‰ 800  ‰
trógrado. t t
1 480
6 Alternativa d. t  ‰ t  1,85 h  1 h  0,85 (60 min)
800
A distância total estimada é de aproximadamente: t  1h 51min
s  4  AB  4 500 ‰ s  20 000 km
11 Alternativa c.
Como t  10 000 anos:
Aplicando a definição de velocidade escalar média para
s 20 000
vm   ‰ vm  2,0 km/ano o Sr. José:
t 10 000
s 1,5
v1  ‰ 3,6  ,
7 Alternativa d. t1 t1
¨ v  v  72,0 km/h 1,5
« m Obtemos t1  h  25 min.
© 3,6
«t  1h 10min  1h  10 h ‰ t  7 h
ª 60 6 Como seu filho Fernão gastou 5 minutos a menos
(25  5  20 min) para percorrer a mesma distância (1,5
Logo: km), podemos calcular sua velocidade escalar média:
s 7 s 1,5
vm  ‰ s  vm  t  72  ‰ s  84 km v2    4,5 km/h
t 6 t 20 / 60

8 Alternativa c. 12 Alternativa e.
O ano-luz é a distância percorrida pela luz em 1 ano na a) Falsa. O ônibus percorreu 192 km na viagem.
velocidade de 3,0  105 km/s. b) Falsa. No 1º- trecho da viagem, o ônibus gastou 80
Mas: min; o tempo total da viagem foi:
1 ano  365  86 400 s ‰ 1 ano  31 536 000 s t  80  10  90  13  30 ‰ t  223 min (艑 3,72 h)
¨
©
ª

¨
«
©
«
ª

dias 1 dia
Logo, t  3  t1.
‰ 1 ano 艑 3,0  107 s
s 192
Então: c) Falsa. vm   ‰ vm 艑 51,6 km/h.
t 3,72
s  vluz  t  3,0  105  1 ano ‰ d) Falsa. O tempo de parada diminui sua velocidade
s  3,0  105  3,0  107 ‰ s  9,0  1012 km média.

160 RESOLUÇÃO
e) Verdadeira. Se o ônibus não tivesse parado, teríamos: Tendo o carro A velocidade constante:
t  223  23 ‰ t  200 min (艑 3,33 h) 1
s1  vA  t1 ‰ s1  80   16 km
Então, sua velocidade média seria: 5

s 192 1
vm   ‰ vm 艑 57,6 km/h s2  vA  t2 ‰ s2  80   8 km
t 3,33 10
Portanto, o veículo A percorreu 24 km.
13 Alternativa b.
No instante t  2,0 min, a partícula estava em repou- 18 Alternativa b.
so. Passados 4,0 minutos, a partícula alcança a posi- 20 m
ção 800 m. Svt
Logo: V 5V 20  (5  vH  vH)  t
C H
s ( 800  200) 600 m
vm    20 5
t 62 4 min t 
V 4  vH vH
600 m H
 2,5 m/s
240 s
Sc  vc  t
14 Alternativa b. 5 5
Sc  vc   5  vH   25 m
Para t  2,0 h, temos: vH vH
s1  k1  40  2 ‰ s1  k1  80
19 Alternativa b.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
s2  k2  60  2 ‰ s2  k2  120
Representando esquematicamente:
No encontro:
200 m início
s1  s2 ‰ k1  80  k2  120 ‰ k1  k2  40 km
0 x

15 Alternativa d. final 200 m


Dados: vA  50 m/s; SA0  50 m 0 x
vB  30 m/s; SB0  150 m
Supondo-se 0 a origem das posições:
Condição de encontro: SA  SB s  vt
SA  S0A  vAtSB  S0B  vBt ou
60
SA  50  50  t SB  150  30t x  200   36 ⬖ x  400
3,6
50  50  t  150  30t
20 Alternativa c.
100  20  t ‰ t  5 s
As funções horárias são: (36 km/h  10 m)
Substituindo em qualquer uma das equações:
sA  10t e sB  10t
SA  50  50(5)  300 m
O tempo que A leva para passar o cruzamento é:
16 Alternativa b. sA  10t ‰ 2 150  10t ‰ t  215 s

Tomando os dados do exercício anterior, temos: Nesse tempo, o trem B percorreu uma distância x 
100. Logo:
SB  SA  50 ‰ (150  30t)  (50  50  t)  50
x  100  10t ‰ x  100  10  215
150  30t  50  50t  50
x  100  2 150
20  t  50
x  2 050 m
t  2,5 s

17 Alternativa d. 21 Alternativa d.
80 km/h 80 km/h 80 km/h x 10  20 10
v  ‰v ‰ v  2 m/s
A A A t 50 5
Pata t0  0 ‰ x0  20 m. Logo:
B V B V0 B V x  x0  vt ‰ x  20  2t
B B

Para x  30 m, vem:


30  20  2t ‰ 2t  50
12 min  1 h 6 min  1 h
5 10 t  25 s

RESOLUÇÃO 161
30  0 30 28 Alternativa a.
22 a) t  0,5 s ‰ v   ‰
1,0  0 1,0 Dados: v0  0
v1  30 m/s
t5s
40  30 10 s  100 m
t  1,5 s ‰ v   ‰ v2  10 m/s
2, 0  1, 0 1, 0
1 2 1 2
s  s 0  v0t  at ‰ s  s0  v0t  at
De 0,5 s a 1,0 s, o corpo percorre: x1  30  0,5  15 m 2 2
1
De 1,0 s a 1,5 s, o corpo percorre: x2  10  0,5  5 m 100  0   a  25
2
Logo, x  15  5  20 m
a  8 m/s2
x 40  0 40
b) vm   ‰ vm  ‰ vm  20 m/s
t 2, 0  0 t 29 V  4  t ‰ ¨ v0  4 m/s
© 2
c) Em t  30, a velocidade é a mesma do intervalo de ª a  1 m/s
1,0 a 2,0 s, ou seja, 10 m/s.
1 2
S  s0  v0t  at
2
23 Alternativa b. 1 1 2
S  0  (4)  t   1  t2 ‰ S  4t  t
O deslocamento é dado pela área do retângulo: 2 2
1
s  b  h  (3  2)  10 Para t  8 s, temos: S  4(8)   82
2
s  10 m
S  32  32  0
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

24 Alternativa b.
10  (10) 30 Alternativa b.
•0a2s‰v ‰ v  10 m/s v2  v02  2as ‰ 62  22  2a  8
20
• 2 s a 4 s ‰ v  0 (repouso) 36  4  16 a
10  10 a  2 m/s2
•4sa8s‰v ‰ v  5 m/s
84
• após 8 s ‰ v  0 (repouso) 31 Alternativa e.
Da tabela concluímos que o movimento é uniforme:
V (m)
s  vt ‰ s  2t
10
Logo:
5 v  2 km/min
4 8
0
2 t (s)
32 Dados: t  4 s
5
v  30 m/s
s  160 m
25 Alternativa a.
Usando as equações do MUV:”
Nos três diagramas apresentados, o deslocamento no
v  v0  at
intervalo de tempo b é igual a a . Assim, as velocida- 30  v0  a  4 (1)
2
des médias são iguais. v2  v02  2as
2
30  v02  2  a 160 (2)
26 Alternativa c.
1 2 (1) v0  30  4  a
s at é proporcional ao quadrado do tempo
2
(2) 900  (30  4a)2  320  a

27 Alternativa b. 900  900  240  a  16  a2  320  a

A aceleração do carro é de: 0  16  a2  80  a ‰ a(16  a  80)  0


¨ a  0 (não convém)
v 18  12 24  18 30  24 «
a     ©
t 1 min 1 min 1 min « 16  a  80  0 ‰ a   80  5 m/s2
ª 16
 6 km/h por minuto v0  30  4(5)  50 m/s

162 RESOLUÇÃO
33 t  0,5 s t  2,2 s 38 a) Determinando a aceleração no intervalo 0 a 2 s:
(reação) (amarelo)
t0‰v0 ¬ v 12  0
12 m/s 12 m/s ­a    6 m/s2
t  2 s ‰ v  12 m/s® t 2 0

6m 24 m Determinando a aceleração no intervalo 2 s a 18 s:


30 m
t  2 s ‰ v  12 m/s ¬ v 8  12 1
­ a    m/s2
t  18 s ‰ v  8 m/s ® t 18  2 4
a) v2  v02  2as
b) Determinando a velocidade média nos primeiros 10 s:
0  122  2  a  24
• espaço percorrido de 0 a 2 s
144  48  a
144 n 2  12
a  3 m/s2 S  área   12 m
48 2
1 2 • espaço percorrido de 2 s a 10 s (movimento variado)
b) S  s0  v0t  at
2 0 1 2
1 S  s0  v0t  at
24  0  12(1,7)   a  (1,7)2 2
2
24  20,4 
1
 a  3 ‰ 3,6 
3
 a ‰ a  2,4 m/s2 1 £ 1 ¥ 2
S  12(8)  ² ´ (8 )  96  8  88 m
2 2 2 ¤ 4 ¦
O tempo utilizado pelo motorista será de • espaço total percorrido
(2,2  0,5)  1,7 s 12  88  100 m

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
a velocidade média será:
34 Alternativa e.
s 100
Vm    10 m/s
Do enunciado, temos: t 10
v  79,2 km/h  22 m/s
a  2 m/s2 480 m
39 No intervalo de 0 a 15 s:
(15  10)  10
s   125 m
2000 m 2
¨ s  1 at2 ‰ s  1  2  t2 ‰ s  t2 No intervalo de 15 s a 25 s:
« A 2
A
2
A
© 10  (10)
« sB  2 480  22t s   50 m
ª 2
sA  sB ‰ t2  2 480  22t ‰ Logo, d  125  50  75 m
t2  22t  2 480  0 ‰ t ⯝ 40
40 a) Aplicando a fórmula da velocidade média:
35 Alternativa a. s 2 520 m
Vm    14 m/s
v 04 t 180 s
a ‰a  0,5 m/s2
t 80 b)
v (m/s)
36 Alternativa a.
(5  0,5)  20 16
Do gráfico, obtemos: s   55 m
2
Como ele andou 55 m, ele pára 5 m depois do semáforo.

37 Alternativa b. 0 t t 150 t (s)

O crescimento de cada planta em um dado intervalo


de tempo é representado pela área sob o gráfico. Como A área sob o gráfico é igual ao deslocamento, então:
a área sob a curva B é maior que a área sob a curva A,
concluímos que B atinge uma altura maior que A. (180  180  2t )  16
2 520 
V 2
(cm/semana) 2 520  (360  2t)  8
B crescimento
de B 2 520  2 880  16 t
crescimento 16 t  360 ‰
A
de A
360
t   22,5 s
0 t0 t1 t2 t (semana) 16

RESOLUÇÃO 163
41 a) v  v0  at 48 Alternativa e.
‰ a  3 m/s2
30  0  ax10 v2  v02  2gs ‰ 0  302  2  (10)s
900
b) v (m/s) v (m/s) s 
20
30 30 s  45 m

d
d 49 Alternativa d.
Tomando o solo como referencial:
0 10 t (s) 0 10 t (s)
s  s0  g t2
A distância percorrida é igual à área delimitada pela 2 2
£ ¥
curva e pelo eixo t entre 0 e 10 segundos. Portanto, a 0  80  g ² 4 ´
distância d é menor do que d. 2 ¤ 20 ¦
g  4 000 cm/s2
42 Alternativa d.
⬖ g  40 m/s2
Do gráfico, temos:
v0  0, a 0, s0  1 m 50 Alternativa b.
Quando t  2 s, v  0 (o ponto material muda de sen- vB2  vA2  2gs
tido) 502  102  2  10  s
2 500  100  20 s
43 a) Falsa, pois v  0 e a 0 (retardado)
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

20s  2 400
b) Verdadeira, pois, v 0 e a 0 (acelerado)
s  120 m
c) Verdadeira, pois, v 0 e a  0 (retardado)
d) Falsa
51 01 – Verdadeira, pois na altura máxima o corpo o
e) Verdadeira
sentido de movimento, isto é, v  0.
02 – Falsa, pois o movimento é uniformemente retar-
44 V0  2 m/s
dado.
No intervalo de tempo 0 a 2 s, o móvel possui acelera- 04 – Verdadeira.
ção 4 m/s2 no intervalo de tempo 2 s a 4 s, 2 m/s2.
08 – Falsa, pois a aceleração é constante e igual a g.
a) Para t  4 s, temos: 16 – Verdadeira,, pois vsubida  vdescida (a menos do si-
v  v0  at v  v0  at nal) ao passar pelo mesmo ponto.
v  2  4  2  10 m/s v  10  2(2)  14 m/s Logo: 01  04  16  21 (resposta 21)
b) x (m)

14
52 A altura máxima ocorre quando t  51. Essa altura
é dada pela área do triângulo:
10
bh 5  20
A ‰ h  50 m
2 2
2
53 Alternativa d.
0 2 4 t (s)
Os corpos em queda livre sofrem a mesma aceleração
45 Alternativa a. (g) independente de suas massas. Sendo assim, não
há fundamentação física na propaganda.
v2  v02  2gs ‰ v2  02  2  10  20
v2  400
54 Alternativa c.
v  20 m/s
A altura máxima atingida pela bola é:
v2  v02  2gs ‰ 0  152  20s
46 Alternativa a.
s  11,25 m
A aceleração de queda é a própria aceleração da gra-
vidade. Podemos imaginar a bola caindo de 11,25 m.
v2  v02  2gs
47 Alternativa b. v2  0  20  1,25
v  v0  gt ‰ v  30  10  2 v2  25
v  10 m/s v  5 m/s

164 RESOLUÇÃO
55 Alternativa d. 60 Alternativa c.
Em queda livre de 1,0 s, o pára-quedista percorre uma 1
AB‰
g 2
altura h  t , isto é, h  5  1 ‰ h  5 m, e adquire 1 d2  12  12 ‰ d  2
2
d
velocidade v  gt, ou seja, v  10  1 ‰ v  10 m/s.
Assim, terá que percorrer a distância restante, de
300 m, com velocidade constante de 10 m/s. 1
Portanto, de h  vt, concluímos que 300  10  t, logo: ABC‰
t  30 s
d 1
d1
56 Dado: hmáx  2,5 m
Representando a situação para uma bola:
1
Sendo o movimento variado,
podemos escrever: A  B  C  D  0 (polígono fechado)

v2  v02  2gs ‰
@
g
61 Alternativa a.
2,5 m

0  v02  2g  Hmáx A
Fazendo as projeções do vetor x , encontramos 7 uni-
v02  2  10  2,5 ‰ dades no eixo x e 4 unidades no eixo y.
v0  50 m/s
Devemos encontrar 2 vetores nos quais as projecções
nos eixos x e y, quando somadas, apresentem estes

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Determinando o tempo de subida: resultados.
v0
v  v0  gt ‰ 0  v0  g  ts ‰ ts 
g @
by
50 5 2
ts    0, 5 2 s @ A A
10 10 b a  b x  7 unidades
Como os tempos de subida e de descida são iguais, A
b y  4 unidades
temos: @
by A A A
ttotal  ts  td  2 s Logo: x  a  b

57 Alternativa e. @
a
O objeto tem a mesma velocidade do balão. Logo:
1 2
s  s0  vot  gt
2
2
0  75  10t  5t
62 O passageiro sentado na janela do trem, observa a
t2  2t  15  0 ‰ velocidade relativa de queda das gotas, ou seja:
A A A
28 t  5 s vRel.  vC  v T
t
2 t  3 s (não serve) Representando os vetores:

@ @
58 v  v0  gt ‰ v  0  10t ‰ v  10t VT VT
1 2 1
s  s 0  v0t  gt ‰ s  0  0   10  t2 @
@
2 2 VRel. by
s  5t2
a) O tempo gasto para atingir a velocidade v  300 m/s é:
v  10t ‰ 300  10t ‰ t  30 s
63 Alternativa b.
b) s  5t2 ‰ s  5  302 ‰ s  5 900 ‰ s  4 500 m
ou 4,5 km A composição de movimentos em questão pode ser
expressa por:
59 Alternativa b. @
P 400 m Vo/r
2 2 2 @
d  400  300 Vp/o

300 m d2  160 000  90 000


d Q P
d 250 000
Q d  500 m A B

RESOLUÇÃO 165
A
v0/r : velocidade do ônibus em relação à rua III – Falsa. A aceleração da gravidade atua em qual-
A quer ponto da trajetória.
vp/0 : velocidade do passageiro em relação ao ônibus
A A A IV – Verdadeira. No ponto mais alto da trajetória temos
vp/r  vp/0  v0/r vy  0 (o corpo inverte o sentido do movimento).
@ @
Vp/o Vp/r A
Como 兩 vp/0 兩  v2 e 69 Alternativa c.
A
@ 兩 v0/r 兩  v1 , Na altura máxima vy  0:
Vo/r
vR  v2y  v2x ‰ vR  vx  v0  cos 
a velocidade do passageiro em relação a qualquer pon-
A vR  50  cos 60°  50  0,5  25 m/s
to da rua será: 兩 vp/r 兩  v1  v2
70 Alternativa a.
64 Alternativa b.
voy vo  72 km/h  20 m/s

@
VR vR2  72  42 ‰ vR  65
30°
7 m/s
vR ⯝ 8 m/s vox

v0  72 km/h  20 m/s
4 m/s 1
v0y  v0 sen 30°  20   10 m/s
2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

65 Alternativa d. Funções horárias: ¨ vy  10  10t


© 2
ª y  10t  5t
O
Na altura máxima vy  0. Logo:
Vb VR 2 km 0  10  10t ‰ t  1 s

Substituindo:
Vc  6 km/h
1 y  10  1  5  12 ‰ y  5 m
t  15 min  h
4
1 vox  4 m/s
s  v R t ‰ 2  vR  71
4
vR  8 km/h
voy
v2b  v2R  v2C ‰ v2b  82  62
vb  100 60°

vox
vb  10 km/h
1
66 Alternativa a. v0x  8  cos 60°  8   4 m/s
2
Como a partícula executa movimento circular e unifor- 3
me, a mesma possui aceleração centrípeta (circular) e v0y  8  sen 60°  8   4 3 m/s  6,8 m/s
2
não possui aceleração tangencial (uniforme).
Funções horárias: ¨ x  4t
«
67 Alternativa a. © vy  6,8  10t
« 2
P 3m ª y  6,8t  5t
d 2  32  4 2 ‰ d  25 ‰ d  5 m 01 – Falsa, pois vy  0.
4m d 5 0  6,8  10t ‰ t  0,68 s
d vm    1 m/s
t 5
02 – Verdadeira: v0x  4 m/s
Q
04 – Verdadeira, pois y  10 m/s2
68 Alternativa c. 08 – Falsa. Se y  6,8  0,68  5  (0,08)2
III – Falsa. No ponto mais alto temos vy  0 ‰ vR  vx. 4,624  2,312  2,312 m.
III – Verdadeira. Podemos escrever as componentes 16 – Verdadeira
A
retangulares do vetor v0 como v0x  v0  cos  e v0y  v0
sen . Logo: 02  04  16  22

166 RESOLUÇÃO
72 vy  0 v20
Hmáx A 2g v20 2g
Portanto,    4
P HmáxB v20 2g v20
v  10 m/s Hmáx 4 4
2m 2g
60°

74 Alternativa e.
Determinando os componentes retangulares do vetor v : Sendo:
v0x  v0 cos   10  cos 60°  5 m/s 3v v
A A v0x  v cos 30°  e v0y  v sen 30° 
2 2
v0y  v0  sen   10  sen 60°  5 3 m/s
B A v0x  v cos 41°  2 ve
Determinando a altura máxima atingida: 2
v0y  v sen 45°  2 v
v2y  v20y  2gs ‰ 0  ( 5 3 )2  20  Hmáx
2
Hmáx  3,75 m v 3
C A v0y  v cos 60°  e v0y  v sen 60°  v
2 2
A variação na altura da bola da altura máxima, até o
ponto P, será (3,75  2) m  1,75 m III – Verdadeira. Como a menor velocidade vertical é a
de A, ela permanecerá menos tempo no ar.
v2y  v20y  2gs ‰ v2y  0  20(1,75) ‰ vy  35 m/s v 0y
vy  0 ‰ 0  v0y  yt ‰ t 

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
g
Portanto, a velocidade da bola no ponto P, será:
III – Verdadeira. x  v0xt ‰
vR2  v2x  v2y ‰ vR2  52  ( 35 )2 ‰ vR2  25  35 v
¨ 3 2 3 v2
vR  60 ⯝ 7,75 m/s « A A xA  v 
« 2 g 4g
«
P vx  5 m/s « 2 v
« 2 2 2v2
© B A xB  v 
@
VR
vy  35 m/s « 2 g 4g
«
vy  35 m/s « 3v
«
«C A x  v  2 
3 2
ª C
2 g 4g
73
Portanto: xB  xA  xc.
@
VA Tomando como referên-
cia para a inclinação dos III – Verdadeira.Como v0y da reta A é a maior, alcançará
bocais, o solo, temos: maior altura.
@
60° VB
A  90° e B  30°
75 Vo v0x  v0 cos 10° 
Voy v0  0,98  0,98v0
10° v0y  v0 sen 10° 
A ‰ v0y  v0 sen 90°  v0 Vox
v0  0,17  0,17v0
v
B ‰ v0y  v0 sen 30°  0
2 Funções:¨ x  0,98v0t
« 2
© y  0,17v0t  5t
Para a altura máxima: vy  0 «
ª vy  0,17v0  10t
v20 y
v2y  v20y  2gs ‰ v20y  2gHmáx ‰ Hmáx  Quando y  0, temos x  7 m. Logo:
2g
¨ 7  0,98v0t 7
Na situação A: © 2
‰t
ª 0  0,17v0t  5t 0,98v0
v20
Hmáx  Substituindo:
2g 2
7 £ 7 ¥
0  0,17v0  5 ² ´
Na situação B: 0,98v0 ¤ 0, 98 v 0 ¦

v20 0  1,21 
255,1
4 v20
Hmáx  2
2g v0 ⯝ 210 ‰ v0 ⯝ 14,5 m/s

RESOLUÇÃO 167
76 Alternativa a. 78 Alternativa b.
No trecho compreendido entre o ponto A, no qual a III – Falsa. O vetor varia em direção e sentido.
moto se destaca da pista, e o ponto B, no qual a moto
III – Verdadeira. A aceleração centrípeta é constante.
se choca contra a rampa, o movimento da moto é
balístico. III – Falsa. A aceleração e o plano da tragetória são
Como a velocidade da moto ao passar pelo ponto A é coplanares.
horizontal, o movimento é um lançamento horizontal.
O lançamento horizontal é a composição de um movi- 79 Alternativa a.
mento retilíneo uniforme, com velocidade 10 m/s na A
A velocidade v é tangente à trajetória e no sentido do
horizontal, com uma queda livre. movimento.
Adotando-se os eixos como se indica na figura, as
equações que permitem determinar as coordenadas
80 Alternativa d.
da moto em um instante t são:
Dados: R  0,1 m
x  v0t ‰ x  10t (1)
f  10 Hz
1
y gt2 ‰ y  5t2 (2) 1 1 1
2 f ‰ 10  ‰T  0,1 s
T T 10
A
x 81 Alternativa c.
g
45° Dados: R  0,4 m
H
20 1
f  20 rpm  r.p.s.  Hz
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

B 60 3
C D
1
v 
R v  2 fR ‰ v  2   0,4
y 3

No ponto B as coordenadas x e y são iguais, pois o v  0, 8 m/s


3
triângulo ABC é isósceles. Logo, x  y
10t  5t2 v  0,8  3,14  0,83 m/s
3
Mas, no instante em que a moto atinge B, t  0. Logo, s  vt ‰ 200  0,83t
10  5t
t  240,96 s ou t ⯝ 4 min
t  2 s.
Substituindo-se o valor t  2 s na equação (1): 82 Vamos decompor para a roda, os movimentos:
D  20 m 1) de translação 2) de rotação
A vo A vo
77 Alternativa c. vH  v
vo
vo vo B vo
D D
B
2000 m
vo

C vo vo C
observador

Para as posições A e C da pedra, esquematizadas,


tv  ts  23 s em que: ¨ tv  tempo de vôo compondo agora seus movimentos vetorialmente e
©
ª ts  tempo de som relativamente ao solo, temos:
A vo
24
tqueda 
g
vo
2  2 000 B
tq   400  20 s

10
tqueda  tvôo  20 s
vo  0
ts  tv  23 s ‰ ts  3s C

s  v  t ‰ s  340  3 ‰ s  1 020 m
Sendo v0  90 km/h, os possíveis valores da velocida-
A  vH  tv ‰ 1 020  vH  20 ‰ vH  51 m/s ou de da pedra serão:
183,6 km/h 0  v  180 km/h

168 RESOLUÇÃO
83 I – Alternativa a. 2 R 2  10
v  2 fR  ‰ v  20 m/s
Para a rotação no sentido anti-horário, temos: T T
@
v v2 202 400
acp  ‰ acp    40 m/s2
R 10 10
@
a
86 Dado: R  20 cm  0,2 m
Determinando o nº- de pedaladas/segundo (freqüência).
Sendo o movimento uniforme (v  cte):
1
s  v  t ‰ 2 R  v  T ‰ 2 R  v 
III – A velocidade no M.C.U. é uniforme (constante), f
variando em direção e sentido, em função da acelera- v 24
f onde v   0,8 m/s
ção centrípeta, que aponta sempre na direção do cen- 2 R 30
tro da curva.
0, 8 
f  2 pedaladas/segundo  2 Hz
III – R  2 m 2  0, 2
120 voltas
f  120 r.p.m   2 Hz 87 Sendo o movimento variado, temos:
60 seg.
0 0
1 2 1
v 
R  2 fR  2  (3,14)  2  2  25,12 m/s S  s0  v 0t  at ‰ S  (0,5) (6)2  9 m
2 2
v2 25,122
a ‰a 艑 315,51 m/s2 s 9
R 2 Vm    1,5 m/s
t 6

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
84 Alternativa c.
@ 88 Alternativa b.
v
O projétil descreve linearmente uma distância 2R (diâ-
metro) no mesmo intervalo de tempo em que o corpo
2m
dá meia-volta (R), ou seja:
centro R  40 m A B
projétil corpo De (1) e (2), temos:

Svt Svt 2R
Na situação proposta um dos passageiros estará 2 m 
v

mais próximo do centro da curva que o outro, ou seja, 2R  v  t R 


R  t
podemos interpretar o movimento como o de polias
associadas ao mesmo eixo, onde
A 
B. 2R R 2
R
t (1) t (2) v
v
R
VA V V V

A 
B ‰  B ‰ A  B
RA RB 38 40 89 Alternativa b.
VA V 38 Como vA  vB, a polia B gira mais rapidamente que a
 B ‰ VA   VB
38 40 40 polia A pois RB RA. Como a polia B é acoplada à
polia na qual a mangueira é emelada, teremos
B 
P.
VA  0,95  vB
Como
é constante e v 
R a velocidade da extre-
Sendo a velocidade de B igual a 36 km/h, ou seja, midade P da mangueira é constante, isto é, sobe com
10 m/s, temos: movimento uniforme.
VA  9,5 m/s e VB  10 m/s ‰ VB  VA  0,5 m/s
90 Alternativa b.

85 Alternativa e. Dados: Roda dianteira: f  1 Hz


R  24 cm
Dados: R  10 m
t  4,0 s Roda traseira: R  16 cm
s  80 m Nessa situação, a velocidade escalar das duas rodas é
a mesma, ou seja:
Para uma volta completa, teríamos:
V1 V2 ‰
1R1 
2R2 ‰ 2 f1R1  2 f2R2
C  Z R ‰ C  2  10  20 m
1
20 m A T ¬ 1  24  f2  16 ‰ f2  1,5 Hz ‰ T 
f
­ 20  4  80  T ‰ T  s
80 m @ 4 s ® 1 2
T  s
Como a velocidade é constante, só teremos acelera- 3 3
ção centrípeta. 2

RESOLUÇÃO 169
96 Alternativa e.
DINÂMICA x  x 0  v 0t 
1 2
at
1
a4
2 2
x  2  2t  4t2
91 a) @
a
a  8 m/s2
@
R Da figura:
P R3N Se m  4 kg:
FR  m  a  4  8 ‰ FR  32 N
@
escala b

1N 97 @
@
a
FR v0  ? vF  0
1N

A A
b) Como c   R:
FR  ,  a ‰ 9  3a ‰ a  3 m/s
@ @
a b v  v0  at ‰ 0  v0  3  9 ‰ v0  27 m/s

P @ 98 Alternativa d.
c
Podemos considerar a inércia de um corpo como uma
escala forma de “medir” a sua massa e vice-versa.
1N F
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

FR  m  a ‰ m  R ou m  tg  (: ângulo de
1N a
inclinação).
Do gráfico, a reta de maior inclinação (corpo 1) indica
92 Alternativa d.
o corpo de maior massa (inércia).
FR  F12  F22  2  F1  F2  cos 60°
99 Alternativa e.
FR  82  92  2  8  9  0, 5
O esforço será menor, pois a aceleração gravitacional
FR ⯝ 14,7 N 1
da Lua corresponde a cerca de da encontrada na
6
93 Alternativa e. Terra.
F F
2 F 2 
2 100
F
1
@
F 2 F
F1,2 2
@ F2,1
FR
F

A aceleração tem a mesma direção e o @ Corpo 1: F  F2 ,1  m1  a


a
mesmo sentido da força resultante. Logo:
Corpo 2: F1,2  m2  a ()

94 Alternativa d. F  (m1  m2) a


III – Da 2ª- Lei de Newton, a aceleração sempre tem a 10  (4  1)  a
mesma direção e o mesmo sentido da força resultan- m
10  5  a ‰ a  2
te. (V) s2
III – FR  m  a ‰ FR  3,0  2,0 ‰ FR  6,0 N (V) F1,2  F2,1  m2  a ‰ F1,2  1  2  2 N
III – FR  FR12  F3 ‰ FR12  FR  F3  6,0  4,0 A
a) F1,2 ‰ Módulo: 2 N
FR12  10,0 N (V)
Direção: horizontal
95 Alternativa b. Sentido: da esquerda para a direita
Observando a tabela, verificamos que a velocidade A
varia de 2 m/s a cada segundo. Logo, a  2 m/s2. b) F2,1 ‰ Módulo: 2 N
Como m  0,4 kg: Direção: horizontal
FR  m  a ‰ FR  0,4  2 ‰ FR  0,8 N Sentido: da direita para a esquerda

170 RESOLUÇÃO
101 movimento 104
3 2 1 @ T T T aA  2aB
T2 T2 T1 T1 F T T
A

PA 2T
F  T 1  m1  a
T 1  T 2  m2  a 2T
T 2  m3  a
B
F  (m1  m2  m3)  a
F  (10  103  10  103  10  103). PA
3
F  30  10  2  60 000 N
a) Como mB  2 mA, o corpo B desce e o A sobe,
Tensão na barra que une os corpos (1) e (2):
T  PA  mAaA ‰ T  45  4,5  2a
F  T 1  m1  a ‰ F  m 1  a  T 1
PB  2T  mBaB ‰ 120  2T  12  a
60 000  10 000 (2)  T1 ‰ T1  40 000 N
¨ T  9a  45 ‰ T  45  9a
T1  40  103 N ©
ª 2T  12a  120
102 Alternativa a. Resolvendo o sistema:
2(45  0a)  12a  120
v (m/s)

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
90  18a  12a  120
24 30a  30
a  1 m/s2
12
Portanto, aA  2 m/s2 e aB  1 m/s2
0 3 6 b) T  45  9a A T  45  9 A T  54 N

Do gráfico, temos: 105


v0  0

v 24  0 a) v  v0  gt
a   4/ms2
t 60 v  0  10  (12)
2s
PA  T  mA  a ¬ 10  mA  (mA  m v  20 m/s
­ g  10 m/s2
T  mB  a ® 6mA  4mB
1,5  mA  mB
b)
103 Dados: me  1 000 kg a  0,5 m/s2
mc  500 kg T TPma
ac  0,5 m/s2 T  m  a  mg
g  10 m/s2 a  0,5 m/s2 T  m(a  g)  120(0,5  10)
a) Representando as forças sobre a caixa: T  1 260 N
P  mg
F

ac  0,5 m/s2 106 Vamos calcular a aceleração em cada intervalo de


tempo:
Pc
0  6s
30 3
F  Pc  m c a c ‰ F  mcg  mc a c a   0,5 m/s2
60 6
F  500  10  500  0,5 6 s a 12 s
F  5 250 N
v  constante a  0
b)NA  Pe  Pc A NA  (me  mc)g A 12 s a 14 s
NA  (100  500)  1 03 3
a   1,5 m/s2
NA  15 000 N 14  12 2

RESOLUÇÃO 171
a (m/s2) Como o mesmo deve ser acelerado com 1,2 m/s2, de-
vemos orientar a FII para cima, para que diminua a ace-
0,5 leração do corpo.
Px  FII  m  a ‰ FII  Px  m  a
0 6 12 14 t (s)
1
FII  500   50  1,2 ‰ FII  250  60  190 N
2
1,5

109 Alternativa a.
T Sabemos que o movimento de um corpo deslizando,
subindo ou descendo, num plano inclinado sem atrito
g  10 m/s2 é do tipo uniformemente variado. Portanto, o gráfico
da velocidade em função do tempo é uma reta não-
paralela ao eixo t.
P
No trecho de descida, o movimento é acelerado, e a
velocidade é crescente. Na subida, é retardado, e a
0 a 6 s: P  T1  m  a ‰ 104  101  T1  104  0,5 velocidade é decrescente.
T1  104(10  0,5)  9,5  104 N No trecho horizontal, o movimento é retilíneo uniforme.
0
6 a 12 s: P  T2  m  a ‰ P  T2 Portanto, desprezando as variações de aceleração nos
4 trechos correspondentes às concordâncias da pista,
T2  10  10 N
concluímos que o gráfico que melhor descreve a velo-
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

12 a 14 s: P  T3  m  a cidade em função do tempo é o que corresponde à


alternativa A.
104  10  T3  104(1,5)
T3  104(10  1,5)
110 Alternativa a.
T3  11,5  104 N
Supondo-se a trajetória orientada de A para B com
107 Alternativa d. origem no ponto A, tem-se que, nas condições do enun-
ciado do problema:
Para o elevador em repouso:
• nos trechos AB e CD, as acelerações escalares da
P  600 N ‰ 600  m  10 partícula são constantes e de valores absolutos iguais:
a  1 m/s2 m  60 kg
兩 a 兩  8 m/s2, sendo positiva no trecho AB e negativa
Paparente  m  aR ‰ no trecho CD;
Pap  m(10  1) • nos trechos BC e DE, a aceleração escalar da partí-
ai  1 m/s2
Pap  60  11  660 N cula é nula.

p 111
(1) (2)

108 Alternativa a. x

@ @
h
N FI @
FII 30°

@
Px Na situação (1), temos:
@ 0 0
Py 1 2
s  s0  v0t  gt
2
30°
1 2 2h
h gt ‰ t1 
2 g
II – FI  Px  m  a A FI  m  a  Px
FI  50  1,2  50  10  sen 30° Na situação (2), temos:
FI  60  250  310 N h 1 h
sen 30°  ‰  ‰x2h
II – Se o bloco desliza para baixo, livre de qualquer x 2 x
força F g
a  g  sen  ‰ a  g  sen 30° ‰ a 
a  g  sen  ‰ a  5 m/s2 2

172 RESOLUÇÃO
1 2
s  s0  v0t  at Dados:
2
m(A)  6,0 kg
1 g 2 2 2h m(B)  4,0 kg cos   0,8
2h   t ‰ 8 h  gt ‰ t2  2
2 2 g m(C)  10 kg sen   0,6
t 1
Portanto, 1  . A T  FB,A  PAx  mA  a
t2 2
B FA,B  pBx  mB  a
112 a) C P c  T  mc  a ()
N
Pc  PAx  PBx  (mA  mB  mc)a
60°
F Py F 100  60  sen   40  sen   20  a
fat fat
100  36  24  20  a
Px
40  20  a A a  2 m/s2
P
P
60° 60° Portanto, a FA,B será:
FA,B  mB  a  PBx A FA,B  4  2  40  0,6  32 N
P: peso da parte móvel ¨«Px: componente horizontal
© de P 115 Alternativa c.
«P : componente vertical de P
ª y I – Na iminência de movimento, F1  fat estático má-
N: reação normal do apoio xima. Em movimento uniforme, F2  fat cinético. Como

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
F: força aplicada pela pessoa fat estático máxima é maior que fat cinético, F1  F2. (V)
Fat: força de atrito dinâmico entre as superfícies II – fat máx.  c  N  0,30  20  10 ‰ fat  60 N (para
esquerda) (F)
b) Aplicando a 2ª- Lei de Newton e observando que a III – Nessas condições, o corpo permanece em repou-
velocidade da parte móvel é constante, obtemos: so. (F)
F  Px  fat ‰ F  P  sen 60°  d  1  cos 60° IV – Se F  60 N, a fat estático máxima é:
F  100  10  0,86  0,10  100  10  0,50 fat máx. e  N  60 N (V)
F  910 N
116
113 5 kg 5 kg
a) @ movimento
N @ @
T @ fat
@ I T
PIx v0  10 m/s v0
30° II
@ 20 m
PIy
@ @ • plano liso: s  v0t ‰ 100  v0  10 ‰ v0  10 m/s
30° P PII
• plano rugoso: FR  m兩 a 兩 ‰ fat  m  兩 a 兩
¨ mI  2 kg ¨ PIx  PI  sen  Mas:
© ©
ª mII  3 kg ª PIy  PI  cos  v2  v20  2as ‰ 02  102  2  兩 a 兩  20 A
兩 a 兩  2,5 m/s2
b) a  4 m/s2
I T  PI x  m I  a ‰ Logo:
fat  5  2,5 ‰ fat  12,5 N
T  mI  a  PIx ‰ T  2  4  20  sen 30°
T  8  10  18 N
117 A “aceleração” do caminhão é dada pelo gráfico:
v  v0 0  10
114 Alternativa b. 兩 ac 兩   A 兩 ac 兩  4 m
t 3,5  1,0
A máxima “aceleração” que a caixa suporta para que
movimento não deslize é dada por:
fat  m 兩 a 兩 A N  m 兩 a 兩
T T mg  m 兩 a 兩
A B
FA,B 兩 a 兩  g
FB,A C
PAx
PBx 兩 a 兩  0,30  10
Pc 兩 a 兩  3 m/s2
 Como 兩 ac 兩  兩 a 兩, a caixa desliza.

RESOLUÇÃO 173
118 Alternativa c. 120 Alternativa c.
A fat
fat T A,B
B
movimento fat fatA,B  NA  P
A,B
F
fat B
T A,C fatB,C  NA  B  2P  2 s
fat
B,C
A
fat C
C,
PB
No corpo B, se a  0:
A: T  fatA  mA  a
F  fatA,B  fatB,C  0 ‰ F  P  2 P  0
B: PB  T  mB  a ()
PB  fat  (mA  mB) a F  3 P

mB  g  NA  (mA  mB) a 1
F3 P
2
2  10   mA  g  (mA  mB)  a 3P
F
2
20  0,5  3  10  (3  2) a
121 Alternativa d.
20  15  5  a A fat
1

a  1 m/s2 fat
1
1 2 F
at
s  s0  v 0t  B
2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

1
s00  1  22 fat
2
2
s2m fat1  NA  PA  0,25  20  5 N
fat2  NA  B  (PA  PB)  0,25(20  40)  15 N
119 No esquema estão inicadas as forças que agem
sobre os corpos. No corpo B, se a  0:
F  fat1  fat2  0 ‰ F  5  15  0
corpo A: N1  mg
F  20 N
T
fat1  0,2 mg 122 Alternativa a.

PA  mg As forças que agem no corpo B são:


@
fat Como o corpo B, de acordo com o enun-
N2 ciado, não cai:
carrinho: @
N
fat1  0,2 mg B fat  PB (1)
Sabendo que o atrito é:
@
PB  N  fat (2)
N1 PCAR  4 mg

Substituindo (1) em (2), temos:


corpo B: T  N  PB ‰  N  mB  g (3)
Aplicando-se a equação fundamental para a horizontal:
N  mB  a (4)
PB  mg
Substituindo (4) em (3) e fazendo as devidas substituições,
g 10
a) Aplicando a Equação Fundamental da Dinâmica para  m B  a  mB  g ‰ a  ‰a ‰
0, 4
o carrinho, obtemos: a  25 m/s2
F R  m c  a1 Portanto, a mínima aceleração pedida é: a  25 m/s2.
2
0,2 mg  4 m  a1 ‰ a1  0,5 m/s
123 Alternativa c.
b) Aplicando a Equação Fundamental da Dinâmica para
cada um dos corpos que constituem o sistema, obtemos: m  200 g  0,2 kg @
R
A ⬊ T  0,2 mg  m a2 a  4,0 m/s2
B ⬊ mg  T  m a2
@
0,8 mg  2 m a2 ‰ a2  4 m/s2 P

174 RESOLUÇÃO
@
FR  m  a ‰ P  R  m  a 127 N
@
R  mg  ma fat
R  m(g  a) @
Px
R  0,2(10  4) @
4m
Py
R  0,2  6
30°
R  1,2 N
12 m

Para que o homem não escorregue, devemos ter (no


124 Alternativa c.
mínimo):
A condição para que a velocidade de cada uma das
Fat  Px ‰  N  mg sen 
esferas seja constante é que a força peso seja equili-
brada pela resistência do ar.  mg cos   mg sen 
FA  PA (1) e FB  PB (2) sen 
 ‰  tg 
cos 
KVA2  mAg (3) e KVB2  mBg (4) 4 1
 tg   
12 3
Dividindo-se a expressão (3) pela expressão (4): 1
 艑 0,33
3
KVA2 mA g O piso que deve ser usado é o que apresenta  0,33,

KVB2 mBg ou seja, o piso 3 que é o de menor custo.
Como mA  2 mB:
128 Alternativa e.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
2
£ VA ¥ VA Representando as forças no corpo quando ele sobe:
² V ´ 2 ‰ V  2
¤ B ¦ B Como o movimento é retilíneo e uniforme FR  0.
N F  70 N
125 Se houver areia entre as rodas e o piso, as rodas
jogarão a areia para trás. O deslocamento do automó-
vel para frente ocorre porque as rodas ao empurrarem Psen 37°
Pcos 37°
o chão para trás, sofrem a reação do chão que exerce
uma força de atrito para frente. fat

37°
fat
P sen 37°  fat  F
fat 50  0,6  fat  70
fat  40 N
Portanto, a força de atrito produz o deslocamento do
carro. Marcando agora as forças no corpo quando ele é em-
purrado para baixo:
N fat
126 Alternativa c.

Psen 37°
@ N Pcos 37°
Fat F

@
@
Px
Py 37°
pla @
no fat Estando também em M.R.U., FR  0.
P sen 37°  F  fat
solo solo
50  0,6  F  40
A distância entre duas gotas sucessivas no plano hori- F  10 N
zontal é cada vez menor, indicando que o carro estava
sendo freado. 129 Alternativa c.
A distância constante no plano inclinado indica que a P2  m2  g  76,10 ‰ P2  760 N
velocidade do móvel era constante, ou seja: Px  fat  P1x  m1  g  sen 30°  100  10  0,5 ‰ P1x  500 N
0 ‰ Px  fat fat   m1g  cos 30°  0,3  100  10  0,86 ‰ fat  258
Portanto, havia uma força de oposição ao movimento Como P2  P1x  fat, o bloco m1 sobe o plano acele-
na descida do plano. rando.

RESOLUÇÃO 175
130 Alternativa a. 134 a)
Quando se suspende em P 2 um corpo de massa
13,2 kg, o bloco está na iminência de movimento para
cima. Nessa situação, temos o seguinte esquema de
trajetória
forças: @
v
N T  Pa

b) Ela descreverá um MRU.


mg sen A pedra tem velocidade tangencial ao raio da circunfe-
mg cos rência.
fatmáx
135 a) O prego gira em torno do eixo com velocidade
Do equilíbrio, temos: 60
angular
 2 f  2  3   6 rad/s e raio igual a
fatmáx  mg  sen  P2 60
fatmáx  10  10  0,6  13,2  10 0,25  0,10  0,35 m.
máx
fat  72 N A intensidade da força pedida é igual à intensidade da
componente centrípeta da resultante agente no prego:
Quando suspendemos a massa em P1, para que o blo-
F  RC  mp
2r  0,020  62  0,35 ⬖ F  0,25 N
co fique na iminência de movimento para baixo, temos
o seguinte esquema de forças:
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

N
fatmáx
0,35 m 0,50 ⬊ 2

mg sen 0,10 m
mg cos

T  P1

Do equilíbrio, temos:
P1  mg  sen  fatmáx b) Para que as forças horizontais agentes no rotor se
m1  10  10  10  0,6  72 ‰ m1  1,20 kg equilibrem:
r
m p
2r  M 0
2R ‰ M 0  m p
131 Alternativa c. R
Da situação II: 0,35
Logo M0  0,020 ⬖ M0  0,07 kg
0,10
F  kx ‰ 9  k(3  2)
k  9 N/cm c) Para que duas forças se equilibrem, devem ser co-
lineares. Assim, o ponto D0, o centro de rotação e a
Da situação III:
posição do prego devem estar alinhados.
F  kx ‰ P2  9  (4  2)
P2  18 N

132 Alternativa a. P P
A força elástica é sempre de restituição, ou seja:
C C
DO
DO
@
g
@
v @
Fc

136 Alternativa a.
@
P Dados: R  100 m
133 Alternativa b. Fcp  P
Como o corpo executa movi- @
a mv2
mento circular com velocidade @ Fcp  P ‰  mg ‰ v  Rg ‰ v  100  10
@ v R
constante, temos: R
v ⯝ 31,6 m/s

176 RESOLUÇÃO
137 Alternativa e. @
NB
centro da
curva B
@
r Supondo-se a curva plana e numa su- PB @
r RCB
perfície horizontal: @
Rc RCA @
r
v Rc  A NA

A
@
PA
A velocidade máxima permitida na curva pode ser cal-
culada por: As equações pertinentes ao estudo do movimento são:
2
vmáx ¨ v2A
m   N « N  mg e • RcA  m  aCA  m 
r © r
«  N  atrito máximo
ª vB2
• RcB  m  aCB  m 
2 m r
Então: vmáx  gr ⯝ 24, 5 • vA  vB (ponto A apresenta uma altura menor que B)
s
Como o automóvel entra na curva com velocidade Conclui-se então que:
m • A afirmação I está incorreta, pois a resultante no ponto
v  30 , ele derrapa. Portanto:
s A é vertical e para cima
• afirmação I: falsa; • A afirmação II está correta, pois, se vA  vB, então
• afirmações II, III e IV: corretas. R cA  R c B .

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
• A afirmação III está correta, pois, se a RcB é para bai-
138 Alternativa e. xo, então PB  NB.
mv2 m  ( a fR )2
Fe  A kx  141 Alternativa e.
R R
kx  m  4  2  f2  R Nas duas situações, a massa e consequentemente o
peso são os mesmos. Já a tração no fio dependerá da
k  0,02  1  4  2  302  1 seguinte relação:
k  1,8  105 2 N/m

139 De acordo com o enunciado:


situação 2 @
T
@
N

FR  234 N FR  954 N
@
@ @ P
@ P P
N
FR  Fcp  T  P ‰ T  Fcp  P
situação 1 2
T  mv  mg, sendo m, g e R constantes, a tração
Fcp  N  P Fcp  N  P R
dependerá da velocidade.
Substituindo os valores:
P1  P 2 e T 2  T1
234  N  P
954  N  P 142 gH  AgT
Resolvendo o sistema: L
TTerra  2
N  594 N e P  360 N gT

P  mg ‰ 360  60 g ‰ g  6 m/s2 L L
Thip.  2  2
gH 4gT
140 Alternativa e.
Na figura estão assinalados as forças que agem no 1
corpo nos pontos em questão, bem como a sua resul- Tterra gT 4gT
  2
tante centrípeta (cuja direção é radial e cujo sentido é ⬖ Thip. 1 gT
para o centro da curva descrita). 4gT

RESOLUÇÃO 177
143 Alternativa c. III – Verdadeira, pois a aceleração existe e é constante,
porque a força resultante é de 20 N, gerando uma ace-
Como o período é dado por T  2 ᐉ , o pêndulo B leração de F  ma ‰ 20  4  a ‰ a  5 m/s2.
g
IV – Verdadeira, pois o trabalho total pode ser encon-
e o pêndulo D possuem o mesmo período; logo, a trado pela soma dos trabalhos parciais, ou seja:
mesma freqüência.
†total  †F0  2  †F2  4  †fat0  4 ‰
†total  80  40 (80)  40 J
144 Alternativa c.
Em dias quentes há dilatação do fio do pêndulo (Lquente
 Lfrio). 150 Alternativa e.
v  v0  at ‰ 50  20  a  10
145 a  3 m/s2
01 – Verdadeira, pois k  2 . 1 2 1
s  v0t  at ‰ s  20  10  3  102
02 – Falsa, pois T é inversamente proporcional a g. 2 2
s  350 m
1 †  F  s ‰ †  mas
2 L
04 – Verdadeira, pois T1  k   k †  2  3  350
g 2g
†  2 100 J
k L
2 g 151 Alternativa b.
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

08 – Verdadeira, pois T não depende da amplitude. V2  v20  2  g  h


1 1 32  0  20h
16 – Falsa, pois f  ‰f  0,2 Hz. 9
T 5 h m
32 – Verdadeira, pois T  2  2  4 s. 20
†p  m  g  h
Logo: 01  04  08  32  45 9
†p  2  10  ‰ †p  9 J
20
146 Alternativa a.
152 Alternativa a.
As forças só podem realizar trabalho quando possuem
†p  m  g  h
componentes na direção do deslocamento.
†p  20  10  3
Segundo o enunciado, o deslocamento é horizontal.
A A †p  600 J
Logo, tanto P quanto N não realizarão trabalho nesse
caso, já que são forças verticais e, portanto, perpendi- 153 Alternativa e.
A
culares do deslocamento d F  Pt  m  g  sen
6
sen   0,6
147 Alternativa d. 10
A velocidade é constante: F  50  10  0,6
s  s0  vt ‰ s  vt ‰ s  0,5  10  5 m F  300 N
3 †F  F  d
†  Fd ‰ †  1 200  5  6  10 J
†F  300  10  3 000 J
148 Alternativa a.
A tração no fio é sempre perpendicular ao desloca- 154 a) Representando a situação:
mento da partícula ao longo de sua trajetória. Assim, o
trabalho total será sempre nulo.

20 cm
149 Alternativa d.
I – Falsa, pois o trabalho realizado pela força F, pode 40 cm
ser calculado pela área abaixo da curva, ou seja:
Para um deslocamento de 0 a 2 m:
† n área ‰ †  40  2  80 J
II – Verdadeira, pois da mesma forma podemos cal-
cular o trabalho da força de atrito: A força que atua no sistema é a força-peso:
† n área ‰ †  20  4  80 J F  (mbalde  mágua)  g ‰ 100  (mB  mA)  10

178 RESOLUÇÃO
b) 10  0,5  mA ‰ mA  9,5 kg 158 Alternativa c.
Determinando a constante elástica da mola: A aceleração do carro é dada pelo gráfico com o coe-
F  kx ‰ 100  k  0,2 ‰ k  500 N/m ficiente angular da reta.

Determinando o trabalho realizado: v 30  0


a  ‰ a  3 m/s2
t 10  0
k  x2 500  (0,2)2
† A†  10 J A velocidade média nesse intervalo de tempo é de
2 2
v 0  vF 0  30
155 Alternativa e. vm  ‰ vm   m/s
2 2
2 430 km2 Logo, a potência média nesse intervalo é dado por:
Tucuruí p   0, 57
4 240 MW
Pm  F  vm A Pm  m  a  v m
2
4 214 km Pm  1 000  3  15
Sobradinho p   4,01
1 050 MW Pm  45 000 W
1 350 km2
Itaipu p   0,10
12 600 MW 159 Alternativa d.
m m
1 077 km2 d ‰ 103  ‰ m  6  103 kg
Ilha Solteira p   0, 33 v 6
3 230 MW
† mgh 6  103  10  4
1 450 km2 P0t  ‰ P 0t   
t t 10  60

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Furnas p   1,10
1 312 MW
400 W  0,4 kW
O maior prejuízo ambiental (p) corresponde, portanto,
à usina de Sobradinho.
160 Dados: m  800 kg
t  1 min  60 s
156 Alternativa c.
Podemos determinar o trabalho realizado em qualquer Podemos determinar o trabalho realizado calculando
um dos testes através da expressão: †  m  g  h a área sob a curva.
n
I – †  mgh  1 000  20  10  2  105J A †  área  60 J

† 2  10 5  2  104 W Determinando a potência desenvolvida:


P 
t 101 † 60
P ‰P 1W
5
II – †  mgh  2 000  10  10  2  10 J A t 60

† 2  10 5 161 Alternativa b.
P   104 W
t 2  101
† mgh
III – †  mgh  3 000  15  10  4,5  105J A P 
t t
† 4, 5  10 5 120  10  6
P   1,5  104 W P ‰ P  360 W
t 3  101 20
IV – †  mgh  4 000  30  10  12  105J A
162 Alternativa e.
P † 12  10 5  12  103 W
 kg
t 102 Dados: taxa  3,0
s
m
157 1(c). 5,58 m/s  3,6  20,09 km v  4,0
s
h
Determinando a força aplicada:
2(c). Há transformação de energia química, provenien-
te dos alimentos, em energia cinética e térmica. m  v m kg
Fma onde:  3, 0 e
t t s
3(c). A água funciona como líquido refrigerante do sis-
tema. v  4,0 m/s
† † F  3  4  12,0 N
4(c). P  ‰ 800 
t 7,565 Podemos escrever a potência da seguinte forma:
†  6  052  000 J  6  052 kJ P  F  V ‰ P  12  4  48 W

RESOLUÇÃO 179
163 Alternativa a. Consumo de O2
(ᐉ/min) A B
Dados: †total  800 J
†dissip.  200 J 2
t  10 s h
1
Podemos determinar o trabalho útil a partir da seguin-
te relação: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
t (minuto)
†total  †útil  †dissip. ‰ 800  †útil  200
†útil  600 J
Área assinalada: ( A  B )  h
Determinando o rendimento: 2
A área assinalada representa o excesso de consumo
†útil 600 de O2.
 A  75%
† total 800
11  9
Excesso de consumo de O2:  1  10ᐉ
2
164 Dados: L  15 m A Determinando a altura: Como cada litro corresponde a 20 kJ, obtemos a quan-
  75 degraus tidade de energia utilizada a mais: 200 kJ.
  30°
167 a) Devido ao fato de as folhas parecerem predo-
15 m
minantemente verdes quando iluminadas pela luz do
h A h  7,5 m Sol, difundem o verde e absorvem as outras cores.
Assim, a faixa de freqüência do espectro da luz solar
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

30°
de menor absorção de energia está entre 5,2  1014 a
a) Determinando o trabalho da força-peso: 6,1  1014 Hz.
†  mgh A †  80  10  7,5 A †  6 000 J b) Como 20% da radiação incidente, 200 W/m2, é apro-
veitada na fotossíntese e a área da folha exposta ao
b) Determinando a potência:
sol é de 50  104m2, temos:
† 6 000 200 W –––– 1 m2 ⬖P1W
P AP  200 W
t 30
P –––– 50  104m2
c) Determinando o rendimento:
Em 10 minutos, a energia absorvida será:
Pútil 200 ABS  P  t
 A  50%
Ptotal 400
ABS  1  10  (60)
ABS   600 J
165 Alternativa a.
A queima do combustível ocorre no motor representa- 168 Considerando-se a trajetória retilínea:
do pelo diagrama abaixo:
a) A aceleração (A) do ciclista logo após ele deixar de
pedalar pode ser obtida pelo gráfico.
Pdissipada  56,8 kW
v 4, 5  5
A  ⬖ A  0,25 m/s2
t 2
Ptotal  71 kW b) A força de resistência horizontal total FR, logo após
Pútil  14,2 kW o ciclista parar de pedalar, coincide com a resultante
das forças atuantes. Aplicando-se o Princípio Funda-
MOTOR DE
mental da Dinâmica:
COMBUSTÃO
FR  m兩 A 兩  90  兩 0,25 兩 ⬖ FR  22,5 N

A fração dissipada de energia é: c) Durante o intervalo de tempo (1/2h  1 800 s) no


qual a velocidade é constante, temos:
Pdissipada 56, 8
  0, 8 1) s  v  t  5  1 800  9 000 m
Ptotal 71
2) A resultante é nula (Princípio da Inércia).
Portanto 80% da energia são dissipados.
兩 †F 兩  兩 †FR 兩  FR  s  22,5  9 000
⬖ †F  202,5 kJ
166 Alternativa c.
Do enunciado, a eficiência () do organismo do ciclista é:
Na figura estão indicados o consumo de O2 que ocor-
reria se o jovem se limitasse a andar (A) e o consumo †F † 202, 5
 ‰E F  ⬖ E  900 kJ
de O2 que realmente ocorreu (B). E  22, 5  10<2

180 RESOLUÇÃO
169 Em cada segundo, a potência fornecida pela que- Substituindo-se (2) em (1) e fazendo-se as respectivas
da d’água (Pf) é dada por: substituições algébricas:
† mgh 106  10  100 mC  g  mA  g   mB  g  (m A  mB  mC)  a
Pf     109 W, e a po-
t t 1 5,5  10  2  10  0,2  5  10  (2  5  5,5)  a
tência recebida pela turbina (Pr) será: a  2 m/s2
Pr  700 000 kW  7  108 W. Logo, a potência dissi- Utilizando-se a equação de Torricelli entre os pontos X
pada (Pd) será: e Y:
Pd  Pf  Pr  1  109  7  108  3  108 W. v2y  v2x  2  a  s ‰ v2y  0,52  2  2  0,25
Esta perda corresponde a 30% da energia recebida. O v2y  1,25
que pode ser calculado através de uma regra de três Como a velocidade escalar em todos os corpos é a
simples: mesma,
1. 109 W – 100% 1 1
EAC  mA v2y   2  1,25 ⬖ EAC  1,25 J
3. 108 W – Pd A Pd  30% 2 2

170 Alternativa a. 172 Alternativa e.


A
Dados: mB  mc Durante o deslocamento s, o trabalho da força F
pode ser calculado nas formas:
vB  2  v c
Comparando a energia cinética dos dois corpos: • †AF  F  s cos 0° ‰ †AF  F vt

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
1 0
EcB  mB  vB2 A • †AF  †A
N  †P  0 ⬖
A †AF  mgh
2
1 t
EcB   mc  (2vc)2  2  mc  v2c 
v
2 s
@
1 F
EcC   mc  v2c nível de
N h  vt
2 30° 2
referência
EcB 2  mc  v2c P
Estabelecendo a razão:  4 30°
Ec c 1
 mc  vc2
2
Então: †AF  mgvt/2.

171 Alternativa b. A variação da energia potencial gravitacional do siste-


ma foi:
0
Assinalando as forças na figura:
Ep  Epf  Epi ⬖ Ep  mgh  mgvt/2.

NB Portanto, as afirmações I, II e III estão corretas.


T2 T1
B
X Y t
v

PB s
@
T2 0,25 m T1 F
N h  vt
nível de 30° 2
A C referência
P
PA 30°
PC

Aplicando o princípio fundamental para os três corpos 173 Alternativa c.


e somando-se as equações:
1 1
P C  T 1  mC  a † mv2  mv20
2 2
T 1  T 2  A  mB  a 1
Fd mv20
T 2  PA  m A  a 2
PC  PA  A  (mA  mB  mC)  a 1
F  0,5    100  102
mC  g  mA  g   NB  (mA  mB  mC)  a (1) 2

Como a aceleração do corpo B é horizontal, F  10 000 N


Ry  0 ‰ NB  PB  mB  g (2) F  104 N

RESOLUÇÃO 181
174 Alternativa a. Já a afirmação 2 está incorreta, pois a soma das ener-
A primeira força é, a cada instante, perpendicular à gias cinética e potencial, continua a ser chamada de
velocidade linear da partícula. Portanto, também é per- energia mecânica. O que ocorre é que para validar o
pendicular ao deslocamento da mesma, o que signifi- Princípio de Conservação se faz necessário incluir na
ca que o trabalho desta força sobre a partícula é nulo. soma das energias a parcela dissipada pelas forças
Assim, durante esses primeiros 3 m de trajetória, a dissipativas referidas no enunciado.
energia cinética não se altera.
A segunda força realiza um trabalho de 100 J sobre a 178 Alternativa b.
partícula pelo T.E.C: (v  0)
B
†  Ec ‰ 100  Ecf  250 ‰ Ecf  150 J

175 Alternativa c.
v  10 m/s
A potência é dada por:
A

P0t 
t
Como temos a potência variável, o † é numericamente Na altura máxima v  0, logo: EM  EpB
igual a área do gráfico de P  t.
Assim:
P (kW) 1
EM A  E M B A EC A  E M B A mvA2  EPB
2
125
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

1
 0,5  102  EPB
Pot 2
EPB  25 J
0 4 10 t (s)
179 EMA  EMB
EPA  E P B  E CB
Para t  4 s
1
P0t 125 Mg  h1  Mg  h2  Mv2
 ⬖ P0t  50 kW e 2
4 10
v2  2g(h1  h2) ‰ v2  2  10  (10  5)
50 000  4
A
50 kW A †   100 000 J v2  100
2
4
v  10 m/s
Como m  500 kg e, supondo v0  0, temos:
180 Dados: Vi  0
1
Ec f  Ec i mv2 VA  20 m/s
P0t  ‰ P0t  2
t t hi  h

1 h
100 000   500  v2 hf 
2 2
v  20 m/s Pelo princípio de conservação:
0
E M i  E M A ‰ E c i  E p i  E cA  E p A ‰
176 Alternativa c.
1 h
Se desprezarmos o efeito do ar, a energia mecânica se mgh m(20)2  m  g 
2 2
conserva e a pedra retorna à posição de partida com a
10  h  200  5h ‰ 5h  200 ‰ h  40 m
mesma energia cinética e V1  V2.
Se considerarmos o efeito do ar, a energia mecânica é
181 Alternativa d.
parcialmente dissipada e a pedra retorna à posição de
partida com energia cinética menor que a de lança- Etotal  40  15  25 J
mento e V2 V1. Etotal  mgh ‰ 25  0,2  10  h ‰ h  12,5 m
Corretas: II e III
182 Alternativa a.
177 Alternativa c. Se vc  0, então Ecc  0. Como Epc  m  g  Hc, este
é o valor da energia mecânica no ponto C. Por outro
A afirmação 1 está correta, pois parte da energia me-
lado, a energia mecânica no ponto A é dada por
cânica do sistema se converteu em energia térmica, 0
que se perde para fora do sistema. E M A  E c A  E pA ‰ E MA  m  g  H A.

182 RESOLUÇÃO
Mas HA  Hc. Portanto, EMA  EMc, o que significa que 187 Alternativa a.
o sistema não é conservativo. Assim, a afirmação (II) é A energia conserva-se em todos os processos (Princí-
falsa, enquanto que a (I) é verdadeira. pio da Conservação da Energia).
A força não conservativa desse sistema é o atrito entre
a esfera e a superfície. Como, pelo enunciado, essa é
188 Alternativa d.
uma superfície regular, o atrito é sempre o mesmo em
toda a superfície. Logo, de A a B também existe uma O movimento do bloco do bate-estaca pode ser dividi-
diminuição da energia mecânica total do sistema, o que do nos seguintes trechos:
torna a alternativa (III) falsa. 1 A subida do bloco, na qual a potência da força
exercida no bloco vale:
183 Alternativa e.
兩 Epot 兩
Para atingir a calçada mais elevada, o garoto deverá P (1)
t
ter, no mínimo, na calçada mais baixa, uma energia
mecânica de: 2 A queda do bloco, na qual há transformação de ener-
EM  mgh, sendo h o desnível entre as duas calça- gia potencial gravitacional em cinética.
das. 3 O choque do bloco com a estaca, no qual há dissi-
⬖ EM  50  10  0,5  250 J pação de energia. A energia cinética se transforma em
Como na calçada mais baixa o garoto tem uma ener- outras formas de energia, principalmente térmica.
gia mecânica de 300 J, ainda lhe sobrarão 50 J de ener- Logo:
gia cinética ao atingir a calçada mais alta. I – Certa.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
II – Errada. A energia é dissipada, não desaparece.
184 Alternativa d.
III – Certa. Basta observar a expressão (1).
E c i  Ecf  Ep
mvi2
 Ecf  mgh 189 Alternativa b.
2
Na posição 2, temos T  P
0,5  100
 Ecf  0,5  10  2
2 T  m  g ‰ T  200  10  2 000 N

25  Ecf  10
190 Alternativa b.
Ecf  15 J
E M 3  E p3  m  g  h 3 E M 1  E p1  m  g  h 1
185 Alternativa c. EM3  200  10  21 EM1  200  10  55
Ao atingir a atmosfera, o meteorito diminui sua altitude EM3  4 200 J EM1  110 000 J
em relação ao solo. Logo, p diminui devido ao aumento
de c. Mas o atrito transforma parte de c em t, produ-
E d  E M1  E M3
zindo o brilho visto do solo.
P A C e C A t Ed  110 000  42 000  68 000 J

186 Alternativa d. 191 a) Pelo princípio da conservação da energia:


0 0
0 0
EpA  EcA  EpB  EcB  Edissipada A E M  E M A ‰ E p c  E cc  E p A  E cA ‰

1 1
m  g  hA  mvB2  Edissipada 90  10  20   90  v2 ‰
2 2
1 v  20 m/s
20  10  2   20  62  Edissipada A
2
b) Supondo a velocidade do corpo 20 m/s quando do
Edissipada  400  360  40 J choque contra a barreira, temos:
0
1
†  Ec  Ecfinal  Eci   mv2 ‰
2
1
†   90  (202)  18 000 J
2
†  Fd ‰ 18 000  F  1,5 ‰
F  12 000 N ou
兩 F 兩  12 000 N

RESOLUÇÃO 183
192 Dados: vA  2 m/s hA  0,6 m b) EMo  EMA, onde o ponto A representa o início do
vB  3 m/s trecho plano da figura.
g  10 m/s2 m  g  ho 
1
m  vA2 ‰ vA2  2  g  ho
m  0,2 kg 2
vA2  2  10  10  200 m2/s2
1
a) EMA  EcA  EpA ‰ EMA  m  vA2  m  g  hA EcA  500 J
2
1 De A a B, o ponto final da região plana, o bloco perde
EM A   0,2  22  0,2  10  0,6
2 energia cinética devido ao trabalho da força de atrito
A
EMA  1,6 J f at .
0 1
E M B  E cB  E p B ‰ E M B  m  v2B ‰ 兩 †fat 兩   g  m  d d  10 m
2
1 EcA  Ec B   g  m  d ‰
EM B   0,2  32  0,9 J
2 1
m(vA2  vB2 )  0,1  10  5  10
Como EMB EMA, o sistema não é conservativo e per- 2
deu energia para o exterior na forma de calor gerado 5
pelo atrito entre o bloco e a superfície. (200  vB2 )  50 ‰ 200  vB2  20 ‰ vB2  180
2
b) †fatAB  EMB  EMA  0,9  1,6 ‰ †fatAB  0,7 J EcB  450 J
c) †fatBC  EcBC  0,9 J
De B a C, o ponto mais alto do lado direito de AB ,
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

兩 †fatBC 兩  Fat  d temos:


兩 †fatBC 兩   m  g  d EMB  EMc ‰ 450  5  10  hc ‰ hc  9 m
0,9
 c) A cada passagem pelo plano AB , o bloco diminui
0,2  10  0,9
em 1 m sua altura máxima nas partes curvas. Como a
 0,5 altura inicial era de 10 m, serão necessárias 10 passa-
gens pelo plano para o bloco parar definitivamente.
193 a) no ponto x  2 m temos: Ep  12 J e Ec  2 J
(eƒÕnciado). 195 Alternativa b.
EM  Ep  Ec  12  2
EM  14 J A

b) no ponto x  7 m temos: Ep  6 J
EM  Ep  Ec ‰ 14  6  Ec
Ec  8 J B

0
c) †fat  Ec  Ecg  Eci
†fat  8 J
1 kx 2
Mas 兩 †fat 兩  Fat  x E M A  E M B A E c A  E pB A mvA2 
2 2
兩 † fat 兩 8
Fat  ‰ Fat   1,6 N 1 2  10 3 x 2
x 12  7  0,2  202 
2 2

194 a) Parte curva: x  0,2 m  20 cm

@
N ¨ A 196 Alternativa c.
« N : reação normal de apoio
© A Toda energia potencial elástica será convertida em
« P : peso do bloco
ª cinética, logo:
@
P kx 2 1 103  ( 2x101 )2
E pe  Ec i ‰  mvi2 ‰  vi2
2 2 m
Parte plana:
@
N
A energia empregada para parar o corpo será:
@
v
@ ¨A †fat  fat  d  Ec
fat
© f at : força de atrito entre o
ª bloco e a superfície. 1 1 £ 40 ¥
@ mv2i  fat  d ‰ m² ´  10  d ‰ d  2,0 m
P 2 2 ¤ m ¦

184 RESOLUÇÃO
197 Alternativa e. No ponto B, temos:

v0
EMB  36 J (conservação)
EpB  20 J
E pe  0
Eoutra  0
Ec  EM  Ep A Ec  36  20  16 J

2 2 2 1
Epe  Epg ‰ kx  mgh ‰ k( 6  10 ) b) EMc  36 J; EMc  Ecc ‰ m  v2c  36
2 2 2
1
1,8  103  101  10 2v2c  36 ‰ vc  6 m/s
2
k  100 N/m
1
c) 兩 †fat 兩  兩 Ec 兩  (m 1 M)vc2
2
198 Alternativa a.
m v
¨ m  0,25 kg vc  vc ‰ vc  c 2 m/s
« 2
( m  M) 3
© x  25  10 m
« 1
ª R  50 cm  0,5 m 兩 †fat 兩   6  22  12 J
2

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Pelo princípio de conservação, temos Mas 兩 †fat 兩  (m  M)gL.

12
A B Logo:   0,1
6  2  10
50 cm
K
m 200 Alternativa c.
QB  m B  vB ¨ VB  90 km/h  25 m/s
©
ª mB  400 g  0,4 kg
EM A  E M B
Epelást.  EpB  EcB 1 QB  0,4  25  10 kg  m/s
QA  QB  10 kg  m/s
O valor mínimo de velocidade em B para que o corpo
complete a volta ocorre quando Fcp  P. QA 10
vA  ‰ vA   5 m/s
mA 2
mvB2 mín
 mg ‰ vB2 mín  g  R  10  0,5  5 2
R
201 Alternativa d.
2 em 1 :
Do gráfico
1 1
kx2  m  g  h  m  v2B mín s 5  (4) 9
2 2 v Av Av  3 m/s2
t 52 3
1 1
k (0,25)2  0,25  10  1   0,25  5
2 2 m
Q  mv A Q  1  103  3  3  103 kg 
s
0,25 k  20  5
k  100 kg/s2
202 Alternativa d.
Conservação de Energia: EM0  EMF
199 a) No ponto A, temos:
E c 0  E pE
Epg  mgh  2  10  1  20 J
1 1 1 1 k
E pe  kx2   3 200  (0,1)2  16 J m  v20  k  x2 A v 0  x
2 2 2 2 m

Ec  0 k
Q0  m  v 0 ‰ Q 0  m  x‰
Eoutra  0 m

EMA  20  16  36 J Q0  m k  x

RESOLUÇÃO 185
203 Alternativa a. E  兩 (Emec)A  (Emec)B 兩
E  兩 mghA  mghB 兩
(v0A  0)
A E  6,4 J
h  5 R  2R  1 R
2 2 Movimento antes do choque:
B (plano de
v referência) (Ep  Ec)A  (Ep  Ec)c
h5 R
2 R 1
mghA  0  0  mv12
2

C
v1  2ghA  10 m/s (velocidade imediatamente an-
tes do choque).

Movimento depois do choque:


1 £ 1 ¥
EM B  E M A ‰ mvB2  mg ² R´ ‰ v  gR (Ep  Ec)D  (Ep  Ec)B
2 ¤ 2 ¦
A quantidade de movimento (Q) do corpo no ponto B 0  1 mv22  mghB  0
2
tem intensidade:
v2  2ghB  6,0 m/s (velocidade imediatamente
Q  m gR
após o choque).

204 Alternativa a.
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Portanto, a variação da quantidade de movimento é:


A
Dados: m  0,4 kg A
Q  mv2  mv1
A

v0  0
Orientando-se um eixo como o indicado na figura,
v  30 m/s
F  600 N Q  mv2  mv1
Q  0,2  6  0,2  (10)  3,2 kg  m/s
I  Q F  t  m(v  v0)
m b) A resultante média durante o choque é:
t   (v  v0)
F Q
Rm 
0,4 t
t   30  0,02 s
600 Q
Fm  P 
t
205 Alternativa b. Q
Fm  P
Q  I, pelo Teorema do Impulso. t

Mas I n Área sob o gráfico de F(t). 3,2


Fm   0,2  10  66 N
0,05
(10  0)  (100  0)
Q 
2 207 Alternativa b.
Q  500 kg  m/s
Considere as seguintes informações a respeito de um
206 a) Admitindo-se nesta solução que: corpo de massa m, no instante em que sua velocidade
A A
é v e está sob ação de uma resultante R .
1º-) a energia mecânica perdida (E) seja, na verdade,
a energia mecânica dissipada; A A
1º-) A potência P da resultante, supondo-se que R e v
2º-) a variação da quantidade de movimento pedida (Q) tenham a mesma direção e sentido, vale:
seja durante o choque. P  Rv (1)
2º-) A intensidade da quantidade de movimento do cor-
A vA  0
po é:
vB  0 B Q
 Q  mv ‰ v  (2)
m
3º) De acordo com o Teorema do Impulso, lembrando-
v2
se que o corpo parte do repouso:
C D
Q
v1 D R  t  mv ‰ R  (3)
t

186 RESOLUÇÃO
Substituindo-se (3) e (2) em (1), vem: 213 vA vB  0
A B
Q Q Q2 antes
P  ‰P ‰ 22 500 
t m m  t
vA vB
A B
7 5002 depois
‰ m  500 kg
m5
Cálculo de vB:
208 Alternativa d. 1 1
0 EcB  m(vB)2 ‰ 2   1  (vB)2
Q f  Qi 2 2
m vB  2 m/s
(4 m  m)  V   21  0
10 Como o choque é perfeitamente elástico, temos:
21
5mV m Qf  Qi ‰ mAvA  mBvB  mAvA  mBvB
10
2vA  0  2vA  1  2
21
V  0,42 m/s vA  vA  1 1
50
1 1
209 Alternativa b. Ecf  Eci ‰ m (v )2  m (v )2 
2 A A 2 B B
Q i  Qf 1 1
m v2  m v2
MH  vH  Mc  vc  (MH  Mc)  V 2 A A 2 B B

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
2(vA)2  1  (vB)2  2vA2  1  0
70  3  30  1  (70  30)  V
2(vA)2  4  2vA2
240
V  2,4 m/s (vA)2  2  vA2 2
100
Substituindo 1 em 2 , temos:
210 Alternativa c.
(1  vA)2  2  vA2 ‰ 1  2vA  vA2  2  vA2
Supondo-se o sistema isolado na direção horizontal:
vA  1,5 m/s
¨ m1  massa do menino
m 1 v1  m 2v 2  0 © 214 Seja v0 a velocidde com que o martelo atinge a
ª m2  massa do carrinho
estaca.
Como m2  60  m1, temos: A M  70,0 kg

m1  2  (60  m1)  (3)  0


hA  2,00 m
m1  36 kg
nível de v0
referência
211 Alternativa c. m  30,0 kg s  0,500 m
M
Q i  Qf
Mc  vc  (Mc  Ma)  V

Mc
V  vc
(Mc  ma ) Mv20
EmA  EmB ‰ MghA 
2
2
V  0,4  0,20 m/s vA2  2ghA
22
v0  2  10  2
212 Alternativa b.
v0  2 10 m/s
Qfinal  Qinicial
mp  V  (mp  mc)  v0 Seja v a velocidade do sistema martelo mais estaca,
mp  mc logo após o choque:
V  v0
mp Qf  Qi ‰ (m  M) v  Mv0

90  810 (30  70) v  70  2 10


V  30  300 km/h
90 v  1,4 10 m/s

RESOLUÇÃO 187
Seja F a força média de resistência à penetração da a) O pêndulo atinge a esfera com velocidade igual a:
estaca; logo: 1
EMA  EMB ‰ EpA  EcB ‰ mghA  mvB2
F 2
1 2
P  F  (m  M)a 10  0,5  v
movimento 2 B
(m  m)g  F  (m  M)a vB  10 m/s
P
F  (m  M) (g  a) 1 Após o choque, como a esfera e o pêndulo têm a mes-
ma massa eles trocam de velocidade

A aceleração do conjunto é dada por: antes depois


ve  0 ve  10 m/s vp  0
v2f  v2i  2as ‰ 0  (1,4 10 )2  2  a  0,5 vB
0  19,6  a
a  19,6 m/s2 esfera pêndulo esfera pêndulo

Da equação 1 , temos: b) Na compressão máxima da mola, toda energia ci-


F  (30  70)(10  19,6) ‰ F  2 960 N nética da esfera transforma-se em energia potencial
elástica da mola. Logo:
215 Alternativa c. 1 kx 2
Ec  Epel ‰ mv2e 
2 2
P.C.Q.M: Qi  Qf 1 2 9  x2
 0,1  ( 10 ) 
M  v0    m  V 2 2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

3 m v0    m  V 2 1
x 
9
 v
 0 1 1
3 V x m
3
P.C.E: Eci  Ecf
2 218 Alternativa d.
1 1  £ v ¥
(3 m)v02     m  V2 ‰ ² 0 ´ 2 O momento inicial do núcleo é zero. Portanto, pela
2 2 3 ¤ V ¦
conservação do momento linear, o movimento total
Substituindo-se 1 em 2 , concluímos que: @
dessas três partículas produzidas P1
2
v0 £ v ¥  deve ser nulo. A alternativa correta é,
 ² 0 ´ ‰ V  v0. Logo:  1 ‰   3.
V ¤ V ¦ 3 pois, no instante final, aquela que
@
PR
@
A A P2
anula a resultante entre P 1 e P 2 .
216 Alternativa e.
Pelo gráfico: 219 Alternativa e.
v1  2 m/s Como são os dois caixotes idênticos e as colisões per-
v2  4 m/s feitamente elásticas, ocorre troca de velocidades entre
v1  3 m/s os caixotes. Além disso, como o choque entre o caixote
e a parede é frontal e perfeitamente elástico, o caixote A
v2  1 m/s
possui a mesma velocidade, em módulo, após a coli-
Na colisão, conserva-se a quantidade de movimento são. Portanto, a seqüência das colisões ocorridas é:
do sistema:
parede vA  0
m1v1  m2v2  m1v1  m2v2 V0
A B
m1  (2)  m2  (4)  m1  (3)  m2  (1)
2m1  3m1  m2  4m2 ‰ 5m1  3m2 parede vB  0
V0
A B
217 Do enunciado, temos:

parede vB  0
A V0
A B
M
M 0,5 m
parede vA  0
V0
A B
B

188 RESOLUÇÃO
220 Alternativa e. 224 Alternativa e.
A 2ª- Lei de Kepler diz que o raio vetor varre áreas iguais
Mm
em tempos iguais. Quando o planeta está longe do Sol, Sendo Fg  G a força com que a Terra atrai um
um pequeno deslocamento na elipse corresponde a d2
corpo de massa m a uma distância d de seu centro,
um setor de grande área.
Por outro lado, quando o planeta se aproxima do Sol, temos:
para varrer a mesma área ele necessita percorrer uma
GMm
distância maior na elipse, no mesmo intervalo de tem-
po. Ou seja, a velocidade do planeta é maior nos pon- F (1,05r )2
R e 
tos da órbita mais próximos do Sol. F GMm
r2
221 01  02  08  11 1
R ⬖ R ⯝ 0,9
(01) Verdadeira, graças à Lei das Áreas de Kepler (2ª- Lei). (1,05)2
(02) Verdadeira, pois segundo a 3ª- Lei de Kepler, os
períodos dependem apenas das distâncias dos plane-
tas ao Sol; os períodos aumentam conforme a distân- 225 Alternativa e.
cia aumenta. GMM GM2
Situação inicial: F  ‰F
(04) Falsa. Como dito acima, os períodos independem d2
d2
das massas.
(08) Verdadeira. Para cada um deles, mudam as ex- £ M¥
GM² ´
centricidades das elipses, e os semi-eixos maiores. ¤ 2 ¦ GM2
Situação final: F  ‰ F 

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
2
(16) Falsa. Os movimentos de rotação e translação são ( 2d) 2  4d2
independentes.
GM2 1
(32) Falsa. Apesar de muito pequena, existe uma ex- F  ‰ F  F
centricidade na órbita terrestre. 8d2 8

222 Dados: aA  R 226 Alternativa b.


aB  9R R  2R
TA  25 dias
M  2M
TA2  k  aA3 1
GM GM
g ; g 
TB2  k  aB3 2 R2 (R)2
2 G( 2M) 2 GM GM
Fazendo g  ‰ g  ‰ g 
1 ( 2R )2 4 R2 2 R2
2 3
TB2 kaB3 £ T ¥ £ a ¥ 1
 ‰ ² B ´ ² B ´ g  g. Se g  10 m/s2, então g  5 m/s2.
TA2 ka 3A ¤ TA ¦ ¤ aA ¦ 2
2 3 2
£ TB ¥ £ 9R ¥ £ TB ¥ 3
² ´  ²¤ ´ ‰ ² ´ 9 227 Alternativa b.
¤ 25 ¦ R ¦ ¤ 25 ¦
g
TB g  ;h?
 93  9  92 9
25
GMs
TB g ‰ GMs  g  RT2 (1)
39 R2T
25
TB  675 dias GMs
g  (2)
(R T  h )2
223 Alternativa e.
Tatual  27,3 dias Substituindo a expressão (1) em (2):
RFuturo  1,5 Ratual a 3ª- Lei de Kepler g g  R2T
2 3 2
 ‰ RT2  2RTh  h2  9RT2
£ TFuturo ¥ £ RFuturo ¥ £ TFuturo ¥ 3
9 (R T  h )2
² T ´ ² R ´ ‰ ² 27, 3 ´  (1,5)
¤ atual ¦ ¤ atual ¦ ¤ ¦ h2  2RT  h  8RT2  0
(TFuturo)2  27,32  1,53
2R T  6R T h1  2RT
h
TFuturo  745, 29  3, 375 ⯝ 50,15 dias 2 h2  4RT (h  0)

RESOLUÇÃO 189
228 Alternativa b. MT  m m  v2T M
Para a Terra: G 2
 ‰ v2T  G T
Mx 3  mT 3 m R R R
gx  G A gx  G 2
A gx   G 2T
R2x ( 5R T ) 25 RT ML  m m  vL2 M
Para a Lua: G  ‰ vL2  G L
3 R2 R R
gx  g
25 T Substituindo MT  81  ML, temos:
gx  1,2 m/s2 2
Logo: Px  mgx  50  1,2  60 N v2T v2 £ v ¥ 81  ML 1
 L ‰² T ´  ‰ vL   vT
MT ML v
¤ L ¦ M L 9
229 Alternativa d.
A aceleração da gravidade depende da distância do 234 a) Da tabela, percebemos que a razão entre T2 e
corpo ao centro do planeta. Como no equador esta D3 para qualquer planeta vale 1. Então, para o planeta
distância é maior, a aceleração da gravidade é menor, X temos:
ocorrendo o inverso nos pólos terrestres. Como Tx2
P  m  g ‰ P N  P E. 1 D3x  T2x
D3x
A massa, por sua vez, permanece invariável (mN  mE). D3x  1252

230 Alternativa d. D3x  (53)2


Esta sensação de imponderabilidade ocorre toda vez Dx  3
53  53 A Dx  5  5  25 U.A.
que os corpos sofrem a mesma aceleração, caindo na
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

mesma direção e sentido. b) Supondo as órbitas praticamente circulares, as ve-


locidades orbitais médias são dadas por:
231 a) míssil @
v 2   Dx ¨ Dx  25 U.A.
vx  «
Tx « DT  1 U.A.
@
P ©
2  D T « Tx  125 a
vT  «
R TT ª TT  1a
Terra
vx 2 D x T
  T
vT 2  D T Tx
Um corpo em órbita circular está sob a ação exclusiva vx 25 1 1
de seu peso:   
vT 1 125 5
Rc  P ‰
235 a) Como a aceleração da gravidade na superfície
v2 de um planeta esférico de massa M e raio R pode ser
m  ac  m  g ‰ g⬖v gR
R
GM
⬖v 10  6,4  106 ‰ v  8 000 m/s calculada pela expressão: g 
R2
Para Marte e Terra teremos, respectivamente:
b) v  s ⬖ t  s
t v
G  MM G  MT
gM  (1) e gT  (2)
Observando-se apenas uma volta: RM
2
RT
2

2 R 2  3  6,4  106 Dividindo-se a expressão (1) pela expressão (2):


T  ⬖ T  4 800 s
v 8  103 2
2
gM MM RT M £ R ¥
G 2
  M ² T ´ 
232 Alternativa c. gT RM G  MT M T ¤ RM ¦
O período orbital independe da massa de satélite; de- 2
pende apenas da altura da órbita. Como ambos os £ 1 ¥
 0,1  ² ´
satélites apresentam órbitas de mesma altura, seus ¤ 0,5 ¦
períodos devem ser iguais.
gM
Portanto:  0,4
gT
233 Dado: mT  81  mL
b) O alcance horizontal de um corpo lançado obliqua-
Nos dois casos, cabe a igualdade Fgrav.  Fcp ‰
mente com velocidade v0 é dado pela expressão
Mm mv2 v2  sen 2
G 2
 L 0 .
R R g

190 RESOLUÇÃO
v20  sen 2 239 Alternativa e.
No caso da Terra: LT  .
gT MF,O  60 ‰ F  0,2  60
v20  sen 2 F  300 N
No caso de Marte: LM  
gM
240 a) MF1.O  F1  d  sen 60° ‰
v2  sen 2 L
 0  T . MF1,O  80  6  0,86
0, 4 gT 0, 4
MF1,O 412,8 Nm
100 MF2,O   F2  d  sen 45° ‰ MF2,O  50  9  0,70
Logo: LM  ‰ LM  250 m
0,4 MF2,O  315 Nm
c) No caso da Terra, quando o alcance for máximo
Como 兩 MF1,O 兩  兩 MF2,O 兩, o poste tende a girar no senti-
(  45°), teremos:
do horário.
v20  sen( 2  45°) v2  1
LT  ou 100  0 b) MF2,O  F2  d  sen 45° ‰ MF2,O  30  9  0,70
gT 10
MF2,O  189 Nm

Logo v0  10 10 m/s MR,O  0 ‰ MF1,O  MF2,O  0


F1  6  0,86  189  0
Nestas condições, o tempo tM da bola em Marte será: F1 ⯝ 36,6 N
2v0  sen  2v0 sen 45°
tM   
gM 0, 4gT 241 Da figura, temos:

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
2 F
2  10 10 
 2 A
4
0,5 m
0,3 m
TM  5 5 s  11 s
D
C
236 a) Verdadeira. A resultante é centrípeta, e provoca d

a aceleração centrípeta necessária para manter a Lua 0,52  0,32  d2 ‰ 0,25  0,09  d2
sobre a órbita. d2  0,16
b) Verdadeira. As linhas de campo gravitacional são d  0,4 m
dirigidas para o centro da Terra; logo, todas as linhas
MF,D  F  cD  40  0,4  16 Nm
de campo são perpendiculares à trajetória do satélite.
Não conseguirá remover o parafuso, pois 16 Nm é me-
c) Falsa. O trabalho realizado numa órbita circular é
nor que 18 Nm.
nulo, pois não há variação na distância entre o satélite
e a Terra.
242 MF1  MF2  MF3  0 ‰
d) Verdadeira. O motivo é a força de atração gra–vi–
F1  l  F2  l  F3  l  Mresultante
tacional entre os corpos.
400  1  300  1  F3  1  600
100  F3  600
F3  700 N

ESTÁTICA 243 F1 F2 F3 FR

A 0,9 m 3,4 m A
d
237 Alternativa c. Fn  F1  F2  F3 ‰ Fn  30 000  20 000  10 000
Como M  F  d, quanto maior a distância da força em Fn  60 000 N
relação ao prego, maior é o momento, logo, de todas é
MFR,A  MF1,A  MF2,A  MF3,A ‰
a força C.
FR  d  F1  0  F2  0,9  F3  3,4
238 Alternativa c. 60 000 d  18 000  34 000
60 000 d  52 000
Na situação inicial M  Fd, dividindo-se a distância
por 2, o módulo da força tem que dobrar para M não d ⯝ 0,87 m
se alterar. FR  60 000 N a 0,87 m à direita do ponto A.

RESOLUÇÃO 191
A
244 Dados: m1  m3  200 kg; m2  m4  250 kg Y F1  0 A T1  P1  60 N
x1  2, x2  1, x3  1, x4  2 A
Y F2  0 A T2  P2  T1  30  60 ‰ T2  90 N
y1  1, y2  1, y3  2, y4  1 A
• em X : Y F3  0 A T3  T2  P3  90  40 ‰ T3  50 N
A
m1  x1  m2 x 2  m3 x 3  m4 x 4 Y Fdin  0 A Fel  T3  50 N
XG 
m1  m2  m3  m4
247 As forças atuantes no ponto P são:
200(2)  250(1)  200(1)  250(2)
XG 
200  250  200  250 T1
45°
400  250  200  500 T2
XG 
900
50 5 1 T3  P  6N
 
900 90 18
Como o ponto P está em equilíbrio, a resultante deve
ser nula:
• em Y :
Triângulo retângulo e isósceles:
m1  y1  m2 y2  m3 y3  m4 y4
YG  T1
m1  m2  m3  m4 T3  P T 2  T3  P  6 N
45°
T1  T22  T32  6 2 N
YG  200(1)  250(1)  200(2)  250(1) T2
200  250  200  250
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

A representação correta dessas forças, em escala, é:


200  250  400  250 200 2
YG   
900 900 9 T1
45°
Logo, as coordenadas do centro de gravidade (centro T2
de massa) são:
£ 1 2 ¥ P
G ² , ´
¤ 18 9 ¦
3N

245 Alternativa d. 3N

A força tensora em X é a resultante das forças elásti- a) Os diagramas apresentados pelos dois estudantes
cas, conforme o diagrama abaixo: estão errados.
A
@
b) O estudante 1 errou na representação de T2 e o
Rx A
Como a força elástica depende da estudante 2, de T1 .
x elongação, quanto mais “esticado” o
@ @ A
Fel
1
Fel
2
elástico, mais o valor de Fel . Assim a 248 Alternativa a.
@
T correção mais eficiente corresponde Considerando os ângulos envol- T  T
às posições 3 e 6. vidos na figura e a marcação de

forças no objeto, temos:

246 Alternativa d.
Representando as forças que agem em cada um dos P
corpos e no dinamômetro, temos:
Fazendo a decomposição da força de tração, obtemos:

Da condição de equilíbrio do corpo:


@
T2 T 2T sen   P
@
T2 Como o sistema inteiro se Tsen 
encontra em repouso, para P
@ @  T
P2 T1 @ 2 sen 
@
@ P3 cada um dos corpos deve Tsen 
T1 T3 @
A
T3 valer a condição: Y F  0 A tração será máxima se o ângulo  for mínimo.
@ Como     90°, a tração máxima corresponde ao
@ Fdin
P2 caso em que  for máximo que, entre as figuras pro-
postas, é:   60° e 2  120°.

192 RESOLUÇÃO
249 Alternativa a. 252 Alternativa a.
@ @
Estabelecido o equilíbrio: NA TC
@ @
@
TA TA C 45°
3m fat A
3 m @
@ TB
2 PA
@
TB

 x B
@
PB
m
A
m m Y FB  0 TB  PB  196 N

¨ T sen 45°  T
Marcando-se as forças em M: A « c B
Y FC  0 © ‰ TA  TB  196 N
« T  cos 45°  T
ª c A

 120°
mg mg ¨ N  P  980 N
A « A A
M Y FA  0 ©
« F  T  196 N
mg ª at A

Sabemos, então, que   60°. 253 Alternativa d.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
3 3 @
NA
@
NB
5m 3m
⬖ tg60°  2 A 3  2 A x  0,5 m
x x
@
250 Alternativa c. P

A 0
Representando as forças: Y MA  0 NB  8  N A  0  P  5  0
NB  8  2 000  5
Ty 2Ty  P ‰ 2  T cos 60°  P
T T 1 NB  1 250 N
60° 60° 2T P
2
TP 254 Alternativa c.
P T
1 20 cm 20 cm 40 cm
P

251 Alternativa c.
@ @ @
Px O P PQ

@ A
TAB  @ A
B F Y FM  0 TBM  PM  80 N Y M0  0 ‰ Px  0,2  P  0,2  Pq  0,6
@
TBM Px  0,2  50  0,2  100  0,6
¨ T  cos  T
A « AB BM
@ Y FB  0 © Px  0,2  10  60
TBM « TAB  sen  F
ª 70
M Px   350 N
0,2
@
PM
255 Alternativa d.
@ @
N1 N2
Elevando ambas as equações ao quadrado e soman-
30 cm
do, temos: ¨ P1  100 N
«
2 2
TAB cos  TAB  sen  TBM  F 2 2 2 2 © P2  100 N
1 «
TAB2  (cos2  sen2 )  TBM2  F2 @ @ @ @
ª P  120 N
P1  Px P PQ

2
TAB  TBM  F2 ‰ TAB  802  602 A
Y M1  0
TAB  100 N (P1  Px)  0,4  N2  0,6  P  0,3  P2  1

RESOLUÇÃO 193
No valor máximo de Px, a barra começa a girar em tor- 259 Alternativa e.
no da haste 1; logo, N2  0. O fato ocorre com o menino à direita de B.
(100  Px)  0,4  120  0,3  100  1 @ @
NA NB
96 4m 1m x
40  0,4 Px  36  100 ‰ Px 
0,4
Px  240 N ‰ mx  24 kg @ @
A Pv B PM

256 Alternativa d. Na iminência da rotação, NA  0.


@ @
T1 T2 A
Y MB  0 ‰ Pv  1  NB  0  NA  5  PM  x
600  1  200  x
0,25 m 0,50 m x3m
@
P
A 260 Alternativa b.
Y M1  0 ‰ T2  0,75  P  0,25
@
fat
30  0,25 @
T2   10 N N2
0,75 A

A 45°
YF 0 ‰ T1  P  T2
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

T1  30  10  20 N
B @
45° fat
@
257 Alternativa c. N1

N ᐉ F Se a barra está na iminência de escorregar, as forças


2
de atrito terão intensidades dadas por:


Fat  N1 (1) e fat  N2 (2)
2 x
A Para que a resultante das forças seja nula, devem ter:
Pb P
N2  Fat (3) e N1  fat  P (4)
ᐉ £ ᐉ ¥ Para que o momento resultante, em relação ao ponto
YMA  0 ‰ Pb   P ²x  ´ Fᐉ0
2 ¤ 2 ¦ B seja nulo devemos ter:
ᐉ £ ᐉ ¥ L
 20 ² x  fat  L  sen 45°  N2L cos 45°  P cos 45°
30 
2 ´ Fᐉ0 2
¤ 2 ¦
P
15 ᐉ  20 x  10 ᐉ  F  ᐉ  0 fat  N2  (5)
2
20x
F  25 
ᐉ De (1) e (3): N1  N2

Portanto, F  25 N. De (2) e (4): N1  N2  P


P
N1  2 N1  P ‰ (1  2)  (I)
258 Alternativa e. N1

De (2) e (5): N2  N2  P
F1 T Ty
F2 Tx 30° 2
P P
O G (  1) N2  ‰ (  1) N1 
Pb P 2 2
P
YM0  0 ‰ Pb  0,5  P  1  Ty  1  0 2(  1)  (II)
N1
1  102  0,5  2  102  T  sen 30°  0
Comparando (I) e (II):
T
50  200  0 1  2  2(  1)
2
T  500 N 1  2  2 2  2

194 RESOLUÇÃO
2  2  1  0 2ª- verificação:
m 2 g ᐉ 1  m xg ᐉ2
2  4  4
 m2 ᐉ
2  2 (II)
mx ᐉ1
2  2 2 Igualando-se as equações (I) e (II):

2
mx m2
 1 ± 2 
m1 mx
Como não pode ser negativo:  2 1 m2x  m1m2

mx  m1  m2
261 Alternativa d.
Para manter a barra em equilíbrio na posição horizon-
tal, os valores absolutos das resultantes dos momen- 264 Alternativa a.
A
tos horários e anti-horários das forças normais que os Y Mapoio  0
estudantes aplicam na barra devem ser iguais em rela-
ção ao ponto de apoio. Ppedra  0,5  F  2,5
Considerando g a intensidade do campo gravitacional 5 000  0,5  F  2,5
local, temos: 2 500
F  1 000 N
54  g  2,5  36  g  1,5  27  g  2  mx  g  2,5 2, 5

mx  54 kg 265 Alternativa b.

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Na figura, temos três polias móveis, logo a tração (T)
262 02  04  08  16  30 na mão do homem será:
Se os meninos sentarem nas extremidades da pran- Mg 200  10
cha, Carmelita tem de se sentar ao lado de Zezinho, T 3
‰T ‰ T  250 N
2 8
por ele ser o mais leve. A distância do suporte é de:
NTP
PJ  2  P z  2  P c  x
N  mg  T
300x  800  500 ‰ x  100
⬖ (01) é falsa e (08) é verdadeira N  80  10  250

(02) é verdadeira, já que as massas de Carmelita e N  550 N


Zezinho somadas ultrapassam a de Juquinha.
1m 1,6 cm
PJ  1  Pz  1,6
400  1  250  1,6 266 Alternativa a.
@ O @
PJ PZ 400  400

⬖ (04) é verdadeira
P1
PJ  Pc  P 2  N
8 P1
N  400  300  250  950 N 8 a b
⬖ (16) é verdadeira. P1
4 P1 P1
@ @ P2  P1 P2
N fat (32) é falsa. A resultante das 4 8
forças só é nula devido à
força de atrito entre a pran- P1 P1
2 2
figura 2
cha e Zezinho.
@ 02  04  08  16  30
Pz P1

263 Alternativa c. figura 1


Condição de equilíbrio: YM0  0. Para que a barra esteja em equilíbrio como indicado
1ª- verificação: na figura 2, devemos ter:
m xg ᐉ 1  m1 g ᐉ 2 P1  a  P2  b A P1  a  P1  b
8
mx ᐉ
 2 (I) ⬖a b
m1 ᐉ1 8

RESOLUÇÃO 195
271 a) Cada molécula ocupa o volume de um cubo. O
Hidrostática volume total das moléculas deve corresponder ao vo-
lume total do ácido.
267 Alternativa c. Vácido  200 cm2  h
Dados: m  760 g; VT  760 cm3; Voca  660 cm3 h  altura da camada  aresta do cubo
Vácido  1,6  105 cm3  200 cm2  h
Para calcularmos a massa específica do corpo, deve-
mos levar em consideração o volume da parte não oca: 1,6  105 cm3
h  8  108 cm
m 760 200 cm2
d ‰ d ‰ d  7,6 g/cm3
Vmaciço ( 760  660) Vmolécula  (8  108 cm)3  512  1024 cm3

268 Alternativa b. b) Volume de 282 g de ácido.


m 282 g
Como 72 km/h  20 m/s V  313 cm3
d 0,9 g ( cm3 )1
1 ᐉ (1 000 cm3) –––– 10 km (10 000 m)
1 molécula –––– 512  1024 cm3
x –––– 20 m
N –––– 313 cm3
1 000 10 000
 313
x 20 N  0,61  1024  6,1  1023 moléculas
x  2 cm3 512  1024

Logo:
272 Alternativa a.
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

m m
d ‰ 0, 8  ‰ m  1,6 g m 32
V 2 d ‰ 0,8 
V V
269 Alternativa d. V  40 cm3

m1 d1V 273 Alternativa d.


d1  A m1 
V 2
2 Como a área sobre a qual o peso do cliente age se
F
reduz à metade (1 só pé) a pressão p1  fica mul-
m2 d2 V S1
d2  A m2 
V 2 tiplicada por 2.
2
F F 2F
P2    ‰ p2  2p1
d1v d v S2 1 S1
S1
 2 2
dc  m1  m2 A dc  2 2 
V V
274 Alternativa b.
d  d2 Dados: a  101 m; p  104 N/m2
 1
2
73 Podemos escrever a equação da pressão envolvendo
dc   5 g/cm3 a densidade da seguinte forma:
2 d
F mg a mga
p ‰p  ‰p
270 Alternativa c. S S a V
m m  m2  m3 d  g  a (a é aresta do cubo.)
d ‰ d 1 1
V V1  v2  V3 p  d  g  a ‰ 104  d  101  101 ‰ d  104 kg/m3
mas: Portanto, para cada cubo teremos:
m1 579
d1  ‰ V1   30 cm3 2 d 104
V1 19, 3 dc  ‰ dc   2,5  103 kg/m3
4 4
m2 90
d2  ‰ V2   10 cm3 3
V2 9 275 Dados:
m3 105 ᐉ1  0,30 m
d3  ‰ V3   10 cm3 4
V3 10,5 ᐉ2  0,20 m
1
Substituindo 2 , 3 e 4 em 1 : Pext   Pint.
4
579  90  105 Pint.  1 atm (105 N/m2
d  15,48 g/cm3 ⯝ 15,5 g/cm3
30  10  10

196 RESOLUÇÃO
Representando a situação: 278 Alternativa c.
O sistema que possui fundo com maior risco de rom-
Pext. Pint. pimento é aquele que possui maior pressão na base.
A pressão de uma coluna de líquido depende da den-
sidade do líquido, da aceleração da gravidade e da al-
tura da coluna de líquido. Sendo assim, uma vez que
todas as bases são iguais, o de coluna mais alta exer-
F cerá maior pressão.
Lembrando que P  :
S
Fext. ¬ 279 Alternativa c.
Pext.  «
S « Fext. F F F
­  int. A ext.  int. III – Falsa, pois fat  N  P  mg e gLua gTerra. Na
F « Pext. Pint. 1 1 Lua é mais fácil do que na Terra.
Pint.  int. « 4
S ®
III – Verdadeira, pois se as dimensões dobram a massa
1 fica oito vezes maior.
Fext.  F A Fint.  4  Fext.
4 int.
m ¨ m1
d «d  A m1  abcd
Representando a direção e o sentido da força: v « abc
Direção: perpendicular à janela ©
Sentido: de dentro pa- « m2
«d  A m2  8 abcd
@
Fext.
@
Fint.
@
FR
ra fora ª 2a  2b  2c
‰ b) Determinando o Pressão inicial:

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
F1 mg abcdg
p1   1   cdg
A
S1 ab ab
módulo de FR :
Pressão final:
F
P ‰ F  P  S ‰ F  (1  0,25)  (0,3  0,2) F2 m2 g 8abcdg
S p2   
F  (105  0,25  105)  (0,2  0,3) S2 2a  2b 4ab
p2  2p1
F  0,75  105  6  102
III – Falsa, pois p  dgh (depende da densidade d).
F  4,5  103 N
280 Alternativa e.
276 Alternativa d. A expressão p  d  g  h foi deduzida supondo-se
Decompondo a força F: que o fluido em questão seja incompressível. Isso é
uma aproximação muito boa quando o fluido é um lí-
Fy
F quido de baixa viscosidade, como por exemplo a água.
30° 1 Mas no caso dos gases, facilmente compressíveis, a
Fy  F sen 30°  20   10 N
Fx 2 validade da expressão fica comprometida.
P
281 Dados: p  máx.  4  105 N/m2
A força resultante que age sobre a superfície é: pam  105 N/m2
FR  P  Fy ‰ FR  50  10  40 N  103 kg/m3
g  10 m/s2
Logo:
h  profundidade máxima
F 40
p R ‰p  80 Pa
s 0, 5 a) Pela lei de Stevin:
p  patm  gh ‰ 4  105  105  103  10  h
277 Alternativa b. h  30 m
A força que age no solo por cada pneu é: b) Em 1s temos:
P mg 800  10 p  gh ‰ 104  103  10  h
F    2 000 N
4 4 4 h  1 m
Logo: Então, na vertical, a máxima velocidade de movimen-
F 2 000 tação será:
p ‰ 1  6  105  ‰
S S h 1m
v ‰ v v  1 m/s
S  12  5  104 m2 ou S  125 cm2 t 1s

RESOLUÇÃO 197
282 pcabeça  pcoração  sangue  g  h, onde: 286 Alternativa c.
3 3
¨ sangue  10 kg/m Representando a situação:
« 2
© g  10 m/s Patm
« Patm
ª h  0,5 m
pcabeça  pcoração  103  10  5  101 hA
hB
pcabeça  pcoração  5  103 Pa A B

760  5  103
x  38 mmHg
105
Lembrando que 1  105pa –––– 760 mmHg
ptotalA  ptotalB A patm  pA  patm  pB A
5  103pa –––– x
dA  g  hA  dB  g  hB
283 Alternativa a. Substituindo dA  2  dB:
As alternativas (c) e (d) são incorretas, pois fora do ca-
hB
nudinho a pressão é a atmosférica e seu valor é cons- 2  dB  hA  dB  hB A 2
tante para o local de experiência. hA
(e) é incorreta, visto que g só depende da altitude do
local e da latitude. Como o refrigerante sobe pelo canu- 287
dinho, hr 0, em relação à superfície livre do líquido.
hB
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Mas p  patm  dr  g  hr, e como patm, dr e g se mantêm


constantes, então p patm, o que significa que o meni-
A B
no reduz a pressão no interior do canudinho.

284 Alternativa a.
Ao colocarmos a garrafa em pé a pressão sobre a su-
perfície do líquido aumenta, pois a área superficial di-
minuiu. Esse aumento é transmitido igualmente a to-
dos os pontos do fluido. Em particular, aos três orifíci- A pressão atmosférica que age sobre a água do reser-
os na garrafa indicados na figura. vatório é:
Acontece que a pressão em cada orifício depende da patm  pA ‰ pA  76 cmHg
altura da coluna líquida situada entre ele e a superfície. pA  Hggh
Então, a pressão é maior para o orifício inferior, diminui
um pouco no orifício central, e volta a diminuir no orifí- pA  13 600  9,8  0,76
cio superior.
pA  1,013  105 N/m2
Chamando essas pressões de p1, p2 e p3, respectiva-
mente, temos: A altura da coluna de água que equilibra essa pressão é:
p 1  p 2  p3 . pB  pA ‰ águaghB  pA

Com o aumento da pressão na superfície de p, essas 103  9,8  hB  1,013  105
pressões passam a valer hB ⯝ 10,3 m

p1  p  p2  p  p3  p
288 Dados: S2  2 000 cm2; F1  200 N, S1  25 cm2
Por isso, o jato d’água do orifício inferior chega mais Para a prensa hidráulica, temos:
longe que o do orifício central, que, por sua vez, alcan-
F1 F
ça mais distância que o do orifício superior. P 1  P2 ‰  2
S1 S2
285 a) Para que a água não invada o interior do sino 200 F2 4  105
submarino a pressão no interior do mesmo deverá ser,  ‰ F2   16  103 N
25 2 000 25
no mínimo, igual à pressão da coluna de líquido na-
quela profundidade. 1,6  104 N

b) Conforme visto no item a, devemos ter:


289 Alternativa b.
psino  patm  plíq. ‰ psino  1  105  d  g  h ‰
500
psino  1  105  1  2  103  9,8  15  101 a) É correta, pois dc   0,8 g/cm3, e como o cor-
625
psino  1  105  176,4  104  18,64  105 N/m2 po está em repouso, temos necessariamente dc  de.

198 RESOLUÇÃO
b) É incorreta, pois de vc aumenta, dc diminui. Então, 293 Alternativa a.
dc de, o que significa que o corpo irá subir até a Quanto maior for o volume imerso, menos denso será
superfície, e ficar com uma parte de seu volume flutu- o líquido. Comparando as frações dos volumes imersos,
ando fora do líquido.
vemos que 7 5 3 ‰ X é o líquido menos
 
c) É correta, pois E  de  ve  g  me  g  plíq. desl. 8 6 4
d) e e) São corretas, pois vc  vlíq. desl., já que o corpo denso e Z é o mais denso.
está totalmente imerso no líquido. Como dc  de, en-
tão mc  me. 294 Alternativa b.
Se o corpo está submerso e em equilíbrio, então dc 
290 Alternativa b. de  0,7 g/cm3.
Ao colocarmos esse corpo num recipiente com água,
Como a canoa flutua em equilíbrio, a 2ª Lei de Newton cuja densidade é 1 g /cm3, ele flutuará, pois dc dágua.
exige que a resultante das forças na vertical seja nula. Apesar disso, manterá 70% de seu volume submerso.
Sobre a canoa atuam apenas a força-peso e o empuxo
recebido pela água.
295 Alternativa b.
Logo, p  E.
dprancha  200 kg/m3; e  0,1 m; Vprancha  A  e;

291 Alternativa b. dágua  1 000 kg/m3

O volume submerso de um corpo (Vsub.) é dado por M  50 kg. Do enunciado, Vs  Vprancha


d mconjunto M  dprancha  A  e
Vsub.  c Vc. Note que ele independe do valor de g. Vs  AAe
de

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
dágua dágua
Também a situação do corpo não se altera, pois em
contrapartida à relação de seu peso, existe a redução 50  20A
A  0,1 
no empuxo exercido pelo líquido. 1 000
50
100 A  50  20 A ‰ A   0,625 m2
M 80
292 VA  ;
dA 296 Alternativa a.
onde dA  800 kg/m3 – O cubo mergulhado desloca um volume de água igual
M  24 kg ao seu próprio volume, portanto:

24 Vcubo maciço  30 cm3.


Logo, VA   3,0  102 m3
800 Como a sua massa é de 450 g, concluímos que a den-
£ sidade da liga metálica é de 15 g/cm3.
dA ¥
a) Vemerso  VA  ² 1 ‰ 3
¤ dágua ´¦ – O cubo oco flutua com de aresta submersa, por-
tanto: 4
Vemerso  3  102  (1  0,8) p Vemerso  0,6  102 m3 ou 3
h
dcubo oco 4 3
3 3
6  10 m , que equivale a 6 l.  ‰ dcubo oco  g/cm3
dágua h 4
b) Após colocarmos o corpo B sobre o bloco A, o con- mefetiva da liga
– Mas dcubo oco  , portanto
V Vcubo oco
junto submerge mais emerso , segundo o enunciado.
2
mefetiva da liga  22,5 g
Vemerso M V
Vs  Vs  A Vs   emerso mliga
2 dágua 2 22,5
– Finalmente, como dliga  ⬖ 15  . Logo:
Vliga Vliga
24 6  103 Vliga  1,5 cm3.
Vs  3

10 2
297 Alternativa c.
mconjunto mM EP
Mas Vs   E
dágua dágua ᐉgVi  cgVc
ᐉS(h  15)  cSh
Vs  24  103  3  103  27  103 m3. 15 cm
h  15 ᐉ(h  15)  ch
m  M  Vs  dágua ‰ m  24  27  103  103
1,03(h  15)  0,9 h
m  3 kg P
1,03 h  15,45  0,9 h
c) E  dágua  Vs  g ‰ E  103  27  103  10 0,13 h  15,45
E  270 N h ⯝ 119 cm

RESOLUÇÃO 199
298 Alternativa a. A afirmação (II) é falsa, pois o empuxo independe da
Como a densidade do ar diminui com a altitude, o profundidade.
empuxo também diminui. Inicialmente, se o balão se A afirmação (III) é verdadeira. Se a pressão atmosféri-
eleva na atmosfera, isto ocorre porque P E. Ele con- ca ao nível da superfície for muito menor que a pres-
tinuará subindo acelerado até o ponto em que P  E, a são no fundo do lago, o balão pode explodir.
partir do qual ele sobe em movimento retardado, pois
passará a uma zona onde P  E. Chegará até uma 302 Situação 1:
posição onde sua velocidade de subida se anula, e in-
¨ E  d0  V  g
verterá o sentido de movimento numa descida acele- P  E  Fe Em que: ©
rada até o ponto de P  E. A partir daí, desce em mo- ª Fe  k  h , e k é a constante
vimento retardado (P E) até sua velocidade se anu- elétrica da mola.
lar, e reinverte o sentido do movimento, oscilando em P  d0  V  g  k  h 1
torno da altura, em que P  E.
Situação 2:
¨
299 A afirmação a é falsa, pois: « E  d  V  g
P  E  Fe, onde: ©
mi 120 « F  kh
di    0,3 g/cm3 ª e
Vi 400 2
kh
di PdVg 2
A afirmação b é falsa, pois: Vs   Vi 2
da
Igualando as expressões 1 e 2 :
Vs  0,3 Vi ou 30% do volume total.
kh
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

dVg  d0  V  g  k  h
A afirmação c é verdadeira, pois o empuxo é dado por: 2
E  dágua  Vs  g kh kh 1
V  g (d  d0)  kh  ‰V 
em que dágua  103 kg/m3 e 2 2g ( d  d0 )
Vs  0,3  400  106  1,2  104 m3
303 Alternativa d.
⬖ E  103  1,2  104  10 A E  1,2 N
Para desprezarmos o empuxo do ar:
Para afundar totalmente a esfera, devemos ter: erro  2%
P  F  E, em que P  1,2 N e
Preal  Pmedido
E  dágua  Vi  g  103  4  104  10  4 N. Logo,  0,02
Preal
F  2,8 N e a afirmação d é verdadeira. Para afundar a Marcando-se as forças e levando-se em conta o
esfera pela metade, devemos ter: P  F  E, com E empuxo do ar:
 dágua  0,5Vi  g  2 N. Logo, F  0,8 N e a afirmação E PMEDIDO

e é falsa. E  Pmedido  Preal

300 Alternativa a. E  Preal  Pmedido


PREAL
3
Pap  p.
4
3 P E
Mas Pap  P  E. Logo, P  E  p‰E .  0,02 , E  dar Vcg
4 4 Preal
d V Preal  dcVcg
dágua Vágua  0 0 . Como o corpo está completamen-
4 dar Vc g
te mergulhado na água:  0,02
dc Vc g
Vágua  V0
dar
d0 V0 d dc  ⬖ dc  50dar
dágua  V0  ‰ dágua  0 0,02
4 4
ou d0  4  dágua. 304 Alternativa c.
Situação inicial:
301 Alternativa d. NB
F
A afirmação (I) é correta, pois o balão apresenta uma
força resultante igual a (E  P) em módulo, na direção e
vertical e com sentido para cima. Como a força é cons-
tante enquanto o balão está totalmente submerso, seu NA NB
movimento de subida é acelerado uniformemente. PB

200 RESOLUÇÃO
Situação final:
NB
F h

e y0  20 cm

NA T1 NB
(PB  PC)

Considerando-se:
I – NB  PB  NA (corpo em equilíbrio)
II – PB  PB  E, em que: E  intensidade do peso do
líquido deslocado.
y0  20 cm
III – PC  E, pois a densidade do objeto metálico é
maior que a da água.
IV – NB  P9B  PC (corpo em equilíbrio).
Para o ponto C:
Das afirmações acima, conclui-se que: NB  NB Portanto, h  y  y0  15 cm.
Para manter os braços da balança em equilíbrio na
horizontal, o momento resultante deve ser nulo, bem II) Para o cálculo do empuxo, sendo o movimento
como a resultante. Logo: retilíneo uniforme (R  0):
TCD  1,6 N

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
NA  T1  NB (lembrando que: NA  NB e NB  NB)

Assim: T1  0 no trecho CD P  TCD  1,6 N


P
Se o fio f1 encontra-se tracionado, pode-se concluir E TAB  1,3 N
que o fio f2 terá tração nula.

no trecho AB E  TAB  P
305 Pesocadeia  E hcrosta  13 km P  1,6 N
E  0,3 N
pc  Vcadeia  g  pm  Vraiz  g, onde
¨ b) E  p  Vc  g ‰ E  p  A  h  g ‰
« Vcadeia  Sbase  (hcrosta  hraiz)
©
«V  S 0,3  p  2,5  104  15  102  10
ª raiz base  hraiz
p  800 kg/m3
pc  Sbase  (hcrosta  hraiz)  pm  Sbase  hraiz
( hcrosta  hraiz ) p h p
 m ‰ crosta  1  m
hraiz pc hraiz pc

hcrosta p 13 3, 2
Hidrodinâmica
 m 1 ‰  1 2 2
rraiz pc hraiz 2, 7 £ D ¥ £ 0,1 ¥
307 S  ² ´ ‰ S  3,14 ² ´
¤ 2 ¦ ¤ 2 ¦
13 13
⯝ 0,185 ‰ hraiz ⯝ ⯝ 70,27 km
hraiz 0,185 S  7,85  105 m2
80 ᐉ 80  103
⬖ hraiz ⯝ 70 km Q  m3/s ‰ Q  2  102 m3/s
4 s 4
T (N) 2
306 Q 2  10
QSv‰v  ‰ v  255 m/s
1,8 S 7, 85  105
C D
1,6
308 Cálculo de v1:
1,4
A B
2
£ D ¥
1,2 Q  S 1v1 ‰ Q   ² 1 ´  v1
¤ 2 ¦
0 10 20 30 40 50 y (cm)
2
a) I – Cálculo de h: £ 0,4 ¥
200  103  3 ² ´  v1
¤ 2 ¦
Para o ponto B do gráfico, o corpo encontra-se na se-
guinte situação: v1  1,67 m/s

RESOLUÇÃO 201
Cálculo de v2: Q
Em B, temos: vB 
S 1 v1  s 2 v2 SB
2 2 2
£ D ¥ £ D ¥ £ 0,4 ¥ 2
 ² 1 ´  v1   ² 2 ´  v2 Mas, SB   ² ´  0,1 256 m
¤ 2 ¦ ¤ 2 ¦ ¤ 2 ¦

(0,4)2  1,67  (0,3)2  v2 70  103


vB  ‰ vB ⯝ 0,56 m/s
0,1256
v2 ⯝ 2,97 m/s
2 2 b) Como o tubo é elevado e hA  0, hB  3 m,
£ D ¥ £ D ¥
309 S1v1  S2v2 ‰  ² 1 ´  v1   ² 2 ´  2v1 pA  2  105 N/m2 e d  0,8  103 kg/m3:
¤ 2 ¦ ¤ 2 ¦
D21  2  D22 dv2A dvB2
pA  dghA   pB  dghB 
2 2
D12 102
D22  ‰ D2  ‰ D2  5 2 cm 0,8  103  (0,36 )2
2 2 2  105  
2
dv12 dv22 0,8  103  (0, 56 )2
310 p1   p2  ‰ pB  0,8  103  10  3 
2 2 2
103  (1, 2)2 103  (1, 5)2 200 000  51,84  pB  24 000  125,44
24  104   p2 
2 2
pB  175 926,4 N/m2
240 000  720  p2  1 125
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

p2  239 595 Nm2 313 A velocidade de escoamento é:

311 v 2gh ‰ v  2  10  5  100 ‰ v  10 m/s


V 5 000 5 000 Q  Sv ‰ Q  3  104  10 ‰ Q  3  103 m3/s ou
a) Q  ‰Q  ‰ Q  16,7 ᐉ/s
t 5  60 300 Q  3 ᐉ/s
b) A velocidade de escoamento é dada por:
1 2 2Y 2Y
314 Y  gt ‰ t2  ‰t
v 2gh ‰ v  2  10  3 ‰ v ⯝ 7,8 m/s 2 g g
Mas: Q  Sv ‰ Q  0,00267  7,8 2Y
X  vt ‰ X  2g(H  Y ) 
3
Q  0,0208 m /s ou Q  20,8 ᐉ/s g

c) No início a vazão é maior, pois h é maior. 2Y


X 2g(H  Y ) 
g
Q
312 a) Q  Sv ‰ Q  SA  vA ‰ vA 
SA X  2 Y(H  Y )
Sendo Q  70 ᐉ/s  70  103 m3/s e SA 1
Para o maior alcance, devemos ter Y  H.
£ 0,5 ¥
2 2
2
 ² ´  0,19625 m :
¤ 2 ¦ 1 £ 1 ¥ 1 2 1
X2 H² H  H´  2 H 2 H
3
2 ¤ 2 ¦ 4 2
70  10
vA  ‰ vA ⯝ 0,36 m/s
0,19625 X  H (alcance máximo)

202 RESOLUÇÃO
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Termologia 318 Alternativa a. Teríamos um valor praticamente igual
ao da escala Kelvin uma vez que, ao acrescentarmos
273 unidades à temperatura, não alteramos sua ordem
315 °X °C de grandeza.
80 100
t x  20 tc  0 319 Alternativa b.
=
80  20 100  0
t (°C) t (°F)
t  20 C0 68  32
tc  x 100 212 
tx tc
0, 6 100  0 212  32

Portanto, a relação é C 36

100 180
20 0 t x  20
tc  . C 68
0, 6 C  20 °C
0 32
316 Relação entre as escalas:
tC t  32 tF Logo, 20 °C corresponde ao tempo de 9 minutos.
 F dado: tC 
5 9 2
Substituindo:
320 Alternativa e. Temperatura é uma grandeza física
tF
escalar que mede o estado de agitação das moléculas
2 tF  32
 A tF  320 °F do corpo.
5 9

317 Alternativa d. 321 Alternativa e.


Desenhando as escalas: A 2 C0
t (°A) t (°C) 
°X °C 80  x 10  0 22  2 100  0
 22 100
y 100 20  x 40  0
A 2 C
80  x 1 
20 40
 A x  100 °X 20 100
20  x 4
A C Para A  C:
20  80 40  10
80 10 
y  80 100  10 C2 C

2 0 1 5
x 0 60 1 A
 y  100 °X
y  80 3 C  2,5 °A

RESOLUÇÃO 203
322 Alternativa d. Não poderíamos ter as escalas Celsius Na escala Fahrenheit há 180 divisões. Logo:
e Kelvin uma vez que na escala Celsius o menor valor 20 cm –––– 180 divisões
possível é 273 °C e na Kelvin o menor valor é zero. 20 180
A  A y  45 °F
Já na escala Fahrenheit, 450 °F corresponderá a apro- 5 cm –––– y 5 y
ximadamente 268 °C, que é um valor possível.

323 Alternativa a. 326 Alternativa b.


L  Lit
°C °F
Lf  Li  Li(tf  ti)
100 212
801  800  800    (98  25)
1  58 400
  0,000017123
x x ⫹ 72
 ⯝ 1,71  105 °C1

327 Alternativa e.
0 32 aço

x 0 ( x  72)  32 x x  40 Aᐉ Aᐉ
 A 
100  0 212  32 100 180
18x  10x  400 Aᐉ
x  50 °C
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Como o coeficiente de dilatação linear do alumínio é cer-


324 Alternativa a. ca de 2 vezes maior que o do aço, a figura formada,
mantendo as demais constantes, é um trapézio isósceles.
C E G
e
110 70
328 Alternativa e. As juntas de dilatação são espaços
70 reservados para que as edificações se dilatem. Sendo
100
assim, a dilatação de um corpo depende do seu com-
primento inicial, sendo diretamente proporcional a este.
f
g
329 Alternativa d. Uma vez que a variação da tempera-
0
20
10 tura e o material que constitui a
placa são iguais, a dilatação fica
como função do comprimento ini- Rpino
Relacionando as escalas C e E:
cial que, neste caso, é o diâmetro R placa
100  0 180  0 180 do orifício. Sendo assim, a folga
 A 2 A e  110 °E
70  20 e  20 e  20 aumentará, pois o orifício possui
um diâmetro maior que o do pino.
Relacionando as escalas E e G:
f  20 110  20 f  20 3
 A  330 Alternativa d.
g  10 70  10 g  10 2
¨ ti  15 °C
3 «
f g5 « LiI  2 cm
2 «
« Li  1 cm
Dados: © II
325 Alternativa d. °C °F 3
« d  5  10 cm
100 212 «   3  105 °C1
« I
«   4  105 °C1
ª II
20 cm

Para que as peças entrem em contato, devemos ter:


x y LI  LII  5  103
5 cm

2  3  105(tF  15)  1  4  105(tF  15)  5  103


0 32 6  105  tF  90  105  4  105  tF  60  105 
 5  103
Na escala Celsius há 100 divisões. Logo:
10  105  tF  5  103  150  105
20 cm –––– 100 divisões 104 tF  5  103  1,5  103
20 100°
A  A x  25 °C
5 cm –––– x 5 x tF  6,5  101  65 °C

204 RESOLUÇÃO
331 Alternativa e. Utilizando as informações fornecidas: 336 Alternativa a.
L  Li    t D¨  0,4 m  400 mm
«
L  2  2  106  10 Dados: © t  100 °C
«
ª  22  106 °C1
L  4  105 m  0,04 mm
Área inicial:
332 Alternativa d. Para que as barras metálicas apre- Si  R2  3,14  (200)2  125 600 mm2
sentem o mesmo comprimento a uma dada tempera- S  Si    t
tura, devemos ter: S  1,256  105  22  106  102
LA
S  27,632  101
Lo ⫽ 202,0 mm
A S  276,32 mm2 ⯝ 280 mm2

A
337 Alternativa d.
S  Sit A 2,4  Si  2  1,2  106  100
B
2,4  24  105Si
Lo ⫽ 200,8 mm
B
Si  104 cm2
LB
Si  1 m2
LA  LB
LoA(1  A )  LoB(1  B ) 338 Alternativa d.
Dados: ¨«   1,6  104 °C1

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
5
202,0 [1  2  10 ( f  0)] 
© 1
 200,8 « Sf  Si   Si
ª 10
[1  5  105( f  0)]
202,0  404  105 f  200,8  1 004  105 f S  Si    t
1,2 10
f  S  Si  1,6  104  t
600  105 100 i
1  10  1,6  104  t
f  200 °C
1
t  A t  625 °C
1,6  103
333 Alternativa b. Pela figura:
RB  RA e tA  tB 339 Alternativa e. A razão entre as áreas é 1, pois tanto
Assim, para A  B, quando aumentamos a tempera- a chapa quanto o quadrado apresentam a mesma área
tura, a abertura x tende a diminuir. inicial, são feitos de mesmo material e estão sujeitos à
mesma variação de temperatura.
334 Alternativa e.
¨ L  600 km  6  105 m 340 Alternativa a. Para que o dente e a restauração so-
« i fram a mesma variação de volume quando sujeitos à
« t  10 °C mesma variação de temperatura, ambos devem pos-
Dados: © i
« tf  30 °C suir o mesmo coeficiente de dilatação volumétrica.
« 5 1
ª   10 °C
341 Alternativa d. Se o raio e o material que constitui as
L  Lit A L  6  105  105  40 esferas são os mesmos, assim como a variação de tem-
L  240 m peratura a que elas estão submetidas, a dilatação sofrida
também será a mesma, fazendo com que a razão seja 1.

335 Alternativa b.
342 Alternativa a.
¨ Si  900  500  400 cm2 ¨
« « Vi  60 L
Dados: © t  50 °C « t  10 °C
« 5 1 Dados: © i
ª Zn  2,5  10 °C « tF  30 °C
« 3 1
S  Si    t ª gasol.  1,1  10 °C
S  4  102  5  105  5  101 V  Vi  t
S  1 cm2 V  6  101  1,1  103  2  101
Sf  Si  S A Sf  401 cm2 V  13,2  101  1,32

RESOLUÇÃO 205
343 Alternativa d. 347 Alternativa e.
m
A densidade inicial do corpo é di  . Dados: ¨ ti  0 °C
«
V « tf  80 °C
Depois de aquecido, sua densidade passa a «
© 4
m « Vap   Viap
df  . « 100
V  V «  27  106 °C1
m ª vidro
E, sendo V  V , onde   0: df  ,
V  Ve0 Vap  Viap  ap  t
m
ou seja: df  . 4
V(1  e0 )  Viap  Viap  ap  8  101
100
Assim, comparando df com di, obtemos:
m 4
ap   5  104 °C1
df V(1  e0 ) df 1 8  103
 A 
di m di 1  e0 real  ap  rec
V
di real  27  106  5  104
⬖ df 
1  e0 real  527  106 °C1
Nessa expressão, observamos que:
Se 0  0 1 A df di 348 Alternativa c. A afirmação IV é incorreta porque
di quando a água é aquecida de 0 °C para 4 °C, seu
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Se  0  1 A df  volume diminui. A partir de 4 °C seu volume volta a


2
Se  0  1 A df di aumentar.

Como os coeficientes de dilatação dos sólidos estão


próximos a 106, para que  0  1, teríamos 0 próxi- 349 Alternativa d. O nível da glicerina se eleva, pois tan-
mo a 106 °C, o que é incompatível com a informação to esta como o vidro sofrem dilatações. No entanto, a
de que o corpo é sólido. dilatação volumétrica da glicerina é muito superior à
Logo, a densidade diminuirá, mas certamente não se dilatação volumétrica do recipiente.
reduzirá à metade.

350 Alternativa b. Para que o volume da parte vazia


344 Alternativa a. permaneça inalterado, devemos ter:
¨ Vi  500 cm3
« Vrec  Vreal A Virec  rec  t  Vireal  real  t
« ti  10 °C
« 500  rec  200  
Dados: © rec  6  105 °C1 A rec  18  105 °C1
« 4 1
« real  4  10 °C 5(3rec)  2  
«
ª tf  70 °C 2
rec  
15
Determinando o ap:
real  ap  rec 351 Alternativa c.
4  104  ap  18  105 A ap  2,2  104 °C1
Vap  Viap  ap  t I – (Verdadeira) Podemos calcular o coeficiente de di-
2 4 1
latação do material baseados na inclinação da reta tan-
Vap  5  10  2,2  10  6  10 gente à curva no ponto considerado. Neste gráfico, a
1
Vap  66  10 inclinação da reta representativa do mercúrio não se
Vap  6,6 cm3 altera no intervalo considerado.

II – (Falsa) Para a altura citada, temos:


345 Alternativa a. O volume de líquido que transborda
indica a variação aparente do volume, ou seja, a dila- THg ⯝ 5 °C e TH2O  15 °C
tação do líquido menos a dilatação do frasco.
III – (Verdadeira) Traçando uma reta tangente à curva
na temperatura de 18 °C, teremos uma reta paralela à
346 Alternativa a. Se o coeficiente de dilatação cúbica curva do mercúrio, indicando o mesmo coeficiente de
do recipiente e do líquido (Hg) for o mesmo, não ob- dilatação.
servaremos uma alteração na altura da coluna de mer-
cúrio, ou seja, o termômetro deixa de indicar a varia-
ção da temperatura. 352 Alternativa b.

206 RESOLUÇÃO
¨ m  1,0 kg 357 Alternativa b.
«
« t  20 °C ¨ ti  20 °C
353 Dados: © i «
« tf  60 °C « l  2,8  103 g/mm
« «
ª P  4 600 J/min Dados: © L  3 mm
« 5 1
Determinando a energia empregada: « Aᐉ  2,4  10 °C
«
4 600 J A 1 min ª cAᐉ  0,2 cal/g °C
A x  92  103 J
x @ 20 min Como a variação de temperatura é comum:
L  Li    t e Q  m  c  t
Calculando o calor específico:
L Q L  ml  c
92  103  1  c  40 A c  23  102 J/kg  °C  AQ
Li   mc Li  

354 Alternativa a. 3  2,8  103  0,2


Q A Q  70 cal
2,4  105
¨ cA  cB
« ¨ P  2  104 cal/min
Dados: © QA  QB «
« « m  4,0 kg  4 000 g
ª tA  2  tB «
358 Dados: © ti  30 °C
Estabelecendo a igualdade: «
« tf  80 °C
QA  QB A CA  tA  CB  tB A CA  2tB  «
ª cH2O  1 cal/g °C

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
 CB  tB A CB  2  CA
Determinando a quantidade de calor:
355 Alternativa a. A variação de temperatura sofrida pelo Q  m  c  t A Q  4  103  1  5  101
disco de chumbo pode ser determinada pela equação: Q  2  105 cal
Q  m  cPb   Determinando o tempo:
sendo: m  100 g 2  104 cal A 1 min
A x  10 min
cPb  3  10 2
cal/g  °C 2  105 cal A x
Q  30 cal
359 Usando a equação fundamental da calorimetria e a
Logo: 30  100  3  102  
definição de potência:
  10 °C
Q  mc
A variação na área do disco pode ser obtida a partir da Q
equação: Pot  A Q  Pot t
t
S  S0   Portanto:
sendo:   2  Pb  6  105 °C1 Pot t  m c 

  10 °C Substituindo-se os valores fornecidos na questão:


120  t  2,6  720  (37  2,4)
Logo: S  6  105  10  6  104  0,0006  t  539,76
S0
t ⯝ 540 s
 0,06%

¨ m  100 g
356 Alternativa e. 360 Dados: ©
ª Q  470 kcal
¨ cPb  0,031 cal/g °C
Dados: © a) Determinando a massa de água:
ª 1 cal  4,186 J
Q  mct A 470  103  m  1  102 A m  4 700 g
A variação de temperatura de 1 °C corresponde à va- b) Determinando a energia por degrau:
riação de temperatura de 1 k, logo:
Ep  mgh A Ep  80  10  0,25 A Ep  200 J
0,031  4,186 1 cal A 4,2 J
c A x  47,62 cal
103  1 x @ 200 J
J 1 degrau A 47,62 cal
c ⯝ 1,3  102
kg  k x @ 470 000 cal A x ⯝ 9 870 degraus

RESOLUÇÃO 207
361 Alternativa e. † ( 6 000  1  t )  4
04. P  A 400 
¨ m  100 g t 15  60
«
« 1 volta  0,1 J 36  104
Dados: © t  A t  1,5 °C (correto)
« t  1 °C 24  103
« 1 cal  4,2 J
ª
¨ Q  1  106 cal
Determinando a energia: «
364 Dados: © m  50 kg
Q  mct A Q  102  1  1  100 cal  420 J «
ª h  2,0 m
Determinando o número de voltas:
1 volta A 0,1 J Determinando a energia em Joules:
A x  4 200 voltas 1 cal A 4,18 J
x @ 420 J
6
10 cal A x A x  4,18  106 J
¨ m  1 000 kg
« Determinando a energia empregada para levantar o
« 72 km corpo:
362 Dados:© Vi   20 m/s
« h
« Ep  mgh A Ep  50  10  2 A Ep  1 000 J
ª vf  0
Calculando o número de vezes que o corpo será erguido:
Determinando a energia dissipada: 1 vez A 1 000 J
1 y @ 4,18  106 J A y  4 180 vezes
Ec  Ecf  Eci  0   100  202  20 000 J
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

2
Convertendo as unidades:
365 Alternativa b.
1 cal A 4,19 J
A x ⯝ 4 780 cal x  fusão (passagem da fase sólida para a fase líquida)
x @ 20 000 J
y  vaporização (passagem da fase líquida para a fase
Como a variação da temperatura é comum: de vapor)
v  vit e Q  m  c  t z  sublimação (passagem da fase sólida para a de
vapor, sem passar pelo estado líquido)
v Q v Q
 A   4 780  7  107
vi   mc vi mc
C 366 Alternativa c. Quanto maior a altitude menor a pres-
v 3 são atmosférica e, conseqüentemente, menor a tem-
 3,35  10
vi peratura de ebulição da água.

363 01  02  05  07
¨ V  60 ᐉ A m  60 kg  60 000 g 367 Alternativa a. O calor específico de uma substân-
« cia é, por definição, a quantidade de energia na forma
« t  23 °C de calor necessária para que 1 g dessa substância sofra
Dados: © i
« tf  8 °C variação de temperatura de 1 °C, sem que ocorra mu-
« dança de estado.
ª tempo  5 h

01. De acordo com o enunciado: Dentre as afirmações:


1,5 °C A 1 h I – é correta, pois se trata da definição aplicada aos
A x  7,5 °C dados da questão.
x @5h
II – é errada, pois a definição é válida para 1 g de mas-
Determinando a quantidade de calor: sa, e não para uma massa qualquer.
Q  mct A Q  60 000  1  7,5 III – é errada, pois de acordo com a definição, o valor
Q  45  104 cal  18  105 J correto para a energia térmica, nas condições propos-
tas, é 9 J.
Determinando a potência:
† 18  105 368 Alternativa e.
P AP A P  100 W (correto)
t 5( 3 600)
¨ m  4  108 ton  4  1014 g
† ( 6 000  1  15)  4 «
02. P  A 200  « ti  10 °C
t t Dados: ©
36  105 « cgelo  0,5 cal/g °C
t  A t  18  103 s  5 h (correto) « L  80 cal/g
2  102 ª F

208 RESOLUÇÃO
Determinando a quantidade total de calor: 373 a) A fusão ocorre no intervalo de tempo t2  t1.
Q1 Q2
b) A vaporização ocorre no intervalo de tempo t4  t3.
gelo gelo água
c) Determinando a quantidade de calor:
⫺10 °C 0 °C 0 °C
Qtotal  Q1  Q2
Qtotal  Q1  Q2  m(ct  LF)
Qtotal  m(ct  LF)
Qtotal  4  1014 (0,5  10  80)  34  1015 cal
Qtotal  100(0,55  40  80)  Qtotal  10 200 cal
¨ m  100 g
« 374 Alternativa c. Na situação proposta, deve ocorrer a
369 Dados: © ᐉ  50,0 cm fusão de 200 g do gelo e, em seguida, o aquecimento
«
ª ti  20 °C da água resultante até 100 °C:
P  t  m  L  m  c  
a) Determinando a temperatura:
800  t  200  80  4  200  4  100
L  Li    t
t  180 s
0,12  50  24  106  t A t  100 °C
100  tf  20 A tf  120 °C 375 Alternativa b. Com o aumento da pressão, a tem-
b) Determinando a quantidade de calor: peratura de ebulição da água também aumenta, cozi-
nhando melhor os alimentos.
sólido sólido líquido
Q1 Q2

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
Aᐉ Aᐉ Aᐉ
376 Alternativa a.
¨ ti  20 °C
20 °C 660 °C 660 °C «
Dados: © P  800 W
Qtotal  Q1  Q2 A Qtotal  m(ct  LF) «
ª tf  100 °C
Qtotal  100(0,22  640  95)
Qtotal  23 580 cal Determinando a quantidade de calor:
Q1 Q2
água água vapor
370 Alternativa b. A transmissão (troca) de calor ocorre
sempre do corpo mais aquecido para o corpo menos 20 °C 100 °C 100 °C
aquecido. Sendo assim, a água irá fornecer calor para
os blocos de gelo. Qtotal  Q1  Q2 A Qtotal  m(ct  Lv)
Qtotal  m(1  80  540)  620  m
371 Alternativa b.
Determinando a vazão:
Dados: ¨ m  200 g
« † 620  m  4,2
« ti  20 °C P A 800 
« t t
© cgelo  0,5 cal/g °C m m mᐉ
«  0,31 g /s ±água
±±A  0,31
« LF  80 cal/g t t s
«
ª tf  10 °C
377 a) A quantidade total de calor necessária para aque-
Determinando a quantidade de calor: cer e depois fundir uma massa m de um material é:
Q1 Q2 Q3 Qtotal  mcT  mL
gelo gelo água água
Substituindo os valores dados: m  500 g,
20 °C 0 °C 0 °C 10 °C c  0,80 cal/g °C, T  1 100  30  1 070 °C e
Qtotal  Q1  Q2  Q3 A Qtotal  m(cgelot  LF  cáguat) L  43 cal/g
Qtotal  200(0,5  20  80  1  10)
Qtotal  (500)(0,080)(1 070)  (500)(43) 
Qtotal  20 kcal
 42 800  21 500
Qtotal  64 300 cal
372 Alternativa d. Se dois cubos de gelo são capazes
de reduzir a temperatura de 24 °C, levando a tempera- Como 1 cal  4,2 J, Qtotal  (64 300)  (4,2) 
tura do conjunto a 1 °C, outros dois cubos de gelo irão
 270 060
tirar o calor restante da água levando o sistema a 0 °C,
onde teremos gelo e água. J ⯝ 270 kJ.

RESOLUÇÃO 209
b) A potência média é definida por: De acordo com o princípio da igualdade:
Q 270 060 J Q A  QB  0
Pm    270 060  104 ⯝
t 104 s 30  mB  cB  t  0
⯝ (2,7  105)  104  2,7  109 W  2,7 GW 30  2  cB  (40  60)  0
cB  0,75 cal/g °C
c) O número de lâmpadas é dado pela potência média
da descarga dividida pela potência de uma lâmpada, ou:
381 a) Colocando os dados em uma tabela:
1 lâmpada A 100 W
n lâmpadas A 2,7  109 W
m c tf ti
2, 7  109
n  2,7  107  27  106  27 milhões de corpo 10 000 0,60 37 40 Q1
100
lâmpadas
água m 1 37 25 Q2

378 Alternativa d.
Q 1  Q2  0
Colocando os dados em uma tabela: 10 000  0,6(37  40)  m  1  (37  25)  0
18 000  12m A m  1 500 g
m c tf ti
b) Colocando os dados em uma tabela:
calorímetro 500 30 60 Q1
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

m c tf ti
água mT 1 30 15 Q2
corpo 10 000 0,60 37 40 Q1
água 5 000 1 30 60 Q3
água m 1 37 20 Q2

Determinando a massa de água:


10 000  0,6  (3)  m  1  (17)  0
Q 1  Q2  Q 3  0
17 m  18 000 A m ⯝ 1 059 g
500(30)  mT(15)  5 000 (30)  0
15  mT  165 000 A mT  11 000 g  11 kg c) Como a massa do corpo e a variação da tempera-
tura são grandezas diretamente proporcionais em re-
De acordo com a vazão: lação à quantidade de calor, a diminuição de uma im-
1 kg A 1 min plica o aumento da outra.
A x  11 min
11 kg A x
382 Alternativa c.
¨ ti  30 °C Determinando a quantidade de calor absorvido pela
« água água:
« tigelo  40 °C
« Q  m  c  t A Q  3  103  1  (50  10)
« mágua  mgelo
379 Dados: © Q  12  104 cal
« LF  80 cal/g
«c Determinando a potência:
« gelo  0,5 cal/g °C
«c  1 cal/g °C 12  104
ª água † 12 cal
P AP AP  103
t 14  60 84 s
Determinando o calor fornecido pela água Determinando a temperatura de equilíbrio:
Qágua  Qgelo  0
mctágua  mctgelo  m  LF  mctágua  0 m c tf ti
m  (tf  30)  20  m  80  m  tf  m  0
água 3 000 1 tf 50 Q1
2  tf  m  70 m
tf  35 °C corpo 1 000 0,2 tf 0 Q2

380 De acordo com o gráfico: Q1  Q2  0 A 3 000(tf  50)  200(tf  0)  0


Q  m  c  t tf  46,875 °C
30  mA  cA  30 Determinando a quantidade de calor da água:
cA  1 cal/°C QH2O  3 000  1  (50  46,875)  9 375 cal

210 RESOLUÇÃO
Determinando a quantidade de calor do corpo: 387 Alternativa d.
Qcorpo  1 000  0,2  (50  46,875)  625 cal ¨ P  10 000 cal/min
«
A quantidade total de calor será: « VH2O  50 mᐉ
«
Qtotal  9 375  625 A Qtotal  10 000 cal « tiH O  100 °C
« 2
Dados: © mvapor  40 g
Pela potência do microondas: «
« tivapor  100 °C
12 000 cal A 84 s «
A x  70 s « tiágua  20 °C
10 000 cal A x « L  540 cal/g
ª v

383 Alternativa e. O corpo que recebe a maior quanti- Determinando a quantidade de calor:
dade de calor é aquele que possui a maior capacidade Q1  mct  50  1  (80)  4 000 cal
térmica, ou seja, o latão.
Através da potência:
384 Máxima quantidade de calor que pode ser forneci- 10 000 cal A 1 min
A x  24 s
do pela água: 4 000 cal A x
Q  mct A Q  400  1  (12,5  0) A Q  5 000 cal
388 Alternativa b.
Quantidade de calor absorvido pelo gelo
¨ P  10 000 cal/min
Q1 Q2 «
« VH2O  50 mᐉ

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
gelo gelo água «
« tiH O  100 °C
⫺10 °C 0 °C 0 °C « 2
Dados: © mvapor  40 g
«
Q1  mct  1 000 cal (ocorre) « tivapor  100 °C
Q2  m  LF  16 000 cal (não ocorre totalmente) «
« tiágua  20 °C
« L  540 cal/g
Massa de gelo derretido: ª v
Q  m  LF A (5 000  1 000)  m  80 A m  50 g Determinando a quantidade de calor:
Q1 Q2
385 Alternativa c. Colocando os dados em uma tabela: água água vapor
onde 1 cm3 ⬅ 1 g
20 °C 100 °C 100 °C

m c tf ti QT  Q1  Q2 A Qtotal  mct  mLv


Qtotal  40(1  80  540) A Qtotal  24 800 cal
café 500 1 tf 90 Q1

café 200 1 tf 20 Q2 389 Alternativa c. Pelo princípio da igualdade:


Qágua  Qgelo  0
Q1  Q2  0 A 500  1  (tf  90)  200  1  (tf  20)  0 m  c  t  m  LF  0 A 200  1  (tf  20)  50  80
700  tf  49 000 A tf  70 °C 200  tf  4 000  4 000  0 A tf  0

386 Alternativa b. Colocando as informações em uma 390 Alternativa a.


tabela: ¨ Vi  5 cm3
«
« m  30 g
m c tf ti «
« ti  100 °C
Dados: ©
água fria 1 000 1 60 0 Q1 « LF  80 cal/g
«
« CCu  0,096 cal/g °C
água quente m2 1 60 80 Q2 «d 3
ª gelo  0,92 g/cm
De acordo com a figura do exercício, temos água e
Pelo princípio da igualdade: gelo simultaneamente, logo, a temperatura de equilí-
Q1  Q2  0 A 1 000  1  60  m2  1  (20)  0 brio é de 0 °C. Daí:
60 000  20  m2 Qesfera  Qgelo  0 A m  c  t  m  LF
m2  3 000 g (o que corresponde a 3 ᐉ). 30  0,096 (100)  mgelo  80  0 A mgelo  3,6 g

RESOLUÇÃO 211
De acordo com a densidade: do-líquido); 5 - ponto sobre a curva de vaporização
3
1 cm A 0,92 g (ponto crítico entre vapor e gás).
A x ⯝ 3,9 cm3
x @ 3,6 g
396 Alternativa c. Para valores de pressão acima de 1
Portanto, o volume final, será: atmosfera, de acordo com o diagrama de fases, pode-
vf  5 cm3  3,9 cm3  8,9 cm3 mos ter a substância na fase de vapor, na fase líquida
ou na fase sólida.
¨ ti  0 °C
« 1 397 Alternativa e.
« h  1,68  10 m
391 Dados: © 5
« LF  3,36  10 J/kg I. O diagrama de uma substância que diminui de vo-
« g  10 m/s2 lume na fusão apresenta o seguinte aspecto:
ª
p
De acordo com o princípio de conservação da energia: líquido
de

cu
rv

ão
a
de va ç
fu s c u r o ri z a
A ão v ap
EmA  Em B sólido T gás

ão
0 0 0 aç
EpA  EcA  EpB  EcB  Edissipada m
h su b li vapor
de
c u rva
EpA  Edissipada
tc t
B
II. Se a temperatura é aumentada sob pressão cons-
Edissipada  mTgL  mT  10  1,68  101  1,68  mT
tante (isobárica), a substância passa da fase sólida (A)
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Determinando a massa de gelo que derrete: para a fase líquida (C) e, posteriormente, para a fase
Q  m  LF A 1,68  mT  m  3,36  105 de vapor (D).
p
m  5  106  mT
A C D

¨ mc  2 kg líquido
«
« mH2O  400 g sólido vapor
«
392 Dados: © tiH O  298 k  25 °C B
« 2
«h  5 m ␪
«
ª tf  298,4 k  25,4 °C III. Se a pressão é aumentada sob temperatura cons-
tante (isotermicamente), a substância passa da fase
a) Determinando a capacidade térmica:
de vapor (B) para a fase sólida (E) e, posteriormente,
Q  C  t A 640  C (25,4  25) A C  1 600 J/°C para a fase líquida (F).
p
b) Determinando a energia necessária para aquecer o
calorímetro e a água: A F
líquido
Qtotal  Qcal  QH2O A QT  320  640  960 J
sólido
Determinando a energia potencial: E
vapor
Ep  mgh A Ep  2  10  5  100 J, dos quais são B
utilizados 60 J. ␪
Determinando o número de quedas:
¨ ti  23 °C
1 queda A 60 J «
A x  16 quedas « te  33 °C
x @ 960 J «
398 Dados: © k  2  104 kcal (s  m  °C)1
« 1
393 Alternativa e. « e  10 cm  10 m
« 2
ª S  50 m
394 Alternativa b. Determinando o fluxo de calor:
Q k  s  ( t  ti )
395 Alternativa e.   
t e
1 - Região da curva representando a fase de vapor; 2 - 2  10<1  5  101( 33  23) cal kcal
ponto sobre a curva de sublimação (equilíbrio entre    103 1
101 s s
sólido e vapor); 3 - ponto triplo (coexistem as três fa- Portanto, o aparelho que deve ser utilizado é o de nú-
ses); 4 - ponto sobre a curva de fusão (equilíbrio sóli- mero 4, que possui potência mínima de 1,260 kcal/s.

212 RESOLUÇÃO
399 Alternativa b. A lã funciona como um isolante tér- nam como numa estufa de plantas: são transparentes
mico dificultando a passagem do calor através dela, à radiação luminosa e opacos à radiação infraver-
por possuir um coeficiente de condutividade térmica melha. Logo, o calor recebido pelo ar fica “aprisiona-
baixo. do” no interior do veículo, o que faz a temperatura ali
aumentar.
400 Porque a travessa de alumínio possui um coefici-
ente de condutibilidade térmica maior que o da mesa 406 a) De modo geral, os metais usados para a confec-
de madeira, absorvendo uma quantidade de calor maior ção de panelas devem apresentar condutividade alta,
da mão. calor específico pequeno e dilatação térmica peque-
A cera derreterá antes na barra de alumínio, pois o na. Já utensílios feitos de madeira, plástico e vidro de-
coeficiente de condutibilidade térmica do alumínio é vem apresentar condutividade baixa, calor específico
maior que o coeficiente de condutibilidade térmica da alto e coeficiente de dilatação pequeno.
madeira.
No alumínio (metal) as moléculas vibram em torno de b)A assadeira é feita de um material que apresenta
posições fixas, possibilitando a transmissão do calor maior coeficiente de condutividade térmica que o ar,
por colisões sucessivas (transmissão por condução). que é mau condutor de calor.
Há relação, pois substâncias com coeficiente de con-
dutibilidade térmica elevado são boas condutoras tér- c)A temperatura da pessoa doente é maior que a do
micas e más condutoras (isolantes) em caso contrário. meio (ar) que a envolve. Para que a febre baixe deve
haver transferência de calor do corpo para o ambiente
por condução. Como a água é melhor condutora de
401 Alternativa e. calor que o ar, envolve-se o doente com toalha úmida

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
k  s  ( t f  ti ) 104  104  40 para acelerar a transferência de calor e, conseqüente-
P A 40  mente, a diminuição da febre.
e e
e  1 cm d) Normalmente a temperatura do meio é menor que a
m 500 do corpo. Devido a essa diferença de temperatura,
Sendo d  , vem: d 
V V estabelece-se um fluxo contínuo de calor do corpo para
o meio ambiente. Essa transferência de energia se re-
O volume, finalmente, é obtido fazendo-se: aliza através da pele, mediante três processos: condu-
V  104  1 ção, irradiação e evaporação de água.
V  104 cm3 As roupas que usamos mantêm o ar em contato com a
pele à mesma temperatura, evitando-se, assim, as tro-
500 cas de calor, principalmente por condução.
Portanto: d  A d  5,0  102 g/cm3.
104 Por outro lado, o corpo humano emprega uma varie-
dade de mecanismos que possibilitam o ritmo de per-
402 Alternativa e. O fluxo de calor entre o metal e a mão da de energia para o meio ambiente igualar-se ao seu
é mais intenso do que entre a mão e o vidro, dando, metabolismo.
portanto, a sensação que a lata está mais fria que a O hipotálamo — um dos responsáveis por esses me-
garrafa; ou seja, a condutividade térmica do metal é canismos — age como um termostato e, quando ne-
maior que a do vidro. cessário, ativa mecanismos de perda de calor, como a
vasodilatação e a transpiração.
403 1ª-) O gelo é isolante térmico e o seu acúmulo im-
pede as trocas de calor no interior do congelador. 407 Alternativa c. Na substância A as partículas estão
2ª-) As prateleiras devem ser vazadas para que não im- parcialmente unidas, em um estado intermediário en-
peçam a passagem das correntes de ar por convec- tre o sólido C e o gasoso B.
ção no seu interior.
3ª-) A finalidade de um refrigerador é transferir calor de
um reservatório de baixa temperatura para um de alta 408 Com o motor do liquidificador ligado, as esferas agi-
temperatura. Assim, as roupas colocadas atrás da ge- tam-se e distribuem-se caoticamente por todo o es-
ladeira impedem as trocas de calor com o meio. paço disponível; o mesmo ocorre com as moléculas
no estado gasoso: elas ocupam toda a capacidade do
recipiente que as contém (I). Ao diminuir ao mínimo
404 Alternativa a. O fato de as correntes de ar quente
possível a sua rotação do motor (ou desligá-lo), as es-
serem ascendentes e a condutividade do ar ser muito
feras têm mínima agitação e o espaço ocupado é mui-
baixa justifica a transmissão de calor principalmente
to menor que o volume do recipiente; o mesmo ocorre
por irradiação.
com as moléculas quando se condensam: o volume
ocupado pelas moléculas é menor que o volume dis-
405 O ar no interior do veículo é aquecido principalmente ponível e a densidade do líquido é mito maior que a do
por irradiação da luz solar. Os vidros do carro funcio- gás correspondente.

RESOLUÇÃO 213
409 Alternativa e. A redução na pressão faz com que a Pontos B e C:
temperatura de ebulição da água fique menor que a
PB VB P V P  3Vo 2Vo
temperatura da água na panela, fazendo com que vol-  C C A B  Pc
TB TC 3To 3To
te a ferver.
2
PB   PC
410 Alternativa c. Trata-se de uma transformação iso- 3
bárica.
415 Alternativa e. Como a temperatura permanece
Então:
constante e 1 atm  1,0  105 Pa:
PA VA PV V V Vf P Pfundo
 B B A A  B Pi  V i  Pf  V f A  i 
TA TB TA TB Vi Pf Psup erfície
VA 60
 Vf 1,01  105 V
360 540  A f  1,01
Vi 1,0  105 Vi
VA  40 ᐉ
416 Alternativa a. Como a temperatura é mantida cons-
411 Alternativa c. tante:
T¨  300 K P1  V1  P2  V2 onde V  Base  altura
Dados: ©1 (B)  (h)
ª T2  327 K
1  (24  B)  P2 (16  B)
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

Considerando a transformação isométrica: 24


P2   1,5 atm
P1 P P1 P2 16
 2 A  A P2  1,09P1
T1 T2 300 327
417 Alternativa c.
P2 é 9% maior que P1
¨ Ti  17 °C  290 K
«
Início © Pi  25 lbf/pol2
412 Alternativa b. «
ª Vi  V
¨ P1  3 atm
«
« V1  4 L ¨T  ?
« «
Dados: © T1  300 K Fim © Pf  27,5 lbf/pol2
« «
« P2  5 atm ª Vf  V (volume constante)
«
ª V2  V 1  4 L
Sendo um gás ideal:
Sendo a transformação isométrica: PV
i i PV
 f f
P1 P 3 5 Ti Tf
 2 A  A Ta  500 K
T1 T2 300 T2
25 27, 5

A temperatura de 500 K corresponde a 227 °C. 290 Tf

⬖ Tf  319 K, ou Tf  46 °C
413 Alternativa e.
P1 P 4 8 418 Alternativa d. Como a temperatura se mantém
 2 A  A T2  600 K
T1 T2 300 T2 constante, podemos escrever:

Logo: P 1 V 1  P2 V 2 ,
T2  600  273 A T2  327 °C onde V2  3  V1 A P1  V1  P2(3V1)
P1
P2 
414 Alternativa d. Isolando a grandeza pressão para 3
os pontos A, B e C: £ ¥
Para que a pressão ² força ´ seja reduzida a um terço
PA VA PV ¤ área ¦
Pontos A e B:  B B
TA TB do seu valor original, devemos reduzir a altura da colu-
1
PA  2Vo P  3Vo na de líquido a do seu valor original, ou seja, a bo-
 B A PA  P B 3
2To 3To lha deve ocupar a posição correspondente ao ponto B.

214 RESOLUÇÃO
419 Alternativa d. Utilizando a equação de Clapeyron, Determinando a massa de gás:
podemos escrever: 300 m
PV  nRT A  5  103   0,082  250
¨ m  6,4  102 kg  6,4  101 g 760 4
« m ⯝ 385 g
« M  32 g/mol
«
Dados: © V  10 ᐉ 423 02  16  18
« t  27 °C  300 K
« 01 – Uma garrafa térmica ideal não permitiria troca de
« atm  ᐉ
ª R  0,08 mol  K calor com o meio externo por condução, convecção
ou radiação. O vácuo existente entre as paredes evita
PV  nRT a perda de calor por condução e por convecção e, para
2 1 2 2
evitar a perda por radiação, a parede interna é espe-
6,4  10 8  10  3  10 lhada. (falsa)
P  m RT A P  
M V 32 101 02 – Calor latente de fusão de um material, que esteja
P  4,8 atm na temperatura de fusão, é a quantidade de calor (ca-
loria) que deve-se fornecer ao mesmo para fundir-lhe
420 Alternativa b. Utilizando a equação: um grama. No caso do gelo a 0 °C, é preciso fornecer-
lhe 80 calorias para derreter cada grama. (verdadeira)
PV  nRT: ¨« P  1 atm  1  105 Pa
« 3 04 – A temperatura de ebulição da água é diretamente
« n  13  10 moles proporcional à pressão atmosférica, isto é, quanto
© 52
« maior a pressão, maior sua temperatura de ebulição. A
« R  8,3 J/mol  K altitude do pico do Everest é maior que a de Goiânia e,

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
«
ª T  300 K conseqüentemente, lá a pressão atmosférica é menor.
Portanto, a água ferve a uma temperatura menor no
Fazendo as devidas substituições: pico do monte Everest do que em Goiânia. (falsa)
V ⯝ 6,2 m3
08 – Uma transformação é dita isotérmica quando ocor-
re alteração na pressão e no volume, mantendo-se
421 Alternativa e. a temperatura constante. Pela equação de Clapeyron,
1) Quando o gás ideal encontra-se nas CNTP PV  nRT  constante, vemos que P e V são grande-
(T  273 K; p  1,0 atm) sua massa (m) é dada por: zas inversamente proporcionais:

pV  nRT cons tan te


P .
m V
pV  RT Neste caso, observa-se que uma diminuição de volu-
M
me implica um aumento de pressão. (falsa)
m  pVM 16 – O coeficiente de condutividade térmica do alu-
RT
mínio (4,9  102 kcal/s.m. °C) é maior que o do vidro
2) Após a abertura da válvula da segurança, a massa (m) (2,0  104 kcal/s.m. °C), o que indica que a condução
de gás ideal, que permanece no recipiente, é dada por: de calor é mais rápida no alumínio. Portanto, a lata de
m  91% m refrigerante rouba calor mais rapidamente de nossa mão,
pVM pVM dando a sensação de estar mais fria do que uma garrafa
 0, 91  de vidro que esteja à mesma temperatura. (verdadeira)
RT RT
1 1
 0, 91 
T 273 424 Alternativa c. Podemos determinar o trabalho em
T  300 K função da área sob a curva:
n
† área A †  5  105(5,0  2,0)
Mas, T  c  273, portanto:
†  1,5  106 J
300  c  273

c  27 °C 425 Alternativa b.
¨ Vi  5 ᐉ  5  103 m3
422 Alternativa e. Colocando os dados nas unidades «
Dados: © Pi  5 N/cm2  5  104 N/m2
corretas: « 3 3
300 ª Vf  7,5 ᐉ  7,5  10 m
P  30 cmHg  300 mmHg  atm
760
V  5 m3  5 000 ᐉ Determinando o trabalho realizado:
atm  ᐉ †  P  V A †  5  104(7,5  5)  103
R  0,082
K  mol †  125 J

RESOLUÇÃO 215
¨ TA  TB  0 °C  273 K 431 a) U  Uf  Ui A U  2 000  1 000  1 000 J
«
426 Dados: © A A B (isotérmica) TA  TB  273 K Processo I A 1 000 J
«
ª B A C (isométrica) VB  VC Processo II A 1 000 J
a) Como a transformação é isotérmica: Processo III A 1 000 J
3
T  0 A U  nRT  0 b) O trabalho pode ser calculado em função da área
2 ou da relação †  P  V:
b) Como a transformação é isométrica: Processo I: †  P  V A †  100(0,2  0,1)  10 J
PB P 1 P (feito pelo gás)
 C A  C A Pc  2 atm
TB TC 273 546 Processo II: †  P  V A †  200(0,1  0,2)  20 J
(feito sobre o gás)
427 Alternativa b. n (b  B)  h
Processo III: †  área A † 
¨ Q  5 cal 2
«
Dados: © †  13 J (100  200)  0,1
« † A †  15 J
ª 1 cal  4,2 J 2
(feito pelo gás)
Vamos inicialmente fazer a conversão: c) Podemos determinar o calor trocado a partir da se-
1 cal A 4,2 J guinte relação:
A x  21 J
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

5 cal A x Q  †  U, logo:


Processo I: Q  10  1 000  1 010 J
Determinando a energia interna:
Q  †  U A 21  13  U A U  8 J Processo II: Q  20 1 000  1 020 J
Processo III: Q  15  1 000  1 015 J
428 Alternativa a.
432
p
V1 V 500  3
Processo 1  2 A  2 A V2 
T1 T2 300
A

P2 P 2  250
B Processo 2  3 A  3 A  P3
T2 T3 500
D
expansão adiabática BC P3  1 atm
C
V P3 V3 PV 150  1 5
Processo 3  4 A  4 4 A  V4
T3 T4 250
429 Alternativa c. V4  3 ᐉ

¨ †  3 000 J P4 V4 PV 1 3 P 3
Dados: © Processo 4  1 A  1 1 A  1
ª Q  500 cal T4 T1 150 300
P1  2 atm
Determinando a variação da energia interna:
U  Q  † A U  2 100  (3 000) Construindo o gráfico:

U  900 J p (atm)
A B
430 Alternativa b. 2

¨ P  4 N/m2
Dados: © 1
ª Q  20 J D C

Determinando o trabalho realizado:


0 3 5 V (ᐉ)
†  P  V A †  4  (2  1)  4 J
n
Determinando a energia interna: † área  2  103  105  2  102 J
0
U  Q  † A U  20  4 A U  16 J Q  †  U A Q  2  102 J

216 RESOLUÇÃO
433 01  02  08  16  27 438 Alternativa e.
(01) Verdadeira: †  P  V ¨ T1  400 K
2 2
«
†  4  10 (1,2  0,2)  4  10 J Dados: © T2  300 K
«
(02) Verdadeira: V  0 A †  P  V  0 ª Q1  1 200 cal

(04) Falsa: Como TC TD A UD UC. Logo, a energia De acordo com o ciclo de Carnot:
interna diminui ao passar de C para D Q1 T 1 200 400
 1 A  A Q2  900 cal
Q2 T2 Q2 300
(08) Verdadeira: O trabalho resultante é positivo. Logo,
há conversão de calor em trabalho.
n 439 Alternativa d.
(16) Verdadeira: †ciclo  área
¨ T2  27 °C  300 K
†  1  2  102  2  102 J «
Dados: © T1  227 °C  500 K
† 200 «
P AP  800 W
t 0,25 ª Q1  1 000 cal

434 Alternativa b. Determinando o rendimento:


¨ f  10 ciclos/s T2 300
« 1 A1 A   40%
« Q1  800 J T1 500
Dados: ©
« Q2  400 J Determinando o calor fornecido ao exterior:
«

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
ª T2  27 °C  300 K Q2 Q2
1 A 0,4  1  A Q2  600 cal
Determinando o rendimento: Q1 1 000

Q2 400 Determinando o trabalho:


1 A1  50%
Q1 80 †  Q1  Q2 A †  1 000  600  400 J
Determinando a temperatura da fonte quente:
T2 300
1 A 0,5  1 
T1  600 K
T1 T1 Óptica Geométrica
440
435 Alternativa c.

436 Alternativa e. 22,1 10,4



h 0,8
¨   80% 22,1 m
«
Dados: © T1  127 °C  400 K h  17,68
« 10,4
ª T2  33 °C  240 K h⫽? h  1,70 m
Para o ciclo ideal
10,4 m 0,8 m
T 240
1 2 A1 A   0,4  40%
T1 400 441 Alternativa a. Quando visto do solo, o Sol tem
um diâmetro apreciável e pode ser considerado uma
Como o rendimento é de 80% do ciclo ideal:
fonte extensa de luz, ou seja, formará sombra e pe-
80%  40%  32% numbra nos objetos por ele iluminados.

437 Alternativa a.
442 Alternativa c.
De acordo com o gráfico:
p RS
RS dS, T
A dS,T 
RL dL, S

B 7  108 5  1020
3

T1 3, 5  10 dL, T
D C Ciclo de Carnot: AB e CD RL
T2 são isotérmicas; BC e DA dL,T dL, T  0,75 m
0 V são adiabáticas.

RESOLUÇÃO 217
443 Alternativa b. te esta luz, devolvendo ao meio a mesma cor inci-
dente, ou seja:
2
Sol RS
␣ 1 3

dS,T RS
P

A
comprimento de sala ⫽ L

Lua B C D
RL


dL, T RL
P 450 Alternativa c. Ele absorve todas as outras cores
da luz branca e reflete somente a cor azul.
L
451 Alternativa e. O fato de o caminho de um raio de
Como o raio projetado do Sol e o raio projetado da Lua luz não se modificar quando se inverte o sentido da
apresentam praticamente o mesmo diâmetro: sua propagação é explicado pelo princípio da reversi-
bilidade dos raios luminosos.
Rs RL R d 1
 A s  T , S A 400 
dT , S dT , L RL dT , L dT , L
452 Alternativa b. A imagem formada em espelhos pla-
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

1 nos é virtual, direita, do mesmo tamanho e simétrica


dTi L  uA em relação ao plano do espelho.
400
dTiL  2,5  103 uA
453 Alternativa e.
444 Alternativa b. A imagem formada na câmara es- 70° ⫽ ␪
cura de orifício é invertida e tem os seus lados troca-
70°
dos entre direita e esquerda, ou seja:
P 20°

20° 20°
445 Alternativa a. A 1ª- foto corresponde a um obser- 70°
vador próximo ao eclipse total, mas ainda enxergando
uma pequena porção do Sol à sua esquerda; isto é,
corresponde ao observador III.
454 Alternativa c.
A 2ª- foto corresponde a um observador próximo à re-
gião de percepção completa do Sol, com a Lua ocul-
tando o seu lado esquerdo; isto é, corresponde ao ob- ␣
servador V. ␪
A 3ª- foto corresponde a um observador próximo à re- 20°

gião de percepção completa do Sol, com a Lua ocul-


tando o seu lado direito; isto é, corresponde ao obser-
vador II. 20°

446 Alternativa c.
90°    20°  180° A   70°
447 Alternativa c. Quando temos a ocorrência de pe-    90° A 70°   90° A  20°
numbra, a fonte luminosa apresenta dimensões não
desprezíveis em relação ao objeto iluminado.
455 Alternativa d. Fazendo a figura simétrica em rela-
ção ao espelho:
448 Alternativa d. Vermelha, pois irá refletir o verme-
lho que é componente da luz branca.

449 Alternativa a. Quando misturamos feixes de luz


de mesma intensidade, nas cores verde, vermelha e
azul, o resultado é a cor branca. Já a superfície refle-

218 RESOLUÇÃO
456 Alternativa d. T Estabelecendo a seme- Finalmente, dos triângu-
0,8 m
L lhança entre os triângu- los PPJ e PLR:
los PPB e PLQ:
1,6 m
3,2 m P⬘ P⬘

1,6 m

L⬘ 12 m 12 m

457 Alternativa d.
L Q L R
y z

i⬘ o⬘ o i
12 m 12 m
15 cm 15 cm 40 cm 40 cm 15 cm 15 cm

110 cm
4m
P B P J
9m

458 a) A imagem formada por um espelho plano é sem- 2 1


24 12 24 12
pre virtual, direita, do mesmo tamanho que o objeto e  A y  4,5 m  Az2m
9 y 4 Z
simétrica em relação ao plano do espelho. Sendo as-
sim, a imagem se aproxima do espelho mas não au-

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
menta de tamanho em relação ao objeto. Portanto:
b) Virtual, direita, do mesmo tamanho e simétrica em e
relação ao plano do espelho. 2m
4,5 m
e  2,5 m

459 Representando a situação-problema:


P⬘
460 Alternativa d. Representando a imagem simétrica
em relação ao plano do espelho:

e
L R Q A
B
C
D
S
E

A 45° A⬘
P B
M J
3m 3m 6m

Logo, a pessoa deveria olhar na direção D.


Estabelecendo a semelhança entre os triângulos PPJ
e SMJ: P⬘
461 Vamos representar as duas configurações:

Configuração 1:
N
A 45°
N A
24 m o
S 24 6 B 45° B

3x x 45°
24x  18  6x A
6m

A
i
18x  18
3m x B
P J x1m B
M

RESOLUÇÃO 219
Configuração 2: 466 Alternativa b. A imagem formada pelo espelho A
N é direita e reduzida, e a formada pelo espelho B é direi-
45°
ta e ampliada, só podendo ser geradas por espelhos
A A convexos e côncavos, respectivamente.
o

B 45° B
45° B 467 Alternativa e. Objetos colocados entre o foco e o
i vértice de espelhos côncavos fornecem imagens vir-
A A tuais, direitas e ampliadas. Já para os espelhos conve-
45° xos, independentemente da posição do objeto, a ima-
N gem formada é virtual, direita e menor.
Portanto, o observador vê a imagem invertida do obje-
to na configuração 2. 468 a) Para um espelho côncavo, como é o caso, o
raio de curvatura corresponde ao dobro da distância
focal, ou seja, R  60 m.
462 a) As coordenadas da imagem são simétricas às
do objeto em relação ao plano do espelho, ou seja, para b) I  500 W/m2 ¬
o ponto A(0, 8) e para o ponto B(2, 8). ­ I  500  0,6  300 W/m2
N  60%  0,6 ® refletida
b) Para que o observador colocado em O possa ver Cada soldado produz uma área de reflexão de 0,5 m2
toda a extensão do objeto, devemos ter: (0,5 m  1,0 m), e temos, ao todo, 60 soldados, ou seja,
30 m2 de superfície refletora.
Y (m)
Portanto: 300 W A 1 m2 ¬
­ x  9 000 W
SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

A⬘ B⬘
8 x A 30 m2 ®
6

4
E 469 a) 1  1  1 A 1

1

1
f p p 2,5 10 p
1 1 1
2    A p  2 m
A B O 2,5 10 p
0
0 2 4 6 8 10 12 14 16 X (m) b) A imagem será virtual, uma vez que p 0.
X1 X2
i p i (2) 1
c)  A  Ai o
As extremidades serão os pontos X1(4, 0) m, X2(8, 0) m. o p o 10 5
Como i  0, a imagem será direita.
463 Alternativa a. o
d) Como i  , a imagem será menor que o objeto.
A A1 A⬘1 A⬘ 5
e) Esse tipo de espelho é empregado por gerar uma
B B1 B⬘1 B⬘ imagem direita, independente da posição do objeto em
1,6 m 1,2 m ⫺1,2 m ⫺1,6 m relação ao espelho.
0,4 m 1,2 m 1,2 m

2,4 m
470 Alternativa c.
¨ R  60 cm A f  30 cm
464 Alternativa c. «
© o  7,5 cm
360° «
N 1 ª p  20 cm

360° 1 1 1 1 1 1
  A  
11  1 f p p 30 20 p

p  60 cm (virtual)
360°
 12 i p i 60
  A  A i  22,5 cm
  30° o p 7,5 20
Logo, i  3o.

465 B A
471 Alternativa b.
D⬘ C i p 5o p A p  30 cm
 A 
C⬘ D F V o p o 6
imagem real (p  0)
B⬘ 1 1 1 1 1 1 1 51
  A   A 
f p p f 6 30 f 30
A⬘
f  5 cm

220 RESOLUÇÃO
472 Alternativa d. 475 Alternativa b.
¨ o  15 cm 3  108
« n  c A 1,3 
© f  50 cm v v
«
ª i  7,5 cm (invertida) 3  108
v
1,3
i p 7,5 p
 A  v ⯝ 2,3  108 m/s
o p 15 p
p  2p
476 Alternativa b.
1 1 1 1 1 1
  A  
f p p 50 2p p n1 v 1 2,4  108
 2 A 
p  75 cm n2 v1 n2 3  108
p  2p A p  150 cm n2  1,25

473 Alternativa e. Imagem projetada: real e invertida, 477 Alternativa c.


i 0.
Pela lei de Snell:
p  p  30 A p  (30  p)
n1 sen 45°  n2 sen
i  4  o
i p 4 ( 30 + p ) 2
 A  1  n2
o p 1 p 2

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO
4p  30  p A p  10 cm n2  2
⬖ p  40 cm n2 ⯝ 1,4
1 1 1 A f  8 cm
 
f 10 40 478 Alternativa e.
R  2  f A R  16 cm
Pela lei de Snell:
n1 sen 48°  n2 sen 30°
¨ p  20 cm
« 1
474 a) Dados: © i é direita e ampliada (também é virtual) 1  0,74  n2 
« 2
ª i  3o n2  1,48
Como a imagem produzida é direita e ampliada, o es-
pelho deve ser esférico côncavo, e o objeto deve ser 479 Alternativa e.
colocado entre o foco e o vértice do espelho.
N
b) Para que o aumento de temperatura seja máximo,
devemos colocar o objeto sobre o foco, ou seja:
40°
i p 3o p A 50° interface
 A  A p  60 cm
o p o 20 B 70°
1 1 1 1 1 1 1 3 1 20°
  A   A 
f p p f 20 60 f 60
1 2
 A f  30 cm
f 60 Ao passar do meio A para o meio B , o raio de luz se
O objeto deve ser colocado diante do espelho e a 30 cm aproxima da normal, indicando que o índice de refra-
do vértice do espelho. ção do meio B é maior que o do meio A. Logo, a velo-
cidade da luz no meio B é menor que a no meio A.

F Fe 480 Alternativa d.
V N
Foco r r⬙
(30 cm)
45° 45°
ar 45°
Para a situação de equilíbrio:
líquido ␤ ␣
FR  0, ou seja, F  Fe  kx, onde x
x  30  17  13 cm