Nº 51, quarta-feira, 14 de março de 2012

201 ISSN 1677-7069
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html ,
pelo código 00032012031400201
Documento assinado digitalmente conforme MP n
o
-
2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
3
- O entendimento de que a política é a arte de servir e não a de se
servir; X - A não discriminação e o tratamento igualitário a todos,
independente de credo religioso, raça, sexo, cor, idade, tamanho,
preferências sexuais, poder econômico, classes sociais, ou qualquer
diferença. Art. 4º São normas básicas: I - Permanente reverência a
Deus, cuja proteção e orientação deverão ser invocadas na abertura e
no encerramento de todas as atividades partidárias; II - A participação
efetiva dos filiados em situação regular nas deliberações e apreciação
de suas sugestões; III - O comprometimento com as deliberações, às
decisões, à disciplina e à fidelidade partidárias; IV - O compromisso,
o respeito e a divulgação da doutrina, do programa e do estatuto
partidários; V - A formação política em permanente aperfeiçoamento
e atualização, o regular contato e o direito à voz de todos os seus
componentes; VI - O incentivo à auto-organização da sociedade e o
respeito por sua independência e por toda forma de vida; VII - A
eleição livre e periódica de seu quadro de dirigentes em todos os
níveis, sendo os mandatos de dois anos e permitida uma única re-
eleição consecutiva ao mesmo cargo; VIII - A capacitação prévia dos
candidatos a qualquer cargo interno ou externo; IX - A prática e
transparência na divulgação das contas e dos atos; X - A ampla
defesa exercida no Conselho de Ética (CÉT) de mesma instância da
penalidade, e em caso de recurso no imediatamente superior, limitado
ao nacional; XI - O financiamento das ações partidárias assegurado
pelas contribuições dos filiados, dos beneficiários diretos da ação, dos
mandatários e dos ocupantes de cargos de confiança remunerados e,
quando das campanhas eleitorais, pelos candidatos, além das parcelas
recebidas do Fundo Partidário e outros mecanismos de financiamento
público, nos termos da Lei; XII - O desempenho dos mandatos e das
ações políticas de forma paritária entre o mandatário e o partido; XIII
- A defesa do Bem Comum, do interesse Coletivo e da Ética; XIV -
Proibição de voto secreto e vedação de voto por procuração no PPB.
Capítulo II - Da Filiação Partidária. Seção I - Da Filiação. Art. 5º
Poderá solicitar filiação aqueles que de livre e espontânea vontade
queiram e aceitem a filosofia e a pratica das ações existentes no nosso
estatuto e no nosso programa, e cuja solicitação não seja impugnada:
§ 1º É formalizada perante a Comissão Executiva (CE) ou Comissão
Diretora Provisória (CDP) Municipal do seu domicílio eleitoral; § 2º
Inexistindo-a, junto à CE ou a CDP de nível imediatamente superior,
assegurada esta também nos casos de resistência desmotivada; § 3º O
fato é dado publicidade afixando-se nota em local de ampla cir-
culação na respectiva sede, por prazo de 3 dias para pedido de
impugnação, apreciando-se o em prazo igual, com direito de defesa
no mesmo prazo perante o CÉT, que delibera no mesmo prazo,
podendo decisão ser recorrida em 3 dias, apenas em única vez para o
CÉT imediatamente superior, o qual em 6 dias dará a decisão final,
irrecorrível; § 4º Deferida à filiação, a Comissão que a tiver pro-
nunciado informa a Justiça eleitoral e, se for o caso, o partido an-
terior, nos prazos da lei; § 5º A assinatura das Declarações Coletivas
de Apoio, quando da organização das CDP´s, equivale a um pedido
de filiação. Seção II - Dos Direitos e Deveres dos Filiados. Art. 6º
São direitos dos filiados em situação regular: I - Votar e ser votado
para cargos de direção interna, mandatos eletivos ou cargos de con-
fiança, sempre com capacitação necessária; II - Assistir ou participar
das reuniões abertas e utilizar-se dos serviços partidários disponíveis;
III - Ser informado dos atos e contas, posições e votos das bancadas
e dos projetos e ações de cargos do executivo; IV - Participar dos
cursos de formação política; V - Recorrer de penas diante dos CÉT´s;
VI - Desfiliar-se perante o órgão do qual se filiou. Art. 7º São deveres
dos filiados: I - Subordinar-se ao Estatuto, ao Programa, às de-
liberações e diretrizes partidárias, e aos dispositivos legais; II - Acatar
as deliberações das Convenções, participarem das campanhas de-
fendendo as plataformas e apoiando os Candidatos do Partido; III -
Efetuar, conforme normas definidas pela CEN, a contribuição fi-
nanceira obrigatória estabelecida pela mesma instância, destinada a
assegurar a auto-suficiência partidária de forma honesta e digna sem
necessidade de submissão ou de favores, e limitada a no máximo 1%
da renda pessoal do filiado, e a 5% da renda do mandatário eleito ou
ocupante de cargo de direção, assessoria e de confiança, ressalvadas
as isenções expressas decididas pelas Comissões correspondentes e
objeto de registro indelével; IV - Considerar que os mandatos eletivos
são conquistados em parceria igualitária pelo mandatário e pelo PPB;
V - Aceitar os cargos e tarefas partidários que não estiver impedido
de assumir; VI - Participar dos eventos abertos do Partido; VII -
Comunicar, por escrito, o seu eventual desligamento do PPB. Seção
III - Das Penalidades. Art. 8º Os filiados ao PPB estão sujeitos a
penalidades: § 1º As definidas pelo Código de Ética do PPB para
cada infração, escalonam-se da advertência verbal à expulsão; § 2º As
penas são impostas pela respectiva CE ou CDP da ocorrência; § 3º
Cabe ao apenado recorrer ao CÉT de mesmo nível que o penalizou,
que tem prazo de 15 dias, com direito as suas razões e defesas; § 4º
Cabe recurso final ao CÉT respectivamente superior, que delibera em
45 dias, assegurado argumentação complementar por escrito; § 5º Os
recursos não têm efeito suspensivo e limitam-se às decisões do Con-
selho Nacional de Ética (CNÉT); § 6º O Código de Ética do PPB será
elaborado e colocado em vigor pelo CNÉT ad referendum da CN,
bem como possíveis atualizações e alterações; § 7º Após o julga-
mento de caráter final, é admitido o acionamento da Justiça Comum
ou Eleitoral, e este desrespeito é razão de expulsão sumária; § 8º
Casos omissos são decididos pela CEN, cabendo recurso no CNÉT.
Capitulo III - Da Fase Provisória de Organização ou Reorganização.
Seção I - Das CDMP e das CDRP. Art. 9º A fase provisória de
organização ou reorganização é representado por CDP´s designadas
pela CE ou CDP respectivamente superior: § 1º Inicia-se com a
Declaração Coletiva de Apoio ao Estatuto e ao Programa pelos pos-
tulantes que se aceita forma uma CDP com publicação no próximo Nº
do JIOP; § 2º A CDRP é composta de Presidente, Vice Presidente,
Secretário Geral, Tesoureiro e Libero, com mandato de 1 ano, e a
CDMP de Presidente, Secretário e Tesoureiro, com mandato de 6
meses, podendo existir para ambas uma única renovação; § 3º Ne-
cessário endereço, telefone, fax e e-mail da comissão e membros.
Seção II - Condições 1ª. Convenção Municipal. Art. 10º Filiado um
mínimo de 21 eleitores e estar com suas obrigações em dia. Art. 11º
Lançar edital e convocar a 1ª. Convenção com publicação no próximo
Nº do JIOP, com inscrições de chapas completas até 48 horas antes da
1ª convocação, na Secretaria Geral, permitido concorrer-se no mesmo
cargo em mais de uma lista. Seção III - Da Fase Provisória. Art. 12º
As CDP´s participam das Convenções da instância imediatamente
superior - Convenções Regionais (CR´s) ou CN, com direito a 1 voto,
preferencialmente por seu presidente; § Único Na fase provisória, as
competências da CE, da Convenção, dos Conselhos e dos Delegados,
são incumbidas à CDP. Art. 13º A CDP pode ser destituída a qualquer
tempo por ato da comissão que a constituiu. Capítulo IV - Dos
Órgãos de Direção. Art. 14º São órgãos de direção: I - As Con-
venções; e II - As CE´s. Seção I - Das Convenções. Art. 15º As
Convenções podem ser: I - Municipais, de "Participação Direta"; II -
Regionais; e III - Nacional. Art. 16º Convocadas pelos presidentes
das respectivas CE´s ou CDP´s com periodicidade, no mínimo, se-
mestral: § 1º Na omissão do presidente, podem ser convocadas pela
maioria dos demais membros da CE ou CDP, pelo presidente do CÉT
correspondente, pela maioria dos delegados em exercício de mandato,
ou por um terço dos filiados para uma Municipal, nessa ordem. Tudo
registrado em ATA; § 2º Com antecedência mínima de 7 dias cor-
ridos, obrigatória é a publicação edital na edição anterior do JIOP.
Art. 17º Realizadas em local de fácil acesso, na sua circunscrição, e
observarão, em 1ª convocação, o quorum mínimo equivalente ao
número de cargos que elegem nos anos ímpares: membros da CE, do
CÉT e do Conselho Fiscal (CF) e Delegados junto às CR´s ou CN´s,
não haverá quorum mínimo para a 2ª convocação que tem lugar 30
minutos após a 1ª: § Único Toda documentação é de responsabilidade
do presidente da mesma, com guarda por prazo não inferior a 12
meses. Art. 18º Compete às Convenções: § 1º Comum a todos os
níveis; I - A deliberação sobre os assuntos da pauta previstos pelo
edital de convocação, cabendo a cada respectivo nível, particular-
mente: a) Analisar os programas e as contas, relatórios e pareceres, da
CE e dos Conselhos; b) Deliberar a respeito da dissolução da CE e
dos Conselhos que tiver elegido; c) Deliberar sobre os programas
gratuitos de rádio e televisão conforme lei eleitoral; d) Definir ou
referendar as posições do seu nível em matérias relevantes e no que
se referir á alianças, coligações, programas e apoios, observadas as
exigências estatutárias de plebiscito; e) Fiscalizar os atos de gestão da
CE e dos Conselhos; f) Deliberar sobre os assuntos da pauta de
convocação, relacionados no Edital; g) Escolher candidatos para con-
correr a mandatos eletivos no poder executivo e legislativo. § 2º
Especificas de cada nível: I - As Municipais são de participação de
todos os filiados da circunscrição, com direito a voz e voto aqueles
regularmente em dia; a) Eleger a CE, o CF, o CÉT, até 4 delegados
e 2 suplentes à CR, para mandatos máximos de 2 anos, extinguindo-
se em 31 de março dos anos ímpares; b) Municípios com mais de 1
Zonal, podem realizar convenções zonais, seguindo os mesmos pa-
râmetros da Convenção Municipal, não elegendo delegados e/ou su-
plentes, sendo seu Presidente Membro Nato da CEM. II - As re-
gionais; a) Eleger a CE, o CF, o CÉT, até 4 delegados e dois su-
plentes à CN, para mandatos máximos de 2 anos, extinguindo-se em
30 de abril dos anos ímpares. III - As nacionais; a) Eleger a CEN, o
CFN, o CNÉT, para mandatos máximos de 2 anos, extinguindo-se em
31 de maio dos anos ímpares; b) Deliberar sobre reformas do Estatuto
e do Programa, referendar o Código de Ética e o Regimento Interno
do CFN, e os atos da CEN que devam ser submetidos à sua avaliação
por determinação do presente Estatuto; c) Decidir sobre o patrimônio
do PPB; d) Fusão, incorporação ou dissolução do PPB. Art. 19º
Plebiscito em matérias eleitorais e de relevante interesse, respondendo
apenas sim ou não: § 1º Facultado a todos os Municípios abrangidos
pela decisão; § 2º A CE realizadora deve decidir sobre seus dados; §
3º Com 24 horas do término a Ata é remetida à instância coor-
denadora, para apuração e tabulação, e seu resultado divulgado em 7
dias para temas regionais e 14 nacionais; § 4º Contestações dirigidas
aos CÉT´s do nível respectivo, que dará caráter de urgência; § 5º A
tabulação leva em conta o Nº. de eleitores da cada unidade par-
ticipante; § 6º Resultados são levados à ratificação pelas respectivas
Convenções; § 7º Documentos arquivados e ao dispor pelo prazo de
um ano. Art. 20º Matérias que podem ser de Plebiscito: I - Escolha de
candidatos às eleições majoritárias; II - Preenchimento de chapas para
eleições proporcionais; III - Política de alianças e coligações elei-
torais; IV - Matérias de especial relevância e cujo grau de urgência
permita a ocorrência do plebiscito; V - Fusão, incorporação ou dis-
solução. Art. 21º As Convenções Municipais (CM´s) são realizadas
em locais de fácil acesso, e com a participação com vez e voto de
todos os filiados com suas obrigações em dia. Art. 22º As CR´s são
realizadas nas capitais ou em cidades principais e de fácil acesso, com
direito a voz e voto a CER ou a CDRP, e as municipais que estejam
em dia com as suas obrigações, por até 4 delegados eleitos da CEM´s
ou 1 das CDMP´s, e os Deputados Federais, Senadores, Presidente da
República e o seu Vice, Ministros com domicilio no estado, além de
até 4 delegados de mandatos à CN, todos com suas obrigações par-
tidárias em dia: § Único A 1ª CR pode ser convocada após a exis-
tência de um décimo de CEM´s. Art. 23º As CN´s podem ser rea-
lizadas na capital da República ou nas capitais dos estados, de fácil
acesso, com participação da CEN, por até 4 delegados eleitos de cada
CR ou por 1 representante das CDRP´s, além dos Presidentes dos
CNÉT e CFN, todos em dia com suas obrigações para com o Partido.
Seção II - Das CE´s. Art. 24º A CEM é composta por todos os
Presidentes das respectivas CE´s Zonais, Vereadores de Mandato,
Secretários Municipais, Prefeitos e Vices, que são membros natos, e
por membros eleitos efetivos, a critério da CER ou da CDRP, por um
mínimo de 5 e um máximo de 7 membros, além de 1 suplente, sendo
básicos os cargos de presidente, vice-presidente de administração e
vice-presidente de Formação Política, secretário e tesoureiro e fa-
cultativos os de 1° vice-presidente e libero. Art. 25º A CER é com-
posta por todos os Presidentes das respectivas CEM´s, Prefeitos e
Vices, Deputados, Secretários Estaduais, Governadores e Vices, que
são membros natos, e por membros eleitos efetivos, constituído por 7
(presidente, 1° vice-presidente, vice-presidente de Formação Política,
vice-presidente de Administração, Secretário, tesoureiro e libero),
além de dois suplentes. Art. 25º A CEN é composta por todos os
Presidentes das CER´s, o Presidente da República e os Governadores
e seus respectivos vices, os Senadores, os Deputados Federais, os
Ministros de Estado, que são membros natos, e por membros efetivos
eleitos, constituídos por 9 (Presidente, 1° Vice Presidente, Vice Pre-
sidente de Formação Política, Vice Presidente Administrativo, Se-
cretario Geral, 2° Secretário, Tesoureiro, 2° Tesoureiro e Libero), que
contarão com três suplentes (1°, 2° e 3°), pelos presidentes, ou seus
representantes, do CNÉT e do Conselho Fiscal Nacional (CFN); e
pelos Coordenadores das Regiões Geográficas (CRG´s) - (Centro
Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul) em matérias especificas de
suas regiões. Art. 27º A CEN é assessorada pelos CRG´s, que são
eleitos pelos respectivos membros de sua região no colégio de pre-
sidentes das CER´s, presentes quando das CN´s que escolher as
CEN´s, para mandatos correspondentes; I - O Regimento Interno será
elaborado e revisado pelos CRG´s, e submetido à CEN no prazo de
90 dias após o registro definitivo do partido e para votação em 30
dias, ad-referendum da CN imediatamente posterior; II - São com-
petências dos CRG´s: a) Participar dos debates e das votações, no
seio da CEN, sobre temas de interesse de cada Região e pelo Co-
ordenador respectivo, nos termos do caput deste artigo; b) Ecoar os
interesses das regiões; c) Estimular a organização e a Formação
Política; c) Assessorar a CEN no diálogo com as Regionais; d) Con-
tribuir para a agilidade na mobilização dos Pacifistas em todo o
território nacional; e) Representar o pensamento das Áreas junto a
todas as instâncias partidárias de cunho nacional, inclusive bancadas
e mandatários, eleitos ou designados; f) Contribuir para a correta
obediência ao Estatuto e às diretrizes legitimamente adotadas; g)
Opinar junto à CEN, quando da designação de uma CDRP ou da
intervenção em CER. Art. 28º Os membros efetivos das CE´s definem
a repartição das tarefas entre eles, na qual deve constar de ata oficial,
sendo obrigatória a assinatura dos documentos e cheques por 2 de
seus membros dentre 4 claramente designados. Art. 29º Compete às
CE´s: § 1º Comum a todos os níveis; I - Reunir-se, pelo menos,
trimestralmente, mediante Edital de Convocação publicado na Edição
imediatamente anterior do JIOP: a) Praticar os atos de boa gestão de
sua competência, o que implica em evitar omissões e invasões de
competências; b) Pôr em prática as deliberações da Convenção cor-
respondente, inclusive as decisões plebiscitárias após a sua tabulação;
c) Convocar a Convenção correspondente, preferencialmente através
de seu Presidente; d) Referendar os dirigentes dos órgãos de ação
setorial e aprovar a sua programação de trabalho; e) Referendar a
aceitação dos convites a filiados do PPB para ocuparem cargos de
confiança no seu nível de atuação, quando não forem de competência
específica de mandatário do Partido; f) Aplicar as sanções previstas
pelo Código de Ética e cumprir as deliberações dos CÉT´s e CF´s,
resguardado o direito de recurso nos termos estatutários; g) Designar
conselheiros e consultores, a título gracioso ou remunerado, para
assessoria nas ações de sua responsabilidade e nos limites de suas
próprias competências e possibilidades; h) Tabular os resultados dos
plebiscitos de sua competência. § 2º Especificas de cada nível: I - As
regionais; a) Intervir nas CEM´s; II - As nacionais; a) Intervir nas
CER´s; b) Deliberar sobre todos os casos omissos no presente Es-
tatuto, através de decisões registradas de forma indelével, ad re-
ferendum da CN, na primeira convocação que seguir-se ao ato; c)
Publicar, pelo menos mensalmente, o JIOP, sob a sua expressa res-
ponsabilidade, a ser remetida compulsoriamente a todas as Regionais
e facultativamente aos integrantes de órgãos de direção, controle,
assessoria e ação, e aos militantes, mediante assinaturas anuais que
assegurem a cobertura dos custos de redação, editoração, impressão e
remessa. Art. 30º Ficam instituídos os cargos de Presidente e Vice
Presidentes de Honra do PPB, de caráter honorífico, com a com-
petência de aconselhar e alertar a CEN e desenvolver ações políticas
em sintonia com a mesma. Capítulo V - Do Controle e Ação. Art. 31º
São órgãos de controle do PPB: os CÉT´s e os CF´s, correspondentes
aos três níveis: nacional, regional e municipal. E de ação setorial a
critério da CEN. Art. 32º Os CF´s, organizados nos três níveis de
administração, respondem pela contabilidade e a administração do
patrimônio, emite pareceres pelo menos anuais e encaminha obser-
vações a qualquer tempo á CE correspondente, e à Convenção de
mesmo nível no caso da CE não adotar as medidas saneadoras ca-
bíveis: § 1º Os CF´s são compostos por 3 membros efetivos, as
vacâncias são preenchidas por indicação do CF de nível imedia-
tamente superior, ou no caso do CFN por indicação do CNÉT; § 2º
Os membros dos CF´s não podem exercer mandato na Convenção, na
CE ou no CÉT de mesmo nível cabendo a exceção do Presidente do
CFN que tem assento na CN; § 3º Os membros do CF elegem o seu
Presidente e seu Secretário, e guiam as suas ações pelo Regimento
Interno elaborado pelo CFN e referendado pela CN; § 4º Na ine-
xistência de um CF, as suas funções são assumidas pelo CF de nível
imediatamente superior. Art. 33º Os CÉT´s, organizados nos 3 níveis
de administração, por sua iniciativa ou apreciando as ações e os
recursos de qualquer filiado, representam ou recorrem contra atos
que, a seu ver, firam a legislação pertinente, o Estatuto, o Programa,
diretrizes legitimamente estabelecidas ou princípios éticos do Partido:
§ 1º É responsável pela elaboração e atualizações do Código de Ética,
as quais passam a vigorar a partir de sua adoção, caso não firam a
legislação pertinente nem o Estatuto, e ad referendum da CN; § 2º É
composto por 5 membros efetivos e 1 suplente, eleitos dentre filiados
que gozem de geral respeito no seio do PPB, cabendo-lhe escolher o
seu presidente e seu secretário, definir o Regimento Interno dos
CÉT´s ad referendum da CN, e distribuir as tarefas que lhe incumbem
entre seus membros, registrando as suas deliberações em registro
indelével; § 3º Os CÉT´s de nível Regional ou Municipal, são com-
postos por três membros efetivos, que elegem o seu presidente e seu
secretário, devendo as eventuais vacâncias serem preenchidas pelo
CÉT de nível imediatamente superior ou, no caso do CNÉT, pela CN;

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful