O Resga te

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S.E.R. Sistema Energético de Resgate
Ao querido leitor. Este material não tem o condão de querer se prevalecer ou fazer apologia a qualquer outro conhecimento, dogma, doutrina, fé, crença, filosofia, religião, seita, ordem, tratado, estudo ou até mesmo opinião pessoal, isso deve ficar bem frisado para o que busca o Conhecimento! A palavra de ordem é: LIBERDADE! E ainda assim, uma opção. As práticas que ora se apresentam neste singelo material tampouco devem ser consideradas as “práticas máximas”. Considere-as uma outra ferramenta que também serve. E tenha sempre em conta, elas evoluem, rapidamente, mudam constantemente. Elas levam a um degrau. Servem para aquele degrau. Logo, outros meios surgem para novos degraus. Desfrute e pratique, sem prática não se pode avaliar, criticar ou elogiar. Que a Luz do Ser nos guie para uma Consciência Livre. Agradecemos aos amigos e ao nosso Verdadeiro e Real Ser Interno por esta jornada.
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Sejamos Felizes!

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Acesse para palestras, cursos e livros.

CONSCIÊNCIA LIVRE

LUZ DO SER

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Apresentação Uma Viagem Consciente Além do Tempo e do Espaço
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Há algum tempo viemos fazendo abordagens sobre o procedimento que julgamos ser o principal em todo o trabalho de libertação das pessoas do jugo dos elementos densos e condução do ser humano até sua individualização e evolução pessoal, cujos reflexos alcançam esta existência física e espiritual através da purificação de seus registros internos, suas memórias celulares, seu registro akáshico da natureza, reconfigurando seu DNA e sua psique numa nova oitava vibracional superior. Esses assuntos foram abordados em diversos eventos, cursos, encontros e palestras, assim como nos materiais literários que se encontram graciosamente à disposição de todos os interessados e que sugerimos com veemência sejam avaliados pelos sinceros buscadores antes de seguirem com o presente, eis que imprescindíveis para um melhor entendimento dos assuntos, nomenclaturas e propostas.1 Entretanto, somos da opinião de que todos somos livres para optar o que nos é mais agradável e a forma como fazê-lo. Imbuídos de grande alegria e fraterna felicidade chegamos a esta etapa maravilhosa de divulgação do resultado dessas investigações sinceras. Agora este material vem buscar preencher o espaço considerado como corolário de uma missão, um sonho, uma alternativa para que aqueles que buscam se resolver o possam fazer com segurança e a certeza de que estejam se valendo de instrumentos funcionais, simples e efetivos. Consideramos o Resgate a síntese de uma gama de estudos e investigações pessoais e coletivas que se resumem numa ferramenta completa para a purificação de nosso próprio histórico de acúmulos de estados equivocados e torpores mentais, os quais nos conduzem a mais e mais estados
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Livreto: Percepções – A Intuição; Livro SER; nessa ordem, disponíveis graciosamente no Blog http://kheops.blog.terra.com.br e junto ao site www.luzdoser.org.

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equivocados e inconsciência, tanto desta existência quanto das pretéritas, e assim, por esse viés, das existências futuras. Por se tratar de um experimento empírico realizado com os próprios investigadores e colocado em prática com diversos voluntários que se prontificaram a virem de diversas partes do Brasil e experimentá-lo em sua plenitude é que nos sentimos estimulados a divulgar sua metodologia através deste material, com o fito de alcançar uma gama ampla de interessados em se resolver. Gostamos de evidenciar que não fazemos uso de nenhum entorpecente, chás, narcóticos, químicas da medicina, induções hipnóticas ou sugestões mentais. Trata-se de uma viagem voluntária além do tempo e do espaço realizada com plena consciência objetiva, racional e intuitiva onde os fatores que são levados em conta são os que se apresentam no próprio histórico do favorecido. Valemos-nos do que chamamos de “Três Is”: Inspiração, Imaginação e Intuição. Sem Inspiração, ou vontade, não se faz nada. Precisamos estar inspirados, querer fazer alguma coisa – no caso, por nós mesmos. Com o uso da Imaginação, condução consciente e focada dos trajetos dessa jornada, o caminho se faz concreto e pleno. A Imaginação é o criar, o sentir. A Intuição fecha a segurança do que se está realizando eis que a voz do Ser, do Íntimo, do que consideramos mais profundo e sagrado em nosso cerne. Não nos permite cair em artifícios. Por não auferirmos nenhuma vantagem pecuniária com esse propósito é que a ideia surge como indicativo para que o praticante possa realizar o seu próprio Resgate sozinho, sem depender de nada químico, psíquico e mais especificamente de outrem, libertando-se, logo de início, de muletas agregadas ao

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psicológico, cujas correntes mentais restringem a capacidade de cada um. Consideramos o Resgate – conforme já adiantamos como sendo o supra-sumo da Inspiração, da Imaginação e da Intuição; da vontade de encontrar a origem do defeito, do implante, do elemento denso renunciado, a procedência da mácula perdoada; o Resgate promove uma busca nos confins mais distantes da existência do ser humano levando-o a conhecer-se profundamente, compreendendo aspectos psíquicos que o conduziram a ter hoje em dia condutas estranhas e que o incomodam, liberando-o das mesmas. O Resgate é uma nova visão para o novo século, a partir do momento em que abandona as batalhas internas, as guerras com espadas, conjurações místicas, combates eternos dentro de nossa matriz com criaturas concebidas para serem nossos treinadores rumo ao nosso próprio avanço. Perceberemos uma nova conotação que a dicotomia maniqueísta nos exige entre bem e mal, entre trevas e luz. Nossos estudos e pesquisas, consoante já destacado em materiais anteriores, faz uso da proposta da união da ciência com a espiritualidade, pois, ainda como seres humanos racionais, precisamos Entender o mecanismo de funcionamento das atividades que se propõe, e, por conseguinte, também estamos assistidos por seres que não coabitam o mundo físico que conhecemos cientificamente. Esse mundo não-físico, embora muitas ramificações de ciências afins entendam como um mundo pleno de energia e atividades conscienciais, ainda é uma incógnita em sua totalidade profunda e oculta de nossa capacidade humana de racionalizar ou assimilar sua completude, o que não descaracteriza sua contundente atuação sobre o suporte que recebemos de tais dimensões. Por tal, verificar-se-á no bojo deste trabalho, material que poderá conduzir a interpretações religiosas, esotéricas ou

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místicas, mas que foram exaustivamente justificadas junto ao Livro SER, o qual precede este seguimento. Em assim sendo, entendemos que o Resgate vem trazer a alegria de um trabalho sem dor e sem sofrimento atrelado a uma Lei maior: A MISERICÓRDIA. Não apenas para os outros, mas especialmente para si próprio. E não defendemos isso egoisticamente, mas com a alegria de quem a descobriu. Ao realizar o Resgate o ser humano passa a cuidar melhor de si; ao cuidar de si estará bem, em estando bem sua aura eletromagnética, seu campo energético passa a vibrar numa oitava distinta a cada registro purificado, e assim, por reflexo, os que estão ao seu redor passam a viver bem também. Isso caridade, isso amor pelo próximo. O Sistema Energético de Resgate (S.E.R.) é a consolidação de uma estrutura livre e desimpedida que pode ser praticada e realizada em qualquer lugar, independente de qualquer ritual ou consulta psicológica, a partir do instante em que o praticante assimila seu mecanismo. O Sistema Energético de Resgate, ou, como a sigla mesmo sugere, S.E.R. foi uma feliz união, pois ao mesmo tempo que nos remete às atividades internas do Resgate em si, nos faz lembrar constantemente que essas mesmas atividades investigativas e libertadoras são assessoradas e sugeridas constantemente pelo nosso Verdadeiro e Real Ser Interno, não um “ser” qualquer da ciência ou da filosofia que esteja aquém, ou além de nós, mas exatamente em nós. Por tal, procuraremos deixar sempre em evidência o S.E.R. das atividades, com o Ser Interno que nos guia, para que o praticante possa sempre ter em conta essa particularidade distinta e inerente. Assim sendo, convidamos o buscador sincero para investigar seu próprio universo particular limpando-o, purificando-o sem preconceitos ou juízos conceituais que o limitam através de implantes mentais dogmáticos que solapam a expansão de nossa consciência, de nossa compreensão do 10

absoluto como fator libertador de nossas amarras mentais e até mesmo orgânicas. O Resgate converte o praticante em multiplicador desse conhecimento que liberta e oportuniza à coletividade dormida um despertar consciente, simples e acima de tudo, voluntário. Resgate é um trabalho em que as “trevas” e a “luz” aliam-se sem persuasões estranhas e alheias ao nosso universo num propósito maravilhoso: Liberdade Consciêncial!

A Intuição
Para que possamos reavivar a mente dos que já estão mais familiarizados com o trabalho do S.E.R. (Sistema Energético de Resgate) e ainda, para os que optaram em transpor essas etapas, entendemos por bem em trazer um pequeno apanhado do que usamos como veículos importantes para o bom desempenho do Resgate. Como assunto já tratado no livreto “Percepções – A Intuição” e “O Livro SER”, consideramos a Intuição como uma faculdade tida como fundamental e imprescindível para o trabalho de purificação dos registros pessoais através do Resgate; sem essa propriedade que se treina e se exercita – eis que todos a temos latente -, tudo o que se vivenciar poderá não passar de mera ilusão ou fantasia da mente que nos envolve e toma a lucidez comprometendo a libertação e o próprio Resgate. Até mesmo as dúvidas precisam ser sanadas com a voz do Ser, do Íntimo que se manifesta através da Intuição. Essa a segurança do iniciado que assume o compromisso consigo próprio através do caminho do S.E.R. Independência. O treino da Intuição é de suma importância para quem almeja manter as atividades internas. Dedicar-se neste momento unicamente à Intuição é a melhor escolha para este andamento, ao invés de querer despertar todas as faculdades dos demais 11

sentidos. Com a constância e amadurecimento as demais habilidades vão surgindo e se consolidando para o praticante de maneira harmônica e equilibrada permitindo que ele saiba discernir qual atua e como atua. Com o passar do dia-a-dia e com a acentuada evolução das atividades o praticante passa a sentir um regozijo, uma alegria reconfortante que traz paz, felicidade e LIBERDADE! Somente com o filtro da Intuição pode-se viajar além do tempo e do espaço, aqui e agora rompendo as divisas fronteiriças do material com o inefável sem incorrer em equívocos ou engodos mentais. A consciência dita o rumo, o Ser Interno direciona e determina o trabalho, a Intuição filtra o que serve do que não serve. Intuir é conhecimento real e imediato: a verdade, de momento a momento. Intuir é a chave para esta oportuna ocasião.

Vontade
Procuramos sempre permear este trabalho com a semente da liberdade de ação, ou seja, cada pessoa, cada ser humano é totalmente livre, por opção a fazer ou deixar de fazer qualquer coisa. Não gostamos da ideia de implantar barreiras ao desenvolvimento das pessoas que possam ser consideradas implantes mentais ou, como veremos com muita propriedade, medos que obstaculizam o andar. Por isso vamos abordar um fator importante no desenvolvimento desse estágio com a utilização do S.E.R., a VONTADE. Existe um autor italiano que em uma de suas obras magnânimas alerta o leitor de que nos encontramos em estado 12

abúlico, ou seja, com ausência de vontade e por isso precisamos “exumar nossa vontade” e suas palavras nos tocaram e nos fizeram refletir nessa triste condição. Imaginemos um cadáver. Um corpo que precisa passar pelo Instituto Médico Legal a fim de ser constatada a causamortis, o fato gerador da morte. Pois bem, muito embora muitas religiões e segmentos espirituais não concordem com isso, uma autópsia é o caminho. Corta-se o corpo do falecido até descobrir a causa da morte. Bem, ocorre que em determinados casos isso não é feito, vindo a ser necessário que ocorra futuramente. O cadáver é extraído de sua sepultura e seus restos apodrecidos são então avaliados para sanar a dúvida. Agora imaginemos a profundidade das palavras desse autor ao comparar nossa vontade com um cadáver (ou seja, já está morta) e mais, que precisa ser exumada (está enterrada e podre). Duro, não? Mas consideramos uma verdade. Se não tivermos certa gana, anelo, VONTADE autêntica e não um desejo débil, malemolente, preguiçoso, não se faz nada, inclusive nada se faz, sem vontade. Enquanto acreditarmos que os incomodados são os outros, enquanto estivermos incomodando os outros, não nos sentiremos incomodados, não teremos visão de que algo não anda bem, não teremos nenhum motivo para termos vontade de realizarmos um trabalho de evolução interna. A vontade ainda é uma chave importante que nos permite a concretização e instalação de certas frequências e ainda resoluções definitivas que advém da Compreensão. A programação, o planejamento está ligado ao medo e às dúvidas, nosso sonho é ligado diretamente à vontade. Deixamos aqui o leitor refletindo: a vontade basta?

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O Entendimento e a Compreensão
Muito embora, numa primeira instância, possa ser considerado um mero jogo de palavras sinônimas entre si, partilhamos da ideia de que o Entendimento é diferente da Compreensão. Naturalmente que isso não seria fator preponderante no avanço ou possível retardo de qualquer atividade que se proponha a concretizar, todavia, não poderíamos deixar passar essa oportunidade de esclarecer a pequena diferença que sentimos ser importante entre essas duas faculdades, pois estão atreladas à incorporação e apreensão do saber. Tal como todo trabalho sério que se ocupa de informar através da escrita, este não pode ser diferente, e assim sendo cabe destacar essa diferença entre Entendimento e Compreensão, para que se possa aquilatar no decorrer da leitura a profundidade do que buscamos evidenciar. O Entendimento é uma etapa estritamente cerebrada, cuja atribuição se dá ao hemisfério esquerdo do ser humano, responsável pela parte concreta, lógica e racional (ao passo que o direito dá conta da parte criativa, intuitiva). Já a Compreensão brota no plexo cardíaco, o seio glandular do imanifestado concretamente. Nessa região surge a compreensão dos assuntos que permitem a aceitação completa e plena do mesmo em sua totalidade, mesmo que não se consiga explicar plenamente. Ela nos é, nos consta. A união desses dois fatores de conhecimento e estudo nos completa, da mesma forma que o hemisfério esquerdo completa o direito e vice-versa.

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Assim sendo, quando surge Entendimento, sabemos cartesianamente a forma e fundo, e quando se instala a Compreensão, sabemos o transfundo.

Obstáculo à evolução
As pessoas podem se questionar que tudo o que oferecemos até aqui deve parecer um tanto quanto maravilhoso demais e que na prática a coisa pode mudar de figura. Foi exatamente pensando dessa forma que nos propusemos a investigações íntimas e profundas, com experimentos diversos e assim sendo, acabamos chegando ao S.E.R., e por tal, temos condições suficientes para elencar diversos motivos que fazem com que o ser humano não tenha motivação alguma para sair adiante em seu trabalho interno, pois também vivemos isso na pele. Para evitar que os demais precisem passar por tudo isso queremos abrir aqui um espaço para que as pessoas do mesmo modo possam se aproximar do que vivenciamos e constatarem por si só que não são exclusivas em seus anseios e emoções. Um dos maiores sentimentos que obstaculizam o caminho para a realização de qualquer atividade no curso da existência de uma pessoa, sem sombra de dúvida é o MEDO. Por isso construímos um capítulo próprio e exclusivo para o entendimento de seus meandros e sua estratégia astuciosa dentro de nossa psique, o qual quer simplesmente nos sabotar em nossas atividades, sejam elas a prática esportiva, sejam relacionamentos afetivos, sejam avanços profissionais e financeiros, inclusive saúde e assim sucessivamente... Descobrimos em nossas investigações que os caminhos que conduzem ao medo, até onde constatamos, passam pela ILUSÃO. A ilusão conduz à fantasia, à alucinação, justificação, desconhecimento, engano, nojo, preguiça e ainda covardia. Estes pontos foram descobertos depois de muito estudo e sugerimos 15

que não sejam passados com mera leitura de olhos, mas interiorizados e reconhecidos como estruturas atuantes e fatores que implicam em compreensão e entendimento. O medo constitui-se de níveis. Existem diversos tipos de níveis e graus de intensidade para o medo. O dicionário está repleto de sinônimos para o medo, entretanto, somente sentindo internamente a vibração e a intensidade do grau de frequência dele é que se começa a perceber o nível de intensidade que ele atua em nosso universo particular. Por isso trememos e sentimos calafrios quando experimentamos o medo...

Aqui buscamos apresentar uma espécie de gráfico em que listamos, depois de pesquisas, 10 desses níveis em grau crescente de intensidade energética.

Menos denso – incomoda pouco 1 – Insegurança 2 – Debilidade 3 – Angústia 4 – Complexo 5 – Impaciência
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Mais denso – incomoda muito 6 – Fobia 7 – Temor 8 – Desespero 9 – Pânico 10 – Terror
Para a pessoa que vive comum e correntemente, sem saber desses meandros emblemáticos, levar seu cotidiano com o nível de medo de 1 a 5, pode ser até tolerável e possível, inclusive com mais de um deles atuando. Entretanto, quando se atinge o patamar do nível 6 a 10, a situação passa a se tornar um grande problema que culmina até mesmo na severidade de, em alguns casos, a pessoa ceifar a própria existência na ânsia de livrar-se do tormento. Por isso, dedicamos tamanha importância a este assunto. Viver sob a força do medo não é fácil. Muitos que o fingem desconhecer podem agir com petulância ou ironia diante dos que são vítimas dessas reações, tidas até mesmo como patológicas, mas quem o conhece de perto sabe o quão problemático pode ser sua manifestação. Ora, então a questão é simples: erradiquemos o medo e pronto! Liberdade, certo? Gostamos de alertar que no estágio em que vivemos hoje não se deve erradicar o MEDO (por agora). Entendemos o medo como um elemento denso de grande força, tal como um “cabeça de legião” de todos os temores e que importa em um nível de compreensão além do que a maioria se encontra. O medo ainda hoje nos é necessário como defesa pessoal. O medo é o limitador de nossos exageros e equivocações diante das intempéries do 17

curso existencial. Sem o medo como regulador emocional e psicológico estaríamos caindo no extremo do pêndulo e certamente correríamos riscos e colocaríamos nossa integridade física e a dos outros em risco. É uma espécie de defesa, por ora. A possibilidade de sua erradicação total existe, entretanto, se eliminar o medo assim, sem compreendê-lo em sua total forma de atuação, sem uma profunda imersão de investigação consciente e direcionada, estaríamos atuando com temeridade e negligência podendo cair em desequilíbrio por força de tamanha liberdade que se adquire, culminando na falta de maturidade e, por consequência termina-se perdendo o RESPEITO e com isso novamente perde-se a liberdade; isto apenas para indicarmos alguns fatores superficiais que a falta de controle pode ocasionar. Não queremos com isso disseminar o “medo” de erradicar o medo. E também não queremos que isso seja considerado um “implante” mental. Longe disso. Mas é por sermos zelosos com quem pratica é que precisamos ser sinceros. Vamos com calma. Mas procuremos com dedicação sairmos de nossa zona de conforto. PRÁTICA DA COMPREENSÃO DO MEDO O que fazer, por onde começar então esse estudo? Já o começamos! Descobrimos que existe uma estrutura densa que possuí galhos, segmentos que nos atravancam o avanço interno (e externo também) e nos incomoda. Esse o fator: incômodo. Se não perceber o incômodo não tenho interesse algum em investigar nada, excetuando a curiosidade. Descobrimos também quem é que nos incomoda. Um elemento de energia densa chamado medo. Agora necessário estudá-lo com naturalidade e calma. Descobrir o interesse do medo em nosso universo. Convidamos o praticante a se questionar ouvindo seu Ser Interno: Qual seria o 18

interesse efetivo do medo em nossas vidas?... Alimentar-se! De quê? Energia. Consideremos: tal como a dor, o sono, a fome, são estruturas interessadas na fonte que o ser humano gera: energia, o medo também tem seu interesse específico e particular: alimentar-se da energia gerada pelas glândulas de nosso corpo quando acossado por flagelos físicos, mentais ou espirituais. O medo é um corpo vivo em nós, tem fome, quer e precisa comer e dará seu jeito através das pessoas que estão inconscientes. A próxima etapa que o investigador de seu universo deve chegar é manter esse diálogo com o Ser Interno e aprofundar-se na pesquisa identificando o tipo de medo atuante. É preciso então identificar o que chamamos de “Medo de” e aos poucos compreendê-lo. Isso é feito com as seguintes chaves: - Quem atua? - Como atua? - Onde atua? - Quando atua? - Por que atua? Essas perguntas são essenciais para qualquer tipo de erradicação de elemento denso na etapa de sua investigação, de sua compreensão. São feitas pelo praticante/investigador diretamente ao seu próprio Ser Interno cujas respostas são captadas com a Intuição. Alertamos que não possuem uma ordem pré-estabelecida, podem ser feitas e respondidas aleatoriamente. Funciona do mesmo jeito. Então esmiucemos. Quem atua? É necessário saber que tipo de medo atua. “Medo de” que estou sentindo neste momento? A sinceridade com a pesquisa psicológica interna é fundamental, pois a pessoa 19

está investigando, buscando resolver-se a si e não aos outros, portanto, se ela achar que estará enganando alguém, estará mesmo: a si própria! Muitas vezes temos vergonha de admitir para nós mesmos que possuímos determinado medo, é algo constrangedor, mas é preciso que toquemos nesse ponto com serenidade e sinceridade para que a identificação seja efetiva e completa. Então quem atua? “Medo de” quê? Descubra que tipo de medo o atrapalha nesse momento e reserve-o. Poderá perceber uma enchente de medos figurando em sua mente. Não se aborreça, isso é normal e sabemos disso. Mantenha-se sereno e focado. Escolha consoante seu Ser Interno indica a sua urgência. Não se preocupe com os outros nesse estágio. Resolva um, depois passe ao próximo e assim sucessivamente com constância em sua prática de compreensão do medo (ou de qualquer elemento denso). Próxima pergunta: Como atua? Como é que esse medo que descobri, que estou estudando, atua em minha existência? O que ele faz comigo, com minhas emoções, sentimentos, condutas e com os que me cercam? Como ficam minhas glândulas, minha pressão arterial, meus pensamentos? Qual a minha vontade nesse momento? Minha expressão facial, meus gestos, minha postura se apresenta de que forma? Avalie com tranquilidade, mas com muita atenção, vivencie cada uma dessas passagens para que possa significar algo contundente a você. Onde atua? Será que sinto esse tipo de medo sempre no mesmo lugar? Será que dentro de casa, na segurança de meu quarto sinto esse medo que estou investigando? Então onde? No mercado, no banco, no ponto de ônibus, no trabalho, no elevador, no lazer... O local em que ele costuma se manifestar é imprescindível e importante, pois ele está nos limitando a sermos livres exatamente onde queremos ou precisamos ser. Esse o caminho para a libertação e a felicidade.

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Quando atua? Ele atua a qualquer hora? Será que ele atua quando estou dormindo ou quando tenho de sair de casa? O que estou fazendo no momento em que ele atua? Estou lavando a louça; estou guiando um automóvel; estou só; estou rodeado de pessoas? Quem está comigo frequentemente quando ele atua? Por quê? De uma forma direta já vimos o porquê de sua atuação, o medo quer “comer” e nós temos “comida” farta e ampla para ele, logo ele irá acionar um mecanismo, um botão psicológico em nosso universo que fará com que lhe entreguemos sua refeição diária através dos sintomas que ele proporciona em troca dessa inconsciente conduta energética viciosa e acima de tudo desagrabilíssima. Em troca temos o sofrer e o estressante desgaste emocional. Até quando? Para que possamos tocar em pontos concretos, fizemos estudos em nosso próprio universo pessoal e nos deparamos com uma série absurda de “medos de” e queremos partilhar aqui alguns para melhor auxiliar na assimilação do que estamos abordando. Avaliemos alguns tipos de “Medo de”: medo de: relacionamento; de fracassar; de altura; de acidente; de entender; de escuro; de resolver; de desconhecido; de ficar só; de lugar fechado; de assalto; de não compreender; de errar… Observemos que alguns desses medos estão atrelados a outros, por exemplo, medo de entender está atrelado ao medo de compromisso! Assim, chegamos então a uma etapa grandiosa. Descobrimos o “inimigo”/treinador! Agora precisamos realizar uma espécie de julgamento em nosso tribunal interno. O JULGAMENTO INTERIOR Coloquemos ainda com profunda sinceridade na palma de nossa mão esquerda todas as coisas que conseguimos nos recordar que esse elemento descoberto faz de desagradável 21

conosco. Sejamos inteligentes e não tenhamos pressa no exercício desse processo. Feito isso com esmero, abramos oportunidade para a defesa e com grande foco e objetivo lúcido procuremos, vasculhemos em nosso âmago, o que de efetivamente maravilhoso, imprescindível, fantástico, soberbo esse elemento denso, esse defeito psicológico trouxe para nossa plena existencialidade. Não nos permitamos cair nas armadilhas que a astúcia final do dito elemento “Medo de” possa ter em suas mangas como argumentos retóricos para sua defesa. Tecnicamente um elemento denso não pode trazer nada de bom para ninguém! A pessoa que envereda por estar bem resolvida – física e psiquicamente – ao valer-se do S.E.R. perceberá que o elemento denso também não quer morrer. Ele fará uso de toda artimanha e se associará a qualquer outra estrutura densa que esteja por perto e possa auxiliar a levar engano, dúvida e ao passo que a pessoa não se permite lograr, ele entra em processo de desespero e começa a fazer de tudo para que o investigador cometa lapsos, esqueça seu nome para não ser eliminado, nuble suas percepções, invada o fluxo razonativo com uma gama de outros elementos densos parecidos (seus advogados) para subtrair seu foco e sua atenção dirigida gerando erro e incertezas no ato de eliminação plena do mesmo. Mantenha-se seguro e fie-se no Ser Interno. Consolidado esse julgamento, devemos nos perguntar com imensa sinceridade de coração se queremos que essa estrutura ainda permaneça em nosso universo particular, atuando como sempre o fez, furtando nossas energias, causando toda uma série de danos e malefícios que nos impedem de sair adiante em nossa existência. Tomada a decisão de erradicá-lo, passamos a outro estágio da purificação dessa criatura, valendo-nos da Renúncia que, como ciência de luz entra em ação. 22

Esse obstáculo para o avanço é importante ser dissolvido para que a pessoa possa seguir sem perturbações. Depois de compreendido plenamente esse particular do diuturno da grande maioria da humanidade (o medo) sob a luz do S.E.R., a pessoa que quiser saber as origens desse “Medo de” e limpar seu registro pode e deve fazer através do Resgate como veremos. COMPREENDER é TRANSCENDER! E assim esse “Medo de” deixa de atuar e a pessoa passa a outro, sempre um a um, enquanto não se compreende o todo e assim nos liberando gradativamente, com harmonia e equilíbrio. Como se faz isso? Seguindo as orientações aqui dadas e com profunda ALEGRIA! Pois estamos finalmente saindo adiante em algo concreto e prazeroso. Procuremos sempre manter em nossa recordação... Medo é amor degenerado e amor é medo sublimado. O ESPETÁCULO DO EGO Outro fator de ampla monta que descobrimos trazer grande transtorno no desenvolvimento do trabalho é o DRAMA. Estamos acostumados a dramatizar tudo em nosso viver. Desde uma pequena notícia no rodapé de um jornal até uma grande tragédia de proporções tsunâmicas. Ocorre que o dramatizar em geral é caminho escancarado para o sofrimento, o que costumam chamar de padecimentos. E isso não é nada voluntário na forma, mas no transfundo, certamente a pessoa adora. O drama chama a atenção para si e valoriza um determinado acontecimento existencial do cidadão. Olvidarmos que o drama também é considerado um elemento denso é um perigo na senda da autorresolução íntima. Muitas e muitas pessoas adoram reclamar da vida, que nada dá certo, que tudo dá errado... Isso é vibrar na faixa de frequência do sofrimento e, se assim o quiser, seu pedido será uma ordem!

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Imaginemos um ser humano que se resguarda, procura se cuidar, armazenar energia e vive dramatizando tudo ao seu redor. Para onde vai a “comida”, o alimento energético que guardou? Para o elemento denso chamado Drama. Podemos renunciá-lo, encontrar sua origem? Evidente que sim! Desde que se compreenda profundamente os meandros de sua forma de agir, pois ele agirá com astúcia para preservar-se da morte e desintegração certa. EXPECTATIVA ANGUSTIANTE Voltemos nossa atenção agora para a ANSIEDADE. Ela nos faz perder o foco e isso é certeza de falha no avanço das atividades de autorresolução. A ansiedade nos desarmoniza e desorganiza nossos centros emocionais. Toma o plexo cardíaco e os pulmões. Altera nossa circulação sanguínea e inebria a mente subtraindo a conexão superior fazendo com que fiquemos como tontos sem ação. Quem está ansioso se atropela na intuição e começa a querer “adivinhar” com ansiedade e desespero o que precisa fazer em seguida; qual elemento denso trabalhar dentre tantos; o que o Ser Interno está dizendo e assim sucessivamente em aflitiva ânsia desconexa... As respirações conscientes produzem um efeito tonificante e harmonizador desse fator. Quer estabilizar-se? RESPIRE! Tenha vontade e respire. Simples e atento. Tudo uma questão de conhecimento com sabedoria. Ao sabermos de algo e termos conhecimento de como atuar, tudo se resolve com magistral simplicidade. Assuma esse compromisso consigo mesmo. Basta querer e fazer, mas atento: ninguém fará por nós efetivamente todo o serviço, ainda mais com os mesmos resultados satisfatórios que precisamente são inerentes ao nosso universo particular. 24

Pessoas com o coração puro e plenas de amor para partilhar e com o conhecimento de que precisam ser caridosas e solidárias existem e podem ser encontradas, mas, mesmo elas podem nos conduzir até um patamar no nosso próprio avanço. São como orientadoras, instrutoras que nos permitem vislumbrar uma nova opção dentre tantas que existem. Esses referenciais externos conduzem até onde você o permite, quer e sua verdade aceita.

A Comunicação do SER
O Ser Interno se vale de diversos veículos para nos alcançar e transmitir-nos suas informações. Muitas vezes recebemos dele pulsos de energias que fazem com que sintamos o que denominamos de INQUIETAÇÕES. Essas Inquietações surgem como questionamentos, indagações, pensamentos filosofais que nos impulsionam a uma resposta. Consideramos as Inquietações como as molas propulsoras para o avanço e a busca de se resolver. Quando a pessoa sente esse mágico envolvimento da Inquietação deve procurar agir com alegria para não incorrer no equívoco do Incômodo. O incômodo também conduz ao avanço, mas necessariamente não precisa ser assim... Quem nos acompanha há algum tempo já tem noção de que o ser humano é um extraordinário aparato que recebe, gera e transmite energias. Ocorre que com os isolamentos que nos acometem na vida moderna o Ser Interno não consegue mais contato conosco diretamente como outrora. E como estamos isolados da Terra que nos auxilia na descarga e harmonização dos excessos, sofremos um acúmulo adulterado de excesso de impressões e de energia do mundão, do espaço e dos demais que nos circundam que também são geradores, transmissores e receptores. 25

Não é porque estamos separados do Ser Interno ou porque ele não conversa conosco, não. Trata-se simplesmente do fato de estarmos congestionados por diversas impressões e acabamos nos esquecendo de voltarmos nossa atenção ao que ele quer e precisa nos dizer. Quando o ser humano, em seu dia a dia deixa para trás esses avisos do Ser Interno, da Intuição, poderá vir a ter certos mal-estares e desconfortos físicos. OS ÓRGÃOS COMO MANIFESTAÇÃO DO SER Esses desconfortos, esses problemas de saúde, ainda assim são sinais, gritos do Ser Interno para nos alertar de que alguma conduta em nossa forma de viver não está adequada. Por isso entendemos que, mesmo doentes, devemos estar felizes, pelo simples fato de que o Ser, o Íntimo está nos mostrando algo. É claro que não vamos ficar “rindo à toa”. Quando se está doente é algo desagradável. Mas por algo chegamos a essa condição. E o fato de descobrirmos esse algo é que nos deve fazer ficar felizes. Agora, se a pessoa não tem noção sequer do entendimento dessa linguagem, de fato passará por complicações dolorosas e inexplicáveis para sua mente. E, mesmo doente poderá vir a não se resolver nesta existência por lances atrelados à falta de vontade, falta de conhecimento ou simplesmente culpa. Procuraremos esclarecer aqui alguns fatores importantes dessa linguagem do Ser Interno. Essa forma de entendê-lo é muito utilizada pela Medicina Tradicional Oriental e adotada com muita propriedade por diversos terapeutas alternativos, pois se trata da linguagem do Yin e do Yang, do positivo e do negativo (como polaridades), direita e esquerda, branco e preto, da reflexiologia, das lateralidades, da leitura do corpo, dos sinais que determinadas dores querem significar. Existem literaturas aos montes a respeito disso, mas vamos destacar uma da qual nos sentimos simpáticos por ser 26

distribuída graciosamente e, especialmente, por seu conteúdo pragmático e direto. Trata-se da obra do autor francês Michael Odoul “Diga-me onde dói e eu te direi porquê”.2 Em tese, Michael divide o corpo humano em partes superiores e inferiores e ainda laterais.

Resumindo, seria algo como o que representaremos abaixo. O losango seria o corpo humano com suas particularidades de esquerda e direita, de acima e abaixo (braços, mãos, pernas, pés, cabeça). Dentro da literatura oriental, o Yin seria considerado o feminino, a direita, o preto, o negativo. O Yang, por sua vez, seria o masculino, a esquerda, o branco, o positivo. Vejamos a ilustração que apresentamos adiante sempre olhada de frente.

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Disponível no Blog: http://kheops.blog.terra.com.br.

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Na obra citada, o autor relaciona em três partes do livro as diversas formas de interpretar uma dor e o reflexo que a mesma significa como uma voz do Ser Interno. Emprestemos de seu livro a seguinte exemplificação: “Uma pessoa sofre de um problema no joelho. Como o joelho faz parte da perna, o primeiro nível de relação se dá com o Yin dessa pessoa, uma vez que as pernas pertencem à parte baixa do corpo. Mas, na perna, o joelho se encontra exatamente no meio, ou seja, entre o Yin e o Yang. Ele faz a junção, a articulação entre essas duas partes.”

E segue demonstrando a lateralidade: “Se isso acontecer com o joelho esquerdo, sendo essa lateralidade Yang, podemos refinar dizendo que o problema está relacionado com a dinâmica Yang da pessoa, com o lado Yang da sua vida. Se for com o joelho direito, sendo esse um lado Yin, a pessoa tem um problema com a dinâmica Yin, com o lado Yin da sua vida.” Prossegue com a descrição do que significa a dor no joelho: “É a segunda articulação da perna, aquela que serve para dobrar, ceder, para ficar de joelhos. É a articulação da humildade, da flexibilidade interior, da força profunda, ao contrário do poder exterior, que gera a rigidez. Ele é o sinal manifestado do alívio, da aceitação, e até mesmo da rendição e da submissão. O joelho faz o papel de ‘porta da aceitação’. Ele é o complemento, a continuação do quadril, prolongando a mobilidade deste, porém no sentido inverso. De fato, o quadril é uma articulação que só pode se curvar para frente, enquanto o joelho só se curva para trás. Ele traduz então a capacidade de romper, de ceder, até mesmo de recuar. É também a articulação que faz a alternância entre o Consciente e o Não-Consciente. 28

Representa assim a aceitação de uma emoção, de uma sensação, de uma idéia que emerge do Não-Consciente em direção ao Consciente - se estivermos durante o processo de densificação - ou, mesmo, o inverso, uma idéia que ande em direção a esse Não-Consciente após o Consciente - se estivermos durante o processo de liberação. É a articulação maior da relação com o outro e da nossa capacidade de aceitar o que essa relação implica em termos de abertura, até mesmo de compromisso. É fácil deduzir que quando sentimos dor no joelho isso significa que temos dificuldade para ceder, para aceitar uma certa experiência vivida. Estamos no nível das pernas, logo a tensão é de ordem relacional com o mundo exterior ou interior, com os outros ou consigo mesmo. As dores, os problemas ‘mecânicos’ nos joelhos significam que uma emoção, uma sensação, uma idéia ou uma memória ligada à nossa relação com o mundo não está sendo aceita, está até mesmo sendo recusada. Trata-se de alguma coisa que é vivenciada no Consciente e que transtorna, confunde, perturba as nossas crenças interiores e que nós recusamos interiormente. Pode se tratar, por outro lado, de uma emoção, de uma sensação ou de uma memória que emerge do Não-Consciente (mensagem do Mestre Interior) e que temos dificuldade para ‘aceitar’, para integrar no nosso cotidiano, no nosso Consciente, pois elas perturbam, transtornam as crenças ou os‘costumes’ reconhecidos e estabelecidos.” (ODOUL, pp. 85, 86, 118, 119). Ele evidentemente escreveu um livro sobre o assunto, e não vamos aqui ficar copiando tudo para re-explicar o que já está pronto. Mas usamos esse tópico para alertar que nossas glândulas estão atreladas à recepção das energias (sejam cósmicas ou de outrem) e, seus filtros, o chacras, ao se

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desequilibrarem geram uma desarmonia nessas mesmas glândulas, que, por sucessão, gera a doença. Esse desequilíbrio ocorre principalmente por emoções e sentimentos equivocados. Mais detalhes sobre como isso ocorre e o que pode ser feito para apaziguar esse cenário encontra-se no livreto A Ciência do Grande Alento3 ao qual nos reportamos por brevidade, bem como a palestra realizada sobre o tema a qual esmiúça a questão4.

Em seguida, colhemos mais dois quadros que exemplificam de maneira bem nítida as relações e lateralidades do Yin e do Yang e seus reflexos para clarear melhor o entendimento:

Yin
A lua, o inverno, a água, o norte, o frio, a noite, o feminino, a mãe o passivo, o negativo, a recepção, o sentimento, o afeto, o profundo, o preto o escuro, a obscuridade, o interior, o escondido, o espaço, o baixo, a direita, o suave, o maleável, o manifestado, o tangível, o gesto, o real, o par, a matéria, a quantidade, a substância, etc... Simbologia do Yin Lado direito do corpo
1º grau: a mãe, a esposa, a filha, a
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Yang
O sol, o verão, o fogo, o sul o calor, o dia, o masculino, o pai, o ativo, o positivo, a dádiva, a ação, a reflexão, a superfície, o branco, o claro, a luz, o exterior, o aparente, o tempo, o alto, a esquerda, o duro, o rígido, o não-manifestado, o intangível, o pensamento, o virtual, o ímpar, a energia, a qualidade, a essência, etc...

Simbologia do Yang Lado esquerdo do corpo
1º grau: o pai, o esposo, o filho, o irmão.

Disponível graciosamente no Blog: http://kheops.blog.terra.com.br e junto ao site www.luzdoser.org.
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Idem.

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irmã. 2º grau: a mulher em geral, a feminilidade, a estrutura das coisas ou a sua própria, o lado direito do cérebro, o sentimento. Grau social: a família, a empresa (que representa a mãe social, aquela que "nutre e protege em seu seio"), a sociedade, a Igreja.

2º grau: o homem em geral, a masculinidade, a personalidade das coisas ou a sua própria, o lado esquerdo do cérebro, a força. Grau social: o individualismo, a hierarquia (que representa o pai social, aquele que "educa, forma e dá o exemplo"), a autoridade, a polícia.

Tomamos o criterioso cuidado de abordar esse ponto por se tratar de um sinal, uma mensagem do Íntimo. Então, quando a pessoa também passa por cenários desagradáveis do gênero, com o conhecimento que adquire para se resolver, começará a dar “ouvidos” a esses sinais e buscará resolvê-los através da Renúncia, do Perdão, da Confissão consciente e objetiva e do Resgate. E, depois, com maior entendimento e compreensão do que precisou passar para melhorar, irá até mesmo agradecer pela vicissitude.

Resgatando
Para os entusiasmados ou os que ainda não se deram conta, existe uma diferença distinta entre Renúncia, Perdão, Confissão consciente e objetiva e o Resgate em si. Essas diferenças podem ser revistas e estudadas com afinco junto ao “Livro SER”, mas vamos ressaltar algumas aqui. Isso é fundamental, pois muitas pessoas, embora devidamente acompanhadas, passam por um estado de torpor e inconsciência tão avançado quando chegam suas urgências internas que quando indagadas sobre essa distinção não conseguem explicar um do outro e tampouco para que servem. Assim sendo, certamente terão dificuldades importantes no desenvolvimento da atividade. 31

A Renúncia é feita para erradicação do elemento denso atuante no nosso universo particular. Alguma estrutura como: má-vontade, pessimismo, perfeccionista, nervosismo, frustração, libidinoso, sarcástico, irônico e demais, depois de compreendida com os passos sugeridos acima e somados ao trabalho ofertado no “Livro SER” são afastadas definitivamente de nossa existência e de nossa vida, pois existência temos várias e vida uma. A Renúncia em sua estrutura foi recebida e construída exatamente para esse fim. Proporciona-nos alívio e estabilidade na sequência da purificação dos registros. Ela nos descongestiona das impressões e estruturas opressoras para que compreendamos a origem. O Perdão atua nas máculas, nas manchas de nosso coração gerados por conflitos entre relacionamentos. Essas machas são dissolvidas com o poder maravilhoso do Perdão. Perdoar e Perdoar-se são chaves profundamente importantes, inclusive no patamar psicológico que traz a liberação de culpas e pretensos “cobradores” de nossas condutas equivocadas. O perdão liberta da opressão que conduz ao caminho da destruição. A Confissão consciente e objetiva é o ato de entregar verbalmente suas falhas, necessidades, angústias a outra pessoa, a um grupo hermético, ou a si mesmo e, por reflexo, diretamente ao Ser, especificamente ao Cristo Íntimo que atua diretamente nas liberações feitas através do verbo. Esse ato auxilia em muito a aliviar a pressão que o elemento denso gera em situações de crise. Pode vir atrelada a um incontido pranto. A importância em destacar a Confissão como algo consciente e objetivo cinge-se no fato de que “confessar” apenas e tão somente alguma coisa, fixa-se no patamar do automático, do fazer por fazer. A consciência objetiva nos proporciona discernimento do que se pretende com tal ato, ou seja, purificação. Muitas vezes necessitamos descobrir algo de nosso universo particular, mas não estamos plenamente desobstruídos psíquica e emocionalmente para vislumbrar qual elemento denso 32

que atua. Uma salutar conversa focada com uma pessoa de nossa profunda confiança, voltados a identificar qual elemento está atuante, permite a descoberta do mesmo de maneira muito eficiente. O Resgate, por sua vez, é a magnificência do trabalho do Sistema Energético de Resgate (S.E.R.). Esse instrumento quando assimilado em sua simplicidade de realização permite ao indivíduo encontrar-se, conhecer-se melhor, descobrir coisas que jamais havia imaginado existir e ter vivido e o mais importante e fundamental: purificar o registro de sua vida e de sua existência com o atributo que permite a uma pessoa a percepção com grau de objetividade do que se passa em torno de si (o mundo exterior) e dentro de si próprio (o mundo interior ou subjetivo), esse atributo é também conhecido por consciência. Conduz à origem do surgimento do elemento denso na existência da pessoa, purifica o registro e cristifica o Elemental restituído. Essa cristificação e esse Elemental estão plenamente explicados no Livro SER, todavia, cabe destacar novamente aqui que esse processo Crístico, em nada tem a ver com qualquer espécie de religião, e o Elemental a que nos referimos, tampouco tem a ver com o esoterismo. Entendemos o Crístico, como uma manifestação de energia sublime a qual muitos seres de alto escol encarnaram fazendo uso consciente, e Elemental como uma energia pura, cada parte identificável que compõe um todo do registro que está sendo purificado. Um elemento que já não é mais denso. Abriremos oportunidade em campo próprio ainda neste material para questionamentos mais detalhados que poderão auxiliar mais nesse quesito. Importa agora sabermos como se Resgata! OS TRÊS “Is” EM AÇÃO

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Concebamos por um simples momento que uma pessoa tenha algum tipo de conflito com um ente querido, colega ou um desconhecido. Esse conflito somente será de vulto quando passar a ser um incômodo para aquele que quer se resolver, mas que não tenha a atenção dirigida para isso, caso tivesse seria então uma Inquietação. Já ouvimos de diversas linhas e vertentes que o que mais nos incomoda nos outros é o que mais existe de gritante em nós para ser resolvido. Isso, de fato, trás um desconforto profundo, pois é muito difícil enxergarmos condutas estranhas dos outros como algo pertencente à nossa particularidade. Mas importa que percebamos algo. Nem sempre temos dita conduta desagradável no mesmo nível, no mesmo lugar, com as mesmas pessoas... Pode ser que a tenhamos em parcela pequena exatamente em lugares que menos imaginamos, pois nunca paramos para procurar sinceramente isso. Essa uma das formas como o Ser Interno escolhe para nos dizer nossa urgência interna, o que precisa ser resolvido, no caso, limpo, purificado, resgatado. A outra são as dores... Bem, essa foi uma etapa. Percebemos algo estranho em nós, algo que está ruim, não está agradável. Segundo passo é darmos ouvidos a esse sentir e querer procurar com vontade e ferramenta adequada o jeito mais prático de solucionar a questão antes que se transforme num malefício físico. Próxima etapa é descobrir o que está atuando. Como fazemos isso? Vamos exemplificar com uma hipótese para que sejamos claros. Imaginemos que no serviço, no ambiente de trabalho uma determinada pessoa nos incomoda. Sabemos que ela nos altera e nos perturba só de pensarmos em manter um contato com ela. Bem, até quando vamos ser vítimas disso? Até onde quisermos... Partindo ainda do pressuposto que quero me resolver, pergunto

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ao Ser Interno que me responderá via Intuição, o motivo pelo qual dita pessoa me incomoda tanto. Esse diálogo é simples, desembaraçado, do tipo: “Oi, Ser, meu Íntimo, estou com uma dificuldade aqui. Preciso saber o que me incomoda tanto nessa pessoa!” Faz-se com voz alta ou em pensamento, basta que tenha foco e atenção nessa atuação. Consideremos que o Ser Interno nos responda que ela – a pessoa - fala muito alto e isso me tira do sério. Essa resposta ouço através de percepções atreladas ao intuir. Evidente que em certas situações não podemos falar isso diretamente para a pessoa e num diálogo franco limparmos essa pendência, então como resolver a questão? Lembremos que ela é meu espelho. Horrível essa sensação num primeiro momento. Mas, é minha feliz oportunidade de achar um elemento denso chamado “fala alto” dentro de mim. Recolho-me onde achar conveniente. Sem necessidades de rituais, apenas com atenção, foco e objetividade. Recordemos e coloquemos em prática o que aprendemos em teoria: os questionamentos básicos via Ser Interno e Intuição! Quem atua? Já descobrimos: O “fala alto”. Onde atua? Pelo visto no trabalho não é. Então onde? Procure, vasculhe, de repente perceberá que não é em casa, não é no mercado, no banco... Vá descartando consoante sua percepção concreta lhe indica lugares até que surja um ou outro que lhe apareça. Percebendo e descartando – no presente exemplo – os acima, o investigador pode se deparar com o esgotamento de ambientes para ser procurado. Então, nesse instante, percebe uma dica, o Ser Interno sussurra intuitivamente: “Que tal no momento de lazer?” Vejam só, quando se reúne com os amigos o “fala alto” atua com muita tranquilidade, deita e rola, come e bebe até fartar-se. Aqui já vimos simultaneamente o Como atua e o Quando atua também. Já sabemos o Porquê atua. (Energia). 35

Reflita. Como está se sentindo agora ao descobrir que o elemento denso “fala alto” também existe no seu universo e faz com que a pessoa recatada que acredita ser deixe de existir em determinados momentos e locais para dar azo a outra criatura que domina suas emoções, suas expressões faciais, sua forma de falar e agir? Imagine agora como se sentem as demais pessoas na sua presença com tal tipo de conduta... Talvez da mesma forma que você diante de seu colega de trabalho, sim?

EM BUSCA DA ORIGEM Avaliado com profunda seriedade esse ponto, resta descobrirmos os benefícios que ele – o elemento denso - nos proporciona e os prejuízos que ele causa. Realizemos o julgamento anteriormente descrito na etapa da Compreensão do Medo. Se ainda assim quisermos continuar com ele, paciência. Somos livres, certo? Mas e se quisermos descobrir sua origem? Os motivos pelos quais sinto isso na presença de determinada pessoa? Então é hora de valer-se do Resgate para viajar no tempo e no espaço purificando seu registro e liberando a partícula de luz, o fóton que o elemento denso, o “demônio” se apoderou, e com isso, compreendendo os motivos de sua origem. A viajem em si é feita no mesmo ambiente que foi escolhido para realizar todo o processo investigativo. Não deve haver complicações a respeito disso. Em uma cadeira, um sofá velho, no banheiro, na rua, onde der, faça! A liberdade de atuação nesse Sistema é tão grande que a pessoa ainda pode realizar todo um grande ganho de investigação num local, num dia, e em outra instância continuar a realizar o Resgate com mais 36

serenidade. Resta ter lisura consigo e perceber se vai esquecer algo importante da investigação ainda não concluída e que não pode ser concretizada no exato momento, ANOTE! Grave no celular, faça uma marca no braço, tome um guardanapo de papel e escreva nele, rabisque um e-mail, coloque o anel na outra mão, crie. A mente, mente! Não se fie a ela. Depois, com serenidade e tranquilidade, sem qualquer problemática, retome as atividades. Escolhido o momento e o local que quiser – que pode ser simultâneo às descobertas já feitas – permita-se sentir alguns novos vislumbres. Como ainda é iniciante, damos aqui algumas dicas da forma como o Ser Interno pode se valer para nos comunicar algo. CONVERSANDO COM O SER INTERNO Bem, pergunto a mim (em parceria com o Ser, sempre): “Foi nesta existência que tive alguma rusga com essa pessoa?” Aguarde, sinta. Fazendo uso da própria lógica, do pensamento racional, o investigador de si mesmo já deve saber se isso é fato ou não, ora, se conheceu essa pessoa recentemente, ou num curto espaço de tempo, necessariamente não terá sido nesta existência, isso por dedução lógica, correto? Mas lembremos que o Resgate é uma viagem no tempo e no espaço, e não importa qual tempo, pode, efetivamente, ter sido ainda nesta existência, aos 30 anos, aos 18, na infância, no ventre da mãe. Se assim o for, é só seguir os passos necessários e que serão indicados para a purificação do registro logo adiante. Mas e se o Ser Interno e a própria lógica em si já atestam que não foi nesta existência? O que fazer? Em que época, em que país, em que região procurar? Sugerimos nesse instante que se permita sentir novamente o Ser Interno.

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Ele falará através de algumas formas, para alguns mais subjetivamente e para outros nem tanto. Tranquilize sua mente, aquiete-se. Respire um pouco mais corretamente e aguarde. Então podem surgir o que designamos de Fatores Sensoriais. FATORES SENSORIAIS A capacidade que uma pessoa tem em relação à percepção das coisas e pessoas no tempo e no espaço é chamada de sensório, por isso optamos por escolher essa terminologia para explicar as próximas percepções. Um Local, por exemplo: O Egito, a Áustria, o Paquistão, a antiga URSS, mas pode ser um local que não exista mais e então, como se localizar? Pode surgir um Ambiente: um rio, neve, pradaria, casa... E se não surgir isso? Acalme-se, poderá vir talvez uma Cena/Objeto: por exemplo, a queda da Bastilha, alguém sendo guilhotinado, ou um galpão de madeira e uma égua dando a luz a um pequeno potrinho marrom. Um vaso florido, uma peça de automóvel, uma roda de carroça. É o ato em si, a ação que se apresenta e seus co-atores. Ainda temos uma alternativa: o Indivíduo: uma criança, um idoso, um homem, mulher, observe seus trajes, suas vestimentas, cores, cabelo, bigode, altura, peso, aspecto. Filtre e sinta as emoções sem identificar-se com elas; sinta o clima e a tensão do instante percebido. Qualquer um desses Fatores Sensoriais, juntos ou isolados, conduzem ao registro que com a análise vai se desfraldando. De posse desses itens o pesquisador de si poderá se localizar melhor, poderá saber em que época se encontra, terá subsídios para identificar quem é e com quem está vivendo, em

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que cena, quais as identidades: pai, casal, amigos, inimigos, netos... Fácil, sim? Mas digamos que a pessoa ainda sinta muita dificuldade para manter o foco no que precisa investigar. Diante de nossas experimentações, descobrimos algumas técnicas que podem facilitar e evitar certos desconfortos. Vamos a elas. MANTENDO O FOCO Mantenha os olhos fechados caso sinta dificuldade em identificar qualquer evento, os olhos fechados possibilitam uma atenção mais focada, todavia, pode acontecer de o investigador ainda inexperiente acabar sendo envolvido pelo registro e começar a sentir todo o cenário como se o vivendo novamente com todas as sensações e emoções. Para isso, sugerimos que abra os olhos e escape disso. Surge então a outra técnica. Com os olhos abertos. O cenário pode ser vislumbrado da mesma forma, todavia com menos intensidade de envolvimento, o que proporciona certa defesa emocional, tal qual se a pessoa assistisse a si mesma como um ente ao lado que segue todos os atos vividos no passado. Caso não consiga um foco e um direcionamento satisfatório, feche os olhos. AS RAÇAS Muitas vezes o investigador de si, com o avanço das atividades, depara-se com situações, cenários e eventos interessantes e curiosos, os quais não nos reportam a nenhum fato oficialmente histórico da humanidade dos quais temos ciência por via convencional, todavia insiste em constar como um registro autêntico.

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Cabe destacar que, segundo muitos estudos de tradições orientais e inclusive teosóficos, defende-se a constituição da evolução da humanidade e do próprio planeta em si em sete raças, sete sub-raças e suas respectivas etnias, considerando-se ainda a era pré-histórica, da pedra lascada, ou das cavernas. Cada raça pode ser dividida em sete fases ou sub-raças, sucessivas ou simultâneas no tempo. Cada sub-raça possui um período de nascimento ou instalação, crescimento ou progresso até a plenitude e ocaso, correspondendo, em parte, às civilizações historicamente conhecidas. Para termos uma noção mais coesa dessa prospecção a qual estamos abordando, apresentamos o seguinte quadro:

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Evidente que existe muita pesquisa sobre as raças e suas especificidades, mas também muita especulação. Não é indicado para este momento ater-se a detalhes, mesmo porque existem variadas defesas, interpretações e correntes cada uma com suas exegeses e hermenêuticas; queremos destacar apenas a possibilidade de existências diversas em diversos períodos da humanidade os quais muitos ignoram. Também alertamos que nem todos necessariamente viveram esses períodos e que ditos cenários não são os únicos a serem experimentados. Existem ainda os períodos que chamamos de siderais quando então viveu-se como espaciais, ou seres do espaço sideral, de outros planetas, outras galáxias, e ainda os experimentos havidos em multidimensionalidades, tais como o período intermissivo, antes de adquirirmos um corpo para viver no planeta. Tudo é área para pesquisa e investigação. Mas uma coisa por seu turno, caminhemos com foco e objetividade. As areias das praias não as conseguimos segurar todas com as mãos... A metafísica busca estender o nosso conhecimento a domínios situados para além da experiência e nós sempre sugerimos que o adequado é vivenciar. Todavia, quanto mais conhecimento, mais fácil a experimentação em quaisquer áreas. PROFILAXIA ENERGÉTICA Ainda assim encontramos algumas vezes eventuais dificuldades de identificação de tal ou qual ponto específico à compreensão/entendimento do registro, até mesmo já no curso da investigação. Algo que surge do nada e nubla ou trava o avanço da atividade não permitindo que mais nenhum dado concreto surja satisfatoriamente. O investigador costuma destacar que não “vê” ou não “sente” mais nada e angustia-se. Nesse caso orientamos a pessoa que se propôs à investigação a colocar consciência dessa dificuldade e fazer uso de sua energia 42

e, como um Sol interno irradiar do centro de seu plexo solar (dois dedos acima do umbigo) um potente campo de força em forma de cúpula que fulmina e vaporiza todo e qualquer aspecto obtuso que esteja obstruindo a visão. Essa higienização é muito funcional e satisfatória e permite que se volte ao registro com facilidade. Sugerimos realizá-la sempre como profilaxia até mesmo de ambientes. Percebe-se à esta altura que a Imaginação, a Inspiração e a Intuição são os condutores dessa fantástica viagem no tempo e no espaço conscientemente. O diálogo franco e continuamente conectado com o Ser Interno passa a ser fluído. Poderá então perceber outros entes que atuam no decorrer de um Resgate. Esses outros entes podem ser curiosos de outras dimensões, ETs, entidades que acreditam serem cobradores de atos específicos realizados no passado, mas também poderá perceber especialistas em determinados auxílios ordenados pelo próprio Ser Interno, guias, mentores, mestres, amparadores, poderá sentir a Presença Magistral e Misericordiosa da própria Mãe Divina, essa Energia de polaridade negativa ou eletrônica associada aos elétrons, fração de nosso Verdadeiro e Real Ser Interno no infinitamente pequeno e no infinitamente grande, que atua com uma frequência e vibração tão distinta e intensamente afável que só podemos traduzir como amor; amor este que atua dissolvendo máculas, manchas e perdoando, purificando, mesmo que não nos atenhamos a sua misericordiosa complexidade elementar de atuação. Esse contato, essa descoberta é fascinante e maravilhosa, que por si só pode fazer com que percamos o foco, por isso, atentos. Dito isto, passamos à próxima situação.

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IDENTIFICANDO O REGISTRO Descobrimos o Local, o Ambiente, a Cena/Objeto o Indivíduo, fizemos leituras das sensações energéticas, sabemos e assistimos o que fizemos e/ou o que foi feito conosco. Vamos manter a linha da hipotética aventura do “fala alto”. Vamos definir então os Fatores Sensoriais que poderiam surgir para o estudo em apreço. Local: Egito Antigo. Ambiente: muralhas de uma fortaleza. Cena/Objeto: guerreiros aos pés dessa muralha prontos para batalha, armados com espadas, lanças, escudos, animalha. Indivíduo: o investigador de si e uma outra pessoa perto trajados com vestes da respectiva época e seus adereços. Leitura Energética: Tensão emocional; irritabilidade; indignação. Até aqui tudo bem. Mas quem é quem nessa história e o que ela tem a ver com o que ocorre hoje? Mantenhamos a calma e façamos exatamente essa pergunta ao Ser Interno. Aguardemos e sintamos. Logo perceberemos que o investigador trata-se de um líder, uma espécie de comandante ou general de exércitos. Está diante de uma iminente guerra. Seus soldados prontos para a batalha. Enxerga outra pessoa ao seu lado. Indague ao Ser Interno de quem se trata. O Ser Interno, através da intuição, lhe dirá: “Trata-se do seu colega que fala alto nos dias de hoje”. Logo um fio de compreensão surge. Você é um líder de exércitos precisa tomar uma decisão. Percebe e intui que seu colega, naquele Egito Antigo, trata-se de seu próprio irmão (lá). Sinta isso com profundidade, mas procure assistir e não se identificar com os sentimentos. A psique precisa disso para assimilar os “porquês” da desavença nos dias de hoje. Mas, então, o que efetivamente ocorreu? Atento. Perceberá que o investigador culmina por dar uma ordem 44

explícita ao próprio irmão que não a acolhe num primeiro momento. Sendo o investigador um líder de exércitos, grita com ele e o chama de covarde e faz com que ele avance e lute e, por infelicidade, perca aquela existência de maneira brutal... Surge aí o fator matemático do universo pessoal que deu abertura para que o elemento denso “fala alto” brote e crie uma marca tão intensa e profunda que passe a viver com a pessoa doravante. E agora? Que há de se fazer? Em princípio, importa novamente que se sinta todo o manancial dessas emoções para assimilação específica e apreensão psicológica dos motivos e então passaremos ao próximo passo. A PURIFICAÇÃO DO REGISTRO Fazendo uso de sua vontade consciente, no aqui e agora, depois de bem assimilado o cenário pretérito, recolha, traga todo aquele experimento duro e difícil para um espaço que deve ser criado à frente do investigador onde previamente deve estar instalada a frequência vibracional da cor violeta. Violeta é a temperança, um feliz encontro entre o vermelho e o azul, o masculino e o feminino, a Terra e o Céu, os sentidos e o espírito. A Misericórdia. A frequência violácea nos permite transcender do sofrimento para o conhecimento5. Dentro do espectro de luz coloridas cientificamente podemos constatar que o vermelho se encontra muito próximo do infra e o violeta muito próximo do ultra. Aparelhos específicos podem sintonizar e identificar essas baixas e altas frequências, mesmo que nossos olhos não o consigam. Assim sendo, não importa necessariamente se estamos literalmente enxergando a respectiva cor, mas determinando que ela se instale e atue, pois cientificamente o sabemos: ela existe! Vibre com ela.
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Mais detalhes para quem quiser se aprofundar junto ao Livro SER.

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Para quem já vem praticando, pode já ter chegado à conclusão de que a Chama Violeta, em sua frequência de vibração, é usada até que se sinta no coração que a partícula liberta do elemento denso, convertida depois da purificação total, num Elemental, já está purificada, em sendo assim, uma fórmula matemática, ou uma quantia de vezes calculada, torna-se desnecessária. O coração dita o período necessário para o uso dessa luz maravilhosa. Intua e não se engane. A atividade de purificação do registro estará concluída quando todo o material agregado pela herança do respectivo registro se desintegre, quebre, parta, rache, exploda, esfarele, derreta, dissolva, quando tudo nele se purificar. E isso é percebido intuitivamente. No Elemental flutuante e livre, solta dos elementos densos, e que doravante passa a figurar como sua partícula de luz, não deve haver nenhuma mancha, se houver, intensifique a luz violeta envolvendo-o novamente até estar limpo. Observe o que possa estar ocasionalmente prendendo ou manchando ainda o Elemental, talvez seja importante para o praticante saber do que se trata e o Ser Interno assim o quer. Indague e intua a resposta que vier. Entretanto, permaneça atento! Caso surja certa “fumaça” ou “névoa”, que turve e entorpeça os sentidos e a vontade, não se deixe enganar, observe além dela para ter a certeza plena de que o elemento denso foi efetivamente desintegrado ou se ele está se valendo de um subterfúgio para escapar de sua eliminação e consequentemente da libertação da partícula de luz que retém sob seu jugo.

O QUE PURIFICAR

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Já deixamos claro a importância que esse tipo de, digamos, cor, tem no trabalho de purificar o registro. Se sentir dificuldade em instalar com sua Imaginação Criadora essa chama luminosa, esse matiz, não tenha vergonha de ser puramente científico e experimente invocar a Mestra dessa luz, a própria Mãe Divina e demande a ela que permita que a luz violácea atue no espaço que escolheu. Afinal de contas, independentemente de querermos ou não, Ela atua por amor a nós, e louva nossa posição em querer se resolver, eis que se trata de uma sublime amparadora, condição que somente poderá ser constatada vivenciando-se, tal como qualquer experimento laboratorial, nosso corpo é esse laboratório contínuo. Feito isso, vá despejando o registro histórico (no exemplo estudado, o Egito), traga tudo o que sentir preciso e que o Ser Interno ordenar: a muralha, os soldados, o irmão, as vestes, as pompas, e traga a si próprio daquela época. Despeje tudo ali, não irá propriamente queimar, mas sim purificar. Assista ao que se sucede. Poderá presenciar coisas do gênero insetos, agulhas, pedras, cobras, lagartos, correntes, sangue, esperma, rituais, contratos, juramentos, cabos, rochas, implantes, bolas gosmentas e tantas outras coisas densas e nojentas que não saberá sequer identificar do que se trata. Não importa. Assista e mantenha o foco intensificando a atuação dessa importante luz violeta em tudo. Observe como as pessoas envolvidas vão se limpando e os objetos também vão passando pela luz violeta e purificandose ou desintegrando-se – cumpriram sua função - saindo de seu universo pessoal. Os soldados se vão, o irmão sai, e a parte que lhe pertence, o eu daquela época, vai clareando, ficando mais e mais limpa. Pode acontecer de mudar de forma. De assumir uma forma humanóide translúcida e iniciar um procedimento de flutuação – eis que agora cada vez mais leve dos pesos da experiência, mudando assim sua densidade.

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A EXTENSÃO DE ATUAÇÃO DO SISTEMA ENERGÉTICO DE RESGATE NO REGISTRO Agora perceberá algo maravilhoso que o S.E.R., faz através do Resgate. Com o intuir observe que muito mais que “fala alto” está limpando, perceberá que TODO o registro daquela existência é limpo simultaneamente pela graça e misericórdia de uma força vibracional superior que atua simplesmente por eficácia e poder de nossa própria autorização e ordem. Então esse eu do passado começa a flutuar e a ficar cada vez mais translúcido e limpo. Depois de bem vistoriado, o Elemental deve estar cristalino, sem sujeira ou embaçamento; assim que confirmada essa condição hígida, passe ao processo de cristificação. Mas também poderá perceber eventualmente que alguma coisa ainda o cinge privando-o da libertação. Essa é uma forma que o Ser Interno usa para mostrar ao investigador que algo ali precisa ser Compreendido primeiro. Pergunte ao Ser Interno o que o prende. Investigue tudo o que foi limpo para excluir os componentes já avaliados e se não houve esquecimento de algo: Por exemplo, o “fala alto” já foi. Apegos ao patrimônio financeiro também. Já houve perdão mútuo e autoperdão; limpou o sangue de guerras, mas o que ainda poderia estar prendendo aquele indivíduo? Atento ao registro e foco no que surge. Ilustremos melhor, esse Elemental, quase pronto, ocasionalmente estaria preso por um juramento, um código de ética, moral, honra! Veja que importante isso. Não são apenas as coisas desagradáveis, densas que são purificadas, para que esse registro se converta num Elemental puro e cristalino, as coisas agradáveis e tidas como boas também precisam ser erradicadas. Limpe tudo, livre-se de tudo!

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Observe e constate quão magistral esse trabalho é. Estamos conectados no tempo e no espaço com nossos registros, nossas memórias celulares, atômicas que precisam ser limpas para nos desprendermos das estruturas densas e escuras que nos prendem e tolhem nossa liberdade de avanço. Todavia as estruturas sutis e claras também nos prendem. Descobrimos assim um poder incrível, a capacidade de estar acima do bem e do mal, do preto e do branco, do certo e do errado e, com humildade magnânima, agradecer ao trabalho que todos os envolvidos nesse “drama” cósmico temporal realizaram para que o investigador compreendesse esse mágico momento libertador. Poderá, então, imbuído dessa força de compreensão grandiosa, voltar-se ao seu Íntimo e, num gesto libertador, agradecer a todos do fundo do coração! Só quem vive isso sabe do que estamos falando aqui. Mas o trabalho não acabou. Estamos nos aproximando da etapa maior: a Cristificação.

Cristificação Elemental
Chegamos a um patamar de suma importância para o investigador, pesquisador sincero. É aqui que celebramos a nossa liberdade de atuação e de demonstrar que podemos nos valer de diversos recursos para a realização de tarefas iguais. Já deixamos óbvio várias vezes a questão da liberdade de atuação e de práticas tidas como obsoletas para a realização do Resgate. Mas também deixamos claro que tudo o que soma para auxiliar é de bom alvitre que seja experimentado para averiguar sua funcionabilidade até que um simples comando baste. Se você, ao realizar um estudo gosta de ouvir música clássica ou rock, pois assim absorve melhor as explicações, pois faça uso. Ao relaxar gosta de ar puro ou de incenso, pois que opte pelo que melhor se adéqua ao seu caso. Assim também o 49

S.E.R. o é, demonstra fazer uso de tudo o que a ciência e a filosofia oferta em prol de um melhor resultado. Importa saber qual o nível de conceito que atua em nosso universo pessoal que nos limita ou critica sem permitir a conclusão do experimento antes mesmo de iniciá-lo, embaraçando nossa oportunidade de aprender algo importante na vida. Sejamos coerentes e avancemos rumo ao que ora se apresentará. O Elemental é o que se apura após a extração de todos os detritos agregados pelo elemento denso à partícula de luz (inclusive os apegos e coisas tidas como agradáveis e boas). Elemental é algo puro, translúcido, sem nada de “bom” ou de “ruim” em seu interior, mas que possui vida e um imenso poder. Para cada pessoa há um arquétipo de simbologia, uma linguagem de discernimento através de imagens. Esse Elemental poderá surgir como uma pomba, uma flor, um beija-flor, um anjo, ou até mesmo uma simples estrela, uma chispa cintilante... Quando ocorre todo o processo de purificação através da Renúncia, Perdão ou mais precisamente do Resgate – como veremos adiante - o registro da pessoa fica limpo, continua existindo lá para ser acessado a qualquer instante, mas doravante impoluto. Quando se encontra um Elemental,verdadeiramente seu, pertencente ao seu Ser Interno, pode-se-lhe dar uma função. Mas alertamos aos afoitos por querer dar alguma instrução ou programação específica e interesseira a seu Elemental. Não estamos plenamente aptos a dar nenhuma função ao Elemental, pelo simples fato de que ainda estamos passando pelo processo de purificação dos defeitos psicológicos, dos elementos densos, e em assim sendo, correríamos grave tentação em nos acreditarmos boníssimos e ordenar esta ou aquela função para o Elemental que terminou de ser purificado.

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Levemos sempre em consciência que um Elemental é uma estrutura pura, tal como uma pequena criança, todavia, terrivelmente poderoso. Para que não incorramos em grave equívoco egoico, e a maturidade do Elemental seja uma realidade plena e 100% isenta de manchas ou subterfúgios implantados “involutariamente” por nós mesmos, o Elemental precisa estar preparado com as qualidades e virtudes do Ser Interno, ou seja, o Elemental deve ser Cristificado; entendemos que assim não corremos o risco de escolher uma função para ele e ao permitirmos que nosso próprio Cristo Pessoal, nosso Íntimo, nosso Ser Interno escolha o que efetivamente é pleno e necessário como função para o Elemental que se acaba de purificar, ele estará completo e com a função exatamente precisa para o que necessitamos. O PROCESSO PÓS-RESGATE – A CRISTIFICAÇÃO Eu te Cristifico Elemental. Em Nome de Cristo Pelo Poder de Cristo e Pelo Sangue de Cristo! Eu te Cristifico Elemental. Em Nome de Cristo Pelo Poder de Cristo e Pelo Sangue de Cristo! Eu te Cristifico Elemental. Em Nome de Cristo Pelo Poder de Cristo e Pelo Sangue de Cristo! Assim Seja, Assim Seja, Assim Seja! Assim Seja, Assim Seja, Assim Seja! Assim Seja, Assim Seja, Assim Seja! Amém, Amém, Amém! Amém, Amém, Amém! Amém, Amém, Amém!

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Alguém a esta altura poderá estar forçosamente se questionando quanto ao evidente ritual místico/religioso que se sugere realizar. Alertamos diversas vezes que estas atividades estão sempre em um crescente de avanço e que precisamos buscar de todos os recursos úteis para alcançar diversos níveis de Compreensão e Entendimento. Ainda mais, que estudamos profundamente a vibração que tais palavras em tais repetições específicas reverberam em nosso universo pessoal. 6 Valha-se do que lhe serve e o que não seja útil por ora, descarte sem culpa ou remorsos e, se amanhã quiser voltar atrás para experimentar, pois que o faça, somos livres para isso. Pronunciando essa Lei de Cristificação o Elemental evolui instantaneamente, passando da imagem que se apresentou para uma simples partícula de luz; recebe toda a maturidade específica que o Ser Interno lhe atribui e todas as virtudes do Ser Interno correspondentes à sua função. Em seguida o Elemental Cristificado recebe a missão de servir em uma das igrejas ou chacras do corpo humano conforme já estudado no segundo material (Livro SER) já divulgado. Ele ingressa em alguma parte do próprio físico do praticante ou reporta-se ao Ser Interno, somando-se a ele. Esse um Resgate completo. O registro que criamos hipoteticamente – do Egito – foi limpo e o “fala alto” sumiu bem como toda uma série de detritos que geravam empecilho ao avanço do indivíduo. Salientamos que o registro não foi desintegrado. Ele está lá, tal como uma fita de cinema ou DVD, gravado direitinho, apenas agora não existe a influência da densidade vibracional. A qualquer dia e a qualquer momento poder-se-á voltar a ele e investigar qualquer detalhe que o queira e que eventualmente ache-se conveniente ser esclarecido, mas na certeza que o mesmo encontra-se perfeitamente limpo.
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Detalhes no Livro SER, disponível graciosamente http://kheops.blog.terra.com.br e no site www.luzdoser.org.

no

Blog

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Isso é um avanço importante, o S.E.R., oferece a oportunidade de atuar com uma Lei Superior, a Misericórdia. E com a energia da criação/eliminação/transmutação mais respeitada no Universo: A Mãe Divina! A força que atua sem ser forte. A energia que pulsa sem maltratar. A Compreensão e Entendimento através do cálido amor que supera e transplanta qualquer outra Lei máxima, ou a polaridade específica para esta atividade. Nossa vontade de ser livre das culpas é o suficiente para nos entregarmos a Ela. Ela nos respeita e pede que tudo, todo o nosso lixo interior lhe seja entregue para a libertação plena. Aqui está entregue uma das grandes chaves para deletar, apagar o carma. Esta a grande diferença do S.E.R. de uma simples regressão de divã, a qual estaciona o serviço meramente no encontro do registro, crendo que a simples re-vivência daquela cena/existência possa, por si só limpá-la, quando percebemos pelas experiências que em muitos casos acaba piorando o estado patológico do indivíduo, eis que o mesmo já vinha administrando seus sentimentos, receios e traumas e de uma hora para outra os desperta novamente sem qualquer possibilidade de limpeza ou erradicação profunda dos mesmos. Vai embora para casa com toda uma bagagem na mão e não tem quem o ajude a resolvê-la... O S.E.R. surge então para preencher essa importante lacuna na resolução do ser humano. A purificação do registro é o degrau que faltava para preencher o lance da escada da ascenção física, mental e espiritual. Com alegria, sem dor e sem sofrimento! Este material foi recebido, estudado, construído e divulgado para que a pessoa resolva a SI mesma, e não para buscar resolver a vida e os problemas dos outros – sejam parentes, amigos, entes queridos, etc.

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Muitos querem ajudar ao filho com dificuldades; ao pai com problemas; ao cônjuge que não arruma trabalho; ao tio que fuma; à prima promíscua... Os outros precisam resolverem-se por si mesmos, dentro do projeto que a Mônada de cada um elaborou para cumprimento de sua existência particular e pessoal. Podemos sim ajudar aos outros, quando solicitados, mas interferir no particular dos outros não é nossa sugestão. Interceder, por outro lado, não é ficar de braços cruzados, é enviar através de sua energia e contato com o Íntimo, forças eletromagnéticas, pulsos vibracionais de DISCERNIMENTO com o fito de que a pessoa que está em dificuldades possa se encontrar – de acordo com seu projeto interno; pode-se também transmitir este conhecimento, divulgando todo o material à disposição, e assim, com liberdade de opinião, a própria pessoa procurará esclarecimentos sem ser forçada a nada. Isto é ajudar! Importa frisar à esta altura, que quando NOS resolvemos, gera a impressão de que todos ao nosso redor mudaram... Todavia, eles apenas deixaram de cumprir com a função de serem nossos instrutores, nossos treinadores, concluindo que, afinal de contas, quem muda somos nós mesmos. Devemos investigar essa possibilidade tal como uma utopia pragmática. Nesse paradoxal conhecimento que foi autorizado a ser revelado e que a cada dia se torna mais e mais simplificado. Sejamos! Aos sermos, na acepção da palavra, passamos automaticamente a sermos filantropos, fraternais, amáveis, solidários, conscientes de cada uma dessas condutas. O “sistema” que rege o mundo não nos alcança mais, bem como outras leis menores, pois o praticante passa a ter conhecimento, Compreensão e Entendimento. Nível de Ser e de Saber. Tem a ferramenta e sabe usá-la! E com isso atua em sua existência e vida com serenidade sem complicações. 54

Trata-se de uma mudança vibracional que por si só, pelo procedimento opcionalmente voluntário, afasta toda a densidade dos registros. Sejamos Livres!

PRINCIPAIS DÚVIDAS E QUESTIONAMENTOS SOBRE O RESGATE
Segue abaixo uma série de indagações que costuma permear a mente dos que querem fazer um trabalho sério, preciso e eficiente. Ter dúvidas não é efetivamente ser do “contra”. Ter dúvidas é querer saber como é que funciona determinada coisa. Não é errado querer saber as coisas, pelo contrário, é muito importante desvendar os mistérios que envolvem o caminho do praticante. O equivocado é ter dúvidas com cunho depreciativo, humilhativo, com objetivos obtusos, capciosos, que mancham um trabalho atrasando o processo evolutivo de um grupo ou de um indivíduo. 01) O QUE É RESGATE? R: É, num primeiro momento, uma releitura de um arquivo pessoal que registra uma impressão forte do tipo trauma, bloqueio, fobia, culpa, entraves vividos encontrados nesta existência a qual interfere diretamente na jornada da pessoa de forma psicológica e até mesmo física. Eliminado tal bloqueio o elemento aprisionado ou a questão se dissolve, trazendo à pessoa o benefício respectivo no momento atual. 02) COMO SE RESGATA? 55

R: Levando-se em conta o Resgate como uma “viagem no tempo e no espaço”, sem sair do presente e sem perder a consciência, o indivíduo sente a urgência específica de seu universo que precisa ser compreendida e libertada do denso estado frequêncial em que se encontra. Encontrada essa partícula presa, em geral vislumbrase o cenário que gerou a respectiva impressão primordial que a aprisionou. Como num filme é possível assistir a tal cenário e encontrar o ponto matematicamente exato que gerou a referida impressão avançando, voltando e congelando o cenário, pois somente é feito o Resgate quando o fato em si ocorreu e, quando então, pode-se trabalhar a compreensão do fato ocorrido para que o percentual preso da essência seja libertado, purificado e, após ter uma função própria, incorporado ao indivíduo, ou, no caso de não ter uma função objetiva, ascender diretamente ao Ser Interno. 03) O QUE É RESGATADO? R: A essência original do indivíduo que se encontra fracionada e envolvida pelas impressões fortes referidas acima, que, por sua vez, são elementos de baixa frequência que maculam o todo da essência em si. É importante lembrar que os elementos de baixa frequência atuam num comprimento de onda maior, mais denso, e que os mesmos são carentes de energia, por isso aprisionam a energia que o indivíduo consegue para si durante sua existência. 04) QUAL O MOMENTO ADEQUADO PARA O RESGATE DA PARTE APÓS SUA IDENTIFICAÇÃO? COMO FAZER? R: É importante visualizar todo o cenário que o indivíduo naquele momento específico esteja vivendo com o fito de se identificar o momento exato do trauma. Visto isso, existem pelo menos três formas básicas de resgate – até então identificadas. 1ª Trauma com morte: identificado o cenário, o motivo da morte e o motivo do trauma, compreende-se a situação e resgata-se

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antes da morte, com prévia limpeza da partícula e sua respectiva Cristificação para então somar com o Ser Interno da pessoa. 2ª Trauma sem morte: é quando o indivíduo passa por um cenário impactante, com repercussões psicológicas extremamente marcantes que venham a provocar dano físico ou emocional no momento atual do indivíduo. Portanto, o resgate é feito no momento em que o indivíduo entre no que pode ser considerada uma crise consciencial, momento este que favorece a abordagem para a compreensão e superação daquele cenário, limpando-se os resíduos densos que o envolvem permitindo que sua partícula divina retorne ao Ser Interno. 3º Resgate pós-morte: a pessoa que está sendo trabalhada deve localizar a parte espiritual desencarnada e trazê-la para a purificação, com compreensão dos fatos que a levaram a perder a existência, assim se liberta do respectivo trauma trabalhado. 05) O PROCESSO DO RESGATE É SIMILAR À REGRESSÃO? R: Com algumas ressalvas, sim. A pessoa não é hipnotizada, não há necessidade de respirações ritmadas ou uso de objetos indutivos, nem de entrar em estado de sono ou uso de qualquer droga, bem como de assumir posturas que retratem o sentimento do momento durante o procedimento do Resgate, bem como emitir sons e ruídos atípicos. O Resgate pode ser similar a uma regressão convencional no que concerne às visualizações dos cenários, sua compreensão e solução das lembranças dos registros celulares, mantendo-se a consciência de tudo o que foi vivido e experimentado (eliminando-se as sequelas que se objetivou tratar). Numa regressão convencional ocorre a descoberta da origem traumática, mas passa-se a enquadrá-la, com o Resgate ocorre a solução da problemática. 06) COMO É POSSÍVEL IDENTIFICAR SE DEVE SER USADA A RENÚNCIA, O PERDÃO OU O RESGATE? 57

R: Qualquer elemento estranho com energia corrompida alheio ao universo particular da pessoa que, depois de identificado e compreendido, valendo-se da Intuição e da vontade, que não queira sair, pode ser renunciado e eliminado. O resgate vai até as origens, purifica o registro e assim, após a Cristificação, soma ao indivíduo suas virtudes solucionando as dificuldades de hoje. O perdão dá-se nas hipóteses de máculas do coração, ou melhor dizendo, conflitos com outras pessoas. 07) EXISTE UMA SEQUÊNCIA OBRIGATÓRIA OU NATURAL QUE DEVE SER SEGUIDA NO TRABALHO PARA QUE FUNCIONE SEUS EFEITOS? R: Isso depende muito da urgência a ser trabalhada e da atividade em questão. Em geral se renuncia, perdoa, resgata, todavia há casos em que apenas o Resgate supre a situação, outros em que se Perdoa apenas. Cada caso é um caso, e para cada situação se opta pela melhor “ferramenta”. Às vezes uma simples confissão, uma compreensão do cenário, já é o bastante para se ver livre do elemento denso. O Perdão está relacionado à máculas do coração, ou seja, atritos emocionais, cobranças, culpas, mágoas, rancores, e afins. Ao se pronunciar essa Lei, várias vezes, a pessoa adquire a limpeza ou o cancelamento das energias, estados, ou ainda formas opressoras acima elencadas, dentre outras. O Resgate é basicamente a compreensão de traumas, fobias, medos, bloqueios, visualizando as existências passadas ou mesmo a presente. É uma espécie de regressão no tempo e no espaço, uma viagem cônscia que permite identificar partes pessoais que necessitam compreender algo para evoluir sua condição equivocada somando sua parte ao todo do indivíduo. 08) NO ATO DO RESGATE E CONVENCIMENTO DA PARTE DENSA, POR QUE É PRECISO UMA LINGUAGEM

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ADEQUADA À PARTÍCULA QUE ESTÁ SENDO RESGATADA? R: Pelo próprio entendimento cultural/temporal da parte a ser resgatada. Facilita a abertura e aceitação do trabalho. 09) RESGATE É UMA VIAGEM PELO TEMPO-ESPAÇO? R: Pode-se dizer que sim, entendendo que tudo se passa no aqui/agora e o que está sendo sentido ou visualizado é como se fosse um filme 3D interativo já registrado nos arquivos pessoais da pessoa, em sua memória celular. 10) PODE-SE RESGATAR ALGO DO FUTURO? COMO? POR QUÊ? R: As nossas partículas são eternas, estão sempre presentes e são responsáveis pela evolução das outras partículas, ou seja, o nosso Ser Interno está sempre pronto em qualquer tempo e em qualquer lugar e apto a evoluir aqueles que o querem. Temos de levar em conta que o tempo é algo da mente, que por sua vez, é considerada linear. Escapando-se dessa dimensão de linha reta, libertam-se as amarras do espaço/tempo e o acesso ao que seria um futuro é permitido tal como uma porta que se abre e o indivíduo pode experimentar tal existência provável ali presente para uma conferência ou vivência específica, uma escolha consciente e adequada das tantas probabilidades futurísticas. Essas experiências embutidas dentro dessas “portas” já são concebidas pelo Ser Interno como possibilidades plausíveis; caso hoje, a pessoa tome uma ou outra postura sobre sua existência, poderá vivê-la ou não, consoante o que sente ao acessar esse respectivo programa dentro de uma dessas “portas”. O acesso voluntário e objetivo, focado nesse anelo e direcionado pelo Ser Interno conduz a essas “portas”. Quanto mais íntima a pessoa estiver desse foco, desse objetivo, quanto mais familiaridade e comunhão com seu Ser Interno, mais acesso ela tem. Vislumbramos também o juízo de que, ao se resolver um cenário 59

do passado ou deste momento temporal, evita-se qualquer dificuldade futura, assim, por reflexo, está-se resgatando o futuro. Portanto, o Resgate de algo do futuro é possível e serviria para que o indivíduo evoluísse com maior segurança ou felicidade em sua própria escolha, servindo-se de um leque de possibilidades que o universo oferece. Encontrando uma dificuldade específica no futuro e tendo a opção de evitá-la com um Resgate, quem deixaria passar a oportunidade? 11) A PARTE RESGATADA SOMA CONHECIMENTOS, ROMPE BLOQUEIOS E/OU TRAUMAS? R: Sim, e, além disso, também aprende conhecimentos atuais. O Resgate tem justamente a finalidade de romper obstáculos, liberação e reintegração da essência. 12) POR QUE PURIFICAR O ELEMENTO ANTES DE ABSORVÊ-LO E QUAL O MELHOR MÉTODO PARA TAL? R: Para eliminar resíduos psicológicos que eventualmente a partícula possa vir a carregar consigo no ato da integração com o indivíduo, evitando-se com isso que resquícios do elemento trabalhado voltem a atuar. O melhor método, por enquanto, é a Chama Violeta, que é a frequência das ondas eletromagnéticas na região do violeta, ou seja, luz de alta energia ou ainda alta frequência. Através dessa energia, envolve-se a partícula de luz (essência) até que fique totalmente limpa dos resíduos e possa ser reintegrada. A Chama Violeta pode ser visualizada ou decretada, de acordo com a necessidade de fixação do foco de purificação. A compreensão e a vontade são chaves máximas desse processo. 13) APÓS O RESGATE DE UMA PARTÍCULA, É NECESSÁRIO CRISTIFICÁ-LA? R: A necessidade está implícita na decisão do indivíduo de tornar a partícula Cristificada, ou seja, frequêncialmente mais 60

elevada, de uma forma mais rápida e objetiva adquirindo a maioridade e as virtudes do Ser Interno. 14) É PRECISO DAR UMA FUNÇÃO ESPECÍFICA À PARTÍCULA RESGATADA OU ESSA ATRIBUIÇÃO É SEMPRE AUTOMÁTICA? R: Após o Resgate e a purificação, faz-se a Cristificação da partícula, ou seja, eleva-se a mesma de seu estado, digamos, virginal para uma vibração mais sublime que lhe permite o amadurecimento e atribuição de funções específicas dentro do universo do indivíduo. Essa atribuição de funções é dada pelo próprio Ser Interno que sabe nossas necessidades. 15) AS FORMAS VISTAS INTERNAMENTE SÃO SEMELHANTES PARA TODOS OS PARTICIPANTES DE UM TRABALHO GRUPAL? R: Muitas vezes são semelhantes, no entanto, vistas de ângulos diferentes ou em profundidades diferentes. Por exemplo: enquanto um vê de cima outro pode estar vendo de lado; enquanto um percebe de dentro, outro tem informações de fora. O registro é o mesmo para os perceptores, mas pode ser diversos em sua forma, começo ou fim. 16) SE OS FATOS HISTÓRICOS NÃO MUDAM, MESMO QUANDO SÃO EVITADOS COM UM RESGATE, O QUE OCORRE ENTÃO? É POSSÍVEL CONSTATAR DATAS E LUGARES DO RESGATE? R: Efetivamente os fatos históricos não mudam, já que o resgate é feito no nível energético registrado na memória celular da própria pessoa. E a história é a experimentação do indivíduo em dado momento. Com o resgate o registro continua, somente é purificado das impressões densas. Em existindo informações precisas durante a prática do resgate, de registros históricos, pode-se efetuar uma pesquisa detalhada nos registros 61

convencionais à disposição da humanidade e comparar com as informações recebidas, verificando-se sua veracidade. Isso fica a critério do pesquisador. 17) O RESGATE FUNCIONA À DISTÂNCIA E SEM O INTERESSADO TOMAR CONHECIMENTO? R: Perfeitamente. Sempre mantendo o respeito de consultar o Ser Interno da pessoa o qual autorizará (ou não) tal procedimento. 18) ESTE TRABALHO PODE OU DEVE SER FEITO EM GRUPO? R: É importante frisar que o trabalho em grupo revela particularidades individuais e íntimas as quais podem vir à tona e que serão do conhecimento do grupo. Portanto, a ética, além de ser imperiosa é imprescindível. Este é um trabalho hermético dentro do grupo, não cabendo comentários externos sobre os fatos vivenciados numa reunião. Outro fator importante é que o grupo auxilia no estabelecimento das frequências de trabalho, sendo ainda bom saber que cada integrante do grupo que irá atuar seja de dois, três, quatro ou mais pessoas, terá uma função específica na atividade. Exemplo: Mediador, Expressão, Apoio e afins. 19) QUEM RESPONDE ÀS NOSSAS PERGUNTAS? R: Depende. Na maioria das vezes quem responde é o nosso SER, ou o SER de quem está sendo consultado. O Elemental ou uma E.B.I. (Entidade Biológica Inteligente) ou ainda um Mestre (Especialista na área consultada). A resposta pode se apresentar na forma de: Intuição, visão ou audição. Mas também uma outra entidade pode se apresentar como orientador para propor um teste aos menos preparados. Consideramos essa outra entidade uma espécie de “treinador”.

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20) COMO IDENTIFICAR QUEM EFETIVAMENTE RESPONDE AS PERGUNTAS QUE FAZEMOS? R: Perguntando. A Intuição confirma ou refuta a resposta. Subentendendo-se que os Mestres Especialistas não têm porque não se identificar. Partindo do princípio de que não é uma ilusão, pode-se trocar diálogo com esse Ser Interno. Agora, quando se trata de um elemento denso, é provável que ele não se identifique facilmente. Pode-se insistir um pouco mais ou usar uma técnica de identificação que o obrigará a identificar-se, da seguinte maneira: Projete sobre o elemento denso um foco de luz que pode ser entendido como uma força eletromagnética a qual imediatamente fará com que ele se identifique, possibilitando assim o seu reconhecimento, compreensão da natureza e origem. Estabelece-se esta obrigatoriedade de identificação através da Energia Crística, que é o foco de luz que desvenda o nome do elemento denso, pois Ele é o especialista nessa área assim quem realiza o trabalho estará mais seguro da resposta que precisa obter e de sua origem. 21) É NECESSÁRIO ALGUM TIPO DE RITUAL, TAIS COMO VELAS, INCENSOS, GESTUAIS, MÚSICAS, POSIÇÕES, MOVIMENTAÇÕES ORDENADAS, INVOCAÇÕES ESPECÍFICAS E AFINS? R: Tudo o que venha a colaborar para o bem estar do indivíduo favorece no trabalho investigativo. Mas a compreensão é transcendência e a Liberdade a palavra de ordem. 22) RENÚNCIA MENTAL FUNCIONA? POR QUÊ? R: Sim, funciona também, mas verbalmente ela se intensifica, pois falada o organismo inteiro ressoa e entra na frequência respectiva muito mais facilmente e mais rapidamente. As pessoas precisam sentir essa vibração por seus átomos o que faz com que aumente a legitimação de sua atuação.

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23) É POSSÍVEL QUE UM ELEMENTO ELIMINADO VOLTE? R: O mesmo elemento não volta mais. O que ocorre é que outro poderá vir ou estar atuando com características similares. Assim atua a lei de atração. Vibrando em faixas densas poder-se-á atrair elementos densos por afinidade frequêncial. Obsessores, encostos, espíritos, personalidades desencarnadas, consciex, elementos densos, são estruturas que podem se aproximar do indivíduo que não se resolveu adequadamente. 24) SOMOS ASSISTIDOS POR OUTROS SERES? QUEM? R: Sim, independente dos Seres das próprias pessoas que estão trabalhando no momento, podem surgir outros seres “especialistas” em funções específicas e necessárias àquele trabalho em questão. Além disso, podem surgir ainda, observadores com o intuito de pesquisar. 25) É POSSÍVEL INVOCAR UM SER DE LUZ PARA INTERCEDER EM CASOS ESPECIAIS? COMO? R: Sim, tais seres são considerados especialistas em determinada área, para invocá-los basta saber quem irá atuar no caso em tela e simplesmente chamá-lo. 26) É POSSÍVEL ENSINAR A OUTRO TAIS TRABALHOS? COMO? R: Sim, é possível. A forma mais singela de se ensinar e fazer o que se aprende com essas pesquisas é passar a teoria e a prática para que as pessoas possam assimilar com o intelecto e realizar as práticas com o coração. Sempre voluntário e com liberdade consciencial. 27) QUAL É O OBJETIVO DO TRABALHO? POR QUÊ? R: Trata-se de um aprimoramento para o indivíduo, uma opção de bem-estar que se apresenta em determinado momento. Uma 64

mudança frequêncial que o eleva para estados superiores da consciência e do físico. Pode ser seguida ou não, depende da vontade. A elevação de frequência é uma característica de todo Sistema Solar e do Universo em si. E, para que os indivíduos se sintam em sintonia com tal elevação frequêncial, é salutar física e psiquicamente se adequar às mesmas. Isto facilita e impulsiona a sua elevação com maior compreensão do que se vive e se passa. Tudo é opcional e parte da livre escolha consciencial do indivíduo. Com compreensão se evolui transcendendo, sem compreensão, consoante o nível de SER da pessoa, se evolui sofrendo.

Paradoxo
A esta altura das atividades e dos estudos, muitos podem ter conseguido perceber certas nuances, que a olhos mais severamente críticos, poderiam estar se questionando neste momento a amálgama que ora se apresentou entre ciência e espiritualidade, em especial os diversos destaques de liberdade de atuação de ritos e métodos de trabalho atrelados a ritualísticas, quando aqui dentro culminamos por apresentar ainda uma evidente ritualística – por mais simples que a seja. Partimos do princípio que necessitamos respeitar todos os níveis de percepções e que a humanidade não possui o mesmo 65

patamar de Entendimento e Compreensão num único nível de subjetividade. Trata-se de um trabalho hercúleo e inglório, se formos ter a pretensão de alcançarmos a todos os indivíduos que se propuserem a realizar tais atividades com plena absorção imediata do que aqui se propõe. Ao partirmos para a ciência pura e exclusiva, estaremos alcançando meramente os de mente científica e excluindo totalmente a multidimensionalidade que atua de forma concreta em nossas atividades, a qual ainda, por falta de uma terminologia mais aguda, entendemos como espiritualidade – espiritualidade esta que precisa estar livre de dogmas e limitações arcaicas. Entrando exclusivamente no campo da espiritualidade, estaremos cometendo um equívoco ao conduzir o investigador sincero para uma área que não é toda palpável tal como a ciência o exige, e, em assim atuando, deixaríamos o Entendimento em prol exclusivo da Compreensão e isso também não seria adequado e muito menos liberdade. Em um experimento laboratorial o equilíbrio é sempre o caminho mais adequado para que o pêndulo não atinja extremos e resultados desastrosos. No caminho espiritual também o centro harmônico sempre foi propalado como o mais virtuoso a ser seguido. Ignorar essas máximas seria temerário, tendo em conta que também experimentamos extremos e não entendemos tal conduta como a mais salutar. O equilíbrio entre ciência e espiritualidade (até então) se apresenta como um coeso pavimento que sustém o S.E.R. Liberdade, então – no caso em tela -, seria permitirmos ao pesquisador de seu universo particular, optar por tal ou qual caminho que lhe convém melhor seguir para esta etapa de seu avanço. Liberdade seria ofertar-lhe os dois segmentos e outorgar-lhe o direito de avançar e enxergar novos rumos e caminhos de realizar seu próprio Resgate, sem quaisquer imposições. 66

Para quem – até aqui – nunca havia vislumbrado o Resgate tal como aqui se apresenta, eis que resgatar não é nenhuma inovação, este material busca alavancar o indivíduo em uma jornada pessoal de resolução de si mesmo, tendo em conta que este não é e sequer tem a pretensão de ser o limite de uma ferramenta de autoajuda. Isso quer dizer que até mesmo o Resgate da forma como aqui se apresenta, evolui, avança e muda, sempre buscando facilitar as atividades com liberdade de atuação consciente. O Sistema Energético de Resgate não é um trabalho pronto, fechado e acabado. Somos pesquisadores e investigadores de nós mesmos, e tal como a humanidade ainda não se encontra plenamente acabada, o S.E.R. também continua em estrito avanço à medida que novas possibilidades autênticas de ascensão vão se apresentando. Afinal, não estaríamos hoje aqui, se ainda estivéssemos segurando a pedra lascada.

Considerações Finais
É evidente que nem todas as dúvidas aqui se encontram. Portanto, é de bom alvitre que o praticante registre suas dúvidas de forma coerente e clara, então investigue a resposta nos mundos internos fazendo uso das ferramentas que lhe estão à disposição: Intuição, orientadores, livros, até mesmo a internete. Não se esqueça: a resposta precisa passar pelo filtro do coração! Assim estará tranquilo com a resposta que alcançar. Treine esse “músculo” maravilhoso como um atleta da consciência. Baruch Spinoza já no século XVII, dizia que a Intuição é um “meio superior de conhecer a verdade suprema, sem uso do conhecimento prévio ou da razão”. Ralph Waldo Emerson, no século XIX, defendia que: “A sabedoria básica é a intuição. Todas as coisas encontram sua origem comum nessa força 67

profunda, o último fato inacessível à análise. [...] Jazemos nos braços de uma imensa inteligência. Somos receptores de sua verdade e órgãos de sua atividade”. Assim saímos do “eu” superficial, para o “eu” profundo. A Intuição é um meio de saber, de reconhecer as possibilidades em qualquer ocasião, nem sempre as ideias brilhantes resultam de um pensamento lógico – embora seja importante; todos nascemos com essa capacidade, mas está atrofiada na maioria, mas qualquer pessoa comum pode adquirila através de treinamento intensivo. Ao enfrentarmos experiências e conseguirmos superá-las, o ser humano desenvolve a habilidade de ver as coisas como elas realmente são. Ter noção disso já é o início do treino. Analise, investigue, experimente, descubra por si só o que serve para este momento. O que não lhe serve descarte. Seja feliz! Também estamos à disposição para esclarecimentos junto ao Blog: http://kheops.blog.terra.com.br e ainda no site: www.luzdoser.org. Cuida de ti! Desperta Consciência!

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* O presente livreto é entregue na totalidade da forma que aqui se apresenta. Não nos responsabilizamos por quaisquer mudanças, alterações ou tergiversações de seu conteúdo!
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© Imagens: Divulgação

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