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CARACTERIZACARACTERIZAÇÇÃOÃO TECNOLTECNOLÓÓGICAGICA DEDE MATMATÉÉRIASRIAS PRIMASPRIMAS MINERAISMINERAIS

REVISÃOREVISÃO DEDE CONCEITOSCONCEITOS DEDE MINERALOGIAMINERALOGIA

Por: Prof. Dr. Henrique Kahn

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Cristal

Corpo sólido com átomos dispostos em um arranjo tridimensional regular.

com átomos dispostos em um arranjo tridimensional regular. Perspectiva de estrutura de um cristal de grafite

Perspectiva de estrutura de um cristal de grafite

tridimensional regular. Perspectiva de estrutura de um cristal de grafite Projeção da estrutura de um cristal

Projeção da estrutura de um cristal de grafite

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CELA UNITÁRIA

Menor conjunto de átomos que se transladado no espaço gera uma estrutura infinita (retículo cristalino). Este conjunto de átomos, menor unidade do retículo cristalino, pode ser traduzido por um paralelepípedo:

cristalino, pode ser traduzido por um paralelepípedo: eixos = x, y, z parâmetros = a, b,

eixos = x, y, z parâmetros = a, b, c

ângulos

α = y z

β = x z

γ = x y

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Cristal

LCT-EPUSP Cristal

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Cristal

LCT-EPUSP Cristal NaCl

NaCl

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Sistemas cristalinos

IsomIsoméétricotrico ouou CCúúbicobico

Sistemas cristalinos Isom Isom é é trico trico ou ou C C ú ú bico bico

a = b = c

Pirita

α

= β = γ = 90 o

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Sistemas cristalinos

TetragonalTetragonal

LCT-EPUSP Sistemas cristalinos Tetragonal Tetragonal   Idiocrásio a = b ≠ c α = β =
 

Idiocrásio

a

= b c

α

= β = γ = 90 o

LCT-EPUSP Sistemas cristalinos HexagonalHexagonal Berilo a = b ≠ c α = β = 90
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Sistemas cristalinos
HexagonalHexagonal
Berilo
a = b ≠ c
α
= β = 90 o
e
γ = 120 o
Trigonal:
a = b = c
α=β=γ < 120, ≠ 90º

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Sistemas cristalinos

TriclTriclííniconico

LCT-EPUSP Sistemas cristalinos Tricl Tricl í í nico nico a ≠ b ≠ c Axinita α

a b c

Axinita

α ≠β≠γ

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Sistemas cristalinos

OrtorrômbicoOrtorrômbico

LCT-EPUSP Sistemas cristalinos Ortorrômbico Ortorrômbico Barita a ≠ b ≠ c α = β = γ

Barita

a b c

α

= β = γ = 90 o

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Sistemas cristalinos

MonoclMonoclííniconico

LCT-EPUSP Sistemas cristalinos Monocl Monocl í í nico nico gipso a ≠ b ≠ c microclínio

gipso

a b c

LCT-EPUSP Sistemas cristalinos Monocl Monocl í í nico nico gipso a ≠ b ≠ c microclínio

microclínio

LCT-EPUSP Sistemas cristalinos Monocl Monocl í í nico nico gipso a ≠ b ≠ c microclínio

α

=

γ = 90 o ≠β

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Retículo cristalino

É definido pela três direções e pelas distâncias ao longo dos quais o menor conjunto de átomos é repetido no espaço.

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RetRetíículosculos espaciaisespaciais dede BravaisBravais

LCT-EPUSP Ret Ret í í culos culos espaciais espaciais de de Bravais Bravais

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REVISÃOREVISÃO DEDE CONCEITOSCONCEITOS

MineralMineral

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REVISÃOREVISÃO DEDE CONCEITOSCONCEITOS

Minerais

MineralMineralóóidesides

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OsOs retretíículosculos espaciaisespaciais dede BravaisBravais ee osos sistemassistemas cristalinoscristalinos

SISTEMA

Retículos de Bravais

Restrições quanto aos parâmetros da cela unitária

símbolos

CÚBICO

3

P, I, F

 

a

= b = c

 

α = β = γ = 90º

TETRAGONAL

2

P, I

 

a

= b c

 

α = β = γ = 90º

ORTORRÔMBICO

4

P, C, I, F

 

a

b c

 

α = β = γ = 90º

HEXAGONAL

1

P

 

a

= b c

 
 

α = β = 90º

e

γ = 120º

TRIGONAL

1

R

 

a

= b = c

 

α = β = γ < 120, 90º

MONOCLÍNICO

2

P, C

 

a

b c

 

α

= γ = 90º ≠ β

TRICLÍNICO

1

P

 

a

b c α≠β≠γ

 

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MineralMineral

Substância natural, sólida, homogênea, inorgânica, de composição química definida dentro de certos limites e com estrutura cristalina.

sólida, homogênea, inorgânica, de composição química definida dentro de certos limites e com estrutura cristalina.
sólida, homogênea, inorgânica, de composição química definida dentro de certos limites e com estrutura cristalina.

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MineralMineralóóideide

Substâncias naturais que não se enquadram perfeitamente na definição de mineral:

sem composição química definida;

amorfo;

orgânica.

λ Exemplos:

vidro vulcânico

limonita

garnierita
garnierita
opala
opala

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REVISÃOREVISÃO DEDE CONCEITOSCONCEITOS

Minerais

Mineralóides

MinMinéériorio

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REVISÃOREVISÃO DEDE CONCEITOSCONCEITOS

Minerais

Mineralóides

Minério

MineralMineral úútiltil

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REVISÃOREVISÃO DEDE CONCEITOSCONCEITOS

Minerais

Mineralóides

Minério

Mineral útil

MineralMineral dede gangaganga

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MinMinéériorio

Mineral ou agregado de minerais de interesse econômico que pode ser aproveitado técnica e economicamente.

de minerais de interesse econômico que pode ser aproveitado técnica e economicamente. Diamante em kimberlito

Diamante em kimberlito

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MineralMineral úútiltil

Porção do minério de interesse econômico - fração a ser aproveitada

Mineral ú ú til til Porção do minério de interesse econômico - fração a ser aproveitada

Calcopirita em quartzo

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MineralMineral dede gangaganga

Porção do minério sem interesse econômico - fração a ser rejeitada

Mineral Mineral de de ganga ganga Porção do minério sem interesse econômico - fração a ser

Quartzo

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FORFORÇÇASAS DEDE LIGALIGAÇÇÕESÕES QUQUÍÍMICASMICAS NOSNOS CRISTAISCRISTAIS

AsAs forforççasas dede ligaligaççãoão compreendemcompreendem forforççasas dede naturezanatureza eleléétricatrica entreentre ííons/ons/áátomostomos emem umauma substância.substância. AA espespééciecie ee intensidadeintensidade destasdestas forforççasas (tipo(tipo dede ligaligaçção)ão) sãosão dede importânciaimportância fundamentalfundamental nana definidefiniççãoão dasdas propriedadespropriedades ffíísicas,sicas, ququíímicasmicas ee ffíísicosico-- ququíímicasmicas dosdos minerais.minerais.

EmEm geralgeral quantoquanto maismais forteforte aa naturezanatureza dada ligaligaçção,ão, maiormaior aa durezadureza ee oo pontoponto dede fusãofusão dodo mineralmineral ee menoresmenores oo seuseu coeficientescoeficientes dede expansãoexpansão ttéérmicarmica ee solubilidade.solubilidade.

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IônicaIônica

PropriedadesPropriedades::

dureza e densidade relativa moderadas;

pontos de fusão e ebulição razoavelmente

elevados;

maus condutores de calor e de eletricidade;

elevada simetria dos cristais.

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CovalenteCovalente

Propriedades:Propriedades:

minerais insolúveis;

estáveis com pontos de fusão e ebulição muito

altos;

usualmente não condutores;

apresentam mais baixa simetria cristalina que os

minerais formados por ligações iônicas.

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TiposTipos dede ligaligaççõesões ququíímicasmicas

IônicaIônica

Os íons da estrutura de um cristal estão unidos por forças eletrostáticas. Exemplos:

NaCl (halita): Na +1 Cl -1

por forças eletrostáticas. Exemplos: NaCl (halita): Na + 1 Cl - 1 CaF 2 (fluorita): Ca

por forças eletrostáticas. Exemplos: NaCl (halita): Na + 1 Cl - 1 CaF 2 (fluorita): Ca

CaF 2 (fluorita): Ca +1 F -1

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TiposTipos dede ligaligaççõesões ququíímicasmicas

CovalenteCovalente

Ligação em que se verifica o compartilhamento de elétrons; é a mais forte das ligações químicas. Exemplo:

diamante (C)

em que se verifica o compartilhamento de elétrons; é a mais forte das ligações químicas. Exemplo:

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TiposTipos dede ligaligaççõesões ququíímicasmicas

MetMetáálicalica

Os elétrons não estão ligados

a qualquer núcleo atômico,

podendo transitar livremente.

não estão ligados a qualquer núcleo atômico, podendo transitar livremente. Exemplos: metais nativos - Au, Ag,

Exemplos: metais nativos - Au, Ag, Pt e Cu.

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MetMetáálicalica

Propriedades:Propriedades:

plasticidade;

tenacidade;

ductibilidade;

condutibilidades elétrica e térmica elevadas;

com dureza, pontos de fusão e ebulição

relativamente baixos.

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VanVan derder WaalsWaals

Propriedades:Propriedades:

define uma direção de clivagem fácil e de baixa

dureza.

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PRINCPRINCÍÍPIOSPIOS DEDE COORDENACOORDENAÇÇÃOÃO

Numa estrutura estável o

cátion encontra-se no

centro de um poliedro

regular, com os ânions

dispostos nos vértices do

poliedro, sendo o número

de ânions correspondente

ao número de coordenação

a o n ú m e r o d e c o o r d e

Ex.:Ex.: CoordenaCoordenaççãoão 44

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TiposTipos dede ligaligaççõesões ququíímicasmicas

VanVan derder WaalsWaals

Ligação fraca que une

moléculas e unidades

planares de um cristal devido

a presença de pequenas

cargas residuais. Exemplo:

grafita (C) - ligação entre os

planos de átomos de

carbono ligados

covalentemente

pequenas cargas residuais. Exemplo: grafita (C) - ligação entre os planos de átomos de carbono ligados

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DiferentesDiferentes tipostipos dede ligaligaççõesões

Parcela expressiva dos minerais apresentam dois ou mais tipos de ligações com intensidade e caráter distintos. Exemplo: grafita

apresentam dois ou mais tipos de ligações com intensidade e caráter distintos. Exemplo: grafita covalente Van

covalente

Van der Waals

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PRINCPRINCÍÍPIOSPIOS DEDE COORDENACOORDENAÇÇÃOÃO

Os íons de cargas opostas estão arranjados de forma a neutralizar as suas cargas elétricas.

arranjados de forma a neutralizar as suas cargas elétricas. Ex.: Ex.: Coordena Coordena ç ç ão

Ex.:Ex.: CoordenaCoordenaççãoão 66

Ex.:Ex.: CoordenaCoordenaççãoão 88

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PRINCPRINCÍÍPIOSPIOS DEDE COORDENACOORDENAÇÇÃOÃO

A disposição dos mesmos é definida pela

razão entre os raios iônicos do cátion em

relação ao do ânion:

rr cc // rr aa estestáá diretamentediretamente relacionadorelacionado aoao

nnúúmeromero dede coordenacoordenaçção.ão

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NNúúmerosmeros dede CoordenaCoordenaççãoão

LCT-EPUSP N N ú ú meros meros de de Coordena Coordena ç ç ão ão 4

44

LCT-EPUSP N N ú ú meros meros de de Coordena Coordena ç ç ão ão 4

66

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VARIAVARIAÇÇÃOÃO NANA COMPOSICOMPOSIÇÇÃOÃO DOSDOS MINERAISMINERAIS

OsOs mineraisminerais cristalizamcristalizam--sese aa partirpartir dede solusoluççõesões comcom composicomposiççãoão ququíímicamica complexacomplexa ee emem diferentesdiferentes condicondiççõesões dede pressãopressão ee temperatura.temperatura. NestasNestas condicondiçções,ões, ííonsons dede naturezanatureza similaressimilares (raio(raio iônicoiônico ee valência)valência) podempodem serser substitusubstituíídos.dos.

OsOs principaisprincipais fatoresfatores queque controlamcontrolam aa substituisubstituiççãoão sãosão raioraio iônicoiônico ee temperaturatemperatura

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NNúúmerosmeros dede CoordenaCoordenaççãoão

 

22

  2 2

33

LCT-EPUSP

 

NNúúmerosmeros dede CoordenaCoordenaççãoão

ão   2 2 3 3 LCT-EPUSP   N N ú ú meros meros de de
ão   2 2 3 3 LCT-EPUSP   N N ú ú meros meros de de
 

88

1212

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Substituição iônica

Substituição de íons ou grupos iônicos por outro

íon ou grupo iônico com mesma valência.

Condições genéricas para substituição:

Diferença de raios iônicos inferior a 15%:

ffáácilcil

Diferença de raios iônicos entre 15 e 30%: limitadalimitada ee rararara

Diferença de raios iônicos superior a 30%: escassaescassa possibilidadepossibilidade

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Diferença inferior a 15%:

substituição fácil

Diferença entre 15 e 30%:

substituição limitada e rara

Diferença superior a 30%:

escassa possibilidade de substituição

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Substituição dupla ou por acoplamento

Substituição iônica simultânea de dois íons com valências distintas e compensação das variações de carga (valência).

Exemplo:

série dos plagioclásios: Si +4 Al +3 Na +1 Ca +2

(Na(Na 11--xx ,Ca,Ca xx )) AlAl [[AlAl xx ,Si,Si 33--xx ]] OO 88

(onde, x= 0 1)

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Solução sólida

Substituição iônica completa em um grupo isoestrutural.

Exemplo:

Fe +2 e Mg +2 no grupo isoestrutural da calcita

termos:

Fe +2 = siderita - Fe CO 3 Mg +2 = magnesita - Mg CO 3 notação:

((FeFe,Mg),Mg) COCO 33

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Ex. Substituição Zn +2 Fe +2

substituição de Zn +2 por

Zn + 2 ⇒ Fe + 2 substituição de Zn + 2 por Raios iônicos Zn

Raios iônicos

Zn = 1,25Å

Fe = 1,17Å

Fe +2 na esfalerita (ZnS)

em função da variação da

temperatura

2 por Raios iônicos Zn = 1,25Å Fe = 1,17Å Fe + 2 na esfalerita (ZnS)

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Outros exemplos de substituições

Como resultado das substituições iônicas, os minerais podem apresentar pequenas variações em suas composições, as quais, por vezes, podem ter importantes implicações no seu aproveitamento econômico.

ExemplosExemplos dede interesseinteresse econômico:econômico:

galena - PbS: Pb (1,47Å) Ag (1,34Å); pirrotita - FeS: Fe (1,17Å) Ni (1,15Å).

ExemplosExemplos deletdeletéérios:rios:

magnesita - Mg CO 3 : Mg (1,36Å) Fe (1,17Å); apatita - Ca 5 (PO 4 ) 3 F: P (1,06Å) As (1,20Å).

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Exsolução ou demisturação

Processo de segregação e crescimento de íons rejeitados dentro do domínio de um cristal sólido, a partir de um estado desordenado.

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Texturas de exsolução

Po ⇐ Ccp Ptl ⇒
Po
⇐ Ccp
Ptl ⇒

125µm

Stillwater, Montana, USA

Pirrotita

Pentlandita

Calcopirita

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Metamitização

Progressivo dano à

estrutura cristalina

decorrente de

decaimento

radioativo.

LCT-EPUSP Metamitização Progressivo dano à estrutura cristalina decorrente de decaimento radioativo.

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Polimorfismo (Alotropia)

Dois ou mais minerais de mesma composição química apresentando estruturas cristalinas distintas

Aragonita Calcita
Aragonita
Calcita

Ca CO 3

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Texturas de exsolução

Magnetita - cinza claro

Ilmenita - cinza

Espinélio - preto

LCT-EPUSP Texturas de exsolução Magnetita - cinza claro Ilmenita - cinza Espinélio - preto

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Isomorfismo

Cristais com a mesma forma externa

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Polimorfismo (Alotropia)

LCT-EPUSP Polimorfismo (Alotropia) Polimorfos de SiO 2

Polimorfos de SiO 2

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Pseudomorfismo

Mineral apresentando a forma externa de outra espécie.

Substituição: remoção gradual do material primitivo com deposição simultânea por outro neoformado. Ex: sílica / madeira (madeira petrificada)

Incrustação: deposição sobre a superfície seguida de solubilização do mineral interior. Ex: quartzo e fluorita.

Alteração: adição parcial de material novo. Ex: galena (PbS) em anglesita (PbSO 4 ).

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Hábitos cristalinos

LCT-EPUSP Hábitos cristalinos Granular Lamelar, foliado, micáceo Acicular Lamelar Fibroso Dendrítico Mamelonar,

Granular

Lamelar, foliado,

micáceo

Acicular

Lamelar

Fibroso

Granular Lamelar, foliado, micáceo Acicular Lamelar Fibroso Dendrítico Mamelonar, Coloforme Radiado e

Dendrítico

Mamelonar,

Coloforme

Radiado e

botrioidal

globular

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Geminação

Intercrescimento de dois ou mais cristais de tal modo que certas direções do retículo são paralelas, enquanto que outras estão em posição reversa.

contato;

penetração;

polissintética.

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Hábito cristalino

Aparência externa ou forma de cristais individuais ou agregados

acicular;

esferoidal;

capilar ou filiforme

micáceo;

laminado;

granular;

tabular;

maciço;

dendrítico;

bandado;

reticulado;

amigdaloidal;

drusiforme

geodo;

botrioidal

concrecional;

mamelonar

coloforme.

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Hábitos cristalinos

hematita LCT-EPUSP Hábitos cristalinos Foliado prata Dendrítico anfibólio Prismático hematita Botrioidal agata Coloforme

Foliado

prata LCT-EPUSP Hábitos cristalinos hematita Foliado Dendrítico anfibólio Prismático hematita Botrioidal agata Coloforme

Dendrítico

anfibólio
anfibólio

Prismático

hematita
hematita

Botrioidal

agata
agata

Coloforme

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Geminação de contato

LCT-EPUSP Geminação de contato plano(111) espinélio quartzo

plano(111)

LCT-EPUSP Geminação de contato plano(111) espinélio quartzo

espinélio

LCT-EPUSP Geminação de contato plano(111) espinélio quartzo

quartzo

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Geminação de penetração

fluoritaLCT-EPUSP Geminação de penetração pirita ortoclásio - Carlsbad

piritaLCT-EPUSP Geminação de penetração fluorita ortoclásio - Carlsbad

LCT-EPUSP Geminação de penetração fluorita pirita ortoclásio - Carlsbad

ortoclásio - Carlsbad

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Geminação cíclica

LCT-EPUSP Geminação cíclica rutilo {011) crisoberilo {031}

rutilo {011)

LCT-EPUSP Geminação cíclica rutilo {011) crisoberilo {031}

crisoberilo {031}

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Clivagem

Ao aplicar-se uma força sobre um mineral ele se rompe segundo direções de planos definidas.

cúbica octaédrica dodecaédrica
cúbica
octaédrica
dodecaédrica

romboédrica

prismática e

pinacoidal

pinacoidal (basal)prismática e p i n a c o i d a l

prismática e p i n a c o i d a l pinacoidal (basal)

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Geminação polissintética

LCT-EPUSP Geminação polissintética a l b i t a calcita

albita

LCT-EPUSP Geminação polissintética a l b i t a calcita

calcita

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Geminação - Exemplos

CONTATO

calcita gipso
calcita
gipso

POLISSINTÉTICA

oligoclásio
oligoclásio

PENETRAÇÃO

estaurolita ortoclásio
estaurolita
ortoclásio

CíCLICA

rutilo- Exemplos CONTATO calcita gipso POLISSINTÉTICA oligoclásio PENETRAÇÃO estaurolita ortoclásio C í C L I C

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Partição

Ao aplicar-se uma força sobre um mineral ele se rompe segundo direções de planos definidas.

ele se rompe segundo direções de planos definidas. P a r t i ç ã o

Partição basal - piroxênios

P a r t i ç ã o b a s a l - p i

Partição romboédrica - coríndon

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Dureza

A dureza Mohs de um mineral corresponde à resistência

que uma superfície lisa oferece ao ser riscada. A escala

adotada (relativa) se baseia em dez minerais.

ESCALA DE DUREZA DE MOHS (relativa)

dureza

Mineral

dureza

Mineral

1 Talco

6

Ortoclásio

2 Gipso

7

Quartzo

3 Calcita

8

Topázio

4 Fluorita

9

Coríndon

5 Apatita

10

Diamante

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Densidade relativa ou peso específico

Compreende a relação entre o peso do mineral e igual volume de água a 4° C.

Métodos mais usuais de determinação de densidade:

balança de Jolly;

balança de braço;

picnômetro;

frasco de Chapmann.

LCT-EPUSP Cor e Brilho Cor Brilho: comportamento do mineral em relação à reflexão da luz.
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Cor e Brilho
Cor
Brilho: comportamento do mineral em relação à
reflexão da luz.
• metálico;
• submetálicos;
• não metálico.
⇒ vítreo;
⇒ resinoso;
⇒ nacarado;
⇒ sedoso;
⇒ adamantino.

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Dureza

LCT-EPUSP Dureza

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Densidade relativa ou peso específico

LCT-EPUSP Densidade relativa ou peso específico Picnômetro Frasco de Chapmann

Picnômetro

LCT-EPUSP Densidade relativa ou peso específico Picnômetro Frasco de Chapmann

Frasco de Chapmann

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Traço e Iridescência

Traço: cor do pó fino do mineral. Usualmente, esta

propriedade é verificada esfregando-se o mineral sobre

uma placa de porcelana não polida (dureza 7 na escala

de Mohs).

Iridescência: mineral que apresenta uma série

de cores espectrais em seu interior ou na sua

superfície.

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Diafaneidade e Luminescência

Diafaneidade: propriedade relativa à absorção de luz pelos minerais.

transparentes;

translúcidos;

opacos.

Luminescência: emissão de luz por um mineral.

triboluminescência - esmagamento, risco ou atrito;

termoluminescência - aquecimento;

fluorescência e fosforescência - exposição à luz ultravioleta e raios X. Fosforescentes são aqueles que continuam luminescentes após cessar a incidência dos raios excitantes.

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Refração da luz

Comportamento

transparentes e semi-opacos

da

luz

em

relação

aos

minerais

isótropos (um índice de refração);

anisótropos (dois ou três índices de refração, respectivamente, uniaxiais e biaxiais).

z x y
z
x
y

Indicatriz isótropa

Indicatriz uniaxial
Indicatriz uniaxial

Indicatriz biaxial

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Susceptibilidade magnética

Comportamentos em função do campo magnético:

LCT-EPUSP Susceptibilidade magnética Comportamentos em função do campo magnético:

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Luminescência - UV(s)

LCT-EPUSP Luminescência - UV (s) calcita willemita scheelita
LCT-EPUSP Luminescência - UV (s) calcita willemita scheelita

calcita

willemita

scheelita

LCT-EPUSP

Comportamento magnético

Movimento dos elétrons na camada de valência, gerando momento magnético.

LCT-EPUSP Comportamento magnético Movimento dos elétrons na camada de valência, gerando momento magnético.

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Condutibilidade elétrica

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Classificação dos minerais

Em

mineralogia,

o

conceito

de

grupos

isoestruturais, minerais com estruturas cristalinas análogas, é de extrema importância.

Usualmente são representados por um ánion ou grupo aniônico comum apresentando, freqüentemente, ampla substituição iônica

Estes grupos aniônicos e estruturais compreendem a base para a classificação dos minerais.

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Elementos nativos

Cerca de vinte elementos, à exceção dos gases livres da atmosfera, são encontrados na natureza. Estes, por sua vez podem ser subdivididos em:

metais;

semimetais;

não metais.

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Elementos nativos metaismetais

Grupos isoestruturais

Au, Ag, e Pb - coordenação 12 - CFC;

Pt, Pd, Ir, Os - coordenação 12 - CFC;

Fe e (Fe, Ni) - coordenação 8 - CCC;

mercúrio;

tântalo;

estanho;

zinco.

ouro nativo:

platina:

ferro:

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Classificação dos minerais

Elementos nativos;

Sulfetos;

Sulfossais; Óxidos;

Hidróxidos;

Haletos;

Carbonatos;

Nitratos;

Boratos;

Fosfatos, vanadatos e arseniatos;

Tungstatos e molibdatos; Silicatos.

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Elementos nativos metais

Características principais:

ligação metálica;

cristais cúbicos, classe hexaoctaédica;

relativamente moles, maleáveis dúcteis e sécteis;

elevada condutibilidades elétrica e térmica;

baixo ponto de fusão;

densidades elevadas (proporcionais à massa atômica);

brilho metálico e fratura serrilhada.

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Elementos nativos semisemi metaismetais

Características

principais

em

se comparando

aos metais:

ligação intermediária entre metálica e cóvalente;

sistema hexagonal, classe escalenoédrica hexagonal;

relativamente mais frágeis e piores condutores de calor e eletricidade que os metais;

baixo ponto de fusão;

 

densidades elevadas (proporcionais à massa atômica);

brilho metálico a semi-metálico e presença de clivagem.

Grupos isoestruturais

 

arsênio

As, Sb, Bi

selênio

Se, Te

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Elementos nativos nãonão metaismetais

Enxofre

ligação covalente;

sistemas ortorrômbico (+ comum) e monoclínico (raro).

Polimorfos de C

Diamante - ligação covalente;

Grafite - ligações covalente e van der Waals.

LCT-EPUSP Sulfetos Parcela expressiva de minerais úteis dos elementos metálicos se encontram nesta classe.
LCT-EPUSP
Sulfetos
Parcela
expressiva
de
minerais
úteis
dos
elementos metálicos se encontram nesta classe.
argentita
Ag 2 S
pentlandita
(Fe,Ni)S
pirita
FeS 2
calcocita
Cu 2 S
covelita
CuS
marcasita
FeS 2
bornita
Cu 5 FeS 4
cinábrio
HgS
arsenopirita
FeAsS
galena
PbS
realgar
AsS
molibdenita
MoS 2
esfalerita
ZnS
ouro pigmento
As 2 S 3
calaverita
AuTe 2
pirrotita
Fe 1-x S
NiS
estibinita
Sb 2 S 3
silvanita
(Au,Ag)Te 2
millerita
bismutinita
Bi 2 S 3

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Óxidos

Minerais formados pela combinação de um metal com o oxigênio.

Óxido simples tipo A 2 O (hexagonal)

gelo

H 2 O

cuprita

Cu 2 O

Óxido simples tipo AO 2 - estrutura do rutilo (tetragonal)

rutilo

TiO 2

pirolusita

MnO 2

cassiterita

SnO 2

Óxido tipo A 2 O 3 - estrutura da hematita (hexagonal)

hematita

Fe 2 O 3

coríndon

Al 2 O 3

ilmenita

FeTiO 3

LCT-EPUSP

Sulfetos

Compreendem minerais formados por ligações entre

metais e enxofre, como também selênio ou telúrio.

Fórmula geral A m X n , onde A representa os elementos

metálicos (1 até 3) e X o enxofre.

Apresentam ligações dos tipos iônica, covalente e

metálica.

LCT-EPUSP Sulfossais Minerais formados pela combinação de um metal com enxofre e elementos do Grupo
LCT-EPUSP
Sulfossais
Minerais formados pela combinação de um metal com
enxofre e elementos do Grupo VI da tabela periódica
(Sb, As, Bi)
polibasita
Ag
jamesonita
Pb 4 FeSb 6 S 14
10 Sb 2 S 11
proustita
AgAsS 3
tetraedrita
(Cu,Fe,Zn,Ag) 12 Sb 4 S 12
enargita
Cu3AsS4
LCT-EPUSP Óxidos (cont.) Óxidos múltiplos tipo AB 2 O 4 - estrutura do espinélio (cúbico)
LCT-EPUSP
Óxidos (cont.)
Óxidos múltiplos tipo AB 2 O 4 - estrutura do espinélio
(cúbico)
• espinélio MgAl 2 O 4
• gahnita ZnAl2O 4
• magnetita Fe 3 O 4
• franklinita
(Zn,Fe,Mn)(Fe,Mn) 2 O 4
• cromita FeCr 2 O 4
Óxidos múltiplos tipo ABO 3 - estrutura da perovskita
(cúbico)
• perovskita CaTiO 3
• BaTiO 3
• MgSiO 3
LCT-EPUSP Hidróxidos Compreendem uma extensão dos óxidos contendo H 2 O ou hidroxila (OH -
LCT-EPUSP
Hidróxidos
Compreendem
uma
extensão
dos
óxidos
contendo H 2 O ou hidroxila (OH - )
• goethita HFeO 2
• diasporo HAlO 2
• brucita Mg (OH) 2
• manganita MnO (OH)

LCT-EPUSP

Carbonatos

Minerais formados por radical aniônico do carbonato CO 3 -2 .

grupo da calcita

carbonatos simples

 

calcita

Ca CO 3

magnesita

Mg CO 3

siderita

Fe CO 3

rodocrosita

Mn CO 3

smithsonita

Zn CO 3

carbonatos duplos

baritocalcita

BaCa (CO 3 ) 2

LCT-EPUSP

Nitratos e Boratos

Nitratos: minerais com o radical NO 3

-

nitro de sódio

NaNO 3

Boratos: minerais com os radicais BO 2 -1 , B 2 O 3

e BO 3 -3

boráx

Na 2 B 2 O 4 .1OH 2 O

LCT-EPUSP

Haletos

Inclui os minerais formados pelos grupos aniônicos dos halogêneos: flúor, cloro, bromo e iodo. Características gerais:

ligações iônicas

predominância de cristalização no sistema cúbico

baixa dureza

solubilidade elevada

maus condutores de calor

ponto de fusão de moderado a alto

halita

NaCl

fluorita

CaF 2

silvita

criolita

carnalita

KCl KMgCl 3 .6H 2 O

cerargirita

Na 3 AlF 6 AgCl

LCT-EPUSP

Carbonatos (cont.)

grupo da dolomita

dolomita

Ca Mg (CO 3 ) 2

ankerita

Ca (Mg,Fe) (CO 3 ) 2

grupo da aragonita

aragonita

Ca CO 3

witherita

Ba CO 3

estroncianita

Sr CO 3

cerussita

Pb CO 3

LCT-EPUSP

Fosfatos, Vanadatos e Arseniatos

Minerais contém os o radicais PO 4 -3 , AsO 4 -3 e VO 4 -3

apatita

Ca 5 (PO 4 ) 3 (F, Cl, OH)

mimetita

Pb 5 (AsO 4 ) 8 Cl

vanadinita

Pb 5 (VO 4 ) 8 Cl

LCT-EPUSP

Sulfatos e Cromatos

Minerais contém os o radicais SO 4 -2 e CrO 4 -2

barita

BaSO 4

anidrita

CaSO 4

gipso

CaSO 4 .2H 2 O

crocoita

PbCrO 4

LCT-EPUSP

Silicatos

Corresponde

ao

grupo

de

minerais mais comum;

respondem por cerca de 25% dos minerais conhecidos e

próximo a 90% dom minerais da crosta;

São formados por uma grande variedade de elementos (Na, K, Ca, Mg, Al e Fe, dentre outros), ligados ao radical SiO 4 -2 ;

O radical SiO 4 -2 , unidade fundamental dos silicatos, apresenta o silício em coordenação 4 em relação ao oxigênio, formando tetraedros com os átomos de oxigênio dispostos em cada um dos vértices do tetraedro;

Os diferentes arranjos espaciais ou estruturais dos tetraedros de SiO 4 -2 possibilitam uma classificação dos silicatos em 6 classes distintas.

LCT-EPUSP

Nesossilicatos

LCT-EPUSP Nesossilicatos (SiO 4 ) - 4 Grupo do zircão Zr(SiO 4 ) Grupo Al 2

(SiO 4 ) -4

Grupo do zircão

Zr(SiO 4 )

Grupo Al 2 SiO 5

andaluzita

sillimanita

cianita

topázio

Al 2 (SiO 4 )(F,OH) 2

estaurolita

Fe 2 Al 9 O 7 (SiO 4 ) 4 OH

Grupo da condrodita

condrodita

Mg 5 (SiO 4 ) 2 (OH,F) 2

datolita

CaB(SiO 4 )(OH)

titanita

CaTiO(SiO 4 )

dumortierita

(Al,Fe) 7 O 3 (BO 3 )(SiO 4 ) 2

LCT-EPUSP

Tungstatos e Molibdatos

Minerais contém os o radicais WO 4 -2 e MoO 4 -2

scheelita

CaWO 4

wulfenita

PbMoO 4

LCT-EPUSP

Nesossilicatos

(SiO 4 ) -4

Grupo da fenacita

fenacita Be 2 (SiO 4 )

willemita Zn 2 (SiO 4 )

Grupo da olivina

fayalita Fe 2 (SiO 4 )

forsterita Mg 2 (SiO 4 )

Grupo das granadas A 3 B 2 (SiO 4 ) 3

Grupo das granadas A 3 B 2 (SiO 4 ) 3 ⇒   A = Mg,Fe,Mn,Ca
 

A

= Mg,Fe,Mn,Ca

B

= Al,Fe,Cr

piropo

esperssartita

andradita

almandina

grossulária

uvarovita

LCT-EPUSP

Sorosilicatos

(Si 2 O 7 ) -6

Grupo do epidoto

Sorosilicatos (Si 2 O 7 ) - 6 Grupo do epidoto • clinozoisita Ca 2 Al

clinozoisita Ca 2 Al 2 O 3 (SiO 4 )(Si 2 O 7 )(OH)

epídoto Ca 2 (Al,Fe)Al 2 O(SiO 4 )(Si 2 O 7 )(OH)

allanita

X 2 Y 3 O(SiO 4 )(Si 2 O 7 )(OH)

hemimorfita

Zn 4 (Si 2 O 7 )(OH) 2 .H 2 O

lawsonita

CaAl 2 (Si 2 O 7 )(OH) 2 .H 2 O

idiocrásio

prehnita

Ca 2 Al 2 (Si 3 O 10 )(OH) 2

X=Ca,Ce,La,Na

Y= Al,Fe,Mn,Be,Mg

LCT-EPUSP

Ciclossilicatos

Grupo do berilo

(Si 6 O 18 ) -12

berilo

Be 3 Al 2 (Si 6 O 18 )

cordierita

Mg 2 Al 3 (AlSi 5 O 18 )

cordierita Mg 2 Al 3 (AlSi 5 O 1 8 ) axinita Ca(Fe,Mn)Al 2 (BO 3

axinita Ca(Fe,Mn)Al 2 (BO 3 )(Si 4 O 12 )(OH)

turmalina XY 3 Al 6 (BO 3 ) 3 (Si 6 O 18 )(OH) 4

crisocola CuSiO 3 .nH 2 O

LCT-EPUSP

Inossilicatos

Cadeia dupla - grupo dos anfibólios

(Si 4 O 11 ) -6

LCT-EPUSP Inossilicatos Cadeia dupla - grupo dos anfibólios (Si 4 O 1 1 ) -6

LCT-EPUSP

Filossilicatos

Os filossilicatos são constituídos por duas unidades básicas: uma folha de tetraedros [SiO 4 ] ligada por um oxigênio compartilhado a uma folha octaédrica, interligadas com outras folhas por ligações de van der Waals.

por um oxigênio compartilhado a uma folha octaédrica, interligadas com outras folhas por ligações de van
por um oxigênio compartilhado a uma folha octaédrica, interligadas com outras folhas por ligações de van

LCT-EPUSP

Inossilicatos

Cadeia simples - grupo dos piroxênios

(SiO 3 ) -2

LCT-EPUSP Inossilicatos Cadeia simples - grupo dos piroxênios (SiO 3 ) -2

LCT-EPUSP

Filossilicatos

LCT-EPUSP Filossilicatos (Si 4 O 1 0 ) -4

(Si 4 O 10 ) -4

LCT-EPUSP

Filossilicatos

A disposição/ocupação dos octaedros na folha octaédrica define os filossilicatos como trioctaédricos (ocupação plena) ou dioctaédricos (2/3 da folha ocupados por octaédros).

camada trioctaédrica

camada dioctaédrica

“tipo brucita”

“tipo gibbsita” (1/3 vazios)

camada dioctaédrica “tipo brucita” “tipo gibbsita” (1/3 vazios) TRIOCTAÉDRICA DIOCTAÉDRICA

TRIOCTAÉDRICA

camada dioctaédrica “tipo brucita” “tipo gibbsita” (1/3 vazios) TRIOCTAÉDRICA DIOCTAÉDRICA

DIOCTAÉDRICA

LCT-EPUSP

Filossilicatos

A disposição das folhas tetraédricas definem diferentes arranjos estruturais:

filossilicatos

1:1

T O

filossilicatos

2:1

T O T

filossilicatos

2:1:1

T O T

O

T O T

T O • filossilicatos 2:1 T O T • filossilicatos 2:1:1 T O T O T

estrutura

2:1

(TOT)

LCT-EPUSP

Grupo das serpentinas

lizardita

crisotita

antigorita

LCT-EPUSP Grupo das serpentinas lizardita crisotita antigorita

LCT-EPUSP

talco X sepiolita

talco

sepiolita

LCT-EPUSP talco X sepiolita talco sepiolita

LCT-EPUSP

Filossilicatos 1:1 (TO)

serpentina

caolinita

LCT-EPUSP Filossilicatos 1:1 (TO) serpentina caolinita TRIOCTAÉDRICA DIOCTAÉDRICA

TRIOCTAÉDRICA

DIOCTAÉDRICA

LCT-EPUSP

Filossilicatos 2:1 (TOT)

sem ocupação das posições interfoliares - 9Å

talco

pirofilita

Filossilicatos 2:1 (TOT) sem ocupação das posições interfoliares - 9Å talco pirofilita TRIOCTAÉDRICA DIOCTAÉDRICA

TRIOCTAÉDRICA

DIOCTAÉDRICA

LCT-EPUSP

Filossilicatos 2:1 (TOT)

posições interfoliares com cátions tipo K 1+ - 10Å

flogopita

muscovita

2:1 (TOT) posições interfoliares com cátions tipo K 1 + - 10Å flogopita muscovita TRIOCTAÉDRICA DIOCTAÉDRICA

TRIOCTAÉDRICA

DIOCTAÉDRICA

LCT-EPUSP

Filossilicatos 2:1 (TOT)

posições interfoliares com H 2 O - 15Å

esmectitas

vermiculita

Filossilicatos 2:1 (TOT) posições interfoliares com H 2 O - 15Å esmectitas vermiculita TRIOCTAÉDRICA DIOCTAÉDRICA

TRIOCTAÉDRICA

DIOCTAÉDRICA

LCT-EPUSP

Tectossilicatos

Arranjos tridimensionais de tetraedros SiO 4

-4

Grupo da sílica

quartzo

tridimita

cristobalita

opala

Grupo dos feldspatos

quartzo
quartzo

série dos feldspatos-K

ortoclásio

microclínio

série dos feldspatos Na-Ca

K(AlSi 3 O 8 )

albita

Na(AlSi 3 O 8 )

anortita

Ca(Al 2 Si 2 O 8 )

LCT-EPUSP

Filossilicatos 2:1:1 (TOT-O-TOT)

Grupo das cloritas

LCT-EPUSP Filossilicatos 2:1:1 (TOT-O-TOT) Grupo das cloritas
LCT-EPUSP Tectossilicatos Família dos feldspatóides • leucita K(AlSiO 6 ) • nefelina (Na,K)(AlSiO 6 )
LCT-EPUSP
Tectossilicatos
Família dos feldspatóides
• leucita
K(AlSiO 6 )
• nefelina
(Na,K)(AlSiO 6 )
• sodalita
Na 4 (AlSiO 6 ) 2 Cl
• lazurita
(Na,Ca) 4 (AlSiO 6 ) 2 (SO 4 ,S,Cl)
• petalita
Li(AlSi 4 O 10 )
Grupo da escapolita
Família das zeólitas
• analcima
Na(AlSi 2 O 6 ).H 2 O
• natrolita
Na 2 (Al 2 Si 3 O 10 ).2H 2 O
• cabazita
(Ca,Na) 2 (Al 2 Si 4 O 12 ).6H 2 O
• heulandita
Ca(Al 2 Si 7 O
).6H 2 O
18
• estilbita
Ca(Al 2 Si 7 O
).7H 2 O
18