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Extração

A extração com solvente é utilizada para separar e isolar compostos orgânicos. A técnica e o tipo de solvente variam de acordo com o tipo de mistura.

Extração com solventes químicos inertes e efeito salting-out

Tratamento

de

soluções

aquosas

com

solvente

orgânico

inerte

para

se

extrair

compostos orgânicos.

 

Foram separados 3 tubos de ensaio

 
  • 1 Água,

solução

aquosa

cristal

de

violeta

0,1%

e

Éter

etílico

  • 2 Água,

solução

aquosa

cristal

de

violeta

0,1%

e

Clorofórmio

  • 3 Água, solução aquosa cristal de violeta 0,1% e Ácool n-amílico

Extração A extração com solvente é utilizada para separar e isolar compostos orgânicos. A técnica e

O melhor solvente é o álcool n-amílico, pois o corante (cristal de violeta) apresentou maior solubilidade no mesmo (ficou mais roxo/violeta)

- Efeito salting-out

O efeito consiste na adição de sais, geralmente o NaCl, que irá atuar diminuindo a solubilidade de determinada substância em água e aumentar no solvente orgânico.

Extração com solventes quimicamente ativos

Consiste na separação de composto de natureza ácida ou básica.

As soluções de Na 2 CO 3 , NaHCO 3 , NaOH são utilizadas para extrair compostos ácidos dissolvidos em solventes orgânicos.

As soluções de HCl ou H 2 SO 4 são utilizadas para extrair compostos básicos em solventes orgânicos.

- Solução ácida diluída (HCl). As extrações ácidas pretendem remover compostos básicos, a base é convertida em seu cátion (Ex: NaOH Na + ) e fica acompanhada do ânion do ácido (Ex: HCl Cl - ) formando um sal. Os sais de bases orgânicas são solúveis em soluções aquosas e são extraídos da fase orgânica

- Solução básica diluída (NaHCO 3 e NaOH). As extrações básicas pretendem remover compostos ácidos, o ácido é convertido em seu ânion e fica acompanhado do cátion da base, forma-se assim um sal. Esses sais por sua vez são solúveis em fase aquosa e são extraídos da fase orgânica.

Foi adicionado a um funil de separação uma mistura líquida contendo: ácido benzoico; 2-naftol(fenol); p-nitroanilina (amina aromática) e naftaleno (componente neutro), dissolvidos em tolueno.

Foram realizadas extrações e os seguintes itens foram obtidos:

Recipiente 1 Fase aquosa (Ácido clorídrico 10% + A) Recipiente 2 Fase aquosa (NaHCO 3 10% + B) Recipiente 3 Fase aquosa (NaOH + C) Recipiente 4 Fase orgânica (Tolueno + D)

Isolamento dos produtos

Recipiente 1 Adição de NaOH 30%, ocorrendo a precipitação do sólido. A = p-nitroanilina Recipiente 2 Adição de solução de HCl 1:1 até a precipitação do sólido B = Ácido benzoico Recipiente 3 Adição de solução de HCl 1:1 até a precipitação do sólido C = 2-naftol Recipiente 4 Transferir para vidro de relógio e evaporar na estufa D = Naftaleno

- Solução básica diluída (NaHCO e NaOH). As extrações básicas pretendem remover compostos ácidos, o ácido

Extração continua de sólidos

Quando preparamos um chá ou um café estamos fazendo uma extração sólido-líquido. Os componentes do chá ou do café que se encontravam no estado sólido passam para a fase líquida, em ambos os casos a extração é continua pois a solubilidade dos componentes extraídos em água é grande. Em casos onde a solubilidade do soluto é pequena ou queremos maximizar a extração do soluto, utilizamos a extração continua e o extrator de Soxhlet. Os processos de extração contínua visam facilitar o processo de extração tornando-o mais prático, mais econômico, mais seguro e com um maior rendimento em material extraído. Geralmente são empregados quando o composto a ser extraído é pouco solúvel no solvente utilizado, quando o solvente possui custo elevado ou quando o soluto encontra-se presente em baixa concentração na matéria- prima.

Extrator de Soxhlet

O conjunto extrator de Soxhlet foi desenhado de modo a permitir que uma determinada quantidade de solvente puro passe repetidas vezes sobre a substância a extrair (realização de ciclos). Cada ciclo corresponde a uma extração descontínua e o resultado final corresponde a uma "lavagem" quase total do material a ser extraído. O funcionamento do extrator Soxhlet é engenhoso: o solvente puro contido no balão A entra em ebulição e sobe, na forma de vapor, pela tubulação D sofrendo condensação no condensador C (geralmente de tipo Allihn) e caindo sobre a amostra a ser extraida que se encontra no compartimento B (a amostra se encontra em um cartucho dentro da câmera do extrator). Quando o solvente neste compartimento atinge um nível elevado, começa a gotejar de volta ao balão A, através da tubulação E. O ligeiro abaixamento de pressão que ocorre faz com que todo o líquido do compartimento B (solvente e o extrato de interesse) seja sifonado para o balão A. O processo recomeça quando o solvente entra novamente em ebulição. O extrato, de ponto de ebulição maior, permanece no balão A enquanto o solvente puro sobe para reiniciar o ciclo, que pode ser repetido até o total esgotamento do material.

 Extração continua de sólidos Quando preparamos um chá ou um café estamos fazendo uma extração

Destilação Simples e Fracionada

Destilação é uma técnica geralmente usada para remover um solvente, purificar um líquido ou para separar os componentes de uma mistura de líquidos, ou ainda separar

líquidos de sólidos. Na destilação, o líquido ou mistura a ser destilado é colocado no balão de fundo redondo e aquecido, fazendo com seja vaporizado e então condensado, retornando ao estado líquido (chamado de destilado), sendo em seguida coletado em recipiente(s) apropriado(s). A temperatura de ebulição (Te) de um líquido pode ser definida como a temperatura na qual sua pressão de vapor é igual à pressão externa,

exercida em qualquer ponto, sobre sua superfície. O líquido entra em ebulição e “ferve”,

ou seja, é vaporizado por bolhas formadas no seio do líquido. Com líquidos de pontos

de temperaturas de ebulição muito próximas, o destilado será uma mistura destes líquidos com composição e ponto de ebulições variáveis, contendo um excesso do componente mais volátil (menor ponto de ebulição) no final da separação.

Para evitar a ebulição tumultuosa de um líquido durante a destilação sob pressão atmosférica, adicionam-se alguns fragmentos de “porcelana porosa”. Estes liberam pequenas quantidades de ar e promovem uma ebulição mais regular.

A destilação simples é uma técnica usada na separação de um líquido volátil de uma substância não volátil. Não é uma forma muito eficiente para separar líquidos com diferença de temperaturas de ebulição próximos.

A destilação fracionada (destilação simples + coluna de fracionamento) é usada para a separação de dois ou mais líquidos de diferentes temperaturas de ebulição. Uma boa separação dos componentes de uma mistura através de destilação fracionada requer uma baixa velocidade de destilação, mantendo-se assim uma alta razão de refluxo. O tratamento teórico da destilação fracionada requer um conhecimento da relação entre os pontos de ebulição das misturas das substâncias e sua composição. Se estas curvas forem conhecidas, será possível prever se a separação será difícil ou não, ou mesmo se será possível. A capacidade de uma coluna de fracionamento é a medida da quantidade de vapor e líquido que pode ser passada em contra-corrente dentro da coluna, sem causar obstrução. A eficiência de uma coluna é o poder de separação de uma porção definida da mesma. A eficiência de uma coluna depende tanto da altura quanto do enchimento e de sua construção interna. O fracionamento ideal fornece uma série de frações definidas e rigorosas, cada uma destilando a uma temperatura definida. Depois de cada fração ter sido destilada, a temperatura aumenta rapidamente e nenhum líquido é destilado como uma fração intermediária.

Dessa forma, o objetivo principal das colunas de fracionamento é reduzir a proporção das frações intermediárias a um mínimo, aumentando a eficiência da separação. Os fatores mais importantes que influenciam a separação de misturas em frações bem delineadas são: isolamento térmico, razão de refluxo, enchimento e tempo de destilação.

Um gráfico de ponto de ebulição em função da composição da mistura indicará o grau de separação dos componentes desta mistura. Uma boa separação corresponde a um gráfico com pontos de ebulição baixos na primeira parte e altos no final, indicando acetato de etila e tolueno como componentes principais no início e fim da destilação, respectivamente.

Dessa forma, o objetivo principal das colunas de fracionamento é reduzir a proporção das frações intermediárias

Destilação por Arraste à Vapor

A destilação de uma substância com o vapor d'água é denominada arraste a vapor. É um método muito utilizado quando impraticável o emprego de outro tipo de destilação, filtração ou extração, como por exemplo quando a presença de material resinoso torna uma extração por solvente trabalhosa e incoveniente ou quando o produto entra em ebulição acima de 100°C e se decompõe próximo a este.

Na prática pode-se usar o método direto ou indireto. No primeiro caso coloca-se a mistura água e componente orgânico num balão de destilação, adapta-se o condensador, faz-se o aquecimento e recolhe-se o destilado. No arraste indireto, o vapor é gerado em um recipiente e conduzido a outro onde se encontra o composto orgânico que é arrastado em forma de vapor . Se uma mistura de dois líquidos imiscíveis é destilada, a composição do vapor não depende da composição da mistura. Cada componente exerce a mesma pressão que exerceria se estivesse só, no sistema. A temperatura de ebulição será inferior à do ponto de ebulição do componente mais volátil e se manterá constante enquanto existir a mistura. Quando um dos componentes houver destilado completamente a temperatura se elevará até o ponto de ebulição do componente que restou.

Muitos componentes dos óleos essenciais são substâncias de alto ponto de ebulição e podem ser isolados através de destilação por arraste a vapor. A destilação por arraste de vapor é uma destilação de misturas imiscíveis de compostos orgânicos e água (vapor). Misturas imiscíveis não se comportam como soluções. Os componentes de uma mistura imiscível "fervem" a temperaturas menores do que os pontos de ebulição dos componentes individuais. Assim, uma mistura de compostos de alto ponto de ebulição e água pode ser destilada à temperatura menor que 100ºC, que é o ponto de ebulição da água. O princípio da destilação à vapor baseia-se no fato de que a pressão total de vapor de uma mistura de líquidos imiscíveis é igual a soma da pressão de vapor dos componentes puros individuais. A pressão total de vapor da mistura torna-se igual a pressão atmosférica (e a mistura ferve) numa temperatura menor que o ponto de ebulição de qualquer um dos componentes.

Adestilação por arraste a vapor pode ser utilizada nos seguintes casos:

  • 1. Quando se deseja separar ou purificar uma substância cujo ponto de ebulição é alto

e/ou apresente risco de decomposição.

3.

Para retirar solventes com elevado ponto de ebulição, quando em solução existe uma

substância não volátil.

  • 4. Para separar substâncias pouco miscíveis em água, cujas pressões de vapor sejam

próximas a da água à 100ºC.

Neste experimento será isolado o eugenol (4-alil-2-metoxifenol, 1) do óleo de cravo (Eugenia caryophyllata), pela técnica de destilação por arraste a vapor. Uma vez obtido o eugenol, deve-se separá-lo da solução aquosa através de extrações com diclorometano. Traços de água presentes no solvente deverão ser retirados com a ajuda de um sal dessecante (sulfato de sódio anidro). Devido à pequena quantidade da substância isolada, não é possível a sua purificação por destilação. Contudo, é possível caracterizar a presença dos grupos funcionais da molécula por meio de testes químicos. Assim, a presença de uma ligação dupla não conjugada poderá ser identificada por meio de:

3. Para retirar solventes com elevado ponto de ebulição, quando em solução existe uma substância não

I) Adição de bromo (solução de bromo em diclorometano)

A adição de bromo a uma ligação dupla forma um di-haleto vicinal. Dissolver cerca de 0,2mL de cada amostra em 0,5mL de diclorometano, em um tubo de ensaio, e adicionar gota a gota uma solução de bromo em diclorometano. Se houver o descoramento da solução de bromo considera-se que o composto possui insaturação ativa. Obs.:Verificar se não há desprendimento de HBr gasoso, o que caracteriza uma reação de substituição. Isso pode ser feito colocando um pedaço de papel tornassol azul umedecido em água na saída do tubo de ensaio se houver liberação de HBr o papel ficará vermelho. Nesse caso a reação não será uma adição e, portanto, não vai caracterizar a presença de insaturação ativa.

II) Teste do FeCl3 para fenóis

O cloreto de ferro III reage com fenóis, produzindo complexos coloridos (coloração violeta, azul, vermelha ou verde intensa). Fenóis solúveis em água são testados com

FeCl3 aquoso, fenóis insolúveis em água são testados com FeCl3 dissolvido em CHCl3.

III) Reação com uma solução aquosa de permanganato de potássio.

Os alcenos podem ser oxidados com permanganato de potássio em solução aquosa de duas maneiras: brandamente ou energicamente. Essa oxidação leva a formação de diols e adquirem uma coloração marrom escura. As reações de oxidação e redução geralmente não apresentam um mecanismo bem explicado. Por isso não devemos nos preocupar muito com os detalhes destes processos.

Ex:

 Halogenação
Halogenação

Compostos orgânicos reagem com halogênios para produzir haletos de alquila ou arila. Cloro e Bromo são os halogênios mais usados na halogenação direta do anel aromático. A reação é catalisada por ácidos de Lewis, que aumentam a capacidade eletrofilica do halogênio.

  • - Prepação do brometo de n-butila

FeCl3 aquoso, fenóis insolúveis em água são testados com FeCl3 dissolvido em CHCl3. III) Reação com

Mecanismo

  • - Ocorre pela via SN2, se o carbono for quiral ocorre inversão de configuração.

A secagem foi realizada utilizando o sulfato de sódio anidro. A mesma tem por função eliminar

A secagem foi realizada utilizando o sulfato de sódio anidro. A mesma tem por função eliminar a água pois a mesma apresenta um ponto de ebulição igual a 100º C e com

isso ao evaporar a água leva consigo o produto orgânico.

Substância

Densidade (g/mol)

HCl

1,2

Butanol

0,81

HBr

1,49

H 2 SO 4

1,84

NaHCO 3

1,2

  • 1 FI e FO Desce FI (Maior densidade)

  • 2 FO e HCl Desce FO (Maior densidade)

FO + HCl Butanol

  • 3 FO e H 2 O Desce FO (Maior densidade)

FO + H 2 O HCl + H 2 SO 4

  • 4 FO e NaHCO 3 Desce FO (Maior densidade)

FO + NaHCO 3 HCl + H 2 SO 4

  • 5 FO e H 2 O Desce FO (Maior densidade)

Síntese de Benzoato de Metila

Os ésteres são amplamente encontrados na natureza e representam uma das mais importantes classes de substâncias químicas. Os ésteres mais simples tendem a apresentar odores agradáveis. Em mitos casos, os sabores e fragrâncias característicos de flores, folhas e frutas devem-se a substâncias que apresentam a função éster em sua estrutura química. As características ou qualidades sensoriais s (sabor e odor) de frutas, folhas e flores devem-se, freqüentemente, a misturas complexas de substâncias químicas que, geralmente, contém um ou mais de um éster.

A preparação de um éster pode ser conduzida por caminhos bem distintos. O método mais simples é a esterificação de Fischer, na qual o ácido carboxílico é aquecido com um álcool em presença de um catalisador. A reação é reversível e muito lenta. Para atingir o estado de equilíbrio é necessário aquecer a mistura, sob refluxo, durante longo período de tempo. Entretanto, quando se usa 3% de ácido sulfúrico ou de ácido clorídrico, o tempo necessário fica reduzido a poucas horas. O uso de ácido mineral como catalisador foi introduzido por Fischer.

O rendimento pode ser aumentado usando-se excesso de um dos reagentes (o mais barato) ou removendo-se um dos produtos formados na reação. Este método dá bons resultados com álcoois primários, regulares com álcoois secundários e baixos com álcoois terciários. Um outro método usado na preparação de ésteres é a reação de cloretos de acila com álcoois. A reação é rápida e não exige aquecimento. Este método é recomendado para ácidos orgânicos que não podem sofrer aquecimento e para reações muito lentas, em consequência de impedimento espacial. Outros métodos de preparação de ésteres estão descritos na literatura química.

- Reação

 Síntese de Benzoato de Metila Os ésteres são amplamente encontrados na natureza e representam uma

Em um balão de 125mL adicionar 12g de ácido benzóico, 25 mL de metanol, 2 mL de ácido sulfúrico concentrado e alguns fragmentos de porcelana porosa.

Mecanismo - Reação de substituição nucleofilica em carbono acila

Eletrófilo: Ácido protonado

e Nucleófilo: Metanol

Análise Orgânica

Análise orgânica é a área da química orgânica que envolve a identificação de substâncias por meio de processos físicos e químicos. Um trabalho de laboratório em química orgânica não consiste apenas de preparações sintéticas. Após a síntese de uma espécie química deve-se identificar o produto obtido através de suas características físicas e químicas.

Mecanismo - Reação de substituição nucleofilica em carbono acila Eletrófilo: Ácido protonado e Nucleófilo: Metanol 

Teste com bromo em tetracloreto de carbono Positivo: Descora a solução de bromo e Negativo: Não descora a solução de bromo.

O descoramento da solução de bromo, sem desprendimento de vapores de ácido bromídrico, é prova positiva para insaturação, indicando reação de adição.

Teste com bromo em tetracloreto de carbono – Positivo: Descora a solução de bromo e Negativo:

Teste de Bayer (KMnO 4 ) Positivo: Descora a solução de KMnO 4 e Negativo: Não descora a solução de KMnO 4

A mudança de coloração do reativo é indicativo da reação com compostos insaturados ou portadores de grupos oxidáveis.

Teste com bromo em tetracloreto de carbono – Positivo: Descora a solução de bromo e Negativo:

Teste de Jones Ele fez uma questão na sala e disse que não ia cair mais.

Teste com cloreto férrico (FeCl3) Positivo: Formação de cor, variando do violeta ao vermelho e Negativo: não há formação de cor

O aparecimento imediato de cor é típico de fenóis e enóis.

Teste com bromo em tetracloreto de carbono – Positivo: Descora a solução de bromo e Negativo:

Teste com bicarbonato de sódio Positivo: Liberação de CO 2 (Formação de bolhas) e Negativo: Não libera CO 2

Ácidos carboxílicos podem ser detectados pela liberação de dióxido de carbono quando reagem com bicarbonato de sódio, em solução aquosa a 10%.

Teste com bicarbonato de sódio – Positivo: Liberação de CO (Formação de bolhas) e Negativo: Não

Teste com a 2,4-dinitrofenilhidrazina (2,4-DNFH) Positivo: Formação de precipitado e Negativo: Não forma precipitado

Aldeídos e cetonas reagem com as hidrazinas formando hidrazonas correspondentes que são sólidos insolúveis. O aparecimento de precipitado indica que houve reação.

Teste com bicarbonato de sódio – Positivo: Liberação de CO (Formação de bolhas) e Negativo: Não

Distinção entre aldeídos e cetonas (Teste de Tollens) Positivo: Formação de espelho de prata (aldeídos) e Negativo: Não forma o espelho de prata (Cetonas)

Podem ser diferenciados pelo teste com o reativo de Tollens, que se baseia na formação de um precipitado escuro e espelho de prata, após reação do aldeído com nitrato de prata em meio amoniacal.

Se não ocorrer a formação do espelho de prata, ajustar o pH do meio, por adição de uma gota da solução de hidróxido de sódio a 10%. Se ainda assim a reação não ocorrer, aquecer levemente sob a chama de um bico de Bunsen. A formação do espelho de prata no tubo de ensaio indica teste positivo. Atenção! O reagente de ser preparado no momento do uso.

Preparo do reativo: Em tubo de ensaio colocar 2 mL de uma solução de nitrato de prata a 5% e adicionar 1 gota de solução diluída de hidróxido de sódio a 10%. Juntar gota a gota, uma solução de hidróxido de amônio a 2%, agitando constantemente até a completa dissolução do precipitado de óxido de prata.