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Revisão de Comunicação e Expressão

Unidade 1 – O homem e sua interação lingüística com o mundo

O que são signos?

Elementos capazes de representar a realidade. Só podem funcionar como signos


se carregarem o poder de representar, substituir uma outra coisa.

Segundo Saussure, o signo é composto por duas partes: significado (constitui o


plano do conteúdo, do conceito) e significante (constitui o plano da expressão).

Veja:

SIGNIFICANTE
(imagem, latido)

SIGNIFICADO = cachorro é um animal de 4 patas, que late, balança o


rabo e morde!

Como classificar os signos?

Quanto à origem, podem ser: naturais (existem sem a interferência humana) e


artificiais (são criados pelo homem).

Quanto à representação, podem ser: verbais (utilizam palavras para representar


a realidade) e não-verbais (utilizam sons, imagens, cores, gestos, menos
palavras, para representar a realidade).

Graficamente:
Conhecer e interpretar os signos é perceber criticamente o mundo que nos
cerca para que assim, possamos fazer melhor uso da linguagem que o representa,
aprimorando nossa performance como profissionais atuantes no mercado
globalizado.

O que é linguagem?

É a representação do pensamento (capacidade inata) por meio de sinais que


permitem a comunicação e a interação entre as pessoas

Expressa idéias, opiniões e desejos dos indivíduos, podendo ser: verbal, não-
verbal e mista

O que é língua?

Código formado por palavras e leis combinatórias por meio do qual as pessoas se
comunicam e interagem

Segundo Barthes: “... é a parte social da linguagem; o indivíduo não pode, sozinho,
nem criá-la nem modificá-la. Trata-se de um contrato coletivo e, por isso, só é
possível manejá-la depois de aprendizagem.”

O que é discurso?

É a atividade comunicativa capaz de gerar sentido, desenvolvida por


interlocutores

Engloba enunciados verbais (o texto, a palavra e a frase) e outros elementos do


processo comunicativo (o gesto, a tonalidade da voz, etc.) que também
participam da construção do sentido do texto

O que é estilo?

Manifesta-se no discurso por meio das escolhas feitas dentre as amplas


possibilidades oferecidas pela linguagem
Sustenta a linguagem, mas não pode ser reduzido a fórmulas, pois traz a marca
da individualidade

Unidade 2 – Produzindo textos coerentes

O que é texto?

Definição tradicional: conjunto de enunciados inter-relacionados formando um


todo significativo que depende da coerência conceitual, da coesão seqüencial
entre seus constituintes e da adequação às circunstâncias e condições de uso da
língua.

Concepção das modernas teorias lingüísticas: noção ampliada, estendendo-se das


manifestações estritamente lingüísticas a linguagens não-verbais (texto verbal,
visual, verbal e visual, musical, cinematográfico, pictórico...)

Quais são os conceitos de texto?

Koch e Travaglia: “[...] unidade lingüística concreta, que é tomada pelos usuários
da língua, em uma situação de interação comunicativa específica, como uma
unidade de sentido e como preenchendo uma função comunicativa reconhecível e
reconhecida...”

M.H. Duarte Marques: “Textos caracterizam-se [...] pela coerência conceitual,


pela coesão seqüencial de seus constituintes no plano do significado, pela
adequação às circunstâncias e condições de uso da língua.”

Fiorin e Savioli: “Um todo organizado de sentido, delimitado por dois brancos e
produzido por um sujeito num dado espaço e num dado tempo.”

Texto pressupõe um entrelaçamento de diversos signos que o compõem,


permitindo que o conceito estenda-se a tudo o que trabalhe com signos (pintura,
gesto, foto, música...)

Como diferenciar um texto literário de um não-literário?

Texto literário: tem dimensão estética, plurissignificativa e de intenso


dinamismo; possibilita criação de novas relações de sentido, com predomínio da
função poética da linguagem; é espaço de reflexão sobre a realidade, envolvendo
processo de recriação lúdica dessa realidade.
Conotação é a significação subjetiva da palavra; ocorre quando a palavra
evoca outras realidades pelas associações que ela provoca.

Texto não-literário: as relações são mais restritas; necessidade de informação


mais objetiva e direta no processo de documentação da realidade, com
predomínio da função referencial, e na interação dos indivíduos, com predomínio
de outras funções da linguagem.

Denotação é a significação objetiva da palavra; é a palavra em "estado de


dicionário".

O que é coerência?

Coerência significa “ligação ou harmonia entre situações, acontecimentos ou


idéias”.

A coerência depende do conhecimento de elementos lingüísticos, do


conhecimento de mundo, do conhecimento partilhado entre produtor e receptor
do texto e de fatores sociais e interacionais.

Permite que o texto faça sentido para os leitores; diz respeito à possibilidade
de estabelecer alguma forma de unidade ou relação no texto; associa-se às
possibilidades que o leitor tem para interpretar determinados tipos de textos.

O que é coesão?

Coesão significa “união íntima das partes de um todo”.

O conceito de coesão implica conhecimentos de língua; remete a conhecimentos


do léxico e da gramática.

A coesão estabelece ligações entre palavras, expressões, frases, períodos e


parágrafos, garantindo a unidade e a progressão do texto.

Qual a relação entre coerência e coesão?

Qualquer comunicação, independentemente de sua extensão, precisa ter sentido,


isto é, precisa ter coerência.

A coesão não garante a coerência, mas concorre para que esta se estabeleça.

Por que ocorrem variantes lingüísticas?

Geografia: a mesma língua pode variar nas diferentes regiões em que é falada
Classe social: pessoas que têm acesso à escolaridade empregam a língua de
maneira diversa (norma culta) das pessoas que não têm acesso

Tempo: diferentes gerações (faixas etárias) usam a mesma língua de modo


variado

Profissão: jargões são comuns entre corporações profissionais (médicos,


engenheiros, policiais)

Situação comunicativa: a formalidade ou a informalidade propiciam usos


diversificados da língua

Unidade 3 - A importância das situações de comunicação

Na situação de comunicação, tomam parte autor ( com a intenção de produzir uma


comunicação coerente e coesa ) e leitor ( numa atitude de reconhecer, em uma
manifestação lingüística, o seu sentido, a sua coerência). O autor utiliza-se de
meios para realizar suas intenções comunicativas, e o leitor manifesta a sua
atitude de tomar parte em um discurso, aceitando ou rejeitando o que foi
proposto.

Todo texto, portanto, insere-se em uma determinada situação comunicativa.


Assim, convém recordarmos quais são os ELEMENTOS BÁSICOS DA
COMUNICAÇÃO:

Autor (Emissor): aquele que cria/envia a mensagem

Leitor (Ouvinte/Receptor): aquele a quem a mensagem se destina

Mensagem: informação transmitida (conteúdo)

Código: sistema de signos utilizados (linguagem verbal/não-verbal)

Canal: meio/fio condutor para a mensagem

Referente: contexto/situação

Graficamente:
RECEPTOR
EMISSOR (Senhora) MENSAGEM
R (Olá!!!)
(Mafalda)

CANAL CÓDIGO REFERENTE


(giz) (não-verbal = desenho) (uma criança
tentando se
comunicar)

Verossimilhança

O respeito ao princípio da verossimilhança (semelhança com a realidade) é


fundamental para dar credibilidade mesmo aos textos que usam livremente a
imaginação.

Figuras de Linguagem

São recursos lingüísticos usados para valorizar o texto, tornando a linguagem


mais expressiva e conferindo originalidade, emotividade ou poeticidade ao
discurso.

As mais usadas: Antítese, Paradoxo, Eufemismo, Hipérbole, Ironia, Prosopopéia,


Metáfora e Metonímia.

Vocabulário

Pode ser classificado em ativo (conjunto de palavras que se emprega no processo


diário de comunicação) e passivo (o conjunto de palavras que quase nunca são
empregadas e cujo significado não se conhece com precisão).

O uso de palavras difíceis e desconhecidas para tentar impressionar os outros


caracteriza o pedantismo. Para transmitir uma mensagem, clareza é essencial.
Como o texto inter-relaciona autor e leitor?

O texto é o resultado de um ato de fala, no qual se produz uma mensagem, em


determinado lugar e tempo, a partir de um emissor, que dá origem à mensagem.

O texto persegue uma determinada intenção: a do autor, que quer produzir uma
comunicação coerente e coesa; e a do leitor, que quer reconhecer o sentido e a
coerência dessa comunicação.

O autor utiliza-se de meios para realizar suas intenções comunicativas e o leitor


manifesta a sua atitude de tomar parte em um discurso, aceitando ou rejeitando
o que foi proposto.

Qual é a relação entre texto e contexto?

Todos os dados situacionais – o lugar e o momento da comunicação, as imagens


recíprocas que os interlocutores fazem uns dos outros, os papéis que
desempenham, seus pontos de vista, o objetivo da comunicação – influem tanto
na produção como na compreensão do texto.

A construção do texto requer a verificação do que é adequado àquela situação


específica: grau de formalidade, variedade dialetal, tratamento a ser dado ao
tema, etc.

A coerência do texto não se estabelece sem levar em conta a interação e as


crenças, desejos, quereres, preferências, normas e valores dos interlocutores.

Unidade 4 - Intertextualidade e leitura: o implícito e o explícito

O que é intertextualidade?

Segundo os dicionários, intertextualidade é a influência de um texto sobre outro,


que o toma como modelo ou ponto de partida, gerando a atualização do texto
citado.

O conceito de intertextualidade diz respeito à relação que se estabelece entre


textos. Todo texto é absorção e transformação de uma multiplicidade de outros
textos.

Como ler um texto?


O texto é composto de dois elementos: o explícito (o que é dito/ escrito/
expresso) e o implícito (o que não é dito/ escrito/ expresso explicitamente
porque é dado como conhecido).

É preciso entender o texto em seu contexto de construção; na sua função de


significação e comunicação.

A frase é o menor elemento, evoluindo para o texto e para o contexto; as


unidades textuais são como uma rede de relações inseridas em determinada
cultura e estrutura.

É preciso perceber o mundo ao redor, fazer um reconhecimento do contexto


circundante e de tudo o que se quer compreender e comunicar. Ler é ver o
mundo através das palavras.

Unidade 5 - Cercados por narrativas e descrições

O que é narração?

Modalidade de texto na qual relatamos progressivamente um ou mais fatos que


ocorreram com determinadas personagens, em local e tempo definidos.

Narrar é contar uma história (que pode ser real ou imaginária), mencionando o
modo como o fato ocorreu detalhadamente.

Quais são os elementos da narração?

Enredo: seqüência de fatos

Personagens: seres (pessoas, animais, seres inanimados ou imaginários, idéias e


outros) envolvidos nos fatos e que formam o enredo da história

Espaço: onde os fatos se desenrolam; pode ser real ou fantástico, explícito ou


implícito

Tempo: pode ser cronológico (marcado pelo relógio) ou psicológico (tempo


interior referente à vivência e lembranças dos personagens)

Narrador: é quem relata os fatos; pode ser: observador (relata os


acontecimentos como observador) ou personagem (participa da história e narra
os fatos)

Há outros modos de narrar?


Em geral, a narração é feita em prosa, mas também é possível se contar uma
história por meio de poemas narrativos, quadrinhos, narrativas não-verbais e
seqüências de palavras ou frases.

Graficamente:

PERSONAGENS (Quem)

ESPAÇO ENREDO TEMPO (Quando)


(Onde) (O que)

NARRADOR
(Aquele que conta)

O que é descrição?

Othon M. Garcia: “... é a representação verbal de um objeto sensível (ser, coisa,


paisagem), através da indicação dos seus aspectos mais característicos, dos
pormenores que o individualizam, que o distinguem.”

A descrição faz interrupções na história para apresentar melhor um


personagem, um lugar, um objeto ou o que o autor julgar necessário para dar
mais consistência ao texto.

Quais as dificuldades do texto descritivo?

Saber selecionar os detalhes, analisá-los e reagrupá-los, a fim de conseguir uma


imagem expressiva.
Ter consciência da interferência do ponto de vista do autor – tanto da sua
posição física como observador quanto da sua atitude e predisposição afetiva em
face do objeto a ser descrito.

Hayakawa: "(...) podemos atingir um grau satisfatório de imparcialidade


[objetividade] se nos tornarmos conscientes dos sentimentos favoráveis ou
desfavoráveis que as coisas podem provocar em nós.”

Unidade 6 - A produção de dissertações e a importância da leitura.

Como se organiza um texto dissertativo?

A elaboração de um texto dissertativo escrito deve contemplar as informações


e conceitos que serão manipulados, a posição crítica que se quer manifestar, o
perfil do público-alvo e o tipo de reação que se deseja despertar.

A forma já consagrada de organização do texto argumentativo estrutura o


material em três momentos principais:

INTRODUÇÃO

DISSERTAÇÃO DESENVOLVIMENTO

CONCLUSÃO

Introdução: apresenta de maneira clara o assunto, delimitando as


questões referentes a ele que serão abordadas no texto.

Desenvolvimento: desenvolve idéias, conceitos, informações e argumentos


de forma organizada e criteriosa.
Conclusão: resume tudo o que já foi dito; retoma e condensa o conteúdo
anterior, expondo a avaliação final do assunto discutido.

Como produzir uma boa dissertação?

O desenvolvimento deve conduzir logicamente o leitor às conclusões


sintetizadas no ponto de vista do autor.

É necessário escrever com clareza

Elementos essenciais para um bom texto: Coerência e Coesão: ligação/ conexão;


Clareza: não entrar em contradição; Concisão: eliminar o desnecessário;
Correção: a gramática do texto.

Defeitos a evitar: Ambigüidade; Pleonasmo; Eco; Obscuridade; Cacofonia;


Prolixidade; Frases feitas e chavões.

O que são inferências?

São operações cognitivas que o leitor realiza para construir proposições novas a
partir de informações encontradas no texto.

Ocorrem quando o leitor:


a) estabelece ligações entre as palavras e organiza redes conceituais no interior
do texto;
b) busca fora do texto informações e conhecimentos com os quais preenche os
“vazios” textuais.

Das inferências depende a compreensão de textos.

O que é leitura crítica?

A leitura ultrapassa as barreiras do código lingüístico, abrangendo técnicas


específicas: observação dos aspectos gerais do texto, inferências, relações com
outros textos e conhecimentos, resumos e análises críticas, etc.

A administração das técnicas de leitura ajuda a estudar textos mais complexos,


como os teóricos e científicos.

O produtor de textos deve ler com freqüência para escrever bem, pois leitura e
escrita são processos indissociáveis e interdependentes.

Unidade 7 – Subjetividade/Interação autor – texto - leitor


O tempo todo participamos de processos de interlocução, ora como produtores,
ora como “consumidores” dos mais variados discursos.

Os discursos cruzam-se, criando e recriando sentidos e possibilitando a atividade


comunicativa humana.

Assim, quando interagimos por meio da linguagem, não empregamos apenas a


competência lingüística. Nossas interações são também orientadas pelas nossas
determinações. Sempre aparecem marcas de subjetividade naquilo que falamos.
Além disso, ninguém fala sem ter um propósito. E, para tanto, lançamos mão de
estratégias argumentativas de persuasão.

O que é subjetividade na linguagem?

No enunciado, as intenções do sujeito-enunciador estão por trás da seleção de


palavras e suas combinações (marcas lingüísticas), estabelecendo a
subjetividade na linguagem.

Enunciação: atividade verbal que corresponde às estratégias empregadas


pelo sujeito-enunciador na organização de um texto.

Enunciado: produto da atividade de enunciação realizada pelo sujeito-


enunciador.

Para que servem as estratégias argumentativas?

Para garantir resposta às intenções do sujeito-enunciador: convencer o


interlocutor da veracidade das suas informações, da necessidade de cumprir
uma ordem ou atender a um pedido; da importância dos fatos relatados.

O sujeito-enunciador deve ter claros seus objetivos na interação verbal tanto


quanto conhecer e se adaptar a seu interlocutor para persuadi-lo.

Como funciona o esquema da persuasão?

Para levar a conclusões definitivas, prescrever o que se deve desejar,


compreender, temer ou querer, o discurso persuasivo lança mão dos seguintes
recursos: respeitabilidade, verdade/ verossimilhança, transparência do
enunciado, raciocínio formal.

Geralmente, desejamos convencer nosso interlocutor da veracidade das


informações que lhe oferecemos, da necessidade de que ele cumpra uma ordem
ou que atenda a um pedido; da importância dos fatos que relatamos. Até mesmo
uma criança utiliza estratégias subjetivas de argumentação quando, por
exemplo, deseja convencer seus pais de que ela merece ganhar um presente.

A isso, damos o nome de persuasão = a arte de convencer pela palavra!

Exemplificando:

Um discurso persuasivo precisa:

Ter credibilidade e para isso, precisa do respeito de seus interlocutores - Ser


transparente, ou seja, claro e objetivo

Unir conhecimento do assunto abordado, conveniência (dizer o que o outro quer


ouvir) e apelo a fórmulas consagradas (rostos ou citações famosas)

Saber usar a linguagem corporal (qdo num contexto de oralidade) como aliada na
arte de persuadir

Unidade 8 - Gêneros discursivos/ Registro oral e registro escrito

Quais são as características do discurso lúdico?

É a forma mais aberta e “democrática” de discurso, com baixo grau de persuasão.

É marcado pelo jogo de interlocuções; nele o signo ganha uma dimensão múltipla,
plural, de forte polissemia.

Compreende boa parte da produção artística.

Que aspectos marcam o discurso polêmico?


• Os conceitos enunciados são dirigidos como num embate/debate; há o desejo
do eu de dominar o referente.

• Em comparação com o discurso lúdico, tem maior grau de persuasão e menor


de polissemia; apresenta argumentos que podem ser contestados.

• Encontra-se em situações variadas: discussão entre amigos, defesa de tese,


editorial jornalístico, etc.

Como é o discurso autoritário?

• Persuasivo por excelência, detém todas as condições para o exercício da


dominação pela palavra.

• Exclusivista, não permite mediações ou ponderações; lembra um circunlóquio;


repete uma fala já sacramentada pela instituição.

• Encontra-se, de forma mais ou menos mascarada, na família, na igreja, no


quartel, na comunicação de massa.

Para que serve um esquema?

Esquema é o plano, a linha diretriz seguida pelo autor no desenvolvimento do seu


escrito.

Sua função básica é definir o tema e hierarquizar as partes de um todo numa


linha diretriz, para torná-lo passível de uma visão global.

Regras básicas para levantar um esquema: ser fiel ao texto; apanhar o tema,
destaque títulos, subtítulos que guiaram a elaboração do texto; ser simples,
claro e distribuir organicamente as informações; subordinar idéias e fatos;
uniformizar observações, gráficos e símbolos.

Como se faz um bom resumo?

O resumo pedagógico condensa um texto, reduzindo-o a seus elementos mais


importantes; sua leitura dispensa a do texto original, quanto ao levantamento
dos conteúdos.

Ajuda na captação, análise, relacionamento, fixação e integração de


informações, aumentando o aproveitamento geral.

Algumas regras para sua elaboração: não resumir antes de ler o texto todo; ser
breve e compreensível; usar aspas e fazer referência completa à fonte nas
transcrições textuais; juntar, ao final, idéias integradoras, referências
bibliográficas e críticas de caráter pessoal.

O que significa resenhar?

Resenhar é estabelecer uma relação das propriedades de um objeto (um


acontecimento qualquer da realidade ou textos e obras culturais), enumerar
seus aspectos relevantes, descrever as circunstâncias que o envolvem.

A resenha nunca pode ser completa e exaustiva; filtra apenas aquilo que é
funcional em vista de uma intenção previamente definida.

Resenha crítica: além de descrever, julga, com apoio em argumentos sólidos.