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Existem no mercado hoje em dia, diversos tipos de sensores de temperatura,

que vão desde os NTC´s, PTC´s e diodos até os mais variados tipos de
termopares, dentre outros. Porém, estima-se que talvez nenhum dos citados
anteriormente seja de tão simples manuseio e exija tão poucos aparatos
eletrônicos para que funcione, quanto o modelo LM35, pois o circuito usual é
bastante simples, necessitando apenas do sensor propriamente dito, um
sistema amplificador de sinal e de uma interface que realize a leitura do sinal
amplificado, quem sabe até mostrando um valor de temperatura diretamente
em um visor ou display ou até mesmo disparando algum elemento eletrônico
como, por exemplo, um transistor quando a situação for apropriada.

Termistores são controladores de modo térmico resistores sensíveis cuja função


principal é exibir uma mudança grande, previsível e precisa em resistência elétrica
quando um equipamento ou produto sofrer uma mudança na temperatura de corpo.
Coeficiente de Temperatura negativo (NTC) (Negative Temperature Coefficient)
exibem uma diminuição em resistência elétrica quando submetido a um aumento em
temperatura do equipamento e Coeficiente de Temperatura Positivo (PTC) (Positive
Temperature Coefficient) exibem um aumento em resistência elétrica quando
quando acontece a um aumento da temperatura do equipmento que está contido o
termistor. Os termistores são capazes de operar em temperatura abaixo de -100 ° a
mais de +600 ° Fahrenheit. Por causa das características muito previsíveis deles e a
excelente termo estabilidade longa deles, os termistores são os mais
recomendados para medida de temperatura e controle de qualquer
equipamento.

A característica mais importante de um termistor é, sem dúvida, seu coeficiente


de temperatura extremamente de resistência alta. Tecnologia de um termistor
moderno resulta na produção de dispositivos com resistência extremamente preciso
contra características de temperatura, lhes fazendo o sensor mais vantajoso para
uma variedade larga de aplicações.
O processo de fabricação dos NTCs é semelhante ao de fabricação das
ceramicas. Depois de uma mistura intensiva e do acrescimo de um agregante
plastico, a massa é moldada na forma desejada, or extrusão ára obter tarugos ou
por pressão para obter discos e aquecida a uma temperatura suficientemente alta,
para sinterizar os óxidos constituintes.
Depois, os contatos são colocados queimando-se os elementos e utilizando-se
pasta de prata.Muitos tipos de encapsulamentos são utilizados conforme a figura 2,
dependendo da aplicação final do componente.
Os tipos miniaturas, de menor capacidade termica e maior prontidão são
usados na medidas de temperatura (NTCs termoeletricos) , enquanto que os
maiores são usados no controle de dispositivos diversos, por exemplo em alarmes e
termostatos.
Termistores PTC

O termistor PTC é um resistor térmicamente sensivel, feito de material ceramico a base de tit
elétrica aumenta rapidamente com o aumento da temperatura, depois que uma determinada tem
ou de transição) tenha sido ultrapassada.
Caracteristicas Elétricas do Termistor PTC:
A relação resitencia x temperatura em um termistor PTC pode ser considerada em três partes d
grau até Rmax apresenta coeficiente de temperatura positivo atigindo valores tão altos quanto 2
de temperatura volta a assumir valores negativos.
Caracteristica Tensão / Corrente
A curva (VxI) de um PTC é fortemente influenciada pelas condições de dissipação de potencia
condiçoes ambientes. Normalmete adota-se a temperatura de 25°C sob ar circulante para se lev
Aplicações do PTC:
- Sensores de Temperatura: Medindo a temperatura de equipamentos
- PTC de Aquecimento : Utilizado em equipamentos de aquecimentos como chapinhas para cab
-PTC de proteção de motores ou termostatos: Usado junto ao enrolamento das bombinas dos m
um relé de proteção.
- PTC para surto de corrente : Quando acontece um curto-circuito ou uma condição de elevação
transição para seu estado de alta resitencia ohmica limitando o fluxo de corrente no circuito, man
normal.

INTRODUÇÃO

O termo tacômetro aplica-se aos instrumentos empregados para medir a


velocidade angular. Muitos automóveis têm tacômetros que medem o
número de revoluções do eixo de manivelas do motor.
Medidores de Velocidade = Em aplicações industriais ou mesmo no projeto
de determinados tipos de equipamentos eletrônicos de medida é
necessário saber a velocidade com que um eixo, uma engrenagem ou
outra peça rodam. Para contar a velocidade de rotação ou RPM é preciso
usar um circuito denominado tacômetro, que exige um tipo de tecnologia
diferenciada para sua elaboração, e que pode ter o projeto
consideravelmente simplificado pelo emprego de microprocessadores
associados à lógica digital. A seguir serão descritos os mais importantes
dentre os diversos tipos de tacômetros existentes, bem como serão
mostrados seus princípios de funcionamento, de modo a permitir e facilitar
o entendimento dos conceitos aqui apresentados. Os tacômetros são
instrumentos destinados a medição de valores relacionados a eventos por
tempo, utilizados na medição de velocidade, vazão, rotações, etc., em
intervalos de tempo em segundo, minuto ou hora. Exemplo: Hertz (ciclos
por segundo), mm/s, RPM, mts/m, Lts/m, Km/h, pçs/h e outras. A medição
de velocidade na indústria é efetuada de duas formas: com tacômetros
mecânicos e com tacômetros elétricos. Os primeiros detectam o número de
voltas do eixo da máquina por meios exclusivamente mecânicos, podendo
incorporar ou não a medição conjunta do tempo para determinar o número
de revoluções por minuto ( r.p.m.), enquanto que os outros captam a
velocidade por sistemas elétricos. Para usos industriais costuma-se utilizar
os tacômetros elétricos porque permitem a transformação direta do sinal
para alimentar os instrumentos registradores ou controladores de painel.
TIPOS DE TACÔMETROS

Tacômetros Mecânicos
O tacômetro mecânico mais utilizado é o típico contador de revoluções
empregado para medir localmente a velocidade de rotação de todas as
classes de máquinas ou dispositivos giratórios. Este contador consiste
basicamente em um eixo flexível terminado em forma de ponta que se
apoia sobre o centro da peça giratória. Ao girar, eixo flexível move, através
de um trem de engrenagens, dois diais calibrados concêntricos, (um
exterior, e outro interior). Cada divisão do dial exterior representa uma volta
do eixo giratório, enquanto que no dial interior uma divisão representa uma
revolução do dial exterior. Conhecido o tempo de trabalho do contador,
medido mediante um cronômetro, é fácil calculara velocidade média em
r.p.m.
Tacômetros Centrífugos = Os tacômetros centrífugos baseiam-se em um
volante centrífugo clássico empregado inicialmente nas caldeiras a vapor.
Dois pesos rotativos articulados a um eixo giratório aumentam seu raio de
giro devido à força centrífuga, e comprimem uma mola. A medida da
compressão da mola, (lida em uma escala), representa a velocidade de
giro do eixo. A velocidade limite que esses instrumentos podem medir é de
mais de 40000r.p.m., com uma precisão de + 1%. Esses aparatos podem
dispor de transmissão hidráulica ou pneumática.
Tacômetros Elétricos = Os tacômetros elétricos empregam um transdutor
que produz um sinal analógico ou digital como conversão da velocidade de
giro do eixo da máquina. Um sistema eletrônico de medição básico que faz
uso de tacômetro tem basicamente quatro componentes essenciais: O
transdutor (tacômetro) que converte a grandeza medida (rotações por
minuto RPM) numa saída elétrica usável; o condicionador de sinal que
transforma a saída do transdutor em um tipo de sinal elétrico aceito pelo
display; o display (ou leitor) que mostra a informação desejada a respeito
da grandeza; o fornecedor de potencia que alimenta as voltagens
necessárias ao condicionador e sinal e a alguns tipos de transdutores e
displays. Existem vários tipos de tacômetros, de acordo com os
transdutores.
Tacômetro de Correntes Parasitas = Nos tacômetros de correntes parasitas
o eixo da máquina faz girar um ímã dentro de uma taça de alumínio. O giro
do ímã induz correntes parasitas no alumínio que criam um par resistente
proporcional à velocidade. Uma mola freia o cabeçal do alumínio, ficando
este em uma posição que é sinalada em um dial. É deste modo que
funciona o tacômetro elétrico empregado em um automóvel, por exemplo.
Na aviação, a máquina faz girar o ímã permanente através de um grupo
gerador-motor síncronos, enquanto que em máquinas de ferrovia
geralmente se utiliza um rotor que produz um campo magnético giratório.
Tacômetro de Corrente Alternada = O tacômetro de corrente alternada
consiste em um estator bobinado multipolar em que o rotor dotado de ímã
permanente induz uma corrente alternada. Um voltímetro sinala a corrente
induzida, e pelo tanto, o giro em r.p.m. do giro da máquina.
Tacômetro de corrente Contínua = O tacômetro de corrente contínua, (ou
dínamo tacométrico) consiste em um estator de ímã permanente e um rotor
com um entre ferro uniforme. A tensão contínua recolhida através das
escovas do rotor é proporcional à velocidade em r.p.m. da máquina. Essa
tensão pode ser lida em um voltímetro indicador, ou ainda alimentar um
instrumento potenciométrico através de uma resistência divisora detensão.
A precisão na medida alcança + 0.5 % para velocidades que chegam até a
6000 r.p.m.
Tacômetro de frequência = O tacômetro de frequência (ou frequencímetro)
mede a frequência do sinal de c.a. captada por transdutores do tipo
eletromagnético, capacitivo ou óptico que dão impulsos cujo número é
proporcional à velocidade de giro da máquina. O transdutor não tem
nenhum contato mecânico com o eixo rotativo. A medida da frequência
pode ser passada a um contador eletrônico baseado na medida das
revoluções por unidade de tempo.
Tacômetros Eletro-ópticos = Velocidade angular é muitas vezes medida por
sensores fotoelétricos que usam tanto o método de transmissão quanto de
reflexão. O método da transmissão utiliza um encoder angular incremental
com um padrão de codificação continuo (360º) e tem como saída uma
onda quadrada
ou senoidal.O método da reflexão é usado numa grande variedade de
sistemas sensores de velocidade angular. A cabeça do sensor tem uma
fonte luminosa que emite um feixe colimador na direção de uma porção
reflexiva do objeto rotor e um sensor de luz que detecta um pulso luminoso
sempre que o feixe é refletido de volta (a maioria dos objetos rotores pode
requerer um pedaço de fita reflexiva colada em algum ponto). A saída do
sensor de luz é uma contagem de revoluções que pode ser facilmente
convertida em RPM, tanto por integração para produzir um sinal analógico
quanto por comparação com pulsos gerados por relógio, a fim de ter-se um
sinal digital como saída. Um método também largamente utilizado para a
medição de velocidade angular de objetos rotores é o "congelamento do
movimento", através do emprego do estroboscópio. Um estroboscópio
utiliza uma lâmpada catodo fria para como fonte para emissão de flashes
de luz de alta intensidade, utilizados para iluminar o objeto. O número de
flashes por minuto está sujeito a ajuste manual contínuo. Esse ajuste é
feito até que o objeto rotar pareça estar parado, o que ocorre quando um
flash de luz é emitido a cada rotação completa do objeto.
O numero de flashes por minuto, correspondente ao número de rotações
por minuto pode ser tanto mostrado num display no próprio estroboscópio
quanto num display digital.
Tacômetros AC / DC = A velocidade angular pode ser medida através de
geradores AC ou DC. Os geradores AC são usados para medir velocidades
angulares médias. O número de ciclos de voltagem gerados por revolução
depende do número de pólos, e a velocidade pode ser medida através de
um simples contador de freqüência. A medição de velocidades
instantâneas é mais complicada. Para este fim, é usado um conversor
torsional de dois canais. Este conversor requer duas entradas para cada
canal. A primeira entrada é o número de pulsos por revolução e a segunda
é a voltagem pulsátil que vem do sensor. A saída do conversor gera
medições de velocidade com uma sensibilidade de 0,05 mV.
Tacômetro DC: Mede a velocidade através da associação de um campo
magnético e um condutor. A corrente gerada através do movimento relativo
destes é medida e registrada por meio se um instrumento.
Tacômetro AC: Podem medir a velocidade através de sistemas sensíveis à
velocidade ou à freqüência.

Tacômetro pulsátil magnético (digital) = É constituído de uma bobina,


dentro da qual rotaciona um eixo marcado com interrupções radiais. Um
sensor indica a interrupção de um ciclo quando uma depressão do eixo
passa por ele, gerando ondas quadradas de 5V DC.
Tacômetro pulsátil óptico (digital) = Usam o poder de cálculo dos
microprocessadores para converter medidas de um sensor óptico em
medidas de velocidade. Uma variedade interessante é o tacômetro
estroboscópico. Um circuito gera a interrupção da luz a taxas muito
elevadas e estas podem ser ajustadas para uma velocidade fixa,
eliminando harmônicos e sub harmônicos que podem confundir as
medições.
Tacômetro de relutância variável = Produz pulsos proporcionais à
velocidade. Estes pulsos são amplificados e retificados. É utilizado para
velocidades entre 10000 e 50000 rpm.
Tacômetro de vigas vibrantes = Mede a freqüência de rotação através do
acoplamento de várias vigas com freqüências naturais de oscilação
distintas. A freqüência de rotação é verificada através da observação de
qual viga está vibrando.
Tacômetros fotoelétricos = São usados para medições de até 3 milhões de
rpm. A parte móvel que se deseja estudar é concebida de modo a conter
partes reflexivas e absorventes. A interrupção da luz refletida provoca a
geração de um impulso por meio de uma célula fotoelétrica. Estes impulsos
são interpretados por um medidor de freqüência que gera ondas
quadradas. Estas ondas são levadas a um circuito discriminatório que
proporciona a medição da velocidade.
Curiosidade = Os velocímetros dos aviões, só podem ser interpretados
diretamente quando o avião voa no nível do mar e na atmosfera padrão.
Com o acréscimo de altitude e com as variações da densidade do ar,
certas compensações devem ser consideradas para obter a verdadeira
velocidade do avião em relação ao solo. É importante transmitir aos leigos
que , por exemplo, 100 nós de velocidade indicada ao nível do mar,
correspondem a cerca de 121 nós de velocidade aerodinâmica a 10.000
pés de altitude numa ISA

+ 10 ( International Standard Atmosphere mais 10 graus centígrados ao


nível do mar). Nos aviões modernos o piloto dispõe automaticamente das
indicações de três velocidades: a indicada (VI, ou IAS em inglês); a
aerodinâmica verdadeira (VA ou TAS em inglês) e a VS (GS em inglês -
que é a velocidade em relação ao solo). Nos aviões mais antigos o piloto
usa computadores mecânicos, ábacos e/ou tabelas para calcular essas
velocidades. Como regra geral admitimos que a VA aumenta 2% a cada
1000 pés.

CONCLUSÃO

Tacômetros são dispositivos de muita importância em áreas onde


medições devem ser precisas, além de apresentar estas informações
através de dados em forma de números ou num display ou em um relógio.
É principalmente empregado em áreas onde é necessário fazer medições
de velocidades.
Um tacômetro é um transdutor indutivo que converte diretamente a
velocidade ou aceleração num sinal elétrico. Assim, o objeto cuja
velocidade angular se pretenda conhecer é diretamente acoplado ao rotor
de um gerador de corrente continua, que roda em torno dos pólos de uma
armadura de um magnete permanente (estator).
O funcionamento do tacômetro digital baseia – se na conversão da media
de pulsos de entrada, fornecidas por um sensor durante o tempo de
amostragem, em um valor legivel no display do aparelho.
Os sensores podem ser do tipo óptico, indutivo, magnético, entre outros.

A balança é um dos instrumento de medida mais antigos que se conhece, e tem sido utilizada
pelo homem há aproximadamente 7 mil anos. As balanças primitivas consistiam de um
simples travessão com um eixo central, tendo em cada extremidade um prato. Em um desses
pratos se depositava uma peça de peso padrão, e no outro se colocava o objeto que se desejava
pesar. Quando se estabelecia o equilíbrio do travessão, podia-se conhecer o peso relativo do
objeto.

Hoje em dia existem diversos tipos de balanças, empregados para a pesagem de inúmeros
materiais, desde amostras químicas e biológicas até grandes veículos. Nos laboratórios são
usados basicamente dois tipos desses instrumentos, que permitem medições extremamente
precisas.

A balança de dois pratos possui um travessão feito de uma liga metálica leve e rígida, apoiado
em um pivô, que por sua vez é sustentado por uma chapa fixada no topo central da base. Os
pratos são pendurados em ganchos igualmente apoiados em pivôs por meio de chapas. No
ponto central do travessão, uma agulha se desloca ao longo de uma escala, indicando os
movimentos do conjunto. A base da balança possui pés ajustáveis.
O instrumento é mantido em um envoltório de vidro que o protege contra poeira, corrosão ou
acidente, e impede que as correntes de ar provoquem oscilações.

O modelo de prato único, possui no travessão um dispositivo e contrapeso, móvel ou fixo, em


lugar de um dos pratos. Quando o contrapeso é fixo, a outra extremidade do travessão também
apresenta, além do prato, um conjunto de pesos removíveis.
Este sistema é utilizado em quase todas as balanças, simples ou de prato duplo, conhecidas
como balanças de deflexão ou aperiódicas. Para se obter uma leitura uniforme, o mais
rapidamente possível, o movimento do travessão precisa ser amortecido, evitando-se choques
com o suporte e oscilações.

Balança eletrônica
Com o desenvolvimento da eletrônica foi possível o aperfeiçoamento dos diversos tipos de
balança, além da invenção de novos sistemas de pesagem. Algumas modernas balanças
eletrônicas permitem não só a pesagem rápida e eficiente de mercadorias, como também o
cálculo simultâneo de seu preço, em função do peso obtido.
Um dos modelos mais simples de balança eletrônica associa dois sistemas de pesagens
bastante antigos e conhecidos: a balança de mola e o princípio de Roberval. O funcionamento
da primeira baseia-se na relação linear entre a flexão da mola e a carga colocada sobre ela; o
princípio de Roberval permite o uso dos pratos destinados às mercadorias sobre a barra da
balança, em vez da tradicional colocação pendular. No modelo combinado eletrônico, a flexão
da mola provoca a rotação de um disco codificado que ativa detectores fotoelétricos, por meio
de ondas luminosas. Cada código do disco corresponde a um valor de peso.

Em outro tipo de balança eletrônica, a mercadoria a ser pesada é colocada sobre um material
transdutor de carga. Esse material é conectado a um segundo sistema eletrônico, capaz de
aferir tensões elétricas. Ligando-se o sistema a uma fonte de energia elétrica, obtém-se um
nível de tensão proporcional ao peso da carga.
Fontes:

http://www.geocities.com/toptekbr/dados/TACOMETRO.htm

http://brunoum.sites.uol.com.br/

http://br.geocities.com/saladefisica7/funciona/balanca.htm