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Tecnologia Orgânica II Letícia Pedretti Ferreira
Tecnologia Orgânica II Letícia Pedretti Ferreira
Tecnologia Orgânica II Letícia Pedretti Ferreira
Tecnologia Orgânica II Letícia Pedretti Ferreira
Tecnologia Orgânica II Letícia Pedretti Ferreira

Tecnologia Orgânica II

Letícia Pedretti Ferreira

Polímeros
Polímeros

Polímeros

Polímeros
Polímeros
Polímeros
Polímeros  Menor consumo de energia na produção;  Redução do peso;  Menor custo
Polímeros  Menor consumo de energia na produção;  Redução do peso;  Menor custo

Polímeros

Menor consumo de energia na

produção;

Redução do peso;

Menor custo de coleta e

destino final;

Poucos riscos de manuseio;

Alta resistência;

Recicláveis;

Menor custo de coleta e destino final;  Poucos riscos de manuseio;  Alta resistência; 
Polímeros e aplicações Polímeros comercias altamente difundidos
Polímeros e aplicações Polímeros comercias altamente difundidos
Polímeros e aplicações Polímeros comercias altamente difundidos
Polímeros e aplicações Polímeros comercias altamente difundidos

Polímeros e aplicações

Polímeros e aplicações Polímeros comercias altamente difundidos
Polímeros e aplicações Polímeros comercias altamente difundidos

Polímeros comercias altamente difundidos

Polímeros- Conceitos Básicos “Polímeros” é uma palavra originária do grego que significa: poli (muitos) e
Polímeros- Conceitos Básicos “Polímeros” é uma palavra originária do grego que significa: poli (muitos) e

Polímeros- Conceitos Básicos

Polímeros- Conceitos Básicos “Polímeros” é uma palavra originária do grego que significa: poli (muitos) e

“Polímeros” é uma palavra originária do grego que significa:

poli (muitos) e meros (partes). São moléculas grandes (macromoléculas) construídas a partir de muitas unidades

estruturais menores.

“Macromoléculas” são compostos de elevada massa molar,

em que a complexidade das moléculas é que acarreta o seu

tamanho, e não a repetição de unidades pequenas.

Exemplo: Polímero Polietileno
Exemplo: Polímero Polietileno
Exemplo: Polímero Polietileno
Exemplo: Polímero Polietileno

Exemplo: Polímero Polietileno

Exemplo: Polímero Polietileno
 Grau de polimerização: O número de meros na cadeia polimérica é chamado grau de
 Grau de polimerização: O número de meros na cadeia polimérica é chamado grau de
 Grau de polimerização: O número de meros na cadeia polimérica é chamado grau de
 Grau de polimerização: O número de meros na cadeia polimérica é chamado grau de

Grau de polimerização: O número de meros na cadeia polimérica é chamado grau de polimerização. Por via de regra, é simbolizado pela letra n. O produto do grau de polimerização n e da massa molecular da unidade monomérica Mu, é a massa molecular do polímero, como indica a equação abaixo:

molecular do polímero, como indica a equação abaixo:  Funcionalidade: Número de sítios de polimerização

Funcionalidade: Número de sítios de polimerização

1) Monofuncionais: realizam apenas uma ligação química entre si e não

formam polímeros, no máximo um dímero. Ex: metanol. 2) Bifuncionais: podem realizar duas ligações entre si e formam polímeros de

estrutura linear ou ramificada. Ex: etileno polietileno.

3) Trifuncionais: podem realizar até três ligações entre si e formam polímeros

com estrutura final tridimensional com ligações cruzadas. Ex: glicerina. 4) Polifuncionais: podem realizar quatro ou mais ligações químicas entre si e formam polímeros com estrutura tridimensional com ligações cruzadas. Ex:

1,3 butadieno.

Classificação dos Polímeros
Classificação dos Polímeros

Classificação dos Polímeros

Classificação dos Polímeros
Classificação dos Polímeros Polímeros Naturais: Polímeros Sintéticos:
Classificação dos Polímeros Polímeros Naturais: Polímeros Sintéticos:

Classificação dos Polímeros

Polímeros Naturais:

Classificação dos Polímeros Polímeros Naturais: Polímeros Sintéticos:
Classificação dos Polímeros Polímeros Naturais: Polímeros Sintéticos:

Polímeros Sintéticos:

Classificação dos Polímeros Polímeros Naturais: Polímeros Sintéticos:
Origem dos polímeros sintéticos
Origem dos polímeros sintéticos
Origem dos polímeros sintéticos
Origem dos polímeros sintéticos

Origem dos polímeros sintéticos

Origem dos polímeros sintéticos
Classificação dos Polímeros Plásticos: Termoplásticos: Capacidade de amolecer e fluir quando sujeito a um aumento
Classificação dos Polímeros Plásticos: Termoplásticos: Capacidade de amolecer e fluir quando sujeito a um aumento

Classificação dos Polímeros

Plásticos:

Termoplásticos: Capacidade de amolecer e fluir quando sujeito a um aumento de temperatura e pressão. Transformação FÍSICA. Estes polímeros são solúveis, fusíveis e recicláveis.

Estes polímeros são solúveis, fusíveis e recicláveis. Resina Epóxi Baquelite PVC PE Termofixos: Termorrígido
Estes polímeros são solúveis, fusíveis e recicláveis. Resina Epóxi Baquelite PVC PE Termofixos: Termorrígido
Resina Epóxi Baquelite
Resina
Epóxi
Baquelite

PVC

PE

Termofixos:Termorrígido ou termoestável:

plástico que com o aquecimento amolece uma

vez, sofre o processo de cura (transformação

QUÍMICA), tornando-se rígido. Este polímero

é infusível e insolúvel.

Elastômeros
Elastômeros
Elastômeros
Elastômeros

Elastômeros

Elastômeros
Fibras Polímero orientado com a direção principal das cadeias poliméricas posicionadas paralelas ao sentido
Fibras Polímero orientado com a direção principal das cadeias poliméricas posicionadas paralelas ao sentido
Fibras Polímero orientado com a direção principal das cadeias poliméricas posicionadas paralelas ao sentido
Fibras Polímero orientado com a direção principal das cadeias poliméricas posicionadas paralelas ao sentido

Fibras

Polímero orientado com a direção principal das cadeias poliméricas posicionadas paralelas ao sentido longitudinal.

Deve satisfazer a condição geométrica do comprimento ser no

mínimo cem vezes maior que o diâmetro (L/D > 100). Usados na forma fios finos.

Ex.:fibras de PAN,nylons, Poliésteres (PET), etc.

maior que o diâmetro (L/D > 100). Usados na forma fios finos. Ex.:fibras de PAN,nylons, Poliésteres
Classificação dos Polímeros Forma molecular fixada pelas ligações químicas: (a) Cadeia sem ramificações ou linear,
Classificação dos Polímeros Forma molecular fixada pelas ligações químicas: (a) Cadeia sem ramificações ou linear,

Classificação dos Polímeros

Forma molecular fixada pelas ligações químicas:

Forma molecular fixada pelas ligações químicas: (a) Cadeia sem ramificações ou linear, (b) Cadeia com

(a) Cadeia sem ramificações ou linear, (b) Cadeia com ramificações, (c) Cadeia com ligações

cruzadas ou

reticuladas.

Ex: PEAD PP PVC PS Ex: PEBD, ABS.
Ex: PEAD PP PVC PS Ex: PEBD, ABS.

Ex: PEAD

PP

PVC

PS

Ex: PEBD,

ABS.

Ex: PEAD PP PVC PS Ex: PEBD, ABS.
Ex: PEAD PP PVC PS Ex: PEBD, ABS.
As características físicas e as propriedades mecânicas dos polímeros são diretamente influenciadas pelo tipo
As características físicas e as propriedades mecânicas dos polímeros são diretamente influenciadas pelo tipo
As características físicas e as propriedades mecânicas dos polímeros são diretamente influenciadas pelo tipo
As características físicas e as propriedades mecânicas dos polímeros são diretamente influenciadas pelo tipo

As características físicas e as

propriedades

mecânicas dos polímeros são

diretamente

influenciadas pelo tipo de cadeia que apresenta o

material

polimérico.

pelo tipo de cadeia que apresenta o material polimérico. Ilustração esquemática da estrutura de PEBD(a) e

Ilustração esquemática da estrutura de PEBD(a) e PEAD(b).

Classificação dos Polímeros Quando à taticidade, ou seja, à orientação dos substituintes em relação ao
Classificação dos Polímeros Quando à taticidade, ou seja, à orientação dos substituintes em relação ao

Classificação dos Polímeros

Quando à taticidade, ou seja, à orientação dos substituintes em relação ao plano formado pela cadeia principal (em ziguezague,

devido a ligação sp3) de um polímero supostamente linear, tem-se:

plano formado pela cadeia principal (em ziguezague, devido a ligação sp3) de um polímero supostamente linear,
Classificação dos Polímeros
Classificação dos Polímeros

Classificação dos Polímeros

Classificação dos Polímeros
Classificação dos Polímeros
Encadeamento das unidades monoméricas:
Encadeamento das unidades monoméricas:
Encadeamento das unidades monoméricas:
Encadeamento das unidades monoméricas:

Encadeamento das unidades monoméricas:

Encadeamento das unidades monoméricas:
Classificação dos Polímeros Comportamento Mecânico

Classificação dos Polímeros

Comportamento Mecânico

Classificação dos Polímeros Comportamento Mecânico
Classificação dos Polímeros Variedade de meros na cadeia: Homopolímero
Classificação dos Polímeros Variedade de meros na cadeia: Homopolímero

Classificação dos Polímeros

Variedade de meros na cadeia:

Homopolímero

Classificação dos Polímeros Variedade de meros na cadeia: Homopolímero
Copolímero Polímero com duas ou mais unidades repetitivas
Copolímero Polímero com duas ou mais unidades repetitivas
Copolímero Polímero com duas ou mais unidades repetitivas
Copolímero Polímero com duas ou mais unidades repetitivas

Copolímero

Polímero com duas ou mais unidades repetitivas

Copolímero Polímero com duas ou mais unidades repetitivas
Copolímero aleatório ou randômico

Copolímero aleatório ou randômico

Copolímero aleatório ou randômico
Copolímero aleatório ou randômico
Copolímero aleatório ou randômico
Copolímero Graftizado ou Enxertado
Copolímero Graftizado ou Enxertado
Copolímero Graftizado ou Enxertado
Copolímero Graftizado ou Enxertado

Copolímero Graftizado ou Enxertado

Copolímero Graftizado ou Enxertado
 Exemplo de copolímeros: ABS (terpolímero de acrilonitrila, butadieno estireno) – muito utilizado na
 Exemplo de copolímeros: ABS (terpolímero de acrilonitrila, butadieno estireno) – muito utilizado na

Exemplo de copolímeros:

ABS (terpolímero de acrilonitrila,

butadieno estireno) muito

utilizado na indústria automobilística (peças sujeitas a grandes esforços mecânicos)

(peças sujeitas a grandes esforços mecânicos) SAN (copolímero de estireno acrilonitrila) – peças de
(peças sujeitas a grandes esforços mecânicos) SAN (copolímero de estireno acrilonitrila) – peças de
(peças sujeitas a grandes esforços mecânicos) SAN (copolímero de estireno acrilonitrila) – peças de

SAN (copolímero de estireno acrilonitrila) peças de alta transparência e que pode entrar em contato com alimentos (copos de

liquidificadores, partes internas de

refrigerador)

 Blenda polimérica ou mistura mecânica: Mistura física de polímeros, sem ocorrer reação química intencional.
 Blenda polimérica ou mistura mecânica: Mistura física de polímeros, sem ocorrer reação química intencional.
 Blenda polimérica ou mistura mecânica: Mistura física de polímeros, sem ocorrer reação química intencional.
 Blenda polimérica ou mistura mecânica: Mistura física de polímeros, sem ocorrer reação química intencional.

Blenda polimérica ou mistura mecânica: Mistura física de polímeros, sem ocorrer reação química

intencional. A interação que ocorre entre os polímeros é normalmente secundária.

que ocorre entre os polímeros é normalmente secundária. Noryl – PPO/PS Indústria automobilística –

Noryl PPO/PS Indústria automobilística painéis de

instrumentos, nos consoles, nos

alojamentos para alto-falantes e grade do ventilador

automobilística – painéis de instrumentos, nos consoles, nos alojamentos para alto-falantes e grade do ventilador
Tipos de Polimerização - Mecanismo Polimerização por etapas - o monômero é consumido logo nos
Tipos de Polimerização - Mecanismo Polimerização por etapas - o monômero é consumido logo nos
Tipos de Polimerização - Mecanismo Polimerização por etapas - o monômero é consumido logo nos
Tipos de Polimerização - Mecanismo Polimerização por etapas - o monômero é consumido logo nos

Tipos de Polimerização - Mecanismo

Polimerização por etapas - o monômero é consumido logo nos momentos

iniciais, formando-se dímeros, trímeros, até que se obtêm cadeias poliméricas.

trímeros, até que se obtêm cadeias poliméricas. Polimerização em cadeia - há formação de longas

Polimerização em cadeia - há formação de longas cadeias logo nos

instantes iniciais. Ao longo do tempo o número de cadeias vai aumentando,

porém o monômero nunca chega a ser completamente consumido.

Ao longo do tempo o número de cadeias vai aumentando, porém o monômero nunca chega a
Reações de Polimerização  Polimerização por condensação: Neste processo, as reações químicas

Reações de Polimerização

Polimerização por condensação: Neste processo, as reações químicas intermoleculares ocorrem por etapas.

Formação de polímeros a partir de um único tipo de monômero ou de dois

monômeros diferentes, com liberação de uma molécula pequena (H2O ou

NH3, por exemplo). O tipo de estrutura do polímero formado (linear, tridimensional) é de grande importância para a funcionalidade dele.

Características:

A composição percentual é diferente da apresentada pelo monômero que lhe deu origem. O polímero contem grupos funcionais na cadeia.

Suas etapas de iniciação, propagação e terminação não possuem

diferenças, ou seja, se processam com a mesma velocidade e com o mesmo tipo de reação.

Velocidades de reação são lentas. Longos tempos de reação para altas

conversões.

Monômeros bifuncionais: cadeias lineares Monômeros trifuncionais: cadeias tridimensionais.
Monômeros bifuncionais: cadeias lineares Monômeros trifuncionais: cadeias tridimensionais.

Monômeros bifuncionais: cadeias lineares

Monômeros trifuncionais: cadeias tridimensionais.

Monômeros bifuncionais: cadeias lineares Monômeros trifuncionais: cadeias tridimensionais.
Esse processo se repete sucessivamente, produzindo, neste caso, uma molécula linear e um subproduto de
Esse processo se repete sucessivamente, produzindo, neste caso, uma molécula linear e um subproduto de
Esse processo se repete sucessivamente, produzindo, neste caso, uma molécula linear e um subproduto de
Esse processo se repete sucessivamente, produzindo, neste caso, uma molécula linear e um subproduto de
Esse processo se repete sucessivamente, produzindo, neste caso, uma molécula linear e um subproduto de

Esse processo se repete sucessivamente, produzindo, neste

caso, uma molécula linear e um subproduto de peso

molecular pequeno.

Reação de formação de um poliéster por polimerização por condensação Esquema da reação de formação
Reação de formação de um poliéster por polimerização por condensação Esquema da reação de formação

Reação de formação de um poliéster por polimerização por condensação

de um poliéster por polimerização por condensação Esquema da reação de formação de uma poliamida por

Esquema da reação de formação de uma poliamida por polimerização por condensação

de uma poliamida por polimerização por condensação Reação de formação de um poliuretano por polimerização

Reação de formação de um poliuretano por polimerização por condensação

Reação em Etapas – Controle da massa molar Massa molar alta • Material pode apresentar

Reação em Etapas Controle da massa molar

Massa molar alta

Material pode apresentar difícil processamento

Massa molar baixa

Produto final pode não apresentar as propriedades desejadas

Principais controles:

Alta massa molar

Pureza dos reagentes

Quantidades equimolares Baixa massa molar

Excesso de um dos reagentes

Adição de monômero monofuncional

Exemplos de polímeros de condensação:
Exemplos de polímeros de condensação:

Exemplos de polímeros de condensação:

Exemplos de polímeros de condensação:
Reações de Polimerização  Polimerização por adição (em cadeia): O mecanismo da reação de polimerização

Reações de Polimerização

Polimerização por adição (em cadeia): O mecanismo da reação de polimerização é baseado nas etapas de iniciação, propagação e terminação, onde as reações de iniciação

ocorrem ativadas por agentes químicos (iniciadores), radiação

(UV e raios gama) e catalisadores. Pode ser composto por radicais livres, cátions e ânions. Ex: PE, PP, PS, etc.

Os polímeros de adição obtêm-se a partir de monômeros que contêm uma ou várias duplas ligações.

O resultado da polimerização de uma só classe de monômeros é um

homopolímero.

No caso em que se polimerizam juntos, dois monômeros distintos, obtém-se um copolímero.

Formam polímeros com unidades repetitivas de fórmula molecular idêntica

ao monômero de partida.

Polimerização por adição Radicalar Coordenação Catiônica Aniônica
Polimerização por adição Radicalar Coordenação Catiônica Aniônica
Polimerização por adição Radicalar Coordenação Catiônica Aniônica
Polimerização por adição Radicalar Coordenação Catiônica Aniônica

Polimerização por adição

Radicalar Coordenação Catiônica Aniônica
Radicalar
Coordenação
Catiônica
Aniônica
Um iniciador eficaz deverá ser uma molécula que, quando sujeita, por exemplo, a uma elevada
Um iniciador eficaz deverá ser uma molécula que, quando sujeita, por exemplo, a uma elevada
Um iniciador eficaz deverá ser uma molécula que, quando sujeita, por exemplo, a uma elevada
Um iniciador eficaz deverá ser uma molécula que, quando sujeita, por exemplo, a uma elevada
Um iniciador eficaz deverá ser uma molécula que, quando sujeita, por exemplo, a uma elevada

Um iniciador eficaz

deverá ser uma

molécula que, quando sujeita, por exemplo, a uma elevada temperatura ou a

radiação

electromagnética, sofra

cisão homolítica, produzindo radicais mais reativos que os monômeros.

Finalmente ocorre a terminação da polimerização que consiste na interrupção do crescimento da cadeia e
Finalmente ocorre a terminação da polimerização que consiste na interrupção do crescimento da cadeia e
Finalmente ocorre a terminação da polimerização que consiste na interrupção do crescimento da cadeia e
Finalmente ocorre a terminação da polimerização que consiste na interrupção do crescimento da cadeia e

Finalmente ocorre a terminação da polimerização que consiste na interrupção do

crescimento da cadeia e pode ser por:

(a)

Combinação bimolecular de cadeias em crescimento;

(b)

Desproporcionamento, através de transferência de átomos de hidrogênio de

uma cadeia em crescimento para outra;

(c) Transferência de cadeia, através da transferência de átomos de hidrogênio ou

outro elemento, proveniente do solvente, monômero, iniciador, polímero

acabado ou de outra molécula estranha à cadeia em crescimento;

(d) Combinação de dois ou mais dos processos acima citados.

Terminação por combinação:

Terminação por desproporcionamento:
Terminação por desproporcionamento:
Terminação por desproporcionamento:
Terminação por desproporcionamento:

Terminação por desproporcionamento:

Terminação por desproporcionamento:
A formação dos radicais pode ocorrer a partir dos próprios monômeros, por exemplo, o estireno,
A formação dos radicais pode ocorrer a partir dos próprios monômeros, por exemplo, o estireno,
A formação dos radicais pode ocorrer a partir dos próprios monômeros, por exemplo, o estireno,
A formação dos radicais pode ocorrer a partir dos próprios monômeros, por exemplo, o estireno,

A formação dos radicais pode ocorrer a partir dos próprios monômeros, por exemplo, o estireno, quando aquecido, pode sofrer a seguinte reação. Exemplo: Poliestireno

pode sofrer a seguinte reação. Exemplo: Poliestireno Formação de radicais livres a partir do monômero de

Formação de radicais livres a partir do monômero de estireno

Passo de propagação da

polimerização do poliestireno

Passo de propagação da polimerização do poliestireno Esquema da fase de terminação da polimerização do
Passo de propagação da polimerização do poliestireno Esquema da fase de terminação da polimerização do

Esquema da fase de terminação da polimerização do polietileno (combinação de dois macroradicais)

Esquema da fase de terminação da

polimerização do polietileno (desproporcionamento)

de dois macroradicais) Esquema da fase de terminação da polimerização do polietileno (desproporcionamento)
A massa molecular do polímero pode ser controlada por um processo denominado transferência de cadeia
A massa molecular do polímero pode ser controlada por um processo denominado transferência de cadeia
A massa molecular do polímero pode ser controlada por um processo denominado transferência de cadeia
A massa molecular do polímero pode ser controlada por um processo denominado transferência de cadeia

A massa molecular do polímero pode ser controlada por um processo denominado transferência de cadeia

por um processo denominado transferência de cadeia É importante notar que o radical livre não é

É importante notar que o radical livre não é destruído na reação, ele é meramente transferido. Se a espécie formada for suficiente mente ativa ela dará início a uma outra cadeia polimérica em crescimento.

Transferência de cadeia 1. Reação entre um radical de uma cadeia em crescimento e outra
Transferência de cadeia 1. Reação entre um radical de uma cadeia em crescimento e outra
Transferência de cadeia 1. Reação entre um radical de uma cadeia em crescimento e outra
Transferência de cadeia 1. Reação entre um radical de uma cadeia em crescimento e outra

Transferência de cadeia

1. Reação entre um radical de uma cadeia em crescimento e outra cadeia de

polímero:

Transferência de cadeia 1. Reação entre um radical de uma cadeia em crescimento e outra cadeia
2. Reação de transferência para o iniciador: 3. Reação de transferência para o solvente:
2. Reação de transferência para o iniciador: 3. Reação de transferência para o solvente:
2. Reação de transferência para o iniciador: 3. Reação de transferência para o solvente:
2. Reação de transferência para o iniciador: 3. Reação de transferência para o solvente:

2. Reação de transferência para o iniciador:

2. Reação de transferência para o iniciador: 3. Reação de transferência para o solvente:

3. Reação de transferência para o solvente:

2. Reação de transferência para o iniciador: 3. Reação de transferência para o solvente:
4. Reação de transferência para um agente de transferência: 5. Reação de transferência para o
4. Reação de transferência para um agente de transferência: 5. Reação de transferência para o
4. Reação de transferência para um agente de transferência: 5. Reação de transferência para o
4. Reação de transferência para um agente de transferência: 5. Reação de transferência para o

4. Reação de transferência para um agente de transferência:

Reação de transferência para um agente de transferência: 5. Reação de transferência para o monômero:

5. Reação de transferência para o monômero: auto-inibição pelo monômero

Radical alílico
Radical alílico

Impede a formação de PP com elevado peso molecular.

Efeito da auto-aceleração Este efeito deve-se ao aumento de viscosidade do meio: à medida que
Efeito da auto-aceleração Este efeito deve-se ao aumento de viscosidade do meio: à medida que
Efeito da auto-aceleração Este efeito deve-se ao aumento de viscosidade do meio: à medida que
Efeito da auto-aceleração Este efeito deve-se ao aumento de viscosidade do meio: à medida que

Efeito da auto-aceleração

Este efeito deve-se ao aumento de viscosidade do meio: à medida que se

dá a polimerização, a viscosidade do meio aumenta, o que diminui a velocidade das reações de terminação. Como o monômero tem massa molecular pequena, a sua mobilidade será muito superior à das cadeias de

polímero em crescimento. Por isso é mais provável adicionar uma nova

unidade a uma molécula em crescimento do que terminá-la.

em crescimento. Por isso é mais provável adicionar uma nova unidade a uma molécula em crescimento
em crescimento. Por isso é mais provável adicionar uma nova unidade a uma molécula em crescimento
Polimerização Estereoespecífica - Coordenação
Polimerização Estereoespecífica - Coordenação
Polimerização Estereoespecífica - Coordenação
Polimerização Estereoespecífica - Coordenação

Polimerização Estereoespecífica - Coordenação

Polimerização Estereoespecífica - Coordenação
Polimerização Estereoespecífica - Coordenação
Polimerização por coordenação:
Polimerização por coordenação:

Polimerização por coordenação:

Polimerização por coordenação:
Iniciação:  O monômero se coordena com átomo de Ti.  Possivelmente envolve interação entre
Iniciação:  O monômero se coordena com átomo de Ti.  Possivelmente envolve interação entre

Iniciação:

Iniciação:  O monômero se coordena com átomo de Ti.  Possivelmente envolve interação entre elétrons
Iniciação:  O monômero se coordena com átomo de Ti.  Possivelmente envolve interação entre elétrons
Iniciação:  O monômero se coordena com átomo de Ti.  Possivelmente envolve interação entre elétrons
Iniciação:  O monômero se coordena com átomo de Ti.  Possivelmente envolve interação entre elétrons
Iniciação:  O monômero se coordena com átomo de Ti.  Possivelmente envolve interação entre elétrons

O monômero se coordena com átomo de Ti.

Possivelmente envolve interação entre elétrons π do monômero e orbital d do

metal. T: 30 a 100°C P: 1 a 5 atm Não ocorre ramificação, sempre um grupo maior vai migrando e a cadeia

linearmente vai crescendo.

Forma α: Considerável importância comercial > valor de módulo e melhor resistência térmica. Forma β:
Forma α: Considerável importância comercial > valor de módulo e melhor resistência térmica. Forma β:
Forma α: Considerável importância comercial > valor de módulo e melhor resistência térmica. Forma β:
Forma α: Considerável importância comercial > valor de módulo e melhor resistência térmica. Forma β:

Forma α: Considerável

importância comercial > valor de módulo e melhor resistência térmica.

Forma β: > alongamento na ruptura < módulo elástico e

resistência à tração.

resistência térmica. Forma β: > alongamento na ruptura < módulo elástico e resistência à tração.
Adição – Polimerização Catiônica  Inicia em baixas temperaturas em solução (Ex: CH2Cl2).  Ácidos
Adição – Polimerização Catiônica  Inicia em baixas temperaturas em solução (Ex: CH2Cl2).  Ácidos
Adição – Polimerização Catiônica  Inicia em baixas temperaturas em solução (Ex: CH2Cl2).  Ácidos
Adição – Polimerização Catiônica  Inicia em baixas temperaturas em solução (Ex: CH2Cl2).  Ácidos

Adição Polimerização Catiônica

Inicia em baixas temperaturas em solução (Ex: CH2Cl2).

Ácidos fortes, como HClO4, ou ácido de Lewis na presença de um

co-catalisador (doador de próton, como por exemplo, H2O).

fortes, como HClO4, ou ácido de Lewis na presença de um co-catalisador (doador de próton, como
Catalisador: ácido de Lewis (BF3, AlCl3, AlBr3) em conjunto com um co- catalisador (normalmente água).
Catalisador: ácido de Lewis (BF3, AlCl3, AlBr3) em conjunto com um co- catalisador (normalmente água).
Catalisador: ácido de Lewis (BF3, AlCl3, AlBr3) em conjunto com um co- catalisador (normalmente água).
Catalisador: ácido de Lewis (BF3, AlCl3, AlBr3) em conjunto com um co- catalisador (normalmente água).

Catalisador: ácido de Lewis (BF3, AlCl3, AlBr3) em conjunto com um co-

catalisador (normalmente água).

Formação de um complexo catalisador-cocatalisador.

Velocidade depende do tipo de contra-íon, solvente, temperatura e

estrutura do monômero

Velocidade depende do tipo de contra-íon, solvente, temperatura e estrutura do monômero Contra-íon

Contra-íon

Adição – Polimerização Aniônica Polimerização pelo ataque direto de uma base na presença de solvente
Adição – Polimerização Aniônica Polimerização pelo ataque direto de uma base na presença de solvente
Adição – Polimerização Aniônica Polimerização pelo ataque direto de uma base na presença de solvente
Adição – Polimerização Aniônica Polimerização pelo ataque direto de uma base na presença de solvente

Adição Polimerização Aniônica

Polimerização pelo ataque direto de uma base na presença de solvente

BuLi Butil Lítio

Polimerização Aniônica Polimerização pelo ataque direto de uma base na presença de solvente BuLi – Butil
Catalisador: base de Lewis (KNH2) na presença de amônio
Catalisador: base de Lewis (KNH2) na presença de amônio
Catalisador: base de Lewis (KNH2) na presença de amônio
Catalisador: base de Lewis (KNH2) na presença de amônio

Catalisador: base de Lewis (KNH2) na presença de amônio

Catalisador: base de Lewis (KNH2) na presença de amônio
Polimerização aniônica viva Cadeias se formam ao mesmo tempo; Distribuição de peso molecular estreita; Formação
Polimerização aniônica viva Cadeias se formam ao mesmo tempo; Distribuição de peso molecular estreita; Formação
Polimerização aniônica viva Cadeias se formam ao mesmo tempo; Distribuição de peso molecular estreita; Formação
Polimerização aniônica viva Cadeias se formam ao mesmo tempo; Distribuição de peso molecular estreita; Formação

Polimerização aniônica viva

Polimerização aniônica viva Cadeias se formam ao mesmo tempo; Distribuição de peso molecular estreita; Formação

Cadeias se formam ao mesmo tempo;

Distribuição de peso molecular estreita;

Formação de polímeros em bloco.

Inibidores e Retardadores Inibidores x retardadores de polimerização: as reações em cadeia podem sofrer reações
Inibidores e Retardadores Inibidores x retardadores de polimerização: as reações em cadeia podem sofrer reações
Inibidores e Retardadores Inibidores x retardadores de polimerização: as reações em cadeia podem sofrer reações
Inibidores e Retardadores Inibidores x retardadores de polimerização: as reações em cadeia podem sofrer reações

Inibidores e Retardadores

Inibidores x retardadores de polimerização: as reações em cadeia podem sofrer reações de inibição ou retardamento.

A inibição é caracterizada por um período de indução, durante o qual não há a formação do

polímero. Efetivos durante a

armazenagem do monômero. Exemplo: hidroquinona, p-t- butil-catecol, Cu, S, etc

Os retardadores fazem com que a velocidade total da reação seja reduzida e também o

comprimento médio das cadeias.

Ex: nitrobenzeno.

fazem com que a velocidade total da reação seja reduzida e também o comprimento médio das
Exemplos de polímeros de adição
Exemplos de polímeros de adição
Exemplos de polímeros de adição
Exemplos de polímeros de adição

Exemplos de polímeros de adição

Exemplos de polímeros de adição
Propriedades – Massa Molar Os polímeros não são homogêneos; contém mistura de moléculas, de massas

Propriedades Massa Molar

Os polímeros não são homogêneos; contém mistura de moléculas, de

massas variados. Consequências:

Pesos moleculares médios Distribuição de massa molares - polidispersão

de massas variados. Consequências:  Pesos moleculares médios  Distribuição de massa molares - polidispersão
de massas variados. Consequências:  Pesos moleculares médios  Distribuição de massa molares - polidispersão
Propriedades – Massa Molar  Distribuição da massa molar

Propriedades Massa Molar

Distribuição da massa molar

Propriedades – Massa Molar  Distribuição da massa molar
Propriedades – Massa Molar  Distribuição da massa molar
Propriedades – Massa Molar  Distribuição da massa molar
Propriedades – Massa Molar  Distribuição da massa molar
Propriedades – Massa Molar  Distribuição da massa molar
Polidispersão
Polidispersão
Polidispersão
Polidispersão

Polidispersão

Polidispersão
Propriedades – Massa Molar Tipo de cromatografia liquida em que as colunas são empacotadas com
Propriedades – Massa Molar Tipo de cromatografia liquida em que as colunas são empacotadas com
Propriedades – Massa Molar Tipo de cromatografia liquida em que as colunas são empacotadas com

Propriedades Massa Molar

Tipo de cromatografia liquida em que as colunas são empacotadas com partículas porosas (géis). As moléculas menores podem penetrar em uma quantidade maior de poros, enquanto que as maiores apenas em alguns, tendo assim diferentes tempos de percolação na coluna. Assim, são separadas por tamanho.

as maiores apenas em alguns, tendo assim diferentes tempos de percolação na coluna. Assim, são separadas
as maiores apenas em alguns, tendo assim diferentes tempos de percolação na coluna. Assim, são separadas
Propriedades estruturais  As moléculas estão orientadas aleatoriamente e estão entrelaçadas.  Os polímeros
Propriedades estruturais  As moléculas estão orientadas aleatoriamente e estão entrelaçadas.  Os polímeros

Propriedades estruturais

Propriedades estruturais  As moléculas estão orientadas aleatoriamente e estão entrelaçadas.  Os polímeros

As moléculas estão orientadas aleatoriamente e estão entrelaçadas. Os polímeros amorfos são, geralmente, transparentes.

 Os polímeros amorfos são, geralmente, transparentes.  As moléculas exibem um empacotamento regular, ordenado,

As moléculas exibem um empacotamento regular, ordenado, em determinadas regiões.

Como pode ser esperado, este comportamento é mais comum em

polímeros lineares, devido a sua estrutura regular. Devido às fortes interações intermoleculares, os polímeros semicristalinos são mais duros e resistentes; Como as regiões cristalinas espalham a luz, estes polímeros são mais opacos. O surgimento de regiões cristalinas pode, ainda, ser induzido por um "estiramento" das fibras, no sentido de alinhar as moléculas.

Propriedades estruturais
Propriedades estruturais

Propriedades estruturais

Propriedades estruturais
Propriedades estruturais Tg: Temperatura de transição vítrea Tm: Temperatura de fusão cristalina
Propriedades estruturais Tg: Temperatura de transição vítrea Tm: Temperatura de fusão cristalina
Propriedades estruturais Tg: Temperatura de transição vítrea Tm: Temperatura de fusão cristalina
Propriedades estruturais Tg: Temperatura de transição vítrea Tm: Temperatura de fusão cristalina

Propriedades estruturais

Propriedades estruturais Tg: Temperatura de transição vítrea Tm: Temperatura de fusão cristalina

Tg: Temperatura de transição vítrea

Tm: Temperatura de fusão cristalina

Propriedades estruturais Tg: Temperatura de transição vítrea Tm: Temperatura de fusão cristalina
Propriedades dos plásticos predominantemente Amorfo • Estabilidade dimensional; • Baixa contração de moldagem;
Propriedades dos plásticos predominantemente Amorfo • Estabilidade dimensional; • Baixa contração de moldagem;

Propriedades dos plásticos predominantemente

Amorfo • Estabilidade dimensional; • Baixa contração de moldagem; • Ótima resistência à fluência e
Amorfo
• Estabilidade dimensional;
• Baixa contração de
moldagem;
• Ótima resistência à
fluência e transparência.
• Maior flexibilidade, maciez
e elasticidade.
Semicristalino • Ótima resistência química; • Contração de moldagem alta; • Apresentam pós-contração;
Semicristalino
• Ótima resistência química;
• Contração de moldagem
alta;
• Apresentam pós-contração;
• São higroscópicos;
• Maior tendência a
deformações;
• Menor viscosidade no
estado fundido.

Quanto maior a cristalinidade: maior a densidade, maior a rigidez, maior

resistência mecânica, maior a resistência à solventes, maior o ponto de amolecimento, menor a flexibilidade e maciez.

 Fusão cristalina (Tm): A temperatura de fusão cristalina, Tm é aquela em que as
 Fusão cristalina (Tm): A temperatura de fusão cristalina, Tm é aquela em que as
 Fusão cristalina (Tm): A temperatura de fusão cristalina, Tm é aquela em que as

Fusão cristalina (Tm): A temperatura de fusão cristalina, Tm é aquela em que as regiões ordenadas do polímero, isto é os cristalitos e esferulitos se desagregam e fundem. Envolve mudança de estado e está associada a regiões cristalinas. É relativamente alta em polímeros de alta cristalinidade, comparativamente com os

polímeros de alta cristalinidade, comparativamente com os amorfos. Nos termoplásticos a Tm máxima é 300ºC; os
polímeros de alta cristalinidade, comparativamente com os amorfos. Nos termoplásticos a Tm máxima é 300ºC; os
polímeros de alta cristalinidade, comparativamente com os amorfos. Nos termoplásticos a Tm máxima é 300ºC; os

amorfos. Nos termoplásticos a Tm

máxima é 300ºC; os termorrígidos não apresentam fusão, porém sofrem carbonização por aquecimento.

Transição vítrea (Tg): Está associada às regiões amorfas dos polímeros. A transição representa a temperatura em que há mobilidade das cadeias moleculares. Abaixo da Tg desaparece a

A temperatura de transição vítrea depende da flexibilidade das cadeias e da

possibilidade de sofrerem rotação.

Se T>Tg - alta mobilidade das cadeias Se T<Tg - baixa mobilidade das cadeias

mobilidade das cadeias e o material

torna-se rígido. Ramificações nas cadeias aumentam a mobilidade e assim abaixam

a Tg.

Copolimerização  Envolve a presença de pelo dois monômeros na reação de polimerização;  Copolímero
Copolimerização  Envolve a presença de pelo dois monômeros na reação de polimerização;  Copolímero

Copolimerização

Envolve a presença de pelo dois monômeros na reação de

polimerização;

Copolímero pode ser obtido por iniciação radicalar ou iônica;

Composição flutuante a quantidade de monômero incorporado pode variar durante o curso da polimerização;

Composição do copolímero depende essencialmente da

reatividade relativa dos monômeros e não necessariamente

da carga de monômeros.

Copolimerização TIPOS DE COPOLÍMEROS:  Sistema homogêneo → monômeros tem afinidade: copolímero aleatório e
Copolimerização TIPOS DE COPOLÍMEROS:  Sistema homogêneo → monômeros tem afinidade: copolímero aleatório e

Copolimerização

TIPOS DE COPOLÍMEROS:

Sistema homogêneo monômeros tem afinidade:

copolímero aleatório e copolímero alternado;

Sistema heterogêneo monômero não tem afinidade:

copolímero em bloco, enxertado ou graftizado e copolímero contendo estereobloco.

Copolimerização A copolimerização de dois monômeros conduz a dois tipos de espécies propagantes: M1* e
Copolimerização A copolimerização de dois monômeros conduz a dois tipos de espécies propagantes: M1* e

Copolimerização

A copolimerização de dois monômeros conduz a dois tipos de espécies

propagantes: M1* e M2*. Assumindo que a reatividade da espécie propagante é dependente apenas da unidade monomérica no final cadeia, existem 4 possibilidades para o

consumo dos monômeros:

é dependente apenas da unidade monomérica no final cadeia, existem 4 possibilidades para o consumo dos
Copolimerização  Equações que descrevem o desaparecimento dos monômeros:
Copolimerização  Equações que descrevem o desaparecimento dos monômeros:

Copolimerização

Equações que descrevem o desaparecimento dos monômeros:

Copolimerização  Equações que descrevem o desaparecimento dos monômeros:
Copolimerização Dividindo-se as equações anteriores, obtêm-se a razão das velocidades de entrada de ambos os
Copolimerização Dividindo-se as equações anteriores, obtêm-se a razão das velocidades de entrada de ambos os

Copolimerização

Dividindo-se as equações anteriores, obtêm-se a razão das velocidades

de entrada de ambos os monômeros no copolímero composição do copolímero:

monômeros no copolímero → composição do copolímero: Considerando que [M1*] e [M2*] são difíceis de determinar,

Considerando que [M1*] e [M2*] são difíceis de determinar, assume-se

que no estado estacionário a concentração de M1* e M2* é constante, e

rearranjando a equação anterior tem-se:

estacionário a concentração de M1* e M2* é constante, e rearranjando a equação anterior tem-se: Estado

Estado Estacionário

Dividindo-se ambos os termos da equação anterior por K21[M2*][M1*] e combinando os resultado com os
Dividindo-se ambos os termos da equação anterior por K21[M2*][M1*] e combinando os resultado com os
Dividindo-se ambos os termos da equação anterior por K21[M2*][M1*] e combinando os resultado com os
Dividindo-se ambos os termos da equação anterior por K21[M2*][M1*] e combinando os resultado com os

Dividindo-se ambos os termos da equação anterior por K21[M2*][M1*] e

combinando os resultado com os parâmetros r1 e r2 obtêm-se:

os resultado com os parâmetros r1 e r2 obtêm-se: A equação de copolimerização pode ser expressa
os resultado com os parâmetros r1 e r2 obtêm-se: A equação de copolimerização pode ser expressa

A equação de copolimerização pode ser expressa em função da fração molar

dos monômeros na carga (f1 e f2) e no copolímero (F1 e F2):

pode ser expressa em função da fração molar dos monômeros na carga (f1 e f2) e
pode ser expressa em função da fração molar dos monômeros na carga (f1 e f2) e
Determinação das razões de reatividade:  Método de tentativas e erros;  Método de Mayo
Determinação das razões de reatividade:  Método de tentativas e erros;  Método de Mayo

Determinação das razões de reatividade:

Método de tentativas e erros; Método de Mayo e Lewis; Método de Finemann e Ross.

Equação de Finemann e Ross:

de tentativas e erros;  Método de Mayo e Lewis;  Método de Finemann e Ross.
Copolimerização As razões de reatividade entre os monômeros pode gerar diferentes tipos de copolímeros: 
Copolimerização As razões de reatividade entre os monômeros pode gerar diferentes tipos de copolímeros: 

Copolimerização

As razões de reatividade entre os monômeros pode gerar diferentes tipos de copolímeros:

r1r2=1:

polimerização ideal copolímero aleatório;

no caso em que r1 = r2 = 1, copolímero tem a mesma composição da carga com distribuição

aleatória dos monômeros na cadeia do

copolímero;

no caso em que r1 >1 e r2 <1, r1 <1 e r2>1 copolímero terá proporção maior de um determinado

monômero.

Copolimerização Exemplos: Etileno/acetato de vinila (0,79/1,4) - r1r2= 1,106 – copolímero aleatório;
Copolimerização Exemplos: Etileno/acetato de vinila (0,79/1,4) - r1r2= 1,106 – copolímero aleatório;
Copolimerização Exemplos: Etileno/acetato de vinila (0,79/1,4) - r1r2= 1,106 – copolímero aleatório;
Copolimerização Exemplos: Etileno/acetato de vinila (0,79/1,4) - r1r2= 1,106 – copolímero aleatório;

Copolimerização

Exemplos:

Etileno/acetato de vinila (0,79/1,4) - r1r2= 1,106 copolímero aleatório;

Etileno/acrilato de butila (0,01/14) - r1r2= 0,14 copolímero alternado;

Acetato de vinila/cloreto de vinila (0,24/1,8) - r1r2= 0,43 copolímero aleatório e/ou alternado;

Metacrilato de metila/estireno (0,46/0,52) - r1r2= 0,239 - copolímero aleatório e/ou alternado;

1,3 butadieno/estireno (1,4/0,58) - r1r2= 0,8 copolímero aleatório

Técnicas de polimerização Principais técnicas das polimerizações em etapas: Polimerização em massa Polimerização
Técnicas de polimerização Principais técnicas das polimerizações em etapas: Polimerização em massa Polimerização
Técnicas de polimerização Principais técnicas das polimerizações em etapas: Polimerização em massa Polimerização
Técnicas de polimerização Principais técnicas das polimerizações em etapas: Polimerização em massa Polimerização

Técnicas de polimerização

Principais técnicas das polimerizações em etapas:

Polimerização em massa
Polimerização em massa
Polimerização em solução
Polimerização em solução
Polimerização interfacial
Polimerização interfacial
Polimerização em etapas Massa:  Processo simples: Reagentes e catalisador;  Simples separação do produto;
Polimerização em etapas Massa:  Processo simples: Reagentes e catalisador;  Simples separação do produto;

Polimerização em etapas

Massa:

Processo simples: Reagentes e catalisador;

Simples separação do produto;

Pequena contaminação;

Fácil controle térmico.

Solução:

Reagentes, catalisador e solvente;

Solubilização de reagentes;

Emprego de temperaturas reacionais mais elevadas;

 Polimerização interfacial Ocorre quando a reação é conduzida na interface de dois solventes, cada
 Polimerização interfacial Ocorre quando a reação é conduzida na interface de dois solventes, cada
 Polimerização interfacial Ocorre quando a reação é conduzida na interface de dois solventes, cada
 Polimerização interfacial Ocorre quando a reação é conduzida na interface de dois solventes, cada

Polimerização interfacial

Ocorre quando a reação é conduzida na interface de dois solventes, cada um contendo um dos monômeros. Altas MMs podem ser obtidas usando-se essa

técnica, e o polímero removido pelo estiramento lento e contínuo do filme

que se forma entre as duas camadas liquidas. A reação de uma diamina solúvel em água com um cloreto de diácido na fase orgânica é um exemplo típico em que essa técnica pode ser aplicada.

Reação a temperaturas mais baixas;

Pureza dos reagentes não é tão

importante; Estequiometria existe automaticamente na interface;

Produto final na forma de fibras ou

filmes.

Alto custo do cloreto de diácido

(+ reativo); Grande quantidade de solvente utilizado/recuperado;

Pouco utilizado na indústria.

Polimerização Interfacial
Polimerização Interfacial
Polimerização Interfacial

Polimerização Interfacial

Técnicas de polimerização Quatro técnicas principais via radicalar: Polimerização em massa (homogênea)

Técnicas de polimerização

Quatro técnicas principais via radicalar:

Polimerização em massa (homogênea) Polimerização em solução (homogênea) Polimerização em suspensão
Polimerização em massa (homogênea)
Polimerização em solução (homogênea)
Polimerização em suspensão (heterogênea)
Polimerização em emulsão (heterogênea)
Polimerização em massa  Processo simples. Mistura reacional contém apenas monômero e iniciador;  Reação
Polimerização em massa  Processo simples. Mistura reacional contém apenas monômero e iniciador;  Reação

Polimerização em massa

Processo simples. Mistura reacional contém apenas monômero e iniciador;

Reação muito exotérmica. Formação de pontos quentes quando a remoção de calor é ineficiente;

Em meios altamente viscosos ocorre a auto-aceleração

Difícil controle da reação- conversão dos monômeros

é impedida;

Solução: Pré-polimerização com baixa conversão sob condições

facilmente controladas

Após a pré-polimerização a massa é transferida para o molde, com riscos menores. A polimerização

Após a pré-polimerização a massa é transferida para o molde, com riscos menores. A polimerização termina no molde com o próprio calor do sistema.

• Sistema é simples e não requer etapa de purificação; • O polímero é obtido
• Sistema é simples e não requer
etapa de purificação;
• O polímero é obtido puro e
grandes peças podem ser
moldadas diretamente;
• Polímeros de massa molar
muito altas;
• Ausência de solventes
orgânicos.
Vantagens
• Difícil controle térmico para reações de polimerização em cadeia; • Limitações no formato da
• Difícil controle térmico para
reações de polimerização em
cadeia;
• Limitações no formato da peça
(contração);
Desvantagens
Polimerização em massa  Aplicações: Produção de placas acrílicas, produzidas por vazamento (“ Casting ”)
Polimerização em massa  Aplicações: Produção de placas acrílicas, produzidas por vazamento (“ Casting ”)

Polimerização em massa

Aplicações:

Produção de placas acrílicas, produzidas por vazamento (“Casting”) – Poli(metacrilato de

metila)

Claridade ótica e ausência de contaminantes nas

placas.

(“ Casting ”) – Poli(metacrilato de metila)  Claridade ótica e ausência de contaminantes nas placas.
Polimerização em solução  Solvente atua como diluente, auxiliando na dissipação do calor de polimerização;
Polimerização em solução  Solvente atua como diluente, auxiliando na dissipação do calor de polimerização;

Polimerização em solução

Solvente atua como diluente, auxiliando na dissipação do calor de polimerização; Solvente também permite uma agitação mais fácil Viscosidade mais baixa;

Melhor controle térmico, comparado com a

polimerização em massa;

Cuidados com a transferência de cadeia Solvente (Menor massa molar).

Exemplos: Etileno, acetato de vinila, acrilonitrila

Polimerização em solução  Polímero solúvel no solvente: Recuperação do polímero na forma de pó

Polimerização em solução

Polímero solúvel no solvente: Recuperação do polímero na

forma de pó ou pellets.

Polímeros insolúvel no solvente: Polimerização em lama

Polímero precipita Separação por filtração.

Exemplo: Acrilonitrila

Solvente água

Polimerização torna-se rapidamente heterogênea Poliacrilonitrila precipita como um pó fino (insolúvel na água)

Polimerização pipoca (“popcorn”): nódulos rígidos entopem linhas

de alimentação.

 Separação polímero-solvente: Tanque contendo não-solvente (volume de não solvente de 8 a 10x o
 Separação polímero-solvente: Tanque contendo não-solvente (volume de não solvente de 8 a 10x o

Separação polímero-solvente:

Tanque contendo não-solvente (volume de não solvente de 8 a 10x o volume da solução). Gotejamento da solução sob agitação.

• Fácil controle térmico; • Controle da agitação não é rígido; • Forma do polímero
• Fácil controle térmico;
• Controle da agitação não é
rígido;
• Forma do polímero final
pode ser usada em
qualquer aplicação.
Vantagens
• Utilização de solvente.Transferência para o solvente. Recuperação do solvente • Presença de várias etapas
• Utilização de
solvente.Transferência para
o solvente. Recuperação do
solvente
• Presença de várias etapas
no processo (polimerização
–precipitação – filtração-
lavagem-secagem).
Desvantagens
Fluxograma simplificado do processo de produção de polietileno em solução e a alta pressão. Fluxograma
Fluxograma simplificado do processo de produção de polietileno em solução e a alta pressão. Fluxograma
Fluxograma simplificado do processo de produção de polietileno em solução e a alta pressão. Fluxograma
Fluxograma simplificado do processo de produção de polietileno em solução e a alta pressão. Fluxograma

Fluxograma simplificado do processo de produção de polietileno em solução e a alta pressão.

Fluxograma esquemático da

Planta PEL. Polimerização em

Solução. a)Bomba de alimentação do reator; b) Reator; c) Pré-aquecedor; d) Adsorverdor do catalisador;

e)Separador de pressão

intermediária (IPS, Intermediate Pressure Separator); f) Separador de baixa pressão (LPS, Low Pressure Separator); g) Silo;

h) Trocador de calor (resfriador); i) Unidade de purificação de monômero. (Fonte: Quattor S/A)

Separator ); g) Silo; h) Trocador de calor (resfriador); i) Unidade de purificação de monômero. (Fonte:
Polimerização em suspensão  Conhecida como polimerização de contas, de pérolas ou granular – forma

Polimerização em suspensão

Conhecida como polimerização de contas, de pérolas ou granular

forma do produto final;

Necessidade de controle de problemas como a alta viscosidade e

inadequada transferência de calor;

Sistema:

Monômero;

Iniciador solúvel no monômero;

Solvente (no qual monômero, iniciador e polímero são insoluveis);

Estabilizante.

O monômero fica disperso na forma de gotas em uma segunda fase líquida, na qual monômero e polímero são insolúveis. O tamanho da gota de monômero fica na faixa de 0,01 0,5 cm de diâmetro.

Polimerização em suspensão Meio dispersante • Normalmente utiliza-se água como meio dispersante Vantagens: alta

Polimerização em suspensão

Meio dispersante
Meio dispersante

Normalmente utiliza-se água como meio dispersante Vantagens: alta tensão

superficial, baixo custo e toxidez, facilidade de transferência de calor.

Dispersão
Dispersão

Dispersão mantida por agitação mecânica e adição de estabilizantes.Fase aquosa é modificada pela ação de agentes de suspensão para manter as gotas de monômero dispersas e evitar a coalescência e aglomeração.

Estabilizantes
Estabilizantes

Aumentam a viscosidade do sistema (fase contínua) para evitar a difusão das gotículas, ajudando a obter gotas menores. Podem ser colóides protetores formados

a partir de polímeros orgânicos hidrofílicos: gelatina, metil celulose, poli(álcool

vinílico), poliacrilamida, amido

Iniciador
Iniciador

Os iniciadores são solúveis na gota de monômero: peróxidos orgânicos ou compostos azo.A quantidade de iniciador influencia tanto na velocidade de polimerização como no peso molecular do produto.

Polimerização em suspensão A agitação cisalha a fase orgânica, formando gotículas que ficam em suspensão

Polimerização em suspensão

A agitação cisalha a fase orgânica,

formando gotículas que ficam em

suspensão na fase aquosa. Quanto menores as gotas melhor o controle da temperatura, devido à maior área envolvida pelo solvente. Melhor dissipação do calor.

área envolvida pelo solvente. Melhor dissipação do calor. Reação ocorre totalmente dentro das gotas do monômero
área envolvida pelo solvente. Melhor dissipação do calor. Reação ocorre totalmente dentro das gotas do monômero

Reação ocorre totalmente dentro das gotas do monômero sem nenhuma transferência de material entre as gotas e a fase aquosa e entre as gotas entre si.

A reação se dá de forma equivalente à

polimerização em massa, mas em pequenas gotas dispersas em água.O produto é fácil de separar, formando-se partículas de 0.01-1mm.

O tamanho das partículas é determinado principalmente pela velocidade de agitação e pelo tipo e
O tamanho das partículas é determinado principalmente pela velocidade de agitação e pelo tipo e
O tamanho das partículas é determinado principalmente pela velocidade de agitação e pelo tipo e
O tamanho das partículas é determinado principalmente pela velocidade de agitação e pelo tipo e

O tamanho das partículas é determinado principalmente pela velocidade de

agitação e pelo tipo e concentração do agente de suspensão. Aplicação:

acetato de vinila, estireno, cloreto de vinila, clorotrifluoretileno, metacrilato de metila.

• Facilidade de transferência de calor – uniformidade das condições reacionais; • Baixo custo; •
• Facilidade de transferência
de calor – uniformidade das
condições reacionais;
• Baixo custo;
• Utilização direta das pérolas
de polímero em
equipamento de moldagem.
Vantagens
• Controle rígido da agitação; • Contaminação pelo agente de suspensão (estabilizante) na superfície do
• Controle rígido da agitação;
• Contaminação pelo agente
de suspensão
(estabilizante) na
superfície do polímero.
Desvantagens
Polimerização em emulsão  Sistema heterogêneo constituído por duas fases líquidas: fase dispersa ou interna

Polimerização em emulsão

Sistema heterogêneo constituído por duas fases líquidas: fase dispersa ou interna e fase dispersante ou externa.

Formado por um ou mais monômeros dispersos em meio aquoso, sob a

forma de gotículas estabilizadas por um agente tensoativo, que reduz a tensão interfacial entre as duas fases.

Processo tecnológico usado para preparar polímeros acrílicos, poli(cloreto de vinila), poli(acetato de vinila) e um grande número de copolímeros.

Difere do processo em suspensão em relação a:

Tamanho de partícula: 0,05 a 5µm de diâmetro

Iniciador: solúvel na fase aquosa

Polimerização em emulsão  Sistema:  Água;  Monômero – Pouco solúvel no solvente (água);

Polimerização em emulsão

Sistema:

Água; Monômero Pouco solúvel no solvente (água); Iniciador solúvel em água;

Agente emulsificante (tensoativo) Sal de ácido graxo de cadeia longa (anfipático) com uma cabeça

hidrofílica e uma “cauda” hidrofóbica;

– Sal de ácido graxo de cadeia longa (anfipático) com uma cabeça hidrofílica e uma “cauda”
À medida que são adicionados mais compostos anfifílicos atinge-se a chamada concentração micelar crítica
À medida que são adicionados mais compostos anfifílicos atinge-se a chamada concentração micelar crítica

À medida que são adicionados mais compostos anfifílicos atinge-se a chamada

concentração micelar crítica (CMC),concentração na qual ocorre uma

saturação do meio de tal forma que as moléculas adicionadas irão se auto- organizar sob a forma de micelas com sua parte polar voltada para o exterior do agregado e sua parte apolar voltada para o interior.

do agregado e sua parte apolar voltada para o interior.  Forma-se um ambiente hidrofóbico no

Forma-se um ambiente hidrofóbico no interior da micela e uma superfície hidrofílica de “cabeças” em contato com a

água. Em soluções aquosas, esses

tensoativos formam agregados ou micelas (0,1 a 0,3µm), consistindo de 50 a 100 moléculas orientadas.

aquosas, esses tensoativos formam agregados ou micelas (0,1 a 0,3µm), consistindo de 50 a 100 moléculas
Quando o monômero é adicionado à dispersão, grande parte permanece na fase aquosa como gotas,

Quando o monômero é adicionado à dispersão, grande parte permanece na fase aquosa como gotas, mas outra parte dissolve-se nas micelas, inchando-as.

É essencial que a solubilidade do

monômero na fase aquosa seja

menor do que 0,004 mol/litro. A ligeira solubilidade do monômero na água permite o transporte do

mesmo, das gotículas para as

micelas. A relativa insolubilidade do monômero na água garante que a

polimerização não ocorra em fase

aquosa.

micelas. A relativa insolubilidade do monômero na água garante que a polimerização não ocorra em fase
micelas. A relativa insolubilidade do monômero na água garante que a polimerização não ocorra em fase
No decorrer da reação, uma quantidade crescente de emulsificante é requerida para estabilizar as partículas

No decorrer da reação, uma quantidade

crescente de emulsificante é requerida para estabilizar as partículas de polímero em crescimento, até o

esgotamento das micelas indicando o

final do período de nucleação micelar . Moléculas de tensoativo também migram das gotas de monômero para

micelas com polímeros em crescimento

no seu interior. As gotas de monômero funcionam como reservatórios.

Finalmente, as gotas de monômero também desaparecem e a reação

prossegue até o consumo completo do

monômero dissolvido nas partículas de polímero.

também desaparecem e a reação prossegue até o consumo completo do monômero dissolvido nas partículas de
também desaparecem e a reação prossegue até o consumo completo do monômero dissolvido nas partículas de
 Fatores importantes: O aumento na concentração do iniciador diminui o comprimento da cadeia polimérica
 Fatores importantes: O aumento na concentração do iniciador diminui o comprimento da cadeia polimérica
 Fatores importantes: O aumento na concentração do iniciador diminui o comprimento da cadeia polimérica
 Fatores importantes: O aumento na concentração do iniciador diminui o comprimento da cadeia polimérica

Fatores importantes:

O aumento na concentração do iniciador diminui o

comprimento da cadeia polimérica enquanto a velocidade de polimerização não é afetada.

Para uma concentração fixa de iniciador, a velocidade de polimerização e o comprimento da cadeia são uma

função do número de micelas no sistema.

Por fim a emulsão precisa ser desestabilizada para obtenção do polímero: Temperatura, variação de pH ou adição de outro tensoativo.

O polímero é precipitado, filtrado e lavado.

Polimerização em emulsão • Permite fazer síntese de copolímeros com diversos meros; • Baixa viscosidade;
Polimerização em emulsão • Permite fazer síntese de copolímeros com diversos meros; • Baixa viscosidade;
Polimerização em emulsão • Permite fazer síntese de copolímeros com diversos meros; • Baixa viscosidade;
Polimerização em emulsão • Permite fazer síntese de copolímeros com diversos meros; • Baixa viscosidade;

Polimerização em emulsão

• Permite fazer síntese de copolímeros com diversos meros; • Baixa viscosidade; • Aplicação direta
• Permite fazer síntese de
copolímeros com diversos
meros;
• Baixa viscosidade;
• Aplicação direta das
emulsões;
Vantagens
• Não pode ser usado com monômeros solúveis em água; • Contaminação do polímero por
• Não pode ser usado com
monômeros solúveis em
água;
• Contaminação do polímero
por aditivos.
Desvantagens
Comparação entre técnicas TIPO   VANTAGENS DESVANTAGENS Massa # Alto grau de pureza # Difícil

Comparação entre técnicas

TIPO

 

VANTAGENS

DESVANTAGENS

Massa

# Alto grau de pureza

#

Difícil controle de temperatura

# Requer equipamentos simples

Distribuição de peso molecular larga

#

Solução

# Fácil controle da temperatura

#

O solvente reduz o peso

# A solução polimérica formada

molecular e a velocidade da reação

pode ser diretamente utilizada

#

Dificuldades na remoção dos

 

#

Polimerização rápida

solventes

Emulsão

Obtenção de polímeros com alto peso molecular

# Fácil controle da temperatura

#

#

agentes emulsificantes e água

Contaminação do polímero com

Suspensão

#

Fácil controle da temperatura

#

Contaminação do polímero com

# Obtenção do polímero na forma

agentes estabilizantes e água

de pérolas

#

Requer agitação contínua

Processamento de Termoplásticos Síntese do Polímero • Pó • Grãos • Fundido Transformação em semi-

Processamento de Termoplásticos

Síntese do Polímero

Grãos

Fundido

Transformação em semi- manufaturado

Pellets

Transformação em artefato

Considerações

para a técnica de

processamento:

Características reológicas

Fusibilidade

Produto a ser

obtido

Processamento de Termoplásticos Principais processos:  Injeção  Extrusão  Sopro  Termoformagem 
Processamento de Termoplásticos Principais processos:  Injeção  Extrusão  Sopro  Termoformagem 
Processamento de Termoplásticos Principais processos:  Injeção  Extrusão  Sopro  Termoformagem 
Processamento de Termoplásticos Principais processos:  Injeção  Extrusão  Sopro  Termoformagem 

Processamento de Termoplásticos

Principais processos:

Injeção

Extrusão

Sopro

Termoformagem

outros

de Termoplásticos Principais processos:  Injeção  Extrusão  Sopro  Termoformagem  outros
Métodos de Processamento Termoplásticos • Vazamento • Compressão • Termoformação • Extrusão •

Métodos de Processamento

Termoplásticos • Vazamento • Compressão • Termoformação • Extrusão • Injeção • Sopro
Termoplásticos
• Vazamento
• Compressão
• Termoformação
• Extrusão
• Injeção
• Sopro
Termorrígidos • Vazamento • Compressão • Extrusão • Injeção (Moldagem por injeção reativa)
Termorrígidos
• Vazamento
• Compressão
• Extrusão
• Injeção
(Moldagem por
injeção reativa)
 MFI – Melt flow index (ASTM D-1238) Denominada propriedade de controle de processamento -
 MFI – Melt flow index (ASTM D-1238) Denominada propriedade de controle de processamento -
 MFI – Melt flow index (ASTM D-1238) Denominada propriedade de controle de processamento -
 MFI – Melt flow index (ASTM D-1238) Denominada propriedade de controle de processamento -

MFI Melt flow index (ASTM D-1238)

Denominada propriedade de controle de processamento - Esse método determina a velocidade de extrusão de massas fundidas através de um canal de comprimento e diâmetro definidos, a temperatura e pressão pré-estabelecidas, de acordo com Norma.

O resultado é influenciado por:

•Estrutura molecular Propriedades do polímero

•Massa molar

•Condições de análise

é influenciado por: •Estrutura molecular • Propriedades do polímero •Massa molar •Condições de análise
PP (MFI: 190°C/2,16 kg)
PP (MFI: 190°C/2,16 kg)
PP (MFI: 190°C/2,16 kg)
PP (MFI: 190°C/2,16 kg)

PP (MFI: 190°C/2,16 kg)

PP (MFI: 190°C/2,16 kg)
Imersão Solução coagulante Composição de látex Vulcanização em estufa
Imersão Solução coagulante Composição de látex Vulcanização em estufa

Imersão

Solução

coagulante

Composição de látex

Vulcanização em estufa

Utilizada para obtenção de peças ocas
Utilizada para obtenção de peças ocas
Produtos: luvas, bolas de aniversário e preservativos.
Produtos: luvas, bolas de aniversário e
preservativos.
Dificuldade de controle de espessura
Dificuldade de controle de espessura
Molde: cerâmica vitrificada, vidro, metal polido
Molde: cerâmica vitrificada, vidro,
metal polido
1ª etapa: molde mergulha- do em solução coagulante * 2ª etapa: imersão em composto de
1ª etapa: molde mergulha- do em solução coagulante * 2ª etapa: imersão em composto de
1ª etapa: molde mergulha- do em solução coagulante * 2ª etapa: imersão em composto de
1ª etapa: molde mergulha- do em solução coagulante * 2ª etapa: imersão em composto de

1ª etapa:

molde

mergulha-

do em

solução

coagulante

*

2ª etapa:

imersão em composto de látex

3ª etapa:

secagem do material com

obtenção

de filme

4ª etapa:

Vulcaniza-

ção

moldes em

auto-clave a 120°C por 20 min.

5ª etapa:

retirada da luva com auxílio de

talco

*Coagulante úmido: ácido acético

Coagulante seco (escala industrial): cloreto ou nitrato de cálcio dissolvido em

álcool

Vazamento Vazamento do polímero líquido em molde que pode ser um tubo ou duas placas

Vazamento

Vazamento do polímero líquido em molde que pode ser um tubo ou duas placas polidas
Vazamento do polímero líquido em molde que
pode ser um tubo ou duas placas polidas
espaçadas.
Produtos possíveis: laminados, tubos, bastões.
Produtos possíveis: laminados, tubos, bastões.
Polímeros utilizados: acrílicos, PVC, PTFE.
Polímeros utilizados: acrílicos, PVC, PTFE.
 Ex. Obtenção de elastômeros de PU: aplicações na fabricação de peças técnicas de alto
 Ex. Obtenção de elastômeros de PU: aplicações na fabricação de peças técnicas de alto
 Ex. Obtenção de elastômeros de PU: aplicações na fabricação de peças técnicas de alto
 Ex. Obtenção de elastômeros de PU: aplicações na fabricação de peças técnicas de alto

Ex. Obtenção de elastômeros de PU: aplicações na fabricação de peças técnicas de alto desempenho, revestimento de cilindros de impressão, tubulações de minério

Existem dois processos para a fabricação de elastômeros de PU vazados, que diferem somente pela ordem de adição dos reagentes:

Processo em uma etapa: poliol, diisocianato, extensor de cadeia e catalisador são misturados simultaneamente e derramados no molde.

Somente peças pequenas podem ser moldadas por este processo devido ao grande calor de reação.

Processo em duas etapas: Formação de um pré-polímero. Na etapa inicial, é feita a reação do diisocianato com o poliol.

Permitem uma poliadição melhor controlada

Rotomoldagem Permitem uma poliadição melhor controlada. Fusão da resina se dá no interior do molde,

Rotomoldagem

Permitem uma poliadição melhor controlada. Fusão da resina se dá no interior do molde, em
Permitem uma poliadição melhor controlada.
Fusão da resina se dá no interior do molde, em lugar de fluir sob
pressão, o que isenta a peça de tensões.
Transformação biaxial do molde.
Uso de resina em pó.
Ultimamente observa-se o uso de pellets para diminuir custos.
Material passível de degradação térmica devido a ciclos
prolongados de processo.
Rotomoldagem
Rotomoldagem
Rotomoldagem
As cavidades do moldes podem ser submetidas a cromagem para: •Aumentar a vida útil •Melhorar
As cavidades do moldes podem ser submetidas a cromagem para: •Aumentar a vida útil •Melhorar

As cavidades do moldes podem ser submetidas a cromagem para:

•Aumentar a vida útil •Melhorar o acabamento superficial

Partes que entram em contato com plástico aquecido confeccionadas de

aço níquel-cromo

Partes não solicitadas termicamente confeccionadas em aço-carbono

Produtos: caixa d´água, brinquedos, reservatórios para produtos químicos,

tanques agrícolas, paletes, contentores

Caixas d´água: produtos isentos de tensões residuais, resistentes a impactos, sem riscos de deformação ou rachadura

Polímeros utilizados: HDPE, PVC em emulsão

Compressão
Compressão

Compressão

Compressão
Compressão
Usa-se o pré- aquecimento do material para diminuir o ciclo de moldagem
Usa-se o pré- aquecimento do material para diminuir o ciclo de moldagem
Usa-se o pré- aquecimento do material para diminuir o ciclo de moldagem
Usa-se o pré- aquecimento do material para diminuir o ciclo de moldagem

Usa-se o pré- aquecimento do material para diminuir o ciclo de moldagem

Moldagem por compressão 1. Aquecimento do molde 2. Alimentação de material na cavidade do molde
Moldagem por compressão 1. Aquecimento do molde 2. Alimentação de material na cavidade do molde
Moldagem por compressão 1. Aquecimento do molde 2. Alimentação de material na cavidade do molde
Moldagem por compressão 1. Aquecimento do molde 2. Alimentação de material na cavidade do molde

Moldagem por compressão

Moldagem por compressão 1. Aquecimento do molde 2. Alimentação de material na cavidade do molde
1. Aquecimento do molde 2. Alimentação de material na cavidade do molde
1. Aquecimento
do molde
2. Alimentação
de material na
cavidade do
molde
Fechamento (compressão) Abertura 3. Fechamento do molde 4. Compressão 5. Despressurização (abertura para degasagem)

Fechamento (compressão)

Fechamento (compressão) Abertura 3. Fechamento do molde 4. Compressão 5. Despressurização (abertura para degasagem)

Abertura

Fechamento (compressão) Abertura 3. Fechamento do molde 4. Compressão 5. Despressurização (abertura para degasagem)

3. Fechamento do molde

4. Compressão 5. Despressurização (abertura para degasagem) 6. Degasagem 7. Fechamento do molde
4. Compressão
5. Despressurização
(abertura para degasagem)
6. Degasagem
7. Fechamento do molde
9. Abertura do molde - desmoldagem 10. Extração da peça Extração
9. Abertura do molde - desmoldagem 10. Extração da peça Extração
9. Abertura do molde - desmoldagem 10. Extração da peça Extração
9. Abertura do molde - desmoldagem 10. Extração da peça Extração
9. Abertura do molde - desmoldagem 10. Extração da peça Extração
9. Abertura do molde - desmoldagem 10. Extração da peça
9. Abertura do
molde -
desmoldagem
10. Extração
da peça

Extração

Compressão - Máquina Prensas hidráulicas : •Aplicar pressão e temperatura suficiente para a moldagem •Abrir
Compressão - Máquina Prensas hidráulicas : •Aplicar pressão e temperatura suficiente para a moldagem •Abrir
Compressão - Máquina Prensas hidráulicas : •Aplicar pressão e temperatura suficiente para a moldagem •Abrir
Compressão - Máquina Prensas hidráulicas : •Aplicar pressão e temperatura suficiente para a moldagem •Abrir

Compressão - Máquina

Prensas hidráulicas :

•Aplicar pressão e temperatura suficiente para a moldagem •Abrir o molde e extrair a peça

Moldes:

•simples

•múltiplas cavidades

Aquecimento elétrico As peças finais deverão ser suficientemente fortes para suportarem os esforços transmitidos pelos extratores

Moldes de compressão O molde deve ser suficientemente forte para resistir as pressões e temperaturas
Moldes de compressão O molde deve ser suficientemente forte para resistir as pressões e temperaturas
Moldes de compressão O molde deve ser suficientemente forte para resistir as pressões e temperaturas
Moldes de compressão O molde deve ser suficientemente forte para resistir as pressões e temperaturas

Moldes de compressão

O molde deve ser suficientemente forte para resistir as pressões e temperaturas por milhares de
O
molde deve ser suficientemente forte para resistir
as
pressões e temperaturas por milhares de ciclos de
fabricação.
O desenho do molde deve propiciar uniformidade de temperatura.
O desenho do molde deve propiciar uniformidade
de temperatura.
As superfícies das cavidades devem ser polidas e resistentes ao desgaste.
As superfícies das cavidades devem ser polidas e
resistentes ao desgaste.
Moldes de compressão a- face de pressão b – pino-guia c- calço d- corpo fendido
Moldes de compressão a- face de pressão b – pino-guia c- calço d- corpo fendido
Moldes de compressão a- face de pressão b – pino-guia c- calço d- corpo fendido
Moldes de compressão a- face de pressão b – pino-guia c- calço d- corpo fendido

Moldes de compressão

Moldes de compressão a- face de pressão b – pino-guia c- calço d- corpo fendido e-

a- face de pressão

b pino-guia

c- calço

d- corpo fendido

e- extrator

f- face inferior

Resinas • Fenol - formaldeído • Uréia - formaldeído • Melamina - formaldeído • Elastômeros
Resinas • Fenol - formaldeído • Uréia - formaldeído • Melamina - formaldeído • Elastômeros
Resinas • Fenol - formaldeído • Uréia - formaldeído • Melamina - formaldeído • Elastômeros
Resinas • Fenol - formaldeído • Uréia - formaldeído • Melamina - formaldeído • Elastômeros
Resinas • Fenol - formaldeído • Uréia - formaldeído • Melamina - formaldeído • Elastômeros
Resinas
• Fenol - formaldeído
• Uréia - formaldeído
• Melamina -
formaldeído
• Elastômeros
• Alguns termoplásticos
com alta temperatura
de processamento.
Produtos • tampas • laminados (fórmica) • pratos • travessas • solados • acessórios de
Produtos
• tampas
• laminados (fórmica)
• pratos
• travessas
• solados
• acessórios de panela
(cabo).
Moldagem de laminados Substrato (ex. papel) resina
Moldagem de laminados Substrato (ex. papel) resina
Moldagem de laminados Substrato (ex. papel) resina
Moldagem de laminados Substrato (ex. papel) resina

Moldagem de laminados

Moldagem de laminados Substrato (ex. papel) resina

Substrato (ex. papel)

resina

• Moldes baratos, pois trabalha- se a baixas pressões • Menor perda de material •
• Moldes baratos, pois trabalha- se a baixas pressões • Menor perda de material •
• Moldes baratos, pois trabalha- se a baixas pressões • Menor perda de material •
• Moldes baratos, pois trabalha- se a baixas pressões • Menor perda de material •
• Moldes baratos, pois trabalha- se a baixas pressões • Menor perda de material •
• Moldes baratos, pois trabalha-
se a baixas pressões
• Menor perda de material
• Menores tensões internas nos
moldados
• Possibilidade de obtenção de
peças finas (até 1,5 mm)
• Fácil automatização
• Facilidade operacional
• Pequenas perdas do material
• Economia do ferramental
Vantagens
• Apresenta baixa produtividade • Ganho com o uso de moldes com múltiplas cavidades •
• Apresenta baixa produtividade
• Ganho com o uso de moldes com
múltiplas cavidades
• Dificuldade de obtenção de peças
complexas (finas, cantos vivos,
cheias de detalhes)
• Difícil extração de peças
termorrígidas
• Peças espessas exigem tempo maior
de moldagem
• Dificuldade de obtenção de peças
homogêneas com grandes variações
de espessura
Desvantagens
Moldagem por transferência  Moldagem por compressão em que o material é transferido à cavidade
Moldagem por transferência  Moldagem por compressão em que o material é transferido à cavidade
Moldagem por transferência  Moldagem por compressão em que o material é transferido à cavidade
Moldagem por transferência  Moldagem por compressão em que o material é transferido à cavidade

Moldagem por transferência

Moldagem por compressão em que o material é transferido à cavidade

do molde por meio de um êmbolo através de um canal alimentador.

por meio de um êmbolo através de um canal alimentador. •Introdução no molde de material plastificado,

•Introdução no molde de material plastificado,

preenchendo

cantos ou saliências. •Menores solicitações nas zonas criticas do molde. •Menor tempo de cura.

Extrusão  Processo no qual o material polimérico, puro ou aditivado, é fundido, homogeneizado e
Extrusão  Processo no qual o material polimérico, puro ou aditivado, é fundido, homogeneizado e
Extrusão  Processo no qual o material polimérico, puro ou aditivado, é fundido, homogeneizado e
Extrusão  Processo no qual o material polimérico, puro ou aditivado, é fundido, homogeneizado e

Extrusão

Processo no qual o

material polimérico,

puro ou aditivado, é

fundido, homogeneizado e forçado a passar através

de uma matriz de

formato definido.

Produtos: tubos, filmes, chapas, filamentos,

perfis, frascos,

bombonas. Empregado para revestimento de

substratos como papel,

alumínio e condutores

elétricos.

perfis, frascos, bombonas. Empregado para revestimento de substratos como papel, alumínio e condutores elétricos.
1.Resina 2.Funil de alimentação 3.Termopares 4.Cilindro 5.Placa perfurada e telas 6. Cabeçote e matriz 7.
1.Resina 2.Funil de alimentação 3.Termopares 4.Cilindro 5.Placa perfurada e telas 6. Cabeçote e matriz 7.
1.Resina 2.Funil de alimentação 3.Termopares 4.Cilindro 5.Placa perfurada e telas 6. Cabeçote e matriz 7.
1.Resina 2.Funil de alimentação 3.Termopares 4.Cilindro 5.Placa perfurada e telas 6. Cabeçote e matriz 7.
1.Resina 2.Funil de alimentação 3.Termopares 4.Cilindro 5.Placa perfurada e telas 6. Cabeçote e matriz 7.

1.Resina

2.Funil de alimentação

3.Termopares

4.Cilindro

5.Placa perfurada e telas

6. Cabeçote e matriz

7. Camisa de refrigeração da

zona de alimentação

8. Rosca

9. Acionamento da rosca

(motor elérico)

Extrusora  Dividida em 3 partes distintas Acionamento • Motor e regulador Plastificação • Aquecimento
Extrusora  Dividida em 3 partes distintas Acionamento • Motor e regulador Plastificação • Aquecimento

Extrusora

Dividida em 3 partes distintas

Acionamento
Acionamento

Motor e regulador

Plastificação
Plastificação

Aquecimento e refrigeração

Parafuso de plastificação

Cilindro de plastificação

Conformação
Conformação

Matriz parte da extrusora onde o polímero recebe a

forma (perfil) que se deseja

Processo  O material (na forma de pó ou grãos) cai do funil (acoplado a
Processo  O material (na forma de pó ou grãos) cai do funil (acoplado a

Processo

O material (na forma de pó ou grãos) cai do funil (acoplado a parte traseira do cilindro). O movimento do parafuso promove o transporte do material para o interior da extrusora, que preenche o espaço dos sulcos

entre os filetes, levando-o até a extremidade do cilindro. Durante o

deslocamento o material é progressivamente amolecido (fluidez aumenta).

Aquecido

Plastificado

Comprimido

Forçado através

do orifício de

uma matriz montada no cabeçote existente na

extremidade

do cilindro.

Extrusão

Extrusão

Segmento de uma rosca Zona de alimentação – Transporte do material ainda sólido. Sucos mais
Segmento de uma rosca Zona de alimentação – Transporte do material ainda sólido. Sucos mais
Segmento de uma rosca Zona de alimentação – Transporte do material ainda sólido. Sucos mais

Segmento de uma rosca

Segmento de uma rosca Zona de alimentação – Transporte do material ainda sólido. Sucos mais profundos.

Zona de alimentação Transporte do material ainda sólido. Sucos

mais profundos.

Zona de compressão Material semi -fundido. Função de fundí-lo (plastificação), comprimí-lo e expulsar o ar.

Zona de homogeneização (calibragem ou dosagem) Sulcos rasos. Função de controlar a vazão da máquina, gerar pressão requerida para a extrusão e promover uma mistura eficiente.

Degasagem Função: usada para materiais higroscópicos, retirada de monômeros residuais e oligômeros, e em extrusão
Degasagem Função: usada para materiais higroscópicos, retirada de monômeros residuais e oligômeros, e em extrusão

Degasagem

Degasagem Função: usada para materiais higroscópicos, retirada de monômeros residuais e oligômeros, e em extrusão

Função: usada para materiais higroscópicos, retirada de

monômeros residuais e oligômeros, e em extrusão reativa.

As aberturas também podem ser usadas para incorporação de cargas, aditivos, retardantes de chama.

Cabeçote/matriz Conjunto de peças acopladas à extremidade do cilindro. Cabeçote: Sua função é a de

Cabeçote/matriz

Conjunto de peças acopladas à extremidade do cilindro. Cabeçote: Sua função é a de conduzir
Conjunto de peças acopladas à extremidade do cilindro.
Cabeçote: Sua função é a de conduzir o fluxo de material
fundido, proveniente do cilindro, até a extremidade da saída,
onde está localizada a matriz.
Quando passa pela matriz, o polímero assume a forma desta, originando filmes, fios, cabos, tubos,
Quando passa pela matriz, o polímero assume a forma
desta, originando filmes, fios, cabos, tubos, chapas, etc.
A matriz oferece uma resistência ao fluxo, assim é preciso uma pressão suficiente para forçar
A matriz oferece uma resistência ao fluxo, assim é preciso
uma pressão suficiente para forçar a saída do material.
Extrusão de filmes Os filmes podem ser produzidos na forma Planar Tubular
Extrusão de filmes Os filmes podem ser produzidos na forma Planar Tubular

Extrusão de filmes

Os filmes podem ser produzidos na forma Planar Tubular
Os filmes podem ser
produzidos na forma
Planar
Tubular
Esquema do processo de obtenção de filmes planos por extrusão O filme é extrusado através

Esquema do processo de obtenção de filmes planos por extrusão

O filme é extrusado através de uma matriz plana e em seguida é

resfriado por contato direto com cilindros de aços, mantidos a baixa

temperatura.

Esquema do processo de obtenção de filmes tubulares por extrusão Consiste na formação de um
Esquema do processo de obtenção de filmes tubulares por extrusão Consiste na formação de um
Esquema do processo de obtenção de filmes tubulares por extrusão Consiste na formação de um
Esquema do processo de obtenção de filmes tubulares por extrusão Consiste na formação de um

Esquema do processo de

obtenção de filmes

tubulares por extrusão

Consiste na formação de um balão, em que o material fundido é extrusado através de uma matriz circular. O filme é expandido na forma de uma bolha por um jato de ar soprado e resfriado por outro jato de ar cuidadosamente controlado. O balão é puxado por rolos de arraste localizados na extremidade superior da torre (sob tensão constante).

Extrusão

Extrusão

Extrusão-laminação
Extrusão-laminação

Extrusão-laminação

Extrusão-laminação
Extrusão-laminação  Laminação: processo de extrusão de um filme fino diretamente sobre um substrato (papel,
Extrusão-laminação  Laminação: processo de extrusão de um filme fino diretamente sobre um substrato (papel,
Extrusão-laminação  Laminação: processo de extrusão de um filme fino diretamente sobre um substrato (papel,
Extrusão-laminação  Laminação: processo de extrusão de um filme fino diretamente sobre um substrato (papel,

Extrusão-laminação

Laminação: processo de extrusão de um filme fino diretamente sobre um substrato (papel, alumínio, tecidos).

O filme é aderido à base pela ação da temperatura e pressão dos cilindros (ligações químicas e físicas).

Esquema de uma linha de produção de tubos de pequenos diâmetros O calibrador é usado
Esquema de uma linha de produção de tubos de pequenos diâmetros O calibrador é usado

Esquema de uma linha de produção de tubos de pequenos diâmetros

de uma linha de produção de tubos de pequenos diâmetros O calibrador é usado para assegurar
de uma linha de produção de tubos de pequenos diâmetros O calibrador é usado para assegurar
de uma linha de produção de tubos de pequenos diâmetros O calibrador é usado para assegurar

O calibrador é usado para assegurar as dimensões externas do tubo.

Extrusão de fios e cabos O núcleo ou substrato, que pode ser um condutor único
Extrusão de fios e cabos O núcleo ou substrato, que pode ser um condutor único

Extrusão de fios e cabos

O núcleo ou substrato, que pode ser um condutor único ou

grupo de condutores, recebe o isolamento através do processo de extrusão.

substrato, que pode ser um condutor único ou grupo de condutores, recebe o isolamento através do
Calandragem A calandragem consiste de um sistema de 3 ou mais rolos aquecidos. Função: converter

Calandragem

Calandragem A calandragem consiste de um sistema de 3 ou mais rolos aquecidos. Função: converter uma
A calandragem consiste de um sistema de 3 ou mais rolos aquecidos. Função: converter uma
A calandragem consiste de um sistema
de 3 ou mais rolos aquecidos.
Função: converter uma massa de
polímero fundido em chapas ou filmes
de alta espessura.
Mais utilizados para obtenção de filmes e chapas de PVC.
Mais utilizados para obtenção de filmes e
chapas de PVC.
Processo apresenta menor cisalhamento.
Processo apresenta menor
cisalhamento.
Termoformação Produção de artigos a partir de chapas extrusadas (ou vazadas). Etapas: Aquecimento até temperatura
Termoformação Produção de artigos a partir de chapas extrusadas (ou vazadas). Etapas: Aquecimento até temperatura

Termoformação

Produção de artigos a partir de chapas extrusadas (ou vazadas).

Etapas:

Aquecimento até temperatura de amolecimento
Aquecimento até
temperatura de
amolecimento
Conformação contra contornos de um molde (meios mecânicos ou pneumáticos)
Conformação
contra contornos
de um molde
(meios
mecânicos ou
pneumáticos)
Resfriamento
Resfriamento

Extração

PROCESSAMENTO POR TERMOFORMAÇÃO Sujeição Aquecimento e estiramento por vácuo Peça removida Fonte:
PROCESSAMENTO POR TERMOFORMAÇÃO Sujeição Aquecimento e estiramento por vácuo Peça removida Fonte:

PROCESSAMENTO POR TERMOFORMAÇÃO

PROCESSAMENTO POR TERMOFORMAÇÃO Sujeição Aquecimento e estiramento por vácuo Peça removida Fonte:
Sujeição
Sujeição

Aquecimento e estiramento por vácuo

Sujeição Aquecimento e estiramento por vácuo Peça removida Fonte:
Peça removida
Peça removida

Fonte:

http://www.sinotech.com/products/archived/thermofor ming.html (2010)

• Produção de objetos com grandes áreas com baixos investimentos em moldes • Fácil fabricação
• Produção de objetos com grandes áreas com baixos investimentos em moldes • Fácil fabricação
• Produção de objetos com grandes áreas com
baixos investimentos em moldes
• Fácil fabricação de objetos de paredes finas
Vantagens
(0,1 -12 mm)
• Baixas pressões de moldagem
• Moldes podem ser rapidamente fabricados a
um custo baixo

Equipamentos

básicos

• Mesa para montagem do molde com grampos para fixar a chapa • Aquecedor com
• Mesa para montagem do molde com grampos para
fixar a chapa
• Aquecedor com potencia para amolecer a chapa
• Equipamentos para realizar vácuo ou prover ar
comprimido
• Trocador de calor para resfriamento do molde
• Extrator
• Equipamento para cortar as partes conformadas.
• Lâmpadas que emitem radiação UV • Forno com circulação de ar Aquecimento • Contato
• Lâmpadas que emitem radiação UV • Forno com circulação de ar Aquecimento • Contato
• Lâmpadas que emitem radiação UV
• Forno com circulação de ar
Aquecimento
• Contato com placa metálica
aquecida e polida.

Resfriamento

• Melhor resultado com molde com condutividade térmica • T 60oC • Durante resfriamento ocorre
• Melhor resultado com molde com
condutividade térmica
• T 60oC
• Durante resfriamento ocorre alteração
dimensional (contração e cristalização)
• Até 15-30 min observa-se efeitos de
contração
Técnicas de termoformação Moldes combinados Por escorregamento A ar comprimido A vácuo (com variações) Ar
Técnicas de termoformação Moldes combinados Por escorregamento A ar comprimido A vácuo (com variações) Ar

Técnicas de termoformação

Moldes combinados Por escorregamento A ar comprimido A vácuo (com variações) Ar comprimido + vácuo:
Moldes combinados
Por escorregamento
A
ar comprimido
A
vácuo (com variações)
Ar comprimido + vácuo: com colchão de ar
Moldes Combinados Mais caro Chapas de maior espessura Excelente reprodução de detalhes
Moldes Combinados Mais caro Chapas de maior espessura Excelente reprodução de detalhes
Moldes Combinados Mais caro Chapas de maior espessura Excelente reprodução de detalhes
Moldes Combinados Mais caro Chapas de maior espessura Excelente reprodução de detalhes

Moldes Combinados

Mais caro

Chapas de maior espessura

Moldes Combinados Mais caro Chapas de maior espessura Excelente reprodução de detalhes

Excelente

reprodução

de detalhes

Por escorregamento M o l d a g e m a a r comprimido Permite

Por escorregamento

Por escorregamento M o l d a g e m a a r comprimido Permite ciclos

Moldagem a ar comprimido

M o l d a g e m a a r comprimido Permite ciclos rápidos e

Permite ciclos rápidos e temperaturas

menores; Peça com boa definição de detalhes.

Moldagem a vácuo com molde macho Aquecedor Vácuo Maior nitidez de detalhes do lado interno
Moldagem a vácuo com molde macho Aquecedor Vácuo Maior nitidez de detalhes do lado interno
Moldagem a vácuo com molde macho Aquecedor Vácuo Maior nitidez de detalhes do lado interno
Moldagem a vácuo com molde macho Aquecedor Vácuo Maior nitidez de detalhes do lado interno

Moldagem a vácuo com molde macho

Aquecedor

Moldagem a vácuo com molde macho Aquecedor Vácuo Maior nitidez de detalhes do lado interno Trabalha-se
Moldagem a vácuo com molde macho Aquecedor Vácuo Maior nitidez de detalhes do lado interno Trabalha-se
Moldagem a vácuo com molde macho Aquecedor Vácuo Maior nitidez de detalhes do lado interno Trabalha-se

Vácuo

Maior nitidez de detalhes do lado interno

Trabalha-se com chapa mais grossa

Moldagem com colchão de ar Fonte: SENAI, 1998
Moldagem com colchão de ar Fonte: SENAI, 1998
Moldagem com colchão de ar Fonte: SENAI, 1998
Moldagem com colchão de ar Fonte: SENAI, 1998

Moldagem com colchão de ar

Moldagem com colchão de ar Fonte: SENAI, 1998

Fonte: SENAI, 1998

Fiação - Processos
Fiação - Processos

Fiação - Processos

Fiação - Processos
Fiação por fusão Após a O polímero fundido Então, por fieiras extrusão, os passa por
Fiação por fusão Após a O polímero fundido Então, por fieiras extrusão, os passa por

Fiação por fusão

Após a O polímero fundido Então, por fieiras extrusão, os passa por (fiandeiras) filamentos uma
Após a
O polímero
fundido
Então, por
fieiras
extrusão,
os
passa por
(fiandeiras)
filamentos
uma
camada de
areia ou
peneiras.
, onde as
fibras são
formadas
(extrusada)
são
resfriados
num meio
fluido (ar,
água)
Depois são estirados longitudi- nalmente
Depois são
estirados
longitudi-
nalmente

A massa

fundida é

plastificada

e homoge- neizada na extrusora.

 Fieiras Placas de furos capilares de alta precisão Pode-se ter de 10 a 6000
 Fieiras Placas de furos capilares de alta precisão Pode-se ter de 10 a 6000
 Fieiras Placas de furos capilares de alta precisão Pode-se ter de 10 a 6000
 Fieiras Placas de furos capilares de alta precisão Pode-se ter de 10 a 6000

Fieiras

Placas de furos capilares de alta precisão

Pode-se ter de 10 a 6000 furos.

Sua superfície de contato com o polímero deve ser polida

Deve-se evitar pontos de estagnação do material.

A fieira deve ser totalmente ocupada por furos. Distância

entre elas < 2 x seu diâmetro

Fieiras Deve-se evitar variação brusca da taxa de cisalhamento que pode ocasionar turbulência
Fieiras Deve-se evitar variação brusca da taxa de cisalhamento que pode ocasionar turbulência

Fieiras

Fieiras Deve-se evitar variação brusca da taxa de cisalhamento que pode ocasionar turbulência

Deve-se evitar variação brusca da taxa de

cisalhamento que pode ocasionar turbulência

Etapas de fiação para fibras longas Fonte: SENAI,1998
Etapas de fiação para fibras longas Fonte: SENAI,1998
Etapas de fiação para fibras longas Fonte: SENAI,1998
Etapas de fiação para fibras longas Fonte: SENAI,1998

Etapas de fiação para fibras longas

Etapas de fiação para fibras longas Fonte: SENAI,1998

Fonte: SENAI,1998

Fiação a seco Solubilização do polímero em solvente e depois é filtrado Fiação a temperatura
Fiação a seco Solubilização do polímero em solvente e depois é filtrado Fiação a temperatura
Fiação a seco Solubilização do polímero em solvente e depois é filtrado Fiação a temperatura
Fiação a seco Solubilização do polímero em solvente e depois é filtrado Fiação a temperatura

Fiação a seco

Solubilização do

polímero em solvente e

depois é filtrado

Fiação a temperatura superior a ambiente e

pressão acima da

atmosférica

Ex. Acetato de celulose é preparado por acetilação parcial da celulose . É

dissolvido em solvente clorado (filmes,

caixas para flores e doces)

Na extrusão ocorre vaporização instantânea e vapor do solvente é

rapidamente extraído do

material extrusado

*Fiação seca se refere a

soluções em solventes não

aquosos.

a) Bomba dosadora; b) Filtro; c) Solução para fiação; d) Gás aquecido; e) Fieira;
a) Bomba dosadora; b) Filtro; c) Solução para fiação; d) Gás aquecido; e) Fieira;
a) Bomba dosadora; b) Filtro; c) Solução para fiação; d) Gás aquecido; e) Fieira;

a)

Bomba dosadora;

b)

Filtro;

c)

Solução para fiação;

d)

Gás aquecido;

e)

Fieira;

f)

Câmara de fiação aquecida;

g)

Início da torção;

h)

Câmara com comprimento de 4 a 8 m;

i)

Exaustão do gás aquecido;

j)

-

k)

Gás fresco;

l)

Sistema falso de torção;

m)

Acabamento;

n)

Polia de retirada;

o)

inversor; p)

p)

Sistema enrolador

Fiação a úmido  As fibras fiadas são formadas pela extrusão de uma solução altamente
Fiação a úmido  As fibras fiadas são formadas pela extrusão de uma solução altamente
Fiação a úmido  As fibras fiadas são formadas pela extrusão de uma solução altamente
Fiação a úmido  As fibras fiadas são formadas pela extrusão de uma solução altamente

Fiação a úmido

As fibras fiadas são formadas pela extrusão de uma solução altamente viscosa por fieiras em um banho líquido, onde são solidificadas

A solidificação ocorre por coagulação entre os filamentos poliméricos extrusados e o banho (não- solvente) Ex. rayon-viscose (viscose regenerada)

Os efeitos de temperatura e transferência de calor tem um papel de menor importância do que nos dois processos anteriores.

Fiação a úmido
Fiação a úmido
Fiação a úmido
Fiação a úmido

Fiação a úmido

Fiação a úmido
Injeção Injetora Arburg 470s Força de fechamento: 100 ton Capacidade de injeção: 254 cm3 Ciclos:
Injeção Injetora Arburg 470s Força de fechamento: 100 ton Capacidade de injeção: 254 cm3 Ciclos:

Injeção

Injetora Arburg 470s

Força de fechamento: 100 ton

Capacidade de injeção: 254 cm3 Ciclos: 18 - 25 s

Processamento por injeção Um polímero em forma de grânulos é aquecido, fundido e forçado sob
Processamento por injeção Um polímero em forma de grânulos é aquecido, fundido e forçado sob

Processamento por injeção

Um polímero em forma de grânulos é aquecido, fundido e forçado sob pressão para dentro
Um polímero em forma de grânulos é aquecido, fundido e
forçado sob pressão para dentro de um molde.
No molde a peça moldada é resfriada e ejetada.
No molde a peça moldada é resfriada e ejetada.

As resinas termoplásticas são solidificadas por resfriamento no molde.

Os elastômeros vulcanizam no molde por efeito do calor.

As resinas termofixas reticulam-se formando ligações cruzadas.

O processo de moldagem é intermitente, ou seja, após cada peça ser extraída do molde,
O processo de moldagem é intermitente, ou seja, após cada
peça ser extraída do molde, um novo ciclo já teve inicio.
Máquina de injeção
Máquina de injeção
Máquina de injeção
Máquina de injeção

Máquina de injeção

Máquina de injeção
Processo de Injeção
Processo de Injeção
Processo de Injeção
Processo de Injeção

Processo de Injeção

Partes básicas de uma injetora Unidade motriz Unidade de plastificação/injeção Unidade de fechamento/abertura
Partes básicas de uma injetora Unidade motriz Unidade de plastificação/injeção Unidade de fechamento/abertura

Partes básicas de uma injetora

Unidade motriz Unidade de plastificação/injeção Unidade de fechamento/abertura Unidade de refrigeração Unidade
Unidade motriz
Unidade de plastificação/injeção
Unidade de fechamento/abertura
Unidade de refrigeração
Unidade de ejeção
Partes básicas de uma injetora Unidade motriz • As injetoras são acionadas por bomba hidráulica
Partes básicas de uma injetora Unidade motriz • As injetoras são acionadas por bomba hidráulica
Partes básicas de uma injetora Unidade motriz • As injetoras são acionadas por bomba hidráulica
Partes básicas de uma injetora Unidade motriz • As injetoras são acionadas por bomba hidráulica

Partes básicas de uma injetora

Unidade motriz
Unidade motriz

As injetoras são acionadas por bomba hidráulica e por motor elétrico.

Unidade de plastificação/injeção
Unidade de plastificação/injeção

Cilindro: Seu aquecimento é dividido em zonas de temperaturas

controladas individualmente para obter a fusão gradativa do material e

maior homogeneidade do fundido.

Parafuso de plastificação: Geralmente classificado em 3 zonas. Tem uma zona de alimentação (maior), zona de plastificação e homogeneização.

Bico de injeção Permite a conexão mecânica do cilindro aquecido com o molde. O bico

Bico de injeção

Permite a conexão mecânica do cilindro aquecido com o molde. O bico de injeção e
Permite a conexão mecânica do cilindro aquecido com o molde.
O bico de injeção e o molde devem encaixar-se muito bem.
Todas as superfícies envolvidas deverão estar polidas para facilitar a extração
do canal de alimentação.
A temperatura do bico deve ser controlada por termopar para evitar o
superaquecimento.
do canal de alimentação. A temperatura do bico deve ser controlada por termopar para evitar o
• Devido à adesão entre o Unidade de fechamento moldado e a superfície do molde,
• Devido à adesão entre o Unidade de fechamento moldado e a superfície do molde,
• Devido à adesão entre o Unidade de fechamento moldado e a superfície do molde,
• Devido à adesão entre o Unidade de fechamento moldado e a superfície do molde,
• Devido à adesão entre o Unidade de fechamento moldado e a superfície do molde,
• Devido à adesão entre o
Unidade de fechamento
moldado e a superfície
do molde, deve existir

um sistema de ejeção. Este pode ser constituído por placa e

por pinos ejetores que

deslizam mecanicamente ou hidraulicamente na

parte traseira da placa

móvel, extraindo o produto moldado.

ejetores que deslizam mecanicamente ou hidraulicamente na parte traseira da placa móvel, extraindo o produto moldado.
Etapas do ciclo de injeção
Etapas do ciclo de injeção

Etapas do ciclo de injeção

Etapas do ciclo de injeção
 Recalque: Durante o resfriamento o material se contrai dentro do molde e, por isso,
 Recalque: Durante o resfriamento o material se contrai dentro do molde e, por isso,
 Recalque: Durante o resfriamento o material se contrai dentro do molde e, por isso,
 Recalque: Durante o resfriamento o material se contrai dentro do molde e, por isso,

Recalque: Durante o resfriamento o material se

contrai dentro do molde e, por isso, deve-se adicionar

mais material (recalque) para que o volume final da peça seja constante. A pressão sobre a peça diminui durante essa fase, já que a peça esfria-se cada vez mais.

O tempo de resfriamento inicia-se com o enchimento do molde e termina com a desmoldagem da peça.

Esse processo é acelerado com utilização de canais de refrigeração no molde.

Molde com canais de distribuição quentes com bico de injeção direta Fonte:

Molde com canais de distribuição quentes com bico de injeção direta

canais de distribuição quentes com bico de injeção direta Fonte: http://www.capmold.com/hot_runner_system.htm (2011)
canais de distribuição quentes com bico de injeção direta Fonte: http://www.capmold.com/hot_runner_system.htm (2011)

Fonte: http://www.capmold.com/hot_runner_system.htm (2011)

Co-injeção Injeção de dois materiais plásticos de maneira que um deles forme uma camada externa,