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“ Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo, aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta

EDIÇÃO 37 ANO V- SETEMBRO/2014

Palavra dos editores: ’’

Em nosso Planeta atualmente, convivemos com a convicção de que o crescimento é o pilar que sustenta a humanidade, entretanto, tal termo vem sido distorcido lentamente, através do fato de que as panaceias dos males que afligem nossa sociedade perpetuem em um Mundo moderno repleto de costumes presunçosos que atribuem ao crescimento a produção de bens, o estímulo ao consumo e a urbanização contínua. Mas, será que para crescer, é preciso prejudicar tanto o Planeta que vivemos?

O único e imprescindível local, no qual todos podem chamar de

lar!

É lastimável a situação de nossa atual sociedade, se não fosse

pelos poucos que lutam em prol da conservação ambiental e visam um futuro melhor, o que seria de nosso "lar" chamado Terra? Devemos refletir e aplicar em nosso cotidiano, o termo

sustentabilidade, que se resume á viver de forma que, o ambiente

e seus elementos não sofram nenhum dano direto ou indireto,

mas para isso, devemos conscientizar a nós mesmos e concretizar a tese de que, se continuarmos crescendo ás custas da destruição ambiental, o regresso do tão alardeado "crescimento" será iminente e a natureza - fonte das riquezas que usufruímos "gratuitamente", será destruída. Se isto suceder, o que será de

nós?

Refletir no tema é relevante, mas, não suficiente, é preciso ação

e determinação, viver de forma sustentável não é impossível,

basta empenho, que deste modo, estaremos quebrando a face individualista, a qual, a humanidade é manipulada e construindo um futuro melhor para todos! Pois, para que haja crescimento, é preciso reparar os erros do passado e "sustentar" nosso presente, para que no futuro, a humanidade não comprometa os recursos naturais finitos, aos quais muitos não valorizam. Por isso, pare, pense e viva de forma sustentável! Recicle ao invés de descartar, economize ao invés de esbanjar, pois um dia, tudo acaba e nossos recursos naturais não durarão para sempre se este quadro não for revertido! Uma palavra, que por trás de sua estrutura, manifesta um vasto universo de possibilidades de como cuidar do nosso Planeta que perece ás margens de um "crescimento" aparente e necessita de algo incondicional e tangível para todas as pessoas - sustentabilidade. Faça a sua parte!

para todas as pessoas - sustentabilidade. Faça a sua parte! Neste mês devido ao evento 23º

Neste mês devido ao evento 23º Bienal temos poemas e poesias produzidas pelos alunos da nossa escola contra o Preconceito Racial e um conto surpreendente.

BRANCOS E NEGROS Por: PAMELA INÁCIO FRAZÃO

Série: 3º ano B Ensino Médio

Branco! Negros!

Claros! Escuros!

Luz! Trevas!

O que? Mas como assim?

Por que escolher por cor?

Tabuleiro de xadrez não se faz de um lado somente branco e outro preto Cores entrelaçadas, Trabalhos divididos para o caminho ao xeque-mate. Pura lógica emanada de algo tão fútil

Brancos

Sou nem um nem outro. Sou o que sou. Não a de se aplicar raça em meus conceitos Lados na batalha?

Negros

Sempre necessários

Mais nos cegamos ao querer uma unidade

“perfeita”.

O que podia ficar mais forte se torna se caráter duvidoso

Lados

Brancos e Negros

Humanos

Iguais

Cúmplices! Não animais ariscos em beira de guerra falta de paz.

Que poderei eu fazer para ajudar na união?

Luta?

Não. Aceitar e respeitar! Uma boa pedida não?!

-Fênix

Escolhas

IGUALDADE, A CURA DA AMARGURA!

Por: GUILHERME DE SOUZA SILVA Série: 1º ano B Ensino Médio

Em um povo de cultura resplandecente

O nascer da injúria é concernente!

Aquilo que reflete tal povo - Ó amargura! Que excede e transpassa a estrutura;

O respeito que regride de tal maneira,

Perante a imponente cultura afro-brasileira.

Um preconceito que destrói a dignidade De um povo que perece as margens da sociedade Termo que indagou a humanidade; Dividiu conceitos e manchou a essência da realidade!

Este remete a ignorância da população Que acomete preconceito e ilusão Que desvaloriza um povo benevolente Imperceptível é seu desvanecer lentamente!

Em prosa, não há como explicar; Quão difícil é tal ferida sanar Ferida que sangra sem arder Ferida que jorra angústia Dor que atormenta e assola a incúria

Amar ao próximo é ao racismo negar Pois, todos a terra iremos um dia retornar!

A vida é a maior herança que podemos contemplar

Nela somos todos iguais, Seja qual for à cor;

O que prevalece é o amor!

Edição 37 SETEMBRO 2014

Edição 37 – SETEMBRO 2014 No olor da indiferença que exala a maledicência O mundo clama

No olor da indiferença que exala a maledicência

O

mundo clama por paradigmas

O

mundo roga por confiança

O

preconceito traz amargura

E

a igualdade, esperança!

Cohkka

Acordo. Vejo-me em um lugar sombrio. Um lugar que me trazia a mente o medo e pânico que nunca achei um dia ter de passar. Levanto-me daquele do chão rústico e avermelhado onde jazia a dormir. Sinto a dor muscular passar por cada canto de meu corpo

estropiado e mal tradado, mas não posso parar agora que resolvi

me levantar.

O caminho para a longa subida já me é conhecido por vista, me

direciono a ele em passos cautelosos e doloridos. Segurando na

parede, também avermelhada, prossigo adiante.

Chegando na 'superfície' dali, me encontro em um tipo de campo

de

batalha.

Vi

dois trols conversando perto da saída do buraco onde estava.

Ambos ao notar minha presença correram até mim com machados em punho. "VOCÊ NÃO DEVIA TER SAÍDO!" - gritava.

Quando a adrenalina atingiu meu corpo, consegui desviar de seu ataque; Que por mais um pouco teria me arrancado a cabeça. Analisei as possibilidades que tinha, vi uma ferida aberta e decomposta na panturrilha esquerda do monstro. Peguei uma pedra grande que havia por ali e corri até o mesmo batendo certeiramente no ferimento. Ele caiu.

O segundo veio logo depois com o intuito de me acertar,

semelhantemente ao seu parceiro, porém, como que por um comando que somente ele ouviu, o mesmo parou e me deu passagem à contra gosto. "Não pense que os próximos serão menos que nós." - ouvi-o, mas não atrevi a virar-me para encará-lo. Tinha um caminho longo ainda. Passado pelos trols me viu em uma comprida, porém estreita passarela rochosa que passava pelo meio de um enorme abismo

negro. Ponho-me a correr. Corro o mais rápido que posso. Explosões vulcânicas começam ao meu lado, assim como pequenos e estranhos serem tentavam me ferir e derrubar-me. Pelo fato de a passarela ser reta e o pânico estar pulsando em minhas veias, me permitiram observar o dito céu daquele lugar. Era tão vermelho quanto todo o resto. Podia ver o desenho das montanhas escarlates e matadoras, assim como também vi a lua

de sangue que se exibia soberana. Hipnotizando-me.

Quando sai do devaneio profundo no qual a visão da Lua me jogou, já havia saído da passarela e ainda ouvia os gritos de revolta e tormento. Estava eu sozinho novamente. Agora em um deserto com a mesma típica cor manchando suas areias. Continuei a caminhar. Com as mãos segurando os braços lateralmente, como se as mesmas pudessem evitar que o vento forte me levasse ou que a areia me enterrasse ali. Depois de muito mais tempo que pude contar, cheguei ao pé da mais alta e temida montanha. E era ela que eu deveria subir. Comecei a escalar a mesma. Com muito esforço, mas sem nunca parar. Com a vida por um fio, mas sem nunca parar. Cansado, fraco, sem esperanças aparentes, mas sem desistir, escalo cada vez mais rápido. Com mais crença que iria conseguir chegar.

Com uma força estranha que não sei de onde viera. Não me lembro de como fui parar lá embaixo. Ou quanto tempo demorou em chegar aqui, no topo desta montanha. Mas de uma coisa eu sei:

A visão da Luz ao fim da jornada é o abraço de felicidade mais reconfortante que já experimentei. Não quero que esses braços me soltem. Nunca mais. Dou um sorriso. "Estou livre!" Pâmella Inácio Frazão de Sousa 3ºA

Neste mês de Setembro realizamos o Agita Galera com o apoio das Academias Bio fit e Fox e o interclasse com torcida organizada e entre outras apresentações dos alunos.

com o apoio das Academias Bio fit e Fox e o interclasse com torcida organizada e
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Edição 37 SETEMBRO 2014

Edição 37 – SETEMBRO 2014 Agradecemos a colaboração de todos os professores e comunidade pelo o

Agradecemos a colaboração de todos os professores e comunidade pelo o Dia na escola do meu filho, com atividades de contos e lendas e exposição dos trabalhos sobre sustentabilidade.

e lendas e exposição dos trabalhos sobre sustentabilidade. No mês de Setembro temos a chegada da

No mês de Setembro temos a chegada da estação da primavera, que seja bem vinda.

a chegada da estação da primavera, que seja bem vinda. Todos os eventos foram gravados e

Todos os eventos foram gravados e divulgados pela equipe da TVEMM Mario Manoel em dois programas que podem ser assistidos no canal do youtube ou na pagina TVEMM Mario

Manoel-

https://www.youtube.com/channel/UChsudvmWTYsZUtNLZ nWrQow Projeto Vivendo a USP No mês Agosto visitamos a Estação

Projeto Vivendo a USP

No mês Agosto visitamos a Estação Biologia, Arte e Ciência e o Museu de Veterinária com os alunos do Ensino fundamental com as professoras Angela Cristina, no ensino médio professoras Katia Varela e Sandra.

no ensino médio professoras Katia Varela e Sandra. Agradecemos toda a equipe de monitores e professores

Agradecemos toda a equipe de monitores e professores do Vivendo a USP e dos espaços pela organização e atenção em todas as atividades.

a equipe de monitores e professores do Vivendo a USP e dos espaços pela organização e
a equipe de monitores e professores do Vivendo a USP e dos espaços pela organização e

Edição 37 SETEMBRO 2014

Edição 37 – SETEMBRO 2014 OPINIÕES DOS LEITORES Prof. SERGIO ARLOW Associação Paulista de Imprensa matricula

OPINIÕES DOS LEITORES

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Prof. SERGIO ARLOW Associação Paulista de Imprensa matricula 1821, desde 1989. /Editora de Texto profª Vanessa Teles- Português Diagramação: KATIA REGINA VARELA ROA- profª Química e Física. Alunos Protagonistas do Ler: Lucas Neves de Lucca-2º B, Victor Maldonado 3ºB, Guilherme de Souza 1º B

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Tirinha certo e errado sobre sustentabilidade

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