Intervalos - Chico Xavier/Emmanuel

Intervalos, psicografia do espírito Emmanuel através do médium Chico Xavier, reúne um
conjunto de 2 mensagens !ue refletem temas !ue s"o de todos os momentos, tais como a
import#ncia do tra$alho, o verdadeiro valor do dinheiro, o desapego, a humildade, o estudo, a
ora%"o, etc&
' te(to das mensagens é escrito numa linguagem simples, o !ue favorece a sua
compreens"o, mas ao mesmo tempo é dotado de uma profundidade filos)fica !ue é digna de
admira%"o, refletindo a sa$edoria e o alcance espiritual do seu autor&
*u$licado em +,-. pela Editora ' Clarin, Intervalos possui +., p/ginas, oferecendo e(celente
material para as refle(0es di/rias&
Eis alguns e(certos1
I - "Nossas reuniões dedicadas à prece e ao estudo são, em razão disso, aulas autênticas
de espiritualidade e aprimoramento, ensaios de comunhão fraternal para as esferas superiores.
Nelas temos hoje em plano menor o esboço do ue ser! a vida, para n"s, em plano maior amanhã."
2Intervalos, p&2--2,3&
II - "#" o trabalho conse$ue realizar o divino mila$re de nossa renovação espiritual."
24ra$alha 5empre, p&6+3&
III - "%onserva o coração no entendimento, o c&rebro no euil'brio, os olhos na visão
limpa do bem, o verbo na fraternidade real e as mãos no serviço incessante e não precisar!s temer
peri$o al$um, de vez ue a fortaleza interior ser(te(!, em tudo a força precisa para ue possas
refletir, onde estiveres, a vontade s!bia e compassiva de )eus." 2*erigos, p&7-783&
I9 - "*, al&m da sombra terrestre, para ue estejas vivo entre os mortos, & preciso tenhas
sido, entre os mortos do mundo, um coração vivo e atuante na obra de )eus." 2:ortos 9ivos, p&.3&
9 - "%orri$e amando para ue a chama de teu au+'lio não apa$ue ao $olpe rijo do
desespero." 2;etificar, p&+.63&
< 9is"o Espírita da =í$lia > ?osé @erculano *ires
?osé @erculano *ires dispensa apresenta%0es& Am dos maiores intépretes do pensamento
espírita no século XX, contri$uiu decisivamente para a amplia%"o e a divulga%"o do Espiritismo,
primando sempre pela pureBa doutrin/ria&
?ornalista, fil)sofo, professor e escritor, ?osé @erculano *ires pu$licou inúmeras o$ras,
todas de alta relev#ncia para a compreens"o das !uest0es !ue perpassam o conhecimento espírita&
Ca o$ra ,isão *sp'rita da -'blia, !ue reúne artigos pu$licados no e(tinto jornal )i!rio de #ão
.aulo, encontra-se farto material para refle("o, apresentando de forma simples o entendimento !ue
o Espiritismo tem da =í$lia&
Este livro foi lan%ado em +,-, pelas *dições %orreiro /raterno, de 5"o =ernardo do
Campo, 5"o *aulo& *ossui -D p/ginas&
Eis alguns e(certos1
I - "0ual a posição do *spiritismo diante do problema b'blico1 2...3 4ardec define essa
posição, desde O Livro dos Espíritos, como a de estudo e esclarecimento do te+to, à luz da 5ist"ria
e na perspectiva da evolução espiritual da 5umanidade. 2...3 )evemos reconhecer na -'blia a sua
natureza prof&tica 2ou seja6 medi7nica3, encerrando a I 8evelação, no ciclo hist"rico das
revelações cristãs. *sse ciclo começa com 9ois&s 2I 8evelação3, define(se com :esus 2II
8evelação3 e encerra(se com o *spiritismo 2III 8evelação3 2...3;. 25entido hist)rico da =í$lia e a
sua natureBa profética, cap& 2, p&++3&
II - "2...3 *sueceram(se de ue o *spiritsmo não se interessa por uantidade de adeptos,
mas pela ualidade. *sp'ritas ue se assustam com a verdade sobre a -'blia, estão ainda lon$e de
compreender a )outrina 2...3. 2*rofessor de teologia defende a interpreta%"o espírita da =í$lia, cap&
, p&+,-2.3&
III - ")euses, anjos e dem<nios, da -'blia, dos ,edas, do =lcorão, de todos os livros
sa$rados, nada mais são do ue esp'ritos. %omo podem essas escrituras condenar o *spiritismo1
*las são a prova tradicional da verdade esp'rita, ao lon$o da 5ist"ria, como ensina 4ardec. > ue
9ois&s condenou foi apenas o abuso da mediunidade. Isso, o *spiritsmo tamb&m condena."
2Comunica%"o de espíritos e materialiBa%"o na =í$lia, cap& -, p&273&
I9 - " = esp&cie humana não começou por um s" homem. #ur$iu na ?erra pelo
encadeamento natural da evolução dos seres. *m A Gênese, 4ardec estuda a posição do homem na
escala animal e declara6 @.or mais ue isto possa ferir o seu or$ulho, o homem deve resi$nar(se a
ver no seu corpo material o 7ltimo elo da animalidade na ?erra@." 2Como Eeus tirou o homem do
$arro ou p) da 4erra, cap& 2., p&783&
9 - "= situação de dependência da mulher se justifica ainda com a ale$oria do pecado
ori$inal, pois & a mulher, criatura inferior, ue põe o homem a perder. > %ristianismo veio
modificar essa situação, t'pica das sociedades patriarcais de toda a =nti$uidade, ao valorizar a
mulher no plano espiritual, como vemos no Novo ?estamento, a começar do nascimento do
9essias. > *spiritismo, ue representa o desenvolvimento natural do %ristianismo, completa essa
modificação, ao revelar ue homem e mulher s" e+istem como e+pressões da vida nos planos
inferiores." 2Eva e a costela de <d"o1 um mito de origem social, cap& 2+, p&D.3&
Cinco livros para compreender o Eespiritismo
+ - O Livro dos Espíritos. '$ra de <llan Fardec& Editora GE=& 7,7p&
Esta o$ra, pu$licada em +- de a$ril de +-D8, marca o nascimento do Espiritismo&
Composta por +.+, perguntas-respostas, é um monumental di/logo do mundo visível com o mundo
invisível, solucionando para homem os grandes enigmas da sua e(istHncia& ' Espírito Er& <&
=eBerra de :eneBes, através do médium $aiano Eivaldo *& Granco, definiu-o como uma s'ntese do
conhecimento humano& *arece ser uma da!uelas o$ras destinadas mais ao porvir do !ue ao nosso
tempo&&& Iuem !uer ter uma idéia ampla, clara e correta do !ue é o Espiritismo n"o pode dei(ar de
lH-la&
2 - O que é o Espiritismo? '$ra de <llan Fardec& Editora J<FE& +D. p&
E(p0e os princípios $/sicos do Espiritismo de uma forma clara, met)dica e concisa& K uma
das melhores introdu%0es ao tema&
6 - O Grande Desconhecido - Curso dinâmico de Espiritismo. '$ra de ?& @erculano
*ires& Editora *aidéia& 2..p&
?& @erculano *ires, um dos mais destacados estudiosos do pensamento espírita, apresenta
um panorama geral so$re o Espiritismo& *ara ele, o Espiritismo é o $rande desconhecido da
atualidade, inclusive para a maioria dos seus adeptos, !ue n"o lhe penetram nos o$jetivos e nas
finalidades mais profundas& K uma o$ra em !ue, em cada capítulo, pode ser vislum$rado o poder de
síntese do autor, interligando religi"o, filosofia e ciHncia ao mesmo tempo& <!uele !ue fiBer a
leitura desta o$ra, por certo ad!uirir/ uma vis"o mais ampla so$re o !ue é o Espiritismo&
7 - Os Fundamentos do Espiritismo. '$ra de ?on <iBpúrua& Editora C& E& ?osé =arroso&
677p&
'$ra pouco conhecida no meio espírita, constitui um verdadeiro tratado so$re os alicerces
doutrin/rios do Espiritismo& ' seu autor é um intelectual veneBuelano e revela acentuado
conhecimento do tema em !uest"o& K uma o$ra e(traordin/ria e deveria, por isso mesmo, ser mais
conhecidaL
D - Espiritismo Bsico. '$ra de *edro Granco =ar$osa& Editora GE=& 22Dp&
'$ra !ue confere consider/vel a$rangHncia ao tema tratado& Enfoca desde o surgimento do
Espiritismo até a sua posi%"o atual frente Ms comple(idades do nosso tempo& E(celente para a
familiariBa%"o com os aspectos hist)ricos, as personalidades e os princípios gerais do Espiritismo&
' @':E: IC4EN;<J > EI9<JE' *& G;<CC'/?'<CC< EE OCNEJI5
*u$licado em +,,. pela JE<J Editora, > 5omem Inte$ral, psicografado pelo médium
Eivaldo *ereira Granco, tendo como autora espiritual ?oanna de Ongelis, est/ destinado a marcar
época na literatura espírita&
*rimando pelo ineditismo, a o$ra realiBa um profundo di/logo entre a proposta espiritista e
a atual posi%"o da *sicologia *rofunda&
Inspirada em ?esus, modelo e guia da @umanidade, conforme a !uest"o 2D de > Aivro
dos *sp'ritos, apresenta a tese do homem integral, !ue consiste no processo de desenvolvimento do
ser humano em todos os seus aspectos 2psicol)gico, emocional, cognitivo, familiar, social, etc&3 até
atingir a plenitude&
'rganiBada em nove capítulos, a o$ra apresenta uma gama muito variada de temas e
assuntos1 fatores de pertur$a%"o psicol)gica, autodesco$rimento, o H(ito, saúde e doen%a,
maturidade interior, plenifica%"o do ser, origem e natureBa da consciHncia&&&
5e ?oanna de Ongelis tivesse ditado apenas esta o$ra, j/ $astaria para consagr/-la como
grande conhecedora da alma humana&
<!uele !ue deseja se conhecer melhor e se municiar de recursos para a supera%"o das
dificuldades e desafios da vida, n"o pode dei(ar de ler e, principalmente, estudar e meditar >
5omem Inte$ral&
<lguns e(certos1
I - B:esus, superando todos os limites do conhecimento, fez(se o bi"tipo do 5omem
Inte$ral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de )eus, na condição de ser mais
perfeito de ue se tem not'cia.
?oda a #ua vida & modelar, tornando(se o e+emplo a ser se$uido, para o lo$ro da
plenitude, de uem deseja libertação real.; 2' @omem Integral, p&-3&
II - B> homem & um mam'fero biossocial, constru'do para e+periências e iniciativas
constantes, renovadoras.
= sua vida & resultado de bilhões de anos de transformações celulares, sob o comando do
*sp'rito, ue elaborou euipamentos or$Cnicos e ps'uicos para as respostas evolutivas ue a
futura perfeição lhe e+i$e.
> trabalho constitui(lhe est'mulo aos valores ue lhe dormem latentes, a$uardando
despertamento, ampliação, desdobramento.; 2Gatores de *ertur$a%"o, cap&+, p&+D3&
III - B*sse amor a si mesmo Dna perspectiva evan$&lica do amar ao pr"+imo como a si
mesmoE er$ue o homem aos patamares superiores da vida ue a sua consciência idealista
descortina e o seu esforço produz. 9eta a meta, ele ascende, fazendo opções mais audaciosas no
campo do belo, do 7til, do humano, dei+ando pe$adas indicadoras para os indecisos da
reta$uarda. #ua personalidade se ilumina de esperança e a sua conduta se permeia de paz.;
2Estranhos ;umos, 5eguros ;oteiros, cap&2, p&673&
I9 - B> homem, realmente não se conhece. Identifica e perse$ue metas e+teriores.
%amufla os sentimentos enuanto se esfalfa na realização pessoal, sem uma correspondente
identificação 'ntima.; 2< =usca da ;ealidade, cap&6, p&7-3&
9 - BFma auto(an!lise cuidadosa, uma refle+ão peri"dica a respeito dos valores reais e
aparentes, a meditação sobre os objetivos da vida, concedem pautas e medidas para a harmonia,
para o ê+ito real do ser.; 2' @omem em =usca do P(ito, cap&7, p&863&
9I - B=s doenças or$Cnicas se intalam em decorrência das necessidades c!rmicas ue lhe
são inerentes, convocando o ser a refle+ões e reformulações morais proporcionadoras do
reeuil'brio.; 2Eoen%as Contempor#neas, cap&7, p&-+3&
9II - B> homem nasceu para a auto(realização, e faz parte do $rupo social no ual se
encontra, a fim de promovê(lo crescendo com ele. >s problemas devem constituir(lhe meio de
desenvolvimento, em razão de serem(lhe est'mulos(desafios, sem os uais o t&dio se lhe instalaria
nos pain&is da atividade, desmotivando(o para a luta.; 2:aturidade *sicol)gica, cap&, p&,+3&
9III - B> amor & uma conuista do esp'rito maduro, psicolo$icamente euilibradoG usina
de forças para manter os euipamentos emocionais em funcionamento harm<nico. H uma forma de
ne$ação de si mesmo em autodoação plenificadora. Não se escora em suspeitas, nem e+i$ências
infantisG elimina o ci7me e a ambição de posse, proporcionando inef!vel bem(estar ao ser amado
ue, descomprometido com o dever da retribuição, tamb&m ama. 0uando, por acaso, não
correspondido, não se ma$oa nem se irrita, compreendendo ue, o seu, & o objetivo de doar(se, e
não e e+i$ir. .ermite a liberdade ao outro, ue a si mesmo se faculta, sem car$a de ansiedade ou de
compulsão.; 2*lenifica%"o Interior, cap&8, p&++73&
IX - B> amor & o rio onde se afo$am os sofrimentos, pela impossibilidade de
sobrenadarem nas fortes correntezas dos seus impulsos ben&ficos. #em ele a vida perderia o
sentido, a si$nificação. .uro, e+pressa, ao lado da sabedoria, a mais relevante conuista humana.;
2' @omem *erante a ConsciHncia, cap&-, p&+623&
X - B= intuição da vida, o instinto de preservação da e+istência, as e+periências ps'uicas
do passado e parapsicol"$icas do presente, atestam ue a morte & um ve'culo de transferência do
ser ener$&tico pensante, de uma fase ou est!$io vibrat"rio para outro, sem e+pressiva alteração
estrutural da sua psicolo$ia. =ssim, morre(se como se vive, com os mesmos conte7dos psicol"$icos
ue são alicerces 2inconsciência3 do eu racional 2consciência3.; 2' Guturo do @omem, cap&,,
p&+7.3&
C';;EC4EQ< EE JAQ
Cos dias difíceis em !ue vivemos, !uando o peso dos pro$lemas amea%a-nos esmagar, vale
a pena dedicarmos alguns instantes para a leitura e para a medita%"o, $uscando inspira%0es para o
nosso dia-a-dia&
Cesse sentido, uma e(celente sugest"o é a o$ra Correnteza de Luz, do Espírito Camilo,
psicografada pelo médium ?osé ;aul 4ei(eira& 5ua primeira edi%"o data de +,,+, pu$licada pela
Editroa Gr/ter& Escrita primorosamente, numa linguagem irreproch/vel, apresenta elevados
esclarecimentos so$re múltiplas !uest0es da nossa vida so$ o #ngulo do Espiritismo&
;efletindo so$re temas e(traídos de O Livro dos Espíritos e de O Livro dos Médiuns,
enfoca de modo muito especial as inter-rela%0es entre o mundo material e o mundo espiritual&
's trHs primeiros capítulos da o$ra, por e(emplo, constituem um pe!ueno mas
aprofundado estudo so$re o perispírito, raramente encontrado em outro lugar, ao menos da forma
como ali est/ e(posto&
Iuem se interessa pelo tem/tica mediúnica n"o pode dei(ar de lH-la, pois encerra preciosos
apontamentos so$re a sua natureBa, desenvolvimento, modo de e(ercer, finalidade, etc&
Cum tempo em !ue a literatura espírita ganha em !uantidade e perde em !ualidade, h/ !ue
se selecionar $oas o$ras, Correnteza de Luz é uma delasL
Eis alguns e(certos1
I - BNa !rea da irradiação, ener$ias emitidas pela alma, sempre ativa, e+pandem(se em
determinada re$ião ue a circunscreve, sofrendo a sua natural influência, mais ou menos ampla, de
conformidade com o n'vel de desenvolvimento intelectual e moral dessa Inteli$ência. H $raças à
sua plasticidade, entretanto, ue o corpo perispiritual lo$ra ter modificadas as suas formas
e+ternas, consoante a ação do psiuismo da *ntidade *spiritual. %onvertem(se em fi$uras
dantescas, mesmo irracionais, na hipantropia, na licantropia, ou noutra ualuer e+pressão
zoantr"pica, dentro dos estados da mente enferma e culpada, $rotesca, liberada do corpo
som!tico.; 2Correnteza de Luz, p&223&
II - BIlumina o teu entendimento com a luz de amadurecidas meditações, a fim de ue o
teu conhecimento das uestões da alma não se perca nas superficialidades ue $eram
inse$urança.; 2Correnteza de Luz, p&7-3&
III - BNos dias ue se derrama sobre a ?erra a bênção do %onsolador, ue representa
:esus de retorno ao conv'vio humano, insuflando(nos bom Cnimo, esperança, cora$em para
encetar a marcha renovadora, evocamos a fi$ura do Iuia Israelita, para concluir ue, tamb&m na
atualidade, carece o e+erc'cio medi7nico da disciplina, ue norteiaG do respeito, ue valorizaG dos
dedicados estudos, ue $eram entendimentoG das meditações elevadas, ue euilibram, a fim de
ue se consi$am frutos sazonados da !rvore da mediunidade.; 2Correnteza de Luz, p&D,3&
I9 - B9uitos são os ue procuram informações uanto aos modos pelos uais se poder!
melhor desenvolver a mediunidade, ou educ!(la, para servirem com maior proveito. H necess!rio
se entenda, nesse caso, ue à medida ue o indiv'duo com deveres medi7nicos se renova e se
amplia, como criatura humana, uanto mais se aprimora como ser, mais conhecendo, mais
amando, mais sentindo e sendo melhor pessoa, obviamente suas caracter'sticas medi7nicas, sejam
uais forem, i$ualmente se desenvolverão.; 2Correnteza de Luz, p&8+3&
9 - B#e pensas, pois, em servir na ,inha do %risto, na fai+a do intercCmbio com o =l&m,
afervora(te às necess!rias disciplinas, com espontaneidade e lucidez, a fim de > encontrares em
cada atividade, ainda ue isso te custe abandono, incompreensão ou l!$rimas, certo de ue mais te
valerão o clima da consciência iluminada e a alma prenhe de bênçãos.; 2Correnteza de Luz,
p&+.3&
9I - B%umpre estudar sempre mais, meditar cada vez mais para conse$uir captar sutilezas
e servir melhor.; 2Correnteza de Luz, p&+6.3&
9II - B*minentes ener$ias são dinamizadas pelo empenho da oração. *ssa maneira de
intercambiar com os .oderes #uperiores da ,ida coloca a criatura em condições de, ao diri$ir o
pensamento às =lturas, tornar(se recept!culo das ful$urantes bênçãos ue jorram do Infinito em
cascatas felizes.; 2Correnteza de Luz, p&+D+3&
9III - B> *spiritismo, na sua feição de doutrina da razão, convida àueles ue se
apro+imam dos seus circuitos ou ue mourejam em seus campos, a um mer$ulho no oceano dos
pensamentos superiores, ue são e+pressos com nobreza de forma e ele$Cncia vocabular,
valorizando a todos uantos apreciam o pr"prio crescimento.; 2Correnteza de Luz, p&+--3&
4E54E:AC@'5 EE C@IC' X<9IE;
Am$erto Eco, famoso escritor italiano, afirmou certa feita !ue o mundo est/ cheio de livros
preciosos !ue ninguém lH& 5e esta afirma%"o é verdadeira para a literatura universal, tam$ém o é
para a literatura espírita& @/ e(celentes o$ras de car/ter doutrin/rio !ue permanecem ignoradas do
grande pú$lico espírita& Ama dessas o$ras é ?estemunhos de %hico Javier, de 5uelR Caldas
5chu$ert, pu$licado pela GE=&
4rata-se de uma an/lise primorosa da correspondHncia de Grancisco C#ndido Xavier com
<ntSnio Tantuil de Greitas, presidente da Gedera%"o Espírita =rasileira durante vinte e sete anos
consecutivos& <$arcando um período !ue vai de +,76 até +,7, ela revela um dos períodos mais
importantes da hist)ria do movimento espírita $rasileiro&
Ceste ano, !uando se comemora o centen/rio de nascimento do médium mineiro e a figura
hist)rica confunde-se com a mítica, ?estemunhos de %hico Javier mostra um homem como
!ual!uer outro, com os seus conflitos e dramas, mas com o diferencial de aplicar em todas as
circunst#ncias de sua vida, so$retudo nas mais difíceis, o Evangelho de ?esus&
Chico Xavier e Tantuil de Greitas formaram uma parceria !ue fomentou o
desenvolvimento e a difus"o do Espiritismo no =rasil& 4odas as o$ras psicografadas pelo médium
passavam por um e(ame criterioso, algumas delas tendo o seu conteúdo alterado pelos autores
espirituais M pedido do Eepartamento Editorial da GE=& ' caso mais famoso talveB seja o do livro
Aibertação, do espírito <ndré JuiB, !ue traBia informes novos so$re a realidade espiritual, como a
UmorteV do perispírito e nuances do processo o$sessivo& ' presidente da GE= teve dificuldade para
entender e aceitar os princípios !ue eram ali desenvolvidos e ao manifestar a sua incompreens"o
o$teve de <ndré JuiB o aviso de !ue reescreveria parte da o$ra, pois se ele com toda a sua $agagem
doutrin/ria n"o conseguira assimilar as suas Urevela%0esV, o !ue se dir/ dos demais&&&
?estemunhos de %hico Javier traB confidHncias do médium e depoimentos surpreendentes
!ue n"o se encontram em outras o$ras& K leitura o$rigat)ria para !uem deseja conhecer melhor a
intimidade deste grande homem&
E(certos1
I - B2...3 /oi *mmanuel ue tamb&m me disse um dia K @Não te aflijas com os ue te batem
K o martelo ue atormenta o pre$o com pancadas f!(lo mais se$uro e mais firme@.; 2?estemunhos
de %hico Javier, p&273&
II - BIma$inas ue eu, sem ualuer e+pressão no movimento doutrin!rio, isolado no
sertão a$reste de 9inas, tenho recebido todos os nomes $rosseiros conhecidos. ?udo uanto &
@acusação@, as mais esuisitas, tem vindo sobre mim. 5! dias em ue me sinto enlouuecer, porue
re$istro a car$a pesada de fluidos venenosos ue me atiram. 9as )eus h! de au+iliar(nos. *le nos
ajudar! a che$ar at& o ponto em ue nos for permitido se$uir, por #ua )ivina ,ontade.;
2?estemunhos de %hico Javier, p&+883&
III - B2...3 /iz a per$unta ao nosso ami$o =ndr& Auiz e envio(te a resposta. :! tive dois
casos de con$elamento de mãos em passes ue dei a irmãos a$onizantes e fiue satisfeito com a
e+plicação do nosso ami$o espiritual. Noto muita diferença nas sensações em passes de ue sou
intermedi!rio. =tualmente, o nosso companheiro )r. 8<mulo & uem se incumbe dessa seção de
serviços do nosso $rupo em .edro Aeopoldo e, a conselho de *mmanuel, s" funciono uando ele
não est!, em vista da multiplicidade das sensações ue nos surpreendem nesses serviços DLE. 5!
pouco tempo, nesse trabalho, vi a cena ue preocupava o doente K um crime por ele cometido h!
trinta anos. > caso foi para mim doloroso. * & tão $rande e tão comple+o ue não cabe numa
carta. /aço a referência tão(s" para comentarmos a comple+idade dessa tarefa 2...3;.
2?estemunhos de %hico Javier, p&22.3&
I9 - B2...3 ?enho recebido, meu ami$o, cartas insultuosas e observações bem duras, uanto
aos livros desse mensa$eiro espiritual D=ndr& AuizE ue nos veio ensinar uanto & nobre e sublime
a vida superior.; 2?estemunhos de %hico Javier, p&27+3&
9 - B2...3 %omeçar & f!cil, continuar & dif'cil e che$ar ao fim & crucificar(se, diz o nosso
*mmanuel para desi$nar uma tarefa cristã.; 2?estemunhos de %hico Javier, p&2783&
9I - B%om :esus e com o tempo não h! problema insol7vel.; 2?estemunhos de %hico
Javier, p&2D+3&
9II - B2...3 *mmanuel costuma dizer(me ue @uando aceitamos o incenso do mundo,
vamos perdendo o contato com a ,ontade de )eus@ 2L3.; 2?estemunhos de %hico Javier, p.MNM3.
,III ( B2...3 >s nossos -enfeitores *spirituais costumam afirmar ue s" os in7teis não
possuem advers!rios e ue a paz procurada pela maioria das criaturas & simplesmente a paz
fantasiosa do cemit&rio.; 2?estemunhos de %hico Javier, p&2883&
IX - B/iuei satisfeito por haveres identificado a personalidade de :os& -onif!cio em 8uO
-arbosa. :! me achava de posse dessa informação. 0uando :os& -onif!cio partiu levou $rande
amor e reconhecimento à -ahia e reencarnou(se l!, uase de imediato, para prosse$uir no
trabalho de libertação do .a's. =ntes era a Independência e, em se$uida, a =bolição do cativeiro e
a 8ep7blica. %omo vemos, as tarefas continuam... 2...3;. 2?estemunhos de %hico Javier, p&2,23&
X - BFltimamente, estou freuentando, fora do corpo f'sico, uma noite por semana, uma
*scola do *spaço em ue o nosso abne$ado *mmanuel & professor de )outrina *sp'rita. %onfesso
ue & uma e+periência maravilhosa. *stou aprendendo o ue nunca pensei em aprender e tenho
conservado a lembrança do ue vejo, com o au+'lio dos =mi$os do =lto.; 2?estemunhos de %hico
Javier, p&6-3&
CIC4IJ<WX' E<5 E54;EJ<5 > ?& ;<AJ 4EIXEI;< / C<:IJ'
<llan Fardec, o insigne codificador da Eoutrina Espírita, adotava o e(ame da linguagem
dos Espíritos como critério para avaliar a sua superioridade ou n"o& 5emelhante critério continua
v/lido, devendo ser adotado por n)s na avalia%"o da literatura mediúnica&
' Espírito Camilo, através dos seus escritos, tem dado mostras suficientes de sua eleva%"o&
:ediante uma linguagem rica e profunda, tem nos $rindado com e(celentes refle(0es doutrin/rias&
Em sua o$ra %intilação das *strelas, psicografada pelo médium ?osé ;aul 4ei(eira, cujo pref/cio
data do ano de +,,2, apresenta um conjunto de 6D mensagens do mais alto teor espiritual&
Em$asada no Evangelho de ?esus e nos postulados espiritistas, esta o$ra tange assuntos diversos
!ue v"o desde o processo hist)rico das trHs ;evela%0es até M realidade in!uestion/vel do nosso
mundo interior&
Cada mensagem e(ige esfor%o meditativo, a fim de !ue o seu conteúdo seja devidamente
apreendido&
' Espírito Camilo, como outras entidades vener/veis, & a voz ue clama no deserto, para
nos servirmos de uma figura evangélica, pois num tempo em !ue tantos espíritos se manifestam,
poucos tHm demonstrado a mesma sa$edoria e profundidade de pensamento&
=em-aventurados somos n)s, por termos M nossa disposi%"o fartos recursos para nossa
ilumina%"o e espiritualiBa%"o, ausentes em outras épocas&&&
E(certos1
I - B2...3 cada um transformando a sua ba$a$em reencarnat"ria em ajuda para o
pro$resso $eral 2L3.; 2p&+.3&
II - B5onramo(nos, por isso, ante o labor crescente da e+uberante )outrina *sp'rita ue,
como potente cintilação das estrelas, derrama(se por sobre os indiv'duos, clareando(lhes a marcha
evolutiva, h! uase um s&culo e meio, propiciando com tal esplendor alento e ale$ria para os
corações seuiosos de harmonia, entendimento l7cido e maturidade para as mentes ue buscam
respostas para mil(e(uma situações da senda humana.; 2p&+.3&
III - B2...3 e+plicando ue o passamento & tão somente alternação de campo de vibração,
capaz de endereçar a criatura para a colheita do ue haja semeado no seu roteiro terrestre.;
2p&23&
I9 - B.erante uaisuer d7vidas ue se interponham entre os *statutos efêmeros de %ezar
e os %"di$os *ternos do %risto, não trepidemos em face da opção. *staremos sempre com %risto,
embora respeitemos a %ezar.; 2p&6.3&
9 - B-usca o amor ue o %risto apontaG une(te à paz ue o *van$elho te propiciaG
envolve(te nos b!lsamos de ale$ria ue te vacinarão contra tenebrosas investidas do mal, como
reais depredadores das potencialidades $randiosas do *sp'rito.; 2p&D.3&
9I - B)iante do companheiro atormentado, tolerCncia abundante, demonstrando o uanto
de euil'brio j! nos enriuece, au+iliando(o como pudermos e o uanto nos permitam as forças do
*sp'rito. Nin$u&m se detenha, contudo, se o irmão enfermo desdenhar a cooperação fraternal.
=vançar adiante ser! a palavra de ordem, entre$ando(o às #ublimes Aeis de )eus, ue tudo
corri$em e tudo conduzem, a seu tempo.; 2p&D7-DD3&
9II - B#abedor ue &s de ue o ue contamina o homem & o ue lhe @sai@ do imo,
apresentado em seus atos, entendas ue, do mesmo modo, & o substrato da sua intimidade ue tem
o poder de conferir(lhe alforria, libertando(o das celas tormentosas do passado de delitos, a fim de
ue se alteie feliz, refletindo a luz dos %&us ue haja conse$uido, com esforço, amealhar.; 2p&8.3&
9III - B)eus se manifesta no mundo atrav&s da sua perfeita le$islação. %abe ao indiv'duo
humano assenhorear(se dela e passar a viver em consonCncia com os seus preceitos, a fim de ue
reflita a sublime $randeza do %riador.; 2p&-23&
IX - B> decesso da m!uina or$Cnica, ue ora se desa$re$a, no fen<meno biol"$ico
normal, não determina o fim da vida. %aracteriza, isto sim, o pano ue desce ao t&rmino de mais
um ato, em pleno cen!rio da ,ida, ue se projeta sobre n"s e nos plenifica, como doação de amor
do %oração de )eus.; 2p&,+3&
X - B%onsoante nos informam os 9entores da 5umanidade, :esus & o 9odelo e Iuia para
os indiv'duos, sem ualuer especificação de crenças ou condição social, de castas ou situação
econ<mica, de n'vel intelectual ou sintonia pol'tica, pois enuanto o *sp'rito do %risto não for
assimilado por todos, um a um, $erando transformações formid!veis no seio das almas, nenhum
movimento ue ora se processa no planeta e+perimentar! plenitude e maiores conuistas, porue
uando falamos em pro$resso espiritual não podemos descartar ue, vivendo todas as e+periências
da ?erra, o *sp'rito somente alcança o desiderato da sua evolução, uando se mostra conforme o
seu 9odelo e Iuia, ue & :esus. *le, então, para n"s todos, representa o *+celso Ioverno da nossa
*scola planet!ria.; 2p&++,3&
K com alegria e satisfa%"o !ue comunico a pu$lica%"o de mais um tra$alho em !uadrinhas&
C"o o$stante a sua simplicidade, constitui para mim um livrinho muito importante, pois inaugura
uma série nominada de 50 Quadras... 4rata-se do primeiro volume de uma primeira trilogia& ' seu
título é 50 Quadras sobre Deus& Como o pr)prio título indica, apresenta D. !uadrinhas poéticas,
todas elas refletindo so$re Eeus a partir da perspectiva espírita& K um livro de $olso 2+.cm X +Dcm3
e possui 2 p/ginas& Cas duas pr)(imas semanas estarei pu$licando os outros dois e(emplares !ue
completam esta primeira trilogia&
<$ai(o, segue o pref/cio do opúsculo1
B> homem, desde sua ori$em na ?erra, tem procurado a )eus.
*r$ueu(Ahe os mais distintos templos em sua honra e louvor.
/ormulou rituais comple+os para servi(Ao.
*n$endrou variados tipos de litur$ias para cultu!(Ao.
8epresentou(> de mil modos diferentes com o objetivo de ador!(Ao.
Inventou milhares de nomes para desi$n!(Ao.
%ontemplando a sucessão dos s&culos, no seio das reli$iões mortas e das ue
sobreviveram, nota(se ue )eus ainda não foi encontrado.
> homem se$ue em sua incans!vel busca...
?odavia, apro+imam(se os tempos da reli$ião interior, nos uais o homem encontrar! a
)eus.
%ompreender! ue nenhum templo, por mais vener!vel ue seja, substituir! o pr"prio
coração, onde )eus deve ser honrado e louvado.
)ispensar! o concurso de ualuer ritual para servir a )eus mediante a vivência do bem,
do amor, do belo...
Não aceitar! outra litur$ia al&m da litur$ia da fraternidade, reunindo todos num
sentimento de respeito e $ratidão para cultuar a )eus.
8ecusar! ualuer forma de representação de )eus passando a ador!(Ao tão(somente em
esp'rito e verdade.
)ei+ar! de lado toda desi$nação, por mais elaborada ue seja, por entender ue não h!
na lin$ua$em humana um termo capaz de traduzi(Ao.
0uando tudo isto for realidade, a busca de )eus ter! che$ado ao fim, pois o homem >
ter! encontrado no lu$ar menos procurado6 dentro de si mesmo.
.ara ue o tempo da reli$ião interior che$ue lo$o, propomos cinuenta uadrinhas sobre
)eus, refletindo sobre os atributos da sua perfeição e fazendo o convite para encontr!(Ao na
intimidade de nossa coração.;
Este livro, como o seu título indica, reúne D. !uadrinhas so$re Eeus !ue foram ela$oradas
a partir da vis"o espírita& K um convite para refletirmos so$re Ele e, principalmente, so$re a
dimens"o !ue lhe temos dado em nossa vida& Iual o filho pr)digo da par/$ola evangélica, sempre
h/ tempo de nos reconciliarmos com Eeus, o nosso *ai :aior&
50 Quadras sobre Jesus apresenta !uadrinhas so$re a vida, os e(emplos e as li%0es da
maior personalidade de todos os tempos& 5egundo livro da série 50 Quadras..., pretende, através
das !uadrinhas !ue enfei(a, incentivar e promover a refle("o so$re ?esus e a !ualidade da nossa
rela%"o com ele, mediante a prece, o comportamento alinhado com o $em, uma vida com prop)sitos
elevados&&&
Jivro de $olso 2+. cm X +D cm3, tem 7 p/ginas, sendo de f/cil leitura e entendimento&
*ara os interessados, segue a$ai(o a reprodu%"o do seu pref/cio1
B9aior personalidade de toda a 5ist"ria, :esus se$ue desafiando a compreensão dos
especialistas das mais diversas !reas do conhecimento humano.
*studado por te"lo$os, soci"lo$os, psic"lo$os, historiadores etc., :esus tem inspirado a
elaboração de milhares de tratados enfocando #ua vida, #ua mensa$em e #eu comportamento.
.rovavelmente não h! uem não > conheça, mesmo nas re$iões do planeta refrat!rias aos
seus ensinos.
H dif'cil e+plicar como uma pessoa ue viveu h! dois milênios e+erça tamanho fasc'nio e
tamanha influência sobre a atualidadeP
-asta lembrar ue aueles ue se dizem seus adeptos somam milhões...
= sua doutrina & a mais difundida no mundo, no entanto, parece não ser muito bem
entendida e, menos ainda, aplicada na vida individual e coletiva.
Irande parte da 5umanidade se diz cristã, conhece a doutrina cristã, mas não vive do
mesmo modo ue :esus vivia.
=s lições de amor, de solidariedade, de doação, de caridade, entre tantas outras
e+emplificadas por :esus, estão distantes do dia(a(dia da maioria das pessoas.
0uantos h! ue Ahe dedicam suas preces de manhã ou de noite, mas ue e+ploram seus
semelhantes, ue pisam em cima do seu pr"+imo, ue tratam os outros com raiva e a$ressividade...
*is o parado+o em ue se encontra a %ristandade6 conhece :esus e, ao mesmo tempo,
parece não conhecê(Ao.
=ssim, nunca ser! demasiado refletir sobre :esus objetivando uma apro+imação da
refle+ão com a pr!tica.
*ste peueno livro, não obstante a sua simplicidade, atrav&s de suas uadrinhas, pretende
fazer um convite para observarmos e analisarmos melhor nossa relação com :esus, propondo a
vivência di!ria dos seus ensinos.
Aembrando ue a felicidade verdadeira est! na dependência do entendimento e da
aplicação dos #eus princ'pios transcendentes no Cmbito das comple+as relações humanas.;
5egundo os =enfeitores Espirituais, ?esus funciona como UmodeloV e UguiaV para cada ser
humano, !ue deve esfor%ar-se por conhecH-Jo e imitar-Jhe os e(emplos de vida& Estas D.
Iuadrinhas so$re ?esus constituem um singelo apelo nesse sentido, a fim de conseguirmos ter um
pouco mais de U?esusV em nosso dia-a-dia& ' livro tem o custo de ;Y 7,.. e pode ser solicitado via
e-mail&
*ara incorporar1
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!uadras so$re jesus pj\_D. !uadras so$re jesus pjZ/a_Z/strong_Zo$ject id[\^^sseD2-D,8\
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http1//]]]&7shared&com/file/;RE;@tJd/D.^IA<E;<5^5'=;E^?E5A5-*?&html
Livro!
50 QAD!A" "O#!E O AMO!
4amanho1 +.cm X +7cm / 2 p/ginas
50 Quadras sobre o A$or encerra a primeira trilogia da série 50 Quadras& Como o seu
título indica, apresenta refle(0es poéticas so$re o amor& 5"o pe!uenos versos !ue e(ploram as
infinitas dimens0es !ue o amor assume em nossa vida, desde o amor por si mesmo até o amor
incondicional por todas as criaturas&
< nossa capacidade de amar ainda é $astante limitada e os nossos esfor%os devem
convergir justamente para ampliar progressivamente o raio da sua a%"o&
' amor ajuda e conforta, ampara e levanta, estende a m"o e doa, li$erta e assiste, esclarece
e ilumina&&&, o amor amaL
5egue a$ai(o o pref/cio do opúsculo1
BH muito dif'cil escrever sobre o amor.
?alvez seja mesmo imposs'vel traduzi(lo em palavras.
*ntretanto, não & outra coisa o ue os poetas de todos os tempos e lu$ares têm tentado
fazer. =trav&s dos seus versos uerem penetrar nos arcanos, ue são indevass!veis, do amor.
Iuardadas as proporções, foi o ue se intentou realizar aui. Não dizer o ue & o amor,
mas refletir sobre ele e a importCncia ue tem atrav&s de peuenas uadras.
*mbora varie ao infnito e dependa da e+periência pessoal de cada um, o amor referido
aui vai al&m dos $randes arroubos da pai+ão, buscando nele o ue h! de mais belo e sublime.
)e eros a !$ape, o amor deve ser presença constante em nossa vida, inundando nosso
coração de contentamento e realização.
*ste livrinho, assim, nada mais & do ue um convite ao amor.
0uando o amor reinar na ?erra, dominando todas as almas, por certo compreenderemos o
ue as mitolo$ias anti$as referiam como sendo o para'so.;
<*;ECI<WX' E' 5E:ICe;I' UE: =A5C< E< 9E;E<EEV, C': EI9<JE'
*E;EI;< G;<CC'
Co dia +- de setem$ro de 2.+., num dos amplos sal0es da GEC<C em Covo @am$urgo-
;5, vivenciamos momentos de muita ilumina%"o e esclarecimento espiritual participando de um
semin/rio com o famoso médium e orador espírita Eivaldo *& Granco& ' evento comemorou os D.
anos da #ociedade *sp'rita *m -usca da ,erdade e os 2. anos da 5orta %omunit!ria :oanna de
Qn$elis& <s duas institui%0es localiBam-se em Covo @am$urgo-;5 e vem prestando ao longo de
suas respectivas trajet)rias uma consider/vel contri$ui%"o para o desenvolvimento intelecto-moral
das pessoas !ue atendem&
' 5emin/rio, intitulado *m -usca da ,erdade, apresentou dois momentos distintos& Co
primeiro, foi a$ordado o processo de desenvolvimento do pensamento humano, desde os tempos
pré-hist)ricos até a atualidade, a partir do modelo proposto pelo *rofessor :ira R Jopes&
Impressiona a capacidade mnemSnica do orador, revelando vasta cultura, conhecimento e erudi%"o,
$em como a influencia%"o de Espíritos 5uperiores& Co segundo momento, o orador realiBou uma
an/lise magistral da par/$ola evangélica do /ilho .r"di$o e da tela > 8etorno do /ilho .r"di$o, do
pintor holandHs ;em$randt, interligando religi"o, hist)ria da arte, psicologia e espiritualidade&
' orador enfocou diferentes aspectos da o$ra de ;em$randt, chamando a aten%"o para o
canto superior es!uerdo da pintura, no !ual se destaca a imagem tHnue de uma mulher, como se
estivesse emergindo das som$ras, !ue representaria a m"e j/ desencarnada do filho pr)digo,
acompanhando e influenciando a reconcilia%"o do filho com o pai&
' 5emin/rio foi um sucesso em todos os sentidos1 conteúdo e e(plana%"oa estrutura e
organiBa%"oa pú$lico 2mais de -.. pessoas3a co$ertura jornalística etc&
;egistramos a!ui as merecidas congratula%0es a todos os !ue au(iliaram na promo%"o do
evento&
<*;ECI<WX' E< *<JE54;< U:EC4E5 IC4E;C'CEC4<E<5 E < JEI E<
<4;<WX'V, C': 5AEJd C& 5C@A=E;4
@oje, oito de outu$ro de 2.+., estive presente na palestra e(cepcional da escritora,
palestrante e conferencista 5uelR Caldas 5chu$ert, realiBada no Centro Espírita Gé, JuB e Caridade
2Covo @am$urgo/;53 das 2.h até as 22h&
' tema a$ordava a sua mais recente pu$lica%"o 9entes Interconectadas e a Aei de =tração
!ue pretendo estar comentando em $reve a!ui neste espa%o&
< palestrante foi muito feliB ao iniciar sua fala com a seguinte cita%"o de > Aivro dos
*sp'ritos1 B2...3 > amor & a lei de atração para os seres vivos e or$anizados. = atração & a lei de
amor para a mat&ria inor$Cnica; 2Iuest"o ---a3& Essa cita%"o serviu de mote para orientar o seu
pensamento ao longo da e(posi%"o, destacando o papel da mente e as rela%0es !ue mantém com o
meio em !ue se situa&
Com cita%0es de estudiosos do Espiritismo, encarnados e desencarnados, como Jéon
Eenis, @ermínio C& :iranda, ?oanna de Ongelis, Emmanuel, entre outros, todas escolhidas
criteriosamente, o tema foi desenvolvido amplamente ancorado nas fundamenta%0es espíritas&
*articularmente, julgo muito oportuno o tratamento dado ao tema, so$retudo em rela%"o M
Jei de <tra%"o, t"o mal entendida e t"o mal e(plicada em alguns livros, pois es!uecem de
es!uadrinhar e dimensionar as características !ue singulariBam cada ser e de mencionar o fator
merecimento para alcan%ar a!uilo !ue avidamente desejam&
< palestra fluiu como a /gua límpida de um c)rrego, irrigando de esclarecimento o íntimo
da!ueles !ue, como eu, tiveram o praBer e, por !ue n"o, o privilégio de ouví-la&
Gilho de Eeus
<llan Fardec e(plica !ue uma das principais conse!uHncias decorrente da compreens"o
dos ensinamentos espíritas é a da resigna%"o diante das vicissitudes da vida&
Ee fato, as li%0es traBidas pelos =enfeitores Espirituais so$re Eeus, a imortalidade, a vida
futura, a reencarna%"o, a mediunidade, a necessidade do $em etc&, oferecem ao mesmo tempo
esclarecimento e conforto, au(iliando-nos na vilegiatura terrena&
Cesse sentido, como esclarecimento e conforto para as nossas almas, so$retudo na!ueles
momentos mais difíceis pelos !uais passamos, sugerimos a leitura e a medita%"o do livro /ilho de
)eus, escrito pelo Espírito ?oanna de Ongelis através das m"os do médium $aiano Eivaldo *&
Granco&
4rata-se de um opúsculo, um pe!ueno livro, mas é possível e(clamar1 !ue livroLLL
;eunindo 6. mensagens distri$uídas em +.- p/ginas, encerra um comovente apelo M
resigna%"o e ao tra$alho fecundo da melhoria de n)s mesmos e do meio em !ue vivemos& 4oda as
mensagens encontram-se permeadas pelo pensamento central de !ue somos filhos de Eeus e !ue
Ele, como *ai Beloso, amoroso e $om, preocupa-se com cada um de n)s, ao e(tremo, de modo !ue
tudo o !ue nos sucede, mesmo o !ue nos leva Ms l/grimas e cujas raB0es muitas veBes n"o
compreendemos, o$jetiva sempre o nosso $em&&&
*articularmente, esta o$ra tem sido minha companheira j/ faB algum tempo, tanto !ue
algumas de suas mensagens est"o vivas em minha mem)ria, constituindo fonte permanente de
inspira%"o&
5eguem a$ai(o alguns trechos para aprecia%"o1
I > B*mpenha(te no sentido de conse$uir ê+itos nos teus empreendimentos 'ntimos, mesmo
ue a peso de sacrif'cios, recordando(te ue, em ualuer situação, )eus est! conti$o.; 2p&,3
II > B=ssim, )eus te necessita, a fim de ue, em ti refletido, todos > vejam, sintam e
amem, esforçando(se cada um para ue tamb&m > tenha desvelado em seu cosmo interno,
e+perimentando a plenitude ue um dia dominar! todas as vidas.; 2p&+3
III > B%onscientizando(te de ue não se$ues ao l&u, mas te movimentas na correnteza da
ordem superior, superar!s tensões e amar$uras, ansiedades e des$ostos, porue esse h!lito de
)eus, ue a tudo e a todos vitaliza, manifesta(se em ti e atrav&s de tudo auilo ue te diz respeito.;
2p&673
I9 > BNo lu$ar onde estejas, )eus est! conti$o6 no lar, no trabalho, no espairecimento, no
repouso, na doença, na sa7de, n*le haurindo consolo e forças para prosse$uires nos misteres a ue
te vinculas.; 2p&D+-D23
9 > B%onforme aneles e projetes os teus pensamentos, a vida te devolver! em forma de
acontecimentos, sensações e emoções.; 2p&D83
9I > B?rinfo no mundo, & $ozo ue passa. ?riunfo com )eus, & harmonia ue permanece.
)eus uer o melhor para ti, e, porue ainda não sabes ele$ê(lo, proporciona(te os meios para
conse$ui(lo em definitivo, sem mar$em de o perder.; 2p&83
9II > B%onsidera aueles ue te cercam, como sendo a tua oportunidade de desdobrar o
amor, mesmo ue não estejam capacitados para recebê(lo, e, especialmente, por esta razão
mesma.; 2p&-,3
9III > B= tua vida escreve p!$inas ue irão influenciar outras vidas, nelas permanecendo
como e+emplos, est'mulos ou derrotas. )eus permanece sempre $uiando(te e fortalecendo(te para
o fanal feliz. Não o duvides, nem o desconsideres.; 2p&,83
IX > B=$radece, pois, a )eus, tua vida, teu corpo, teu ser eterno ue marcha
verti$inosamente para *le.; 2p&+.63
X > B)eus te ama
e tu percebes.
#ua ternura
te rocia a face
e #uas mãos
te sustentam.
#eu h!lito te vitaliza
e #ua voz silenciosa
che$a aos teus ouvidos,
com bênçãos,
com esperanças
e com orientações.
)eus te busca
e te encontra.
=$ora ue > sentes,
)ei+a(te penetrar
e conduzir
ao destino feliz
ue te reserva.
)eus vive, manifesta
e dilata o #eu amor
atrav&s de ti.
?u o sabes...
* onde tu estiveres
*le estar! sempre conti$o.; 2p&+.-3
"e#er$ncia!
G;<CC', Eivaldo *& 2pelo Espírito ?oanna de Ongelis3& %i&'o de Deus. 5alvador, =<1
JE<J, +,-& +.-p&
K com o cora%"o e(ultante !ue apresento uma nova pu$lica%"o1 %a&ando sobre o
Espiritis$o ( vo&u$e ), com 2. capítulos e 22+ p/ginas&
' livro reúne a transcri%"o de e(posi%0es doutrin/rias realiBadas em casas espíritas da
;egi"o :etropolitana de *orto <legre-;5, todas elas j/ pu$licadas neste $log na condi%"o de
pe!uenos artigos e refle(0es&
9ersando so$re os temas fundamentais do Espiritismo é, antes de mais nada, uma o$ra de
vulgariBa%"o, !ue apresenta material para estudo e refle("o, redirecionando o leitor para a consulta
e o e(ame das o$ras $/sicas da Codifica%"o&
5egue a$ai(o o pref/cio da o$ra e alguns e(certos de cada capítulo1
B)esde al$uns anos, assumi publicamente o compromisso de colaborar na divul$ação do
*spiritismo e & o ue tenho feito, principalmente atrav&s de palestras e $rupos de estudos. *sse
compromisso, ue não & nem um pouco f!cil, e+i$e leituras e pesuisas constantes.
.ara cada palestra ou apresentação para $rupos, muitas são as fontes pesuisadas,
emer$indo um $rande n7mero de informações ue reuerem e+ame e interpretação. H um trabalho
di$no de 5&rcules, mas ue nem sempre fica transparente para auele ue escuta.
*stimulado por ami$os, passei a transcrever al$umas de minhas palestras, tentando
adeu!(las à ri$idez do te+to escrito. )a oralidade para a escrita, no entanto, fizeram(se
necess!rias v!rias mudanças durante as transcrições, che$ando a suprimir trechos inteiros e a
acrescentar elementos novos, de modo ue se al$u&m confrontar o !udio com o te+to, verificar!
com facilidade a distCncia ue se formou entre ambos.
?anto o !udio como o te+to de al$umas palestras estão dispon'veis $ratuitamente em meu
blo$ http6RRcarlosstei$leder.blo$spot.com, aparecendo aui enfei+ados na forma de um peueno
livro.
#ou o primeiro a reconhecer as imperfeições da minha fala e da minha escrita, mas peço
aos meus confrades, aos uais dedico esse livro, ue colouem acima das mesmas o seu conte7do
ue reflete os princ'pios fundamentais do *spiritismo.
*mbora abarue uma $ama variada de temas e assuntos, o enfoue predominante $ira em
torno da imortalidade do ser, da reencarnação e da comunicabilidade com os *sp'ritos. 9esmo
sendo independente um do outro, tentei dar um seuência l"$ica aos cap'tulos, tecendo um fio
uase invis'vel ue os interli$a e amarra.
=inda ue não su$ira nada de novo no Cmbito doutrin!rio, sou daueles ue acredita ue
auilo ue se reputa como sendo velho deve ser permanen(temente revisitado.
=ssim, ofereço o primeiro volume de /alando sobre o *spiritismo, reforçando o convite
ue tenho feito em todas as minhas palestras, para lermos e estudarmos cada vez mais as obras
basilares da nossa doutrina, a fim de conhecê(la melhor, de compreendê(la com profundidade e,
sobretudo, de vivê(la com entusiasmo em nosso dia(a(dia.
)esejo a todos uma boa leitura e a$radeço, de antemão, pelas cr'ticas e su$estões ue
certamente virão...;
Carlos Neovane 5teigleder
5apiranga, +- de julho de 2.+.
' IAE K ' GECf:EC' :EEIgCIC' > @C:
< mediunidade é uma faculdade !ue permite o interc#m$io entre os indivíduos !ue est"o
em diferentes dimens0es da 9ida, notadamente entre os Espíritos encarnados e os Espíritos
desencarnados, sendo comum a todo o ser humano& Essa faculdade é conhecida so$retudo pelos
seus efeitos, pelas suas manifesta%0es&
< o$ra B> ue & o fen<meno medi7nico;, do pes!uisador, escritor e conferencista
@ermínio C& :iranda, trata da faculdade mediúnica do ponto de vista fenomHnico, isto é, do modo
como ela se d/ a conhecer& Eefinindo Bfen<meno; como tudo a!uilo !ue acontece e pode ser
o$servado, o autor conte(tualiBa a mediunidade no processo hist)rico, principalmente na B2...3
dinCmica da hist"ria das reli$iões, dos povos e dos seres humanos; 2:I;<CE<, +,,D, p&-3&
Em$ora se destine M!ueles !ue desejam tomar um primeiro contato com a tem/tica
mediúnica, a o$ra n"o pode dei(ar de ser lida pelos coordenadores e dirigentes de grupos de estudos
e de tra$alhos mediúnicos, por apresentar uma e(posi%"o clara, a$rangente e sistem/tica da matéria&
' autor destaca a import#ncia do fenSmeno mediúnico em todos os aspectos da vida social
e psicol)gica, inclusive no cen/rio político, indicando v/rios fatos !ue atestam a influHncia
espiritual através da mediunidade em fatos marcantes da hist)ria& Am desse fatos, relatados na o$ra,
remete Ms famosas sess0es espíritas realiBadas na Casa =ranca 2EA<3, durante o mandato do
presidente <$raham Jincoln, !ue rece$eu importantes orienta%0es vindas do :undo Espiritual
através da médium Cettie Col$urn :aRnard& <s orienta%0es referiam-se, entre outras coisas, a
estratégias !ue o presidente deveria adotar durante a Nuerra de 5ecess"o, o$jetivando manter a
unidade territorial do país&
< o$ra tam$ém e(p0e um panorama das pes!uisas so$re a mediunidade e e(plora os seus
encai(es com a parapsicologia&
@ermínio C& :iranda consegue tanto introduBir o tema !uanto aprofund/-lo&
5egue a$ai(o o item !ue encerra a o$ra1
BST. 8*=AI)=)* IIN>8=)=
%omo dizia 9ois&s, uem nos dera ue toda a $ente e+ercesse 2com crit&rio e seriedade3
suas faculdades medi7nicasP Aament!vel ue não haja uma Nettie %olburn 9aOnard para cada
presidente, rei ou rainha neste mundo.
> problema & ue precisar'amos ter tamb&m um .residente Aincoln em cada um desses
postos de comando pol'tico(social, com $randeza suficiente e humildade bastante para ouvir com
atenção e senso cr'tico a palavra franca, positiva e s!bia de um esp'rito desencarnado de alto n'vel
evolutivo. Não para ditar ordens, mas para trocar id&ias e e+por alternativas.
)estacamos a condição cr'tica porue, sem um crit&rio seletivo ri$oroso, sem uma cr'tica
atenta ao ue nos vem dos esp'ritos, podemos ficar envolvidos em fatais mistificações ou
influenciados a colocar em ação planos tenebrosos de dominação e opressão, como 5itler e seus
comparsas encarnados e desencarnados.
=conselhado pelos *sp'ritos, Aincoln preservou a inte$ridade de seu pa's e apressou a
libertação dos nossos irmãos de pele ne$ra, proporcionando(lhes @status@ de seres humanos, tão
di$nos como ualuer outro, seja ual for a cor de sua pele. )iri$entes convictos dessa realidade
estariam hoje em condições de preservar a inte$ridade do planeta em ue vivemos, onde h! espaço
f'sico e mental para ue todos vivam em paz e em harmonia com as leis divinas, ue tudo ordenam
e sustentam, desde os incertos movimentos de uma simples ameba em busca de alimento, at& ao
esplendor das $al!+ias pousadas como ninhos imensos de luz na amplidão c"smica do infinito.
> fen<meno medi7nico foi, &, e continuar! sendo o instrumento, o ve'culo dessa realidade,
ue teima em apresentar(se aos olhos da humanidade ue, por sua vez, teima obstinadamente em
i$nor!(la.
*ssa & a $rande tra$&dia da hist"ria moderna. >s artefatos nucleares e a as tensões
internacionais, sob as uais vivemos esta hora de $raves e+pectativas são dram!ticas
conseuências da i$norCncia dos ue deveriam saber, mas não têm a humildade necess!ria e
suficiente para aprender com ur$ência o ue precisavam saber.
H claro ue o fen<meno medi7nico por si mesmo não poderia salvar a nossa civilização
enferma e febril, nem estou advo$ando aui ue se entre$ue o $overno do mundo aos esp'ritos,
porue cabe a cada um de n"s o direito e o dever de tomar decisões e responder por elas, mas a
aceitação plena da realidade de ue o fen<meno tem dado repetido testemunho, mudaria
radicalmente o rumo da 5ist"ria.
*ssa a $rande esperança, enuanto & dia. 8ezemos para ue haja tempo suficiente para
ue isso aconteça.; 2:I;<CE<, +,,D, p&,D-,83&
"e#er$ncia!
:I;<CE<, @ermínio Correa& O *ue é o +en,$eno $edi-ni.o. 6&ed& 5"o =ernardo do
Campo, 5*1 Editora Espírita Correio Graterno do <=C, +,,D& +.+p&
EC5IC<:EC4'5 *<;< A:< 9IE< :EJ@';
Carlos N& 5teigleder
Iuem n"o precisa de orienta%"o para a sua vidab
Iuem n"o est/ a procura de um norte para seguir e se guiarb
Iuem n"o $usca respostas para as !uest0es !ue lhe preocupamb
Iuem n"o gostaria de sa$er o essencial para viver a vida da melhor maneirab
*ensando nesses !uestionamentos, compomos o livro *nsinamentos para uma vida
melhor& ;eunindo +- refle(0es so$re !uest0es centrais da vida humana, pretende funcionar a
maneira de um pe!ueno manual ou roteiro para aproveitarmos mais a vida e tudo o !ue ela nos
possi$ilita, em$ora sem a presun%"o de solucionar ou resolver os pro$lemas de ninguém&
' livro apresenta indica%0es para o caminho, mas percorrH-lo é compromisso de cada um&
Eesejamos aos interessados uma $oa leitura e apresentamos a$ai(o o pref/cio !ue a$re o
livro1
B> mundo caracteriza(se, no momento, pela conturbação $eneralizada.
*m todos os lu$ares verifica(se o corre(corre das pessoas, tornando evidente a ansiedade,
a an$7stia e a inuietação ue as consomem.
>s notici!rios enfatizam apenas as tra$&dias e cat!strofes do uotidiano, locupletando(se
com a dor e o sofrimento alheios.
= maioria dos indiv'duos acha(se acorrentada a uma visão distorcida e fra$mentada da
realidade.
=prenderam, talvez por herança cultural, a identificar e focalizar uase ue somente as
ne$atividades da vida, esuecendo o ue ela tem de especial, de bela, de maravilhosa...
> imp&rio da infelicidade, ue parece estender(se por todas as partes, decorre da maneira
euivocada com ue o ser humano vem considerando os epis"dios di!rios da sua e+istência.
*ste peueno livro, embora sua despretenção, representa um firme convite para
invertermos, a partir da nossa mudança interior, esse estado de coisas.
8e7ne, em cap'tulos diversos, al$umas su$estões para transformarmos nosso modo de ser,
de ver, de pensar, de falar e de a$ir.
> seu conte7do, e+presso em uma lin$ua$em simples, portanto acess'vel a todos,
encontra(se permeado por $randes ensinamentos espirituais, tais como a transcendência do ser, a
imortalidade e a reencarnação.
>s diferentes temas ue apresenta, deste modo, são abordados a partir de uma perspectiva
assentada nas matrizes espirituais da e+istência.
:esus, sem sombra de d7vidas, foi uem melhor orientou o ser no sentido da sua vida
futura, da sua espiritualidade, da sua busca interior. .or isso mesmo, incluiu(se, em uase todos os
cap'tulos, al$uma citação evan$&lica, à luz da visão esp'rita, objetivando ampliar e melhorar a
nossa compreensão de n"s pr"prios e de nossa vida.
)esejamos, com toda a sinceridade poss'vel, ue a leitura seja proveitosa e ue contribua,
ainda ue de forma modesta, para alterar o ponto de vista ue temos em relação à e+istência
terrena, encarando(a com mais f& e otimismo, com mais ale$ria e esperança, a fim de tornarmos
nossa passa$em pelos caminhos do mundo menos dolorosa.;
Caminho% &erdade e &ida
' h/$ito da refle("o e da medita%"o, feliBmente, j/ se ficou na pr/tica espírita, podendo até
ser considerado como um e(ercício de disciplina espiritual& *ara atender esse h/$ito é indispens/vel
a utiliBa%"o de livros !ue !ue apresentem materiais ricos em seu conteúdo moral, ético e espiritual&
Am livro e(celente para a refle("o e a medita%"o di/rias é %aminho, ,erdade e ,ida,
autoria do Espírito Emmanuel, psicografado pelo médium mineiro Grancisco C& Xavier em +,7-&
;eunindo +-. mensagens mediúnicas, o livro apresenta uma sintética interpreta%"o dos
ensinos de ?esus M luB do Espiritismo& Cada mensagem é encimada por uma cita%"o evangélica,
vindo em seguida os s/$ios e oportunos apontamentos de Emmanuel, !ue revelou através deste e de
outros escritos ser um e(ímio e(egeta dos Evangelhos&
5ugere-se a leitura do livro na ordem em !ue as mensagens foram dispostas, mas tam$ém
pode ser lido ao acaso, a$rindo-se-lhe aleatoriamente as p/ginas& Ideal para o culto espírita-crist"o
no lar, podendo cola$orar no fortalecimento e na ilumina%"o do grupo familiar&
Concluímos a sugest"o de leitura desta semana com a seguinte cita%"o de Emmanuel,
e(traída do pref/cio do livro1
B9uitos disc'pulos, nas v!rias escolas cristãs, entre$aram(se a peruirições teol"$icas,
transformando os ensinos do #enhor em rel'uia morta dos altares de pedraG no entanto, espera o
%risto venhamos todos a converter(lhe o evan$elho de =mor e #abedoria em companheiro da
prece, em livro escolar no aprendizado de cada dia, em fonte inspiradora de nossas mais humildes
ações no trabalho comum e em c"di$o de boas maneiras no intercCmbio fraternal;.
X<9IE;, Grancisco C& 2Espírito Emmanuel3& Caminho% &erdade e &ida. +D&ed& ;io de ?aneiro, ;?1
GE=, +,,7& p&+D&
< Caminho da JuB
Grancisco C& Xavier psicografou mais de !uatrocentos livros !ue versam so$re os assuntos mais
variados 2poesia, hist)ria, teologia, e(egese $í$lica, física, geologia, $iologia, medicina, psicologia,
etc&3& ' conjunto da sua o$ra tem um valor incalcul/vel, competindo ao futuro a!uilatar toda a sua
relev#ncia para o processo de espiritualiBa%"o do mundo&
Como sugest"o de leitura desta semana indicamos U< Caminho da JuBV, livro !ue se destaca da
produ%"o mediúnica de Chico Xavier pelas informa%0es e esclarecimentos !ue apresenta&
Iuem tem o desejo de compreender melhor o momento hist)rico !ue estamos vivendo, precisa ler
este livro& Emmanuel, o conhecido e respeitado mentor do médium, é !uem assina o$ra, escrita e
pu$licada em +,6-, realiBando uma série de significativas revela%0es&
' livro faB uma an/lise do ponto de vista espírita do processo hist)rico do ser humano, desde os
tempos pré-hist)ricos até o século XX&
Cada um dos seus vinte e cinco capítulos destaca !ue so$re as a%0es humanas pesa a interferHncia
espiritual, tanto positiva !uanto negativa, ajudando a modelar a realidade de cada tempo e de cada
lugar&
Emmanuel revela a saga dos e(ilados de Capela, Espíritos de outro sistema planet/rio !ue s"o
conduBidos M 4erra para se redimirem e !ue contri$uem para esta$elecer as $ases das primeiras
civiliBa%0es&
;essalta, ainda, o protagonismo de ?esus, como respons/vel espiritual pelo nosso planeta,
coordenando direta e indiretamente os caminhos pelos !uais tHm seguido o ser humano&
U< Caminho da JuBV foi psicografado ao longo de trinta e seis dias e além da rapideB com !ue foi
rece$ido mediunicamente, surpreende a amplitude e coes"o dos temas e(postos, $em como o poder
de síntese demonstrado pelo autor&
< leitura deste livro oferece a chave para se decodificar os enigmas do presente e o destino do
homem e do planeta em !ue ha$ita&
C'55<5 ;IIAEQ<5 :<I';E5
?osé ;aul 4ei(eira / Espíritos Eiversos
< permanHncia no mundo imp0e desafios diversos ao desenvolvimento da criatura humana,
so$retudo diante das e(periHncias dolorosas e traum/ticas&
<través do interc#m$io mediúnico, ponte entre os mundos material e espiritual, dispomos
de material rico e profundo para meditar as raB0es da atual e(istHncia e ruminar so$re os por!uHs
das dores sentidas, das l/grimas vertidas, dos dramas sem fim&&&
Inspirados nas li%0es de ?esus, um grupo formado por oito amigos espirituais vem através
da mediunidade de ?osé ;aul 4ei(eira nos convidar a refletir so$re as UCossas ;i!ueBas :aioresV&
4otaliBando 7D psicografias, os Espíritos Camilo, Cícero *ereira, Eurípedes =arsanulfo, Grancisco
de *aula 9ítor, Ivan de <l$u!uer!ue, ?oanes, :arch e 4hereBa de =rito nos oferecem
esclarecimento e consolo para a difícil peregrina%"o terrena&
5urgindo em comemora%"o aos +7. anos da pu$lica%"o da primeira edi%"o de U' Jivro dos
EspíritosV, UCossas ;i!ueBas :aioresV desdo$ra o ensinamento coletivo dos espíritos para
condu%"o do homem no mundo, de modo a aproveitar cada uma de suas e(periHncias, !uer as
considere $oas ou m/s, para aperfei%oar-se interiormente, crescendo na dire%"o do :ais <lto&
' livro é pu$licado pela Editora Gr/ter, de Citer)i-;?, com +72 p/ginas e uma e(celente
apresenta%"o gr/fica&
E(celente para refle("o e medita%"o di/riasL
<lguns e(certos1
B0uando al$u&m apre$oa as lições do %risto, na interpretação das ,ozes dos %&us, fala,
primeiramente, aos pr"prios ouvidos, o ue si$nifica ue todo o pre$ador, antes de levar aos outros
a sua palavra, f!(lo a si mesmo, visando ao aprendizado particular. #e para nin$u&m mais servir,
servir(lhe(!, certamente.; 2Camilo, p&223&
hhh
B.ara ue vivamos felizes, dentro dessa felicidade ue a ?erra j! nos permite fruir, ser!
preciso enfrentar as lutas, verdadeiramente !speras, contudo, desenvolvendo a conscientização,
uanto aos nossos recursos internos e e+ternos, ue nos ajudem a conjur!(las.; 2Cícero *ereira,
p&D.3&
hhh
BU frente do en+urdeiro em ue muitos homens uedam, inconscientes ou acomodados,
não te permitas desencantos, m!$oas ou paradas indevidas, entendendo ue, nos caminhos dos
teus labores, sob c&u pl7mbeo ou no açodar de cruentos vendavais, tens conti$o a ,erdade ue
salva, ue liberta, uma vez ue assumindo, no entusiasmo, as pelejas para a vit"ria total sobre o
@homem velho@, estar!s abençoado e abençoando, de passos firmes, a caminho da paz.; 2Eurípedes
=arsanulfo, p&D-3&
hhh
B?udo & re$ido pelas Aeis de )eus, e n"s somos os ue deveremos evoluir, a fim de fazer
com ue se cumpram esses dispositivos em todo o universo, ocupando a nossa posição de
cooperadores do %riador, para homena$ear a vida, cantando em toda a parte as $l"rias do
#enhor.; 2Grancisco de *aula 9ítor, p&-3&
hhh
B> teu tempo & hoje, não te esueças. > amanhã & incerto ou poder! ser bem tarde para a
sementeira de euil'brio e de ale$rias ue tu sabes constituir(se o teu dever e fazer(te, hoje mesmo,
disposto e esclarecido seareiro do bem, sem reclamares, mas realizando tudo o ue esteja ao teu
alcance para a felicidade $eral, ue começa com a tua consciência uanto ao bom uso das tuas
riuezas volumosas.; 2Ivan de <l$u!uer!ue, p&-73&
hhh
B> amor le$'timo não ancilosa, não escraviza, não paralisa o ser amado. ?ão(somente,
orienta e doa(se, ilumina e en$randece, ajuda e passa, a fim de ue todos construam a pr"pria
vit"ria e felicidade, com decisão e afinco.; 2?oanes, p&,3&
hhh
B=penas uando, cansado de tanto desencontro, o indiv'duo se der conta de ue somente
no bem, e por ele, lo$rar! renovar todas as dimensões da atividade da ?erra, entronizando o %risto
em seu 'ntimo, e sentindo, então, ue a paz do #enhor, colocada à disposição do $ênero humano,
desde h! tanto tempo, honrar! o mundo, honrada pelos seres do mundo, a partir da vivência do
amor, em todos os seus movimentos.; 2:arch, p&+.3&
hhh
B%ooperar com o %risto não ser! tão s" falar )ele e transmitir suas lições de ,ida
*terna, mas, sobretudo, ser! ajustar(se a *le e tornar(se mensa$em viva de fidelidade aos
*statutos do 8eino ue *le veio inau$urar na ?erra.; 24hereBa de =rito, p&+723&
"e#er$ncia!
4EIXEI;<, ?osé ;aul 2Espíritos Eiversos3& 'ossas rique(as maiores. +&ed& Citer)i, ;?1
Gr/ter, +,,8& +72p&
<54;'C<A4<5 E' <JK:
Chico Xavier i Espíritos Eiversos / @erculano *ires
<ca$o de concluir a leitura da o$ra =stronautas do =l&m, !ue integra a cole%"o Na *ra do
*sp'rito& K um livro simples e de f/cil entendimento mas !ue n"o dei(a de ser profundo em nenuma
de suas linhas& Cada um dos vinte e oito capítulos segue a seguinte estrutura1 um depoimento de
Chico Xavier so$re o modo como a mensagem foi rece$ida, a mensagem mediúnica em si e o
coment/rio claro e o$jetivo de ?osé @erculano *ires, so$ o pseudSnimo de Irm"o 5aulo&
4alveB o título induBa o leitor a uma compreens"o e!uivocada a cerca do conteúdo da o$ra&
Creio !ue tal indu%"o seja proposital, pois a par de todos os avan%os tecnol)gicos con!uistados pelo
homem atual, multiplicam-se os conflitos psicol)gicos, os dramas familiares, o caos social&&& <s
comunica%0es mediúnicas !ue figuram no livro n"o traBem nenhuma revela%"o $om$/stica so$re
vida e(traterrestre ou so$re contatos interplanet/rios, apenas oferecem a mensagem dos UmortosV,
os Uastronautas do alémV, para !ue n)s, os UvivosV, orientemo-nos melhor em nossa vida, seguindo
os princípios c)smicos do $em e do amor& ' título do livro e a o$ra em si e(pressam $em o
parado(o da contemporaneidade1 grande avan%o técnico e científico X pouco avan%o moral e
espiritual&
=stronautas do =l&m, como os demais livros da cole%"o supracitada, condensa inúmeras
evidHncias so$re a imortalidade e a comunica$ilidade do ser espiritual, ao mesmo tempo !ue acende
uma forte luB para clarear os escuros caminhos do homem 2espírito encarnado3&
K livro para ler, reler, estudar, pensar, refletir, meditar&&&
<$ai(o, segue dois e(certos, um do pref/cio de @erculano *ires e outro do pref/cio de
Chico Xavier / Emmanuel1
B> *spiritismo considera o homem como um herdeiro do %osmos. #eu destino não &
apenas a ?erra, durante a vida or$Cnica, e o mundo espiritual depois da morte. =s moradas da
cada do .ai o a$uardam no Infinito. .or isso a e+pansão mar'tima do s&culo J,I começa a$ora a
ser ampliada com a e+pansão celeste. Novas #a$res se instalaram na ?erra e as proas de suas
naves não apontam para a imensidade oceCnica mas para a infinitude dos c&us. ,amos descobrir
as terras estelares, como os nave$antes portu$ueses e espanh"is descobriram no seu tempo as
terras oceCnicas.
=o lado da =stron!utica material, por&m, e+iste a =stron!utica espiritual. >s homens não
avançam no espaço c"smico tão somente em naves constru'das de metal. =vançam em seus
escafandros espirituais, em astronaves et&reas. #ão as almas viajoras de ue falava .lotino, o
sucessor de .latão na era helen'stica. *mi$ram de um mundo para outro no %osmos, da mesma
forma ue emi$ram entre os continentes na ?erra 2L3.;
E(traído do pref/cio do *rof& ?osé @erculano *ires&
VVV
B?anto uanto sucede aos carteiros do mundo ue te buscam o endereço entre$ando(te
not'cias de bênção e esperança, tamb&m n"s, os viajores de outras estradas alcançamos a porta de
teu coração para dizer(te em palavras de paz ue )eus & amor e luz em tudo uanto e+iste, ue a
morte & vida nova, ue a justiça nos re$e, ue a dor nos aprimora, ue o trabalho nos $uia para
al&m de n"s mesmos, e ue a ale$ria imperec'vel a todos nos espera no infinito do ?empo e nas
forças do *spaço, para sermos, um dia, na suprema união, plenamente imortais, ante o esplendor
sem sombra da $randeza de )eus.;
E(traído do pref/cio de Chico Xavier / Emmanuel&
"e#er$ncia!
X<9IE;, Grancisco C& 2 Espíritos Eiversos3a *I;E5, ?osé @erculano& )stronautas do
)*ém. 2& ed& 5"o =ernardo do Campo > 5*1 NEE: 2Nrupo Espírita Emmanuel3, +,8D 2a primeira
edi%"o é de +,863& +-p&