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AÇÕES DO LASER E DA MICROCORRENTE EM LESÕES CUTÂNEAS

Daiane C. Christofoletti Marcos Vinícius G. Souza Luciano Júlio Chingui Maria Thereza M. Severi

Curso:

Fisioterapia

FACULDADE ANHANGUERA DE

PIRACICABA

Curso: Fisioterapia F ACULDADE A NHANGUERA DE P IRACICABA Trabalho apresentado no 10º Congresso Nacional de

Trabalho apresentado no 10º Congresso Nacional de Iniciação Científica – CONIC.

Anhanguera Educacional Ltda.

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Coordenação Instituto de Pesquisas Aplicadas e Desenvolvimento Educacional - IPADE

Publicação: 20 de maio de 2011

ANUÁRIO DA PRODUÇÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DISCENTE

Vol. 13, N. 16, Ano 2010

RESUMO

As úlceras de pressão são um problema antigo que ainda persiste nos hospitais e entre pacientes acamados em leitos domésticos. Há uma grande necessidade de desenvolver novas estratégias terapêuticas para esse grande desafio. Os recursos eletro-térmicos como o Laser e as Microcorrentes desencadeiam uma série de eventos, entre os quais, proliferação fibroblástica promovendo o aumento da síntese de colágeno, neovascularização, incremento da síntese protéica, aumento da permeabilidade das membranas celulares, normalização da bioeletricidade tecidual. Diante dessas considerações, a esse dois recursos tem sido atribuída a capacidade de reparação tecidual, no entanto, existem poucas bases científicas plausíveis para sua validação. Assim, o objetivo desse trabalho experimental foi avaliar a capacidade cicatricial do Laser de baixa potência (904nm) e da Microcorrente galvânica. Foram utilizados 18 ratos Wistar machos com idade entre 3 e 4 meses, distribuídos em 3 grupos experimentais de n=6: grupo controle (C), tratado com Laser (L) e tratado com Microcorrente (MC). A irradiação com Laser e a estimulação elétrica com Microcorrente foram realizadas após ferida cirúrgica no dorso dos animais, por um período de 7 dias com intervalo entre as aplicações de 48 horas. Por meio de paquímetro, a ferida de cada animal foi medida no primeiro e no sétimo dia. Para análise estatística foi utilizado o teste de normalidade (Kolmogorov-Smirnov) seguido do teste de Tukey com nível de significância de 5% (p < 0,05). Os resultados revelam que a Microcorrente galvânica e o Laser de baixa potência (904nm) apresentam capacidade cicatricial significativa.

Palavras-Chave: laser; cicatrização; microcorrentes; úlcera.

Trabalho realizado com o incentivo e fomento da Anhanguera Educacional

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Ações do laser e da microcorrente em lesões cutâneas

1.

INTRODUÇÃO

Úlceras de pressão são comuns em indivíduos hospitalizados ou acamados em leitos domésticos. Essas úlceras são a complicação mais frequente em pacientes críticos. Esse tipo de lesão constitui uma complicação importante para os pacientes e um desafio tanto para os familiares como para o serviço de enfermagem e para a reabilitação fisioterapêutica.

Nesse sentido, vários pesquisadores tem dedicado esforços em publicar estudos epidemiológicos, e muitos outros tem dedicado tempo em pesquisas que possam gerar alternativas interessantes de prevenção ou tratamento para esse sério problema. Assim, um estudo publicado por Declair em 1994 mostrou que aproximadamente 75.000 das 1.000.000 pessoas hospitalizadas desenvolvem úlceras de pressão.

Esses dados são ratificados por estudos mais recentes. Assim, Ferreira e Calil (2001) estimaram que 17% dos pacientes hospitalizados desenvolvem ou são susceptíveis

ao desenvolvimento da úlcera de pressão, além disso, os autores observaram que de 25 e

85% dos pacientes paraplégicos e quadriplégicos apresentam úlceras; um estudo realizado

por Blanes et al. (2004) em um hospital onde foram avaliados pacientes portadores de úlceras de pressão, o estudo concluiu que 68% da amostra desenvolveu a úlcera no

hospital e 34% da amostra já foi internada com uma pré-úlcera que foi piorada no período

de hospitalização; em 2005, Costa et al. ponderaram que no Brasil existem poucos estudos

a respeito das úlceras de pressão e seu tratamento.

1.1. Laser

A fisioterapia tem dedicado esforços científicos a fim de aprimorar muitas das suas

técnicas terapêuticas. Entre os recursos eletro-foto-térmicos há várias opções com capacidade de reparação tecidual, porém, existem poucos estudos científicos plausíveis para a validação da reparação tecidual.

Nesse contexto pode-se salientar o Laser, Luz amplificada por emissão estimulada da radiação, e um grupo de correntes conhecidas como Microcorrentes. A esses dois recursos tem sido atribuída capacidade importante de reparação tecidual, razão pela qual, vários estudiosos têm testado esses recursos em diferentes condições clínicas e experimentais (FILHO et al., 2005; BORGES, 2006).

O feixe de laser, ao interagir com os tecidos biológicos desencadeia uma série de eventos, entre os quais está a reparação tecidual, essa capacidade reparadora pode ser

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elucidada pelo incremento da circulação decorrente da vasodilatação, pelo aumento da síntese de DNA e RNA e também pela estimulação de fibroblastos e conseqüente aumento

da formação de colágeno (COHEN; ABDALLA, 2003).

Cohen e Abdalla (2003), ainda elucidam que apesar do crescimento de pesquisas envolvendo a radiação a Laser, existem ainda muitas dúvidas quanto à efetividade desse recurso nas terapias não invasivas.

Nesse sentido, trabalhos científicos que utilizaram Laser encontraram diversos resultados interessantes, entre os quais compreendem: A utilização de Laser de 904nm,

com densidade de energia de 4J/cm² em feridas cirúrgicas de pele de gatos mostrou resultados significantes na cicatrização, e os autores concluíram que o Laser pode ser um recurso coadjuvante na cicatrização de feridas cutâneas (TATARUNAS; MATERA; DAGLI, 1998); aceleração do tempo de retorno da função, e conseqüentemente otimização

da recuperação pós-operatória de cães submetidos à excisão artroplástica da cabeça e colo

do fêmur, esse estudo utilizou Laser com comprimento de onda de 904nm e densidade de energia equivalente a 4J/cm² (MATERA; TATARUNAS; OLIVEIRA, 2003); aceleração de cicatrização em tendão de calcâneo de ratos, com laser de 904nm e 4J/cm² de densidade (TAVARES; MAZZER; PASTORELLO, 2005) e aumento da neovascularização e da proliferação fibroblástica, além de redução na quantidade de infiltrado inflamatório em lesões cirúrgicas de ratos, esse estudo utilizou Laser de 870nm com 3,8 de densidade de energia (JÚNIOR, 2006).

1.2. Microcorrentes

A fisioterapia possui diversos tipos de correntes elétricas, que podem ser classificadas

como excitomotoras, analgésicas, foréticas e cicatriciais, todas essas correntes são

aplicadas com intensidades medidas em mA (miliampère) (KITCHEN, 2003; LOW; REED,

2001).

Sabe-se que as dinâmicas fisiológicas e bioquímicas são mediadas por potenciais elétricos com intensidades baixíssimas, medidas em microampéres, dessa maneira, compreende-se que a utilização de microcorrentes para estimular algumas respostas endógenas resultaria em melhores respostas terapêuticas. É nesse contexto que nascem as microcorrentes (CRAFT; LANCERS, 1998).

Nesse sentido, microcorrentes são correntes polarizadas ou não, pulsadas ou contínuas, e que possuam suas intensidades na faixa de microampéres, ou seja, entre 0,1 e

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0,9 mA. Essas correntes quando pulsadas, possuem freqüências variável entre 1 e 1000 Hz (BORGES, 2006).

A estimulação elétrica por microcorrentes desencadeia diversos efeitos bioquímicos nos tecidos biológicos, entre os quais se pode destacar o restabelecimento da bioeletricidade tecidual, o incremento à síntese de ATP, o aumento da permeabilidade das membranas celulares, o aumento do transporte de aminoácidos e o incremento da síntese protéica (BORGES, 2006).

Nesse contexto, alguns trabalhos têm mostrado respostas terapêuticas interessantes por meio da estimulação com microcorrentes. Mendonça et al. (2005) e Esquisatto et al. (2006) estudaram a microcorrente em fraturas ósseas de ratos, e puderam observar que a estimulação acelerou o grau de reparação óssea; em um trabalho mais recente realizado por Mendonça et al. (2009) avaliou-se a capacidade reparadora da associação de microcorrentes e Aloe vera, os autores observaram grande potencial cicatricial das microcorrentes e em especial da associação.

Com base nessas considerações, a hipótese desse projeto é de que o Laser e as Microcorrentes podem potencializar de maneira significativa a cicatrização de feridas cirúrgicas em ratos.

2. OBJETIVO

Diante das considerações anteriores, o objetivo desse trabalho foi avaliar a capacidade cicatricial do Laser de baixa potência, e da estimulação elétrica com microcorrentes.

3. METODOLOGIA

3.1. Animais

Foram utilizados ratos albinos Wistar com idade de 3 a 4 meses, e com 250g de peso, alimentados com ração (Purina para roedores) e água “ad libitum” e submetidos a ciclos fotoperiódicos de 12 h claro/escuro.

Os animais foram distribuídos em 3 grupos experimentais de n=6, a saber: grupo controle (C), tratado com Laser (L) e tratado com microcorrente (MC).

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3.2. Ferida cirúrgica

Para a realização da ferida cirúrgica os animais foram anestesiados com pentobarbital sódico (50mg/kg de peso). Após a anestesia cada animal foi tricotomizado na região dorsal onde foi realizada a ferida de 4 cm².

Foi administrado 2 gotas de analgésico paracetamol diluído em 200 mL de água nos 2 primeiros dias para a analgesia pós-ferida.

3.3. Irradiação com laser

O laser de baixa potência utilizado foi o Arseneto de Gálio (AsGa), feixe não visível e

comprimento de onda 904 nm.

Os animais foram irradiados com laser, na forma pontual, por 18 segundos, em seguida na forma varredura por 2 minutos, com densidade de energia equivalente a

6J/cm².

Para realizar esse procedimento os animais foram imobilizados manualmente, pois trata-se de um procedimento rápido e indolor, portanto, não há necessidade de anestesia.

3.4. Estimulação elétrica

Para a estimulação elétrica foi utilizado equipamento emissor de Microcorrente, eletrodos

de silicone/carbono com 1 cm² de área, acoplados nas bordas superior e inferior da ferida.

Foi utilizada Microcorrente galvânica, com intensidade de 400 µA (microampère) por 20 minutos. Este procedimento não gera nenhum estímulo sensitivo, porém, foram anestesiados com pentobarbital sódico (50 mg/kg de peso) apenas para imobilizar o animal durante a estimulação.

3.5. Amostragem

No início e ao final do período experimental com Microcorrente e Laser, a área da ferida foi mensurada com o uso de um paquímetro.

3.6. Sessões

As sessões com estimulação elétrica e irradiação foram realizadas em 3 dias alternados, por um período de 7 dias.

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3.7. Análise estatística

Os dados foram inicialmente submetidos ao teste de normalidade (Kolmogorov-Smirnov), após avaliação da normalidade os mesmos foram submetidos ao teste de Tukey, com nível de significância de 5% (p<0,05).

4. DESENVOLVIMENTO

A revisão da literatura foi realizada nas seguintes bases: SciELO, Pubmed e Google

Acadêmico.

Para a ferida cirúrgica, inicialmente os animais foram anestesiados e a região dorsal tricotomizada, nesse mesmo local foi realizada uma pequena incisão e 4 cm² de pele foi seccionada e retirada.

O Laser foi aplicado na forma pontual, em 4 pontos no bordo da ferida, 1 cm de distância entre os pontos, com exposição de 18 segundos por ponto, a caneta foi mantida de forma perpendicular e em contato com a pele do animal. Em seguida o Laser foi aplicado na forma varredura (sem contato) sobre a ferida, a uma distância de 0,5 cm com exposição de 2 minutos. Em ambas aplicações foi utilizado densidade de energia equivalente a 6J/cm ².

Foi utilizado óculos com lentes especiais que filtram o comprimento de onda utilizado.

Após anestesia, a Microcorrente Galvânica foi aplicada com eletrodos de silicone/carbono acoplados com gel na região superior e inferior no bordo da ferida, com intensidade de 0,4 mA (miliampère) durante 20 minutos.

As aplicações do Laser e da Microcorrente foram iniciadas logo após o procedimento cirúrgico, realizadas com um intervalo de tempo de 48 horas entre cada sessão.

Ao termino do experimento a área da ferida de cada animal foi mensurada com o uso de um paquímetro e em seguida foram submetidos à eutanásia por anestésico.

5. RESULTADOS

Os resultados estão expressos em Média±epm, *p<0.05 em relação ao grupo controle (GC).

Nos 3 grupos experimentais a lesão inicial corresponde a 4±0,010 cm²; após a fase experimental no GC o tamanho da ferida reduziu para 2,48±0,010 cm², esse valor

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corresponde a 38% de constrição da ferida, ao passo que no GL a ferida passou a medir 1,12±0,010 cm², e no GMC 1,4±0,012 cm²; esses valores correspondem a redução de 72% e 65% respectivamente, esse perfil de reparação tecidual está representado na Figura 1.

de reparaçã o tecidual está representado na Figura 1. Figura 1. Porcentagem de cicatrização da fe

Figura 1. Porcentagem de cicatrização da ferida nos 3 grupos experimentais, *p<0.05.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A comunidade científica tem dedicado esforços no sentido de compreender os mecanismos fisiológicos envolvidos nas alterações tissulares geradoras de úlceras, bem como das estratégias quimiometabólicas relacionadas à reparação tecidual. Dessa maneira, os resultados do trabalho em tela são de expressivo valor científico à medida que sinalizam alternativas para o processo de reparação tecidual.

Assim vale observar que os resultados desse trabalho mostram que a laserterapia é um recurso eficaz para a cicatrização de feridas, esses dados acompanham a literatura científica, já que diversos estudos têm mostrado a alta capacidade que o laser tem em promover reparação de tecidos (BORGES, 2006).

Os mecanismos fisiológicos que justificam o potencial reparador do laser estão bem elucidados, e envolvem incrementos na oxigenação tecidual, na síntese protéica, estimulação fibroblástica além de redução de processos inflamatórios (LOW; REED, 2001; KITCHEN, 2003; MATERA; TATARUNAS; OLIVEIRA, 2003; TAVARES; MAZZER; PASTORELLO, 2005; JÚNIOR, 2006).

Quanto à ação da microcorrente sobre a cicatrização, os resultados revelam que esse recurso também possui alta capacidade cicatricial, a avaliação estatística revelou que ambos recursos promoveram ações similares. Nesse sentido, a estimulação com laser promoveu 72% de reparação, ao passo que a utilização da microcorrente galvânica promoveu 65% de reparação.

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Os estudos sobre reparação da cicatrização com microcorrentes são escassos, contudo, alguns trabalhos acompanham os resultados aqui encontrados. Nesse sentido, Dunn et al. (1988), observaram redução do tamanho de feridas dérmicas após aplicação de microcorrente pulsada com a intensidade de 50µA. Vale ainda evidenciar que esses autores observaram aumento na concentração de fibroblastos, melhora na deposição de colágeno, além da atração de células inflamatórias.

Estudos mais recentes também corroboram com os resultados em tela. Dessa maneira, foi observado frente à estimulação com microcorrentes efeitos como reparação óssea e reparação de feridas cutâneas (MENDONÇA et al., 2005; ESQUISATTO et al., 2006; MENDONÇA et al., 2009).

É importante lembrar que esse estudo coopera com o conhecimento científico, além de abrir um leque de possibilidades para outros estudos que avaliem as influências das microcorrentes com diferentes freqüências e intensidades, além da associação.

Diante da observação dos resultados bem como das constatações da literatura científica, pode-se concluir que ambos recursos possuem alta capacidade para reparar tecidos.

PARECER DE APROVAÇÃO DE COMITÊ

Pesquisa autorizada pelo Comitê de Ética No Uso de Animais (CEUA) da Anhanguera Educacional S/A - CEUA/AESA - em 16/06/2010 por meio do parecer: 2-035/10.

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