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Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora 5809 –

Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora

5809 REPARAÇÃO DE PEÇAS AERONÁUTICAS: MATERIAIS METÁLICOS E COMPÓSITOS

25h 17/09/2014 Cristina Parreira

(Módulo Partilhado)

DE PEÇAS AERONÁUTICAS: MATERIAIS METÁLICOS E COMPÓSITOS 25h – 17/09/2014 Cristina Parreira (Módulo Partilhado)

Objectivos

Objectivos  Aplicar técnicas de maquinação, recuperação e reparação em peças de material compósito

Aplicar técnicas de maquinação, recuperação e reparação em peças de material compósito

Conteúdos  Instalações  Generalidades sobre maquinação de materiais compósitos  Tipos de ferramentas 

Conteúdos

Instalações

Generalidades sobre maquinação de materiais compósitos

Tipos de ferramentas

Furação, rebarbagem, escareamento e lixamento

Ferramentas para acabamento

Equipamentos e materiais para reparação

Tipos de reparação:

Técnicas de reparação à T ambiente

Reparações específicas

Reparações com cura a 120ºC

Reparações de estruturas

Recuperação de peças

Prática de laboratório

Funcionamento

Bata + Bota de segurança

Funcionamento  Bata + Bota de segurança  Assiduidade: máximo de 5 horas de ausência 

Assiduidade: máximo de 5 horas de ausência

Pontualidade: atraso (máximo de 10 minutos de ausência) Falta (superior a 10 minutos de ausência)

Telemóvel

Avaliação

Avaliação  Ficha de Avaliação – 11/Dez/2014  Trabalhos práticos ao longo das sessões  Fatores

Ficha de Avaliação 11/Dez/2014

Trabalhos práticos ao longo das sessões

Fatores comportamentais (Assiduidade, Postura,

Participação, Pontualidade, etc)

Referências Bibliográficas

Referências Bibliográficas  CASTRO, A.; “Reologia e suas aplicações industriais”, Lisboa, Instituto Piaget,

CASTRO, A.; “Reologia e suas aplicações industriais”, Lisboa, Instituto Piaget, 2001

MAGALHÃES, A.G; “ Materiais Compósitos: materiais,

fabrico e comportamento mecânico”, 2ª Edição, Porto,

Publindústria, 2005

Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Introdução 

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Introdução

Etapas do processo

Espaços do processo

IP Centro de Formação Profissional de Évora Introdução  Etapas do processo  Espaços do processo
IP Centro de Formação Profissional de Évora Introdução  Etapas do processo  Espaços do processo
Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Instalações para

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Instalações para Fabricação

Profissional de Évora Instalações para Fabricação  Sala Descontaminada (Sala Branca) É considerado um

Sala Descontaminada (Sala Branca) É considerado um espaço que tem um ambiente que possui um sistema de manutenção de qualidade de ar interior monitorizado de acordo com o exigido pelas normas (ISO14644)

Objectivo de manter os níveis de contaminantes e particulados a baixo de um determinado valor

Pontos críticos a controlar:

Temperatura da sala: 18ºC a 24ºC

Humidade Relativa: 40 a 60%

Diferencial de Pressão 0 a 25 Pa

a controlar: Temperatura da sala: 18ºC a 24ºC Humidade Relativa: 40 a 60% Diferencial de Pressão

DESAFIO em GRUPO:

DESAFIO em GRUPO:  Analisar o espaço da sala limpa e da sala de acabamentos refletindo

Analisar o espaço da sala limpa e da sala de acabamentos refletindo em:

- Objetivos das oficinas (sala limpa/descontaminada e sala de acabamentos)

- Espaços das oficinas

- Requisitos técnicos das oficinas

- Segurança do espaço

- Procedimentos recomendáveis

- Sugestões de Melhoria

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Tecnologias de Fabricação

Profissional de Évora Tecnologias de Fabricação  Recorte  Por jacto de água O sistema consiste

Recorte Por jacto de água O sistema consiste na injecção sob pressão (> 4500 bar) de água

misturada com partículas abrasivas, através de um oríficio que pode

possuir diâmetros inferiores a 1 mm, permitindo o corte de materiais metálicos e compósitos:

Corta compósitos e termoplásticos de maneira eficiente, corte

limpo, não provoca tensões, a ferramenta de corte nunca perde o corte.

e termoplásticos de maneira eficiente, corte limpo, não provoca tensões, a ferramenta de corte nunca perde
e termoplásticos de maneira eficiente, corte limpo, não provoca tensões, a ferramenta de corte nunca perde
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Tecnologias de Fabricação

Profissional de Évora Tecnologias de Fabricação  Recorte  Por maquinação CNC ( Computer Numeric

Recorte

Por maquinação CNC ( Computer Numeric Control) Sistema totalmente automatizado

Permite o início do corte num local que seja excedente da peça,

conduzindo para onde se quer realmente efectuar o corte reduzindo o risco de delaminação As características de maquinação variam de peça para peça

Disco Diamantado As fresadoras com disco diamantado (carbono/vidro) realizam 3000 a 5000 rpm

de peça para peça Disco Diamantado As fresadoras com disco diamantado (carbono/vidro) realizam 3000 a 5000
de peça para peça Disco Diamantado As fresadoras com disco diamantado (carbono/vidro) realizam 3000 a 5000
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Tecnologias de Fabricação

Profissional de Évora Tecnologias de Fabricação  Acabamento Após várias operações de corte, é

Acabamento Após várias operações de corte, é chegada a hora do acabamento.

Lixamento Manual

Lixamanto Mecânico

Lixadeira de ângulo recto Ferramenta para operar com 20000rpm

Lixadeira Orbital Ferramenta para operar com 4000 rpm

Lixadeira de ângulo recto Ferramenta para operar com 20000rpm Lixadeira Orbital Ferramenta para operar com 4000
Lixadeira de ângulo recto Ferramenta para operar com 20000rpm Lixadeira Orbital Ferramenta para operar com 4000
Lixadeira de ângulo recto Ferramenta para operar com 20000rpm Lixadeira Orbital Ferramenta para operar com 4000
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Tecnologias de Fabricação

Profissional de Évora Tecnologias de Fabricação  Reparações Identificar a área danificada Marcar a

Reparações Identificar a área danificada Marcar a área, tendo o cuidado de deixar 5 a 10mm para a camada de material a ser reposta O nº de camadas a serem removidas só depende da profundidade do dano As camadas devem ser removidas até desaparecerem os vestígios dos danos

removidas só depende da profundidade do dano As camadas devem ser removidas até desaparecerem os vestígios
Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Controlo de

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Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Controlo de qualidade?

Controlo de qualidade?

Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Controlo de qualidade?
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Tecnologias de Fabricação

Profissional de Évora Tecnologias de Fabricação  Controlo da Qualidade O controle da qualidade é

Controlo da Qualidade O controle da qualidade é extremamente importante na garantia do perfeito funcionamento dos produtos produzidos ao longo do processo Para garantir a qualidade do produto é dada especial atenção a vários aspectos como:

Manuseamento e controlo das MP

Qualidade das MP

Certificação de ferramentas

Certificação dos ciclos de polimerização

Inspecção visual e dimensional das peças produzidas

ferramentas • Certificação dos ciclos de polimerização • Inspecção visual e dimensional das peças produzidas
Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Procedimentos laboratoriais?

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Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Procedimentos laboratoriais?

Procedimentos laboratoriais?

Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Procedimentos laboratoriais?
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Tecnologias de Fabricação

Profissional de Évora Tecnologias de Fabricação  Inspecção Visual e Ultra-Sons Os ensaios ultra-sons

Inspecção Visual e Ultra-Sons

Os ensaios ultra-sons são não destrutivos e é uma técnica de inspecção que se baseia na emissão de um feixe de ultra-sons na peça e medição do sinal no receptor após a passagem pela peça, permite

indicar a atenuação do feixe pela peça ( influenciada por poros,

delaminações, má cura, descolagens, fracturas, objectos estranhos, etc)

do feixe pela peça ( influenciada por poros, delaminações, má cura, descolagens, fracturas, objectos estranhos, etc)
Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Tecnologias de

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Tecnologias de Fabricação

Profissional de Évora Tecnologias de Fabricação  Pintura A aplicação de primários

Pintura

A

aplicação

de

primários

permite

prevenir

a

corrosão

e

a

impermeabilização da peça É feito de acordo com os requisitos contratuais assumidos

Montagem Estrutural

Tal

permitem a distribuição de cargas a toda a estrutura Esta colagem deve ser efectuada de acordo com o especificado para cada adesivo, o qual permite a sua maior eficiência Limpeza antes desta operação é muito importante

colagens

uniões

mecânicas

(rebites,

parafusos),

como

as

as

Limpeza antes desta operação é muito importante colagens uniões mecânicas (rebites, parafusos), como as as
Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Tipos de

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Tipos de defeitos?

Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Tipos de defeitos?
Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Tipos de defeitos?
Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora Tecnologias de

Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP Centro de Formação Profissional de Évora

Tecnologias de Fabricação

Defeitos mais comuns

Évora Tecnologias de Fabricação  Defeitos mais comuns  Delaminação  Trincas  Rugas  Esmagamento

Delaminação

Trincas

Rugas

de Fabricação  Defeitos mais comuns  Delaminação  Trincas  Rugas  Esmagamento de favos

Esmagamento de favos de colmeia

de Fabricação  Defeitos mais comuns  Delaminação  Trincas  Rugas  Esmagamento de favos

reparação

Reparações:

reparação  Reparações: É considerado uma reparação a ação de modificar ou recompor a geometria de

É considerado uma reparação a ação de modificar ou recompor a geometria de uma peça

As

reparações

apenas

são

indicados

para

peças

sem

responsabilidade estrutural (carenagens, peças de interior)

Na maior parte das vezes as reparações ocorrem à temperatura ambiente por impregnação manual

Podem

ser

utilizados

aquecedores,

estufas

ou

lâmpadas

de

infravermelhos para aceleração do processo de cura

reparação

Importante:

reparação  Importante: Antes de se fazer qualquer tipo de reparação deve avaliar-se o nível de

Antes de se fazer qualquer tipo de reparação deve

avaliar-se o nível de responsabilidade estrutural

Uma reparação não devolve a resistência original à peça

reparação

Tipos de defeitos:

Delaminações Descontinuidades

Fibras desfiadas

Buracos

Áreas pobres em resina

Curas incompletas

Corpos estranhos

Bolhas de Ar

Fibras desfiadas  Buracos  Áreas pobres em resina  Curas incompletas  Corpos estranhos 

reparação

reparação  Alguns tipos de ferramentas e equipamentos:  Tapes  X-acto  Espátula  Alicate

Alguns tipos de ferramentas e equipamentos:

Tapes

X-acto

Espátula

Alicate de bico Lima

Formão

Lixadeira

Régua

Não esquecer os EPI e garantir um local bem ventilado.

reparação

reparação  EPI  Fato completo - Reparação  Botas de segurança  Máscara para poeiras

EPI

Fato completo - Reparação Botas de segurança

Máscara para poeiras - reparação

Máscara para químicos (libertação de COV) aplicação

da resina

Óculos

Luvas

reparação

reparação  Tipos de falhas/danos:  Danos intralaminares Ocorre em planos perpendiculares aos das camadas. Tipos

Tipos de falhas/danos:

Danos intralaminares Ocorre em planos perpendiculares aos das camadas.

 Danos intralaminares Ocorre em planos perpendiculares aos das camadas. Tipos de mecanismos:  Fibra 

Tipos de mecanismos:

Fibra

Matriz

reparação

reparação  Tipos de falhas/danos:  Falhas interlaminares Ocorrem em planos paralelos aos das camadas e

Tipos de falhas/danos:

Falhas interlaminares

Ocorrem em planos paralelos aos das camadas e causam

uma das falhas mais comuns a delaminação.

Tipo de mecanismos Forma de cunha

Deslizamento

das camadas e causam uma das falhas mais comuns a delaminação. Tipo de mecanismos  Forma

Reparações

Procedimentos

Reparações  Procedimentos  Após ser detectado o dano deverá ser colocado em seu redor uma

Após ser detectado o dano deverá ser colocado em seu

redor uma tape a sinalizar o local a ser reparado.

Verificar nas proximidades do dano, quanto

à

existência de água, impurezas ou materiais estranhos,

caso haja humidade esta deverá ser retirada com vácuo

ou com aquecimento.

Antes de se iniciar a reparação verificar se o material e

os dados estão todos disponíveis

Para reparações não estruturais o mais importante é conseguir a superfície original

Reparações:

Tipos de reparações:

Temperatura ambiente Impregnação Manual

Reparações a 121ºC Hot Bonder

 Tipos de reparações:  Temperatura ambiente Impregnação Manual  Reparações a 121ºC Hot Bonder
 Tipos de reparações:  Temperatura ambiente Impregnação Manual  Reparações a 121ºC Hot Bonder

Temperatura Ambiente

reparação

Temperatura Ambiente  reparação Estas reparações são efectuadas por impregnação manual, sendo curadas a frio,

Estas reparações são efectuadas por impregnação manual,

sendo curadas a frio, ou utilizando-se aquecedores ou estufas.

A T não poderá ultrapassar os 65ºC.

Temperatura Ambiente

Temperatura Ambiente  Materiais para reparações manuais:  Tecido  Resina  Adesivo estrutural 

Materiais para reparações manuais:

Tecido

Resina

Adesivo estrutural

Adesivo pastoso

Ninho de abelha

Reparações: procedimentos

Tapering (Escalonamento)

Reparações: procedimentos  Tapering (Escalonamento)
Reparações: procedimentos  Tapering (Escalonamento)

Reparações: procedimentos

Sanding (Lixamento)

Reparações: procedimentos  Sanding (Lixamento)
Reparações: procedimentos  Sanding (Lixamento)

Reparações: procedimentos

Em furo

Reparações: procedimentos  Em furo
Reparações: procedimentos  Em furo

Reparações: procedimentos

Em furo completo

Reparações: procedimentos  Em furo completo
Reparações: procedimentos  Em furo completo

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Remoção de colmeias danificadas DANO NA PEÇA DE compósito REMOÇÃO DAS CAMADAS

Remoção de colmeias danificadas

procedimentos  Remoção de colmeias danificadas DANO NA PEÇA DE compósito REMOÇÃO DAS CAMADAS

DANO NA PEÇA DE compósito

de colmeias danificadas DANO NA PEÇA DE compósito REMOÇÃO DAS CAMADAS SUPERFICIAIS PARA AVALIAR O DANO

REMOÇÃO DAS CAMADAS SUPERFICIAIS PARA AVALIAR O DANO

danificadas DANO NA PEÇA DE compósito REMOÇÃO DAS CAMADAS SUPERFICIAIS PARA AVALIAR O DANO COLMÉIA DANIFICADA

COLMÉIA DANIFICADA

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Remoção de colmeias danificadas CORTE PARA A REMOÇÃO DA COLMÉIA DANIFICADA REMOÇÃO

Remoção de colmeias danificadas

procedimentos  Remoção de colmeias danificadas CORTE PARA A REMOÇÃO DA COLMÉIA DANIFICADA REMOÇÃO DA

CORTE PARA A REMOÇÃO DA

COLMÉIA DANIFICADA

danificadas CORTE PARA A REMOÇÃO DA COLMÉIA DANIFICADA REMOÇÃO DA COLMÉIA DANIFICADA SUBSTITUIÇÃO POR UMA

REMOÇÃO DA COLMÉIA DANIFICADA

CORTE PARA A REMOÇÃO DA COLMÉIA DANIFICADA REMOÇÃO DA COLMÉIA DANIFICADA SUBSTITUIÇÃO POR UMA COLMÉIA NOVA

SUBSTITUIÇÃO POR UMA COLMÉIA NOVA

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Remoção de colmeias danificadas ESCAREAÇÃO DA ÁREA PARA A REPOSIÇÃO DO LAMINADO

Remoção de colmeias danificadas

procedimentos  Remoção de colmeias danificadas ESCAREAÇÃO DA ÁREA PARA A REPOSIÇÃO DO LAMINADO CAMADAS

ESCAREAÇÃO DA ÁREA PARA A REPOSIÇÃO DO LAMINADO

 Remoção de colmeias danificadas ESCAREAÇÃO DA ÁREA PARA A REPOSIÇÃO DO LAMINADO CAMADAS DO LAMINADO

CAMADAS DO LAMINADO REPOSTAS

Reparações: procedimentos

Aplicação da Bolsa de Vácuo

BICO DE VÁCUO

SACO PLÁSTICO DRENANTE DESMOLDANTE
SACO PLÁSTICO
DRENANTE
DESMOLDANTE

TAKY-TAPE (BAMBAM)

procedimentos  Aplicação da Bolsa de Vácuo BICO DE VÁCUO SACO PLÁSTICO DRENANTE DESMOLDANTE TAKY-TAPE (BAMBAM)

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Delaminação interna FUROS PARA A INJEÇÃO DE RESINA

Delaminação interna

Reparações: procedimentos  Delaminação interna FUROS PARA A INJEÇÃO DE RESINA

FUROS PARA A INJEÇÃO

DE RESINA

Reparações: procedimentos

Delaminação interna

Reparações: procedimentos  Delaminação interna PREENCHIMENTO DA ÁREA DELAMINADA COM RESINA

PREENCHIMENTO DA

ÁREA DELAMINADA COM RESINA

Reparações: procedimentos  Delaminação interna PREENCHIMENTO DA ÁREA DELAMINADA COM RESINA

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Delaminação interna PRESSÃO COM CHAPAS E GRAMPOS PARA A EXTRUSÃO DO EXCESSO DE

Delaminação interna

Reparações: procedimentos  Delaminação interna PRESSÃO COM CHAPAS E GRAMPOS PARA A EXTRUSÃO DO EXCESSO DE

PRESSÃO COM CHAPAS E GRAMPOS PARA

A EXTRUSÃO DO EXCESSO DE RESINA

Reparações: procedimentos

Delaminação interna com remoção de camadas

Reparações: procedimentos  Delaminação interna com remoção de camadas ÁREA DELAMINADA
Reparações: procedimentos  Delaminação interna com remoção de camadas ÁREA DELAMINADA

ÁREA DELAMINADA

Reparações: procedimentos

Delaminação interna com remoção de camadas

Reparações: procedimentos  Delaminação interna com remoção de camadas CORTE DAS CAMADAS DESCOLADAS
Reparações: procedimentos  Delaminação interna com remoção de camadas CORTE DAS CAMADAS DESCOLADAS

CORTE DAS CAMADAS DESCOLADAS

Reparações: procedimentos

Delaminação interna com remoção de camadas

Reparações: procedimentos  Delaminação interna com remoção de camadas REMOÇÃO DAS CAMADAS DESCOLADAS
Reparações: procedimentos  Delaminação interna com remoção de camadas REMOÇÃO DAS CAMADAS DESCOLADAS

REMOÇÃO DAS CAMADAS DESCOLADAS

Reparações: procedimentos

Delaminação interna com remoção de camadas

Reparações: procedimentos  Delaminação interna com remoção de camadas PREENCHIMENTO DO ESPAÇO COM RESINA
Reparações: procedimentos  Delaminação interna com remoção de camadas PREENCHIMENTO DO ESPAÇO COM RESINA

PREENCHIMENTO DO ESPAÇO COM RESINA

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia

Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia

Reparações: procedimentos  Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia FUROS PARA A INJEÇÃO DE RESINA

Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia

Reparações: procedimentos  Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia FUROS PARA A INJEÇÃO DE RESINA

FUROS PARA A INJEÇÃO DE RESINA

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia INJEÇÃO DA RESINA NA PARTE

Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia

 Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia INJEÇÃO DA RESINA NA PARTE DEFEITUOSA DA PEÇA

INJEÇÃO DA RESINA NA PARTE DEFEITUOSA DA PEÇA

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia PRESSÃO COM CHAPAS E GRAMPOS

Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia

PRESSÃO COM CHAPAS E GRAMPOS PARA A CURA DA RESINA
PRESSÃO COM CHAPAS E GRAMPOS
PARA A CURA DA RESINA

Reparações: procedimentos

Reparações: procedimentos  Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia

Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia

Reparações: procedimentos  Delaminação com deslizamento entre laminado e colmeia

Reparações a 121ºC

Reparações a 121ºC  Algumas considerações:  São designadas por reparações a quente  Utilizado em

Algumas considerações:

São designadas por reparações a quente

Utilizado em materiais pré-preg de cura a 121ºC ou

177ºC

Utiliza-se tecidos pre-preg seguindo-se uma cura com

cobertores de aquecimento

Os materiais devem ser do mesmo tipo

Com este tipo de reparação conseguem-se melhores

performances na transferência de esforços e maior durabilidade

Reparações a 121ºC

Reparações a 121ºC  Preparação do material: Igual ao procedimento para a Temperatura ambiente 

Preparação do material:

Igual ao procedimento para a Temperatura ambiente Determinação da área danificada Igual ao procedimento para a Temperatura ambiente

Especificações da cura

A taxa de aquecimento tem de ser controlada

Respeitar o ciclo de cura do pre-preg Também deverá levar uma camada adicional Não esquecer o termopar O cobertor deve estender no mínimo a 50,8mm além dos limites da área reparada

Reparações a 121ºC

Reparações a 121ºC  Especificações da cura Não colocar o bico de vácuo sobre o cobertor

Especificações da cura Não colocar o bico de vácuo sobre o cobertor

Reparações a 121ºC  Especificações da cura Não colocar o bico de vácuo sobre o cobertor

Reparações a 121ºC

Reparações a 121ºC
Reparações a 121ºC

Reparações a 121ºC

Reparações a 121ºC  Reparação com laminado danificado LAMINADO DANIFICADO

Reparação com laminado danificado

Reparações a 121ºC  Reparação com laminado danificado LAMINADO DANIFICADO

LAMINADO DANIFICADO

Reparações a 121ºC

Reparações a 121ºC  Reparação com laminado danificado CAMADAS DO

Reparação com laminado danificado

Reparações a 121ºC  Reparação com laminado danificado CAMADAS DO

CAMADAS DO

Reparações a 121ºC

Reparações a 121ºC  Reparação com laminado danificado reparação concluída

Reparação com laminado danificado

Reparações a 121ºC  Reparação com laminado danificado reparação concluída

reparação concluída

Acabamento

Acabamento Após a cura lixar levemente a superfície reparada, de modo a eliminar ressaltos. Aspirar a

Após a cura lixar levemente a superfície reparada, de modo

a eliminar ressaltos.

Aspirar a superfície para remover as poeiras

ATENÇÃO para não provocar danos na camada adicional