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O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: Metodologias de Operacionalização

(Parte I)
B. (Leitura e Literacia)
Plano de Avaliação

Comentário ao Trabalho do Colega João Azaruja


Escola Básica 2, 3 Padre Bento Pereira (Agrupamento de Escolas de Borba)

Antes de mais, quero congratular o colega pelo trabalho realizado.


A minha escolha prende-se, em primeiro lugar, com o domínio de
trabalho em comum, ambos seleccionámos para trabalhar o - Domínio B
(Leitura e Literacia) -, e de igual forma apontámos os mesmos indicadores: o
indicador de processo B1 (Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura
na escola/agrupamento) e o indicador de impacto B3 (Impacto do trabalho da
BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia).
Justificámos a escolha do domínio a trabalhar sob o mesmo
pressuposto; afirma o colega ” (…) porque parto do princípio de que este
domínio ocupa um papel central, no processo de ensino - aprendizagem. (…)”;
acrescento eu “ (…) Muito do meu trabalho diário nas bibliotecas escolares põe
em destaque o domínio B (Leitura e Literacia). É uma área essencial para que
a biblioteca escolar cumpra, de forma efectiva os pressupostos e os objectivos
que suportam a sua acção no processo educativo.(…).”
De igual forma, encaminhámos o nosso trabalho no sentido de analisar
os indicadores que escolhemos. Foi - nos pedida uma análise detalhada dos
mesmos. Neste ponto, na minha opinião, o colega enumerou alguns factores
de sucesso acriticamente. No meu trabalho analisei, reflexivamente, os factores
de sucesso; citando a minha experiência profissional diária em cada ponto.
No entanto, em ambos os trabalhos há reflexões sobre o tema proposto
à luz da nossa experiência; neste sentido, na minha opinião, fomos bem
sucedidos quando contextualizámos o Plano de Avaliação na nossa realidade
escolar.
No que diz respeito ao Plano de Avaliação em si, no ponto
“Procedimentos Finais”, achei por bem salientar a ideia de que após a

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operacionalização do plano de melhoria iniciar-se-á, necessariamente um novo
ciclo de avaliação.
Sou da opinião que o colega foi muito bem sucedido quando no ponto
“Recolha de Evidências” enumerou os instrumentos a utilizar.
Quem ler os nossos trabalhos apercebe-se, facilmente não só pelas
citações, como pela sua contextualização, que os seus autores consultaram a
bibliografia recomendada, assim como, cruzaram as informações recolhidas
com outras provenientes de outras fontes; produzindo assim um conhecimento
crítico sobre o tema.

O desejo de continuação de bons trabalhos.

Cumprimentos da colega Isabel Rodrigues

Professora Bibliotecária

Bibliotecas Escolares do Agrupamento Vertical de Montemor-o-Novo