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Visão geral

Apresentação da disciplina:
O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos visa
qualifcar os profssionais para uma atuação inovadora e criativa, em sintonia
com as exigncias do mercado de tra!al"o# $esse sentido, a disciplina
Treinamento e %esenvolvimento pretende condu&ir voc, aluno do quarto
semestre do curso, ao universo 'ascinante das pr(ticas e pol)ticas de
treinamentos que podem ser implementadas# *ortanto, nessa disciplina,
veremos os conceitos de Treinamento e %esenvolvimento, e %esenvolvimento
Organi&acional, aprendendo seus usos e aplicaç+es no am!iente empresarial#
*ortanto, ser( de extrema import,ncia sua capacidade de compreender o
am!iente de 'orma sistmica para determinar os mel"ores programas de
Treinamento e %esenvolvimento para as organi&aç+es#
Objetivos:
*roporcionar ao acadmico maior compreensão a respeito dos processos
que envolvem os *rogramas de Treinamento e %esenvolvimento, e de
%esenvolvimento Organi&acional, a!ordando os principais aspectos
relacionados ao conte-do, visando desenvolver uma visão cr)tica 'rente .s
tendncias contempor,neas#
Conteúdo Programático:
*ara atendermos o o!/etivo principal desta disciplina, nossas atividades
serão divididas em quatro unidades de estudo:
UNIA! I " IN#$OU%&O AO' CONC!I#O'
0udança de *aradigmas 1 0ecanicista e Hol)stico2
Conceito de Treinamento e %esenvolvimento2
O!/etivos do Treinamento2
3tapas do Treinamento: 4evantamento das necessidades, 3la!oração do
programa, 5mplementação e 6valiação#
UNIA! II " #IPO' ! #$!INA(!N#O
Treinamento on t"e /o!2
Treinamento out t"e /o!2
7antagens do treinamento#

UNIA! III " !'!NVO)VI(!N#O
Conceito de %esenvolvimento2
Relação do Treinamento e do %esenvolvimento#
*rogramas de %esenvolvimento#
Tendncias para o %esenvolvimento#
UNIA! IV " !'!NVO)VI(!N#O O$*ANI+ACIONA)
Conceito de %esenvolvimento Organi&acional2
Gestão da 0udança2
*rogramas de %esenvolvimento Organi&acional#
(etodologia:
Os conte-dos program(ticos o'ertados nessa disciplina serão
desenvolvidos por meio das Teleaulas, de 'orma expositiva e interativa 8c"at 1
tira d-vidas em tempo real92 6ula16tividade, por C"at, para apro'undamento e
re:exão2 e ;e!6ulas, que estarão dispon)veis no 6m!iente Cola!orar,
compostas de conte-dos de apro'undamento, re:exão e atividades de
aplicação dos conte-dos e avaliação# Serão tam!<m reali&adas atividades de
acompan"amento tutorial, participação em =>rum, atividades pr(ticas e
estudos independentes 8autoestudo9, al<m do 0aterial %id(tico por disciplina#
Avaliação Prevista:
O sistema de avaliação da disciplina compreende em assistir . teleaula,
na participação no '>rum, na produção de texto?tra!al"o no port'>lio,
reali&ação de duas avaliaç+es virtuais, uma avaliação presencial, em!asada em
todo o material did(tico, teleaula e @e!aula da disciplina#
Unidade 1 – Introdução ao Desenvolvimento
Organizacional1
WEBAULA 1
Se/am !em vindos . parte @e! da disciplinaAAA
$>s vamos começar a disciplina Treinamento e %esenvolvimento#
6tividade: Con"ecendo os alunos e as empresas
6cesse o =>rum de %iscussão e se apresenteAAA 3screva seu nome, sua
unidade, e 'ale um pouco so!re a empresa que voc tra!al"a#
Conto com a participação de todosAAA
%urante as teleaulas dessa disciplina, veremos os conceitos relacionados
aos *rogramas de Treinamento e %esenvolvimento, analisaremos o que <
Treinamento e alguns tipos de programas de treinamentos que podem ser
implementados nas empresas# 6l<m disso, veremos o que < o %esenvolvimento
e algumas 'ormas de promover o desenvolvimento profssional dos 'uncion(rios
de uma organi&ação#
$osso o!/etivo < tornar os programas de Treinamento e
%esenvolvimento de pessoal uma estrat<gia proveitosa, não somente para a
empresa, mas tam!<m para o quadro de 'uncion(rios que 'a& parte dela# $ão
"( nada mais entediante para um 'uncion(rio que participar de um
treinamento em que ele não consegue verifcar a aplica!ilidade em sua
realidade de tra!al"o#
Repare na fgura a!aixo, ve/a o ,nimo desses 'uncion(rios para a
reali&ação do treinamento### 7oc alguma ve&es /( se sentiu assimB

C exatamente isso que queremos evitarA 7amos nos motivar para
desenvolvermos programas de Treinamento e %esenvolvimento que visam
atender .s expectativas dos 'uncion(rios e assim prepar(1los para o am!iente
organi&acional em que estão inseridos# *or isso, antes de ela!orar qualquer
programa, < importante reali&ar as etapas que comp+em o desenvolvimento de
um Treinamento, que são:
!#APA' O #$!INA(!N#O
D9 4evantamento das educação2
E9 %efnição do *rograma do Treinamento2
F9 5mplementação do *rograma de Treinamento2
G9 6valiação dos Resultados do Treinamento#
3ssas etapas serão discutidas e analisadas durante as teleaulas# S>
estamos resgatando aqui a import,ncia de se 'a&er um diagn>stico, ou se/a,
reali&ar o levantamento das necessidades de treinamento, antes de defni1lo#
$ão tem como sugerir um *rograma de Treinamento sem antes sa!er em que
(rea os 'uncion(rios estão defcit(rios, e < nesse ponto que muitas empresas
pecam, pois compram pacotes de treinamentos prontos, e que muitas ve&es
não atendem seus o!/etivos espec)fcos#
Como /( mencionado anteriormente, nas teleaulas nos 'ocaremos nos
programas de Treinamento e %esenvolvimento de pessoal, enquanto aqui na
parte @e! da disciplina nosso 'oco recair( so!re os conceitos de
%esenvolvimento Organi&acional# *artiremos do princ)pio de que /( treinamos e
desenvolvemos nossos profssionais e agora precisamos preparar a
organi&ação para apoiar essas pessoas, por meio do desenvolvimento
organi&acional#
0uito se 'ala em desenvolvimento organi&acional, mas afnal o que <
esse conceitoB
Ho/e em dia, com o am!iente din,mico e em constante mudança, quase
todas as organi&aç+es precisam se a/ustar . realidade multicultural existente2
as pol)ticas e as pr(ticas de recursos "umanos tiveram que se adaptar para
conseguir atrair e reter talentos, al<m dos investimentos que tm sido
empregados em programas de desenvolvimento organi,acional-
Sendo assim, o desenvolvimento organi&acional H< um processo que visa
a mudança plane/ada da estrutura empresarial 1 pessoas e sistemas 1 tendo em
vista sua mel"or adaptação ao mercado onde atuaH 8C6R764HO2 S3R6=50,
EIIG, p# J9# *ortanto, < imposs)vel 'alar de desenvolvimento organi&acional
sem mencionar os aspectos relacionados com a mudança organi&acional,
assunto que ser( discutido na pr>xima @e!aula#
6s organi&aç+es que pretendem implantar o desenvolvimento
organi&acional precisam possuir alguns valores que vão em!asar as pr(ticas
adotadas no 'uturo# 3ntre esses valores podemos destacar 8ROKK5$S, EIIE9:
Respeito pelas pessoas: as pessoas são respons(veis, conscientes e
dedicadas, portanto, devem ser tratadas com respeito#
Confança e apoio: predom)nio de clima de confança, autenticidade,
a!ertura e apoio#
3quali&ação do poder: divisão do poder e queda dos controles
"ier(rquicos#
Con'rontação: deve1se !uscar soluç+es para os pro!lemas#
*articipação: participação das pessoas nos processos de tomada de
decisão#
omente em empresas que possuem esses valores defnidos e
esclarecidos < que os programas de desenvolvimento organi&acional devem
ser implementados, tendo em vista que a empresa precisa ter uma cultura
organi&acional pr>1ativa e voltada para as mudanças#
C importante ressaltar que o termo %esenvolvimento Organi&acional não
deve ser encarado como uma pr(tica isolada, mas sim como uma dimensão
muito maior, reali&ada a longo pra&o e que visa a mudança estruturada e
plane/ada da organi&ação como um todo# $esse sentido, ele pode envolver a
mudança das pessoas, da estrutura organi&acional, da tecnologia utili&ada e
das instalaç+es ')sicas da empresa#
*or isso, temos que resgatar o conceito de R3CLRSOS HL06$OS
3STR6TCG5CO, pensando na (rea de Recursos Humanos interligada com todos
os outros departamentos e participando das decis+es estrat<gicas da empresa#
*ortanto, a (rea de recursos "umanos precisa plane/ar suas atividades de
Treinamento e %esenvolvimento de maneira que ap>iem as estrat<gias gerais
de atuação da empresa#
$as grandes organi&aç+es não existe mais espaço para uma (rea de
Recursos Humanos que se 'oca apenas na reali&ação das atividades
tradicionais, como recrutamento e seleção, cargos e sal(rios, treinamento e
desenvolvimento# O Recursos Humanos passou a ter uma 'unção estrat<gica
na empresa, pois ele tem um papel imprescind)vel nas defniç+es das
estrat<gias de atuação das organi&aç+es, pois < por meio do RH que < poss)vel
preparar os 'uncion(rios para colocar em pr(tico tudo que 'oi plane/ado#
3 nesse contexto, encaixa1se o %esenvolvimento Organi&acional, que <
respons(vel por gerir os processos de mudança nas empresas# *ara confrmar a
import,ncia dessa (rea, podemos 'a&er uma !usca r(pida na 5nternet,
verifcando vagas de tra!al"o para essa 'unção#
6cessando, por exemplo, o site da Cat"o Online, que < umas das
maiores agncias de emprego virtual do pa)s, perce!emos v(rias vagas nessa
(rea, e as principais atri!uiç+es desse profssional#
CLR5OS5%6%3
6cesse o site "ttp:??@@@#r"linM#com#!r? e 'aça uma !usca de vagas de
emprego na (rea de %esenvolvimento Organi&acional#
Como exemplo, 'oram retiradas do site da Cat"o duas vagas na (rea de
desenvolvimento organi&acional, para analisar as atri!uiç+es essenciais para
esse profssional#
6 primeira vaga < para uma empresa de grande porte, locali&ada em São
*aulo, e o profssional dever( reali&ar uma s<rie de atividades na (rea de
recursos "umanos, visando otimi&ar o desempen"o organi&acional como um
todo#
6 segunda vaga 'oi disponi!ili&ada para região de Caxias do Sul, para
Coordenador de %esenvolvimento Organi&acional# 3sse profssional deve ser
generalista, entendendo o impacto das aç+es de recursos "umanos para o
sucesso dos neg>cios# 7e/a as caracter)sticas da vaga:

$essa @e!aula f&emos algumas consideraç+es importantes so!re o
%esenvolvimento Organi&acional, a!ordando so!re seu conceito, seu car(ter
estrat<gico e exemplifcando com vagas de empregos nessa (rea# *erce!emos
que para reali&ar uma !oa pol)tica de %esenvolvimento Organi&acional
precisamos ter em mente como 'uncionam os processos de mudança nas
empresas, e esse < o assunto da pr>xima @e!aula# 6t< l(A
.ibliogra/a $ecomendada
KOOG, Gustavo G#2 KOOG, 0agdalena# 0anual de treinamento e
desenvolvimento: gestão e estrat<gias# São *aulo: *earson, EIIN# vD#
KOOG, Gustavo G#2 KOOG, 0agdalena# 0anual de treinamento e
desenvolvimento: processos e operaç+es# São *aulo: *earson, EIIN# vE#
KORG3S16$%R6%3, Oairo 3duardo 8org#92 6KK6%, Gardnia da Silva 8org#92
0OLRPO, 4uciana 8org#9# Treinamento, desenvolvimento e educação em
organi&aç+es e tra!al"o: 'undamentos para a gestão de pessoas# *orto 6legre:
6rtmed, EIIN#
%3SS43R, GarQ# 6dministração de recursos "umanos# Eed# São *aulo:
*earson, EIIF#
Ki!liografa Ltili&ada
C6R764HO, 6ntonio 7ieira de2 S3R6=50, O&il<ia Clen Gomes#
6dministração de recursos "umanos# 7ol# 55# São *aulo: *ioneira T"omson,
EIIG#
ROKK5$S, Step"en *# Comportamento organi&acional# J# ed# São *aulo:
*rentice1Hall, EIIE#

Unidade 1 – Mudança Organizacional
WEBAULA
C imposs)vel 'alar de %esenvolvimento Organi&acional sem mencionar os
aspectos relacionados .s mudanças organi&acionais, pois inevitavelmente todo
processo de desenvolvimento gera mudanças, tanto nas pessoas quanto nas
estruturas organi&acionais#
Talve& a maior caracter)stica de nossos tempos se/a a mudança, não
propriamente ela em si, mas a 'requncia e a rapide& com que ela ocorre# 6
glo!ali&ação, a evolução das telecomunicaç+es, os avanços nos transportes e
as novas tecnologias criaram uma rede glo!al, cada ve& mais interdependente#
$esse contexto, imaginar um am!iente est(vel e em ordem < uma atividade
praticamente imposs)vel#
Ca!e agora, então, um grande desafo .s empresas e . (rea de recursos
"umanos: acompan"ar a din,mica do am!iente, rompendo todos os
paradigmas do con"ecimento passado, !uscando soluç+es inovadoras para os
pro!lemas atuais#
%urante muito tempo a cincia 'oi regida por ideias mecanicistas, por
padr+es ne@tonianos e cartesianos# Havia a visão de que o mundo poderia ser
entendido como um rel>gio# 6 nature&a seria uma má01ina2 !astando
desmontar e analisar isoladamente cada uma de suas partes para entender o
seu 'uncionamento 8K6L3R, DJJJ9#
3sses padr+es 'oram muito -teis para o desenvolvimento cient)fco e
possi!ilitaram grandes avanços e desco!ertas# *or<m, "o/e o am!iente <
repleto de 'atores que in:uenciam as organi&aç+es de diversas 'ormas, e não <
mais permitido enxergar a empresa como uma m(quina e os 'uncion(rios como
suas engrenagens# 6s empresas precisam estar a!ertas aos processos de
mudança, orientando e acompan"ando seus 'uncion(rios por meio da (rea de
recursos "umanos#
0uito se 'ala em mudança e nas suas aplicaç+es, mas afnal, o que < a
uma mudançaB Como ela deve ser implementadaB
6 H0udança < uma alteração no am!iente, na estrutura, na tecnologia
ou nas pessoas de uma organi&ação#H 8ROKK5$S2 %3C3$RO, EIIG, p# DGE9#
Sendo assim, as empresas estão sempre mudando para se adaptar ao mercado
e continuarem sendo competitivas 'rente . concorrncia# *ortanto, a mudança
organi&acional < um processo no qual as vel"as pr(ticas são a!andonadas e
desaprendidas, e as novas ideias e pr(ticas devem ser incorporadas ao
comportamento#
$o entanto, a mudança não deve ocorrer apenas de maneira aleat>ria, <
preciso plane/ar os processos de mudanças nas organi&aç+es, pois eles
envolvem muitos aspectos que precisam ser verifcados com cautela, como as
pessoas e os recursos necess(rios para as alteraç+es# *ortanto, a m1dança
planejada < Ha tentativa sistem(tica de re'ormular uma organi&ação de modo
a a/ud(1la a se adaptar .s mudanças no am!iente externo e a alcançar novos
o!/etivosH 8STO$3R2 =R3306$, DJJJ, p# FII9#
4eia a situação a!aixo que narra uma necessidade de mudança para que
a empresa continue no mercado de atuação:
Lm grupo de 'uncion(rios de uma pequena empresa de telemarMeting
desafou seu empregador: HC muito di')cil, para a maioria de n>s, manter um
esquema r)gido de tra!al"o das S" .s DT"H, disse o porta vo&# HTodos temos
responsa!ilidades 'amiliares e pessoais signifcativas# Lm "or(rio r)gido de
tra!al"o não nos conv<m# 7amos procurar outros empregos se não
conseguirmos um "or(rio :ex)vel em sua empresa#H O propriet(rio ouviu
atentamente esse ultimato e concordou com a reivindicação# $o dia seguinte,
apresentou um plano de :exi!ili&ação de "or(rio# 8ROKK5$S, EIIU, p# UET9
*6R6 R3=43T5R###
Ser( que o propriet(rio da empresa agiu corretamenteB Lm plano de
:exi!ili&ação de "or(rio resolveria o pro!lemaB O que a empresa pode 'a&er
para implementar essas mudançasB
*odemos perce!er, nesse relato, que se a empresa não reali&asse as
mudanças sugeridas pelos 'uncion(rios teriam pro!lemas para continuar
prestando seus serviços# Sendo assim, as empresas precisam fcar atentas com
relação .s necessidades de mudança para que acompan"em o mercado de
atuação#
$a maioria das ve&es as empresas utili&am os processos de mudança,
pois pretendem: Hmel"orar a qualidade, aumentar a produtividade, re:etir os
valores dos novos l)deres, redu&ir custos e administrar con:itosH 8H3RROG
apud ;OO% OR2 CLR6%O2 C60*OS, DJJU, p# DJD9# 3stes motivos que levam aos
processos de mudança podem aparecer de maneira isolada, por<m, < mais
comum existir uma s<rie de motivos que levem as empresas a implantarem as
mudanças#
$ormalmente, as organi&aç+es tratam as mudanças como eventos
acidentais, no entanto, a (rea de recursos "umanos de uma empresa deve se
preocupar com os processos de mudança de maneira proativa e signifcativa#
*ara tanto, a mudança plane/ada deve se 'ocar na mudança de comportamento
das pessoas e dos grupos, pois < por meio do que eles são capa&es de 'a&er
que resulta o sucesso ou o 'racasso da organi&ação 8ROKK5$S, EIIU9#
O grande pro!lema < que sa!emos que todo processo de mudança
organi&acional gera resistncia dos 'uncion(rios devido a v(rios 'atores# 3m
certo sentido, essa atitude < positiva# 3la d( um grau de esta!ilidade e
previsi!ilidade ao comportamento# $o entanto, o aspecto negativo da
resistncia . mudança pode servir como uma !arreira ao progresso
organi&acional#
%e maneira geral, as pessoas são resistentes .s mudanças por trs
grandes motivos: Hincerte&a, preocupação com perda de pessoal e a crença de
que a mudança não representa o mel"or interesse da organi&açãoH 8ROKK5$S,
%3C3$RO, EIIG, p# DGJ9# C natural do ser "umano ter medo do descon"ecido,
portanto, a (rea de recursos "umanos deve atuar como um catalisador das
mudanças organi&acionais, preparando as pessoas para as alteraç+es e
diminuindo a resistncia#
6gora vamos assistir a uma parte do v)deo HVuem mexeu no meu
quei/oBH, que trata o conceito de mudança e das resistncias das pessoas:
R3=43WPO SOKR3 O 7X%3O
%e que lado ser( que estamosB %o lado dos ratos, que analisaram e
perce!eram as necessidades de mudanças, ou do lado dos duendes, que
fcaram se lamentando pelas circunst,ncias e mantiveram tudo como estavaB
Como < o nosso comportamento na empresa em que tra!al"amosB
*odemos 'a&er uma analogia do v)deo com o am!iente organi&acional,
pois nas empresas sempre existem aquelas pessoas que impulsionam e que
promovem as mudanças, e aquelas acomodadas, que tm medo, que querem
continuar sempre da mesma maneira#
3 para fnali&ar essa @e! aula, ressaltamos que as mudanças podem
incluir alteraç+es na estrutura organi&acional, na tecnologia utili&ada, nas
instalaç+es ')sicas, e nas pessoas que 'a&em parte da organi&ação# 3 < na parte
que envolve as mudanças de pessoas que se encontra o desenvolvimento
organi&acional, englo!ando uma s<rie de intervenç+es para modifcar as
pessoas e a qualidade de suas relaç+es no am!iente de tra!al"o 8ROKK5$S,
EIIU9# 3ntendemos, então, que o desenvolvimento organi&acional permite a
ela!oração de uma estrat<gia educacional que visa propiciar um am!iente de
mudança e o aprendi&ado cont)nuo para os cola!oradores e acionistas#
Sendo assim, nas organi&aç+es contempor,neas, a tradicional (rea de
Treinamento e %esenvolvimento est( sendo su!stitu)da pelo %esenvolvimento
Organi&acional 8%#O#9, por meio de uma a!ordagem mais ampla e estrat<gica
e, ao mesmo tempo, educacional e existencial# *ortanto, espera1se dos
profssionais uma visão mais completa em termos de con"ecimentos 8sa!er9,
"a!ilidades 8sa!er 'a&er9 e atitudes 8querer 'a&er9#
*articipando do =>rum de %iscussão
6cesse o =>rum de %iscussão e participe com seus coment(rios so!re
%esenvolvimento Organi&acional, *rocessos de 0udança e Resistncia a
0udança# Conto com a participação de todosAAA
Ag1ardo a participação de todos no 34r1m de isc1ssão e nas
telea1las-
.om trabal5o666
.ibliogra/a $ecomendada
KOOG, Gustavo G#2 KOOG, 0agdalena# 0anual de treinamento e
desenvolvimento: gestão e estrat<gias# São *aulo: *earson, EIIN# vD#
KOOG, Gustavo G#2 KOOG, 0agdalena# 0anual de treinamento e
desenvolvimento: processos e operaç+es# São *aulo: *earson, EIIN# vE#
KORG3S16$%R6%3, Oairo 3duardo 8org#92 6KK6%, Gardnia da Silva 8org#92
0OLRPO, 4uciana 8org#9# Treinamento, desenvolvimento e educação em
organi&aç+es e tra!al"o: 'undamentos para a gestão de pessoas# *orto 6legre:
6rtmed, EIIN#
%3SS43R, GarQ# 6dministração de recursos "umanos# Eed# São *aulo:
*earson, EIIF#
.ibliogra/a Utili,ada
K6L3R, Ru!en# Gestão da mudança: caos e complexidade nas
organi&aç+es# São *aulo: 6tlas, DJJJ#
ROKK5$S, Step"en *aul# Comportamento organi&acional# J# ed# São
*aulo: *earson, EIIU#
ROKK5$S, Step"en *aul2 %3C3$RO, %avid 6# =undamentos da
administração: conceitos essenciais e aplicaç+es# G# ed# São *aulo: *earson,
EIIG#
STO$3R, Oames 6# S#2 =R3306$, 3d@ard# 6dministração# U# ed# São
*aulo: 4TC, DJJJ#
;OO% OR, THO06R2 CLR6%O, 5S6K346 K64335RO2 C60*OS, HL0K3RTO,
0arcelo de# 7encendo a crise: mudança organi&acional na R"odia =arma# 5n:
;OO% OR, T"oma& 8coord#9 0udança organi&acional: apro'undando temas
atuais em administração de empresas# São *aulo: 6tlas, DJJU# p# DSS1EDN#
Unidade 1 – !rogramas de Desenvolvimento
Organizacional " #rade #erencial
1
WEBAULA $
Se/am !em vindosAAA
$a primeira unidade @e! f&emos a introdução ao
conceito de %esenvolvimento Organi&acional, afrmando que ele envolve a
mudança plane/ada da estrutura, tecnologia, instalaç+es ')sicas e pessoas de
uma organi&ação# *ortanto, ele dever( se 'ocar na ela!oração de uma
estrat<gia educacional que !usque propiciar um am!iente de mudança e de
aprendi&ado cont)nuo para os 'uncion(rios da empresa#
$essa unidade, nos voltaremos para alguns *rogramas de %esenvolvimento
Organi&acional que podemos implantar nas empresas, ressaltando que eles
devem partir da c-pula administrativa, mostrando para todos os envolvidos a
import,ncia da reali&ação de um pro/eto de taman"a amplitude e
consequncia para toda organi&ação#
Os *rogramas de %esenvolvimento Organi&acional podem ser reali&ados
por um cons1ltor e7terno ou por qualquer 81ncionário da empresa
capacitado para tais atividades# 3m qualquer uma das situaç+es, o respons(vel
pelo programa dever( explicar detal"adamente o que ser( 'eito e quais são os
o!/etivos dos novos procedimentos#
C importante ressaltar que antes de implantar um programa de
desenvolvimento organi&acional deve ser reali&ado um diagn4stico do
comportamento organi,acional, identifcando as principais queixas e
pro!lemas dos 'uncion(rios, coletando todos os dados necess(rios so!re o
am!iente, 'ormulando uma estimativa de minimi&ar os pro!lemas e defnindo
programas de treinamento e desenvolvimento para tornar as pessoas mais
efcientes 8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9#
3xistem v(rios *rogramas de %esenvolvimento Organi&acional, e para
cada organi&ação, dependendo das suas caracter)sticas e necessidades, um
deles ser( o mais adequado ou at< mesmo um con/unto deles#
O %esenvolvimento Organi&acional pode a!ranger mudanças de
estrutura, tecnologia, instalaç+es ')sicas e pessoas# Como estamos nos
apro'undando nas quest+es relacionadas . Gestão de *essoas, nos 'ocaremos
em alguns tipos de %esenvolvimento Organi&acional voltados para a mudança
de comportamento dos 'uncion(rios# %entre eles, destacam1se o Managerial
Grid ou *rade *erencial2 o #reinamento de 'ensibilidade2 a in9mica
da #eoria : e a Análise #ransacional# $essa @e!aula discutiremos as
caracter)sticas da Grade Gerencial#
YYY Grade Gerencial ou 0anagerial grid
A *rade *erencial ou tam!<m c"amada de 0anagerial Grid < uma
t<cnica de %esenvolvimento Organi&acional voltada para a (rea de produção
das empresas e para as pessoas# 3la 'oi desenvolvida por dois consultores
americanos, KlaMe e 0outon, na Lniversidade de O"io 1 3stados Lnidos
8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9#
O modelo apresenta uma grade gerencial que < 'ormada por dois eixos:
o ei7o 5ori,ontal representa a preoc1pação com a prod1ção,
possuindo uma s<rie cont)nua de nove pontos, na qual o J indica a
preocupação mais elevada com a produção, e o D, a mais !aixa
preocupação2 o ei7o vertical representa a preoc1pação com as
pessoas, possuindo tam!<m a escala cont)nua de nove pontos, no qual
o J < a mais alta preocupação com as pessoas, e o D, a mais !aixa
8CH5673$6TO, EIIN9#
6 maneira como um gerente com!ina as duas
orientaç+es, para a produção e para as pessoas, indica o estilo de liderar
seus su!ordinados# O estilo J,J < o ideal para a implantação do
0anagerial Grid, ou se/a, quando "( m(xima preocupação com as
pessoas e com a produção 8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9# O( o estilo D,D <
o que não se preocupa nem com a produção nem com as pessoas, sendo
totalmente comprometida a gestão na empresa que possui esse tipo de
l)der#
*ara colocar essa t<cnica em pr(tica, < necess(rio reali&ar uma s<rie de
question(rios e exerc)cios pr(ticos so!re os estilos de gerenciar,
promovendo o auto1desenvolvimento gerencial# Se o l)der con"ece seu
estilo de gerenciar, poder( ela!orar um plane/amento estrat<gico
adequado para os indiv)duos, levando em consideração seu cargo e a
empresa a qual pertence#
#!'#! ! )I!$AN%A " Voc; tem tempo para liderar<
6cesse o
site"ttp:??@@@#triadedotempo#com#!r?testes?testeZliderancaE#asp e
'aça o teste, verifcando o tempo que voc tem para se dedicar .s
atividades de liderança da sua equipe#
6 implantação do *rograma de %esenvolvimento Organi&acional Grade
Gerencial envolve uma s<rie de atividades que o!/etivam orientar os
'uncion(rios so!re as novas pr(ticas e as mudanças no am!iente de
tra!al"o, podendo ser implantado mediante a aplicação das seguintes
etapas 8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG2 CH5673$6TO, EIIN9:
=> 'eminários laborat4rio: são reali&ados semin(rios envolvendo
todas as pessoas da organi&ação, com o o!/etivo de analisar o
desempen"o da empresa, defnindo o que est( !em e o que precisa ser
alterado#
?> esenvolvimento de e01ipes: são 'ormadas equipes desde o n)vel
mais alto da empresa at< o n)vel mais !aixo, na qual os mem!ros se
avaliam visando 'ortalecer o desempen"o individual e da equipe#
:> esenvolvimento de relaç@es intergr1pais: as equipes de
tra!al"o se relacionam, o!/etivando a cooperação, a coordenação e a
identifcação de !arreiras . efcincia#
A> !stabelecimento dos objetivos organi,acionais: determinação,
pela equipe do topo organi&acional, dos o!/etivos que a organi&ação
pretende atingir com a mudança organi&acional#
B> Implementação dos objetivos: são determinadas as equipes de
plane/amento que fcarão respons(veis pela implementação dos
o!/etivos defnidos, por meio da ela!oração de planos estrat<gicos#
C> !stabili,ação e crDtica sistemática: utili&a1se a cr)tica para avaliar
o desempen"o e as condiç+es do desenvolvimento como um todo,
visando . esta!ili&ação dos o!/etivos organi&acionais e . determinação
de novos o!/etivos para o 'uturo# $essa 'ase, !usca1se ouvir todas as
cr)ticas com relação ao programa, para implement(1lo da mel"or
maneira poss)vel#
O pressuposto !(sico desse modelo de %esenvolvimento Organi&acional
< dar in)cio ao processo de mudança organi&acional pela mudança dos
indiv)duos, sendo que o programa deve ser implantado de maneira
ordenada e controlada para diminuir a resistncia das pessoas#
$essa @e!aula 'alamos do primeiro programa de %esenvolvimento
Organi&acional, c"amado Grade Gerencial# $a pr>xima @e!aula,
trataremos de mais trs tipos# Continue estudandoAAA
Participando do 34r1m de isc1ssão
6cesse o =>rum de %iscussão e participe com seus coment(rios so!re
os *rogramas de %esenvolvimento Organi&acional# Conto com a
participação de todosAAA

.ibliogra/a $ecomendada
KOOG, Gustavo G#2 KOOG, 0agdalena# 0anual de treinamento e
desenvolvimento: gestão e estrat<gias# São *aulo: *earson, EIIN# vD#
KOOG, Gustavo G#2 KOOG, 0agdalena# 0anual de treinamento e
desenvolvimento: processos e operaç+es# São *aulo: *earson, EIIN# vE#
%3SS43R, GarQ# 6dministração de recursos "umanos# Eed# São *aulo:
*earson, EIIF#

.ibliogra/a Utili,ada
C6R764HO, 6ntonio 7ieira de2 S3R6=50, O&il<ia Clen Gomes#
6dministração de recursos "umanos# 7ol# 55# São *aulo: *ioneira
T"omson, EIIG#
CH5673$6TO, 5dal!erto# Recursos "umanos# S# ed# São *aulo: 6tlas,
EIIN#
Unidade 1 – %reinamento de &ensi'ilidade( %eoria $D
e An)lise %ransacional
E!.AU)A A
$a aula anterior, discutimos a implantação de um *rograma de
%esenvolvimento Organi&acional, 'alando da Grade Gerencial que se
!aseia na an(lise da liderança na empresa, identifcando a preocupação
com a produção e com as pessoas# $essa @e!aula discutiremos mais
trs tipos de programas que podem ser implementados: Treinamento de
Sensi!ilidade, Teoria F% de 3fc(cia Gerencial e 6n(lise Transacional#
FFF #reinamento de 'ensibilidade
O #reinamento de 'ensibilidade ou tam!<m c"amado de Grupo1T
8Grupo de Treinamento9 < um con/unto de m<todos que visam .s
mudanças pessoais por meio de experincias diretas ou vivenciais# O
participante do treinamento < condu&ido por um processo espont,neo
de aquisição de novas maneiras de pensar e agir, a!andonando as
t<cnicas e procedimentos que utili&ava antes do treinamento
8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9#
$ormalmente, no de Sensi!ilidade, são 'ormados grupos de de&
elementos que são orientados por um l)der "a!ilitado para promover o
aumento da sensi!ilidade so!re as "a!ilidades necess(rias para o
relacionamento interpessoal 8CH5673$6TO, EIIN9#
3sses grupos participam de uma ou duas reuni+es di(rias, por um pra&o
de duas ou trs semanas, tendo uma "ora e meia ou duas "oras de
duração# 3sses encontros não possuem regras, procedimentos ou divisão
de tare'as entre os participantes, portanto, podem gerar um certo
descon'orto no in)cio# $o entanto, assim que a 'ase inicial < superada, o
l)der identifca pro!lemas de comunicação, tentativas de monopoli&ação
dos de!ates e outros aspectos do relacionamento interpessoal,
solicitando dos participantes, sugest+es, m<todos e procedimentos para
superar estes pro!lemas 8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9#
3ste tipo de treinamento visa ao a'astamento do 'uncion(rio da situação
em que ele vivencia na empresa e a inexistncia de relaç+es
"ier(rquicas, o!/etivando o desenvolvimento do autocon"ecimento, do
impacto que exerce so!re as outras pessoas e do aper'eiçoamento dos
processos de comunicação 8CH5673$6TO, EIIN9#
Como este tipo de treinamento envolve emoç+es, sentimentos e reaç+es
das pessoas, < importante que se ten"am l)deres com 'ormação em
psicologia e con"ecimento so!re din,micas de grupo, /( que espera1se
que as mudanças individuais se/am trans'eridas para o am!iente
empresarial#
O Treinamento de Sensi!ilidade possui os seguintes o!/etivos: aumentar
a compreensão so!re o pr>prio comportamento, entendendo como as
outras pessoas o veem2 aumentar a sensi!ilidade quanto ao
comportamento dos outros indiv)duos2 mel"orar a conscienti&ação dos
tipos de processos que 'acilitam ou ini!em o relacionamento do grupo2
aumentar as "a!ilidades de diagn>stico em situaç+es sociais,
interpessoais e de grupo2 ensinar as pessoas a aprenderem
continuamente com o o!/etivo de mel"orar as relaç+es interpessoais#
Com estes o!/etivos, espera1se que os indiv)duos se tornem mais
a!ertos e motivados para o auto1crescimento, diminuindo os processos
de resistncia e !arreira .s mudanças 8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9#
O coordenador do Treinamento de Sensi!ilidade deve ser um profssional
altamente qualifcado que deve selecionar, analisar e aplicar exerc)cios,
levando em consideração as caracter)sticas de cada grupo, seus
prop>sitos e o tempo dispon)vel# 3sses exerc)cios devem servir como
est)mulos para movimentar os mem!ros no grupo, não importando o
conte-do ou as respostas .s perguntas, mas sim as atitudes dos
participantes 'rente .s atividades#
6gora vamos assistir a um v)deo de "umor, que narra uma situação
con:ituosa no relacionamento entre 'uncion(rios# *reste !astante
atenção na atitude da condutora da reunião#
O v)deo 'e& parte de um programa de "umor que 'alava so!re
relacionamentos# C claro que ele est( carregado de apelos,
principalmente pela questão sexual# $o entanto, o que eu gostaria de
re'orçar < a import,ncia de "aver um condutor do programa, totalmente
"a!ilitado e preparado para o desenvolvimento das "a!ilidades
necess(rias para atingir os o!/etivos propostos# Se não temos segurança
de que o 'acilitador vai conseguir isso, < mel"or nem investir nesses
tipos de programas, pois os resultados poderão ser tr(gicos, como o
apresentado no v)deo#
6gora vamos colocar em pr(ticaAAA
Segue a!aixo um e7ercDcio que pode ser utili&ado nos Treinamentos de
Sensi!ilidade# C importante ressaltar que o que vale nesses exerc)cios
são os est)mulos para movimentar os mem!ros do grupo e não o seu
conte-do ou resultado# Resumindo, o mais importante na pr(tica dos
exerc)cios de Treinamento de Sensi!ilidade < o processo pelo qual o
grupo se aproxima e desenvolve a atitude e não a resposta ao exerc)cio#
3m!ora talve& voc não ten"a participado de um Treinamento de
Sensi!ilidade, responda ao exerc)cio a!aixo, pois ele poder( te auxiliar
no seu autocon"ecimento, 'ator indispens(vel para se começar a pensar
numa mudança comportamental diante dos desafos impostos pelas
alteraç+es do mundo organi&acional# *or outro lado, se voc /(
participou de algum programa desses, o exerc)cio servir( para rever seu
autocon"ecimento#
!G!$CHCIO ! #$!INA(!N#O ! '!N'I.I)IA!
6!aixo voc encontrar( alguns sentimentos que /( experimentou# *ara
cada um, voc dever( relatar duas maneiras di'erentes de como os
expressa e um modo pelo qual descreve esses sentimentos#
6 primeira resposta deve ser de alguma 'orma que expressa mas não
descreve seu sentimento# 6 segunda resposta deve relatar como voc
expressa o sentimento por meio de aç+es, sem usar palavras# 6
terceira resposta deve ser a maneira como voc descreve seus
sentimentos#
D# Vuando voc fca a!orrecido com o que est( acontecendo num
grupo, como esse sentimento < expressoB
a9 3m palavras:
!9 Sem palavras:
c9 Como descreveria o que senteB
E# Vuando voc se sente muito a!orrecido com outra pessoa da
equipe, mas reluta em di&1lo a!ertamente, como seu sentimento se
expressaB
a9 3m palavras
!9 Sem palavras:
c9 Como descreveria o que senteB
F# Lma outra pessoa di& ou 'a& algo que causa m(goa em voc# Como
este sentimento < expressoB
a9 3m palavras:
!9 Sem palavras:
c9 Como descreveria o que senteB
G# Lma pessoa pede1l"e para 'a&er algo que voc receia não poder
'a&er !em 'eito# 7oc tam!<m não dese/a que ela sai!a que voc se
sente incapa&# Como seus sentimentos são expressosB
a9 3m palavras:
!9 Sem palavras:
c9 Como descreveria o que senteB
=onte: Carval"o e Serafm 8EIIG, p# EG1EN9
$!3)!G&O
6p>s a reali&ação do exerc)cio, 'aça uma re:exão so!re as difculdades
encontradas em escrever so!re seus sentimentos, e como esses
sentimentos podem impactar o 'uncionamento e os resultados da
empresa que voc tra!al"a#
FFF #eoria :" de !/cácia *erencial
6 Teoria F1% de 3fc(cia Gerencial < mais um programa de
desenvolvimento organi&acional que pode ser utili&ado# 3ssa teoria 'oi
desenvolvida por ;illiam Reddin, no Canad(, e < um instrumento de
ação administrativa aplicado ao desenvolvimento da efc(cia
organi&acional 8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9#
*ara o autor da teoria, a efc(cia de uma organi&ação s> pode ser
alcançada se "ouver a !usca da consecução dos resultados, ou se/a, dos
o!/etivos organi&acionais# *ara tanto, < necess(rio o desenvolvimento de
trs "a!ilidades gerenciais 8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9:
• Ha!ilidade do gerente avaliar a situação 1 'ensibilidade
'it1acional#
• Ha!ilidade do gerente adequar a a!ordagem de acordo com a
situação 13le7ibilidade de !stilo#
• Ha!ilidade do gerente em mudar uma situação 1 *estão
'it1acional-
*or meio do desenvolvimento dessas trs "a!ilidades o gerente ser(
capacitado para a tomada de decisão, analisando as oportunidade e
ameaças por uma s<rie de gr(fcos o!tidos pelo aux)lio da tecnologia da
in'ormação#
$esse modelo, a mudança organi&acional < conce!ida como um
processo de reunir gerentes, em com!inaç+es pouco usuais, para
discutir so!re temas importantes para a organi&ação, em um clima de
confança e com o o!/etivo de atingir a efc(cia organi&acional,
envolvendo todas as unidades da organi&ação e seus 'uncion(rios#
$esse programa, a gerncia deve estruturar a situação, para que as
pessoas envolvidas cooperem espontaneamente para as mudanças e
para os o!/etivos, apresentando os seguintes indicadores como 'atores
de est)mulo 8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9:
• Participar: participação das pessoas nas decis+es2
• Interagir: tare'as orientadas para a interação grupal2
• (otivar: estimular as pessoas para a orientação das relaç+es e
das tare'as2
• Integrar: integração das necessidades individuais com as metas
organi&acionais2
• Inovar: estimular as ideias originais a respeito dos m<todos para
mel"orar o tra!al"o e o relacionamento#
*ortanto, nesse programa o 'oco recai so!re a capacitação da gerncia
com relação .s suas "a!ilidades para a tomada de decisão, gerenciando
sua equipe de tra!al"o para a o!tenção da efc(cia organi&acional#
FFF Análise #ransacional
O -ltimo *rograma de %esenvolvimento Organi&acional que
a!ordaremos < aAnálise #ransacional, que < uma t<cnica que o!/etiva
o autodiagn>stico das relaç+es interpessoais, por meio de transaç+es,
que são qualquer 'orma de comunicação, mensagem ou relação com os
demais envolvidos# 3sta t<cnica < voltada para os indiv)duos e não para
os grupos, pois orienta como mandar mensagens claras e (geis e
conceder respostas naturais e ra&o(veis para os outros indiv)duos
8CH5673$6TO, EIIN9#
6 grande di'erença da 6n(lise Transacional para os outros programas <
que ela < indica para os 'uncion(rios individualmente e não mais em
grupos de discussão# *ortanto, se tivermos essa pr(tica sendo aplicada
por profssionais respons(veis e competentes, provavelmente teremos
os seguintes !ene')cios 8C6R764HO2 S3R6=50, EIIG9:
• Lma flosofa positiva e de confança para as pessoas, 'ator
'undamental para as mudanças organi&acionais2
• Lma a!ordagem de aprendi&agem constante e permanente, pois
as pessoas se tornam mais a!ertas e menos resistentes .s
mudanças2
• 0aior compreensão de si pr>prio e dos outros, sem utili&ação de
diagn>sticos muito caros#
6l<m disso, a 6n(lise Transacional serve como uma terapia psicol>gica
para mel"orar o relacionamento interpessoal, permitindo que o indiv)duo
'aça seu autodiagn>stico, mel"orando sempre, para que assim ocorra o
desenvolvimento organi&acional 8CH5673$6TO, EIIN9#
6gora 'aça o exerc)cio a!aixo de 6n(lise Transacional#
!G!$CHCIO ! ANI)I'! #$AN'ACIONA)
3la!ore uma lista com de& caracter)sticas da sua personalidade em
ordem de pre'erncia, sendo D o mais importante e DI o menos
importante#
D# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
E# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
F# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
G# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
U# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
N# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
T# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
S# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
J# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
DI# ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ

6gora, analise a sua listagem e verifque como as suas caracter)sticas
de personalidade podem impactar o desenvolvimento da organi&ação#
3ncerramos aqui o conte-do @e! da disciplina Treinamento e
%esenvolvimento com a apresentação dos *rogramas de
%esenvolvimento Organi&acional# O!rigada pela participaçãoAAA Sucesso
a todosAAA

Participando do 34r1m de isc1ssão
6cesse o =>rum de %iscussão e participe com seus coment(rios so!re
os resultados dos exerc)cios dos *rogramas de %esenvolvimento
Organi&acional#
Ag1ardo a participação de todos no 34r1m de isc1ssão e nas
telea1las-
.om trabal5o666

.ibliogra/a $ecomendada
KOOG, Gustavo G#2 KOOG, 0agdalena# (an1al de treinamento e
desenvolvimento: gestão e estrat<gias# São *aulo: *earson, EIIN# vD#
KOOG, Gustavo G#2 KOOG, 0agdalena# (an1al de treinamento e
desenvolvimento: processos e operaç+es# São *aulo: *earson, EIIN#
vE#
KORG3S16$%R6%3, Oairo 3duardo 8org#92 6KK6%, Gardnia da Silva
8org#92 0OLRPO, 4uciana 8org#9# #reinamento2 desenvolvimento e
ed1cação em organi,aç@es e trabal5o: 'undamentos para a gestão
de pessoas# *orto 6legre: 6rtmed, EIIN#
%3SS43R, GarQ# Administração de rec1rsos 51manos# Eed# São
*aulo: *earson, EIIF#

.ibliogra/a Utili,ada
C6R764HO, 6ntonio 7ieira de2 S3R6=50, O&il<ia Clen
Gomes# Administração de rec1rsos 51manos# 7ol# 55# São *aulo:
*ioneira T"omson, EIIG#
CH5673$6TO, 5dal!erto# $ec1rsos 51manos# S# ed# São *aulo: 6tlas,
EIIN#