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ETAPA 3

Aula-tema: Corrente e Resistência. Circuitos.
Essa atividade é importante para discutir as cargas em movimento, isto é, corrente elétrica e
relacionar com resistência elétrica. Essa etapa também é importante para compreender os clculos
envolvidos em um circuito elétrico como potência e energia. Para reali!-la, devem ser seguidos os
passos descritos.
Passo "
#eterminar a e$press%o para a corrente i &o 'lu$o das cargas elétricas associadas ao p() em uma
se*%o reta do cano. Calcular o valor de i para as condi*+es da 'brica: raio do cano R ,-,. cm.,
velocidade v , /,. m0s e densidade de cargas r , "," $ ".-3 C0m3
Em um cano de comprimento 1:
#ensidade de carga n.e
Carga total no cano 23 , n.e.A.1
A carga percorre o comprimento em um intervalo de tempo 2t:
2t,14 Portanto i,232t,n.e.A.1104,n.e.A.1. 41
5 , n.e.A.4 E$press%o
6endo:
7E , densidade da carga
A , rea da se*%o , 8R9
4 , velocidade
Aplicando os dados:
5 , n.e.A.4
5 , &"," $ ".-3 C0m3) . &3,":) . &.,.-m)9 . &/,.m0s)
5 , ",;.".-- A
Passo /
#eterminar a ta$a &potência) com a 3ual a energia pode ter sido trans'erida do p( para uma centel<a
3uando o p( dei$ou o cano. Considerar 3ue 3uando o p( saiu do cano e entrou no silo, o potencial
elétrico do p( mudou e o valor absoluto dessa varia*%o 'oi pelo menos igual a di'eren*a de potencial
calculada no passo / na etapa /.
P,=.i>P,-",--.".- . ",;.".--,/,?:@
Passo 3
Calcular a energia trans'erida para a centel<a se uma centel<a ocorreu no momento em 3ue o p(
dei$ou o tubo e durou .,/. s &uma estimativa ra!ovel).
E,P. 2t >/,?: . .,/.,.,-3 A
Passo :
#esconsiderado, con'orme orienta*%o do pro'essor.
ETAPA :
Aula-tema: Campos Bagnéticos.
Essa atividade é importante para compreender o campo magnético terrestre e atua*%o dele numa
determinada regi%o. 7essa atividade também de'inir as medidas de seguran*a na instala*%o de uma
'brica de p(. Para reali!-la, devem ser seguidos os passos descritos.
Passo "
Pes3uisar sobre o campo magnético terrestre, como ele é produ!ido e como esse campo varia de
acordo com a localidade. Pes3uisar também 3ual é o valor do campo magnético na sua regi%o.
C valor apro$imado do campo magnético da Terra é de /,: $ ".-- T.
C campo magnético da Terra circula e atravessa toda super'Dcie da maneira ra!oavelmente parecida
com o campo produ!ido por um dipolo. A teoria do dDnamo é a mais aceita para e$plicar a origem do
campo. =m campo magnético, genericamente, se estende in'initamente. =m campo magnético vai
se tornando mais 'raco com o aumento da distEncia da sua 'onte. Como o e'eito do campo
magnético terrestre se estende por vrias de!enas de mil<ares de 3uil(metros, no espa*o ele é
c<amado de magnetos'era da Terra. A magnetos'era protege a super'Dcie da Terra das partDculas
carregadas do vento solar. F comprimida no lado diurno &6ol) devido G 'or*a das partDculas 3ue
c<egam, e estendido no lado noturno.
Ccampo é semel<ante ao de um Dm% de barra, mas essa semel<an*a é super'icial. C campo
magnético de um Dm% de barra, ou 3ual3uer outro tipo de Dm% permanente, é criado pelo movimento
coordenado de elétrons &partDculas negativamente carregadas) dentro dos tomos de 'erro. C nHcleo
da Terra, no entanto, é mais 3uente 3ue ".:3 I, a temperatura de Curie em 3ue a orienta*%o dos
orbitais do elétron dentro do 'erro se torna aleat(ria. Tal aleatori!a*%o tende a 'a!er a substEncia
perder o seu campo magnético. Portanto, o campo magnético da Terra n%o é causado por dep(sitos
magneti!ados de 'erro, mas em grande parte por correntes elétricas do nHcleo e$terno lD3uido.
Correntes elétricas indu!idas na ionos'era também geram campos magnéticos. Tal campo é sempre
gerado perto de onde a atmos'era é mais pr($ima do 6ol, criando altera*+es dirias 3ue podem
de'lectir campos magnéticos super'iciais de até um grau.
A intensidade do campo na super'Dcie da Terra neste momento varia de menos de 3. microteslas
&.,3 gauss), numa rea 3ue inclui a maioria da América do 6ul e J'rica Beridional, até superior a ?.
microteslas &.,? gauss) ao redor dos p(los magnéticos no norte do Canad e sul da Austrlia, e em
parte da 6ibéria.
K5K15CLRAM5A
Programa 1ivro Te$to N An<anguera N Prticas 1aboratoriais de MDsica.
<ttp:00OOO.algosobre.com.br0'isica0eletrica
<ttp:00OOO.eba<.com.br0content0AKAAAA=rPA10relatorio-Q-'isica-$$-u''
<ttp:00revistapes3uisa.'apesp.br0/.""0.;0.-0a-<istRC3RK3ria-magnRC3RAQtica-do-brasil0
E$plos+es de 'bricas 3ue têm produtos 3ue geram ou s%o a base de p(
7o Krasil 'oram registrados diversas ocorrências, especialmente na regi%o 6ul do paDs, e embora
n%o ten<amos estatDsticas detal<adas, podemos a'irmar 3ue algumas ocorrências atingiram
considervel magnitude.
C acHmulo de poeiras no local de trabal<o, depositada nos pisos, elevadores, tHneis e
transportadores, apresenta um risco de incêndio muito grande. 5sso ocorre 3uando, uma super'Dcie
de poeira de gr%os é a3uecida até o ponto de libera*%o de gases decombust%o 3ue, com o au$Dlio
de uma 'onte de igni*%o com energia, d inDcio ao incêndio. Além disso, a decomposi*%o de gr%os
pode gerar vapores in'lamveisS se a umidade do gr%o 'or superior a /.R, poder gerar metanol,
propanol ou butanol. Cs gases metano e etano, também produ!idos pela decomposi*%o de gr%os,
s%o igualmente in'lamveis e podem gerar e$plos+es.
As condi*+es necessrias para e$plos%o: podem ser representadas por pentgono
CombustDvel: A presen*a de um p( combustDvel. C taman<o das partDculas é importantes N
partDculas menores têm maior probabilidade de igni*%o e de dispers%o
Comburente: 7ormalmente é o o$igênio do ar, 3ue na maioria dos casos é su'iciente para 3ue
ocorra a e$plos%o.
6uspens%o: C p( pode ser normalmente disperso no ar por um e3uipamento de processo. 7um
edi'Dcio isto pode ocorrer por uma grande 'uga ou derrame, uma pe3uena e$plos%o de p( inicial, ou
3ual3uer outra perturba*%o 3ue levante camadas de p( de e3uipamentos ou do c<%o.
Monte de 5gni*%o: F necessria energia para a igni*%o da mistura. Esta pode ser uma coisa com t%o
pouca energia como a eletricidade esttica ou uma 'onte mais potente como uma c<ama e$posta ou
um curto circuito.
Con'inamento: Para e$emplo as paredes, teto, c<%o e tel<ado de um edi'Dcio criam um
con'inamento. E3uipamentos da 'abrica incluindo e3uipamentos de processo, de silos de
arma!enagem, coletores de p( e tubagens também con'inamento.
Ase$plos+es ocorrem em locais onde o p( 'ica con'inado e atinge concentra*+es elevadas.
Também, nesses espa*os de con'inamento N po*os de elevadores, tHneis, interiores de silos e
arma!éns N e$iste o risco de as'i$ia por gases provenientes de decomposi*%o dos gr%os,
especialmente nos espa*os 3ue n%o apresentam boas ou nen<uma ventila*%o.
6upondo 3ue o p( &produto) de sua empresa esteTa carregado negativamente e passando por um
cano cilDndrico de plstico de raio R, -,. cm e 3ue as cargas associadas ao p( esteTam distribuDdas
uni'ormemente com uma densidade volumétrica r. C campo elétrico apontam para longe do ei$o.
Pois a carga negativa é a 3ue tem tendência a se desprender do tomo passando assim para o
cilindro de plstico.
Uuando na e$press%o 3ue simpli'icando é utili!ando a lei de Lauss o campo eléctrico dentro do
cano varia linearmente com a distEncia r. C valor m$imo de E é atingido ap(s r é igual o raio do
cano. 6ubstituindo r dado no e$ercDcio por na '(rmula. =tili!ando esse mesmo e$emplo podemos
di!er 3ue n%o é possDvel produ!ir uma centel<a, pois o ar é um isolante 3ue n%o dei$a produ!ir uma
centel<a, pois é 3.Vv0cm 3ue tem menor 3ue a capacidade da centel<a para <aver uma ruptura
dielétrica.
4amos passar alguns e$emplos de calculo:
6e determinarmos uma e$press%o para o potencial elétrico em 'un*%o da distEncia r a partir do ei$o
do cano. &C potencial é !ero na parede do cano, 3ue estligado a terra).
Calculando a di'eren*a de potencial elétrico entre o ei$o do cano e a parede interna para uma
densidade volumétrica de cargas tDpica, r , "," $ ".-3 C0m3.
Podemos c<egar no valor:
6,,P,?3Q3
#eterminando a energia arma!enada num operrio, considerando 3ue o <omem pode ser modelado
por uma capacitEncia e'etiva de /.. pM e cada operrio possui um potencial elétrico de ;,. V4 em
rela*%o a Terra, 3ue 'oi tomada como potencial !ero.
A energia arma!enada num capacitor é igual ao trabal<o 'eito para carrega-lo
Vv0cm9
Com Kase nos resultados dos clculos anteriores podemos observar 3ue com os resultados obtidos
podemos concluir 3ue a centel<a n%o gera energia necessria para <aver a e$plos%o, mesmo 3ue a
centel<a ultrapasse os "-. mA.
Kibliogra'ia
Agência Estado, Aedata. Uuatro pessoas morrem em e$plos%o de um tHnel no Paran. 5n: site do
Tornal C E6TA#C #E 6WC PA=1C, se*%o #irio do Passado, através do Loogle cac<e em
<ttp:00;/.":./.3.".:0searc<X
3,cac<e:QY-R$b!s3OOA:OOO.estadao.com.br0e$t0diariodopassado0/..3.?"?0.../Q;-3".<tmZcoop
erativaZassisZc<ateaubriandZparanRC3RA"ZTun<oZ"QQ3[<l,pt-KR[gl,br[ct,clnV[cd,:, de
"?0.?0Q3, e$traDdo em ."0.:0.?.
MA#E1, Evandro. E$plos%o em silo 'ere "P em Paranagu. 5n: site do Tornal C E6TA#C #E 6WC
PA=1C em <ttp:00OOO.estado.estadao.com.br0editorias0/.."0""0";0cid."?.<tml, de ";0""0.",
e$traDdo em .Q0.30./.
ATP6 Etapas " e /
Trabal<o apresentado G disciplina Eletricidade
Aplicada do curso de Engen<aria BecEnica,
Turma ELB6 :A, noturno da 'aculdade
An<anguera sob G orienta*%o do Pro'\ Bestre
4ander Kernardi.
6anto André
/."3
5ntrodu*%o:
7o cenrio atual, as empresas est%o em busca de pro'issionais capa!es de en'rentar desa'ios e 3ue
encontrem solu*+es para vencê-los. Este desa'io o'erece uma vis%o apro'undada e ampla das
necessidades re3ueridas em uma consultoria na rea de Engen<aria, com a aplica*%o das
<abilidades e competências ministradas nessa disciplina.
Para atingir esses obTetivos a ATP6 prop+e um desa'io e indica os passos a serem percorridos ao
longo do semestre para a sua solu*%o.
7este desa'io desenvolveremos as competências e <abilidades 3ue constam, nas #iretri!es
Curriculares 7acionais, descritas a seguir.
] Aplicar con<ecimentos matemticos, cientD'icos, tecnol(gicos e instrumentais G engen<aria.
] Atuar em e3uipes multidisciplinaresS
] Avaliarcriticamente a opera*%o e a manuten*%o de sistemasS
] 5denti'icar, 'ormular e resolver problemas de engen<aria.
Etapa "
Aula-tema: 5ndutEncia, ReatEncia e Circuitos 5ndutivos.
Passo ":
Assistimos o vDdeo indicado denominado ^Bago da MDsica- Mreio Eletromagnético &1eis de Marada_ e
1en!)`, 3ue aborda de 'orma criativa os conceitos a serem rea'irmados nesse passo.
Passo /:
Mi!emos um resumo sobre o princDpio 'Dsico apresentado através deste e$perimento condu!ido no
vDdeo.
Passo 3:
Pes3uisamos na internet valores comerciais comuns para indutores. Cbtivemos as seguintes
especi'ica*+es:
#ados Técnicos
ProTeto: Cs indutores de lin<a 6RC s%o produ!idos de acordo com os re3uerimentos das normas
internacionais 5EC ?"--P e 5EC ?./PQS
Classe de isola*%o: T:.K,K &Padr%o), ou M &con'. 6olicita*%o)S
Lrau de prote*%o: 5P-.. &pr(prio para instala*%o abrigada)S
Mre3uência: Até :.. YaS
Terminais: Conectores para cabos de ",- a ".mm/ ou terminais ol<ais ou barras de cobre para
correntes maiores de ?. AS
Mi$a*%o: Por meio de base metlicaS
#escri*%o: Cs indutores de lin<%o geralmente operam em coopera*%o com conversores de energia
em sistemas elétricos. 6%o normalmente instalados no lado da 'onte de alimenta*%o &antes do
conversor) em corrente alternada com uma 're3uência principal com a componente 'undamental.
Cs indutores de lin<a também se caracteri!am pela grande linearidade da sua curva de indutEncia
&1, 'b5c)S#entre outras caracterDsticas, destacamos:
] 1imita a ta$a de varia*%o di0dt e o impacto da comuta*%o & c<aveamento) dos conversores
alimentados pelo mesmo trans'ormadorS
] Redu! o conteHdo <armdnico da corrente, proporcionando:
] Aumento do 'ator de potênciaS
] Redu*%o da corrente e'ica!S
] #iminui*%o da tor*%o da tens%o da redeS
] Atenuam os transientes de subtens%o ou sobretens%o da rede do conversor e au$iliam na a*%o de
'usDveis ultra-rpidos.
4alores comerciais para 5ndutores:
Para parEmetros tDpicos, a escala de possDveis dimensionamentos é limitada pela seguinte e3ua*%o:
.,- e 3 $ /p' $ 1 $ "/ $ ".-? e ".. para Tri'sico
.,- e /p' $ 1 $ 5/ $ ".-? e ".. para Bono'sico
Cnde: MbYac 1bmYc 5bAcS
Con'orme solicita*%o, os indutores podem ser 'ornecidos enclausurados com grau de prote*%o 5P-
/", 5P-/3, 5P-:: ou 5P--:.
Passo :: Relat(rio ": 5ndutores ^&1eis de Marada_ e 1en!)`.
7este e$perimento reali!ado no vDdeo ^Bago da MDsica`,'oram utili!ados os seguintes materiais:
] Tubo cilDndrico de acrDlicoS
] Tubo cilDndrico de cobreS
] Pe*a cilDndrica n%o-magnéticaS
] Pe*a cilDndrica magnética &im%)S
] Para'uso metlico &somente para mostrar a indutEncia do im%).
Essa e$periência consiste em apresentar de modo prtico os princDpios das leis de Marada_ e 1en!.
Procedimentos do E$perimento:
"\ Maremos primeiramente as pe*as cilDndricas&magnéticas e a n%o-magnéticas) passar pelo tubo de
acrDlico.
/\ Maremos as pe*as cilDndricas passarem pelo tubo de cobre.
E$perimento com o tubo de acrDlico:
7o e$perimento com o tubo de acrDlico, n%o 'oram apresentadas nen<uma altera*%o no tempo de
3ueda, tanto da pe*a magnética, 3uanto da pe*a n%o-magnética. Com o tubo de acrDlico as pe*as
passaram rapidamente pelo interior do tubo com o tempo de 3ueda semel<ante uma da outra, n%o
apresentando indutEncia em ambos os casos.
E$perimento com o tubo de cobre:
Pe*a n%o 'erro-magnética:
Com esse e$perimento podemos observar uma gritante di'eren*a entre o tempo de 3ueda da pe*a
magnética para a n%o-magnética.
Ao soltarmos a pe*a n%o-magnética pelo interior do tubo, notamos 3ue a pe*a passa pelo tubo
rapidamente, em tempo semel<ante ao do tubo de acrDlico.
Pe*a magnética:
A com a pe*a cilDndrica magnética observamos 3ue a pe*a passa lentamente pelo tubo,
apresentando um princDpio de 5ndutEncia Bagnética, nesta e$periência o tubo de cobre 'unciona
como um 'reio eletromagnético em contato com o im%.
Ao observarmos por cima o im% passando pelo tubo de cobre, vemos 3ue o im% apresenta um
movimento de 3ueda sobre uma velocidade uni'orme, com o tempo de 3ueda muito superior ao da
pe*a n%o-magnética.
E$plica*%o e resumo da e$periência:
C mais curioso nessa e$periência é 3ue notamos 3ue o cobre n%o é um material 'erro-magnético,
portanto ele n%o atrai e n%o pode ser atraDdo peloim%. 6endo assim, como podemos e$plicar o
'uncionamento do 'reio magnético apresentado com a e$periência do im% no tubo de cobreX
E$plica*%o:
Ao abandonarmos o im% sobre o tubo de cobre, geramos um campo magnético no interior do tubo,
podemos considerar 3ue cada anel do tubo 'unciona como uma spiral, ou uma bobina. #essa 'orma
tivemos um campo magnético varivel por 3ue o im% est descendo, gerando uma 'or*a contrita
indu!ida de acordo com a lei de Marada_, essa 'orcidade contrita indu!ida, provoca uma corrente
elétrica por 3ue o circuito é 'ec<ado, e essa corrente elétrica tem 3ue obedecer a lei de 1en!.
Cbedecendo a lei de 1en! ela vai criar um campo magnético 3ue se contrap+em G 3ue a originou,
criando uma 'or*a magnética para cima. Ent%o teremos uma 'or*a-peso pu$ando o im% para bai$o,
uma 'or*a magnética para cima e a resultante das duas 'or*as é igual a !ero. 5sso 'a! com 3ue o
im% ao cair ten<a uma resultante igual a !ero e ten<a um movimento uni'orme.
Aula-tema: CapacitEncia, ReatEncia Capacitiva e Circuitos Capacitivos.
&Ao reali!armos essa Etapa estaremos aptos a con<ecer os princDpios da 1ei de Coulomb, a 'im de
compreender o 'uncionamento dos capacitores no mundo industrial).
Passo " :
1emos o artigo ^RE656TCRE6 E CAPAC5TCRE6 =T515aA7#C 1JP56, PAPE1 E P1J6T5CC` de
6alami e Roc<a Mil<o.
Passo /:
Capacitores e$perimentais de papel e gra'ite
Para construir os capacitores utili!amos os materiaisa seguir :
- Lra'ite em p(.
- Papel tipo cartolina em duas tiras 3uadradas nas medidas :.mm $ :.mm .
- Papel tipo cartolina em duas tiras 3uadradas nas medidas 3.mm $ 3.mm .
7a 'orma*%o dos capacitores 'oram depositados no lado e$terno de cada tira do papel de cartolina
uma 3uantidade de gra'ite su'iciente para cobrir a tira dei$ando em toda a e$tremidade com medida
de -mm sem gra'ite nas bordas para evitar uma medi*%o errdnea de capacitEncia devido a algum
tipo de 'uga 3ue poderia ocorrer pelas e$tremidades . As duas placas 'oram encostadas uma na
outra e a parte gra'itada 'icaram do lado e$terno como dois polos para medi*%o de capacitEncia com
o multDmetro.
C mesmo procedimento acima 'oi e'etuado para com as outras duas tiras de cartolina com medidas
de 3.mm $ 3.mm
C valor encontrado no multDmetro com o primeiro capacitor 'oi de .,..-uM e o valor encontrado no
segundo capacitor 'oi de .,..3uM .
Passo 3:
Cs valores comerciais encontrados no mercado para Capacitores em Marads &M), s%o:
"..M "."M "./M ".3M
".-M ".?M ".PM /..M
/./M /.:M /.;M 3..M
3.3M 3.?M 3.QM :.3M
:.;M -."M ?-.?M ?./M
?.PM ;.-M P./M Q."M
Para obter os demais valores multipli3ue pelos seus submultiplos: mili , micro, nano e pico.
Passo ::
Relat(rio /: Capacitores
". 5ntrodu*%o Te(rica
Uuando 'alamos de eletricidade é muito importante 'alarmos de cientistas 3ue revolucionaram os
métodos e 'i!eram grandesdescobertas , entre eles podemos citar o Mrancês C<arles AgostDn
Coulomb, Engen<eiro militar e 'Dsico 'rancês nascido em Angolême, pioneiro em pes3uisas em
magnetismo e eletricidade, e a 3uem se deve a de'ini*%o e veri'ica*%o e$perimental de leis
'undamentais 3ue se tornaram o ponto de partida para o desenvolvimento dos con<ecimentos em
eletricidade e magnetismo ao nDvel dos de mecEnica e da (tica . Cs resultados de suas pes3uisas
'oram publicados &";P--";PQ) nas Bémoires de lfAcadémie Ro_ale des 6ciences . #esenvolveu a
'amosa e c<amada 1ei de Coulomb 3ue se resume em :
^#uas cargas elétricas atraem-se ou repelem-se com 'or*a proporcional Gs cargas e inversamente
proporcional ao 3uadrado da distEncia`.
Podemos citar também Bic<ael Marada_, MDsico e 3uDmico inglês 3ue viveu entre os anos de "Q;" a
"P?;. #escobridor da indu*%o eletromagnética e desde cedo dedicou-se G leitura de obras
cientD'icas. Entre suas contribui*+es, encontram-se e$periências como a da li3ue'a*%o de 3uase
todos os gases con<ecidos, o isolamento do ben!eno, a cria*%o do primeiro motor eletromagnético,
a elabora*%o da teoria da eletr(lise e o domDnio da no*%o de energia eletrosttica.
Estes s%o importantes nomes 3ue devem ser lembrados para dar continuidade ao nosso estudo e os
temas abordados nesse trabal<o, principalmente 3uando 'alamos de resistência e capacitEncia.
=m resistor nada mais é 3ue um componente 3ue se op+e ao 'lu$o decorrente, ou seTa ele
apresenta uma certa resistência e ^resiste` a uma determinada corrente elétrica e o capacitor é um
componente 3ue é 'ormado por duas placas condutoras de metal separadas por uma material
isolante c<amado dielétrico e tem mais de uma 'un*%o em um circuito , pode ser utili!ado para
arma!enar uma determinada carga e também como 'iltro no circuito de corrente alternada ou
contDnua.
/. Betodologia
Através da pes3uisa e leitura de livros e sites relacionados ao tema conseguimos alcan*ar o obTetivo
proposto do trabal<o 3ue é o de entender a respeito das leis de magnetismo, indutores, resistores e
capacitores. As e$periências a3ui relacionadas comprovaram a veracidade das leis e também
aprendemos a importEncia da pes3uisa e da e$periência.
Baterial consultado:
P1T Eletricidade /3" Bilton Lusson
6ite: <ttp:00OOO.brasilescola.com0'isica0lei-coulomb.<tm
<ttp:00OOO.algosobre.com.br0biogra'ias0mic<ael-'arada_.<tml
3. Conclus%o
Com a descobertas cientD'icas sempre teremos um grande bene'Dcio para a tecnologia e um
bene'Dcio enorme para a <umanidade. Cs e$perimentos a3ui relatados 'oram de grande importEncia
para aumentar o con<ecimento na rea de eletricidade e também aprendemos 3ue todas as
descobertas podem aTudar e 'acilitar a vida de muitas pessoas . A Engen<aria cresce a cada dia
através de e$periências e s%o demonstrados e aplicados todos con<ecimentos ad3uiridos em nosso
dia a dia .