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SEJAM BEM-VINDAS!

REPLANEJAMENTO
ANOS INICIAIS
29-08-2014
EE JORNALISTA CECILIA DE GODOY CAMARGO
Professora Coordenadora Pedagógica: Gisela Raineri Martin


VÍDEO: “FALA QUE EU NÃO TE ESCUTO”
https://www.youtube.com/watch?v=7lr
mapp8gRg
REFLEXÕES
SOBRE A AVALIAÇÃO
DA APRENDIZAGEM
EM PROCESSO (AAP)

SEGUNDO SEMESTRE 2014
Pauta e condução dos trabalhos
2º SEMESTRE 2014
AAPs
CONDUÇÃO DOS TRABALHOS
A Avaliação de
Aprendizagem
em Processo
Análise Pedagógica
dos Resultados:
habilidades Língua
Portuguesa e
Matemática
Objetivos
da
discussão
Sistemática de
Avaliação da
Aprendizagem
em Processo
As avaliações da AAP, são de caráter exclusivamente
diagnóstico e se constituem em instrumentos
investigativos da aprendizagem para posterior
mobilização de procedimentos, atitudes e conceitos,
realizados tanto pela escola quanto na sala de aula,
cujo objetivo maior é a elaboração e execução de
planos destinados ao apoio imediato para sanar as
dificuldades dos alunos.

Seu objetivo é diagnosticar, por meio de instrumento
padronizado, os aspectos da aprendizagem dos
alunos que necessitam de atenção imediata.


A avaliação da aprendizagem é uma etapa
fundamental do processo educativo que deve
envolver toda a comunidade escolar em
momentos de reflexão crítica sobre as práticas e
aprendizagens desenvolvidas. Neste sentido, o
processo de avaliação integra o caráter
diagnóstico, formativo e somativo.
Avaliação da aprendizagem
Objetivos da avaliação de aprendizagem em
processo
1- QUAIS CONHECIMENTOS OS ALUNOS PRECISAM
MOBILIZAR PARA RESPONDER AS QUESTÕES?

2- COMO PODEMOS CONTRIBUIR PARA MELHORAR
O DESEMPENHO DOS ALUNOS?

3- A EQUIPE TEM TRABALHADO DE FORMA
ADEQUADA AO CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO
PAULO? COMO?

REFLETINDO...
O caráter diagnóstico da avaliação qualifica o contexto,
características e nível em que se encontra o aluno em
qualquer momento do seu percurso, a fim de subsidiar
algumas sequências de trabalho e estratégias de ação
adaptadas às suas necessidades, pré-requisitos e
interesses.
Os resultados obtidos nos momentos de diagnóstico
nortearão o desenvolvimento do ensino, nas diversas
áreas componentes da proposta pedagógica da escola.
DIAGNÓSTICO DA AVALIAÇÃO
O caráter formativo orienta e reorienta o
processo de elaboração do conhecimento,
exigindo de professores e alunos o
estabelecimento da relação dialógica entre
ensinar e aprender, sinalizando a ambos o nível
de aprendizagem e perspectivas de avanço,
tendo, portanto, foco no processo de
aprendizagem e na construção da autonomia
por parte do aluno.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
O caráter somativo fornece informações
necessárias aos registros do desempenho
do aluno ao longo da vida escolar,
expressando o resultado da aprendizagem
em momentos específicos, que podem ser
compreendidos como o final de um ciclo,
bimestre, semestre, etapa, ano escolar etc.
AVALIAÇÃO SOMATIVA
EXERCITANDO QUESTÃO 01
MATEMÁTICA – 5º ANO
1- Leandro completou em seu álbum 4948 figurinhas de
jogadores de futebol. Esse número é composto por:

(A) 4 unidades de milhar, 9 centenas, 4 dezenas e 8
unidades
(B) 4 unidades de milhar, 900 centenas, 40 dezenas e 8
unidades
(C) 4 unidades de milhar, 9 centenas, 40 dezenas e 8
unidades
(D) 4 unidades de milhar, 9 centenas, 4 dezenas e 8
unidades





EXERCITANDO QUESTÃO 02
LÍNGUA PORTUGUESA – 5º ANO
BARQUINHA CARREGADINHA
O alfabeto é o principal elemento dessa brincadeira, difundida em
todo o país. Era muito popular e de uso generalizado tanto entre
crianças como entre rapazes e moças.
Os participantes dispõem-se à vontade e um deles inicia a
brincadeira citando uma palavra que comece pela letra A, que
constitui o primeiro arremesso.
– Lá vai a barquinha carregadinha de... aneis!
Assim dizendo, joga para outro a barquinha, que pode ser
qualquer objeto: uma almofada, um papel amassado, uma bola
etc. Quem a recebe responde imediatamente, atirando-a na
direção de outra pessoa, citando agora uma palavra que comece
por B:
– Lá vai a barquinha carregadinha de... batatas!
Assim, sucessivamente, a barquinha vai sendo arremessada,
sempre “carregadinha” de uma palavra que comece pela letra
imediata, na ordem alfabética.
Quem erra paga prenda, e a cada erro o brinquedo recomeça.

Fonte: RODRIGUES, Ana Augusta. Barquinha Carregadinha. In: ______. Rodas,
brincadeiras e costumes. Brasília, DF: Plurarte, 1984.
Para se brincar de
“Barquinha carregadinha” é
necessário:

(A) uma batata para ser
escondida.
(B) um anel para passar de
mão em mão.
(C) um barco de papel para
carregar os objetos.
(D) um objeto qualquer para
ser arremessado pelos
jogadores.
SISTEMATIZANDO...
1- QUAIS CONHECIMENTOS OS ALUNOS PRECISAM
MOBILIZAR PARA RESPONDER AS QUESTÕES?


2- COMO CADA PROFESSOR, EM SUA DISCIPLINA, E A
ESCOLA PODEM CONTRIBUIR PARA MELHORAR O
DESEMPENHO DOS ALUNOS?


3- A EQUIPE TEM TRABALHADO DE FORMA ADEQUADA
O CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO? COMO?

REFLEXÃO DIANTE ÀS
EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM
Questão 01- Matemática 5º ano
Expectativa de aprendizagem: Compreender e
utilizar as regras de numeração decimal, para a
leitura e escrita, comparação, ordenação de
números naturais de qualquer ordem de grandeza.

Questão 02- Língua Portuguesa 5º ano
Expectativa de aprendizagem: Identificar com
base na Compreensão Global do texto, uma
informação explícita, em segmento de instruções.

C
R
I
T
É
R
I
O
S

D
E


C
O
R
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O
D
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Ç
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O

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E
X
T
U
A
L

CAFÉ
Recuperação
Contínua
Acompanhamento e recuperação é realizada durante
todo ano letivo, de forma contínua, atendendo às
necessidades dos alunos.
É uma estratégia de intervenção que se constitui uma
nova oportunidade para que o aluno alcance o
desempenho esperado.
Acompanha o processo educativo para garantir a
superação de dificuldades no percurso escolar. A
recuperação da aprendizagem oferece assistência
integral da professora, que considerará as suas
diferenças individuais, o seu ritmo de aprendizagem, o
grau e a natureza das dificuldades apresentada.


VÍDEO: “LIÇÃO DE VIDA”
https://www.youtube.com/
watch?v=FQEM6JcRUrY



“A vida é para quem topa
qualquer parada, não para
quem pára em qualquer
topada” (Bob Marley)
Continuação...
Planos de Ação
Planejamento
O Planejamento e a elaboração da rotina é um
momento fundamental para o processo de
ensino e de aprendizagem, pois orienta a
intencionalidade da prática pedagógica que
levará o aluno a desenvolver uma
aprendizagem significativa.
PLANEJAMENTO E ELABORAÇÃO DA ROTINA
SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA
CRONOGRAMA DO
PLANEJAMENTO
DA ROTINA
O Caderno de Planejamento da Rotina deve conter o
que se pretende que o aluno aprenda, portanto, a
professora deve especificar a aula a ser ministrada,
como também registrar, no verso da folha, as
observações sobre as atividades, as intervenções feitas
e as intercorrências. Desta forma, a reflexão posterior
auxiliará a professora a buscar novas estratégias para
garantir uma boa aula.
ROTINA
O Plano Anual está dividido em bimestres
contendo todo o conteúdo que será abordado
em cada semana, bem como objetivo,
metodologia, previsão de avaliações bimestrais,
revisão de conteúdo, recuperação e as
atividades pertinentes ao assunto a ser
trabalhado, incluindo os projetos do Ler e
Escrever, Emai, Projetos da Pasta e Projetos da
escola, organizado com auxílio da coordenação.
Plano Anual
Projetos devem aplicar a interdisciplinaridade
envolvendo todas as áreas do conhecimento,
incluindo os temas transversais, sugeridos nos
Parâmetros Curriculares Nacionais.
Um bom projeto é aquele que indica intenções
claras de ensino e permite novas
aprendizagens relacionadas a todas as
disciplinas envolvidas.
Projetos
Por ter um caráter interdisciplinar não deve ser
rotulado como pertencente a apenas uma
disciplina, mas como um Projeto da escola e,
portanto, deve haver a participação das
professoras e da gestão da escola.

Projetos viabilizam o protagonismo juvenil,
através do desenvolvimento de ações que
visam ao bem comum.
Como definir os Projetos?
Uma ou duas vezes por semana, seguindo cada
etapa com a turma para o desenvolvimento do
Projeto.

Após a sequencia das etapas deverá ocorrer o
Produto final.
Como desenvolvê-los?
Matriz Curricular
Educ. Física
Projetos

L. Portuguesa
Matemática
Arte

Ciências
História
Geografia

RESULTADOS GERAIS DAS AAPS 1º SEMESTRE


“Somos transformadores
de nós mesmos
e dos lugares pequenos que,
nesse mundo, nos couberam.”
(Sá-Chaves)
FIM!


QUERIDAS PROFESSORAS, OBRIGADA PELA PARCERIA!
O TRABALHO QUE REALIZAMOS EM EQUIPE
SÓ PODE RESULTAR EM CONSCIÊNCIA TRANQUILA,
ALEGRIA E OBJETIVOS ALCANÇADOS!
Beijo no coração!
Gisela

Referências :

FREIRE, Paulo . Criando métodos de pesquisa alternativa: aprendendo a fazê-la melhor
através da ação. In: BRANDÃO, Carlos Rodrigues (Org.). Pesquisa participante. 13ª ed.
São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.
FREIRE. Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 8ª ed.
São Paulo: Paz e Terra, 1998. http://www.fe.unicamp.br/falaoutraescola/publicacoes/ANAIS_TC_VI-SFOE_E01_07_131203.pdf
LDB 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
LUCKESSI, C.C. Planejamento e Avaliação na Escola: articulação e necessária
determinação ideológica. [on line]. Disponível: luckessi.pdf/html.
Parecer CEE 67/98 - Normas Regimentais Básicas para as Escolas Estaduais
Pedagógicas / CENP. Proposta Curricular.
SÃO PAULO, Secretaria de Estado da Educação, Coordenadoria de Estudos e Normas
UNESP - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - PRO-REITORIA DE GRADUAÇÃO
VASCONCELOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto
político-pedagógico. 5. ed. São Paulo: Libertad, 2000. p. 33-151
VIII CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE FORMAÇÃO DE EDUCADORES -
2005