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NASSAU

NASSAU NASSAU

Itaguassu Agro Industrial S/A
ORDEM DE SERVIÇO


* SESMT – Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.
1

COLABORADOR: MATRÍCULA:
ÁREA: SETOR: FUNÇÃO: DATA:
OBJETO: EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
CINTO PARAQUEDISTA – PROTETOR AURICULAR – CREME PARA MÃOS (LUVEX)
- RESPIRADOR SEMIFACIAL - ÓCULOS DE SEGURANÇA

A. CINTO DE SEGURANÇA TIPO PARAQUEDISTA

1. INTRODUÇÃO
Esta norma de segurança visa normalizar e estabelecer procedimentos de segurança para os
colaboradores e prestadores de serviço da Itaguassu Agro Industrial S/A.

2. LIMPEZA
Quando o cinto de segurança estiver sujo poderá ser lavado com água e sabão neutro.
O cinto de segurança não deve ser usado molhado, pois existe o perigo de escorregar e causar danos ao
colaborador usuário.
Evite durante a utilização, o contato direto com materiais abrasivos, componentes cortantes e produtos
químicos que possam alterar a estrutura básica do cinto de segurança.

3. INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO
Antes e depois da utilização do cinto de segurança, é obrigatória a inspeção nos seguintes itens:
a) Observar as custuras e/ou desfiamentos;
b) Se o afivelamento está correto;
c) Ajustado ao corpo;
d) Inspecionar a corda espia observando se não há desfiamentos;
e) Se as fivelas estão com defeito;
f) Ver se as coxeiras estão completas.
Depois de uma queda,(acidente com o EPI) o cinto de segurança não deverá retornar ao uso. Haverá a
possibilidade de terem ocorrido rupturas internas que são imperceptíveis à primeira vista.

4. RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA E/OU MODO DE USO
Visando a segurança do usuário, é necessário seguir as recomendações abaixo:
a) Todos os colaboradores e prestadores de serviço ao realizar trabalhos em altura superior a 2,00
(dois) metros em que haja risco de queda deve fazer uso do cinto de segurança tipo para-quedista
fixado em local seguro.
b) Antes de iniciar o trabalho, inspecione corretamente o E.P.I., levando o cinto à sua frente e
segurando-o pelo suspensório;
c) Coloque as alças do suspensório como se estivesse vestindo uma camisa;
d) Ajuste o cinto, atrelando-o à fivela;
e) Posicione as coxeiras corretamente, fixando-as nas fivelas;
f) A corda espia deve ser fixada na parte superior de onde é realizado o trabalho;
g) Nunca prender a corda espia em ponto mais baixo de onde se está realizando o trabalho;
h) Ao utilizar andaimes tubulares, observar o estaiamento e a estabilidade da estrutura, bem como o
fechamento completo do piso de trabalho e das laterais da torre;
i) Sempre que houver trabalhos na vertical o uso do trava-quedas é obrigatório;
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j) Observar o cabo de aço de 8 mm presilhado com 02 (dois) clipes fixado em parte superior ao local
de trabalho;
k) Quando estiver realizando trabalhos em altura deverá prender o mosquetão (gancho) a uma
estrutura fixa ou trava quedas, caso contrário ele deve estar com o gancho no próprio cinto,
evitando ficar preso em qualquer obstáculo;
l) Após a jornada de trabalho, antes de guardar o EPI , deve-se fazer a higienização.


B. PROTETOR AURICULAR

1. TIPOS DE PROTETORES AURICULARES DISPONÍVEIS
a) Protetor auricular tipo plug (silicone);
b) Protetor auricular tipo plug moldável;
c) Protetor auricular tipo plug com haste;
d) Protetor auricular tipo concha para acoplar no capacete;
e) Protetor auricular tipo concha.

2. MODO DE USAR E RECOMENDAÇÕES DE USO
Antes de iniciar o trabalho, é necessário conhecer o local para ver se é necessária a utilização do protetor
auricular, ou se há sinalização de indicação de uso do EPI.
Os protetores de inserção e os abafadores devem ser colocados de forma correta, para que possam dar
uma melhor atenuação do ruído e conforto ao longo da jornada de trabalho.
Os protetores moldáveis destinam-se ao uso dos visitantes e apenas em casos especiais poderão ser
empregados pelos colaboradores.

3. COMO COLOCAR OS PROTETORES AURICULARES DE INSERÇÃO TIPO PLUG
a) Com as mãos limpas segure o protetor;
b) Com a outra mão puxe a orelha para cima e coloque o protetor no canal auditivo;
c) Na hora de colocar o protetor auricular é importante abrir a boca para dilatar o canal auditivo, assim
o protetor auricular oferece uma melhor atenuação.

4. COMO COLOCAR OS PROTETORES AURICULARES TIPO PLUG MOLDÁVEIS
a) Com as mãos limpas, aperte e role o protetor (plug) entre os dedos até obter o menor diâmetro
possível;
b) Com a outra mão puxe a orelha para cima e coloque o protetor no canal auditivo;
c) Usando o dedo indicador mantenha-o nesta posição (aproximadamente 30 segundos) até que ele
tenha se expandido.

5. COMO COLOCAR OS PROTETORES AURICULARES TIPO PLUG COM HASTE
a) Segure a haste do protetor auditivo próximo ao plug, puxe a haste com as duas mãos para facilitar
a colocação no conduto auditivo;
b) Direcione os plugues para a entrada do canal auditivo, ajustando-os na entrada do canal e
movendo-os lentamente para cima e para baixo até conseguir uma boa vedação. Após encontrar a
posição correta empurre-os levemente para melhorar a vedação;
c) A haste pode ser usada atrás da cabeça ou abaixo do queixo.
Obs.: os plugues não devem ser inseridos dentro do canal auditivo.


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6. COMO UTILIZAR OS PROTETORES AURICULARES TIPO CONCHA
a) Alinhe a altura das conchas de acordo com o tamanho de sua cabeça, de modo que as conchas
cubram completamente o ouvido;
b) Retire o excesso de cabelo que fique entre o abafador e o ouvido;
c) Certifique-se de que a vedação é satisfatória, sem a interferência de objetos como elástico de
respiradores ou armação de óculos, de modo a obter melhor desempenho;
d) As conchas devem ficar alinhadas verticalmente de modo a propiciar a melhor vedação;
e) Nunca utilize com as conchas viradas para trás;
f) Nunca utilizar o protetor por cima da touca ou similar.

7. CUIDADOS E PRECAUÇÕES
a) Não manuseie o protetor com as mãos sujas;
b) Utilize o protetor auricular durante todo o período de trabalho evitando retirá-lo o máximo possível;
c) Na hora de conversar com o colega ou atender o rádio não retire o protetor;
d) Após o uso, lave o protetor tipo concha com água e sabão neutro, evite molhar a espuma guarde-o
em um lugar limpo e seguro para conservá-lo em bom estado de uso;
e) Protetor tipo plug de silicone pode ser lavado com água e sabão neutro;
f) Não se permite a lavagem dos protetores de espuma moldável; quando o protetor estiver sujo,
troque-o por um novo;
g) Os protetores tipo concha devem ser trocados quando apresentar os seguintes defeitos:
1. Almofada rasgada ou ressecada;
2. Espuma danificada;
3. Haste danificada;
4. Concha com defeito.

8. DANOS A SAÚDE
a) Alterações menstruais e impotência sexual;
b) Insônia;
c) Zumbido no ouvido;
d) Ansiedade e tensão;
e) Contração dos músculos;
f) Estreitamento dos vasos sangüíneos e aumento da pressão arterial;
g) Perda auditiva.

9. CONDIÇÕES ESPECIAIS
Todo colaborador que apresentar perda auditiva, por qualquer razão, será orientado a utilizar o protetor tipo
plug associado a outro tipo concha, a fim incrementar a proteção fornecida.


C. CREME PARA PELE (LUVEX)

1. DESCRIÇÃO
Creme protetor para pele HIDROSSOLÚVEL E ÓLEO-RESISTENTE que aplicado à pele forma uma
película de proteção invisível contra o ataque agressivo de produtos como: graxa, óleo, solvente, gasolina,
tinta a óleo, cola, cola instantânea, cera, verniz, cal, cimento seco, negro de fumo, pó e terra, sem que o
usuário perca a sensibilidade do tato.


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2. MODO DE USAR
Antes de iniciar o trabalho, é necessário lavar e secar previamente as mãos e aplicar uma camada de
aproximadamente 2,0 gramas de creme protetor, tendo o cuidado de cobrir todas as partes das mãos
(parte superior e palmas das mãos, entre os dedos e pontas dos dedos, embaixo das unhas e sobre as
cutículas). Caso haja necessidade, aplique também nos antebraços. Aguarde o produto secar antes de
começar a trabalhar.
O creme deverá ser reaplicado toda vez que houver contato com água ou após 4 horas do produto sobre a
pele.
Após a jornada de trabalho, para limpar as mãos sujas de óleo e graxas, retire o excesso de impurezas
com uma estopa ou papel e lave-as normalmente com água e sabão.
Quem trabalha apenas com cimento, deve lavar mãos e braços com água e sabão.


D. RESPIRADOR SEMIFACIAL

1. INFORMAÇÕES GERAIS
1.1. Poeiras
São pequenas partículas que permanecem suspensas no ar, podendo ser facilmente inaladas. Quanto
menor a partícula, mais tempo ela ficará suspensa no ar, sendo maior a chance de ser inalada.
1.2. Efeitos
Algumas poeiras provocam reações imediatas no organismo como tosse, bronquite, resfriados crônicos,
alergias, sinusites, espirros, falta de ar e outras graves pneumoconioses que só serão descobertas após
vários anos de exposição.
1.3. Forma de Proteção
Uma das formas utilizadas é com o uso de respirador semifacial, que é uma peça que cobre a boca e o
nariz, através da qual o ar chega às vias respiratórias, passando por filtros.

2. ENCAIXE DOS FILTROS
a) Filtros com encaixe tipo baioneta: alinhe os rasgos de encaixe do filtro às abas de encaixe do
conector da peça semifacial. Encaixe e ajuste o filtro, girando-o lentamente no sentido horário
(aproximadamente 30 graus), até que fique firme.
b) Filtros com encaixe tipo rosca: alinhe as abas de encaixe da base de fixação do adaptador aos
rasgos do suporte do filtro girando-o no sentido horário (aproximadamente 30 graus) até que firme.
Após esta montagem coloque a trava certificando-se que o suporte está totalmente preso
assegurando-se que a vedação com as junta esteja perfeita. Monte o filtro químico ou combinado
até sentir que a junta de vedação interna esteja sendo pressionada.
c) Filtros mecânicos com cartuchos químicos classe 1 (encaixes tipo baioneta ou rosca):
posicione os filtros mecânicos (baioneta ou rosca) por sobre o cartucho químico (baioneta ou
rosca) coincidindo seus perfis externos e em seguida o anel prendedor (oval ou redondo de forma
a mantê-los fixados em conjunto. Certifique-se que o anel esteja encaixado corretamente
pressionando-os sobre os filtros ao longo de todo seu perímetro.

3. INSTRUÇÕES DE USO DO RESPIRADOR
a) Solte todas as cintas empurrando a fivela para trás contra a trava, com os dedos;
b) Puxe a tira do pescoço sobre a cabeça e coloque-a ao redor do pescoço. As cintas devem
permanecer esticadas contra o pescoço e não devem ser torcidas;
c) Coloque a parte de cima da peça semifacial sobre o nariz e mexa a parte inferior da peça
semifacial movimentando-a para dentro. A peça semifacial deve encaixar-se confortavelmente ao
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redor do nariz, boca e queixo;
d) Puxe o encaixe da cinta superior por cima da cabeça, encaixando-o no topo da cabeça, acima da
nuca;
e) Puxe as extremidades da cinta articulável para ajustar as tiras articuladas sob o topo da cabeça.

4. VERIFICAÇÃO DA VEDAÇÃO
O respirador deve ser submetido à verificação de vedação antes de cada uso, através de um dos seguintes
métodos:
a) Método de pressão negativa:coloque as palmas delicadamente sobre a entrada dos filtros. Inale
suavemente e a peça facial virá de encontro à sua face, prenda a respiração por alguns segundos.
A peça semifacial deverá permanecer próxima à sua face enquanto a respiração estiver segura, a
menos que haja um vazamento na vedação.
b) Método de pressão positiva: coloque a palma da mão levemente sobre a tampa da válvula de
exalação. Exale normalmente. Deverá haver uma leve pressão positiva acumulada dentro do
respirador.
Se for detectado qualquer vazamento ao redor da vedação facial, reajuste as tiras de prender na cabeça e
repita o teste até que não haja nenhum vazamento. Se for detectado qualquer outro tipo de vazamento na
vedação facial, a situação deve ser investigada e corrigida antes de se fazer outro teste.
O respirador deve passar pelo teste de verificação de vedação antes que o seja utilizado. O respirador não
fornecerá proteção a menos que o ar inalado tenha passado através dos filtros apropriados.

5. OUTRAS CONSIDERAÇÕES
a) Sempre que o respirador estiver deformado, troque-o por um novo;
b) Não deixe sujar a parte interna do respirador;
c) O respirador não deve ser colocado sob equipamentos ou lugares sujeito a poeiras;
d) Se sentir dificuldade na respiração ou perceber que está acumulando poeira na face interna, troque
o respirador;
e) É proibido uso de barba, pois ela impede o ajuste e vedação adequada do respirador, facilitando a
passagem do cimento;
f) Um respirador só é eficiente e útil se tiver no rosto do usuário, protegendo as vias respiratórias, bem
colocado e ajustado;
g) Somente poderão ser utilizados respiradores fornecidos gratuitamente pela empresa ao
colaborador;
h) Cabe ao colaborador utilizar o respirador durante o período em que estiver exposto ao risco que
motiva o seu uso;
i) Se os tirantes da cabeça estiverem sem elasticidade, ou possuírem partes quebradas ou rasgadas
deverão ser substituídas;
j) As válvulas e os conectores dos filtros deverão estar no lugar e sem apresentar rachaduras ou
danos;
k) Certifique-se de que os filtros estejam limpos. Nunca os limpe lavando-os ou utilizando ar
comprimido.
l) A vida útil do respirador relaciona-se principalmente com a atividade do usuário e a concentração do
aerodispersóide no ambiente.

6. SUBSTITUIÇÃO DOS FILTROS
As seguintes condições são indicações de que os filtros já esgotaram seu tempo de trabalho e devem ser
substituídos:
a) Filtros Químicos: ao sentir cheiro ou gosto de gases ou vapores; irritação dos olhos, nariz e
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garganta;
b) Filtros mecânicos: excessiva resistência à respiração ao inalar e;
c) Filtros combinados: qualquer uma das condições acima.

7. LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DO RESPIRADOR
a) A peça facial (com filtros removidos) deve ser limpa e higienizada após cada uso, com água e sabão
neutro;
b) Não fazer uso de produtos químicos com álcool, água sanitária e ácidos.

8. SUBSTITUIÇÃO DOS FILTROS
a) Todos os empregados são responsáveis pela observância e cumprimento deste procedimento;
b) Os colaboradores foram orientados e treinados para o uso do respirador, de forma permanente,
em sua área de trabalho;
c) Em caso de descumprimento, o colaborador está sujeito ás penas previstas na lei;


E. ÓCULOS DE SEGURANÇA

1. INSTRUÇÕES GERAIS
É obrigatório o seu uso:
a) Durante o desenvolvimento de toda atividade laboral;
b) Em trabalhos com empilhadeiras ou veículos que não dispõem de pára-brisas e que oferecem
risco de aerodispersóides ou insetos atigirem os olhos;
c) Em locais onde haja poeira, risco de projeção de partículas e respingos de produtos químicos.

2. CONSIDERAÇÕES FINAIS

LEGISLAÇÃO: A CLT e as Normas Regulamentadoras 1 e 6 tratam da obrigatoriedade de fornecimento
pela empresa e uso do EPI pelo empregado. Cabe ainda à empresa fiscalizar e cobrar o uso do EPI.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS: No ato da admissão todos colaboradores são orientados sobre o uso
correto dos E.P.I.s fornecidos, as condições de higienização e os momentos de troca e as medidas de
segurança exigidas, além da constante orientação e acompanhamento do SESMT em atenção às
exigências das Normas e prevenção de acidentes do trabalho.

Declaração de Recebimento

Recebi nesta data, uma Instrução Individualizada de Segurança, contendo seis páginas tipograficamente
numeradas, que tem por objeto, EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL, cujas orientações
devem ser observadas e aplicadas durante o desenvolvimento das minhas atividades na Itaguassu Agro
Industrial S.A.

Nossa Senhora do Socorro-SE, 07 de outubro de 2013.

Nome: : Matrícula:
Assinatura: ______________________________________________________________

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