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Questão 46 Na associação abaixo, quando a potência dis- sipada pelo resistor de 4 Ω
Questão 46 Na associação abaixo, quando a potência dis- sipada pelo resistor de 4 Ω

Questão 46

Na associação abaixo, quando a potência dis- sipada pelo resistor de 4 Ω é 0,36 W, a d.d.p. entre os pontos A e B é:

a) 2,4 V b) 2,0 V c) 1,8 V d) 1,5 V e) 1,2 V
a)
2,4 V
b)
2,0 V
c) 1,8 V
d)
1,5 V
e)
1,2 V

alternativa A

A corrente elétrica que percorre o resistor de 4 Ω

é dada por:

P

d

=

R

i

2

0,36

=

4i

2

i

⇒=

0,3 A

Como os resistores de 4 Ω e 12 Ω estão associa-

dos em paralelo, a tensão em seus terminais é a mesma, e a corrente i’ que percorre o resistor de 12 Ω é dada por:

U = U’ 4 0,3 = 12 ⋅⇒=i’

Logo a tensão entre os pontos A e B é dada pela

a

tensão

U

soma

i’

0,1 A

da tensão U”

no resistor de 3

Ω

e

U no resistor de 4 Ω. Portanto, temos:

=

U”

+

U

U

AB

=

3(i

+

i’ )

+

4

i

⋅=

AB

= 3(0,3 + 0,1) +⋅4 Questão 47
= 3(0,3 + 0,1) +⋅4
Questão 47

0,3

U AB =

2,4 V

A resistência elétrica do resistor equivalente da associação abaixo, entre os pontos A e B, é:

a) 2 R b) R c) R/2 d) R/3 e) R/4
a) 2 R
b) R
c) R/2
d) R/3
e) R/4
os pontos A e B, é: a) 2 R b) R c) R/2 d) R/3 e)

alternativa B

Analisando o circuito, temos:

d) R/3 e) R/4 alternativa B Analisando o circuito, temos: Portanto, a resistência do resistor equivalente
d) R/3 e) R/4 alternativa B Analisando o circuito, temos: Portanto, a resistência do resistor equivalente
d) R/3 e) R/4 alternativa B Analisando o circuito, temos: Portanto, a resistência do resistor equivalente
d) R/3 e) R/4 alternativa B Analisando o circuito, temos: Portanto, a resistência do resistor equivalente
d) R/3 e) R/4 alternativa B Analisando o circuito, temos: Portanto, a resistência do resistor equivalente
d) R/3 e) R/4 alternativa B Analisando o circuito, temos: Portanto, a resistência do resistor equivalente
d) R/3 e) R/4 alternativa B Analisando o circuito, temos: Portanto, a resistência do resistor equivalente
d) R/3 e) R/4 alternativa B Analisando o circuito, temos: Portanto, a resistência do resistor equivalente
d) R/3 e) R/4 alternativa B Analisando o circuito, temos: Portanto, a resistência do resistor equivalente

Portanto, a resistência do resistor equivalente en- tre os pontos A e B é R.

Questão 48
Questão 48
Questão 48 física 2 ⋅ Questão 50 Dois pequenos corpos, A e B, distantes 1,00 cm

física 2

Questão 48 física 2 ⋅ Questão 50 Dois pequenos corpos, A e B, distantes 1,00 cm

Questão 50

Dois pequenos corpos, A e B, distantes 1,00 cm um do outro, interagem entre si com uma força eletrostática de intensidade F 1 . A carga elé- trica q A deve-se a um excesso de n A prótons em relação ao número de elétrons do corpo, e

a carga q B resulta de um excesso de n B elé- trons em relação ao número de prótons do corpo. Num processo eletrostático, o corpo B perde 2 n B elétrons, o corpo A mantém sua carga elétrica inalterada e a distância entre eles também é mantida. A nova força de inte-

ração eletrostática entre esses corpos terá in-

tensidade:

a) F

Os objetos A e B, quando iluminados pela luz solar, apresentam, respectivamente, as cores vermelha e branca. Esses objetos, ao serem iluminados somente pela luz de uma lâmpa-

da de sódio, que emite apenas a luz monocro- mática amarela, serão vistos, respectivamen- te, com as cores:

a) vermelha e branca.

b) laranja e amarela.

c) vermelha e preta.

d) preta e amarela.

e) branca e preta.

F

1

alternativa D

2

=

4

F

1

2

F

2F

4F

1

1

1

O corpo A, que apresenta cor vermelha quando

iluminado pela luz solar, deve ser visto com a cor

preta, quando iluminado pela luz amarela. O corpo B, que apresenta cor branca quando ilu- minado pela luz solar, deve ser visto com a cor amarela, quando iluminado pela luz amarela.

b) F

2

c) F

2

d) F

e) F

2

2

=

=

=

=

alternativa C

F

1

.

b) F 2 c) F 2 d) F e) F 2 2 = = = =

Questão 51

Sendo o módulo da quantidade de carga do corpo B igual nas duas situações e as demais variáveis

=

inalteradas, teremos F 2 Questão 49
inalteradas, teremos F
2
Questão 49

As antenas das emissoras de rádio emitem ondas eletromagnéticas que se propagam na atmosfera com a velocidade da luz

(3,0 10 5 km/h) e com freqüências que variam

de uma estação para a outra. A rádio CBN emite uma onda de freqüência 90,5 MHz e

Ao abandonarmos um corpúsculo, eletrizado positivamente com carga elétrica de 2,0 μC,

no ponto A de um campo elétrico, ele fica su- jeito a uma força eletrostática que o leva para

o ponto B, após realizar o trabalho de 6,0 mJ.

A diferença de potencial elétrico entre os pon-

tos A e B desse campo elétrico é:

a)

1,5 kV

b)

3,0 kV

c)

4,5 kV

d)

6,0 kV

e)

7,5 kV

alternativa B

Da definição de trabalho da força elétrica, temos:

B Da definição de trabalho da força elétrica, temos: F el. ⇒ τ = qU ⇒⋅

F el.

τ = qU ⇒⋅6

10

3

U = 3,0 kV

= 2 10

6

U

comprimento de onda aproximadamente igual a: a) 2,8 m b) 3,3 m c) 4,2 m
comprimento
de
onda aproximadamente
igual a:
a)
2,8 m
b)
3,3 m
c) 4,2 m
d)
4,9 m
e)
5,2 m
alternativa B
Da Equação Fundamental da Ondulatória, consi-
derando a velocidade da luz 3,0
⋅ 10 5 km/s =
=
3,0 ⋅ 10 8 m/s , temos:
8
6
v
= λ ⋅⇒
f
3,0
10
= λ ⋅
90,5
10
λ= 3,3 m

Obs.: o enunciado forneceu a velocidade da luz

como 3,0 10 5 km/h. O valor correto é 3,0 10 5 km/s.

Questão 52
Questão 52
Questão 52 física 3 Dados: ELEMENTO NÚMERO NÚMERO DE QUÍMICO ATÔMICO (Z) MASSA (A) C 6

física 3

Dados:

ELEMENTO

NÚMERO

NÚMERO DE

QUÍMICO

ATÔMICO (Z)

MASSA (A)

C

6

12

O

8

16

R = 0,082

atm

mol

K

a)

0,65 atm

b)

1,30 atm

c) 5,74 atm

d)

9,02 atm

e)

11,48 atm

alternativa C

mols

e utilizando a equação de estado dos gases per-

feitos, temos:

Sendo o número de mols (n) igual a n

100

=

44

nRT ⋅ ⋅ p = ⇒ p = V ⇒ p = 5,74 atm Questão
nRT
p
=
p =
V
p = 5,74 atm
Questão 54

100

44

0,082

(35

⋅+

273)

10

Em uma experiência realizada ao nível do mar, forneceram-se 18 360 cal a 150 g de água a 10 o C. A massa de vapor de água a 100 o C, obtida à pressão de 1 atm, foi de:

Dados:

calor específico da água líquida = 1 cal/(g o C);

calor latente de vaporização

da água = 540 cal/g.

a) 9 g

b) 12 g

c) 15 g

d) 18 g

e) 21 g

alternativa A

o

Para o aquecimento da água até100 C , temos:

Q = mc⋅ ⋅ Δθ = 150 1 (100 10)

Q = 13 500 cal Da quantidade de calor total fornecida, restam

Q’ =−=18 360 13 500 4 860 cal para a evapora-

ção. Assim, temos:

Q’

=

=

m

vapor

L

⋅⇒

4 860

m

vapor

540

m

vapor

=

9g

Um estudante, durante uma prática de Ter- mologia, resolve estabelecer uma nova escala termométrica (escala A) a partir dos pontos fixos fundamentais medidos nas escalas Celsius e Fahrenheit. Para tanto, ele adotou como temperatura do “ponto de gelo” e como temperatura do “ponto de vapor”, para essa nova escala, respectivamente, as diferenças entre as correspondentes medidas na escala Fahrenheit e Celsius. A proporção que mos- tra a correta relação entre as três escalas é:

a)

CF

32

5

θ

A

160

5

=

9

=

28

 

CF

32

5

θ

A

3

2

 

5

=

9

=

28

 

CF

32

θ

A

5

5

=

9

=

28

 

CF

32

5

θ

A

3

2

 

5

=

9

=

7

CF

32

θ

A

3

2

 

5

=

9

=

4

θθ

b) θθ

c) θθ

d) θθ

e) θθ

alternativa E

A relação entre as escalas é dada por:

θθ − 0 − θ 32 − 32 CF A = = ⇒ 100 −
θθ
0
− θ
32
32
CF
A
=
=
100
0
212
− 112
32
32
θθ
32
θ
32
CF
A
=
=
5
9
4
Questão 53

O recipiente em que se encontra confinada uma massa de 100 g de CO 2 (dióxido de car- bono) tem volume de 10 litros. A pressão exercida por esse gás à temperatura de 35 C é:

o

Questão 55
Questão 55
Questão 55 física 4 ser supostamente constante. Despreze a resis- tência do ar nesses 2 s

física 4

ser supostamente constante. Despreze a resis-

tência do ar nesses 2 s e adote g = 10 m/s 2 . Se

o avião, no momento do salto, estava a 800 m

do solo, o tempo total de queda do pára-que-

dista foi de:

a) 16 s

Uma atleta, no instante em que passou pelo marco 200 m de uma “pista de Cooper”, iniciou a cronometragem de seu tempo de corrida e o registro de suas posições. O gráfico a seguir mostra alguns desses registros. Considerando que a velocidade escalar se manteve constante durante todo o tempo de registro, no instante em que o cronômetro marcou 5,00 minutos, a posição da atleta era:

a) 800 m b) 900 m c) 1,00 km d) 1,10 km e) 1,20 km
a)
800 m
b)
900 m
c)
1,00 km
d)
1,10 km
e)
1,20 km

alternativa D

No gráfico da posição (S) versus tempo (t), a incli- nação é numericamente igual à velocidade. Assim, temos:

N

Iv

215

200

=⇒=

v

v

=

3

m/s

5

0

Como o movimento é uniforme, temos:

S = S +⋅ vt 0 ⇒ t = 5 min = 300 s ⇒
S
=
S
+⋅
vt
0
t =
5 min
=
300 s
⇒ S = 200 +⋅3
300 = 1 100 m ⇒
Questão 56

S = 1,10 km

De um avião em vôo horizontal, um pára-que- dista projeta-se na atmosfera com velocidade vertical de módulo zero e cai em queda livre por 2 s. Após esse tempo, devido à abertura do pára-quedas, sua velocidade vertical passa a

b) 32 s

c) 41 s

d) 51 s

e) 60 s

alternativa C

Durante a queda livre, o deslocamento vertical (Δy) do pára-quedista é dado por:

0 2 t Δyv = ⋅+ tg 0y 2
0
2
t
Δyv
=
⋅+
tg
0y
2

=

10

2 2

2

Δ

y

=

20 m

A velocidade vertical do pára-quedista após 2 s

de movimento é: 0 = v + g ⋅= t v y 0y
de movimento é:
0
=
v
+
g
⋅=
t
v y
0y

10

2

v

y

=

20 m/s

Após a abertura do pára-quedas, o movimento é

uniforme e o tempo de queda (t’) é dado por:

Δy’

Assim, o tempo total (t ) de queda do pára-que-

dista é:

=

=

v

y

t’

⋅⇒

800

20

T

20

⋅⇒=

t’

t’

39

s

t T =+= t t’ 2 + 39 Questão 57
t T =+= t t’
2
+
39
Questão 57

t = 41 s T
t
=
41 s
T

Um pequeno corpo desliza com velocidade constante de 6,0 m/s sobre uma plataforma horizontal, a 3,20 m do solo, e, num determi- nado instante, a abandona. Após um certo tempo, esse corpo atinge o solo no ponto A, sem nenhuma resistência ao movimento. Enquanto isso, um outro corpo, idêntico ao

primeiro, é abandonado do repouso da outra

borda da plataforma e, em queda livre, atinge

o solo no ponto B. Nessas condições, podemos

afirmar que, nos instantes do impacto com o

solo, a Energia Cinética do

condições, podemos afirmar que, nos instantes do impacto com o solo, a Energia Cinética do Dado:
condições, podemos afirmar que, nos instantes do impacto com o solo, a Energia Cinética do Dado:
condições, podemos afirmar que, nos instantes do impacto com o solo, a Energia Cinética do Dado:
condições, podemos afirmar que, nos instantes do impacto com o solo, a Energia Cinética do Dado:
condições, podemos afirmar que, nos instantes do impacto com o solo, a Energia Cinética do Dado:
condições, podemos afirmar que, nos instantes do impacto com o solo, a Energia Cinética do Dado:
condições, podemos afirmar que, nos instantes do impacto com o solo, a Energia Cinética do Dado:

Dado: g = 10 m/s 2

física 5 a) primeiro corpo é igual à Energia Cinética alternativa A do segundo. Marcando

física 5

física 5 a) primeiro corpo é igual à Energia Cinética alternativa A do segundo. Marcando as
a) primeiro corpo é igual à Energia Cinética alternativa A do segundo. Marcando as forças
a)
primeiro corpo é igual à Energia Cinética
alternativa A
do
segundo.
Marcando as forças nos corpos A e B, obtemos:
b)
primeiro corpo equivale a 36% da Energia
Cinética do segundo.
c) primeiro corpo equivale a 64% da Energia
Cinética do segundo.
d) segundo corpo equivale a 36% da Energia
Cinética do primeiro.
e) segundo corpo equivale a 64% da Energia
Cinética do primeiro.
No equilíbrio, temos:
alternativa E
=
F
+⋅
P
sen
α
T AB
e
mg
=+
kx
mg
sen
α
= P
A intensidade da velocidade com que o corpo
T AB
atinge o ponto B, em queda livre, vale:
⇒⋅m
10 = 2 000 ⋅ 0,02 +⋅m
10 ⋅ 0,6 ⇒
=
2
⋅⋅
g
h
=
2
10
3,2
v
=
8 m/s
v B
B
m = 10 kg
Sendo a velocidade vertical final do lançamento
Obs.: a unidade correta de g é m/s 2 .
horizontal igual à velocidade final da queda livre,
a intensidade da velocidade com que o corpo atin-
ge o ponto A é dada por:
A 222
Questão 59
v68
=+⇒=v
10 m/s
A
A relação entre as energias cinéticas é dada por:
2
v
Sobre uma superfície plana e horizontal, um
B
m
2
2
8
E CB
2
v B
CB
bloco A, de massa m A , desloca-se em MRU
= ==
⇒ E
= 0,64
2
2
2
v
10
E CA
A
v A
E CA
(movimento retilíneo uniforme) no sentido in-
m
2
Assim, a energia cinética do segundo corpo (B)
equivale a 64% da energia cinética do primeiro (A).
Questão 58
dicado na figura a seguir. Esse corpo faz par-
te do conjunto ilustrado, no qual as polias e
os fios são considerados ideais e a massa do
corpo B é m B . Nessas condições, podemos di-
zer que o coeficiente de atrito cinético entre a
base inferior do corpo A e a referida superfí-
cie plana é:
O conjunto a seguir é constituído de polias,
fios e mola ideais e não há atrito entre o cor-
po A e a superfície do plano inclinado. Os cor-
pos A e B possuem a mesma massa. O siste-
ma está em equilíbrio quando a mola M, de
constante elástica 2 000 N/m, está deformada
de 2 cm. A massa de cada um desses corpos é:
2 m
B
a)
zero
b) μ
=
m A
Adote:
2 m
m
A
A
g = 10 g/m 2
cos α = 0,8
sen α = 0,6
c)
μ
=
d) μ
=
2 m
m B
B
m
B
e)
μ
=
2 m
a) 10 kg
b) 8 kg
c) 6 kg
d) 4 kg
e) 2 kg
A
física 6 alternativa E Isolando os corpos e marcando as forças, obte- mos a figura

física 6

física 6 alternativa E Isolando os corpos e marcando as forças, obte- mos a figura a

alternativa E

Isolando os corpos e marcando as forças, obte- mos a figura a seguir:

corpos e marcando as forças, obte- mos a figura a seguir: Na situação de equilíbrio dinâmico,
Na situação de equilíbrio dinâmico, temos: T = f P m g A at. B
Na situação de equilíbrio dinâmico, temos:
T
= f
P
m g
A
at.
B
B
==μ
f
N
m g
at.
A
A
2T
= P
2
= μ
2
A
B
m
B
μ
=
2m
A
Questão 60

Durante um estudo prático, um estudante quis comparar a vantagem mecânica de uma associação de polias com a de uma alavanca, semelhante a uma gangorra, de massa des-

prezível. Para tanto, dispôs as polias e fios, supostamente ideais, conforme o esquema ilustrado na figura, e suspendeu os corpos de

massa m 1 e m 2 ,

que proporcionaram o equilí-

brio do sistema. Desprezando a massa do su- porte que sustenta m 2 , a alavanca, que man- tém em equilíbrio, na horizontal, as massas m 1 e m 2 apoiadas, é a ilustrada na alternati- va:

a)

1 e m 2 apoiadas, é a ilustrada na alternati- va: a) b) c) d) e)

b)

c)

d)

e)

apoiadas, é a ilustrada na alternati- va: a) b) c) d) e) alternativa D Isolando os
apoiadas, é a ilustrada na alternati- va: a) b) c) d) e) alternativa D Isolando os

alternativa D

Isolando os corpos na associação de polias e marcando as forças, obtemos:

na associação de polias e marcando as forças, obtemos: No equilíbrio, obtemos: T = P 1

No equilíbrio, obtemos:

T

= P

1

6T

= P

2

6P

=⇒

12

P

m

2

=

6m

1

(I)

Para a situação da gangorra, devemos ter:

No equilíbrio, obtemos: T = P 1 6T = P 2 ⇒ 6P =⇒ 12 P
física 7 No equilíbrio, adotando o pólo de rotação em A, obtemos: ∑ M F

física 7

física 7 No equilíbrio, adotando o pólo de rotação em A, obtemos: ∑ M F (A)

No equilíbrio, adotando o pólo de rotação em A, obtemos:

∑ M F (A) =⇒ 0 P d − P d 11 2 ⇒ m
M
F (A)
=⇒
0
P d
P d
11
2
⇒ m gd
= m gd
⇒=m
11
2
2
2

2

0

=⇒

d

1

d

2

m

1

(II)

d 1 6m = 1 m 1 d 2 ternativa D.
d
1
6m
=
1
m 1
d 2
ternativa D.

De (I) e (II), obtemos:

d = 6d 1 2
d
=
6d
1
2

Essa relação de distâncias é apresentada na al-