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TEMPOS E MOVIMENTOS: O ESTUDO EM UMA OFICINA DE MANUTENÇÃO

MECÂNICA

Alex Sandro Alves Inacio 1 Giovanni Nanni 2

RESUMO: As organizações atuais buscam, incessantemente, uma melhor forma de racionalizar

o trabalho, e aprimoram seus processos com a finalidade de conseguir melhores índices de

produtividade e consequentemente vantagens diante um cenário de mercado tão competitivo. Este artigo apresenta um estudo relacionado à manutenção mecânica levando em consideração o tempo para a realização de desmontagem e montagem do sistema de embreagem de tratores agrícolas em uma empresa açucareira Tapejara PR. A metodologia deste trabalho foi de natureza aplicada, de abordagem quantitativa-qualitativa. Foi elaborada uma pesquisa bibliográfica e documental dos históricos de manutenção existentes na empresa e os tempos padrões estabelecidos pelo fabricante. Foi observado cada colaborador realizando suas tarefas, analisando assim as possíveis causas de dificuldades. De acordo com os dados coletados demonstrou-se que alguns princípios devem ser seguidos para atender os objetivos do setor. O processo, a padronização, a avaliação, a realização do trabalho devem ser executados em ordem e sincronia. Para que os tempos-padrão do fabricante, relativos à realização do trabalho e as metas do setor sejam alcançados, sugere-se investimento em treinamento e capacitação dos colaboradores o que levará a empresa melhorar sua produtividade e reduzir os custos.

PALAVRA CHAVE: Tempo, Movimento; Produtividade; Padronização; Treinamento.

1. INTRODUÇÃO:

A administração científica de Frederick W. Taylor tem ênfase nas tarefas, seu objetivo é aplicar

métodos da ciência aos problemas da administração. Esses métodos considerados por Prestes

(2012) são: observação e mensuração, que nos estudos de tempos e movimentos procurou

descrever um sistema de remuneração por peça ou por tarefa, que quando o preço fixado era

baixo o ritmo de produção também diminuía. Dessa forma, o operário que produzisse em alta

escala tinha sua remuneração igual ao que produzia menos, havendo uma desmotivação do

operário e a indústria não prosperava, foi então que o estudo propôs melhorias de salários e

redução do custo unitário de produção, assim como também a necessidade de aplicar métodos

1 Discente do Curso de Administração Universidade Paranaense - UNIPAR - Unidade - Cianorte - PR. 2 Docente do Curso de Administração Universidade Paranaense - UNIPAR - Unidade - Cianorte - PR.

científicos de pesquisa e experimentos para estabelecer padronização de processos e controle das operações.

Movimentos inúteis para produção eram eliminados enquanto que os movimentos úteis simplificados ou fundidos com outros movimentos proporcionando assim uma economia de tempo e de esforço do operário. Assim o objetivo era procurar e encontrar a melhor maneira de se executar uma tarefa. Com isso se obtinha maior eficiência e consequentemente maior produtividade. (PRESTES 2012, p. 3)

Atualmente, diversos trabalhos são desenvolvidos com intuito de minimizar o tempo de execução de tarefas, buscando eficiência, ou seja, a melhor utilização dos recursos disponíveis pela empresa, a fim de maximizar lucros através de redução do custo do produto final. A manutenção, embora vista muitas vezes somente como gastos, é necessário para a produtividade, pois uma máquina ociosa, todo o processo produtivo pode ser afetado. O setor sucroalcooleiro, campo deste estudo, é um segmento industrial em que o ritmo de produção é acelerado, operando praticamente 24 horas por dia, sendo então, a manutenção mecânica uma aliada à continuidade do processo.

De acordo com Júnior, Rocha e Sabá (2002), o estudo de tempos e movimentos é indispensável para determinar a eficiência no trabalho, através do qual se pode estabelecer padrões para possíveis redução de custos possibilitando um melhor planejamento estrutural da organização a fim de realizar suas manutenções para que consequentemente possa atingir suas metas.

Conforme Taylor (1990) estudo de tempos e movimentos deve ser utilizado como profissão, por conter instrumentos e métodos próprios os quais, se aplicados de forma errônea, resultam em progressos lentos como também se registram mais falhas que acertos, dessa forma pretende-se, após a análise, sugerir um método que corresponda às normas da empresa, bem como cooperar para uma produtividade eficiente.

Comparar o tempo gasto para execução das tarefas de manutenção de embreagens na oficina mecânica da empresa pesquisada em relação aos tempos-padrão fornecidos pelo fabricante. Identificar as principais operações que podem ser otimizadas, determinar o tempo gasto por cada colaborador dentro de um ritmo normal de trabalho para a execução de uma tarefa e obter melhorias nos índices de produtividade após aplicação do método de tempo e movimento.

Justifica-se este estudo pela necessidade de melhor gerenciamento no setor de manutenção da oficina mecânica da empresa Usina Santa Terezinha em Tapejara PR. Pretende-se com o método de tempos e movimentos obter melhorias nos setores agrícolas, pois com um tempo estimado para a liberação de equipamentos parados na manutenção, conseqüentemente poderá haver também uma melhor programação para outras atividades.

A questão levantada neste estudo dar-se-á pelo fato de que o tempo gasto para a realização da

tarefa de manutenção mecânica não corresponder ao tempo levantado nos históricos existentes na

empresa, e com tempos-padrão fornecidos pelo fabricante, seja pelo não comprometimento dos colaboradores e possível falta de conhecimento dos mesmos.

Em todo contexto, procura-se ajustar o tempo gasto por cada colaborador na execução de determinada tarefa, sendo necessidades para que o trabalho de manutenção apresente resultados condizentes com as normas, estas definidas pelo fabricante e obtendo um melhor controle de todo o setor, onde o mesmo não se prejudique com excesso de equipamentos parados.

A produtividade planejada necessita de que cada setor trabalhe harmonicamente para não correr o

risco de atrasos, ou mesmo parado, afetando todo o sistema. Os objetivos da manutenção

é de suma importância, pois se uma máquina parar por

qualquer motivo todos os demais processos serão prejudicados e obrigados a esperar pelo conserto da defeituosa”.

segundo Theiss (2004, p. 19) “[

]

Sabe-se que recai sobre o líder a responsabilidade de representar seu setor, toda cobrança de melhorias tanto da produção quanto dos colaboradores, e este com suas experiências e habilidades deseja apresentar o melhor resultado, por isso procura meios para a resolução de problemas e procura assegurar que a equipe desempenha um bom trabalho.

2. REVISÃO DE LITERATURA

2.1 TEMPOS E MOVIMENTOS

As organizações atuais buscam incessantemente uma melhor forma de racionalizar o trabalho, para isso, aprimoram seus processos com a finalidade de conseguirem melhores índices de produtividade e consequentemente, vantagens diante um cenário de mercado tão competitivo. A teoria da administração refere-se às organizações, como afirma Neto (1980, p. 19), “como organismo vivo, nasce para a satisfação de uma necessidade, vive para a satisfação do capital que lhe deu vida, e morre quando perde a capacidade de ser necessária.” Barnes (1977, p. 298) ressalta que “a avaliação do ritmo depende do julgamento pessoal do analista de estudo de tempos, e infelizmente não há maneira alguma de se estabelecer um tempo-padrão para uma operação sem ter que se basear no julgamento do analista”.

No entanto, a produtividade se baseia na medida da eficiência do uso de recursos que a empresa disponibiliza para a realização de suas atividades. O estudo do tempo e movimento para Rocha (1985), tem como principal objetivo eliminar ou diminuir o esforço desnecessário na realização de uma tarefa. No entanto, com um breve relato sobre a metodologia do trabalho, podem-se citar algumas contribuições como os primeiros estudos de tempo nas fabricas de alfinetes realizado por M. Perronte em 1760; e por Charles Babbage em 1830, também na fabricação de alfinetes, sendo utilizados apenas cronômetros.

Segundo Rocha (1977). Em 1883, Frederick W. Taylor deu inicio à atribuição dos Estudos de tempos que deu ênfase a tarefas, que como o próprio nome diz, têm como objetivo conhecer o tempo necessário para desenvolver uma atividade, e por meio deste, também avaliar a eficiência, ou seja, a habilidade do colaborador. É um método de ajustes de trabalho/trabalhador.

Diz Rocha (1977). Praticamente Frank B. Gilbreth e Lilian M. Gilbreth, casal que se aprofundou nos estudos dos movimentos, que teve como base a construção civil, que mais tarde por volta 1912, deram o nome de estudos dos micromovimentos por meio de aprimoramento de técnicas. Diz Rocha (1977) que em 1930, Allan H. Mogensen buscou métodos de racionalização do trabalho por meio de eliminação de operações manuais, e que também envolveu o layout da fábrica e o mais importante a mão de obra orientada para economizar tempo, materiais, desgaste físico e mental.

Os estudos de tempos (Taylor) e movimentos (Gilbreth) trouxeram grandes contribuições para as empresas e, não há como analisá-los isoladamente e até os dias atuais pautam-se em um tempo padrão. Um grupo via o estudo de tempo exclusivamente como um meio de serem estabelecidos planos de incentivo com

o uso do cronômetro. Outro grupo via o estudo de movimentos somente como uma técnica que requer aparelhamento fotográfico e um procedimento de laboratório na determinação de um método adequado para se executar um trabalho. (BARNES 1977, p. 13-14).

O estudo do tempo também conhecido como cronoanálise é uma ferramenta ou forma de mensurar o trabalho que podem ser representados por dados estatísticos, e destes estabelecer o tempo padrão. Possibilita a determinação da velocidade de trabalho do colaborador, a aplicação de fatores de tolerância para atendimentos às necessidades e conhecer a capacidade produtiva da empresa. Por este intermédio, também ideal para a determinação do valor da mão-de-obra e a obtenção de cálculos como os custos do produto.

Barnes (1977, p. 272) defende que “o método da cronometragem direta é o método mais empregado na indústria para a medida do trabalho”. O estudo do tempo realizado por pesquisadores deu inicio ao estudo dos movimentos, pois através do movimento realizado em um determinado tempo é que se dá ritmo e se pode estipular o tempo gasto. O tempo e o movimento estão relacionados, porque a passagem de tempo depende dos movimentos que ocorrem.

O estudo de tempos, movimentos e métodos de trabalho continua tendo um papel central na determinação da produtividade. Produzir o que foi determinado

é um dos principais fatores de julgamento da qualidade de um funcionário e

fator importante para determinar sua permanência na organização. (PEINADO E

GRAEML 2007, p. 88).

Segundo Barnes (1977). Taylor baseia-se nos princípios científicos de administração que se resumem em quatro, dada a preocupação com o fator tempo, determinante para a produtividade e eficiência de uma empresa. Planejamento: o ritmo de trabalho não deve ser determinado pelos trabalhadores, e sim através de métodos planejados; preparação dos colaboradores: busca selecionar o trabalhador de acordo com atividade, para depois treiná-lo e capacitá-lo; controle: é um principio fundamental para que a tarefa tenha resultado de acordo com o planejamento; execução: distribuir as funções como também a responsabilidade de cada trabalhador para executar determinada tarefa.

Nesse contexto, o estudo do tempo e movimento permite a racionalização dos métodos de trabalho do colaborador e a padronização para execução das tarefas, em que, por fim, todos colaboradores deverão se adaptar a um padrão de trabalho. A racionalização do trabalho vai mais além da preocupação com ser humano, mão-de-obra, fadiga do trabalhador ou da divisão do trabalho, como uma dependência e interligação os maquinários, equipamentos, matéria-prima também são fatores indispensáveis e importantíssimos para todo o sistema produtivo.

Contudo estes precisam estar bem ajustados com a mão-de-obra para realizar a tarefa de acordo com os padrões e planejamento da empresa, que tem como intuito de acordo com Chiavenato (2003, p. 62) reduzir a variabilidade e a diversidade no processo produtivo e, daí, eliminar o desperdício e aumentar a eficiência.

Atualmente, mesmo com a tecnologia à frente de tudo, os estudos ainda são válidos para estipular como deve ser feito um trabalho, que dentre os objetivos da administração a metodologia do trabalho nasce para assegurar prosperidade à organização como também para seus colaboradores. Embora, saiba que toda organização visa aos lucros, e é para isso que ela trabalha, mas se o trabalhador não tiver o conforto para a realização das atividades pode não alcançar os objetivos pretendidos. Enfatiza Rocha (1977, p. 22) que “o lucro estará na dependência da relação Resultado/Dispêndio, e o menor dispêndio sempre estará na razão direta do grau de racionalização e Organização dos métodos de trabalho”.

Segundo Rocha (1977), a organização do trabalho é válido acrescentar que a empresa em prosperidade nunca deve ser estática ou ficar no conformismo, os processos precisam ser revistos, pois há sempre o que reparar, como os maquinários e a própria condição do trabalhador e até mesmo maiores condições de melhorias.

Na realidade os objetivos precisam ir ao encontro com a melhor forma de trabalhar. Haja vista, que as preocupações da administração geral de uma empresa, muitas vezes, vão além dos ganhos que se estipula. Assim Rocha (1977, p. 23), faz uma importante menção sobre o trabalho “para cada trabalho, à luz dos conhecimentos atuais, sempre haverá melhor maneira de fazê-lo”. O que fazer então para melhorar o processo de trabalho? Eis uma questão que todos os gestores

deveriam fazer e procurar métodos condizentes com as atividades da organização. Cada empresa possui um ramo de atividade e de acordo com o segmento ou especificidade têm seus comandos e técnicas para o desempenho.

2.2 TEMPO NORMAL E TEMPO PADRÃO

O tempo normal é considerado o tempo gasto por um trabalhador em sua atividade dentro da empresa. É a execução de uma tarefa em ritmo normal, em estado de observação, levando em consideração a aptidão para o trabalho, que assim considera Júnior, Rocha e Sabá ( 2002, p. 5), “o ritmo de trabalho de um operador é um assunto ligado à fisiologia, todavia não se pode permitir um maior desgaste físico do operador e nem deixar de cobrar um alto rendimento deste”. Para Rocha (1977), aplica-se a seguinte fórmula para encontrar o tempo normal. Tempo observado é igual à avaliação dividido pela velocidade normal

Cabe ressaltar que a empresa não busca somente vantagens para si com a racionalização do trabalho, pois os recursos humanos são os bens mais valiosos de uma organização, que para Chiavenato (1999, p. 8), “as organizações bem-sucedidas estão percebendo que somente podem crescer, prosperar e manter sua continuidade se forem capazes de otimizar o retorno sobre os investimentos de todos os parceiros, principalmente o dos empregados”. Já Machline (1990). Observa que o tempo normal compreende o esforço humano durante as horas de serviço, preparados e sem prejuízos para a saúde. Dessa forma fornece uma medida mais precisa sobre o tempo registrando as operações.

A determinação de padrões para os programas de produção e possíveis redução de custos segundo É, o tempo médio necessário para o operário realizar a tarefa racionalizada, constitui o nível de eficiência equivalente a 100%. A produção individual até o nível de 100% de eficiência é remunerada pelo número de peças produzidas. Acima de 100% de eficiência, o salário por peça é acrescido de um prêmio de produção ou incentivo salarial adicional que aumenta na medida em que se eleva a eficiência do operário. (CHIAVENATO 2003, p. 61).

O estudo de tempos e movimentos é uma ferramenta importante para estabelecer padrões para os programas de produção, bem como fornecer dados sobre os custos, e melhor organização em todo sistema produtivo trazendo maior eficiência para a organização como um todo, assim tempo normal é considerado o tempo gasto por um colaborador em sua atividade dentro da empresa já o tempo padrão é o onde vários colaboradores mesmos trabalhando separados realizam tarefas iguais em tempo iguais.

2.3 CRONOMETRAGEM

Para Rocha (1977). O estudo do tempo através de cronômetro é o meio mais utilizado para medir

o trabalho, ou seja, decompor em frações. Em toda atividade empresarial é necessário a mão-de- obra para transformar os insumos em produtos acabados ou serviços prestados. O cronômetro é um instrumento como um relógio para ter uma exatidão ou precisão sobre o tempo gasto, de

acordo com dicionário Houaiss Cronologia é o estudo do tempo e de suas divisões para distinguir

a ordem de ocorrência dos fatos.

O desperdício de tempo empregado em movimentos inúteis a uma atividade não

agrega valor ao produto. Sempre que o tempo não esteja sendo empregado para adicionar valor ao produto, será desperdício. Um fator importante a ser lembrado

é que movimento não é necessariamente igual a trabalho, ou seja, se um

operador está andando a procura de uma ferramenta, ele está se movimentando, mas não está executando nenhum trabalho, e sim ocasionando custo ao produto. (PARANHOS FILHO 2007, p. 181)

Com a finalidade de prever o tempo gasto na produção de determinada operação foi que Taylor cronometrou o tempo. Essa base serviu para estipular o tempo, uma padronização, principalmente, nas indústrias e até os dias atuais se utiliza a fim de cumprir metas e a organização se planejar melhor para atender seu cliente.

2.4 SERVIÇOS

O fluxo de produção em uma indústria é considerado como um sistema que se

todas as

partes devem estar perfeitamente interligadas para que o todo ou o resultado

deve sempre estar unido aos demais processos dentro da empresa. [

]

final seja atingido com sucesso. Assim, o mau funcionamento ou o excesso de uma das partes afeta o sistema como um todo, que precisa, portanto, ter mecanismos autocontroladores que proporcionem feedback (realimentação) entre as partes, para que seja possível a correção do rumo. (PARANHOS FILHO 2007, p. 31),

Ainda para o autor, a forma como a empresa realiza a transformação da matéria-prima em produtos implica em consequências que podem ser consideradas positivas ou negativas. A confiabilidade do produto, seja nos termos de qualidade, preço, entrega traz vantagens competitivas para a empresa indicando um bom gerenciamento.

Cita Paranhos Filho (2007, p. 159), que “o ritmo do aumento da produtividade ao longo do tempo é, em geral, um processo progressivo de crescimento, espelhando as pequenas melhorias

Sob a visão do autor com o crescimento da empresa há maior complexidade em

todo processo, como a delegação de responsabilidades, pois há inúmeras decisões a serem tomadas. Mas, como afirma Rocha (1977, p. 74) “Não basta apenas delegar, é preciso fornecer concomitantemente os meios para que os subordinados estejam então em condições de executar

suas atribuições”

individuais [

]”.

Também como salienta Chiavenato (2008, p. 25), “[

desempenho para assegurar que os planos sejam executados da melhor maneira possível”. Há uma grande relação entre produção e tempo/movimento, são elementos dependentes entre si, pois para produzir é preciso a mão-de-obra, que para Dantas (2011, p. 6) O conceito de produtividade é usualmente utilizado para avaliar a eficiência no emprego do fator trabalho. Neste caso, a produtividade é calculada pela divisão da quantidade produzida pelo número de horas e/ou pelo número de trabalhadores necessários para conseguir essa produção.

consiste em medir e corrigir o

]

O autor demonstra que é importantíssimo o desenvolvimento de métodos de produção, em que as indústrias devido ao crescimento das empresas precisam atender uma diversificação de produtos. Mas, para que a matéria prima seja transformada em produtos acabados depende de outros fatores interligados entre si, como os equipamentos em perfeita condições de uso, devendo, entretanto cada responsável de setor controlar para que estes evitem paralisação no setor produtivo.

2.5 MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS

A eficiência nos setores produtivos traz bons resultados, pois trabalhando de forma planejada a empresa consegue cumprir com os prazos estabelecidos para atender o cliente, nesse caso a manutenção de todos os equipamentos é de grande importância. Conforme Theis (2004, p. 10) “a manutenção preventiva atua como um seguro contra falhas, evitando as paradas e quebra de seus equipamentos, sendo que, é inadmissível esperar que a máquina quebre parando a produção, para só depois pensar em manutenção”. É prejuízo quando o problema não é antecipado, a conservação do ativo imobilizado deve ser parte das previsões da empresa.

Muitas empresas ainda trabalham segundo Theiss (2004) com a manutenção corretiva, sendo a forma mais cara de se trabalhar, além de ocorrer interferências no sistema, considerada pelo autor como ‘quebra-conserta’ e como resultados, paradas surpresas na produção. No entanto, o controle de manutenção é tão importante quanto o controle de qualidade do produto, porém é importante que o setor de manutenção possua um cadastro para tal controle com os principais itens a serem realizados.

Contudo traz vantagens como evitar gastos maiores ou imprevistos e conservando a vida dos equipamentos bem como a entrega do produto final no prazo prometido, assim como exemplificado por Theiss (2004): controle por meio de agendamentos; maior durabilidade dos maquinários; controle dos custos; componentes necessários para a manutenção; avaliação sobre custos benefícios; garantia da produtividade.

Esse controle, atualmente, é feito por meio de programas de computadores que para maior agilidade cria-se um banco de dados onde se permitem emitir ordens de serviços, registros e relatórios dos serviços prestados e, para o próprio controle do que será feito. Conforme apresentado alguns benefícios sobre o controle ideal sobre os equipamentos, isto se dá através da manutenção preventiva que é uma forma correta da empresa trabalhar, operando em torno do processo da produção para se obter bons resultados. Entende-se que a manutenção preventiva surge com pensamento voltado à relação custo benefício, pois um grande capital investido precisa ser preservado para obter dele um retorno compensado.

A manutenção é responsável pelo bom funcionamento de todos os mecanismos existentes nas mais variadas máquinas e equipamentos e, para que isso se torne realidade, deve-se adotar alguns cuidados técnicos como rotina diária da manutenção, levando em conta dados como conservação, substituição, adequação, restauração e prevenção. (THEISS 2004, p. 18).

A empresa consciente de suas responsabilidades sobre seu patrimônio precisa que a equipe

trabalhe integrada em busca de um só objetivo. Por isso, o estudo de tempo e movimento também

faz parte da manutenção, pois sob um controle há prazos a cumprir para entrega de tais equipamentos. É muito comum as empresas, indústrias no caso produtivo, trabalharem com o tempo padrão, que são normas estabelecidas para cada setor conforme suas atividades.

2.6 GERENCIAMENTO DE SETORES DE MANUTENÇÃO

A gestão da produtividade ao implantar um sistema de medição, apresenta a possibilidade de

conhecer melhores áreas que precisam de mudanças. Entre diversos setores de uma organização, pode haver também, necessidades de mudanças diferenciadas entre si, que estas cabem ao líder

do grupo/setor analisá-las e implantá-las.

As medidas a serem tomadas de uma forma geral cabem nos estudos de Paranhos Filho (2007) quando a produtividade está ligada ao processo de medida, avaliação, planejamento e melhorias, que podem ser mais bem representadas através de uma sequência simples, estudar o processo e padronizar, medir, avaliar, planejar a melhoria e por fim, realizar/padronizar novamente. Este é chamado de ciclo virtuoso do processo.

Para um bom gerenciamento, é preciso que a mão-de-obra e materiais estejam todos em perfeita condições para desempenhar um bom trabalho, assim como é importante o layout para qualquer organização. Sobre os princípios do layout Rocha (1977) destaca que favorece o trabalho como um todo em: Economia do movimento: O objetivo está em diminuir a distância a ser percorrida, ferramentas e materiais são próximos das operações; fluxo progressivo: movimentos sem interrupção entre as operações; flexibilidade: adaptação do processo produtivo ao produto;

O estudo do arranjo físico é de fundamental importância na otimização das condições de trabalho aumentando tanto o bem estar como o rendimento das pessoas. Layout corresponde ao arranjo dos diversos postos de trabalho nos espaços existentes na organização, envolvendo além da preocupação de melhor adaptar as pessoas ao ambiente de trabalho, segundo a natureza da atividade desempenhada, a arrumação dos móveis, máquinas, equipamentos e matérias primas. (CURY 2000, p.386):

Quando o ambiente e pessoas estão organizados o processo se desenvolve gerando maior disponibilidade para todo fluxo dos materiais e pessoas, trazendo eficiência para o trabalho. Com um layout bem definido obedecendo ao tempo estabelecido para a realização de uma tarefa (tempo padrão), a empresa há maiores possibilidades de desenvolvimento. Embora, mudanças causam desconfortos, mas o gestor ou líder de grupo precisa quebrar paradigmas, enfrentar desafios e capacidade de assumir responsabilidades junto aos objetivos propostos pela organização.

Compreende-se que o estudo de tempo e movimento dentro de uma indústria desencadeia outros tantos fatores para se tornar útil, pois os movimentos dentro do campo de trabalho dependem da mão-de-obra qualificada, a organização do ambiente de trabalho, mecanismos de produção como máquinas e todo equipamento em ótimo estado. Enfim todas as funções administram processos, e, para que seja administrado de forma eficiente o líder de grupo deve ser capaz de construir uma cadeia de relacionamento em busca de acrescentar valor ao produto/serviço, como também aos recursos humanos a fim de contribuir para as tomadas de decisões.

3. METODOLOGIA

A abordagem da pesquisa foi qualitativa-quantitativa, sendo o ambiente do próprio trabalho utilizado como fonte natural de coleta de dados, e também não tendo pretensão de representá-los com estatísticas. É imprescindível a realização do estudo pela necessidade de implantar melhorias no setor mencionado, e, a empresa como um todo obter vantagens através de um trabalho melhor com maiores ajustes.

A metodologia compreende um caminho a ser seguido pelos métodos utilizados em uma pesquisa, a fim de levantar dados para contribuir com determinado estudo. Para Gil, (2002, p.17), “a pesquisa é requerida quando não se dispõe de informação suficiente para responder ao problema”. Peinado e Graeml (2007, p. 116) comentam que “o propósito da amostragem do trabalho é obter, com um grau de confiabilidade estatisticamente determinado, uma estimativa de duração da atividade com um erro admissível, estatisticamente comprovado”.

Segundo Barnes (1977) a amostragem do trabalho em sua forma mais simples se baseia em fazer observações em períodos ocasionais. Para exemplificar o autor faz uso de uma situação simples, sendo esta: se o colaborador estiver trabalhando, isto será registrado no sumário com o título ‘trabalhando’, e se estiver inativo, o registro será feito sob o título de ‘inativo’. A porcentagem de horas que o colaborador estiver trabalhando está em cada uma das condições, e é estimada pela relação de registros destas com o número total de observações. Contudo, será considerado, principalmente, somente horas trabalhado para este estudo.

Com tudo, Barnes (1977) enfatiza que o processo de execução do estudo de tempos neste método contém significativa flexibilidade, mas sugere um procedimento que contém oito passos a serem seguidos para que a execução seja bem sucedida, o qual segue: Obter e registrar todas as informações pertinentes à operação e ao operador em estudo; Dividir a operação em elementos; Observar e registrar o tempo gasto pelo operador; Determinar o número de ciclos necessários de serem cronometrados; Avaliar o ritmo do operador; Verificar se o número de ciclos registrados é suficiente; Determinar as tolerâncias a serem aplicadas; Determinar o tempo padrão da operação.

Em consideração sobre a metodologia deste estudo que tem como base Gil, (2002), a pesquisa quanto aos procedimentos técnicos foi bibliográfica, baseando-se em livros e artigos científicos pela necessidade de explorar sobre o assunto ‘tempo e movimento’ dentro da indústria, e sua ligação com todos os fatores condicionantes para o trabalho.

A observação direta é considerada a mais importantes das técnicas de levantamento, onde “o analista, munido de sua prancheta, com formulários adequados, comparece ao local que pretende observar, objetivando formalizar e registrar os aspectos físicos onde o trabalho é realizado”. (ROCHA 1977p. 194),

Quanto aos objetivos, a pesquisa realizou-se descritivamente, pois apresentou por objetivos descrever as características do trabalho dentro da oficina de manutenção mecânica envolvendo suas variáveis, ainda é considerada um estudo de campo, pois busca uma maior profundidade no assunto por meio de observações no setor, após observações realizadas, teve-se o intuito de

comparar o tempo gasto para a realização da tarefa de manutenção com o tempo padrão da empresa, e, dentro das possibilidades sugerir programa de otimização para realização do trabalho

da oficina mecânica.

Tendo como base de comparação a tabela de tempo-padrão do fabricante dos equipamentos, a tabela figura 1, demonstra o tempo gasto para a realização da tarefa de desmontagem de embreagem componente utilizado para o estudo de campo, através da tabela figura 2 converte-se o tempo gasto em minutos para horas decimais. Ex.: para saber quanto equivale 15 min. Em horas decimais, siga a linha 10 e vá até a coluna 5 o cruzamento representará a conversão no caso de 0,25 horas.

Os tempos listados na publicação relatam resultados obtidos através de um cuidadoso estudo de

cada operação, que representa o tempo gasto por um técnico treinado com habilidades media para

a execução da tarefa usando ferramentas padrão e especial. Neles não está incluída o

deslocamento até o local onde se encontra o equipamento, o tempo também está incluído as

dificuldades encontradas nas máquinas.

Nos tempos desta tabela estão inclusas as seguintes atividades: todas as operações como remoção

de tampas, uso de macacos, pausas, drenagens e reposições de óleo e limpeza das peças; dirigir a

máquina para dentro e para fora do box; receber instruções, ler boletins e manuais de serviços; fazer diagnósticos de rotina; receber e entregar ferramentas especiais junto ao almoxarifado de ferramentas; retirar peças do almoxarifado de peças; levar informações para pessoal do escritório; checagem final; necessidades do mecânico e feitos de cansaço; lavagem da máquina.

Figura 1: Tabela de tempo de reparo.

Figura 1: Tabela de tempo de reparo. Fonte: A AGCO DO BRASIL S.A. Figura 2: tabela

Fonte: A AGCO DO BRASIL S.A.

Figura 2: tabela de conversão de tempo.

AGCO DO BRASIL S.A. Figura 2: tabela de conversão de tempo. Fonte: A AGCO DO BRASIL

Fonte: A AGCO DO BRASIL S.A.

4. COLETA E ANÁLISE DOS DADOS.

A Usina de Açúcar e Álcool Santa Terezinha Ltda. foi constituída no ano de 1961, matriz localizada no Distrito de Iguatemi- Maringá PR, atualmente é uma empresa de capital fechado, que produz açúcar, álcool e energia. Sua missão é atender às necessidades e expectativas dos clientes, acionistas e colaboradores, através da qualidade de produtos e serviços com competitividade e lucratividade, contribuindo para uma melhor qualidade de vida.

Possui 08 (oito) unidades de produção, sendo a unidade de Tapejara selecionada para a pesquisa, localiza-se na Rodovia PR 323, Km 258 do município de Tapejara PR. Os setores de produção trabalham as 24 horas por dia, sendo divididos por turnos. Além do setor administrativo, a organização é dividida em dois setores, sendo o industrial responsável pela transformação do produto cana em açúcar, álcool e energia.

O setor agrícola responsável pelo plantio, cultivo e colheita da cana, assim como também o

transporte da mesma até a estrutura da usina. Este setor está subdivido em vários setores como:

manutenção de máquinas e veículos, equipamentos, implementos, elétrica, lubrificação e borracharia. Em análise, o setor da oficina mecânica, é o responsável pela manutenção preventiva, preditiva e corretiva dos equipamentos. O setor em estudo possui 350 (trezentos e cinqüenta) funcionários, sendo distribuídos entre líderes de turnos, encarregados e mecânicos, destes, apenas (15) quinze são responsáveis diretamente à manutenção de máquinas e equipamentos e embreagens.

Com base nos estudos percebe-se que no setor há pouco conhecimento e falta de comprometimento por parte dos colaboradores para a realização de suas atividades. Nota-se também, que cada um possui habilidades diferenciadas permitindo analisar que o tempo gasto dentro de uma rotina normal de trabalho não condiz com os tempos-padrão fornecidos pelo fabricante.

Dentre os 15 colaboradores, 33% fazem os seus serviços nos tempo coerente aos tempos-padrão

do fabricante, enquanto os demais colaboradores realizam suas atividades acima deste tempo. A

empresa investe em melhorias dentro dos processos de trabalho, assim como as ferramentas utilizadas para manutenção na oficina mecânica são de última geração, entendendo que há capacidade de uma mão de obra com eficiência, quanto a estes recursos.

O treinamento e capacitação do trabalhador são imprescindíveis para realização de qualquer

tarefa. Haja vista, que desenvolver pessoas faz parte de um processo contínuo, em que tarefas podem passar por alterações a qualquer momento, sendo necessário que os colaboradores se adaptarem para desenvolver da melhor forma possível o seu trabalho. Isto cabe à administração

de recursos humanos, onde as pessoas são os únicos recursos vivos e dinâmicos que a empresa

possui.

No entanto, foi perceptível que, de uma forma geral, dentro do setor, há pouco conhecimento do

colaborador para realizar a atividade de manutenção de embreagens dos equipamentos. Mas, é notável que para a realização da mesma tarefa, as habilidades variam entre os mecânicos. Sendo o tempo gasto dentro de um ritmo normal de trabalho não condiz com o tempo-padrão fornecido pelo fabricante.

O tempo precisa ser mais bem administrado, devendo, portanto, haver melhor comunicação entre setores, tanto a quem envia ordem de serviço como para quem recepciona. Se houver uma quebra inesperada no equipamento, o horário para manutenção precisa ser programado para não haver acúmulo na oficina.

Para o gerenciamento nos setores de manutenção em concordância com Paranhos Filho (2007), é necessário estudar o processo e padronizar, medir, avaliar, planejar a melhoria, realizar ou implantar, e se necessário novamente padronizar, até que os ajustes sejam de forma a realizar os serviços em perfeita ordem. É sob estas responsabilidades que o estudo de tempos e movimentos se manifesta de forma interessante para medir a eficiência da mão de obra para que o produto seja feito de acordo com o planejamento da empresa.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS.

O controle sobre toda e qualquer operação é necessário, seja por meio de fichas de

acompanhamento, deve seguir criteriosamente o tempo. O objetivo da manutenção é manter a empresa sempre ativa, ser capaz de atender a produtividade planejada a baixo custo, por isso os equipamentos precisa de manutenção. Para que isso aconteça é necessário seguir um controle de prevenção para que os equipamentos não fiquem ociosos.

Os dados coletados demonstraram que alguns princípios devem ser seguidos para atender os objetivos do setor. O processo, a padronização, a avaliação, a realização do trabalho devem ser executados em ordem e sincronia. Para que os tempos-padrão do fabricante sejam relativos à realização do trabalho e as metas do setor alcançado. Sugere investimento em treinamento e capacitação dos colaboradores onde isso possibilitara que a empresa melhora sua produtividade, reduzir os custos e maximiza seus resultados.

Durante a observação da realização da tarefa em um caso específico onde o colaborador se preparou para o trabalho, este iniciando o trabalho ficou durante um cinco minutos a realizar a tarefa, de repente ouviu um assobio esse olhou para o lado de aonde vinha o barulho e foi de encontro ao colaborador que realizava outra manutenção o mesmo que tinha assobiado, os dois conversaram por alguns segundos e se retiraram do local de trabalho deixando de realizar suas tarefas foram rumo ao bebedouro permaneceram por mais alguns minutos por ali. O que estava sobre minha analise não retornou a execução da mesma fazendo com que o equipamento permanecesse por mais tempo no box da oficina aumentando assim a sua indisponibilidade.

Como sugestão de melhorias a empresa necessita investir em treinamento da equipe de trabalho na oficina, principalmente à manutenção de embreagens. E também oferecer uma base para salários e bonificações, que são princípios ainda presentes na realidade dos setores produtivos. Em relação ao tempo para realização de uma tarefa a partir do momento que o equipamento está no box da oficina aguardando a chamada para iniciar a manutenção, este se encontra improdutivo.

Tendo em vista os aspectos observados conclui-se que a especialização da mão de obra é um fator importante para a qualidade dos serviços. A rotatividade de funcionários também é uma forma de conhecer outras habilidades, podendo readaptar em outras funções e obter maior desempenho dos colaboradores. É possível após a aplicação dos métodos corretos de trabalho, seja pela programação dentro das operações e padronização da mesma, a empresa terá como resultado/beneficio alta produtividade e baixo custo.

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