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Carrapatos Professor Dr. Fabio Ribeiro Braga
Carrapatos Professor Dr. Fabio Ribeiro Braga
Carrapatos Professor Dr. Fabio Ribeiro Braga
Carrapatos Professor Dr. Fabio Ribeiro Braga

Carrapatos

Professor Dr. Fabio Ribeiro Braga

Artropoda CLASSE Insecta Arachinida ORDEM   Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros
Artropoda CLASSE Insecta Arachinida ORDEM   Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros
Artropoda

Artropoda

Artropoda CLASSE Insecta Arachinida ORDEM   Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros
Artropoda CLASSE Insecta Arachinida ORDEM   Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros
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Artropoda CLASSE Insecta Arachinida ORDEM   Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros
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Artropoda CLASSE Insecta Arachinida ORDEM   Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros
CLASSE Insecta Arachinida ORDEM   Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros

CLASSE

Insecta

Arachinida

ORDEM

 

Acarina

Diptera

Phthiraptera

Siphonaptera

(ácaros

(moscas)

(piolhos)

(pulgas)

e

carrapatos)

Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros (moscas) (piolhos) (pulgas) e carrapatos)
Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros (moscas) (piolhos) (pulgas) e carrapatos)
Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros (moscas) (piolhos) (pulgas) e carrapatos)
Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros (moscas) (piolhos) (pulgas) e carrapatos)
Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros (moscas) (piolhos) (pulgas) e carrapatos)
Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros (moscas) (piolhos) (pulgas) e carrapatos)
Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros (moscas) (piolhos) (pulgas) e carrapatos)
Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros (moscas) (piolhos) (pulgas) e carrapatos)
Acarina Diptera Phthiraptera Siphonaptera (ácaros (moscas) (piolhos) (pulgas) e carrapatos)

Carrapatos

Carrapatos Duas famílias, a Ixodidae e a Argasidae Ixodidae: Carrapatos duros Argasidae: Carrapatos moles ESCUDO
Carrapatos Duas famílias, a Ixodidae e a Argasidae Ixodidae: Carrapatos duros Argasidae: Carrapatos moles ESCUDO

Duas famílias, a Ixodidae e a Argasidae

Ixodidae: Carrapatos duros

Argasidae: Carrapatos moles

a Ixodidae e a Argasidae Ixodidae: Carrapatos duros Argasidae: Carrapatos moles ESCUDO QUITINOSO SEM ESCUDO QUITINOSO
a Ixodidae e a Argasidae Ixodidae: Carrapatos duros Argasidae: Carrapatos moles ESCUDO QUITINOSO SEM ESCUDO QUITINOSO

ESCUDO

QUITINOSO

SEM ESCUDO

QUITINOSO

Carrapatos – classificação taxonômica
Carrapatos – classificação taxonômica
Carrapatos – classificação taxonômica Família Ixodidae • Carrapatos duros • Compreende a maioria dos carrapatos

Família Ixodidae

• Carrapatos duros

• Compreende a maioria dos carrapatos de interesse veterinário

Família Argasidae

• Carrapatos moles

• Pequeno número de organismos de interesse

veterinário

Carrapatos

Carrapatos Argas Ornithodoros Antricola Otobius  Família Argasidae → gêneros  Família Ixodidae → gêneros

Argas

Ornithodoros

Antricola

Otobius

Família Argasidae → gêneros

Antricola Otobius  Família Argasidae → gêneros  Família Ixodidae → gêneros Rhipicephalus

Família Ixodidae → gêneros

Rhipicephalus

Amblyomma

Anocentor

Ixodes

Haemaphysalis

Morfologia externa

Morfologia externa  O corpo dos carrapatos é gnatosoma e (2) idiosoma. constituído por (1) 1
Morfologia externa  O corpo dos carrapatos é gnatosoma e (2) idiosoma. constituído por (1) 1

O

corpo

dos

carrapatos

é

gnatosoma e (2) idiosoma.

constituído

por

(1)

é gnatosoma e (2) idiosoma. constituído por (1) 1 – Gnatosoma: capítulo ou falsa cabeça –

1 Gnatosoma: capítulo ou falsa cabeça formado pela base e peças bucais

ou falsa cabeça – formado pela base e peças bucais 2 – Idiosoma: corpo do carrapato

2 Idiosoma: corpo do carrapato é

achatado no sentido dorso-ventral. Fêmeas tornam-se globosas.

Gnatosoma
Gnatosoma

Gnatosoma

Gnatosoma
Gnatosoma
Gnatosoma
Gnatosoma As estruturas são: (a) base do capítulo; (b, c, d) segmentos dos palpos; (e) bainha

As estruturas são: (a) base do

capítulo; (b, c, d) segmentos dos palpos; (e) bainha das quelíceras; (f)

dentes ou dígitos da quelíceras; (g) área porosa; (h) 4º segmento do palpo; (i) hipostômio.

Divisão do corpo
Divisão do corpo
Divisão do corpo
Divisão do corpo

Divisão do corpo

 Capítulo (aparelho bucal) projetado para frente e visível.  Escudo presente.  Dismorfismo sexual
 Capítulo (aparelho bucal) projetado para frente e
visível.
 Escudo presente.
 Dismorfismo sexual presente (apenas adultos).
 Ciclos com 1 a 3 hospedeiros.
 Peças bucais
 Par de palpos – órgãos sensoriais (localização) no
hospedeiro.
 Par de quelíceras – corte e perfuração da pele do
animal.

Hipostômio

 Hipostômio  Estrutura da parede inferior da base do capítulo.  Possui fileiras de dentes

Estrutura da parede inferior da base do capítulo.

Possui fileiras de dentes posicionados para trás.

Alimentação

Quelíceras perfuram a pele do hospedeiros.

Hipostômio introduzido (dentes).

Secreções salivares (anticoagulantes).

Palpos permanecem achatados rente à pele

Peças bucais
Peças bucais

Peças bucais

Peças bucais
Morfologia geral
Morfologia geral

Morfologia geral

Morfologia geral
Morfologia geral
Morfologia geral
Morfologia geral
Morfologia geral
Morfologia interna
Morfologia interna

Morfologia interna

Morfologia interna
Morfologia interna
Morfologia interna

Sistema reprodutor: são de sexos separados. Masculino: dois testículos não há órgão copulador. Feminino: ovário duplo 4 º par de coxas.

Sistema nervoso: SNC é constituído pelo centro esofageano ligado a cadeia glanglionar.

Situação no Brasil

Situação no Brasil  No Brasil, espécies de carrapatos de mais importância incluem Rhipicephalus (Boophilus)
Situação no Brasil  No Brasil, espécies de carrapatos de mais importância incluem Rhipicephalus (Boophilus)

No Brasil, espécies de carrapatos de mais importância incluem Rhipicephalus (Boophilus) microplus, Rhipicephalus

sanguineus, Anocentor nitens e Amblyoma

cajennense.

Família - Ixodidae

Família - Ixodidae  Possui 13 gêneros  São chamados de carrapatos duros (escudo dorsal). 

Possui 13 gêneros

São chamados de carrapatos duros (escudo dorsal).

Ampla distribuição

Hospedeiros (mamíferos)

São relativamente grandes.

Corpo achatado dorso-ventralmente

Duas divisões: gnatosoma e idiosoma.

Possuem um revestimento quitinoso.

Machos são menores que as fêmeas.

Machos ingere menos sangue.

Escudo dorsal (machos) todo o corpo.

Não possuem antenas.

Respiração das larvas (tegumento).

Ninfas e adultos (complexo de traquéias).

Não possuem antenas.  Respiração das larvas (tegumento).  Ninfas e adultos (complexo de traquéias).

Problemas - Efeitos cutâneos

Problemas - Efeitos cutâneos  Necrose focal da derme (local da picada)  Resposta inflamatória 

Necrose focal da derme (local da picada)

Resposta inflamatória

Infecção secundária

Infestação maciça

Ganho de peso

Menor

Anemia

Ocorrência de miíases

Perdas econômicas

Perdas econômicas  No Brasil estima-se uma perda na ordem de 1 bilhão de dólares por
Perdas econômicas  No Brasil estima-se uma perda na ordem de 1 bilhão de dólares por

No Brasil estima-se uma perda na ordem de 1 bilhão de dólares por ano

40% por perdas na produção de leite,

27% pela mortalidade de bovinos,

11% sobre o desempenho reprodutivo,

9% em gastos com acaricidas,

5% pela redução no ganho de peso,

5% em juros bancários e 3% pela má qualidade do couro e

despesas no controle e prevenção das hemoparasitoses

Ciclo de vida

Ciclo de vida  Os parasitos vários intercalados. fazem repastos  Cerca de 10% do tempo
Ciclo de vida  Os parasitos vários intercalados. fazem repastos  Cerca de 10% do tempo

Os

parasitos

vários

intercalados.

fazem

repastos

Cerca

de

10%

do

tempo

estão

sobre

o

hospedeiro. Vida longa. Produção alta de ovos.

de 10% do tempo estão sobre o hospedeiro.  Vida longa.  Produção alta de ovos.
Carrapatos - 1 hospedeiro
Carrapatos - 1 hospedeiro

Fêmea ingurgita de sangue

a

postura (3), eclodem as larvas

(4), as larvas sobem no

se alimentam e

(1),

vai

solo

(2),

faz

ao

hospedeiro,

mudam

ninfas

para

se

ingurgitam

adultos.

e

ninfas

(6),

as

alimentam,

para

mudam

mudam ninfas para se ingurgitam adultos. e ninfas (6), as alimentam, para mudam
mudam ninfas para se ingurgitam adultos. e ninfas (6), as alimentam, para mudam
mudam ninfas para se ingurgitam adultos. e ninfas (6), as alimentam, para mudam
Carrapatos - 2 hospedeiros
Carrapatos - 2 hospedeiros
Carrapatos - 2 hospedeiros
Carrapatos - 2 hospedeiros

Carrapatos - 2 hospedeiros

Carrapatos - 2 hospedeiros
Carrapatos - 2 hospedeiros
Carrapatos - 2 hospedeiros
Carrapatos - 2 hospedeiros
Carrapatos - 2 hospedeiros  Os estádios de larva e ninfa ocorrem no mesmo hospedeiro, no

Os estádios de larva e ninfa ocorrem no mesmo hospedeiro, no qual também

é realizada a primeira ecdise.

A segunda ecdise se realiza no solo e o ixodídeo adulto procura um segundo hospedeiro.

Para

cada

estádio

um

hospedeiro, pode ser o mesmo

animal e todas as mudas são feitas

fora do mesmo. (1) ingurgita, desce do animal e muda para

ninfa (2), ninfa sobre o

hospedeiro (3), ingurgita e vai para o ambiente (4), onde muda para adultos, macho ou fêmea (5),

a fêmea depois de ingurgitada, cai

no solo para fazer a postura (6).

onde muda para adultos, macho ou fêmea (5), a fêmea depois de ingurgitada, cai no solo
onde muda para adultos, macho ou fêmea (5), a fêmea depois de ingurgitada, cai no solo
onde muda para adultos, macho ou fêmea (5), a fêmea depois de ingurgitada, cai no solo

Carrapatos - 3 hospedeiros

Carrapatos - 3 hospedeiros
Rhipicephalus (Boophilus) microplus  Atualmente as espécies pertencem ao gênero Rhipicephalus

Rhipicephalus (Boophilus) microplus

Atualmente

as

espécies

pertencem

ao

gênero

Rhipicephalus

Bovinos, búfalos, antílopes, cervos. As larvas podem parasitar animais silvestres e domésticos

Larvas sobrevivem sem se alimentar, nas pastagens,

por até 6 meses

 

Fazem 3 a 5 gerações por ano

 

Países tropicais e subtropicais (32º N a 32º S)

 
 Carrapato de um só hospedeiro.  Os machos se alimentam ocasionalmente.  Postura das
 Carrapato de um só hospedeiro.
 Os machos se alimentam ocasionalmente.
 Postura das fêmeas (3.000 a 4.000 ovos) – pode durar
vários dias.
 Espécie muito abundante.
 Introduzido no Brasil pelo gado dos colonizadores.

Ciclo de vida

Ciclo de vida
Ciclo de vida
Ciclo de vida
Anocentor nitens
Anocentor nitens

Anocentor nitens

Anocentor nitens
Anocentor nitens
Anocentor nitens

Carrapato-da-orelha-

dos-equinos

Larvas resistem até 71 dias sem alimento

Carrapato

de um só

hospedeiro.

Vetor: Babesia caballi

Larvas  resistem até 71 dias sem alimento  Carrapato de um só hospedeiro.  Vetor:
Larvas  resistem até 71 dias sem alimento  Carrapato de um só hospedeiro.  Vetor:
Anocentor nitens “Carrapato da orelha dos eqüinos”
Anocentor nitens
“Carrapato da orelha dos eqüinos”
Anocentor nitens “Carrapato da orelha dos eqüinos”
Rhipicephalus sanguineus  Carrapato vermelho dos cães  Cães, gatos, carnívoros silvestres e raro nos
Rhipicephalus sanguineus
 Carrapato vermelho dos cães
 Cães, gatos, carnívoros silvestres e raro
nos ruminantes domésticos e no ser
humano.
 Larvas  sobrevivem sem se alimentar
por até 8 meses
 Ninfas  sobrevivem por até 6 meses
 Fêmeas adultas sobrevivem por até 19
meses sem se alimentar
 

Amblyomma

(33 espécies)

Amblyomma

cajennense

(“carrapato

estrela”ou“rodoleiro”) → equinos , larvas mamíferos e aves. Postura de 6000 a 8000 ovos.

A. aureolatum carnívoros silvestres e domésticos?

A. cooperi capivara e mamíferos silvestres

 A. aureolatum → carnívoros silvestres e domésticos?  A. cooperi → capivara e mamíferos silvestres

Danos ao hospedeiro - geral

Ação espoliativa + quantidade de sangue ingerida nível de infestação

Ação tóxica e alergênica da saliva

 

Transmissão de agentes patogênicos

1.

Ehrlichia sp. (Erliquiose)

2.

Babesia sp. (Babesiose)

3.

Anaplasma sp. (Anaplasmose)

4.

Rickettsia rickettsii (Febre Maculosa)

Erliquiose

Erliquiose  Cães → Ehrlichia canis → Rhipicephalus sanguineus    Nos carrapatos

Cães

Ehrlichia

canis

Rhipicephalus

sanguineus

 

Nos carrapatos Transmissão transestadial, não ocorre a transmissão transovariana

Invade leucócitos (monócitos) causa leucopenia e febre

Tratamento com antibióticos

 

Babesiose Bovina

Babesiose Bovina B. bovis B. bigemina  Invadem eritrócitos→ multiplicam →destroem os eritrócitos  Quadro
Babesiose Bovina B. bovis B. bigemina  Invadem eritrócitos→ multiplicam →destroem os eritrócitos  Quadro

B. bovis

B. bigemina

Babesiose Bovina B. bovis B. bigemina  Invadem eritrócitos→ multiplicam →destroem os eritrócitos  Quadro

Invadem eritrócitos→ multiplicam →destroem os eritrócitos

Quadro clínico (7-14dias) → febre, anemia, hemoglobinúria, icterícia.

Transmissão nos carrapatos → Transovariana e Transestadial

Babesiose Bovina

Babesiose Bovina Controle  Controle do carrapato X Estabilidade enzoótica  Tratamento dos animais
Babesiose Bovina Controle  Controle do carrapato X Estabilidade enzoótica  Tratamento dos animais

Controle

Controle do carrapato

X

Estabilidade enzoótica

Tratamento dos animais sintomáticos

Quimioterápicos

Imunização dos animais (premunição)

Febre Maculosa

Zoonose infecciosa aguda

Bactéria gram () intracelular obrigatória

Transmissão:picada de carrapatos

Menos comum: esmagamento carrapato,

fluídos, fezes carrapato, pulga

Letalidade variável

Principal carrapato:

Principal carrapato: Amblyomma cajennense  Carrapato estrela, do cavalo, rodoleiro  Vermelhinhos  Micuins
Principal carrapato: Amblyomma cajennense  Carrapato estrela, do cavalo, rodoleiro  Vermelhinhos  Micuins

Amblyomma cajennense

Carrapato estrela, do cavalo, rodoleiro

Vermelhinhos

Micuins

Outros carrapatos envolvidos:

Amblyomma dubitatum (cooperi)

Amblyomma aureolatum

Prevenção Febre Maculosa

Prevenção – Febre Maculosa  Manter grama baixa  Proteção individual  Uso de roupas claras
Prevenção – Febre Maculosa  Manter grama baixa  Proteção individual  Uso de roupas claras
Prevenção – Febre Maculosa  Manter grama baixa  Proteção individual  Uso de roupas claras

Manter grama baixa

Proteção individual

Uso de roupas claras

Vistoria de carrapatos (periódica)

 Manter grama baixa  Proteção individual  Uso de roupas claras  Vistoria de carrapatos
 Manter grama baixa  Proteção individual  Uso de roupas claras  Vistoria de carrapatos
Argasidae • Capítulo (gnatosoma) inferior. •Ausência de escudo. •Postura de ovos a centenas. •Adultos
Argasidae
• Capítulo (gnatosoma) inferior.
•Ausência de escudo.
•Postura de ovos a centenas.
•Adultos permanecem sobre
hospedeiro apenas tempo suficiente
para alimentação (1/2 hora).
•Ovoslarva dois ou mais
estágios de ninfa Adultos.
Argas, Ornithodoros, Otobius, Antricola
Argas, Ornithodoros, Otobius, Antricola
Argas, Ornithodoros, Otobius, Antricola
Argas, Ornithodoros, Otobius, Antricola

Argas, Ornithodoros, Otobius, Antricola

Argas spp
Argas spp

Argas spp

Argas spp
Argas spp
Argas spp

Vetor da Borrelia anserina. Fezes do carrapato

Galinha, galinha d’ Angola, canários.

Transmissão transovariana.

Postura a cada repasto.

Velho mundo Aegyptianella pullorum (Riquétsia de galinhas e gansos).

Argas persicus

Postura a cada repasto. • Velho mundo  Aegyptianella pullorum (Riquétsia de galinhas e gansos) .
Ornithodoros ssp.
Ornithodoros ssp.

Ornithodoros ssp.

Ornithodoros ssp.
Ornithodoros ssp.
Ornithodoros ssp.

Vetor da febre recidivante (Borrelia recurrentis) dos seres

humanos.

São noturnos e furtivos.

Postura a cada repasto.

As diferentes espécies de Ornithodoros parasitam roedores, cervos e bovinos.

Carrapatos do chão.

Otobius carrapato espinhoso

Otobius – carrapato espinhoso • Carrapato parasita dos canais auriculares de bovino e cães. e única
Otobius – carrapato espinhoso • Carrapato parasita dos canais auriculares de bovino e cães. e única

Carrapato parasita dos canais auriculares de bovino e cães.

e

única postura.

Único

hospedeiro

Larvas

e

ninfas

permanecem

vários

meses no hospedeiro.

Hipóstomo: ninfa.

hospedeiro • Larvas e ninfas permanecem vários meses no hospedeiro. • Hipóstomo: ninfa.
hospedeiro • Larvas e ninfas permanecem vários meses no hospedeiro. • Hipóstomo: ninfa.

Controle dos Carrapatos

Redução X Erradicação

 

Raças resistentes (Bos indicus)

Controle ambiental (controle biológico).

Controle no animal

 C a r r a p a t i c i d a s

Carrapaticidas Vacinas

Controle nas pastagens

Controle nas pastagens  L impeza das pastagens  Rotação de pastagens  Cultivo de pastagens
Controle nas pastagens  L impeza das pastagens  Rotação de pastagens  Cultivo de pastagens

Limpeza das pastagens

Rotação de pastagens

Cultivo de pastagens que dificultam a sobrevivência das larvas

Melinis minutiflora (capim-gordura ou meloso)

Brachiaria brizantha (capim-morundu)

Queima de pastagens

Utilização de carrapaticidas nas pastagens

Controle no Animal

Controle no Animal  Carrapaticidas de contato (banhos ou pour on)  Formamidina → amitraz (Triatox)
Controle no Animal  Carrapaticidas de contato (banhos ou pour on)  Formamidina → amitraz (Triatox)

Carrapaticidas de contato (banhos ou pour on)

Formamidina amitraz (Triatox)

Piretróides →cipermetrina, deltametrina (Butox),flumetrina (Bayticol), alfametrina, zetacipermetrina

Fipronil (Top Line)

Carrapaticidas sistêmicos (injetável ou pour on)

Avermectinas

sistêmicos (injetável ou pour on)  Avermectinas • ivermectina (Ivomec)  Fluazuron (Acatak) →

ivermectina (Ivomec)

Fluazuron (Acatak) → inibidor de crescimento

abamectina

Controle nos cães e residências

Controle nos cães e residências  Residências Limpeza de jardins, gramados Tratamento com carrapaticidas  Nos
Controle nos cães e residências  Residências Limpeza de jardins, gramados Tratamento com carrapaticidas  Nos

Residências

Controle nos cães e residências  Residências Limpeza de jardins, gramados Tratamento com carrapaticidas  Nos

Limpeza de jardins, gramados

Tratamento com carrapaticidas

Nos cães

Banhos com carrapaticidas de contato,

Pour-on,

Coleiras,

injetável

Controle no Bovino - 1 hospedeiro

Controle no Bovino - 1 hospedeiro  Banho de imersão em solução carrapaticida    Aspersão
Controle no Bovino - 1 hospedeiro  Banho de imersão em solução carrapaticida    Aspersão

Banho de imersão em solução carrapaticida

 

Aspersão

(pulverização)

manual

ou

mecânica

com

carrapaticidas

 

Amitraz, Piretóides, outros inicia com 3 aplicações com intervalo de 21 dias (verão)

Injeção carrapaticida

 

Pour-on

Brincos carrapaticidas

 

Principais carrapaticidas utilizados em bovinos

Princípio ativo

Modo de aplicação

Diluição em água

Cipermetrina

Pulverização

20

ml/20 litros

Cyhalotrin

Pulverização

50

ml/20 litros

 

Pulverização

20

ml/20 litros

Deltametrina

Pour-on

10 ml/100 kg de p.v.

Fipronil

Pour-on

10 ml/100 lkg de p.v.

 

Pulverização

10

ml/20 litros

Flumethrin

Pour-on

1 ml/10 kg de p.v.

p.v.= peso vivo

Controle nos Equinos – 2 e 3 hospedeiros
Controle nos Equinos – 2 e 3 hospedeiros
Controle nos Equinos – 2 e 3 hospedeiros  Pulverização de todo o corpo dos eqüinos

Pulverização de todo o corpo dos eqüinos

Volume de 4 a 5 litros de emulsão acaricida (piretóides) por cavalo adulto

Intervalos de 24 dias, cobrindo um período de pelo menos 4 meses ininterruptos do ano, na primavera e/ou verão.

Após o tratamento os animais devem voltar para o mesmo pasto.

Falhas no tratamento

Falhas no tratamento  Desconhecimento dos produtos  Falta de monitoração da concentração
Falhas no tratamento  Desconhecimento dos produtos  Falta de monitoração da concentração

Desconhecimento dos produtos

Falta

de

monitoração

da

concentração

 

de

produtos

carrapaticidas (imersão)

 

Pulverização (aspersão manual)

inadequada

Resistência

ao

carrapaticida

(biocarrapaticidograma)

Resistência aos carrapaticidas

Resistência aos carrapaticidas  Uso indiscriminado e excessivo dos inseticidas  Desconhecimento dos grupos
Resistência aos carrapaticidas  Uso indiscriminado e excessivo dos inseticidas  Desconhecimento dos grupos

Uso indiscriminado e excessivo dos inseticidas

Desconhecimento dos grupos químicos (devem ser

trocados a cada 2 anos)

Uso de formulações de longa persistência

Controle dos carrapatos

Controle dos carrapatos Controle Integrado
Controle dos carrapatos Controle Integrado

Controle Integrado

Controle dos carrapatos Controle Integrado
Controle dos carrapatos Controle Integrado
Controle dos carrapatos Controle Integrado
Controle dos carrapatos Controle Integrado
Controle dos carrapatos Controle Integrado
Controle dos carrapatos Controle Integrado

Controle de argasídeos

Controle de argasídeos  Aplicação de acaricida no ambiente.  Pulverizar todos frestas as e vãos
Controle de argasídeos  Aplicação de acaricida no ambiente.  Pulverizar todos frestas as e vãos

Aplicação de acaricida no ambiente.

Pulverizar

todos

frestas

as

e

vãos

acometidas.

nas

construções

Pulverizar as caixas de ninhos e poleiros nos aviários.

Carrapatos

do

chão:

blocos

dióxido

uso

de

de

carbono sólido.

de