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1 INTRODUÇÃO

A pesquisa científica abarca as ciências naturais, exatas e sociais. Em todas


essas áreas, homens e mulheres se vêem intrigados por enigmas que precisam
decifrar. E embrenha-se na busca de respostas para eles. Essa busca acontece
desde que o mundo é mundo, pois o ser humano traz consigo a curiosidade, a
necessidade de transformar o ambiente em que vive. Por isso mesmo, se olharmos
para trás, veremos que nossos antepassados sempre estiveram em busca de
respostas para seus problemas, tentando entender como os fenômenos aconteciam,
movimentando o fazer científico. A ciência, portanto, busca respostas, é:

“a investigação metódica, organizada, da realidade, para


descobrir a essência dos seres e dos fenômenos e as leis que
os regem com o fim de aproveitar as propriedades das coisas e
dos processos naturais em benefício do homem” (PINTO apud
RICHARDSON, 1999, p. 21).

As respostas, por sua vez, resultam em novos conhecimentos, pois


respondem a muitas de nossas muitas indagações. Para chegar a essa etapa, no
entanto, o cientista precisa passar por outras duas: refletir sobre o fenômeno
estudado e saber como ele acontece, para, finalmente, explicar como ele acontece
(ibid, p. 20).

Este projeto de pesquisa aborda a implantação das ferramentas da qualidade


no desenvolvimento das atividades da Companhia Vale do Rio Doce-VALE/Oficina
de Vagões na Estrada de Ferro Carajás através da utilização da válvula do controle
de freio do fabricante Sab Wabco, buscando analisar as perdas de produtividade
verificadas, bem como as melhorias observadas a partir da implantação das
referidas ferramentas.

As ferramentas da qualidade são as técnicas utilizadas nos processos de


Gestão da Qualidade, principalmente a partir da década de 50, com base em
conceitos e práticas existentes, aplicando fortemente a Estatística.
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As ferramentas da qualidade são gerenciais e permitem análises de fatos e


tomada de decisão com base em dados, dando a certeza de que a decisão é
realmente a mais indicada.

As principais ferramentas da Qualidade são:

a) Brainstorming; b) Cartas de Controle; c) Diagrama de Causa e Efeito; d)


Fluxograma; e) Diagrama de Pareto; e, f) Plano de ação 5W2H

Neste trabalho que busca verificar as causas de perda de produtividade na


utilização da válvula do controle de freio do fabricante Sab Wabco na Oficina de
Vagões na Estrada de Ferro Carajás, pretende-se VERIFICAR a utilização da(s)
Ferramenta(s) PDCA, a Matriz GUT, Matriz de Priorização, Matriz RAB, porquanto
se configuram como as mais adequadas ao projeto de pesquisa.

2 TEMA

FERRAMENTAS DE QUALIDADE: Utilizando as ferramentas de qualidade


para aumentar a produtividade na Companhia Vale do Rio Doce-VALE/Oficina de
Vagões na Estrada de Ferro Carajás

3 PROBLEMA

O processo de produção de válvula de freios na oficina de manutenção de

vagões tem várias perdas como o alto índice de corretiva de retífica, o desvio de

função dos funcionários envolvidos na atividade e pela quantidade de reuniões,

como mostra o gráfico I, o alto índice de corretiva de retífica engloba 20% de perda

da produção mensal dessa oficina, sendo esse o impacto estudado no projeto.


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Gráfico I

(FALTA FONTE)

4 HIPÓTESE

A utilização das ferramentas de qualidade permite resolver o problema da


perda de produtividade percebida na liberação de válvula do controle de freio do
fabricante Sab Wabco?

5 OBJETIVOS

5.1 Geral

Mostrar a importância das ferramentas de qualidade na identificação e


resolução de problemas dentro da Oficina de Vagões da Estrada de Ferro Carajás.

5.2 Específicos

• Mostrar as ferramentas de qualidade e suas aplicabilidades dentro do


programa de melhoria contínua existente na Estrada de Ferro Carajás;
• Destacar o trabalho desenvolvido pelo grupo de controle da qualidade,
o SOS-PP, onde desenvolveu dispositivo para eliminar retrabalho;
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• Levantar dados que comprovem a eficiência do trabalho desenvolvido


pelo grupo SOS-PP.

6 JUSTIFICATIVA

Grandes empresas utilizam programas de qualidade para aumentar a


produtividade de seus colaboradores, a qualidade de serviços e/ou produtos e
fortalecer o trabalho em equipe. As empresas que utilizam estes programas
melhoram o clima organizacional, reduzem o índice de acidentes e aprimoram os
índices de saúde, como também se tem maior envolvimento entre funcionários e
empresa melhorando o clima organizacional. Dentro da Companhia Vale do Rio
Doce (Vale), existe um programa de qualidade que incentiva os colaboradores a
participarem do Circulo de Controle da Qualidade (CCQ), e foi a partir deste Circulo
de Qualidade que nasceu o grupo SOS-PP que identificou uma necessidade urgente
no processo produtivo, e através de ferramentas de qualidade como: PDCA, a Matriz
GUT, Matriz de Priorização, Matriz RAB, desenvolveu um projeto denominado
Retifica de válvulas. Historicamente na Estrada de Ferro Carajás a manutenção de
componentes de bronze de freios de vagões eram retificados manualmente,
demandando muito tempo e habilidade do mantenedor, sendo que após a
implantação do projeto pelo grupo, aumentando a produção e diminuindo
significativamente o tempo gasto na manutenção de cada válvula.

Por conta dos inúmeros ganhos tangíveis e intangíveis deste projeto


mostrarei a importância das ferramentas de qualidade dentro de uma grande
organização, assim como os benefícios que a qualidade traz para o ambiente de
trabalho.

7 REFERENCIAL TEÓRICO

O controle de qualidade teve início nos anos 30, com a aplicação do gráfico
de controle desenvolvido por W. A. Shewart, da Bell Laboratories.Durante a
Segunda Guerra, por meio da utilização desse método, os Estados Unidos
conseguiram produzir suprimentos militares mais baratos e em grande quantidade.
Durante a Segunda Guerra, a produção americana apresentou características de
qualidade, quantidade e baixos custos. Na Inglaterra, berços da estatística moderna
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foram adotados os padrões normativos britânicos 600 a partir de 1935.Durante o


Pós-Guerra o Japão desenvolveu técnicas de qualidade e produtividade de forma
tão eficiente, que esta passou a ser considerada como uma nova revolução
industrial. O resultado foi uma oferta de produtos japoneses de alta qualidade a
preços reduzidos que conquistaram o mercado e desbancaram empresas
americanas tradicionais.Neste período, o Controle de Qualidade Total (Total Quality
Control – TQC) evoluiu para uma grande gestão mais abrangente da empresa e
passou a denominar-se Gerenciamento Total da Qualidade (Total Quality
Management –TQM)Mas a história da evolução da qualidade continuou a ser escrita
no dia-a-dia das empresas, e na sua competição pelo mercado surgem novas
tecnologias, na forma de máquinas, robôs, de novos materiais (mais facilmente
trabalhados), alem de dispositivos de softwares, que auxiliam no controle dos
processos.Grandes empresas utilizam de várias ferramentas de qualidade (PDCA,
Matriz GUT, etc) para aumentar sua produção e melhorar a qualidade de seus
produtos e/ou serviços. Criam círculos de qualidade e despertam em seus
colaboradores o interesse pela qualidade, estes círculos trazem benefícios e
melhora o processo produtivo com baixo custo para a empresa. As regras são
válidas para empresas de todos os setores e portes, públicas ou privadas. A
qualidade nas relações de trabalho, dos produtos e da imagem da organização na
sociedade gera maior competitividade no mercado. Mais do que bom senso, o
sucesso do gerenciamento de uma empresa exige disciplina e sistema para
estabelecer e cumprir metas. É, essencial, e de forma simplificada, que as pessoas
aprende a estabelecer metas e aprende a atingi-las.

Quando você tem a qualidade no sentido mais amplo, não só qualidade de


produto, mais um gerenciamento que leva satisfação a todos, para quem compram
seu produto, para quem é dono da empresa, para quem trabalha na empresa e para
quem convive com a empresa na sociedade. A gente não pode só pensar em
qualidade de produto, tem de pensar em satisfação de todas as pessoas que, de
uma forma ou de outra, interagem com a organização. Eu recomendaria a todo
mundo que tem seu comércio, tem sua indústria, escola, hospital, fazenda ou sítios
que procure usufruir dos conhecimentos uns dos outros. (CAMPOS, Vicente Falconi)
É uma coisa difícil conseguir bom entendimento, pois nós seres humanos, somos
presos a símbolos e o primeiro ponto é que não dá para usar bem o PDCA (melhoria
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da operação) sem o SDCA (boa operação). É difícil melhorar o que é aleatório.


Precisamos de consistência para melhorar. Outro ponto muito importante é que
atingir metas é um processo de aprendizado e crescimento humano, muito
motivador desde que as pessoas estejam envolvidas com seus corações e suas
metas.O importante em qualquer empresa é garantir disciplina operacional ou boa
execução do trabalho padronizado. Esta garantia somente é conseguida pela boa
padronização de processos e tarefas, além de um treinamento e uma participação
voluntária é necessário monitorar os resultados para verificar a estabilidade dos
resultados dos processos. A própria equipe tem que corrigir seus desvios.
Conseguir isto é o auge de um bom SDCA. Quando se tem um bom SDCA,
podem-se copiar mais facilmente as melhores práticas, pois as pessoas já estão
acostumadas com a execução disciplinada de padrões. Troca-se o padrão por outro
melhor, treina-se e a disciplina é conseguida rapidamente. Uma empresa assim
aprende rápido.

O PDCA, quando utilizado sobre um bom SDCA, tem a função de alterar a


maneira de trabalhar. Abastecer e trocar os pneus de um carro de Fórmula I
consistentemente em 6 segundos deve ter sido conseguido pela utilização
simultânea do SDCA e PDCA ao longo dos anos. Novas práticas propostas pela
solução de problemas por meio do PDCA.

É por esta razão que em algumas empresas a prática dos black belts, traz
mais resultados que em outras. Quando o SDCA é bom, qualquer melhoria
funciona. (CAMPOS, Vicente Falconi)

Nas empresas, o sucesso e o estágio da implantação da gestão da qualidade


são proporcionais à motivação e comprometimento do proprietário da empresa. É
necessário encontrar o equilíbrio entre as características positivas do produto e a
não existência de deficiências, essas características positivas não se referem a
componentes luxuosos, mas sim a características técnicas de um produto que foi
desenhado para corresponder às necessidades.

Para o planejamento torna-se necessário criar características do produto que


satisfaçam as necessidades e com isto transformar as oportunidades de melhoria
numa tarefa para todos colaboradores, e criar um conselho de qualidade que
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selecione os melhores projetos, promover a formação e avaliar a progressão dos


resultados controlando a qualidade do desempenho do projeto. (JURAN. J. M)

Segundo (Moacyr Paranhos Filho Iipex,2007) A produção é à base do sistema


econômico de uma nação que conseguirá atingir os objetivos básicos da produção –
a confiabilidade, a qualidade, a flexibilidade e a otimização do processo, são
condições necessárias para garantir o sucesso de uma operação. Produzir com
qualidade é um fato chave para a competitividade das empresas, no entanto não
podemos planejar a qualidade se não entendermos o significado. O sistema de
qualidade é um conjunto de regras ou procedimentos, que procuram padronizar e
assim garantir que as principais exigências da qualidade sejam seguidas, e que
sejam de forma constante padronização dos processos servem para ter certeza que
todas saibam o que fazer e como fazer todas as atividades relacionadas com a
produção do produto durante o processo estabelecendo um procedimento por
escrito e mostrando claramente quais são os passos a ser seguidos , com isso o
sistema de qualidade “serviços são atos, ações, uma vez que engloba de forma
simples e objetiva todas as categorias sejam agregados ficam satisfeitos ou não
conforme suas expectativas. Portanto a qualidade em serviços é variável de acordo
com o produto final de um serviço”.Pela dificuldade de avaliar os resultados e pela
impossibilidade de avaliação do serviço, além de perceber os riscos baseia-se
fortemente em referências de terceiros e na reputação da organização prestadora do
serviço.

Segundo (LAS CASAS. ed. – São Paulo: Atlas, 2004) A perecibilidade é um


dos componentes do serviço que devido a sua falta de utilização resulta em perda
para a empresa, esses serviços são direcionados e estão muito mais voltados para o
uso por um número considerável de consumidores.A heterogeneidade é uma parte
dos serviços que variam, as exigências são maiores por parte dos consumidores
devido a sua “exclusividade”. A estratégia de qualidade deve ter algo a dizer sobre:
as Prioridades Competitivas da organização e como se espera que o programa de
QM contribua para atingir o aumento de competitividade, os papéis e
responsabilidades das várias partes da organização na melhoria da qualidade; os
recursos que estarão disponíveis para melhoria de qualidade; e a abordagem geral e
a filosofia de melhoria de qualidade da organização.A qualidade passou a ser o
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produto final da organização, o seu objetivo maior, uma de suas metas final e;
paradoxalmente, ao mesmo tempo, a meta que - devido ao mesmo aprimoramento
contínuo - nunca é alcançada completamente, uma vez que no gerenciamento pela
qualidade total, as metas são por si só dinâmicas. É nesta perspectiva que este
Projeto será desenvolvido.

Segundo Juram (1992) “planejamento da qualidade é a atividade de


estabelecer as metas e estabelecer os meios necessários à realização dessas
metas”, para planejar e estabelecer metas é necessário conhecimento e este muitas
vezes é carente. As organizações precisam investir em seu funcionário, pois. Existe
uma forte ligação entre necessidade e metas, para que as metas sejam traçadas as
necessidades devem ser estudadas e são com essa relação que os colaboradores
de uma organização, principalmente aqueles que irão traçar as metas devem se
concentrar, mas isso só será possível se eles tiverem um amplo conhecimento de
Qualidade. CCQ- CÍRCULO DE CONTROLE DA QUALIDADE são propostas de
melhorias que as empresas adotam pra solucionar os problemas, com participação
de grupos que se dispõem em melhorar processos em suas atividades.Pois a
excelência é característica que evidencia alguma coisa pela sua superioridade em
relação ao seu semelhante num determinado contexto, no presente é o principio que
fundamenta a administração da qualidade orientada para a busca de padrões
superiores de desempenho a melhoria da qualidade é o caminho para a
prosperidade, por meio do aumento da produtividade, da redução de custos, da
conquista de mercado e da expansão do emprego, nota-se que para atingir a
qualidade é necessário percorrer um caminho que vai desde a produção,quando
pensar em qualidade, não devemos ligá-la somente a um produto sem defeitos, que
esteja de acordo com as especificações, não necessariamente deve-se deixar de
lado, mas devemos pensar nas necessidades do usuário, desde a produção, A vista
de Juran criou uma atmosfera na qual o controle de qualidade devia ser encarado
como uma ferramenta de administração, criando assim uma abertura para o
estabelecimento do controle de qualidade total como o conhecemos atualmente.
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8 METODOLOGIA

Como processo de investigação para a estruturação do trabalho monográfico


serão utilizadas as seguintes atividades envolvendo, inclusive, análise documental e
de conteúdo :

• Estudo bibliográfico sobre temas abordados e fichamento de textos;


• Estudo in loco do cotidiano da empresa investigada e dos planos de
melhorias de gestão estratégica de qualidade;
• Estudo e analise de relatórios dos planos de implementação da
empresa;
• Indicadores de qualidade e analise de S.W.O.T;
• Conversas informais com colaboradores;
• Discussão com orientador.

8.1 Amostragem

Os dados serão obtidos através de pesquisa bibliográfica e documental, de


relatórios de auditoria, check-lists, além de acompanhamento da utilização e
eficiência do projeto desenvolvido.

8.2 Coleta de dados

A coleta de dados será efetuada pelos autores deste estudo, em livros e com
depoimentos das pessoas que se beneficiaram com o projeto.

8.3 Instrumentos

O instrumento o qual servirá para a busca de dados em campo será um


fichário que deverá conter as principais informações que atenda aos objetivos do
estudo em questão. Para que o trabalho tenha mais validade será utilizada uma
máquina fotográfica para que as imagens sirvam de ilustração, e apresentação dos
resultados obtidos, assim como vídeos mostrando o antes e o depois do projeto,
depoimentos das pessoas envolvidas, e folhetins que trazem o trabalho como
matéria principal.
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8.4 Análise Estatística

Após o levantamento dos dados os mesmos serão analisados e tabulados no


programa excell, e apresentados em forma de gráficos e tabelas com a relação em
percentual.

Após a análise os dados serão comentados de acordo com as


recomendações da literatura que aborda a temática.

9 RECURSOS

9.1 Recursos Materiais

O orçamento para elaboração deste estudo será de responsabilidade dos autores do

mesmo.

Material Quantidade
Papel a-4 2 resmas
Tinta/impressão 1 cartuchos
Canetas comum 2 unidades
Encadernação 1Unidades
Digitação 50 páginas
Normalização 50 páginas
Correção Português 50 páginas
TOTAL -

9.2 Recursos Humanos

Os recursos humanos que deverão se envolver no estudo será os discentes


pesquisadores, comunidade que utiliza o projeto desenvolvido pelo grupo SOS-PP,
orientador, digitador, bibliotecário, professor de português.

10 CRONOGRAMA

ATIVIDADE PERIODO 2009


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FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Seleção dos projetos
a serem pesquisado
Pesquisa
bibliográfica
Pesquisa de campo
Análise dos dados
Tabulação e
interpretação
Avaliação dos
resultados
Elaboração da
monografia
Entrega da
monografia para
Banca

REFERÊNCIAS
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CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia. -.


8 ed. INDG Tec, 2004

CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: controle da qualidade total. No estilo Japonês.


Fundação Christiano Ottoni, 1992

JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: os novos passos para o


planejamento da qualidade em produtos e serviços. – São Paulo: Pioneira, 1992

LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços: conceitos,


exercícios, casos práticos. – 4 ed. – São Paulo: Atlas, 2004

PARANHOS FILHO, Moacir. Gestão na produção industrial. – Curitiba: Ibipex,


2007

SLACK, Nigel. Administração de Produção / Nigel Slack, Stuart Chambers,


Robert Johnston. – 2 ed. – São Paulo: Atlas, 2007

PRÉ-SUMÁRIO
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TITULO: Utilizando as ferramentas de qualidade para aumentar a produtividade na


Companhia Vale do Rio Doce-VALE/Oficina de Vagões na Estrada de Ferro Carajás

RESUMO

INTRODUÇAO

1. CONCEITOS DE CCQ.

1.1.1 Objetivos do CCQ;

1.1.2 Conceitos e princípios;

1.1.3 Tipos de planejamento;

2. AS IMPLEMENTAÇÃO NA GESTÃO DA QUALIDADE NA CONDUÇÃO DO

CCQ E SUA IMPORTANCIA PAR O DESENVOLVIMENTO DA EMPRESA:

UM ESTUDO DE CASO.

2.1 Planejamento estratégico para o trabalho;

2.1.1 Análise do ambiente interno e externo;

2.1.2 Indiciadores de qualidade

2.2 Os Resultados do programa de qualidade que incentiva os colaboradores

a participarem do Circulo de Controle da Qualidade (CCQ)

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

BIBLIOGRAFIA

ANEXOS

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO – UNICEUMA


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COORDENADORIA GERAL DO CAMPUS IIl


COORDENAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO

FERRAMENTAS DE QUALIDADE: Utilizando as ferramentas de qualidade para


aumentar a produtividade na Companhia Vale do Rio Doce-VALE/Oficina de Vagões
na Estrada de Ferro Carajás.

São Luís,
Junho/2009

ANA MARIA SOUSA COSTA


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FERRAMENTAS DE QUALIDADE: Utilizando as ferramentas de qualidade para


aumentar a produtividade na Companhia Vale do Rio Doce-VALE/Oficina de Vagões
na Estrada de Ferro Carajás.

Projeto de Monografia apresentado ao Curso


de Administração do Centro Universitário do
Estado do Maranhão - UNICEUMA como
requisito para a elaboração do trabalho de
conclusão de curso.

Orientador: Profº. Esp. Paulo Costa Carioca

São Luís
Junho/2009
SUMÁRIO
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1 INTRODUÇÃO ................................................................................... 5
2 TEMA .................................................................................................. 6
3 PROBLEMA ........................................................................................ 6
4 HIPÒTESE........................................................................................... 6
5 OBJETIVOS......................................................................................... 7
5.1 Geral ................................................................................................... 7
5.2 Específicos ......................................................................................... 7
6 JUSTIFICATAVA ................................................................................ 8
7 REFERENCIAL TEORICO ............................................................... 8
8 METODOLOGIA.................................................................................. 13
8.1 Amostragem....................................................................................... 13
8.2 Coleta de Dados................................................................................ 13
8.3 Instrumentos...................................................................................... 13
8.4 Análise dos Estatística...................................................................... 14
9 RECURSOS........................................................................................... 14
9.1 Recursos Materiais. .......................................................................... 14
9.2 Recursos Humanos. .......................................................................... 15
10 CRONOGRAMA ................................................................................ 15
REFERÊNCIAS ................................................................................... 16