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INPAMEINPAME InstitutoInstituto NacionalNacional dede PrevençãoPrevenção aosaos AcidentesAcidentes emem
INPAMEINPAME
InstitutoInstituto NacionalNacional dede PrevençãoPrevenção aosaos
AcidentesAcidentes emem MáquinasMáquinas ee EquipamentosEquipamentos
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CURSOCURSO PPRMIPPPRMIP PARAPARA GERENCIADORESGERENCIADORES PROGRAMAPROGRAMA DEDE PREVENÇÃOPREVENÇÃO DEDE
CURSOCURSO PPRMIPPPRMIP
PARAPARA GERENCIADORESGERENCIADORES
PROGRAMAPROGRAMA DEDE PREVENÇÃOPREVENÇÃO DEDE RISCOSRISCOS
EMEM MÁQUINASMÁQUINAS INJETORASINJETORAS DEDE PLASTICOSPLASTICOS
Atendendo ao texto da Nova NR-12,
firmada em dezembro de 2010.
Atualizado para a Convenção Coletiva
das Indústrias Metalúrgicas do Estado
de São Paulo, firmada em outubro de 2010.
FOTOSFOTOS CONFORMECONFORME SEQUENCIASEQUENCIA DADA APOSTILAAPOSTILA
FOTOSFOTOS
CONFORMECONFORME SEQUENCIASEQUENCIA
DADA APOSTILAAPOSTILA
PARTEPARTE II - INTRODUÇÃO E FUNDAMENTOS - PROTEÇÃO AO TRABALHO EM MÁQUINAS OPERATRIZES OU MÁQUINAS
PARTEPARTE II
- INTRODUÇÃO E FUNDAMENTOS
- PROTEÇÃO AO TRABALHO EM
MÁQUINAS OPERATRIZES OU
MÁQUINAS – FERRAMENTA
Proteção Alimentação fixa Mecanismo de fechamento Unidade de injeção Painel de coman o d Área
Proteção
Alimentação
fixa
Mecanismo de
fechamento
Unidade
de injeção
Painel de
coman o
d
Área de
moldagem
Proteção
Descarga
móvel
Painel elétrico
2.2.2.2. FUNDAMENTOSFUNDAMENTOSFUNDAMENTOSFUNDAMENTOS PARAPARAPARAPARA PROTEÇÃOPROTEÇÃOPROTEÇÃOPROTEÇÃO
2.2.2.2. FUNDAMENTOSFUNDAMENTOSFUNDAMENTOSFUNDAMENTOS PARAPARAPARAPARA PROTEÇÃOPROTEÇÃOPROTEÇÃOPROTEÇÃO
ADEQUADAADEQUADAADEQUADAADEQUADA AOAOAOAO TRABALHOTRABALHOTRABALHOTRABALHO EMEMEMEM
MÁQUINASMÁQUINASMÁQUINASMÁQUINAS
MODALIDADES DE PROTEÇÕES MECÂNICAS As proteções mecânicas podem ser de dois tipos: a) Proteções mecânicas
MODALIDADES DE PROTEÇÕES MECÂNICAS
As proteções mecânicas podem ser de dois tipos:
a) Proteções mecânicas fixas
Fixadas, obrigatoriamente, com parafusos (não vale
nenhum outro tipo de fixação, borboleta / pino-argola)
b) Proteções móveis
Podem ser movimentadas manualmente.
Devem
ser
dotadas
de
intertravamento
de
segurança
(“sensor
de
segurança”)
que
ligam
a
proteção
com
o
comando da máquina.
Deve garantir a pronta parada da máquina sempre que a
proteção for movimentada.
c)c)c)c) ProteçõesProteçõesProteçõesProteções dededede açãoaçãoaçãoação àààà
c)c)c)c) ProteçõesProteçõesProteçõesProteções dededede açãoaçãoaçãoação àààà distânciadistânciadistânciadistância
Garantem a pronta parada da máquina sempre
que a mão ou qualquer parte do corpo do
operador ingressar em áreas de risco, que são
definidas por linhas ou por distâncias de
segurança. Estes equipamentos são quase
sempre eletroeletrônicos ou óptico-eletrônicos e
devem atender a normas técnicas específicas.
ComplementosComplementosComplementosComplementos importantesimportantesimportantesimportantes
ComplementosComplementosComplementosComplementos importantesimportantesimportantesimportantes
(Constantes(Constantes(Constantes(Constantes dodododo AnexoAnexoAnexoAnexo 1111 dadadada NRNR-NRNR--12-121212 –––– ParteParteParteParte B)B)B)B)
NãoNãoNãoNão podepodepodepode permitirpermitirpermitirpermitir burlaburlaburlaburla
-As cortinas devem ser instaladas de forma que
sua área de detecção cubra o acesso à zona de
risco, com o cuidado de não se oferecer espaços
de zona morta, ou seja, espaço entre a cortina e
o corpo da máquina onde pode permanecer um
trabalhador sem ser detectado (complemento
INPAME: ou por onde possa ingressar mão /
braço, sem serem detectados).
Instalação da Cortina de luz - Outras características de instalação de cortina de luz, tais
Instalação da Cortina de luz
- Outras características de instalação de
cortina de luz, tais como aproximação
paralela, aproximação em ângulo e
equipamentos de dupla posição devem
atender às condições específicas previstas na
norma ISO 13855.
EXEMPLOS SISTEMAS DE PROTEÇÃO COLETIVA
EXEMPLOS SISTEMAS DE
PROTEÇÃO COLETIVA
1) COMBINAÇÃO DE BARREIRAS MECÂNICAS COM EQUIPAMENTOS DE AÇÃO À DISTÂNCIA (no caso AOPD tipo
1) COMBINAÇÃO DE BARREIRAS
MECÂNICAS COM EQUIPAMENTOS
DE AÇÃO À DISTÂNCIA
(no caso AOPD tipo Cortina de luz)
barreira Cortina de luz mecânica
barreira
Cortina de luz
mecânica
barreira mecânica Cortina de luz
barreira
mecânica
Cortina de luz
barreira mecânica Cortina de luz
barreira
mecânica
Cortina de luz
Cortina de luz barreira mecânica
Cortina de luz
barreira mecânica
2) COMBINAÇÃO DE BARREIRAS MECÂNICAS FIXAS COM BARREIRAS MECÂNICAS MOVEIS INTERTRAVADAS
2) COMBINAÇÃO DE BARREIRAS
MECÂNICAS FIXAS COM BARREIRAS
MECÂNICAS MOVEIS INTERTRAVADAS
Proteção Alimentação fixa Mecanismo de fechamento Unidade de injeção Painel de coman o d Área
Proteção
Alimentação
fixa
Mecanismo de
fechamento
Unidade
de injeção
Painel de
coman o
d
Área de
moldagem
Proteção
Descarga
móvel
Painel elétrico
Proteção fixa Proteção móvel
Proteção fixa
Proteção móvel
Proteção móvel Proteção fixa
Proteção móvel
Proteção fixa
3) COMBINAÇÃO DE CORTINAS DE LUZ COM ESPELHOS
3) COMBINAÇÃO DE CORTINAS
DE LUZ COM ESPELHOS
Cortina de luz espelho
Cortina
de luz
espelho
4) PROTEÇÕES DE PERÍMETRO QUE FREQUENTEMENTE COMBINAM PROTEÇÕES MECÂNICAS FIXAS COM PROTEÇÕES MÓVEIS
4) PROTEÇÕES DE PERÍMETRO QUE
FREQUENTEMENTE COMBINAM
PROTEÇÕES MECÂNICAS FIXAS COM
PROTEÇÕES MÓVEIS INTERTRAVADAS
FOTOS
FOTOS
Alimentação: FUNIL
Alimentação:
FUNIL
Extração: MECÂNICO SIMPLES
Extração:
MECÂNICO SIMPLES
Acionamento: COMANDO BIMANUAL
Acionamento:
COMANDO BIMANUAL
11. SISTEMAS DE PARADA DE EMERGÊNCIA Botão de parada de emergência Cabos, barras e alavancas,
11. SISTEMAS DE PARADA DE EMERGÊNCIA
Botão de
parada de
emergência
Cabos, barras e
alavancas,
O EPI pode ser inútil ou exagerado ou inadequado ou tudo isso junto. Recomendamos releitura
O EPI pode ser inútil ou exagerado ou inadequado
ou tudo isso junto.
Recomendamos releitura atenta da NR-06.
Na proteção ao trabalho em máquina o EPI tem
Observar que não existe NR de EPC, nem CB de EPC.
um papel muito periférico e muito pequeno.
Neste caso o importante são os EPC.
PARTEPARTE IIIIII RISCOS NA OPERAÇÃO DE UMA MÁQUINA INJETORA conforme anexo III da Convenção Coletiva
PARTEPARTE IIIIII
RISCOS NA OPERAÇÃO DE
UMA MÁQUINA INJETORA
conforme anexo III da Convenção
Coletiva – PPRMIP
1.RISCOS NA OPERAÇÃO DE UMA MÁQUINA INJETORA Serão vistos neste capítulo, riscos nas operações das
1.RISCOS NA OPERAÇÃO DE UMA
MÁQUINA INJETORA
Serão vistos neste capítulo, riscos nas operações das
injetoras e onde se localizam.
ÁREAS DE PERIGO
As áreas de perigo de uma máquina injetora (conforme
ABNT NBR 13536) SÃO:
1. Área do molde
2. Área do conjunto injetor
3. Área do mecanismo de fechamento
4. Área de alimentação do material
5. Área dos extratores de machos e peças
6. Área das resistências de aquecimento
7. Área de descarga de peças
RISCOS PRESENTES EM CADA UMA DAS ÁREAS DE PERIGO Em função dos movimentos que a
RISCOS
PRESENTES
EM
CADA
UMA
DAS
ÁREAS
DE
PERIGO
Em função dos movimentos que a injetora pode realizar,
cada uma das áreas de perigo apresenta tipos diferentes:
INPAME
INPAME
AsAsAsAs figurasfigurasfigurasfiguras ilustramilustramilustramilustram osososos doisdoisdoisdois tipos:tipos:tipos:tipos:
AsAsAsAs figurasfigurasfigurasfiguras ilustramilustramilustramilustram osososos doisdoisdoisdois tipos:tipos:tipos:tipos:
Neste tipo de segurança, a
regulagem deve fazer com que
a barra impeça o movimento
de
fechamento
do
molde,
preservando
a
mão
do
operador
ATENÇÃO: SENSOR FIM DE CURSO PROIBIDO PELA NR-12
ATENÇÃO: SENSOR FIM DE CURSO
PROIBIDO PELA NR-12
AsAsAsAs figurasfigurasfigurasfiguras ilustramilustramilustramilustram umumumum sistemasistemasistemasistema dededede
AsAsAsAs figurasfigurasfigurasfiguras ilustramilustramilustramilustram umumumum sistemasistemasistemasistema dededede segurançasegurançasegurançasegurança hidráulicahidráulicahidráulicahidráulica
operadaoperadaoperadaoperada diretamentediretamentediretamentediretamente pelapelapelapela proteçãoproteção:proteçãoproteção
ParaParaParaPara máquinasmáquinasmáquinasmáquinas dededede maiormaiormaiormaior porte,porte,porte,porte, asasasas
ParaParaParaPara máquinasmáquinasmáquinasmáquinas dededede maiormaiormaiormaior porte,porte,porte,porte, asasasas figurasfigurasfigurasfiguras mostrammostrammostrammostram umumumum
sistemasistemasistemasistema utilizadoutilizado.utilizadoutilizado
ÁREAÁREAÁREAÁREA DODODODO MECANISMOMECANISMOMECANISMOMECANISMO DEDEDEDE FECHAMENTOFECHAMENTOFECHAMENTOFECHAMENTO
ÁREAÁREAÁREAÁREA DODODODO MECANISMOMECANISMOMECANISMOMECANISMO DEDEDEDE FECHAMENTOFECHAMENTOFECHAMENTOFECHAMENTO
Proteção fixa ou móvel com um fim de curso que,
quando aberta, deve desligar o motor elétrico,
principal.
Respeitar as distâncias de segurança
INPAME
INPAME
MÁQUINASMÁQUINASMÁQUINASMÁQUINAS ESPECIAISESPECIAISESPECIAISESPECIAIS EFEITOEFEITOEFEITOEFEITO DADADADA
MÁQUINASMÁQUINASMÁQUINASMÁQUINAS ESPECIAISESPECIAISESPECIAISESPECIAIS
EFEITOEFEITOEFEITOEFEITO DADADADA GRAVIDADEGRAVIDADEGRAVIDADEGRAVIDADE
Se o curso de abertura dor maior que 500 mm ou se
a placa tiver dimensão maior que 800 mm, devem
possuir segurança mecânica que atuará tão logo a
proteção seja aberta.
PARTEPARTE VIIIVIII TIPOS conforme anexo III da Convenção Coletiva – PPRMIP
PARTEPARTE VIIIVIII
TIPOS
conforme anexo III da Convenção
Coletiva – PPRMIP
TIPOS:TIPOS:TIPOS:TIPOS: conforme anexo III da Convenção Coletiva – PPRMIP Em função dos tipos de peças
TIPOS:TIPOS:TIPOS:TIPOS:
conforme anexo III da Convenção Coletiva – PPRMIP
Em função dos tipos de peças moldadas e das tecnologias
empregadas na sua construção, as injetoras têm suas
configurações modificadas.
Até o momento, encontram-se no mercado, injetoras com as
configurações que modificam principalmente os itens abaixo:
CLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃO QUANTOQUANTOQUANTOQUANTO AAAA
CLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃO QUANTOQUANTOQUANTOQUANTO AAAA DISPOSIÇÃODISPOSIÇÃODISPOSIÇÃODISPOSIÇÃO DODODODO CONJUNTOCONJUNTOCONJUNTOCONJUNTO DEDEDEDE
FECHAMENTOFECHAMENTOFECHAMENTOFECHAMENTO:
O conjunto de fechamento pode ter o fechamento do
molde movimentando-se em dois sentidos: horizontal e
vertical.
Injetora horizontal
Injetora Vertical
A aplicação das injetoras quanto à disposição se dá muito
em função do tipo de peça.
Exemplo: peças com insertos metálicos (plugue de tomada,
conectores elétricos, chave manuais
).
Já o sistema de fechamento se dá através de um cilindro de grande porte que
Já o sistema de fechamento se dá através de um cilindro
de grande porte que fornecerá a força necessária para
suportar a pressão de injeção. As figuras abaixo ilustram os
dois sistemas:
Sistema de fechamento hidro-mecânico
Sistema de fechamento hidráulico
PARTEPARTE VIIIVIII TIPOS conforme anexo III da Convenção Coletiva – PPRMIP
PARTEPARTE VIIIVIII
TIPOS
conforme anexo III da Convenção
Coletiva – PPRMIP
CLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃO QUANTOQUANTOQUANTOQUANTO
CLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃOCLASIFICAÇÃO QUANTOQUANTOQUANTOQUANTO DISPOSIÇÃO,DISPOSIÇÃO,DISPOSIÇÃO,DISPOSIÇÃO, NÚMERONÚMERONÚMERONÚMERO DEDEDEDE
CONJUNTOSCONJUNTOSCONJUNTOSCONJUNTOS EEEE MATERIAISMATERIAISMATERIAISMATERIAIS PROCESSADOSPROCESSADOS:PROCESSADOSPROCESSADOS:::
O conjunto injetor pode estar disposto na horizontal ou na
vertical e, ainda, poderá haver máquinas com mais de um
conjunto injetor, função de se injetar mais de um tipo de
material ou ainda materiais de cores diferentes.
As figuras abaixo ilustram os tipos citados:
Com 01 Conjunto injetor na horizontal
-
Com 02 conjuntos injetores: um na
horizontal e um na vertical
FUNCIONAMENTOFUNCIONAMENTOFUNCIONAMENTOFUNCIONAMENTO:::: A máquina injetora consiste basicamente dos conjuntos
FUNCIONAMENTOFUNCIONAMENTOFUNCIONAMENTOFUNCIONAMENTO::::
A
máquina
injetora
consiste
basicamente
dos
conjuntos abaixo relacionados:
2. CICLO DE OPERAÇÃO DE UMA INJETORA: A injetora, independente de seu tipo, executa um
2. CICLO DE OPERAÇÃO DE UMA INJETORA:
A
injetora, independente de seu tipo, executa um ciclo
completo para produzir a peça. O ciclo pode ser mais bem
visualizado na figura abaixo:
Detalhamento de um ciclo típico de injeção: Iniciando-se o ciclo
com o molde aberto.
Fechamento do molde Encoste do bico
Fechamento do molde
Encoste do bico
INJEÇÃOINJEÇÃOINJEÇÃOINJEÇÃO:::: Nesta fase inicia a transferência do material já plastificado para entro da
INJEÇÃOINJEÇÃOINJEÇÃOINJEÇÃO::::
Nesta fase inicia a transferência do material já plastificado
para entro da cavidade do molde. O enchimento do molde se
faz gradualmente podendo ou não ter variação de velocidade
ao longo do curso de injeção. Esta variação pode ser
necessária para que não afete a qualidade da peça injetada.
Uma vez que a cavidade esteja parcial ou totalmente cheia,
inicia a fase do recalque, que evita que o material, ainda
pastoso, retorne para o cilindro plastificado (canhão) e com
isso gerando falhas na peça.
As figuras abaixo ilustram o processo de enchimento da cavidade do molde à medida que
As figuras abaixo ilustram o processo de enchimento
da cavidade do molde à medida que a função injeção
é realizada.
1111 –––– InicioInicioInicioInicio dadadada InjeçãoInjeçãoInjeçãoInjeção
2222 –––– MeioMeioMeioMeio dadadada InjeçãoInjeçãoInjeçãoInjeção
33-33--- FinalFinalFinalFinal dadadada InjeçãoInjeçãoInjeçãoInjeção //// inicioinicioinicioinicio dodododo recalquerecalquerecalquerecalque
DOSAGEMDOSAGEMDOSAGEMDOSAGEM:::: Nesta fase inicia a recarga do canhão preparando-o para o próximo ciclo. Neste
DOSAGEMDOSAGEMDOSAGEMDOSAGEM::::
Nesta fase inicia a recarga do canhão preparando-o para o
próximo ciclo. Neste processo o material que se encosta-se
ao funil é arrastado através de uma rosca plastificadora que
além de transportar o material, também exerce sobre o
mesmo, uma compressão através da alteração do perfil da
rosca, que auxilia a fusão do material juntamente com o calor
fornecido pelas resistências
A rosca plastificadora, à medida que gira, empurra o material para frente sofre a reação
A rosca plastificadora, à medida que gira, empurra o material
para frente sofre a reação e é empurrada pelo material.
A quantidade de material que é dosada depende do peso da
peça injetada.
As figuras abaixo ilustram o processo de dosagem.
InicioInicioInicioInicio dadadada dosagemdosagemdosagemdosagem
FinalFinalFinalFinal dadadada dosagemdosagemdosagemdosagem
DESCOMPRESSÃODESCOMPRESSÃODESCOMPRESSÃODESCOMPRESSÃO:::: Visando evitar que o material dosado na fase anterior vaze
DESCOMPRESSÃODESCOMPRESSÃODESCOMPRESSÃODESCOMPRESSÃO::::
Visando evitar que o material dosado na fase anterior
vaze para dentro do molde ou para fora do molde do
canhão, pode-se ajustar a máquina para que o
material seja descomprimido através de um leve
recuo da rosca.
Descompressão do material, após a dosagem
Descompressão do material, após a dosagem
RESFRIAMENTORESFRIAMENTORESFRIAMENTORESFRIAMENTO:::: Dependendo do tipo do molde e da matéria – prima, pode ser
RESFRIAMENTORESFRIAMENTORESFRIAMENTORESFRIAMENTO::::
Dependendo do tipo do molde e da matéria – prima,
pode ser necessário recuo do bico. Este movimento nem
sempre é necessário.
ABERTURAABERTURAABERTURAABERTURA DODODODO MOLDEMOLDE:MOLDEMOLDE::: A abertura se inicia ao termino da dosagem,
ABERTURAABERTURAABERTURAABERTURA DODODODO MOLDEMOLDE:MOLDEMOLDE:::
A abertura se inicia ao termino da dosagem, descompressão
e recuo do bico (se existirem) ou após o fim do tempo de
resfriamento, a condição que levar mais tempo. Este
movimento se inicia e, dependendo da complexibilidade,
poderá ser mais rápido ou lento.
Durante o movimento de abertura, outras funções podem ser
executadas simultaneamente (exemplo: extração de machos
(gavetas) através de cilindros hidráulicos ou através de
válvulas pneumáticas)
EXTRAÇÃOEXTRAÇÃOEXTRAÇÃOEXTRAÇÃO DADADADA PEÇAPEÇAPEÇAPEÇA:::: Ao final da abertura, inicia a extração da
EXTRAÇÃOEXTRAÇÃOEXTRAÇÃOEXTRAÇÃO DADADADA PEÇAPEÇAPEÇAPEÇA::::
Ao final da abertura, inicia a extração da peça.
Após a extração da peça, a máquina está em condição de
reiniciar um novo ciclo. Caso o molde permita a operação
sem intervenção do operador, a máquina reinicia outro ciclo
automaticamente. Caso haja necessidade do operador
intervir na peça recém injetada ou preparar o molde para a
próxima injeção, a máquina só reiniciará um novo ciclo após
a conclusão desta operação.
PARTEPARTE IXIX TABELA DE NORMAS TÉCNICAS
PARTEPARTE IXIX
TABELA DE NORMAS
TÉCNICAS
NORMAS DE SEGURANÇA NO BRASIL Normas tipo A Normas tipo B Normas tipo C ABNT
NORMAS DE SEGURANÇA NO BRASIL
Normas tipo A
Normas tipo B
Normas tipo C
ABNT NBR NM 213 – 1 e 2
Segurança de máquinas
Conceitos básicos, princípios
gerais para projetos parte
EN 292 –1/2/3
Normas tipo B1
Aspectos gerais de segurança
Normas tipo B2
Componentes utilizados na segurança
ABNT NBR 13862 -
Transportadores contínuos
Requisitos de segurança para o
projeto
EN 60204-1 – Segurança de
máquinas – Equipamento
elétrico de máquinas – Parte
1 Especificações para
requisitos gerais.
ABNT NBR NM ISO 13852 – Distâncias
seguras para impedir acesso a zonas de
perigo pelos membros superiores
(EN 294)
ABNT NBR 13759 – Equipamentos de
parada de emergência, aspectos
funcionais, princípios para projetos
(EN 418)
ABNT NBR 13865 - Cilindros de
massas alimentícias - Requisitos
de segurança
ABNT NBR NM ISO 13853 – Segurança em
máquinas: Distância de segurança p/
impedir o acesso a zonas de perigo pelos
membros inferiores. (prEN 811).
ABNT NBR 13767 - Picadores de
Carne - Requisitos de segurança
ABNT NBR 14009 –
Princípios para apreciação de
riscos. (EN 1050)
ABNT NBR NM 273 – Dispositivos de
intertravamento associados a
proteções – Princípios para projeto
e seleção (EN 1088)
ABNT NBR NM ISO 13854 – Folgas
mínimas para evitar esmagamento de
partes do corpo humano. (EN 349)
ABNT NBR 13536 - Máquinas
injetoras para plásticos e
elastômetros. Requisitos técnicos
de segurança para o projeto,
construção e utilização
ABNT NBR 5410 -
ABNT NBR NM ISO 14153 – Segurança de
máquinas: Parte de sistemas de comando
relacionadas à segurança, princípios gerais
de projeto (EN 954-1)
ABNT NBR NM 272 – Requisitos
gerais para o projeto e construção de
proteções (fixas e móveis)
(prEN 953)
ABNT NBR 13930 - Prensas
Instalações elétricas
de baixa tensão
mecânicas - Requisitos de
Segurança
ABNT NBR 14154 – Segurança em
máquinas: Prevenção de partida inesperada
(EN 1037)
Norma Européia
para Cortina de Luz:
ABNT NBR 14152 – Segurança em
máquinas - Dispositivo de comando
bimanuais Aspectos funcionais e
princípios para projeto. (prEN 574).
ABNT NBR 13 996 - Máquinas de
moldagem por sopro destinadas à
produção de artigos ocos de
termoplástico -Requisitos
Técnicos de segurança para
projeto e construção.
IEC EN 61496
ABNT NBR 13970 – Segurança em
Máquinas: Temperaturas para superfícies
acessíveis – Dados Ergonômicos. (EN 563)
Fonte: INPAME