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SÊ ... Nº 217/ Ano XIX Agrupamento 1096 do CNE - Paróquia de Resende Outubro de
SÊ ...
Nº 217/ Ano XIX
Agrupamento 1096 do CNE - Paróquia de Resende
Outubro de 2014
EDITORIAL
NESTE NÚMERO PODE LER:
» Impressão digital - Para além das palavras… (pág. 2)
» Aconteceu - A comunidade em notícia
» Pés na terra e olhos no céu!
» De faca e garfo (Bolo de ananás)
(pág. 2)
(pág. 3)
(pág. 3)
» Ide e construí com Mais Amor a Família de Deus
(pág. 3)
» Maria, a Senhora do Rosário!
» Movimento paroquial
(pág. 4)
(pág. 4)
» Regresso às aulas…
(pág. 5)
» O uivo do lobito: Uma vez lobito, sempre lobito
(pág. 5)
» Outubro em destaque…
(pág. 5)
» A Chama - Início do ano pastoral
(pág. 6)
» Rota Azul - Plano de Atividades 2014-15
» O Agrupamento em notícia
» Momentos de descontração
» Plano de Atividades do Agrupamento 14-15
(pág. 6)
(pág. 6)
(pág. 7)
(pág. 8)

O mês de setembro assinala o início de um novo ano ao nível escolar e também ao nível pastoral. As férias gran- des terminaram e o bulício das ruas volta ao seu ambiente natural com crianças, adolescentes e jovens a darem novo colorido às nossas vilas e cidades. O mesmo não acontece com as aldeias que, cada vez mais, se sentem esvaziadas desta vida e deste colorido. O início de uma nova etapa deve ser preparada, seja ao nível escolar, seja ao nível paroquial. Setembro foi, por isso, marcado por esta preparação em ordem ao arranque dinâmico de mais um ano. Na comunidade paroquial, os diversos grupos prepararam os seus planos de pastoral para este ano. Eles resultam duma reflexão acerca do ano passado e de um impulso novo para melhoria e progresso. Esperamos que este trabalho de programação seja frutuo- so ao longo do ano pelo êxito das atividades que dão vida à comunidade. Outubro arranca com a abertura da catequese de crianças e adolescentes. Mais uma etapa na formação da personalidade cristã dos mais pequenos. Mais uma cami- nhada que se inicia cheia de esperança e de novos proje- tos e desejos. Este caminho só é possível com a união de esforços e de compromissos, a começar pelos pais que cumprem as promessas do batismo dos seus filhos trazen- do-os à catequese e acompanhando-os na participação dos sacramentos. Peças fundamentais neste projeto são os nossos catequistas. Sem eles este caminho não seria pos- sível. Que Deus vos recompense pela dedicação às nossas crianças. Toda a comunidade é também responsável pelo acompanhamento das crianças, pelo testemunho e pelo incentivo na sua formação cristã. Não nos podemos des- responsabilizar dos nossos compromissos. Precisamos de todos e todos são importantes. Outubro é abençoado pela Senhora do Rosário. Que a nossa correspondência às graças que nos chegam por intermédio da Mãe, se reflitam em mais oração e melhor imitação da Medianeira de todas as graças. No terceiro domingo faremos a nossa peregrinação paroquial à Senho- ra do Viso. Contamos com a comunidade em massa para consagrarmos à Mãe a nossa comunidade e as nossas famílias. Neste ano em que o Plano Pastoral da Diocese nos convida a refletir sobre o papel das famílias cristãs e da nossa pertença à família de Deus, vamos consagrar-nos à Mãe de Deus e nossa para que seja um ano abençoado para as nossas famílias e para a nossa comunidade. Outubro celebra ainda mais um aniversário do nosso Jornal “Sê”. Que ele continue a ser um meio para nos apro- ximar como família de Deus!

Pe. José Augusto (Chefe de Agrupamento)

SÊ ... Nº 217/ Ano XIX Agrupamento 1096 do CNE - Paróquia de Resende Outubro de
Impressão digital Para além das palavras ... A Comunidade em notícia “Aprendi a conhecer - me
 
Impressão digital

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Para além das palavras ...

A Comunidade em notícia

   

“Aprendi a conhecer-me a mim próprio e certa- mente, desde então, nunca mais ri ou escarne- ci de ninguém que não fosse eu próprio.”

Setembro assinala o início do novo ano pastoral e, por isso, foi oportunidade para os diversos grupos paroquiais elabora- rem os seus Planos de Atividades. Eles são fruto duma reflexão e avaliação em

de fazer mais e melhor para dinamizar-

Gotthold

relação ao caminho feito e duma vontade

 

mos uma comunidade cada vez mais viva e atuante.

No dia 14 de setembro, por iniciativa da nossa Autarquia, decorreu a Peregrina- ção do Concelho a Fátima. O passeio dos idosos, como é denominado, teve como destino o santuário mariano onde se juntaram mais de mil resendenses e puderam agradecer graças e bênçãos que por intermédio da Mãe de Deus vão recebendo. Que a Senhora de Fátima tenha apreciado a visita e a todos conce- da as maiores graças e bênçãos.

No dia 27 de setembro decorreu no Se- minário de Lamego o Dia da Igreja Dioce- sana para sacerdotes e leigos mais responsáveis das comunidades. Durante a manhã de sábado, o Senhor Bispo fez a apresentação da sua Carta Pastoral dirigida a toda a Diocese para ser orien- tadora dos planos de pastoral das comu- nidades para este ano. A carta pastoral tem como tema: “Ide e construí com mais amor a família de Deus”. É, pois à volta desta temática que iremos refletir e plani- ficar todo o ano pastoral, centrando-nos nas problemáticas que envolvem a famí- lia humana para a construção mais au- têntica da família de Deus. De seguida foram apresentadas as grandes linhas do Plano de Pastoral Diocesano, dos diver- sos movimentos, secretariados, comis- sões e departamentos diocesanos em ordem à sua execução nas comunidades. Que sejamos capazes de o pôr em práti- ca com dinamismo e eficácia.

Há coisas que nem sempre sabemos dizer, porque as palavras ficam aquém da gran- diosidade do que pretendem significar… o significado é imensamente maior que o significante. Nesses momentos sentimo-nos pequenos e frágeis, porque não conseguimos transmitir às pes- soas a profundidade e a verdade dos nossos sentimentos. Esta realidade, se por um lado nos remete à nossa pequenez e incapacidade, por outro transporta-nos para a grandeza do nosso ser espiritual que é imensamente maior que a nossa dimensão biológica, a nossa inteligência, os nossos gestos, os nossos sentidos, as nossas palavras… Somos imensamente mais do que parecemos e isso faz-nos peregrinar no mundo do espírito para lá de nós mesmos e dos nossos limites, para nos abrir à dimensão do transcenden- te, do infinito, do insondável, do eterno. Se a incapacidade de dizermos o que sentimos e o que somos nos limita diante das pessoas e, às vezes complica os nossos relacionamentos, isso não acontece diante de Deus que nos conhece por dentro e sempre capta a verdade de nós mes- mos no mais íntimo e profundo do nosso ser. Esta transparência total para com Deus revela a nossa dependência e a nossa perten- ça ao Eterno. Se isso pode limitar-nos e confrontar-nos com a nossa fragilidade, também nos pode potenciar uma abertura imensa de oportunidades e expectativas… sabemos que Ele está lá em todos os momentos para nos aceitar como somos, mesmo no mais ínfimo limite da nossa pequenez, da nossa miséria, do nosso pecado… mesmo que o mundo nos rejeite, nos afaste, não nos compreenda, sabemos que há Alguém que nos acolhe, nos abraça e nos impulsiona para novas oportunidades, novos desafios, novas metas. Às vezes falhamos, porque não conseguimos fazer melhor, mas tínhamos intenção de ser melhores… acontece-nos o que também confessa S. Paulo: “… tantas vezes faço o mal que não quero e não faço o bem que quero…” (Rom 7, 19). São os nossos limites e reconhecê-los é meio caminho para tentar superá-los, sem medos e sem sentimentos de incapacidade, mas lutando diariamente para progredirmos no caminho da santificação… Para Deus, porém, os nossos limites nunca são motivo de recriminações ou castigo, mas pontos de partida para cami- nhos de vida nova… Porque Deus não vê apenas a consequência das nossas ações, Ele sabe atribuir-nos o mérito das nossas tentativas de melhoramento, dos nossos esforços de supera- ção, da retidão das nossas intenções e desejos… Porque Deus vê o coração, Ele conhece a verdade de nós mesmos e não nos julga pelo imediato, pelo aparente, pelo fracasso, mas pela vontade de superação, pelas vezes em que nos reerguemos, pelo caminho que percorremos… Esta dimensão infinitamente misericordiosa do nosso Deus obriga-nos a uma atitude de verdade e de coerência… não podemos esconder-nos de Deus, por isso temos que saber aceitar as nossas imperfeições e as nossas incapacidades e fazer delas caminho de conversão, de renovação, de mudança… Esta atitude dá-nos paz e serenidade, porque nos faz sentir verda- deiros, autênticos e, apesar de imperfeitos, com vontade de sermos melhores e continuarmos a percorrer o caminho do aperfeiçoamento… E sabemos que não caminhamos sozinhos, porque connosco caminha o próprio Deus de mão estendida para nos ajudar a levantar e, tantas vezes, para nos transportar ao colo… Os nossos fracassos não revelam a nossa incapacidade, mas a necessidade de sermos mais fortes e de procurarmos mais intensamente a ajuda da graça divi- na, como diz S. Paulo: “quando me sinto fraco, então sou forte” (2 Cor 12, 10), porque atua na nossa fraqueza a força de Deus. Fugir de Deus é o maior erro do ser humano, é o pecado da origem e o pecado de sempre… fugimos de Deus porque temos medo da nossa verdade… fugimos de Deus, porque nos envergonhamos de nós mesmos quando não assumimos os nossas fracassos… foi assim com Adão e Eva e será sempre assim enquanto nós não nos assumirmos como somos, como humanos e não como divinos… o grande pecado do homem é “querer ser como Deus” e não se assumir como homem (frágil e pecador)… e, porque não se assume, esconde-se como se pu- desse jogar às escondidas com Deus… só a humildade nos conduz à verdade, reconhecendo- nos imperfeitos para podermos progredir no caminho do aperfeiçoamento… As coisas que não sabemos dizer diante dos irmãos, revelamo-las diante de Deus… e, se o mundo não nos compreende, tenhamos confiança, porque mais importante é o abraço do Pai… Devemos, porém, fazer um esforço por mantermos a verticalidade e a autenticidade de vida diante do mundo para que o espelho da nossa consciência nos transmita paz e serenidade. As palavras às vezes atraiçoam-nos, mas o coração não e esse é o espelho onde Deus nos contempla diariamente com ternura e amor!

Pe. José Augusto

Movimento Paroquial (Cont.)

Funerais:

Movimento Paroquial (Cont.) Funerais: Faleceram na nossa Comunidade: 06 - Maria de Jesus Alberto de Moura,

Faleceram

na

nossa Comunidade:

06

-

Maria

 

de

Jesus

Alberto

de

Moura,

Dia Odete Sousa, residente na vila;

Dia

09

-

Manuel

residente em Loureiro;

Dia 12 - Maria da Soledade, residente em Porto Antigo (Cinfães).

Aos seus familiares apresentamos as nossas sentidas condolências.

Pés na terra e olhos no céu! Vives na terra, em qualquer ambiente, Mas não deixes
Pés na terra e olhos no céu!
Vives na terra, em qualquer ambiente,
Mas não deixes de olhar para o Céu ...
O mundo é um espesso véu
Que tapa os olhos a muita gente.
De faca e
garfo
(A nossa rubrica
de culinária)
Todo aquele que no mundo viveu
Sem uma fé florescente,
Lutou, mas nunca ficou contente
Com aquilo que o mundo lhe deu.
Bolo de Ananás
Levanta ao alto o teu olhar,
Esquece o que está a teu lado ...
Deus contigo quer falar.
Ingredientes:
Tens de ser valente soldado,
Sempre disposto a lutar
Contra o inimigo mascarado.

Pe. Martins

Ide e construí com Mais Amor a Família de Deus

Pés na terra e olhos no céu! Vives na terra, em qualquer ambiente, Mas não deixes

No passado dia 27 de setembro, no Seminário Maior de La- mego, o Senhor Bispo D. António Couto presidiu ao Dia da Igreja Diocesana, onde apresentou o Plano Pastoral Diocesano para o ano 2014/15. Deste plano, para além das atividades diocesanas e paroquiais, constou uma carta pastoral onde o nosso Bispo Dioce- sano elencou as linhas gerais de atuação pastoral que gostaria de ver implementadas na nossa diocese, tendo como primeira preocu- pação a Família que se deve estruturar e viver com Mais Amor. O Amor, afirmou o senhor Bispo, é um sentimento cuja fonte se encontra no próprio Deus, pois como define S. João, na sua primeira carta, “Deus é amor” (1 Jo 4, 8 e 16). Assim, a comunidade cristã deve também viver este sentimento fundamental para alcançar a vida, visto que “quem ama nasceu de Deus” (1 Jo 4, 7). Contudo, convém clarificar o conceito de Amor, atendendo a tantas distorções que a palavra foi tendo ao longo dos tempos. Assim, o Amor é esse sentimento que nos faz irmãos uns dos outros, filhos do mesmo Pai que nos ama com amor infinito, desmensurado e eterno. Para que pudéssemos ter acesso a esse Amor foi necessário que o Filho se fizesse Homem e, desde modo, o comunicasse ao ser humano. Sendo um de nós, semelhante ao ser huma- no, o Amor que existia entre o Pai e o Filho, foi-nos comunicado. É ai que nos é aberta a pro- posta de Amor, conhecimento e partilha. Conhecimento do sentimento que une o Pai e o Fi- lho e partilha entrando no colóquio divino, concretizando-o com o nosso semelhante. O Amor vive-se, então, como Dom, oferta, e não como uma conquista. O Amor não é meu, não é teu, não é nosso, mas de Deus. Porém, sou eu, és tu, somos nós que o devemos concretizar na vida terrena. Assim, cada um de nós é chamado a viver o Amor na sua existência com os outros, melhor dizendo, é chamado a viver com mais Amor na vida. As famílias, na sua relação de entrega de um ao outro, onde cada nova vida é manifestação desse Amor fontal de Deus, devem viver o Amor na compreensão, na partilha, no carinho, no perdão. Na comunidade paroquial, cada fiel deve sentir a nova familiaridade que brota do cumprimento da vontade do Pai e da experiência do Amor ao irmão, que também cumpre a vontade do Pai, testemunhan- do com a palavra e a vida o maravilhoso sentimento do Amor. Temos, então, como projeto sentir cada criança como filho, cada mulher como mãe, cada homem como pai, todo o seme- lhante como irmã ou irmão e viver todos os dias transmitindo a fé, a graça e o carisma geran- do novos filhos na vida (biológicos) e na fé (espirituais). O senhor Bispo termina com o pedido de ir ao encontro de todos, para em conjunto, em comunidade, celebrar e viver o Amor de Deus como autêntica família reunida, legítimos filhos de Deus. Que este novo ano pastoral seja a oportunidade de renovar a nossa experiência de caridade, sentindo e testemunhando o Amor de Deus. Para isso “Ide” ou melhor “Vamos” construir com Mais Amor a Família de Deus.

Pe. Miguel Peixoto

Ananás em lata Uvas Vinho do Porto Açúcar Ovos Sal Farinha Manteiga

Preparação:

 Ananás em lata  Uvas  Vinho do Porto  Açúcar  Ovos  Sal

in “Livro de ouro da doçaria tradicional”

Ao Ritmo da Liturgia Movimento Paroquial Maria, a senhora do rosário! Setembro/2014
 

Ao Ritmo da Liturgia

 

Movimento Paroquial

Maria, a senhora do rosário!

Setembro/2014

Depois do mês de Maio durante o qual todos os cristãos, individual ou coleti- vamente, cantaram os louvores de Maria, chega o mês de Outubro que nos lembra que um dos modos de homenagear e lou- var Maria é a oração do rosário. O rosário tem atualmente vinte misté- rios agrupados em quatro conjuntos de cinco cada um. Cada conjunto correspon- de a uma fase da vida de Jesus Cristo. Por isso o papa João Paulo II disse que o rosário tem um sentido Cristológico, uma vez que, ao rezarmos o rosário, refletimos na vida de Jesus. Maria, com a recitação do rosário, ensina-nos o caminho para Jesus Cristo. Desde o momento da Anun- ciação, o papel desempe- nhado por Maria foi sempre encaminhar-nos para Jesus, o nosso Salvador. Maria é pois digna de todo o louvor e de toda a gratidão. É nossa Mãe cari- nhosa. Merece tudo, mas nada quer para Ela. Entrega tudo a Jesus. Quando nós sofremos qualquer dor ou desgosto ela é o bálsamo que suaviza essa dor, quando nos afas- tamos de Jesus, com uma vida desregra- da, ela procura-nos e pede a Jesus que nos perdoe. Maria está sempre junto de cada um de nós, como uma estrela a apontar-nos o caminho, como mãe a consolar-nos em momentos de tristeza e de aflição, sempre atenta aos nossos problemas, como este- ve atenta nas bodas de Caná da Galileia. A nossa devoção a Maria pode con- cretizar-se em variadas formas, mas a mais simples, aquela que está ao alcance de toda a gente, sem olhar a idades, a culturas, a riquezas, a posições sociais, é a oração do terço. É tão fácil que pode fazer-se durante uma viagem, em casa, diante de um cruzeiro que está levantado na encruzilhada dos caminhos, etc. Toda- via, o terço rezado numa igreja ou capela diante do Santíssimo Sacramento tem, para o cristão, muito maior valor.

Não podemos esquecer que o terço foi sempre a oração da família. Não se trata de saudosismo lembrar aqueles tem- pos em que o pai de família, após a ceia, com a esposa e com os filhos, presidia à reza do terço. Este costume não só lem- brava às novas gerações a nossa depen- dência de Jesus e de Maria, mas era tam- bém uma oportunidade para recordar os antepassados por alma dos quais se reza- va sempre. Reconhecemos com tristeza que a revolução social operada nas últimas dé- cadas despertou sonhos de uma vida su- perior, sem dificuldades de qualquer género e esqueceu os valores em que a felicida- de deve estar alicerçada. Poderíamos cantar com fé, reconhecendo a perda destes valores, a canção dos anos sessenta: “Ó tem- po volta para trás”, dá-me os valores que se perderam. Não se trata de sauda- de, trata-se de verificar que a perda destes hábitos foi causa de destruição de mui- tas famílias, de muitos cri- mes, de abandono dos ido- sos, etc. Não é possível certamente regressar ao passado, mas deveremos sempre aproveitar as lições dos nossos avós os quais, embora sem sofás para descansar, sem uma mesa para as refeições, sem um carro para se deslocar, etc… viviam mais felizes do que nós. E porquê? - pergunta- mos nós. É que a sua vida e os acontecimentos tinham sempre uma referência a Deus. Se o ano era abundante, diziam louvado seja Deus. Se o ano tinha corrido mal, diziam também: ainda merecíamos menos. A fé presidia à vida. Hoje presidem a riqueza, o prazer e o luxo.

E termino estas considerações, recor- dando a todos que o mês de Outubro é tradicionalmente chamado o MÊS do RO- SÁRIO! Recomecemos a rezar o terço.

Pe. Martins

Ao Ritmo da Liturgia Movimento Paroquial Maria, a senhora do rosário! Setembro/2014 Depois do mês de

Pensamento do Mês

“Maria é o caminho mais seguro, o mais curto e o mais perfeito para ir a Jesus .”

São Luís de Montfort

Batismos:

Tornaram-se novos membros da nossa Comunidade:

Dia 06 - Matilde Cardoso de Melo,

filha de Paulo Jorge

Batismos: Tornaram - se novos membros da nossa Comunidade: Dia 06 - Matilde Cardoso de Melo,

de Sousa Melo e de Ana Teresa Almei- da Cardoso, residentes em Minhães; Dia 06 - Afonso Maria Martins da Rocha de Magalhães, filho de Manuel Afonso Coelho de Magalhães e de Ma- ria Catarina Ayres Pereira Martins da Rocha de Magalhães, residentes no Porto; Dia 20 - João Maria Carvalho de Sousa Augusto e Guilherme Manuel

Carvalho de Sousa Augusto, filhos de João Paulo de Sousa Augusto e de Ma- ria Manuela Carvalho Almeida Pinto de Sousa, residentes em Rendufe; Dia 20 - Luana Miguel Loureiro, filha de Delfim Bruno Lourenço Loureiro e de Andreia Pereira Miguel, residentes no Cacém (Sintra); Dia 20 - Joana de Matos Pereira Bernardo, filha de Tomás António Bernardo Joaquim e de Luísa Alexandra de Matos Ferreira Pinto Pereira, resi- dentes na Vila; Dia 28 - Maria Estrela Pereira Al- meida, filha de Francisco Luís Doura- do Almeida e de Patrícia Gomes Pereira Almeida, residentes em Loureiro.

Para eles e seus pais desejamos as maiores felicidades.

Casamentos:

Batismos: Tornaram - se novos membros da nossa Comunidade: Dia 06 - Matilde Cardoso de Melo,

Celebraram o seu

matrimónio durante o

mês os seguintes noi- vos:

Dia 13 - Rúben José Adrega da Cos- ta e Susana Adelete Valentim Santos; Dia 20 - Delfim Bruno Lourenço Lou- reiro e Andreia Pereira Miguel; Dia 20 - Manuel Albano de Moreira Magalhães e Lencastre Godinho e Sofia Ferreira de Lemos Bastos Car- doso.

Para

eles

desejamos

as

maiores

felicidades no novo estado de vida.

Cont. na pag. 2

Outubro em destaque Regresso às aulas Em setembro começou um novo ano letivo. Nesta altura começamos
Outubro
em
destaque
Regresso às aulas
Em setembro começou um novo ano letivo. Nesta altura começamos a comprar livros,
cadernos, pastas, entre outro material escolar.
É tempo de nos começarmos a despedir das férias, do verão, do sol, e dizer olá à escola,
aos professores e funcionários, e voltarmos à rotina escolar.
Para muitos este ano é o último ano escolar, para outros esta é a primeira vez que vão
aprender a escrever e a ler, para outros é tempo de se aplicarem para atingir os objetivos pre-
tendidos e para alguns é tempo de se prepararem para os exames ou até mesmo para entrar
na universidade.
É altura de começar a estudar, apesar de que as primeiras duas semanas de aulas é mais
para apresentações entre professores e alunos, conhecer a escola e o seu funcionamento e
rever a matéria do ano anterior.
Boa sorte a todos para este novo ano letivo!
Dia 01:
 Início da celebração do Mês do Ro-
sário;
 Memória de Santa Teresa do Menino
Jesus;
Dia 02:
 Memória dos Santos Anjos da Guar-
da;
Dia 03:
Maria João (Exploradora)
 1ª
Sexta Feira - confissões;
Dia 04:
 Memória de S. Francisco de Assis;
 Reunião de catequistas (15h30m);
 Início da Catequese para as crian-
ças até à Profissão de Fé (17h);
Uma vez lobito, sempre lobito
Dia 05:
“Quero entrar nos escuteiros”, disse eu aos meus pais. Tinha apenas 8 anos, mas um plano de
vida bem definido. Plano esse que incluía embarcar em aventuras na natureza, dignas de perten-
cerem às páginas dos livros d’Os Cinco. E os testemunhos de acampamentos escutistas que
ouvira encaixavam perfeitamente na visão que tinha do meu futuro.
Foi assim que me encontrei numa tarde de sábado na reunião do agrupamento 1096. Devido à
minha tenra idade, fui integrada na Iª Secção. A maioria das caras eram-me completamente
desconhecidas, já que nenhum dos meus colegas de escola era escuteiro. Contudo, não era
rapariga para me deixar intimidar facilmente: a minha curiosidade sempre prevaleceu sobre os
meus receios. Sem reconsiderar uma única vez a minha decisão, entreguei-me de braços aber-
tos ao Lobitismo.
Bastaram poucas semanas para ter a certeza de que fizera o correto. Reviver as aventuras de
Mowgli era um sonho tornado realidade, mas depressa compreendi que participava em algo mais
complexo, mais profundo que um clube de atividades radicais. Ganhei uma nova família na Alca-
teia. Desenvolvi as minhas capacidades de comunicação. Dediquei-me, com toda a força que
havia no meu pequeno coração, ao serviço à comunidade. Aprendi a sobreviver sem as comodi-
dades do lar e o quão divertido isso é. Explorei a natureza que me envolvia e descobri algo novo
atrás de cada arbusto, debaixo de cada pedra. Corri, saltei, tropecei e caí inúmeras vezes, e, em
cada vez, levantei-me disposta a repetir tudo outra vez.
Volvidos 14 anos, não posso deixar de recordar com nostalgia os dois anos em que fui lobita.
Desde então participei em muitas outras atividades extraordinárias, mas o meu primeiro acanto-
namento, um fim-de-semana na sede do Agrupamento N.º1 – Sé (Braga), terá sempre um lugar
especial entre as minhas memórias. Tenho muito orgulho em pertencer ao CNE, mas talvez
nunca mais o demonstre de forma tão expressiva como no dia seguinte à minha primeira pro-
messa, em que insisti (e quase consegui fazê-lo!) levar vestido para a escola primária o meu
uniforme de escuteira.
Nesta grande escola de valores que é o escutismo, não fui a única a crescer. É com alegria que
presenciei a transformação de muitas crianças tímidas em raparigas e rapazes determinados e
sociáveis, de supostos “casos perdidos” em jovens responsáveis. E foi sempre na Iª Secção que
se verificaram os maiores avanços.
Em breve, o meu percurso na IVª Secção terminará. Aproxima-se a minha vez de transmitir aos
mais novos os ensinamentos que recebi. Não sei o que o futuro me reserva, porém disto estou
certa: onde quer que me encontre, procurarei sempre “Servir” os outros “Da Melhor Vontade”.
 1º Domingo do mês - Missa dos Es-
cuteiros (12h);
 18º Aniversário do Jornal “Sê”;
 Início das Reuniões de preparação
para o Crisma (11h);
Dia 07:
 Memória de Nossa Senhora do Ro-
sário;
 Reunião do Conselho de Pastoral
(21h);
Dia 15:
 Memória de Santa Teresa de Jesus;
Dia 17:
 Memória de Santo Inácio de Antio-
quia;
Dia 18:
 Festa do Evangelista S. Lucas;
 Acampamento de Lobitos;
Dia 19:
 Dia Mundial das Missões;
 Peregrinação da Paróquia a Nossa
Senhora do Viso (14h);
Dia 25:
 IVª Noite das Francesinhas - Escu-
teiros;
Dia 26:`
Loba Sagaz
 Último domingo do mês - mudança
da hora (os relógios adiantam 1h);
São aniversariantes no mês de outubro:
 Reunião dos sacerdotes do Arcipres-
tado Cinfães-Resende (Seminário -
16h);
Lobito João Pedro (31); Explorador João António (26); Pioneira Sara Al-
ves (03).
Dia 28:
 Festa dos Apóstolos S.
Judas.
Simão e S.
P A R A B É N S!!!
O 1096 em Início do ano pastoraal Notícia
 
O 1096
O 1096
O 1096

O 1096

em

 

Início do ano pastoraal

Notícia

O 1096 em Início do ano pastoraal Notícia Outubro já dá os primeiros passos e, com

Outubro já dá os primeiros passos e, com ele, o início do novo ano pastoral na nossa paróquia. Como acontece todos os anos, a nossa Diocese adotou para este ano pas- toral o lema: “Ide e construí com Mais Amor a Família de Deus”. Em sintonia com o plano de pastoral diocesano tam- bém a nossa paróquia adotou o mesmo lema, tendo consciência de que “somos membros da família de Deus” (Ef 2, 19) e de que somos convidados como comuni- dade a edificar essa família todos os dias, crescendo em fraternidade e comunhão. Empenhados na planificação e vivência do novo ano pastoral estão todos os grupos da paróquia: escuteiros, catequese, grupos corais, grupo de jovens, cursistas, acólitos, ministros da comunhão, vicentinos, etc. Cada gru- po orienta as suas atividades segundo o lema proposto, procurando ir de encontro à temática comum e esforçando-se por ser mais e melhor elemento de comu- nhão na comunidade. A abrir este ano pastoral está o início da catequese, que se realiza neste fim de semana (4 e 5 de Outubro).

O 1096 em Início do ano pastoraal Notícia Outubro já dá os primeiros passos e, com

Sandra Oliveira (Caminheira)

O 1096 em Início do ano pastoraal Notícia Outubro já dá os primeiros passos e, com
O 1096 em Início do ano pastoraal Notícia Outubro já dá os primeiros passos e, com

Plano de atividades para 2014-15

Ao longo do mês de setembro o Agru- pamento e as várias secções dedica- ram-se à Elaboração do Plano de Atividades para o novo ano pasto- ral. Neste exercício, procuramos fa- zer, em primeiro lugar, uma avaliação do ano passado, das atividades que poderíamos repetir, das atividades que deveríamos reformular e das ati- vidades novas a implementar. Depois desta reflexão, aí está o nosso plano para 2014-15 que podemos consultar na última página. Um plano é sempre um guia de orientação que procurare- mos cumprir de modo a enriquecermo -nos como pessoas, como escuteiros e como grupo. Desta forma vamos crescendo aproveitando as diversas etapas da vida e valorizando-nos uns aos outros pela partilha de qualidades e de serviços.

Do dia 26 a 29 de setembro decorre- ram as Festas do Concelho. Este ano não estivemos presentes com a nos- sa Quermesse. Fizemos uma pausa para refletir sobre novas formas de angariarmos meios de apoio para o agrupamento e, simultaneamente, prestarmos um serviço às pessoas. No próximo ano talvez voltemos com novas iniciativas e de forma ativa. Aproveitamos para agradecer a todas as pessoas que, ano após ano, nos têm visitado e ajudado com o seu contributo para a formação dos nos- sos jovens e valorizando as nossas iniciativas. Muito obrigado.

No dia 19 de setembro, à tardinha, os pioneiros voltaram a reunir-se para um pequeno encontro cujo objetivo era preparar o plano de atividades para o ano 2014/2015. A reunião realizou-se na sede e teve direito a um pe- queno jantar organizado pelos ele- mentos. Nesse espaço de tempo aproveitamos para algumas brin- cadeiras de grupo. Durante o jan- tar, convivemos uns com os outros como uma família que somos. Por fim reunimo-nos para fazer o plano de atividades. Esperamos ansiosamente pelas novas atividades que, tenho a certeza, nos irão marcar.

Atividades de setembro:

 

05 de out. – 18º aniversário do Jornal “Sê”;

 11 de out. – Avaliação do Progresso (Exploradores);
 

11 de out. – Avaliação do Progresso (Exploradores);

18

de

out.

Reunião com os pais

(Lobitos) ;

18

e

19

de out. – Acampamento de

Lobitos;

 

19

de

out. – Peregrinação a Nossa

Senhora do Viso;

 

19 de out. – I Percurso Inicial de For- mação - Encontro Inicial;

Ana Coelho (Pioneira)

25 de out. – Noite das francesinhas.

   
A cultura é a única bagagem que não Alivie o stress… … sorria! ocupa espaço… Uma
A cultura é a única
bagagem que não
Alivie o stress…
… sorria!
ocupa espaço…
Uma tia liga para o 112 para
participar um assalto ao seu
carro. Completamente histé-
rica gritava:
-
Roubaram-me o tablier, o
volante, o travão, até o ace-
lerador levaram!
Calma - diz a voz do outro lado - dentro de 5
minutos estará aí um agente da PSP.
Ainda não tinham passado 2 minutos, a tia
-
liga novamente e diz:
Olhe, deixe estar! Afinal sentei-me no banco
de trás por engano ...
-
————————————————————-
P: Qual é a diferença entre um pão e uma tia?
R: O pão tem miolo!
——————————–——————————
Uma tia foi fazer exame de fezes e colocou a
latinha com o conteúdo em cima do balcão. A
rececionista disse-lhe:
-
Pode colocar o nome, por favor?
A tia não hesitou e escreveu: 'BOSTA'.
————————————————————-
Duas tias passeiam num parque e uma diz:
-
Oh! Olha para aquele cão só com um olho!
A outra, tapando um olho com a mão, pergun-
ta:
-
Onde? Onde?
————————————————————-
A diferença entre ser sogra do GENRO e
sogra da NORA…
Duas distintas senhoras encontram-se após
um bom tempo sem se verem. Uma pergunta
à outra:
-
Como vão os seus filhos, Rosa e Francisco?
-
Ah! querida
a Rosa casou-se muito bem.
O
que
é,
que
é, mais
 Duas senhoras iguais,
...
Tem um marido maravilhoso. É ele que levan-
ta de madrugada para trocar as fraldas do
meu netinho, faz o café da manhã, arruma a
casa, lava as louças, recolhe o lixo e ajuda na
limpeza. Só depois é que sai para trabalhar,
em silêncio, para não acordar a minha filha.
Um amor de genro! Benza-o, Deus!
Adivinha ...
alto do que um
euca-
que
não
anda
uma
-
Que bom, amiga! E o seu filho, o Francisco?
Casou também?
lipto, e cabe dentro de
sem andar a outra.
-
Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu
um ninho de carriço?
 Vermelhinha, vermelhinha, no
meio peludinha.
azar demais. Casou-se muito mal
Imagina
 Qual é a coisa que tem cinco
orelhas e um pé?
 Vai ao lameiro e não come, vai
 O que é que todos os cães têm
que só no Algarve é que há?
ao
pico
e
não
bebe, e
anda
sempre alegre.
 Pai coruchudo, mãe revironga,
filho berimbodes, adivinha se po-
des.
 Qual é a coisa que fala antes de nas-
cer?
...
que ele tem que se levantar de madrugada
para trocar as fraldas do meu netinho, fazer o
café da manhã, arrumar a casa, lavar a louça,
recolher o lixo e ainda tem que ajudar na
limpeza! E depois de tudo isso ainda sai para
trabalhar, em silêncio, para sustentar a pre-
guiçosa, vagabunda, encostada da minha
nora - aquela porca nojenta e mal agradecida!
CONCLUSÃO: "Mãe é Mãe! Sogra é Sogra"!

Somos quinhentos soldados de nos- sas armas compostos, todos cober- tos e armados em fileiras ordena- dos, e num campo branco postos. Não dá para pelejar, porque não so- mos temidos, dantes de damas que- ridos, que nos põem num alto lugar, onde andamos escondidos.

Em verde nasci e de setas me cobri, perdi logo a minha vida quando para ti me ri.

Se adivinhares quantos pães levo neste saco, dou-te todos quatro.

Estalagem pequena e asseada tem dois hóspedes à entrada, entram dois a dois, um primeiro, um primei- ro e outro depois, eles entram e não pagam e não saem que não tragam.

Respostas do número anterior:

  • - Nuvem

 
  • - Cal

  • - Pinheiro

  • - Pato com 2 patas

  • - A

terra

cobre

os

  • - Castanha

defeitos de ambos

  • - Dentes

  • - Tesoura

 
  • - 3 peras

  • - Telhado

  • - Boi

Plano de Atividades para 2014/2015 (Agrupamento 1096 do CNE – Resende) Tema – “Crescer como família…”

Plano de Atividades para 2014/2015

(Agrupamento 1096 do CNE – Resende)

Tema – “Crescer como família…”

Atividades Semanais:

Reuniões todos os sábados na Sede às 14h30m No primeiro sábado - organização do Jornal “Sê” No terceiro sábado - atividade de formação para o Agrupamento No quarto sábado - reuniões de Direção, Conselho de Agrupa- mento ou Conselho de Pais.

Atividades mensais:

No primeiro Domingo de cada mês - Animação da Missa do meio -dia Distribuição do Jornal “Sê” Organização e atualização da página da internet - http://

agrupamento1096.no.sapo.pt

Atividades Anuais:

05

de out. – Comemoração do 18º aniversário do Jornal “Sê”

11

de out. – Atividade de Avaliação do Progresso

(Exploradores)

18

de out. – Reunião com os pais (Lobitos)

18

e 19 de out. – Acampamento de secção “Na Rocha de Con-

selho com Aquelá” (Lobitos)

19

de out. – Peregrinação da paróquia a Nossa Senhora do Viso

19

de out. – I Percurso Inicial de Formação - Encontro Inicial

(Chefes Agrup. – At. Regional)

25

de out. – Noite das francesinhas

01

e 02 de nov. – Colaboração na Campanha contra o Cancro

07

e 08 de nov. – Acampamento volante (Pioneiros)

07

a 09 de nov. – Camireg – Synais 2014 (Caminheiros – At.

Regional)

08

de nov. – Jogos Tradicionais e Escutistas (com as crianças

da catequese)

08

de nov. – Magusto do Agrupamento

15

e 16 de nov. – I PIF - Encontro Inicial (Noviços, Aspirantes e

Tutores – At. Regional)

29

de nov. – Almoço convívio (Exploradores)

07

de dez. – Vigília da Imaculada Conceição (Organizada pelos

Exploradores)

08

de dez. – Festa das Mães (Organizada pelos Exploradores)

20

de dez. – Almoço de Natal “À mesa de Raksha” (Lobitos)

20

de dez. – Festa de Natal da Paróquia

27

e 28 de dez. – Acantonamento (Pioneiros)

Jan. – Dia desportivo (Exploradores)

10

de Jan. – Atividade de Formação (Pioneiros)

10

de jan. – Caminhada “À procura de Xer-Cane” (Lobitos)

24

e 25 de jan. – Dia de S. Paulo (Caminheiros – At. Regional)

24

de jan. – Pista “Rota das Capelas”

08

de fev. – Avaliação do PE (Chefes Agrup., Unidade e Assis-

tentes – At. Regional)

15

a 17 de fev. – Acampamento de Carnaval

22

de fev. – Dia de B.P. (Exploradores – At. Regional)

22

de fev. – Comemoração do Aniversário de nascimento de

Baden Powell

 

28

de fev. – Velada de Armas

01

de março – Promessas

06

a 08 de março – III Ciclo Cenáculo Regional (Caminheiros –

At. Regional)

 

21

de março – Pista com eleição de guias (Pioneiros)

22

de março – Encontro de Aquelás (Chefes de Lobitos – At.

Regional)

 

22

de março – Encontro de Chefes de Expedição (Chefes de

Exploradores – At. Regional)

28

de março – “Com Balu na cozinha” (Lobitos)

28

e 29 de março – Curso de Guias / Sub-Guias (Guias e Sub-

Guias – At. Regional)

 

Abril – Atividade Surpresa (Exploradores)

03

de abril – Organização da Dramatização da Paixão

05

e 06 de abril – Participação na Visita Pascal da Paróquia

18

de abril – “Máugli visita a 3ª idade” (Lobitos)

23

de abril – Comemoração do Dia de S. Jorge

26

de abril – Encontro de Chefes de Comunidade (Chefes de

Pioneiros – At. Regional)

26

de abril – Encontro de Chefes de Clã (Chefes de Caminhei-

ros – At. Regional)

 

01

de maio – Pista “À descoberta da natureza”

03

de maio – Peregrinação da paróquia à Senhora do Viso

17

de maio – XXIX Jornada Diocesana da Juventude

23

de maio – Organização da Procissão das velas

23

e 24 de maio – Iniciação à Pedagogia Escutista (Noviços e

Aspirantes – At. Regional)

24

de maio – Peregrinação do 4º Domingo a Cárquere

30

de maio – Encontro com os Lobos (Lobitos – At. Regional)

07

de junho – Festa das Comunhões e organização da Procis-

são do Corpo de Deus

 

13

de junho – Encontro de Guias (Guias de Patrulha – At. Regi-

onal)

 

20

de junho – “Na pista de Bàguirà” (Lobitos)

27

e 28 de

junho – Encontro de Pioneiros – Dia de S. Pedro

(Pioneiros – At. Regional)

04

e 05 de julho – II Encontro Regional de Caminheiros

(Caminheiros – At. Regional)

05

de julho – Comemoração do 18º Aniversário do Agrupamen-

to

18

de julho – “Hati vai a banhos” (Lobitos)

Julho – Acampamento de Secção (Pioneiros)

25

de julho – Pista de Orientação (Exploradores)

06

de agosto – Participação na Festa do Padroeiro

10

a 14 de agosto – Acampamento de verão

28

a 30 de agosto – ACAREG (S. Domingos – Fontelo)

Set. – Elaboração do Plano de Atividades

25

a 29 de set. – Festas do Concelho

Nota:

Durante este ano Pastoral, continuaremos a ter como prioridade a renovação da Sede do Agrupamento e o enriquecimento do nosso material de campismo.

Durante o ano, o Agrupamento organizará a 33ª e 34ª Colheitas de Sangue em Resende em colaboração com a Associação de Dadores de Sangue, em datas a agendar pelo Instituto Português de Sangue.

O Agrupamento participará nas atividades Regionais e Nacionais propostas pelas Juntas Regionais e Junta Central, tais como:

acampamentos regionais de Lobitos, Exploradores, Pioneiros e Caminheiros.

O Conselho de Agrupamento participará nas Ações de Formação levadas a cabo pelos Departamentos de Formação Regio- nais e Nacional.

O Agrupamento procurará colaborar, dentro das possibilidades, com as instituições e organizações do concelho sempre que solicitado.

Será prioridade o aumento do número de elementos, a começar pelas camadas mais jovens, de forma a crescermos de ma- neira sustentada.