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Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31 ABNT Av. Treze de Maio, 13 -
Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31 ABNT Av. Treze de Maio, 13 -

ABNT Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar 20031-901 - Rio de Janeiro - RJ Tel.: + 55 21 3974-2300 Fax: + 55 21 3974-2346 abnt@abnt.org.br www.abnt.org.br

© ABNT 1998 Todos os direitos reservados

Origem: Projeto 04:005.09-007:1997 CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos CE-04:005.09 - Comissão de Estudo de Instrumentos para Medição de Pressão - Manômetros NBR 14105 - Pressure gauges with elastic sensor element - Manufacture and use recommendations Descriptor: Pressure gauges Esta Norma cancela e substitui as NBR 11695:1992, NBR 11771:1992, NBR 11968:1992, NBR 12239:1992 e NBR 12446:1992 Válida a partir de 30.07.1998 Esta Norma incorpora a Errata nº 1 de FEV de 2002 e Errata 1 de ABR de 2006

Palavra-chave: Manômetro

19 páginas

 

JUN 1998

NBR 14105

Manômetros com sensor de elemento elástico - Recomendações de

fabricação e uso

Sumário

Prefácio

pressão e/ou vácuo para uso industrial, no que concerne aos aspectos de:

  • 1 Objetivo

  • 2 Referências normativas

  • - classificação em classes de exatidão (erro fidu-

  • 3 Classificação

cial) e faixas de pressão;

  • 4 Requisitos

  • 5 Dimensões

  • - requisitos das condições a serem aplicadas na fabri-

  • 6 Calibração

cação dos instrumentos;

  • 7 Método de ensaio

  • 8 Requisitos para a utilização de manômetros

  • - padronização de diâmetros nominais, do conteú-

ANEXO A Dimensionamento mínimo para o manômetro

do mínimo de dimensões da conexão de pressão e das graduações das escalas;

Prefácio

  • - método de calibração para verificação das caracte- rísticas metrológicas;

A ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o

  • - método de ensaio;

Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Bra- sileiros (CB) e dos Organismos de Normalização Setorial

  • - condições mínimas para a utilização dos indicado- res, visando garantir durabilidade e segurança.

(ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, de- las fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Esta Norma está em conformidade com o Vocabulário In- ternacional de Termos Fundamentais e Gerais de Metro- logia (VIM).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos CB e ONS, circulam para votação nacional entre os

Esta Norma contém o anexo A, de caráter normativo.

1.2 Esta Norma também padroniza as suas dimensões preferenciais.

associados da ABNT e demais interessados.

1.3 Esta Norma se aplica aos indicadores analógicos (manômetros, vacuômetros e manovacuômetros) providos

  • 1 Objetivo

de mostrador com escala graduada, com ponteiro indi- cador e que usam como sensor um elemento elástico.

1.1 Esta Norma estabelece os critérios para a fabricação e uso dos manômetros, vacuômetros e manovacuôme- tros com sensor de elemento elástico para indicação de

NOTA - Nesta Norma, por simplicidade de enunciado, o termo manômetro é utilizado no texto considerando que características e conceitos são os mesmos para vacuômetros e manovacuô- metros.

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NBR 14105:1998

  • 2 Referências normativas

  • - classe B = ± 2,0%;

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que,

  • - classe C = ± 3,0%;

ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita

  • - classe D = ± 4,0%;

a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos

b)

na parte restante da faixa de escala:

com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a

  • - classe A = ± 2,0%;

seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

  • - classe B = ± 3,0%;

NBR 6403:1992 - Séries de números normalizados - Procedimento

  • - classe C = ± 4,0%;

  • - classe D = ± 5,0%.

NBR 6146:1980 - Invólucros de equipamentos elé- tricos - Proteção - Especificação

NOTA - Quanto à classe de exatidão deve ser observado que:

NBR 8133:1983 - Rosca para tubos onde a vedação não é feita pela rosca - Designação, dimensões e tolerâncias - Padronização

  • - em manômetros com retardo, a classe de exatidão deve ser expressa como percentagem da faixa nominal, não incluindo, portanto, a porção comprimida da escala;

NBR 8189:1995 - Manômetro com sensor de ele- mento elástico - Terminologia

  • - em manômetros com supressão, a classe de exatidão deve ser expressa como percentagem da faixa nominal, não incluindo,

  • - em manovacuômetros, a classe de exatidão deve ser

NBR 9491:1986 - Vidros de segurança para veículos rodoviários - Especificação

portanto, a porção suprimida da escala;

NBR 12230:1993 - SI - Prescrições para sua aplica- ção - Procedimento

expressa como percentagem da faixa nominal deste, somando- se os valores máximos da escala de pressão e de vácuo, con- siderando-se a mesma unidade de leitura.

NBR 12912:1993 - Rosca NPT para tubos - Dimen- sões - Padronização

  • 3.2 Classificação pelas faixas de escala de pressão

NBR 13196:1994 - Manômetros para gases compri- midos utilizados em solda, corte e processos afins - Especificação

Com o propósito de considerar um nível de classificação das pressões nos processos de trabalho e para atender os requisitos de segurança, os manômetros são classi- ficados em duas faixas de pressão:

NBR ISO 10012-1:1993 - Requisitos de garantia da qualidade para equipamentos de medição - Parte 1 -

  • a) baixa pressão:

Sistema de comprovação metrológica para equipa- mentos de medição

  • - pressões de gases abaixo de 2,5 MPa;

VIM:1995 - Vocabulário Internacional de Termos Fun- damentais e Gerais de Metrologia

  • - pressões de líquidos abaixo de 6,0 MPa;

  • b) alta pressão:

  • 3 Classificação

3.1 Classificação pela classe de exatidão (erro fiducial)

  • - pressões de gases acima de 2,5 MPa;

  • - pressões de líquidos acima de 6,0 MPa.

Os manômetros são classificados segundo a classe de exatidão em A4, A3, A2 e A1. Nesta classificação os erros

4 Requisitos

máximos admissíveis não devem exceder os seguintes limites:

  • 4.1 Invólucro

  • - classe A4 = ± 0,10%;

O invólucro pode ser fabricado de diversos materiais,

usando-se vários processos de fabricação. Ele pode ou

  • - classe A3 = ± 0,25%;

não empregar meios de segurança contra explosão. Dependendo da construção, ele pode estar composto de

  • - classe A2 = ± 0,50%;

caixa, visor, capa ou anel e ser estanque.

  • - classe A1 = ± 1,0%.

4.1.1 Caixa

Também ficam determinadas as classes de exatidão A, B, C, D, cujos erros máximos admissíveis não devem ex-

São previstos os seguintes NBR 8189):

tipos de caixa (conforme a

ceder os seguintes limites:

  • a) simples: caixa que apresenta grau de proteção

a) em qualquer ponto entre 25% e 75% da faixa de escala:

mínimo IP-40, conforme a NBR 6146;

  • b) à prova de tempo: caixa que apresenta grau de

  • - classe A = ± 1,0%;

proteção mínimo IP-54, conforme a NBR 6146;

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  • c) para enchimento: caixa destinada à montagem

    • 4.3 Mostrador

traseiro concêntrico ou excêntrico.

  • c) para manômetros de montagem embutida: soquete

soquete inferior;

  • b) para manômetros de montagem em superfície:

inferior ou traseiro concêntrico ou excêntrico;

Tabela 1 - Abertura mínima por faixa de pressão

Para todos os tipos de caixa recomenda-se o uso de dispositivos ou abertura de alívio de pressão, conforme a tabela 1.

localizado na área frontal do instrumento, com o objetivo de proteção. A parte traseira do manômetro, com caixa de frente sólida, deve ter uma abertura (ou aberturas), a qual perfaz no mínimo 75% da área da parte traseira. A abertura deve estar fechada com um dispositivo de alívio, cujo valor de ruptura deve corresponder a uma pressão máxima de 300 kPa. A área de qualquer abertura, através da frente sólida, não deve exceder 0,55% da área interna do invó- lucro que envolve o elemento elástico. O total das aberturas não deve exceder 1,5% desta área.

  • d) com frente sólida: caixa provida de anteparo

tecedor e de lubrificador das partes móveis. A caixa deve ser estanque com grau de proteção IP-68, con- forme a NBR 6146;

de um manômetro, cujas partes internas devem estar submersas em um líquido que tem a função de amor-

Devem ser mencionadas as seguintes informações no mostrador.

oferece uma melhor proteção, particularmente quando a caixa não é provida de dispositivo de segu- rança, que reduz a possibilidade de arremesso de estilhaços do vidro, resultantes da sua quebra em caso de ruptura do elemento elástico;

  • a) capa de sobrepor: aquela fixada à caixa por meio

São previstos os seguintes tipos de capa ou anel:

  • 4.1.3 Capa ou anel

encontra-se condicionada ao tipo de ambiente onde é aplicado. Cuidados especiais devem ser tomados na escolha do tipo de plástico, considerando-se as condições de atmosfera e temperatura.

  • d) visor de plástico: a utilização de visores de plástico

possui maior resistência a danos mecânicos e varia- ções de temperatura. Ao romper-se desintegra-se em pequenos pedaços não cortantes. O vidro deve ser conforme a NBR 9491;

  • c) visor de vidro de segurança temperado: visor que

  • b) visor de vidro de segurança laminado: visor que

  • a) visor de vidro simples: visor destinado a uso geral;

A função do visor é proteger o interior do manômetro de agentes externos, permitindo a visualização da escala. É dispensado o uso da capa ou anel quando as caracte- rísticas construtivas do visor possibilitam uma montagem direta à caixa. São previstos os seguintes tipos de visor:

4.1.2 Visor

ta como meio de fixação um dispositivo que promove

  • a) para manômetros de montagem local: soquete

de soquete e características:

Elemento do manômetro onde está localizada a conexão de pressão. Podem ser considerados os seguintes tipos

  • 4.2 Soquete

meio de uma rosca interna ou externa.

  • d) anel roscado: aquele

é fixado

à

que

senta como meio de fixação um dispositivo de aperto baseado no princípio de cunha giratória, conhecido geralmente como encaixe baioneta;

  • c) anel de encaixe tipo baioneta: aquele que apre-

aperto por fricção entre a caixa e a capa;

caixa por

  • b) capa de sobrepor tipo fricção: aquela que apresen-

para o modelo de caixa simples;

de parafusos. Este tipo de capa é geralmente usado

  • 4.3.1 Escala

Faixa de pressão

Diâmetro

Área mínima

nominal

de abertura

mm

mm 2

Baixa para gases até 2,5 MPa para líquidos até 6,0 MPa

< 100

5

Alta para gases acima de 2,5 MPa para líquidos acima de 6,0 MPa

< 100

20

Baixa e alta

100

100

A outra unidade de pressão, fora do Sistema Internacional de Unidades, porém admitida temporariamente, é o bar (1 bar = 100 000 Pa).

dades é o pascal (Pa), conforme a NBR 12230.

A unidade de pressão no Sistema Internacional de Uni-

  • 4.3.2 Unidade de pressão

tituídas ou complementadas por faixas coloridas ou outro tipo de marca que permita melhor visualização das con- dições de trabalho.

Em aplicações especiais e/ou por questões de segurança, a marcação e a numeração da escala podem ser subs-

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NBR 14105:1998

  • - a pressão e a temperatura a que estão sendo sub- metidos;

Marcar a informação “Indústria Brasileira”.

  • 4.3.4 Origem de fabricação

Pertencente ao fabricante do manômetro.

  • 4.3.3 Nome ou logotipo

    • - o tipo de fluido do processo;

    • - a faixa nominal e o arco de escala;

O movimento do manômetro deve ser compatível com:

  • 4.6 Movimento

Em todos os casos citados o sistema sensor deve garantir a qualidade e a segurança de trabalho exigida.

  • - a classe de exatidão do instrumento.

  • 4.3.5 Classe de exatidão (erro fiducial)

Também o material utilizado para os elementos sensores dos manômetros deve ser compatível com:

c) com fole.

b) com diafragma ou cápsula;

a) com elemento elástico tipo bourdon em C, heli- coidal e espiral;

O sistema sensor do manômetro, conforme a neces- sidade, deve ser escolhido entre as seguintes formas construtivas:

  • 4.5 Sistema sensor

b) largura: a largura da extremidade do ponteiro não pode ser maior que a divisão de escala, ou seja, a parte compreendida entre duas marcas sucessivas quaisquer.

a) comprimento: para todas as classes de exatidão o comprimento do ponteiro deve ser tal que a distân- cia do centro de seu eixo até sua extremidade seja maior ou igual a 40% do diâmetro nominal do manô- metro;

O dimensionamento do ponteiro deve atender às seguin- tes especificações.

  • 4.3.9 Opcionais

    • - a classe de exatidão;

    • - o tamanho nominal;

    • - o grau de proteção da caixa.

5 Dimensões

  • 5.1 Diâmetros nominais internos da caixa e incertezas

As dimensões nominais e incertezas dos diâmetros das caixas são de acordo com a tabela 2.

Tabela 2 - Diâmetros nominais e erro máximo admissível

Indicar o tipo de fluido refrigerante, quando aplicável.

A faixa de pressão do elemento elástico, por exemplo, de um manômetro receptor, bem como a marcação dos pontos de referência correspondentes a 25%, 50%, 75% do valor da pressão transmitida.

Diâmetros nominais

Erro máximo admissível

mm

 

mm

40

±

2

50

±

3

63

±

3

80

±

3

100

±

5

114

±

5

150

±

8

200

±

15

250

±

15

300

±

15

Como medida de segurança para uso do instrumento com fluidos especiais, por exemplo, com oxigênio, “ não usar óleo”.

  • 4.3.8 Advertência

- de indicação de nível, se a escala for marcada com unidades lineares.

- de prensa hidráulica, se a escala for marcada ape- nas com unidades de força;

Indicar a pressão equivalente no Sistema Internacional do valor unitário da unidade utilizada. Por exemplo:

  • 4.3.7 Pressão equivalente

4.4 Ponteiro

  • 4.3.6 Fluido refrigerante

Indicar o símbolo “CL” ou “CLASSE”, seguido da classe de exatidão.

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+

Para manômetros e vacuômetros devem ser usados como limites superiores das faixas de indicação os seguintes valores numéricos, conforme a NBR 6403: 0,1; 0,16; 0,25; 0,4; 0,6; 1,0; 1,6; 2,5; 4,0; 6,0; 10; 16; 25; 40; 60; 100; 160; 250; 400; 600; 1 000; 1 600; 2 500; 4 000; 6 000.

Nos manovacuômetros devem ser usados como limites

extremos das faixas de indicação os seguintes valores:

- 1,0

a + 0,6; - 1,0 a + 1,5;

a +

3;

5; - 1,0 a + 9; - 1,0 a + 15 e - 1,0 a + 24.

  • 5.4 Valores das faixas de indicação

- 1,0 a

NOTA - Estes valores não se aplicam em escalas especiais ou com supressão e podem ser usados com qualquer unidade de pressão compatível com as características de fabricação do elemento elástico.

5.5 Marcações das escalas

  • 5.5.1 O arco de circunferência padrão, coberto pela mar-

cação da escala principal, não deve ser inferior a 270°,

salvo em casos especiais.

  • 5.5.2 As marcas da escala devem ser radiais e alongar-se

Tabela 3 - Diâmetros nominais da caixa e dimensões da rosca

  • 5.5.3 Para os manômetros com classe de exatidão A4, A3,

A2 e A1, as larguras das marcas do valor de uma divisão

devem ser tais que o espaçamento entre elas seja no mí- nimo igual ao dobro da largura das marcas.

  • 5.5.4 Nos mostradores dos manômetros com classe de

exatidão A e B, o batente do ponteiro é opcional; entre-

tanto, caso exista, pode interferir na leitura da pressão correspondente à primeira marcação da escala até 2% de sua faixa de indicação.

  • 5.5.5 Os valores máximos correspondentes ao valor de

uma divisão da escala para diversas classes de exatidão são encontrados nas tabelas 4 a 11.

Diâmetro nominal da caixa

Dimensões da rosca

Normas recomendadas

 

mm

40

1/8

NBR 12912

50

e 63

1/4

NBR 12912

Superior a 63

 

1/2

NBR 8133/NBR 12912

para fora do arco descrito pela ponta do ponteiro, exceto no mostrador com faixa espelhada ou com escala dupla. As marcas dos pontos principais da escala devem ser maiores.

- 0,6 a + 1,0; - 1,0

  • 5.2 Dimensões para o manômetro

Para efeito de especificação e uso, as dimensões a serem informadas são as da figura A.1.

  • 5.3 Roscas do soquete (conexões)

Para o soquete devem ser utilizadas roscas padronizadas conforme as NBR 12912 e NBR 8133.”

As dimensões para as roscas das conexões em função dos diâmetros nominais dos instrumentos estão sendo indicadas na tabela 3.

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NBR 14105:1998

 

Classe de exatidão A4 = ± 0,1% do total da faixa de indicação Diâmetro nominal 200 mm

 

Faixa de indicação

Valor de uma divisão

Quantidade mínima de marcas

 

Manômetros

0

...

1,0

 

0,002

500

0

...

1,6

0,002

800

0

...

2,5

0,005

500

0

...

4,0

0,005

800

0

...

6,0

0,01

600

0

...

10

0,02

500

0

...

16

0,02

800

0

...

25

0,05

500

0

...

40

0,05

800

0

...

60

0,1

600

0

...

100

 

0,2

500

0

...

160

0,2

800

0

...

250

0,5

500

0

...

400

0,5

800

0

...

600

1,0

600

0

000

1

2,0

500

 

Vacuômetros

 

-1,0

...

0

0,002

500

 

Manovacuômetros

-

0,6

+

1,0

0,002

800

-

1,0

+

0,6

0,002

800

-

1,0

+

1,5

0,005

500

-

1,0

+

3,0

0,005

800

-

1,0

+

5,0

0,01

600

-

1,0

+

9,0

0,02

500

-1,0

...

+15

0,02

800

-1,0

...

+24

0,05

500

NOTA - Para faixas superiores ou inferiores, conservar a mesma proporção.

 

Tabela 4 - Marcações das escalas - Classe de exatidão A4

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Classe de exatidão A3 = ± 0,25% do total da faixa de indicação Diâmetro nominal 150 mm

 

Faixa de indicação

Valor de uma divisão

Quantidade mínima de marcas

 

Manômetros

0

...

1,0

0,005

200

0

...

1,6

0,005

320

0

...

2,5

0,01

250

0

...

4,0

0,02

200

0

...

6,0

0,02

300

0

...

10

0,05

200

0

...

16

0,05

320

0

...

25

0,1

250

0

...

40

0,2

200

0

...

60

0,2

300

0

...

100

0,5

200

0

...

160

0,5

320

0

...

250

1,0

250

0

...

400

2,0

200

0

...

600

2,0

300

0

000

1

5,0

200

 

Vacuômetros

-

1,0

...

0

 

0,005

200

 

Manovacuômetros

-

0,6

+

1,0

0,005

320

-

1,0

+

0,6

0,005

320

-

1,0

+

1,5

0,01

250

-

1,0

+

3,0

0,02

200

-

1,0

+

5,0

0,02

300

-

1,0

+

9,0

0,05

200

-1,0

...

+15

0,05

320

-1,0

...

+24

0,1

250

NOTA - Para faixas de indicação superiores ou inferiores, conservar a mesma proporção.

 

Tabela 5 - Marcações das escalas - Classe de exatidão A3

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NBR 14105:1998

 

Classe de exatidão A2 = ± 0,5% do total da faixa de indicação Diâmetro nominal 150 mm

 

Faixa de indicação

Valor de uma divisão

Quantidade mínima de marcas

 

Manômetros

0

...

1,0

 

0,01

100

0

...

1,6

0,01

160

0

...

2,5

0,02

125

0

...

4,0

0,025

160

0

...

6,0

0,05

120

0

...

10

0,1

100

0

...

16

0,1

160

0

...

25

0,2

125

0

...

40

0,25

160

0

...

60

0,5

120

0

...

100

 

1,0

100

0

...

160

1,0

160

0

...

250

2,0

125

0

...

400

2,5

160

0

...

600

5,0

120

0

000

1

10,0

100

 

Vacuômetros

 

-1,0

...

0

0,01

100

 

Manovacuômetros

-

0,6

+

1,0

0,01

160

-

1,0

+

0,6

0,01

160

-

1,0

+

1,5

0,02

125

-

1,0

+

3,0

0,025

160

-

1,0

+

5,0

0,05

120

-

1,0

+

9,0

0,1

100

-1,0

...

+15

0,1

160

-1,0

...

+24

0,2

125

NOTA - Para faixas de indicação superiores ou inferiores, conservar a mesma proporção.

 

Tabela 6 - Marcações das escalas - Classe de exatidão A2

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9

Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

 

Classe de exatidão A1 = ± 1,0% do total da faixa de indicação Diâmetro nominal 100 mm

 

Faixa de indicação

Valor de uma divisão

Quantidade mínima de marcas

 

Manômetros

0

...

1,0

0,02

50

0

...

1,6

0,02

80

0

...

2,5

0,05

50

0

...

4,0

0,05

80

0

...

6,0

0,1

60

0

...

10

0,2

50

0

...

16

0,2

80

0

...

25

0,5

50

0

...

40

0,5

80

0

...

60

1,0

60

0

...

100

2,0

50

0

...

160

2,0

80

0

...

250

5,0

50

0

...

400

5,0

80

0

...

600

10

60

 

Vacuômetros

 

-1,0

...

0

0,02

50

 

Manovacuômetros

-

0,6

+1,0

...

0,02

80

-

1,0

+0,6 ...

0,02

80

-

1,0

+1,5 ...

0,05

50

-

1,0

+3,0 ...

0,05

80

-

1,0

+5,0 ...

0,1

60

-

1,0

+9,0 ...

0,2

50

-1,0

+15

...

0,2

80

-1,0

+24

...

0,5

50

NOTA - Para faixas de indicação superiores ou inferiores, conservar a mesma proporção.

 

Tabela 7 - Marcações das escalas - Classe de exatidão A1

Impresso por: PETROBRAS

Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

10

NBR 14105:1998

 

Classe de exatidão A = ± 1,0% para as marcações entre 25% e 75% do total da faixa de indicação e 2% para as demais marcações Diâmetro nominal 63 mm

 

Faixa de indicação

Valor de uma divisão

Quantidade mínima de marcas

 

Manômetros

0

...

1,0

0,02

50

0

...

1,6

0,02

80

0

...

2,5

0,05

50

0

...

4,0

0,05

80

0

...

6,0

0,1

60

0

...

10

0,2

50

0

...

16

0,2

80

0

...

25

0,5

50

0

...

40

0,5

80

0

...

60

1,0

60

0

...

100

2,0

50

0

...

160

2,0

80

0

...

250

5,0

50

0

...

400

5,0

80

0

...

600

10

60

0

1

000

20

50

 

Vacuômetros

 

-1,0

...

0

0,02

50

 

Manovacuômetros

-

0,6

...

+1,0

0,02

80

-

1,0

+0,6 ...

0,02

80

-

1,0

+1,5 ...

0,05

50

-

1,0

+3,0 ...

0,05

80

-

1,0

+5,0 ...

0,1

60

-

1,0

+9,0 ...

0,2

50

-1,0

...

+15

0,2

80

-1,0

...

+24

0,5

50

NOTA - Para faixas de indicação superiores ou inferiores, conservar a mesma proporção.

 

Tabela 8 - Marcações das escalas - Classe de exatidão A

Impresso por: PETROBRAS

NBR 14105:1998

11

Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

 

Classe de exatidão B = ± 2,0% para as marcações entre 25% e 75% do total da faixa de indicação e 3% para as demais marcações Diâmetro nominal 40 mm

 

Faixa de indicação

Valor de uma divisão

Quantidade mínima de marcas

 

Manômetros

0

...

1,0

0,02

50

0

...

1,6

0,05

32

0

...

2,5

0,05

50

0

...

4,0

0,1

40

0

...

6,0

0,2

30

0

...

10

0,2

50

0

...

16

0,5

32

0

...

25

0,5

50

0

...

40

1,0

40

0

...

60

2,0

30

0

...

100

2,0

50

0

...

160

5,0

32

0

...

250

5,0

50

0

...

400

10

40

0

...

600

20

30

0

1

000

20

50

 

Vacuômetros

-

1,0

...

0

0,02

50

 

Manovacuômetros

-

0,6

...

+1,0

0,05

32

-

1,0

+0,6 ...

0,05

32

-

1,0

+1,5 ...

0,05

50

-

1,0

+3,0 ...

0,1

40

-

1,0

+5,0 ...

0,2

30

-

1,0

+9,0 ...

0,2

50

-1,0

...

+15

0,5

32

-1,0

...

+24

0,5

50

NOTA - Para faixas de indicação superiores ou inferiores, conservar a mesma proporção.

 

Tabela 9 - Marcações das escalas - Classe de exatidão B

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Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

12

NBR 14105:1998

 

Classe de exatidão C = ± 3,0% para as marcações entre 25% e 75% do total da faixa de indicação e 4% para as demais marcações Diâmetro nominal de todos os tamanhos

 

Faixa de indicação

Valor de uma divisão

Quantidade mínima de marcas

 

Manômetros

0

...

1,0

0,05

20

0

...

1,6

0,05

32

0

...

2,5

0,1

25

0

...

4,0

0,2

20

0

...

6,0

0,2

30

0

...

10

0,5

20

0

...

16

0,5

32

0

...

25

1,0

25

0

...

40

2,0

20

0

...

60

2,0

30

0

...

100

5,0

20

0

...

160

5,0

32

0

...

250

10

25

0

...

400

20

20

0

...

600

20

30

0

1

000

50

20

 

Vacuômetros

 

-1,0

...

0

0,05

20

 

Manovacuômetros

-

0,6

...

+1,0

0,05

32

-

1,0

+0,6 ...

0,05

32

-

1,0

+1,5 ...

0,1

25

-

1,0

+3,0 ...

0,2

20

-

1,0

+5,0 ...

0,2

30

-

1,0

+9,0 ...

0,5

20

-1,0

...

+15

0,5

32

-1,0

...

+24

1,0

25

NOTA - Para faixas de indicação superiores ou inferiores, conservar a mesma proporção.

 

Tabela 10 - Marcações das escalas - Classe de exatidão C

Impresso por: PETROBRAS

NBR 14105:1998

13

Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

 

Classe de exatidão D = ± 4,0% para as marcações entre 25% e 75% do total da faixa de indicação e 5% para as demais marcações Diâmetro nominal de todos os tamanhos

 

Faixa de indicação

Valor de uma divisão

Quantidade mínima de marcas

 

Manômetros

0

...

1,0

0,05

20

0

...

1,6

0,1

16

0

...

2,5

0,1

25

0

...

4,0

0,2

20

0

...

6,0

0,5

12

0

...

10

0,5

20

0

...

16

1,0

16

0

...

25

1,0

25

0

...

40

2,0

20

0

...

60

5,0

12

0

...

100

5,0

20

0

...

160

10

16

0

...

250

10

25

0

...

400

20

20

0

...

600

50

12

0

1

000

50

20

 

Vacuômetros

 

-1,0

...

0

0,05

20

 

Manovacuômetros

-

0,6

...

+1,0

0,1

16

-

1,0

+0,6 ...

0,1

16

-

1,0

+1,5 ...

0,1

25

-

1,0

+3,0 ...

0,2

20

-

1,0

+5,0 ...

0,5

12

-

1,0

+9,0 ...

0,5

20

-1,0

...

+15

1,0

16

-1,0

...

+24

1,0

25

NOTA - Para faixas de indicação superiores ou inferiores, conservar a mesma proporção.

 

Tabela 11 - Marcações das escalas - Classe de exatidão D

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14

NBR 14105:1998

  • 6.3 Método de calibração

exatidão quatro vezes superior à classe do manô-

  • a) o manômetro-padrão deve ter uma classe de

O manômetro-padrão (A4 - A1) é o instrumento de cali- bração mais freqüentemente usado. Ele é montado em uma bomba comparadora hidráulica ou pneumática e serve como padrão para o manômetro submetido a calibra- ção. Os seguintes requisitos devem ser considerados para o manômetro-padrão:

padrão deve ser de 1,3 a 1,6 vez a faixa de indicação

Padrão de calibração direta de manômetros. Recomenda- se seu uso para manômetros de classes superiores de exatidão. O princípio desta baseia-se no equilíbrio entre a força proveniente da pressão do fluido e o peso das massas calibradas. Serve para todas as faixas nominais de pressão.

  • 6.1.2 Balança de pressão ou balança de peso morto

Padrão de calibração empregado para manômetros de baixas pressões, onde a medida de pressão é função do peso específico e da altura do líquido da coluna. Ele é geralmente válido para uma faixa nominal de -100 kPa até +100 kPa.

  • 6.1.1 Manômetro de coluna líquida

Os instrumentos mencionados a seguir são os padrões de calibração de manômetros empregados. Sua escolha pode ser feita de acordo com a classe de exatidão exigida.

  • 6.1 Padrões

6 Calibração

pode

Os procedimentos descritos a seguir servem para deter- minar as características metrológicas do instrumento:

metro submetido a calibração;

6.2.2 A freqüência de recalibração de um instrumento padrão depende, entre outros fatores, da conservação das características metrológicas, de acordo com as reco- mendações da NBR ISO 10012-1.

certificados por órgão credenciado pelo INMETRO ou oficialmente reconhecido por este.

  • 6.2.1 Os padrões de referência devem ser calibrados e

    • 6.2 Calibração do instrumento padrão

ser maior que a largura das marcas da escala.

  • h) a largura da extremidade do ponteiro não

estes devem ter características compatíveis com as dos padrões analógicos, conforme descrito acima;

  • g) no caso de uso de padrões com indicação digital,

  • f) o manômetro-padrão deve possuir recursos minimizem os erros de paralaxe;

que

de ponteiro;

  • e) o manômetro-padrão não pode possuir batente

de pressão do manômetro a ser calibrado;

mendados está indicado na tabela 12 para cada classe de exatidão e deve ser distribuído sobre toda a faixa de indicação do manômetro a ser calibrado. O número de ciclos de calibração deve ser no mí- nimo 2;

7 Método de ensaio

erros de atrito.

batido antes de cada leitura, de modo a minimizar os

  • g) o manômetro a ser calibrado pode ser levemente

ções a partir da máxima, agora de forma decrescente;

  • f) em seguida liberar a pressão, anotando as indica-

aos pontos selecionados;

  • e) anotar as indicações dos valores correspondentes

início da faixa até a indicação máxima da indicação;

  • d) iniciar a aplicação crescente de pressão desde o

mento elástico;

Após esta aplicação, liberar a mesma, deixando o instrumento em repouso para acomodação do ele-

  • c) aplicar a pressão até a indicação máxima da faixa.

faixa de

  • b) o número mínimo de pontos de calibração reco-

quada e serve de referência para todos os proce- dimentos de calibração dos manômetros. Devem ser evitadas oscilações de temperatura significativas durante a calibração;

  • a) a temperatura de (20 ± 2)°C é considerada ade-

Classe de exatidão

Número de pontos

A4

10

A3

10

A2

10

A1

10

A

5

B

5

C

5

D

5

Tabela 12 - Pontos de calibração recomendados

Os valores exigíveis de sobrepressão para ensaios de manômetros não devem exceder os limites definidos na tabela 13.

  • 7.1 Ensaio de sobrepressão

  • 6.1.3 Manômetro-padrão

    • d) a faixa de indicação de pressão do manômetro-

c)no mostrador deve constar a classe de exatidão, e recomenda-se a inscrição “Manômetro-padrão”;

forme as tabelas de marcação de escalas;

  • b) o diâmetro nominal do manômetro deve ser con-

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15

Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

faixa até a indicação máxima, parando nos pontos determinados (por exemplo: 0%, 25%, 50%, 75% e 100% da amplitude da faixa para a classe de exatidão A). Esperar a estabilização para realizar a leitura;

  • c) o tempo de duração de sobrepressão deve ser de

1 min;

  • d) aliviar a pressão e deixar o instrumento em repou-

so durante 10 min para acomodação do elemento elástico;

e)executar o ensaio de exatidão.

  • 7.2 Ensaio de exatidão de medição

O manômetro deve ser ensaiado considerando o número de pontos recomendados na tabela 12, conforme o pro- cedimento abaixo:

  • a) aplicar uma pressão crescente, desde o início da

b)a pressão deve ser aplicada gradualmente até chegar à sobrepressão especificada na tabela 13;

  • b) em seguida liberar a pressão fazendo as leituras

a partir da indicação máxima (100%), agora de forma

decrescente, parando nos mesmos pontos determi- nados. Esperar a estabilização para realizar a leitura;

  • c) o manômetro pode ser levemente batido antes de

cada leitura, de modo minimizar os erros de atrito.

  • 7.3 Erro fora da classe de exatidão especificada

Se, após os dois ensaios de sobrepressão e exatidão de medição, o manômetro apresentar erro fora da classe especificada pelo fabricante, ele pode ser submetido a

8 Requisitos para a utilização de manômetros

a)o instrumento deve ser instalado na vertical ou horizontal, de acordo com a especificação do fabri- cante;

O ensaio de sobrepressão deve seguir o seguinte pro- cedimento:

Faixa

Sobrepressão

Menor que 6 MPa

30% acima da faixa de indicação 15% acima da faixa de indicação para elementos elásticos de liga de cobre

De 6 a 40 MPa

15% acima da faixa de indicação

Maior que 40 MPa

10% acima da faixa de indicação

Tabela 13 - Valores de sobrepressão

Em muitos casos o manômetro está sujeito a condições adversas de trabalho, tais como pulsação, temperatura, sobrepressão, ação de fluidos corrosivos e outros fenô- menos que podem ocasionar sua ruptura com conse- qüências perigosas. Fatores como concentração, corro- são, pressão, temperatura e impurezas no fluido são parâ- metros para a escolha do elemento elástico. As partes do elemento sensor podem ser unidas por meio de solda branda, solda prata, enchimento com eletrodo ou fusão entre si. O usuário deve informar a temperatura máxima a que o elemento elástico vai ser submetido para realizar a escolha do tipo de solda (ver tabela 14).

  • 8.2.1 Com o elemento elástico

um ajuste para logo proceder à repetição do ensaio. O instrumento não atendendo à exatidão desejada desta vez deve ser rejeitado.

Destinam-se a orientar os usuários no sentido de eliminar perigos resultantes de má aplicação dos manômetros. As seguintes considerações de segurança devem ser sem- pre levadas em conta:

  • 8.2 Requisitos de segurança

Esta deve ser evitada, pois pode causar mudanças na calibração do instrumento, danos ao elemento elástico e ao usuário. Os valores de sobrepressão com relação à faixa de indicação exigíveis no ensaio de manômetros estão indicados em 7.1.

  • 8.1.2 Sobrepressão

Para manômetros deve situar-se preferencialmente em 50% da faixa de indicação. A pressão máxima não deve ultrapassar 75% do valor da mesma.

  • 8.1.1 Pressão de trabalho

Para orientação dos usuários, os seguintes requisitos de trabalho devem ser considerados:

  • 8.1 Requisitos de trabalho

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16

NBR 14105:1998

d) manômetros para fluidos pastosos: os manôme- tros para fluidos pastosos, de alta viscosidade com formação de gomas ou com deposição de partículas sólidas, devem apresentar um acessório de proteção denominado “selo”, que impeça o contato direto do fluido com o elemento elástico;

  • b) com fluidos corrosivos, inflamáveis, explosivos e

gênio, dióxido de carbono e outros);

  • a) de gases comprimidos (oxigênio, acetileno, hidro-

  • 8.2.4 Instalações potencialmente perigosas

sões não estáveis e vibrações;

  • 8.2.3 Segurança para invólucro estanque

Válvulas de segurança, selos, amortecedores de pulsa- ção, tubos, sifão, etc. devem ser usados, conforme o caso de aplicação, como elementos de proteção.

  • 8.2.2 Uso de acessórios auxiliares

/ANEXO A

Tipo de solda

Resistência à temperatura

Solda branda (estanho) Solda prata Solda por fusão

Até 60°C Até 120°C Até a temperatura limite do material do elemento elástico, sem perder a característica elástica

NOTA - O instrumento propriamente dito deve ser usado dentro das temperaturas limites recomendadas pelo fabricante. Observar a faixa de temperatura de trabalho indicada por ele.

  • a) manômetros para oxigênio: o manômetro de oxi-

e)manômetros de processo: os manômetros de pro- cesso devem ter gravados no mostrador os materiais utilizados para o elemento elástico e soquete.

de vapor;

aos efeitos corrosivos de amônia. No mostrador deve constar a palavra “amônia” ou a inscrição NH 3 . O manômetro de amônia deve possuir escalas com valores equivalentes de temperatura;

  • c) manovacuômetros para amônia: devem resistir

vem ser construídos usando materiais compatíveis com o acetileno. Não usar cobre puro. No mostrador deve constar a palavra “acetileno” (ver NBR 13196);

  • b) manômetros para acetileno: os manômetros de-

gênio deve receber limpeza de alto nível, isenta de óleos e graxas. No mostrador deve constar a adver- tência “NÃO USE ÓLEO”, em cor vermelha (ver NBR 13196);

Os manômetros devem ser dotados de características es- peciais que minimizem as possibilidades de danos pes- soais ou materiais, em caso de falhas:

  • contato elétrico.
    8.2.5 Manômetros específicos

    • e) em atmosferas explosivas, quando providos de

cambialidade de manômetros);

  • d) com possibilidade de contaminação interna (inter-

necer assim até sua instalação. A pedido do usuário, a conexão pode ter uma tampa plástica de proteção. O instrumento deve ser devidamente protegido em uma em- balagem apropriada para estocagem e transporte.

  • a) limpeza externa (aspecto visual);

  • 8.3.2 Formas de limpeza do instrumento

oferecem perigo de combustão.

  • e) em trabalhos com hidrogênio e substâncias que

nitroso;

  • d) em trabalhos com peróxido de hidrogênio e óxido

    • b) em sistemas de ar, refrigeração e água potável;

    • a) na indústria alimentícia e farmacêutica;

trumento, são citados alguns campos de aplicação, onde os instrumentos requerem uma limpeza adequada:

Para evitar possíveis contaminações originadas pelo ins-

  • 8.3.1 Campo de aplicação

Tabela 14 - Escolha do tipo de solda

  • c) no uso de oxigênio medicinal e industrial;

Uma vez que o instrumento foi limpo, ele deve perma-

  • 8.3 Recomendações de limpeza

  • 8.4 Requisitos de embalagem

ferrugem, limalha metálica, óleo, graxa, fluidos deca- pantes, fluidos de solda, tintas, preservadores e ou- tros contaminantes em potencial.

  • d) limpeza para a retirada de agentes corrosivos,

efeito mecânico ou químico;

poderiam tornar o fluido inadequado em virtude do

  • c) limpeza para retirada de sólidos e líquidos, que

  • b) limpeza para retirada de água ou outros líquidos;

No caso de ruptura do elemento elástico, ocorrerá um acréscimo da pressão interna no invólucro estanque com possível rompimento do visor. Todos os manômetros com invólucro estanque devem possuir dispositivo de segu- rança, como disco de ruptura ou frente sólida.

  • c) sujeitas alternadamente a altas pressões, pres-

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17

Anexo A (normativo) Dimensionamento mínimo para manômetro a) b) c) d) Exemplar para uso exclusivo -
Anexo A (normativo)
Dimensionamento mínimo para manômetro
a)
b)
c)
d)
Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

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18

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e) f) h) g) Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31
e)
f)
h)
g)
Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

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19

Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

 
j) Legenda: A - Diâmetro externo do flange frontal ou traseiro B - Distância entre as
 

i)

j)

Legenda:

 

A - Diâmetro externo do flange frontal ou traseiro

 

B - Distância entre as faces frontal e traseira

  • C - Maior diâmetro externo do invólucro

  • D - Distância da face traseira da caixa ao eixo da conexão vertical

 
  • d - Diâmetro dos furos do flange para fixação no painel

 

E - Comprimento da porção visível do soquete

F - Diâmetro do círculo da linha de centro dos furos de montagem

 

G - Distância entre os centros do eixo do ponteiro e o eixo da conexão traseira excêntrica

 

H - Distância do centro do eixo do ponteiro à extremidade livre da conexão vertical

T - Bitola do encaixe da chave do aperto do soquete

 

α

-

ângulo

de 120° formado

pelas linhas que passam pelo centro dos

furos de montagem, tendo o vértice no centro do eixo

do ponteiro

 
 

Figura A.1 - Dimensões do manômetro

 

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