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Universidade Federal de Goiás Escola de Engenharia Civil Curso de Engenharia Civil 4º ANO SISTEMAS
Universidade Federal de Goiás Escola de Engenharia Civil Curso de Engenharia Civil 4º ANO SISTEMAS

Universidade Federal de Goiás Escola de Engenharia Civil

Universidade Federal de Goiás Escola de Engenharia Civil Curso de Engenharia Civil 4º ANO SISTEMAS PREDIAIS

Curso de Engenharia Civil 4º ANO

de Engenharia Civil Curso de Engenharia Civil 4º ANO SISTEMAS PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO Prof. MSc.

SISTEMAS PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO

Civil 4º ANO SISTEMAS PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO Prof. MSc. Ricardo Prado Abreu Reis Setembro -

Prof. MSc. Ricardo Prado Abreu Reis Setembro - 2007

CV VP CV VP 7 Cob. 1 4 5 2 5 I II 5 o
CV
VP
CV
VP
7
Cob.
1
4
5
2
5
I II
5 o Pav.
8
3
TQ
TQ
3
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6
I II
3 o Pav.
1
2
3
4
I II
2 o Pav.
1 o Pav.
CI
Sc
CP
SS
RPES
CC
7 1 5 2 4 8 3 6 1 2 3 4
7 1 5 2 4 8 3 6 1 2 3 4
7
1
5
2
4
8
3
6
1
2
3
4
SSÉÉCULOCULO XIXXIX - Gases provenientes das tubulações de E.S. podiam fazer mal à saúde, provocando
SSÉÉCULOCULO XIXXIX - Gases provenientes das tubulações de E.S.
podiam fazer mal à saúde, provocando epidemias, mesmo
morte. Verificou-se posteriormente que isto não era verdade,
pois a concentração de gases é muito pequena,
constatando-se que os gases provenientes de esgoto são
bastante incômodos e podem afetar o estado psicológico das
pessoas.
EVOLUEVOLUÇÇÃOÃO DOSDOS SISTEMASSISTEMAS PREDIAISPREDIAIS DEDE
ESGOTOSESGOTOS SANITSANITÁÁRIOSRIOS
PREDIAISPREDIAIS DEDE ESGOTOSESGOTOS SANITSANITÁÁRIOSRIOS 1. 1. Sistema Sistema de de um um s s ó ó

1.1. SistemaSistema dede umum ssóó tubotubo dede quedaqueda ((semsem sifãosifão)) BanheirosBanheiros permanentementepermanentemente invadidosinvadidos pelopelo maumau cheiro.cheiro.

Por questões de costume de arquitetura
Por questões de costume de arquitetura

Introdução dos sifões e a conseqüente necessidade de ventilar o sistema de esgoto.

SIFÃOSIFÃO ComponenteComponente separadorseparador destinadodestinado aa impedirimpedir aa passagempassagem dosdos
SIFÃOSIFÃO
ComponenteComponente separadorseparador destinadodestinado aa impedirimpedir aa
passagempassagem dosdos gasesgases dodo interiorinterior dasdas tubulatubulaççõesões
parapara oo ambienteambiente sanitsanitááriorio
2. SistemaSistema comcom doisdois tubostubos dede queda,queda, totalmentetotalmente ventiladosventilados 3.
2. SistemaSistema comcom doisdois tubostubos dede
queda,queda, totalmentetotalmente ventiladosventilados
3. SistemaSistema comcom umum tubotubo dede
queda,queda, totalmentetotalmente
ventiladoventilado
4.4. SistemaSistema modificadomodificado comcom umum tubotubo dede quedaqueda
4.4. SistemaSistema modificadomodificado comcom umum tubotubo dede quedaqueda
  FENÔMENOS FENÔMENOS QUE QUE AFETAM AFETAM OS OS FECHOS FECHOS H H Í Í
 
 

FENÔMENOSFENÔMENOS QUEQUE AFETAMAFETAM OSOS FECHOSFECHOS HHÍÍDRICOSDRICOS DOSDOS SIFÕESSIFÕES

SIFONAGEMSIFONAGEM conjunto

de

fenômenos determinantes da

redução total ou parcial da coluna d’água em um sifão.

 

EVAPORAEVAPORAÇÇÃOÃO

EVAPORA EVAPORA Ç Ç ÃO ÃO

periodicidade de uso dos aparelhos sanitários;

velocidade de evaporação da água do sifão ;

velocidade de evaporação da água do sifão ;

funfunççãoão dasdas caractercaracteríísticassticas dodo locallocal ee dada áárearea dede exposiexposiçção.ão.

usualmente considerado: 1,3 a 11,4 mm/semana, para um período de não utilização de 4 semanas;

Inglaterra: 2,5 mm/semana;

 

Dinamarca: 2,0 mm/semana.

AUTOAUTO--SIFONAGEMSIFONAGEM Redução do fecho hídrico de um sifão, ocasionada pelo escoamento do aparelho
AUTOAUTO--SIFONAGEMSIFONAGEM
Redução do fecho hídrico
de um sifão, ocasionada
pelo escoamento do
aparelho sanitário ligado
diretamente a este sifão.
SIFONAGEMSIFONAGEM INDUZIDAINDUZIDA ReduReduççãoão dodo fechofecho hhíídricodrico dede umum sifão,sifão,
SIFONAGEMSIFONAGEM INDUZIDAINDUZIDA
ReduReduççãoão dodo fechofecho hhíídricodrico dede umum sifão,sifão, ocasionadaocasionada
pelopelo escoamentoescoamento dede outrosoutros aparelhosaparelhos sanitsanitáários,rios, nãonão
ligadosligados diretamentediretamente aa esteeste sifão.sifão.
SOBREPRESSÃOSOBREPRESSÃO NONO FECHOFECHO HHÍÍDRICODRICO OcorreOcorre devidodevido àà aaççãoão dada
SOBREPRESSÃOSOBREPRESSÃO NONO FECHOFECHO HHÍÍDRICODRICO
OcorreOcorre devidodevido àà aaççãoão dada descargadescarga dede outrosoutros aparelhosaparelhos
sanitsanitáários,rios, gerandogerando pressõespressões positivaspositivas emem fechosfechos
hhíídricos.dricos.
Em geral, ocorre nas mudanças bruscas de
direção do tubo de queda, devido ao bloqueio da
passagem do fluxo de ar que se desenvolve no
interior da tubulação. Pode provocar o retorno de
espuma para o interior dos aparelhos sanitários
ligados a trechos da tubulação passíveis da
ocorrência desta sobrepressão.
CARACTERIZACARACTERIZAÇÇÃOÃO DOSDOS FENÔMENOSFENÔMENOS (+) pressão positiva; (-) pressão negativa; (1)
CARACTERIZACARACTERIZAÇÇÃOÃO DOSDOS FENÔMENOSFENÔMENOS
(+) pressão positiva;
(-) pressão negativa;
(1) aparelhos sujeitos à auto-
sifonagem;
(2) sifonagem induzida,
devido ao fluxo no ramal;
(3) sifonagem induzida,
devido ao escoamento
no tubo de queda;
(4) sobrepressão
NORMALIZA NORMALIZA Ç Ç ÃO: ÃO: NBR NBR - - 8160/99 8160/99

NORMALIZANORMALIZAÇÇÃO:ÃO: NBRNBR--8160/998160/99

NORMALIZA NORMALIZA Ç Ç ÃO: ÃO: NBR NBR - - 8160/99 8160/99
NORMALIZA NORMALIZA Ç Ç ÃO: ÃO: NBR NBR - - 8160/99 8160/99

EstabeleceEstabelece critcritéériosrios parapara queque oo sistemasistema sejaseja projetadoprojetado ee executadoexecutado dede taltal modomodo a:a:

possibilitarpossibilitar oo rráápidopido escoamentoescoamento ee facilitarfacilitar aa manutenmanutençção;ão;

impedirimpedir queque osos gasesgases provenientesprovenientes dodo interiorinterior dodo SPESSPES atinjamatinjam ááreasreas dede utilizautilizaçção;ão;

evitarevitar aa contaminacontaminaççãoão dada ááguagua potpotáável.vel.

ç ç ão ão da da á á gua gua pot pot á á vel. vel.

ELEMENTOSELEMENTOS DOSDOS SISTEMASISTEMA

TubulaTubulaççãoão dede esgotoesgoto primprimááriorio acessoacesso aa gasesgases provenientesprovenientes dodo coletorcoletor ppúúblicoblico ouou dispositivosdispositivos dede tratamento.tratamento.

TubulaTubulaççãoão dede esgotoesgoto secundsecundááriorio protegidas,protegidas, porpor desconectoresdesconectores,, dosdos gasesgases provenientesprovenientes dasdas tubulatubulaççõesões primprimáárias.rias.

TubulaTubulaççãoão dede ventilaventilaççãoão proteproteççãoão dosdos fechosfechos hhíídricosdricos dosdos desconectoresdesconectores

ELEMENTOSELEMENTOS DODO SISTEMASISTEMA
ELEMENTOSELEMENTOS DODO SISTEMASISTEMA
EB 01 40mm 30 40mm CS 150X150X50 100mm 40mm 125 50mm TQB 11 80 PVC
EB
01
40mm
30
40mm
CS 150X150X50
100mm
40mm
125
50mm
TQB
11
80
PVC 100
30
50mm
CV
17
PVC 75
DIMENSIONAMENTODIMENSIONAMENTO DODO SISTEMASISTEMA Podem ser dimensionados utilizando-se: mméétodotodo
DIMENSIONAMENTODIMENSIONAMENTO DODO SISTEMASISTEMA
Podem ser dimensionados utilizando-se:
mméétodotodo hidrhidrááulico;ulico;
mméétodotodo dasdas UnidadesUnidades dede HunterHunter dede ContribuiContribuiççãoão -- UHC.UHC.
EmEm qualquerqualquer umum dosdos mméétodostodos respeitarrespeitar osos diâmetrosdiâmetros nominaisnominais
mmíínimosnimos dosdos ramaisramais dede descargadescarga indicadosindicados nana TabelaTabela 1.1.
UnidadesUnidades dede HunterHunter dede ContribuiContribuiççãoão -- UHCUHC
FatorFator numnumééricorico queque representarepresenta aa contribuicontribuiççãoão consideradaconsiderada
emem funfunççãoão dada utilizautilizaççãoão habitualhabitual dede cadacada tipotipo dede aparelhoaparelho
sanitsanitáário.rio.
tipotipo dede aparelhoaparelho sanitsanitáário.rio. DIMENSIONAMENTO DIMENSIONAMENTO DO DO SISTEMA SISTEMA

DIMENSIONAMENTODIMENSIONAMENTO DODO SISTEMASISTEMA

RAMAISRAMAIS DEDE DESCARGADESCARGA

Recebem diretamente os efluentes dos aparelhos sanitários.

I mín

D 75 mm

D 100 mm

DESCARGA DESCARGA Recebem diretamente os efluentes dos aparelhos sanitários. I mín D ≤ 75 mm D

2%

1%

TABELATABELA 1:1: DiâmetroDiâmetro dodo ramalramal dede descargadescarga

   

N

ú m

e ro

d

e

D

iâ m

e tro

 

n o

m

in a l a l

 

A

p

a re lh o

s a n itá rio

 

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B

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0

B

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1

 

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C

h u v e iro

 

D

e

re s id ê n c ia

   

2

 

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4

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0

L

a v a tó rio

 

D

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re s id ê n c ia

   

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ic tó rio

 

V

á lv u la

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a u to m

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D

e

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(2 )

5

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P

ia

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c o z in h a

re s id e n c ia l

   

3

 

5

0

P

ia

d e

c o z in h a

P

re p a ra ção

   

3

 

50

 

in

d u s tria l

 

Lavagem

de

   
 

p

a n e la s

 

4

 

50

 

T

a n q u e

d e

 

la v a r

ro u p a s

   

3

 

4

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M

á q u in a

d e

la v a r

lo u ç a s

   

2

 

5

0

(3 )

M

á q u in a

d e

la v a r

ro u p a s

   

3

 

5

0

(3 )

(1 )

O

d iâ m

e tro

n o m in a l

D N

m

ín im

o

p a ra

o

ra m

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d e sc a rg a

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b a c ia

sa n itá ria

p o d e

se r

re d u z id o

p

a ra

D

N 7 5 ,

c a so

ju stific a d o

p e lo

c á lc u lo

d e

d im

e n sio n a m

e n to

e fe tu a d o

p e lo

m

é to d o

h id rá u lic o

e

a p ó s

re v isã o

d a

N B R

6 4 5 2 /8 5 ,

p e la

q u a l

o s

fa b ric a n te s

d e v e m

c o n fe c c io n a r

v a ria n te s

d a s

b

a cia s

sa n itá ria s

co m

sa íd a

p ró p ria

p a ra

p o n to

d e

e sg o to

d e

D N

7 5 ,

se m

n e ce ssid a d e

d e

p e ça

(2 )

(3 )

e

sp e cia l

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a d a p ta çã o .

P o r

m etro

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d e

– co n sid e ra d a s

calh a

co n sid e ra r

a s

com

o

ram al

e n d a çõ e s

D ev em

re co m

d e d o s

e sg o to . fa b rica nte s.

ev em re co m d e d o s e sg o to . fa

DIMENSIONAMENTODIMENSIONAMENTO DODO SISTEMASISTEMA

Tabela 2: UnidadesUnidades dede HunterHunter dede ContribuiContribuiççãoão parapara aparelhosaparelhos nãonão relacionadosrelacionados nana TabelaTabela 1.1.

Diâmetro nominal mínimo do ramal de descarga DN

Número de unidades de Hunter de contribuição UHC

40

2

50

3

75

5

100

6

ExemploExemplo 1:1:

RamalRamal dede descargadescarga parapara lavatlavatóóriorio dede escola.escola.

UHCUHC == 22

DD == 4040 mmmm

RAMAIS RAMAIS DE DE ESGOTO ESGOTO Recebem os efluentes de de ramais ramais de de

RAMAISRAMAIS DEDE ESGOTOESGOTO

Recebem os efluentes dede ramaisramais dede descargadescarga diretamentediretamente ouou aa partirpartir dede umum desconectordesconector

I mín

D 75 mm

D 100 mm

diretamente ou ou a a partir partir de de um um desconector desconector I mín D

2%

1%

AA partirpartir dada somasoma dasdas UHCUHC dosdos aparelhosaparelhos sanitsanitááriosrios dada TabelaTabela 1,1, determinardeterminar atravatravééss dada TABELATABELA 33 DiâmetroDiâmetro dosdos RamaisRamais dede EsgotoEsgoto

TabelaTabela 3:3: DimensionamentoDimensionamento dede ramaisramais dede esgoto.esgoto. Diâmetro nominal mínimo do tubo
TabelaTabela 3:3: DimensionamentoDimensionamento dede ramaisramais dede esgoto.esgoto. Diâmetro nominal mínimo do tubo
TabelaTabela 3:3: DimensionamentoDimensionamento dede ramaisramais dede esgoto.esgoto.
Diâmetro nominal
mínimo do tubo
DN
Número de unidades de
Hunter de contribuição
UHC
40
3
50
6
75
20
100
160

AparelhoAparelho

UHCUHC

11

LvLv

11

11 ChCh

22

11

BiBi

11

Aparelho Aparelho UHC UHC 1 1 Lv Lv 1 1 1 1 Ch Ch 2 2

ExemploExemplo 2:2: RamalRamal dede esgotoesgoto dede banheirobanheiro edifedifííciocio residencial.residencial.

4 UHC TabelaTabela 33 D = 50 mm

 
 

TUBOSTUBOS DEDE QUEDAQUEDA

 
 

RecebemRecebem efluentesefluentes dede ramaisramais dede esgotoesgoto ee ramaisramais dede descarga.descarga.

TabelaTabela 44 -- DimensionamentoDimensionamento dede tubostubos dede queda.queda.

 

D iâ m

e tro

n o m tubo

in a l

N ú m

e ro

m

á x im

o

d e

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d e

H u n te r

d e

d o

 

c o n trib u iç ã o

 
 

P ré d io

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P ré d io

c o m p a vim

m

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trê s

 

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e n to s

 

40

 

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500

 
 

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960

   

1900

 
 

200

 

2200

   

3600

 
 

250

 

3800

   

5600

 
 

300

 

6000

   

8400

 
Exemplo 3: AparelhoAparelho UHCUHC 11 BSBS 66 11 LvLv 11 11 ChCh 22 11 BiBi
Exemplo 3: AparelhoAparelho UHCUHC 11 BSBS 66 11 LvLv 11 11 ChCh 22 11 BiBi
Exemplo 3:
AparelhoAparelho
UHCUHC
11 BSBS
66
11
LvLv
11
11 ChCh
22
11
BiBi
11
∑∑ UHCUHC
1010

ParaPara todotodo oo TQ:TQ:

10 UHC x 14 pavimentos = 140 UHC

Para Para todo todo o o TQ: TQ: 10 UHC x 14 pavimentos = 140 UHC

TuboTubo dede quedaqueda dede edifedifííciocio residencialresidencial comcom 1414 pavimentos.pavimentos. BanheiroBanheiro contendocontendo 11 BS,BS, 11 LvLv,, 11 BiBi ee 11 ChCh

10 UHC/pavimento
10 UHC/pavimento
TABELATABELA 44 DD TQTQ == 100100 mmmm
TABELATABELA 44
DD TQTQ == 100100 mmmm
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv
Exemplo 4:

Exemplo 4:

Exemplo 4:
Exemplo 4:
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv
Exemplo 4: Aparelho Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv

AparelhoAparelho

UHCUHC

55 BSBS

66

55

LvLv

22

33

McMc

22

Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv 2 2 3
Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv 2 2 3

ParaPara todotodo oo TQ:TQ:

Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv 2 2 3
Aparelho UHC UHC 5 5 BS BS 6 6 5 5 Lv Lv 2 2 3

46 UHC x 20 pavimentos = 920 UHC

46 UHC x 20 pavimentos = 920 UHC

TuboTubo dede quedaqueda dede edifedifííciocio comercialcomercial comcom 2020 pavimentos.pavimentos. BanheiroBanheiro contendocontendo 55 BS,BS, 55 LvLv ee 33 McMc comcom descargadescarga automautomáática.tica.

5 x 6 + 5 x 2 + 3 x 2 = 46 UHC/pav.
5 x 6 + 5 x 2 + 3 x 2 = 46 UHC/pav.

TABELATABELA 44

tica. 5 x 6 + 5 x 2 + 3 x 2 = 46 UHC/pav. TABELA
DD TQTQ == 150150 mmmm
DD TQTQ == 150150 mmmm
OBSERVAOBSERVAÇÇÕES:ÕES: Os tubos de queda devem, sempre que possível, ser instalados em um único alinhamento.
OBSERVAOBSERVAÇÇÕES:ÕES:
Os tubos de queda devem, sempre que possível, ser
instalados em um único alinhamento. Quando
necessários, os desvios devem ser feitos com curvas
de raio longo ou duas curvas de 45º;
Devem ser previstos tubos de queda especiais para
pias de cozinhas e máquinas de lavar louças,
providos de ventilação primária, os quais devem
descarregar em uma caixa de gordura coletiva;
DTQ ≥ ao maior diâmetro a ele ligado.
Subcoletores Subcoletores e e coletores coletores Os subcoletores recebem efluentes de um ou mais tubos

SubcoletoresSubcoletores ee coletorescoletores

Os subcoletores recebem efluentes de um ou mais tubos de queda ou de ramais de esgoto e os coletores

de todo o edifício e podem ter declividadedeclividade mmááximaxima dede

5%.5%.

Os subcoletores e coletor predial são dimensionados pela somatória das UHC conforme os valores da TabelaTabela 5.5.

OBSERVAOBSERVAÇÇÕES:ÕES:

EdifEdifíícios residenciais cios residenciais aparelho aparelho sanitááriorio sanit dede maiormaior UHCUHC dede
EdifEdifíícios residenciais
cios residenciais
aparelho aparelho sanitááriorio sanit dede
maiormaior UHCUHC dede cadacada banheiro;banheiro;
DemaisDemais casoscasos
UHCUHC dede todostodos osos aparelhos.aparelhos.
 
 
 

TABELATABELA 5:5: DimensionamentoDimensionamento dede subcoletoressubcoletores ee coletorescoletores

D iâm etro nom inal do tubo

N úm ero m áxim o de unidades de H unter de contribuição em função das declividades m ínim as (%)

 

D N

0,5

1

24

 

100

---

180

216

 

250

150

---

700

840

 

1000

200

1400

1600

1920

 

2300

250

2500

2900

3500

 

4200

300

3900

4600

5600

 

6700

400

7000

8300

10000

 

12000

ExemploExemplo 5:5: TQ1 TQ2 A B C AparelhoAparelho dede maiormaior UHCUHC BSBS == 66 TrechoTrecho
ExemploExemplo 5:5:
TQ1
TQ2
A
B
C
AparelhoAparelho dede maiormaior UHCUHC BSBS == 66
TrechoTrecho AB:AB:
TrechoTrecho BC:BC:
7272 UHCUHC xx 22

SubcoletorSubcoletor dede edifedifííciocio residencialresidencial comcom 1212 pavimentos.pavimentos. BanheiroBanheiro contendocontendo 11 BS,BS, 11 LvLv,, 11 BiBi ee 1Ch.1Ch.

66 UHCUHC x12x12 pavpav == 7272 UHCUHC 100100 mm,mm, comcom ii mmíínn == 1%1%

144144 UHCUHC 100100 mm,mm, comcom ii mmíínn == 1%1%

SUBSISTEMASUBSISTEMA DEDE VENTILAVENTILAÇÇÃOÃO
SUBSISTEMASUBSISTEMA DEDE VENTILAVENTILAÇÇÃOÃO

TemTem aa funfunççãoão dede conduzirconduzir osos gasesgases parapara aa atmosferaatmosfera ee evitarevitar queque osos mesmosmesmos sese encaminhemencaminhem parapara osos ambientesambientes sanitsanitáários.rios.

os os mesmos mesmos se se encaminhem encaminhem para para os os ambientes ambientes sanit sanit
SUBSISTEMASUBSISTEMA DEDE VENTILAVENTILAÇÇÃOÃO
SUBSISTEMASUBSISTEMA DEDE VENTILAVENTILAÇÇÃOÃO
 
 

Distância máxima de um desconector ao tubo ventilador

 
 

Tabela 6 - Distância máxima de um desconector ao tubo ventilador.

 

D

iâ m

e tro

n o m

in a l

d

o

ra m

a l

d e

D

is tâ n

c ia

m

á x im

a

 

d e s c a rg a

(D

N

)

 

(m

)

 

4

0

 

1 ,0 0

 
 

5

0

 

1 ,2 0

 
 

7

5

   

1 ,8 0

 
 

1 0 0

   

2 ,4 0

 

RamaisRamais dede ventilaventilaççãoão

SãoSão dimensionadosdimensionados atravatravééss dada TabelaTabela 77

TabelaTabela 77 - DimensionamentoDimensionamento dede ramaisramais dede ventilaventilaçção.ão.

G ru p o d e a p a re lh o s s a
G
ru p o
d e
a p a re lh o s
s a n itá ria s
s e m
b a c ia s
G
ru p o
d e
a p a re lh o s
s a n itá ria s
c o m
b a c ia s
N
ú m
e ro
d e
D
iâ m
e tro
n o m
in a l
N
ú m
e ro
d e
D
iâ m
e tro
n o m
in a l
50 mm
u n id a d e s
d e
H
u n te r
d o
ra m
a l
d e
u n id a d e s
d e
H
u n te r
d o
ra m
a l
d e
d e
c o n trib u iç ã o
v e n tila ç ã o
d e
c o n trib u iç ã o
v e n tila ç ã o
A té
1 2
4
0
A té
1 7
5 0
13
a
18
50
18
a
60
75
1 9
a
3 6
7
5
---
---
ExemploExemplo 7:7:
40 mm
100 mm
TQ
CV
50 mm
D = 0,40 m < 1,20 m∴ Ok!
D
50 mm
100 mm
 
 

São dimensionados através da Tabela 8.

 

Tabela 8 - Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilação.

 
 

D

iâ m

e tro

N

ú

m

e ro

d e

D

iâ m

e tro

n

o

m

in

a l

m

ín im

o

d

o

tu

b

o

d

e

v e n

tila ç ã o

n o m

in a l

d o

u

n

id a d e s

d e

                           

tu b o queda

d e

ou

H

u n te r

 

d e

40

50

   

75

 

100

 

150

   

200

   

250

 

300

c

o

n trib u iç ã o

 

C

o

m

p rim

e n

to

p

e rm

itid o

 

d

o

ra m

a l

   

(m

)

d e

e s g o to

 
 

D

N

 

40

   

8

46

-

   

-

-

 

-

   

-

 

-

-

 

40

   

10

30

-

   

-

-

 

-

   

-

 

-

-

 

50

   

12

23

61

   

-

-

 

-

   

-

 

-

-

 

50

   

20

15

46

   

-

-

 

-

   

-

 

-

-

 

75

   

10

13

46

 

317

 

-

 

-

   

-

 

-

-

 

75

   

21

10

33

 

247

 

-

 

-

   

-

 

-

-

 

75

   

53

 

8

29

 

207

 

-

 

-

   

-

 

-

-

 

75

   

102

 

8

26

 

189

 

-

 

-

   

-

 

-

-

 

100

   

43

 

-

11

   

76

 

299

 

-

   

-

 

-

-

 

100

   

140

 

-

8

   

61

 

229

 

-

   

-

 

-

-

 

100

   

320

 

-

7

   

52

 

195

 

-

   

-

 

-

-

 

100

   

530

 

-

6

   

46

 

177

 

-

   

-

 

-

-

 

150

   

500

 

-

-

   

10

 

40

 

305

   

-

 

-

-

 

150

   

1100

   

-

-

   

8

31

 

238

   

-

 

-

-

 

150

   

2000

   

-

-

   

7

26

 

201

   

-

 

-

-

 

150

   

2900

   

-

-

   

6

23

 

183

   

-

 

-

-

 

200

   

1800

   

-

-

   

-

10

 

73

 

286

   

-

-

 

200

   

3400

   

-

-

   

-

7

 

57

 

219

   

-

-

 

200

   

5600

   

-

-

   

-

6

 

49

 

186

   

-

-

 

200

   

7600

   

-

-

   

-

5

 

43

 

171

   

-

-

 

2 5 0

   

4 0 0

0

 

-

-

   

-

-

 

2 4

   

9 4

   

2 9 3

 

--

 

250

   

7200

   

-

-

   

-

-

 

18

   

73

   

225

 

-

 

250

   

11000

   

-

-

   

-

-

 

16

   

60

   

192

 

-

 

250

   

15000

   

-

-

   

-

-

 

14

   

55

   

174

 

-

 

300

   

7300

   

-

-

   

-

-

 

9

   

37

   

116

 

287

 

300

   

13000

   

-

-

   

-

-

 

7

   

29

   

90

 

219

 

300

   

20000

   

-

-

   

-

-

 

6

   

24

   

76

 

186

 

300

   

26000

   

-

-

   

-

-

 

5

   

22

   

70

 

152

A extremidade aberta de um tubo ventilador primário ou coluna de ventilação deve ser conforme
A extremidade aberta de um tubo ventilador primário ou
coluna de ventilação deve ser conforme a figura:
A extremidade aberta de um tubo ventilador primário ou coluna de ventilação deve ser conforme a
Exemplo 8:   Edifício residencial de 8 pavi mentos com pé direito de 3,0 m

Exemplo 8:

 

Edifício residencial de 8 pavimentos com pé direito de 3,0 m

e

banheiro contendo 1 BS, 1 Lv, 1 Bi e 1 Ch.

 

UHC = (6 + 1 + 1 + 2) 8 = 80

TABELA 4

D TQ = 100 mm

H

= 3,0 x 8 = 24 m

TABELA 8

D CV = 75 mm

 
 

Exemplo 9:

Edifício comercial de 20 pavimentos com pé direito de 3,0 m e sanitário contendo 5 BS, 5 Lv e 3 Mc com descarga automática.

 

UHC = (5 x 6 + 5 x 2 + 3 x 2) 20 = 920

TABELA 4

D TQ = 150mm

H = 3,0 x 20 = 60 m

TABELA 8

D CV = 150 mm

AA ventilaventilaççãoão secundsecundááriaria podepode serser realizadarealizada porpor meiomeio
AA ventilaventilaççãoão secundsecundááriaria podepode serser realizadarealizada porpor meiomeio

dede dispositivosdispositivos

dede admissãoadmissão dede ar,ar, ouou seja,seja, vváálvulaslvulas dede admissãoadmissão dede arar (VAA)(VAA) devidamentedevidamente posicionadasposicionadas nono sistema.sistema.

admissão de de ar ar (VAA) (VAA) devidamente devidamente posicionadas posicionadas no no sistema. sistema.
Como evitar o retorno de espuma? não efetuar ligações nas regiões de ocorrência de sobrepressão;
Como evitar o retorno de espuma?
não efetuar ligações nas regiões de ocorrência de sobrepressão;
efetuar o desvio do tubo de queda para a horizontal com
dispositivos que atenuem a sobrepressão - curva de 90º raio longo ou duas
curvas de 45º;
instalar dispositivos com a finalidade de evitar o retorno de espuma.
ZONASZONAS DEDE SOBREPRESSÃOSOBREPRESSÃO
100 mm 50 mm 40 mm EXEMPLO 10: Dimensionar o sistema de esgoto sanitário para
100 mm
50 mm
40 mm
EXEMPLO 10:
Dimensionar o sistema de esgoto
sanitário para
o banheiro de um
edifício residencial com 12 pavimentos tipo, térreo e subsolo. Considerar pé
direito de 2,80 m.
1. Ramais de descarga (TABELA 1)
Lv
-
1 UHC
Bi
-
1 UHC
D = 40 mm
D = 40 mm
Ch
- 2 UHC
D = 40 mm
BS
-
6 UHC
D = 100 mm
2. Ramal de esgoto (TABELA 3)
Aparelho
UHC
100 mm
TQ
1 Lv
1
CV
75 mm
4 UHC D = 50mm
1 Bi
1
1 Ch
2

3. Tubo de Queda (TABELA 4)

Aparelho UHC 1 BS 6 1 Lv 1 1 Bi 1 1 Ch 2 10
Aparelho
UHC
1 BS
6
1 Lv
1
1 Bi
1
1 Ch
2
10 UHC x 12 Pav. = 120 UHC
D = 100 mm
4. Subcoletor (TABELA 5)
TQ1
TQ2
A
B

C

Aparelho de maior UHC BS = 6

Trecho AB: 6 UHC x 12 Pav. = 72 UHC D = 100 mm com i mín = 1%

Trecho BC:

72 UHC x 2 = 144 UHC

5. Ventilação

D = 100 mm com i mín = 1%

5.1. Distância máxima da caixa sifonada ao tubo ventilador (TABELA 6)

Para D RE =

D = 1,05 m

50 mm D MÁX = 1,20 m

<

D MÁX

OK!

5.2. Ramal de ventilação (TABELA 7)

Aparelhos

UHC

1 BS

6

1 BS 6  
 

1 Lv

1

10 UHC D = 50mm

1 Bi

1

1 Ch

2

5.3. Coluna de ventilação (TABELA 8) UHC = 12 x 10 = 120 H = 12 x 2,80 = 33,60 m

1 1 Ch 2 5.3. Coluna de ventilação ( TABELA 8 ) UHC = 12 x

D CV = 75 mm

A. CAIXAS DE GORDURA a 1 . Caixa de gordura peque na (CGP), cilíndrica: Para

A. CAIXAS DE GORDURA

a1. Caixa de gordura pequena (CGP), cilíndrica:

Para a coleta de apenas 1 cozinha

diâmetro interno: 0,30 m parte submersa do septo: 0,20 m capacidade de retenção: 18 litros diâmetro da tubulação saída: 75 mm

a2. Caixa de gordura simples (CGS), cilíndrica:

Para a coleta de 1 cozinha ou 2 cozinhas

diâmetro interno: 0,40 m parte submersa do septo: 0,20 m capacidade de retenção: 31 litros diâmetro da tubulação saída: 75 mm

CAIXAS DE GORDURA Dimensões Cotas (mm) A 591 B 386,5 C 462 D1 312 D2
CAIXAS DE GORDURA
Dimensões
Cotas
(mm)
A 591
B 386,5
C
462
D1
312
D2
102,1
D3
51,1
CAIXAS DE GORDURA a3. Caixa de gordura dupla (CGD), cilíndrica: Para a coleta de 2
CAIXAS DE GORDURA
a3. Caixa de gordura dupla (CGD), cilíndrica:
Para a coleta de 2 cozinhas ou 3 a 12 cozinhas
diâmetro interno: 0,60 m
parte submersa do septo: 0,35 m
capacidade de retenção: 120 litros
diâmetro da tubulação saída: 100 mm
120 litros diâmetro da tubulação saída: 100 mm CAIXAS DE GORDURA a4. Caixa de gordura especial

CAIXAS DE GORDURA

a4. Caixa de gordura especial (CGE), prismática de base retangular:

distância mínima entre o septo e a saída: 0,20 m volume da câmara de retenção de gordura:

V = 2 N + 20

onde:

N

= n o de pessoas servidas pelas cozinhas que contribuem para a caixa de gordura no turno em que existe maior afluxo;

= volume em litros.

V

altura molhada: 0,60 m parte submersa do septo: 0,40 m diâmetro mínimo da tubulação de saída: 100 mm

Para a coleta de mais de 12 cozinhas, ou ainda, para cozinhas de restaurantes, escolas, hospitais, quartéis, etc.

CAIXAS DE GORDURA a4. Caixa de gordura especial (CGE), prismática de base retangular: V =
CAIXAS DE GORDURA
a4. Caixa de gordura especial (CGE),
prismática de base retangular:
V = 2 N + 20
onde:
N
= n o de pessoas servidas
pelas cozinhas que
contribuem para a caixa de
gordura no turno
em que existe maior afluxo;
V
= volume em litros.
B. CAIXAS DE INSPEÇÃO As caixas de inspeção devem ter: profundidade máxima de 1,00 m;
B. CAIXAS DE INSPEÇÃO
As caixas de inspeção devem ter:
profundidade máxima de 1,00 m;
base quadrada ou retangular de
lado mínimo de 0,60 m, ou
diâmetro mínimo igual a 0,60 m;
tampa facilmente removível,
permitindo perfeita vedação;
fundo construído de modo a
assegurar rápido escoamento e
evitar formação de depósitos.
C. SISTEMA DE RECALQUE O dimensionamento é feito considerando-se os seguintes parâmetros: A capacidade da

C. SISTEMA DE RECALQUE

O dimensionamento é feito considerando-se os seguintes parâmetros:

A capacidade da bomba em função da vazão máxima provável de contribuição dos aparelhos que possam estar em funcionamento simultâneo;

O tempo de detenção ( d ) do esgoto na caixa;

O intervalo de tempo ( t ) entre duas partidas consecutivas do motor.

C. SISTEMA DE RECALQUE Caso 1 - A caixa coletora que recebe efluentes de bacias
C. SISTEMA DE RECALQUE
Caso 1 - A caixa coletora que recebe efluentes de bacias sanitárias,
deve ter:
profundidade mínima de 0,90 m, a
partir do
nível da geratriz inferior da
tubulação afluente mais baixa e
fundo inclinado para impedir a
deposição de materiais sólidos
quando a caixa for esvaziada
completamente;
ventilação por um tubo ventilador,
preferencialmente independente de
qualquer outra ventilação utilizada no
edifício;
dois
grupos
motobomba,
para
funcionamento alternado;
diâmetro mínimo da tubulação de
recalque: Ø75 mm.
C. SISTEMA DE RECALQUE Caso 2 - A caixa coletora que NÃO recebe efluentes de

C. SISTEMA DE RECALQUE

Caso 2 - A caixa coletora que NÃO recebe efluentes de bacias sanitárias, deve ter:

profundidade mínima de 0,60 m;

sanitárias, deve ter: profundidade mínima de 0,60 m ; diâmetro mínimo da tubulação de recalque: Ø40
sanitárias, deve ter: profundidade mínima de 0,60 m ; diâmetro mínimo da tubulação de recalque: Ø40
sanitárias, deve ter: profundidade mínima de 0,60 m ; diâmetro mínimo da tubulação de recalque: Ø40
sanitárias, deve ter: profundidade mínima de 0,60 m ; diâmetro mínimo da tubulação de recalque: Ø40
sanitárias, deve ter: profundidade mínima de 0,60 m ; diâmetro mínimo da tubulação de recalque: Ø40

diâmetro mínimo da tubulação de recalque: Ø40 mm.

DIMENSIONAMENTO

Volume útil da caixa coletora:

onde:

diâmetro mínimo da tubulação de recalque: Ø40 mm . DIMENSIONAMENTO Volume útil da caixa coletora: onde:

Vu

=

de recalque: Ø40 mm . DIMENSIONAMENTO Volume útil da caixa coletora: onde: Vu = Q ⋅
de recalque: Ø40 mm . DIMENSIONAMENTO Volume útil da caixa coletora: onde: Vu = Q ⋅
de recalque: Ø40 mm . DIMENSIONAMENTO Volume útil da caixa coletora: onde: Vu = Q ⋅
Q ⋅ 4 t

Q

4

t

de recalque: Ø40 mm . DIMENSIONAMENTO Volume útil da caixa coletora: onde: Vu = Q ⋅
de recalque: Ø40 mm . DIMENSIONAMENTO Volume útil da caixa coletora: onde: Vu = Q ⋅
de recalque: Ø40 mm . DIMENSIONAMENTO Volume útil da caixa coletora: onde: Vu = Q ⋅
de recalque: Ø40 mm . DIMENSIONAMENTO Volume útil da caixa coletora: onde: Vu = Q ⋅

Vu - volume compreendido entre o nível máximo e o nível mínimo de operação da caixa (faixa de operação da bomba), em m 3 ;