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Direito Administrativo I 1) Apresentação 2) Nosso curso 3) A disciplina 3.1) O Direito Administrativo

Direito Administrativo I

1)

Apresentação

2)

Nosso curso

3)

A disciplina

3.1) O Direito Administrativo 3.2) A Administração Pública 3.3) A atividade administrativa

1) Sistemas administrativos 1.1 Sistema na jurisdição Una ou Inglês. 1.2 Sistema da dupla jurisdição
1) Sistemas administrativos
1.1 Sistema na jurisdição Una
ou Inglês.
1.2 Sistema da dupla jurisdição
ou sistema Francês.
Administração Pública direta x indireta
Administração pública direta (União, Estados, DF, Municípios): “O conjunto formado pela
somatória de todos os órgãos públicos recebe o nome de Administração Pública Direta ou
Centralizada. Pertencem à Administração Direta todas as entidades federativas, ou seja, União,
Estados, Distrito Federal, Territórios e Municípios”. (Mazza, Ob. Cit., p. 132).
1) Descentralização: “Já na descentralização, as competências administrativas são
exercidas por pessoas jurídicas autônomas, criadas pelo Estado para tal finalidade. Exemplos:
autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista” (Mazza,
Ob. Cit., p. 133). “As pessoas políticas (União, Estados-Membros, Distrito Federal e Municípios)
criam suas entidades vocacionadas à execução de serviços públicos ou atividades
administrativas específicas” (Márcio Elias Rosa, Ob. Cit., p. 66).
Administração pública indireta (vinculada a União, Estados, DF, Municípios): “O conjunto de
pessoas jurídicas autônomas criadas pelo Estado recebe o nome de Administração Pública
Indireta ou Descentralizada” (Mazza, Ob. Cit., p. 133). As entidades descentralizadas
respondem judicialmente pelos prejuízos causados, ao contrário dos órgãos. As entidades da
administração pública indireta são:
a) Autarquias: “São pessoas jurídicas de Direito Público, de natureza meramente
administrativa, criadas por lei específica, para a realização de atividades, obras ou serviços
descentralizados da entidade estatal que as criou. (
)
As autarquias podem desempenhar
atividades educacionais, previdenciárias e quaisquer outras outorgadas pela entidade estatal-
matriz, mas sem subordinação hierárquica, sujeitas apenas ao controle finalístico de sua
administração e da conduta de seus dirigentes” (Hely Lopes Meirelles, Ob. Cit., p. 65).
Exemplos de autarquias: INSS, Banco Central, Ibama, Cade, Incra, USP, UFRJ, CRM, CREA,
etc. A OAB não é considerada autarquia, mas sim uma entidade sui generis (STF, Adin

3.026/06).

b) Fundações: “É uma pessoa jurídica composta por um patrimônio personalizado, destacado

pelo instituidor para atingir uma finalidade específica” (Elisson Pereira da Costa, Ob. Cit., p. 30). Podem ser constituídas sob regime de direito público (espécie do gênero autarquia) e regime de direito privado (fundações governamentais). Exemplo da primeira é o IBGE e do segundo Fundação Padre Anchieta (TV CULTURA). Nas fundações governamentais, “a

Anchieta (TV CULTURA). Nas funda ções governamentais, “a www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
Anchieta (TV CULTURA). Nas funda ções governamentais, “a www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
personalidade jurídica surge com o registro dos atos constitutivos em cartório, após publicação da lei

personalidade jurídica surge com o registro dos atos constitutivos em cartório, após publicação da lei autorizando e do decreto regulamentando a instituição” (Mazza, Ob. Cit., p. 161).

c) Empresas Públicas: “Como expressão empresa estatal ou governamental designamos

todas as entidades, civis ou comerciais, de que o Estado tenha o controle acionário, abrangendo a empresa pública, a sociedade de economia mista e outras empresas que não tenham essa natureza e às quais a Constituição faz referência, em vários dispositivos, como categoria à parte (arts. 37, XVII, 71, II, 165, § 5º, II, 173, § 1º)”. (Maria Sylvia Zanella Di Pietro, Ob. Cit., p. 454).

d) Sociedades de Economia Mista: “são pessoas jurídicas de direito privado, criadas mediante autorização
d) Sociedades de Economia Mista: “são pessoas jurídicas de direito privado, criadas
mediante autorização legislativa, com maioria do capital social público e organizadas
obrigatoriamente como sociedades anônimas. Exemplos: Petrobrás, Banco do Brasil, Telebrás,
Eletrobrás e Furnas” (Alexandre Mazza, Ob. Cit., p. 157).
Princípios da Administração Pública
I) Princípios Expressos
LIMPE
Legalidade
Impessoalidade
Moralidade
Publicidade
Eficiência
1) Legalidade (Reserva da lei)
* O Estado de direito
* Lei + Interesse público
+
Moralidade
* ( diferente) Reserva Legal - São matérias que precisam ser reguladas por lei.
* Art.’s, 5º, II; 150, I CF
O princípio da legalidade busca limitar o poder do Estado, pois sua atividade está presa aos
mandamentos da lei, ou seja, qualquer ato sem devido respaldo legal, ou que exceda ao que a
lei lhe impõe será nula. A atividade pública se difere do particular pois este pode fazer tudo que
a lei permite e tudo que a lei não proíbe, ao passo, que a administração pública está vinculada
a lei não podendo atuar de forma contraria, vale dizer que mesmo quando a lei nada dispuser,
não pode a Administração Pública agir, exceto em situações excepcionais ( grave perturbação
da ordem e guerra ). Frente ao princípio da legalidade estão sujeitos também os agentes
públicos.

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos

Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

I - exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça;

2) Impessoalidade

*Ausência de subjetividade

* Art. 37, § 1º CF

* Art. 2º, III, Lei. 9.784/99 "Enxergo todos de maneira igual". Tal princípio está relacionado
* Art. 2º, III, Lei. 9.784/99
"Enxergo todos de maneira igual". Tal princípio está relacionado frente á atividade
administrativa qual será dirigida a todos cidadãos, sem determinação de pessoa ou
discriminação de qualquer natureza, pois o ato administrativo não deve ser elaborado com o
objetivo de beneficiar aquela determinada pessoa ou a prejudicar outrem.
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
§ 1º - A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos
deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar
nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou
servidores públicos.
3) Moralidade
" Moralidade administrativa" Existe uma norma de probidade. Está relacionada ao conceito do
“bom administrador” qual irá usar de sua competência sob preceitos legais vigentes, como
também pela moral, propugnando pelo melhor interesse público.
Nessa diapasão nota-se , que qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular
objetivando anular ato lesivo á moralidade administrativa.
* = honestidade
Princípios éticos, boa fé
*Conceito aberto
*Art. 5º, LXXIII CF
* = Probidade Adm.
4) Publicidade
*Art. 5º, LXXIII CF * = Probidade Adm. 4) Publicidade LXXIII - qualquer cidadão é parte

LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo

ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao

meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé,

isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

Tal princípio torna obrigatória a divulgação de atos celebrados pela Administração Pública Direta e indireta, qual deverá de manter plena transparência em seus comportamentos. Pois, em um Estado Democrático de Direito onde o poder emana do povo ( art. 1°, parágrafo único da CF ) não pode haver ocultamento aos administrados dos assuntos que a todos interessam. Contudo existem exceções no tocante a publicidade quando for “imprescindível à segurança da Sociedade e do Estado.

* = Transparência

à segurança da Sociedade e do Estado. * = Transparência www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
à segurança da Sociedade e do Estado. * = Transparência www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
* Exceções A) Segurança Nacional ( 5º, XXXIII CF) XXXIII - todos têm direito a

* Exceções

A) Segurança Nacional ( 5º, XXXIII CF)

XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse

particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de

responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado;

B) Investigações Policiais (20 CPP) Art. 20. A autoridade assegurará no inquérito o sigilo necessário
B) Investigações Policiais (20 CPP)
Art. 20. A autoridade assegurará no inquérito o sigilo necessário à elucidação do fato ou
exigido pelo interesse da sociedade.
C) Segredo de Justiça ( 155 CPC)
5)
Eficiência
O
princípio da eficiência, que integra o caput do artigo 37 da Constituição, por força da Emenda
Constitucional 19 de 1998, trouxe à Administração Pública o dever explicito de realizar suas
atribuições com rapidez, perfeição e rendimento.
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
· Este princípio só foi adicionado à Constituição com o advento da Emenda
Constitucional 19, de 1998. Porém, anteriormente, este princípio era aceito pela doutrina e pela
jurisprudência, só não estava escrito.
a) Rapidez ( Célere ) A atividade administrativa deve ser desempenhada de forma rápida, para
atingir os seus propósitos com celeridade e dinâmica, de modo a afastar qualquer ideia de
burocracia.
b)
Perfeição ( Melhor técnica - tecnologia ) O ato da administração pública deve ser satisfatório
e
completo. Uma Administração Pública morosa e deficiente se compromete perante o
administrado com o dever de indenização pelos danos causados e decorrentes da falta de
rapidez e perfeição.
causados e decorrentes da falta de rapidez e perfeição. Art. 155. Os atos processuais são públicos.

Art. 155. Os atos processuais são públicos. Correm, todavia, em segredo de justiça os

processos:

I - em que o exigir o interesse público;

Il - que dizem respeito a casamento, filiação, separação dos cônjuges, conversão desta em

divórcio, alimentos e guarda de menores. (Redação dada pela Lei nº 6.515, de 26.12.1977) Parágrafo único. O direito de consultar os autos e de pedir certidões de seus atos é restrito às partes e a seus procuradores. O terceiro, que demonstrar interesse jurídico, pode requerer ao juiz certidão do dispositivo da sentença, bem como de inventário e partilha resultante do desquite.

bem como de inventário e partilha resultante do desquite. c) Rendimento ( O melhor resultado com

c) Rendimento ( O melhor resultado com menor gasto de energia - produtividade ) deve-se

entender rendimento como o melhor resultado com o menor gasto de energia, a melhor produtividade possível. A Administração Pública deve atuar de forma menos onerosa possível, porém com a máxima produtividade, para alcançar os melhores resultados.

produtividade, para alcançar os melhores resultados. www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
produtividade, para alcançar os melhores resultados. www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
· Artigo 41, §1º, III, CF/88 (dispõe sobre a estabilidade dos servidores públicos): São estáveis

· Artigo 41, §1º, III, CF/88 (dispõe sobre a estabilidade dos servidores

públicos): São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para

cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.

Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo

de provimento efetivo em virtude de concurso público.

§ 1º O servidor público estável só perderá o cargo:

( )

III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada
III -
mediante
procedimento
de
avaliação
periódica
de
desempenho,
na
forma
de
lei
complementar, assegurada ampla defesa.
Ø Além disso, conforme o parágrafo 4º do mesmo artigo, como condição para a aquisição da
estabilidade, é obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para
essa finalidade.
·
A Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000) foi editada de forma a se efetivar
o
princípio da eficiência da Administração Pública.
Art. 41 § 1º, II e § 4º CF /88
L.C Nº 101/2000
Princípios Reconhecidos são os princípios utilizados pela Administração Pública que não
estão elencados na Constituição. Porém, não há nenhuma tipo de hierarquia por causa deste
fato, os princípios reconhecidos são igualmente importantes e possuem diversas conexões
entre si e os princípios constitucionais.
* L. 9.784/ 99 ( Art. 2º)

Art. 2 o A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência.

Parágrafo único. Nos processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de:

I - atuação conforme a lei e o Direito;

II - atendimento a fins de interesse geral, vedada a renúncia total ou parcial de poderes ou competências, salvo autorização em lei;

III

- objetividade no atendimento do interesse público, vedada a promoção pessoal de agentes

ou

autoridades;

IV

- atuação segundo padrões éticos de probidade, decoro e boa-fé;

V

- divulgação oficial dos atos administrativos, ressalvadas as hipóteses de sigilo previstas na

Constituição;

VI - adequação entre meios e fins, vedada a imposição de obrigações, restrições e sanções em

medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público;

VII - indicação dos pressupostos de fato e de direito que determinarem a decisão;

VIII observância das formalidades essenciais à garantia dos direitos dos administrados;

IX - adoção de formas simples, suficientes para propiciar adequado grau de certeza, segurança

e

respeito aos direitos dos administrados;

X

- garantia dos direitos à comunicação, à apresentação de alegações finais, à produção de

provas e à interposição de recursos, nos processos de que possam resultar sanções e nas situações de litígio;

XI - proibição de cobrança de despesas processuais, ressalvadas as previstas em lei;

XII - impulsão, de ofício, do processo administrativo, sem prejuízo da atuação dos interessados;

XIII - interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim

público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.

1)

expressamente previsto no caput do artigo 2º da Lei 9784/99 e especificado no parágrafo único

está

do

Princípio

da

supremacia

interesse

público este

princípio

Princípio da supremacia interesse público este princípio www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
Princípio da supremacia interesse público este princípio www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
do mesmo artigo. Segundo este princípio, o interesse público deve prevalecer sobre o interesse particular,

do mesmo artigo. Segundo este princípio, o interesse público deve prevalecer sobre o interesse particular, isto ocorre devido ao fato do Estado defender o interesse da coletividade quando pratica os atos administrativos e não apenas o interesse de um único administrado.

Importante destacar que, em momento nenhum, o interesse público deve prevalecer sobre os direitos particulares, pois estes são indisponíveis. Deve prevalecer, apenas, aos interesses de particulares.

O poder de polícia do Estado é uma consequência do princípio da supremacia do interesse
O poder de polícia do Estado é uma consequência do princípio da supremacia do interesse
público, pois este é responsável por fiscalizar os atos dos particulares e impor sanções quando
as regras não são seguidas.
O Estado de Direito: seguindo ideais Iluministas, a Constituição, no parágrafo único do artigo
primeiro, diz que todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos
ou diretamente, nos termos desta Constituição. Aplicando-se este conceito no princípio da
soberania do interesse público, se entende que esse interesse emana do próprio povo, que
escolheu a busca do bem comum através de seus representantes, escolhidos através do voto.
O Estado Democrático: nenhum ato administrativo, mesmo que agindo sobre este princípio,
deve ferir o respeito das liberdades civis, o respeito pelos direitos humanos e pelas garantias
fundamentais (pois esta é a base do Estado Democrático de Direito).
* O poder de polícia (art. 78 CTN )
Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou
disciplinando direito, interêsse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em
razão de intêresse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à
disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de
concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à
propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.
2) Princípio da indisponibilidade do interesse público
Segundo Dirley da Cunha Júnior sendo o interesse público qualificado como próprio da
coletividade, este não se encontra à livre disposição de quem quer que seja, por ser
insuscetível de apropriação. Aos sujeitos da Administração não cabe a disponibilização dos
bens públicos, haja vista que incube tão somente curá-lo (administrá-lo) no desempenho de um
dever. Na Administração Pública os bens e os interesses não se acham entregues à livre
disposição da vontade do administrador. Ao contrário, cumpre ao mesmo o dever de protege-
los nos termos da finalidade legal a que estão adstritos
· Assim, conclui-se que o administrador não pode simplesmente disponibilizar um
bem público, podendo fazê-lo apenas em virtude e do que determina em lei, pois o Estado não
goza de vontade própria.
em lei, pois o Estado não goza de vontade própria. · Alienação de bens públicos: seguindo

· Alienação de bens públicos: seguindo o conceito do princípio da indisponibilidade

do bem público, o agente administrativo não pode alienar nenhum bem público, salvo quando existir uma lei que o permita.

3) O Princípio da continuidade do serviço público

atividade administrativa em momento algum, sendo tal atividade ininterrupita pois os anceios da coletividade não param, por isso não se admite a paralisação dos serviços públicos

a

" O Estado não deixa de prestar

serviços públicos a " O Estado não deixa de prestar www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
serviços públicos a " O Estado não deixa de prestar www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
considerados imprescindíveis devendo ser observado disposto no art 37, VII, qual dispõe que o direito

considerados imprescindíveis devendo ser observado disposto no art 37, VII, qual dispõe que o direito de greve será exercido nos termos e nos limites estabelecidos em lei específica.

= Obrigatoriedade da atividade administrativa

* Corte de energia

(Art. 6º, §3º Lei. 8.987/95)

Art. 6 o Toda concessão ou permissão pressupõe a prestação de serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, conforme estabelecido nesta Lei, nas normas pertinentes e no respectivo contrato.

) (

3 o Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso, quando:

I - motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e,

II - por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade.

§

* Contratos públicos ( Se o adm pública não pagar o licitante o mesmo não
* Contratos públicos ( Se o adm pública não pagar o licitante o mesmo não pode largar o
serviço público pelo prazo de 90 dias, nao podendo invocar a exceção do contrato não
cumprido antes de findo os 90 dias).
4) Princípio da segurança jurídica
Direito adquirido (lei)
Ato jurídico perfeito ( vontade )
Coisa julgada.
Ação rescisória
Revisão criminal
5) Princípio da finalidade pública
Os atos da Administração pública serão somente voltados para o interesse público, caso algum
ato não atenda o interesse público denomina-se desvio de finalidade. Resta-nos saber o que é
interesse público. Este é o que se refere a toda a sociedade. “ É o interesse de todo social, da
comunidade considerada por inteiro. Nesse sentido é a lição de DE Plácio e Silva (Vocabulário
jurídico, 10. Ed., Rio de Janeiro, Forense, v. 2,p. 498): “Ao contrário do particular, é o que se
assenta em fato ou direito de proveito coletivo ou geral. Está, pois, adstrito a todos os fatos ou
a todas as coisas que se entendam de benefício comum ou para proveito geral, ou que se
imponham para uma necessidade coletiva”. É o “pertinente á sociedade como um todos”,
assegura Celso Antônio Bandeira de Mello (Curso, cit., p.90). Sendo assim é vedado ao
atendimento de interesses de particulares dada a não pertinência aos interesse público, pois
tendo em vista que todo poder emana do povo esse exercício deverá em proveito desse povo. (
Interesse primário - ) Na impede que alguns interesses particulares (Interesse secundário – não
condiz com o interesse de toda a coletividade (Renato Alessi – Instituciones, cit., p. 184) sejam
atendidos desde que em consonância com o princípio primário
* Art 2º, III e XIII da Lei 9.784/99

Art. 2 o A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência.

) (

III - objetividade no atendimento do interesse público, vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades;

) (

vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades; ) ( www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades; ) ( www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
XIII - interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim

XIII - interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim

público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.

6) Princípio da auto tutela

Tal princípio está baseado no dever da administração pública em policiar, atos inerentes á

legalidade dos atos administrativos. Devendo pois retirar os todos os atos inconvenientes e inoportunos bem como os ilegítimos, através de revogação ou por via de invalidação. A esse respeito afirma Hely Lopes Meirelles (Direito administrativo, cit., p. 196) que “ A Administração

Pública, como instituição destinada a realizar o Direito e a propiciar o bem comum, não
Pública, como instituição destinada a realizar o Direito e a propiciar o bem comum, não pode
agir
fora das normas jurídicas e da moral administrativa, nem relegar os fins sociais a que sua
ação se dirige. Se, por erro, culpa, dolo ou interesse escusos de seus agentes a atividade do
Poder Público degarra-se da lei, divorcia-se da moral, ou desvia-se do bem comum, é dever da
Administração invalidar, espontaneamente ou mediante provocação, o próprio ato, contrário
à sua finalidade, por inoportuno, inconveniente, imoral ou ilegal”.
Avaliação
- Ilegalidade
Revogação - Conveniência e oportunidade
* Prazo 5 anos (decadencial)
* Súmula 346 e 473 STF
SÚMULA
Nº 346
A
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PODE DECLARAR A NULIDADE DOS SEUS PRÓPRIOS
ATOS.
SÚMULA
Nº 473
A
ADMINISTRAÇÃO PODE ANULAR SEUS PRÓPRIOS ATOS, QUANDO EIVADOS DE
VÍCIOS QUE OS TORNAM ILEGAIS, PORQUE DELES NÃO SE ORIGINAM DIREITOS; OU
REVOGÁ-LOS, POR MOTIVO DE CONVENIÊNCIA OU OPORTUNIDADE, RESPEITADOS
OS DIREITOS ADQUIRIDOS, E RESSALVADA, EM TODOS OS CASOS, A APRECIAÇÃO
JUDICIAL.
*
Art.53 art. 54 L 9784/99
Art. 54. O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos
favoráveis para os destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram
praticados, salvo comprovada má-fé.
7) Princípio da especialidade
*
As autarquias: São pessoas jurídicas de Direito Público, qual integram a Admininstração

Pública Indireta, criada por lei para desempenhar funções que, despidas de caráter econômico, sejam próprias e típicas do Estado.

Obs: Sua relação com o princípio da especialidade esta relacionado que a Autarquia não pode fazer nada àlem do que sua instituição ordena. Exemplo: Ao CREA é vedado exercer funções previdenciárias.

8) Princípio da motivação

funções previdenciárias. 8) Princípio da motivação www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
funções previdenciárias. 8) Princípio da motivação www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
Os atos administrativos precisam ser motivados. Devem ser mencionadas para a prática de qualquer ato

Os atos administrativos precisam ser motivados. Devem ser mencionadas para a prática de

qualquer ato administrativo as razões de fato e de direito que levaram a Administração a

proceder daquele modo. A Constituição Federal exige até que as decisões administrativas sejam motivadas consonante art. 93, X

Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

( )

X as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública, sendo as disciplinares
X as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública, sendo as
disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros;
Portanto pode-se afirmar que a falta de motivação ou a indicação de motivos falsos ou
incoerentes torna o ato nulo
Razões de fato:
- De fato
- De direito
* Ato discricionário
* Art. 93, X CF
Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto
da Magistratura, observados os seguintes princípios:
X as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública, sendo as
disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros;
* Art. 50 L.9.784/99
Teoria do motivo determinante
Art. 50. Os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos
fundamentos jurídicos, quando:
I - neguem, limitem ou afetem direitos ou interesses;
II - imponham ou agravem deveres, encargos ou sanções;
III - decidam processos administrativos de concurso ou seleção pública;
IV - dispensem ou declarem a inexigibilidade de processo licitatório;
V - decidam recursos administrativos;
VI - decorram de reexame de ofício;
VII - deixem de aplicar jurisprudência firmada sobre a questão ou discrepem de pareceres,
laudos, propostas e relatórios oficiais;
VIII - importem anulação, revogação, suspensão ou convalidação de ato administrativo.
§
1 o A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de
concordância com fundamentos de anteriores pareceres, informações, decisões ou propostas,
que, neste caso, serão parte integrante do ato.
§
que, neste caso, serão parte integrante do ato. § 2 o Na solução de vários assuntos

2 o Na solução de vários assuntos da mesma natureza, pode ser utilizado meio mecânico que reproduza os fundamentos das decisões, desde que não prejudique direito ou garantia dos interessados.

3 o A motivação das decisões de órgãos colegiados e comissões ou de decisões orais constará da respectiva ata ou de termo escrito.

§

Poderes da Administração pública pública

1)

Conceito:

2)

2.2) O poder Discricionário

Os poderes da Administração pública

O poder vinculado

Os poderes da Administração pública O poder vinculado www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
Os poderes da Administração pública O poder vinculado www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
2.3 Poder Hierárquico Conceito: É aquele que confere á administração pública a capacidade de ordenar,

2.3Poder Hierárquico

Conceito: É aquele que confere á administração pública a capacidade de ordenar, coordenar, controlar e corrigir os seus atos.

a) Ordenar Subordinação, implica em dar ordens.

b) Coordenar Harmonia, coordenar para que as funções sejem alcançadas de forma

harmonica.

c) Corrigir – Controlar se todos estão cumprindo a lei. É um atributo hierarquico “corrigir”
c)
Corrigir – Controlar se todos estão cumprindo a lei. É um atributo hierarquico “corrigir”
o ato lesivo a Administração Pública (Sanar) qual é diferente de aplicar penalidade (poder
disciplinar)
d) Delegar/Avocar
Delegar: Nomeio o exercício.
Avocar: Retira o poder delegado
2.4)Poder disciplinar
Conceito: É aquele que confere aos chefes do poder Executivo atribuição privativa para
explicar, esclarecer, explicitar e conferir fiel execução às leis por meio da expedição de atos
normativos gerais e abstratos.
Poder disciplinar
X
Poder Hierárquico
*Proporcionalidade Adequar meios aos fins
2.5)Poder regulamentar
2.5.1 Conceito: É aquele que confere aos chefes do Poder Executivo atribuição privativa para
explicar, esclarecer, explicitar e conferir fiel execução às leis por meio da expedição de atos
normativos gerais e abastratos.
2.5.2 Características
a) Privativo do executivo (Art 84, IV CF) Pode ser delegada
Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
( )
IV - sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos
para sua fiel execução;
b) Prerrogativa de Direito Público
c) É atribuição
d) Por decreto (Regra) e atos normativos (Portarias, regulamentos)
decreto (Regra) e atos normativos (Portarias, regulamentos) 2.6) Poder de polícia 2.6.1)Sentido Amplo: É o

2.6)Poder de polícia 2.6.1)Sentido Amplo: É o instrumento conferido ao administrador que lhe permite condicionar, restringuir, frenar o exercício da atividade, o uso e o goso de bens e direitos pelos particulares em face do interesse público. 2.6.2)Sentido Estrito: É a atividade exercida pela Administração pública, através de atos normativos ou conretos, com fundamento na supremácia geral e, na forma da lei, no sentido de condicionar a liberdade e a propriedade dos individuos mediante de ações fiscalizadoras, preventivas e repressivas, impondo aos administrados comportamentos compativeis com os interesses sociais. 2.6.3)Sede Normativa *Art 78 CTN

Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interêsse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de intêresse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à

à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
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disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou

disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

2.6.4) Proporcionalidade: Adequação dos meios aos fins.

2.6.5) Polícia Administrativa x Polícia Judiciária: A polícia administrativa visa o bem estar social, incindindo sobre bnes, direitos ou atividades dos particulares caracterizando ilicito administrativo, e a polícia judicilária visa a ordem pública, incindindo sobre pessoas, punindo o ilicito penal, sendo regida pela legislação penal e processual penal.

Polícia Admininstrativa: Polícia Judiciária: 5)Deveres do agente público 5.1Dever de agir 5.2Dever de eficiência
Polícia Admininstrativa:
Polícia Judiciária:
5)Deveres do agente público
5.1Dever de agir
5.2Dever de eficiência
5.3Dever de probidade
5.4)Dever de prestar contas
*Art 668 cc/02
Art. 668. O mandatário é obrigado a dar contas de sua gerência ao mandante, transferindo-lhe
as vantagens provenientes do mandato, por qualquer título que seja.
- Teoria geral do atos administrativos (Atividade administrativa)
1)Conceito: É a declaração do Estado ou de quem o represente que produz efeitos imediatos,
com a observância da lei, dos regimes jurídicos de Direito e sujeita a controle pelo poder
judiciário. Produz efeitos imediatos em plena observância da lei.
2)Ato Administrativo x Fato Administrativo
Enquanto o Ato administrativo é uma condição humana relevante para a administração pública
e que importa na criação, modificação ou extenção de direito a fato administrativo é a atividade
material ao acontecimento relevante para a administração pública que produz efeitos de ordem
prática.
Obs: “ O fato não se revoga”.
Ex: Adiquiri férias por tempo de serviço (Fato)
A concessão do direito á férias pela Administração Pública (Ato administrativo)
3)Requisitos (Elementos
Territorial
3.1 Competência
Hierarquica
Material
Competência é o pressuposto subjetivo de validade que autoriza o agente público a praticar o
ato administrativo sem o qual o ato é ilegal e deve ser retirado do ordenamento jurídico.
= Pressupostos subjetivo de validade
*Obrigatória e irrenunciável
*Imodificável e imprescritível
*Improrrogável
*Imodificável e imprescritível *Improrrogável 3.2 Finalidade (Visa a finalidade pública) Prescrita em lei

3.2 Finalidade (Visa a finalidade pública) Prescrita em lei

3.3 Forma

(Visa a finalidade pública) Prescrita em lei 3.3 Forma Não proibida por lei Art. 60. Os

Não proibida por lei

Art. 60. Os contratos e seus aditamentos serão lavrados nas repartições interessadas, as quais manterão arquivo cronológico dos seus autógrafos e registro sistemático do seu extrato, salvo os relativos a direitos reais sobre imóveis, que se formalizam por instrumento lavrado em cartório de notas, de tudo juntando-se cópia no processo que lhe deu origem.

de tudo juntando-se cópia no processo que lhe deu origem. www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
de tudo juntando-se cópia no processo que lhe deu origem. www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
Parágrafo único. É nulo e de nenhum efeito o contrato verbal com a Administração, salvo

Parágrafo único. É nulo e de nenhum efeito o contrato verbal com a Administração, salvo o de pequenas compras de pronto pagamento, assim entendidas aquelas de valor não superior a 5% (cinco por cento) do limite estabelecido no art. 23, inciso II, alínea "a" desta Lei, feitas em regime de adiantamento.

3.4 Motivo

São os fundamento de fato e de direito que norteiam aquele ato administrativo. = Fato + Fundameneto jurídico

3.5 Objeto

4) Atributos (Características) 4.1 Presunção de legitimidade 4.2 Imperatividade 4.3 Exgibilidade 4.4 Auto
4) Atributos (Características)
4.1 Presunção de legitimidade
4.2 Imperatividade
4.3 Exgibilidade
4.4 Auto Executoriedade ou executoriedade
1) Atributos do ato Admininstrativo
1.1 Presunção de legitimidade
É a qualidade de todo ato Admininstrativo de sertido como presumidamente verdadeito e
conforme o direito.
Obs: Admite prova ao contrário.
1.2 Imperatividade
É a quelidade de que dispõe o ato Administrativo de impor obrigações ao administrado
independentemente a aquiescencia deste “Poder extroverso” (“Cumprimos o que a
administração pública pode sem contrato”).
1.3 Auto executoriedade
É a qualidade em face da qual á administração pública pode, por si só, conferir imediata
efetividade aos seus atos admininstrativos (Não necesita de outra decisão para que os atos
admininstrativos tenham validade).
1.4 Exigibilidade
É o atributo que confere á admininstração pública o poder de exigir do administrado as
obrigações que ela unilateralmente lhe impos, sob pena de lhes infligir uma penalidade
Admininstrativa “Meio indireto de coação”.
2)
Perfeição, validade e eficácia
2.1
A Administração perfeita
É aquele que já completou seu ciclo e tem todos os seus elementos.
2.2 A Admininstração Válida
É Aquele editado em conformidade com a lei ou compatível com ela.
2.3 A Admininstração Eficaz
É aquele que já existe permitindo a utilização para os quais esta pré ordenado (Já esta apto
para produzir seus efeitos).
3)
Classificação
3.1
Quanto a natureza do conteúdo
a)
Conceito: Ex: Exoneração
b)Abstrato: Ex: IR
3.2 Quanto aos efeitos
a)Constitutivos: Ex: Férias
b) Declaratórios: Ex: Certidões

3.3 Quando a abrangência dos efeitos

a) Internos: São aqueles atos admininstrativos cujo efeitos são produzidos no interior da

admininstração. Ex: Regulamento interno

b) Externos: São aqueles cujo os efeitos são sentidos por toda coletividade.

Ex: Naturalização

3.4 Quanto aos destinatários do ato

a) Individuais: São aqueles que tem destinatários certos.

a) Individuais: São aqueles que tem destinatários certos. www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
a) Individuais: São aqueles que tem destinatários certos. www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
Ex: Delegação de atribuição b) Gerais: À que interessa. Ex: Abono de Férias 3.5 Quanto

Ex: Delegação de atribuição

b) Gerais: À que interessa.

Ex: Abono de Férias

3.5 Quanto a composição de vontade singulares Simples Colegiais Complexos *Simples: São aqueles oriundos da
3.5
Quanto a composição de vontade
singulares
Simples
Colegiais
Complexos
*Simples: São aqueles oriundos da manisfestação de um único òrgão.
*Complexo: São aqueles que resulta da conjugação de vontades de mais de um òrgão.
*Singulares: São queles que provem de um único agente. Ex: Multa de transito.
*Colegial: Vontades conjugadas de mais de um agente.
3.6
Quanto a vontade administrativa
Negociais. São aqueles voltados necessariamente para a produção de um determinado
resultado jurídico Ex: Demissão
Meros Atos: São aqueles que apenas certificam ou exteriorizam um conhecimento Ex: Voto
do membro colegiado
4) Extinção do Ato Administrativo
Ato Administrativo eficaz
4.1
Cumprimentos dos efeitos
a)
Esgotamento do prazo: Concessão de uso por determinado tempo.
b)
Execução do Ato
c)
Alcançe do Objetivo
4.2) Desaparecimento do Sujeito/Objeto
4.3) Retirada do Ato
a)
Revogação: Retirada do ato por razões de conveniência e oportunidade (Estão ligadas ao
merito)
b) Invalidação (Ou anulação) Estão ligados a critérios de legalidade
c) Cassação: Ocorre quando o beneficiário do ato deixou de cumprir condições essenciais
para a conçessão daquele ato.
d)
Caducidade: Ocorre quano em razão de mora a legislação o ato não pode mais produzir
seus efeitos.
4.4) Renúncia do ato
* Ato Administrativo ineficaz
Mera retirada
Mérito
Recusa
Capacidade
ineficaz Mera retirada Mérito Recusa Capacidade www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -
ineficaz Mera retirada Mérito Recusa Capacidade www.jusinfocus.com.br - www.faceboock.com/jusinfocus -