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RBE.DREN. DGIDC.

ACÇÃO: “PRÁTICAS E MODELOS NA AUTO-AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

O formando: Licínio António Teixeira Borges. Turma 9.

5 de Novembro de 2009

Tabela matriz

Conhecimento na área

Biblioteca escolar

 

Aspectos críticos que a Literatura identifica

         

Desafios.

Domínio

 

Pontos fortes

 

Fraquezas

 

Oportunidades

Ameaças

Acções a

     

implementar

 

-

Demasiada atenção

-Aquisição, de um conhecimento mais abrangente de todos os órgãos pedagógi- cos de gestão inter- média da escola

-

Alguma incon-

-

Publicação da Por-

- Dificuldade em desenvolver um tra- balho colaborativo e de articulação com todas as estruturas do agrupamento. (seria fastidioso elencar o conjunto das razões mas destaco: horas para reunir; divisão entre os colegas; subvalorização do

papel do bibliotecá- rio; o nunca se ter tempo para…; e por aí adiante).

-

O primeiro desafio

à imagem e impactos sócio-profissionais do

gruência entre a por- taria nº 756/2009 e o Decreto-Lei nº 75/2008 de 22 de Abril no referente ao papel das bibliotecas escolares e ao concei- to de autonomia.

taria nº 756/2009 de 14 de Julho onde,

exige que o profes- sor bibliotecário

professor bibliotecá- rio.

finalmente, se Institucionaliza a função de professor bibliotecário, como forma de assegurar

possua, ou obtenha rapidamente, um perfil de competên- cias que deve ser estabelecido ao nível de uma for- mação adequada que verse Gestão Escolar/Avaliação Organizacional, Informação e Bibliotecnomia.

Complexidade dos

desafios com que se confrontam os pro- fessores bibliotecá- rios decorrentes das novas tecnologias e do acesso à informa- ção.

-

-Conhecimento mais profundo da dinâmica de funcionamento de cada equipa de traba- lho e das necessida- des respectivas, bem como dos respectivos pontos fortes e fracos. - Aplicação do novo modelo de auto- avaliação. Será ainda

Competências

do

professor

uma gestão profissio- nal de acesso e utili-

bibliotecário

 

-

Dificuldade em

zação da informação e do conhecimento.

valorização das TIC

-

realizar sessões de trabalho com os órgãos de natureza pedagógica, nomea- damente Conselho de Docentes e Departa- mentos Curriculares.

enquanto mais valia

para a divulgação e promoção de um novo conceito de biblioteca.

-

Manutenção

do

 

paradigma

de

traba-

 

-

O segundo desafio

lho

do

professor

- Enorme carga buro-

passa pela capaci-

bibliotecário centrado na gestão da colecção e apoio aos utentes, em vez de promover a construção do conhecimento e da auto-aprendizagem.

visto como handicap para muitos mas, a realidade actual diz- nos que, a avaliação terá que fazer parte integrante da dinâmi- ca de avaliação inter- na do agrupamento. (ver as recomenda- ções da avaliação externa efectuada neste agrupamento o ano passado).

Como solução tenho optado por enviar por mail todas as infor- mações pertinentes, com antecedência para que possam ser discutidas no CP e nos Departamentos.

crática que limita o trabalho do professor

dade de construir rede de partilha de

bibliotecário

conhecimento e a constituição de

-

Não reconhecimen-

comunidades inte-

to

do papel do profes-

ressadas no tema.

sor bibliotecário

 

- A contribuição

- Falta de reconheci- mento por parte dos órgãos de gestão da importância do pro- fessor bibliotecário e do papel da biblioteca na construção e pro- moção do conheci- mento.

- Enraizamento do arquétipo do profes- sor bibliotecário.

 

-

A dimensão territo-

que o professor dará na utilização dos recursos, na forma- ção do aluno como pessoa e como cidadão, na divul-

-

Ausência de uma

rial do Agrupamento que dificulta o con- tacto directo com o Pré-escolar e 1º ciclo

cultura de articula- ção, que dificulta as funções do professor

 

bibliotecário e o

 

-

O professor biblio-

papel da biblioteca

-

O tempo que o

gação cultural, literária e científica, em suma, promotor da transdisciplinari- dade.

tecário assume-se como prospectivo, tem uma postura de investigação e apren- dizagem contínua.

- A ausência do coor- denador da BECRE nas equipas de refor- mulação de documen- tos estruturantes da

professor bibliotecá- rio passa com o apoio aos docentes no

que às novas tecnolo- gias diz respeito, poderá prejudicar outras tarefas de gestão e organização

-

A integração na

 

O professor biblio-

tecário tem formação na área o que facilita

-

política educativa do agrupamento nomea- damente o Projecto Educativo e o Projec- to Curricular do Agrupamento.

equipa de elabora- ção do Projecto

de

biblioteca.

Educativo, do Plano

em muito a sua actuação nos diferen- tes domínios e inter- venção a nível de escola.

O

trabalho do profes-

Anual de Activida- des e do Regula- mento Interno, no sentido de reforçar a

sor bibliotecário nem sempre é valorizado,

 

nem pelos pares, nem

-

Perspectivação da

a

nível oficial o que

política educativa

 

BECRE como enti- dade isolada das estruturas e do currí- culo ????

poderá prejudicar a acção e intervenção do professor bibliote- cário.

do Agrupamento. tanto o professor bibliotecário como a biblioteca deverão ser vistos como um recurso inquestio- nável nas suas aulas e motor da constru- ção do conhecimen- to de cada indiví- duo.

- Dificuldade de promover e conscien- cializar a comunidade docente para uma nova concepção de Biblioteca

Segundo

Ross Todd,

-

Combater o este-

verifica-se um desvio de acção do professor bibliotecário da cons-

reótipo antiquado da

imagem do profes- sor bibliotecário,

     

trução activa do conhecimento dos indivíduos para o impacto da novas tecnologias e desafios relacionados com a percepção que os outros têm da sua imagem e papel.

   

como alguém que apenas controla e gere a colecção.

- Tempo disponível para desenvolver o seu percurso profis- sional, dialogar com os colegas e estar disponível para os estudantes.

 

- Disponibilidade temporal para actua- lizações directa- mente ligadas às funções de profes- sor bibliotecário.

 

- Necessidade

de

promover, de forma

continuada

forma-

ção

e

auto-

formação.

-

Construção de um

referencial de evi- dências demonstra- tivo da importância da biblioteca na aprendizagem dos alunos e o alcance dos seus objectivos.

 

- Necessidade de

- A atmosfera agra- dável e acolhedora da

-Exiguidade do espa- ço para o universo de alunos que habitual- mente frequentam a biblioteca

-Variedade de docu- mentos disponibiliza- dos pela RBE nesta área;

- A rapidez com que se operam as mudan- ças

-

Fomentar a parti-

centrar a organização

lha de experiências na rede interconce- lhia

gestão da biblioteca na construção do conhecimento e não apenas num lugar onde encontrar informação

e

BECRE.

Organização e Gestão da BE

-

Manutenção

da

 

- A desactualização constante dos recur- sos audiovisuais e digitais.

 

equipa

com

quatro

 

-Trabalho colaborati-

-

Divulgação mais

 

professores

e

um

-

A inexistência de

vo

da

coordenadora

regular e sistemática da missão e dos objectivos da biblio- teca nos vários

assistente operacional

um boletim Informa- tivo da BECRE.

interconcelhia

 

com

formação

e

 

-

repensar os recursos

experiência

que tem

-

A inadequação de

-Partilha de materiais

a

disponibilizar aos

contribuído para uma eficaz organização dos recursos huma- nos.

-

Equipa com forma-

parte do mobiliário. (cadeiras e pufs demasiado frágeis e de desgaste rápido).

entre bibliotecas

órgãos de planifica- ção e decisão peda- gógica.

- Recolha de evi- dências, de forma a direccionar o plano

utentes de acordo com o novo paradig- ma dee construção e acesso ao conheci- mento.

ção e valências diver-

- Insuficiência do fundo documental em suporte CD e DVD, apesar do esforço feito nos últimos

-

Necessidade de

sas sempre pronta a ajudar.

da biblioteca para as áreas mais carentes

criação de uma equi-

pa propiciadora e

 

e problemáticas.

auxiliar na construção

-

Horário de funcio-

anos.

do

conhecimento.

 

namento da biblioteca

- Levar o órgão de

 

que abrange o tempo

gestão a compreen- der a importância de uma equipa multi- disciplinar, consis- tente e com forma- ção.

-

Necessidade

de

de permanência dos alunos na escola

redução

ao mínimo

de

impressos, pedidos

 

de

autorização

e

- Existência

do

requisição e

livre

Regimento Interno e

acesso a todo o tipo

do Manual de Proce-

 

de

suportes.

dimentos.

-

A

exiguidade

de

- O espaço da BECRE que facilita a existência de diferen- tes áreas funcionais à disposição dos utili-

verbas,

recursos

humanos

e

permis-

sões

estranguladores

do

desenvolvimento

da

BECRE.

zadores.

- Falta da perspectiva construtivista de aprendizagem da BECRE por parte de um leque alargado de docentes que ainda a não sentem como um espaço de investiga- ção e desenvolvimen- to de trabalho. A percepção do coor- denador das TIC (que raramente vai à biblioteca) sobre o equipamento a afectar

-

A

catalogação

e

disponibilização do

fundo

a

todos

de

forma fácil.

-

O

apoio

da

ex-

e actual que têm dispo- nibilizado documen-

coordenadora

da

tos muito importantes

de

Gestão

da

BECRE.

-

Professor bibliote-

cário informado e

à

biblioteca poderá

com formação, com capacidade de lide-

não ser o mais ade-

 

quando.

rança

e

capacitado

       

para

a

gestão

dos

recursos

humano

e

materiais.

 
 

-

Necessidade

de

-

Disponibilização da

 

-

A criação da rede

-

Verbas

reduzidas

-

Elaborar docu-

gerir

informação

colecção no catálogo

-

Pouca participação

interconcelhia

para

renovação

da

mento de Política de

digital

colectivo da rede interconcelhia

das estruturas inter- médias na inventaria- ção das necessidades

colecção;

Desenvolvimento

-

Colaboração com a

da Colecção

 

-

Necessidade

de

 

futura Biblioteca Municipal e com a RB-BB (Rede de Bibliotecas de Basto

-

Falta de tempo para

 

criar

plataformas

-

Catálogo on-line

de gestão da colec- ção

fazer prospecção de novidades editoriais no mercado

-

Articular aquisi-

Gestão da Colecção

digitais

num posto da biblio- teca

ções com as dife- rentes estruturas intermédias e pro- jectos de promoção da leitura (PNL e projectos internos …)

Necessidade de o professor bibliotecá- rio encarar de modo diferente a gestão da colecção.

 

e Barroso).

 

-

A colecção da

biblioteca é variada, actualizada e tende a

responder minima- mente às necessida- des do público a que se dirige.

 

-

O baixo enfoque

-

A integração na BE

-

Não promoção da

-

A possibilidade de

Falta de cultura de biblioteca

-

-

Apresentar aos

dado aos processos e resultados da apren-

nos Planos de Acom- panhamento e recupe-

biblioteca como espaço de conheci-

interacção entre a biblioteca e as aulas

docentes sugestões de trabalho conjunto

dizagem dos alunos;

ração dos alunos

 

mento por parte de alguns docentes

de substituição

-

Excesso de reuniões

em torno do trata- mento de diferentes unidades de ensino ou temas.

 

por parte dos docen-

- falta de interioriza- ção, por parte dos professores bibliote- cários, de que a cons- trução do saber e o desenvolvimento da compreensão humana são o seu principal trabalho

-

Eleição do espaço

 

-

A possibilidade de

tes

da BE e área envol- vente para exposição de trabalhos/projectos de Área de Projecto.

- Dificuldade em conjugar o trabalho com uma turma e o normal funcionamen- to da biblioteca

constituir equipas que

integrem professores de várias áreas.

-

Práticas individuais

 

baseadas no docu- mento único (manual)

Reforçar a articu- lação da BE com as áreas curriculares

-

 

-

A participação do

- Colaboração da BE/CRE no acompa- nhamento de alunos em trabalho orientado

 

professor bibliotecá-

-

Excessiva

carga

não disciplinares

A BE como espaço de conhe- cimento e aprendizagem. Tra- balho colaborativo e articulado com Departamentos e docentes.

-

Pouco conhecimen-

 

rio

no Conselho

horária dos alunos

 

to por parte dos pro-

Pedagógico.

 

-

Maior publicitação

 

fessores dos recursos existentes na biblio- teca

-

Obrigatoriedade do

dos recursos e mate- riais existentes na biblioteca

-

A construção do

na BE

 

-

A biblioteca deve

cumprimento

dos

 

saber parte do próprio aluno, que é respon- sável pelo seu pro-

 

ser um local de cons- trução e produção de conhecimento, deve ser a fonte e não só o apoio à retaguarda, deve ter um papel nuclear. Deverá articular com

programas, princi-

-

Elaboração e apro-

 

palmente

no

Ensino

 

vação de um Guião de Pesquisa comum no âmbito da literacia da informação e de apoio ao Currículo.

Secundário

-

A biblioteca tor-

cesso de construção do conhecimento.

nar-se um local de trabalho cooperati-

-

Insuficiência de

vo

e

não

só um

recursos para dispo- nibilizar aos alunos.

espaço

com

colec-

 

ções

de

livros,

       

os departamentos o seu plano de activi- dades, de forma a proporcionar aos alunos uma aprendi- zagem construtiva.

 

DVDs, etc

 

-

A

existência

de

 

bibliotecas virtuais.

Incentivar a coope- ração dos professo-

 

res

com a BE/CRE,

 

rentabilizando os recursos nela exis- tentes, no âmbito da planificação e desenvolvimento das actividades curriculares, extra- curriculares e dos projectos

 

- Não integração das literacias da informa- ção no desenvolvi- mento curricular

-

Construção e divul-

-

Dificuldade em

- Colaboração da RBE na construção e divulgação de docu- mentos de apoio ao desenvolvimento das literacias

-

Poucos hábitos de

 

gação de materiais em suportes diversifi-

encontrar horas livres comuns a um número suficiente de docen- tes/alunos para forne- cer formação

leitura dos alunos

 

- Proporcionar acti- vidades que permi-

cados sobre literacia da informação

-Solicitações diversi- ficadas a que os alu- nos estão sujeitos

tam a integração dos seus recursos na operacionalização do currículo, na promoção da leitura

-

Necessidade de

eleger a comunicação escrita e oral, assim como o conhecimento global e as literacias como áreas prioritá- rias nas escolas

Parceria com o PNL

e docentes de Língua Portuguesa na pro-

-

- Limitações na com- preensão e aplicação por parte dos alunos das competências da

   

-

Valorização

do

-

Dificuldade

dos

fomentando o gosto

moção da leitura

papel

do

aluno

alunos

em

tratar

a

e

os hábitos de

enquanto

actor

e

informação

leitura, ao mesmo tempo que se cons-

-

Desenvolvimento de

literacia da informa- ção

construtor

do

seu

 
 

projectos internos de

conhecimento

tendo

-

Desmotivação

do

titui como espaço de formação dos utilizadores no acesso e utilização efectiva e crítica da

Formação para a leitura e para as literacias

-

Necessidade de

promoção da leitura

 

como palco a biblio-

alunos perante o

provar que a leitura melhora as capacida- des de desenvolvi- mento vocabular, linguístico e de com- preensão.

-

Dificuldade em

teca.

   

“pronto

a

usar”,

o

 

desenvolver activida- des de promoção da leitura por falta de tempo dos alunos que têm horários sobre-

 

“acesso rápido”.

- Elevado número de alunos que recorrem ao empréstimo domi- ciliário.

-

Melhorar a relação e

 

articulação da BECRE com o currí- culo e aumentar o interesse e oportuni- dade de dinamização de projectos e activi- dades que estimulem as competências de leitura e literacia.

-

Dificuldade em

informação, inde- pendentemente dos suportes em que é

seleccionar informa- ção quando esta exis-

   

carregados

te em excesso.

 

vinculada.

 

-

Necessidade de

   

compreender que a literacia da informa- ção é a base da cons-

-

A internet trouxe

-

Constituir

uma

maiores facilidades de acesso e uso de informação, mas também maiores

equipa multidisci- plinar do PNL

trução do conheci- mento

- Convencer os órgãos de gestão de que a literacia da informação é impor-

-

A biblioteca deverá

dificuldades devido à multiculturalidade e à complexidade em

se um local de cons-

trução de conheci-

       

mento “knowledge space” e não um local onde apenas se adqui- re informação “Information space”.

seleccionar a infor- mação relevante,

tante e essencial.

 

-

Estimular a auto-

pertinente e de quali- dade.

formação, disponi- bilizando materiais informativos e de apoio à adequada utilização e pesqui-

 

sa na internet.

 

- Desenvolver nos

docentes competên- cias na área das literacias, designa- damente na literacia da informação e da leitura, na formação de leitores, de modo

a

contribuir para a

formação pessoal dos alunos, capaci- tá-los para o uso efectivo e crítico dos recursos infor- macionais indispen- sáveis à aprendiza- gem ao longo da vida e ao exercício

da cidadania.

 
 

- A “invasão” das novas tecnologias obriga a novas utili- zações e competên- cias por parte do professor bibliotecá- rio e alunos

- Colaboração dos alunos dos Cursos profissionais de Informática.

-

Falta de tempo para

- Integração do pro- fessor bibliotecário na equipa PTE e do PAA.

- O fraco desempe- nho da rede wireless da escola.

Integrar a Plata- forma Moodle do Agrupamento

-

actualizar em todos os computadores ao serviço dos alunos os

BE e os novos ambientes digi- tais.

Inclusão e colabora- ção da BE no Plano TIC

-

Favoritos

 

- Alterações dema-

-

Criar

fóruns

de

- Apetrechamento das

siado rápidas

do

partilha de leitura

-

Falta de domínio de

bibliotecas com novos computadores com software actuali- zado

mundo digital. Há o risco da tecno-

 
     

ferramentas tecnoló-

- Construção de tutoriais que desen- volvam as compe- tências tecnológicas

- Falta de competên- cias tecnológicas das equipas da biblioteca

-

Construção da pági-

gicas e digitais por parte dos docentes e alunos

logia ser a toda a hora

na e blogue da biblio- teca.

ultrapassada

e

o

 

equipamento

não

para

acompanhar

os

 

-

O plano Tecnológi-

conseguir acompa- nhar a mudança.

e

de

procura

de

alunos

pelos

catálo-

- Valorização do paradigma digital que

co da educação reve-

informação

gos

on-line,

internet

la-se fundamental para uma implemen-

   

passa a ter um papel preponderante na biblioteca.

-

Há o risco de se

-Fazer coexistir de forma harmoniosa

tação de novas práti- cas de aprendizagem

pensar que a internet

- Necessidade de os professores bibliote- cários serem profis- sionais proactivos

e

a informação on-

os

recursos forneci-

 

e

construção de

line podem substituir

dos pela internet,

conhecimento, e a criação de ambientes virtuais de aprendiza- gem.

a

biblioteca e o pro-

com os providen- ciados pela colecção impressa, de forma

fessor bibliotecário

na construção de conhecimento.

 

a

que se comple-

   

mentem e não se

-

Oferta ampliada de

-

Há o perigo real de

excluam.

 

recursos, formação e

os estudantes pensa- rem que a pesquisa de informação é feita apenas pela internet e não se socorrerem da

 

orientação de pessoas

- Necessidade de ensinar as pessoas a: seleccionar, com- parar, categorizar,

que,

ao interagir com

o mundo virtual pas- sam a explorá-lo ao

mesmo tempo que o actualizam.

colecção impressa e outros recursos mais tradicionais da biblioteca.

representar, interfe-

rir,

transferir e

 

- Possibilidade de criação colectiva, o que traz mudanças para a educação na sociedade actual.

interpretar critica- mente a informação disponibilizada em

-

Questões concei-

diferentes meios e

 

tuais e terminológicas que requerem aper- feiçoamento de estu-

transformá-la em

conhecimento.

-

emergência de um

dos e pesquisas inter, multi e transdiscipli-

nares para a formação de base teórica em nosso contexto.

 

novo ambiente o ciberespaço que suporta tecnologias intelectuais e as

-Surgimento de um novo meio de aprendizagem num ambiente aberto,

potencializa: memó-

 

descentrado e flexí-

 

ria,

imaginação, per-

vel

que exige repen-

cepção e raciocínio.

sar as estratégias e

-

Incentivo à utiliza-

práticas pedagógi- cas (falamos do Moodle; software aberto; do e- learning;dos web- quests; Wikis ou os EduBlogs).

ção

da conexão com

potenciais usuários a qualquer hora e em qualquer lugar e a possibilidade de acesso a conteúdos integrais de repositó- rios pedagógicos.

       

-

Promoção da pes-

   

quisa de forma orien- tada e disponibiliza- ção de acesso às colecções locais ou às grandes fontes exis-

tentes em redes de comunicação, para o desenvolvimento de novas competências.

 

-

Necessidade de

- Identificação dos pontos fortes e pontos fracos

-

Insuficiente conhe-

-

As práticas de ava-

- Desconhecimento da terminologia utili- zada pelo modelo por grande parte da comunidade escolar

-

Elaboração

de

fomentar práticas baseadas em recolha de evidências que permitem uma melhor gestão e pla- nificação do trabalho

cimento das dinâmi- cas de avaliação de quem implementou pela primeira vez

liação interna incen- tivadas pelos órgãos de gestão

instrumentos

de

recolha

de registo

- Simplificação dos processos de planifi- cação

de evidências

 

-

Apoio da coordena-

 

-

Simplificar a ope-

Falta de instrumen- tos de recolha de evidências

-

dora interconcelhia

-

As evidências não

racionalização do processo

dependerem somente

-

Necessidade de

-

Avaliação

do

-

Material

de apoio

da equipa da bibliote- ca

 

Gestão de evidências/ avalia- ção.

assegurar que a prin- cipal preocupação das bibliotecas é uma

desempenho

da

 

produzido pela RBE

-

Torna-se necessá-

biblioteca

-

Recolha de evidên-

 

rio verificar o

 

-construção de refe- renciais de auto- avaliação da BE

-

Falta de hábitos de

impacto que as iniciativas da biblio- teca (literacia, pro- moção de leitura, actividades de apoio à pesquisa) têm no sucesso dos alunos

 

avaliação efectiva que ajudará as esco- las a perspectivar o seu caminho

- Afirmação e reco- nhecimento da biblio- teca

cias mostrou-se uma tarefa árdua e morosa

recolha de evidências

- Envolvimento colectivo com os órgãos de gestão

 

Gestão da mudança SÍNTESE

Factores de sucesso

 

Obstáculos a vencer

Acções prioritárias

 

-Focalizar a mudança em três aspectos: ligações, acções e evidências para se conseguir que a biblioteca seja um local de conhecimento.

-

Colaboração entre os professores bibliotecá-

- Nas últimas décadas, as Bibliotecas assistem

Estreitar os vínculos e contactos com os órgãos de gestão e restante comunidade escolar

-

rios e os restantes professores na planificação

a

profundas transformações decorrentes da

de actividades ligadas com a literacia da informação e a leitura

evolução das tecnologias de informação e comunicação e da emergência das designadas

Sociedades de Informação e do Conhecimen- to. Nesta perspectiva e adoptando um conceito

-

Participar nas equipas de trabalho do Pro-

 

Adequação da colecção e dos recursos tecno- lógicos da BE

-

jecto Educativo, Plano curricular de Agru-

- Criar um modelo de professor

de

biblioteca em mudança, um dos principais

pamento e avaliação interna

bibliotecário que defenda a construção do saber e do conhecimento baseada na reco- lha sistemática de evidências que contribua para a melhoria das aprendizagens e do trabalho escolar

-

Formação das equipas das bibliotecas

desafios que se impõe é o de converter a biblioteca, entre outras vertentes, num serviço onde os seus utilizadores podem adquirir um conjunto de competências que os tornem mais autónomos na pesquisa, selecção e organiza- ção da informação.

-

Tornar a biblioteca num espaço favorável à

O

professor bibliotecário e a biblioteca deve-

aprendizagem através da construção de materiais educativos impressos e electróni- cos

- Abertura à aprendizagem contínua

rão assumir-se como factores centrais e nucleares na vida da escola e no sucesso de aprendizagem dos alunos. Deverão desempe- nhar um papel activo na construção do conhe- cimento dos discentes e auxiliá-los na forma- ção do seu conhecimento e construção de cidadania, com base numa abordagem cons- trutivista de forma a formar cidadãos activos, conscientes, interventivos e com espírito críti- co.

 

-

Políticas educativas disfuncionais.

 
 

- Consciencialização da manutenção de uma

-Inconsistência de feedbacks das aprendiza- gens dos alunos.

equipa multidisciplinar e com formação,

Validação, por parte do órgão de gestão do orçamento anual proposto em função do respectivo PAA.

-

-

Inconsistência de feedbacks relativamente ao

trabalho colaborativo com as estruturas inter- médias.

-

Privilegiar a formação em detrimento da

-

Aumento da cooperação entre pares, de

informação são pressupostos da colecção da biblioteca e do professor bibliotecário, que

-

Resistência à mudança.

forma a dar um apoio mais efectivo ao currí- culo.

devem ter subjacente a forma harmoniosa de organizar e gerir os recursos provenientes dos ambientes digitais e os demais.

- Aquela imagem antiquada do professor bibliotecário sem ligação directa à promoção do sucesso das aprendizagens dos alunos.

Ter capacidade de antecipação e de alterar

práticas e modelos de trabalho que evitem que a organização da informação digital pronta para usar nos quadros interactivos, a criação de ambientes virtuais de aprendiza-

-

gem e a ligação ao currículo não se trans- formem em factores críticos de sobrevivên- cia das biblioteca.

A

biblioteca passar a ser vista com uma exten-

são da sala de aula e vice-versa, em que os

recursos humanos e materiais se complemen- tam numa lógica de cooperação.

A biblioteca não é encarada como um espaço nuclear dentro dos espaços da escola.

-

Restrições orçamentais.

A existência de uma equipa multidisciplinar, activa, estável e com formação.

-