RBE.DREN. DGIDC.
ACÇÃO: “PRÁTICAS E MODELOS NA AUTO-AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES”
O formando: Licínio António Teixeira Borges. Turma 9.
5 de Novembro de 2009
Tabela matriz
Conhecimento na área
Biblioteca escolar
|
Aspectos críticos que a Literatura identifica |
Desafios. |
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|
Domínio |
Pontos fortes |
Fraquezas |
Oportunidades |
Ameaças |
Acções a |
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|
implementar |
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|
- |
Demasiada atenção |
-Aquisição, de um conhecimento mais abrangente de todos os órgãos pedagógi- cos de gestão inter- média da escola |
- |
Alguma incon- |
- |
Publicação da Por- |
- Dificuldade em desenvolver um tra- balho colaborativo e de articulação com todas as estruturas do agrupamento. (seria fastidioso elencar o conjunto das razões mas destaco: horas para reunir; divisão entre os colegas; subvalorização do papel do bibliotecá- rio; o nunca se ter tempo para…; e por aí adiante). |
- |
O primeiro desafio |
|||||
|
à imagem e impactos sócio-profissionais do |
gruência entre a por- taria nº 756/2009 e o Decreto-Lei nº 75/2008 de 22 de Abril no referente ao papel das bibliotecas escolares e ao concei- to de autonomia. |
taria nº 756/2009 de 14 de Julho onde, |
exige que o profes- sor bibliotecário |
|||||||||||
|
professor bibliotecá- rio. |
finalmente, se Institucionaliza a função de professor bibliotecário, como forma de assegurar |
possua, ou obtenha rapidamente, um perfil de competên- cias que deve ser estabelecido ao nível de uma for- mação adequada que verse Gestão Escolar/Avaliação Organizacional, Informação e Bibliotecnomia. |
||||||||||||
|
Complexidade dos desafios com que se confrontam os pro- fessores bibliotecá- rios decorrentes das novas tecnologias e do acesso à informa- ção. - |
-Conhecimento mais profundo da dinâmica de funcionamento de cada equipa de traba- lho e das necessida- des respectivas, bem como dos respectivos pontos fortes e fracos. - Aplicação do novo modelo de auto- avaliação. Será ainda |
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|
Competências |
do |
professor |
uma gestão profissio- nal de acesso e utili- |
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|
bibliotecário |
||||||||||||||
|
- |
Dificuldade em |
zação da informação e do conhecimento. valorização das TIC - |
||||||||||||
|
realizar sessões de trabalho com os órgãos de natureza pedagógica, nomea- damente Conselho de Docentes e Departa- mentos Curriculares. |
||||||||||||||
|
enquanto mais valia para a divulgação e promoção de um novo conceito de biblioteca. |
||||||||||||||
|
- |
Manutenção |
do |
||||||||||||
|
paradigma |
de traba- |
- |
O segundo desafio |
|||||||||||
|
lho do |
professor |
- Enorme carga buro- |
passa pela capaci- |
|||||||||||
1
|
bibliotecário centrado na gestão da colecção e apoio aos utentes, em vez de promover a construção do conhecimento e da auto-aprendizagem. |
visto como handicap para muitos mas, a realidade actual diz- nos que, a avaliação terá que fazer parte integrante da dinâmi- ca de avaliação inter- na do agrupamento. (ver as recomenda- ções da avaliação externa efectuada neste agrupamento o ano passado). |
Como solução tenho optado por enviar por mail todas as infor- mações pertinentes, com antecedência para que possam ser discutidas no CP e nos Departamentos. |
crática que limita o trabalho do professor |
dade de construir rede de partilha de |
||||
|
bibliotecário |
conhecimento e a constituição de |
|||||||
|
- |
Não reconhecimen- |
comunidades inte- |
||||||
|
to |
do papel do profes- |
ressadas no tema. |
||||||
|
sor bibliotecário |
||||||||
|
- A contribuição |
||||||||
|
- Falta de reconheci- mento por parte dos órgãos de gestão da importância do pro- fessor bibliotecário e do papel da biblioteca na construção e pro- moção do conheci- mento. - Enraizamento do arquétipo do profes- sor bibliotecário. |
- |
A dimensão territo- |
que o professor dará na utilização dos recursos, na forma- ção do aluno como pessoa e como cidadão, na divul- |
|||||
|
- |
Ausência de uma |
rial do Agrupamento que dificulta o con- tacto directo com o Pré-escolar e 1º ciclo |
||||||
|
cultura de articula- ção, que dificulta as funções do professor |
||||||||
|
bibliotecário e o |
||||||||
|
- |
O professor biblio- |
papel da biblioteca |
- |
O tempo que o |
gação cultural, literária e científica, em suma, promotor da transdisciplinari- dade. |
|||
|
tecário assume-se como prospectivo, tem uma postura de investigação e apren- dizagem contínua. |
- A ausência do coor- denador da BECRE nas equipas de refor- mulação de documen- tos estruturantes da |
professor bibliotecá- rio passa com o apoio aos docentes no que às novas tecnolo- gias diz respeito, poderá prejudicar outras tarefas de gestão e organização |
||||||
|
- |
A integração na |
|||||||
|
O professor biblio- tecário tem formação na área o que facilita - |
política educativa do agrupamento nomea- damente o Projecto Educativo e o Projec- to Curricular do Agrupamento. |
equipa de elabora- ção do Projecto |
||||||
|
de |
biblioteca. |
Educativo, do Plano |
||||||
|
em muito a sua actuação nos diferen- tes domínios e inter- venção a nível de escola. |
O |
trabalho do profes- |
Anual de Activida- des e do Regula- mento Interno, no sentido de reforçar a |
|||||
|
sor bibliotecário nem sempre é valorizado, |
||||||||
|
nem pelos pares, nem |
||||||||
|
- |
Perspectivação da |
a |
nível oficial o que |
política educativa |
||||
|
BECRE como enti- dade isolada das estruturas e do currí- culo ???? |
poderá prejudicar a acção e intervenção do professor bibliote- cário. |
do Agrupamento. tanto o professor bibliotecário como a biblioteca deverão ser vistos como um recurso inquestio- nável nas suas aulas e motor da constru- ção do conhecimen- to de cada indiví- duo. |
||||||
|
- Dificuldade de promover e conscien- cializar a comunidade docente para uma nova concepção de Biblioteca |
||||||||
|
Segundo Ross Todd, |
- |
Combater o este- |
||||||
|
verifica-se um desvio de acção do professor bibliotecário da cons- |
reótipo antiquado da |
|||||||
|
imagem do profes- sor bibliotecário, |
||||||||
2
|
trução activa do conhecimento dos indivíduos para o impacto da novas tecnologias e desafios relacionados com a percepção que os outros têm da sua imagem e papel. |
como alguém que apenas controla e gere a colecção. |
|||||||||||||
|
- Tempo disponível para desenvolver o seu percurso profis- sional, dialogar com os colegas e estar disponível para os estudantes. |
||||||||||||||
|
- Disponibilidade temporal para actua- lizações directa- mente ligadas às funções de profes- sor bibliotecário. |
||||||||||||||
|
- Necessidade |
de |
|||||||||||||
|
promover, de forma |
||||||||||||||
|
continuada forma- |
||||||||||||||
|
ção e |
auto- |
|||||||||||||
|
formação. |
||||||||||||||
|
- |
Construção de um |
|||||||||||||
|
referencial de evi- dências demonstra- tivo da importância da biblioteca na aprendizagem dos alunos e o alcance dos seus objectivos. |
||||||||||||||
|
- Necessidade de |
- A atmosfera agra- dável e acolhedora da |
-Exiguidade do espa- ço para o universo de alunos que habitual- mente frequentam a biblioteca |
-Variedade de docu- mentos disponibiliza- dos pela RBE nesta área; |
- A rapidez com que se operam as mudan- ças |
- |
Fomentar a parti- |
||||||||
|
centrar a organização |
lha de experiências na rede interconce- lhia |
|||||||||||||
|
gestão da biblioteca na construção do conhecimento e não apenas num lugar onde encontrar informação e |
BECRE. |
|||||||||||||
|
Organização e Gestão da BE |
- Manutenção |
da |
- A desactualização constante dos recur- sos audiovisuais e digitais. |
|||||||||||
|
equipa com |
quatro |
-Trabalho colaborati- |
- |
Divulgação mais |
||||||||||
|
professores |
e |
um |
- |
A inexistência de |
vo |
da |
coordenadora |
regular e sistemática da missão e dos objectivos da biblio- teca nos vários |
||||||
|
assistente operacional |
um boletim Informa- tivo da BECRE. |
interconcelhia |
||||||||||||
|
com formação |
e |
|||||||||||||
|
- |
repensar os recursos |
experiência |
que tem |
- |
A inadequação de |
-Partilha de materiais |
||||||||
3
|
a |
disponibilizar aos |
contribuído para uma eficaz organização dos recursos huma- nos. - Equipa com forma- |
parte do mobiliário. (cadeiras e pufs demasiado frágeis e de desgaste rápido). |
entre bibliotecas |
órgãos de planifica- ção e decisão peda- gógica. - Recolha de evi- dências, de forma a direccionar o plano |
|||
|
utentes de acordo com o novo paradig- ma dee construção e acesso ao conheci- mento. |
||||||||
|
ção e valências diver- |
- Insuficiência do fundo documental em suporte CD e DVD, apesar do esforço feito nos últimos |
|||||||
|
- |
Necessidade de |
sas sempre pronta a ajudar. |
da biblioteca para as áreas mais carentes |
|||||
|
criação de uma equi- |
||||||||
|
pa propiciadora e |
e problemáticas. |
|||||||
|
auxiliar na construção |
- Horário de funcio- |
anos. |
||||||
|
do |
conhecimento. |
namento da biblioteca |
- Levar o órgão de |
|||||
|
que abrange o tempo |
gestão a compreen- der a importância de uma equipa multi- disciplinar, consis- tente e com forma- ção. |
|||||||
|
- |
Necessidade |
de |
de permanência dos alunos na escola |
|||||
|
redução ao mínimo |
||||||||
|
de |
impressos, pedidos |
|||||||
|
de |
autorização |
e |
- Existência |
do |
||||
|
requisição e livre |
Regimento Interno e |
|||||||
|
acesso a todo o tipo |
do Manual de Proce- |
|||||||
|
de |
suportes. |
dimentos. |
||||||
|
- |
A exiguidade |
de |
- O espaço da BECRE que facilita a existência de diferen- tes áreas funcionais à disposição dos utili- |
|||||
|
verbas, |
recursos |
|||||||
|
humanos |
e permis- |
|||||||
|
sões estranguladores |
||||||||
|
do |
desenvolvimento |
|||||||
|
da |
BECRE. |
zadores. |
||||||
|
- Falta da perspectiva construtivista de aprendizagem da BECRE por parte de um leque alargado de docentes que ainda a não sentem como um espaço de investiga- ção e desenvolvimen- to de trabalho. A percepção do coor- denador das TIC (que raramente vai à biblioteca) sobre o equipamento a afectar |
- A catalogação |
e |
||||||
|
disponibilização do |
||||||||
|
fundo a todos |
de |
|||||||
|
forma fácil. |
||||||||
|
- O apoio da |
ex- |
|||||||
|
e actual que têm dispo- nibilizado documen- coordenadora da |
||||||||
|
tos muito importantes |
||||||||
|
de Gestão |
da |
|||||||
|
BECRE. |
||||||||
|
- Professor bibliote- |
||||||||
|
cário informado e |
||||||||
|
à |
biblioteca poderá |
com formação, com capacidade de lide- |
||||||
|
não ser o mais ade- |
||||||||
4
|
quando. |
rança |
e |
capacitado |
|||||||||||||||
|
para a |
gestão |
dos |
||||||||||||||||
|
recursos |
humano |
e |
||||||||||||||||
|
materiais. |
||||||||||||||||||
|
- |
Necessidade de |
- |
Disponibilização da |
- |
A criação da rede |
- Verbas |
reduzidas |
- Elaborar docu- |
||||||||||
|
gerir informação |
colecção no catálogo |
- |
Pouca participação |
interconcelhia |
para renovação |
da |
mento de Política de |
|||||||||||
|
digital |
colectivo da rede interconcelhia |
das estruturas inter- médias na inventaria- ção das necessidades |
colecção; |
Desenvolvimento |
||||||||||||||
|
- |
Colaboração com a |
da Colecção |
||||||||||||||||
|
- |
Necessidade de |
futura Biblioteca Municipal e com a RB-BB (Rede de Bibliotecas de Basto |
- Falta de tempo para |
|||||||||||||||
|
criar plataformas |
- |
Catálogo on-line |
de gestão da colec- ção |
fazer prospecção de novidades editoriais no mercado |
- Articular aquisi- |
|||||||||||||
|
Gestão da Colecção |
digitais |
num posto da biblio- teca |
ções com as dife- rentes estruturas intermédias e pro- jectos de promoção da leitura (PNL e projectos internos …) |
|||||||||||||||
|
Necessidade de o professor bibliotecá- rio encarar de modo diferente a gestão da colecção. |
e Barroso). |
|||||||||||||||||
|
- |
A colecção da |
|||||||||||||||||
|
biblioteca é variada, actualizada e tende a |
||||||||||||||||||
|
responder minima- mente às necessida- des do público a que se dirige. |
||||||||||||||||||
|
- |
O baixo enfoque |
- |
A integração na BE |
- |
Não promoção da |
- |
A possibilidade de |
Falta de cultura de biblioteca - |
- Apresentar aos |
|||||||||
|
dado aos processos e resultados da apren- |
nos Planos de Acom- panhamento e recupe- |
biblioteca como espaço de conheci- |
interacção entre a biblioteca e as aulas |
docentes sugestões de trabalho conjunto |
||||||||||||||
|
dizagem dos alunos; |
ração dos alunos |
mento por parte de alguns docentes |
de substituição |
- Excesso de reuniões |
em torno do trata- mento de diferentes unidades de ensino ou temas. |
|||||||||||||
|
por parte dos docen- |
||||||||||||||||||
|
- falta de interioriza- ção, por parte dos professores bibliote- cários, de que a cons- trução do saber e o desenvolvimento da compreensão humana são o seu principal trabalho |
- |
Eleição do espaço |
- |
A possibilidade de |
tes |
|||||||||||||
|
da BE e área envol- vente para exposição de trabalhos/projectos de Área de Projecto. |
- Dificuldade em conjugar o trabalho com uma turma e o normal funcionamen- to da biblioteca |
constituir equipas que |
||||||||||||||||
|
integrem professores de várias áreas. |
- Práticas individuais |
|||||||||||||||||
|
baseadas no docu- mento único (manual) |
Reforçar a articu- lação da BE com as áreas curriculares - |
|||||||||||||||||
|
- |
A participação do |
|||||||||||||||||
|
- Colaboração da BE/CRE no acompa- nhamento de alunos em trabalho orientado |
professor bibliotecá- |
- Excessiva carga |
não disciplinares |
|||||||||||||||
|
A BE como espaço de conhe- cimento e aprendizagem. Tra- balho colaborativo e articulado com Departamentos e docentes. |
- |
Pouco conhecimen- |
rio no Conselho |
horária dos alunos |
||||||||||||||
|
to por parte dos pro- |
Pedagógico. |
- Maior publicitação |
||||||||||||||||
|
fessores dos recursos existentes na biblio- teca |
- Obrigatoriedade do |
dos recursos e mate- riais existentes na biblioteca |
||||||||||||||||
|
- |
A construção do |
na BE |
- |
A biblioteca deve |
cumprimento |
dos |
||||||||||||
|
saber parte do próprio aluno, que é respon- sável pelo seu pro- |
ser um local de cons- trução e produção de conhecimento, deve ser a fonte e não só o apoio à retaguarda, deve ter um papel nuclear. Deverá articular com |
programas, princi- |
||||||||||||||||
|
- |
Elaboração e apro- |
palmente |
no Ensino |
|||||||||||||||
|
vação de um Guião de Pesquisa comum no âmbito da literacia da informação e de apoio ao Currículo. |
Secundário |
- A biblioteca tor- |
||||||||||||||||
|
cesso de construção do conhecimento. |
nar-se um local de trabalho cooperati- |
|||||||||||||||||
|
- Insuficiência de |
vo |
e |
não |
só um |
||||||||||||||
|
recursos para dispo- nibilizar aos alunos. |
espaço |
com |
colec- |
|||||||||||||||
|
ções |
de |
livros, |
||||||||||||||||
5
|
os departamentos o seu plano de activi- dades, de forma a proporcionar aos alunos uma aprendi- zagem construtiva. |
DVDs, etc |
||||||||||||||||
|
- |
A existência |
de |
|||||||||||||||
|
bibliotecas virtuais. |
Incentivar a coope- ração dos professo- |
||||||||||||||||
|
res |
com a BE/CRE, |
||||||||||||||||
|
rentabilizando os recursos nela exis- tentes, no âmbito da planificação e desenvolvimento das actividades curriculares, extra- curriculares e dos projectos |
|||||||||||||||||
|
- Não integração das literacias da informa- ção no desenvolvi- mento curricular |
- |
Construção e divul- |
- |
Dificuldade em |
- Colaboração da RBE na construção e divulgação de docu- mentos de apoio ao desenvolvimento das literacias |
- |
Poucos hábitos de |
||||||||||
|
gação de materiais em suportes diversifi- |
encontrar horas livres comuns a um número suficiente de docen- tes/alunos para forne- cer formação |
leitura dos alunos |
- Proporcionar acti- vidades que permi- |
||||||||||||||
|
cados sobre literacia da informação |
-Solicitações diversi- ficadas a que os alu- nos estão sujeitos |
tam a integração dos seus recursos na operacionalização do currículo, na promoção da leitura |
|||||||||||||||
|
- |
Necessidade de |
||||||||||||||||
|
eleger a comunicação escrita e oral, assim como o conhecimento global e as literacias como áreas prioritá- rias nas escolas |
Parceria com o PNL e docentes de Língua Portuguesa na pro- - |
- Limitações na com- preensão e aplicação por parte dos alunos das competências da |
|||||||||||||||
|
- |
Valorização |
do |
- |
Dificuldade |
dos |
fomentando o gosto |
|||||||||||
|
moção da leitura |
papel do |
aluno |
alunos |
em tratar |
a |
e |
os hábitos de |
||||||||||
|
enquanto |
actor |
e |
informação |
leitura, ao mesmo tempo que se cons- |
|||||||||||||
|
- |
Desenvolvimento de |
literacia da informa- ção |
construtor |
do |
seu |
||||||||||||
|
projectos internos de |
conhecimento tendo |
- |
Desmotivação |
do |
titui como espaço de formação dos utilizadores no acesso e utilização efectiva e crítica da |
||||||||||||
|
Formação para a leitura e para as literacias |
- |
Necessidade de |
promoção da leitura |
como palco a biblio- |
alunos perante o |
||||||||||||
|
provar que a leitura melhora as capacida- des de desenvolvi- mento vocabular, linguístico e de com- preensão. |
- |
Dificuldade em |
teca. |
“pronto |
a usar”, |
o |
|||||||||||
|
desenvolver activida- des de promoção da leitura por falta de tempo dos alunos que têm horários sobre- |
“acesso rápido”. |
||||||||||||||||
|
- Elevado número de alunos que recorrem ao empréstimo domi- ciliário. |
- |
Melhorar a relação e |
|||||||||||||||
|
articulação da BECRE com o currí- culo e aumentar o interesse e oportuni- dade de dinamização de projectos e activi- dades que estimulem as competências de leitura e literacia. |
- |
Dificuldade em |
informação, inde- pendentemente dos suportes em que é |
||||||||||||||
|
seleccionar informa- ção quando esta exis- |
|||||||||||||||||
|
carregados |
te em excesso. |
vinculada. |
|||||||||||||||
|
- |
Necessidade de |
||||||||||||||||
|
compreender que a literacia da informa- ção é a base da cons- |
- |
A internet trouxe |
- |
Constituir |
uma |
||||||||||||
|
maiores facilidades de acesso e uso de informação, mas também maiores |
equipa multidisci- plinar do PNL |
||||||||||||||||
|
trução do conheci- mento |
- Convencer os órgãos de gestão de que a literacia da informação é impor- |
||||||||||||||||
|
- |
A biblioteca deverá |
dificuldades devido à multiculturalidade e à complexidade em |
|||||||||||||||
|
se um local de cons- |
|||||||||||||||||
|
trução de conheci- |
|||||||||||||||||
6
|
mento “knowledge space” e não um local onde apenas se adqui- re informação “Information space”. |
seleccionar a infor- mação relevante, |
tante e essencial. |
|||||||||||
|
- Estimular a auto- |
|||||||||||||
|
pertinente e de quali- dade. |
formação, disponi- bilizando materiais informativos e de apoio à adequada utilização e pesqui- |
||||||||||||
|
sa na internet. |
|||||||||||||
|
- Desenvolver nos |
|||||||||||||
|
docentes competên- cias na área das literacias, designa- damente na literacia da informação e da leitura, na formação de leitores, de modo |
|||||||||||||
|
a |
contribuir para a |
||||||||||||
|
formação pessoal dos alunos, capaci- tá-los para o uso efectivo e crítico dos recursos infor- macionais indispen- sáveis à aprendiza- gem ao longo da vida e ao exercício |
|||||||||||||
|
da cidadania. |
|||||||||||||
|
- A “invasão” das novas tecnologias obriga a novas utili- zações e competên- cias por parte do professor bibliotecá- rio e alunos |
- Colaboração dos alunos dos Cursos profissionais de Informática. |
- |
Falta de tempo para |
- Integração do pro- fessor bibliotecário na equipa PTE e do PAA. |
- O fraco desempe- nho da rede wireless da escola. |
Integrar a Plata- forma Moodle do Agrupamento - |
|||||||
|
actualizar em todos os computadores ao serviço dos alunos os |
|||||||||||||
|
BE e os novos ambientes digi- tais. |
Inclusão e colabora- ção da BE no Plano TIC - |
Favoritos |
- Alterações dema- |
- |
Criar |
fóruns |
de |
||||||
|
- Apetrechamento das |
siado rápidas |
do |
partilha de leitura |
||||||||||
|
- |
Falta de domínio de |
bibliotecas com novos computadores com software actuali- zado |
mundo digital. Há o risco da tecno- |
||||||||||
|
ferramentas tecnoló- |
- Construção de tutoriais que desen- volvam as compe- tências tecnológicas |
||||||||||||
|
- Falta de competên- cias tecnológicas das equipas da biblioteca |
- |
Construção da pági- |
gicas e digitais por parte dos docentes e alunos |
logia ser a toda a hora |
|||||||||
|
na e blogue da biblio- teca. |
ultrapassada |
e |
o |
||||||||||
|
equipamento |
não |
||||||||||||
7
|
para |
acompanhar |
os |
- |
O plano Tecnológi- |
conseguir acompa- nhar a mudança. |
e |
de |
procura |
de |
||
|
alunos pelos catálo- |
- Valorização do paradigma digital que |
co da educação reve- |
informação |
||||||||
|
gos |
on-line, internet |
la-se fundamental para uma implemen- |
|||||||||
|
… |
passa a ter um papel preponderante na biblioteca. |
- |
Há o risco de se |
-Fazer coexistir de forma harmoniosa |
|||||||
|
tação de novas práti- cas de aprendizagem |
pensar que a internet |
||||||||||
|
- Necessidade de os professores bibliote- cários serem profis- sionais proactivos |
e |
a informação on- |
os |
recursos forneci- |
|||||||
|
e |
construção de |
line podem substituir |
dos pela internet, |
||||||||
|
conhecimento, e a criação de ambientes virtuais de aprendiza- gem. |
a |
biblioteca e o pro- |
com os providen- ciados pela colecção impressa, de forma |
||||||||
|
fessor bibliotecário na construção de conhecimento. |
|||||||||||
|
a |
que se comple- |
||||||||||
|
mentem e não se |
|||||||||||
|
- |
Oferta ampliada de |
- |
Há o perigo real de |
excluam. |
|||||||
|
recursos, formação e |
os estudantes pensa- rem que a pesquisa de informação é feita apenas pela internet e não se socorrerem da |
||||||||||
|
orientação de pessoas |
- Necessidade de ensinar as pessoas a: seleccionar, com- parar, categorizar, |
||||||||||
|
que, ao interagir com |
|||||||||||
|
o mundo virtual pas- sam a explorá-lo ao |
|||||||||||
|
mesmo tempo que o actualizam. |
colecção impressa e outros recursos mais tradicionais da biblioteca. |
representar, interfe- |
|||||||||
|
rir, |
transferir e |
||||||||||
|
- Possibilidade de criação colectiva, o que traz mudanças para a educação na sociedade actual. |
interpretar critica- mente a informação disponibilizada em |
||||||||||
|
- |
Questões concei- |
diferentes meios e |
|||||||||
|
tuais e terminológicas que requerem aper- feiçoamento de estu- |
transformá-la em |
||||||||||
|
conhecimento. |
|||||||||||
|
- |
emergência de um |
dos e pesquisas inter, multi e transdiscipli- nares para a formação de base teórica em nosso contexto. |
|||||||||
|
novo ambiente – o ciberespaço – que suporta tecnologias intelectuais e as |
-Surgimento de um novo meio de aprendizagem num ambiente aberto, |
||||||||||
|
potencializa: memó- |
descentrado e flexí- |
||||||||||
|
ria, imaginação, per- |
vel |
que exige repen- |
|||||||||
|
cepção e raciocínio. |
sar as estratégias e |
||||||||||
|
- |
Incentivo à utiliza- |
práticas pedagógi- cas (falamos do Moodle; software aberto; do e- learning;dos web- quests; Wikis ou os EduBlogs). |
|||||||||
|
ção da conexão com |
|||||||||||
|
potenciais usuários a qualquer hora e em qualquer lugar e a possibilidade de acesso a conteúdos integrais de repositó- rios pedagógicos. |
|||||||||||
8
|
- |
Promoção da pes- |
||||||||||||
|
quisa de forma orien- tada e disponibiliza- ção de acesso às colecções locais ou às grandes fontes exis- |
|||||||||||||
|
tentes em redes de comunicação, para o desenvolvimento de novas competências. |
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- |
Necessidade de |
- Identificação dos pontos fortes e pontos fracos |
- Insuficiente conhe- |
- |
As práticas de ava- |
- Desconhecimento da terminologia utili- zada pelo modelo por grande parte da comunidade escolar |
- |
Elaboração de |
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fomentar práticas baseadas em recolha de evidências que permitem uma melhor gestão e pla- nificação do trabalho |
cimento das dinâmi- cas de avaliação de quem implementou pela primeira vez |
liação interna incen- tivadas pelos órgãos de gestão |
instrumentos de |
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recolha de registo |
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- Simplificação dos processos de planifi- cação |
de evidências |
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- |
Apoio da coordena- |
- |
Simplificar a ope- |
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Falta de instrumen- tos de recolha de evidências - |
dora interconcelhia |
- |
As evidências não |
racionalização do processo |
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dependerem somente |
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- |
Necessidade de |
- |
Avaliação |
do |
- |
Material |
de apoio |
da equipa da bibliote- ca |
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Gestão de evidências/ avalia- ção. |
assegurar que a prin- cipal preocupação das bibliotecas é uma |
desempenho |
da |
produzido pela RBE |
- |
Torna-se necessá- |
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biblioteca |
- Recolha de evidên- |
rio verificar o |
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-construção de refe- renciais de auto- avaliação da BE |
- |
Falta de hábitos de |
impacto que as iniciativas da biblio- teca (literacia, pro- moção de leitura, actividades de apoio à pesquisa) têm no sucesso dos alunos |
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avaliação efectiva que ajudará as esco- las a perspectivar o seu caminho |
- Afirmação e reco- nhecimento da biblio- teca |
cias mostrou-se uma tarefa árdua e morosa |
recolha de evidências |
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- Envolvimento colectivo com os órgãos de gestão |
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Gestão da mudança SÍNTESE |
Factores de sucesso |
Obstáculos a vencer |
Acções prioritárias |
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-Focalizar a mudança em três aspectos: ligações, acções e evidências para se conseguir que a biblioteca seja um local de conhecimento. |
- Colaboração entre os professores bibliotecá- |
- Nas últimas décadas, as Bibliotecas assistem |
Estreitar os vínculos e contactos com os órgãos de gestão e restante comunidade escolar - |
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rios e os restantes professores na planificação |
a profundas transformações decorrentes da |
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de actividades ligadas com a literacia da informação e a leitura |
evolução das tecnologias de informação e comunicação e da emergência das designadas |
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Sociedades de Informação e do Conhecimen- to. Nesta perspectiva e adoptando um conceito |
- |
Participar nas equipas de trabalho do Pro- |
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Adequação da colecção e dos recursos tecno- lógicos da BE - |
jecto Educativo, Plano curricular de Agru- |
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- Criar um modelo de professor |
de biblioteca em mudança, um dos principais |
pamento e avaliação interna |
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9
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bibliotecário que defenda a construção do saber e do conhecimento baseada na reco- lha sistemática de evidências que contribua para a melhoria das aprendizagens e do trabalho escolar |
- Formação das equipas das bibliotecas |
desafios que se impõe é o de converter a biblioteca, entre outras vertentes, num serviço onde os seus utilizadores podem adquirir um conjunto de competências que os tornem mais autónomos na pesquisa, selecção e organiza- ção da informação. |
- |
Tornar a biblioteca num espaço favorável à |
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|
O |
professor bibliotecário e a biblioteca deve- |
aprendizagem através da construção de materiais educativos impressos e electróni- cos - Abertura à aprendizagem contínua |
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rão assumir-se como factores centrais e nucleares na vida da escola e no sucesso de aprendizagem dos alunos. Deverão desempe- nhar um papel activo na construção do conhe- cimento dos discentes e auxiliá-los na forma- ção do seu conhecimento e construção de cidadania, com base numa abordagem cons- trutivista de forma a formar cidadãos activos, conscientes, interventivos e com espírito críti- co. |
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- |
Políticas educativas disfuncionais. |
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- Consciencialização da manutenção de uma |
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-Inconsistência de feedbacks das aprendiza- gens dos alunos. |
equipa multidisciplinar e com formação, |
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Validação, por parte do órgão de gestão do orçamento anual proposto em função do respectivo PAA. - |
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- |
Inconsistência de feedbacks relativamente ao |
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trabalho colaborativo com as estruturas inter- médias. |
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|
- |
Privilegiar a formação em detrimento da |
- |
Aumento da cooperação entre pares, de |
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informação são pressupostos da colecção da biblioteca e do professor bibliotecário, que |
- |
Resistência à mudança. |
forma a dar um apoio mais efectivo ao currí- culo. |
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devem ter subjacente a forma harmoniosa de organizar e gerir os recursos provenientes dos ambientes digitais e os demais. |
- Aquela imagem antiquada do professor bibliotecário sem ligação directa à promoção do sucesso das aprendizagens dos alunos. |
Ter capacidade de antecipação e de alterar práticas e modelos de trabalho que evitem que a organização da informação digital pronta para usar nos quadros interactivos, a criação de ambientes virtuais de aprendiza- - gem e a ligação ao currículo não se trans- formem em factores críticos de sobrevivên- cia das biblioteca. |
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|
A |
biblioteca passar a ser vista com uma exten- |
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são da sala de aula e vice-versa, em que os recursos humanos e materiais se complemen- tam numa lógica de cooperação. |
A biblioteca não é encarada como um espaço nuclear dentro dos espaços da escola. |
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- |
Restrições orçamentais. |
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A existência de uma equipa multidisciplinar, activa, estável e com formação. - |
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