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Hugo Vaz

1ª Semana 1ª Tarefa Tabela matriz a utilizar para a realização da 1ª parte da tarefa, conforme indicações do Guia da Sessão

Conhecimento na área

 

Biblioteca escolar

Domínio

 

Aspectos críticos que a Literatura identifica

Pontos fortes

Fraquezas

Oportunidades

Ameaças

Desafios. Acções a implementar

 

Gestor de recursos

         

humanos, de colecção

e

financeiros

Líder pedagógico, activo, inconformado, atento ao mundo envolvente e comprometido com a melhoria do desempenho de toda

a

educativa

comunidade

Boa integração e conhecimento da comunidade

Promover acções de sensibilização para a importância do desempenho do professor bibliotecário Incrementar o envolvimento junto das várias estruturas educativas:

educativa Bibliotecário agora a

tempo inteiro mas

que não deixou de ser e de sentir professor Experiência no cargo Abertura à inovação Capacidade de colaboração e de trabalho em grupo Competências TIC Versatilidade e bom gestor de recursos humanos

Hipóteses de formação:

seminários, acções de formação, encontros, e-learningAcompanhamento por parte da Apoio da Coordenadora Inter- concelhia Apoio da RBE Colaboração com o GTC de Tomar Colaboração com outras bibliotecas escolares

Multiplicidade de tarefas exigidas ao PB (erosão) Certa falta de reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo PB e das virtualidades da utilização da BECRE na melhoria das aprendizagens

Acção facilitadora da

Carência de uma formação especializada na área da BE (biblioteconomia)

Competências do professor bibliotecário

aprendizagem, com

repercussões na

melhoria das

SPO; Departamentos Curriculares; NAC… Prever e planificar sessões de trabalho colaborativo com os docentes da escola/agrupamento

 

aprendizagens dos

alunos e do sucesso

 

educativo

Capacidade de

trabalho cooperativo

 

e

criativo

Capacidade de partilha, conciliação,

Gosto pelo exercício de um cargo aliciante

 

entreajuda

 

Domínio das novas tecnologias de

informação

Formação enquanto

Hugo Vaz

 

docente e enquanto gestor de fundo documental

         
   

Existência de:

       

.Guia do Utilizador .Regulamento da BE .Regimento da Equipa da BE

Alguns guiões para os alunos

.

.

Folhetos (gripe A)

.

Plano de

Local de promoção da pesquisa de informação e de produção de trabalhos Espaço multifacetado de descoberta favorável:

contingência das BECREs do agrupamento Integração da BECRE no POTE da escola Realização de algumas aulas na BECRE (Área de Projecto, Línguas, Geografia, História, Formação Cívica) Equipa da BECRE formada por docentes de várias disciplinas e com funcionários com boa formação TIC e em catalogação Bom acervo documental em vários suportes

Cooperação com a Biblioteca Municipal (SABE) Difusão de informação através da plataforma Moodle e do blogue da BE

Equipamento informático obsoleto Espaço da BECRE pouco adequado (obras na escola) Não aplicação do PTE na escola (devido às obras em curso) Funcionários por vezes requisitados para outros serviços na escola Demasiado tempo passado na manutenção do equipamento informático

Novo espaço no futuro Centro Escolar (previsto para 2011) Implementação do PTE Apoio técnico por parte da BM Apoio dado pela Direcção da escola Desempenho das funções de PB a tempo inteiro previsto pelo enquadramento legal

Redução prevista de membros da equipa da BECRE a breve prazo Alguma dificuldade em envolver os docentes num eficaz trabalho colaborativo com a BE

Proceder à instalação da BECRE no seu novo espaço (2011?) Colaboração na implementação do PTE fomentando a renovação de todo o equipamento informático da BECRE Promover a colaboração de mais docentes na equipa da BECRE

Organização e Gestão da BE

. ao estabelecimento de conexões (interligações) .à acção dos utilizadores Promoção da recolha regular de evidências que permitam aferir da qualidade da aprendizagem e dos níveis de literacia dos alunos

       

Hugo Vaz

   

Colaboração no âmbito do GTC de Tomar Cooperação entre a BECRE da escola sede e a do 1º ciclo do Agrupamento

       
           

Elaboração de:

Gestão da Colecção

Atenção fulcral às necessidades dos utilizadores Orçamento próprio Cooperação estratégica com a Direcção da escola

Catálogo on-line Aquisição de documentos com base em sugestões dos utilizadores Apoio e receptividade por parte da Direcção nas novas aquisições

Não formalização do documento Política de Desenvolvimento da Colecção da BECRE Ausência de um orçamento pré- definido a gerir

Elaboração da Política de Desenvolvimento da Colecção Doações de livros

Tendência para ver na Internet a única fonte de informação por parte dos alunos Recolha simplista e/ou desadequada da informação

Guiões de pesquisa Guiões para elaboração de trabalhos… Maior divulgação de folhetos, dossiers temáticos, novidades, livros… Recolher dados para a futura elaboração da PDC

 

Apoio pluridisciplinar para alunos e professores Articulação com as estruturas pedagógicas e os docentes Acompanhamento do processo de construção do saber e da transformação da informação em conhecimento Partilha, cooperação com os docentes Preparação de materiais diversos para utilização na sala de aula ou na BE

Bom nível de frequência da BECRE Boa colaboração com a coordenadora do PNL e o Departamento de Línguas Apoio à realização de exposições, palestras na BECRE Pertencer ao CP Ser representante dos Projectos Ser coordenador do Clube de Línguas e do Projecto NAR (em parceria)

       

A BE como espaço de conhecimento e aprendizagem. Trabalho colaborativo e articulado com Departamentos e docentes.

Reduzida participação na planificação do trabalho no âmbito dos Departamentos/ Áreas Disciplinares

Realização de reuniões de coordenação Integração em equipas de trabalho Ser membro do Conselho Pedagógico, agente actuante da dinâmica da escola

Demasiadas reuniões em que os docentes têm de estar presentes Resistência à presença do professor bibliotecário nas reuniões Não valorização do trabalho colaborativo por parte de alguns docentes (individualismo)

Planeamento de actividades de forma partilhada Solicitar a participação num maior número de reuniões de coordenação Participação em equipas de trabalho Aquisição de um vídeo-projector

Hugo Vaz

 

em contexto de aprendizagem

         

Formação para a leitura e para as literacias

Proporcionar contextos de aprendizagem com incentivo à leitura funcional, instrumental e literária Apoia a pesquisa, produção e avaliação da informação

Dinamização de sessões culturais em várias escolas do agrupamento, promovendo o domínio da língua portuguesa e a interligação entre ciclos Sessões de leitura e de poesia Sugestões de leitura pelos utilizadores Escritor em destaque Promoção de concursos de escrita Organização de feiras do livro e de encontros com escritores Dinamização do Jornal de Agrupamento

Falta de sessões de formação do utilizador em TIC

Disponibilidade de um docente da equipa com bons conhecimentos de informática

Constante mudança tecnológica Falta de compatibilidade entre software e hardware Iliteracia tecnológica por parte de alguns alunos e professores

Planear a realização de sessões para utilização das TIC

       

Existência cada maior de bibliotecas digitais, e-books, fóruns de discussão, blogues e páginas da Internet pedagogicamente pertinentes

Má utilização da informação disponível nos ambientes digitais Uso pouco aprofundado da informação Dificuldades na apropriação da informação

Recolha de sites fidedignos Divulgação desses sites Acção de sensibilização sobre segurança na Net Maior divulgação e utilização da plataforma Moodle

BE e os novos ambientes digitais.

Fomentar o uso deslocalizado das fontes de informação - informação virtual na Internet

Elevado índice de pesquisa nos computadores com ligação Internet

Equipamento informático ultrapassado Ligação à rede lenta

Hugo Vaz

Gestão de evidências/ avaliação.

Recolha sistemática de dados e de evidências para aferir por exemplo do grau de satisfação dos utilizadores (alunos, professores), impacto da BE para a melhoria do serviço educativo prestado pela escola, identificação dos pontos fortes e fracos, correlação entre frequência da BE e melhoria das literacias e qualidade da aprendizagem…) Tratamento de dados análise e divulgação dos resultados

Já se efectuam inquéritos de opinião Tratamento estatístico dos índices de utilização da BECRE Análise dos dados pela equipa da BE

Ausência de implementação de um modelo de auto- avaliação

Existência de formação na área da avaliação dos serviços da BE Instrumentos de recolha de dados já disponíveis

Gestão do tempo disponível Tratamento moroso dos dados estatísticos

Participação em acção de formação mo âmbito da auto- avaliação da BE

Hugo Vaz

Gestão da mudança SÍNTESE

Factores de sucesso

Obstáculos a vencer

Acções prioritárias

Biblioteca entendida como

um centro de serviços especializados, centro de

informação e

documentação, visando a promoção do sucesso educativo, com adequada gestão do fundo documental e recursos humanos. Centro de desenvolvimento da aprendizagem e da leitura ( livros, e-books…) Espaço de descoberta, de aquisição de competências e de construção de saber, através da formação prestada aos alunos visando a correcta utilização da informação Apoio à formação ao longo da vida, num mundo em constante mudança Local de encontro da comunidade educativa e centro de animação da vida escolar

de

Actuação do professor bibliotecário, revelando facilidade comunicativa e competência pedagógica Diversidade e actualidade dos recursos disponibilizados pela BE Meios informáticos actualizados

Colaboração com os docentes Apoio no processo de ensino aprendizagem, acompanhando o trabalho dos alunos na BE Elaboração de instrumentos que favoreçam

a adequada selecção e utilização da

informação e a realização do trabalho dos

alunos Atenção prestada às novidades culturais (livros, CDs, DVD…) Promoção da autonomização da aprendizagem

dos alunos

Imagem antiquada da função de bibliotecário Não reconhecimento da importância da BE na construção do saber Complexidade, evolução rápida das funções a desempenhar pelo PB Rápida mudança tecnológica Prevalência da informação retirada da Internet Tratamento superficial e simplista da informação por parte dos alunos Dificuldade na implementação do trabalho partilhado, cooperativo com os docentes

Apetrechamento da BE com meios tecnológicos adequados e actualizados Sensibilização junto dos professores para a relevância da utilização da BE, através de contactos informais, folhetos informativos, solicitação para participar em reuniões Formação no âmbito das TIC