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Gafieira Elite
Aniv. Kiko
Aniv. Prof. Machado
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Clementina, cadê você?
Garçons Cantores
Hélcio Hime canta Sinatra
Bailes do Kiko 1999-2005
A Resignada
Billy Elliot
Photo & Dansa
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ÍNDICE
Photo & Dansa 2014 #4
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Editor
Foto de capa
:
Marco Antonio Perna
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Marco Antonio Perna
Dançarinos
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Kiko e Renata Peçanha
Todas as imagens, fotos e ilustrações que
tenham autor/publicação declarado nesta
publicação, ou que sejam filipetas, ingressos,
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responsabilidade de seus autores. Caso
algum dos créditos das ilustrações/fotos
esteja errado ou incompleto, peço a gentileza
de que informem para que seja feita a
alteração. Qualquer pedido de alteração ou
correção deve ser enviado para:
maperna@dancadesalao.com
Ao leitor
Este mês apresento a cobertura dos bailes de aniversário do
dançarino Kiko, do prof. Machado, pai de Tony Machado e do
prof. Rodriguinho Barcelos.
Do fundo do Baú tirei mais bailes do Kiko (as datas estão adiantadas nas fotos por ter
passado da meia-noite) para complementar o deste ano e a crítica do filme Billy Elliot
que escrevi em 2009 . Na seção Causos de Dansa continuo a série de crônnicas
interligadas de dança. Boa dança.
Marco Antonio Perna
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Hélcio Hime canta Sinatra
Bailes do Kiko 1999-2005
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Billy Elliot
Coberturas Fotográficas
4
Photo & Dansa 2014 #4
Por Marco Antonio Perna
Gafieira Elite 15.06.2014
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Por Marco Antonio Perna
Baile do Kiko Casa de España - - 07.06.2014
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Aniv. Prof. Machado 01.06.2014
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Por Marco Antonio Perna
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Por Marco Antonio Perna
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Photo & Dansa 2014 #4
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Por Marco Antonio Perna
Clementina, cadê você ?
C
lementina, eu sei onde você está! No João
Caetano, é claro! Aquele teatro que em
2013 fez 200 anos e é a grande referência
teatral carioca. A temporada no João Caetano é
de 31/01 a 23/02/2014. A estreia em grandioso
palco é ummerecimento para Clementina, que foi
descoberta pela mídia apenas quando já passava
dos 60 anos, em 1963. Como faleceu em 1987
aindapôdeaproveitar bastantedesuaglória.
Lembrando da importância que Clementina
tinha para o partido-alto, bem como ao samba
carioca, Cristiano Salgado, professor de dança de
salão, idealizou o espetáculo “Clementina, cadê
você?”. O título é o mesmo do segundo disco-solo
dela, de 1970. Comtexto de Pedro Murat e direção
de Duda Maia, o espetáculo se tornou a essência
doqueummusical dosambacariocadeveser.
Conta a história de Clementina por ela
própria, entremeadapor muito samba, partido-alto
e pandeiro. Cantados, tocados e dançados pelos
próprios atores, com muito samba no pé. Assim
como deve ser qualquer boa roda de samba (ou
departido-alto).
Muita pesquisa foi feita para costurar os
fatos históricos, mas claro, a história contada e
recontada sempre se modifica e nem tudo é
como foi, ou pelo menos como deve ter sido. O
texto brinca com essa característica da história
oral e mostra que não importam certos detalhes
históricos de Clementina (provavelmente outros
grandes nomes do samba também tiveram sua
história “recontada”), o que importa é o que ela
foi para a música brasileira, principalmente a
carioca.
A atriz Ana Carbatti encabeça o elenco
interpretando e cantando Clementina com uma
voz que deixaria a própria Clementina feliz de
assistir essa homenagem. Uma grata surpresa já
que nas participações que fez em novelas da
Globo não a vemos cantando. O restante do
elenco se reveza interpretando o marido de
Clementinaeassimcontar suahistória.
Um grande espetáculo, para quem gosta
de samba. E quem não gosta vocês sabem o
queé…
Rio, 31.01.2014
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Clementina, cadê você ?
Por Marco Antonio Perna
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Garçons Cantores
Por Marco Antonio Perna
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Helcio Hime canta Sinatra
Por Marco Antonio Perna
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Do fundo do baú
Photo & Dansa 2014 #4 40
Baile do Kiko - 11.06.1999
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Baile do Kiko - 09.06.2000
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Baile do Kiko - 08.06.2001
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Photo & Dansa 2014 #4 44
Baile do Kiko - 07.06.2002
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Baile do Kiko - 07.06.2003
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Photo & Dansa 2014 #4 49
Fotos: Marco Antonio Perna
Baile do Kiko - 05.06.2004
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Photo & Dansa 2014 #4
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Photo & Dansa 2014 #4 51
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Baile do Kiko - 11.06.2005
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Photo & Dansa 2014 #4
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Fotos: Marco Antonio Perna
Causos de Dansa
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A Resignada


Resolvi arriscar e passei a frequentar
um baile de ficha...
Photo & Dansa 2014 #4
A
lguns anos atrás comecei a frequentar
bailes e a medida que ia me tornando
mais “experiente”, menos me tiravam
para dançar. Não sei se era só a idade que
atrapalhava ou os cavalheiros queriam
novidades onde poderiam arriscar o flerte. O
fato é que com50 anos eu não podia desistir
de dançar (e de viver). Muitas amigas minhas
tinham“personal dancers” e falavamque eu
deveria tentar, já que eu tinha aposentadoria
e pensão de meu falecido marido. Eu não
estava nadando em dinheiro, mas sempre
sobrava para colocar na poupança para
viagens anuais.
Resolvi arriscar e passei a frequentar
um baile de ficha cuja promoter era muito
simpática e a DJ era a própria filha dela, por
sinal muito bonita. Nesse e em outros bailes
de ficha basta comprar fichas por um preço
estipulado e entregar para o dançarino a
cadamúsica. Bemsimples edireto.
Algum tempo depois eu já tinha
formado umgrupo de amigas e passamos a
sair com cavalheiros alugados por baile. Era
ótimo, eles só podiam dançar com a gente,
chegavaadar calonos pés.
Certo dia, as “meninas” trouxeram um
cavalheiro novo, e era novo mesmo. Foi aí
que cometi meu grande erro. Ele tinhauns 22
anos, era bonito, umpouco mais alto que eu
e se chamava Rodriguinho. Ao dançar
comigo ele comentou que era sua primeira
vez em grupo e que normalmente ele saia
com uma única dama com cachê fixo.
Bem, na verdade ele falou isso baixinho em
meu ouvido enquanto dançávamos um
bolero romântico que unia nossos corpos.
Não resisti, combinei com ele para o dia
seguinte mesmo. Como o cachê era alto eu
sópoderiasair comeleumavez por semana.
O tempo foi passando e eu não conseguia
mais controlar meu estado de excitação ao
dançar comele. Acredito que ele percebeu,
pois apesar dos corpos colados ele me
respeitava (demais até) e nesse dia eu pude
sentir, literalmente, que ele também se
excitava. Fiquei atônita, não sabia se
aceitava ou se parava de dançar. Lá pelas
tantas falei que tinha dado um jeito nas
costas e que queria ir embora. Foi quando
ele me abraçou e tateando minhas costas
perguntou se eu gostaria que ele fizesse uma
massagem. Daí em diante não pensei em
mais nada, fomos para minha casa e ele só
saiu no dia seguinte. Tive que aumentar para
dois dias por semana minhas saídas comele
e elas sempre terminavam com massagem.
O cachê não mudou e ele ainda come em
mi nha casa. Nos bai l es parecemos
namorados, apesar da diferença de idade,
sóevitobeijar empúblico. Estou apaixonada,
não sei mais viver sem ele. Ele reclama que
eu fico cerceando-o em outros bailes, que
ele tem que trabalhar, essas coisas. Mas
morro de ciúmes imaginando se ele não faz
massagem em outras. Ele jura que não, é
claro.
Sónãotenhocoragemdeadmitir para
minhas amigas que continuo pagando
cachê.
Por Marco Antonio Perna
Dançando na TV
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Photo & Dansa 2014 #4
Por Marco Antonio Perna
P
reconceito. É, preconceito. Palavra feia. No Brasil
pensamos logo em preconceito racial com os
negros. Peraí, pensamos não carapálida (cadê o
hífen?), muita gente pensa, porque eu penso em várias
formas de preconceito além dessa. Do gordo desde o
maternal ao homossexual fora do carnaval, do feio na
entrevistademultinacional aopobrenaentradasocial.
Pois bem, é esse o ponto chave de "Billy Elliot". Apesar da
preferência do pai pelo boxe, o pequeno Billy acaba se
interessando por balé (ballet). Embora ambientado em
um ambiente social machista, uma comunidade de
mineiros naInglaterra, "Billy Elliot" surpreendeecomove, já
que Billy recebe total apoio da família. Mas, claro, para
receber esse apoio, muitos preconceitos precisam ser
superados.
Você acha que é só em países de terceiro mundo
existem comunidades inteiras com pouco estudo e
nenhuma perspectiva de crescimento social ? Que é
necessário ser descendente de escravo para isso ? Pois
reveja seus conceitos. Tal como aqui ocorre nas
comunidades carentes, na Inglaterra (e emoutros países
europeus) existem classes de trabalhadores onde a falta
de cultura impera, onde a visão do mundo é estreita e
ondeexistemtodos os tipos depreconceito.
No caso de "Billy Elliot" nem é necessário dizer que a
família de Billy inicialmente imagina que ele está virando
homossexual. Entre mineradores, que ralam, fazem
greve, piquetes e se orgulham de que homem joga
futebol, luta boxe ou luta livre, balé TEM que ser coisa de
bicha. Mas, convenhamos, até por aqui a maioria iria
pensar parecido. Atécomrelaçãoadançadesalãotem
gente por aqui que imagina ser coisa de bichona.
Imagina num país austero como a Inglaterra. Hum, será
preconceitomeu comos ingleses ?
"Billy Elliot" nos dá uma lição de superação, onde o
menino talentoso que demonstra desde cedo sua
necessidade de expressar-se artisticamente, seja
tocando piano ou dançando, nos mostra que ser sensível
não é necessariamente ser gay, mas se preocupar com
a avó doente, chorar ao se lembrar da mãe e se
expressar semvergonhadeser feliz.
Billy Elliot (2000)
"Billy Elliot" nos dá uma
lição de superação,
o n d e o m e n i n o
t a l e n t o s o q u e
demonstra desde cedo
sua necessidade de
e x p r e s s a r - s e
artisticamente
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Photo & Dansa 2014 #4
Artigo publicado em
novembro/2009 na edição 25 do
jornal Falando de Dança, do Rio
de Janeiro.
http://issuu.com/dancenews/docs/ed-25---completa-para-leitura/07
www.marcoantonioperna.com.br/blog
Sinopse: “Billy Elliot (Jamie
Bell) é umgaroto de 11 anos que
vive numa pequena cidade
inglêsa, onde o principal meio
de sustento é o trabalho na
mineração. Obrigado pelo pai a
treinar boxe, Billy fica fascinado
com a magia do balé, ao qual
tem contato através de aulas de
dança. I ncent i vado pel a
professora de balé (Julie
Walters), que vê em Billy um
talento nato para a dança, ele
resolve então pendurar as luvas
de boxe e se dedicar de corpo e
alma a dança, mesmo tendo que
enfrentar a contrariedade de seu
irmão e seu pai sua nova
atividade."
Ele não entra no balé de caso pensado. Entra deixando
a vida o levar, como diria nosso poeta. Claro que depois
precisa batalhar muito, porque nada é de graça. Aos
poucos vai se conhecendo e ajudando a própria família
a rever seus conceitos. Em certas ocasiões é necessário
descer ao fundo do poço para que o confronto com a
realidade permita a mudança de valores pré-
estabelecidos. O balé em "Billy Elliot" nos mostra como a
dança pode ajudar uma família inteira com o
envolvimento proporcionado e não ser uma ajuda
apenas aquemfaz adança.
Preconceito ? Não, preconceito não, mas SUPERAÇÃO. É
isso que "Billy Elliot" nos mostra. Superação não só nas
dificuldades da dança, como vemos em vários outros
filmes desse tema, mas superação em cima de
preconceitos, da extrema dificuldade financeira e do
nível cultural familiar. É possível sim, sair de uma
comunidade carente e alcançar o sucesso no balé. Em
nosso país mesmo já foi noticiado casos de bailarinos
que saíram de comunidades e foram para importantes
balés internacionais.
Lago dos Cisnes prá cá, Lago dos Cisnes prá lá (sempre
maravilhosamente), mas feliz mesmo fiquei ao ver e
ouvir Fred Astaire cantando e dançando como
inspiração ao sapateado de Billy. É, Billy também
sapateia. Não entendi bem porque, mas se foi só para
inserir FredAstairenofilmejáéumótimomotivo.
Ah, vale tentar reconhecer o ator de Billy, Jamie Bell,
como o rapaz Jimmy em King Kong de 2005 e o amigo
nerd no filme Jumper de 2008. Eu admito, não tinha
reconhecido quando assisti esses dois filmes. Uma
vergonha.
RiodeJaneiro, 19/10/2009
Compre em
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