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Paula Falé, RandstadÈ „ È „ È „ È „ © Randstad O mercado E o mercado do

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E o mercado do trabalho temporário no nosso país, será

que assenta essencialmente em projectos especiais ou trata-se de algo muito mais vasto do que isso? Pau-

la Falé, gestora de área de negócio na Randstad, refere que «este mercado tem vindo a ganhar credibilidade e

a conquistar o seu espaço como ferramenta de gestão

de muitas organizações», sendo que «recorrentemente se assiste a intervenções sobre a temática que apontam como principais vantagens a flexibilidade dos custos, transformando custos fixos em variáveis, a gestão ad- ministrativa dos recursos humanos, a modalidade de contratação legal, projectos sazonais, etc». Contudo, destaca, «o trabalho temporário tem uma intervenção muitíssimo mais vasta», algo que explica da seguinte for- ma: «Do ponto de vista das organizações, as empresas de trabalho temporário prestam um serviço de consul- toria, proporcionando uma operacionalização externa da actividade interna, sendo responsáveis pela identi- ficação, pelo recrutamento e pela selecção dos recursos humanos, pela formação, pela gestão administrativa e integral dos processos, pelo pagamento de vencimen- tos e respectivos encargos legais, pela facturação e pelo acompanhamento ‘after sales’, possibilitando aos ges- tores a focalização no ‘core business’ da sua actividade. Do ponto de vista do candidato, futuro colaborador, as

empresas de trabalho temporário potenciam o primeiro emprego, a entrada directa no mercado de trabalho e o

enriquecimento do currículo, através das diferenciadas oportunidades de colocação em empresas cuja admis- são directa se tornaria bastante mais difícil. Por outro lado, o trabalho temporário é um facilitador de trabalho definitivo, uma vez que a permanência dos trabalhado- res cedidos temporariamente permite formação ‘on job’, desenvolvimento de competências e de carreira, bem como a integração futura nos quadros das empresas, o que ocorre em cerca de 30% das situações.»