Você está na página 1de 7

3/5/2011

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA:

CRONOGRAMA:

DIA 28/04/11 – Histórico da Citologia e Métodos de estudo em citologia; DIA 05/05/11 – Tipos Celulares e Evolução celular;

DIA 12/05/11 –

DIA 19/05/11 – Componentes Membranosos e como as substâncias atravessam a membrana;

DIA 26/05/11 –

DIA 02/06/11 – Transportes: Ativo e Passivo; DIA 09/06/11 – Transporte em bloco: Endocitose e Exocitose;

DIA 16/06/11 – Aplicação da Avaliação Final; DIA 30/06/11 – Aplicação da Avaliação de Recuperação.

Aula prática sobre Microscopia;

Aplicação da Avaliação Parcial;

O que é citologia ?

Área da Biologia que estuda a célula, no

estrutura e

que

funcionamento. Kytos (célula) + Logos (estudo)

diz

respeito

à

sua

da Biologia que estuda a célula, no estrutura e que funcionamento. Kytos (célula) + Logos (estudo)

A descoberta de um novo mundo !

A invenção do microscópio:

Antonie Van Leeuwenhoek (1621 – 1723): Utilizando lentes muito finas para examinar as fibras de tecidos e atestar sua qualidade, pode observar microorganismos com apenas 0,003 mm de comprimento.

de tecidos e atestar sua qualidade, pode observar microorganismos com apenas 0,003 mm de comprimento. Microscópio

Microscópio simples

de tecidos e atestar sua qualidade, pode observar microorganismos com apenas 0,003 mm de comprimento. Microscópio
HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DA CITOLOGIA Disciplina: Biologia Turma 8821: Curso Técnico em Química – 2ª.
HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DA CITOLOGIA Disciplina: Biologia Turma 8821: Curso Técnico em Química – 2ª.

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DA CITOLOGIA

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DA CITOLOGIA Disciplina: Biologia Turma 8821: Curso Técnico em Química – 2ª. Série.

Disciplina: Biologia

Turma 8821: Curso Técnico em Química – 2ª. Série. Professora Regente: Roberta Lordelo Estagiária: Margarida Patrícia Brito Velame

A descoberta de um novo mundo !

A invenção do microscópio:

Hans e Zacharias Janssen : No ano de 1591 inventaram um pequeno aparelho de duas lentes.

A invenção do microscópio: Hans e Zacharias Janssen : No ano de 1591 inventaram um pequeno
A invenção do microscópio: Hans e Zacharias Janssen : No ano de 1591 inventaram um pequeno
A invenção do microscópio: Hans e Zacharias Janssen : No ano de 1591 inventaram um pequeno

A descoberta de um novo mundo !

A invenção do microscópio:

Robert Hooke (1635-1703) : Observou pedaços de cortiça com o auxílio de um microscópio formado por duas ou mais lentes associadas, dentro de um tubo de metal.

auxílio de um microscópio formado por duas ou mais lentes associadas, dentro de um tubo de
auxílio de um microscópio formado por duas ou mais lentes associadas, dentro de um tubo de
auxílio de um microscópio formado por duas ou mais lentes associadas, dentro de um tubo de

Microscópio composto

3/5/2011

Origem do termo célula:

Robert Hooke descreveu pequenas cavidades no interior daqueles pedaços de cortiça e deu- lhes o nome de células.

latin → cella : lugar fechado, pequeno cômodo.

daqueles pedaços de cortiça e deu- lhes o nome de células. latin → cella : lugar

Teoria celular

Matthias Schleiden ( 1804 -1881 ) : Estudo da estrutura e fisiologia das plantas.

Theodor Schwann (1810 – 1882 ): Estudo da anatomia dos animais.

Theodor Schwann (1810 – 1882 ): Estudo da anatomia dos animais. “Todos os seres vivos são

“Todos os seres vivos são formados por células.”

Theodor Schwann (1810 – 1882 ): Estudo da anatomia dos animais. “Todos os seres vivos são
Princípios fundamentais da Teoria Celular: • Todos os seres vivos são formados por células →
Princípios fundamentais da Teoria
Celular:
• Todos os seres vivos são formados por células → as
células são as unidades morfológicas dos seres vivos;
• As
atividades
essenciais
que
caracterizam
a
vida
ocorrem
no
interior
de
células
são
unidades
funcionais ou fisiológicas dos seres vivos;
• Novas células se formam pela divisão de células
preexistentes. Logo, a continuidade da vida depende
da reprodução celular.

Origem do termo célula:

Robert

Hooke

produziu

um

livro

sobre

seus

estudos microscópicos, intitulado Micrographia.

Partes de plantas vivas :

- Semelhança às da cortiça, porém preenchimento gelatinoso.

intitulado Micrographia. • Partes de plantas vivas : - Semelhança às da cortiça, porém preenchimento gelatinoso.

De onde viriam as células ?

Rudolf Virchow (1821 – 1902) : Toda célula provém de outra.

Walther Flemming (1843 – 1905) : Descreveu detalhadamente o processo de divisão de uma célula em duas (mitose).

• Walther Flemming (1843 – 1905) : Descreveu detalhadamente o processo de divisão de uma célula

A CÉLULA OBSERVADA AO MICROSCÓPIO ÓPTICO:

Partes fundamentais da célula :

Membrana CelularA CÉLULA OBSERVADA AO MICROSCÓPIO ÓPTICO: Partes fundamentais da célula : Citoplasma Núcleo

CitoplasmaA CÉLULA OBSERVADA AO MICROSCÓPIO ÓPTICO: Partes fundamentais da célula : Membrana Celular Núcleo

NúcleoA CÉLULA OBSERVADA AO MICROSCÓPIO ÓPTICO: Partes fundamentais da célula : Membrana Celular Citoplasma

A CÉLULA OBSERVADA AO MICROSCÓPIO ÓPTICO: Partes fundamentais da célula : Membrana Celular Citoplasma Núcleo

3/5/2011

Nas células vegetais

Nas c é lulas vegetais MP Nas células vegetais há além da membrana uma camada chamada

MP

Nas células vegetais há além da membrana uma camada chamada de parede celular.

Tamanho Forma Necessidades químicas Atividades

Tamanho Forma Necessidades químicas Atividades

. Tamanho Forma Necessidades químicas Atividades NÚCLEO • Robert Brown (1773 – 1858) : Analisando
. Tamanho Forma Necessidades químicas Atividades NÚCLEO • Robert Brown (1773 – 1858) : Analisando
. Tamanho Forma Necessidades químicas Atividades NÚCLEO • Robert Brown (1773 – 1858) : Analisando
. Tamanho Forma Necessidades químicas Atividades NÚCLEO • Robert Brown (1773 – 1858) : Analisando
. Tamanho Forma Necessidades químicas Atividades NÚCLEO • Robert Brown (1773 – 1858) : Analisando
. Tamanho Forma Necessidades químicas Atividades NÚCLEO • Robert Brown (1773 – 1858) : Analisando
. Tamanho Forma Necessidades químicas Atividades NÚCLEO • Robert Brown (1773 – 1858) : Analisando

NÚCLEO

Robert Brown (1773 – 1858) :

Analisando células vegetais e animais, observou que ambas possuíam uma estrutura básica. nux = semente

* Parte tão essencial para a célula quanto a semente é para o fruto.

• Entre 10 e 100 μm • Limitação trocas gasosas e absorção de alimentos •

Entre 10 e 100 μm

Limitação trocas gasosas e absorção de alimentos

Relação superfície /volume

• Entre 10 e 100 μm • Limitação trocas gasosas e absorção de alimentos • Relação

Vírus: um caso à parte !

Estudo na década de 1950:

Vírus: um caso à parte ! • Estudo na década de 1950: Organização simples : -

Organização simples :

- Um ácido nucléico (DNA ou RNA) envolvido por uma cápsula de proteína;

- Acelulares;

- Parasitas intracelulares obrigatórios.

3/5/2011

Vírus: um caso à parte !

Vírus: um caso à parte ! Bacteriófago: vírus que a t a c a b a

Bacteriófago: vírus que ataca bactérias.

Vírus: um caso à parte ! Bacteriófago: vírus que a t a c a b a

HIV, vírus da AIDS.

Todo o progresso do conhecimento é fruto do trabalho de muitos pesquisadores ao longo dos
Todo o progresso do conhecimento é fruto do trabalho de muitos pesquisadores ao longo dos
Todo o progresso do conhecimento é fruto do trabalho de muitos pesquisadores ao longo dos

Todo o progresso do conhecimento é fruto do trabalho de muitos pesquisadores ao longo dos séculos.

Todo o progresso do conhecimento é fruto do trabalho de muitos pesquisadores ao longo dos séculos.

FUNCIONAMENTO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO

FUNCIONAMENTO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO
Partículas virais do HIV sobre linfócito T Partículas virais do HIV sobre linfócito T
Partículas virais do HIV sobre linfócito T
Partículas virais do HIV sobre linfócito T

MÉTODOS DE ESTUDO EM CITOLOGIA

Microscópio óptico , fotônico ou de luz: aumento de até 1.500 vezes.

Parte óptica - dois conjuntos de lentes: objetiva e ocular; Lente ocular x lente objetiva → tamanho da ampliação.

Parte óptica - dois conjuntos de lentes: objetiva e ocular; Lente ocular x lente objetiva →

TÉCNICAS PARA OBSERVAÇÃO AO MICROSCÓPIO ÓPTICO

Técnicas citológicas: processos de preparação de acordo com o tipo de material e o que se deseja observar:

1. Observação vital ou exame a fresco:

de preparação de acordo com o tipo de material e o que se deseja observar: 1.
de preparação de acordo com o tipo de material e o que se deseja observar: 1.

3/5/2011

TRATAMENTO

2. Fixação:

Matar rapidamente as células, mantendo o máximo possível a sua integridade interna

mantendo o máximo possível a sua integridade interna Coagular as proteínas preservando o aspecto geral da

Coagular as proteínas preservando o aspecto geral da estrutura interna e externa.

Fixadores: formol, ácido acético, álcool, etc.

TÉCNICAS DE PREPARAÇÃO CITOLÓGICA

Lâmina e lamínula:

4. Esmagamento: o material pode ser fixado ou corado anteriormente ou aquecido previamente para que as células se separem com mais facilidade.

pode ser fixado ou corado anteriormente ou aquecido previamente para que as células se separem com

TÉCNICAS DE PREPARAÇÃO CITOLÓGICA

6. Esfregaço: para materiais biológicos constituídos por células isoladas ou fracamente unidas entre si (células sanguíneas, da mucosa bucal, entre outras).

constituídos por células isoladas ou fracamente unidas entre si (células sanguíneas, da mucosa bucal, entre outras).
constituídos por células isoladas ou fracamente unidas entre si (células sanguíneas, da mucosa bucal, entre outras).

TRATAMENTO

3. Coloração:

Função de realçar as estruturas celulares;

Hematoxilina, corante azul-arroxeado com grande afinidade pelo núcleo celular;

Eosina, corante alaranjado com grande afinidade pelo citoplasma.

com grande afinidade pelo núcleo celular; • Eosina, corante alaranjado com grande afinidade pelo citoplasma.

TÉCNICAS DE PREPARAÇÃO CITOLÓGICA

5. Corte manual ou corte histológico: para materiais rígidos (caules, raízes, folhas, entre outros).

para materiais rígidos (caules, raízes, folhas, entre outros). Corte transversal da raiz de Iris germanica (Lírio).

Corte transversal da raiz de Iris germanica (Lírio).

TÉCNICAS DE PREPARAÇÃO CITOLÓGICA

7. Inclusão e corte com o micrótomo: para obter cortes bastante finos.

Parafina líquida;

Bloco solidificado é cortado no micrótomo (até 5 µm de espessura).

cortes bastante finos. • Parafina líquida; • Bloco solidificado é cortado no micrótomo (até 5 µm
cortes bastante finos. • Parafina líquida; • Bloco solidificado é cortado no micrótomo (até 5 µm

3/5/2011

A CÉLULA OBSERVADA AO MICROSCÓPIO ELETRÔNICO

A CÉLULA OBSERVADA AO MICROSCÓPIO ELETRÔNICO Microscópio eletrônico de transmissão. Aumento entre 5 mil e 100

Microscópio eletrônico de transmissão.

Aumento entre 5 mil e 100 mil vezes.

de transmissão. Aumento entre 5 mil e 100 mil vezes. M i c r o s

Microscópio eletrônico de varredura.

MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA

Utiliza um feixe de elétrons sobre o material já fixado e coberto com uma película metálica ;

Durante a varredura a superfície do material emite elétrons que são captados pelo sensor;

Permite compor imagens tridimensionais.

a superfície do material emite elétrons que são captados pelo sensor; • Permite compor imagens tridimensionais.
a superfície do material emite elétrons que são captados pelo sensor; • Permite compor imagens tridimensionais.

TÉCNICAS PARA OBSERVAÇÃO AO MICROSCÓPIO ELETRÔNICO

Fixação : glutaraldeído;

Coloração : sais de metais pesados como ósmio ( Os ) e Urânio ( U ) – aumentam o “contraste eletrônico”;

Inclusão e corte com ultramicrótomo (navalhas de vidro ou diamante):

Material desidratado e cortado em fatias de 0,05 μm;

Inclusão

do

material

em

resina

sintética

como

araldite.

MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE TRANSMISSÃO

Utiliza

um

biológico;

feixe

de

elétrons

que

atravessa

o

material

Algumas estruturas não permitem a passagem de elétrons;

A imagem eletrônica é representada pelas estruturas que atravessou.

não permitem a passagem de elétrons; • A imagem eletrônica é representada pelas estruturas que atravessou.
não permitem a passagem de elétrons; • A imagem eletrônica é representada pelas estruturas que atravessou.

MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA

MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA
• A imagem eletrônica é representada pelas estruturas que atravessou. MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA 6
• A imagem eletrônica é representada pelas estruturas que atravessou. MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA 6
• A imagem eletrônica é representada pelas estruturas que atravessou. MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA 6

3/5/2011

3/5/2011 7