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ControleControle dede doendoenççasas transmitidastransmitidas porpor sementessementes Nilvanira Donizete Tebaldi
ControleControle dede doendoenççasas
transmitidastransmitidas porpor
sementessementes
Nilvanira Donizete Tebaldi

MEDIDASMEDIDAS GERAISGERAIS

CAMPOSCAMPOS DEDE PRODUPRODUÇÇÃOÃO

Medidas gerais - Campo de produção

Uso de variedades resistentesMedidas gerais - Campo de produção Seleção de áreas e épocas de plantio – Regiões áridas,

Seleção de áreas e épocas de plantiogerais - Campo de produção Uso de variedades resistentes – Regiões áridas, irrigadas, menos favorável a

– Regiões áridas, irrigadas, menos favorável a inúmeras doenças

Utilização de sementes sadias ou tratadasáridas, irrigadas, menos favorável a inúmeras doenças Emprego de tecnologia adequado de cultivo – Evitar

Emprego de tecnologia adequado de cultivodoenças Utilização de sementes sadias ou tratadas – Evitar adensamento de plantas, – Profundidade de

– Evitar adensamento de plantas,

– Profundidade de semeadura,

– Evitar áreas c/ bolsões de umidade,

– Controle de plantas daninhas,

– Manejo correto da irrigação,

– Adubação balanceada,

– Rotação de cultura

Medidas gerais - Campo de produção

Eliminação de plantas anormais (murchas, mosaicos) - roguingMedidas gerais - Campo de produção Inspeções sanitárias (padrões sanitários de campo) – Cada cultura e

Inspeções sanitárias (padrões sanitários de campo)de plantas anormais (murchas, mosaicos) - roguing – Cada cultura e tipo de doença, – Remoção

– Cada cultura e tipo de doença,

– Remoção de material suspeito,

– Inspeções no período do florescimento

Tratamento fitossanitário preventivosuspeito, – Inspeções no período do florescimento – Fungicidas na parte aérea, – Controle de insetos

– Fungicidas na parte aérea,

– Controle de insetos vetores

Cuidados na colheita e transporteFungicidas na parte aérea, – Controle de insetos vetores – Equipamentos corretamente regulados, – Realização da

– Equipamentos corretamente regulados,

– Realização da colheita na ausência de orvalho ou umidade de chuva,

– Uso de sacarias novas, sem inóculo residual

MEDIDASMEDIDAS GERAISGERAIS

PPóóss--colheitacolheita UBSUBS ee LaboratLaboratóóriorio dede ControleControle dede QualidadeQualidade

Medidas separatórias – beneficiamento– Princípio de gradiente gravitacional, separação eletrônica, Sementes menores, deformadas, manchadas (antracnose),

– Princípio de gradiente gravitacional, separação eletrônica,

Sementes menores, deformadas, manchadas (antracnose),de gradiente gravitacional, separação eletrônica, Escleródios – Sclerotinia sclerotiorum Limpeza das

Escleródios – Sclerotinia sclerotiorum Sclerotinia sclerotiorum

Limpeza das máquinas e instalações em UBS(antracnose), Escleródios – Sclerotinia sclerotiorum – Lotes de sementes podem ser contaminados com inóculo

– Lotes de sementes podem ser contaminados com inóculo residual,

– Limpeza – ar comprimido, ventilação controlada deve ser executada regularmente.

Controle do ambiente de armazenamentoventilação controlada deve ser executada regularmente. – Ambiente com alta umidade atmosférica e alta

– Ambiente com alta umidade atmosférica e alta temperatura

Predispõe a ação de fungos Aspergillus e Penicilium – Deterioram as sementes reduzindo germinação e vigor Aspergillus e Penicilium – Deterioram as sementes reduzindo germinação e vigor

– Locais bem ventilados, com controle de umidade e temperatura

Inativação do inóculo através da armazenagem– Redução do inóculo durante armazenamento Phomopsis sp., em soja e Colletotrichum gossypii , em

– Redução do inóculo durante armazenamento

Phomopsis sp., em soja e Colletotrichum gossypii , em algodão sp., em soja e Colletotrichum gossypii, em algodão

Septoria apiicola, sementes de aipo – 3 anos – eliminação de todo inóculo , sementes de aipo – 3 anos – eliminação de todo inóculo

– Cautela – Fusarium verticillioides– sementes de milho – estrutura de resistência – clamidósporos – sobrevivência por períodos prolongados

Indexação sanitária dos lotes – testes e padrões sanitáriosclamidósporos – sobrevivência por períodos prolongados – Medida orientação auxiliando o produtor na tomada de

– Medida orientação auxiliando o produtor na tomada de decisões

Diante dos resultados do teste de sanidade em laboratório,orientação auxiliando o produtor na tomada de decisões – Quando existir padrões referenciais de sanidade, p/

– Quando existir padrões referenciais de sanidade, p/ patógenos não quarentenários regulamentáveis.

– Possibilitando o tratamento das sementes

Monitoramento da qualidade das sementes durante o período de comercialização– Fiscalização do comércio de sementes, impedindo o uso de sementes portadoras de patógenos. Tratamento

– Fiscalização do comércio de sementes, impedindo o uso de sementes portadoras de patógenos.

Tratamento de sementesde comercialização – Fiscalização do comércio de sementes, impedindo o uso de sementes portadoras de patógenos.

TRATAMENTOTRATAMENTO DEDE SEMENTESSEMENTES

TratamentoTratamento dede sementessementes

Tratamento Tratamento de de sementes sementes Tratamento de sementes – medida valiosa e mais recomendada, no

Tratamento de sementes – medida valiosa e mais recomendada, no controle de doenças de plantas

– Simplicidade de execução,

– Baixo custo relativo,

– Eficaz no controle de doenças,

– Menor uso de defensivos químicos,

– Menor poluição ambiental

TratamentoTratamento dede sementessementes

Tratamento Tratamento de de sementes sementes Objetivos – Eliminação do inóculo inicial, – Proteção da semente

Objetivos

– Eliminação do inóculo inicial,

– Proteção da semente por ocasião da germinação,

Controle de patógenos de solo, próximos às sementes,– Proteção da semente por ocasião da germinação, – Proteção da parte aérea da planta contra

– Proteção da parte aérea da planta contra outras fontes de inóculo,

– Prevenção da transmissão e disseminação do inóculo a partir das sementes

Reduzindo os riscos de epidemiascontra outras fontes de inóculo, – Prevenção da transmissão e disseminação do inóculo a partir das

Tratamento químico– Incorporação de produtos químicos às sementes. Tratamento físico – Exposição das sementes à ação

– Incorporação de produtos químicos às sementes.

Tratamento físico– Incorporação de produtos químicos às sementes. – Exposição das sementes à ação do calor. Tratamento

– Exposição das sementes à ação do calor.

Tratamento biológicofísico – Exposição das sementes à ação do calor. – Incorporação de organismos antagonistas às sementes.

– Incorporação de organismos antagonistas às sementes.

TRATAMENTOTRATAMENTO

QUQUÍÍMICOMICO

TratamentoTratamento ququíímicomico

1. Qualidades essenciais de um fungicida p/ tratamentos de sementes

Produto deve ser tóxico ao patógeno e não à semente,essenciais de um fungicida p/ tratamentos de sementes Atóxico ao homem e animais, Não acumulável no

Atóxico ao homem e animais,Produto deve ser tóxico ao patógeno e não à semente, Não acumulável no solo, Capaz de

Não acumulável no solo,ao patógeno e não à semente, Atóxico ao homem e animais, Capaz de ser armazenado sem

Capaz de ser armazenado sem deterioração,à semente, Atóxico ao homem e animais, Não acumulável no solo, Não ser afetado por temperaturas

Não ser afetado por temperaturas externas,à semente, Atóxico ao homem e animais, Não acumulável no solo, Capaz de ser armazenado sem

Baixo custoanimais, Não acumulável no solo, Capaz de ser armazenado sem deterioração, Não ser afetado por temperaturas

TratamentoTratamento ququíímicomico

2. Características do tratamento químico

Simples execução e praticável em ambiente controlado,í í mico mico 2. Características do tratamento químico Distribuição uniforme de pequenas quantidades de produtos

Distribuição uniforme de pequenas quantidades de produtos nas áreas de cultivo,Simples execução e praticável em ambiente controlado, Operação menos exposta à ação de fatores climáticos,

Operação menos exposta à ação de fatores climáticos,de pequenas quantidades de produtos nas áreas de cultivo, Menor risco aos operadores, Menos agressivo aos

Menor risco aos operadores,Operação menos exposta à ação de fatores climáticos, Menos agressivo aos organismos benéficos do solo, Reduz

Menos agressivo aos organismos benéficos do solo,ação de fatores climáticos, Menor risco aos operadores, Reduz a necessidade de aplicações complementares de

Reduz a necessidade de aplicações complementares de produtos defensivos na cultura em desenvolvimento,Menos agressivo aos organismos benéficos do solo, Medida de baixo custo relativo, Conduz à incrementos

Medida de baixo custo relativo,de produtos defensivos na cultura em desenvolvimento, Conduz à incrementos significativos da produção final.

Conduz à incrementos significativos da produção final.de aplicações complementares de produtos defensivos na cultura em desenvolvimento, Medida de baixo custo relativo,

TratamentoTratamento ququíímicomico

3. Fatores que influenciam o desempenho do tratamento químico das sementes

Tipo da sementeinfluenciam o desempenho do tratamento químico das sementes Espécie/variedade, constituição genética Superfície

Espécie/variedade, constituição genéticado tratamento químico das sementes Tipo da semente Superfície lisa – milho, soja, feijão – retêm

Superfície lisa – milho, soja, feijão – retêm menos produtoTipo da semente Espécie/variedade, constituição genética Superfície rugosa – algodão – maior retenção do

Superfície rugosa – algodão – maior retenção do produtolisa – milho, soja, feijão – retêm menos produto Condição física e fisiológica do lote a

Condição física e fisiológica do lote a ser tratadorugosa – algodão – maior retenção do produto Danos físicos – rachaduras – mais vulneráveis à

Danos físicos – rachaduras – mais vulneráveis à ação fitotóxica,Condição física e fisiológica do lote a ser tratado Sementes de baixo vigor podem ser beneficiadas

Sementes de baixo vigor podem ser beneficiadas pelo tratamento químico, na proteção contra patógenos de solo.– rachaduras – mais vulneráveis à ação fitotóxica, Tipo e variabilidade do patógeno alvo do tratamento

Tipo e variabilidade do patógeno alvo do tratamentoquímico, na proteção contra patógenos de solo. Fungos, bactérias, vírus e nematóides Dificuldade e

Fungos, bactérias, vírus e nematóidespatógenos de solo. Tipo e variabilidade do patógeno alvo do tratamento Dificuldade e eficácia no controle

Dificuldade e eficácia no controle de bactériascontra patógenos de solo. Tipo e variabilidade do patógeno alvo do tratamento Fungos, bactérias, vírus e

TratamentoTratamento ququíímicomico

3. Fatores que influenciam o desempenho do tratamento químico das sementes

Nível de infecção das sementesinfluenciam o desempenho do tratamento químico das sementes Ocorrência e posição do inóculo na semente Inóculo

Ocorrência e posição do inóculo na sementequímico das sementes Nível de infecção das sementes Inóculo localizado superficialmente – maior ação dos

Inóculo localizado superficialmente – maior ação dos produtosdas sementes Ocorrência e posição do inóculo na semente Formulação, ingrediente ativo e dosagem do produto

Formulação, ingrediente ativo e dosagem do produtolocalizado superficialmente – maior ação dos produtos Quantidade do ingrediente ativo e dosagem – evitar

Quantidade do ingrediente ativo e dosagem – evitar fitotoxidezFormulação, ingrediente ativo e dosagem do produto Formulações: Pó Seco – PS Pó Molhável – PM

Formulações:do ingrediente ativo e dosagem – evitar fitotoxidez Pó Seco – PS Pó Molhável – PM

Pó Seco – PSativo e dosagem – evitar fitotoxidez Formulações: Pó Molhável – PM Emulsão Concentrada – EC Solução

Pó Molhável – PM– evitar fitotoxidez Formulações: Pó Seco – PS Emulsão Concentrada – EC Solução Concentrada – SC

Emulsão Concentrada – ECFormulações: Pó Seco – PS Pó Molhável – PM Solução Concentrada – SC Corante – sementes

Solução Concentrada – SCFormulações: Pó Seco – PS Pó Molhável – PM Emulsão Concentrada – EC Corante – sementes

Corante – sementes tratadas quimicamentefitotoxidez Formulações: Pó Seco – PS Pó Molhável – PM Emulsão Concentrada – EC Solução Concentrada

TratamentoTratamento ququíímicomico

3. Fatores que influenciam o desempenho do tratamento químico das sementes

influenciam o desempenho do tratamento químico das sementes Formulações, Pó Seco – PS Baixo custo Tratamento

Formulações,

Pó Seco – PSdo tratamento químico das sementes Formulações, Baixo custo Tratamento de sementes sensíveis ao tratamento

Baixo custoquímico das sementes Formulações, Pó Seco – PS Tratamento de sementes sensíveis ao tratamento aquoso Baixa

Tratamento de sementes sensíveis ao tratamento aquosodas sementes Formulações, Pó Seco – PS Baixo custo Baixa adesividade e retenção na superfície da

Baixa adesividade e retenção na superfície da sementecusto Tratamento de sementes sensíveis ao tratamento aquoso Pó Molhável – PM Aplicado por via seca

Pó Molhável – PMBaixa adesividade e retenção na superfície da semente Aplicado por via seca e úmida Adesividade acima

Aplicado por via seca e úmidae retenção na superfície da semente Pó Molhável – PM Adesividade acima 75% Geração de pó

Adesividade acima 75%da semente Pó Molhável – PM Aplicado por via seca e úmida Geração de pó na

Geração de pó na manipulação e sedimentaçãoe retenção na superfície da semente Pó Molhável – PM Aplicado por via seca e úmida

TratamentoTratamento ququíímicomico

3. Fatores que influenciam o desempenho do tratamento químico das sementes

influenciam o desempenho do tratamento químico das sementes Formulações, Emulsão Concentrada – EC Precisão na

Formulações,

Emulsão Concentrada – ECdo tratamento químico das sementes Formulações, Precisão na dosagem, Cobertura otimizada, Fácil

Precisão na dosagem,das sementes Formulações, Emulsão Concentrada – EC Cobertura otimizada, Fácil manipulação, Ausência de pó

Cobertura otimizada,Emulsão Concentrada – EC Precisão na dosagem, Fácil manipulação, Ausência de pó Solução Concentrada

Fácil manipulação,– EC Precisão na dosagem, Cobertura otimizada, Ausência de pó Solução Concentrada – SC Partículas

Ausência de póna dosagem, Cobertura otimizada, Fácil manipulação, Solução Concentrada – SC Partículas finas, Adesividade

Solução Concentrada – SCCobertura otimizada, Fácil manipulação, Ausência de pó Partículas finas, Adesividade acima de 85%, Fácil manuseio

Partículas finas,manipulação, Ausência de pó Solução Concentrada – SC Adesividade acima de 85%, Fácil manuseio e dosificação,

Adesividade acima de 85%,de pó Solução Concentrada – SC Partículas finas, Fácil manuseio e dosificação, Formulações caras,

Fácil manuseio e dosificação,Concentrada – SC Partículas finas, Adesividade acima de 85%, Formulações caras, Limitadas somente p/ via úmida

Formulações caras,– SC Partículas finas, Adesividade acima de 85%, Fácil manuseio e dosificação, Limitadas somente p/ via

Limitadas somente p/ via úmidaConcentrada – SC Partículas finas, Adesividade acima de 85%, Fácil manuseio e dosificação, Formulações caras,

TratamentoTratamento ququíímicomico

Tratamento Tratamento qu qu í í mico mico Tecnologia de aplicação Equipamentos tratadores de sementes através

Tecnologia de aplicação

Equipamentos tratadores de sementes através da mistura de sementes e produtos não diluídosTratamento qu qu í í mico mico Tecnologia de aplicação Pó seco e pó molhável –

Pó seco e pó molhável – sementes pré-umedecidas 1L H 2 O/100kg sementes. 2 O/100kg sementes.

molhável – sementes pré-umedecidas 1L H 2 O/100kg sementes. Tambor rotativo Rosca sem fim acionamento elétrico

Tambor rotativo

molhável – sementes pré-umedecidas 1L H 2 O/100kg sementes. Tambor rotativo Rosca sem fim acionamento elétrico

Rosca sem fim acionamento elétrico

Tratamento Tratamento qu qu í í mico mico Tecnologia de aplicação Tratamento de sementes através

TratamentoTratamento ququíímicomico Tecnologia de aplicação

Tratamento qu qu í í mico mico Tecnologia de aplicação Tratamento de sementes através de diluição

Tratamento de sementes através de diluição (solvente) do produto

Produto

Gotículas pequenas
Gotículas pequenas

Pulverização

Semente

Semente tratada

TratamentoTratamento ququíímicomico

Tratamento Tratamento qu qu í í mico mico Tecnologia de aplicação Nebulização

Tecnologia de aplicação

Tratamento Tratamento qu qu í í mico mico Tecnologia de aplicação Nebulização

Nebulização

Tratamento Tratamento qu qu í í mico mico Tecnologia de aplicação Tratamento de sementes via

TratamentoTratamento ququíímicomico

Tecnologia de aplicação

Tratamento de sementes via embebição Produto + solvente + água Permanecem em tanques por períodos pré-estabelecidos Tratamento de sementes de hortaliçasTratamento qu qu í í mico mico Tecnologia de aplicação Inconvenientes Necessidade de secagem das sementes

Inconvenientes Necessidade de secagem das sementes após o tratamento Riscos na germinação em períodos prolongadosProduto + solvente + água Permanecem em tanques por períodos pré-estabelecidos Tratamento de sementes de hortaliças

Inconvenientes Necessidade de secagem das sementes após o tratamento Riscos na germinação em períodos prolongados
Inconvenientes Necessidade de secagem das sementes após o tratamento Riscos na germinação em períodos prolongados
Inconvenientes Necessidade de secagem das sementes após o tratamento Riscos na germinação em períodos prolongados
Inconvenientes Necessidade de secagem das sementes após o tratamento Riscos na germinação em períodos prolongados
Inconvenientes Necessidade de secagem das sementes após o tratamento Riscos na germinação em períodos prolongados

TratamentoTratamento ququíímicomico

3. Fatores que influenciam o desempenho do tratamento químico das sementes

Características do solo – acidez, composição orgânicainfluenciam o desempenho do tratamento químico das sementes pH entre 3 e 4, degradação do fungicida

pH entre 3 e 4, degradação do fungicida thiram após 3 - 5 semanasCaracterísticas do solo – acidez, composição orgânica pH 7, degradação ocorre após 3 - 4 meses

pH 7, degradação ocorre após 3 - 4 meses3 e 4, degradação do fungicida thiram após 3 - 5 semanas Profundidade de semeadura Semeaduras

Profundidade de semeadura3 - 5 semanas pH 7, degradação ocorre após 3 - 4 meses Semeaduras profundas podem

Semeaduras profundas podem proporcionar efeitos fitotóxicos na rizosferaocorre após 3 - 4 meses Profundidade de semeadura Maior contato das semente com o fungicida

podem proporcionar efeitos fitotóxicos na rizosfera Maior contato das semente com o fungicida durante a

Maior contato das semente com o fungicida durante a germinação.

TratamentoTratamento ququíímicomico

4. Tratamento de sementes

1º. Relato do tratamento de sementes – 1637Tratamento qu qu í í mico mico 4. Tratamento de sementes – Semente de trigo tratadas

– Semente de trigo tratadas com água salina, no controle de Tilletia

caries

– Barco cargueiro naufragado na costa inglesa, próximo a Bristol

Novos produtos à base de sais de sódio, cálcio e cobre foram utilizados e substituídos devido aos risco de danos à germinação das sementescargueiro naufragado na costa inglesa, próximo a Bristol Tratamento químico de sementes, mais direcionado p/

Tratamento químico de sementes, mais direcionado p/ controle de fungos em menor escala, bactérias e nematóides,devido aos risco de danos à germinação das sementes Adição de corantes ou substância com odor

Adição de corantes ou substância com odor característico p/ distinguir às sementes tratadas.Tratamento químico de sementes, mais direcionado p/ controle de fungos em menor escala, bactérias e nematóides,

TratamentoTratamento ququíímicomico

5. Classificação/agrupamento dos fungicidas

Estrutura químicaí mico mico 5. Classificação/agrupamento dos fungicidas – Inorgânicos Carbamato de cobre e hipoclorito de sódio

– Inorgânicos Carbamato de cobre e hipoclorito de sódio

– Orgânicos

Ditiocarbamatos, quinonas, clorobenzenos, heterocíclicos nitrogenadosCarbamato de cobre e hipoclorito de sódio – Orgânicos Espectro de ação – Específicos Apresentam espectro

quinonas, clorobenzenos, heterocíclicos nitrogenados Espectro de ação – Específicos Apresentam espectro de

Espectro de açãoquinonas, clorobenzenos, heterocíclicos nitrogenados – Específicos Apresentam espectro de ação limitado,

– Específicos Apresentam espectro de ação limitado,

– Específicos Apresentam espectro de ação limitado, – Pyroquilon (Fongorene) – Não específicos Espectro

– Pyroquilon (Fongorene)

– Não específicos Espectro de ação mais amplo, atingindo um maior número de diferentes espécies de patógenos

específicos Espectro de ação mais amplo, atingindo um maior número de diferentes espécies de patógenos –

– Captan

Modo de atuação em relação à planta

Erradicantes ou de contato - ação de profundidadeModo de atuação em relação à planta Protetores ou residuais – camada protetora Proteção das sementes

Protetores ou residuais – camada protetora Proteção das sementes no instante da germinação, contra patógenos de solo, causadores de tombamento e Proteção das sementes no instante da germinação, contra patógenos de solo, causadores de tombamento e podridões de raízes

de solo, causadores de tombamento e podridões de raízes – Ditiocarbamato (thiram), Pythium, Phytophthora,

– Ditiocarbamato (thiram),

e podridões de raízes – Ditiocarbamato (thiram), Pythium, Phytophthora, Rizoctonia, Phoma – Dicarboximida

Pythium, Phytophthora, Rizoctonia, Phoma

– Dicarboximida (captan)

Menos ativo contra Phytophthora e Rizoctonia Phytophthora e Rizoctonia

– Mancozeb, Fludioxonil, Iprodione, Prochloraz, Tolylfluanid

– Quintozene Controle de fungos de solo que produzem escleródios

Prochloraz, Tolylfluanid – Quintozene Controle de fungos de solo que produzem escleródios Rhizoctonia e Sclerotium
Prochloraz, Tolylfluanid – Quintozene Controle de fungos de solo que produzem escleródios Rhizoctonia e Sclerotium

Rhizoctonia e Sclerotium

Sistêmicos - translocam nos tecidos vegetais

Benzimidazóis (carbendazin, thiabendazole, tiofanato metílico)Sistêmicos - translocam nos tecidos vegetais – Ascomycota e Mitospórico, exceto Hifomicetos pigmentados ( Alternaria,

Ascomycota e Mitospórico, exceto Hifomicetos

pigmentados (Alternaria, Bipolaris, Curvularia, Helminthosporium)

Carboxin( Alternaria, Bipolaris, Curvularia, Helminthosporium ) – Basidiomycota, Rhizoctonia e fungos causadores de

– Basidiomycota, Rhizoctonia e fungos causadores de carvões

Triazóis (Triadimenol, Difeconazole)Basidiomycota, Rhizoctonia e fungos causadores de carvões – Sementes de cereais, no controle de fungos causadores

– Sementes de cereais, no controle de fungos causadores de carvões

Metalaxyl, PropamocarbDifeconazole) – Sementes de cereais, no controle de fungos causadores de carvões – Oomycetos Pyroquilon ,

– Oomycetos

Pyroquilon, ,

EspectroEspectro dede aaççãoão dede algunsalguns fungicidasfungicidas emem relarelaççãoão aa gruposgrupos dede fungosfungos nono tratamentotratamento dede sementessementes

OomycotaOomycota

AscomycotaAscomycota//MitospMitospóóricosricos

BasidiomycotaBasidiomycota

PythiumPythium FusariumFusarium AlternariaAlternaria RhizoctoniaRhizoctonia UstilagoUstilago PhytophthoraPhytophthora
PythiumPythium
FusariumFusarium
AlternariaAlternaria
RhizoctoniaRhizoctonia UstilagoUstilago
PhytophthoraPhytophthora
ColletotrichumColletotrichum
DrechsleraDrechslera
SclerotiumSclerotium
TilletiaTilletia
PlasmoparaPlasmopara
VerticilliumVerticillium
BipolarisBipolaris
PucciniaPuccinia
PeronosporaPeronospora
PhomaPhoma
CurvulariaCurvularia
BremiaBremia
PhomopsisPhomopsis
CladosporiumCladosporium
AscochytaAscochyta
NigrosporaNigrospora
BotrytisBotrytis
CercosporaCercospora
PyriculariaPyricularia
MetalaxylMetalaxyl
BenzimidazBenzimidazóóisis
((CarbendazinCarbendazin
ThiabendazolThiabendazol
TiofanatoTiofanato metmetíílicolico
IprodioneIprodione
QuintozeneQuintozene
CarboxinCarboxin
PropomocarbPropomocarb
ImidazolesImidazoles,, TriazTriazóóisis,, FludioxonilFludioxonil
ThiramThiram,, CaptanCaptan

TratamentoTratamento ququíímicomico

Antibóticos e nematicidas

– Uso limitado a um pequeno número de espécies

– Antibióticos Risco de fitotoxidez, surgimento de formas resistentes ao consumo humano – obstáculos

de formas resistentes ao consumo humano – obstáculos Estreptomicina, – Pasta fluída em sementes de feijão,

Estreptomicina,de formas resistentes ao consumo humano – obstáculos – Pasta fluída em sementes de feijão, controle

– Pasta fluída em sementes de feijão, controle de

Pseudomonas savastasnoi pv. phaseolicola

– Imersão de sementes de brássicas em água quente contendo mistura de estreptomicina e

clorotetraciclina, Xanthomonas campestris pv. campestris

– Nematicida Thiabendazol, controle de Aphelenchoides besseyi, sementes de arroz

campestris pv. campestris – Nematicida Thiabendazol, controle de Aphelenchoides besseyi , sementes de arroz

TratamentoTratamento ququíímicomico

Tratamento Tratamento qu qu í í mico mico Mistura de produtos – Evitar surgimento de organismos

Mistura de produtos

– Evitar surgimento de organismos resistentes

– Mistura de um fungicida sistêmico com um protetor

Carboxin + Thiram (Vitavax + Thiram ) Vitavax + Thiram)

Thiabendazole + Thiram (Tecto 100 + Thiram ) Tecto 100 + Thiram)

Metalaxyl M + Fludioxonil (Maxin XL ) Maxin XL)

– Controlar fungos de solo

Pythium e Phytophthora e Phytophthora

Modo de ação

Grupo químico

Nome técnico

Nome comercial

ProtetorProtetor

FtalamidasFtalamidas

CaptanCaptan

CaptanCaptan 500500

FenilpirrolesFenilpirroles

FludioxonilFludioxonil

MaximMaxim

HidantoHidantoíínasnas

IprodioneIprodione

RovralRovral

ImidazolesImidazoles

ProchlorazProchloraz

SportakSportak 450450

NitrobenzenosNitrobenzenos

QuintozeneQuintozene

KobutolKobutol 750750

DitiocarbamatosDitiocarbamatos

ThiramThiram

RhodiauramRhodiauram 700700

DerivadoDerivado anilinaanilina

TolyfluanidTolyfluanid

EuparenEuparen MM

 

BenzimidazBenzimidazóóisis

CarbendazimCarbendazim

DerosalDerosal 500500

BenzimidazBenzimidazóóisis

ThiabendazoleThiabendazole

TectoTecto 100100

BenzimidazBenzimidazóóisis

TiofanatoTiofanato metmetíílicolico

TopsinTopsin 500500

SistêmicoSistêmico

AnilidasAnilidas

CarboxinCarboxin

VitavaxVitavax 750750

TriazTriazóóisis

DifenoconazoleDifenoconazole

SpectroSpectro

AlaninatosAlaninatos

MetalaxylMetalaxyl

ApronApron

QuinolinasQuinolinas

PyroquilonPyroquilon

FongoreneFongorene

TriazTriazóóisis

Triadimenol Triadimenol

BaytanBaytan 250250

MecanismosMecanismos dede aaççãoão dosdos fungicidasfungicidas

1. Efeitos sobre os processos de produção de energia Inibidores específicos Interferem na cadeia respiratória – mitocôndria Thiram, Carboxin (Vitavax) Inibidores não específicos Interferem em diferentes enzimas Captan

– mitocôndria Thiram, Carboxin (Vitavax) Inibidores não específicos Interferem em diferentes enzimas Captan
– mitocôndria Thiram, Carboxin (Vitavax) Inibidores não específicos Interferem em diferentes enzimas Captan
– mitocôndria Thiram, Carboxin (Vitavax) Inibidores não específicos Interferem em diferentes enzimas Captan

MecanismosMecanismos dede aaççãoão dosdos fungicidasfungicidas

2. Efeitos em processos de biossíntese Inibição da síntese de proteínas Cicloheximida, Tolyfluanid (Euparen)

de proteínas Cicloheximida, Tolyfluanid (Euparen) Inibição da síntese de ácido nucléico Metalaxyl
de proteínas Cicloheximida, Tolyfluanid (Euparen) Inibição da síntese de ácido nucléico Metalaxyl
Inibição da síntese de ácido nucléico

Inibição da síntese de ácido nucléico

Metalaxyl (Apron) Interferência em processos nucleares

Metalaxyl (Apron) Interferência em processos nucleares

Metalaxyl (Apron) Interferência em processos nucleares
Iprodione (Rovral), Quintozene (Kobutol)

Iprodione (Rovral), Quintozene (Kobutol)

Inibição de biossíntese de lipídeos

Inibição de biossíntese de lipídeos

Inibição de biossíntese de lipídeos
Inibição de biossíntese de lipídeos

Inibem a síntese de ergosterol, componente da membrana

Triazóis (Difenoconazole – Spectro), Prochloraz (Sportak)

Inibem a síntese de ergosterol, componente da membrana Triazóis (Difenoconazole – Spectro), Prochloraz (Sportak)

MecanismosMecanismos dede aaççãoão dosdos fungicidasfungicidas

3. Efeitos sobre a estrutura celular

Fludioxonil (Maxin), produto resultante da fermentação de (Maxin), produto resultante da fermentação de

Pseudomonas.

Pyroquilon (Fongorene), inibição da biossíntese de melanina.fungicidas 3. Efeitos sobre a estrutura celular Fludioxonil (Maxin), produto resultante da fermentação de Pseudomonas .

TRATAMENTOTRATAMENTO

FFÍÍSICOSICO

TratamentoTratamento ffíísicosico

Termoterapia

Consiste da exposição das sementes à ação do calor em combinação com o tempo e a temperatura de tratamento.Tratamento Tratamento f f í í sico sico Termoterapia Visando à erradicação ou redução do inóculo

Visando à erradicação ou redução do inóculo infectivoem combinação com o tempo e a temperatura de tratamento. Fundamentos da termoterapia Baseia-se no diferencial

Fundamentos da termoterapia

Baseia-se no diferencial dos pontos térmicos letais, aos patógenos e às sementes,redução do inóculo infectivo Fundamentos da termoterapia – Ponto térmico letal da semente é maior do

– Ponto térmico letal da semente é maior do que o ponto térmico letal do patógeno

Veículos de transferência de calorletal da semente é maior do que o ponto térmico letal do patógeno – Água →

– Água → mais eficaz

– Vapor

– Ar seco

TratamentoTratamento ffíísicosico

Fundamentos da termoterapia

Tecidos das sementes resistem mais à ação do calor do que tecidos de materiais de propagação,Tratamento f f í í sico sico Fundamentos da termoterapia Microrganismos patogênicos são menos tolerantes ao

Microrganismos patogênicos são menos tolerantes ao calor do que os saprófitas,ação do calor do que tecidos de materiais de propagação, Morte ou inativação dos patógenos pela

Morte ou inativação dos patógenos pela ação do calor úmido resulta da coagulação de algumas proteínas celularessão menos tolerantes ao calor do que os saprófitas, Tratamento via água quente pode denaturar tecidos

Tratamento via água quente pode denaturar tecidos externos, não afetando os tecidos internos de reservas – germinação da sementeresulta da coagulação de algumas proteínas celulares Pré-aquecimento das sementes em água não aquecida, às

Pré-aquecimento das sementes em água não aquecida, às vezes é necessário para eliminar bolsões de ar entre os tecidos mortos superficiais,os tecidos internos de reservas – germinação da semente – Pré-aquecimento à temperatura inferior, em cerca

– Pré-aquecimento à temperatura inferior, em cerca de 10ºC, à temperatura recomendada do tratamento.

TratamentoTratamento ffíísicosico

Características gerais da termoterapia

Método não poluentef f í í sico sico Características gerais da termoterapia Ação erradicante de infecções profundas Ausência

Ação erradicante de infecções profundasgerais da termoterapia Método não poluente Ausência de efeito ou proteção residual após o

Ausência de efeito ou proteção residual após o tratamentonão poluente Ação erradicante de infecções profundas Método limitado a algumas espécies e a pequenos volumes

Método limitado a algumas espécies e a pequenos volumes de sementesde efeito ou proteção residual após o tratamento Exigente em equipamentos de maior precisão Necessidade de

Exigente em equipamentos de maior precisãoa algumas espécies e a pequenos volumes de sementes Necessidade de seca posterior ao tratamento Necessidade

Necessidade de seca posterior ao tratamentode sementes Exigente em equipamentos de maior precisão Necessidade de tratamento químico complementar Sementes

Necessidade de tratamento químico complementarde maior precisão Necessidade de seca posterior ao tratamento Sementes deterioram mais rapidamente no armazenamento

Sementes deterioram mais rapidamente no armazenamentode maior precisão Necessidade de seca posterior ao tratamento Necessidade de tratamento químico complementar

TratamentoTratamento ffíísicosico

Fatores que afetam a termoterapia de sementes

Tipo e procedência das sementesí sico sico Fatores que afetam a termoterapia de sementes – Sementes produzidas em regiões mais

– Sementes produzidas em regiões mais quentes toleram temperaturas mais elevadas no tratamento,

– Sementes volumosas (soja, feijão) absorvem água com rapidez apresentam problemas na termoterapia,

Condição física/fisiológica das sementeságua com rapidez apresentam problemas na termoterapia, – Alto teor de umidade e sementes injuriadas resistem

– Alto teor de umidade e sementes injuriadas resistem menos ao calor,

– Sementes vigorosas são mais tolerantes às temperaturas mais elevadas

Dormência e idade das sementessão mais tolerantes às temperaturas mais elevadas – Sementes dormentes toleram temperaturas mais elevadas do

– Sementes dormentes toleram temperaturas mais elevadas do que as sementes em atividade fisiológica

– Sementes mais velhas são mais sensíveis ao calor

EXEMPLOS DE APLICAÇÕES DA TERMOTERAPIA DE SEMENTES DE HORTALIÇAS – CONTROLE DE BACTÉRIAS Patógeno Modalidade
EXEMPLOS DE APLICAÇÕES DA TERMOTERAPIA DE
SEMENTES DE HORTALIÇAS – CONTROLE DE BACTÉRIAS
Patógeno
Modalidade calor
Tratamento
X.
cucurbitae (abóbora)
Água quente
54ºC/30 min
P.
syringae pv. lachrymans (pepino)
Água quente
52ºC/10 min
P.
syringae pv. apii (aipo)
Água quente
50ºC/25 min
X.
campestris pv. campestris (brássicas)
Água quente
40ºC/20 min
X.
hortorum pv. carotae (cenoura)
Água quente
52ºC/10 min
50ºC/20 min
X.
campestris pv. campestris (crucíferas)
Vapor aerado
Água quente
54ºC/30 min
50ºC/15 min
 

EXEMPLOS DE APLICAÇÕES DA TERMOTERAPIA DE SEMENTES DE HORTALIÇAS – CONTROLE DE BACTÉRIAS

 
 

Patógeno

Modalidade calor

Tratamento

P.

syringae pv. pisi (ervilha)

Água quente Calor seco

55-60ºC/15 min 65ºC/1 dia

P.

savastanoi pv. phaseolicola (feijão)

Vapor aerado Calor seco Calor seco

55-60ºC/30-60 min 60ºC/1 dia 70ºC/2 h

C. michiganensis subsp. michiganensis

Água quente Vapor aerado Calor seco

53ºC/60 min 56ºC/30 min 80ºC/1 h

 

(tomate)

 

EXEMPLOS DE APLICAÇÕES DA TERMOTERAPIA DE SEMENTES DE HORTALIÇAS – CONTROLE DE BACTÉRIAS

Patógeno

Modalidade calor

Tratamento

P. syringae pv. tomato (tomate)

Água quente

48ºC/20 min 50ºC/60 min

X.

vesicatoria (tomate)

Calor seco Água quente

70ºC/120-144h

 

52ºC/30 min

X.

vesicatoria (beringela)

Água quente

48-52ºC/2-5 min

X.

vesicatoria (jiló)

Água quente

48-52ºC/2-5 min

EXEMPLOS DE APLICAÇÕES DA TERMOTERAPIA DE SEMENTES – CONTROLE DE FUNGOS e NEMATÓIDES Patógeno Modalidade
EXEMPLOS DE APLICAÇÕES DA TERMOTERAPIA DE
SEMENTES – CONTROLE DE FUNGOS e NEMATÓIDES
Patógeno
Modalidade calor
Tratamento
Fusarium solani f.sp. cucurbitae (abóbora)
Septoria lactucae (alface)
Glomerella gossypii (algodão)*
Água quente
Vapor arejado
Calor seco
55ºC/15 min
54ºC/20-25min
95-100ºC/12h
Gibberella fugikuroi (arroz)
Água quente
51ºC/7 min
Aphelenchoides besseyi (arroz)
Água quente
51-53ºC/15 min
Alternaria radicina (cenoura)
Drechslera maydis (milho)
Septoria nodorum (trigo)
Ustilago tritici (trigo)
Água quente
Vapor arejado
Vapor arejado
Água quente
50-52ºC/20 min
54-55ºC/17 min
52-62ºC/30 min
52ºC/11 min
* pre-aquecimento 60-65ºC/20-24h

TRATAMENTOTRATAMENTO

BIOLBIOLÓÓGICOGICO

TratamentoTratamento biolbiolóógicogico dasdas sementessementes

Incorporação de microrganismos antagonistas à superfície das sementes,biol biol ó ó gico gico das das sementes sementes Apresentando eficiência igual ou superior aos

Apresentando eficiência igual ou superior aos outros tratamento.de microrganismos antagonistas à superfície das sementes, Características gerais Método não poluente Efeito de

Características gerais

Método não poluenteou superior aos outros tratamento. Características gerais Efeito de ação residual mais prolongada Instabilidade do

Efeito de ação residual mais prolongadatratamento. Características gerais Método não poluente Instabilidade do antagonista ao ambiente Limitações de

Instabilidade do antagonista ao ambientenão poluente Efeito de ação residual mais prolongada Limitações de tecnologia para a formulação comercial

Limitações de tecnologia para a formulação comercial para garantir a viabilidade do antagonistagerais Método não poluente Efeito de ação residual mais prolongada Instabilidade do antagonista ao ambiente

TratamentoTratamento biolbiolóógicogico dasdas sementessementes

Exemplos de biocontrole em sementes

Espécies de Trichoderma, Penicillium, Pseudomonas, Bacillus Trichoderma, Penicillium, Pseudomonas, Bacillus

Produtos comerciaisde Trichoderma, Penicillium, Pseudomonas, Bacillus – Quantum 4000 T M , inoculante a base de Bacillus

– Quantum 4000 TM , inoculante a base de Bacillus subtilis, EUA

– Mycostop, pro-micélio e esporos de Streptomyces griseoviridis, Finlândia, Hungria e Bulgaria,

– Gliogard, a base de Gliocladium virens, controle de Pythium em algodão, EUA

– Espécies bacterianas Pseudomonas cepacia e Agrobacter radiobacter

COMBINACOMBINAÇÇÃOÃO DEDE MMÉÉTODOSTODOS

CombinaCombinaççãoão dede mméétodostodos dede tratamentotratamento

Tratamento térmico com tratamento químicode de m m é é todos todos de de tratamento tratamento – Calor + fungicidas

– Calor + fungicidas protetores – thiram, captan

Tratamento químico com tratamento biológico– Calor + fungicidas protetores – thiram, captan – Tratamento de sementes de algodão, controle de

– Tratamento de sementes de algodão, controle de

Colletotrichum gossypii, com a combinação de Penicillium

aurantiogriseum e fungicida thiram.

Trichoderma + fungicidas benzimidazóis

PeletizaPeletizaççãoão dasdas sementessementes

Peletiza Peletiza ç ç ão ão das das sementes sementes • Recobrimento da semente com elementos

• Recobrimento da semente com elementos inertes - pó de celulose, polímeros e argila com gradual adição de água, até o alcance do tamanho e forma desejáveis do pellet.

• Objetivo – transformar as sementes pequenas e irregulares em esferas, facilitando a semeadura

• Pellet pode conter pesticidas no controle de patógenos, permitindo uma germinação otimizada da semente.

semeadura • Pellet pode conter pesticidas no controle de patógenos, permitindo uma germinação otimizada da semente.
ReferênciaReferência MACHADO,MACHADO, J.C.J.C. TratamentoTratamento dede sementessementes nono controlecontrole dede
ReferênciaReferência
MACHADO,MACHADO, J.C.J.C. TratamentoTratamento dede
sementessementes nono controlecontrole dede doendoenççasas
Lavras:Lavras: LAPS/UFLA/FAEPE,LAPS/UFLA/FAEPE, 2000.2000. 138p138p
nono controlecontrole dede doendoenççasas Lavras:Lavras: LAPS/UFLA/FAEPE,LAPS/UFLA/FAEPE, 2000.2000. 138p138p
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