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From: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>


Date: 2010/1/3
Subject: Proposta reflexão Presidente Italiano - Extradição Cesare Battisti
To: cassazione@giustizia.it , redazione.web@governo.it , prima@cosmag.it ,
terza@cosmag.it , quarta@cosmag.it , direttivi@cosmag.it

Prezados,

Por entender que a Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada


em 1988, tem como um de seus Objetivos Fundamentais a “Construção de uma
Sociedade Livre, JUSTA e Solidária”, alicerçada pelo Preceito Fundamental de que
“TODOS são IGUAIS perante a Lei”, reconheço que a Mesma não recepciona a
prescrição de pena, uma vez que, presos condenados por diversos crimes, não se
beneficiam de prescrições de penas enquanto preso. Algo, que nos coloca a certeza de
que a prescrição de pena, de algum condenado que não cumpriu qualquer dia de prisão,
é uma afronta, é um assinte, ao mínimo, de igualdade e justiça.

Por entender que a Convenção Americana de Direitos Humanos, agregada à


Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, através de
Emenda Constitucional, reconhece que TODOS tem o DIREITO à integridade física,
psíquica e moral, através do Estado, reconheço que qualquer pena tenha,
necessariamente, o caráter primário de PUNIÇÃO, e dependendo da pouca, ou
nenhuma, reincidência, permite a Ressocialização e Reintegração do Condenado à
Sociedade. Portanto, mesmo que o somatório de penas ultrapasse aos 300 anos de
reclusão, não podemos, e nem devemos, considerar este valor, em si mesmo, como de
caráter perpétuo, uma vez que, cada pena é a punição na medida e na dosagem certa,
ressaltando que qualquer pena, individualmente, esta limitada a 30 anos.

Por assim entender, manifestei à Presidência do Governo Italiano, proposta de


reflexão, relacionada à extradição de Cesare Battisti, uma vez que, a questão não
pode, e nem deve, ser avaliada superficialmente, quanto à “prescrição de Penas” e ao
“limite de 30 anos de reclusão”.

Atenciosamente,
Plínio Marcos Moreira da Rocha
Rua Gustavo Sampaio nº 112 apto. 603
LEME – Rio de Janeiro – RJ
CEP – 22010-010
Tel. (21) 2542-7710

MENSAGEM AO PRESIDENTE ITALIANO ATRAVÉS DO SITE OFICIAL

Prezados,

Por entender que no Brasil, presos, por exemplo, com penas de três a
oito anos, que acumuladas, totalizam mais de 20 anos, cumprem o total de
penas, isto é, nenhuma pena é PRESCRITA durante o cumprimento de
uma delas, não reconheço, que no Brasil, quando ocorre total de penas
superior a 30 anos, possa existir a prescrição de qualquer das penas que
tenham “Transitado em Julgado” a mais de 20 anos.

Pelo acima exposto, acredito que, se a Justiça Italiana comutar todas


as penas perpétuas para 30 anos, não caberá ao Supremo Tribunal Federal da
República Federativa do Brasil, negar a extradição pelo fato de que no Brasil a
prescrição de pena após 20 anos de “transitado em julgado”.

Por entender que no Brasil indivíduos são condenados a penas, que


individualmente, não possuem caráter perpétuo, mas que, somadas podem
ultrapassar, números absurdos como 300 anos, não reconheço, qualquer
possibilidade de cumprimento de no máximo 30 anos. Algo, que, no mínimo,
tornaria possível a qualquer indivíduo a certeza da IMPUNIDADE, por ter
cumprido 30 anos de prisão, permitindo-o que cometesse qualquer crime
livremente.

Pelo acima exposto, acredito que, se a Justiça Italiana comutar todas


as penas perpétuas para 30 anos, não caberá ao Supremo Tribunal Federal da
República Federativa do Brasil, negar a extradição pelo fato de que no Brasil a
pena tem limite de 30 anos.

Se meus entendimentos estiverem corretos, a questão da extradição de


Cesare Battisti deverá ser avaliada pelo Supremo Tribunal Federal da
República Federativa do Brasil, apenas e tão somente, sobre a ótica
JURÍDICA, de possível perseguição política, isto é, somente poderá ser
negada a sua extradição, caso seja identificado que o mesmo não teve
acesso a todos os contraditórios e a ampla defesa, ou que, existe algum tipo de
vício nos procedimentos jurídicos realizados, ou que, ocorreu pura e simples
manipulação dos fatos e depoimentos arrolados.

Logo, a anistia implementada pelo Congresso Brasileiro, que de forma


igual tratou torturadores e terroristas, não pode, e nem deve, ser imposta ao
Estado Italiano, por ser uma opção interna, razão pela qual, o posicionamento
da Suprema Corte Brasileira deverá ter FUNDAMENTAÇÃO inquestionável,
irrefutável, calcada na LEGITIMIDADE, ou não, dos trabalhos desenvolvidos
pela Justiça Italiana.

Para respaldar minhas considerações apresento os documentos:

- Gmail Extradicao de Cesare Battisti, onde estamos sugerindo que o


Governo Italiano ajuste as penas do italiano Cesare Battisti, para 30 anos
cada, de tal forma, que o Judiciário Brasileiro não encontre dificuldades
para permitir a sua extradição. Entendemos que a Constituição da
República Federativa do Brasil, homologada em 1988, não permite que
uma pena tenha caráter perpétuo, razão pela qual, a maior pena aplicada
no Brasil seja de 30 anos de prisão para um Crime/Processo, contudo, a
mesma recepciona totalização de Penas superiores a 30 anos de prisão,
uma vez que, são conseqüências de vários crimes, algo que elimina
qualquer possibilidade desta totalização ter interpretação de caráter
perpétuo, por mais absurdo que seja o valor de penas totalizado.
http://www.scribd.com/doc/19646313/Gmail-Extradicao-de-Cesare-Battisti

- Petição SUGESTÃO de reavaliação PRESCRIÇÃO PENA quando PENAS


ACUMULADAS, onde estamos tentando provocar as Autoridades
Constituídas, Responsáveis pelo Zelo, pela Preservação e pelo
Cumprimento do Direito Constituído a AVALIAR e se POSICIONAR sobre a
Prescrição de PENAS em contexto de PENAS ACUMULADAS.

http://www.scribd.com/doc/22535396/Peticao-SUGESTAO-de-reavaliacao-
PRESCRICAO-PENA-quando-PENAS-ACUMULADA1

Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
PENSO, NÃO SÓ EXISTO, ME FAÇO PRESENTE

Obs.: Plinio Marcos Moreira da Rocha, presumivelmente o único Brasileiro


COMUM, que mesmo não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante
de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª edição do Prêmio INNOVARE,
calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO
FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo seu Conselho
Julgador, conforme documento INNOVARE - Um Brasileiro COMUM no
meio Jurídico.

http://www.scribd.com/doc/24252669/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-no-meio-
Juridico,

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