Você está na página 1de 120
Suporte Técnico: + 55 51 3589-9500 ou 0800 510 9500 Internet: http://www.altus.com.br E-mail: suporte@altus.com.br
Suporte Técnico: + 55 51 3589-9500 ou 0800 510 9500 Internet: http://www.altus.com.br E-mail: suporte@altus.com.br
Suporte Técnico: + 55 51 3589-9500 ou 0800 510 9500 Internet: http://www.altus.com.br E-mail: suporte@altus.com.br

Suporte Técnico:

+ 55 51 3589-9500 ou 0800 510 9500

Internet:

http://www.altus.com.br

E-mail:

suporte@altus.com.br

Suporte Técnico: + 55 51 3589-9500 ou 0800 510 9500 Internet: http://www.altus.com.br E-mail: suporte@altus.com.br
Considerações Gerais • Apresentações • Apresentação do material didático • Folder do suporte • Pen

Considerações Gerais

Considerações Gerais • Apresentações • Apresentação do material didático • Folder do suporte • Pen
Considerações Gerais • Apresentações • Apresentação do material didático • Folder do suporte • Pen

Apresentações

Apresentação do material didático

Folder do suporte

Pen Drive

Detalhamento do plano de trabalho

Metodologia de aula

Recursos utilizados

Sistemática de avaliação

Definição dos horários e logística do evento

de aula • Recursos utilizados • Sistemática de avaliação • Definição dos horários e logística do
Objetivos do Curso MP6 • Fazer conhecer a arquitetura, instalação e programação da Série DUO

Objetivos do Curso MP6

Objetivos do Curso MP6 • Fazer conhecer a arquitetura, instalação e programação da Série DUO de
Objetivos do Curso MP6 • Fazer conhecer a arquitetura, instalação e programação da Série DUO de

Fazer conhecer a arquitetura, instalação e programação da Série DUO

de controladores programáveis (CP), permitindo ao aluno designar sua

aplicação e implementação em um sistema de automação específico.

Apresentar ao aluno as ferramentas para projeto de programação,

edição, carga e depuração de programas, visando identificar

preliminarmente as causas e solucionar as falhas, tanto no controlador como no sistema automatizado.

Fornecer uma visão geral do potencial da Série DUO nas aplicações que envolvem módulos e rotinas específicas.

• Fornecer uma visão geral do potencial da Série DUO nas aplicações que envolvem módulos e
Tutoriais Altus • No site da Altus você encontra vários tutoriais que auxiliam na implementação

Tutoriais Altus

Tutoriais Altus • No site da Altus você encontra vários tutoriais que auxiliam na implementação de
Tutoriais Altus • No site da Altus você encontra vários tutoriais que auxiliam na implementação de

No site da Altus você encontra vários tutoriais que auxiliam na implementação de aplicações específicas. Isso inclui: conexões, instalações, utilização de módulos função e configurações diversas.

específicas. Isso inclui: conexões, instalações, utilização de módulos função e configurações diversas.
específicas. Isso inclui: conexões, instalações, utilização de módulos função e configurações diversas.
Introdução a Série Duo • Equipamento destinado a aplicações que exijam controle e supervisão em
Introdução a Série Duo • Equipamento destinado a aplicações que exijam controle e supervisão em

Introdução a Série Duo

Equipamento destinado a aplicações que exijam controle e supervisão em único produto e ambiente.

a Série Duo • Equipamento destinado a aplicações que exijam controle e supervisão em único produto
a Série Duo • Equipamento destinado a aplicações que exijam controle e supervisão em único produto
a Série Duo • Equipamento destinado a aplicações que exijam controle e supervisão em único produto
Principais Características do Produto: • • 20 Entradas Digitais 16 Saídas Digitais (Relé ou Transistor)
Principais Características do Produto: • • 20 Entradas Digitais 16 Saídas Digitais (Relé ou Transistor)

Principais Características do Produto:

Principais Características do Produto: • • 20 Entradas Digitais 16 Saídas Digitais (Relé ou Transistor) •
• •

20 Entradas Digitais

16 Saídas Digitais (Relé ou Transistor)

4 Entradas Analógicas

2 Saídas Analógicas

Display Gráfico 128 x 64

Portas de comunicação

Software de Programação Gratuito e com recursos de simulação (Programas e Telas)

64 • Portas de comunicação • Software de Programação Gratuito e com recursos de simulação (Programas
Principais Características do Produto: Entradas Digitais: • Nominal - 24VDC 14 a 30 VDC em
Principais Características do Produto: Entradas Digitais: • Nominal - 24VDC 14 a 30 VDC em

Principais Características do Produto:

Entradas Digitais:

Principais Características do Produto: Entradas Digitais: • Nominal - 24VDC 14 a 30 VDC em relação

Nominal - 24VDC 14 a 30 VDC em relação ao comum para nível 1.

0 a 5 VDC em relação ao comum para nível 0.

Divididas em 3 Grupos:

Grupo 0 -> Entradas I00 à I08 Grupo 1 -> Entradas I10 à I18 Grupo 2 -> Entradas I20 à I21

Corrente de Entrada:

5 mA

I00 à I08 Grupo 1 -> Entradas I10 à I18 Grupo 2 -> Entradas I20 à
Principais Características do Produto: Saídas Digitais: DU350 -> Saídas a transistor. DU351 -> Saídas a
Principais Características do Produto: Saídas Digitais: DU350 -> Saídas a transistor. DU351 -> Saídas a

Principais Características do Produto:

Saídas Digitais:

Principais Características do Produto: Saídas Digitais: DU350 -> Saídas a transistor. DU351 -> Saídas a

DU350 -> Saídas a transistor. DU351 -> Saídas a relé.

Divididas em 2 Grupos:

Grupo 0 -> Saídas Q00 à Q07 Grupo 1 -> Saídas Q10 à Q17

Tensão nominal de trabalho:

Grupo 0: 24VDC (DU350 e DU351) Grupo 1: 24VDC (DU350)

24VDC, 110/220VAC (DU351)

Corrente Máxima por Ponto:

Transistor: 0,5 A Relé: 1 A

DU351) Grupo 1: 24VDC (DU350) 24VDC, 110/220VAC (DU351) • Corrente Máxima por Ponto: Transistor: 0,5 A
Principais Características do Produto: Entradas Analógicas: • 4 Entradas Tensão: 0 a 10V Corrente: 0
Principais Características do Produto: Entradas Analógicas: • 4 Entradas Tensão: 0 a 10V Corrente: 0

Principais Características do Produto:

Entradas Analógicas:

•

4 Entradas Tensão:

0 a 10V

Corrente: 0 a 20mA

4 a 20mA

Conectores de Tensão e Corrente Individuais

Resolução de 12 bits

Diagnóstico de laço aberto (modo corrente 4 a 20mA)

e Corrente Individuais • Resolução de 12 bits • Diagnóstico de laço aberto (modo corrente –
Principais Características do Produto: Saídas Analógicas: • 2 Saídas Tensão: 0 a 10V Corrente: 0
Principais Características do Produto: Saídas Analógicas: • 2 Saídas Tensão: 0 a 10V Corrente: 0

Principais Características do Produto:

Saídas Analógicas:

•

2 Saídas Tensão:

0 a 10V

Corrente: 0 a 20mA

Resolução de 12 bits

Diagnóstico de laço aberto (corrente) e curto circuito (tensão)

Corrente: 0 a 20mA • Resolução de 12 bits • Diagnóstico de laço aberto (corrente) e
Principais Características do Produto: Entradas Rápidas: • Modos Incrementa 4 Contadores Unidirecionais: Decrementa
Principais Características do Produto: Entradas Rápidas: • Modos Incrementa 4 Contadores Unidirecionais: Decrementa

Principais Características do Produto:

Entradas Rápidas:

•

Modos

Incrementa

Incrementa

4 Contadores Unidirecionais:

Decrementa

Decrementa

2 Contadores Bidirecionais:

Modos A: Incrementa B: Decrementa A: Conta B: Sentido Quadratura (2x) (Duas contagens por período)
Modos
A: Incrementa B: Decrementa
A: Conta
B: Sentido
Quadratura (2x)
(Duas contagens por período)
Quadratura (4x)
(Quatro contagens por período)
Principais Características do Produto: Saídas Rápidas: • • 2 Saídas – Q00 e Q01 (Duas
Principais Características do Produto: Saídas Rápidas: • • 2 Saídas – Q00 e Q01 (Duas

Principais Características do Produto:

Saídas Rápidas:

• •

2 Saídas Q00 e Q01 (Duas primeiras saídas)

Até 50KHz

Modos:

1) PTO (Saída de Pulso)

saídas) Até 50KHz • Modos: 1) PTO (Saída de Pulso) Duty cycle em 50% 2) PWM

Duty cycle em 50%

2) PWM (Modulação na largura do Pulso)

saídas) Até 50KHz • Modos: 1) PTO (Saída de Pulso) Duty cycle em 50% 2) PWM
Duo iD

Duo iD

Duo iD • Com a Série Duo você pode usar a identidade visual de sua empresa.

Com a Série Duo você pode usar a identidade visual de sua empresa. Além de tecnologia você tem design personalizado.

Com a Série Duo você pode usar a identidade visual de sua empresa. Além de tecnologia
Com a Série Duo você pode usar a identidade visual de sua empresa. Além de tecnologia
Com a Série Duo você pode usar a identidade visual de sua empresa. Além de tecnologia
Requisitos para Instalação do Software de Programação Item Característica Plataforma PC com Windows 2000®,
Requisitos para Instalação do Software de Programação Item Característica Plataforma PC com Windows 2000®,

Requisitos para Instalação do Software de Programação

Requisitos para Instalação do Software de Programação Item Característica Plataforma PC com Windows 2000®,

Item

Característica

Plataforma

PC com Windows 2000®, Windows

XP®, Windows Vista® 32 bits ou

Windows 7® 32 bits.

Processador

Pentium III 800MHz (mínimo)

Espaço em disco

300MB (mínimo)

Memória RAM

256MB (mínimo)

Resolução de Vídeo

1024x768 (recomendável)

Espaço em disco 300MB (mínimo) Memória RAM 256MB (mínimo) Resolução de Vídeo 1024x768 (recomendável)
Montagem Mecânica: Travas para Fixação no painel

Montagem Mecânica:

Montagem Mecânica: Travas para Fixação no painel
Travas para Fixação no painel
Travas para
Fixação no
painel
Conexões Elétricas Veja aqui como interligar os sensores nas entradas digitais! Conexão de alimentação! Aqui

Conexões Elétricas

Conexões Elétricas Veja aqui como interligar os sensores nas entradas digitais! Conexão de alimentação! Aqui você
Conexões Elétricas Veja aqui como interligar os sensores nas entradas digitais! Conexão de alimentação! Aqui você
Conexões Elétricas Veja aqui como interligar os sensores nas entradas digitais! Conexão de alimentação! Aqui você

Veja aqui como interligar os sensores nas entradas digitais!

Conexão de alimentação!

Aqui você conecta o cabo AL-1715 para

programação do DUO!

Veja aqui como interligar os

atuadores nas saídas digitais!

Conexões Elétricas Legenda das inscrições: • DI-G0: Grupo 0 de entradas digitais • DI-G1: Grupo

Conexões Elétricas

Conexões Elétricas Legenda das inscrições: • DI-G0: Grupo 0 de entradas digitais • DI-G1: Grupo 1
Conexões Elétricas Legenda das inscrições: • DI-G0: Grupo 0 de entradas digitais • DI-G1: Grupo 1

Legenda das inscrições:

DI-G0: Grupo 0 de entradas digitais

DI-G1: Grupo 1 de entradas digitais

DI-G2: Grupo 2 de entradas digitais

PS: Alimentação

AO: Saídas analógicas

DO-G0: Grupo 0 de saídas digitais

DO-G1: Grupo 1 de saídas digitais

AI: Entradas analógicas

RS-485: Interface RS-485

RS-232: Interface RS-232

Grupo 1 de saídas digitais • AI: Entradas analógicas • RS-485: Interface RS-485 • RS-232: Interface
Telas Especiais • O Duo possui algumas telas especiais que permitem obter diagnósticos gerais do
Telas Especiais • O Duo possui algumas telas especiais que permitem obter diagnósticos gerais do

Telas Especiais

O Duo possui algumas telas especiais que permitem obter diagnósticos gerais do equipamento, bem como configuração de características gerais

bem como configuração de características gerais do Display (Backlight e contraste). • São elas: Função

do Display (Backlight e contraste).

São elas:

Função

Teclas de Atalho

Diagnósticos dos I/Os

MAIN + Seta para cima

Autoteste teclado

MAIN + Seta para direita (Na inicialização do equipamento)

Seleção do protocolo de Comunicação (COM1)

MAIN + Seta para baixo

direita (Na inicialização do equipamento) Seleção do protocolo de Comunicação (COM1) MAIN + Seta para baixo
Programação dos Controladores - Norma IEC 61131-3 • A International Electronical Comission (IEC) é uma
Programação dos Controladores - Norma IEC 61131-3 • A International Electronical Comission (IEC) é uma

Programação dos Controladores - Norma IEC 61131-3

Programação dos Controladores - Norma IEC 61131-3 • A International Electronical Comission (IEC) é uma organização

A International Electronical Comission (IEC) é uma organização internacional formada por representantes de todo o mundo.

A Norma IEC 61131-3 é o primeiro esforço real para a padronização das linguagens de programação para a automação industrial.

Principais aspectos: Linguagens de programação, Portabilidade e

Reutilização de software.

IEC 61131 possui 8 partes sendo a terceira parte referente as

Linguagens de Programação.

de software. • IEC 61131 possui 8 partes sendo a terceira parte referente as Linguagens de
Norma IEC 61131 -3 : • Dividida em 8 partes: • Parte 1: Informações Gerais

Norma IEC 61131-3:

Norma IEC 61131 -3 : • Dividida em 8 partes: • Parte 1: Informações Gerais •
Norma IEC 61131 -3 : • Dividida em 8 partes: • Parte 1: Informações Gerais •

Dividida em 8 partes:

Parte 1: Informações Gerais

Parte 2: Requisitos de Equipamentos e Testes Parte 3: Linguagens de Programação

Parte 4: Guia de Usuário

Parte 5: Comunicações

Parte 6: Reserva

Parte 7: Controle de Programação Fuzzy

Parte 8: Guia para Aplicação e Implementação das Linguagens de Programação.

7: Controle de Programação Fuzzy • Parte 8: Guia para Aplicação e Implementação das Linguagens de
Norma IEC 61131-3: Conceitos Básicos • Configurações • Recursos • Programas • Tarefas • Blocos
Norma IEC 61131-3: Conceitos Básicos • Configurações • Recursos • Programas • Tarefas • Blocos

Norma IEC 61131-3: Conceitos Básicos

Norma IEC 61131-3: Conceitos Básicos • Configurações • Recursos • Programas • Tarefas • Blocos

Configurações

Recursos

Programas

Tarefas

Blocos funcionais

Funções

Variáveis

Caminhos de acesso

Unidades de Organização de Programa (POUs)

Forma hierárquica

• Variáveis • Caminhos de acesso • Unidades de Organização de Programa (POUs) • Forma hierárquica
Norma IEC 61131-3: Modelo de Software
Norma IEC 61131-3: Modelo de Software

Norma IEC 61131-3: Modelo de Software

Norma IEC 61131-3: Modelo de Software
Norma IEC 61131-3: Estrutura • A norma IEC é dividida da seguinte forma:

Norma IEC 61131-3: Estrutura

Norma IEC 61131-3: Estrutura • A norma IEC é dividida da seguinte forma:
Norma IEC 61131-3: Estrutura • A norma IEC é dividida da seguinte forma:

A norma IEC é dividida da seguinte forma:

Norma IEC 61131-3: Estrutura • A norma IEC é dividida da seguinte forma:
Norma IEC 61131-3: Estrutura • A norma IEC é dividida da seguinte forma:
Norma IEC 61131-3: Mecanismo de Execução
Norma IEC 61131-3: Mecanismo de Execução

Norma IEC 61131-3: Mecanismo de Execução

Norma IEC 61131-3: Mecanismo de Execução
Norma IEC 61131-3: Mecanismo de Execução
Elementos comuns as linguagens: Identificadores • Identificadores servem para nominar elementos de software
Elementos comuns as linguagens: Identificadores • Identificadores servem para nominar elementos de software

Elementos comuns as linguagens: Identificadores

Elementos comuns as linguagens: Identificadores • Identificadores servem para nominar elementos de software

Identificadores servem para nominar elementos de software (variáveis,

Não podem conter acentos ou espaço entre

tipos de dados, POUs

).

duas palavras. Exemplo de identificadores válidos:

LSH1

_LSH1 LSH_1

Identificador
Identificador
entre tipos de dados, POUs ). duas palavras. • Exemplo de identificadores válidos: LSH1 _LSH1 LSH_1
Elementos comuns as linguagens: Comentários • Comentários não são obrigados, porém altamente recomendados. •
Elementos comuns as linguagens: Comentários • Comentários não são obrigados, porém altamente recomendados. •

Elementos comuns as linguagens: Comentários

Elementos comuns as linguagens: Comentários • Comentários não são obrigados, porém altamente recomendados. •

Comentários não são obrigados, porém altamente recomendados. São delimitados por (* no inicio e *) no fim.

Comentários
Comentários
não são obrigados, porém altamente recomendados. • São delimitados por (* no inicio e *) no
Elementos comuns as linguagens: Tipos de Variáveis • As variáveis podem ser: • Variável de
Elementos comuns as linguagens: Tipos de Variáveis • As variáveis podem ser: • Variável de

Elementos comuns as linguagens: Tipos de Variáveis

As variáveis podem ser:

Tipos de Variáveis • As variáveis podem ser: • Variável de Representação Direta. • Variável

Variável de Representação Direta.

Variável Dinâmica.

Variável de Representação Direta
Variável de Representação Direta

Variável de Alocação Dinâmica

de Representação Direta. • Variável Dinâmica. Variável de Representação Direta Variável de Alocação Dinâmica
Elementos comuns as linguagens: Valores Iniciais • Pela norma IEC, toda a variável deve ter
Elementos comuns as linguagens: Valores Iniciais • Pela norma IEC, toda a variável deve ter

Elementos comuns as linguagens: Valores Iniciais

Pela norma IEC, toda a variável deve ter um valor inicial.

Pela norma IEC, toda a variável deve ter um valor inicial. • No caso da variável

No caso da variável não ser inicializada pelo usuário, é utilizado um valor padrão.

Tipo

Valor inicial

Default

0

String

Datas

D#0001-01-01

A variável pode ser inicializada na declaração.

Valor inicial

0 String „ ‟ Datas D#0001-01-01 • A variável pode ser inicializada na declaração. Valor inicial
0 String „ ‟ Datas D#0001-01-01 • A variável pode ser inicializada na declaração. Valor inicial
0 String „ ‟ Datas D#0001-01-01 • A variável pode ser inicializada na declaração. Valor inicial
Itens comuns as linguagens: Tipos de dados Inteiros e Ponto Flutuante: Tipo Range Formato BOOL
Itens comuns as linguagens: Tipos de dados Inteiros e Ponto Flutuante: Tipo Range Formato BOOL

Itens comuns as linguagens: Tipos de dados

Itens comuns as linguagens: Tipos de dados Inteiros e Ponto Flutuante: Tipo Range Formato BOOL 0

Inteiros e Ponto Flutuante:

Tipo

Range

Formato

BOOL

0 ou 1

1 bit

INT

-32768 a 32767

16

bits

WORD

0 a 65535

16

bits

DINT

-2147483648 a

32 bits

2147483647

DWORD

0 a 4294967295

32

bits

REAL

1.175494351e-38 a

32

bits

3.402823466e+38

 
DWORD 0 a 4294967295 32 bits REAL 1.175494351e-38 a 32 bits 3.402823466e+38  
Endereçamento %AB C.D : Número do Ponto ( Quando utilizado bit ) Endereço da Variável

Endereçamento

Endereçamento %AB C.D : Número do Ponto ( Quando utilizado bit ) Endereço da Variável Tamanho
Endereçamento %AB C.D : Número do Ponto ( Quando utilizado bit ) Endereço da Variável Tamanho

%ABC.D:

Endereçamento %AB C.D : Número do Ponto ( Quando utilizado bit ) Endereço da Variável Tamanho
Endereçamento %AB C.D : Número do Ponto ( Quando utilizado bit ) Endereço da Variável Tamanho
Endereçamento %AB C.D : Número do Ponto ( Quando utilizado bit ) Endereço da Variável Tamanho

Número do Ponto ( Quando utilizado bit ) Endereço da Variável Tamanho da Variável ( X Bit, W Word )

Tipo da Variável ( I Entrada, Q Saída, M Memória )

Exemplos:

%IX0.0: Corresponde a entrada digital 0 do grupo 0. %IX1.3: Corresponde a entrada digital 3 do grupo 1.

%IX2.1: Corresponde a entrada digital 1 do grupo 2.

%QX0.0: Corresponde a saída digital 0 do grupo 0. %QX1.6: Corresponde a saída digital 6 do grupo 1.

%MX0.0: Corresponde ao bit 0 da Word 0. %MW10: Corresponde a Word 10.

Corresponde a saída digital 6 do grupo 1. %MX0.0: Corresponde ao bit 0 da Word 0.
Linguagens de Programação • Textuais: • IL : Lista de Instruções • ST : Texto

Linguagens de Programação

Linguagens de Programação • Textuais: • IL : Lista de Instruções • ST : Texto Estruturado
Linguagens de Programação • Textuais: • IL : Lista de Instruções • ST : Texto Estruturado

Textuais:

IL : Lista de Instruções ST : Texto Estruturado

Gráficas:

LD : Diagrama Ladder FBD: Diagrama de Blocos Funcionais

SFC : Seqüenciamento Gráfico de Funções

• LD : Diagrama Ladder • FBD: Diagrama de Blocos Funcionais • SFC : Seqüenciamento Gráfico
• LD : Diagrama Ladder • FBD: Diagrama de Blocos Funcionais • SFC : Seqüenciamento Gráfico
Linguagens de Programação SFC – Seqüenciamento Gráfico de Funções • Descreve passos seqüenciais de um

Linguagens de Programação

Linguagens de Programação SFC – Seqüenciamento Gráfico de Funções • Descreve passos seqüenciais de um
Linguagens de Programação SFC – Seqüenciamento Gráfico de Funções • Descreve passos seqüenciais de um

SFC Seqüenciamento Gráfico de Funções

Descreve passos seqüenciais de um sistema.

Otimiza o desempenho, pois apenas o trecho de programa ativo é

• Otimiza o desempenho, pois apenas o trecho de programa ativo é Passos IEC executado. •

Passos IEC

executado.

Baseado no Grafcet.

• Otimiza o desempenho, pois apenas o trecho de programa ativo é Passos IEC executado. •
Linguagens de Programação • FBD – Diagrama de Blocos Funcionais • O FBD é uma

Linguagens de Programação

Linguagens de Programação • FBD – Diagrama de Blocos Funcionais • O FBD é uma linguagem
•

FBD Diagrama de Blocos Funcionais

O FBD é uma linguagem gráfica que enfatiza o fluxo de sinais entre os

elementos de diagramas de “circuitos”.

Recomendada para uso com funções.

Nesta linguagem os blocos são interconectados entre si e separado

por networks semelhante a linguagem ladder.

• Nesta linguagem os blocos são interconectados entre si e separado por networks semelhante a linguagem
• Nesta linguagem os blocos são interconectados entre si e separado por networks semelhante a linguagem
Linguagens de Programação LD – Diagrama Ladder • A linguagem LD é do tipo gráfico,
Linguagens de Programação LD – Diagrama Ladder • A linguagem LD é do tipo gráfico,

Linguagens de Programação

LD Diagrama Ladder

Linguagens de Programação LD – Diagrama Ladder • A linguagem LD é do tipo gráfico, baseado

A linguagem LD é do tipo gráfico, baseado nos esquemas elétricos que representam contatos e bobinas interconectados, destacando o fluxo de energização entre os componentes. Sua notação é baseada em uma linha vertical à esquerda simbolizando um barramento energizado e outra linha paralela à direita representando o GND. Recomendada para intertravamentos.

um barramento energizado e outra linha paralela à direita representando o GND. Recomendada para intertravamentos .
um barramento energizado e outra linha paralela à direita representando o GND. Recomendada para intertravamentos .
Linguagens de Programação ST – Texto Estruturado • • O ST é uma linguagem textual
Linguagens de Programação ST – Texto Estruturado • • O ST é uma linguagem textual

Linguagens de Programação

ST Texto Estruturado

• •

O ST é uma linguagem textual de alto nível baseada no Pascal.

Recomendada para uso de operações e programas complexos.

Linguagem mais flexível em relação as demais.

Permite o uso de comandos do tipo IF, CASE, WHILE (Comandos

comuns em programação).

em relação as demais. • Permite o uso de comandos do tipo IF, CASE, WHILE (Comandos
em relação as demais. • Permite o uso de comandos do tipo IF, CASE, WHILE (Comandos
Linguagens de Programação IL – Lista de Instruções • • • O IL é uma

Linguagens de Programação IL Lista de Instruções

Linguagens de Programação IL – Lista de Instruções • • • O IL é uma linguagem
• • •

O IL é uma linguagem textual similar ao Assembly.

Linguagem considerada de baixo nível

Recomendada para pequenos trechos de programas que precisam ser otimizados.

Execução dos comandos baseada no uso do Acumulador.

para pequenos trechos de programas que precisam ser otimizados. • Execução dos comandos baseada no uso
para pequenos trechos de programas que precisam ser otimizados. • Execução dos comandos baseada no uso
Linguagens de Programação CFC – Gráfico Continuo de Funções • O CFC é uma linguagem
Linguagens de Programação CFC – Gráfico Continuo de Funções • O CFC é uma linguagem

Linguagens de Programação CFC Gráfico Continuo de Funções

de Programação CFC – Gráfico Continuo de Funções • O CFC é uma linguagem gráfica semelhante

O CFC é uma linguagem gráfica semelhante ao FBD, porém mais flexível na programação.

Não usa o conceito de lógica, sendo os

maneira livre Não faz parte das linguagens da norma, mas está presente no Software MasterTool IEC.

elementos posicionados de

• Não faz parte das linguagens da norma, mas está presente no Software MasterTool IEC. elementos
• Não faz parte das linguagens da norma, mas está presente no Software MasterTool IEC. elementos
Software da Série Duo: MasterTool IEC Instalação: • Passo 1 – Seleção do idioma para
Software da Série Duo: MasterTool IEC Instalação: • Passo 1 – Seleção do idioma para

Software da Série Duo: MasterTool IEC

Instalação:

Software da Série Duo: MasterTool IEC Instalação: • Passo 1 – Seleção do idioma para a

Passo 1 Seleção do idioma para a instalação

Passo 2 Início da instalação

Passo 3 Tela de informação

Passo 4 Contrato de licença

Passo 5 Efetivação da instalação

Passo 6 Confirmação de finalização da instalação

licença • Passo 5 – Efetivação da instalação • Passo 6 – Confirmação de finalização da
licença • Passo 5 – Efetivação da instalação • Passo 6 – Confirmação de finalização da
Software da Série Duo: MasterTool IEC • O software MasterTool IEC é um ambiente completo
Software da Série Duo: MasterTool IEC • O software MasterTool IEC é um ambiente completo

Software da Série Duo: MasterTool IEC

O software MasterTool IEC é um ambiente completo de desenvolvimento de aplicações para os controladores programáveis da Série Duo. Esta

para os controladores programáveis da Série Duo. Esta ferramenta permite a programação e a configuração de

ferramenta permite a programação e a configuração de módulos,

simulação de aplicações e o monitoramento de variáveis de processos.

de aplicações e o monitoramento de variáveis de processos. Tela “Sobre” o MasterTool Versão do Software

Tela “Sobre” o MasterTool Versão do Software

de aplicações e o monitoramento de variáveis de processos. Tela “Sobre” o MasterTool Versão do Software
de aplicações e o monitoramento de variáveis de processos. Tela “Sobre” o MasterTool Versão do Software
Iniciando o Projeto • O projeto sempre deve ser iniciado no menu: Arquivo -> Novo
Iniciando o Projeto • O projeto sempre deve ser iniciado no menu: Arquivo -> Novo

Iniciando o Projeto O projeto sempre deve ser iniciado no menu:

Iniciando o Projeto • O projeto sempre deve ser iniciado no menu: Arquivo -> Novo a

Arquivo -> Novo a partir do modelo

Iniciando o Projeto • O projeto sempre deve ser iniciado no menu: Arquivo -> Novo a
Iniciando o Projeto • O projeto sempre deve ser iniciado no menu: Arquivo -> Novo a
Iniciando o Projeto • Selecionar o target desejado. Estão disponíveis em 3 idiomas: Português, Espanhol
Iniciando o Projeto • Selecionar o target desejado. Estão disponíveis em 3 idiomas: Português, Espanhol

Iniciando o Projeto Selecionar o target desejado. Estão disponíveis em 3 idiomas:

Iniciando o Projeto • Selecionar o target desejado. Estão disponíveis em 3 idiomas: Português, Espanhol e

Português, Espanhol e Inglês.

Iniciando o Projeto • Selecionar o target desejado. Estão disponíveis em 3 idiomas: Português, Espanhol e
Iniciando o Projeto • Selecionar o target desejado. Estão disponíveis em 3 idiomas: Português, Espanhol e
Janela Principal do Software • Ambiente de programação MasterTool IEC.
Janela Principal do Software • Ambiente de programação MasterTool IEC.

Janela Principal do Software Ambiente de programação MasterTool IEC.

Janela Principal do Software • Ambiente de programação MasterTool IEC.
Janela Principal do Software • Ambiente de programação MasterTool IEC.
Janela Principal do Software • Ambiente de programação MasterTool IEC.
• POU: Criação da POU Principal Unidade de Organização de Programa (Programas, Blocos Funcionais e

POU:

• POU: Criação da POU Principal Unidade de Organização de Programa (Programas, Blocos Funcionais e Funções)

Criação da POU Principal

Unidade

de

Organização

de

Programa

(Programas,

Blocos

• POU: Criação da POU Principal Unidade de Organização de Programa (Programas, Blocos Funcionais e Funções)

Funcionais e Funções)

• POU: Criação da POU Principal Unidade de Organização de Programa (Programas, Blocos Funcionais e Funções)
• POU: Criação da POU Principal Unidade de Organização de Programa (Programas, Blocos Funcionais e Funções)
Criação da POU Principal • Na janela Nova POU o usuário deve selecionar o tipo
Criação da POU Principal • Na janela Nova POU o usuário deve selecionar o tipo

Criação da POU Principal

Na janela Nova POU o usuário deve selecionar o tipo da POU, atribuir um nome e selecionar a linguagem desejada.

o tipo da POU, atribuir um nome e selecionar a linguagem desejada. A primeira POU criada
o tipo da POU, atribuir um nome e selecionar a linguagem desejada. A primeira POU criada

A primeira POU criada deve ter o nome de PLC_PRG

o tipo da POU, atribuir um nome e selecionar a linguagem desejada. A primeira POU criada
Analisando o Modelo: Navegação de Telas • Na POU Navega é possível listar os nomes
Analisando o Modelo: Navegação de Telas • Na POU Navega é possível listar os nomes

Analisando o Modelo: Navegação de Telas

Na POU Navega é possível listar os nomes das telas permitindo navegar entre elas usando os direcionais para e do teclado do Duo.

é possível listar os nomes das telas permitindo navegar entre elas usando os direcionais para e
é possível listar os nomes das telas permitindo navegar entre elas usando os direcionais para e
é possível listar os nomes das telas permitindo navegar entre elas usando os direcionais para e
é possível listar os nomes das telas permitindo navegar entre elas usando os direcionais para e
é possível listar os nomes das telas permitindo navegar entre elas usando os direcionais para e
Analisando o Modelo: Tela MAIN • Toda a aplicação possui uma tela MAIN. Esta é
Analisando o Modelo: Tela MAIN • Toda a aplicação possui uma tela MAIN. Esta é

Analisando o Modelo: Tela MAIN

Toda a aplicação possui uma tela MAIN. Esta é a primeira tela apresentada na IHM e está vinculada a tecla MAIN do teclado.

a aplicação possui uma tela MAIN. Esta é a primeira tela apresentada na IHM e está
a aplicação possui uma tela MAIN. Esta é a primeira tela apresentada na IHM e está
a aplicação possui uma tela MAIN. Esta é a primeira tela apresentada na IHM e está
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • O modelo fornece 4 tarefas configuradas de modo
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • O modelo fornece 4 tarefas configuradas de modo

Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas

O modelo fornece 4 tarefas configuradas de modo a permitir utilizar os recursos do Duo. São elas:

de modo a permitir utilizar os recursos do Duo. São elas: • Principal, Navigation, Visualization e

Principal, Navigation, Visualization e Keyboard_Usage

de modo a permitir utilizar os recursos do Duo. São elas: • Principal, Navigation, Visualization e
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Principal: Realiza a chamada do programa PLC_PRG.
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Principal: Realiza a chamada do programa PLC_PRG.

Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas

• Tarefa Principal: Realiza a chamada do programa PLC_PRG. Deve ser ajustado pelo usuário.
• Tarefa Principal: Realiza a chamada do programa PLC_PRG. Deve ser
ajustado pelo usuário.
Configuração de Tarefas • Tarefa Principal: Realiza a chamada do programa PLC_PRG. Deve ser ajustado pelo
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Navigation: Realiza a chamada do programa Navega.
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Navigation: Realiza a chamada do programa Navega.

Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas

Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Navigation: Realiza a chamada do programa Navega. Programa

Tarefa Navigation: Realiza a chamada do programa Navega. Programa

executado a cada 20ms

Configuração de Tarefas • Tarefa Navigation: Realiza a chamada do programa Navega. Programa executado a cada
Configuração de Tarefas • Tarefa Navigation: Realiza a chamada do programa Navega. Programa executado a cada
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Visualization: Realiza a chamada da função que
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Visualization: Realiza a chamada da função que

Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas

Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Visualization: Realiza a chamada da função que habilita

Tarefa Visualization: Realiza a chamada da função que habilita a atualização do Display. Programa executado a cada 500ms

Visualization: Realiza a chamada da função que habilita a atualização do Display. Programa executado a cada
Visualization: Realiza a chamada da função que habilita a atualização do Display. Programa executado a cada
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Keyboar_Usage: Realiza a chamada do programa Navega.
Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Keyboar_Usage: Realiza a chamada do programa Navega.

Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas

Analisando o Modelo: Configuração de Tarefas • Tarefa Keyboar_Usage: Realiza a chamada do programa Navega. Programa

Tarefa Keyboar_Usage: Realiza a chamada do programa Navega. Programa executado a cada 20ms

Configuração de Tarefas • Tarefa Keyboar_Usage: Realiza a chamada do programa Navega. Programa executado a cada
Configuração de Tarefas • Tarefa Keyboar_Usage: Realiza a chamada do programa Navega. Programa executado a cada
Linguagem LD • Diagrama Ladder é uma linguagem gráfica em forma de diagrama utilizada para

Linguagem LD

Linguagem LD • Diagrama Ladder é uma linguagem gráfica em forma de diagrama utilizada para desenhar
Linguagem LD • Diagrama Ladder é uma linguagem gráfica em forma de diagrama utilizada para desenhar

Diagrama Ladder é uma linguagem gráfica em forma de diagrama

utilizada para desenhar lógica usando relés.

Uma linha vertical à esquerda representa um barramento energizado e

outra linha paralela a direita representa a barra de terra.

Os elementos são dispostos em série ou paralelo formando caminhos de uma barra a outra.

O fluxo é sempre da esquerda para direita.

dispostos em série ou paralelo formando caminhos de uma barra a outra. • O fluxo é
Linguagem LD: Barra de Energia e Terra BARRA DE ENERGIA BARRA DE TERRA
Linguagem LD: Barra de Energia e Terra BARRA DE ENERGIA BARRA DE TERRA

Linguagem LD: Barra de Energia e Terra

BARRA DE ENERGIA BARRA DE TERRA
BARRA DE ENERGIA
BARRA DE TERRA
Linguagem LD: Barra de Energia e Terra BARRA DE ENERGIA BARRA DE TERRA
Linguagem LD: Contato • Contato: É o elemento que representa o sensor, ou seja, a

Linguagem LD: Contato

Linguagem LD: Contato • Contato: É o elemento que representa o sensor, ou seja, a entrada
Linguagem LD: Contato • Contato: É o elemento que representa o sensor, ou seja, a entrada

Contato: É o elemento que representa o sensor, ou seja, a entrada de sinal digital no bloco de controle lógico. Pode ser uma chave, um sensor

reflexivo, um final de curso ou até mesmo o contato de algum relé auxiliar.

lógico. Pode ser uma chave, um sensor reflexivo, um final de curso ou até mesmo o
lógico. Pode ser uma chave, um sensor reflexivo, um final de curso ou até mesmo o
Linguagem LD: Contato Variável Associada   Contato   NA / NF TRUE / 1 /

Linguagem LD: Contato

Linguagem LD: Contato Variável Associada   Contato   NA / NF TRUE / 1 / ATIVA
Linguagem LD: Contato Variável Associada   Contato   NA / NF TRUE / 1 / ATIVA

Variável Associada

 

Contato

 

NA

/

NF

TRUE / 1 / ATIVA

FECHADO

ABERTO

FALSE / 0 / INATIVA

ABERTO

FECHADO

Contato   NA / NF TRUE / 1 / ATIVA FECHADO ABERTO FALSE / 0 /
Linguagem LD: Bobina • Bobina: É o elemento atuador, ou seja, o elemento acionado ou

Linguagem LD: Bobina

Linguagem LD: Bobina • Bobina: É o elemento atuador, ou seja, o elemento acionado ou desligado
Linguagem LD: Bobina • Bobina: É o elemento atuador, ou seja, o elemento acionado ou desligado

Bobina: É o elemento atuador, ou seja, o elemento acionado ou desligado pelo bloco de controle lógico. Pode ser uma contatora, um

motor, uma lâmpada, uma sirene, etc

acionado ou desligado pelo bloco de controle lógico. Pode ser uma contatora, um motor, uma lâmpada,
acionado ou desligado pelo bloco de controle lógico. Pode ser uma contatora, um motor, uma lâmpada,
Linguagem LD: Bobina • Bobina Simples • Bobina SET • Bobina RESET

Linguagem LD: Bobina

Linguagem LD: Bobina • Bobina Simples • Bobina SET • Bobina RESET
Linguagem LD: Bobina • Bobina Simples • Bobina SET • Bobina RESET
Linguagem LD: Bobina • Bobina Simples • Bobina SET • Bobina RESET
Linguagem LD: Bobina • Bobina Simples • Bobina SET • Bobina RESET

Bobina Simples

Bobina SET

Bobina RESET

Linguagem LD: Bobina • Bobina Simples • Bobina SET • Bobina RESET
Linguagem LD: Lógica AND Quando A1 E A2 E A3 forem TRUE, B1 = 1

Linguagem LD: Lógica AND

Linguagem LD: Lógica AND Quando A1 E A2 E A3 forem TRUE, B1 = 1
Linguagem LD: Lógica AND Quando A1 E A2 E A3 forem TRUE, B1 = 1

Quando A1 E A2 E A3 forem TRUE, B1 = 1

Linguagem LD: Lógica AND Quando A1 E A2 E A3 forem TRUE, B1 = 1
Linguagem LD: Lógica OR Se A1 OU A2 forem TRUE, B1 = 1

Linguagem LD: Lógica OR

Linguagem LD: Lógica OR Se A1 OU A2 forem TRUE, B1 = 1
Linguagem LD: Lógica OR Se A1 OU A2 forem TRUE, B1 = 1

Se A1 OU A2 forem TRUE, B1 = 1

Linguagem LD: Lógica OR Se A1 OU A2 forem TRUE, B1 = 1
Linguagem LD: Selo • Recurso utilizado para reter a bobina energizada. Utiliza-se o mesmo endereço

Linguagem LD: Selo

Linguagem LD: Selo • Recurso utilizado para reter a bobina energizada. Utiliza-se o mesmo endereço da
Linguagem LD: Selo • Recurso utilizado para reter a bobina energizada. Utiliza-se o mesmo endereço da

Recurso utilizado para reter a bobina energizada. Utiliza-se o mesmo

endereço da bobina em um contato aberto paralelo ao comando de

acionamento da bobina.

energizada. Utiliza-se o mesmo endereço da bobina em um contato aberto paralelo ao comando de acionamento
Programação do Duo via Diagrama Ladder Exemplo de Lógica Combinacional
Programação do Duo via Diagrama Ladder Exemplo de Lógica Combinacional

Programação do Duo via Diagrama Ladder

Exemplo de Lógica Combinacional
Exemplo de Lógica Combinacional
Programação do Duo via Diagrama Ladder Exemplo de Lógica Sequencial Sequencia Start Stop Relay 1
Programação do Duo via Diagrama Ladder Exemplo de Lógica Sequencial Sequencia Start Stop Relay 1

Programação do Duo via Diagrama Ladder

Exemplo de Lógica Sequencial
Exemplo de Lógica Sequencial

Sequencia

Start

Stop

Relay

1

OFF

OFF

OFF

2

ON

OFF

ON

3

OFF

OFF

ON

4

OFF

ON

OFF

5

OFF

OFF

OFF

OFF OFF OFF 2 ON OFF ON 3 OFF OFF ON 4 OFF ON OFF 5
OFF OFF OFF 2 ON OFF ON 3 OFF OFF ON 4 OFF ON OFF 5
Avaliação da Rede em Ladder Direita para a esquerda Cima para baixo

Avaliação da Rede em Ladder

Avaliação da Rede em Ladder Direita para a esquerda Cima para baixo
Avaliação da Rede em Ladder Direita para a esquerda Cima para baixo

Direita para a esquerda

Avaliação da Rede em Ladder Direita para a esquerda Cima para baixo

Cima para baixo

Avaliação da Rede em Ladder Direita para a esquerda Cima para baixo
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Insere Lógica Antes (Acima) Insere Lógica Depois (abaixo)
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Insere Lógica Antes (Acima) Insere Lógica Depois (abaixo)

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Insere Lógica Antes (Acima) Insere Lógica Depois (abaixo)

Insere Lógica Antes (Acima)

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Insere Lógica Antes (Acima) Insere Lógica Depois (abaixo)

Insere Lógica Depois (abaixo)Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Insere Lógica Antes (Acima)

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Insere Lógica Antes (Acima) Insere Lógica Depois (abaixo)
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Insere Lógica Antes (Acima) Insere Lógica Depois (abaixo)
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Contato Aberto (NA) Contato Fechado (NF) Contato Aberto Paralelo
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Contato Aberto (NA) Contato Fechado (NF) Contato Aberto Paralelo

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Contato Aberto (NA) Contato Fechado (NF) Contato Aberto Paralelo Contato

Contato Aberto (NA)Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Contato Fechado (NF) Contato Aberto Paralelo Contato Fechado Paralelo

Contato Fechado (NF)Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Contato Aberto (NA) Contato Aberto Paralelo Contato Fechado Paralelo

Contato Aberto ParaleloBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Contato Aberto (NA) Contato Fechado (NF) Contato Fechado Paralelo

Contato Fechado ParaleloBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Contato Aberto (NA) Contato Fechado (NF) Contato Aberto Paralelo

Ferramentas da Linguagem Ladder Contato Aberto (NA) Contato Fechado (NF) Contato Aberto Paralelo Contato Fechado Paralelo
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bobina Simples Bobina SET Bobina RESET
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bobina Simples Bobina SET Bobina RESET

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bobina Simples Bobina SET Bobina RESET

Bobina SimplesBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bobina SET Bobina RESET

Bobina SETBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bobina Simples Bobina RESET

Bobina RESETBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bobina Simples Bobina SET

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bobina Simples Bobina SET Bobina RESET
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bloco Funcional Instrução com EN (Enable) Detector de Borda
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bloco Funcional Instrução com EN (Enable) Detector de Borda

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bloco Funcional Instrução com EN (Enable) Detector de Borda de

Bloco FuncionalBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Instrução com EN (Enable) Detector de Borda de Subida Detector

Instrução com EN (Enable)Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bloco Funcional Detector de Borda de Subida Detector de Borda

Detector de Borda de SubidaBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bloco Funcional Instrução com EN (Enable) Detector de Borda de

Detector de Borda de DescidaBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Bloco Funcional Instrução com EN (Enable) Detector de Borda de

da Linguagem Ladder Bloco Funcional Instrução com EN (Enable) Detector de Borda de Subida Detector de
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Temporizador 1) Adicionar um temporizador 2) Selecione ??? acima
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Temporizador 1) Adicionar um temporizador 2) Selecione ??? acima

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder

Temporizador

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Temporizador 1) Adicionar um temporizador 2) Selecione ??? acima do

1) Adicionar um temporizador

2) Selecione ??? acima

do temporizador e insira um nome. Na janela de declaração

colocar como tipo TON

temporizador 2) Selecione ??? acima do temporizador e insira um nome. Na janela de declaração colocar
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder T e m p o r i z a
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder T e m p o r i z a

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder

Temporizador

3) No ??? da direita colocar o tempo que a instrução irá temporizar. Pode ser uma variável do tipo TIME ou colocar o tempo direto. Ex: t#10s

irá armazenar o tempo
irá
armazenar
o
tempo

4) Na saída do temporizador

colocar uma variável do tipo TIME

que

decorrido.

Ex: t#10s irá armazenar o tempo 4) Na saída do temporizador colocar uma variável do tipo
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Negar Set / Reset
Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Negar Set / Reset

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Negar Set / Reset

NegarBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Set / Reset

Set / ResetBarra de Ferramentas da Linguagem Ladder Negar

Barra de Ferramentas da Linguagem Ladder Negar Set / Reset
Contador 1) Para inserir um contador selecionar a opção Bloco Funcional .
Contador 1) Para inserir um contador selecionar a opção Bloco Funcional .

Contador 1) Para inserir um contador selecionar a opção Bloco Funcional.

Contador 1) Para inserir um contador selecionar a opção Bloco Funcional .
Contador 1) Para inserir um contador selecionar a opção Bloco Funcional .
Contador 2) Selecionar a função CTU na janela Assistente de Entrada.
Contador 2) Selecionar a função CTU na janela Assistente de Entrada.

Contador 2) Selecionar a função CTU na janela Assistente de Entrada.

Contador 2) Selecionar a função CTU na janela Assistente de Entrada.
Contador 2) Selecionar a função CTU na janela Assistente de Entrada.
Contador 2) Selecionar a função CTU na janela Assistente de Entrada.
Contador 3) Nos pontos de ??? acima da função colocar o identificador.
Contador 3) Nos pontos de ??? acima da função colocar o identificador.

Contador 3) Nos pontos de ??? acima da função colocar o identificador.

Contador 3) Nos pontos de ??? acima da função colocar o identificador.
Contador 3) Nos pontos de ??? acima da função colocar o identificador.
Contador 3) Nos pontos de ??? acima da função colocar o identificador.
Contador 3) Nos pontos de ??? acima da função colocar o identificador.
Contador 4) Na entrada RESET declarar uma variável do tipo BOOL para resetar o contador
Contador 4) Na entrada RESET declarar uma variável do tipo BOOL para resetar o contador

Contador

4) Na entrada RESET declarar uma variável do tipo BOOL para resetar o contador e na entrada PV o valor a ser contado. Pode ser o valor direto ou

o contador e na entrada PV o valor a ser contado. Pode ser o valor direto

uma variável do tipo WORD ou INT.

o contador e na entrada PV o valor a ser contado. Pode ser o valor direto
o contador e na entrada PV o valor a ser contado. Pode ser o valor direto
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Atribuição Negar
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Atribuição Negar

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD)

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Atribuição Negar

Barra de Ferramentas

Instrução (Caixa)Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Entrada (IN) Atribuição Negar

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Atribuição Negar

Entrada (IN)Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Atribuição Negar

AtribuiçãoLinguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Negar

NegarLinguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Atribuição

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Atribuição Negar
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Atribuição Negar
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Atribuição Negar
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Instrução (Caixa) Entrada (IN) Atribuição Negar
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Saída Set/Reset Salto Retorno
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Saída Set/Reset Salto Retorno

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD)

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Saída Set/Reset Salto Retorno

Barra de Ferramentas

SaídaLinguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Set/Reset Salto Retorno

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Saída Set/Reset Salto Retorno

Set/ResetLinguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Saída Salto Retorno

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Saída Set/Reset Salto Retorno

SaltoLinguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Saída Set/Reset Retorno

RetornoLinguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Saída Set/Reset Salto

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Barra de Ferramentas Saída Set/Reset Salto Retorno
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • ADD:
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • ADD:

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD)

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • ADD: Soma

Exemplos de Operadores IEC usados em FBD

ADD: Soma

Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • ADD: Soma • MUL: Multiplicação • SUB: Subtração

MUL: Multiplicação

SUB: Subtração

de Operadores IEC usados em FBD • ADD: Soma • MUL: Multiplicação • SUB: Subtração •
de Operadores IEC usados em FBD • ADD: Soma • MUL: Multiplicação • SUB: Subtração •

DIV: Divisão

de Operadores IEC usados em FBD • ADD: Soma • MUL: Multiplicação • SUB: Subtração •
de Operadores IEC usados em FBD • ADD: Soma • MUL: Multiplicação • SUB: Subtração •
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • GT:
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • GT:

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD)

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • GT: Maior

Exemplos de Operadores IEC usados em FBD

GT: Maior

Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • GT: Maior • GE: Maior ou Igual •

GE: Maior ou Igual

Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • GT: Maior • GE: Maior ou Igual •

LT: Menor

LE: Menor ou Igual

Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • GT: Maior • GE: Maior ou Igual •
Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • GT: Maior • GE: Maior ou Igual •
Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • GT: Maior • GE: Maior ou Igual •
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • EQ:
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • EQ:

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD)

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • EQ: Igual

Exemplos de Operadores IEC usados em FBD

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • EQ: Igual

EQ: Igual

NE: Diferente

Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • EQ: Igual
Linguagem Diagrama de Blocos Funcionais (FBD) Exemplos de Operadores IEC usados em FBD • EQ: Igual
Monitorar valores através da IHM • Para monitorar uma variável através da IHM, colocar um
Monitorar valores através da IHM • Para monitorar uma variável através da IHM, colocar um

Monitorar valores através da IHM

Monitorar valores através da IHM • Para monitorar uma variável através da IHM, colocar um retângulo

Para monitorar uma variável através da IHM, colocar um retângulo na tela e realizar um duplo clique em cima para abrir seus parâmetros.

variável através da IHM, colocar um retângulo na tela e realizar um duplo clique em cima
variável através da IHM, colocar um retângulo na tela e realizar um duplo clique em cima
Monitorar valores através da IHM • Na categoria Texto , campo Conteúdo colocar %s •
Monitorar valores através da IHM • Na categoria Texto , campo Conteúdo colocar %s •

Monitorar valores através da IHM

Na categoria Texto, campo Conteúdo colocar %s

IHM • Na categoria Texto , campo Conteúdo colocar %s • Na categoria Variáveis , campo

Na categoria Variáveis, campo Texto colocar o caminho onde está a

variável a ser visualizada.

colocar %s • Na categoria Variáveis , campo Texto colocar o caminho onde está a variável
Monitorar valores através da IHM • Para facilitar o preenchimento do campo Texto sugere-se clicar
Monitorar valores através da IHM • Para facilitar o preenchimento do campo Texto sugere-se clicar

Monitorar valores através da IHM

Monitorar valores através da IHM • Para facilitar o preenchimento do campo Texto sugere-se clicar dentro

Para facilitar o preenchimento do campo Texto sugere-se clicar dentro do campo e pressionar a tecla F2. O Assistente de Entrada será apresentado.

do campo Texto sugere-se clicar dentro do campo e pressionar a tecla F2 . O Assistente
do campo Texto sugere-se clicar dentro do campo e pressionar a tecla F2 . O Assistente
Escrever valores através da IHM • Para entrar com valores através da IHM, realizar os
Escrever valores através da IHM • Para entrar com valores através da IHM, realizar os

Escrever valores através da IHM

Escrever valores através da IHM • Para entrar com valores através da IHM, realizar os mesmo

Para entrar com valores através da IHM, realizar os mesmo procedimentos anteriores e na categoria Entrada selecionar a opção

abaixo:

valores através da IHM, realizar os mesmo procedimentos anteriores e na categoria Entrada selecionar a opção
valores através da IHM, realizar os mesmo procedimentos anteriores e na categoria Entrada selecionar a opção
Monitorar uma entrada digital • Para mostrar a mudança de status de um bit, como

Monitorar uma entrada digital

Monitorar uma entrada digital • Para mostrar a mudança de status de um bit, como por
Monitorar uma entrada digital • Para mostrar a mudança de status de um bit, como por

Para mostrar a mudança de status de um bit, como por exemplo uma entrada digital, colocar uma figura do tipo quadrado ou circulo e realizar

um duplo clique sobre a figura.

por exemplo uma entrada digital, colocar uma figura do tipo quadrado ou circulo e realizar um
por exemplo uma entrada digital, colocar uma figura do tipo quadrado ou circulo e realizar um
Monitorar uma entrada digital • Na categoria Cores selecionar a cor que a figura deve

Monitorar uma entrada digital

Monitorar uma entrada digital • Na categoria Cores selecionar a cor que a figura deve assumir
Monitorar uma entrada digital • Na categoria Cores selecionar a cor que a figura deve assumir

Na categoria Cores selecionar a cor que a figura deve assumir de acordo com o valor do bit.

Cor quando o BIT for 0

Cor quando o BIT for 1
Cor quando o BIT for 1
selecionar a cor que a figura deve assumir de acordo com o valor do bit. Cor
Monitorar uma entrada digital • Na categoria Cores selecionar a cor que a figura deve

Monitorar uma entrada digital

Monitorar uma entrada digital • Na categoria Cores selecionar a cor que a figura deve assumir
Monitorar uma entrada digital • Na categoria Cores selecionar a cor que a figura deve assumir

Na categoria Cores selecionar a cor que a figura deve assumir de acordo com o valor do bit.

Cor quando o BIT for 0

selecionar a cor que a figura deve assumir de acordo com o valor do bit. Cor
Cor quando o BIT for 1
Cor quando o BIT for 1
selecionar a cor que a figura deve assumir de acordo com o valor do bit. Cor
Monitorar uma entrada digital • Na categoria Variáveis no campo Trocar cor declarar o bit

Monitorar uma entrada digital

Monitorar uma entrada digital • Na categoria Variáveis no campo Trocar cor declarar o bit que
Monitorar uma entrada digital • Na categoria Variáveis no campo Trocar cor declarar o bit que

Na categoria Variáveis no campo Trocar cor declarar o bit que realizará o controle da troca de cor.

entrada digital • Na categoria Variáveis no campo Trocar cor declarar o bit que realizará o
entrada digital • Na categoria Variáveis no campo Trocar cor declarar o bit que realizará o
Utilizando teclado • Para configurar as teclas de função do Duo clicar com o botão

Utilizando teclado

Utilizando teclado • Para configurar as teclas de função do Duo clicar com o botão direto
Utilizando teclado • Para configurar as teclas de função do Duo clicar com o botão direto

Para configurar as teclas de função do Duo clicar com o botão direto do mouse sobre a área de edição da IHM e selecionar a opção Funções do Teclado.

do Duo clicar com o botão direto do mouse sobre a área de edição da IHM
do Duo clicar com o botão direto do mouse sobre a área de edição da IHM
Utilizando teclado • Funções disponíveis: • • Toogle: Permite ligar e desligar um bit com
Utilizando teclado • Funções disponíveis: • • Toogle: Permite ligar e desligar um bit com

Utilizando teclado

Funções disponíveis:

• •

Toogle: Permite ligar e desligar um bit com a mesma tecla.

Tab true: Permite setar um bit.

Tab false: Permite resetar um bit.

Zoom: Comando para saltar para outras telas

Tab true: Permite setar um bit. Tab false: Permite resetar um bit. • Zoom: Comando para
Tab true: Permite setar um bit. Tab false: Permite resetar um bit. • Zoom: Comando para
Tecla Momentânea • Para monitorar se uma tecla está pressionada é necessário utilizar a função
Tecla Momentânea • Para monitorar se uma tecla está pressionada é necessário utilizar a função

Tecla Momentânea

Para monitorar se uma tecla está pressionada é necessário utilizar a função KEY_PRESSED.

é necessário utilizar a função KEY_PRESSED . • Inserir uma instrução com EN e na entrada

Inserir uma instrução com EN e na entrada wKeyCode colocar o código

em hexadecimal da tecla a ser monitorada. O código está presente no manual.

tecla a ser monitorada. O código está presente no manual. Código Hexadecimal da tecla (Ver códigos

Código Hexadecimal da tecla (Ver códigos no manual)

Variável do tipo BOOL que será ativada quando a tecla for pressionada

Hexadecimal da tecla (Ver códigos no manual) Variável do tipo BOOL que será ativada quando a
Códigos das teclas de Função Tecla Código F1 16#70 F2 16#71 F3 16#72 F4 16#73

Códigos das teclas de Função

Códigos das teclas de Função Tecla Código F1 16#70 F2 16#71 F3 16#72 F4 16#73 F5
Códigos das teclas de Função Tecla Código F1 16#70 F2 16#71 F3 16#72 F4 16#73 F5

Tecla

Código

F1

16#70

F2

16#71

F3

16#72

F4

16#73

F5

16#74

F6

16#75

F7

16#76

MAIN

16#24

Seta para cima

16#26

Seta para baixo

16#28

Para visualizar o código das demais teclas consultar o manual do

equipamento.

16#26 Seta para baixo 16#28 • Para visualizar o código das demais teclas consultar o manual
Identificando a tela atual • Muitas vezes precisamos saber em qual tela o equipamento está

Identificando a tela atual

Identificando a tela atual • Muitas vezes precisamos saber em qual tela o equipamento está para
Identificando a tela atual • Muitas vezes precisamos saber em qual tela o equipamento está para

Muitas vezes precisamos saber em qual tela o equipamento está para realizar um comando. Isto é possível através de uma variável interna chamada de CURRENTVISU. Utilizando uma instrução de comparação (EQ) é possível determinar em qual tela o equipamento está no momento.

Variável interna do Duo.

o equipamento está no momento. Variável interna do Duo. Nome da tela a ser comparada. Variável

Nome da tela a ser comparada.

Variável BOOL que indica que está na tela desejada.

no momento. Variável interna do Duo. Nome da tela a ser comparada. Variável BOOL que indica
Mudança de tela através do programa. • Para realizar a chamada de uma tela através
Mudança de tela através do programa. • Para realizar a chamada de uma tela através

Mudança de tela através do programa.

Mudança de tela através do programa. • Para realizar a chamada de uma tela através de

Para realizar a chamada de uma tela através de um programa é necessário utilizar a função chamada CHANGE_SCREEN. Para adicionar a função selecionar o botão

Bit para habilitar a função

a função selecionar o botão Bit para habilitar a função Nome da tela a ser chamada.
a função selecionar o botão Bit para habilitar a função Nome da tela a ser chamada.

Nome da tela a ser chamada.

Deve estar entre aspas simples

Ex: nome da tela

Variável do tipo BOOL

que

indica

que

função

foi

executada.

aspas simples Ex: „ nome da tela „ Variável do tipo BOOL que indica que função
Função PID
Função PID
Função PID
Função PID • A função PID está disponível na biblioteca Util.lib . • Para inserir

Função PID

Função PID • A função PID está disponível na biblioteca Util.lib . • Para inserir esta
Função PID • A função PID está disponível na biblioteca Util.lib . • Para inserir esta

A função PID está disponível na biblioteca Util.lib.

Para inserir esta biblioteca no projeto ir em Recursos -> Gerenciador de Bibliotecas. Na área onde estão as bibliotecas padrões, clicar com o

botão direito do mouse e selecionar a opção biblioteca adicional.

onde estão as bibliotecas padrões, clicar com o botão direito do mouse e selecionar a opção
onde estão as bibliotecas padrões, clicar com o botão direito do mouse e selecionar a opção
Função PID a • Apontar biblioteca Util.lib localizada na pasta de MasterTool IEC. C:\Arquivos de
Função PID a • Apontar biblioteca Util.lib localizada na pasta de MasterTool IEC. C:\Arquivos de

Função PID

a

Função PID a • Apontar biblioteca Util.lib localizada na pasta de MasterTool IEC. C:\Arquivos de

Apontar

biblioteca

Util.lib

localizada

na

pasta

de

MasterTool IEC. C:\Arquivos de Programa\Altus\MasterTool IEC\Library

Util.lib localizada na pasta de MasterTool IEC. C:\Arquivos de Programa\Altus\MasterTool IEC\Library instalação do

instalação

do

Util.lib localizada na pasta de MasterTool IEC. C:\Arquivos de Programa\Altus\MasterTool IEC\Library instalação do
Função PID • Função PID na biblioteca DUO

Função PID

Função PID • Função PID na biblioteca DUO
• Função PID na biblioteca DUO
• Função PID na biblioteca DUO
Função PID • Função PID na biblioteca DUO
Função PID • Para inserir a função no programa adicionar uma instrução com EN .

Função PID

Função PID • Para inserir a função no programa adicionar uma instrução com EN . Será
Função PID • Para inserir a função no programa adicionar uma instrução com EN . Será

Para inserir a função no programa adicionar uma instrução com EN. Será inserida uma instrução AND. Selecionar a palavra AND e pressionar a tecla F2 do computador.

com EN . Será inserida uma instrução AND . Selecionar a palavra AND e pressionar a
com EN . Será inserida uma instrução AND . Selecionar a palavra AND e pressionar a
Função PID • As variáveis da função PID são do tipo REAL com exceção dos

Função PID

Função PID • As variáveis da função PID são do tipo REAL com exceção dos parâmetros:
Função PID • As variáveis da função PID são do tipo REAL com exceção dos parâmetros:

As variáveis da função PID são do tipo REAL com exceção dos parâmetros: MANUAL, RESET, LIMITS_ACTIVE, OVERFLOW que são do tipo BOOL.

são do tipo REAL com exceção dos parâmetros: MANUAL , RESET , LIMITS_ACTIVE , OVERFLOW que
são do tipo REAL com exceção dos parâmetros: MANUAL , RESET , LIMITS_ACTIVE , OVERFLOW que
Utilizando o PID no kit de treinamento • O kit de treinamento possui um circuito
Utilizando o PID no kit de treinamento • O kit de treinamento possui um circuito

Utilizando o PID no kit de treinamento

Utilizando o PID no kit de treinamento • O kit de treinamento possui um circuito eletrônico

O kit de treinamento possui um circuito eletrônico que simula uma aplicação. Desta maneira o Duo irá atuar no processo através da saída analógica 1 (VA) e irá obter a leitura do processo através da entrada analógica 2 (VM). Configurar a função PID utilizando estes pontos de I/O

* Os pontos analógicos do Duo são do tipo WORD, por este motivo não

podem ser usados diretamente na entrada e saída da função PID. Para

utilizá-los é necessário converter estas variáveis para REAL através da função WORD_TO_REAL para as entradas e a função REAL_TO_WORD para as saídas.

variáveis para REAL através da função WORD_TO_REAL para as entradas e a função REAL_TO_WORD para as
Comunicação A Série Duo possuir duas portas de comunicação, o que permite a CPU realizar
Comunicação A Série Duo possuir duas portas de comunicação, o que permite a CPU realizar

Comunicação

A Série Duo possuir duas portas de comunicação, o que permite a CPU realizar a troca de informações entre dois ou mais equipamentos.

Esta troca de informações é realizada através de protocolos.

• •

Um protocolo de comunicação seria a linguagem que um equipamento utiliza para conversar com outro dispositivo.

Cada fabricante possui um protocolo próprio (Proprietário), porém para permitir que um equipamento possa “conversar” com dispositivos de outras marcas existem os chamados protocolos abertos.

A Série Duo dispõem dos protocolos:

Protocolo MasterTool IEC: (Proprietário) para a programação do Duo.

Protocolo MODBUS: (Aberto) para comunicação com outros equipamentos.

Protocolo Genérico: Alternativa que permite ao usuário criar seu

próprio protocolo.

com outros equipamentos. • Protocolo Genérico: Alternativa que permite ao usuário criar seu próprio protocolo.
Comunicação • Antes de definir o protocolo de comunicação, sugere-se definir o meio físico a

Comunicação

Comunicação • Antes de definir o protocolo de comunicação, sugere-se definir o meio físico a ser
Comunicação • Antes de definir o protocolo de comunicação, sugere-se definir o meio físico a ser

Antes de definir o protocolo de comunicação, sugere-se definir o meio físico a ser utilizado.

O meio físico se caracteriza pela conexão elétrica dos equipamentos,

como por exemplo, o cabo que eu utilizo para interligar os equipamentos.

Dentre os mais convencionais temos:

RS-232

RS-485

o cabo que eu utilizo para interligar os equipamentos. • Dentre os mais convencionais temos: •
RS-232 • Meio físico utilizado para interligar dois equipamentos ponto a ponto. • A Altus

RS-232

RS-232 • Meio físico utilizado para interligar dois equipamentos ponto a ponto. • A Altus recomenda
RS-232 • Meio físico utilizado para interligar dois equipamentos ponto a ponto. • A Altus recomenda

Meio físico utilizado para interligar dois equipamentos ponto a ponto.

A Altus recomenda que o cabo utilizado nesta ligação seja no máximo 3m, evitando problemas de comunicação por interferência, por exemplo.

o cabo utilizado nesta ligação seja no máximo 3m, evitando problemas de comunicação por interferência, por
o cabo utilizado nesta ligação seja no máximo 3m, evitando problemas de comunicação por interferência, por
RS-485 • Meio físico utilizado para interligar dois ou mais equipamentos. Ligação ponto a ponto

RS-485

RS-485 • Meio físico utilizado para interligar dois ou mais equipamentos. Ligação ponto a ponto e
RS-485 • Meio físico utilizado para interligar dois ou mais equipamentos. Ligação ponto a ponto e

Meio físico utilizado para interligar dois ou mais equipamentos. Ligação

ponto a ponto e Multiponto. Permite alcançar distâncias de 1Km.

interligar dois ou mais equipamentos. Ligação ponto a ponto e Multiponto. • Permite alcançar distâncias de
interligar dois ou mais equipamentos. Ligação ponto a ponto e Multiponto. • Permite alcançar distâncias de
MODBUS • O protocolo MODBUS, assim como o Duo possui suas próprias variáveis. Cada tipo

MODBUS

MODBUS • O protocolo MODBUS, assim como o Duo possui suas próprias variáveis. Cada tipo se
MODBUS • O protocolo MODBUS, assim como o Duo possui suas próprias variáveis. Cada tipo se

O protocolo MODBUS, assim como o Duo possui suas próprias variáveis. Cada tipo se aplica a um caso especifico, conforme descrito abaixo:

Holding Register: Permite escrita e leitura de variáveis do tipo WORD.

Ex: Saídas Analógicas.

Faixa de endereços: 4000x

Input Register: Permite leitura de WORDs. Ex: Entradas Analógicas.

Faixa de endereços: 3000x

Coil: Permite escrita e leitura de bits. Ex: Saídas Digitais

Faixa de endereços: 0000x

Input Status: Permite leitura de bits. Ex: Entradas Digitais.

Faixa de endereços: 1000x

endereços: 0000x • Input Status: Permite leitura de bits. Ex: Entradas Digitais . • Faixa de
Configurando a comunicação MODBUS • Para habilitar um canal para comunicação MODBUS ir até a
Configurando a comunicação MODBUS • Para habilitar um canal para comunicação MODBUS ir até a

Configurando a comunicação MODBUS

Configurando a comunicação MODBUS • Para habilitar um canal para comunicação MODBUS ir até a opção:

Para habilitar um canal para comunicação MODBUS ir até a opção:

Recursos -> Configuração do CP

MODBUS • Para habilitar um canal para comunicação MODBUS ir até a opção: Recursos -> Configuração
MODBUS • Para habilitar um canal para comunicação MODBUS ir até a opção: Recursos -> Configuração
Configurando a comunicação MODBUS • Definido o protocolo que será utilizado é necessário configurar os
Configurando a comunicação MODBUS • Definido o protocolo que será utilizado é necessário configurar os

Configurando a comunicação MODBUS

Configurando a comunicação MODBUS • Definido o protocolo que será utilizado é necessário configurar os parâmetros

Definido o protocolo que será utilizado é necessário configurar os parâmetros de comunicação. Estes parâmetros devem ser iguais aos demais equipamentos envolvidos na comunicação, caso contrario a

mesma não ocorrerá. Os parâmetros são visualizados ao clicar em cima

da porta COM.

na comunicação, caso contrario a mesma não ocorrerá. Os parâmetros são visualizados ao clicar em cima
na comunicação, caso contrario a mesma não ocorrerá. Os parâmetros são visualizados ao clicar em cima
MODBUS Escravo • Quando configurado para ser escravo MODBUS o Duo já possui suas relações

MODBUS Escravo

MODBUS Escravo • Quando configurado para ser escravo MODBUS o Duo já possui suas relações MODBUS
MODBUS Escravo • Quando configurado para ser escravo MODBUS o Duo já possui suas relações MODBUS

Quando configurado para ser escravo MODBUS o Duo já possui suas relações MODBUS definidas, seguindo o endereçamento abaixo, bastando

configurar o endereço que o equipamento irá assumir na rede.

definidas, seguindo o endereçamento abaixo, bastando configurar o endereço que o equipamento irá assumir na rede.
definidas, seguindo o endereçamento abaixo, bastando configurar o endereço que o equipamento irá assumir na rede.
MODBUS Mestre • Quando configurado para ser mestre MODBUS, a primeira janela apresentada é a

MODBUS Mestre

MODBUS Mestre • Quando configurado para ser mestre MODBUS, a primeira janela apresentada é a configuração
MODBUS Mestre • Quando configurado para ser mestre MODBUS, a primeira janela apresentada é a configuração

Quando configurado para ser mestre MODBUS, a primeira janela

apresentada é a configuração de timeout e retentativas.

Timeout: Tempo que o equipamento mestre aguarda após enviar um comando. Se o escravo não responder no tempo programado ocorre um

timeout.

Retentativas: Quando ocorre um timeout este parâmetro define o número de vezes que o mestre tentará enviar o comando novamente.

Quando ocorre um timeout este parâmetro define o número de vezes que o mestre tentará enviar
Quando ocorre um timeout este parâmetro define o número de vezes que o mestre tentará enviar
MODBUS Mestre • Configurado o timeout e retentivas é necessário configurar as relações MODBUS. A
MODBUS Mestre • Configurado o timeout e retentivas é necessário configurar as relações MODBUS. A

MODBUS Mestre

Configurado o timeout e retentivas é necessário configurar as relações MODBUS. A relação MODBUS é a equivalência entre as variáveis do CP

MODBUS é a equivalência entre as variáveis do CP com as variáveis MODBUS. (Comando MODBUS) Endereço

com as variáveis MODBUS.

(Comando

MODBUS) Endereço do Dispositivo: Endereço do equipamento escravo para qual será enviado o comando. Quantidade: Quantidade de variáveis utilizadas na comunicação. Endereço MODBUS: Endereço da variável MODBUS Polling: Intervalo de tempo em que serão enviados os comandos MODBUS. Operando MasterTool IEC: Variável do Duo que conterá o valor a ser manipulado na relação.

Função

MODBUS:

Tipo

da

função

MasterTool IEC: Variável do Duo que conterá o valor a ser manipulado na relação. Função MODBUS:
MasterTool IEC: Variável do Duo que conterá o valor a ser manipulado na relação. Função MODBUS:
Contador Rápido • O CP Duo possui entradas rápidas para leituras de pulsos em alta

Contador Rápido

Contador Rápido • O CP Duo possui entradas rápidas para leituras de pulsos em alta frequência.
Contador Rápido • O CP Duo possui entradas rápidas para leituras de pulsos em alta frequência.

O CP Duo possui entradas rápidas para leituras de pulsos em alta frequência. Estas podem ser configuradas para 4 contadores unidirecionais ou 2 bidirecionais. A configuração é realizada da opção Entradas Rápidas:

para 4 contadores unidirecionais ou 2 bidirecionais. • A configuração é realizada da opção Entradas Rápidas:
para 4 contadores unidirecionais ou 2 bidirecionais. • A configuração é realizada da opção Entradas Rápidas:
Contador Rápido • • Habilitado o tipo de contador é necessário configurar o modo de

Contador Rápido

Contador Rápido • • Habilitado o tipo de contador é necessário configurar o modo de contagem.
•

Habilitado o tipo de contador é necessário configurar o modo de contagem. Os modos disponíveis são:

Cont. Unidirecional: Incrementa ou Decrementa

Cont. Bidirecional: A: Incrementa B: Decrementa

A: Conta

B: Sentido

Quadratura (2x) (Duas contagens por período)

Quadratura (4x)

(Quatro contagens por período)

A: Conta B: Sentido Quadratura (2x) (Duas contagens por período) Quadratura (4x) (Quatro contagens por período)
Exercício 1: Converter o diagrama elétrico para Ladder Desenvolver o intertravamento de uma bomba de
Exercício 1: Converter o diagrama elétrico para Ladder Desenvolver o intertravamento de uma bomba de

Exercício 1: Converter o diagrama elétrico para Ladder

Exercício 1: Converter o diagrama elétrico para Ladder Desenvolver o intertravamento de uma bomba de circulação
Exercício 1: Converter o diagrama elétrico para Ladder Desenvolver o intertravamento de uma bomba de circulação

Desenvolver o intertravamento de uma bomba de circulação de produto

químico, em cinco tanques.

Existe um LSH (sensor de nível alto) para cada tanque.

Para ligar a bomba (K2), nenhum dos tanques deve estar com o nível alto e o

operador deve dar partida por um botão.

Se o nível dentro de um dos tanques subir ao limite superior, a bomba desliga, e liga a saída de alarme visual e sonoro (K1)

Exercício 2: Revezamento de Ventiladores Desenvolva um Diagrama LADDER, que ligue o ventilador 10VE08-A e
Exercício 2: Revezamento de Ventiladores Desenvolva um Diagrama LADDER, que ligue o ventilador 10VE08-A e

Exercício 2: Revezamento de Ventiladores

Desenvolva um Diagrama LADDER, que ligue o ventilador 10VE08-A e desligue o ventilador 10VE08-B, quando um botão de entrada gerar um pulso, o próximo pulso do botão de entrada inverte o estado dos ventiladores.

quando um botão de entrada gerar um pulso, o próximo pulso do botão de entrada inverte
quando um botão de entrada gerar um pulso, o próximo pulso do botão de entrada inverte
quando um botão de entrada gerar um pulso, o próximo pulso do botão de entrada inverte
Exercício 3: Partida Estrela - Triângulo Desenvolva um Diagrama LADDER que faça a partida estrela
Exercício 3: Partida Estrela - Triângulo Desenvolva um Diagrama LADDER que faça a partida estrela

Exercício 3: Partida Estrela - Triângulo

Desenvolva um Diagrama LADDER que faça a partida estrelatriângulo de um motor, conforme o diagrama elétrico abaixo. Lembrando: Estrela -> K1 e K3 Triangulo -> K1 e K2

triângulo de um motor, conforme o diagrama elétrico abaixo. Lembrando: Estrela -> K1 e K3 Triangulo
triângulo de um motor, conforme o diagrama elétrico abaixo. Lembrando: Estrela -> K1 e K3 Triangulo
triângulo de um motor, conforme o diagrama elétrico abaixo. Lembrando: Estrela -> K1 e K3 Triangulo
Exercício 4: Revezamento de Bombas Desenvolva um Diagrama LADDER para controlar duas bombas ligadas no
Exercício 4: Revezamento de Bombas Desenvolva um Diagrama LADDER para controlar duas bombas ligadas no

Exercício 4: Revezamento de Bombas

Desenvolva um Diagrama LADDER para controlar duas bombas ligadas no mesmo processo. Caso a bomba A (principal) falhar, após 5s partir a bomba B (reserva) e gerar um alarme visual de falha que fique piscando até o operador reconhecer a falha.

5s partir a bomba B (reserva) e gerar um alarme visual de falha que fique piscando
5s partir a bomba B (reserva) e gerar um alarme visual de falha que fique piscando
5s partir a bomba B (reserva) e gerar um alarme visual de falha que fique piscando
Exercício 5: Relógio Desenvolver um relógio com SEGUNDOS, MINUTOS e HORAS. Estas informações devem ser
Exercício 5: Relógio Desenvolver um relógio com SEGUNDOS, MINUTOS e HORAS. Estas informações devem ser

Exercício 5: Relógio

Desenvolver um relógio com SEGUNDOS, MINUTOS e HORAS. Estas informações devem ser apresentadas no display do equipamento.

um relógio com SEGUNDOS, MINUTOS e HORAS. Estas informações devem ser apresentadas no display do equipamento.
um relógio com SEGUNDOS, MINUTOS e HORAS. Estas informações devem ser apresentadas no display do equipamento.
um relógio com SEGUNDOS, MINUTOS e HORAS. Estas informações devem ser apresentadas no display do equipamento.
Exercício 6 : Controle de Nível Implementar um controle de nível. O sistema deve manter
Exercício 6 : Controle de Nível Implementar um controle de nível. O sistema deve manter

Exercício 6 : Controle de Nível

Implementar um controle de nível. O sistema deve manter o nível do tanque entre 20 e 80%. Se o tanque estiver abaixo de 20% deve ligar a bomba 126B01A e acionar um alarme sonoro (saída piscando). Acima de 80% acionar uma saída analógica para aumentar a frequencia de saída de um Inversor de frequencia. A saída analógica deve chegar em 10V, partindo de 0V e

de um Inversor de frequencia. A saída analógica deve chegar em 10V, partindo de 0V e

incrementando 1V a cada segundo.

de um Inversor de frequencia. A saída analógica deve chegar em 10V, partindo de 0V e
de um Inversor de frequencia. A saída analógica deve chegar em 10V, partindo de 0V e
Altus - Matriz Av. Theodomiro Porto da Fonseca, 3101 lote 01 Duque de Caxias –
Altus - Matriz Av. Theodomiro Porto da Fonseca, 3101 lote 01 Duque de Caxias –

Altus - Matriz Av. Theodomiro Porto da Fonseca, 3101 lote 01 Duque de Caxias São Leopoldo RS - 93020-080 Fone: +55 51 3589-9500

e-mail: altus@altus.com.br www.altus.com.br

de Caxias – São Leopoldo – RS - 93020-080 Fone: +55 51 3589-9500 e-mail: altus@altus.com.br www.altus.com.br
de Caxias – São Leopoldo – RS - 93020-080 Fone: +55 51 3589-9500 e-mail: altus@altus.com.br www.altus.com.br
de Caxias – São Leopoldo – RS - 93020-080 Fone: +55 51 3589-9500 e-mail: altus@altus.com.br www.altus.com.br