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ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL JOSÉ FEIJÓ

APOSTILA DE
ESTATÍSTICA I
Curso Técnico em Contabilidade

Profº Sandro Viégas
20/07/2013

E-mail: profviegas@gmail.com

Blog: http://professorviegas.blogspot.com.br/

APOSTILA DE ESTATÍSTICA I
Curso Técnico em Contabilidade
Profº Sandro Viégas

ÍNDICE
1. CONCEITOS BÁSICOS........................................................................................................ 4
1.1. População..............................................................................................................4
1.2. Amostra.................................................................................................................4
1.3. Dado Estatístico.....................................................................................................4
1.4. Divisão da Estatística.............................................................................................5
1.5. Variáveis................................................................................................................5
2. ARREDONDAMENTO DE DADOS...................................................................................6
3. APRESENTAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS....................................................................7
3.1. Apresentação Tabular............................................................................................7
3.2. Séries Estatísticas...................................................................................................9
4. DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA
(D.F.)...........................................................................................................................15
4.1. Distribuição de Frequência COM intervalos de classe..........................................15
4.2. Distribuição de Frequência SEM intervalos de classe...........................................20
5. TIPOS DE FREQUÊNCIA................................................................................................21
5.1. Frequência Absoluta.............................................................................................21
5.2. Frequência Relativa...............................................................................................21
5.3. Frequência Acumulada..........................................................................................21
5.4. Frequência Relativa Acumulada.............................................................................21
5.5. Frequência Relativa em porcentagem...................................................................22
5.6. Frequência Relativa Acumulada em porcentagem................................................22
6. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UMA D.F......................................................................23
6.1. Histograma...........................................................................................................24
6.2. Polígono de Frequência........................................................................................24
6.3. Polígono de Frequência Acumulada (Ogiva).........................................................25
6.4. Gráficos em Segmentos de Reta...........................................................................26

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3.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas 1. 1. Infinita: quando o número de observações for infinito. Através da análise dessa amostra estaremos aptos para analisar os resultados da mesma forma que se estudássemos toda a população.1. 4 . 1.1.é o conjunto de elementos retirados da população.1.2.2.1. Ex1: a população constituída por todos os parafusos produzidos em uma fábrica em um dia. média. objetos) que têm em comum uma característica em estudo. Ex. CONCEITOS BÁSICOS 1. Finita: quando apresenta um número limitado de indivíduos.3.1.é o conjunto de elementos (pessoas. Número direto. A população pode ser: 1. Primitivo ou Bruto: é aquele que não sofreu nenhuma transformação matemática. Ex2: nascimento de crianças em um dia em Novo Hamburgo. porcentagem. 1. suficientemente representativos dessa população. Ex. População .2. Amostra . Dado Estatístico .3. etc.é sempre um número real. coisas. a população constituída de todos os resultados (cara e coroa) em sucessivos lances de uma moeda. 1. Elaborado ou secundário: é aquele que sofreu transformação matemática. 1.

abandono de dados duvidosos. A tais conclusões estão sempre associados a um grau de incerteza e consequentemente. que permite uma visualização instantânea de todos os dados.2. 1. Estatística Descritiva – é à parte da Estatística que tem por objetivo descrever os dados observados e na sua função dos dados.1. objeto ou animal). Divisão da Estatística Podemos dividir a Estatística em duas áreas: 1. a uma probabilidade de erro. c) A representação dos dados – os dados estatísticos podem ser mais facilmente compreendidos quando apresentados através de tabelas e gráficos. b) A organização dos dados – consiste na ordenação e crítica quanto à correção dos valores observados. Variáveis Uma variável é qualquer característica de um elemento observado (pessoa. tem as seguintes atribuições. 5 . através do cálculo de probabilidade. Estatística Inferencial – é à parte da Estatística que tem por objetivo obter e generalizar conclusões para a população a partir de uma amostra.4.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas 1. omissões. a) A obtenção ou coleta de dados – é normalmente feita através de um questionário ou de observação direta de uma população ou amostra.4. 1. falhas humanas.5.4.

fica inalterado o último algarismo a permanecer.008 passa a 25.22 • Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 6.01 53. 7. aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer. Exemplos: 42. 8 ou 9. 3 ou 4.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas Quadro resumo dos tipos de variáveis 2.88 25. 2. ARREDONDAMENTO DE DADOS De acordo com a resolução 886/66 da Fundação IBGE. o arredondamento é feito da seguinte maneira: • Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 0.999 passa a 54. Exemplo: 53.00 6 .224 passa a 53. 1.878 passa a 42.

Exemplos: 24. simples e de fácil percepção e com economia de espaço. APRESENTAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 3.46 3. o último alagrismo a ser conservado só será aumentado de uma unidade se for ímpar. uma tabela se compõe dos seguintes elementos básicos: Título Cabeçalho Indicadora C o de Casa l Linha u Coluna n a Rodapé 7 . Apresentação Tabular A apresentação de dados estatísticos na forma tabular consiste na reunião ou grupamento dos dados em tabelas ou quadros com a finalidade de apresenta-los de modo ordenado.78 24. a) Componentes Básicos Em termos genéricos.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas • Se o 5 for o último algarismo ou se ao 5 só seguirem os zeros.1.775 passa a 24.565 passa a 24.46500 passa a 24.56 24.

8 . as mais completas possíveis.139 1971 95.Estimativa de População 1970 – 76 Ano População (1000 habitantes) 1970 93.993 1972 98.145 1976 110.690 1973 101.124 Fonte: Anuário Estatístico do Brasil b) Principais Elementos de uma Tabela Título: Conjunto de informações. de dados que se inscrevem nos seus cruzamentos com as colunas.243 1975 107.433 1974 104. localizado no topo da tabela. Rodapé: são mencionadas a fonte se a série é extraída de alguma publicação e também as notas ou chamadas que são esclarecimentos gerais ou particulares relativos aos dados.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas Exemplo: Brasil . respondendo às perguntas: O quê? Onde? Quando? Cabeçalho: Parte superior da tabela que especifica o conteúdo das colunas. Linhas: Retas imaginárias que facilitam a leitura. Casa ou Célula: Espaço destinado a um só número. Coluna Indicadora: Parte da tabela que especifica o conteúdo das linhas. no sentido horizontal.

2. Exemplo: Produção de petróleo bruto – Brasil 1966 – 1970.748.2.848 1968 9.531 1970 9. Do local. Séries Estatísticas 3.1.509. 9 .641 Fonte Brasil em dados.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas 3. c.508. Da espécie. b. permanecendo fixos o local e a espécie.169.639 1969 10. Da época. Esses elementos determinam o surgimento de quatro tipos fundamentais de séries estatísticas: a) Séries Temporais ou Cronológicas São aquelas nas quais os dados são reunidos segundo o tempo que varia.685.889 1967 8. Anos Quantidade (cm³) 1966 6. Tabelas É toda tabela que apresenta a distribuição de um conjunto de dados estatísticos em função de três elementos: a.

194 Sudeste 35.652 Fonte Brasil em dados.) Peixes 314 Crustáceos 62 Moluscos 3 Mamíferos 12 Fonte Brasil em dados. 10 .132 Nordeste 20. Itens Produção (ton.212 Sul 18.702 Centro-oeste 15.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas b) Séries Geográficas São aquelas nas quais os dados são reunidos segundo o local que varia permanecendo fixos o tempo e a espécie. Exemplo: Produção pesqueira (mar) – Brasil 1969. c) Séries Específicas São aquelas nas quais os dados são reunidos segundo o espécie que varia permanecendo fixos o tempo e o local. Exemplo: Rebanhos bovinos – Brasil 1970. Regiões Bovinos (1000) Norte 2.

* Os dados estão em toneladas. Anos Bacias 1968 1969 1970 Amazônica 233. no investigador ou no público em geral.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas d) Séries Composta ou Mista É a combinação de dois ou mais fundamentais de séries estatísticas.966 201.667 57. Representação Gráfica O gráfico estatístico é uma forma de apresentação dos dados estatísticos. uma impressão mais rápida e viva do fenômeno em estudo.873 20. Exemplo: Geográfica – Temporal. 3.768* 324.2.557 Nordeste 16. Evolução do transporte de carga marítima nas 4 principais bacias brasileiras Brasil -1968– 1970. A apresentação tabular de dados estatísticos é normalizada pela resolução nº 886 de 26-10-1966 do Conselho Nacional de Estatística a fim de uniformizar a apresentação de dados.246 Prata 177.272 20.2.948 Fonte Brasil em dados. já que os gráficos falam mais rápido à compreensão que as séries.350 316.705 203. cujo objetivo é o de produzir.464 São Francisco 53. 11 .142 48.

ÍNDICES EVOLUÇÃO DO DESEMPREGO NA GRANDE PORTO ALEGRE 20 15 10 5 0 1992 1994 1996 1998 2000 ANOS b) Gráfico em setores: É um gráfico construído no círculo.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas A representação gráfica de um fenômeno deve obedecer a certos requisitos fundamentais para ser realmente útil: Simplicidade – o gráfico deve ser destituído de detalhes de importância secundária. Veracidade – o gráfico deve expressar a verdade sobre o fenômeno em estudo. Tais conjuntos de dados constituem as chamadas séries históricas ou temporais. que é dividido em setores correspondentes aos termos da série e proporcionais aos valores numéricos dos termos da série. 12 . a) Gráfico em linha É um dos mais importantes gráficos. assim como de traços desnecessários que possam levar o observador a uma análise com erros. É mais utilizado para séries específicas ou geográficas com pequeno número de termos e quando se quer salientar a proporção de cada termo em relação ao todo. representa observações feitas ao longo do tempo. Clareza – o gráfico deve possibilitar uma correta interpretação dos valores representativos do fenômeno em estudo.

Quando em barras. GRUPOS GAÚCHOS MAIS LEMBRADOS GRUPOS Tchê Guri Engenheiros do Hawai Tchê Barbaridade Os Serranos Tchê Garotos 0 5 10 15 ÍNDICE Quando em colunas. os retângulos têm a mesma altura e os comprimentos são proporcionais aos respectivos dados. dispostos horizontalmente (em barras) ou verticalmente (em colunas). os retângulos têm a mesma base e as alturas são proporcionais aos respectivos dados. 13 .APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas Exemplo: ESPECIALIDADES MÉDICAS QUE MAIS SOFREM PROCESSOS POR ERROS CIRÚRGICOS ANUALMENTE Ginecologia e Obstetrícia Cirurgia Plástica Oftalmologia Cirurgia Geral Ortopedia Pediatria Outros c) Gráficos em Barras (ou em colunas). É a representação de uma série por meio de retângulos.

Constitui um dos processos gráficos que melhor fala ao público. e) Pictograma. A representação gráfica consta de figuras. pela sua forma ao mesmo tempo atraente e sugestiva. 14 . É representação sobre uma carta geográfica. Este gráfico é empregado quando o objetivo é o de figurar os dados estatísticos diretamente relacionados com as áreas geográficas ou políticas.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas d) Cartograma.

APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas Ex.: População Urbana do Brasil em 1980 (x 10) Fonte: Anuário Estatístico (1984) 4. categorias ou intervalos. 15 . o local e a época. Os dados são colocados em classes pré-estabelecidas.1. Distribuição de Freqüência COM intervalo de classes É um método de tabulação dos dados em classes. Divide-se em duas partes:  Distribuição de Freqüência COM intervalos de classe  Distribuição de Freqüência SEM intervalos de classe 4. onde teremos uma melhor visualização e aproveitamento dos dados. DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA É o tipo de série estatística na qual permanece constante o fato. registrando freqüência.

é o número de dados que pertencem a essa classe.6 18 6 |-.7 15 7 |-. b) Limites de classes são os valores extremos de cada classe.9 03 9 |--10 02 Elementos Principais: a) Classe – é cada um dos intervalos em que os dados são agrupados.é calculado pela seguinte expressão: f) Freqüência absoluta (fi) . 16 .F.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas Exemplo: Notas do curso de Ciência da Computação na disciplina de Programação I de uma dada Faculdade Notas Nº de Estudantes 5 |-.8 12 8 |-. e) Ponto médio de classe (xi) . c) Amplitude – é a diferença entre o maior valor e o menor valor de certo conjunto de dados. li = limite inferior de uma classe. ls = limite superior de uma classe. Pode ser referida ao total de dados ou a uma das classes em particular.freqüência absoluta de uma classe de ordem i.  Amplitude Total (AT):  Amplitude das classes (h): h = ls – li AT = Valor Máximo – Valor Mínimo da D.

5o Obter as f i .contar o número de elementos do rol. 6o Apresentar a distribuição – construir uma tabela com título. subtítulo. l1 = Min.1. i 4o Obter os limites das classes – Usualmente as classes são intervalos abertos á direita. aconselha-se seguir a seguinte orientação: 1o Organizar o rol – colocar os dados em ordem crescente ou ordem decrescente.a amplitude do intervalo de classes deve ser o mesmo para todas as classes. convém estabelecer de 5 a 15 classes. Organização de uma Distribuição de Frequência (D. Existem algumas fórmulas para estabelecer quantas classes devem ser construídas.3. Nos usaremos: i = 1 + 3. h AT . que pertencem a cada classe. Onde i é o número de intervalos de classe. 2o Calcular (ou adotar) o número conveniente de classes – o número de classe deve ser escolhido pelo pesquisador.1.log n i = nº de classes e n = é o número total de dados 3o Calcular (ou adotar) a amplitude do intervalo de classes conveniente . 17 . . Os limites são obtidos fazendo-se.. adicionando-se sucessivamente a amplitude do intervalo de classes aos limites da 1a classe. isto é.(rol) Encontram-se os limites das classes.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas 4.F. em geral.) Para organizar um conjunto de dados quantitativos em distribuição de freqüências. Limite inferior da 1a classe é igual ao mínimo do rol..

F.F.1.28 = 6.60 = 1 + 5. i = 1 + 3.) para os dados abaixo: a) TABELA PRIMITIVA Obs. b) ROL c) Cálculo do número de CLASSES da D.: as estaturas estão em cm. A tabela obtida após a ordenação dos dados recebe o nome de ROL. temos: n = 40 alunos i = 1 + 3.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas Exemplo de cálculo . h = = 3. ls = 150 + 4 = 150 cm ( 150 |---.Obtenha a Distribuição de Frequência (D.log n i = nº de classes e n = é o número total de dados Do exemplo.3.154 ) 18 .83  h = 4 cm e) Construindo os intervalos de classe 1ª classe: li = 150.3.28  i = 6 classes (arredondar para o valor inteiro mais próximo) d) Cálculo da amplitude do intervalo de classe h= Onde: AT = amplitude total = Ls – Li = 173 – 150  AT = 23 cm Logo.log 40 = 1 + 3.3.

conforme abaixo:  O símbolo |--. sucessivamente até a 6ª classe. Por exemplo. são comumente denominados dados grupados.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas 2ª classe: li = 154.significa que o intervalo é fechado à esquerda e aberto à direita. na 1ª classe. o número 150 pertence a esta classe e 154 pertence a seguinte (2ª classe) f) Determinando as frequências absolutas (fi) Tabulação Obs: Quando os dados estão organizados em uma distribuição de frequência. 19 . ls = 154 + 4 = 158 cm ( 154 |---.158 ) E assim.

158 158 |---. conforme a D.174 S fi 4 9 11 8 5 3 40 xi 152 156 160 164 168 172 4.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas g) Ponto Médio (xi) É o ponto que divide o intervalo de classe em duas partes iguais.F.170 170 |---. Distribuição de Frequência SEM intervalos de classe É uma série de dados agrupados na qual o número de observações está relacionados com um ponto real.166 166 |---. abaixo.2. i 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |---.154 154 |---. 20 . sucessivamente até a 6ª classe. temos: 1ª classe: xi = = = 152 cm 2ª classe: xi = = = 156 cm E assim.162 162 |---. xi = li = limite inferior da classe ls = limite superior da classe Do exemplo anterior.

21 .3 2 9. Frequência absoluta (f ) . Tipos de Frequência 5.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas Ex. fri  fi  fi Obs: a soma de todas as frequências absolutas é igual ao total. 5. é o quociente da frequência absoluta dessa classe (fi).frequência relativa de uma classe de ordem i. pelo total. ou seja.5 3 6.3 2 8. é a soma das frequências até a classe de ordem i.5 5 Total 15 5.: Notas do Aluno "X" na Disciplina de Estatística – 1990 Nota Alunos 6. Freqüência acumulada (Fa) . Frequência relativa (fr) . 5.4 3 5.2. é o número i de dados que pertencem a essa classe.frequência absoluta de uma classe de ordem i.3.frequência acumulada de uma classe de ordem i.1.

162 162 |---. 5.170 170 |---.4.F. Frequência relativa acumulada em porcentagem – Fra(%) Fra(%) = Fra x 100 Exemplo: Estatura dos alunos da turma A i 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |---.5. Frequência relativa em porcentagem – fr(%) fr(%) = fr x 100 5.166 166 |---.275 NOTA: O propósito das frequências relativas é o de permitir a análise ou facilitar as comparações.158 158 |---.  Frequência acumulada (Fa) A frequência acumulada da terceira classe (Fa3): Fa3 = f1 + f2 + f3  Fa3 = 4 + 9 + 11  Fa3 = 24 22 . é a soma das freqüências relativas até a classe de ordem i.174 S fi 4 9 11 8 5 3 40 Fonte: fictícia  A frequência relativa da terceira classe (fr3) dessa D. Freqüência relativa acumulada (Fra) . é: fr3 = S = = 0.6.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas 5.freqüência relativa acumulada de uma classe de ordem i.154 154 |---.

F.158 158 |---.6  Frequências relativas em porcentagem fr x 100 = fr%  para a terceira classe: fr3 = 0.275 0.00 12.00 Fra (%) 10.00 80.125 0.50 100.50 27.50 100.170 170 |---. temos: Estaturas de 40 alunos da turma A i 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |---.075 1.100 0.925 1. Polígono de Frequência e pelo Polígono de Frequência Acumulada.F.F. pode ser representada graficamente pelo Histograma.325 0.50 60.00 22.6 x 100  Fra3 = 60% Considerando a D. 23 .162 162 |---.000 fr(%) 10.  Frequência relativa acumulada (Fra) Fra = S A fequência relativa acumulada da terceira classe é: Fra3 = S = Fra3 = 0.00 32.50 20.600 0. Uma D.50 7.174 S fi 4 9 11 8 5 3 40 xi 152 156 160 164 168 172 fr 0.275 x 100  fr3 = 27.00 Fonte: fictícia 6.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas Que significa existirem 24 alunos com estatura inferior a 162 cm.100 0.166 166 |---.200 0. Representação Gráfica de uma D.000 Fa 4 13 24 32 37 40 Fra 0.00 92.154 154 |---. apresentada anteriormente (Estaturas de 40 alunos da turma A).800 0.5% Fra x 100 = Fra%  para a terceira classe: Fra3 = 0.225 0.

170 170 |---.162 162 |---.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas Exemplo: Dada a D. o Polígono de Frequência e o Polígono de Frequência Acumulada. Estatura dos alunos da turma A i 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |---.158 158 |---. Histograma 24 .F. construa o Histograma.174 S fi 4 9 11 8 5 3 40 Fonte: fictícia 6. abaixo.1.166 166 |---.154 154 |---.

25 . conforme a mostra abaixo. i 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |---.158 158 |---.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas 6. temos que calcular o ponto médio de cada classe. Polígono de Frequência Acumulada (OGIVA) Para construir o polígono de frequência.166 166 |---. Polígono de Frequência Para construir o polígono de frequência.2.174 S fi 4 9 11 8 5 3 40 xi 152 156 160 164 168 172 6.154 154 |---. conforme mostra abaixo.170 170 |---. temos que calcular o ponto médio de cada classe e a frequência acumulada.3.162 162 |---.

4.158 158 |---.174 S xi 152 156 160 164 168 172 Fa 4 13 24 32 37 40 6. Gráfico em segmentos de reta vertical É utilizado para representar graficamente uma distribuição de frequência sem intervalos de classe. 26 .154 154 |---.170 170 |---.APOSTILA DE ESTATÍSTICA I Curso Técnico em Contabilidade Profº Sandro Viégas i 1 2 3 4 5 6 Estaturas (cm) 150 |---.162 162 |---.166 166 |---.