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Atlas

Solarimétrico
do
Brasil

Banco de Dados Terrestres

Atlas
Solarimétrico
do
Brasil

3.91 621. Tiba.) UFPE Bc2000-133 .Atlas.. 1. et al. Inclui bibliografia.Atlas Solarimétrico do Brasil : banco de dados solarimétricos / coordenador Chigueru Tiba... Radiação solar . I. 620. Universitária da UFPE. Isolinhas de radiação solar . ed.31244 CDU (2.. ed. 2000. 2.Mapas .Recife : Ed. : il. mapas.) CDU (21. 4. Energia fotovoltaica.. Chigueru. Solarimetria Banco de dados.Mensuração . tab. 111 p.

CHESF Divisão de Projetos e de Fontes Alternativas . de Energia Nucler .CEPEL/ ELETROBRAS Projeto Gráfico Deisiane Cristina Nascimento de Araújo Frederico Jorge Santos Mamede Alfredo Ferreira de Pinho Júnior Projeto Multimídia Cátia Helena Kida Tito Marcelo Almeida de Oliveira .DEN Grupo de Pesquisa em Fontes Alternativas de Energias .CEPEL / ELETROBRAS Maurício Moszkowicz Evandro Sérgio Camelo Cavalcant COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO .Coordenação e Execução Coordenador do Projeto Chigueru Tiba UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Depto.FAE Chigueru Tiba Naum Fraidenraich CENTRO DE PESQUISAS DE ENERGIA ELÉTRICA .DEFA Francisco José Maciel Lyra Ângela Maria de Barros Nogueira Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos Financiamento CENTRO DE PESQUISAS DE ENERGIA ELÉTRICA .

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organizado e disponibilizado boa parte da informação existente sobre o tema em instituições públicas. chegar a constituir uma barreira infranqueável para a disseminação e desenvolvimento da tecnologia solar. os recursos humanos e materiais disponíveis. as cartas de radiação solar foram elaboradas a partir das melhores informações disponíveis. O tema da solarimetria e bastante complexo. sejam eles energéticos ou não. ora apresentada. Acreditamos que a tecnologia solar e mais particularmente as mudanças culturais que essa tecnologia promove pode fazer uma importante contribuição na direção do que tem se dado em chamar desenvolvimento sustentável. processar e disponibilizar os dados de forma adequada e permanente. O primeiro tem o mérito de ter resgatado. entre outros. leva consigo a marca da historia do recurso solar. tanto do ponto de vista dos instrumentos utilizados como do intervalo de medição. transporta sobretudo a história e o esforço realizado por pessoas e instituições que durante longos anos e de maneira muitas vezes anônima registraram esse como outros parâmetros meteorológicos para atender necessidades da agricultura. em outras palavras. O PRODEEM. Existe consciência generalizada de que contamos com um recurso solar de excelente qualidade. meteorologia. para impulsar de maneira sólida a ciência e a tecnologia solar no Brasil. em boa parte do país. actinógrafos e piranômetros. A realização deste trabalho foi motivada pela convicção de que era necessário. Recuperase assim o acervo de publicações de mais de quarenta anos de trabalho. que vem instalando milhares de sistemas de eletrificação rural em todo o território nacional.desenvolvimento sustentável consiste em satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender suas próprias demandas". Mas isso não basta.. escolas e postos de saúde é um exemplo desses programas.CELPE. medir. Chigueru Tiba Naum Fraidenraich Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia Depto de Energia Nuclear UFPE Recife . pequenos. é continuar e modernizar seus trabalhos.PE Brasil Recife. até imprescindível. Temos consciência que resta ainda muito por fazer. caso elas não existam. da mesma forma que é feito com outras grandezas relativas ao clima. cuja medição é considerada indispensável para atender as necessidades da sociedade e economia modernas. tem aberto espaço para tentar equacionar a relação do homem com a natureza em termos de uma melhor e mais harmônica convivência. atualizar e aprimorar a base de dados sobre o recurso solar. ".A conscientização de que a maioria dos recursos. sem solução de continuidade. recursos hídricos. coordenado pelo Ministério de Minas e Energia.. Já. apresentado em 1987. Outras contam com informações obtidas com instrumentos cuja precisão hoje já não é satisfatória. centros de pesquisa e universidades. As tarefas são imensas. A melhor homenagem que podemos render aos que nos precederam. É necessário também conhecer como o recurso se distribui no território nacional ao longo do ano todo. podem se traduzir em sistemas mal dimensionados ou importantes recursos financeiros inadequadamente utilizados. são finitos. em residências . Nesse sentido. heliógrafos. Extensas regiões do território nacional não contam com informação de nenhuma índole sobre o recurso solar. A base de dados do Atlas Solarimétrico do Brasil. De acordo com o Relatório da Comissão Bruntland "Our common future". Diversos programas de âmbito nacional requerem hoje de informações confiáveis sobre esse recurso que. Medir o recurso solar implica empreender o árduo labor de instalar. nos instrumentos que foram originalmente utilizados para sua medição. Só no Estado de Pernambuco existem em torno de 850 sistemas de eletrificação rural e 15 sistemas de abastecimento de água com energia fotovoltaica já instalados pela Companhia Energética de Estado de Pernambuco. outubro de 2000 PREFÁCIO PREFÁCIO . engenharia florestal. Mas. o recurso solar precisa ainda ganhar status equivalente a outras variáveis meteorológicas. O banco de dados e as cartas elaboradas fornecem a distribuição espacial e temporal necessárias para dar o suporte básico às atividades que se desenvolvem no campo da tecnologia solar.

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Radiação Solar Global Diária.MAPAS DE ISOLINHAS DE RADIAÇÃO SOLAR 3. Média Mensal . Média Mensal .1 .Março 3.2 .14 .Radiação Solar Global Diária.1 .2 . Média Mensal .Radiação Solar Global Diária.4 . Média Mensal .Anual 11 13 13 15 15 18 19 21 23 23 24 28 31 33 35 37 39 41 43 45 47 49 51 53 55 57 59 .Localização das Estações Piranométricas e Actinográficas 3.Junho 3. Média Mensal .Metodologia da Elaboração das Cartas de Isolinhas 1.Radiação Solar Global Diária.10 .Radiação Solar Global Diária.Instrumentos Solarimétricos 2.Descrição do Banco de Dados Solarimétricos 1.9 .13 .Radiação Solar Global Diária.7 . Média Mensal .6 . Média Mensal . Capítulo 3 .4 .3 .Radiação Solar Global Diária.Radiação Solar Global Diária.INSTRUMENTOS DE MEDIDAS SOLARIMÉTRICAS 2.3 .Histórico do Projeto 1.Radiação Solar Global Diária.Análise das Publicações Solarimétricas Recuperadas 1.Janeiro 3.Radiação Solar Global Diária.Radiação Solar Global Diária.Maio 3.8 .4 . Média Mensal .Setembro 3. Capítulo 2 .Novembro 3.Introdução 2. Média Mensal .Dezembro 3. Capítulo 1 .6 .Radiação Solar Global Diária.I .2 .Radiação Solar Global Diária.3 .Sensores e Princípios das Medições Solarimétricas 2. Média Mensal . Média Mensal . Média Mensal .Julho 3.Rede Mundial de Centros de Radiação Solar III .Fluxograma de Execução do Projeto 1.INTRODUÇÃO 1.Avaliação do Recurso Solar no Brasil II .12 .Agosto 3.Outubro 3. Média Mensal .2 .11 .5 .Abril 3.Fevereiro 3.1 .

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Novembro 3.Insolação Diária.Agosto 3.Localização das Estações Heliográficas 3.Junho 3.Insolação Diária.Insolação Diária.Insolação Diária.Fevereiro 3.IV .1 .Outras Publicações Consultadas para Elaboração do Atlas Solarimétrico 91 97 99 104 .Abril 3. Média Mensal .9 .Julho 3.Janeiro 3. Média Mensal .Insolação Diária.Insolação Diária. Média Mensal . Média Mensal .8 .Março 3. Capítulo 4 .3 .7 .2 . Média Mensal .Outubro 3.Publicações com Dados de Radiação Solar ou Insolação Inseridos no Atlas Solarimétricos 6. Média Mensal .Insolação Diária.2 . Média Mensal . Média Mensal .Insolação Diária.Insolação Diária.Insolação Diária.Insolação Diária.2 . Capítulo 5 .MAPAS DE ISOLINHAS DE INSOLAÇÃO 3.1 .14 .10 .Anual 61 63 65 67 69 71 73 75 77 79 81 83 85 87 89 V .Setembro 3.Insolação Diária.12 .Maio 3. Média Mensal .4 .6 .RESUMO DAS PUBLICAÇÕES 6. Média Mensal . Média Mensal . Média Mensal .TABELAS DE DADOS SOLARIMÉTRICOS E DE LOCALIDADES VI . Média Mensal . Capítulo 6 .Insolação Diária.13 .Dezembro 3.11 .

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Capítulo I 60 60 50 50 40 40 30 30 20 20 Introdução .

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ainda em maio de 1993. entre outros). seja pela dispersão dos veículos de publicação (Relatórios de Projeto . Publicações Internas.1 HISTÓRICO DO PROJETO O GT em Solarimetria rapidamente elaborou e apresentou ao GTEF. estão indisponíveis ou quase inacessíveis para a maioria dos usuários.P13ÁG 13 1. F.2 FLUXOGRAMA DE EXECUÇÃO DO PROJETO As etapas percorridas ao longo do desenvolvimento do projeto estão mostradas na Figura 1. entre outros grupos de trabalho ( Manual de Engenharia. sob a coordenação do Centro de Pesquisas de Eletricidade da ELETROBRÁS. Recife. 1 .1. Relatório Técnico GTEF. em 1994 foi submetido ao CEPEL o Projeto para a elaboração do Atlas Solarimétrico Nacional . Pelo que antecede. INTRODUÇÃO Em janeiro de 1993. Entre as diversas medidas propostas e que estão reproduzidas na Tabela 1. Tal compêndio de dados padronizados em conjunto com novos mapas de isolinhas da radiação solar resultariam num Atlas Solarimétrico para o Brasil... Relatórios Institucionais. N. e Tiba. os blocos em azul representam trabalhos preparatórios ou produtos intermediários e os blocos em vermelho representam os produtos deste projeto. Solarimetria no Brasil .. 1993. Estratégia de Fomento da Tecnologia. 73 pp. Cabe ressaltar que os dados existentes exibiam uma fragmentação espacial e/ou temporal e problemas de padronização. foi criado um Grupo de Trabalho em Energia Solar Fotovoltaica . constava a elaboração de uma base de dados solarimétricos para o país. grupos de pesquisas. na medida em que a tecnologia solar se difunde no Brasil torna-se crescentemente importante. universidades e fabricantes ou representantes de equipamentos fotovoltaicos.Situação e Propostas1 que descreve a crítica situação da Solarimetria no Brasil e propõe algumas medidas que permitiriam suprimir partes destas deficiências apontadas em relação ao tema. o Relatório: Solarimetria no Brasil . C. Fraidenraich..INTRODUÇÃO 1. Certificação e Normatização. em maio de 1996 foi assinado o convênio FADE-UFPE/CEPEL que permitiu executar o projeto da elaboração do Atlas Solarimétrico Nacional . Treinamento.GTEF. De forma geral. que consistiria na organização. classificação e padronização de dados medidos e publicados por diversos autores e instituições ao longo das últimas décadas . 1 Lyra. . Em reunião do GTEF no decorrer de 1993. M. 1. embora publicados. Além disso. foi criado simultaneamente. O GTEF tinha uma abrangência nacional e foi constituido por empresas do setor elétrico.Situação e Propostas. muitos dados solarimétricos . Teses de Mestrado . Finalmente. Os autores da proposta consideravam que a publicação do Atlas colocaria à disposição do público interessado uma importante base de dados que. Política de Divulgação e Base de Dados da Tecnologia Fotovoltaica) o Grupo de trabalho em Solarimetria sob a coordenação do Grupo FAE-UFPE/DEFACHESF. seja pela baixíssima circulação destas publicações .1.

1 . Estabelecer um programa modesto de expansão da rede piranométrica. GT-Solarimetria Firma Particular/ INEMET Concessionárias Fazer o mapeamento e a verificação do estado do equipamento Programa de relocação ou substituição de equipamentos danificados Programa de manutenção e calibração dos equipamentos Programa de pesquisa e avaliação das correlações existentes ou método para melhorar a exatidão dos equipamentos.Recuperação dos dados existentes até 1992 Análise e sistematização das publicações Preparação dos mapas básicos Banco de dados solarimétricos Cartas de isolinhas de radiação solar diária ( Média Mensal) Reunir o material publicado no país Formatar Editar ! ! ! ! Resumo analítico das publicações Cartas de isolinhas de insolação solar diária ( Média Mensal) Cartas de isolinhas de radiação solar diária ( Média Anual) ! ! ! Cartas de isolinhas de insolação solar diária ( Média Anual) 3.Consolidação da rede actinográfica e heliográfica do INEMET* ! ! ! ! 5. Realizar estimativas via satélite baseada em primeira instância na rede piranométrica existente(20 estações do INEMET. Só será possível implementar a meta 4 tendo como base de aferição a rede piranométrica definida na meta 3.. . fora do INEMET.Elaboração de um compêndio de dados solarimétricos existentes no país Levantamento e busca de informações 2. 1993) AÇÕES PROGRAMADAS METAS 1.P14ÁG 14 Tabela 1. por exemplo. Alternativas: a) 2 a 3 estações piranométricas com/sem banda de sombra e piroheliômetro por ano por concessionária b) 5 estações piranométricas/ano/conces.Proposta de Trabalho em Solarimetria ( Solarimetria no Brasil . Relatório Técnico GTEF. 73 pp. Recife. a rede da CEMIG Criar um programa de manutenção e calibração dos equipamentos.Principais etapas relativas à execução do projeto : Atlas Solarimétrico do Brasil EXECUÇÃO Coordenação Execução GT-Solarimetria Firma Particular Verificar o estado de conservação dos actinogramas e heliogramas Selar um acordo institucional com INEMET para a cessão e uso do material Aperfeiçoamento da metodologia de planimetria Apoiar iniciativas regionais para processamento e consolidação dos dados.Situação e Propostas. GT-Solarimetria Firma Particular GT-Solarimetria - GT-Solarimetria GT-Solarimetria Universidade Concessionárias/ INEMET Avaliar e recuperar as 20 estações piranométricas do INEMET Mapear redes piranométricas locais.1 . cuja reativação espera-se que seja imediatas) ou redes locais( CEMIG) Programa de pesquisa e avaliação periódica desta metodologia GT-Solarimetria GT-Solarimetria Concessionárias/ INEMET T-Solarimetria Conces/INEMET CEPEL/INEMET GT-Solarimetria CEPEL/NREL/ INEMET/Conces Concessionárias/ INEMET Firma Particular INEMET Firma Particular Universidade GT-Solarimetria Universidade GT-Solarimetria Universidade *As metas 3 e 4 são interdependentes. Estimativa da radiação solar via satélites ! ! Figura 1.Consolidação da rede piranométrica e plano modesto de expansão* ! ! ! ! 4.

Fração de insolação . Insolação diária.. devido a diferença no coeficiente de dilatação dos metais. Conforme diversos autores. Mediante o uso de correlações simples. Tal curvatura gera um movimento na extremidade livre. que é utilizado para quantificar as horas de brilho do Sol. do clima e do tipo da faixa de papel utilizada para o registro. tipo de instrumento de medidas. N. Os resumos resultantes. por região. (MJ/m2).M. as séries históricas da insolação podem ser utilizadas para estimar radiação solar diária.2 Alguns critérios básicos para a avaliação dos dados solarimétricos A seguir. e Lyra. ao longo do dia. com erros mínimos da ordem de 10%. Desvio padrão da radiação solar global diária. por estado e finalmente por localidades. Total de dias com dados de Insolação (dias). Distritos Meteorológicos. As fontes institucionais nacionais são diversas.1 Como está organizado As informações solarimétricas numéricas estão na forma de tabelas. Tais informações encontravam-se dispersas.. são conceituados e delimitados os principais parâmetros e critérios que permitirão nortear a avaliação dos dados solarimétricos. o par bimetálico absorve a luz e se curva na extremidade livre. foram publicados entre outros. pois a maioria dos equipamentos instalados no Brasil é deste tipo. O elemento sensível deste instrumento é uma pilha termoelétrica (conjunto de pares termoelétricos interligados em série). média mensal ou anual. mapas climatológicos e fitogeográficos do Brasil e de países limítrofes. com a utilização de faixa de papel apropriada. altitude. Fraidenraich. Existem diferentes tipos de piranômetros. A segunda. Esta última coluna também é utilizada para designar quando não ! se conseguiu identificar se o dado de radiação foi medido ou estimado. realizado por diferentes atores institucionais e/ou individuais. 1. Notas de Aulas do III Curso de Energia . Quando iluminado. que depende da localização geográfica do equipamento. com coeficientes apropriados. Nestes equipamentos. Consiste basicamente de uma varinha bimetálica enegrecida. onde constam. devem-se somar os erros de leitura das faixas de papel. N (h). As outras fases da execução do projeto serão detalhados nos ítens que seguem. onde houver. Universidades . publicados no Brasil.4. Portanto. período de medidas e. com erros no intervalo de 15 a 20%.P15ÁG 15 A fase de levantamento e busca de informações foi uma das mais árduas do projeto. Constituiu-se do levantamento. finalmente.3 ANÁLISE DAS PUBLICAÇÕES SOLARIMÉTRICAS RECUPERADAS Todas as publicações solarimétricas foram sistematicamente analisadas. (dias). Desvio padrão da insolação (h). ! Possibilitar aos potenciais usuários das informações solarimétricas a possibilidade de voltar à origem das fontes de informações. o limiar é igual a 120 W/m2. 1995. A recuperação das publicações ( levantamento. entre outros.2.). um significativo e árduo trabalho de levantamento solarimétrico no Brasil. no caso onde a radiação solar foi estimada. Portanto. Relatórios Internos de Instituições. de insolação. H. onde constam em diferentes colunas. mapas solarimétricos. localização e busca de publicações que continham dados de radiação. transmitido mecanicamente a uma pena. controlado e acionado por um mecanismo de relojoaria.J. n (h). porém reportaremos aqui somente os piranômetros do tipo termoelétrico "black and white". quando houver uma manutenção razoável. a correlação utilizada. os erros de medida para valores diários não são inferiores a 10%. pelos seguintes motivos : ! A consulta à esses resumos permitirá ter uma rápida visão sobre o riquíssimo acervo de publicações resgatadas e que se constitui seguramente.4 DESCRIÇÃO DO BANCO DE DADOS SOLARIMÉTRICOS 1. porém continuou até o final do projeto. . quando ou se necessário.4. As linhas sucessivas para uma mesma localidade indicam fontes de informações distintas. Os piranômetros são equipamentos destinados a medir a radiação solar global e difusa.4.. A análise de cada trabalho foi registrada resumidamente numa ficha. em diversos países ) como de publicação ( Relatórios de Projeto. onde houver. Instituições de Pesquisa Agrícola. Recife. onde houver. 1. mostrar que existiu ao longo das últimas décadas. ao longo dos últimos 40 anos. tanto a nível geográfico ( a nível nacional . erros da ordem de 15% são bastante freqüentes.1 Qualidade dos equipamentos Os heliógrafos do tipo Campbell-Stokes produzem informações sobre a insolação diária. 1. localização e busca) ocorreu principalmente nos primeiros seis meses do projeto. A queima ocorre quando a radiação solar direta supera um limiar variável de 2 100 a 200 W/m . 2 Grossi Gallegos. No entanto. num conjunto quase completo de trabalhos sobre o tema.Solar . a convergência dos raios solares sobre uma faixa de papel queima. Revistas.2 O actinógrafo bimetálico é destinado à medição da radiação solar global sobre um plano horizontal. Brasil. organizadas em ordem alfabética. As informações solarimétricas de caráter numérico foram digitadas na forma de tabelas.Solarimetria e Estatística da Radiação Solar. médias mensais: Duração do dia . em bases diárias. onde houver. etc. 1. Além disso. estes equipamentos geram dados de radiação solar global diária. para cada localidade e fonte de informação. ! E. (MJ/m2). o nome da localidade com coordenadas geográficas. Radiação solar global diária. presa em um extremo e livre no outro. Para cada Estado existem dois tipos de tabelas: ! A primeira. mesmo com calibração mensal . F. um certo comprimento. Quando o equipamento está adequadamente instalado. n/N. tais como: Secretarias de Agricultura. as informações contidas no Atlas Solarimétrico é o produto coletivo destas instituições/indivíduos. que risca uma faixa de papel enrolada num tambor que gira à velocidade constante.em diversos Estados da Federação e a nível internacional. os seguintes parâmetros. naturalmente com taxas de recuperação decrescente. Total de dias com dados de radiação solar global diária.

em regiões geográficas de relevos fortemente variáveis como montanhas e/ou espelhos de água muito grandes (costa) a extrapolação acima não é válida. até as mais abundantes como a insolação diária. quando se deseja estimar a radiação solar global diária. em regiões fito geográficas homogêneas. 397-404. define as dimensões geográficas onde.Quando os valores da radiação solar são estimados. é dado por: IDH = I0 D Cos onde D é a transmitância da radiação direta através da atmosfera. reside em saber quais valores de a e b devem ser utilizados em regiões onde os coeficientes não foram determinados experimentalmente. que pode ser estimada em uma região com densidade de estações adequadas. H e Ho são.Estatística da Radiação Solar. O cálculo é sempre baseado na distribuição dos constituintes da atmosfera que contribuem para a absorção e espalhamento da radiação e no valor da constante solar. seja pela variedade dos locais pesquisados. a radiação solar global diária e a radiação solar global diária no topo da atmosfera. que procuram obter melhores coeficientes de regressão a e b.Schenk. é a conhecida relação de Angstrom. Estudos recentes sobre a variabilidade espacial do recurso solar. a sensibilidade depende da posição do Sol e da intensidade da radiação. com um certo nível de confiança. Solar Energy. Estes piranômetros acoplados a integradores eletrônicos. T. Vol.2. n0 5.(IDH). e apesar de sua conhecida limitação. nas tabelas onde estão relacionadas as localidades. respectivamente. 1. 1988. o método utilizado por Hottel é muito simples. L. O tema da extrapolação espacial da radiação solar ainda é insuficientemente estudado. Outro aspecto a salientar é que o registro mecânico em papel requer um processamento (planimetria) com elevado número de homens-hora. quantidade de água precipitável. exceto à referente aos procedimentos adequados para sua instalação e requisitos de manutenção e aferição periódica.2. Portanto.P16ÁG 16 A junção quente da termopilha encontra-se em contato com a superfície de um detetor (superfície exposta à radiação solar). Recife.. com a inclusão de termos não lineares ou de outras variáveis como umidade relativa. A expressão sofreu modificações e atualmente é expressa da seguinte forma: As medidas realizadas com piranômetros são diretas e não requerem qualquer discussão de caráter metodológico. 1996. entre outros. Brasil. além de ser uma tarefa extremamente tediosa. 1. I. Portanto. a questão metodológica central. em dias claros.4 Descrição das principais correlações utilizadas na estimativa da radiação solar Para quase todas as localidades relacionadas no Banco de Dados 3 Grossi Gallegos.. 14 4 Aguiar. 127-137. Solarimétricos constam os valores dos dados de radiação solar medidos. Lopardo. Por tal motivo. médias mensais. média mensal. Anais do I Congresso Brasileiro de Energia. Método Indireto : Hottel/ Liu-Jordan 5 O cálculo da radiação direta em dias claros pode ser feito com boa precisão a partir de um mínimo de informação local (sobre visibilidade). J. Io é a constante solar 5 Macedo. o mesmo par de valores pode ser extrapolado para outras regiões.4. J. .2 Metodologia das medidas A relação entre a insolação diária e a radiação solar global diária. pintado alternativamente de branco e preto . a partir desta correlação. 1978. realizam medidas da radiação solar global diária com erros da ordem de 5%. não satisfazem todas as necessidades dos usuários devido à baixa densidade da rede de estações. é referida também a metodologia utilizada para estas estimativas. F. sabe-se hoje que os mesmos sofrem importantes variações regionais e mesmo interanuais. Os piranômetros mais difundidos desse tipo são o modelo 8-48 "Black and White" da Eppley e "Star" da Ph. Com isso são introduzidos (nas medidas já processadas) novos erros que aumentam a incerteza da estimativa do recurso solar. Notas de Aulas do IV Curso de Energia Solar . Em particular. radiação e insolação. 40. As constantes a e b podem ser determinadas em estações que possuem equipamentos para ambas as medidas.. médias mensais . C. quando se considera uma mesma região.4 Também foram publicados um bom número de trabalhos que propõem coeficientes de regressão de caráter universal. pode ser extrapolada até 200 Km de distância com erros da ordem de 15%. Aplicação de um método indireto de Solarimetria para a energia incidente na região Amazônica. H. Adicionalmente. Spatial variability of the global solar radiation obtained by the Solarimetric Network in the Argentine Pampa Humeda. deve ser aferido com uma periodicidade muito grande (mensal) para que possa medir com uma precisão razoável. e Milanez.V. desde que todos os procedimentos de manutenção e calibração periódica (no mínimo 1 vez por ano) sejam seguidos. com um nível de confiança de 90%. seja pela falta de dados de boa qualidade. O fluxo de radiação direta em uma superfície horizontal . Porém. Rio de Janeiro. latitude e altura solar. R. Existe uma extensa lista de trabalhos relativamente recentes. A conclusão é que a melhoria nos resultados obtidos com a relação de Angstrom é modesta e insuficiente para justificar o aumento na complexidade dos cálculos. Pereira.2. R.. A sua calibração é pouco estável. média mensal. média mensal. o sensor deste instrumento não tem resposta plana e não é adequadamente compensado com a temperatura.4. estabelecida em 1924. Relação de Angstrom H/Ho = a +b(n/N) onde. n e N são a insolação diária e a duração astronômica do dia.. pp. Os actinógrafos do tipo Robitzsch-Fuess requerem procedimentos de instalação e calibração muito trabalhosos. Para um melhor esclarecimento desses procedimentos de cálculo será feita uma breve descrição dos mesmos. mostram que a radiação diária global.3 Obviamente. o critério para qualificação da distribuição espacial terá como referência a possibilidade mencionada acima. pp. F.3 Distribuição espacial das medidas De forma geral as informações solarimétricas. Sua variabilidade espacial. e/ouvalores estimados (calculados) . 1.4.

Em geral. Para a determinação de Qo . a respeito dos diversos aspectos referentes às medidas solarimétricas. a 1962 Standard Atmosphere) D pode ser calculado para vários ângulos .179 0..149 0. ( H sen . difusa e direta respectivamente. A equação proposta por Bennett é dada por: Qs/Qo = a + b (n/N) + c h -ksec onde ao. aplicada no Hemisfério Norte. sen 2 + cos . onde <Kd > e <KT > são relacionados com <KD>..625 <Kd> <KT> 0. Correlação de Bennett 6 A formulação proposta por Bennett.P17ÁG 17 e o ângulo de zênite.G. Viçosa.4. André. calculamos o valor da radiação direta em dias claros (HDH). Estas constantes foram determinadas para dois limites de visibilidade.S.cm .426 0.400 0. valor diário médio mensal e o valor médio da radiação extraterrestre para o dia médio desse mês. Vianello. Define-se o índice de clareza <K> como a relação entre a radiação solar. latitude e época do ano. Bras. <KD> 0. obedece a seguinte hierarquização: . Com esta relação e a equação < KT > = <Kd>+ <KD > pode-se construir a tabela abaixo.B.. algumas altitudes e vários climas. níveis do solo e valores de visibilidade local.94 cal. foi utilizada a expressão clássica: Q0 = (1440 / ) .217 0.312 0. difusa e total.183 0. incorpora também os efeitos relativos à altitude. min ) d = distância instantânea entre a terra e o sol -2 -1 <d > = distância média entre a terra e o sol H = duração da metade do dia ( 12h ou /2 radianos) = latitude local = declinação do Sol Desta maneira pode-se estimar as médias mensais de radiação diária incidente. a qualificação dos dados solarimétricos. além de considerar os efeitos da duração do brilho solar e da transmissividade da 6 Nunes. b e c = coeficientes determinados a partir de dados observados Os coeficientes a. F0 ( <d> /d ) .551 0.174 0. b e c foram determinados originalmente. Como a variação mensal da declinação solar é pequena. separadamente. direta ou difusa.121 0. a1 e k são constantes. portanto : <KT> = <Kd > + <KD> Uma relação entre <KT > e <Kd > foi apresentada por Liu e Jordan. para o Hemisfério Norte.600 0.R.G.500 0. D e d referem-se a energia total.. Rev. direta e difusa. de Armaz. para uma dada localidade. total. 1979. como a integral de IDH ao longo de um dia médio do mês.125 0. R/L/ e Marques.188 0. 4(21): 5-30. temos que: <HT> = <EDH> + <EdH> Os índices T.750 a . Com base em IDH pode ser desenvolvido um método muito simples para estimar médias mensais de radiação diária direta. 1. Cos .S.S.700 0. baseandose em medidas efetuadas em um grande número de regiões. e estimamos a média mensal da radiação direta diária por: <EDH> = HDH n/N onde: Qs = radiação solar incidente na superfície terrestre Q0 = radiação solar no topo da atmosfera n = número de horas de brilho solar observado N = número de horas de brilho solar previsto para cada dia h = altitude da estação Considerando que a radiação total pode ser analisada como a soma de uma componente direta e outra difusa. Estudo da distribuição de radiação solar incidente sobre o Brasil. os resultados podem ser bem representados por: D = ao + a1 e atmosfera.300 0. V. sen H ) onde: F0 =constante solar(1.3 Qualificação dos dados solarimétrico para uma dada localidade do Brasil Em conformidade com os comentários anteriores. Para um dado modelo da atmosfera (por exemplo.

1 Trabalhos prévios Os seguintes Mapas básicos do Brasil. ! Mapa do Brasil com Tipo de Relevo ! Mapa da América do Sul com Temperaturas e Precipitações médias (Escala 1:20. a escolha de local para instalar um sistema ou um conjunto de sistemas solares. São 26 mapas de 110cm x 100cm. com projeção policônica 0 centrada no meridiano 54 Oeste. as particularidades próprias de pequena e média escala. Estimativas da radiação solar com a relação de Angstrom P18ÁG 18 Se existirem informações com equipamentos iguais e comprimentos desiguais da série histórica de dados. Os valores procedentes de estimativas (cálculos) feitas com diversos modelos. Os mapas foram feitos em papel vegetal. Por fim cabe ressaltar que. ! Mapa do Brasil com Relevo . bem diferenciadas. Climatic Change. pretende-se que o mesmo reflita. 1.2 Metodologia Quando se propõe a tarefa de elaborar um Atlas de um recurso renovável 7 Stanhill. preparado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). deixando de lado nesta etapa. foram seguidos: ! Considerando que os erros associados às medidas com piranômetros termoelétricos acoplados aos integradores eletrônicos que operam dentro de uma rede. para permitir sua sobreposição com diversos outros mapas..000.5.Administrativa do IBGE. outras nas quais será conveniente aumentar a densidade das estações de medidas e outras em que serão necessárias revisar a instrumentação ( a fim de compatibilizar os valores obtidos) ou racionalizar sua distribuição ( onde a cobertura espacial é excessiva). S.. ou seja na escala 1:5. and Moreshet. perante a particularidades de macro escala. Os seguintes critérios gerais. Distribuición espacial del promedio anual de la radiación solar global diaria en América del Sur. pp. Desta forma. 51-56. La Serena. média mensal e horas de brilho de Sol diário. G. dos actinógrafos bimetálicos podem variar de 10 a 15%. necessários para a elaboração dos Mapas de Isolinhas de Radiação Solar Global Diária. compatibilizar a necessidade ideal de informação (distribuição espacial ideal de estações) com a possibilidade real (econômica) de instalação e manutenção desta rede. climáticos e vegetais.000. 1992. 21. média mensal foram disponibilizados: ! Mapa do Brasil com Divisão Político . Cada um destes 13 mapas transparentes ( 1 anual e 12 mensais) foram superpostos ao mapa de hipsometria do Brasil. Dados piranométricos 2. prevalece a série mais longa. 1. Uma escolha definitiva necessitará de medidas detalhadas do recurso no local para determinar seu valor e principalmente a sua variabilidade temporal. localidades com dados de horas de brilho de Sol ou com dados de radiação solar medidos com actinógrafos e com piranômetros (valores diários. busca-se compatibilizar a base de dados ( de procedência muito diversa. a distribuição global do mencionado recurso. H. a partir das informações existentes. médias mensais e anual das localidades que constam da base de dados foram locados em mapas nacionais. Estas situações ocorrem em todas as partes do mundo porque as redes de medição existentes não se encontram adequadamente distribuidas.000 habitantes. Chile. preparados em papel vegetal na escala 1:5.1.Hipsometria do IBGE. 1996.000. Dentro das possibilidades oferecidas pelas informações disponíveis.5. mediante o uso de mapas de isolinhas do Atlas. en Memorias del III Congreso Nacional de Energía.3 Procedimentos Isolinhas de radiação solar Os valores da radiação solar global diária. sem perder de vista o caráter preliminar do produto final. foram deixados de lado e excepcionalmente foram utilizados no caso de existirem alguma dúvida durante o processo de traçamento das isolinhas. com altitude de 200 em 200 m. ! Mapas do Brasil com cobertura de Vegetação. com simbologias distintas das localidades com medidas feitas com actinógrafos bimetálicos.5. senão impossível. . (porque o valor médio do recurso solar parece adequado ) tem um caráter indicativo preliminar que ressalta o potencial da região.5775. devem aparecer regiões nas quais sejam necessárias novas medidas porque não se fizeram antes adequadamente.5 METODOLOGIA DA ELABORAÇÃO DAS CARTAS DE ISOLINHAS 1. as interrelações entre os fatores geográficos. Vol. com cotas de 200 em 200 m. É muito difícil. dependendo do modelo7.000. desde que tenham 8 Grossi Gallegos.8 e que os registros diários. médias mensais e anuais) . Dados actinográficos 3. além de outras localidades menores. encontram-se na faixa de 3% a 5%. como a energia solar e eólica. em faixas de papel. Adicionalmente foram elaborados dois mapas mostrando a localização das estações piranométricas e actinográficas e as estações heliográficas. Como conseqüência do mesmo. 1. onde estão localizadas cidades com mais de 50. As localidades com medidas realizadas através de piranômetros foram diferenciadas. cujas informações foram utilizadas para a confecção dos mapas de isolinhas mensais e anuais da radiação solar e insolação . com o nível de insolação ou radiação solar foram captadas no momento da feitura dos mapas de isolinhas. pp. Global radiation climate changes: The World Network.000. Foram preparados mapas do Brasil em papel vegetal com a Divisão política (Estados). tanto pelo instrumental com que foram obtidos quanto pela extensão e tratamento a que foram submetidos) e determinar grandes zonas.000).

M.G. Isolinhas de horas de insolação (horas de brilho do Sol) Os valores da insolação diária. I. Convém observar que as cartas de isolinhas de insolação diária.6. UNESCO. 9 Esteves. também foram registrados nos mapas transparentes (em papel vegetal) do Brasil. expressos em horas/dia estão localizados sobre as isolinhas com a mesma convenção utilizadas para as isolinhas de radiação solar. 10 Grossi Gallegos. Verifica-se também neste trimestre que o centro de máxima ( 18 MJ/m2. 11.M. y de Castel. 1993. média mensal elaboradas neste Projeto. Renzini.. consideraram-se as mesmas localidades utilizadas para elaboração das cartas de radiação solar . Aires. são exemplos de localidades excepcionalmente bem servidas de radiação solar. Com o objetivo de homogeneizar a densidade espacial das informações disponíveis. as cartas preparadas constituem o conjunto mais atualizado e de melhor qualidade já elaborado sobre o recurso solar no Brasil. Pelas considerações anteriores. foi estabelecido como espaçamento adequado.8 contidas no Capítulo III deste Volume exemplificam estes fatos mostrando as isolinhas de radiação solar diária. ! Foram levados em consideração valores médios da radiação solar obtidos em países limítrofes. onde as estações solarimétricas registram 2 intensidade de radiação na faixa de 8 a 18 MJ/m . Anales del II Congresso Interamericano de Meteorologia. Estimación de la distribuición de la radiación solar global en la República de Bolívia. Vol. médias mensais e anual. 11 Grossi Gallegos. Argentina. no Sudão. Atlas Climático de América del Sur.E. com um nível de confidência de 90%. G. Também foram considerados os resultados de estudos sobre a variabilidade espacial dos valores de insolação diária. Califórnia. Atienza.. Considerando as características das informações existentes. Buenos Aires. médias mensais e anual. Convencionou-se localizar estes números sobre as isolinhas.. 28 Cartas.dia) ocorre sobre uma vasta região compreendida entre leste do estado de Pará. M. 1987. Cartas de radiación solar global para a region meridional de América del Sur. Estados Unidos. A simple method for correcting the solar radiation readings of a Robitzsch-type pyranometer. o espaçamento entre isolinhas foi fixado em uma hora/dia. 12 Grossi Gallegos.dia) ocorre ao sul do estado de Rio Grande do Sul. G.9 P19ÁG 19 uma manutenção razoável . para o mês de maio.6 AVALIAÇÃO DO RECURSO SOLAR NO BRASIL As regiões desérticas do mundo são as mais bem dotadas de recurso solar. 1987. B. y Garcia. Assim a região da cidade de Dongola. 3. Porém. ! Em regiões aproximadamente homogêneas ( admitindo-se isotropia) extrapolaram-se as medidas diárias. 12 ! Foram utilizadas. pp.7 e 3. and De Rosa. As Cartas 3. médias mensais e anual foram 2 expressos em MJ/m .. G. e a região de Dagget no Deserto de Mojave. as isolinhas foram tracejadas. Budapest. H. descrevem de forma adequada os dados disponíveis no Brasil.10. como apoio complementar. 83-93. Como não era conhecida a qualidade dos dados de insolação obtidos com heliógrafos do tipo Campbell-Stokes. Buenos Aires. I (J. as variações sazonais para o NE são menores. Os valores de insolação.10. considerando um erro não inferior a 10%. O.3. admitiu-se " a priori" uma confiabilidade igual para todos. Além disso. H. acrescentando outras em regiões onde se dispunham de poucas informações de radiação solar. 9-13.3.dia. 42.1-16.. o que poderá resultar em importantes vantagens técnicas e econômicas dos sistemas solares instalados nesta região. a sua eventual conversão para radiação solar poderia tornar essas isolinhas em valiosa informação complementar dos mapas e banco de dados da radiação solar. G. têm valores da radiação solar diária. H. razoavelmente correlacionadas com as condições pluviométricas e horas de insolação correspondentes. A. La Plata..dia.. do lado crescente. Garcia. médias mensais . Actas de la 12a Reunión de Trabaljo de la Asociación Argentina de Energia Solar. Argentina. M. Atienza. mostram que a radiação solar no Brasil varia entre 8 a 22 MJ/m2.. regiões bem diferenciadas.dia. são mostradas na Tabela 1. Unzueta. As cartas de radiação solar global diária. os valores da radiação solar diária. Tomo I. As cartas de radiação solar mensal mostram claramente para cada mês. pp. . 1. médias mensais e anual têm um caráter totalmente diferente das cartas de radiação solar : são apenas uma imagem gráfica dos dados que constam do Banco de Dados Solarimétricos. I. Actas del 70 Congreso Latinoamericano de Energia Solar . mínimas e anuais para estas duas localidades e algumas outras do Brasil. média anual comparáveis às melhores regiões do mundo. médias mensais . ou seja. Comentários gerais sobre os resultados As cartas de isolinhas da radiação solar global diária. Saravia. máximas. média mensal. Os valores da radiação solar global diária. Solar Energy. localizada no Deserto Arábico. Hungria. que constam do Banco de Dados Solarimétricos. Vol. Peralta. A tendência de mínima ( 8 MJ/m . n0 1. provenientes de medições piranométricas até aproximadamente 200 Km sem incorrer em um erro maior que 10% . o valor de 2 MJ/m2.M. pp. 303-308. Cartographia. entre isolinhas sucessivas. médias mensais em regiões homogêneas e isotrópicas que permitem extrapolar os valores até 200 km sem exceder os erros de extrapolação de 15%.dia e revelam um período de mínimo no trimestre maio-junho-julho. 1989. foram priorizadas as informações obtidas com os primeiros. La medición de la radiación solar en la República del Paraguay. as áreas localizadas no Nordeste do Brasil. C. M. M.2.. junho e julho.16a Reunión de Trabajo de la Asociación Argentina de Energias Renovables y Ambiente. oeste dos estados de 2 Ceará e Bahia e a fronteira sul do estado da Bahia. Para efeito de comparação. 1975. com um nível de confidência de 90%. Nas regiões onde não existiam informações ou onde não eram suficientemente confiáveis. y Arteaga Tamayo. Vol. no lado de valores crescentes. A. Como pode ser visto nesta tabela. Atienza. 16. pp. 13 Organización Meteorológica Mundial. Como conseqüência das considerações anteriores. as Cartas Pluviométricas do 13 Atlas Climatológico da América do Sul preparado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) e os mapas de cobertura vegetal do Brasil.. Hoffmann).

5(Set) 19.3 Curitiba-PR-Brasil 25 26' 9. que o menor índice de nebulosidade (maior índice de radiação Solar) se concentra na parte central da região Nordeste do Brasil.9(Ago) 17.7 1.4 Floriano -PI-Brasil 6 46 ' 17.4 B.0(Fev) 22. da Lapa -BA- 13 15 ' 15.P20ÁG 20 Já no trimestre outubro-novembro-dezembro.8 1.3(Jun) 22.dia em uma região pequena do centro-oeste do Rio Grande do Sul e valores de 22 MJ/m2.0 1. As Cartas 3.1(Out) 19. 3.dia em uma região relativamente vasta do Nordeste do Brasil. Para situações locais deve-se recorrer às médias numéricas das respectivas estações solarimétricas. J.2 2. da Zona de Convergência Inter-Tropical e dos sistemas Frontais do Sul são menores. Tabela 1.7(Out) 19.7 1.7 0 0 0 0 0 ' .0 Belém-PA-Brasil 1027' 14. médias mensais para diversas localidades do Mundo Localidade Latitude Hh(mínimo) 2 (MJ/m ) Hh(máximo) (MJ/m2) Hh(anual) (MJ/m2) Hh(max. média mensal representam apenas uma primeira aproximação do campo de energia solar disponível à superfície.4 Dongola-Sudão 19 10 Dagget .3(Jun) 20.11.6(Out) 16.2 .9(Jun) 21. Horizonte-MG-Brasil 19056' 13.8(Jun) 18.1(Dez) 15.8(Dez) 31. novembro e dezembro.USA 34052' 7. Também pode ser deduzido das cartas de isolinhas de radiação solar.dia ocorre na vastíssima região Amazônica.3 Petrolina-PE-Brasil 9023' 16. Convém ressaltar que as cartas de distribuição espacial de radiação solar diária.Dados de radiação solar diária. média mensal.3 Cuiabá-MT-Brasil 15033' 14.0 2. para os meses de outubro.0 P. Neste período a tendência de mínima de 16 MJ/m2.2(Out) 18. onde as influências da costa marítima.dia.2(Fev) 19.7(Jun) 19.4 B.5 1. 2 atingindo um valor máximo de 24 MJ/m . observa-se que as estações solarimétricas registram intensidades de radiação acima de 16 MJ/m2.4(Jan) 14.13 contidas no Capítulo III deste Volume exemplificam estes fatos mostrando as isolinhas da radiação solar diária. Neste período ocorre um centro de 2 máxima de 24 MJ/m .1(Dez) 27.9 4.)/Hh(min 19.7 1.7(Jun) 20.12 e 3.dia.2(Jun) 22. Alegre-RS-Brasil 30 1' 8.4 1.7(Mai) 23.

Instrumentos de Medidas Solarimétricas Capítulo II .

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7 m. Fotocélulas de silício monocristalino são utilizadas no presente.4 a 0.3 a 0.4 a 1. INSTRUMENTOS DE MEDIDAS SOLARIMÉTRICAS.3 m a 3 m. Sensores baseados na expansão diferencial de um par bimetálico.1 m com máximo em torno dos 0. normalmente pintadas de preto e branco e igualmente iluminadas. provocado por uma diferença de temperatura entre duas superfícies de cor preto e branco. à qual a fotocélula é sensível (0.2 SENSORES E PRINCÍPIOS DAS MEDIÇÕES SOLARIMÉTRICAS Os instrumentos solarimétricos medem a potência incidente por unidade de superfície. adotadas pela World Meteorological Organization (WMO) Commission for Instruments and Methods of Observation [2]. As medições padrões são a radiação total e a componente difusa no plano horizontal e a radiação direta normal.9 m). Sua maior limitação é a não uniformidade da resposta espectral e a região relativamente limitada de comprimentos de onda. apresenta essa característica no intervalo de 0. 2. As definições a serem utilizadas neste capítulo estão baseadas no trabalho "Terminologia de quantidades de radiação e instrumentos de medida".Fundamentos e Tecnologia de Conversão Heliotermoelétrica e Fotovoltáica. Seu custo é de 10 a 20% dos custos dos instrumentos que usam termopilhas. 2. que mede a diferença de temperatura entre duas superfícies. * O texto deste capítulo foi extraído do livro Energia Solar . uma parte do ultravioleta próximo de 0. modelo 8-48. Capítulo 4.1 IINTRODUÇÃO As medições solarimétricas na superfície terrestre são da maior importância para o estudo da influência das condições atmosféricas nas componentes direta e difusa da radiação solar [1]. são também utilizados em instrumentos solarimétricos (actinógrafos tipo Robitzch-Fuess). integrada sobre os diversos comprimentos de onda. e o infravermelho no intervalo de 0. como sensores para medições piranométricas. o piranômetro Eppley. 2 . 0. A expansão do sensor movimenta uma pena que registra o valor instantâneo da radiação solar.7 a 5 m. Por exemplo. Habitualmente são utilizados instrumentos cujo sensor de radiação é uma termopilha. A vantagem principal da termopilha é a sua resposta uniforme em relação ao comprimento de onda. com bastante frequência.4 m. A radiação solar cobre toda a região do espectro visível. cujos autores são Naum Fraidenraich e Francisco Lyra.INSTRUMENTOS DE MEDIDAS SOLARIMÉTRICAS * .P23ÁG 23 2.

o valor do limiar está entre 100 e 200 2 W/m . o período de tempo em que a radiação solar supera um dado valor de referência. A energia em excesso dos fótons é simplesmente dissipada em forma de calor. 2. Este limiar apresenta uma variabilidade. enquanto que no intervalo de sensibilidade das fotocélulas está compreendido 66% da radiação. neste caso.27 e 4.P24ÁG 24 Cerca de 99% do espectro solar estende-se entre 0. .1 Heliógrafo Este instrumento tem por objetivo medir a duração da insolação.3 INSTRUMENTOS SOLARIMÉTRICOS A radiação total que atinge um plano horizontal localizado na superfície terrestre é a soma de duas componentes. possuindo o sensor e o registrador na mesma unidade. Fotocélulas e termopilhas realizam medidas essencialmente diferentes. é realizada pelos mesmos instrumentos de medição de radiação total. O comprimento desta região mede o chamado número de horas de brilho do Sol. em conformidade com a OMM. brilho. a distribuição espectral modifica-se com a massa de ar e cobertura de nuvens. Entretanto.3. o momento de primeira ordem da distribuição espectral. Este equipamento consiste de uma esfera de vidro polida. como resultado da exposição.7 m. parte da radiação refletida no solo adjacente incide na sua superfície. se coloca a carta de papel para registro diário. denominada albedo. do clima e do tipo da carta utilizada. normal aos raios. a saber: Ih = Ibncos z + I d onde Ibn é o fluxo de radiação direta. voltados para o solo. o que é mais comum. Esta diferença dá origem a características espectrais qualitativamente diferentes que complicam a análise da interrelação entre ambos os tipos de sensores. portanto. Diversas correlações desenvolvidas permitem o cálculo da radiação total diária. Os instrumentos que são descritos a seguir se destinam à medição da radiação total ou de uma das suas componentes ou. a partir das horas de (a) (b) Figura 2.3. portanto.1 (a) Heliógrafo Campbell-Stokes. Uma termopilha mede potência e. Quando o plano está inclinado de um ângulo com relação ao plano horizontal. O actinógrafo é utilizado para medição da radiação solar total ou sua componente difusa. Esta radiação constitui uma terceira componente. sendo estes. uma recomendação da Organização Meteorológica Mundial (OMM) 2 estabelece que o valor do limiar deve ser de 120 W/m [3]. O heliógrafo opera a partir da focalização da radiação solar sobre uma carta que. também conhecidos como piranógrafos. é enegrecida. São instrumentos ainda de muita importância. Em geral. esses fótons interagem (banda de energia proibida do silício). acima do qual há o enegrecimento da carta de papel do heliógrafo. z o ângulo formado pelos raios com o plano horizontal e Id a radiação difusa que incide sobre o plano horizontal. já há bastante tempo. devido ao relativamente grande número deles instalados em todo o mundo. bastaria uma calibração destes sensores. Essa mudança é muito importante para a componente direta normal da radiação e extremamente grande para a radiação difusa ao ponto que. (b) Cartas de registro 2. A fotocélula conta o número de fótons com energia maior que a diferença existente entre duas bandas de energia do material. Na figura 2. com as cartas especificadas pelo Serviço Meteorológico Francês. ou seja. que não seriam. quando necessária. que se comporta como uma lente convergente montada de maneira tal que. afetados pela sua resposta espectral. em seu foco. No entanto. A medição do albedo. dependendo da localização geográfica. com as quais. foram muito utilizados devido ao seu baixo custo. da sua integral ao longo de um dia. Se o espectro solar tivesse sempre a mesma distribuição. 2.2 Actinógrafo Estes instrumentos. O instrumento recomendado para medição da insolação (número de horas de brilho do Sol) é o heliógrafo do tipo Campbell-Stokes. Existe um limiar de radiação solar. porém. a medição pode estar afetada de erros da ordem de 40%.1 pode ser observado um heliógrafo Campbell-Stokes e as respectivas cartas de registro.

quando iluminadas. na figura 2. reduzindo o erro para cerca de 4% [4]. é necessário a aquisição de um planímetro para totalização de registro obtido na carta. o erro nas medições de um piranômetro fotovoltaico estão na ordem dos 3%. que serão descritos a seguir. e irão se curvar. porém não há boa compensação de temperatura e o tempo de resposta é lento. em consequência. As tiras brancas estão fixadas e a preta está livre em uma extremidade.3.3. Entretanto. podem melhorar ainda mais os resultados.00. este encurvamento gera um movimento no extremo livre. a central de cor preta e as laterais brancas. Tais piranômetros têm recebido diversas críticas. Figura 2. Mesmo com uma calibração mensal. As fotocélulas têm a propriedade de produzir uma corrente elétrica quando iluminada. levam a erros na faixa de 15 a 20%. Certos procedimentos.P25ÁG 25 O mesmo consiste.3 Piranômetro Fotovoltaico O custo dos piranômetros de primeira e segunda classe. Trabalhos publicados mostram as possibilidades destes instrumentos. Estes instrumentos têm boa linearidade e boa resposta espectral. 2. Os custos destes instrumentos estão na faixa de US$ 130-300 [4 e 5]. Um actinógrafo bimetálico tipo Robitzsch-Fuess é mostrado a seguir. são bastante estáveis. estudos recentes mostram a possibilidade de melhorar consideravelmente a precisão dos resultados.3 -Piranômetro com sensor fotovoltaico . incluindo a própria planimetria do registro. incorrigível. entretanto. em um receptor com três tiras bimetálicas. já possuem soluções plenamente satisfatórias [3]. porém. devido a sua grande sensibilidade e resposta quase instantânea. quando comparados com piranômetros de precisão [5]. essencialmente. Os actinógrafos só devem ser utilizados para medição de totais diários de radiação. As características do instrumento. sua utilização é recomendada para integrais diárias de radiação solar total sobre o plano horizontal ou para observar pequenas flutuações da radiação. sendo considerado um instrumento de terceira classe. cerca de 10 s. que é transmitido mecanicamente a uma pena que irá registrar sobre uma carta de papel. na condição de curto-circuito. De qualquer forma.2 . proporcional à intensidade da radiação incidente. Estes solarímetros possuem como elemento sensor uma célula fotovoltaica. Seu custo estimado é da ordem de US$ 500. sendo para isso necessário a planimetria da carta com o registro.2 -Actinógrafo bimetálico do tipo Robitzsch-Fuess Figura 2. como o mostrado na figura 2. Entretanto. devido a sua seletividade. com uma degradação de sensibilidade menor que 2% ao ano. particularmente quanto ao seu comportamento espectral. Tais sensores. seu baixo custo e facilidade de uso os faz particularmente úteis como instrumentos secundários. de custos mais reduzidos. tem promovido o interesse pelo desenvolvimento e utilização de instrumentos com sensores fotovoltaicos. em geral de silício monocristalino. como a refletividade das células e dependência da resposta com a temperatura. em consequência dos diferentes coeficientes de dilatação dos metais que as compõem. Este fenômeno é inerente ao sensor e. Na tira preta. seja para usos isolados ou como integrantes de uma rede solarimétrica [5 e 6]. Para valores diários. montada sobre um tambor acionado por mecanismo de relojoaria. de forma a se conseguir diferenças menores que 1% em medidas de radiação diária. esses erros não são inferiores aos 5 a 10%. sendo esta corrente. Outras questões.

Dentre os piranômetros com superfície receptora totalmente preta os mais usados são o Eppley PSP (Estados Unidos). quando iluminadas. e o Kipp & Zonen CM-5 e CM-10 (Holanda). melhor que o actinógrafo. e as frias em contato com as superfícies brancas. o Cimel CE-180 (França). em torno de US$ 1. possuem boa resposta espectral. Os piranômetros mais difundidos dentro do tipo Black & White são: Eppley 8-48 (Estados Unidos). isto é. sendo eles [3]: Piranômetro com o detector pintado de branco e preto. a temperatura do ar.5 -Piranômetro espectral de precisão Eppley PSP. linearidade e uniformidade na resposta e tempo de resposta.00. Tais instrumentos podem ser usados para medir radiação em escala diária.3. o Eppley 8-48 e o CE-180 possuem compensação em temperatura. aproximadamente.500. sem contar o equipamento de aquisição de dados. Os piranômetros têm boa precisão. . as quais se encontram em contato térmico com placas metálicas que se aquecem de forma distinta. Destes. a diferença de potencial medida na saída do instrumento pode ser relacionada com o nível de radiação incidente. em essência. associadas a um bloco de metal de grande condutividade térmica. Os piranômetros. Todos os demais piranômetros referidos aqui são de segunda classe. Há uma certa dependência do fator coseno para grandes ângulos de incidência. o que vai depender mais da programação do equipamento de aquisição de dados associado [7].2.5. Portanto. altamente absorventes. mostrado na figura 2. O maior empecilho ao largo uso do piranômetro termoelétrico é o seu custo.4 Piranômetro Termoelétrico P26ÁG 26 O elemento sensível destes solarímetros é. Apenas o Eppley PSP é compensado em temperatura. Figura 2.4 -Piranômetro do tipo preto e branco (Black & White) Eppley 8-48. Tais termopares geram uma tensão elétrica proporcional à diferença de temperatura entre suas juntas. uma pilha termoelétrica. visto na figura 2. Figura 2.4. resguardadas da radiação solar e tendo. dependendo do tipo utilizado. de grande refletividade. em geral. porém este problema é comum aos outros citados (actinógrafos e piranômetro fotovoltaico) [5]. o Star ou Shenk (Áustria) e o M-80M (Rússia). Dentre os piranômetros termoelétricos existem essencialmente dois tipos em uso. Nestes instrumentos. na faixa de 2 a 5%. horária ou até menor. Piranômetros com a superfície receptora totalmente enegrecida em contato térmico com as juntas quentes e as frias. constituída por pares termoelétricos (termopares) em série. as juntas quentes das termopilhas estão em contato com as superfícies negras. tais como estrela ou quadriculados. dispostas em coroas circulares concêntricas ou com outros formatos. o receptor apresenta alternativamente superfícies brancas e pretas. colocadas no interior do instrumento. sendo um instrumento de precisão e considerado de primeira classe.

3. respectivamente fabricados nos Estados Unidos e na Holanda. s Zenite Possuem uma termopilha de oito juntas de Cobre-Constantan prateado.5. O mais tradicional é o uso da banda de sombra em forma de aro ou semiaro. Esta diferença requer e pode ser objeto de correção.3.P. Um piroheliômetro Eppley N. nd a Os Piroheliômetros de Termopares são os equipamentos normalmente utilizados para medições em campo da radiação solar direta normal.7). Desta forma. cujo ângulo de aceitação habitualmente é menor que o ângulo de aceitação do instrumento. juntamente com a disponibilidade de um seguidor equatorial. Estas características. para medição da radiação solar difusa. de forma a não incidir radiação solar direta. a partir de sua leitura. pode ser visto na figura 2.6. com o objetivo de diminuir os efeitos do vento e as mudanças na temperatura ambiente. quando adequadamente utilizados nas medições. aplicar um fator de correção na constante de calibração do piroheliômetro. os mais difundidos são os de termopilhas. que é permanentemente focalizado na região do sensor. .2.5%.6 Medição da Radiação Solar Difusa As medições de radiação difusa são realizadas com piranômetros ou mesmo actinógrafos.7 .3. o faz um instrumento bastante útil para trabalho contínuo. que é função da dita temperatura. colocada em paralelo com a eclítica. 2. além de proteção contra chuvas.P.6 -Piroheliômetro de incidência normal Eppley N. possuem erro na faixa de 0.P. Ele se caracteriza por possuir uma pequena abertura de forma a "ver" apenas o disco solar e a região vizinha.3. Devido a não ser compensado nas variações da temperatura ambiente.5.I. Neste tipo de piroheliômetros. Figura 2. no intuito de compensar as flutuações térmicas nonterior do instrumento.Esquema de montagem de um piranômetro com banda de sombra. possui um termômetro incorporado que permite. denominada circumsolar.2. P de lano so da m B br a a. Em geral. cujos sensores se encontram sombreados por uma banda ou disco. Na atualidade.I. Eix od aT err a Sombra Banda de sombra Horizontal do local 2. Têm paredes duplas no corpo principal.I.2 Piroheliômetro Kipp & Zonen Este equipamento conta com uma termopilha de 40 juntas de manganinaconstantan em dois grupos circulares. São compensados em temperatura.5 Piroheliômetros P27ÁG 27 O piroheliômetro é o instrumento utilizado para medir a radiação direta. Os piroheliômetros são instrumentos de precisão e.I. o sensor estará protegido durante todo o dia (ver figura. que é ajustado periodicamente para acompanhar a mudança do ângulo de declinação do Sol. (Normal Incidence Pyrheliometer) e o Kipp & Zonen Pyrheliometer. de 20 cada um. Os mais difundidos são o Eppley N. O fato do piroheliômetro ter um ângulo de aceitação que permite medir a radiação circumsolar pode levar a certos equívocos com relação à intensidade da radiação direta que incide e é aceita por coletores concentradores. Uma janela de quartzo na abertura frontal também minimiza os problemas citados. O ângulo de aceitação é da ordem de 6º e o instrumento segue o movimento do Sol. se utiliza uma montagem equatorial com movimento em torno de um único eixo. o princípio operacional é semelhante ao dos piranômetros termoelétricos.P. Um desses grupos se encontra protegido do Sol. Piranômetro Su da porte Ba nd para a d Aju e s ste om bra Figura 2.1 Piroheliômetro Eppley N. 2.

Miliamp.8 Classificação da Exatidão dos Radiômetros Solares A Organização Meteorológica Mundial (OMM) tem estabelecido limites de exatidão para quatro tipos de radiômetros: piroheliômetros padrão de referência e instrumentos de primeira. em geral. o uso do disco sombreador necessita do seguimento contínuo do Sol.3.1 Tabela 2. Idealmente. Entretanto. cerca de 5º. como um padrão secundário para calibração em campo. o que exige uma instalação consideravelmente mais sofisticada que no caso da banda de sombra. 0. Consiste em um círculo montado de forma a sombrear o sensor do piranômetro com poucos milímetros de tolerância e produzindo um mesmo ângulo sólido de um piroheliômetro padrão. devido à sua geometria. EQUIPAMENTOS Sensilibidade Estabilidade Temperatura Seletividade Linearidade Constante do Tempo Pirohel. Pesquisadores apontam a alternativa de usar um instrumento. Cada centro nacional deve satisfazer os seguintes requisitos [2].3 +1 +3 REDE MUNDIAL DE CENTROS DE RADIAÇÃO SOLAR É necessária uma inspeção contínua dos instrumentos solarimétricos e dos equipamentos acessórios existentes (aquisição de dados.8 -Piranômetro com banda de sombra para medição de radiação difusa. enquanto se processa o transporte e calibração do mesmo.7 Alguns Aspectos Operacionais Em primeiro lugar deve se tomar os devidos cuidados na instalação dos solarímetros. para ser utilizado como instrumento nacional de referência . regional e nacional de centros de medição de radiação solar de acordo com a Escala Piroheliométrica Internacional. Figura 2. 2a classe (mW/cm 2) (%) (%) (%) + 0. em laboratórios certificados pela OMM. 25 s Pirohel. segunda e terceira classes. Instrumentos Secundários Pirohel.1 unid. a Organização Meteorológica Mundial tem recomendado o estabelecimento de um sistema mundial.2 + 0.) observando se estão operando de forma adequada. há a questão da calibração periódica.2 +1 Cronôm.1 -Classificação da exatidão dos radiômetros solares [1]. albedo das superfícies vizinhas e refletividade da superfície interna da banda.2 + 0.8. apresentando uma grande variabilidade. 0. 2.P28ÁG 28 O custo da banda de sombra é relativamente baixo e sua montagem é simples. latitude. porém. periodicamente calibrado. Porém. Padrão de Ref. entre 5 e 25%. devido a que a banda também bloqueia parte da própria radiação difusa. (%) + 0. Uma fotografia de um piranômetro com banda de sombra é mostrada na figura 2.1 s 0. deve ser evitado tanto obstruções como objetos com alta refletividade nas proximidades do instrumento. Esta correção oscila. Em particular. Deve-se. etc. os solarímetros devem ser calibrados pelo menos uma vez por ano.) 25 s 25 s +1 Pirohel. turbidez atmosférica e grau de nebulosidade. 3a classe +1 +5 +5 +5 +2 +3 1 min. dependendo de dimensões geométricas da banda.5 +2 +2 +2 Pirohel.5 +1 +1 +2 +2 +2 (Máx.4 + 0. Este procedimento pode ser caro e deixa o instrumento Deve possuir no mínimo um piroheliômetro padrão do tipo de compensação de Ångström ou de disco de prata.1 +1 (%) + 0. 4 min.5 + 0. o que pode acarretar interferências nas medições.1 +1 +1 +2 +1 +1 1 min. Resposta Coseno (%) +3 + 5a7 + 10 Resposta Azimutal (%) +3 + 5a7 + 10 Erros nos Equipamentos Auxiliares 2.3 s Erros no Sist.3. o disco é mais conveniente.1 unid. de Regist. Finalmente.1 + 0. Existem várias propostas de fórmulas para realizar esta correção [3]. época do ano. levar em conta os devidos cuidados para a validade do procedimento [11].1 unid. 1 a classe Pirohel. Como dispositivo sombreador. 0.2 + 0. Os limites de exatidão estão mostrados na tabela 2. dispositivos de movimentação para acompanhamento do Sol. 0. 2. (%) + 0. Com o intuito de permitir a comparação das observações de radiação em escala nacional e internacional. 2a classe + 0. 1a classe + 0.4 Galvano. de 1956. é necessário se proceder uma correção das leituras.

G. National Renewable Energy Laboratory. 39.. (9) TARPLEY. 1979. Suécia Uccle. J.G. A Simple Method for Correcting the Solar Radiation Readings of Robtzsch . 1977. 1. Argentina. and MASSE. deverá ser igual à exatidão do instrumento padrão de referência. HARRISON.J. v. B. F. Referências (1) WOOD. Buenos Aires/Argentina. 6. 1992. (4) ! O pessoal do centro deverá assegurar a continuidade de suas atividades e incluir entre seus membros um cientista qualificado com ampla experiência no campo da solarimetria.TARPLEY.na calibração dos instrumentos pertencentes à rede nacional de solarimetria. Appl. Austrália Região VI Davos ( Suíça) Kew. (7) LYRA. C. e TIBA. The Calibration of Thermal Radiation Detectors. Grã-Betanha e Irlanda do Norte Leningrado. y GARCIA.. L. B. no mínimo. FRAIDENRAICH. (11) Região V Aspendale. Tunísia Tamanrasset. G. Argentina (10) GAUTIER.2 -Localização dos centros mundiais e regionais de radiação solar [1]. N. Solar Energy. Centro de Investigaciones de Recursos Naturales . D.D. ! O centro nacional deverá possuir as facilidades necessárias e equipamentos para verificar e estudar a operação e desempenho dos instrumentos pertencentes à rede nacional.M.A.. Solar Energy Engineering.Situação e Propostas. Canadá Washington.2 estão relacionados os locais dos centros mundiais e regionais. A. (8) DRUMMOND. Tabela 2. 18. África do Sul Tunis.D. CENTROS MUNDIAIS DE RADIAÇÃO Davos ( Suíça) Vacjkov (URSS) CENTROS REGIONAIS DE RADIAÇÃO Região I Karthoum.A Primer on Solar Radiation Data. A. Meteor. The Eppley Lab. EUA Região II Poona... New York. Reprint Ser. D. 18. Instrumentación Solarimétrica.. Solar Energy. Estimating Incident Solar Radiation at the Surface from Geostationary Satellite Data. S. (12) Shining-On . 42. URSS Estocolmo. ATIENZA. Estimating Incident Solar Radiation at the Surface from Geostationary Satellite Data. existentes na década de 70. v. (2) Guide to Meteorological Instrumentation and Observing Practices. J. 4ª Edição.Secretariado da Organização de Meteorologia. and de ROSA. FEUERMANN. (3) ATIENZA. and ZEMEL. G. 1987. Na tabela 2. 1993. Appl. 1987. Solar Energy. n.. P29ÁG 29 ! O instrumento padrão deverá ser comparado com o instrumento padrão regional uma vez em cada cinco anos. Solar Energy Measuring Equipment. (6) GALLEGOS. J. Zaire Pretória. DIAK. 1992. Editado por Sayigh. Genebra. Meteor. 46 n. 19. 1979.Instituto de Clima y Agua.. Suíça. Índia Região III Buenos Aires. n. 1967. Empirical Radiometric Correction of a Silicon Photodiode Rotating Shadowband Pyranometer. 1989. 1980. Anais do II Congresso Interamericano de Meteorologia e V Congresso Argentino de Meteorologia. Colorado/USA. Academic Press. 1971. v.Type Pyranometer. v. G. M. A. v. USA. A. Argélia Região IV Toronto.Meteor. 1993. C. Requisitos adicionais para os centros mundiais e regionais podem ser encontrados na referência [2]. J. relatório para o Grupo de Trabalho em Energia Solar Fotovoltaica. C. Appl. 2.. Recife-PE/Brasil. and LE BARON. Solarimetria no Brasil . Bélgica FAIMAN.J. .D. A Simple Physical Model to Estimate Incident Solar Radiation at the Earth Surface from GOES Satellite Data. ESTEVES. Cartas de Radiación Solar Global Diária para la Región Meridional da América del Sur. Accurate Field Calibration of Pyranometers. Sudão Kinshasa. (5) MICHALSKY. H. A exatidão da calibração dos instrumentos solarimétricos utilizados na rede nacional. J. J. v. nº 35.

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Mapas de Isolinhas de Radiação Solar. Capítulo III .

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Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Brasília Paracatu GRUPO FAE . Dos Cavalos B. Claro Viçosa Pindorama Pedro Barbacena Lavras Ribeirão Santos Preto Mococa Machado Dumont Monte A. Petrolini Rio Grande Paraná 150 Castro Pariqueraaçu São Gonzaga BorjaJulio Castilhoí Farroupilha AlegreteSanta Uruguaiana Maria Estações Actinográficas ESCALA GRÁFICA Ijuí RS MG Jequitinhonha Guaratinga Capelinha RJ SC Rafaela 150 75 0 PR Ilhéus Salinas Montes Claros Caratinga Bom Jaguara Belo Horizonte Despacho Colina São Carmo R.Centro de Pesquisa de Energia Elétrica SE Irecê Cuiabá LEGENDA AL Monte Santo MT Surubim RECIFE PE Paulo Afonso Porto Nacional Bolívia Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. S.1 Localização das Estações Piranométricas e Actinográficas cujas informações foram utilizadas para elaboração das Cartas de Isolinhas de radiação solar global diária. médias mensais e anual. Do Sul Bagé Pelotas Dom. Da Cruz São Gonçalo Picuí B. De Barros Nogueira Cabrobó Bebedouro TO Rio Branco PB M. R.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich Januária Rio Verde Ponta Porã Paraguai DF N O Coordenador do Projeto Consultoria Técnica Salvador Caetité MS Hugo Grossi Gallegos Lençóis Bom Jesus da Lapa Fazenda Rio Negro Estações Piranométricas BA Barreiras Fazenda São João CEPEL . Sta. Pena El Sombrerito Cerro Azul São Luiz Argentina Mercedes 300 450 Marcos Juarez Oliveros 600 km San Miguel Caravelas Teófilo Diamantina Otoni Sete Lagoas Governador Valadares São Mateus ES Pindamonhangaba Cananéia Curitiba Caçador Itajaí Videira Ituporanga Lages São Joaquim Veranópolis Urussunga Taquari Porto Osório Alegre Encruz. Cruzeta Floriano PI AC RN C Peru Jaguaruana Quixeramobim Morada Nova Carolina Cruzeiro do Sul CE A T L Â N T I C O PA Crateús Barra do Corda Fortaleza O Localização das Estações São Luiz Uruguai 33 33 PÁG .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Kourou Venezuela Rochambeau Guiana Francesa Suriname Guiana Boa Vista Colômbia RR AP Macapá Tracuateua Belém Capitão Poço Tomé Açu Alenquer Belterra Manaus Sobral AM MA Marabá São Félix do Xingu Barbalha Mandacaru Juazeiro RO Montalvânia GO Chigueru Tiba Campo Grande Capinópolis Patos São de Minas Simão Prata Uberaba Palmas Pcia. Rita Do Sul Piracicaba de Caldas Botucatu Campinas Ataliba Rio de Janeiro São Tietê Leonel Paulo Ponta Grossa Foz do Iguaçu Iratí Asuncion Três Maria Vitória da Conquista Monte Azul Bonfinópolis SP Guaíra CHESF . De Santa Rosa Araruna Areia Pombal Mogeiro João Pessoa Esperança Campina Grande Cabaceiras Cajazeiras Teixeira Monteiro Petrolina E A CARTA 3.

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ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela Colômbia 18 RORAIMA Suriname Guiana 16 18 AMAPÁ 16 16 18 AMAZONAS PARÁ 16 CARTA 3.Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.2 Radiação solar global diária.Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica ESCALA GRÁFICA 150 300 450 18 6 600 km SANTA CATARINA 22 8 Argentina 24 RIO GRANDE 24 Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 10 C Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich N O Chigueru Tiba RIO DE JANEIRO Paraguai E A Coordenador do Projeto SÃO PAULO DO SUL 20 O 14 ESPÍRITO SANTO 22 Uruguai 35 35 PÁG . dia ) RIO GRANDE DO NORTE 22 PARAÍBA PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS Peru TOCANTINS SERGIPE RONDÔNIA BAHIA A T L Â N T I C O Janeiro 20 CEARÁ MARANHÃO MATO GROSSO 18 24 22 22 DF Bolívia GOIÁS 20 MINAS GERAIS 20 20 18 MATO GROSSO 16 DO SUL 18 12 PARANÁ GRUPO FAE . média mensal ( MJ/ m 2. De Barros Nogueira CEPEL .Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE CHESF .

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3 Radiação solar global diária. De Barros Nogueira RIO DE JANEIRO Paraguai GRUPO FAE . média mensal ( MJ/ m2.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE CHESF .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 18 Colômbia RORAIMA Suriname 16 18 Guiana AMAPÁ 14 16 16 14 AMAZONAS 18 PARÁ PARAÍBA PIAUÍ ALAGOAS Peru 16 TOCANTINS 22 18 DF Bolívia GOIÁS 20 MINAS GERAIS ESPÍRITO MATO GROSSO SÃO PAULO 18 12 CEPEL .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica 300 450 Argentina 20 RIO GRANDE 18 20 ESCALA GRÁFICA 150 SANTA CATARINA 8 DO SUL Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 20 PARANÁ 10 6 18 20 C Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.Companhia Hidro Elétrica do São Francisco 18 DO SUL 16 20 SANTO N O 18 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich A T L Â N T I C O MATO GROSSO 14 22 RONDÔNIA 22 Chigueru Tiba SERGIPE BAHIA 24 Coordenador do Projeto PERNAMBUCO ACRE E A CARTA 3. dia ) 20 RIO GRANDE DO NORTE O Fevereiro CEARÁ MARANHÃO 600 km Uruguai 37 37 PÁG .

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Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE CHESF .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica ESCALA GRÁFICA 150 300 450 SANTA CATARINA 8 6 Argentina 18 Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 10 600 km C Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich RIO DE JANEIRO N O Chigueru Tiba SANTO E A 14 Coordenador do Projeto MINAS GERAIS ESPÍRITO 18 RIO GRANDE 16 O 24 DO SUL Uruguai 39 39 PÁG .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 18 Colômbia 20 RORAIMA Suriname 18 20 Guiana AMAPÁ 16 16 AMAZONAS 16 CEARÁ MARANHÃO CARTA 3.4 Radiação solar global diária. média mensal ( MJ/ m2.Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. dia ) 20 PARÁ PARAÍBA 16 PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS Peru TOCANTINS SERGIPE RONDÔNIA BAHIA A T L Â N T I C O Março 18 RIO GRANDE DO NORTE MATO GROSSO 18 DF Bolívia 20 22 20 MATO GROSSO 16 DO SUL SÃO PAULO Paraguai 16 18 12 PARANÁ GRUPO FAE . De Barros Nogueira CEPEL .

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Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. De Barros Nogueira CEPEL . média mensal ( MJ/ m 2.Centro de Pesquisa de Energia Elétrica 10 SANTA CATARINA 8 6 Argentina ESCALA GRÁFICA 150 300 450 RIO GRANDE DO SUL Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 C Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich RIO DE JANEIRO 14 14 12 ESPÍRITO SANTO N O Chigueru Tiba 16 16 E A 14 16 MATO GROSSO 18 16 16 O 24 Coordenador do Projeto 600 km 18 A T L Â N T I C O Abril CEARÁ MARANHÃO PARÁ 12 Uruguai 12 41 41 PÁG .Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE CHESF .5 Radiação solar global diária.ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 16 Colômbia RORAIMA 16Guiana Suriname AMAPÁ 16 AMAZONAS RIO GRANDE DO NORTE 18 PARAÍBA PIAUÍ Peru PERNAMBUCO ACRE 16 ALAGOAS TOCANTINS CARTA 3. dia ) SERGIPE RONDÔNIA 16 BAHIA MATO GROSSO 18 DF Bolívia GOIÁS 22 MINAS GERAIS 20 DO SUL SÃO PAULO Paraguai PARANÁ GRUPO FAE .

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média mensal ( MJ/ m2. De Barros Nogueira SERGIPE BAHIA 20 CHESF .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco 16 PERNAMBUCO ACRE 22 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich PARAÍBA PIAUÍ 24 Chigueru Tiba 18 18 CARTA 3.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE CEPEL .6 Radiação solar global diária.ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 16 Colômbia RORAIMA Suriname Guiana 16 AMAPÁ 16 16 16 AMAZONAS 16 ALAGOAS Peru 16 TOCANTINS RONDÔNIA 18 DF Bolívia GOIÁS 14 MINAS GERAIS ESPÍRITO SÃO PAULO Paraguai SANTA CATARINA Argentina 12 RIO GRANDE DO SUL Consultoria Técnica N O C 8 E A PARANÁ 10 6 RIO DE JANEIRO 12 12 Hugo Grossi Gallegos 14 DO SUL GRUPO FAE . dia ) Coordenador do Projeto RIO GRANDE DO NORTE O Maio CEARÁ MARANHÃO PARÁ 10 10 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 150 300 450 600 km Uruguai 43 43 PÁG .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica SANTO MATO GROSSO 16 14 A T L Â N T I C O MATO GROSSO 18 Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.

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Centro de Pesquisa de Energia Elétrica SANTA CATARINA 8 Argentina RIO GRANDE 8 ESCALA GRÁFICA 150 300 450 10 DO SUL Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 PARANÁ 10 6 RIO DE JANEIRO Paraguai C Chigueru Tiba 12 DO SUL 16 Coordenador do Projeto SANTO MATO GROSSO N O 18 E A 18 MINAS GERAIS ESPÍRITO O 24 600 km 8 Uruguai 45 45 PÁG . dia ) RONDÔNIA SERGIPE 18 BAHIA 16 A T L Â N T I C O Junho 16 CEARÁ MARANHÃO PARÁ MATO GROSSO 14 DF Bolívia GOIÁS 22 20 14 SÃO PAULO 12 10 GRUPO FAE . De Barros Nogueira CEPEL .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich CHESF . média mensal ( MJ/ m2.7 Radiação solar global diária.ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela RORAIMA Colômbia Guiana Suriname AMAPÁ 18 18 AMAZONAS RIO GRANDE DO NORTE PARAÍBA PIAUÍ PERNAMBUCO 14 ACRE ALAGOAS Peru TOCANTINS CARTA 3.

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ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela RORAIMA Colômbia Guiana 18 Suriname AMAPÁ 18 18 18 AMAZONAS CARTA 3.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE CHESF .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. De Barros Nogueira CEPEL . média mensal ( MJ/ m2.8 Radiação solar global diária. dia ) RIO GRANDE DO NORTE PARAÍBA PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS Peru TOCANTINS SERGIPE RONDÔNIA BAHIA MATO GROSSO 16 14 DF Bolívia GOIÁS 22 20 DO SUL 16 14 Chigueru Tiba SÃO PAULO Paraguai 12 12 12 PARANÁ GRUPO FAE .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica ESCALA GRÁFICA 150 300 450 10 SANTA CATARINA 8 6 Argentina 10 RIO GRANDE DO SUL Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 10 C Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich RIO DE JANEIRO N O 14 SANTO MATO GROSSO E A 18 MINAS GERAIS ESPÍRITO O 24 Coordenador do Projeto 16 A T L Â N T I C O Julho CEARÁ MARANHÃO PARÁ 600 km Uruguai 47 47 PÁG .

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Companhia Hidro Elétrica do São Francisco 14 SÃO PAULO 12 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich SANTO N O 20 E A 24 A T L Â N T I C O BAHIA 18 Chigueru Tiba 18 ALAGOAS Peru CARTA 3.Centro de Pesquisa de Energia Elétrica 10 SANTA CATARINA 8 6 Argentina RIO GRANDE Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 12 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 150 300 450 600 km 12 C Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. dia ) Coordenador do Projeto RIO GRANDE DO NORTE O Agosto 20 CEARÁ MARANHÃO DO SUL Uruguai 49 49 PÁG . De Barros Nogueira RIO DE JANEIRO 14 GRUPO FAE .9 Radiação solar global diária.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE CHESF .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela RORAIMA Colômbia Suriname 20 Guiana AMAPÁ 20 20 AMAZONAS PARÁ PARAÍBA PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE TOCANTINS SERGIPE RONDÔNIA MATO GROSSO DF Bolívia 16 22 16 MINAS GERAIS ESPÍRITO 18 MATO GROSSO 16 DO SUL 14 Paraguai PARANÁ CEPEL . média mensal ( MJ/ m 2.

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Centro de Pesquisa de Energia Elétrica 10 SANTA CATARINA 8 6 C CHESF .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 20 Colômbia RORAIMA Suriname Guiana AMAPÁ 20 20 AMAZONAS CEARÁ MARANHÃO CARTA 3. De Barros Nogueira CEPEL .10 Radiação solar global diária.Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Argentina RIO GRANDE Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 14 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 150 300 450 600 km RIO DE JANEIRO 14 GRUPO FAE .Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich SANTO MATO GROSSO N O 18 16 E A Bolívia O 24 Coordenador do Projeto 20 ALAGOAS A T L Â N T I C O Setembro RIO GRANDE DO NORTE DO SUL Uruguai 51 51 PÁG . média mensal ( MJ/ m 2. dia ) PARÁ PARAÍBA PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE Peru TOCANTINS SERGIPE RONDÔNIA BAHIA MATO GROSSO 18 DF 18 14 22 20 MINAS GERAIS ESPÍRITO 16 14 Chigueru Tiba 16 DO SUL SÃO PAULO Paraguai 12 PARANÁ Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.

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Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica ESCALA GRÁFICA 150 300 450 SANTA CATARINA 8 6 18 Argentina RIO GRANDE 18 Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 10 600 km C Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich RIO DE JANEIRO N O Chigueru Tiba SÃO PAULO E A 14 SANTO MATO GROSSO 16 Coordenador do Projeto MINAS GERAIS ESPÍRITO O 18 22 A T L Â N T I C O Outubro CEARÁ MARANHÃO PARÁ 22 DO SUL Uruguai 53 53 PÁG .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Venezuela 20 Colômbia RORAIMA Guiana Suriname Guiana Francesa 20 AMAPÁ 20 18 AMAZONAS RIO GRANDE DO NORTE PARAÍBA PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS Peru TOCANTINS CARTA 3.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE CHESF . De Barros Nogueira CEPEL . média mensal RONDÔNIA SERGIPE 18 BAHIA 2 ( MJ/ m .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.11 Radiação solar global diária. dia ) MATO GROSSO 24 20 20 Bolívia 18 22 20 20 18 DO SUL Paraguai 18 18 12 PARANÁ GRUPO FAE .

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ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL

Guiana
Francesa

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Colômbia

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Guiana

Suriname

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18
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TOCANTINS
RONDÔNIA

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DF

GOIÁS

MINAS GERAIS ESPÍRITO
DO SUL

PARANÁ

Consultoria Técnica

ESCALA GRÁFICA
150

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SANTA CATARINA

600 km

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Hugo Grossi Gallegos

150 75 0

10

6

N O

12

CEPEL - Centro de Pesquisa de Energia Elétrica

RIO DE
JANEIRO

18

GRUPO FAE - Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE

Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. De Barros Nogueira

18

SÃO PAULO

22
Paraguai

18

SANTO

MATO GROSSO

18

14

20

E A

Bolívia

A T
L Â
N T
I C O

MATO GROSSO

16

22

BAHIA

20

CHESF - Companhia Hidro Elétrica do São Francisco

SERGIPE

18

18

22

Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich

22

ALAGOAS

Peru

24

Chigueru Tiba

PERNAMBUCO

ACRE

CARTA 3.12
Radiação solar global diária, média mensal
( MJ/ m 2. dia )

Coordenador do Projeto

RIO GRANDE
DO NORTE

O

Novembro

CEARÁ

MARANHÃO

PARÁ

DO SUL

Uruguai

20

55
55
PÁG

ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL

Guiana
Francesa

Venezuela

RORAIMA

Colômbia

16

Guiana
16

Suriname

AMAPÁ

16

18
16

AMAZONAS
PARÁ

PARAÍBA

PIAUÍ

PERNAMBUCO

ACRE

ALAGOAS

Peru

TOCANTINS

CARTA 3.13
Radiação solar global diária, média mensal
( MJ/ m 2. dia )

RONDÔNIA
BAHIA
MATO GROSSO
22

20
20

MINAS GERAIS

DO SUL

16
14

GRUPO FAE - Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE

Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. De Barros Nogueira
CEPEL - Centro de Pesquisa de Energia Elétrica

10

24

8
6

Argentina

RIO GRANDE
24

150

300

450

20

DO SUL
22

ESCALA GRÁFICA
150 75 0

18

SANTA CATARINA

Consultoria Técnica

Hugo Grossi Gallegos

18

PARANÁ

C

CHESF - Companhia Hidro Elétrica do São Francisco

RIO DE
JANEIRO

Paraguai
22

18

18

SÃO PAULO

12

Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich

16

MATO GROSSO

18

ESPÍRITO
SANTO

N O

20

E A

22

Bolívia

O

24

Chigueru Tiba

22

SERGIPE

18

Coordenador do Projeto

RIO GRANDE
DO NORTE

A T
L Â
N T
I C O

Dezembro

20

CEARÁ

MARANHÃO

600 km

Uruguai

57
57
PÁG

.

ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 18 Colômbia RORAIMA Guiana Suriname 18 AMAPÁ 18 AMAZONAS 20 PARAÍBA PIAUÍ ALAGOAS Peru TOCANTINS RONDÔNIA MATO GROSSO 18 DF Bolívia 18 GOIÁS 20 MINAS GERAIS ESPÍRITO 18 SÃO PAULO CEPEL .14 Radiação solar global diária.Centro de Pesquisa de Energia Elétrica 10 SANTA CATARINA 6 Argentina RIO GRANDE Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 16 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 150 300 450 600 km 16 C 8 N O PARANÁ GRUPO FAE . dia ) Coordenador do Projeto RIO GRANDE DO NORTE O Anual CEARÁ MARANHÃO PARÁ DO SUL Uruguai 59 59 PÁG . De Barros Nogueira RIO DE JANEIRO Paraguai 12 CHESF .Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.Companhia Hidro Elétrica do São Francisco 16 DO SUL 16 14 SANTO MATO GROSSO E A 18 A T L Â N T I C O 18 22 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich SERGIPE BAHIA 24 Chigueru Tiba PERNAMBUCO ACRE CARTA 3. média anual ( MJ/ m 2.

.

Mapas de

Isolinhas de
Insolação.

Capítulo IV

ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL

Guiana
Francesa

Santa Elena

Suriname
Venezuela

Taracua
Iauareté

Guiana

Boa Vista

San Carlos

Sipaliwini

RR

AP
Macapá

Uaupés

Soure

Barcelos

Localização
das Estações

Parintins

Manaus

Caraurari

Alenquer
Taperinha
Belterra Porto
Tiriós

AM

Altamira

Coari

CARTA 4.1
Localização das Estações Heliográficas
cujas informações foram utlilizadas para
elaboração das Cartas de Isolinhas de
insolação diária, médias mensais e anual.

Peru

Cruzeiro
do Sul

AC

Humaitá

Rio Branco
Riberalta

Conceição
Araguaia

Vilhena

PI
Bom Jesus

TO
Taguatinga
Paraná

MT

Utiariti

Magdalena

Diamantino
Tangará da Serra

Trinidad

São João dos
S.I. VelascoQuatro Marcos
Concepción
San Julian

Posse

Engenho de Dentro Meruri
Santa Cruz
Cuiabá
Presidente
Goiás
Murtinho
Cáceres
Aragarças

Fazenda
Robore
São João
Puerto
Suares
Yacuces
Corumbá
Fazenda Rio Negro

Santa Cruz

Rio Verde

Januária

Luziânia

Ipameri

BA

Monte
Azul

Paracatu

MG

Vitória
da Conquista

Ilhéus

Jequitinhonha Guaratinga
Capelinha

Caravelas

ES

SP

Pcia. R. S.
Pena

CHESF - Companhia Hidro Elétrica do São Francisco

CEPEL - Centro de Pesquisa de Energia Elétrica

Argentina

Consultoria Técnica

Hugo Grossi Gallegos

S. J. Batista

Rafaela

Paraná

SC

RS

livramento

Rivera
Salto

Oliveros

ESCALA GRÁFICA

Marcos Juarez

Paysandú

Uruguai

600 km
San Miguel

N O

Cananéia

Caçador
Itajaí
Videira
Ituporanga
Cerro
Lages
El Sombrerito
Santa Erechim
Azul
Passo Fundo
Rosa
São Joaquim
Ijuí
São Luiz
Veranópolis
Urussunga
São Gonzaga
Vacaria
Borja
Farroupilha
Mercedes
Julio Castilho
Taquari
Alegrete Santa Porto
Osório
Maria
Uruguaiana
Alegre
Sant. Do
São
Artigas

Pindamonhangaba

Curitiba

Palmas

Xanxerê

Encarnación

Chapecó

Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. De Barros Nogueira

Castro Pariquera-açu

Ponta Grossa
Foz do Iguaçu
Iratí

Asuncion

Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich

PR

RJ

E A

Cascavel

GRUPO FAE - Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE

450

Salvador

C

Chigueru Tiba

300

Alagoinhas
Cruz das Almas

Salinas
Montes
Claros

Maceió

O

Coordenador do Projeto

AL

B. Da Cruz
São Gonçalo
Picuí
B. De Santa Rosa
Araruna
Areia
Pombal
Mogeiro
João Pessoa
Esperança
Campina Grande
Cabaceiras
Cajazeiras
Teixeira
Monteiro
Petrolina

Monte Propriá
Senhor do Bonfim Santo
Itabaiana
Serrinha
SE Aracajú
Irecê

Teófilo
Três
Diamantina Otoni
Vallegrande
Capinópolis
Patos
Maria
São
São Mateus
de Minas
Sete Lagoas
Governador
São Gabriel
Simão Prata
Paranaíba
Uberaba
Valadares
Linhares
Caratinga
Jaguara Bom
Bahia
Belo Horizonte
Campo Grande
Aquidauana
Despacho
Negra
Votuporanga Colina
São
Vitória
Três Lagoas
Carmo R. Claro
Viçosa Pedro
Nueva
Pindorama
Alegre
Araçatuba
Asunción
Barbacena
Lavras
Ribeirão
Itapemirim
Santos
Lin s
Bela Vista
Preto Mococa Machado
DouradosIvinhema Pres.
Dumont São Fidélis
M.L. Estigarribia
Monte A.
Campos
Sta.
Rita
Bauru
Prudente
Do Sul
N. Friburgo
de Caldas Resende
Piracicaba
Ponta Porã
Botucatu
Angra
Campinas
Maringá
Londrina Ataliba
Rio de Janeiro
São
Tietê
Concepción
Leonel
Paulo
Guaíra Campo Grande

Paraguai

150

Palm.
Dos Índios

Paulo
Afonso

Bom Jesus Lençois
da Lapa
Jaguaquara

MS

150 75 0

PB

PE

Bonfinópolis

Catalão

Coxim

Caicó

Iguatu
Barbalha

Ouricuri
M. Dos
Af. Ingazeira
Cavalos
Cabrobó
Surubim
RECIFE
Bebedouro
São João
Floresta Garanhuns

Montalvânia

DF
Brasília

Goiânia

Picos

Caetité
Cariranhanha

Formosa
Pirenópolis

GO

San Juan

San José

Barreiras
Paratinga

Fortaleza

Jaguaruana
Morada
Nova
Mossoró Macau
Quixeramobim
RN C. Mirim
Apodi
Cruzeta
Tauá

Mandacaru
Remanso Juazeiro

Peixe

Rio Xingu

CE

Crateús

Santa Rita
de Cássia

Porto Nacional

Central Plateau

Rondônia
Cidade Vera

Bolívia

Caxias

Floriano

Cachimbo

RO

Sobral

Barras

Barra do
Corda

Grajaú

São Félix
do Xingu

Parnaíba

Coroata

Carolina

Porto
Velho

Cobija

Marabá

Alto Tapajós

Lábrea

Tingo Maria

MA

Imperatriz

Eirunepé

São Luiz

São
Bento

Tucuruí

Itaituba

PA
Pucallpa

Clevelândia

Turiaçú

Tracuateua
Belém
Capitão
Poço
Tomé Açu

de Moz Cametá

Santarém

Itacoatiara

Tefé

Iquitos

Breves

Óbidos

Fonte Boa

Benjamin
Constant

Oiapoque

A T
L Â
N T
I C O

Colômbia

Tafelberg

St. Ignatus

Rochambeau

Maripasoula
Camopi

GabrielEncruz.
Bagé Do Sul
Pelotas

Cerro
Largo

Dom. Petrolini
Rio Grande

63
63
PÁG

.

Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE PERNAMBUCO ACRE 10 Chigueru Tiba 8 PARAÍBA CARTA 4.ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela RORAIMA Colômbia Suriname Guiana 5 5 AMAPÁ 5 6 5 7 5 AMAZONAS 4 PIAUÍ TOCANTINS 6 MATO GROSSO 7 5 DF Bolívia GOIÁS 5 MINAS GERAIS ESPÍRITO 6 SANTO MATO GROSSO 7 DO SUL SÃO PAULO 7 7 PARANÁ 6 Consultoria Técnica ESCALA GRÁFICA 150 300 450 Argentina 8 C 3 SANTA CATARINA RIO GRANDE DO SUL Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 4 600 km N O 5 RIO DE JANEIRO E A Paraguai Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich CEPEL .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco 8 ALAGOAS Peru 9 GRUPO FAE . De Barros Nogueira SERGIPE RONDÔNIA 8 CHESF . Média Mensal ( horas) Coordenador do Projeto RIO GRANDE DO NORTE 7 6 O Janeiro CEARÁ MARANHÃO PARÁ 8 Uruguai 65 65 PÁG .2 Insolação Diária.Centro de Pesquisa de Energia Elétrica A T L Â N T I C O 4 6 8 7 BAHIA 7 Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.

.

3 Insolação Diária. Média Mensal ( horas) Coordenador do Projeto CEARÁ MARANHÃO PARÁ O Fevereiro 6 Uruguai 67 67 PÁG .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica 5 300 450 MINAS GERAIS ESPÍRITO DO SUL 7 8 7 SÃO PAULO RIO DE JANEIRO Paraguai 6 7 8 PARANÁ 5 SANTA CATARINA 4 3 SANTO MATO GROSSO Argentina 8 RIO GRANDE 6 7 8 ESCALA GRÁFICA 150 6 DO SUL Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 GOIÁS C Chigueru Tiba 8 MATO GROSSO 8 7 SERGIPE N O 9 8 E A 4 600 km 8 PERNAMBUCO ACRE Peru 10 PARAÍBA A T L Â N T I C O 4 8 RIO GRANDE DO NORTE 8 CARTA 4.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich CHESF .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Venezuela Colômbia 5 Guiana Francesa 6 6 RORAIMA 5 Suriname Guiana 5 5 4 AMAPÁ 4 5 5 AMAZONAS 5 7 4 PIAUÍ ALAGOAS TOCANTINS RONDÔNIA BAHIA 4 6 7 DF Bolívia GRUPO FAE . De Barros Nogueira CEPEL .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.

.

De Barros Nogueira 7 5 C Chigueru Tiba SANTO 7 DO SUL 7 6 MINAS GERAIS ESPÍRITO N O 8 Coordenador do Projeto 7 E A 9 Bolívia 6 O 10 7 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 150 300 450 600 km Uruguai 69 69 PÁG .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich SÃO PAULO Paraguai CEPEL .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Venezuela Colômbia 5 Guiana Francesa 6 RORAIMA Suriname 5 Guiana 6 AMAPÁ 4 4 5 5 AMAZONAS CARTA 4.4 Insolação Diária.Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica 7 6 5 6 7 4 3 Argentina SANTA CATARINA RIO GRANDE DO SUL Hugo Grossi Gallegos RIO DE JANEIRO 6 7 5 PARANÁ CHESF . Média Mensal ( horas) 5 CEARÁ MARANHÃO PARÁ RIO GRANDE DO NORTE 7 PARAÍBA PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS Peru 4 TOCANTINS SERGIPE RONDÔNIA BAHIA A T L Â N T I C O Março 4 6 MATO GROSSO DF 5 GOIÁS 6 MATO GROSSO GRUPO FAE .

.

Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE SERGIPE A T L Â N T I C O 4 10 Chigueru Tiba PERNAMBUCO 7 ACRE CARTA 4.Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. De Barros Nogueira CEPEL . Média Mensal ( horas) Coordenador do Projeto RIO GRANDE DO NORTE 5 O Abril CEARÁ MARANHÃO PARÁ 6 Uruguai 71 71 PÁG .5 Insolação Diária.ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela RORAIMA Colômbia Guiana Suriname 4 5 AMAPÁ 5 5 4 5 AMAZONAS 6 5 4 PARAÍBA PIAUÍ ALAGOAS Peru TOCANTINS RONDÔNIA BAHIA MATO GROSSO 5 6 DF 7 Bolívia GOIÁS 9 6 8 CHESF .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica DO SUL SÃO PAULO Paraguai 5 Argentina 7 6 RIO GRANDE Consultoria Técnica DO SUL Hugo Grossi Gallegos 7 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 150 300 450 PARANÁ SANTA CATARINA 4 3 5 600 km N O 6 RIO DE JANEIRO E A Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich SANTO MATO GROSSO C 6 7 MINAS GERAIS ESPÍRITO 7 GRUPO FAE .

.

Companhia Hidro Elétrica do São Francisco CEPEL .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Venezuela Guiana Francesa 5 RORAIMA Colômbia Suriname 5 Guiana AMAPÁ 5 5 5 6 AMAZONAS CARTA 4.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE 7 DO SUL 7 Paraguai SANTO 8 E A MATO GROSSO 7 6 6 6 8 Chigueru Tiba 6 DF O 10 Coordenador do Projeto 6 A T L Â N T I C O Maio CEARÁ MARANHÃO PARÁ 5 Uruguai 73 73 PÁG .6 Insolação Diária. Média Mensal ( horas) RIO GRANDE DO NORTE PARAÍBA 7 ACRE PIAUÍ 8 PERNAMBUCO ALAGOAS Peru TOCANTINS SERGIPE RONDÔNIA BAHIA MATO GROSSO Bolívia GOIÁS 9 MINAS GERAIS ESPÍRITO Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich SÃO PAULO 6 PARANÁ 5 CHESF .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 4 3 SANTA CATARINA Argentina RIO GRANDE 6 ESCALA GRÁFICA 150 300 450 600 km 6 DO SUL 6 150 75 0 5 C Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. De Barros Nogueira RIO DE JANEIRO N O GRUPO FAE .

.

Média Mensal ( horas) 7 O Junho 8 600 km Uruguai 75 75 PÁG .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela RORAIMA Colômbia 5 Suriname Guiana 6 4 AMAPÁ 7 8 4 8 8 AMAZONAS MARANHÃO PARÁ PARAÍBA PIAUÍ 6 ACRE ALAGOAS TOCANTINS DO SUL SÃO PAULO Consultoria Técnica ESCALA GRÁFICA 150 300 450 6 5 PARANÁ SANTA CATARINA 5 RIO GRANDE DO SUL Hugo Grossi Gallegos 150 75 0 3 RIO DE JANEIRO Paraguai Argentina 6 C CEPEL .7 Insolação Diária. De Barros Nogueira 6 DF Bolívia 7 6 6 BAHIA 9 GOIÁS 8 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich 6 SERGIPE RONDÔNIA 9 GRUPO FAE .Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE 6 PERNAMBUCO 9 8 Peru 10 Chigueru Tiba RIO GRANDE DO NORTE 5 MATO GROSSO Coordenador do Projeto CEARÁ 9 E A CARTA 4.Centro de Pesquisa de Energia Elétrica SANTO 6 N O 6 MINAS GERAIS ESPÍRITO 8 MATO GROSSO 5 4 A T L Â N T I C O 9 CHESF .

.

Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE PERNAMBUCO ACRE 10 Chigueru Tiba 5 PIAUÍ MATO GROSSO Coordenador do Projeto 6 C CARTA 4.Companhia Hidro Elétrica do São Francisco O DF 7 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich BAHIA 9 Bolívia 8 6 6 SERGIPE E RONDÔNIA TOCANTINS 8 9 GRUPO FAE .8 Insolação Diária.ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL RORAIMA Colômbia Guiana Francesa 5 Venezuela Suriname Guiana 7 6 AMAPÁ 5 6 8 CEARÁ PARÁ PARAÍBA 9 ALAGOAS Peru MINAS GERAIS ESPÍRITO CEPEL . De Barros Nogueira T I C GOIÁS A CHESF . Média Mensal ( horas) 7 RIO GRANDE DO NORTE O Julho 9 MARANHÃO AMAZONAS Uruguai 77 77 PÁG .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica SÃO PAULO 6 150 300 450 Argentina RIO GRANDE 5 600 km  N O SANTA CATARINA 4 DO SUL ESCALA GRÁFICA 150 75 0 5 6 PARANÁ Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos RIO DE JANEIRO A Paraguai T L DO SUL 5 3 SANTO MATO GROSSO N Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.

.

Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE RIO GRANDE 5 DO SUL Hugo Grossi Gallegos 6 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 150 300 450 600 km 7 PERNAMBUCO ACRE 10 Chigueru Tiba 8 RIO GRANDE DO NORTE PARAÍBA CARTA 4. De Barros Nogueira A T L Â N T I C O BAHIA 8 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich ALAGOAS TOCANTINS Peru 9 GRUPO FAE .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco CEPEL .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela Colômbia 5 5 RORAIMA Suriname 5 8 7 Guiana 6 AMAPÁ 5 9 AMAZONAS MARANHÃO PARÁ SERGIPE RONDÔNIA MATO GROSSO DF Bolívia GOIÁS MINAS GERAIS ESPÍRITO DO SUL Paraguai SÃO PAULO 6 5 5 Consultoria Técnica SANTA CATARINA Argentina 6 C 4 3 6 PARANÁ CHESF .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica RIO DE JANEIRO N O 6 E A 6 SANTO MATO GROSSO 7 Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. Média Mensal ( horas) Coordenador do Projeto PIAUÍ CEARÁ O Agosto 9 10 Uruguai 79 79 PÁG .9 Insolação Diária.

.

Centro de Pesquisa de Energia Elétrica T L SÃO PAULO 5 4 5 DO SUL CHESF .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 7 Colômbia RORAIMA Guiana Suriname 9 8 AMAPÁ 9 5 9 9 AMAZONAS Setembro CARTA 4. Média Mensal ( horas) CEARÁ MARANHÃO PARÁ 6 RIO GRANDE DO NORTE PARAÍBA 5 PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS Peru TOCANTINS SERGIPE RONDÔNIA BAHIA MATO GROSSO GOIÁS 9 MINAS GERAIS ESPÍRITO 8 GRUPO FAE .10 Insolação Diária.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich Paraguai Consultoria Técnica 3 150 75 0 150 300 450 SANTA CATARINA N Argentina 6 RIO GRANDE 600 km Uruguai 4 C O 6 ESCALA GRÁFICA 4 PARANÁ 5 A 5 DO SUL Hugo Grossi Gallegos RIO DE JANEIRO A CEPEL . De Barros Nogueira 6 O 6 Chigueru Tiba 5 SANTO MATO GROSSO 7 Coordenador do Projeto  N T I C O DF Bolívia E 10 5 81 81 PÁG 8 7 .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.

.

ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 6 Colômbia 7 RORAIMA 8 Suriname 9 Guiana 9 8 AMAPÁ 8 9 AMAZONAS 7 PARAÍBA PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS TOCANTINS 5 RONDÔNIA SERGIPE 8 BAHIA 7 MATO GROSSO GOIÁS 9 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich DO SUL SÃO PAULO Paraguai CEPEL . De Barros Nogueira 4 E A GRUPO FAE .Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE SANTO 5 RIO GRANDE DO SUL O 6 MINAS GERAIS ESPÍRITO MATO GROSSO 7 Chigueru Tiba 5 7 8 Coordenador do Projeto 6 DF Bolívia C 10 6 A T L Â N T I C O Peru 9 CARTA 4.11 Insolação Diária.Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M. Média Mensal ( horas) RIO GRANDE DO NORTE MARANHÃO PARÁ Outubro 9 CEARÁ 6 Uruguai 83 83 PÁG .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 6 150 300 450 SANTA CATARINA Argentina 7 3 7 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 600 km RIO DE JANEIRO N O PARANÁ 5 4 5 5 6 CHESF .

.

12 Insolação Diária. Média Mensal ( horas) PARÁ 5 9 PIAUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS 5 Peru TOCANTINS SERGIPE RONDÔNIA 89 BAHIA 7 MATO GROSSO 5 7 MINAS GERAIS ESPÍRITO DO SUL 7 GRUPO FAE .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich SÃO PAULO Paraguai 5 PARANÁ 5 CHESF . De Barros Nogueira CEPEL .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 150 300 450 9 Argentina SANTA CATARINA 8 5 RIO GRANDE 3 9 DO SUL 8 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 4 600 km 5 RIO DE JANEIRO N O 6 Chigueru Tiba SANTO MATO GROSSO 6 E A 8 6 GOIÁS 6 C 9 DF Bolívia O 10 Coordenador do Projeto 8 PARAÍBA A T L Â N T I C O Novembro RIO GRANDE DO NORTE 7 Uruguai 85 85 PÁG .ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 7 RORAIMA 6 5 Suriname 8 Guiana AMAPÁ 9 5 AMAZONAS CEARÁ MARANHÃO CARTA 4.

.

De Barros Nogueira 7 DF N O Bolívia 5 8 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich A T L Â N T I C O MATO GROSSO 9 GRUPO FAE .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco 150 75 0 SANTO MATO GROSSO 7 Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE SERGIPE BAHIA 10 Chigueru Tiba PERNAMBUCO ACRE CARTA 4.ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL Guiana Francesa Venezuela 6 Colômbia RORAIMA Suriname 6 6 Guiana AMAPÁ 7 8 AMAZONAS 4 PARAÍBA PIAUÍ ALAGOAS Peru 4 TOCANTINS 8 RONDÔNIA GOIÁS 6 6 7 MINAS GERAIS ESPÍRITO DO SUL 6 Paraguai CEPEL .13 Insolação Diária.Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica Hugo Grossi Gallegos 300 450 600 km RIO DE JANEIRO 5 6 6 5 3 Argentina 9 SANTA CATARINA 5 C 4 8 E A PARANÁ RIO GRANDE DO SUL 9 ESCALA GRÁFICA 150 SÃO PAULO 6 CHESF . Média Mensal ( horas) Coordenador do Projeto RIO GRANDE DO NORTE 8 6 7 O Dezembro CEARÁ MARANHÃO PARÁ 5 Uruguai 87 87 PÁG .

.

Média Anual ( horas) Coordenador do Projeto 8 RIO GRANDE 6 O Anual 5 DO SUL Hugo Grossi Gallegos 7 ESCALA GRÁFICA 150 75 0 150 300 450 600 km Uruguai 89 89 PÁG . De Barros Nogueira A T L Â N T I C O DF 7 6 7 MATO GROSSO Bolívia 8 CHESF .Companhia Hidro Elétrica do São Francisco SERGIPE RONDÔNIA 9 Chigueru Tiba / Naum Fraidenraich PERNAMBUCO TOCANTINS 10 GRUPO FAE .Centro de Pesquisa de Energia Elétrica Consultoria Técnica MINAS GERAIS ESPÍRITO DO SUL SÃO PAULO RIO DE JANEIRO Paraguai 6 SANTA CATARINA 7 Argentina E A 6 4 7 PARANÁ 5 N O 7 6 3 SANTO MATO GROSSO C Francisco José Maciel Lyra / Ângela M.Grupo de Pesquisas em Fontes Alternativas de Energia-DEN/CT/UFPE RIO GRANDE DO NORTE ALAGOAS Peru 5 Chigueru Tiba CEARÁ MARANHÃO PARAÍBA CARTA 4.14 Insolação Diária.ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL 6 Colômbia Guiana Francesa 6 Venezuela RORAIMA 6 Suriname 6 Guiana 5 AMAPÁ 6 7 7 5 7 AMAZONAS 5 PARÁ 5 PIAUÍ 8 ACRE BAHIA 6 GOIÁS 6 CEPEL .

.

.Tabelas de Dados Capítulo V 60 60 50 50 40 40 30 30 20 20 Solarimétricos e Localidades.

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Windows 95 ou superior. A pesquisa de informações solarimétricas no Banco de dados pode ser feita mediante dois mecanismos de busca: 1. 2. Drive de CD ROM. com 16MB de memória RAM e Placa de vídeo com resolução de no mínimo de 600 x 800 pixels. a seguir. Para consultar o banco de dados o mesmo deverá ser instalado em um computador pessoal cujos requisitos mínimos de equipamentos e softwares são: Computador tipo PC. Apresentamos informações.5. Pentium ou equivalente. TABELAS DE DADOS SOLARIMÉTRICOS E DE LOCALIDADES P93ÁG 93 .Por navegação em mapas sucessivamente expansíveis de regiões para estados e de estados para localidades. A instalação do Banco de Dados Solarimétricos é feita facilmente conforme as instruções na capa do CD ROM. TABELAS DE DADOS SOLARIMÉTRICOS E DE LOCALIDADES As informações solarimétricas para o Brasil e algumas localidades dos países limítrofes foram organizadas num banco de dados gravado no CD ROM em anexo e que faz parte desta publicação. os dois procedimentos de pesquisa (busca) de 5.Mediante uma barra de rolagem onde estão localizadas as estações por ordem alfabética.

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BUSCA DIRETA EXIBIR TABELAS Recife S Ado TLAS OLARIMÉTRICO B RASIL BUSCA POR NAVEGAÇÃO As informações disponíveis para uma dada localidade poderão ser impressas (emissão de Relatórios) ou salvas como Quick Report File (QRP) mediante a escolha do tipo de informação e acionando o comando Exibir e posteriormente Imprimir/Salvar. .a BUSCA é DIRETA. Sudeste e Sul.P95ÁG 95 B. a mesma se expande e apresenta os estados ou países (se a região escolhida for países limítrofes). Centro Oeste. Selecione (click) a estação desejada e surgirá na tela as informações disponíveis para essa localidade. digitar a letra inicial da estação. · · · Com o cursor navegue pelo mapa Sul americano que está dividido em 6 grandes regiões: paises limítrofes. A. as estações ou localidades serão mostradas na tela. Essas informações são de três tipos: Coordenadas geográficas. e pelo Brasil que se divide em 5 regiões: Norte. escolhendo um dado estado ou país. Se a estação ou a localidade é conhecida. Finalmente. tipos de instrumentos e período de medida. médias mensais da radiação solar ou insolação e Fontes(referências bibliográficas) Dados Solarimétricos e Localidades. Basta localiza-la mediante a barra de rolagem e depois clicar Exibir . Valores diários. Para ir com a barra de rolagem rapidamente a um dado local . Nordeste. Escolhendo (click) uma dada região.

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.Resumo das Capítulo VI 60 60 50 50 40 40 30 30 20 20 Publicações.

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Texto datilogrado. ANÁLISE DAS PUBLICAÇÕES SOLARIMÉTRICAS . 6. Separata da Agronomia Sulriograndense. É apresentada uma equação de predição da radiação global a partir da radiação no topo da atmosfera e da insolação efetiva (n/N). que agora dispõem desta informação climática..P99ÁG 99 Todas as publicações solarimétricas foram sistematicamente analisadas. 02. O autor estuda a correlação existente entre a radiação global medida por actinógrafo Robitzsch-Fuess e a insolação medida por heliógrafo tipo Campbell-Stokes. Briuett. Trata-se exclusivamente de tabelas com dados de radiação solar em algumas localidades da Bolívia. ao l ongo dos últimos 40 anos. realizado por diferentes atores institucionais e/ou individuais. quando ou se necessário. Dados solarimétricos para Bolívia. Berlato. um significativo e árduo trabalho de levantamento solarimétrico no Brasil. As informações solarimétricas de caráter numérico foram digitadas na forma de tabelas. RS. pelos seguintes motivos: ! A consulta à esses resumos permitirá ter uma rápida visão sobre o riquíssimo acervo de publicações resgatadas e que se constitui seguramente. válida para o espaço geográfico que 0 0 compreende o Estado do Rio Grande do Sul (Latitude 27 a 34 S e Longitude 50 a 57 Oeste). E. publicados no Brasil. mostrar que existiu ao longo das últimas décadas. ! Possibilitar aos potenciais usuários das informações solarimétricas a possibilidade de voltar à origem das fontes de informações. num conjunto quase completo de trabalhos sobre o tema. Vol. ANÁLISE DAS PUBLICAÇÕES SOLARIMÉTRICAS 6. Hugo Grossi.1 PUBLICAÇÕES COM DADOS DE RADIAÇÃO SOLAR OU INSOLAÇÃO INSERIDOS NO ATLAS SOLARIMÉTRICO 01. A análise de cada trabalho foi registrada resumidamente numa ficha. que pode ser vista abaixo. Esta equação permitiu estimar a radiação global mensal em cal/cm2 para 10 estações em que o valor da insolação é conhecido. Radiação Global no Estado do Rio Grande do Sul. 6. Portanto. M. elevando-se de 7 para 17 os pontos no Estado. Os resumos elaborados foram publicados entre outros. Os dados de radiação solar utilizados para a obtenção dos coeficientes de correlação são de 7 estações e compreendem o período de 1956 a 1965. as informações contidas no Atlas Solarimétrico é o produto coletivo destas instituições/indivíduos. Porto Alegre. ! E.. 1971. sem maiores informações. finalmente. V. 1992. Comunicação pessoal do Prof.

1995. Ederich. Centro de Estudios de la Energia Solar. Cavalcanti.Conceituação Teórica e Análise de resultados. longitude= 43 12'W . freqüência diária de insolação e radiação solar global para cada classe de radiação. Temperatura do ar. Os dados usados são os de radiação global no plano horizontal e de insolação. M. Uma análise da radiação solar global. Solar Energy. o período compreendido é de janeiro de 1990 a dezembro de 1995 e são mostrados os valores de precipitações médias mensais.Variações Estacionais de Insolação e Radiação Solar. fundamentos para tratamento dos dados e dimensionamento de sistemas. É uma base de dados internacionais. Vol. Os dados experimentais são do período que vai de junho de 1979 a agosto de 1983. Para o estado do RS são mostradas as isolinhas da radiação solar diária . representando seis anos de trabalhos. Recife/PE. insolação máxima em função da latitude e freqüência de dias consecutivos com nebulosidade superior a 80%. VOLUME III . medida no Rio de Janeiro ( Latitude = 220 0 55'S. VOLUME II . Umidade relativa. o período compreendido é de novembro de 1993 a dezembro de 1995 e são mostrados os valores diários dos seguintes parâmetros: Precipitação. Argentina. Para a realização do trabalho foram instalados vinte e quatro estações solarimétricas. nível do mar). CEMIG. As informações utilizadas neste trabalho foram coletadas pela Rede de Estações Climatológicas do Instituto Nacional de Meteorologia e processados por convênio FINEP/SUDENE/UFPB. Estão relacionados 109 países. sem data. 1995. realizada com a colaboração de diversos Organismos e Centros de Investigação de um considerável número de países. foram traçados. média anual. que utilizam as energias solar e/ou eólica.C. 1993. decádicas e mensais. Para as duas primeiras estações. no período de 83/86. os valores médios diário e mensal. VOLUME IV . máxima e mínima no ano e o número de dias de chuva. insolação. VOLUME V . CHESF(Companhia Hidro Elétrica do São Francisco). Período de Observação e Total de Dados Analisados. Descreve a teóricos e analisando os resultados obtidos. Texto datilografado. Dados Meteorológicos diários no período de 1989 a 1992. Estudos sobre aproveitamento da Energia Solar e Eólica em Minas Gerais. mantendo-se uma distância média entre estações de 150Km. média.Coordenadas Geográficas.Compilação de Dados Referentes a Insolação e Radiação e Respectivas Freqüências de Ocorrência. bem como a distribuição de freqüência. . A Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) realizou este trabalho. 1996. São apresentadas tabelas para cada ano (84/86) e a média do período. de fabricação austríaca e integradores que fornecem valores instantâneos e acumulados2 de radiação global e o período (horas) de insolação com radiação superior a 45 W/m . sua utilização através de diversos sistemas de conversão. Trata-se de tabelas com dados climatológicos para 03 estações localizadas em Sergipe: Betume. Departamento de Tecnologia de Engenharia. Inventário/Tecnologia-Energia Solar. 08. para 8 estações situadas no RS. CENSOLAR. Trata-se exclusivamente de tabelas com dados meteorológicos para diversos períodos e locais. assim distribuidos: VOLUME I . é apresentada na forma de médias horárias. O trabalho contém dados de latitude e radiação solar global média mensal .Cartas de Isolinhas de Insolação e Radiação Solar no Nordeste do Brasil. 04.Estações Meteorológicas Solarimétricas . médias mensal (janeiro) e anual. Para a estação de Propriá. mínima. após dois anos e meio de operação das estações solarimétricas. Apresenta o zoneamento do potencial de Radiação Solar através de diversas cartas de isolinhas de radiação e insolação solar global em bases de médias mensais e anuais. 1987. Belo Horizonte. A publicação apresenta isolinhas da insolação diária. Texto datilografado.P100 ÁG 100 metodologia adotada para o levantamento solarimétrico. Brazil. Valores medios de irradiacion solar sobre suelo horizontal. DEG/DETE. 06. O volume referente ao potencial de energia solar abrange uma parte conceitual sobre a energia solar. 01000TN/TE-093. com os valores de radiação solar global média diária para cada mês e média diária anual. E. radiação solar. a global medida e estimada por correlações e a direta e difusa estimadas a partir da radiação global medida. 47. 09. São apresentadas também.S. Tabelas com dados estatísticos referente à insolação. number 3. procurando cobrir todas as regiões fisiográficas do Estado. apresentando os conceitos 03. O trabalho está apresentado em cinco volumes. número de dias claros e número de dias encobertos. RS. são apresentados na forma de tabelas e gráficos. Assistência e Extensão Rural S/A). obtidos respectivamente por actinógrafos e heliógrafos. Temperatura máxima. bem como para a análise do funcionamento de alguns sistemas instalados. radiação e energia solar para cada estação solarimétrica e dados referente à freqüência de dias nublados. pp. Velocidade do vento e Insolação (só Contiguiba). Dados Climatológicos. Não é possível identificar se os dados de radiação solar foram medidos ou estimados. Analysis of experimental solar radiation data for Rio de Janeiro.. 231-235. 05. Schenk. tabelas numéricas com dados de temperatura máxima. Fontes Energéticas Brasileiras. média anual para o Brasil. para comparação. 07. EMPAER ( Empresa Mato-Grossense de Pesquisa . da radiação fora da atmosfera.. julho de 1987. Os resultados são comparados com valores anteriormente publicados. além da parte sobre o levantamento de potencial. PROGENSA. Apresenta a variação estacional e anual da radiação solar global diária. Formas de Aproveitamento da Energia Solar. CHESF. Em forma gráfica. CODEVASP (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco). Canoas. número de dias de chuva. Cada estação possui um piranômetro tipo "black e white" da Ph. Temperatura mínima. para o levantamento do potencial eólico e solar no Estado de Minas Gerais. Evaporação. Contiguiba/Pindoba e Propriá. Os resultados obtidos. CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais).

En Actas de la 12a Reunión de Trabajo de la Asociación Argentina de Energia Solar. Secretaria da Agricultura. Service Meteorologique de la Guyane.O. J. DAEE/SP. Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária. Garcia. Unzueta. 20. M. Brasília-DF. Os resultados obtidos foram comparados com valores medidos na Argentina e Brasil. Vol. Hugo Grossi Gallegos.B. M. Dados de Insolação e Radiação solar para Cananéia-SP. Garcez. Boletins de Radiação Solar Ministério da Agricultura. Contém informações obtidas de 209 estações meteorológicas. umidade relativa... pelo Laboratório de Meteorologia e Recursos Hídricos de Pernambuco (LAMEPE). Trata-se de um trabalho de estimação da radiação solar em várias localidades da Bolívia. longitude e altitude).G. Temperatura média máxima. Grossi Gallegos. INMET (Instituto Nacional de Meteorologia). G. 1982. Boletim Técnico número 73.P101 ÁG 101 10. Estimativa da Radiação Solar Durante o Ciclo Vegetativo dos Cereais no Rio Grande do Sul. Peralta. Insolação. M. y Arteaga Tamayo. y Castel. Mota. 15. 19. temperatura. Latin America and the Caribbean. H.83-93. N. F. Não é possível identificar se os valores da radiação solar diária. média mensal. INMET (Instituto Nacional de Meteorologia). A. IOUSP (Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo). média mensal apresentados foram medidos ou estimados. Neste trabalho. GUYANE. H. Dissertação de Mestrado do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo. Dados de insolação e radiação solar para diversos locais no período de 1923 a 1992. Não constam registros de radiação solar. Instituto Nacional de Tecnologia y Normalizacion. C. Normais Climatológicas (1961-1990). IPA (Instituto de Pesquisa Agropecuária). Comunicação pessoal ao Prof. mais média máxima e média mínima.. 1996. G. foi feita a estimativa da componente global da radiação solar recebida ao longo do ano. I. É a versão mais recente das Normais Climatológicas do Brasil. pp. são apresentados os seguintes dados: Precipitação. insolação totais mensais para cada ano observado e valores médios mensais no período. Trata-se basicamente de tabelas com dados de Insolação total mensal e relativa . média mensal. Grossi Gallegos.. Saravia. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. São Paulo.. Existem informações sobre a insolação em 203 estações.. S. 18. Insolação total mensal. FUNARI. Garcia. utilizando-se da relação de Angstrom.E. Agroclimatological Data. . Radiação total e Evapotranspiração. Buenos Aires. e utilizando diferentes correlações . as seguintes grandezas: Temperatura diária do ar. Para cada estação .. Consta também do texto informações sobre a Radiação solar global diária (Ly). Baseado nos dados de insolação da Seccion Estadística del Departamento del Climatologia del Servicio de Meteorologia e Hidrologia del Paraguay. DF. sem data. 12. Estimación de la distribución de la radiación solar global en la Republica del Paraguay. As medidas foram efetuadas com piranômetros Eppley modelo 8-48 (preto e branco). Instituto de Pesquisa Agropecuária do Sul.. e Boing. 1996. FAO (Food and Agriculture Organization) of the United Nations. 1978 a 1990. G. Instituto Agronômico de Campinas. Ministerio de Industria y Comercio.. M. no período de 1956 a 1995. Temperatura média mínima. As eventuais falhas no registro da radiação solar estão complementadas por estimativas feitas a partir da insolação. Velocidade do vento a 2m. Os dados foram coletados através de diversas instituições: INMET. Radiação efetiva terrestre diária. 11.R. Gomes. Trata-se exclusivamente de tabelas com dados de insolação ou radiação ou outros dados meteorológicos para diversos períodos e locais. Temperatura Média. 1992. 13. Serviço de Ecologia Agrícola do RS. USP e ESALQ. 14. A. 1994. médias mensais e anuais. F. As estações são relacionadas com coordenadas geográficas (latitude. assim como com resultados estimados via satélite. F. Os seguintes parâmetros são apresentados: dados de precipitação.. Radiação Solar Global e Radiação Líquida no Brasil. Paraguay. média mensal e anual para o período de 1954-1991. RS. utilizando a equação de Angstrom. 16. Atienza. EPAGRI ( Empresa de Pesquisa Agropecuário e Difusão de Tecnologia de Sta.. Reseau radiometrique de la Guyane. no período de 1956 a 1995. Lopes. Dados de radiação solar. Brasília. Estimación de la distribuición de la radiación solar global en la Republica de Bolivia. Também não existe informações a respeito dos equipamentos de medida da radiação ou insolação. das estações operadas no estado de PE.. média mensal e radiação líquida diária.. Radiação solar global diária. UFPB. foram feitas estimativas baseadas em dados de insolação. Trata-se exclusivamente de tabelas com dados de radiação solar para diversos períodos e locais. longitude e altitude) e período de operação (nem sempre de 19611990). Nestes Boletins são apresentados os valores de radiação diária global no plano horizontal. média mensal. J. Temperatura média durante a noite.. 1983. Goerdet. L. Recife. S. Temperatura média durante o dia. Departamento Nacional de Meteorologia. São mostrados também cartas de isolinhas de radiação global diária e insolação diária. além das coordenadas geográficas (latitude. Trimestral.I. Atienza. 1971. São apresentados dados climatológicos mensais. velocidade e direção de vento. 1994. Em locais onde não existiam dados de radiação solar global (medidos). 17. Renzini. São relacionadas 204 estações situadas no Brasil. Brilho do sol (%). Texto datilografado. Catarina S/A).. UNESP. são apresentadas para 204 estações situadas no Brasil. Climatologia das Estações Experimentais do IPA.

F. radiação direta horizontal para dia claro. A rede utilizada é em número de 187 estações. Brasil. média diária mensal de radiação direta em plano inclinado. valores de "a" e "b" da equação de Angstrom para diversas regiões climáticas do RS e SC. T. radiação direta normal para dia claro.T. Sudeste e Nordeste apresentam boa concentração.. média diária mensal de radiação global em plano inclinado. Rio de Janeiro. adaptada ao Brasil.. A comparação entre os valores calculados e os registrados é satisfatória para nove localidades. Ciência e Cultura. UNICAMP.. pp. Baseia-se na formulação de Benett (1965) para o hemisfério Norte. 23(5):573-576.. valores médios para cada mês.. Estimativas das Quantidades de Radiação Solar Global e Difusa em Médias Mensais para o Estado de São Paulo.C. Este trabalho coloca-se como um primeiro esforço no sentido de conhecer a distribuição temporal e espacial da radiação solar incidente sobre o Brasil. Para cada localidade são mostrados os seguintes parâmetros: Duração do dia solar. 45 e 90 . e Milanez. no final. No presente trabalho os autores estudaram a estimativa da radiação solar global total no Estado do Rio Grande do Sul. média anual . Curvas de Iso-radiação para o Rio Grande do Sul.1978. e mapas de isolinhas de radiação para o Rio Grande do Sul para os meses de junho e dezembro.F. Os autores sugerem. I. O presente trabalho elabora tabelas de radiação solar diária.da e Beirsdorf. 1987. média diária mensal de radiação direta para superfície com seguimento do sol em eixo horizontal.. adaptado às condições regionais.S.S.FUNICAMP 1030/09-8-78. Consta ainda uma discussão das variações sazonais. média diária mensal de radiação direta em plano horizontal. 1971. G. . média diária mensal de radiação direta normal. foram utilizados dados de insolação e visibilidade noturna das quatro estações. Para as estimativas. Os resultados são mostrados na forma de mapas de isolinhas de radiação solar para intervalos de 50 cal/cm2. a partir de dados de insolação. Foram elaboradas estimativas de radiação média mensal difusa. e Daud. que se amplie a rede atual e que se incluam instrumentos para medição de radiação solar. Apresenta ainda. O. pp.V. radiação solar global registrada e a calculada. INPE. divididas entre as várias regiões. 26. Anais do Congresso Brasileiro de Energia.. 21. direta e difusa a partir dos dados de insolação. DEM-FEC. e Maciel. J.Norte ). 25. visibilidade. André. Os autores consideram que a densidade de estações para o Sul. R. das onze apresentadas nas tabelas. que permitem o cálculo da radiação média diária mensais e anual para 16 estações no RS e 6 em SC. M.5) e ruins. Contrato CESP.G. R. bem como um mapa com a sua distribuição. É apresentado também o mapa de isolinhas de radiação solar diária. L. enquanto para o Centro-Oeste e Norte é mais rarefeita.P102 ÁG 102método para cálculo da radiação global. média diária mensal de radiação direta para superfície com seguimento do sol em eixo polar. sendo estimado para as demais. M. M.K.I. sendo 11 na Região Norte e 5 na Centro-Oeste. Foi aplicado para dezesseis estações na Região Amazônica.S. radiação direta em plano inclinado para dia claro. V. destacando-se o verão e o inverno e a análise dessa variação por região do país. e Marques. pertencentes ao Instituto Agronômico de Campinas. ao invés de horas de brilho do sol. Num primeiro conjunto de tabelas são apresentados os valores médios mensais da relação entre horas de brilho registradas e o máximo teórico. Anais do I Congresso Brasileiro de Energia.. Utilizando dados de diversas estações meteorológicas e com base em um método empírico. É apresentada a lista das estações . direta e global para quarenta localidades do estado. Utiliza dados de insolação. média mensal em 0 0 0 plano horizontal e em inclinações de interesse ( 30 . I. 1978. 1978.Nunes. calculadas para cada região com suas constantes particulares ou com constantes de regiões climaticamente análogas. 22.97. Também são apresentados mapas de isolinhas para as quatro estações do ano com os valores de radiação global em plano inclinado (latitude + 10 graus) e radiação direta normal.T. direta e difusa. Departamento Nacional de Meteorologia (atual INMET) e Departamento de Água e Energia Elétrica. e Corbella. média diária mensal de radiação difusa em plano inclinado. Rio de Janeiro. H. Muitas das estações possuíam séries de dados de insolação com mais de dez anos de medidas. Aplicação de um Método Indireto de Solarimetria para a Energia Incidente na Região Amazônica. 23. M. Radiação Solar no Estado de São Paulo. Pereira.C. 1981. um mapa com os valores médios anuais de visibilidade para cada localidade e tabela com as probabilidades de variação de dias bons (relação de insolação > 0. R. São apresentadas as estimativas (Angstrom) de radiação Solar global para diversas localidades dos estados do RS e SC. Ogura. relação de insolação. tomando-se um período de dez anos para o Brasil (1961-1970) e de trinta anos para alguns países limítrofes.D. foram obtidas diversas tabelas.Mota. Estudo da Distribuição da Radiação Solar Incidente sobre o Brasil. agrupadas em diferentes regiões climáticas. 190-199. Os resultados estão apresentados na forma de tabelas de valores de radiação diária média mensal global. São José dos Campos. Novas Estimativas da Radiação Solar Sobre o Sul do Brasil.. Zilles. Para outras quinze localidades são apresentadas tabelas com as médias mensais da relação de insolação (registrado/máximo teórico) e os valores calculados de radiação global e difusa. Vianello. média diária mensal de radiação global em plano horizontal.C. 45pp. Anais do I Congresso Brasileiro de Energia.Macagnan. altitude do local e visibilidade.dia.L.A.B. 24. O coeficiente de correlação entre a radiação solar medida e a estimada foi de 0. média diária mensal de radiação difusa em plano horizontal. Macedo. 127-137.. Os registros de visibilidade são menos freqüentes e existentes apenas para 20 estações.Macêdo.

Instituto Agronômico/SAAESP. Acta Amazônica 12(2). CATARINA.Resultados parciais. e Araújo J. são analisados dados de vinte e quatro estações espalhadas pelo Estado. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Mediante o uso dos dados médios de radiação solar global diária incidente sobre uma superfície plana horizontal. poderá constituir um valioso subsídio na aplicação de modelos matemáticos que procurem estudar o clima da região.T.P. Ortolani.Sá. 60 DISME (60 Distrito Meteorológico . S.49n/N).B... E. Texto datilografado. 1984... da Silva.G. São apresentados também os dados médios diários mensal e anual de insolação . utilizados na equação de Angstrom e ainda valores da razão entre o número de horas de brilho solar observado e o número de horas de brilho máximo possível para cada mês . S.Sá Diniz. SW.G. T.. radiação líquida e insolação. Secretaria de Planejamento do Estado de Santa Catarina. Foi estudada a correlação entre a radiação solar global e a insolação. São apresentados também os valores diários da radiação e de insolação. foram traçadas 12 cartas mensais e 1 anual de radiação global média para o Nordeste do Brasil. as épocas pouco diferiram. STA.R. C. válidas para as vizinhanças das referidas estações.1976. Avaliação do Potencial de Energia Solar no Trópico Úmido Brasileiro . 1976. E. 29. Ortolani Chiavegatto. com um piranômetro Eppley.. para a relação entre Radiação Solar Global e Insolação. SE. M. na relação entre Radiação Solar Global e Radiação Líquida. comparação do desempenho de diferentes sensores de radiação global e de equações estimativas desse parâmetro.X. Trata-se exclusivamente de tabelas com dados de insolação total para diversos períodos e locais.. além das equações de Radiação Líquida em função da Insolação. Sociedade Brasileira de Agrometeorologia .C. N. 450.600. no estabelecimento da evapotranspiração potencial relativa. 200. 1995. Também foi incluída uma aplicação preliminar deste estudo. 339-346. para as exposições N. Estudo das relações entre: radiação solar global.D. Bastos... Relatório Técnico INPE-1005-TPT/049. A. 2 do RJ. obtendo-se tabelas de dados e mapas de isolinhas. M. Paulo. D.P103 ÁG 10331. utilizando energia solar. Camargo. ao nível do solo (24 estações da Rede Meteorológica do Nordeste). Neste trabalho. sob responsabilidade do CPATU.5 DISME (Distrito Meteorológico .D.Net Exchange Radiometer". pp. Comissão Estadual de Energia. medição e análise da distribuição diária da radiação global em estações actinométricas. foram realizadas na sede do INPA em Manaus-AM.dia.111-122. M M M. Anais do III Congresso Brasileiro de Agrometeorologia.” Foram utilizados para os registros: Heliógrafo Campbell-Stokes. para a localidade de Piracicaba. além do objetivo agronômico de contribuir para o estudo do aproveitamento de encostas.. Os valores médios diários mensais de radiação global estimados pela relação de Angstrom são apresentados na forma de tabelas para 47 localidades do Estado de São Paulo e 7 localidades de estados limítrofes (2 do MS. Villa Nova. Disponibilidade de radiação solar global para o estado de S. levando em conta a radiação solar incidente na superfície. Radiação solar disponível em Manaus (AM) e sua relação com a duração do brilho solar. de. utilizando registros de brilho solar. Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz". 1982.M. R..Instituto Nacional de Meteorologia). Pedro Jr. no período de 1977 a 1979. nebulosidade.A..Ometto. J. Boletim Técnico 123..P. O valor médio diário. Alfonsi. 1995. 34.750 e 900. Radiação Solar e sua Importância no Aproveitamento Agrícola de Encostas no Nordeste do Brasil.B. 27. O resultado obtido foi Qg=Qo (0. NE. 0 Medidas de radiação solar global. Os dados de outros Estados foram utilizados para auxiliar no traçamento dos mapas de isolinhas de radiação solar diária para as 4 estações do ano. W e NW. 32. Campinas. Kobayashi.N.F.O. O. Os mapas apresentados são para a radiação solar global média diária mensal e anual . Texto datilografado. englobam o cálculo de constantes de equações estimativas da radiação global. a média diária anual e o total de radiação recebida no ano. e Brunini. Tese de Doutoramento. Salati. foi de 373 cal/cm2. incrustada no sertão semi-árido daquela região. Trata-se exclusivamente de tabelas com dados de insolação total para diversos . Março 1989. Piracicaba.26+0. 100. Chiavegatto. as épocas também mostraram diferenças acentuadas nos coeficientes de regressão. foram bastante diferentes as épocas consideradas e na relação entre Radiação Líquida e Insolação. A. Universidade de S. e de radiação disponíveis. Dados de insolação. Os coeficientes das equações de regressão encontrados indicam que. Foi calculada também. A. e Demetrio. avaliação do desempenho de secadores.J. com vistas à avaliação do potencial de energia solar no trópico úmido brasileiro.1982. 1968. 28. T. ao nível do solo. Paulo. para produtos agrícolas no trópico úmido brasileiro.. em relação a piranômetro calibrado segundo a WRR* e. O.150. Dados de insolação.. pp. L. 30. de A. As tabelas de dados correspondem ao valor de radiação solar global média diária para cada mês. Ribeiro. São apresentados os resultados dos estudos que o CPATU-EMBRAPA vêm desenvolvendo desde 1982. Neste trabalho é estabelecido. 2 de MG e 1 do PR). as equações de Radiação Solar Global em função da Insolação e Radiação Líquida em função de Radiação Solar Global.300. coeficientes de transmissividade da atmosfera. a radiação global incidente sobre superfícies planas com inclinações de 50. Atlas Solarimétrico do Estado de Santa Catarina. Instituto Agronônico. São José dos Campos-SP. M. para as encostas úmidas da Serra de Baturité-CE.Instituto Nacional de Meteorologia). Paulo. Tais estudos. Taisdeterminações.P.M.D. Pireliômetro Eppley e Radiômetro Líquido . de radiação solar encontrado para o período. 33.

Instituto Agronômico de Campinas (CIA). 2(1) : 25-34. 37. 35 com observações de nebulosidade. Azevedo. foram registrados por heliógrafos Campbell . As seguintes instituições foram as responsáveis pelas medidas: INMET (diagramas de actinógrafos cotados com planímetros e dados de insolação). Pinto. 1974. o. Também foram obtidos dados de Radiação Global diária (jan. Bahia(8).C. Foram realizadas medidas de temperatura. Verificação e adaptação para diferentes regiões climáticas. Pernambuco(4).S. Os dados meteorológicos utilizados foram medidos no posto meteorológico do Departamento de Ciências Ambientais da Faculdade de Ciências Agronômicas. Série A. 1-4. Burgos. J. Pará. Ciências Agrárias do Pará. Paraíba(16).. 27-61. Belém. 35 com observações de nebulosidade. Verificação e adaptação para diferentes regiões climáticas.. O objetivo do trabalho foi contribuir para o "Levantamento Solarimétrico do Território Nacional". Espírito Santo(1). (CPATU).P104 ÁG 1046. Piauí(2). das expressões de diversos autores da relação entre radiação global e outros elementos meteorológicos. os valores reais e relativos de insolação e os valores médios mensais de nebulosidade.L. pp. do Programa de Pesquisas e Desenvolvimento em Energia. M. Foi feita uma identificação de microclimas naturais resultantes de modificações advindas de alterações no ecossistema .Tubelis. 36. Burgos. N.. série de dois anos).L. Estimación de la radiacion global en Venezuela.A. insolação relativa e nebulosidade geral (valores experimentais) 03.. Coro.. Estimou-se a radiação global em função da radiação recebida sobre a terra sem a atmosfera ( valor teórico). J. J. Nascimento. a 1 46'S de latitude e 47 04'W de longitude. 04. é feita uma análise das médias mensais de radiação solar global diária.SP. precipitação pluviométrica. J. M. sem data. Pesquisa em Andamento.UFPB (Universidade Federal da Paraíba). Rio Grande do Norte(2). Foram analisadas e/ou utilizadas as informações de 97 estações do Brasil: Acre(2). partindo-se de dados de insolação.S.L.geral e precipitação diurna. Rio Grande do Sul(11). Pará(5). Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Úmido. Botucatu Científica. González. vegetação em processo de regeneração natural e área gramada da estação o. Fac. Radiação absorvida..2 35. Os dados diários de Insolação. Estimación de la radiacion global en Venezuela.J. registros diários de heliógrafos Campbell-Stokes e de pluviógrafos e observações de nebulosidade: Mérida. Considerou-se as seguintes estações com registros de radiação global. Anais do I Simpósio Anual da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. y Carrillo. 01. L. radiação solar global relativa diária. insolação diária e insolação relativa diária para Botucatu . sem maiores informações. foi feito um mapeamento solarimétrico para o Brasil. González. F.campo experimental do CPATU em Capitão Poço-PA. e Sallati. meteorológica. Ceará(7). Texto datilografado. XV. do e Foloni. E. Amazonas(1). Radiação emitida e Radiação líquida. das expressões de diversos autores da relação entre radiação global e outros elementos meteorológicos. Departamento Nacional de Meteorologia. E. umidade do ar.Villa Nova. D.D. São Paulo(11) e Sergipe(1). Estudos microclimáticos .. y Carrillo.Radiação global em áreas de floresta e regeneração natural em Capitão Poço-PA.de A. Agronomia Tropical. San Fernando de Apure. 2o Simpósio Brasileiro de Energia Solar/João Pessoa/PB.. Maranhão(3). e Diniz. 1977. M. XV. Agronomia Tropical.M. D. T. T. OUTRAS PUBLICAÇÕES CONSULTADAS PARA ELABORAÇÃO DO ATLAS SOLARIMÉTRICO No trabalho. a out/83) em três condições de incidência: reserva de floresta. 43 estações com observações de insolação (heliógrafo). Radiação solar global e insolação em Botucatu-SP.. sem maiores informações. Na Venezuela existem umas 15 estações de radiação global (piranógrafo). Goiás(1). n0 137. 1984. Dados solarimétricos. O período de medição foi de junho/71 a dezembro/74.Gerais(2). Setor de Solarimetria. e Azevedo. Vol.J. Na Venezuela existem 15 estações de radiação global (piranógrafo). Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul. registros diários de heliógrafos CampbellStokes e de pluviógrafos e observações de nebulosidade: . radiação global e temperatura do solo. 02. Núcleo de Meteorologia. Considerou-se as seguintes estações com registros de radiação global. Nesta publicação. Distribuição da radiação solar na região Amazônica. pp. Amapá(1). Os dados se referem ao período de 1951 a 1960.S.J.Grosso(12). A. Bastos. Vol.Stokes e a Radiação Solar Global registrados por actinógrafos tipo bimetálicos em diagrama semanal. SUDENE. INPA (piroheliômetro Eppley-início de 1976. Maturin. E.. Trata-se exclusivamente de tabelas com dados de insolação ou radiação para diversos períodos e locais.X. Também são apresentados dados médios mensais e de 10 dias de Razão de insolação (n/N). instalado na Estação Experimental " Presidente Médici". 1977. É calculada a radiação global média mensal e média de 10 dias para 15 estações na região Amazônica. Radiação Solar no Brasil. Laboratório de Energia Solar da UFPB. Calculou-se os totais mensais de radiação global. Paraná(7). 43 estações com observações de insolação (heliógrafo).

Campus II . levantados no Centro de Pesquisa do Cacau em Ilhéus/BA. atribui-se a cada hora o peso energético que lhe corresponde. R. é feita uma análise da aplicação da Equação de Angstrom modificada para obtenção de radiação a partir de insolação em Belém /PA. Ceballos. para o período de 01/05/94 a 30/04/95. V. Os resultados finais não mostraram grandes diferenças entre o método proposto e o método clássico. Vol.. radiação direta normal e radiação difusa horizontal. Os erros associados são da ordem de 3-5% e 3-4%. área limitada pelas latitudes de 20o S a 25o S. utilizando a correlação de Angstrom. J. E. Propõe-se um critério de estimativa do coeficiente linear. Foi desenvolvido um modelo físico simples. 10. Salati. 05.B.. A referência terrestre foi feita pelas estações actinográficas do Estado da Paraíba.. sugerindo limitar seu uso à estimativas de médias mensais de insolação diária. 1997. San Fernando de Apure. Moura and G. ao contrário do método clássico. dias de chuva e umidade relativa do ar. Solar radiation assessment using Meteosat 4-VIS Mérida. Disquete com dados de radiação global horizontal. e Maltez. A comparação com heliógrafo evidencia a imprecisão deste instrumento. sem data. A. É apresentada uma equação média para determinação da radiação na superfície. Dados de radiação solar. Desempenho de heliógrafos e actinógrafos na estimativa de insolação e fluxo direcional.C. médios e mínimos da radiação solar média diária anual incidente em plano horizontal na superfície terrestre. utilizando imagens de alta definição do satélite Meteosat 4-VIS. H. é aproximadamente linear com relação à irradiação direta (Qg-Qd). e utilizado para avaliações acuradas de fração horária de insolação. com decréscimo ao se deslocar para leste. Maturin. Estimativa da distribuição da energia solar no 0 Estado de São Paulo. pp. Estimativa do fluxo de radiação global no Centro 0 de Pesquisa do Cacau e áreas circunvizinhas. Neste Relatório é apresentado o cálculo da intensidade e distribuição da energia solar (direta e difusa) no estado de MG . 1978. M. Belém. e são obtidas as constantes "a" e "b" para cada local. J. 09. Butler. sem maiores informações. A energia Solar é mais intensa no Norte do Estado. n 4. produzindo um desvio padrão menor que 10 W/m2. foram calculados para 35 localidades os valores máximos.Eppley ) evidencia desempenho excelente. CEPEL (Centro de Pesquisa de Energia Elétrica). Noroeste e o Sudeste as regiões mais ensolaradas. PA. partindo de dados de insolação para as condições da referida área. no Pará. n 3. e Miranda. Bahia.R. para estimativas de insolação e de irradiação à incidência normal. Revista Theobroma. Calculou-se os totais mensais de radiação global. No método proposto. comparando-o com outras regiões da terra.5. 1983.B. médias de 10 min. estimandose os custos e viabilidade de seu aproveitamento. 25. Departamento de Ciências Atmosféricas. Com dados mensais de horas de insolação. . o Leste e o Sul apresentam os menores níveis. D. Bezerra. Vol. insolação relativa e nebulosidade geral (valores experimentais). pp. Estimou-se a radiação global em função da radiação recebida sobre a terra sem a atmosfera ( valor teórico). Foi feita uma estimativa da radiação solar no Nordeste do Brasil.C.. A estimativa num plano horizontal. sendo o Norte.L. e Farias. Bragantia. Também foram feitas comparações dos níveis de radiação solar com valores de diversos países.A calibração de actinógrafos com relação a piranômetro (PSP. S. apresentam em média.. 07.. baseia-se no "Método de Jeevananda Reddy". 202-210. PB. Vol.Campina Grande.D. baseado em duas hipóteses básicas: os intervalos visível e infravermelho são desacoplados e a transferência radiativa no visível é essencialmente conservativa. 13.P105 ÁG 10508. Apresenta ainda os custos de geração de energia elétrica para o Estado. 60. São comparadas as precisões exibidas por dois instrumentos usuais: heliógrafo do tipo Campbell-Stokes e actinógrafo Fuess ( do tipo Robitzsch). 11. 1987.. 2195h de insolação por ano.C. 1973-1975. respectivamente.. as principais fontes de erro parecem ser a refletividade planetária e a nebulosidade. Os autores analisam a distribuição da energia solar no Estado de São Paulo. estimados a partir de dados de insolação. que varia entre 1. 1995. no. Cardon. 13 (1971). J. imagery. A insolação diária determinada por actinógrafo exibe linearidade excelente com relação à irradiacão à incidência normal Qn (não é o caso dos heliógrafos). Minas Gerais. Os dados provêm de estações da rede solarimétrica da UFPB ( situadas no Estado da Paraíba). 3/4. por outro lado. Universidade Federal da Paraíba.25 e 1. de F. O resultado do modelo é bom em escala mensal. os valores reais e relativos de insolação e os valores médios mensais de nebulosidade geral e precipitação diurna. 209-219.. Os resultados. São analisados os valores diários de radiação. para o período de 1918 a 1960. A radiação solar é estimada a partir da insolação por Angstrom. Como esperado. inclusive comparando com resultados de outros locais 06. Coro. CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais). TN/TNI-134. para várias localidades do Estado de São Paulo.G. onde se atribui o mesmo "peso" à todas as horas de insolação. O fluxo direcional médio horário pode ser avaliado mediante partes de actinógrafos ( com e sem banda de sombreamento). e Godoy. Moura. Cervelline.A. Solar Energy. Neste trabalho. Relatório Técnico. CCT . Influência da nebulosidade na estimativa da radiação global em Belém. Utilizou-se o método clássico da correlação entre dados de actinógrafos e heliógrafos. D. Ceballos. no município de Salvaterra. G. Centro de Pesquisa do Cacau. Congresso Brasileiro de Agrometeorologia. Ilhéus. tanto para irradiâncias como para irradiação global diária (Qg). de A. sendo posteriormente tabelados..A. Determinou-se os valores mensais de "a" e "b". Radiação solar no Estado de Minas Gerais. V. oriunda de diversas fontes. Os resultados sugerem que o erro previsto é da ordem ou inferior a 7%. Solar Energy. Faz-se a análise dos valores de "a" e "b". 1966.

mín/máxima e mínima absoluta/média. Rio de Janeiro. de A. Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Úmido. 1984. Pará. pp. Universidade Federal da Paraíba.P106 ÁG 106foi obtida a seguinte relação: Q=Qo (0. Diniz. no período de 1964 a 1972 e de radiação solar. com dados de 371 estações meteorológicas. EMDAGRO (Empresa Agropecuária do Sergipe). com menores séries de dados. L. Os resultados mostraram boa concordância com os obtidos anteriormente para a mesma região. Assim. Fundação Padre Leonel. 1988. com vistas à determinação de modelos estocásticos do tipo Angstrom-Prescott. correspondendo aos meses chuvosos e de transição. modelo do actinógrafo e início das observações. Este trabalho apresenta tabelas com localização das estações.409 n/N). 13. 1996. . (CPATU). . Também são apresentados gráficos com valores médios e extremos mensais de radiação global (ly/dia) em áreas cobertas por esta rede.X. Foram avaliados 1274 pares de dados diários de radiação solar global (Q) e de insolação (n). Costa. Levantamento climático da Amazônia Brasileira . nebulosidade.A. Ministério da Agricultura.428 n/N). sem maiores informações. a partir de correlações. O trabalho procura tratar a radiação solar no Nordeste em termos de suas componentes direta e difusa. Bastos. 3) Levantamento da Rede Solarimétrica Nacional. T. as equações : Q= Qo ( 0. Cardon. Trata-se de um extenso trabalho de análise de informações solarimétricas publicadas no Brasil. 48º 28' W). Relação entre Radiação Solar Global e Insolação para a região de Belém. Bastos..275+0. e da Silva. e o segundo. umidade relativa. D. Com a totalidade dos dados. Trabalho provisório até a publicação de um Atlas completo. bem como os encontrados para áreas geográficas e/ou climaticamente semelhantes a esta. tipo de dados e instrumentos. Os resultados são apresentados na forma de tabelas com valores diários médios mensais e anual de radiação total.M. 18. 5. etc.261+0. e Fraidenraich. S. T. 1-3. no período de maio de 1978 a dezembro de 1981. para a estimativa da radiação solar global. Estimativa da componente direta da radiação solar no Nordeste brasileiro. neste trabalho. Dados diários de insolação. T. cujas medidas foram o º realizadas na Estação Meteorológica do 2 Distrito do INMET (latitude 1 27' e long. Radiação global e seus componentes em Belém. Texto datilografado. Atlas direcionado para a agricultura.. I Simpósio do Trópico Úmido.S. Também é apresentado um mapa do Nordeste com demarcação de algumas regiões. e da Silva. O CPATU vem desenvolvendo atividades visando reunir. Pesquisa em Andamento. O primeiro. O CPATU . compreendidos entre 1911 e 1942. Mapeamento do potencial nacional de energia Solar.D. e Maltez. Diniz.. utilizando valores diários de radiação solar no topo da atmosfera (Qo) e do comprimento do dia (N). para os quais foram desenvolvidas. Belém. foi realizada a análise da variabilidade da radiação global diária. 1969.M..L.. T.. Análise dos procedimentos (fórmulas. Diniz. Ciência e Cultura. obtidos entre 1978 e 1983.4. FERNANDO DE NORONHA. estabelecido pela Organização Meteorológica Mundial. a componente direta da radiação solar para 24 estações do Nordeste que possuem actinógrafo. de A. com Piranômetro Eppley acoplado a integrador de energia. Pará.376 n/N) e Q=Qo(0. Utiliza dados de 371 estações meteorológicas com períodos variáveis. ECEPLAN (Escritório Central de Planejamento e Controle). Outros dados apresentados: Temperatura do ar: média máx/média. direta e de radiação fora da atmosfera e médias mensais e anual do índice de transmitância da atmosfera. 2) Análise dos Enfoques Metodológicos dos Trabalhos. 1. pp. enquanto que a aplicação de testes 12. Pará. de acordo com a classificação estabelecida a partir do nível de radiação direta. (CPATU).D. Belém. respectivamente. 19. 16. n0 135. EMBRAPA/CPATU.S.) => a homogeneidade de comparação inter-regionais. Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Úmido. Belém. Os valores são colocados para cada estação. S. Fasc. no período de 1977 a 1978. Bastos. Relatório Final. de A. 1981. M.T. em Fernando de Noronha. pp. no período entre 1911 e 1942.Contribuição da rede de actinógrafos do CPATU ao conhecimento da radiação global. Rio de Janeiro. n0 138.X. 12-17 de novembro de 1984.. Núcleo de Meteorologia Aplicada. Análise da distribuição das estações. em Belém. N. Kobayashi. Pará. 684-689. Dados climatológicos. No estudo é calculado. de novembro a maio. Dados médios mensais e anual de insolação para o período de Abr/73 a Dez/95 e valores médios anuais da estação de Boquim/SE. RJ. 1984. de junho a outubro.G. T. 1) Introdução: Seleção de bibliografia de trabalhos sobre potencial solar. Dados de Insolação e Radiação Solar. em 1982 iniciou a implantação de uma rede de Actinógrafos. Pará.D. Texto Datilografado. M.M. 33. FRANCA. Pesquisa em Andamento. 17.266+0. estatísticos apropriados revelou dois períodos distintos dentro do ano.Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Úmido. Pará.M.. cobrindo 12 (doze) localidades distribuidas em cinco unidades Federativas da Amazônia. gerar e analisar dados de Radiação Global e seus componentes em Belém-Pará.X. 15. Os Relatórios do projeto tratam dos seguintes temas em detalhe. 14. correspondente ao período "standard" de 1931 a 1960. Vol. sem maiores informações. T. Atlas Climatológico do Brasil (Reedição de Mapas Selecionados). precipitação e evaporação total. H. M.

Além disso. que introduz incerteza maior que 10 %. Foram utilizados principalmente os dados de piranômetros. 1987. avaliações eólicas e de radiação solar. com coeficiente de correlação da ordem de 0. H. Argentina. Cada tipo de dados foi analisado e ponderado. Relatório Técnico para o Programa de Energia não Convencional da Subsecretaria de Política e Planejamento da SECYT. Distribución espacial del promedio anual de la radiación solar global diária en América del Sur.. L.000 e 1:5. pp. o que poderia melhorar os resultados para a região sul do continente. Grossi Gallegos. IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).51-56.. H. 1994. estudos e levantamentos realizados pelo IBGE e . ou seja. 1995. Neste trabalho. Buenos Aires. classificando o local como bom sítio em termos de potencial eólico e solar. Grossi Gallegos. Tipologia Climática .. 25. Foram elaborados 12 mapas mensais.G. Os resultados da comparação para valores diários mostram uma boa linearidade entre as medidas. É sugerida a reanálise do modelo que foi obtido para o caso dos EUA. 1994. Estado de conocimiento del recurso solar en la Republica Argentina. indicando-se a distribuição espaçotemporal da radiação solar global diária média registrada na zona considerada.Umidade Efetiva. 1990.. Foi realizado o mapeamento solarimétrico da região da América do Sul compreendida entre 10 graus e 60 graus de latitude Sul. 1996. and Atienza. com ajuste de distribuição de Weibull aos dados de vento. correlação da curva de distribuição de velocidade do vento. Buenos Aires. As medições realizadas foram : radiação global horizontal. Nolmann. direta normal e difusa horizontal. D. Atividades multinacionais em execução e Cartas de radiação solar global. 22. é elaborado um mapa de radiação média anual para América do Sul. São discutidos aspectos metodológicos como: a possibilidade de proceder extrapolações de valores mensais médios com incertezas de 10 % até 200 Km do lugar de medição (com nível de confidência de 90 %) . Evaluación preliminar del recurso solar en Argentina. sem data.000. Descrição do tratamento e análise dos dados anemométricos e solarimétricos desta estação meteorológica. y Atienza.. M. de acordo com a qualidade do instrumento e período de medição. Os resultados são melhores para os dias claros em relação a dias parcial ou totalmente nublados.A. Obra com a síntese das pesquisas. Grossi Gallegos. 8a. Foram feitas também. Os mapas elaborados são baseados em dados com período de registro ou densidade de instrumentos suficientes para preencher os requisitos de significação climatológicas..E..7. 26. CEPEL.Y.000. G. II Congresso Interamericano de Meteorologia y V Congresso Argentino de Meteorologia.P107 ÁG 107 20. Anuário Estatístico. o que engloba boa parte do território brasileiro.. Os instrumentos citados acima estavam localizados em estações espalhadas pelos países compreendidos na área estudada. Paraguai. Gagliardini. complementados com extrapolação baseada nas características de homogeneidade e isotropia da radiação solar em certas regiões. Estudo de correlações alternativas. Estudo da variabilidade espacial dos dados de radiação solar global. Analysis of 0 satellite-measured insolation in Brazil. Reunión de Trabajo de la Asociación Argentina de Energia Solar. Atlas Nacional do Brasil. Argentina. Uruguai. Apresentam-se neste trabalho os resultados das medidas realizadas durante os vários anos de operação da rede solarimétrica Argentina. Vol. no âmbito da solarimetria. H. O trabalho aborda diversos temas de interesse.A.. L. G. Santa Rosa. Chile.. Os autores concluem que é possível estimar a radiação solar na superfície terrestre da região sul do Brasil. e analisando-se a distribuição de freqüência da mesma. Cobertura Primitiva da Vegetação Nativa . 23. G.9 e erros entre 15-20% em relação ao valor médio. Tratamento e análise dos dados anemométricos e solarimétricos provenientes de Joanes/Salvaterra-PA. para levantamento do potencial eólico e solar e futura instalação de sistema híbrido-fotovoltaico-eólico-diesel. 21. conectado à rede elétrica.G. N. Estudo da representatividade temporal dos valores médios de radiação. localizada entre 15 e 34 graus S de latitude e 40 graus e 67 graus O de longitude. Evolução da radiação solar nos outros países da região. Solar & Wind Technology.Principais Tipos. 5. IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). M. 24. além de estimativas obtidas por satélite. discute também os critérios básicos que deverão nortear a implantação de uma rede solarimétrica. estimativa da radiação solar utilizando equações do tipo Angstrom. Comparação entre medidas de radiação solar obtidas por satélite (GOES) e medidas realizadas por 9 estações terrestres que possuíam piranômetro Eppley. Frulla. A área abrangida. Mapas do Brasil consultados na escala de 1:10. estimativa baseada em imagens de satélite. pelo estudo corresponde ao território brasileiro. simulações utilizando as séries de dados disponíveis. Peru e Bolívia. Cartas de radiación solar global diária para la region meridional de America del Sur. Brasil. La Serena. Instrumentos de medição e sua precisão. Chile. Rede solarimétrica na Argentina. Os tópicos principais são: Antecedentes Nacionais e Internacionais. n . H. Também foram utilizados dados de actinógrafos e heliógrafos. ACEL/SGC. velocidade e direção do vento. Memorias do III Congreso Nacional de Energia.000 : Relevo Unidades de Relevo e Hipsometria. 27. Gallegos. Grossi Gallegos. utilizando-se dados de satélite e o modelo operacional desenvolvido. Relatório Técnico. y Garcia. Atienza.1983. que produzem incerteza entre 8 e 13 % em valores mensais comparados com dados terrestres. determinação dos parâmetros de modelo de radiação solar. temperatura ambiente. Discute-se a validade dos resultados e compara-se os mesmos com os de outros trabalhos existentes. Argentina. Sugere-se aprofundamento da análise. Galdino. do valor médio diário da radiação global no plano horizontal.

São apresentados doze mapas mundiais de isolinhas de radiação total média diária no plano horizontal (na publicação. RJ. M. 1978. pp. Neste trabalho. Relações de Estações meteorológicas de superfície. altitudes . Este documento contém todas as estações operadas pelo INEMET (atual INMET) e às pertencentes a outros órgãos. Justus. entre outros. João Pessoa/PB. World distribution of solar radiation.G. 28. discussões sobre os tipos de instrumentação utilizada e finalmente o uso de satélites. setembro e dezembro equinócios e solstícios). México e partes da América do Sul. Instituto de Pesquisas Agronômicas. Atlas contendo mapas mensais e anual de Isolinhas de Temperatura Média. operando ou que operaram em convênio com este Instituto. Vol. Atlas Agroclimatológico. 1976. 35. No.. São discutidos os critérios usados para a confecção. com medidas realizadas no período de 1957 a 1984 e Insolação medidos no período de 1957-1984. 1 . Löf. temperatura ambiente. o Centro Nacional de Radiação Solar.D.P108 ÁG 10832. criando-se em 1978. Apresentam-se as isolinhas mensais da radiação solar no Estado do Rio Grande do Sul. A seção "CLIMA".GTEF. N. and Tarpley. Precipitação Pluvial. O. Remote Sensing of Environment. Umidade Relativa do Ar.O. Agroclimatológica ( observações de dados meteorológicos e biológicos) e climatológica auxiliar ( observações das temperaturas extremas e da precipitação e outros elementos necessários). C. relacionadas por Estado e numeradas conforme critérios da OMM. DIOME. sobre superfície horizontal para o Rio Grande do Sul. Normais Climatológicas (19611990). Vol.G. Os mapas foram traçados com dados obtidos de 661 estações com radiação e 233 com valor estimado a partir da insolação.Situação e Propostas. Finalizando.antigo/atual. qualidade. IPAGRO (Instituto de Pesquisas Agronômicas). Os dados de insolação são em total de horas média para cada mês e o total médio anual. 1993. tabelas 1. Mexico and South America.. Além da insolação.Estado do Rio Grande do Sul. porém com dados climatológicos listados)..volume III. 29. 10. para os doze meses do ano. o documento faz uma série de recomendações para que o país possa dispor de uma base de dados solarimétricos confiavel a adequado para projetos de sistemas solares. . Dados do satélite geoestacionário GOES são utilizados para a estimativa da radiação diária total em plano horizontal para os Estados Unidos. Número de Dias de Chuva.M (Organização Meteorológica Mundial). 34.V. estão relacionadas em tabela. Porto Alegre. States. coordenadas geográficas . C. dados de pressão atmosférica. Salienta-se que a partir de 1977. Instituto Nacional de Meteorologia. Brasília. Rio de Janeiro. 5783. ano de fundação. A edição refere-se a dados obtidos no período de 1931 a 1960 para 158 estações situadas no Brasil. RS. 1979. Grupo de Trabalho em Energia Solar Fotovoltaica . and Smith. e Corbella.. Rede Meteorológica . O INEMET classificou as estações meteorológicas em: Climatológica Principal (observações climatológicas e sinóticas).D. ou tempo limitado de registros ou imprecisão dos instrumentos de medição da radiação global ou horas de insolação. evaporação.O. M. do período de medição e da metodologia utilizada. Ministério da Agricultura. junho. só são mostrados março. Relação de estações de superfície operadas pelo INMET ou às pertencentes a outros órgãos que operam ou operaram em convênio com este Instituto. estações. apresentando diagnóstico da solarimetria. contendo: número indicativo . As estações estão listadas por Estado e classificadas de acordo com os tipos de observações realizadas. DF. As conclusões ressaltam a situação da solarimetria no Brasil como acentuadamente negativa. a publicação apresenta tabelas com a relação das estações. 1986. instalou-se a Rede Solarimétrica com vinte estações. Radiação Solar. F. 33. dentro de critérios estabelecidos pela O. Avalia-se e discute-se os resultados à luz dos tipos de instrumentos solarimétricos.C. propostas para melhoramento da quantidade. Kessler. Lyra. com problemas de manutenção e operação dos instrumentos. Solar Energy. 1989. J. visando o controle da qualidade dos dados Solarimétricos. Satellite Measured insolation in the United demais órgãos que compõem o Sistema Estatístico Nacional. C. 1979.16 a 1.. 20. testes e aplicações de métodos para estimativa da radiação solar por medição de satélite.A. precipitação. INEMET (Instituto Nacional de Meteorologia). carência de pessoal. Solarimetria no Brasil .da cuba do barômetro da estação. Recife. tipo. as possíveis fontes de erros e a validade dos resultados obtidos. 31. umidade relativa e nebulosidade. Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. fechadas temporariamente e definitivamente. G.Principais Observações Meteorológicas de diversos Municípios. New York.latitude/longitude..M. Fraidenraich. 1978. INEMET (Instituto Nacional de Meteorologia). e Tiba. Sub-Grupo de Solarimetria. contém. Insolação e Horas de frio. 30. DIOME/Brasília. seja devido à escassez de estações meteorológicas devidamente equipadas. Relação de estações meteorológicas de superfície. Mapas de radiação solar diária total média mensal. 1992 ou 1993. Ministério da Agricultura. dados de Insolação total mensal (horas e décimos). Duffie. O trabalho aborda a problemática da obtenção dos dados de Radiação Solar no Brasil. É mostrada também uma tabela com a distribuição de instrumentos por continente. falta de processamento dos dados.. disponibilidade e acesso aos dados solarimétricos. Paris.39 . dados inadequados. o Atas do 2 Congresso Latino Americano de Energia. J. Seção de Ecologia Agrícola. Estas estações(em funcionamento. INEMET (Instituto Nacional de Meteorologia). Contém os seguintes dados solarimétricos: Radiação Solar valor médio diário mensal e anual. é descrito o desenvolvimento.

J.C. Pereira. insolação média mensal. no período de 1916 a 1975 (60 anos) para Porto Alegre. 46.J. que permitem calcular a radiação diária média mensal e anual e o total anual incidente sobre uma superfície com qualquer inclinação. sem maiores informações. Agron. Survey of the incident solar radiation in Brazil by use of Meteosat satellite data. coordenadas geográficas e valores de insolação. Rieland. Porto Alegre. sem maiores informações.000. Reis.L.. 44.J. para o traçado das isolinhas.foram calculados os valores de radiação global. 1977. no entanto. Beirsdorf. total mensal.000 e 1:5. C. os coeficientes "a" e "b" da relação de Angstrom foram obtidos para cada estação. temperatura (média. levantados no 8º DISME do INMET. É apresentado estudo dos métodos potencialmente interessantes. O modelo físico denominado IGMK foi utilizado para o período 1985-86 e os resultados comparados com dados de 22 estações terrestres.. são apresentados alguns fundamentos de engenharia solar. Analisa diversos dados climáticos (precipitação. Atlas de climatologia. Vol. A. Comparação entre métodos de mapeamento solarimétrico.WMO .. sem data. 2. 1976. de 700 e 1700 estações. Neste trabalho. J. e elaborado um mapa da distribuição anual da radiação. 1975. mensal e anual. A seguir. os elementos mais importantes. Volumes I e II. 0- Disquete do 4o DISME . 1996. recomenda-se o aperfeiçoamento de métodos baseados no cálculo da transmitância direta da atmosfera e medidas da fração de insolação. Solar Energy. S. São mostrados para algumas estações meteorológicas. preparado sob a 36. Stuhlmann. Trata-se de um extenso trabalho que descreve de forma geral o clima do Brasil. com dados coletados. COPPE/CAPES. M. Pinho. período de observação. N. de Temperatura Média e Quantidade Média de Precipitação para os países da América do Sul. Muller. 43. sem maiores informações. M..S. Coelho. E. Pesquisa Agropecuária Brasileira.F. Mota. sendo 90 no período de 1931-1961 e seis estações no período de 1912-1942. desde a relação linear entre fração de insolação e energia total até o uso da cobertura de nuvens dada por satélites síncronos . Dados de precipitação média mensal para 100 localidades no estado do Pará. 1987... n 11. A insuficiência de dados solarimétricos existentes no Brasil torna necessário o uso de estimativas indiretas. radiação média mensal calculada. Estimativa preliminar da radiação 0 solar no Brasil. 19511960 e de outros períodos como complementação das informações.. para temperatura e precipitação respectivamente. Dados de umidade relativa.Governo do Estado. A. direção de Hoffmann. Como resultado. 40. Abreu. I.L. por sua maior precisão em aplicações locais e maior quantidade de informação resultante.Dados climatológicos. são apresentadas tabelas dos valores de radiação . sem maiores informações. O desvio médio quadrático entre o modelo e os resultados terrestres foi de 13%. pp. 125-132. para as 24 cidades com dados disponíveis e para os vários ângulos de inclinação. e Acosta. Faz uma descrição dos vários aspectos dos elementos climáticos. 4 DISME-INMET(Salvador/BA). RS.R. máxima e mínima) e insolação. em forma de tabelas de dados climatológicos. tipo de dados medidos. Estimativa da energia solar global na área do Recife . Ser. The Climate of Brazil. Santa Catarina. Estudos climáticos do Pará. 1982. no período de 1993-1995. baseada em registros de insolação. são relacionados 354 estações (INEMET) com dados de insolação e 20 com dados de radiação solar (estimados ou medidos).L. Finalmente é incluido uma breve exposição das zonas climáticas mais importantes do Brasil. inclusive insolação). e Alves..C. 29 .. umidade relativa e nebulosidade. para elaboração dos mapas. correspondentes ao período de 1931-1960. and Colle. Equador.000. A. . 45. T. T.INMET (Salvador/BA) com lista de estações . no. média mensal sobre o Brasil. Macêdo. 1973. Vol. As imagens (no espectro visível) do satélite Meteosat-2 foram utilizadas para estimar a radiação solar diária . Melo.. 37. É uma base de dados climatológicos que contém as seguintes informações: nome e local da estação.. L. Dada a abundância de dados de heliógrafos. Os mapas foram publicados na escala 1:10. 42.S. R.. Utilizando valores de insolação de 96 estações do INMET-Brasil. 57 .000. F. radiação total máxima média mensal e radiação direta máxima média mensal. Ciência e Cultura. Belém .C. Comissão Estadual de Energia . precedido por uma discussão dos fatores climáticos. o primeiro tipo pode ser aplicado imediatamente ao Brasil. OLADE (Organização Latino-americano de Energia). Valores médios mensais e anuais apresentados. 38. Para o Brasil.B. PA.. Manual de Radiação Solar para o Estado de Santa Catarina. retirados das Normais Climatológicas 1961-1995.P109 ÁG 10941. 8:177-179. Este Atlas contém mapas climatológicos mensais e anuais. M. A compreensão destes fatores é o instrumental para a explicação da distribuição geográfica e variações anuais dos elementos climáticos. S. Quito. Atlas Climatológico da América do Sul. 39. Anais do III Congresso Brasileiro de Engenharia Mecânica. Perspectivas de Utilização de Energia Solar em Porto Alegre. OMM . além de algumas questões da climatologia brasileira.UNESCO. Ratisbona.. 1993. São apresentadas as médias mensais dos parâmetros climatológicos e é calculada a radiação solar a partir dos valores de insolação.

12-17 de novembro de 1984. da estação meteorológica de Fortaleza ( 26m) e dos dados de insolação . T..M. Período de 36 anos. 1971. Dados de Boa Vista (Eletronorte-Flachglas). utilizando dados de insolação. Trata-se de determinar a Radiação Solar Total (global) sobre uma superfície horizontal. Foram feitas estimativas da Radiação Solar Diária. G. Petrópolis.X. O trabalho trata da estimativa do total de Radiação Solar Global nas diversas localidades do Estado do Rio de Janeiro. O trabalho apresenta dados de insolação medidos por 5 anos e dados de radiação solar medidos com actinógrafo por 4 anos. ao nível do solo. cuja obtenção é mais fácil e se executa em maior número de localidades. 1979.A. para a região metropolitana de Belém. graficamente a comparação entre os valores observados (reais) e os computados (estimados). Nat. S. o trabalho analisa as necessidades de uma rede para obtenção de dados adequados. direta e difusa: valores médios para cada hora de cada mês medido (12/90 a 01/92) e valor médio diário. sem maiores informações. Dados de 83 estações serviram de base para o estudo. incidente sobre uma superfície plana e horizontal. baseadas na Insolação e na Nebulosidade. SUDENE.M. Alguns aspectos da energia solar em Mandacaru-BA. Prescott. Radiação Global. O trabalho apresenta equação obtida por correlação entre dados de radiação global (actinógrafo bimetálico Robitzch Fuess de rotação diária) e insola ção (heliógrafo Campbell Stokes.D. CPATU. relativo às observações de insolação em Campos..X. 1973.. Alto do Itatiaia.. Na Dissertação de Mestrado são apresentadas as relações entre Radiação Solar Global (Qg) e Insolação (n). Glover e McCulloch. Ratisbona.M. Ribeiro. e Bastos.R. S.. e Carneiro. situada no topo da atmosfera. Cervellini. Penman. Os resultados são apresentados em forma de tabelas e gráficos. A estimativa é feita de forma indireta. L. baseado em Angstrom e Penman e medição da Radiação Solar que atinge uma superfície plana horizontal. L. trata-se de comprovar a validade para a Venezuela. de. Para encontrar a correlação entre ambos valores. Rec. Rendeiro. Santos. com o céu limpo e em condições naturais de nebulosidade. São Paulo. 50. Piracicaba. Hounmam. 53. Ponte. Tais estações possuem piranômetros (6 das quais com piranômetro com banda de . Simpósio do Trópico Úmido. Black. SW. Boletim Técnico n 3. Também estabelece-se que há uma maior correlação Além do levantamento solarimétrico.P.. e propõe-se equações empíricas para a estimativa dos totais de Radiação Solar Global. provenientes da estação do CPATU. J. válidos para a Serra de Baturité-CE. num período significativo e na proposição de um algorítimo baseado na lei da atenuação exponencial da radiação solar. da S. para exposições N.M.F. M. na área do Recife. São utilizados dados diários de insolação para o cálculo da razão da insolação e estimativa do total da Radiação Solar Global . Pinheiro e Teresópolis. A.80m acima do solo. de algumas fórmulas existentes. T..IPEANE). situada a 1. Pará. Sá. Apresenta mapa de insolação média anual no Estado e tabela com valor médio anual de radiação para 16 estações. a partir dos registros de insolação.U. 1980. Gomes. baseado em registros piranográficos. sem maiores dados. 20o 30o. com 306 observações diárias de radiação global e horas de insolação. Sá Diniz. P. Salati e Godoy.. incidente sobre uma superfície plana horizontal.P110 ÁG 110entre Radiação e Insolação que no caso de Radiação/Nebulosidade . tendo por base fórmula empírica com os índices propostos por Cervellini e outros (1965). Os resultados do estudo assinalam que não são adequados os coeficientes adotados em outras regiões do mundo. D. Mostra-se Foi feita uma avaliação estatística de Radiação Global (direta e difusa) a partir de dados de Insolação. 48. 51. SUDENE. dimensionamento e pré-instalação. A metodologia utilizada foi baseada nos dados climáticos e microclimáticos da região. Recife/PE. 47. Radiação Solar Global sobre Superfícies Inclinadas e Evapotranspiração Potencial Relativa na Região da Serra de Baturité -CE. de. W e NW. 11(1/2): 11-26. quando não se dispõe dos instrumentos que medem diretamente esta grandeza. segundo as equações de regressão obtidas. utilizou-se dados de quatro localidades venezuelanas com situações geográficas diferentes. Reis. SP. Chang. Foram processados dados de um período de quatorze anos (1970 a 1983). com as equações de Angstrom. calculou-se a radiação global incidente sobre superfícies planas com inclinação de 10o.. 1966. Coelho e Alves. EMBRAPA/CPATU. Recife. A. SE. através de equação de regressão entre dados de registros simultâneos de radiação global e de número de horas de insolação. Estudo das relações entre radiação solar global e razão de insolação em algumas regiões do Brasil. De posse dos dados médios de radiacão solar global diária. NE. Modelo de radiação para a região Metropolitana de Belém. B. As medições foram efetuadas por heliógrafo Campbell-Stokes e piranógrafo bimetálico Robitzsch-Fuess. Sá. 49. e Lima Filho. Previamente. O modelo foi testado mediante comparações com dados medidos de radiação solar global numa superfície horizontal.F. Serviço de Meteorologia. modelo Fuess) para a estação Meteorológica do Curado-PE ( sede do Instituto de Pesquisas Agropecuária do Nordeste. SP. Avaliação do clima em áreas agrícolas representativas dos ecosistemas de terra firme na Amazônia brasileira. Ministério da Agricultura.período efetivo de brilho solar ( horas e décimos ) da Estação meteorológica de Guaramiranga . CESP. Fritz e MacDonald. Santos. D. 52. Cabo Frio. Mateer. Bonython. sem maiores informações. Levantamento solarimétrico: Projetos de estudos. Belém. RORAIMA. 54.A. O trabalho apresenta uma revisão bibliográfica dos conceitos fundamentais da radiação solar. Estimativa da distribuição 0 mensal da radiação solar no Estado do Rio de Janeiro. É proposto um modelo determinístico de radiação solar global numa superfície horizontal. Dissertação de Mestrado ESALQ/USP. E.

A. porém. 2a edição.B. outono-inverno e anual. coletados na Estação Meteorológica do Instituto Astronômico e Geofísico da USP (IAG). RN e CE. B. tais dados não foram utilizados e a radiação solar foi calculada por regressão.R. Subcomissão de Regionalização de Energéticos.USP. a partir da dados de insolação. 3 com período de registro menor que 5 anos).N. nebulosidade. obtidos de dezesseis estações da Paraíba e locais vizinhos ao Estado. reproduzindo a média de radiação global observada. em uma. Este núcleo. Simas. em Campina Grande. Utiliza dados de estações da SUDENE. Porém. Departamento de Ciências Atmosféricas/CCT/UFP.H. Grupo de trabalho sobre Energia Solar.N. 1975. Atlas Climatológico do Estado da Paraíba. Trata-se de um detalhado estudo onde são analisadas e apresentadas tabelas e mapas relativos aos parâmetros climatológicos. a partir de dados diários. Foi obtido o valor de radiação solar para Presidente Prudente . Universidade Federal da Paraíba. 57. V. Boletim solarimétrico e cartas de zoneamento do potencial de radiação solar no Nordeste. 1987. freqüência relativa de direção e velocidade do vento. obteve-se que qualquer modificação na quantidade de aerossóis afeta mais a radiação solar direta que atinge a superfície do que a transmissividade atmosférica. . Tarifa. e Silva. Eólica e de Biomassa. 1982. são apresentados mapas com valores médios mensais de insolação diária e valores médios diários de radiação solar global (06 localidades.V. Foram feitas duas simulações. Silva. primavera-verão. elaborou as "Cartas de Zoneamento do Potencial de Radiação Solar no Nordeste". 55.. realizando o levantamento solarimétrico do estado. dos anos de 1974. além de operar diversas estações solarimétricas na Paraíba. M. Estimativa da radiação solar em função da insolação para Presidente Prudente. supondo-se uma variação na quantidade local de aerossóis e na outra. Instituto de Geografia-USP. para São Paulo. tais como: precipitação e temperatura e diagramas com valores mensais de umidade relativa. INMET da PB e estados vizinhos PE.D. foram realizados vários estudos solarimétricos pelo Núcleo de Meteorologia Aplicada do CCT/UFPB. decorrentes das transformações no albedo de superfície e da quantidade de aerossóis na coluna atmosférica local.J.B. Núcleo de Meteorologia Aplicada. mediante o uso da relação de Angstrom. uma variação no albedo da superfície. sendo duas estações em Pernambuco e uma no Rio Grande do Norte. Na Paraíba. Após a calibração. Convênio SERM-PB/UFPB-CT. Dissertação de Mestrado.P111 ÁG 11158 sombra para medir radiação difusa). estudou-se as modificações no balanço de radiação de onda curta... a partir da insolação. No primeiro caso. considerando-se as modificações causadas pela ação do homem. Um modelo numérico para estudo do balanço de radiação solar aplicado à cidade de São Paulo. Em termos de dados solarimétricos. . 1980. J. PB. João Pessoa/PB. pois a cobertura por nuvens locais é fator dominante.. além de alguns dados de interesse climatológico. Cadernos de Ciências da Terra.. Aguiar. Campina Grande. Instituto Astronômico e Geofísico . difusa e de insolação. Há uma abordagem voltada para a metodologia de obtenção das constantes. São apresentados os coeficientes para 2 períodos do ano. obteve-se que a transmissividade atmosférica praticamente não é afetada por modificações no albedo da superfície. 1989. calibrou-se o modelo proposto por Lettau e Lettau. SP. UFPB (Universidade Federal da Paraíba). os dados de radiação não são apresentados. 56. A radiação difusa não apresentou variações significativas. M. Nietzsche. No segundo caso. 1976 e 1978. M. Utilizando dados meteorológicos e de radiação solar. O Boletim Solarimétrico contém dados de radiação global.

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