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Processos

Químicos:

Destilação

Universidade Federal de Santa Catarina

UFSC

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Florianópolis, 14 de junho de 2012

Introdução à Engenharia Química

Processos Químicos: Destilação

UFSC

Processos Químicos: Destilação Universidade Federal de Santa Catarina

Curso

Engenharia Química

Matéria

Introdução à Engenharia Química

Professora

Dra. Selene M. A. Guelli Ulson de Souza

Alunos

Lígia R. Truti Assumpção Lucas Joshua Pires Manuela Cristina de Oliveira Maria Eduarda Krüger

de Souza Alunos Lígia R. Truti Assumpção Lucas Joshua Pires Manuela Cristina de Oliveira Maria Eduarda
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Processos Químicos: Destilação

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Sumário

1. Descrição

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2. Matérias-primas e produtos

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3. Princípios de separação

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3.1. Destilação simples

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3.2. Destilação fracionada

7

3.3. Destilação a vácuo

8

3.4. Destilação por arraste a vapor

8

3.5. Destilação flash

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4. Agentes de preparação

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5. Aplicações nas indústrias químicas

11

6. Descrição dos principais equipamentos industriais

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6.1. Coluna de destilação

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6.2. Revaporizador

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6.3. Condensador

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7. Referências

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1. Descrição

A destilação tem por finalidade básica extrair o “puro do impuro”. Consiste na técnica de separação de líquidos presentes em uma determinada solução através da vaporização - seja por auxílio de calor ou por redução de pressão - e posterior condensação, com retorno ao estado líquido. Baseia-se no mecanismo de equilíbrio líquido/vapor. A ocorrência simultânea do aumento da temperatura e da diminuição de pressão e facilita o fenômeno. Com uma vasta aplicação, a destilação é utilizada tanto a nível laboratorial, quanto industrial. É uma técnica que se disseminou pela indústria química moderna, podendo ser encontrada em quase todos os processos químicos industriais em fase líquida onde for necessária purificação. Possui papel fundamental nas refinarias de petróleo, na purificação de matérias primas, na produção de bebidas alcoólicas, na indústria alimentícia, na separação de impurezas, dentre outras áreas. Devido a sua grande utilização, é certo que o uso da destilação oferece grandes vantagens. Um dos benefícios é que para realizá-la não é preciso nenhum agente auxiliar na separação, isto é, não são necessários filtros ou absorventes. É um processo que, entretanto, exige uma grande demanda de energia e possui algumas limitações para que a total separação não seja frustrada. Sendo assim, a destilação possui ramificações, cada uma atendendo as necessidades particulares de cada mistura a ser separada.

Tipos de destilação:

Destilação simples: Consiste na vaporização de um líquido por aquecimento seguido da condensação do vapor e recolhimento do condensado. O aumento do calor fornecido resulta na maior velocidade da evaporação, o que faz com que o processo de destilação ocorra mais depressa. A destilação simples é utilizada para separar um líquido de impurezas não voláteis (diluídas no líquido), ou para separar líquidos de com pontos de ebulição muito afastados.

Destilação fracionada: Destina-se à separação de líquidos miscíveis. Esse processo é utilizado principalmente quando se têm líquidos com pontos de ebulição próximos, visto que, caso não houvesse a destilação fracionada, seriam necessárias várias seções de destilações simples. Isso porque, ao atingir a temperatura de ebulição, que é parecida para ambos os líquidos, estes iriam vaporizar quase simultaneamente, o que não seria vantajoso na separação. Assim, na destilação fracionada, utiliza-se uma coluna de fracionamento que auxilia na separação com maior eficiência.

Destilação a vácuo: Reduz-se a pressão para uma destilação eficaz de substâncias que não podem ser destiladas satisfatoriamente sob pressão ambiente.

Destilação por arraste a vapor: Empregada para destilar substâncias que se decompõem nas proximidades de seus pontos de ebulição e que são insolúveis em água ou nos seus vapores de arraste.

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Destilação flash: Utilizada em misturas compostas por substâncias com elevada diferença nos pontos de ebulição. Realiza-se através da rápida despressurização.

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2. Matérias-primas e produtos

As matérias primas utilizadas na destilação são inúmeras, visto que este processo é muito usado nas diversas indústrias. A seguir, encontram-se listadas algumas das aplicações industriais de tal técnica, as respectivas matérias primas utilizadas e os produtos originados:

Destilação fracionada do petróleo: Na indústria petroquímica, o petróleo é a matéria prima. Quando destilado, origina os seguintes compostos após a destilação fracionada:

Gás de petróleo;

Nafta;

Gasolina;

Querosene;

Gás óleo ou óleo diesel;

Óleos combustíveis;

Óleos lubrificantes;

Resíduos.

Dessalinização da água: A matéria prima é a água do mar, que dará origem à água e aos sais, separadamente.

Produção de bebidas alcoólicas destiladas: Bebidas destiladas são produtos finais da destilação de mostos (mistura açucarada destinada à fermentação alcoólica). Encontram-se, abaixo, algumas bebidas e suas respectivas matérias primas:

Rum: destilado alcoólico do melaço.

Uísque: destilado alcoólico obtido a partir de cereais.

Vodca: é obtida do destilado alcoólico simples de cereais, tubérculos (caules comestíveis), ou do álcool etílico potável.

Produção de óleos terapêuticos: Óleos essenciais puros são extraídos de plantas (raízes, folhas, flores e sementes) através do processo de destilação a vapor. Estes são muito utilizados na indústria farmacêutica.

Desta forma, observa-se que a destilação é um processo utilizado em larga escala, tanto na indústria alimentícia, quanto na farmacêutica, petroquímica e na de polímeros. Trata-se, portanto, de um processo indispensável.

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3. Princípios de separação

Há uma variedade de modos que a destilação pode ser executada, cada um dos quais apresentando particulares vantagens e desvantagens numa determinada situação. A destilação pode ser subdividida em cinco processos fundamentais:

1. Destilação simples;

2. Destilação fracionada;

3. Destilação a vácuo;

4. Destilação por arraste de vapor;

5. Destilação flash.

3.1. Destilação simples

Método usado para separar misturas homogêneas do tipo sólido-líquido. Consiste em duas etapas básicas: vaporização e condensação. A solução, dentro de um refervedor, é inicialmente aquecida até que o líquido entre em ebulição. O vapor produzido segue para o condensador, local no qual, devido à passagem de água fria ou ar, o vapor se condensa. O líquido condensado, por fim, é recolhido num receptor. Este líquido é chamado de destilado, enquanto o sólido remanescente no refervedor é chamado de resíduo da destilação. Após a operação, os líquidos destilados encontram-se apenas mais concentrados que na mistura original e não 100% puros. Para obter maiores graus de pureza é necessário que se faça sucessivas destilações do destilado. Esse processo também é conhecido como destilação diferencial, destilação em batelada ou destilação Rayleigh. Em escalar industrial, é empregado ocasionalmente, apenas em situações em que os materiais não são apropriados para um sistema de fluxo contínuo.

3.2. Destilação fracionada

A destilação fracionada é utilizada para separar componentes do tipo líquido- líquido com diferentes pontos de ebulição. Para sua realização é necessário um equipamento um pouco mais sofisticado bem como um maior desprendimento de tempo. A principal diferença no aparelho de destilação fracionada é a presença de uma coluna de fracionamento, um tubo vertical formado por bandejas horizontais dispostas uma sobre as outras. O objetivo desta coluna é criar várias regiões de equilíbrio líquido-vapor, enriquecendo a fração do componente mais volátil da mistura na fase de vapor. Na destilação fracionada os líquidos, dentro de um refervedor, são aquecidos e conduzidos a coluna de fracionamento. As temperaturas das bandejas inferiores são mais elevadas que das bandejas superiores. Sendo assim, ao subirem pela coluna, os vapores são resfriados. Quando o vapor atinge uma bandeja com temperatura menor que sua temperatura de ebulição, ocorre a condensação e o líquido resultante permanece na região. Os compostos menos voláteis depositam-se nas bandejas inferiores e os mais voláteis, nas superiores.

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Esse processo é muito comum nas refinarias de petróleo para a extração de diversos componentes. A imagem abaixo esquematiza o fracionamento do petróleo bem como os principais produtos gerados:

do petróleo bem como os principais produtos gerados: A destilação fracionada também é utilizada na

A destilação fracionada também é utilizada na separação dos componentes de uma mistura gasosa. Primeiro, a mistura gasosa deve ser liquefeita através da diminuição da temperatura e aumento da pressão. Após a liquefação, submete-se a mistura a uma destilação fracionada: o gás de menor ponto de ebulição volta para o estado gasoso. Esse processo é utilizado, por exemplo, para separação do oxigênio do ar atmosférico.

3.3. Destilação a vácuo

Muitos compostos, principalmente os orgânicos, sensíveis a altas temperaturas, podem sofrer alterações (decomposição, oxidação, etc) antes que seu ponto de ebulição seja atingido. A destilação a vácuo, ou a pressão reduzida, é utilizada nessa situação. Por meio de uma bomba de vácuo diminui-se a pressão do sistema e, conseqüentemente, os pontos de ebulição das substâncias envolvidas. Assim, segue-se o processo normal de destilação, porém a temperaturas muito mais baixas. Essa técnica também é utilizada para destilar misturas com o ponto de ebulição muito elevado ou acelerar processos comuns de destilação.

3.4. Destilação por arraste a vapor

É uma variante da destilação simples, empregada para separar compostos de baixa volatilidade e insolúveis em água. Consiste em injetar vapor vivo no refervedor em vez de realizar o aquecimento através de um trocador de calor. A substância a ser separada por esse processo deve ser necessariamente insolúvel em água, pois os vapores d’água é que vão conduzir essa substância.

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Misturas imiscíveis não se comportam como soluções. Os componentes de uma mistura imiscível "fervem" a temperaturas menores do que os pontos de ebulição dos componentes individuais. Assim, uma mistura de compostos de alto ponto de ebulição e água pode ser destilada à temperatura menor que 100°C, que é o ponto de ebulição da água. O princípio da destilação a vapor baseia-se no fato de que a pressão total de vapor de uma mistura de líquidos imiscíveis é igual à soma da pressão de vapor dos componentes puros individuais. A pressão total de vapor da mistura torna-se igual à pressão atmosférica e a mistura ferve em uma temperatura menor que o ponto de ebulição de qualquer um dos componentes.

3.5. Destilação flash

É também chamada destilação de equilíbrio, podendo ser realizada em batelada ou em operação contínua. Normalmente, a corrente de alimentação (líquida) é aquecida num permutador de calor, passando depois por um flash adiabático, onde ocorre uma despressurização rápida. É esta despressurização que dá origem a duas correntes saturadas, uma de líquido e outra de vapor, em equilíbrio. O tanque flash permite facilmente a separação e remoção das duas fases continuamente. Este tipo de destilação só permite um grau de separação razoável se a diferença de volatilidade entre os dois compostos que serão separados for elevada.

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4. Agentes de preparação

A pressão de vapor de um líquido em uma temperatura específica é a pressão de equilíbrio exercida por moléculas saindo e entrando na superfície líquida. Um líquido entra em ebulição quando sua pressão de vapor iguala a pressão ambiente. Líquidos com alta pressão de vapor, isto é, voláteis, entrarão em ebulição a uma temperatura mais baixa. A destilação ocorre pela diferença de volatilidade dos componentes da mistura líquida. Estas diferenças estão necessariamente relacionadas com diferenças nas forças intermoleculares de cada componente, dependentes das respectivas estruturas moleculares, o que conduz a pressões de vapor diferentes para os vários componentes da mistura.

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5. Aplicações nas indústrias químicas

A destilação é um dos mais importantes processos químicos utilizados pelas indústrias, podendo abranger diversos setores específicos. Aqui seguem alguns exemplos de possíveis aplicações industriais:

Destilação de bebidas alcoólicas: A bebida é feita pela condensação dos vapores de álcool que escapam mediante o aquecimento de um mosto fermentado. Como o ponto de ebulição do álcool é menor que o da água presente no mosto, o álcool evapora, dando-se assim a separação da água e o álcool. Ex.: Aguardente, Vinho, Uísque, Conhaque, etc. O vapor que escapa da mistura aquecida é capturado por uma serpentina refrigerada que o devolve ao estado líquido.

Destilação extrativa: Processo de separação utilizado quando o processo de destilação convencional não permite obter-se a separação desejada, como no caso em que a mistura original da qual se deseja separar um componente forma um azeótropo ou apresenta baixa volatilidade relativa.

Separação de alcoóis na produção de rum;

Separação de tolueno de misturas parafínicas;

Obtenção de butadieno a partir de misturas de hidrocarbonetos C4;

Recuperação de aromáticos a partir de misturas de hidrocarbonetos;

Obtenção de ciclohexano a partir de misturas de hidrocarbonetos;

Separação propileno/propano na produção de acrilonitrilo;

Obtenção de isopreno a partir de misturas C5;

Separação de compostos obtidos por oxidação de hidrocarbonetos.

Destilação azeotrópica: Processo de separação realizado quando a mistura contendo os componentes que precisam ser separados forma um azeótropo ou apresentam baixa volatilidade relativa.

O álcool etílico e a água formam um azeótropo que possui 95,6 % de álcool. A adição de benzeno a mistura forma outro azeótropo que permite obter álcool anidro. Devido ao fato do benzeno ser tóxico e carcinogênico, ele tem sido substituído por outras substâncias, tais como etilenoglicol, n- hexano, dentre outras.

O ácido clorídrico forma um azeótropo com a água que possui cerca de 21% de HCl à pressão ambiente de 1 bar. Destilação a uma pressão diferente pode ser percebida pela titulação do destilado.

Destilação fracionada:

A destilação industrial do petróleo é tipicamente realizada em grandes colunas cilíndricas verticais conhecidas como "torres de destilação ou fracionamento" ou "colunas de destilação", com diâmetro variando entre

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65 cm a até 6 metros, e altura de 6 a 60 metros ou mais. Tais torres possuem escoadouros de líquidos intervalados na coluna, os quais permitem a retirada de diferentes frações ou produtos que possuem diferentes pontos de ebulição.

A destilação fracionada é também usada na separação do ar, produzindo oxigênio líquido, nitrogênio líquido, e argônio de alta pureza.

A destilação de clorosilano também possibilita a produção de silício de alta pureza usada como um semicondutor.

Destilação por arraste de vapor: Empregada para destilar substâncias que se decompõem nas proximidades de seus pontos de ebulição e que são insolúveis em água ou nos seus vapores de arraste.

Óleos extraídos de algumas flores que são usados na fabricação de perfumes;

Extração do óleo do cravo da índia, mais conhecido como eugenol;

Também pode ser usada na extração de timol e carvacrol, do alecrim.

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6. Descrição dos principais equipamentos industriais

6.1. Coluna de destilação

O principal equipamento utilizado nas indústrias para a destilação é a coluna de

destilação, também conhecida como torre de destilação. Ela promove a transferência

de massa e calor entre correntes líquidas e de vapor.

de massa e calor entre correntes líquidas e de vapor. A torre é constituída por um

A torre é constituída por um recipiente cilíndrico dentro do qual se encontra

uma série de pratos internos, geralmente separados por distâncias iguais, entre os quais circulam vapor e líquido contracorrente. Esses pratos aumentam o tempo de contato entre o vapor e os líquidos na coluna. As duas fases presentes em cada andar sofrem transferência de massa e calor e assume-se que se encontram em equilíbrio ao deixar o andar. Os produtos vaporizados sobem na torre por meio de certas aberturas, descendo o líquido por outras.

As principais partes das Torres são:

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Casco, geralmente cilíndrico;

2)

Pratos (bandejas);

3)

Bocas de Visita (aberturas que permitem acesso fácil ao interior da torre para

inspeção e manutenção);

4)

Plataformas de acesso e escadas;

5)

Bocas de entrada, saída e drenagem de produtos;

6)

Panelas para retirada de produtos intermediários;

7) Telas para evitar o arraste de líquido junto com o vapor, principalmente em torres que trabalham com altas velocidades de fluxo ou torres a vácuo.

Os pratos podem ser de diversos tipos:

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Bandeja com borbuladores: Os borbulhadores são constituídos por uma

chaminé, campânulas providas de frestas e um sistema de fixação do conjunto

à bandeja. Eles são montados em chapas com furos. O vapor que sai do duto é dirigido para baixo, escapando pelos orifícios verticais da campânula.

baixo, escapando pelos orifícios verticais da campânula.  Pratos Perfurados : caracterizam-se por apresentar

Pratos Perfurados: caracterizam-se por apresentar orifícios dimensionados de maneira a permitir a passagem dos vapores no sentido ascendente, sem deixar

o líquido passar para baixo. São pratos bastantes simples e de baixo custo de fabricação.

Pratos perfurados
Pratos perfurados

Prato de Válvulas: apresentam furos nos quais são colocadas válvulas, que variam sua abertura conforme o fluxo de vapor, o que reduz o vazamento de líquido em baixas pressões.

sua abertura conforme o fluxo de vapor, o que reduz o vazamento de líquido em baixas

Pratos de válvulas

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6.2. Revaporizador

No fundo da coluna encontra-se um trocador de calor chamado revaporizador, responsável por gerar o vapor que fornece calor ao líquido que sai pelo fundo da torre, vaporizando-o total ou parcialmente.

pelo fundo da torre, vaporizando-o total ou parcialmente. 6.3. Condensador Revaporizador Depois da torre de

6.3. Condensador

Revaporizador

Depois da torre de fracionamento, o equipameto utilizado é o condensador, o qual usa um fluido de resfriamento (normalmente água ou ar) para a condensação do vapor efluente. Do condensador saem dois produtos: o refluxo (que volta para a torre) e o destilado.

produtos: o refluxo (que volta para a torre) e o destilado. Condensador As peças internas da

Condensador

As peças internas da coluna ajudam na separação das substâncias, pois permitem um maior contato entre as fases líquido e vapor, resultando numa maior transferência de calor. A escolha dessas peças depende do tipo de mistura que se deseja separar, da quantidade e dos custos envolvidos.

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Por ser a destilação o processo mais comum de separação na indústria e pelo fato dela consumir enormes quantidades de energia, seja no aquecimento da coluna ou no arrefecimento do destilado, ela contribui com mais de 50% dos custos de operação. Dessa forma, a melhor maneira de se reduzir gastos é otimizar o processo, e o profissional responsável por isso é o engenheiro químico.

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