Você está na página 1de 24
Tradução para o português-br por Daniel Portugal
Tradução para o português-br
por Daniel Portugal

Conteúdo

Instruções e livro de cenários

54 cartas “objeto”

44 marcadores “pena”

20 ilustrações “cenário do conto”

12 personagens com suas bases

1 cavalete de papelão

1 ampulheta

Objetivo do Jogo

No jogo Fábula, um dos jogadores interpretará o papel de Wilhelm Grimm escrevendo seu novo conto. Os demais jogadores interpretarão um dos personagens criados na mente do escritor. Estes personagens conseguirão ajudar o escritor a terminar sua história? Quem no final será o herói deste novo conto? São muitas perguntas que encontrarão respostas neste jogo envolvente, onde a imaginação e a improvisação são muito importantes.

Preparação

O papel do escritor: Wilhelm Grimm Escolha o jogador que interpretará o escritor Wilhelm Grimm nessa partida. O jogador escolhido colocará o cavalete e os marcadores “pena” diante de si. O papel de Grimm é muito importante já que será quem controla a partida e distribui os pontos.

O Papel dos Personagens

a partida e distribui os pontos. O Papel dos Personagens a fada – o dragão –

a fada o dragão o comerciante esperto o lobo o duende o príncipe o elfo o sábio a princesa a bruxa o cavaleiro o ladrão

Os demais jogadores interpretarão cada um dos personagens que habitam a mente criativa do escritor. Seu papel será o de inspirar Wilhelm Grimm para que termine de escrever seu novo conto. Cada jogador escolherá um personagem dos 12 disponíveis e colocará a ficha correspondente diante de si. Depois deverá interpretar esse personagem da melhor maneira possível durante a partida.

Escolha do conto Grimm escolherá uma das 20 ilustrações “cenário do conto” e irá colocá-la a disposição dos jogadores. Depois pegará a ficha “cenário” correspondente a ilustração escolhida. Esta será a cena na qual a partida começará.

escolhida. Esta será a cena na qual a partida começará. As cartas “objeto” Grimm embaralha o

As cartas “objeto” Grimm embaralha o maço de cartas “objeto” e pega, aleatoriamente, 3 cartas por jogador (exemplo: se houver 4 jogadores, então ele pega 12 cartas) e 2 duas cartas a mais (exemplo: 14 num total, seguindo o exemplo anterior). Depois coloca todas as cartas, com a face para cima no centro

da mesa. Estas cartas servirão de apoio aos personagens para que possam

dar ideias para o escritor durante a partida.

que possam dar ideias para o escritor durante a partida. O Desenvolvimento da Partida A partida

O Desenvolvimento da Partida

A partida se desenvolve em 5 fases diferentes: o prólogo, o

primeiro, segundo e terceiro capítulo e o final do conto (epílogo)

segundo e terceiro capítulo e o final do conto (epílogo) 1 O prólogo Nesta fase ,
segundo e terceiro capítulo e o final do conto (epílogo) 1 O prólogo Nesta fase ,
1
1

O prólogo

Nesta fase, Grimm lerá em voz alta o parágrafo intitulado “prólogo” da ficha “cenário”. Isto servirá para fazer a introdução da partida. O “prólogo” ajudará os personagens a entender o contexto do conto que Wilhelm Grimm quer escrever.

2
2

O primeiro capítulo

Depois, o escritor lerá o parágrafo intitulado “Capítulo 1” da ficha “cenário”. Este parágrafo explicará aos personagens a ideia principal que Grimm pretende desenvolver no primeiro capítulo do conto.

As propostas Para ajudar o escritor a dar corpo à ideia principal do seu primeiro capítulo, cada personagem na sua vez fará uma proposta. Essa proposta deverá fazer a história avançar, deve conter elementos chave, ou inclusive resolver toda ou parte da trama do capítulo. Uma proposta pode ser uma frase solta, mas é preferível que o personagem apoie sua ideia com um pequeno argumento, para convencer o escritor. Os jogadores ainda poderão fazer suas propostas em primeira ou terceira pessoa, segundo a facilidade que tenham para interpretar seu personagem. Atenção: As propostas dos jogadores não precisam estar relacionadas. Um jogador só pode fazer UMA proposta durante o primeiro capítulo.

Os objetos Além de uma proposta ter que incluir um dos objetos presentes no centro da mesa, esse objeto deverá ser o elemento principal da proposta. Um objeto com poucas estrelas será mais fácil para se integrar a história do que um objeto com muitas estrelas. Quando um personagem nomeia um objeto, ele pega a carta “objeto” correspondente e coloca-a com a face voltada para cima a frente de si. Uma vez que o jogador tenha feito sua proposta, Grimm deverá avaliar sua importância. Se Grimm a aceitar, colocará em cima do objeto um marcador “pena”. Se descartar a proposta, não colocará nenhum marcador.

a aceitar, colocará em cima do objeto um marcador “pena”. Se descartar a proposta, não colocará

Grimm poderá justificar sua decisão aos personagens se assim desejar e poderá aceitar as propostas de vários personagens. Atenção: um jogador só pode utilizar um objeto em seu primeiro capítulo. Além disso, não se podem usar objetos que tenham sido usados por outros jogadores para fazer uma proposta durante a partida.

outros jogadores para fazer uma proposta durante a partida. Critérios para avaliar se uma proposta é

Critérios para avaliar se uma proposta é uma válida Para aceitar ou não a propostas de um dos personagens, Grimm poderá recorrer, apenas como sugestão, aos seguintes critérios:

O objeto utilizado está bem integrado a proposta do personagem;

A proposta do personagem responde à problemática do capítulo;

A proposta do personagem é importante Atenção: um personagem não deve discutir a decisão do escritor.

Ordem das propostas Depois que Grimm tenha lido o parágrafo “capítulo 1” da ficha “cenário”, os personagens que queriam fazer uma proposta levantarão a mão. O escritor dará a palavra a um deles. Se nenhum personagem levantar a mão, o escritor decidirá quem será o primeiro. Se o personagem escolhido não conseguir propor nada, o escritor escolherá e dará o objeto que quiser e não lhe dará nenhum ponto. Uma vez que todos os personagens tenham feito suas propostas e, desta forma, utilizado um objeto, segue-se para o capítulo 2.

3
3

Capítulos segundo e terceiro Para o segundo e o terceiro capítulo acontecerá o mesmo procedimento do primeiro capítulo. A única diferença é que Grimm dará 2 marcadores “pena” aos objetos que foram aceitos no segundo capítulo e 3 marcadores “pena” aos objetos do terceiro (e último) capítulo.

Seleção dos personagens para o final do conto No final dos 3 primeiros capítulos, cada personagem contará o número de marcadores “pena” que conseguiu. Os dois jogadores com mais pontos poderão propor um final para o conto de Grimm. Se houver um empate, participarão do final da história os jogadores que tenham mais estrelas em suas cartas “objeto” aceitas. Se mesmo assim o empate persistir, Grimm deve decidir quem participará da fase final, baseando-se na atuação dos jogadores durante as rodadas anteriores. Quando os dois personagens para a fase final do conto forem escolhidos, Grimm lerá o parágrafo “epílogo” da ficha “cenário”.

4
4

Epílogo Grimm lerá o parágrafo intitulado “epílogo” da ficha “cenário”. Este parágrafo indicará aos personagens a ideia principal que Grimm deseja desenvolver para o final. Dos dois personagens que ficaram para o final, aquele que estiver mais à esquerda do escritor começara esta última fase do jogo. Grimm usará a ampulheta e o primeiro personagem terá 30 segundos para propor um final para o conto, utilizando as duas cartas “objeto” do centro da mesa e que ainda não foram utilizadas. Depois que o primeiro jogador tenha feito sua proposta, será a vez do outro jogador. Este jogador teve mais tempo para pensar em uma proposta, mas, em contrapartida, não poderá utilizar as mesmas ideias que o primeiro jogador para as duas cartas “objeto” restantes. No final desta rodada, Grimm escolherá o novo protagonista do seu próximo conto respeitando os seguintes critérios:

Os 2 objetos foram utilizados e se integram bem na proposta do personagem;

A proposta do personagem responde à problemática do epílogo;

A proposta do personagem é importante e coerente.

Atenção: se um personagem utilizar menos objetos que o seu adversário, será eliminado automaticamente.

Exemplo de uma proposta “A partida de xadrez” Ana, Pablo, José, Marcos e Laura jogam pela primeira vez o jogo Fábula. Ana, que está com o papel do escritor Grimm, acaba de ler aos personagens o parágrafo intitulado “capítulo 1” da ficha “cenário”. Esta parte vai mostrar aos jogadores que eles terão que salvar a menina das garras da rainha negra.

A partida de xadrez
A partida de xadrez

Pablo, que é o personagem “o príncipe” nesta partida, é o único que levantou a mão para fazer uma proposta. Ana lhe dá a palavra: “Me parece inspirado, querido príncipe, eu o escutarei”. E esta é a proposta de Pablo:

“Creio que esta rainha não deve ser amigável. Mas, como todas as damas da alta classe, tenho certeza de que não rejeitará um presente. Além disso, por acaso, eu poderia lhe oferecer um bonito presente (Pablo pega a carta “objeto” do centro da mesa que representa um anel e coloca diante de si). Esta é uma joia de valor incalculável pertencente aos meus antepassados e tenho certeza de que depois disso, ela estará disposta a me escutar”. Depois de escutar Pablo, Ana considera que sua proposta fez avançar a narração e que seu objeto estava bem integrado à história. Então ela diz:

“Me parece que a proposta é interessante, de modo que vou aceitá-la. Mas é melhor algum outro personagem tenha outra ideia interessante”. Então, Ana pega um marcador “pena” e coloca em cima do objeto que Pablo utilizou. José e Laura acabam de levantar a mão para fazer uma proposta. Ana dá a palavra a Laura, que é o personagem “o lobo”: “Tenho curiosidade para saber o que o lobo tem a me dizer” E esta é a proposta de Laura/lobo:

“Por sorte, tenho uma picareta (Laura pega a carta “objeto” do centro da mesa que representa uma picareta e coloca-a diante de si), e farei um buraco na torre negra. Desta forma poderei tirar a menina do seu interior”. Ana não fica muito convencida com a ideia de sua amiga e lhe responde: “Meu querido lobo, você realmente acredita que a rainha negra dará todo esse tempo para que você possa cavar um buraco para a sua liberdade? Na minha opinião, a rainha terá feito picadinho de você muito antes!” Ana não coloca nenhum marcador “pena” em cima do objeto utilizado por Laura.

Variante para jogadores experientes Nesta variante os personagens elaboram juntos uma história em comum. Os jogadores poderão tomar a palavra quando queiram, sem ter que levantar a mão, para responder ou completar as propostas de outro jogador, tantas vezes como quiserem durante um capítulo. Como as regras normais, cada personagem só poderá fazer uma proposta utilizando uma carta “objeto” por capítulo. O restante das regras são as mesmas. Os capítulos terminam sempre quando todos os personagens tenham feito uma proposta usando uma carta “objeto”. Além disso, a fase do “epílogo” não muda.

Variante coletiva Nesta variante, Grimm sempre dará sua opinião sobre as propostas dos personagens, mas não dará aos jogadores nenhum marcador “pena”. Desta forma, todos os personagens participarão da fase “epílogo”. O escritor não escolherá nenhum herói no final do conto.

Novos cenários Se você ficar sem imaginação e quiser novos cenários, é possível encontrá-los para download na página www.libellud.com. Lá, aos poucos, novos cenários serão incluídos para renovar suas partidas. Além disso, você também pode enviar suas propostas de cenários. A equipe Libellud ficará contente em publicar seus cenários na sua página na web e compartilhá-la com a comunidade de Fábula.

Agradecimentos Michel e Monique Bonnessée, Vincent Moirin, Paul Neveur, Jérémy Guetté, Maxime Biessy, Florent Toscano, Vincent Bidault, Bony, Fred Coussay, Benoit Forget, Andy, Docteur Mops, Claudine Roubira-Hill, Yohan Bouffandeau, a Ludoteca 1,2,3 Soleil à Montreuil e a todas as pessoas que participaram dos testes do jogo. Obrigado também a equipe Asmodee Editions Ibérica: Fernando Gallart, Haritz Solana, Verônica Ruiz, Enrique Harto e Silvia Campillo.

A Cerimônia
A Cerimônia

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, no mais recôndito bosque, havia uma pequena aldeia onde, a cada noite de lua cheia, acontecia um ritual mágico. As pessoas diziam que num lugar secreto, um poderoso bruxo ensinava a seus aprendizes práticas ocultas. A cada mês, o bruxo atraía mais e mais seguidores, prometendo o poder da imortalidade para qualquer um que usasse uma máscara impregnada de sua magia. Assim, dia após dia, a pequena aldeia era abandonada por seus habitantes, para infortúnio do seu prefeito. Este, desesperado, decidiu utilizar certas artes antigas com a certeza de que descobriria o segredo deste enigmático bruxo”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

depois de haver descoberto o local da cerimônia, vocês poderiam se misturar entre os participantes sem chamar a atenção. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: infelizmente, um dos membros do seu grupo foi desmascarado por um guardião da cerimônia. Muito bem, no segundo capítulo, vocês terão que me mostrar como ajudar seu infeliz companheiro a sair dessa situação”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem

até um lugar afastado. Desta forma, será possível arrancar sua famosa máscara e assim, quem sabe, descobrir seu

Creio que está na hora de encontrar uma maneira de atrair o bruxo

segredo. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Por trás da máscara estava escondido, surpreendentemente, o príncipe do reino. Uma malvada bruxa havia posto a máscara nele meses atrás, porque o príncipe achava que assim iria superar o medo que tinha das outras pessoas. Na realidade, a máscara tinha o poder de controlar a mente daquele que a usasse. Fazendo isso, a bruxa queria vingar-se do rei que já havia derrotado-a no passado. Aquele que conseguir convencer o príncipe de que não precisa mais usar a máscara para controlar seu medo, será sem dúvida o novo herói deste conto”.

O Jardim
O Jardim

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, a rainha dos gafanhotos havia organizado uma grande festa no seu verde e luminoso palácio, para celebrar a chegada da primavera. Todos os habitantes do reino estavam convidados: os músicos grilos, os feiticeiros

escaravelhos, as joaninhas, as formigas e muitos outros insetos de todas as classes. Também havia criaturas ainda

mais peculiares que andavam sobre duas patas e viviam na cidade-cogumelo vizinha

festejo, uma desgraça perturbou os preparativos da festa: um gigante, como não haviam visto há muitos anos, se aproximava amassando com seus enormes pés os jardins do palácio da rainha dos gafanhotos onde se celebraria a festa. Para piorar a situação, quando parecia que ele estava indo embora, o gigante voltava seguindo os próprios, quase esmagando os pequenos e aterrorizados habitantes. Seu movimento parecia não se acabar nunca. Alertados por uma jovem mosca, alguns convidados do povoado vizinho decidiram ajudar a rainha dos insetos e seu povoado”.

na noite anterior ao

Mas

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam atrair o gigante para que saia dos jardins da rainha. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: finalmente, o gigante se afastou um pouco, mas começou a arrancar as flores do jardim da rainha! Muito bem, no segundo capítulo, vocês terão que me dizer como proteger as plantas deste intruso destruidor”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem

capturar a filha mais velha da rainha dos gafanhotos. Sentado numa pedra, ele a observa com seus grandes dedos.

Creio que é a hora de vocês irem resgatar a infeliz princesa. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Mas, vocês podem ser ainda mais úteis! O gigante acaba de

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. E se o gigante fosse somente um homem? Não era sua intenção pisar nos jardins da rainha e nem destruir suas plantas: simplesmente estava dando uma volta e pensou em colher um ramo de flores silvestres enquanto esperava que sua amada chegasse. Aquele que conseguir atrair a atenção do homem até que sua amada chegue, para evitar que ele produza mais danos no jardim da rainha, será sem dúvida o herói deste conto”.

A Fábrica
A Fábrica

Prólogo Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, havia sido construída uma cidade-fábrica que tinha a aparência de uma imensa caixa de metal fechada. Seus habitantes trabalhavam e viviam lá há tanto tempo que haviam esquecido o que havia por trás dos muros da cidade. Inclusive nem sequer imaginavam que pudesse existir algo fora daquela cidade! Num belo dia, um novo “gerente” foi eleito para chefiar todo o trabalho. Daí em diante, este homenzinho cruel e egoísta começo a aumentar o trabalho de todos os habitantes, sejam adultos ou crianças. “Depressa! Depressa!” “Não parem de martelar. Temos que terminar essa grande roda antes do ano novo, se não ” Esgotados por esse ritmo infernal, os habitantes se arrastavam pelos corredores como robôs, fazendo automaticamente os mesmos movimentos, dia após dia. Mas uma noite, um pequeno grupo que trabalhava na mesma engrenagem decidiu que essa situação tinha que acabar. Deixaram de lado suas ferramentas e foram em busca do “gerente”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

como vocês enfrentarão esse ignóbil personagem para que seja mais compassivo com seus habitantes. Espero impaciente por suas propostas”

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: o pequeno gerente confessou que haverá um evento muito importante que deveria acontecer nessa mesma noite, num local secreto da fábrica. O motivo de pressionar tanto os seus habitantes a trabalhar era porque tinha que deixar tudo pronto para esse evento. Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me dizer como vão encontrar esse lugar secreto sem a ajuda de nenhum mapa”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Creio que é a hora de saber o que irá acontecer nesta noite, nesse lugar. Eu imagino que esse lugar seja o último andar da fábrica: uma sala com imensas persianas impossíveis de serem abertas e que cobrem toda a parede. Mas, o que essas persianas estão escondendo? Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Desde o início, eu havia imaginado que esta grande fábrica poderia ser um imenso relógio-cuco situado no lar de um gigante. Pela primeira vez, o novo gerente queria que as doze badaladas da meia-noite soassem pontualmente. Aquele que conseguir convencer os habitantes a terminar o trabalho a tempo, será sem dúvida o herói deste conto”.

Os Brinquedos
Os Brinquedos

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, uma rainha deu a luz a um filho para grande alegria do rei. O príncipe foi tão mimado e presenteado que já na idade de cinco anos, seu quarto estava lotado com todo tipo de brinquedos. Entretanto, o menino não era feliz, pois apesar de todos os privilégios, não tinha nenhum amigo. A cada noite, ele era atormentado pelo mesmo pesadelo. Neste sonho horrível, o príncipe se transformava num ursinho de pelúcia. Sozinho em seu quarto, escondido na escuridão da noite, escutava ruídos estranhos ao seu redor como chiados e sussurros. Depois, de repente, o quarto se iluminava e então, marionetes com expressões ameaçadoras se aproximavam dele para pegar seu coração. Depois disso, o príncipe despertava, suando muito, sem conseguir dormir de novo até o amanhecer. Uma noite, antes de dormir, decidiu colocar seus bichos de pelúcia favoritos ao seu lado na cama: seu ursinho de pelúcia e também outros personagens de contos de fada que havia ganhado de sua madrinha. “Desta forma”, ele pensou, “se eu tiver um pesadelo de novo, desta vez, meus amigos estarão comigo”. Mas, novamente, assim que encostou sua cabeça no travesseiro, o pesadelo começou de novo ”

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam ajudar o jovem “príncipe-urso” a lidar com as malvadas marionetes de seu quarto. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: infelizmente, o chefe das marionetes não quis escutar mais nada e as marionetes conseguiram amarrar vocês e suspendeu vocês até o teto! Muito bem, no segundo capítulo, vocês terão que me mostrar como conseguirão sair desta situação”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem

de seus pais. Desta forma. o príncipe poderia finalmente encontrar um pouco de proteção. Mas, sejam cautelosos, pois já é noite e o castelo é muito grande. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Creio que é a hora de acompanhar o “príncipe urso” até o quarto

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. E se a causa deste desagradável sonho tivesse relação com a grande solidão do príncipe? Aquele que se tornar o seu primeiro e verdadeiro amigo, será sem dúvida o herói deste conto”.

O Espelho
O Espelho

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, a filha mais nova do rei acordava a cada noite assustada com a impressão de que alguém a observava enquanto dormia. Acreditando que isso era apenas de um sonho ruim, ela sempre terminava voltando a dormir. Numa noite em que não conseguia dormir, a princesa viu uma sombra que deslizou até a sua cama e se inclinou sobre ela durante um instante. Apenas teve tempo de gritar quando seu misterioso visitante já havia desaparecido. A curiosidade era mais forte do que o medo, de modo que a princesa saltou de sua cama para seguir discretamente aquela sombra. Depois de ter cruzado os silenciosos corredores do castelo, ela viu desaparecer a sombra pela porta do sótão. Mas a porta continuava fechada quando ela tentava abri-la. No dia seguinte, na mesma hora, a princesa subiu de novo ao sótão, desta vez acompanhada de seus amigos. Quando a porta se abriu, dentro do quarto encontraram um grande espelho, do qual saía uma cálida luz de verão.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

como você conseguirão seguir as pistas que levam a misteriosa sombra, que, neste momento, já está do outro lado do espelho, num país misterioso. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: depois de uma longa jornada pelo país do espelho, vocês encontraram as portas de um palácio-cogumelo imponente. Mas os guardiões não parecem dispostos em deixar desconhecidos entrarem. Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me contar como conseguiram burlar a vigilância dos guardiões e assim entrar no interior do castelo”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Creio que está na hora de prosseguir com a investigação. Como encontrar a sombra misteriosa neste gigantesco palácio-cogumelo? Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Finalmente vocês encontraram o misterioso visitante, meus queridos companheiros de aventuras. Mas, vocês imaginavam que este personagem era o príncipe de um reino vizinho? Desde que conheceu a jovem princesa, não havia deixado de pensar nela um único dia. Mas, como era muito tímido para declarar seu amor, apenas se conformava em contemplá-la enquanto dormia, a cada noite, usando um espelho mágico que unia seus dois reinos. Aquele que ajudar o príncipe a declarar seu amor pela jovem princesa, conquistando assim seu coração, será sem dúvida o herói deste conto”.

O Mago
O Mago

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, numa antiga e distante torre, vivia um mago muito sábio cuja única companhia era seu fiel servo. O mago vivia lá desde tempos imemoriais, quando a região era assolada por guerras sangrentas. Desde então, segundo as pessoas dizem, este mago não havia saído de sua torre, acreditando que as guerras ainda aconteciam. No mesmo condado, o senhor feudal que havia se comprometido com uma jovem princesa do oriente, preparava seu casamento. Entretanto, a noiva vinha de uma família erudita e tinha o desejo de saber todos os conhecimentos possíveis do seu tempo. O senhor, comovido por este nobre desejo, queria chamar o sábio mago para ser testemunha do seu casamento, que estava prestes a acontecer. Mas, infelizmente, nenhum dos enviados havia conseguido fazer o mago sair de sua morada. Foi quando um grupo de fieis, experientes em todo tipo de testes, decide tomar as rédeas. E aqui estão nossos amigos, entrando na sombria torre e pedindo ao servo que os conduza até o seu amo!”

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês precisam convencer o servo, que não parece muito disposto a ajudá-los, de que os conduza até o seu amo. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: o servo finalmente os conduziu ao ponto mais alto da torre. Mas, depois de cruzar a porta, esta se fecha subitamente atrás de vocês! Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me dizer como sairão desta armadilha. Cuidado com a altura!”

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem

existir uma passagem secreta que leve até ele, mas como descobrir onde fica essa passagem? Vamos continuar a

Creio que está na hora de descobrir onde se esconde o mago. Deve

escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Uma pequena passagem secreta os levou a um quarto sombrio e impregnado de magia. O servo se surpreendeu ao encontrá-los lá. E se na realidade, este misterioso personagem não era outro senão o tão procurado mago? Isto explicaria porque ninguém nunca havia o encontrado naquele lugar. Aquele que descobrir a verdade sobre esse assunto e realizar com êxito o casamento do senhor será sem dúvida o novo herói deste conto”.

O Moinho
O Moinho

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto: A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, em uma aldeia rica em trigo, milho e todo tipo de cereais, vivam pacificamente orgulhosos camponeses. Mas, para sua infelicidade, a paz não duraria para sempre: numa tarde de verão, uma horda de criaturas aterradoras, parecidas com dragões, apareceram nos céus alaranjados do campo. Saindo do nada, estas criaturas começaram a destruir os pastos e afugentar o gado. Em pouco tempo, a região que havia sido tão rica no passado, foi abandonada por seus habitantes e se tornou um lugar desolador. O senhor da aldeia decidiu reunir pessoas valentes, para perseguir os intrusos e, desta forma, os assustados camponeses poderiam voltar a viver em suas cabanas. O pequeno grupo iniciou a jornada e não demorou para que encontrassem as bestas voadoras que rodeavam o velho moinho sobre a colina”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês precisam conseguir se aproximar do moinho sem serem descobertos e nem atacados por essas aterradoras criaturas. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: uma vez dentro do moinho, vocês se surpreendem ao escutar a voz metálica de um pequeno robô que diz: “Forasteiros, se quiserem chegar ao primeiro andar, primeiro precisam ativar o mecanismo para liberar as escadas”. Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me mostrar como chegarão à parte de cima do moinho para poder ver o que está acontecendo”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem

ocupado, trabalhando numa estranha máquina. Acho que está na hora de descobrir o que está acontecendo aqui. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Vocês encontraram um misterioso personagem no andar superior,

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Acho que eu os assustei, meus queridos personagens. Vocês ficaram com medo desta armada de dragões? Está bem, imaginemos que o misterioso personagem do moinho não é outro senão um inventor muito genioso e que nunca foi levado a sério por ninguém. Para demonstrar seu talento, ele pensou em construir algo que mudaria o curso da história. Ele havia conseguido criar esta máquina que projetava um raio de luz até as nuvens e fazia aparecer criaturas que saíam diretamente de sua imaginação. Embora todos pensassem que fossem criaturas de verdade. Aquele que conseguir convencer o inventor a renunciar seus tolos experimentos que aterrorizam a aldeia será sem dúvida herói deste conto”.

A Cidade
A Cidade

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto: A história poderia começar assim: Há muito, muito

tempo, o rei de um pequeno país acreditava que além das fronteiras do seu reino só havia um imenso deserto desabitado. Ainda que sua mulher dissesse o contrário, ele não queria escutar ninguém. Além disso, seus mais fiéis conselheiros, por medo de serem demitidos, não ousavam colocar em dúvidas as convicções do velho rei. A rainha pediu aos seus amigos mais próximos que partissem para descobrir os países distantes e que trouxessem algum

objeto maravilhoso. Então, poderia mostrar ao seu marido, o rei, provando que estava equivocado

pequeno grupo retornou ao reino três anos mais tarde, cada um trazendo um troféu para oferecer ao soberano, mal sabiam que uma surpresa desagradável os esperava. Eles tinham acabado de cruzar os portões da cidade quando sentiram uma sensação desconfortável: as pessoas que eles conheciam passavam por eles apressadas, com medo e lançavam olhares cheios de desconfiança e receio. Nossos amigos se sentiam estrangeiros na sua própria cidade”.

Mas, quando o

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam tentar não atrair os olhares de desconfiança e receio da população. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: vocês estão trancados num beco sem saída e existe um grupo de aldeões que ameaçam atacar. Muito bem, no segundo capítulo: vocês precisam me mostrar como vão conseguir sair deste beco sãos e salvos ”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem

avisada da sua chegada. Creio que esta na hora de ir em busca do rei e mostrar-lhe suas oferendas. Mas, que objetos

maravilhosos vocês trouxeram dos países distantes? Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Vocês conseguiram entrar no palácio graças à rainha, que foi

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. E se nada tivesse mudado no reino desde que vocês partiram há tanto tempo? E se simplesmente fosse sua própria perspectiva do mundo que evoluiu? Depois de ter conhecido os países distantes, sem nenhuma dúvida sua longa viagem abriu seus olhos e coração. De modo que, quando vocês retornaram, não foram capazes de reconhecer seu próprio país, depois de tanto tempo vendo coisas do estrangeiro. Aquele que conseguir livrar o monarca de sua postura fechada e de seu medo pelo desconhecido para devolver ao reino sua vitalidade e sua aura de antes, será sem dúvida o herói deste conto”.

O Tesouro
O Tesouro

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, os habitantes de um reino descobriram com pavor que todas as fontes e rios de todas as cidades secaram durante a noite. O pânico começou a aumentar entre a população. O rei chamou especialistas de todos os cantos do país, mas nenhum conseguiu descobrir a origem dessa calamidade. Porém, um dos especialistas disse que uma senhora havia ficado surpresa ao ver surgir na sua horta um poço tão profundo que, segunda a senhora, poderia levar até as entranhas da terra. Lá, talvez, no lugar mais profundo, encontrava-se a solução para o mistério que preocupa a todos, ou, quem sabe, um grande tesouro. O rei pediu que seus homens de confiança descessem até o fundo do poço e resolvessem o mistério dessa repentina falta d’água. Assim, o pequeno grupo se preparava para a tarefa, cada um com seus próprios equipamentos, atravessaram a entrada do poço e desapareceram através do grande buraco. Eles desceram sentindo altas temperaturas e uma escuridão que não parecia ter fim, até que chegaram numa grande caverna mal iluminada.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam imaginar o que acontecerá neste misterioso mundo subterrâneo. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: um mineiro vem ao encontro de vocês e pede ajuda para encontrar seu filho que se perdeu no imenso labirinto formado pelas cavernas. Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me dizer como irão ajudar o mineiro. Depois disso, é muito provável que vocês precisem da ajuda dele e creio que ele não se importaria em ajudar”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Creio que é o momento de seguir o caminho de vocês. Quando vocês estavam perto da sala do tesouro, uma sombra se aproximou de vocês e disse: “Nobres estrangeiros, tenham piedade de uma pobre criatura como eu, que não vê a luz do dia há muitos anos”. Como vocês irão agir? Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Vou dizer agora o que eu pensei. Vocês mal chegaram à sala do tesouro quando um dragão disse: “Jovens companheiros, vocês demonstraram ter um coração valente. Por isso, eu os entrego o meu tesouro mais valioso. Espero que vocês consigam convencer os outros que vivem na superfície de que não devem maltratá-lo como já fizeram no passado”. Assim que disse essas palavras, uma pilha de ouro que estava nos pés do dragão se transformou em lago de água pura e cristalina. Aquele que encontrar uma solução para que os habitantes da superfície possam desfrutar dessa riqueza, será sem dúvida o novo herói deste conto”.

O Labirinto
O Labirinto

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, um imenso labirinto mágico foi construído na entrada de um interminável deserto. Uma profecia tão antiga como a existência da noite anunciava que o primeiro a descobrir o segredo do labirinto, veria o deserto se transformar instantaneamente num grande reino de terras férteis e ricas das quais seria soberano. Para desencadear esse fenômeno milagroso, seria preciso descobrir dois objetos mágicos escondidos no labirinto e fazer uso correto deles. Mas até agora, ninguém conseguiu fazer com que a profecia se realizasse. O guardião do labirinto, uma criatura atemporal e sem piedade, não facilitava a vida de ninguém que ousasse entrar no labirinto. Um belo dia, um pequeno grupo de camponeses destemidos decidiu testar a sorte, usando suas habilidades em conjunto; e assim chegaram as portas do labirinto”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam me dizer como irão avançar pelo labirinto sem se perder, evitando assim ficar eternamente andando em círculos. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: vocês descobriram uma abertura para entrar na fortaleza do guardião. Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me mostrar como conseguirão entrar lá, burlando a vigilância do seu dono. Os dois objetos que vocês estão procurando devem estar escondidos no interior da fortaleza”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem

estatuetas e outras antiguidades esquecidas sobre a poeira. Creio que está na hora de encontrar os dois objetos mágicos. Mas, onde poderiam estar escondidos esses itens já que existem tantos itens misturados? Vamos continuar

Vocês descobriram uma cripta subterrânea cheia de incontáveis

a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Finalmente vocês estão com os dois objetos mágicos. Aquele que conseguir fazer uso correto desses objetos, como a profecia ordena, se tornará o senhor de um novo reino próspero e será sem dúvida o novo herói desse conto”.

O Galeão
O Galeão

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito

tempo, um velho marinheiro que já havia navegado por todos os mares revelou um segredo a um jovem capitão que

Bem que você poderia gastar umas moedas para convidar um velho lobo do Ah, como uma bebida me cairia bem. E se você me escutar um pouco mais, eu

garanto que não perderá seu tempo. Eu já naveguei muito, em vários tipos de embarcações. Já vi tantas coisas estranhas que fariam os olhos de muitas pessoas saltarem. Mas, que diabo! Agora a pouco eu vi um barco fantasma! Eu não queria acreditar, mas vi um verdadeiro galeão com os mastros podres. Eu vi o barco da mesma forma que

Encontrei esse barco ao me aproximar de uma

estou vendo você agora mesmo, a minha frente. Isso me dá calafrios

ilha, bem distante daqui. Além das correntes austrais. Mas essa ilha não está nos mapas. Não, não! Só aparece no meu mapa! E eu vou te dar esse mapa, junto com esse baú que pertenceu ao pai do meu pai! Faço isso porque nunca

Dou

mais voltarei a içar as velas! Mas que diabo! Tenho certeza que ele tem algo a ver com toda essa história

minha palavra de corsário. Se você tiver coragem para ir até lá, com certeza encontrará algo para acalmar essa sede

de aventuras que, como tantos outros, você tem

Pegue-o! O pai do meu pai me

fez prometer que eu só abriria esse baú na ilha

do contrário, eu teria azar se o abrisse aqui!” O jovem capitão

possibilidade de cruzar com um morto, já que estamos em terra firme! Ah, e o baú

Agora prefiro acalmar minha sede aqui. Aqui não há a menor

ouvia atento: “Escute, Jovenzinho! mar como eu para tomar uns tragos

pegou o baú, disse adeus ao velho marinheiro e reuniu apressadamente uma tripulação improvisada. Depois de dois dias se lançaram em alto mar e depois de uma travessia muito difícil que já durava dois meses, a tripulação avistou a pequena ilha”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês precisam me dizer como conseguirão lidar com a ameaça do barco fantasma que está exatamente a sua frente. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: o ameaçador barco fantasma parece que se afastou. Mas, infelizmente, seu barco sofreu severos danos! Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me mostrar como conseguirão reparar os danos causados ao barco”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Creio que está na hora de atracar na famosa ilha. Mas parece que quanto mais vocês se aproximam da ilha, mais distante ela parece estar! Deve haver alguma solução para este

problema

Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Finalmente vocês chegaram à ilha. Acabaram de abrir o baú do velho

marinheiro quando escutaram uma voz além do túmulo “Obrigado por ter chegado até aqui! Infelizmente, não existe

Há mais de um século, meu pai naufragou perto desta ilha. Desde aquele dia fatídico que sua

nenhum tesouro aqui

alma e a alma da sua tripulação não podem descansar em paz! Eu os fiz vir até aqui com a esperança de concluir a

missão que eu mesmo não pude terminar quando estava vivo! Tem que haver uma solução para estas almas amaldiçoadas” Aquele de conseguir cumprir esta nobre missão, será sem dúvida o herói deste conto”.

O Polvo
O Polvo

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, a mulher de um jovem senhor havia dado a luz a um herdeiro. Seus pais lhe haviam construído um quarto bem bonito no centro do seu palácio. Nada era belo suficiente para seu filho. A cada manhã, sua mãe ia visitá-lo, contemplava-o e ficava maravilhada durante horas; até que um dia a porta do quarto se abriu e apareceu um enorme polvo justamente atrás da porta. Horrorizada, a jovem dama, deu um salto para trás, dando gritos que foram ouvidos por todo o palácio. Depois disso, os guardas vieram ajudar, mas só conseguiram empurrar a criatura para dentro do quarto. Nos dias seguintes, fizeram novas tentativas de atravessar a porta. Porém o polvo inacreditavelmente bloqueava o acesso ao lugar e, consequentemente, ao jovem herdeiro. Assim, o senhor do reino foi pedir ajuda ao seu povo. Um pequeno grupo de habitantes respondeu ao seu chamado. E aqui estão eles diante do espantoso polvo”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam encontrar uma forma de se esquivar do polvo para poder entrar no quarto. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: uma vez dentro do quarto, um ancião aparece diante do polvo como se fosse mágica: “Jovens aventureiros, não tenham medo, mostrem-me que são puros de coração e eu os ajudarei. Qual bem precioso vocês estariam dispostos a me oferecer?” Muito bem, no segundo capítulo, vocês terão que me mostrar como vão responder ao pedido do velho sábio”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Creio que é o momento de deixar que o ancião os guie: “Vocês demonstraram que têm o coração puro. Mas infelizmente não me sobrou quase nenhuma magia e minha imagem logo desaparecerá. Encontrem meu corpo físico em algum lugar do castelo para que eu possa ajudá-los”. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Finalmente vocês encontraram o sábio em carne e osso e preso no fundo de uma das masmorras do castelo. O homem parece estar feliz em voltar a ver vocês. “Sou apenas um velho mago que recorreu ao reino em busca de saber. Normalmente, os grandes homens deste reino não negam hospitalidade a um homem como eu, mas este não é o caso da Dama deste palácio, que me encarcerou nesta masmorra. Esta senhora precisava ter uma grande lição! Então eu transformei aquilo que ela mais amava, seu filho, numa besta espantosa”. Aquele que conseguir abrir os olhos e o coração da mulher do senhor (a Dama) e fazer com que seu filho volte ao normal, será sem dúvida o herói deste conto”.

O Banquete
O Banquete

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, um ser maléfico aterrorizava os habitantes de uma pequena aldeia do reino. Este ser vivia numa velha mansão abandonada, perdida nos confins de terras distantes, de onde nunca ninguém havia se aventurado. Acreditava-se que este personagem tinha alguns poderes, como o de transformar suas vítimas em um objeto ou em um animal. Por causa disso, os habitantes viviam num eterno clima de medo e desconfiança, tanto que ninguém sabia realmente como essa criatura se parecia. Cansados de esperar, os nobres da aldeia decidiram enviar alguns habitantes valentes numa expedição até a sombria mansão. Mas assim que atravessaram o umbral da porta, foram reduzidos instantaneamente ao tamanho de um ratinho”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam me dizer como conseguirão despistar o gato que está olhando para vocês e lambendo os beiços. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto. Muito bem, no segundo capítulo, vocês terão que me mostrar o que farão para voltar ao tamanho normal, agora que não precisam mais se preocupar com o gato”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Creio que é o momento de saber onde se esconde o sinistro personagem desta morada. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Depois de descobrir um laboratório no sótão da horripilante mansão, vocês perceberam que o último experimento do bruxo havia dado errado. parecia que o experimento o havia transformado num gato comum. Sim, aquele mesmo que olhava para vocês com cara de fome. Bem feito! Mas,

talvez, depois desse experimento que deu errado, é muito provável que ele tenha refletido sobre seus atos

que tomar a decisão mais justa no que diz respeito ao destino do gato-bruxo, será sem dúvida o herói desde conto”.

aquele

O Tabuleiro de Xadrez
O Tabuleiro de
Xadrez

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, todas as crianças de um povoado desapareceram durante a noite, sem deixar nenhum rastro. Nos dias seguintes aconteceram várias buscas, mas, infelizmente, não houve nenhum resultado. Alertados por este misterioso desaparecimento, alguns habitantes dos povoados vizinhos ofereceram ajuda para que esses desesperados pais conseguissem encontrar seu filhos. Começaram a investigação visitando uma velha dama solitária que vivia numa pequena cabana em cima da montanha. Mas, assim que o grupo entrou na antiga cabana, uma fumaça ácida invadiu todo o lugar, irritando os olhos. Quando puderam abrir os olhos, perceberam com um grande susto que não estavam no mesmo lugar. Já não havia cabana! Nem montanha! Pareciam que eles estavam presos num imenso tabuleiro de xadrez em movimento”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

como vocês salvarão a menina que caiu nas garras da rainha negra e que, por sua vez, não parecer ser amiga de ninguém. Espero impaciente por suas respostas”.

Capítulo 2 Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: segundo a versão da menina que vocês resgataram, outras quinze crianças estavam escondidas no tabuleiro de xadrez. Muito bem, no segundo capítulo, vocês terão que me mostrar como vão encontrar essas pobres crianças perdidas neste pesadelo de deserto branco e preto”.

Capítulo 3

“Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Na realidade, as crianças haviam sido transformadas em peões

brancos e pretos! Eles corriam perigo de serem devorados pelas torres, cavalos, bispos e outras peças

hora de encontrar um aliado que ajude vocês a voltar ao mundo real com as crianças. Vamos continuar a escrever

mais esse capítulo!”

Creio que é a

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. O bispo branco escondia muito bem suas intenções! Como não concordava com o destino que as crianças-peões iram sofrer, ele decidiu sacrificar-se dando um xeque no rei preto, quebrando a maldição imediatamente. A rainha preta decapitou o pobre bispo enquanto que as crianças recuperavam sua forma humana. Então, uma luz intensa invadiu o tabuleiro. Alguns segundos depois, vocês estavam de volta à cabana com a anciã. “Que pena, ela disse, eu poderia ter ganhado essa partida, mas sem os peões não é possível continuar jogando”. Mas, de que tipo de loucura essa estranha dama está sofrendo? Aquele que conseguir compreender os motivos de suas obscuras intenções será sem dúvida o herói deste conto”.

O Sapo
O Sapo

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, os habitantes de uma pequena aldeia desapareciam um atrás do outro, raptados, segundo diziam, por um bruxo diabólico. Infelizmente, nenhum dos sequestrados havia retornado para confirmar os rumores. Aterrorizados com a ideia de ver seus entes queridos convertidos em baratas ou em abóboras, um grupo de valentes habitantes decidiu organizar uma expedição até a ilha onde o bruxo morava, perdida no meio de um lago. Mas, quando estavam próximos ao lago, surgiu uma grossa névoa que os impedia de ver os domínios do temido bruxo. Enquanto esperavam que a névoa se dissipasse, um grande sapo se aproximou deles. “Ribbit, ribbit, o malvado bruxo me transformou faz um mês. Ribbit, eu consegui escapar nadando, mas um poderoso feitiço me impede de sair desse lago. Vocês vão libertar seus amigos desaparecidos? Ribbit, é muito valentia de sua parte. Se vocês quiserem, eu posso guiá-los até a ilha. Ribbit. Eu vi um barco amarrado perto daqui”. Desta forma, nosso amigos se dirigiram até a ilha do malvado bruxo guiados pelo homem sapo”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam procurar uma solução para atracar na ilha, já que parece que um enorme monstro marinho está despertando e começa a provocar ondas no lago. Espero paciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: agora que vocês estão sãos e salvos no porto, não há outra escolha a não ser entrar no templo elevado. Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me mostrar como vão entrar no interior da construção, já que não parece haver nenhuma porta nos muros da construção”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Mas vocês deveriam ter sido mais desconfiados. O sapo acaba de recuperar sua verdadeira aparência: ele era o bruxo que conseguiu atrair vocês para os domínios dele! Creio que está na hora de prender essa criatura antes que faça uso dos seus poderes! Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Um ano antes, o sapo-bruxo havia saído de sua terra natal porque não conseguia suportar os comentários que faziam por causa do seu pequeno tamanho. Para demonstrar a todos que talento não tem relação com a altura, ele decidiu construir uma torre que chegasse até o céu. Para fazer isso, com a ajuda de sua magia, ele havia raptado os habitantes da aldeia com o único propósito de construir sua obra monumental. Aquele que fizer o pequeno bruxo agir racionalmente, trazendo-o de volta a terra, será sem dúvida o herói deste conto”.

O Bosque Encantado
O Bosque
Encantado

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, se dizia que no bosque infinito que rodeava o reino, existia um lugar secreto com um estranho poder. Caso se entrasse nesse lugar, segundo a lenda, era possível fazer um desejo que se realizava instantaneamente. Há séculos, um rei havia descoberto esse lugar quando era jovem e então recebeu poder e longevidade. Mas, depois disso, ninguém havia encontrado novamente esse lugar mágico. É preciso dizer que o bosque não é muito acolhedor. Sombrio e misterioso, o bosque abrigava inúmeras criaturas extraordinárias. O rei da época, que era muito curioso e ao mesmo tempo covarde, reuniu um pequeno grupo de pessoas conhecidas por suas façanhas e ordenou que encontrassem aquele cobiçado lugar. Por sorte, um deles conhecia bem um grupo de gnomos que por sua vez conheciam muito bem o bosque. E foi assim que estes valentes partiram para a aventura, com a mochila nas costas”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

Como será possível passar pela árvore milenária que guarda a entrada para o coração do bosque mágico? Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: a árvore ancestral fez com que vocês perdessem um tempo precioso e parece que os gnomos não esperaram por vocês, já que estavam apressados seguindo um misterioso pássaro de fogo. Muito bem, no segundo capítulo, você precisam me mostrar como vão seguir pelo caminho certo, apesar da escuridão e sem contar com a assistência dos gnomos (que já foram na frente). Tenho medo de que vocês se percam para sempre”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Depois de várias horas caminhando pelo frondoso bosque, seguindo o rastro dos gnomos, finalmente vocês chegaram à aldeia deles. O rei concede uma audiência: “Vejo que vocês estão buscando pelo santuário do bosque!? Lá é um lugar sagrado para nós. A última vez que um humano entrou, ele traiu nossa confiança por causa de seus desejos egoístas. Creio que está na hora de realizar uma ação valorosa que reconcilie os gnomos e os humanos. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Graças aos seus atos, o rei dos gnomos vai dar uma oportunidade aos homens. Ele levará vocês ao lugar sagrado, que é justamente o ninho do pássaro de fogo. “Olá, humanos, sou o espírito deste bosque. Tenho o poder de conceder um desejo. Estou aguardando”. Depois dessas palavras, vocês terão uma difícil decisão: aproveitar a situação e fazer um desejo ou voltar até o seu rei? Aquele que encontrar um final feliz para a história será sem dúvida o herói deste conto”.

Os Bonecos de Neve
Os Bonecos
de Neve

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, os habitantes de um pequeno povoado na montanha eram atacados sempre por uma horda de bonecos de neve gigantes que espalharam o terror pelo povoado. O sábio do povoado, um homem muito velho que falava pouco, mas que sempre era escutado por todos, disse: “O chefe dessas criaturas que perseguem vocês se parece com um menino que conheci na minha juventude. Por algum motivo desconhecido, pode ser que não tenha crescido como todos nós? Isso seria assombroso! Este menino se comportava como um tirano. E se for ele quem está utilizando seus poderes, tenho medo que ele deseje se tornar o chefe do nosso povoado”. Então o prefeito reuniu algumas almas bondosas que, seguindo as pistas dos bonecos de neve, conseguiriam chegar ao esconderijo do jovem aprendiz de bruxo”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam distrair o jovem bruxo para quebrar o feitiço que faz com que ele dê vida e controle os bonecos de neve. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: Graças a sua intervenção, os bonecos de neve foram paralisados. O pequeno bruxo se dirigiu a vocês com um ar severo “faz mais de sessenta anos que tento aperfeiçoar este feitiço. Vocês não têm nenhum respeito pelo meu trabalho?” Então o sábio do povoado afirmou:

este menino não cresceu como nós. Muito bem, no segundo capítulo, você precisam me dizer o que irão fazer para descobrir o segredo da eterna juventude do bruxo”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. O menino-bruxo confessou que ele não conhecia o medo! Por causa deste terrível problema, ele não podia crescer. Seus pais, acreditando que seu filho estava amaldiçoado, tinham medo dele e acabaram o abandonando. Desde então, o menino queria se vingar de seu infeliz destino assustando a todos. Creio que está na hora de ajudar o pobre menino a conhecer este sentimento (o medo) e assim, quem sabe, poderá crescer como todos nós. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Vocês não vão acreditar, mas foi bem simples fazê-lo sentir, quase tão simples como escutar uma de minhas histórias. Então o menino sentiu medo pela primeira vez na sua vida. Que alívio! Então, ele virou um bonito jovem. Mas, não queria voltar para o povoado, ainda mais depois de haver vivido sozinho por tanto tempo! Aquele que encontrar um trabalho que o faça se sentir feliz e integrado com os demais, será com certeza o herói deste conto”.

Os Aviadores
Os Aviadores

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, chegou aos ouvidos do rei a existência de uma pequena aldeia que não estava em nenhum mapa do reino. Ele não suportava a ideia de que seus habitantes pudessem escapar de sua autoridade, então convocou urgentemente seus melhores exploradores e os enviou a todos os lugares do reino. Os enviados que encontrassem um povoado clandestino tinha a missão de fazer uma investigação in loco e depois trazer o chefe da aldeia ao castelo. O rei queria interrogar esse rebelde e colocar estes infiéis sob o seu domínio, usando a força de necessário. Desta forma, depois de uma longa e exaustiva travessia pela país, um grupo de aviadores exploradores chegaram numa pequena aldeia desconhecida que parecia se confundir com o deserto. Eles estavam quase conseguindo seus objetivos”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês terão que tentar aterrissar no centro da aldeia sem despertar a desconfiança dos seus habitantes. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2

“Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: os habitantes deste povoado adoram as festas: a

cada semana eles faziam uma festa pelo simples prazer de se reunir, dançar, rir e jogar

convidados para uma “conversa” na praça do povoado. Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me mostrar como irão ganhar a confiança dos habitantes locais, contando cada um na sua vez uma pequena história interessante e cativante”.

Vocês também são

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Estas pessoas haviam encontrado um perfeito equilíbrio entre o tempo de trabalhar e o tempo de ócio. O mais surpreendente é que todos se respeitam mutuamente, sem a necessidade de nenhum homem armado para manter a ordem. Creio que está na hora de pensar na sua missão e buscar o chefe da aldeia. Mas, como encontrar o chefe se todos os habitantes estão vestidos com togas brancas? Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Vocês não conseguiram encontrar o chefe do povoado, mas simplesmente porque ele não existe. Cada habitante deste lugar é responsável por si mesmo e por todos os demais. Alguns habitantes explicaram essa situação confiando em vocês, estrangeiros: “Este povoado existe há muito tempo, os habitantes do reino que não encontram um verdadeiro lugar para viver, acabam encontrando este lugar e se instalam por aqui tranquilamente. Por isso, essa aldeia é um oásis de liberdade fora dos mapas oficiais. Aquele que conseguir terminar a história, sem ignorar a missão que o rei lhe confiou, será sem dúvida o herói deste conto”.

A Biblioteca
A Biblioteca

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, num certo dia, num reino distante, o sol não apareceu no céu e também não apareceu nos dias seguintes. O rei convocou seus ministros, mas ninguém era capaz de lhe dar a menor explicação. Inclusive os maiores sábios do reino ficaram calados, cabisbaixos, diante desse fenômeno! Farto dessa situação, o monarca ficou com raiva e teve receios de que seu povo poderia se revoltar diante de sua impotência. Sua ira não se aplacou com o tempo e o monarca decidiu se isolar para poder pensar. Ele se trancou no cômodo mais inacessível do castelo: uma biblioteca esquecida por todos. No seu interior parecia que o tempo não havia passado. O bibliotecário era o único ser vivo presente. Surpreendido pela visita do rei, o velho erudito escutou atentamente o seu relato. Então, o velho se lembrou da existência de um antigo manuscrito que contava uma história de uma época em que haviam conseguido resolver esse problema. Mas era impossível se lembrar onde havia guardado essa preciosa obra nesse templo de saber e conhecimento. Então, o rei mandou chamar seus homens de confiança para que ajudassem o velho erudito.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam ajudar o bibliotecário a encontrar o precioso manuscrito. Sua sobrevivência no reino depende disso. Espero impaciente por suas propostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: depois de várias horas procurando entre os

montes de livros, parece que vocês encontraram o famoso manuscrito. O texto fala sobre a realização de um ritual e

Mas, o que será isso? Muito bem, no segundo capítulo, vocês precisam me

contar como conseguirão mais informação e como conseguirão encontrar o misterioso ingrediente”.

uma estranha poção a base de Alozoria

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Depois de tudo, finalmente vocês conseguiram o ingrediente principal. Creio que está na hora de fazer o ritual. Diga-me como vai proceder a partir de agora. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Ah! Como os deuses são maquiavélicos! Eles gostam de se divertir assustando os humanos de vez em quando. Tenho certeza que o ritual os divertiu bastante, mas, mesmo assim, eles não parecem muito dispostos a fazer reaparecer a luz no reino. Aquele que conseguir de alguma forma fazer com que os deuses estejam mais abertos e dispostos a escutar seus pedidos será sem dúvida o novo herói desde conto”.

O Arauto
O Arauto

Prólogo “Finalmente encontro meus queridos companheiros! Não vamos perder mais tempo agora que a inspiração está conosco: vamos começar juntos a escrever este novo conto. A história poderia começar assim: Há muito, muito tempo, o arauto do rei fez um anúncio aos habitantes de uma pequena província: Ouçam bem! Escutem, boa gente! Um mal desconhecido caiu sobre os habitantes do reino. As pessoas afetadas começam a correr em todas as direções, gritando palavras numa língua desconhecida e depois caem em sono profundo e não despertam mais. Os melhores curandeiros do reino tentaram de todas as formas controlar sua terrível epidemia, mas não conseguiram nada. Uma vez que o arauto partiu para dar a notícia numa cidade vizinha, um grupo de jovens se reuniu na praça, decididos a vencer este misterioso mal”.

Capítulo 1 “Hum, não é um mau começo! Agora meus companheiros de aventuras, eu gostaria de narrar o primeiro capítulo:

vocês poderiam aprender mais sobre a origem deste mal sem serem contagiados. Espero impaciente por suas respostas”.

Capítulo 2 “Suas ideias me deixaram inspirado e posso continuar este conto: uma nuvem escura e ameaçante está nos portões da cidade. E se esta fosse a causa desta doença? Muito bem, no segundo capítulo, vocês terão que me mostrar como irão conseguir proteger os habitantes deste perigo iminente”.

Capítulo 3 “Bravo! Vocês estão desenvolvendo muito bem. Os habitantes estão fora de perigo, pelo menos por enquanto. Os rumores dizem que a primeira nuvem apareceu sobre a capital, próxima do castelo real. Creio que está na hora de se dirigir o mais rápido possível à fonte do mal para entender como a nuvem se formou. Vamos continuar a escrever mais esse capítulo!”

Epílogo “Vocês me deram algumas ideias interessantíssimas para o conto. Só falta encontrar um final. Creio que irei surpreendê-los, meus queridos companheiros. Quando vocês chegam à deserta capital, as pistas os levam para um laboratório de alquimia que havia sido parcialmente destruído, de onde ainda saía uma fumaça preta. Escondido no fundo do cômodo, estava o rei em pessoa chorando muito: “O que eu fiz? Tudo minha culpa! Eu não deveria me arriscar tentando fazer uma poção de amor. Veja o resultado!. Aquele que conseguir consertar o grande erro do rei será sem dúvida o novo herói deste conto”.