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M M E E D D I I C C I I N N A

MMEEDDIICCIINNAA LLEEGGAALL

0022

CCrriimmiinnaallÌÌssttiiccaa

0022 11

-- IInnttrroodduuÁÁoo

NNooÁÁııeess GGeerraaiiss

NoÁıes Iniciais:

CriminalÌstica, denominaÁ„o decorrente da escola alem„, È a disciplina que estuda os elementos materiais do crime com o objetivo de seu esclarecimento. Entre suas atribuiÁıes, contam-se o

levantamento do local do delito, a colheita de provas e as perÌcias respectivas. Para desempenho dos seus m˙ltiplos encargos socorre-se de outras disciplinas, tais como:

a) ciÍncias: matem·tica, fÌsica, quÌmica, bioquÌmica, biologia, medicina, direito, contabilidade, engenharia, datiloscopia, etc.;

b) tÈcnicas: desenho, modelagem, pintura, ortografia, escultura, etc.

Conceito:

CriminalÌstica È a disciplina que tem por objetivo a aplicaÁ„o de qualquer ciÍncia ou tÈcnica ‡ pesquisa e interpretaÁ„o dos indÌcios materiais relativos ao crime ou a identidade que deles tiveram participaÁ„o.

Corpo de Delito:

Quando o delito (crime ou contravenÁ„o) deixa vestÌgios, ser· indispens·vel a realizaÁ„o do corpo de delito (direto ou indireto), determinado pela autoridade policial, (art. 6 , VII do CPP). O exame do corpo de delito È o meio de prova mais importante, que examina o conjunto de elementos materiais resultantes da pr·tica de um crime. No passado, a express„o indicava t„o somente o cad·ver da pessoa vitimada por homicÌdio, o qual devia ser exibido ao juiz, daÌ, talvez, o sentido etimolÛgico do corpo de delito. Posteriormente, a express„o passou a significar toda pessoa ou coisa sobre as quais incidia um ato delituoso, atÈ que se chegasse ao sentido moderno.

um ato delituoso, atÈ que se chegasse ao sentido moderno. www.concursosjuridicos.com.br 1  Copyright 2004 ñ

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chegasse ao sentido moderno. www.concursosjuridicos.com.br 1  Copyright 2004 ñ Todos os direitos re servados ‡

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ññ LLooccaaiiss ddee CCrriimmee

NNooÁÁııeess GGeerraaiiss

NoÁıes Iniciais:

Local de crime È qualquer ·rea onde se tenha verificado ocorrÍncia de interesse policial-judici·rio.

Local Referido:

Quando duas ·reas diferentes se associam ou se completam na configuraÁ„o do delito, fala-se do local referido.

Import‚ncia do Local de Crime:

O interesse decorre de ser ele que oferece os primeiros elementos a polÌcia, isto È, os elementos

essenciais para que as autoridades possam se orientar com efic·cia nos seus trabalhos. Estes primeiros elementos recebem o nome genÈrico de provas que s„o de duas espÈcies:

a) provas testemunhais: s„o constituÌdas pelas testemunhas;

b) provas tÈcnicas: s„o constituÌdas pelas peÁas materiais que podem ser encontradas no local de crime, o policial de serviÁo n„o deve tocar nem remover as peÁas do lugar, cabendo tal tarefa ao perito.

A melhor maneira de se recolher uma arma de fogo no local do crime È pela ìguarda- mataî. Nunca deve ser introduzido qualquer objeto no cano.

PreservaÁ„o do Local de Crime:

Deve ser realizada pelo policial, envolvendo:

a) isolamento: isolamento das ·reas envolvidas, n„o se permitindo a circulaÁ„o de pessoas;

b) proteÁ„o: visa a garantir a inalterabilidade das coisas.

ClassificaÁ„o dos Locais de Crime:

O local de crime pode ser classificado:

1) Quanto ao Local em Si:

a) local interno: È toda ·rea compreendida em um ambiente fechado (ex.: sala);

b) local externo: È toda ·rea descobertas (ex.: via p˙blica).

2) Quanto ‡ Natureza do Fato:

a) homicÌdio;

b) suicÌdio;

c) queda acidental;

d) furto qualificado;

e) roubo;

f) latrocÌnio;

g) incÍndio;

h) explos„o;

i) acidente de tr‚nsito;

g) incÍndio; h) explos„o; i) acidente de tr‚nsito; www.concursosjuridicos.com.br 2  Copyright 2004 ñ Todos

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i) acidente de tr‚nsito; www.concursosjuridicos.com.br 2  Copyright 2004 ñ Todos os direitos re servados ‡

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j) falsificaÁ„o de assinatura;

k) exame cont·bil; e outros.

3) Quanto ao Estado de PreservaÁ„o:

a) local preservado: aquele onde os indÌcios foram mantidos inalterados desde a ocorrÍncia dos fatos atÈ seu completo registro;

b) local contaminado: quando os indÌcios foram alterados (a alteraÁ„o pode se dar de trÍs formas: adiÁ„o, subtraÁ„o e substituiÁ„o).

A autoridade policial deve dirigir-se ao local dos fatos e cuidar para que os indÌcios n„o sejam alterados (art. 169 do CÛdigo de Processo Penal). A ˙nica hipÛtese em que o local pode ser alterado legitimamente È em caso de haver vÌtima a ser socorrida.

4) Quanto ‡ PosiÁ„o de Pessoas ou Coisas:

a) ambiente imediato: È toda ·rea onde efetivamente ocorreu o caso;

b) ambiente mediato: compreende as adjacÍncias do local onde ocorreu o evento, portanto È adjacente ao local imediato.

LLeevvaannttaammeennttoo ddoo LLooccaall ddee CCrriimmee

Conceito:

… a reproduÁ„o fiel do local de crie, por meios da descriÁ„o escrita, desenho ou fotografia.

Finalidade:

Tem a finalidade de documentar tecnicamente as condiÁıes em que se encontrava o local de crime quando do comparecimento do perito.

Processos TÈcnicos de Levantamento:

Os processos tÈcnicos que podem ser empregados no levantamento s„o: a descriÁ„o escrita, o desenho, a fotografia e a filmagem.

DescriÁ„o Escrita:

Consiste na descriÁ„o do local com anotaÁıes dos elementos materiais, principalmente daqueles mais importantes. … o mais importante dos processos, os demais s„o considerados acessÛrios ou ilustrativos.

Desenho:

Podem ser atravÈs de:

a) croquis: desenho do local do crime sem escala;

b) topogr·fico: desenho do local do crime com escala;

c) rebatimento topogr·fico: desenho do solo, do teto, das paredes com escala; tem a finalidade de demonstrar as perspectivas do local

Fotografia:

… a fotografia est·tica do local, podendo ser:

… a fotografia est·tica do local, podendo ser: www.concursosjuridicos.com.br 3  Copyright 2004 ñ Todos

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do local, podendo ser: www.concursosjuridicos.com.br 3  Copyright 2004 ñ Todos os direitos re servados ‡

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a) fotografia panor‚mica: produz todo o local de crime, mas sendo este muito extenso, torna-se necess·rio dividi-lo em setores; fotografa-se cada setor e depois re˙ne-se todas as fotografias em uma sÛ;

b) fotografia aspecto geral: reproduz tambÈm todo o local de crime abrangendo o maio n˙mero possÌvel de elementos no cruzamento;

c) fotografia em detalhe: È a minuncia que se quer evidenciar no local;

d) fotografia mÈtrica: quando se utiliza um segmento de fita mÈtrica para determinar as dimensıes do objeto ou dos ferimentos;

e) rebatimento fotogr·fico: È a fotografia do ambiente com a finalidade de demonstrar as paredes, o teto e o piso.

Filmagem:

… a fotografia din‚mica. … empregado em casos limitados, pois utiliza-se equipamento especial

(questıes de seguranÁa nacional).

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-- EEvviiddÍÍnncciiaass

NNooÁÁııeess GGeerraaiiss

VestÌgios e IndÌcios:

VestÌgios s„o elementos materiais encontrados no local de crime n„o necessariamente relacionado com a ocorrÍncia policial. IndÌcios s„o elementos materiais encontrados no local de crime

necessariamente relacionados com a ocorrÍncia policial. Assim o vestÌgio pode vir a se tornar indÌcio.

O indÌcio È o vestÌgio estudado e provado.

ClassificaÁ„o dos VestÌgios:

Classificam-se os vestÌgios quanto ‡ duraÁ„o, quanto ao comportamento e quanto ‡ natureza.

1) Quanto ‡ DuraÁ„o:

a) vestÌgio transitÛrio ou n„o permanente: s„o aqueles que desaparecem rapidamente (ex.:

manchas de lama, frenagem de pneus, impressıes digitais);

b) vestÌgio intransitÛrio ou permanente: s„o aqueles que permanecem por longo lapso de tempo (ex.: vidro quebrado, sinais de arrombamento, vestÌgios de tiro, impressıes digitais).

2) Quanto ao Comportamento:

a) perceptÌveis: s„o vestÌgios determinados pelos nossos sentidos (ex.: manhas de sangue, de Ûleo, cheiro);

b) imperceptÌveis: s„o aqueles que devem ser revelados, pois se encontram em estado latente, para esta revelaÁ„o pode ser usado meios quÌmicos, mec‚nicos, biolÛgicos, etc. (ex.:

revelaÁ„o de impressıes digitais por meio de pÛ).

(ex.: revelaÁ„o de impressıes digitais por meio de pÛ). www.concursosjuridicos.com.br 4  Copyright 2004 ñ Todos

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digitais por meio de pÛ). www.concursosjuridicos.com.br 4  Copyright 2004 ñ Todos os direitos re servados

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3) Quanto ‡ Natureza:

Nos locais de crime encontram-se in˙meras evidÍncias, tais como:

a) manchas;

b) impressıes;

c) armas e instrumentos;

d) cad·veres.

MMaanncchhaass

NoÁıes Iniciais:

S„o marcas ou sinais que apresentam sob a forma de crosta mais ou menos tÍnue, aderida a determinada superfÌcie. Seu estado interessa pela subst‚ncia em que È constituÌda:

a) manchas org‚nicas: sangue, esperma, l·grima, suor, leite, urina, etc.;

b) manchas inorg‚nicas: lama, iodo, ferrugem, tinta, pÛlvora, etc.

Manchas de Sangue:

S„o comprovadas atravÈs:

a) da ReaÁ„o de Adler: prova que o material examinado pode ser sangue;

b) dos Cristais de Teichman: s„o os cristais que se formam a partir do sangue, sendo uma prova de certeza de que o material examinado È sangue.

Manchas de Esperma:

Comprova-se atravÈs dos Cristais de Florence.

Manchas de PÛlvora:

Podem ser classificadas em:

Florence. Manchas de PÛlvora: Podem ser classificadas em: a) negra ou com fumaÁa: recebe este nome

a) negra ou com fumaÁa: recebe este nome em virtude da pÛlvora produzir manchas negras (a pÛlvora negra È composta de carv„o, enxofre e salitre);

b) branca ou sem fumaÁa: denomina-se branca ou sem fumaÁa em raz„o da mancha ter o aspecto branco (a pÛlvora branca È composta de uma subst‚ncia conhecida por nitrocelulose).

IImmpprreessssııeess

NoÁıes Iniciais:

A impress„o È o vestÌgio que interessa pelo aspecto formal, merecendo destaque as seguintes

impressıes: papilares, ungueais, dent·rias, instrumentais e pegadas.

Impressıes Digitais:

As impressıes digitais encontradas nos locais de crime podem ser:

a) moldadas: quando a impress„o se faz sobre superfÌcie pl·stica, tornando a impress„o em

relevo (ex.: tinta fresca, manteiga);

a impress„o em relevo (ex.: tinta fresca, manteiga); www.concursosjuridicos.com.br 5  Copyright 2004 ñ Todos

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(ex.: tinta fresca, manteiga); www.concursosjuridicos.com.br 5  Copyright 2004 ñ Todos os direitos re servados ‡

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b) latentes: quando existe a impress„o, porÈm esta necessita ser revelada pelos pÛs reveladores, que s„o o carbonato de chumbo, que È branco, usado nas superfÌcies escuras, e o negro de fumo, que È um pÛ escuro, usado em superfÌcies claras;

c) reveladas: quando apÛs a impress„o pelo toque da polpa digital impregnada de qualquer sujidade (geralmente gordura), marca a superfÌcie de contato, permanecendo observ·vel desde sempre (ex.: m„os sujas de graxa); d·-se a esta impress„o o nome de colorida por n„o ser preciso a sua revelaÁ„o.

AArrmmaass ee IInnssttrruummeennttooss

NoÁıes Iniciais:

Estuda-se tambÈm pela criminalÌstica as armas de fogo, as chamadas armas brancas e os instrumentos utilizados em pr·ticas criminosas.

e os instrumentos utilizados em pr·ticas criminosas. BalÌstica Forense: A BalÌstica Forense È uma ·rea de

BalÌstica Forense:

A BalÌstica Forense È uma ·rea de estudo da CriminalÌstica especializada em armas de fogo, muniÁıes e os efeitos dos disparos. Tem como objetivo o auxÌlio para o esclarecimento de crimes. No exemplo ao lado, o exame de balÌstica permite verificar de qual arma partiu o projÈtil encontrado no corpo da vÌtima.

Instrumentos EspecÌficos:

S„o aqueles especialmente preparados para a pr·tica criminosa, tais como a gazua, micha ou a chave

falsa:

a)

b)

c)

gazua: instrumento met·lico, delgado, espÈcie de arame, com uma das extremidades dobrada em um ‚ngulo reto, semelhante a uma chave rudimentar, geralmente È utilizado na abertura do tipo gorja;

micha: instrumento met·lico delgado, espÈcie de l‚mina, com uma das extremidades dentada, È empregada na abertura de fechaduras do tipo Yale;

chave falsa: È a chave que abre determinada fechadura, muito embora, n„o lhe pertenÁa, sendo uma cÛpia ou adaptaÁ„o da verdadeira (a chave prÛpria ou verdadeira, possuÌda e utilizada indevidamente È para todos os efeitos legais considerada juridicamente falsa).

CCaadd··vveerreess

NoÁıes Iniciais:

O exame do cad·ver, situaÁ„o e o local em que for encontrado pode esclarecer as circunst‚ncias do

crime.

Exame NecroscÛpico:

O exame necroscÛpico È o principal meio pelo qual o mÈdico-legista pode determinar a possÌvel

causa da morte de um indivÌduo e esclarecer outros fatos relacionados, ou seja, o perito analisa as alteraÁıes que ocorrem no cad·ver e definem o complexo de causa que levou o indivÌduo ao Ûbito

o complexo de causa que levou o indivÌduo ao Ûbito www.concursosjuridicos.com.br 6  Copyright 2004 ñ

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De acordo com o CÛdigo de Processo Penal, somente poder· ser realizada apÛs seis horas
De acordo com o CÛdigo de Processo Penal, somente poder· ser realizada apÛs seis horas
De acordo com o CÛdigo de Processo Penal, somente poder· ser realizada apÛs seis
horas da morte (art. 162). Trata-se de uma prevenÁ„o nos casos de catalepsia ou
morte aparente.

ExumaÁ„o:

A exumaÁ„o consiste no desenterramento do cad·ver, n„o importando o local onde se encontra sepultado, revestido de observ‚ncia de disposiÁıes legais (art. 6 , I e 163 do CPP).

Perinecroscopia:

Compreende o exame do cad·ver no local e em relaÁ„o aos locais onde foi encontrado. … um exame externo do cad·ver.

onde foi encontrado. … um exame externo do cad·ver. www.concursosjuridicos.com.br 7  Copyright 2004 ñ Todos

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QQuueessttııeess ddee CCoonnccuurrssooss

01

-

(Delegado/SP ñ 1993) Impress„o digital em baixo relevo, deixada na camada de tinta fresca de um carro, È classificada como

(

)

a)

latente.

(

)

b)

colorida.

(

)

c)

impressa.

(

)

d)

moldada.

02

-

(Delegado/SP ñ 1994) A reaÁ„o de Adler È uma prova de

(

)

a)

orientaÁ„o de que o material examinado È sangue.

(

)

b)

certeza de que o material examinado È sangue.

(

)

c)

orientaÁ„o de que o material examinado È esperma.

(

)

d)

certeza de que o material examinado È esperma.

03

-

(Delegado/SP ñ 1994) A formaÁ„o de Cristais de Teichmann comprova que o material examinado È

(

)

a)

esperma.

(

)

b)

mecÙnio.

(

)

c)

sangue.

(

)

d)

secreÁ„o vaginal.

04 - (Delegado/SP ñ 1995) As impressıes datiloscÛpicas podem ser

(

)

a)

latentes.

(

)

b)

coloridas.

(

)

c)

moldadas.

(

)

d)

latentes, coloridas e moldadas.

05

-

(Delegado/SP ñ 2000) A necropsia mÈdico-legal, conforme preceitua o CÛdigo de Processo Penal, pode ser realizada, do momento da constataÁ„o do Ûbito da vÌtima

(

)

a)

a qualquer hora, pois j· se constatou a morte.

(

)

b)

apenas 2 horas apÛs, quando aparecem os ˙ltimos fenÙmenos abiÛticos imediatos.

(

)

c)

apenas 6 horas apÛs, quando fenÙmenos abiÛticos consecutivos est„o bem evidentes.

(

)

d)

apenas 12 horas apÛs, quando o inÌcio da putrefaÁ„o j· È evidente.

apÛs, quando o inÌcio da putrefaÁ„o j· È evidente. www.concursosjuridicos.com.br 8  Copyright 2004 ñ Todos

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GGaabbaarriittoo

01. D
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02. A

03. C
03. C

04. D

05. C
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Curso B·sico de Medicina Legal Odon Ramos Maranh„o S„o Paulo: Revista dos Tribunais, 1997

Ramos Maranh„o S„o Paulo: Revista dos Tribunais, 1997 Apostilas Concursos JurÌdicos Medicina Legal 02 -

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Medicina Legal 02 - CriminalÌstica

Concursos JurÌdicos Medicina Legal 02 - CriminalÌstica Atualizada em 10.03.2004 Todos os direitos reservados ‡

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