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"Se tiveres que tra- tar com água, con- sulta primeiro a ex- periência e depois a razão!". Leonardo da Vinci

lNTRODUÇÃO

_

Hoje é quase impossívél imaginar uma habitação no Brasil sem a pre- sença de um produto TIGRE. Dessa forma, a TIGRE, como líder de mercado, tem grande responsabili- dade junto às pessoas que revendem, projetam, especificam e utilizam seus produtos.

A ótima imagem de que os produtos TIGRE desfrutam no mercado é ore- sultado de um trabalho árduo, sempre norteado pela importância à quali- dade, pioneirismo nos lançamentos, estrita obediência às Normas Téc- nicas, além da eficiente estrutura de vendas, distribuição e assistência técnica a serviço dos clientes TIGRE. Além disso,aatualizaçãoe aperfeiçoamentodenossos produtos é uma preocupação constante.

É um trabalho·dinàmicoque permanecerá continuadamente, porque a

qualidade é nossa prioridade.

É esse o segredo da qualidade TIGRE.

, INDICE

1. PLÁSTICOS

·

·········.············. 05

• Conce1to

Histórico e importância dos plásticos

Divisão dos plásticos

Obtenção dos

plásticos.

 

2. O PVC

 

06

Histórico • Fabricação do PVC • Processo de fabricação

 

3. NORMAUZAÇÃO DE PRODUTOS

 

07

Histórico

A normalização como fator de progresso

Outras entidades

Tipos de normas

 

o Outros tipos • Relação de normas técni·cas

 

4. FORÇA, PRESSÃO E PERDA DE CARGA

 

·

09

Força

Como medir urna força

Pressão

A pressão em hidráulica

Como podemos me·

di

r a pressão

Perda de carga •

Perda de carga localizada •

Pressão estática, pressão d~nâmica

e

pressão de serviço.

5. A ÁGUA

·

• Histórico •

Importância da água • Importância sanitária da água

águas • Como funciona uma ETA

• O caminho percorrido pelas

6. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA

• lnstalaçãó predial de água fria

de distribuição • Importância da utilização de materiais adequados nas instalações

Rede predial de distribuição

Alimentação da rede predial

7. GOLPE DE ARlETE

·

• Histórico • O golpe de ariete eni hidráulica

8. DIMENSIONAMENTO DAS INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA

• Norma técnica de projeto • Dimensionamento • Como dimensionar? da coluna • Por que ventilar? • Pressão nas instalações.

Exemplo • Ventilação

··

·················· .12

~

15

16

17

9. LINHAS ROSCÁVEL E SOLDÁVEL PARA INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA

 

21

 

Norma técnica de fabricação • Marcação • Aplicações dos produtos • Características da

 

linha soldável • Como executar uma junta.so.ldável • .Como calcular os .consumos de adesivo e

soltição limpauora·· ~Dt:cassobre conexões .soldáveis • Características da linha roscável

• Como

executar uma-junta roscada • Dicas sobre conexões roscàveis • Recomendações gerais sobre

 

as linhas roscável

e soldável • Testes

!iecebimento

das ins.talações

1 O. OS ESGOTOS

 

••

•••

30

 

Histórico e importância

Efluentes de esgotos

Esgotos pluviais

O caminho percorrido

 

pelos esgotos • Sistemas individuais • Sistemas coletivos • Como funciona uma ETE?

 

11.

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTOS SANITÁRIOS

 

35

• Aparelhos sanitários, desconectares e ralos

Instalação primária e secundária de esgotos

 

• Ramal de descarga, ramal de esgoto, tubo de queda e subcoletor

Tubo ventilador, coluna

de ventilação e ramal de ventilação • Caixas de distribuição e caixas de inspeção

 

12.

DIMENSIONAMENTO DAS INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTOS SANITÁRIOS

 

37

• Norma • Dimensionamento • Como dimensionar?

13. SISTEMAS INDIVIDUAIS PARA AFASTAMENTO E TRATAMENTO DOS ESGOTOS DOMESTICOS

• Norma • A fossa séptica

• Como dimensionar uma fossa séptica

Poço absorvente ou sum-

idouro • Irrigação sub-superficial • Trincheiras filtrantes

40

14. LINHAS ESGOTO PRIMÁRIO E SECttNDAAIO P'ARA·ttvSTAtAÇÔ'ES ·?ftEDIAIS·DEES-GOTOSANITÁRiO ~: :~tt-4

• Norma técnica de fabricação • Marcação • Aplicações dos produtos • Características das

linhas esgoto primário e secundário e Como executar uma junta elástica Q Material necessário para execução da junta elástica o Como calcurar os consumo&· de pasta:lubúftcarrte, -adesivo e

solução limpadora TIGRE • Dicas sobre conexões esgoto primário • Dicas sobre conexões es-

goto secundário • Caixas sifonadas • Caixas secas • Ralos sifonados • Ralos secos • Reco-

Recomendações Gerais sobre as linhas esgoto primário

e secundário.

mendações para instalação dos ralos

15.

CALHAS E CONDUTORES AQUAPLUV-BEIRAL

53

Aguas pluviais o Por que coletar as águas pluviais • Telhado, água, beiral e platibanda • Caixa de areia, calhas e condutores • Aquapluv-Beiral • Componentes da linha • Recomendações para a instalação • Seqüência de montagem • Fenômenos que ocorrem nos tubos verticais de águas pluviais

16.

SÉRIE R PARA INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO E ÁGUAS PLUVIAIS

58

Histórico o Aplicações da Séne R • Características da Série R • Conexões Série R • das juntas o Dicas sobre conexões Série R • Recomendações gerais s_obre a Série R

Execução

17.

DRENAGEM

.62

18.

19.

da drenagem TIGRE •

TIGRE • Reparo de redes

O

que é_dcen

agem?

• HistóJico o Produlos TIGRE para drenagem

Aplicações da drenagem

• Características e vantagens ·

Recomendações para instal3ção da drenagem

ACESSÓRIOS SANITÁRIOS CIPLA APÊNDICE

67

71

---------------'-----'--" ,_: 1 ----'-·-· --·· PLÁSTICO~ CONCEITO O nome "plástico" tem

---------------'-----'--" ,_:

1

----'-·-·--··

PLÁSTICO~

CONCEITO

O nome "plástico" tem vários con-

ceitos diferentes. No nosso caso,

em que estamos tratando de um ti-

po de material~esp:ediko para uma

determinada utilização, podemos

conceituá-lo da seguinte forma:

A primeira experiência que se tem notícia sobre a descoberta real de um plástico obtido em laboratório deveu-se ao cientista belga Leo Hendrik Baekland. Este plástico, chamado de baquelite em sua ho- menagem, é hoje muito conhecido por suas qualidades rígidas e de re- sistência ao calor. Um exemplo disso, são as bolas de bilhar, que substituem omarfim dos elefantes, nesse tipo de aplicação.

"O plástico é uma matéria sintética, dotada de grande maleabilidade, que potte ser moldada, mediante a aplicação de calor e pressão".

moldada, mediante a aplicação de calor e pressão". Com a evolução científica, muito: outros tipos de
moldada, mediante a aplicação de calor e pressão". Com a evolução científica, muito: outros tipos de

Com a evolução científica, muito:

outros tipos de plástico foram de senvolvidos, inc~us~veo PVC {CJon:

to de Polivinila), material utilizad< na maioria dos produtos fabricado:

pela TIGRE. Por exemplo, os tubos t conexões para instalações prediai:

de água fria, esgoto e eletricidade Hoje, são quase infinitas as aplicc ções que se tem para os plástico~ Basta, para tanto, olharmos ao no~ so redor para verificarmos a sua irr portância.

DiVtSÃO DOS P"LÁSTI-COS

Os plásticos podem ser divididos em duas grandes famílias: Termo- plásticos e Termofixos

Os Termoplásticos possuem a ca- racterística básica de, uma vez mol- dados pela ação do calor e pressão, adquirirem, quando resfriados, a for. ma do molde utilizado. Entretanto, ao serem aquecidos novamente, sofrem um amolecimento, podendo ser rea- proveitados em novas moldagens (são reversíveis).

ser rea- proveitados em novas moldagens (são reversíveis). A T i g r e t e

A Tigretelha de Palies ter é um Termo fixo

r e t e l h a d e Palies ter é um Termo fixo O
r e t e l h a d e Palies ter é um Termo fixo O

O Potietileno é um Termoplástico

Exemplos:

PVC - tubos e conexões, sapatos e discos musicais. Polipropileno - copo de liquidifica- dor, pratos, xícaras. Polietileno- brinquedos, baldes, ba- cias. Potiesttreno -··tsopor. Nylon - engrenagens, capas para chuva.

Os Termofixos, são aqueles tipos de

plástlcos .que, lJma YJez mo1r:i:anos 1 ,

não podem ser reaproveitados em novas moldagens, isto é, não so- frem alteração sob a ação do calor (são irreversíveis).

Exemplos:

~ Resinas de Poiiéster - telhas, ptsci- nas. Baquelite - bolas de bilhar, cinzei-

. Resina Epoxi -cola, massa epoxi.

ros.

OBTENÇÃO DOS PLÁSTICOS

Os plásticos sintéticos são obtidos, . sos tipos de gases.

O

PVC não foge à regra e é exatamer

na 5ua-maioria, do pet;óleo,-através - Um desses gases é q etileno, o qual,

te

e'ste plástico que é do nosso int~

de um processo conhecido como

quando tratado por proces3os que o-

processo petroquímico. correm nas indústrias petrcquímicas,

permite-nos obter uma série muito grande de produtos químicos, de am-

uma qrande parte de óleos e diver- pia utilização na indústria plástica.

Do petróleo bruto, através de desti- Iação, obtém-se, além da gasolina,

resse tratar, por ser o material empn

gado na fabricação dos tubos e conE xões TIGRE, utilizados nas illstalé ções prediais de água fria e esgoto (sanitário e pluvial).

Os lubrificantes em conjunto com os estabilizantes, tem por função básica eliminar o atrito entre o PVC e a má- quina, durante o processamento. Os lubrificantes tem, como característi- ca, a de migrarem para as partes ex- ternas e internas das peças sendo, in- clusive, os responsáveis pelo brilho tão característico das mesmas. Os pigmentos se prestam .para dar coloração aos pródútos, permitindo

a diferenciação das diversas linhas e para protegê-los contra os ata- ques dos raios ultra-violetas (sol).

Exemplos:

Esgoto Predial

-branco;

Irrigação

-azul;

PBA

-marrom;

Eletrodutos

- preto

Drenagem

-cinza.

Vale a pena lembrar que os pigmen- tos, assim como outros ingredien- tes incorporados à resina de PVC, servem para melhorar a qualidade e

o desempenho dos produtos. Além

disto é bom salientar que, qualquer que seja a cor do produto, a qualida-

de da matéria-prima é exatamente a mesma.

PROCESSO DE FABRICACÃO

---·-·--·-····---------· - ··-·········· -- --·------·· "J!

O PVC é processado nas fábricas

em máquinas denominadas Extru·

saras e Injetoras.

A primeira máquina industrial de extrusão que se tem conhecimento, foi a construída por J. Bramah, &rn 1795, para a extrusão de tubos de chumbo.

Bramah, &rn 1795, para a extrusão de tubos de chumbo. MÁQUINA EXTRUSORA Extrusoras As extrusoras são

MÁQUINA EXTRUSORA

Extrusoras

As extrusoras são máquinas que

procluzem os Tubos de PVC.

Nas máquinas atuais de extrusão de plásti- cos, a característica que mais se destaca é o uso da rosca ele Arquirnedes,que gira no inte- rior de um cilindro aquecido.

O parafuso de Arquimedes, com o

seu movimento rotativo, faz com que o PVC a ser extrudado avance no interior do cilindro aquecido e vá se plastificando (amolecendo). No final, a massa plástica atravessa um mo1derco r1hecido,como.cabeça

massa plástica atravessa um mo1derco r1hecido,como.cabeça EXTRUSÃO DE TUBO de extrusão, o qual confere as di-

EXTRUSÃO DE TUBO

de extrusão, o qual confere as di- mensões (diâmetro e espessura de parede) do tubo.

Logo após, o tubo é resfriado e cor- L-~~~~r:~::;;;:::;=::;~§!:::{

tado automaticamente no compri- mento desejado.

tado automaticamente no compri- mento desejado. A seguir, o molde se abre e a peça é

A seguir, o molde se abre e a peça é

retirada.

A seguir, o molde se abre e a peça é retirada. DESMOLDAGEM Injetoras As injetoras são

DESMOLDAGEM

Injetoras

As injetoras são máquinas que pro- duzem as Conexões de PVC.

A injeção se diferencia da extrusão,

basicamente, por ser um processo intermitente, isto é, não é contínuo como o processo de fabricação dos

tubos.

é contínuo como o processo de fabricação dos tubos. MÁQUINA INJETORA Consiste também em um cilindro

MÁQUINA INJETORA

Consiste também em um cilindro aquecido, dentro do qual um parafu- so desloca a massa plástica, por um movimento combinado de rota- ção e de deslocamento na direção do eixo do mesmo. Na etapa do processo em que ocor- re esse deslocamento, a massa plástica é introduzida para den!fo do molde, que se encontra fechado.

O
O

INJEÇÃO SOB PRESSÃO

resfriamento''do·mo~de é feito-pe-"

la circulação contínua de água no

seu interior.

3

NORMALIZAÇÃO DE PRODUTOS

de água no seu interior. 3 NORMALIZAÇÃO DE PRODUTOS --------------------------------------------------------~·

--------------------------------------------------------~·

HISTÓRICO

Ao SB fa~ar-em-normas, tem-se-a im-

pressão de que este é um assunto recente. No entanto, a história nos ensina que não é. os povos antigos normalizavam seus produtos: os tijolos dos per-

sas, a seção elos aquedutos roma-

LINHA ELETRODUTOS:

1. EB-744 (NBR-6150) - Especifica- ção: Eletrodutos de PVC Rígido.

2. NB-3 (NBR-5410)- Procedimento:

Instalações Elétricas de Baixa

Tensão.

Observar qúe, ao lado do número de registro da ABNT (ex.: NB-3, EB-608), foi também incluída a referência NBR-. Esta referência, com o res- pectivo número, indica que as nor- mas são também registradas no

Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Indus-

trial (IN METRO), órgão

nistério da Indústria e Comércio.

A norma NB-611 ainda não possui n? de registro como N BR.

ligado ao Mi-

4

_f

não possui n? de registro como N BR. ligado ao Mi- 4 _f ·PER E CARGA
não possui n? de registro como N BR. ligado ao Mi- 4 _f ·PER E CARGA

·PER

E CARGA

FORÇA

Muitas pessoas confundem peso e pressão. Veremos agora que peso e pressão são duas coisas bem dife- rentes. Para que possamos levantar uma caixa, ou mesmo, empurrar um carro emperrado, temos que reali- zar um determinado esforço. A este esforço muscular ·aplicado, nós denominamos "força".

muscular ·aplicado, nós denominamos "força". Essa força poderá ser maior ou menor, dependendo do

Essa força poderá ser maior ou menor, dependendo do "tamanho" do esforço que teremos que fazer como, por exemplo, para empurrar um carro ou uma motocicleta. Dessa forma, entendemos que as forças, dependendo de cada caso, variam de intensidade, isto é, po- dem ser pequenas ou grandes.

COMO MEDIR UMA FORÇ.::

Assim como expressamos as medi-

das de-compiimento em .metros,-ã-

de tempo em horas ou a de volume em m 3 , dizemos que as forças po- dem ser medidas em quilograma· força ou kgf.

:A

po- dem ser medidas em quilograma· força ou kgf. :A _ -os pesos dos objetos também

_

-os pesos dos objetos também são forças CoriTqtte'a'·terra os atrai para si. Sua unidade de medida, portanto, é também o quilogra- ma:força.

Popularmente é muito comum di- zermos "quilo" para as coisas que queremos pesar.

PRESSÃO

Definido o que é uma força, passe- mos a conceituar o que vem a ser

pressão. Você já imaginou se lhe pedissem para que se deitasse sobre uma ca- ma cheia de pregos como se fosse um faquir?

·

sobre uma ca- ma cheia de pregos como se fosse um faquir? · Evidentemente você, caso

Evidentemente você, caso tentasse, não poderia suportar a dor em seu

corpo e pularia rapidamente para fo- ·

ra.

No entanto, ao deitar-se em seu col- chão, isto não ocorre. e

·868
·868

A PRESSÃO EM HIDRÁULICA

Podemos explicar este fato, dizen- do que: "O efeito que uma força pro- duz depende sempre da superfície de contato sobre a qual ela é aplica- da". A este efeito, nós denominamos de pressão. Neste caso, o que ocorre, é que seu peso -se distribui entre as pe- quenas superfícies dos pregos, resultando em uma grande pres- são sobre o seu corpo. Na cama, a superfície de contato com seu corpo é grande. Como consequência, a pressão torna-se pequena.

é grande. Como consequência, a pressão torna-se pequena. A água contida em um tubo contém peso,·

A água contida em um tubo contém peso,· o qual exerce uma determina- ~.apr~s~oJlaspar_edes desse tubo.

uu-a1--e-essa pressao?

- Olhando para o desenho ao lado,

nos perguntamos:

Em qual dos dois tubos, A ou B, é exercida a maior pressão sobre o

n fundo dos mesmos?

ao lado, nos perguntamos: Em qual dos dois tubos, A ou B, é exercida a maior

PERDA DE CARGA

-------- --

-------- ----· --- --------···· -- - ---. -------------------------------

Até agora falamos e, inclusive de- monstramos, que a pressão só varia se variarmos a altura da coluna de água. Como se explica, então, o fato de que podemos aumentar a pressão, em um ch.uv.eirn por exemplo, sim· plesmente aumentando o diâmetro da tubulação que abastece esse chuveiro? Vejamos:

Vamos imaginar que a água que es- coa em um tubo seja composta ele minúsculas bolinhas.

es- coa em um tubo seja composta ele minúsculas bolinhas. Verificações práticas, mostram que o escoamento

Verificações práticas, mostram que o escoamento dos Iíquidos nas tu- bulações pode ser turbulento. Isto é, com o aumento da velocidade, o líquido passa a se comportar de for- ma agitada, causando grandes cho- ques entre -aS-'s-uas-partículas.

Além desses choques, verifica-se que ocorrem também atritos entre

cada uma dessas partículas e suas vizinhas, durante o escoamento. Esses atritos, assim como os cho-

qu.es1

movimento, fazendo com que o lí- quido perca parte da sua energia- E o mesmo que dizer: "O líquido per- de pressão". Isto ocorre, em grande parte, devido à rugosidade·das paredes da tubu- Iação, ou seja:

"Oua.nto mais rugoso for o material do tubo, maior será o atrito interno, assim como maiores serão os cho- ques das partículas entre si.

causam .uma. resistência

ao

ques das partículas entre si. causam .uma. resistência ao TUBO RUGOSO = 'GRANDES ATRITOS E CHOQUES

TUBO RUGOSO = 'GRANDES ATRITOS E CHOQUES

Conseqüentemente, a perda de energia do líquido será maior".

Esta perda de energia e que se tra- duz em forma de perda de pressão é o que nós denominamos de "perda de carga". Daí, a grande vantagem em se utili- zar materiais· mais lisos em tubula- ções, como é o caso do PVC.

TUBO LISO = PEQUENOS ATRITOS E CHOQUES
TUBO LISO =
PEQUENOS ATRITOS
E CHOQUES

PERDA DE CARGA LOCALIZADA

. ·-----

-- ---------·

----- ·-·---

----------·- ---------------- -------·-----

Nos casos em que a água sofre mu- danças de direção, como por exem- plo em joelhos, reduções, tês, ou se- ja, em que ela passa por conexões ou registros, ocorre ali uma perda de carga chamada de localizada. Isto é fácil de entender, se pensar- mos que nesses pontos há uma grande turbulência concentrada, a qual aumenta os choques entre as P,artículas da água. E por isto que, quanto maior for o número de conexões de um trecho de tubulação, maior será a perda de pressão ou perda de carga nesse trecho, diminuindo a pressão ao longo. da rede.

carga nesse trecho, diminuindo a pressão ao longo. da rede. Exemplo: Observe a figura e responda:

Exemplo:

Observe a figura e responda:

A

ao longo. da rede. Exemplo: Observe a figura e responda: A B c (1) REGISTRO T
ao longo. da rede. Exemplo: Observe a figura e responda: A B c (1) REGISTRO T

B

c

(1)

REGISTRO

T

D

Exemplo: Observe a figura e responda: A B c (1) REGISTRO T D 1 ·Supondo-se que

1 ·Supondo-se que o registro esteja fechado, em qual nível que estará a água no tubo (1)?

A (

B (

C(

)

)

)

Resposta:

Pelo princípio dos vasos co·muni- cantes, o nível da água do tubo (1) estando o registro fechado, esta- rá no mesmo nível da água do re- servatório, ou seja, na letra B.

,I

2 - Abrindo-se o registro, o nível da água irá para:

A·(

B (

C(

)

)

)

Resposta:

Se o 'registro for aberto, ocorrerá um movimento da água pelo tubo e, conseqüentemente, haverá choques e atritos, entre as partí- culas da água entre si e com as paredes da tubulação.

Ela é responsável pela higiene e lirn- peza de cada um; tem larga aplica- cão
Ela é responsável pela higiene e lirn-
peza de cada um; tem larga aplica-
cão na indústria; é utilizada para irrí·
gação dos campos; é usada em bar-
ragens para geração de energia elé-
trica; é o principal meio para o com-
bate a incêndios. Enfim, é parte vi-
tal, em todos os sentidos, no nosso
meio de vida .
.-A.qualidade de vida-resulta das con-
dições de alimentação, transporte,
moradia, assim corno do abasteci-
mento de água da população, e im-
plica em melhores ou piores níveis
de saúde. Daí a grande importância
do abastecimento de água, bem co-
rno das condições em que são eli·
minados os esgotos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define saúde do seguinte mo-

do:

um estado de completo bem estar físico, mental e social, e não apenas: a ·aus'ência · d'e doença ou enfermidade."

Ocorre uma enorme relação entre a água e a saúde, pois, ainda segundo a OMS, cerca de 81 casos ele doen- ças, em um total de 100, têm como origem a água. ·uma ·mstala:ção m-al projetada ·ou mal executada poderá ocasionar ·r1scos'·à -s-aúde;- através da contam i·

O

CAM!Nt!_O

F~_I;RCQBB~Q_Q

,

~!;L~S_AÇ!_~I\§

nação ou introdução de materiais indesejáveis na água. Sendo assim, a existência de água em quantidade e qualidade suficen- te para as atividades humanas, é ·condição· básica para o melhora- mento e/ou manutenção da saúde.

A

maioria das pessoas desconhece

jetivo de purificá-la para o consumo.

As águas retiradas da superfície

o

longo caminho percorrido pela

Existem também outras formas de

são tratadas nas chamadas ETAs

água até ela chegar a suas tornei-

captação de águas, como por exem-

(Estações de Tratamento de Água).

 

ras.

plo, de poços artesianos ou fontes.

Podemos dizer que essas etapa,s de

A

água, antes de chegar aos reser-

Essas águas subterrâneas, normal-

tratamento consistem em quatrof·a-

vatórios das nossas casas, é capta- da na superfície (barragens, rios ou

mente, por não estarem poluí·das em seu estado natural, dispensam

ses básicas: coagulação, ·decanta· ção, filtração e desinfecção, como

lagos). Passa, então, por uma série

maiores tratamentos.

mostra o desenho

de etapas de tratamento, com o ob-

lagos). Passa, então, por uma série maiores tratamentos. mostra o desenho de etapas de tratamento, com

6 INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA.

~ INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA F_RIA

_

A instalação predial de água fria é o conjunto de tubulações, equipa- mentos, reservatórios e dispositi- vos, ex_istentes a partir do ramal pre- dial, destinado ao abastecimento dos pontos de utilização de água do prédio, em quantidade suficiente, mantendo a qualidade da água for- necida pelo sistema de abasteci- mento.

da água for- necida pelo sistema de abasteci- mento. REDE PREDIAL DE DISTRIBUIÇÃO A rede predial

REDE PREDIAL DE DISTRIBUIÇÃO

A rede predial de distribuição é o conjunto de tubulações, compreen- dido pelos barriletes, colunas de distribuição, ramais e sub-ramais, ou de alguns destes elementos.

ramais e sub-ramais, ou de alguns destes elementos. ALIMENTAÇÃO DA REDE PREDIAL DE DISTRIBUIÇÃO~-- Sistema

ALIMENTAÇÃO DA REDE PREDIAL DE DISTRIBUIÇÃO~--

Sistema de distribuição direta A alimentação da rede de distribui- ) ção é feita diretamente da rede pú- blica de abastecimento (sem reser- vatório).

da rede pú- blica de abastecimento (sem reser- vatório). Sistema de distribuição indireta (por gravidade) )

Sistema de distribuição indireta (por gravidade) ) A alimentação da rede de distribui-

! ção é feita através de reservaiório

' superior.

(por gravidade) ) A alimentação da rede de distribui- ! ção é feita através de reservaiório

---------------------------

--------------------------- Água descendo em velocidade Válvula aberta 2- Válvula aber- ta: A água co- meça a

Água descendo

em velocidade

Válvula aberta

2- Válvula aber- ta: A água co- meça a descer, aumentando gradativamente sua velocidade dentro do tubo. A pressão con- tra as paredes se reduz ao má- ximo.

Nas instalações prediais, alguns ti· pos de válvulas de descarga e regis- tros de fechamento
Nas instalações prediais, alguns ti·
pos de válvulas de descarga e regis-
tros de fechamento rápido provo-
cam o efeito do golpe de aríete, que
tem como principal conseqüência,
danos nos equipamentos da insta-
lação = prejuízos.
Ocorre inter-
fortes pres-

3 - Fechamento rápido da válvu-

la:

rupção brusca da água, cau- sando violento impacto sobre

a válvula e de- mais equipa- mentos, bem como vibrações

e

sões que ten- dem a dilatar o

tubo.

No Brasil já existem algumas mar- cas de válvulas de descarga que possuem dispositivos anti-golpe de ariete, os quais fazem com que o fe- chamento da válvula se torne mais suave, amenizando_ quase que total- mente os-efettos desse fenômeno. Por isso, ao adquirir ou especificar

as válvulas para a sua instalação,

verifique antes este detalhe impor-

tantíssimo.

As caixas de descarga, de embutir ou externas, são sempre preferíveis em prédios residenciais porque consomem menos água, não fazem

baJ:uJho~e .ntilm.-pr.o\[0Cam gotpes.de

ariete. Além disso, as tubulações de alimentação das caixas, por serem de bitolas menores do que as que alimentam as válvulas, proporcio- nam economia no custo das instala- ções.

··

"Se você for utilizar válvulas de des- carga e tubos e conexões TIGRE em prédios de mais de dois andares, ·nãn ·se ·esqueça -dos ·problemas de golpe de aríete".

Procure a Assistência Técnica TI- GRE que poderá orientá-lo na solu- ção desse problema.

8

DIMENSIONAMENTO DAS IN JALAÇÕES PREDIAIS DE AGUA FRIA

)-

8 DIMENSIONAMENTO DAS IN JALAÇÕES PREDIAIS DE AGUA FRIA )- NORMA TÉCNICA DE PROJETO A norma

NORMA TÉCNICA DE PROJETO

A norma que fixa as exigências

quanto à maneira e os critérios para

projetar as instalações prediais de água fria, atendendo às condiçoes técnicas r'h'inlmas de higiene, eco- nomia e conforto dos usuários, é a

N8-92/80 (N BR 5626).

DIMENSIONAMENTO

A palavra dimensionamento está re- lacionada com a arte de determinar dimensõ'es e grandezas. As instal-ações de água fria devem

ser projetadas e construídas de mo-

do a:

Q Garantir o fornecimento da água de forma contínua, em quantidade suficiente. com pressões e veloci-

dades adequadas ao perfeito fun- cionamento das peças de utiliza- ção e do sistema de tubulações. e Preser;ar rigorosamente a quali- dade da água do sistema de abas- tecimento. • Preservar o máximo de conforto aos usuários, incluindo-se a redu- ç.ão elos níveis ele ru ido.

abas- tecimento. • Preservar o máximo de conforto aos usuários, incluindo-se a redu- ç.ão elos níveis

2? Trecho BC (coluna) Observando o desenho da instala- ção, podemos perceber que a vazão que escoa na coluna, é a mesma que a do barrilete (cálculo anterior). Logo, será desnecessário calcular- ·mos o peso total para este trecho. Assim, o diâmetro da coluna será de 40 mm (soldável) ou 1.1/4" (roscá- vel).

3? Trecho CD (Ramal de Alimentação do Bidê, Chuveiro, Pia e Tanque)

O processo é o mesmo. Somamos

os pesos das peças que são alimen- tadas por esse ramal,ou seja, 2,8 e a seguir, localizamos no ábaco o di·â- metro correspondente. Neste caso,

o diâmetro necessário deverá ser o

de 25 mm (soldável) ou 3/4" (roscá- vel).

4? Sub-Ramais

- Válvula de Descarga O peso para válvula é de 40,0. Lo- go, -o diâmetro será o de 40 mm (soldável) ou 1.1/4" (roscável).

- Bidê, Chuveiro, Pia de Cozinha e Tanque O peso de cada uma dessas pe- ças, individualmente, não ultra- passa ao valor de 1,1 (este é o maior peso para que tenhamos o diâmetro de 20 mm ou 1/2"). Assim, os diâmetros mínimos para esses sub-ramais deverão ser de 20 mm ou 1/2".

Na realidade, para casos de peque- nas instalações como a que apre- sentamos, seria anti-econômico uti- lizarmos três diâmetros diferentes, por duas razões:

Devido às sobras que normalmente ocorrem, em virtude da variedade de diâmetros e, em razão de ser neces- sário adquirir um maior número de conexões {rt:duções).

Conclusão:

Assim, utilizaremos somente os diâ- metros de 40mm ou 1.1/4" (barrilete, coluna e sub-ramal da válvula) e o de 25 mm ou 3/4" para os restantes.

OUTRO EXEMPLO

Experimente testar seus conheci- mentos, supondo agora um reserva- tório que abasteça, por uma mesma coluna, a dois banheiros idênticos ao do exercício anterior, porém em um prédio com dois pisos. Calcule os diâmetros mínimos da coluna, barrilete e ventilação.

os diâmetros mínimos da coluna, barrilete e ventilação. VENT~l-AÇÃO DA CO_L~U_N.~A~~- LEMBRE SE Resolva os

VENT~l-AÇÃO DA CO_L~U_N.~A~~-

LEMBRE SE

Resolva os problemas de dimensio- namento, somente quando não hou- ver projeto-hidráulico. Quando hou- ver, siga as instruções do engenhei- ro da obra, que poderá orientá-lo, com base nos conhecimentos que ele possui!

A norma NB-92/80 diz ainda que,

nos casos de instalações que con-

tenham válvulas de descarga, a co- luna de distribuição deverá ser ven- tilada. Essa ventilação deverá:

• Ser ligada à coluna, após o regis-

tro de passagem existente.

" Ter a sua extremidade superior li· vre, acima do nível máximo d'água do reservatório.

• Ter o diâmetro igual ou superior ao da· coluna.

OUTRA

TELA

OPÇÃO "'··-P-:JJ

S/

~:.;r>- : ,! 1 , o,n_/ , _
~:.;r>-
: ,!
1
,
o,n_/ ,
_

NÍVEL

MÁXIMO

LIGAÇÃO DA

VENTILAÇÃO

ACOLUNA

COMO

MESMO

DIÂMETRO

POR QUE VENTILAR?

Para o caso do exemplo anterior, o diâmetro do tubo ventilador deverá ser,-no mínimo, de

40 mm ou 1:1/4".

Caso não haJa ventilação; podem ocorrer duas-coisas:

A primeira, seria a possibilidade de

contaminação da instalação devida

ao fenômeno chamado de retrosifo-

nagem (pressões negativas na rede, que causam a entrada de germes através do sub-ramal do vaso sani- 'tário, bidê ou banheira).

A outra, é que, nas tubulações, sem-

pre ocorrem bolha·s de ar, que nor-

m-alment-e acompanham o fluxo de água, causando a diminuição das vazões das tubulações. Se existir o tubo ventilador, essas bolhas serão expulsas, melhorando o desempe- nho final das peças ele utilização.

Também, em caso de esvaziamento da rede por falta de água, pode

ocorrer acúmulo de ar e, quanto vol-

ta a mesma a encher, o ar fica "pre-

so", dificultando a passagem da água. Nesse caso, a ventilação per- mitirá a expulsão do ar acumula- do.

pequeno caimento no sentido do flu- xo de água e evite formar sifões nas instalações (conforme desenho).

CERTO

li li li li 11" rF-=--=- li li li 11 I li li li ::
li
li
li
li
11"
rF-=--=-
li
li
li
11 I
li
li
li
::
~:~=========::: ===
ERRADO
't!0-
11 I li li li :: ~:~=========::: === ERRADO 't!0- Para melhorar ainda mais o desem-

Para melhorar ainda mais o desem- penho, instale o barri Iete com um ----- ·-· -~_~_

t~~--------------------------------------------------

9 LINHAS ROSCAVEL E SOLDÁVEL PARA

INSTALAÇOES PRE IAIS DE AGUA FRIA

_N_OBMA_TÉCNICA DE FABRICAÇÃO

_

Existem vários tipos de tubos de PVC, indicados para diversas pres- sões de serviço. Para uso em instalações prediais de água fria, a TIGRE produz tubos e conexões de PVC ríqido, de acordo com a norma ABNT EB-892/77, para

pressões máximas de serviço ele 7,5 kgf/cm 2 (75 m.c.a.), já incluídas as variações dinâmicas (sub e sobre- pressões- Golpes de Aríete). São fabricados em dois tipos:

Os soldáveis, com diâmetros exter- nos que variam de 20 mm a 11 Omm

e os roscáveis com diâmetros que vão de 1/2" a 4".

tubo de PVC rígido,
tubo de
PVC rígido,

roscáve1·branco

tubo de PVCrígido, soldável marrom
tubo de
PVCrígido,
soldável marrom

MARCAÇÃO

Ao comprar tubos para a sua insta- lação, verifique se os mesmos pos- suem a marcação exigida pela nor-

ma:

A tabela relaciona as dimensões dos tubos -sol-dáveis e roscáveis, conforme a EB-892.

 

EB-892 ·TUBOS DE PVC RÍGIDO PARA INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA

 
 

Pressão de Serviço 7.5 kgflcrn2

 

Temperatura da Anua -

20nc

 

fUBC1S COM JUNTAS SOLDAVEIS

 

l

TUBOS COM JUNTAS ~10SCAVEI!:i

DIÂMETRO

DIÂMETRO

ESPESSURA

PESO

 

DIÂMETRO

ESPESSURA

PESO A PRO X.

DE

EXTERNO

DE

APROX.

EXTERNO

DE

REF.

NOMINAL

PAREDE (e)

MEDIO

PAREDE (e)

 
 

rnrn

rnm

k9lrn

 

rnrn

rnrn

kglm

112

20

1,5

O, 133

 

21

2,5

0.220

314

25

1,7

0,188

26

2,6

0,280

1

32

2.1

0.291

33

3.2

0.450

1.114

40

2,4

0,430

42

3.6

0,650

1.112

50

3.0

0,660

48

4,0

0,820

2

60

3.3

0,870

60

4,6

1,170

2.112

75

4.2

1,370

75

5,5

1,750

3

85

4,7

1,760

88

6,2

2.300

4

110

6,1

2.950

113

7,6

3.700

'"'

Q.BS.E,RVAÇÃO

J:;

   

T'IG

RE ·fabri·caai n da ·to bes -e<eone- ·. '

 

xões roscáveis, com diâmetros de 5" e 6" (este último com espessuras de parede de 5 mm e 8 mm). Os tu- bos TIGRE roscáveis de 2.1/2", 3", 4", 5" e 6" não obedecem a EB-892 e são destinados ao uso industrial. Para o dimensionamento de instala- ções com estas bitolas, pode-se consultar a seguinte tabela:

DIÂMETRO

Rei.

PRESSÃO MÁXIMA DE SERVIÇO (kgflcm2)

'

(a 20°

C)

2 'lz"

5,5

: ·3'~

'5,0

4"

4,0

5"

3,5

6"

(parede

5 mm)

2,5

6"

(parede

8 mm)

5,0

A marca TIGRE; o diâmetro externo

nomin~! em mm; o tipo de tubo (sol· dávei ou ro~áve1) e ·a norma EB~892.

Você poderá estar comprando tu- bos não normalizados, com meno· res-espessuras de pamde, sem a mí-

nima segurança e, conseqüente- mente, de preços mais baixos.

APLICAÇÕES DOS PRODUTOS

EM I"' DUSTRI.A,S
EM I"' DUSTRI.A,S

As linhas roscável e soldável pode- rão, além das aplicações em insta- lações prediais de água fria ser uti- '

lizadas:

EM INSTALACÕES RURAIS

água fria ser uti- ' lizadas: EM INSTALACÕES RURAIS - ~ Existem, porém, outras aplicações, que

-~

Existem, porém, outras aplicações, que não foram citadas por ocorre- rem com menor freqüência.

--------------·-··------·

A.nles de iniciar o trabalho. deve-se verificar_llll!ll!l se a ponta e a bolsa dos tubos e conexões se acham perfeitamente limpas e. a sequir:

!li!IIB:

~

se acham perfeitamente limpas e. a sequir: !li!IIB: ~ i. Tirar o brilho das superfícies a

i. Tirar o brilho das superfícies a serem sol- dadas, utilizando para isto a lixa. A lixa é importante, pois aumenta a área cie ata- que cJo adesivo tacilílancJo a sua ação.

área cie ata- que cJo adesivo tacilílancJo a sua ação. 3. Distribuir uniformemente o adesivo TIGRE

3. Distribuir uniformemente o adesivo TIGRE nas duas superfícies tratadas utilizando para isto um pincel ou a própria bisnaga.

O excesso de adesivo deve ser retirado,

pois, sendo o adesivo um solvente,

causa um processo de dissolução do material. Por essa razão, também não

se presta para tapar furos.

2. Limpar as superfícies lixadas com S~lu­ ção Limpadora TIGRE, removendo as Im- purezas deixadas
2.
Limpar as superfícies lixadas com S~lu­
ção Limpadora TIGRE, removendo as Im-
purezas deixadas pela lixa e a gordura da
mão. Tais impurezas impedem a ~ção elo
adesivo.
t:'l
L-::::1
A/, ,.~/~·"
4.
Encaixar as extremidades, e retirar o ex·:···
cesso de adesivo.
O encaixe deve. ser hastante.justo (quase,w:

impraticável sem o adesivo), pois, sem pressão não se estabelece a soldagem.

Aguarde o tempo de soldagem de 12 horas, no mínimo, para após colocar a rede em carga (pressão).

b&lill!!l:llli!mí!i!mmillílmli~lllflli!ilmlall~iil:ill'i2iilil!!illiilliJlml!lllmEDll&mllim!riill!l!imllll!!fiiBlillli!llll!mi!:llliEIIII!!Uilli------------- JJ

d
d

IMPORTANTE

lnstafe .sempre os.Jubos TIGRE com as c nexões da mesma marca_ DessaJorma, vru evitará os problemas de folga ou as difícl dades de.·.encaixe.".que podem ,;surgir quanc se utilizam materiais de diversas marcas. Isto se explica, porque os diâmetros inte nos de nossas conexões estão dentro de t lerâncias, que superam às exigências dé normas internacionais. fazendo com que montagem de tubos e conexões da marc TIGRE seja das mais precisas.

COMO CALCULAR OS CONSUMOS DE .ADESIVO E SQLUÇÃO LIMPADORA

O consumo de adesivo e solução limpadora é uma função da quanti- dade de bolsas a serem soldadas. Por exemplo:

• Para os tubos, consideramos uma junta;

• Para os joeihos, duas ]Lintas;

• Para os tês, três juntas;

e Para o adaptador soldável curto para registro, uma junta.

Para o adaptador soldável curto para registro, uma junta. Agora, vamos calcular as quantida- des necessárias

Agora, vamos calcular as quantida- des necessárias de adesivo e solu- ção lim~adora, para os seguintes

materiais:

(

QUANT.

PEÇA

DIÂMETRO

QUANTIDADE TOTAL BOLSAS

   

mm

.0 32

95 25

95 20

30

Tubo soldável EB-892

32

30

-

-

10

Tubo soldável EB-892

25

-

10

-

15

Tubo soldável EB-892

20

-

-

15

10

Tê 90° soldavel

32

30

-

-

05

Tê de redução 90° sold.

32 X 25

10

05

-

08

Joelho 90° soldável

25

-

16

-

10

Joelho 90° soldavel

20

-

-

20

10

Tê 90° soldável

20

-

-

30

10

Joelho sold. e com rosca

25 >< 3/4"

-

10

-

08

Luva soldável

25

-

16

-

10

Luva soldável

20

-

-

20

02

Luva soldavel

32

04

-

 
 

SOMAS:

 

74

57

85

OBSERVAÇÕES 1. A TIGRE está adotando, nas suas conexões, um novo desenho, pre- vendo raios

OBSERVAÇÕES

1. A TIGRE está adotando, nas suas conexões, um novo desenho, pre- vendo raios externos que ali- viam os efeitos das tensões, as quais, normalmente, se armaze- nam nesses pontos durante a fa- bricação. Essa importante melho- ria - torna as conexões menos susceptíveis à quebra.

ria - torna as conexões menos susceptíveis à quebra. 2. Estamos também padronizando as nossas conexões

2. Estamos também padronizando as nossas conexões para atender aos conceitos das normas inter- nacionais. Estas providências, além de melhorar a qualidade das conexões, também eliminaram as conexões com -dimensões exageradas.

3. Padronizamos, ainda, os compri- mentos de soldagem das bolsas. Esses comprimentos, de acordo com as normas IS0-727, DIN 19.532, ABNT-EB-192 e EB-183, fi- zeram com que houves.se redu- ção das dimensões de determina- das peças e aumento de outras.

CARACTERÍSTICAS .DA LINHA ROSCÁVEL

Os tubos e conexões roscáveis são fabricados na cor branca, com exce- ção das conexões com bucha de la- tão, que são produzidas na cor azul.

com bucha de la- tão, que são produzidas na cor azul. Os tubos da linha roscável

Os tubos da linha roscável são for- necidos em barras com as duas ex- tremidades com roscas. Caso seja necessário unir dois tubos, utiliza- se uma luva com rosca.

necessário unir dois tubos, utiliza- se uma luva com rosca. Os tubos roscáveis possuem maiores es-

Os tubos roscáveis possuem maiores es- pessuras de parede que os seus equivalentes da linha soldável.

4. A TIGRE está, também, inicianc um programa de regravação c conexões, que deverá gradativ mente, abranger todas as linhé de produtos.

gradativ mente, abranger todas as linhé de produtos. Isto ocorre para compensar um parte desta espessura
gradativ mente, abranger todas as linhé de produtos. Isto ocorre para compensar um parte desta espessura

Isto ocorre para compensar um parte desta espessura de pared que é perdida quando da abertur das roscas. Os tubos roscáveis, por terem mai< res espessuras de parede, apreser tam vantagensem instalações apé rentes, contra eventuais choque ou· knpactos que podem ocorre Além disso, o sistema roscável fac lita a desmontagem e remanejc:

menta da instalação nos casos d redes provisórias.

As conexões roscáveis da TIGRE possuem várias· vantagens adiei< nais:

Os filetes de rosca são fabricados com início abrupto, conforme con- ceitos adotados pelas normas inter- "

nacionais,· o que evita o espana- mente nos càsos de montag ens

o que evita o espana- mente nos càsos de montag ens " ~ L~ t-+,/-+++++t++-1~-+++++++- incorretas.

" ~

L~

t-+,/-+++++t++-1~-+++++++-

incorretas.

/~

Rosca com inicio

Abrupto

incorretas. /~ Rosca com inicio Abrupto Os términos das roscas foram pro- jetados em chanfro de

Os términos das roscas foram pro- jetados em chanfro de 45°, o que· permite o alívio de tensões sobre as peças. Além disto, a TIGRE introdu- ziu a beirada de apoio em roscas macho e fêmea, para centralizá-las e facilitar a montagem.

Beirada de Apoio

centralizá-las e facilitar a montagem. Beirada de Apoio COMO EXECUTAR UMA JUNTA ROSCADA LISTA DO MATERIAL

COMO EXECUTAR UMA JUNTA ROSCADA

LISTA DO MATERIAL NECESSÁ- RIO PARA A BOA EXECUÇÃO DO TRABALHO.

 

Arco de serra

 

Esquadro

3.

Tarraxa TIGRE

 

Rasqueta

Fita Vedarosca TIGRE

Tarraxa TIGRE   Rasqueta Fita Vedarosca TIGRE 6. Alrcate bomba d'àgua ou chave de qrdo --------

6. Alrcate bomba d'àgua ou chave de qrdo

-------- •··-·-····---

--------------

Tor11o de corrente (;U mor~a

Alrcate bomba d'àgua ou chave de qrdo -------- •··-·-····--- -------------- Tor11o de corrente (;U mor~a

)

-

Conexões azuis com bucha de latão Essas conexões têm o mesmo ob- jetivo de utilização das suas simila- res da linha soldável, já comenta- das, sendo as recomendações para instalação de ambas basicamente

as mesmas. O que as difere, apenas

das soldáveis, é o fato de terem to-

das as bolsas com roscas, para per- mitirem a sua interligação com tu- bos ou conexões roscáveis.

t~,;t.~;:;!~f,~.~:- JOELHO DE REDUÇÃO 90° ~·~w:~~~-t·; C/ROSCA E BUCHA DE LATÃO

l.!~!.~;(~:?·

~.\ l;,··
~.\
l;,··
C/ROSCA E BUCHA DE LATÃO l.!~!.~;(~:?· ~.\ l;,·· ~---e============~hr-~ RECOryiENDAÇÕES ~ERAIS SOBRE AS

~---e============~hr-~

RECOryiENDAÇÕES ~ERAIS SOBRE AS lii\J~IAS

ROSCAVEL E SOLDAVEl

Água quente Conforme já explanamos no início deste capítulo, os tubos e conexões roscáveis ou soldáveis, são reco- mendados para uso em instalações prediais de água fria. Portanto, são dimensionados para suportar pres- sões de água de até 7,5 kgf/cm 2 , a 20°C (temperatura ambiente). No entanto, em determinadas situc:.- ções, pode ocorrer uma elevação dessa temperatura. Nas instalações· hidráulicas pre- diais em PVC rígido, devem ser ev.l- tadas as altas temperaturas, já que a pressão de .seNLço dos tubos de- cresGe·àmedidaBm que-a tempera- tura se eleva.

A experiência demonstra que, em

tubulações embutidas em painéis

de madeira, sem proteção térmica e submetidas a forte insolação, a água chega a atingir a temperat-ura de 60°C ou mais. Nesses casos, portanto, recomenda-se uma conve- niente ventilação ou proteção térmi- ca (isolamento) dos tubos. Deve-se também observar os casos de cruzamentos com tubos metáli· cos conduzindo água quente. Po- dem ocorrer problemas semelhan- tes. -As -,tubulaçõe-s, ·de preferêncla, de- vem ser protegidas do sol direto, quando isto for possível, no sentido de aumentar a sua eficiência e evi- tar os incômodos de aquecimento de água em locais de forte insola- ção.

A travessia de locais sujeitos

aquecimento excessivo (proximi

de de calde~ras, aquecedores, jr

neradores de lixo, chaminés, et deve ser sempre objeto de cuidac especiais, tendo em vista a se· rança das tubulações. Por esses motivos também não recomenda o uso de tubulações PVC rígido em colunas de incênc assim como em outros tipos de i

tal ações de proteção contra o to

-com exceção de redes públicas. No caso de instalações ir:~dustrié

o uso de tubulações de PVC ríg

em redes de combate a incêndio,

é recomendável, qua:fldo se trc.:

de tubulações pressurizadas 1 gravidade, isto é, por meio de re~

vatórios.

Congelamento Nas raras regiões brasileiras sujei- tas ao congelamento de água, deve- se tomar algumas providências pa- ra evitar o risco de rompimentos das tubulações (a água ao congelar- se, aumenta de volume); exemplos:

circulação contínua de água, esva- ziamento de tubulação ou isola- mento térmico.

esva- ziamento de tubulação ou isola- mento térmico. Dilatação térmica Quando um material sofre aumento das

Dilatação térmica Quando um material sofre aumento das suas dimensões em virtude de variações da temperatura, dizemos que ele se dilata termicamente.

::~):', ··< - - - ~\ LL ~.-~-: c<.
::~):',
··<
- - -
~\ LL ~.-~-:
c<.
::~):', ··< - - - ~\ LL ~.-~-: c<. Com uma tubulação de PVC, este fenômeno

Com uma tubulação de PVC, este fenômeno também acontece. Por isto, é necessário que tomemos cer- tos cuidados mínimos ao instalar- mos os tubos, pois, caso contrário, poderemos sofrer sérios prejuízos materiais.

contrário, poderemos sofrer sérios prejuízos materiais. JUNTA MAL EXECUTADA RETRAÇÃO Nos casos de trechos longos

JUNTA MAL EXECUTADA

sofrer sérios prejuízos materiais. JUNTA MAL EXECUTADA RETRAÇÃO Nos casos de trechos longos de tu· bulações

RETRAÇÃO

Nos casos de trechos longos de tu· bulações enterradas, é recomendá- vel que se instalem os tubos em for- ma de "cobra", isto é, não alinhan- do-os demasiadamente.

isto é, não alinhan- do-os demasiadamente. A tubulação que não segue err nha reta tem maior

A tubulação que não segue err

nha reta tem maior flexibilidade, sorvendo as prováveis dilataç< que podem ocorrer. O exemplo a seguir ilustrará mer

o que estamos dizendo:

Uma rede de PVC soldável foi m tada numa tarde de sol quente, p

· interligar uma bomba a uma ca d'água, a 500 metros de distânt

Terminado o serviço, o encana espera até o dia seguinte para li

a

bomba. As valas ficaram aberl

O

tubo foi colocado de forma b

alinhada. No outro dia, na liga< do registro de saída da bombE adaptador estava rompido.

tubo foi colocado de forma b alinhada. No outro dia, na liga< do registro de saída

Dessa forma, a flexibilidade dostu- bes PVC, -que à primeira vista pare- ce ser desvantajosa, torna-se gran- demente vantajosa. A sua flexibili- dade, permite que sejam absorvi- dos os esforços externos, evitando- se a sua quebra, como acontece com os tubos rígidos. Isto ocorre, porém, dentro de certos limites. As- sim, o excesso de carga, somado a uma situação, em que o solo de en-. volvim_ento dos tubos esteja sem ,a compactação adequada, deverá ser evitada. Observamos, então, que o material que envolve a tubulação contribui de forma importantíssima no seu comportamento. Nos casos de tubos rígidos, essas mesmas cargas tendem a rompê- los, pois todo o peso é absorvido pelos tubos e não pelo reaterro que os envolve, como aconteceria com os tubos flexíveis.

que os envolve, como aconteceria com os tubos flexíveis. lUSO ENVOLVIDO COM CONCRETO PERDE A FLEXIBILIDADE

lUSO ENVOLVIDO COM CONCRETO PERDE A FLEXIBILIDADE

Tubulações embutidas

Os tubos de PVC, quando embut!- dos, tanto em alvenaria quanto nas estruturas de concreto, deverão fi- car totalmente independentes des- tas. Isto, porque o PVC por possuir coeficiente de dilatação diferente dos dessas estruturas, ficará impe- dido de "trabalhar" conveniente- mente.

impe- dido de "trabalhar" conveniente- mente. Como evitar que isso aconteça? • Envolvendo a tubulação

Como evitar que isso aconteça?

• Envolvendo a tubulação na vala, com material isento de pedras ou outros corpos que possam vir

a danificá-la (usar preferencial-

mente areia). Nunca envolver os tubos em concreto, pois a flexibi- lidade que os tubos de PVC pos- suem é uma de suas grandes ·vantagens!

• Compactar bem e manualmente o -solo de envolvimento, -em ca- madas sucessivas de 15 em, as- sim como a base de assenta- mento do tubo (fundo da vala), até uma altura de 30 em acima do tubo.

tubos

soldáveis, caso seja necessário enterrá-los.

• Preferencialmente usar

• Caso não seja possível ado essas medidas, deve-se pre' um sistema de proteção es1 cial dos tubos (veja o desenh1

um sistema de proteção es1 cial dos tubos (veja o desenh1 e sentadas Para os casos

e sentadas Para os casos sob de leito tubulações de· -ruas (ou as- ---~~~~~~íí~~~~~ onde haja tráfego de veículos),

d

f

a-Se COmO prO Un

d

'd

I

a- CONCRETO OU ALVENARIA

reCOrl)en

de mmima de assentamento, h = 80 em e, quando em passeios,

h = 60 em. No interior dos lotes,

essa profundidade poderá serre-

duzida para h = 30 em.

CANALETA DE AREIA 011 MATERIAL COMP

ISENTO DE PEDRA::

30 em. CANALETA DE AREIA 011 MATERIAL COMP ISENTO DE PEDRA:: AREJA OU MATERIAL COMPAI ISENTO
30 em. CANALETA DE AREIA 011 MATERIAL COMP ISENTO DE PEDRA:: AREJA OU MATERIAL COMPAI ISENTO

AREJA OU MATERIAL COMPAI ISENTO DE PEDRAS

---------···

--Nesse caso, devem ser previstos espaços Iivres para a sua passa~ gem Assim, por exemplo, nas passagens de lajes e vigas, deve ser deixada, antecipadamente, uma abertura (fu- ro) de maiores dimensões que o diâ- metro da canalização (pode ser um toco de tubo de maior diâmetro, ou uma fôrma com as dimensões apro- priadas).

A passagem de uma tubulação, por uma laje ou viga, constitui um vazio na estrutura e que pode não ter sido considerado nos calculas. Por isso, lembre-se de consultar sempre o Engenheiro da Obra ares- peito, evitando assim, que ocorram riscos à estrutura. ·

Vibrações das bombas

A fim de evitar que as tubulações de recalque possam romper-se. por fa- cJiqa. recomenda-se que entre a

bomba e a tubulação seja inserid

um mangote ·de borracha, o quat t' a finalidade de absorver boa pa

te das vibrações da bomba.

A eliminação das vibrações gara1

te, além disso, o não apareciment de ruídos desagradáveis e evi1 possíveis danos à estrutura do pn

di o.

MANGOTE DE BORRACHA / ·BOMB
MANGOTE DE
BORRACHA
/
·BOMB

Durante a Idade Média, porém, du- rante . certa é~oca, conta-se qlfe ocorreu uma grande epidemia. atri- buída pelos sábios ao hábito de to- mar banho. Assim, através de uma lei, foi proibido o banho. Na realida- de, o que ocorria é que, devido às precárias condições de saneamen- to de então, as doenças se multipli- cavam gerando as epidemias. Há uma íntima relação entre a saú- de e as condições de saneamento. O conceito de saneamento, entre- tanto, ganha a sua expressão maior, quando ampliamos a visão e estendemos a atenção a outros as- pectos que estão envolvidos, que não o de propiciar saúde e melhoria dos padrões de vida do homem. Assim, temos de pensar também em melhoria de produtividade, valo- rização das terras, possibilidade de uso dos cursos d'água para recrea- ção e inúmeros outros.

amanhã."
amanhã."

NOS BONS VELHOS TEMPOS

A ilustração de um velho livro trazia o seguinte texto, redigido em alemão dia- letal:

tornado público que de amanhã cedo em diante, ninguém mais pode defecar no

riacho, cujas águas o meritissimo juiz vai usar para fabricar cerveja depois de

EFLUENTES DE ESGOTOS

Os esgotos, ou águas residuárias, .-------------' • ESGOTOS QUE são os despejos líquidos de casas,
Os esgotos, ou águas residuárias,
.-------------' • ESGOTOS QUE
são os despejos líquidos de casas,
edifícios, estabelecimentos comer-
ciais, instituições e indústrias.
" c'ÁGLI:.AS;J
M:J:~");I\S\COM
e.XCREMENrOS}
CONTÉM·MATEAIAL
FECAL
Podemos
tipo de elluente:
classif~cá-~os-conforme
ÁGUAS SERVIDAS
e ESGOTOS PROVENIENTES
DE OPERAÇÕES
DE LAVAGEM E LIMPEZA.
Esgotos
DESPEJOS INDUSTRIAIS
ESGOTOS PLUVIAIS
e ÁGUAS QUE
PASSARAM POR
PROCESSOS INDUSTRIAIS.

Os esgotos pluviais são os prove- nientes das águas de chuvas, não estando incluídos na classificação anterior, sendo o assunto tratado em um capítulo à parte. (Veja o capí- tulo 15}.

tratado em um capítulo à parte. (Veja o capí- tulo 15}. O CAMINHO PERCORRIDO PELOS ESGOTOS

O CAMINHO PERCORRIDO PELOS ESGOTOS

Como pudemos ver no quadro ante- rior, os esgotos podem ser domésti· cos ou industriais.

Vimos também sobíe a importância que há em se dar um destino final adequado a esses efluentes, com o

:11

propósito principal de se evitar a po- luição ambiental.

)

'

Em -ol::ltra etapa, o ef!uente líquido que sai da fossà séptlca ·é levado por uma tubulação ao seu destino final, onde:

SUMIDOURO

por uma tubulação ao seu destino final, onde: SUMIDOURO c CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO I FOSSA SÉPTICA
c CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO I FOSSA SÉPTICA
c
CAIXA DE
DISTRIBUIÇÃO
I
FOSSA SÉPTICA
SUMIDOURO c CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO I FOSSA SÉPTICA 1 ?) é absorvido pelo terreno por um

1?) é absorvido pelo terreno por um sumidouro ou poço absorvente ou, ainda, por um sistema de irri· gação sub-superficial, ou então,

2?) passa por um sistema de filtros (trincheiras filtrantes) para, en- tão, ser lançado à superfície do solo ou a um rio ou riacho.

ser lançado à superfície do solo ou a um rio ou riacho. TRINCHEIRAS FILTRANTES 1. Em

TRINCHEIRAS

FILTRANTES

do solo ou a um rio ou riacho. TRINCHEIRAS FILTRANTES 1. Em alguns municípios, os depar-

1. Em alguns municípios, os depar- tamentos de saúde locais admi- tem que os efluentes líquidos que saem da fossa séptica sejam con- duzidos à rede coletora pluvial pública, o que dispensa o uso de

anteriormente

outros

recursos

apresentados.

2. Um outro aspecto, também bas-. tante discutido, é com relação aos esgotos que devem ou não ser escoados à fossa séptica. Is- to é, apesar da norma admitir, al- guns técnicos defendem a opinião de que somente devem ser con- duzidas à fossa séptica as águas imundas ou com excrementos. As águas servidas, nesse caso, devem ser desviadas da fossa oor

uma -rede lndepandente, pois· os

detergentes e sabões contidos nessas águas eliminam as bacté- rias que trabalham no processo de digestão que ocorre no interior das fossas.

SISTEMAS COLETIVOS

que ocorre no interior das fossas. SISTEMAS COLETIVOS EDIFICAÇÃO ÁGUAS SERVIDAS FOSSA SÉPTICA SUMIDOURO Cl
EDIFICAÇÃO ÁGUAS SERVIDAS FOSSA SÉPTICA SUMIDOURO
EDIFICAÇÃO
ÁGUAS SERVIDAS
FOSSA SÉPTICA
SUMIDOURO

Cl = CAIXA DE INSPEÇÃO

A outra solução adotada para cole- ta, afastamento e tratamento dos esgotos com transporte hídrico é o sistema coletivo.

Esse sistema consiste numa rede de tubos (linha VINILFORT-TIGRE), as- sentada nas ruas da cidade, a qual realiza a coleta das águas residuá-

rias domésticas, encaminhando-as

a um local onde é feito o seu trata- mento e posterior lançamento final

a um curso d'água (rio ou mar).

~_11~~~~~1N_S_~_L ÇÕESPREDI~SDE

ESGOTO

SANITARIOS

Para que possamos tratar sobre as instalações de esgotos, é de funda- mental importância que, antes de prosseguirmos nesse assunto, te- nhamos um melhor conhecimento dos conceitos utilizados para os di- versos componentes das instala· ções prediais.

A Norma Brasileira NB-19/80 (NBR-

8160), define os seguintes termos:

Brasileira NB-19/80 (NBR- 8160), define os seguintes termos: APARELH S SANITÁRIOS, DESCONECTORES E RALOS Aparelhos

APARELH

S SANITÁRIOS, DESCONECTORES E RALOS

Aparelhos sanitários são aparelhos que, ligados à instalação predial, destinam-se ao uso da água para fins higiênicos.

destinam-se ao uso da água para fins higiênicos. BANHEIRA LAVATÓRIO B I D Ê VASO SANITÁRIO

BANHEIRA

ao uso da água para fins higiênicos. BANHEIRA LAVATÓRIO B I D Ê VASO SANITÁRIO Desconectares

LAVATÓRIO

ao uso da água para fins higiênicos. BANHEIRA LAVATÓRIO B I D Ê VASO SANITÁRIO Desconectares

BIDÊ

para fins higiênicos. BANHEIRA LAVATÓRIO B I D Ê VASO SANITÁRIO Desconectares ou sifões são dispo-

VASO SANITÁRIO

Desconectares ou sifões são dispo- sitivos que contém uma camada Ií- qUida chamada de fecho hídrico, destinada a vedar a passagem dos gases contidos nos esgotos. Exem- plos: caixa sifonada, vaso sanitário.

nos esgotos. Exem- plos: caixa sifonada, vaso sanitário. SIFÃO CIPLA PARA PIA E LAVATÓRIO FECHO HiDRICO

SIFÃO CIPLA PARA PIA E LAVATÓRIO

vaso sanitário. SIFÃO CIPLA PARA PIA E LAVATÓRIO FECHO HiDRICO OBS.: A NB-19 recomenda um mini·

FECHO

HiDRICO

OBS.: A NB-19 recomenda um mini· ·mo de Sem para a altura dos feç:hos hídricos dos desconectares.· E im- portante ressaltar que as caixas si- · fonadas monobloco TIGRE aten· dem a esta exigência de norma, o que não ocorre com alguns mode- los existentes no mercado.

não ocorre com alguns mode- los existentes no mercado. CAIXA SINFONADA MOi'lOBLOCO TIGRE ) Ralos são

CAIXA SINFONADA

MOi'lOBLOCO TIGRE

)

Ralos são caixas dotadas de grelha na parte superior, destinadas a re- ceber as águas de chuveiros ou de lavagem de pisos. Quando contém sifão, denominam- se ralos sifonados.

pisos. Quando contém sifão, denominam- se ralos sifonados. RALO SIFONADO CÔNICO RALO SIFONADO CILiNDRICO R A

RALO SIFONADO CÔNICO

sifão, denominam- se ralos sifonados. RALO SIFONADO CÔNICO RALO SIFONADO CILiNDRICO R A L O S

RALO SIFONADO CILiNDRICO

sifonados. RALO SIFONADO CÔNICO RALO SIFONADO CILiNDRICO R A L O S E C O C

RALO SECO CÔNICO

Instalação primária de esgotos é o conjunto de tubulações e dispositi· vos que contém gases
Instalação primária de esgotos é o
conjunto de tubulações e dispositi·
vos que contém gases provenientes
do coletoí público ou da fossa sép-
tica.
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TUBO VENTIL-ADO-R, CO!:-UNA DE VENTILAÇÃO

ERAMALDEVENTILAÇ_AO~.~~-~~~~~~~~

COl.UNA OE

VEilTILAÇÁO

' T~B?Ó_§ ~U§D'

Tubo ventilador é o tubo destinado a possibilitar o escoamento de ar da atmosfera para o interior da instala- ção de esgotos e vice-versa, com a finalidade de protegê-la contra pos- síveis rupturas dos fechos hídricos

dos desconectares (caixas sifona-

nomina-se coluna de ventilação. A sua extremidade superior, nesse ca- so, deve ser aberta à atmosfera e ui- trapassar o telhado, em no mínimo 30 em. O trecho de um tubo ventilador que

interliga o desconectar ou o ramal

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RAMAL DE

VENT•L•ç•o

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ve-se por um ou mais andares, de-

ção.

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CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO E CAIXAS DE INSPEÇÃO

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CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO E CAIXAS DE INSPEÇÃO <.Ql Caixas de distribuição são as cai- xas destinadas

Caixas de distribuição são as cai- xas destinadas a receber o esgoto, por exemplo da fossa, e distribuí-lo proporcionalmente às valas de fil- tração (irrigação sub-superficial).

Caixas de inspeção são caixas des- tinadas a permitir a inspeção, lim- peza e desobstrução das tubula- ções.

TAMPA PARA INSPEÇÃO

e desobstrução das tubula- ções. TAMPA PARA INSPEÇÃO CAIXA DE INSPEÇÃO Nos casos de colunas (trechos

CAIXA DE INSPEÇÃO

Nos casos de colunas (trechos ver- ticais) ou linhas horizontais suspen- sas (sub-solos), ou mesmo junto aos pés-de-coluna, pode-se utilizar, para inspeção e limpeza, o tubo ra-

dial operculado com inspeção.

Observe também, na mesma figura, a curva 87°30' branca, com bolsas, para pé-de-coluna. Esta peça é di- mensionada com uma maior espes- sura de parede, para resistir a even- tuais golpes de objetos que possam cair e chocar-se com as curvas pé· de-coluna.

~~~--------------~~ I CURVA 87"30' CURTA, BRANCA, C/BOLSAS PARA PÉ-DE-COLUNA
~~~--------------~~
I
CURVA 87"30' CURTA,
BRANCA, C/BOLSAS
PARA PÉ-DE-COLUNA
87"30' CURTA, BRANCA, C/BOLSAS PARA PÉ-DE-COLUNA NORMA A norma que fixa as exigências mí- nimas, pelas

NORMA

A norma que fixa as exigências mí- nimas, pelas quais devem ser proje- tadas e executadas as instalações prediais de esgotos sanitários, atendendo às condições mínimas \ de higiene, segurança, economia e conforto dos usuários é a N B~í9í83 (N BR-8160).

, ·~~-~
,
·~~-~

37

~------.

·-·- ··-·--···· ---·-----

1. RAMAIS DE DESCARGA

Para determinarmos os :diâmetros dos ramais de descarga dos diver- sos aparelhos, consultamos a se- guinte tabela:

DIÂMETROS MÍNIMOS DOS RAMAIS DE DESCARGA

 

APARELHO

5fDO

 

RAMAL

BANHEIRA RESIDENCIA

 

40

BIDE

40

CHUVEIRO

 

40

LAVATORIO

 

40

VASO SANITÃRIO

 

100

PIA DE COZINHA POR CUBA

40

TANQUE DE LAVAR ROUPAS PORCUBA

4Cl

'

MAQUINA DE LAVAR ROUPAS

40

Assim sendo, para a nossa instala- ção, temos os seguintes aparelhos e seus respectivos ramais de des- carga:

Um banheiro com 1 vaso sanitário (0

100), 1 lavatório (0 40), 1 bidê (0 40), 1

chuveiro (0 40) e uma banheira (0 40). Uma cozinha com 1 pia de 2 cubas (0 40 cada ramal).

Uma lavanderia com

1 tanque de 2

cubas (0 40 cada ramal) e uma má- quina de lavar roupas (0 40).

2. RAMAIS DE ESGOTO

Ouàndo dois ou mais ramais de descarga encontram-se, formando uma única tubulação, essa tubula- ção passa a chamar-se Ramal de

tubulação, essa tubula- ção passa a chamar-se Ramal de Para determinarmos os diâmetros dos ramais de

Para determinarmos os diâmetros dos ramais de esgoto, podemos uti.lizar a tabela:

DIÂMETROS MÍNIMOS DOS RAMAIS DE ESGOTO

 

%DO RAMAL

QUANTIDADE DE APARELHOS

DE ESGOTO

BANHEIROS

 

DN

 

-

- COM 2 APAR-ELHOS SEM 8ANriEIRA .0 ',:,r:;

-'40

COM

3 APARELHOS SEM BANHEIRA

50

COM BANHEIRA MAIS APARELHOS

75

 

·--------·

 

COZINHA (Até a Caixa de Gordura)

 

COM PIA DE 1 CUBA

 

40

COM PIA DE 2 CUBAS

 

50

LAVANDERIAS

   

COM UM TANQUE

 

40

COM TANQUE DE 2 CUBAS

50

COM MÁQUINA DE LAVAR ROUPAS

75

COM MÁQUINA DE LAVAR ROUPAS E TANQUE

75

Para o nosso exemplo, o banheiro possui um lavatório, um chuveiro, um bidê (3 aparelhos) e mais uma banheira. Conseqüentemente, o ra- mal de esgoto terá um diâmetro de DN 75 mm. A caixa sifonada, dessa

··fGrma;,deverá-~Brnbém·po-ssuir uma

saída de DN 75 mm, para permitir a lig~ção .des!fL.rarnat. de .e.sgo.to à .saí- da da caixa.

Na cozinha, com 2 cubas de pia, o

ramal de esgoto será de DN 50 mm. Para a lavanderia, a tabela nos forne-

ce para o ramal de esgoto, um diâ-

metro de DN 75 mm, uma vez que a ele são conectados um tanque de 2 . cubas e uma máquina de lavar rou-

pas.

Nesse caso, portanto, o diâmetro de

saída da caixa sifonada deverá ser

de DN 75mm.

Observe que os ramais de esgoto, por onde escoam os efluentes de máquinas de lavar roupas e banhei- ras, foram dimensionados com DN 75 mm. Aconselha-se a adoção des- te diâmetro, ,a fim de evitar o acúmu- lo de espuma, normatmente provo- cada por estes aparelhos, no interior ··das caixas sifonadas.

3. VENTILAÇÃO

A ventilação em uma instalação de esgotos é extremamente importan- te, uma vez que impede o rompimen- to dos fechos hídricos dos desco- nectares, além de permitir a saída dos gases dos esgotos para a at- mosfera. Para prédios residenciai-s de üm-só paVimento que contenham no máxi- mo 3 vasos sanitários, o tubo venti- lador deverá ter um diâmetro de DN 75 mm, como é o caso do exemplo apresentado.

Para que a ventilação funcione com eficiência, a distância de qualquer desconectar (sifões da pia de cozi- nha, caixas sifonadas e vaso sanitá- rio), até a l[gação do tubo ventiiador que o serve, deverá ser de, no máxi- mo, 1,80 m.

sifonadas e vaso sanitá- rio), até a l[gação do tubo ventiiador que o serve, deverá ser

39

.~~, ----~-----L-0-00 Jij
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Jij

~3.~;_;f'-."· :c·p;o·.·ó.!:':J .'~,.-. C?_:c>.";;:. ~·(;." ~-~;·~:·;,;.?

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COMO DIMENSIONAR UMA FOSSA SÉP.TICA

.

·-

·--------------------

A prática tem demonstrado que é

aconselhável admitir-se a capacida- de útil de 1.500 litros, mesmo que a necessidade estimada não justifi- que essa capacidade. ·Com um pequeno acréscimo de

custo consegue-se garantir o perfei- to funcionamento da instalação mesmo quando, por quaisquer cir- cunstâncias, houver aumento do número de usuários, ou quando o prazo previsto para a limpeza for ul- trapassado. Uma fossa séptica com 1.500 litros de capacidade está apta a servir a uma habitação com no máximo 7 pessoas, prevendo-se uma limpeza (retirada do lodo) a cada dois anos

ou pouco mais.

Não é recomendável a instalação

de um tanque séptico com capaci-

dade inferior a 1.250 litros. Os efluentes que saem da fossa

séptica podem ter as seguintes des-

tinações:

da fossa séptica podem ter as seguintes des- tinações: TANQUE SÉPTICO RETANGULAR ' 1 -~ ''I
da fossa séptica podem ter as seguintes des- tinações: TANQUE SÉPTICO RETANGULAR ' 1 -~ ''I

TANQUE SÉPTICO RETANGULAR

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SÉPTICO RETANGULAR ' 1 -~ ''I ·r; · r / Poço ABSORVENTE Ou Sú'MíôouRo I f·;

Poço ABSORVENTE Ou Sú'MíôouRo

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(f1t'F(· ~~~)~ ('l·:!;;,~rf'\ 0_,/i'.: TANQUE SÉPTICO CILINDRICO Muito difundido no Brasil, o

TANQUE SÉPTICO CILINDRICO

Muito difundido no Brasil, o poço absorvente consiste em um buraco aberto no solo, cujas dimensões de- vem variar de acordo com a quanti- dade de líquido contribuinte e com

o tipo de solo, isto é, de acordo com

a sua porosidade.

O fundo do poço deverá estar a uma profundidade de 1,5 metros acima do lençol de água, para evitar a po- luição da água subterrânea. O destino final do líquido efluente da fossa se dá por infiltração no terreno através das paredes do po- ço. Para evitar desmoronamentos, as paredes laterais são feitas em alve- naria, utilizando-se tijolos em crivo Uuntas abertas para permitir a infil- tração no terreno).

feitas em alve- naria, utilizando-se tijolos em crivo U untas abertas para permitir a infil- tração

41

TRINC-HElRAS flLTRANJES Esse sistema consiste em duas li- nhas sobrepostas de tubos de dre- nagem,
TRINC-HElRAS flLTRANJES Esse sistema consiste em duas li- nhas sobrepostas de tubos de dre- nagem,

TRINC-HElRAS flLTRANJES

Esse sistema consiste em duas li- nhas sobrepostas de tubos de dre- nagem, entremeadas por uma ca- mada de areia.

A linha superior faz a irrigação e a

inferior coleta. Na passagem das águas pela camada de areia, prati-

camente eliminam-se as bactérias . AREIA existentes, permitindo -o ~ançamen- ·

to posterior em um curso d'água, ou

sarjeta, a juízo da autoridade sanitá- ria local. Quanto maior a camada de areia e mais fina a granulometria (tamanho dos grãos de areia), melhor é a filtra- gem. Esse sistema é indicado quando a absorção do solo é muito pequena para absorver as águas residuais da população usuária ou quando é im- praticável a aplicação de qualquer outro sistGma individual.

a aplicação de qualquer outro sistGma individual. BAITA TERMINAL PARCIALMENTE FECHADO As valas deverão ter

BAITA

a aplicação de qualquer outro sistGma individual. BAITA TERMINAL PARCIALMENTE FECHADO As valas deverão ter uma
a aplicação de qualquer outro sistGma individual. BAITA TERMINAL PARCIALMENTE FECHADO As valas deverão ter uma

TERMINAL PARCIALMENTE

FECHADO

As valas deverão ter uma profundi-

I. dade de 1,20 a 1,50 metros e uma largura de 0,50 m. A tubulação de coleta (inferior) e a de irrigação (su- perior) deverão ser executadas com tubos perfurados ou ranhurados pa-

ra dmnagem de DN 100 e com decli-

ou ranhurados pa- ra dmnagem de DN 100 e com decli- vidade de 0,2 a 0,3%.

vidade de 0,2 a 0,3%. A extensão íillnimadas valas deve- ser de 6 metros por pessoa, não sendo recomendadas menos de duas valas para o atendimento de

uma fossa séptica. ~·"""~~~~ , , ~ r.- ~t ,-.~,f'"!'l, ,
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.OBSERVAÇÃO

A TIGRE possui uma linha específi- ca de tubos e conexões para drena- gem. Os tubos são corrugados e, na bitola de DN 100mm, são fabrica- dos, tanto perfurados como ranhu- rados. As barras são fabricadas com _flm de comprimento. Veja maiores deta1hesnocapítulo 17.

perfurados como ranhu- rados. As barras são fabricadas com _flm de comprimento. Veja maiores deta1hesnocapítulo 17.

43

APLICAÇÕES· DOS J?RODUTOS As aplicações das linhas esgoto pri- mário e secundário restringem-se, principalmente,
APLICAÇÕES· DOS J?RODUTOS As aplicações das linhas esgoto pri- mário e secundário restringem-se, principalmente,

APLICAÇÕES· DOS J?RODUTOS

As aplicações das linhas esgoto pri- mário e secundário restringem-se, principalmente, às instalações pre- diais de esgotos. Para outros tipos de aplicações como instalações de águas pluviais, a TIGRE produz as li- nhas de produtos próprios para este fim, como a linha de Calhas e Con- dutores Aquapluv-Beiral e a 1inha Sé- rie R. Veja explicações detalhadas nos capítulos 15 e 16.

Para os casos de aplicações da li- nha esgoto predial EB-608 em esgo-

to industrial, recomenda-se que se-

ja feita uma consulta prévia à Assis- tência Técnica TIGRE, devido às

particularidades que esses tipos. de aplicações apresentam.

.
.

0

,

PESSOA.L DA

ASSISTENCIA TÉCNICA TIGRE

ESTA' TREINADO PARA

APOI.l\-LO NA QUSCA DAS

SOLUÇOES MAIS

ADEQUADAS AOS

PROBLEMAS

DA

SUA INSTALAÇÃO E

SEMPRE

PARA ATENC!Ef=l ÀS

 DISPOSIÇÃO

SUA.S CONSULTAS.

'

-----~--_,)

CARACTERÍSTICAS DAS LINHAS ESGOTO PRIMÁRI E SECUNDÁRIO

---------------------------------------------------------

Os tubos e conexõss da linha Esgo- to Primário são produzidos na cor branca. Os tubos de 3m possuem ponta e bolsa, enquanto que os de 6m são fabricados com pontas li- sas.

enquanto que os de 6m são fabricados com pontas li- sas. , Como principais vantagens dessas

,

enquanto que os de 6m são fabricados com pontas li- sas. , Como principais vantagens dessas
enquanto que os de 6m são fabricados com pontas li- sas. , Como principais vantagens dessas

Como principais vantagens dessas linhas de produtos podemos citar:

Economia: os custos globais (mate- riais e instalação) são reduzidos, se comparados aos produtos tradicio- nais.

O custo das tubulações hidro-sani-

tárias em uma construção normal é

de, aproximadamente, 3% do custo total da obra. Por isto, evite fazer economias nesta parte da obra, ad- quirindo produtos um pouco mais econômicos, mas sem nenhuma se- gurança. Os tubos e conexões de PVC rígido para esgoto predial e ventilação, fabricados pela TIGRE, forn-ec-em iotal ·segorança ;a-·quem os instala, projeta ou especifica. .Dur.êlbHidade: o .tempo de .vjda .útil médio dos materiais iguala-se ao tempo de vida das habitações. Resistência química: os produtos em PVC rígido são q11imicamente resistentes aos efluentes que co- mumente passam pelos esgotos (detergentes, gorduras e outros). Amplitude: a TIGRE possui uma vasta linha de produtos que aten- dem às mais variadas situações de instalação. Facilidade de instalação: esta exp,e- riência já está comprovada em rela- ção aos outros materiais, devido à sua.leveza.e si.st.ema.de juntas (sol- dável ou elástica).

_CO~O EXECUTAR UMA JUNTA ELÁSTICA

Estanqueidade das juntas: A:

juntas dos tubos de PVC· sã< completamente estanques. EvitaiT portanto, que raízes penetrem n< interíor das canalizações, ben como a infiltração das água:

subterrâneas. Estes fatore:

impedem o livre escoamento do:

esgotos" nas tubulações, causandc entupimentos ou sobrecarregandc excessivamente as tubulações oL fossas com águas estranhas ac sistema de esgotos.

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Nos tubos e conexões Esgoto Pri- mário de DNs 50, 75 e 100mm, pode- ·se-coptar peia utilização de juntas soldáveis ou com anel de borracha.

A escolha por um ou outro tipo de

junta vai depender da preferência ou necessidade técnica da instala- ção. Nas aplicações de tubulações em linhas verticais (colunas de ven- tilação e tubos de queda), recomen- da-se utilizar sempre o anel de bor· racha, para que a junta possa absor- ver as possíveis dilatações dos tu- bos, ou pequenos recalques da es- trutura do prédio.

Os

tubos e conexões Esgoto Secun-

es- trutura do prédio. Os tubos e conexões Esgoto Secun- dário DN 40mm, possuem somente -bolsas

dário DN 40mm, possuem somente -bolsas para solciar.

procedimentu para a execução

O

das juntas soldáveis, nesse caso, é

idêntico aos· dos tubos e conexões

da

tado no capítulo 9. Apresentamos a seguir como se executa uma junta elástica.

linha marrom soldável, já comen-

45

DICAS SOBRE

CONEXÕES ESGOTO PRIMÁRIO

··--··-----··--- ·--·-···-··-··---··--·-"·-···--·--·---------·-·--------

Curvas e joelhos Estas peças tem por finalidade rea- lizar desvios, com ângulos de acor- do com o ângulo da peça utilizada (90° ou 45°), na direção do fluxo .de esgotos. A diferença básica entre uma curva e um joelho está apenas no raio de curvatura dessas peças. Na medida do possível, é aconse- lhável a utilização de curvas ao in- vés de joelhos, por apresentarem menores possibilidades de entupi- mento.

Lembramos, mais uma vez, que a tentativa de se utilizar o fogo direta- mente sobre os tubos de PVC, para a confecção de curvas ou bolsas, pode resultar em frustração e traba- lho perdido. Muitas vezes um pe- queno investimer,to em conexões evita que o trabalho tenha que ser refeito e, em muitos casos, acompa- nhado de outros prejuízos como tro- ca de pisos, azulejos etc.

CURVA 45' CURTA JOELHO 45' CURVA 90° CURTA JOELHO 90°
CURVA 45'
CURTA
JOELHO 45'
CURVA 90°
CURTA
JOELHO 90°

As curvas podem, também, ser util zadas em conjunto com outras c< nexões. Por exemplo:

TUBO DE QUEDA . JUNÇÃO SIMPLES
TUBO DE QUEDA
. JUNÇÃO SIMPLES

VEM DO

VASO SANITÁR

A ligação de um sub-ramal de vas sanitário a um tubo de queda pod ser realizada com uma cur.;a 45° C( nectada a uma junção simples.

Curva 87° 30' curta com bolsas para pé de coluna

Curva 87° 30' curta com bolsas para pé de coluna LAJE ' CURVA 87°30' CURTA .COM
LAJE '
LAJE
'

CURVA 87°30' CURTA .COM BOLSAS PARA PÉ DE COLUNA

.Como

esta peça foi pro}etad.a par. utilização nos pés de coluna, ond' pndem ocorrer impacto. provocados pela queda de resíduo:

sólidos, normalmente encontrado:

nos esgotos. Esta peça foi especialmentt projetada com reforço adicional di espessura de parede. O ângulo dt

87°30' permite que se dê i tubulação horizontal, a ela ligada uma declividade apropriada sen que para isso seja necessári< curvar o tubo junto à bolsa.

o próprio

nome identi.fic~

Curvas e joelhos com visita As curvas e joelhos que contém visita, tem a finalidade de reunir esgotos provenientes de duas direções diferentes, funcionando como junção. Servem, também, para ligar a ventilação à canalização de esgoto no ponto de mudan_ça de direção. Além disso, caso a instalação necessitar, as visitas poderão servir como inspe- ção, bastando que, para tal, se co- necte a ela um plug, tampando-a.

como inspe- ção, bastando que, para tal, se co- necte a ela um plug, tampando-a. CURVA
como inspe- ção, bastando que, para tal, se co- necte a ela um plug, tampando-a. CURVA
CURVA 45° CURTA COM VISITA .
CURVA 45° CURTA
COM VISITA
.

47

como inspe- ção, bastando que, para tal, se co- necte a ela um plug, tampando-a. CURVA

~------------·----····----·····--· ·--···· ··-·----------------------------.,.,

·--···· ··-·----------------------------.,., A caixa sifonada é a peça da insta- lação de esgotos que

A caixa sifonada é a peça da insta- lação de esgotos que recebe as águas servidas de lavatórios, ba- nheiras, box, tanques e pias, ao mesmo tempo em que impede o re- torno dos gases contidos nos esgo- tos para os ambientes internos dos compartimentos. Além disso, per- mite· recolher as águas provenien- tes de lavagem de pisos e protege a instalação contra a entrada de inse- tos e roedores devido ao fecho hídri- co. Os detritos porventura existen- tes se depositam no fundo, o que permite a sua inspeção e limpeza com certa facilidade.

que permite a sua inspeção e limpeza com certa facilidade. I. r_'(» ·'.! ) Componentes e
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e limpeza com certa facilidade. I. r_'(» ·'.! ) Componentes e acessórios As caixas sifonadas fabricadas

Componentes e acessórios As caixas sifonadas fabricadas pela TIGRE são produzirias de acordo com as norrnas brasileiras e são do- tadas, basicamente, de uma peça monobloco (a caixa propriamente dita) chamada de corpo, um anel de fixação do porta-grelha, o porta- grelha e a grelha.

GRELHA --f-iiC :-}tf;{!~~

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PORTA-GRELHA~

AN<L DHJX.AÇÁQ

CORPO MONOBLOCO

Ligada à saída da caixa, existe uma peça monobloco que compõe o si- fão, o qual é dotado de um plug para inspeção e limpeza eventuais.

é dotado de um plug para inspeção e limpeza eventuais. SAÍDA EM BOLSA MONOBLOCO CAIXA SIFONADA

SAÍDA

EM BOLSA

MONOBLOCO

inspeção e limpeza eventuais. SAÍDA EM BOLSA MONOBLOCO CAIXA SIFONADA O si·fão da caixa sifonada monoblo-

CAIXA SIFONADA

O si·fão da caixa sifonada monoblo-

co TIGRE possui um novo desenho, para permitir uma limpeza mais fá- cil, devido ao aumento do espaço

interno da caixa.

A saída em bolsa das caixas elimi-

na o uso de uma luva quando da sua

interligação com o ramal de esgoto.

O sistema de bolsa mista permite o

uso de juntas com adesivo ou com

anel. As caixas si fonadas foram projeta- .das de modo que o corpc:> e o fundo formam uma peça monoHtica (sem

a tradicional soldagern1. -Essa me- lhoria, introduzida pela TIGRE em seus produtos, proporciona as se- guintes vantagens:

• Maior resistência a impactos;

• Segurança quanto a vazamentos;

• Facilidade de limpeza interna, pe- la eliminação dos cantos vivos.

Os prolongamentos permitem que as alturas das caixas sejam aumen- tadas em função da necessidade que a instalação impõe, devido à di- ficuldade que se tem em determinar com exatidão as alturas de pisos, tanto nos casos de lajes rebaixadas como nos de lajes com forro falso.

Os prolongamentos para caixas si· fonadas são fabricados em compri- mentos que atendem a todos os ti- pos de -fleeesstdades. O -acopla- mento destes às caixas, por meio de adesivo, impede que ocorram va-

zamentos e infiltrações, cujas con= seqüências dispensam maiores co- mentários. Para atender também às diversas exigências e ·padrões de constru- ção, às caixas sifonadas podem ser ·"adapt·adas "grelhas ,,e ,porta grelhas quadrados ou redondos e com aca· bamentos branco, cinza, cromado e aço inox. As grelhas em aço inox são dotadas de fecho giratório. O fecho giratório tem como vanta- --gem principal a de impedir even- tuais passagens de insetos pela grelha.

de impedir even- tuais passagens de insetos pela grelha. Tipos existentes Os corpos de caixas sifonadas
de impedir even- tuais passagens de insetos pela grelha. Tipos existentes Os corpos de caixas sifonadas
de impedir even- tuais passagens de insetos pela grelha. Tipos existentes Os corpos de caixas sifonadas

Tipos existentes Os corpos de caixas sifonadas são produzidos nos diâmetros de 100 1 150 e 250mm, com I, 3 ou 7 entradas de DN 40mm. As saídas possuem bitolas de DN 40, 50 e 75mm.

Para um melhor entendimento, apresentamos uma tabela resumo das dimensões das caixas .sifona- das fabricadas pela

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BITOLA

ALTURA

DIÃMETRO

QUANTIDADE

DA

DA

DE

ENTRADAS

CAIXA

CAIXA

SAlDA

DN 40

mm

mm

DN

10(

100

40

1

100

100

50

1

100

150

50

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150

150

50

7

150

185

75

7

     

c

250

172

50

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Os ralos sifonados TIGRE são fabri- cados nos diâmetros de 100mm, quando cilíndricos ou cônicos e na largura de100mmquando quadrados. Os ralos cilíndricos n? 5 222· a 237, por serem dotados de porta-grelha, admitem o uso de acabamento com formato quadrado ou redondo. Ad· rnítem também o uso de prolonga- mento.

O novo sistema de fixação do sifão no corpo do ralo cilíndrico perrrfite que ele funcione como ralo sifona- do, independentemente do tipo de grelha usada (inclusive aço inox). O sifão interno do ralo sifonado tem como função a de auxiliar na sifona- gem, assim como a de dificultar a penetração de sujeiras que possam entrar para o interior do ralo. Tanto os ralos sifonados cilíndricos como os cônicos apresentam sifão removível, o que facilita sobremanei- ra as operações de limpeza.

o que facilita sobremanei- ra as operações de limpeza. Ralos Sifonados cilíndrico cu===~-- POFH;I (iREL HA
o que facilita sobremanei- ra as operações de limpeza. Ralos Sifonados cilíndrico cu===~-- POFH;I (iREL HA
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Ralos Sifonados

cilíndrico

ra as operações de limpeza. Ralos Sifonados cilíndrico cu===~-- POFH;I (iREL HA I. .;RGUR.<; A finalidade,

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cilíndrico cu===~-- POFH;I (iREL HA I. .;RGUR.<; A finalidade, emprego e instalação do ralo seco é

A finalidade, emprego e instalação do ralo seco é a mesma do ralo sito- nado explicado anteriormente. Po- rém, o ralo seco não possui a cam- pânula (sifão) de proteção interna. · Por não serem sifonados, não ocorre acúmulo de água no seu interior, o que facilita a sua utilização para a coleta de águas de terraço ou áreas de serviço, permitindo um rápido es- coamento das águas.

de serviço, permitindo um rápido es- coamento das águas. ~--GRELHA CORPO ~--GRELHA CORPO ALTURAf~ DI~METRO ·j

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permitindo um rápido es- coamento das águas. ~--GRELHA CORPO ~--GRELHA CORPO ALTURAf~ DI~METRO ·j I· ~

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LARGURA

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SAlDA

RECOMENDAÇ- ES PARA INSTALAÇÃO _OOS_RALOS

_

Todos os ralos devem ser conecta· dos a uma caixa sifonada, pois mesmo os ralos sifonados, apresen· tam fecho hídrico insuficiente para proteção por maiores períodos (eva· poração da água). · A título de exemplificação, seguem ilustrações de instalações certas e erradas:

RALO SIFONADO COLETOR OU FOSSA RALO SIFONADO
RALO
SIFONADO
COLETOR
OU FOSSA
RALO
SIFONADO

Presença de gases motivados pela falta ·da ~,caixa sifonada ·e tubo de ventilação, mesmo quando da utili- zação de sifão individual para bidê e lavatório.

Condição melhorada em relação ao caso anterior. Eliminação parcial dos ÇJases, pela utilização do tubo de ventilação.

Ausência total de oases através do emprsgJ correto da caixa sifonada e do tubo de ventilação.

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· · · · - - ----- - ------~-------------------, 15 Á UAS PLUVIAIS Muitas vezes ouvimos

15

Á UAS PLUVIAIS

Muitas vezes ouvimos ou encontra- mos a palavra PLUV!AL escrita em li- vros, trabalhos e revistas, e talvez muitos desconheçam a origem des- se nome. A palavra PLUVIAL vem do latim "Piuvium" que significa chuva. Pnr isso se diz que as águas pluviais

são aquelas águas que se originam a partir das precipitações ou chuvas. Os homens, na busca de abrigos que os mantivessem protegidos das chu- vas, inventaram e fabricaram uma série de objetos e produtos que mais tarde vieram a compor os mais diversos tipos de proteção.

POR QUE COLETAR AS ÁGUAS PLUVIAIS

tipos de proteção. POR QUE COLETAR AS ÁGUAS PLUVIAIS A utilização de sistemas para coleta das

A utilização de sistemas para coleta

das águas de chuva permite ao ho- mem diversas vantagens:

• Em uma residência, o sistema de

coleta das águas de chuva permitirá

um melhor escoamento dessas águas, evitando alagamentos, ero- são do solo e outros problemas.

• Em regiões de seca, pode-se utili-

zar a água da chuva para o consumo

doméstico, coletando-se e armaze- nando-se a mesma em cisternas ou em açudes.

e armaze- nando-se a mesma em cisternas ou em açudes. TELHADO, ÁGUA, BEIRAL E PLATIBANDA O

TELHADO, ÁGUA, BEIRAL E PLATIBANDA

O telhado é a parte de uma constru-

ção que tem por finalidade proteger as áreas construídas contra a ação do tempo (chuva, neve, calor e frio).

contra a ação do tempo (chuva, neve, calor e frio). Água é a área do telhado

Água é a área do telhado com- posta de uma superfície plana e que conduz para uma mesma direção as águas das chuvas.

e que conduz para uma mesma direção as águas das chuvas. O beiral é a beirada

O beiral é a beirada do telhado ou o prolongamento deste telhado além das prumadas das paredes.

_C_AI_XA

DE_A_R_E_IA--L.,_C_A_L_H_A_S_E

A caixa de areia é uma caixa, nor- malmente enterrada, utilizada para recolher detritos contidos nas tubu- lações de águas pluviais, além de

permitir a inspeção e limpeza do sis-

tema.

fun-

do da caixa, o que permite a sua reti- rada periódica.

Esses detritos depositam -se no

sua reti- rada periódica. Esses detritos depositam -se no TELHADO DE DUAS ÁGUM A p1atibanda é

TELHADO DE

DUAS ÁGUM

A p1atibanda é uma pequena mura- da utilizada para esconder o telhado 5 'das -·construções.

para esconder o telhado 5 'das -·construções. CO_N DUTORES As calhas são canais que recolhem as

CO_NDUTORES

o telhado 5 'das -·construções. CO_N DUTORES As calhas são canais que recolhem as águas dos

As calhas são canais que recolhem as águas dos telhados, terraços e outros, encaminhando-as a um con- dutor- tubo de descida. Essas calhas, quando instaladas nos beirais de telhados, denomi- nam-se calhas de beiral.

Por ter superfície lisa, favorece a u·m melhor escoamento da água e evita o depósito

Por ter superfície lisa, favorece a u·m melhor escoamento da água e evita

o depósito de ou desenvolvimen- to de plantas no seu interior.

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cíais, industriais ou rurais, podem sofrer corrosão por elementos quími- cos em combinação com a água da chuva.

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Com Aquapluv-Beiral nada disso acontece. Porque o PVC rígido pos- sui elevada resistência a esses agentes químicos externos. Além disso, as calhas Aquapluv-Beiral não sofrem deformações perma- nentes quando sujeitas a esforços temporários (apoio de escadas).

RECOMENDAÇÕES PARA A INSTALAÇ_A_-0_"-

As calhas Aquapluv-Beiral, são di· mensionadas para escoarem uma vazão de água correspondente a 95m 2 de área de telhado, quando ins- taladas com a declividade recomen- dada (0,5 %). Para os casos de su · perfícies maiores, deverá se prever pelo menos um bocal de descida (condutor) para cada 95m2 de área de contribuição, a fim de evitar o trans- bordamento da call:a.

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95m2
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--CONDUTOR

Os condutores, por sua vez, admitem vazões superiores ao dobro das ad- mitidas para as calhas. Significa isto que cada condutor poderá receber

a contribuição de dois trechos de ca- lha, correspondentes a 190m2 de área de telhado.

de ca- lha, correspondentes a 190m2 de área de telhado. As calhas e condutores Aquapluv- Beiral

As calhas e condutores Aquapluv- Beiral são leves, resistentes, de fácil manejo e transporte.

O simples encaixe dispensa solda-

gem ou adesivos. Por isto, qualquer pessoa com um pouquinho de habili- dade e disposição poderá instalar Aquapluv-Beiral.

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS

1- MARTeLO

2- NIVEL

3- CHAVE DE FENDA 4- CANIVETE

5-

FURADEIRA

6 -

LINHA

7- SERRA (DENTES FINOS)

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4. Fixar os suportes extremos de ca- da trecho com o mesmo caimento. No caso

4. Fixar os suportes extremos de ca- da trecho com o mesmo caimento. No caso de suporte de PVC, a fixa- ção se faz por um único parafuso. O caimento longitudinal da calha, é ob- tido pela simples variação da altura de fixação dos suportes na testeira.

da altura de fixação dos suportes na testeira. 5. Prender uma linha esticada entre os suportes

5. Prender uma linha esticada entre

os suportes extremos e prosseguir com a instalação dcs suportes inter- mediários, com o espaçamento re- comendado e nas alturas convenien-

tes, orientando-se pela linha.

e nas alturas convenien- tes, orientando-se pela linha. 6. Cortar a calha nos comprimentos necessários usando,

6. Cortar a calha nos comprimentos

necessários usando, para isto, uma serra de metal. Eliminar as rebarbas com um canivete. Após, fixar os trechos de calha nos suportes.

um canivete. Após, fixar os trechos de calha nos suportes. Caso o bocal fique situado no
um canivete. Após, fixar os trechos de calha nos suportes. Caso o bocal fique situado no
um canivete. Após, fixar os trechos de calha nos suportes. Caso o bocal fique situado no

Caso o bocal fique situado no extre- mo de um m~?.smo lance de calha e junto à cabeceira, a instalação do mesmo poderá ser feita superpon- do-o por baixo da calha. A abertura necessária para o escoamento da água ao condutor, poderá ser realiza- da por meio de urn corte, feito à