Você está na página 1de 559

Evangelismo

Ellen G. White

2007

Copyright © 2013 Ellen G. White Estate, Inc.

Informações sobre este livro

Resumo

Esta publicação eBook é providenciada como um serviço do Estado de Ellen G. White. É parte integrante de uma vasta colecção de livros gratuitos online. Por favor visite owebsite do Estado Ellen G. White.

Sobre a Autora

Ellen G. White (1827-1915) é considerada como a autora Ameri- cana mais traduzida, tendo sido as suas publicações traduzidas para mais de 160 línguas. Escreveu mais de 100.000 páginas numa vasta variedade de tópicos práticos e espirituais. Guiada pelo Espírito Santo, exaltou Jesus e guiou-se pelas Escrituras como base da fé.

Outras Hiperligações

Contrato de Licença de Utilizador Final

A visualização, impressão ou descarregamento da Internet deste livro garante-lhe apenas uma licença limitada, não exclusiva e in- transmissível para uso pessoal. Esta licença não permite a republica- ção, distribuição, atribuição, sub-licenciamento, venda, preparação para trabalhos derivados ou outro tipo de uso. Qualquer utilização não autorizada deste livro faz com que a licença aqui cedida seja terminada.

Mais informações

Para mais informações sobre a autora, os editores ou como po- derá financiar este serviço, é favor contactar o Estado de Ellen G.

i

White: (endereço de email). Estamos gratos pelo seu interesse e pelas suas sugestões, e que Deus o abençoe enquanto lê.

ii

Prefácio

O evangelismo, o próprio coração do cristianismo, é o tema de importância capital para quantos são chamados a fim de proclamar a última mensagem de advertência que Deus faz ao mundo condenado. Estamos nos últimos instantes da história deste planeta obscurecido pelo pecado, e a mensagem do advento, com o objetivo de preparar o povo para a volta do Senhor, precisa atingir todos os confins da Terra. Desde os primeiros dias do movimento dos adventistas do sétimo dia, as instruções do Espírito de Profecia, dando ênfase especial aos princípios e métodos de ganhar almas, têm servido para orientar e desenvolver a Obra de Deus. Quase todos os livros de Ellen G. White apresentam algumas das modalidades do evangelismo. No decorrer dos anos, em Review and Herald, Signs of the Times, bem como em outros periódicos, a mensageira do Senhor tem dado impulso a um evangelismo vigoroso e crescente. Vários evangelistas também, de tempos em tempos, foram beneficiados, recebendo instruções e conselhos referentes a métodos que deviam ser usados para ganhar almas. Algumas vezes, grupos de evangelistas e de líderes deno- minacionais se reuniam para ouvir a palavra da Sra. White, e suas preleções eram muito úteis a todos eles. Acontece, porém, que os inúmeros artigos, os testemunhos es- peciais, os discursos e conselhos dela não podiam ser obtidos por todos os interessados, esparsos como se achavam. Com o fim de tornar acessíveis, a quantos desejarem, as oportunas instruções da Sra. White, é que estamos publicando, neste volume, em ordem, [6] todas as citações que mais dizem respeito ao importante assunto do evangelismo. Esta obra não somente apresenta os bem estabelecidos princípios que devem orientar o evangelismo, guiando o evangelista e o obreiro bíblico, mas também dá muitos e ricos conselhos quanto à aplicação destes princípios. Como compilação das preciosas instruções que o

iv

Senhor, durante anos, nos deu, é este livro um excelente manual de evangelismo para o movimento adventista. Ao colocarmos tudo em ordem, distribuindo devidamente as declarações obtidas de vários lugares, descobrimos que ela procurou salientar, repetidas vezes, certas e determinadas instruções. Assim, a fim de apresentar ao leitor a importante matéria sem repetições des- necessárias, escolhemos cuidadosamente as citações. Há casos em que omitimos a reprodução de sentenças já citadas, mas a omissão é sempre indicada. Tivemos, não obstante, o maior cuidado em não citar coisa alguma que ficasse obscura, em conseqüência de cortes feitos no texto. Procuramos fazer com que cada seção trate, a contento, do as- sunto indicado. Por esta razão, às vezes parece que há a repetição inevitável de algumas declarações. Às vezes é de utilidade saber quando foi feita a declaração, para melhor se compreender a aplicação do conselho, pois sabemos que a obra adventista enfrentou fases diferentes. E, embora, em alguns casos, não seja possível fazer uso de uma recomendação que tenha sido feita para certo e determinado lugar, no início do movimento, contudo os princípios fundamentais, enunciados naqueles dias, ainda servem de lição para hoje. Os princípios não mudam, se bem que possa haver necessidade de ajustamento e de adaptação, para que possamos enfrentar as condições atuais. Eis uma ilustração concreta do que dizemos:

O leitor encontrará freqüente menção das reuniões campais, e conselhos quanto a como conduzi-las. Lá por 1860-1870 as reuniões campais atraíam grande assistência da pessoas não-adventistas, nos fins de semana, havendo por vezes congregações cuja metade con- sistia de membros da igreja e a outra metade de não-adventistas e daí para cima, chegando mesmo a alcançar a razão de quinze não- [7] adventistas para um adventista. Depois de 1880, reuniões campais evangelísticas, realizadas nos subúrbios de grandes cidades, levavam desde quinze dias até um mês. Essas reuniões ganhavam muitas almas. Muitas declarações recomendando essas reuniões e dando instruções sobre a maneira de as efetuar com êxito, foram escritas pela irmã White através daqueles anos. Mas os tempos mudaram; a reunião campal tornou-se quase ex- clusiva dos membros da igreja, que aumentam sempre em número.

As multidões não-adventistas, atraídas antigamente pela reunião campal, são hoje alcançadas mais eficazmente por meio das reu- niões em tenda ou salão. Não obstante, os princípios que levavam a métodos bem-sucedidos nas reuniões campais evangelísticas, bem servem também para levar a frutíferos métodos no evangelismo da atualidade. As instruções deste livro limitam-se quase que inteiramente à obra evangelística do pastor e do obreiro bíblico. Por falta de espaço, não publicamos aqui os ensinos da Sra. White referentes ao evangelismo pelos membros da igreja. Também várias citações sobre o evangelismo médico, encontradas em A Ciência do Bom Viver, Medicina e Salvação e Conselhos Sobre Saúde, exceto as que se relacionam com o evangelismo mesmo, ficaram fora. E muito mais poderíamos ter incluído, porém fomos forçados a limitar a matéria, tratando especialmente do evangelismo público. Enviamos ao campo este livro, tendo a certeza de que ele marcará uma nova fase no desenvolvimento dos métodos do evangelismo. Seus edificantes conselhos, suas oportunas advertências, sua visão do grande êxito da mensagem, tudo, cremos, constitui uma planta, um desenho, um mapa, guiando o evangelismo até ser atingido o glorioso clímax, sob o alto clamor da mensagem do terceiro anjo.

Depositários das Publicações de Ellen G. White

Conteúdo

Informações sobre este

.i

Prefácio

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.iv

Capítulo 1 — O desafio do evangelismo

A proclamação da mensagem

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

13

13

A sempre crescente influência do evangelho

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

16

A necessidade de obreiros evangelísticos

.

18

Capítulo 2 — As multidões das metrópoles

.

21

À sombra da impendente condenação

.

21

As dificuldades aumentam

.

25

O chamado para uma obra rápida

Oportunidades especiais para o evangelismo

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

27

29

O exame das necessidades das grandes cidades

.

30

Problemas peculiares ao evangelismo nas grandes cidades

 

32

A promessa de colheita abundante

. Capítulo 3 — Pequenas povoações e zonas rurais

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

35

37

Caminhos e atalhos

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

37

Obreiros

rurais

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

39

Capítulo 4 — Planos para a campanha pública Seguir o exemplo do evangelista por excelência

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

44

44

Planejar e expandir o evangelismo

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

49

Avançando

pela

. Evangelismo da mais alta espécie

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

50

54

O evangelista e seus

.

57

As vantagens de dois trabalharem juntos

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

59

O local a ser evangelizado

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

61

Centros

avançados

. Planos para a evangelização de bairros

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

63

64

Planos para uma obra permanente

.

65

As finanças e o orçamento

.

70

A direção comercial da campanha

.

74

Capítulo 5 — Planejamento das reuniões

Métodos e organização

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

76

76

Os obreiros encarregados do evangelismo

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

78

A importância do conselho com oração

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

79

vii

viii

Evangelismo

Unidade na

.

80

A aplicação de mais de um método

 

.

84

A escola de preparo para o trabalho nas cidades

.

87

Despertamento e organização da igreja para o trabalho

 

89

As relações entre o evangelista e o

.

94

Cuidado contra o excesso de

.

95

Capítulo 6 — Conferências públicas

.

97

Nossa mensagem da verdade presente

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

97

Atrair a atenção do público

.

. Métodos de propaganda eficaz e impressionante

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

99

104

O evangelista e a publicidade

.

107

Evitar ostentação e sensacionalismo

.

110

Fazer uso de aproximação correta

.

.

.

.

.

.

.

.

.

O debate

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

113

O decoro da plataforma, anúncios e preliminares

.

.

.

.

.

.

.

.

117

Aspectos que prendem o interesse

.

119

Reuniões de indagação e perguntas

.

122

Familiarizai-vos com as pessoas

.

126

Sermões impressos e outras publicações

Capítulo 7 — A mensagem e sua apresentação

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

128

131

136

O espírito e a maneira de apresentar a mensagem

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

136

O sermão evangelístico

.

141

Cristo, o centro da mensagem Pregação profética que atrai a atenção Reter a verdade sem obscurecê-la

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

149

156

160

Recursos para ensinar a verdade

. Histórias, anedotas, pilhérias e gracejos

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

163

166

Falsas provas e normas de feitura humana

.

170

Capítulo 8 — Pregar as verdades características

.

175

A proclamação do segundo advento

.

175

.

178

A verdade acerca do santuário A apresentação da lei e do Sábado

.

. Como enfrentar os problemas da observância do Sábado

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

181

190

A pregação da não imortalidade

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

197

A mensagem da mordomia cristã

A apresentação do espírito de profecia

.

.

.

.

.

.

.

.

.

200

204

A apresentação das normas cristãs e dos princípios de saúde 208

As ordenanças

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

218

Conteúdo

ix

Capítulo 9 — Firmar o interesse

.

223

A pregação para conseguir a decisão final

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

223

Apelos e chamados para o altar

.

226

Ajuda às almas para converterem-se

.

228

Recolhei os interessados

.

233

Métodos de conseguir decisões

.

235

Enfrentar o preconceito e a oposição O batismo e a filiação à igreja

.

.

.

.

.

.

.

240

244

Uma conclusão perfeita

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

255

A extensão da série de conferências e conclusão da campanha259

Determinar o êxito das reuniões

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

261

. Capítulo 10 — Firmar e conservar novos conversos

.

266

Métodos que assegurem a continuidade

.

266

Integrar novos crentes na igreja

.

271

O evangelismo

.

275

A responsabilidade dos leigos consagrados para com os

 

recém-convertidos

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

279

Ajudar os crentes novos a ganhar almas

 

.

281

Proteger os membros novos contra o erro e o fanatismo

 

284

Recuperar os desviados

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

291

Rebatismo

.

. Providenciar edifícios de igreja

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

295

298

Avante para novos campos

.

302

Capítulo 11 — A obra nas grandes cidades americanas

305

Nova Iorque

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

305

Boston e Nova Inglaterra

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

309

Cidades do leste e do sul . .

.

.

.

.

.

.

313

Cidades dos estados centrais

.

.

.

.

.

.

319

As cidades ocidentais

320

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

. Capítulo 12 — Proclamar a mensagem em outros continentes. 323

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Anunciar a mensagem na Europa

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

323

A Inglaterra e suas cidades

.

328

As cidades do norte da Europa

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

332

No

sul

da

Europa

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

335

Trabalhar nas cidades Australasianas

.

337

Capítulo 13 — Trabalho pessoal

.

340

A necessidade de trabalho pessoal

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

340

Visitas

de

casa em

casa

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

342

x

Evangelismo

Ganhar famílias

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

. Visitas evangelísticas

. Ministros darem estudos bíblicos

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

. Aprender a arte do trabalho pessoal

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

344

346

348

350

Derribado o preconceito

.

352

Trabalhar pelos idosos

.

. A experiência de Ellen G. White e seus métodos como

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

354

obreira no trabalho pessoal

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

354

Capítulo 14 — O instrutor bíblico

.

361

Ensinar a Bíblia é o objetivo Obreiros pessoais e sabios conselheiros

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

361

363

Em busca dos perdidos

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

365

Mulheres no evangelismo

 

.

367

Tanto homens como mulheres chamados à obra bíblica

 

371

O visitador evangélico

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

372

Mulheres no ministério público

.

373

Preparo

e

fundamento

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

375

Requisitos das instrutoras

.

377

Métodos da obra bíblica

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

380

Lições do mestre dos mestres Resultado da obra bíblica

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

384

386

Salários adequados para as obreiras

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

388

Advertências às instrutoras bíblicas

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

390

Capítulo 15 — Evangelismo do canto

.

392

Ministério do canto

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

392

A música no evangelismo

.

395

O evangelista cantor

. Pôr ênfase no canto pela congregação

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

398

400

Os membros do corpo

.

401

Admoestações oportunas

. Capítulo 16 — Evangelismo médico

.

.

.

.

.

.

.

Uma cunha de entrada

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

403

405

405

. O verdadeiro objetivo do evangelismo médico

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

407

A relação para com o ministério evangélico

.

410

Simplicidade de método

.

413

Mensagem antitabagista e de temperança

.

417

O evangelismo médico nas cidades

.

420

Evangelismo institucional

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

423

Conteúdo

xi

O médico consagrado e o enfermeiro missionário

 

.

428

Precauções compensadoras

.

. Capítulo 17 — Trabalho em favor de classes especiais

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

431

435

Trabalhar por todas as classes

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

435

Alcançar homens de recursos e de influência

 

.

437

Ministros de outras denominações

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

442

Trabalhar pela classe média

.

444

Trabalho pela humanidade caída

.

446

Os estrangeiros em nosso meio

.

448

Aproximar-se dos católicos

. Grande colheita dentre os judeus

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

452

455

Evangelismo

infantil

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

456

Os que se encontram em centros de turismo A reunião em praça pública

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

460

461

Capítulo 18 — Lidar com a falsa ciência, e com os falsos cultos, ismos e sociedades secretas

 

.

463

Satanás ganha terreno por meio de falsas doutrinas Milagres não são provas

.

.

.

.

.

.

463

467

Santificação e santidade falsas

 

.

468

Teorias panteístas e espiritualistas

.

471

Várias formas de espiritismo

.

473

Fanatismo e extremismo

.

479

Explicações falsas acerca da trindade divina

.

481

Sociedades

secretas

. Combate a ensinos errôneos

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

485

489

Capítulo 19 — O obreiro e suas habilitações

 

.

493

O espírito do ministério

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

493

As graças da cultura e da bondade

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

499

Aplicação à obra

. Concentrar na tarefa principal

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

506

514

A saúde e seus princípios

.

516

A voz do obreiro evangélico

A aparência pessoal do evangelista

.

.

.

.

.

.

.

.