Você está na página 1de 48

ELC 1032

ELC 1032 Fundamentos de Eletrônica de Potência DPEE-CT-UFSM Prof. Humberto Pinheiro, Ph.D. Prof. Robinson Figueiredo de
ELC 1032 Fundamentos de Eletrônica de Potência DPEE-CT-UFSM Prof. Humberto Pinheiro, Ph.D. Prof. Robinson Figueiredo de

Fundamentos de Eletrônica de Potência DPEE-CT-UFSM

ELC 1032 Fundamentos de Eletrônica de Potência DPEE-CT-UFSM Prof. Humberto Pinheiro, Ph.D. Prof. Robinson Figueiredo de

Prof. Humberto Pinheiro, Ph.D. Prof. Robinson Figueiredo de Camargo, Dr. e-mail: humbertoelc1032@hotmail.com

1

ELC 1032

Introdução

ELC 1032 Introdução • Em certas aplicações é necessário transformar uma tensão contínua em outra com
ELC 1032 Introdução • Em certas aplicações é necessário transformar uma tensão contínua em outra com

Em certas aplicações é necessário transformar uma tensão contínua em outra com amplitude regulada;

Em sistemas CA a elevação ou redução da tensão é facilmente realizada através de um transformador. Em sistemas CC a situação é diferente, e requer o uso de conversores estáticos de potência;

Conversores CC-CC: convertem uma tensão contínua em outra tensão contínua com valor controlado.

Não isolados: não apresentam isolação elétrica entre a entrada e a saída.

Isolados: apresentam isolação elétrica entre a entrada e a saída, normalmente através de transformadores em alta freqüência.

ELC 1032

Introdução

ELC 1032 Introdução • Formado por dispositivos semicondutores e elementos passivos; • Controla o fluxo de
ELC 1032 Introdução • Formado por dispositivos semicondutores e elementos passivos; • Controla o fluxo de
ELC 1032 Introdução • Formado por dispositivos semicondutores e elementos passivos; • Controla o fluxo de

Formado por dispositivos semicondutores e elementos passivos;

Controla o fluxo de energia elétrica entre E 1 e E 2 .

Os interruptores normalmente operam em elevada freqüência e filtros passa-baixas são utilizados para retirar os componentes harmônicos gerados pelas comutações;

Os conversores CC-CC têm sido usados em diversas aplicações, entre elas: fontes para computadores, equipamentos de telecomunicações, em tração elétrica, carregadores de bateria, etc.

3

ELC 1032

Introdução

ELC 1032 Introdução Divisor de tensão R 1 I V in R o V o 
ELC 1032 Introdução Divisor de tensão R 1 I V in R o V o 

Divisor de tensão

R 1 I V in R o V o
R 1
I
V in
R o
V o



P

o

P

in

Divisor de tensão R 1 I V in R o V o  P o P



Regulador linear

V

S

1

I

V o R o
V o
R o

in

V I V V o o o   V I V V in in
V
I
V
V
o
o
o


V
I
V
V
in
in
in
BAIXA
EFICIÊNCIA

4

ELC 1032

Introdução

ELC 1032 Introdução • A análise dos conversores CC-CC apresentados a seguir será em REGIME PERMANENTE
ELC 1032 Introdução • A análise dos conversores CC-CC apresentados a seguir será em REGIME PERMANENTE

• A análise dos conversores CC-CC apresentados a seguir será em REGIME PERMANENTE

– O valor médio da tensão nos indutores é NULO em um período de comutação.

– O valor médio da corrente nos capacitores é NULO em um período de comutação.

ELC 1032

Introdução

ELC 1032 Introdução • Carga resistiva • Carga RLE – Condução contínua – Condução descontínua •
ELC 1032 Introdução • Carga resistiva • Carga RLE – Condução contínua – Condução descontínua •

• Carga resistiva

• Carga RLE

– Condução contínua

– Condução descontínua

• Com filtro LC na saída

– Condução contínua

– Condução descontínua

• Com filtro LC na entrada e na saída

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga resistiva

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga resistiva • Uma alternativa para reduzir a tensão de saída,
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga resistiva • Uma alternativa para reduzir a tensão de saída,

Uma alternativa para reduzir a tensão de saída, com elevada eficiência, é a utilização de um conversor CC-CC em alta freqüência

é a utilização de um conversor CC-CC em alta freqüência • O interruptor S opera com

• O interruptor S opera com um período de comutação T, sendo que permanece fechado (conduzindo) durante o intervalo t on e aberto (bloqueado) durante o intervalo t off . Logo:

T t

on

t

off

e aberto (bloqueado) durante o intervalo t o f f . Logo: T  t on
1 f f   1 T T
1
f
f
 1
T
T

7

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga resistiva

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga resistiva • A relação entre o tempo de condução do
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga resistiva • A relação entre o tempo de condução do

A relação entre o tempo de condução do interruptor (t on ) e o período de comutação (T) é definida como razão cíclica (duty cycle) do interruptor. Então:

t t on on D   D T T
t t
on
on
D  
D
T
T
) do interruptor. Então: t t on on D   D T T • Dessa

Dessa forma, a razão cíclica pode assumir valores entre 0 e 1.

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga resistiva

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga resistiva • O valor médio da tensão de saída (
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga resistiva • O valor médio da tensão de saída (

O valor médio da tensão de saída (V o ) é dado por:

V

o RMS

(

V o

)

1 on   t V dt in T 0 1 on 2  t
1
on
 t
V dt
in
T
0
1
on
2
 t
V
dt
in
T
0
V  DV o in V V   DV DV o(rms ) o(rms )
V
 DV
o
in
V
V
DV
DV
o(rms )
o(rms )
in
in
DV o in V V   DV DV o(rms ) o(rms ) in in •

Uma vez definida a tensão de entrada, a tensão de saída desse conversor é dependente exclusivamente da razão cíclica.

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga resistiva

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga resistiva • Outro termo empregado é o ganho estático do
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga resistiva • Outro termo empregado é o ganho estático do

Outro termo empregado é o ganho estático do conversor, que é a relação entre o valor médio da tensão de saída e o valor médio da tensão de entrada do conversor.

V V o o M M   V V in in
V
V
o o
M M  
V
V
in in

GANHO ESTÁTICO CONVERSOR BUCK

Quando M < 1, o conversor é chamado de abaixador;

Quando M > 1, o conversor é chamado de elevador.

0

0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 D 10
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
D
10

1

V V o o M M     D D V V in
V
V
o o
M M
 
D
D
V
V
in in

M 0.5

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga RLE • Acionamento de motores de corrente contínua • Inclusão
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga RLE • Acionamento de motores de corrente contínua • Inclusão

• Acionamento de motores de corrente contínua

• Inclusão de um diodo de roda livre (free-wheeling diode) para fornecer um caminho para a corrente no indutor quando o interruptor for bloqueado

• Possui dois modos distintos de operação, de acordo com a corrente no indutor

– Condução contínua

– Condução descontínua

V in

i in S i o R i D D L RL E c 11
i in
S
i o
R
i
D
D
L
RL
E
c
11

+

V o

_

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE – Condução contínua

abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua 1ª ETAPA 0 ≤ t ≤ t o n
abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua 1ª ETAPA 0 ≤ t ≤ t o n

1ª ETAPA 0 ≤ t t on

V in

i in S i o R i D D RL L E c
i in
S
i o
R
i
D
D
RL
L
E
c

+

V o

_

di in V  Ri  L  E in in c dt  t
di in
V
Ri
L
E
in
in
c
dt
t
t
V
E 
in
c
i
I
e
1
e
in
min
R

2ª ETAPA

t on t T

(0 ≤ t t off )

V in

i in S i o R i D D RL L E c
i in
S
i o
R
i
D
D
RL
L
E
c

+

V o

_

di D 0  Ri  L  E D c dt  t 
di
D
0 
Ri
L
E
D
c
dt
t
t
E 
c
i
I
e
1
e
D
max
R
t  t E   c i  I e   1  e

onde:  L R

12

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE – Condução contínua

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua FORMAS DE ONDA 13
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua FORMAS DE ONDA 13

FORMAS DE ONDA

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua FORMAS DE ONDA 13

13

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE – Condução contínua

abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua TENSÃO MÉDIA, CORRENTE MÉDIA E POTÊNCIA ATIVA NA CARGA
abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua TENSÃO MÉDIA, CORRENTE MÉDIA E POTÊNCIA ATIVA NA CARGA

TENSÃO MÉDIA, CORRENTE MÉDIA E POTÊNCIA ATIVA NA CARGA

Tensão média

Corrente média

Potência ativa*

V V  DV  DV V V   E E P P V
V
V
 DV
 DV
V
V
 
E
E
P
P
V I
V I
o o
in
in
o o
c
c
I I  
o o
o
o
o
o
o o
R R

* Válido para pequenas ondulações de corrente (DI < 20%I o )

CORRENTES MÉDIA E EFICAZ NO INTERRUPTOR E NO DIODO

Corrente média no interruptor

Corrente média no diodo

I

I

s

s

DI

DI

o

o

I

I 1DI

I

1

D

D

D

o

o

Corrente eficaz no interruptor**

I I   D I D I s(RMS ) s(RMS ) o o
I
I
D I
D I
s(RMS )
s(RMS )
o
o

Corrente eficaz no diodo**

I I   1 1  D I  D I D D (
I
I
1 1
 D I
D I
D
D
(
(
RMS
RMS
)
)
o
o

** Equações válidas para pequenas ondulações de corrente (DI < 20%I o )

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE – Condução contínua

abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua ONDULAÇÃO DE CORRENTE I Ao final da 1ª etapa
abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua ONDULAÇÃO DE CORRENTE I Ao final da 1ª etapa

ONDULAÇÃO DE CORRENTE

I

Ao final da 1ª etapa (t = t on ), i o = I max :

DT

D  I I  I max min  DT    1 
D 
I
I
I
max
min
 DT
  1 
  D T
1
1
 e
e
 
 
V in
D I 
T
R
1  e

E c

R

1 e

V

in

R

E

c

R

I max

1 e

T

R I max     1  e  T    

Ao final da 2ª etapa (t = t off ) i o = I min :

min

V in

R

1 e

DT

 

1

D T

e

T

e

 

1 e

T

15

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE – Condução contínua

abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua ONDULAÇÃO DE CORRENTE Na maioria das aplicações a
abaixador (buck): Carga RLE – Condução contínua ONDULAÇÃO DE CORRENTE Na maioria das aplicações a

ONDULAÇÃO DE CORRENTE

Na maioria das aplicações a resistência R é pequena em relação a L (>> T). Nesses casos, é possível realizar aproximações de 1ª ordem:

e

DT

e

1

DT

de 1ª ordem: e  DT e   1 DT     1

1

D T

1

 1  D T 
1  D T

V in D  I D 1  D Lf
V
in
D 
I
D
1 
D
Lf

Ponto de máxima ondulação:

D I

D

0

de máxima ondulação:   D I    D 0 DD  0,50,5 V

DD  0,50,5

V in D I  max 4 Lf
V in
D I
max
4
Lf

D IL f

V in

0.3

0.25

0.2

0.15

0.1

0.05

0

0 0.2 0.4 0.6 0.8 1
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1

D

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE – Condução descontínua

abaixador (buck): Carga RLE – Condução descontínua i o i in S R i D V
abaixador (buck): Carga RLE – Condução descontínua i o i in S R i D V
i o i in S R i D V D in RL L E c
i o
i in
S
R
i
D
V
D
in
RL
L
E
c
i o i in S R i D V D in RL L E c
i o
i in
S
R
i
D
V
D
in
RL
L
E
c
i o i in S R i D V D in RL L E c
i o
i in
S
R
i
D
V
D
in
RL
L
E
c

+

V o

_

+

V o

_

+

V o

_

c i o i in S R i D V D in RL L E c

17

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE – Condução descontínua

abaixador (buck): Carga RLE – Condução descontínua TENSÃO MÉDIA NA CARGA 1  on  
abaixador (buck): Carga RLE – Condução descontínua TENSÃO MÉDIA NA CARGA 1  on  

TENSÃO MÉDIA NA CARGA

1  on    t V dt  E dt V o 
1
on
 t
V dt
E dt
V o
 T
in
c
T 
0
t
 t
 
on
d
Definindo que:
t
t
on
d
D
cd
T

CORRENTE MÉDIA NA CARGA

I

V

o

E

c

o R

 cd T CORRENTE MÉDIA NA CARGA I  V o  E c o R

T

t

t

V

DV

E

on

d

o

in

c

T

V

o

DV

in

1

D

cd

E

c

 

DV  D E in cd c I  o R
DV
D
E
in
cd
c
I
o
R

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE – Condução descontínua

abaixador (buck): Carga RLE – Condução descontínua RAZÃO CÍCLICA DE CONDUÇÃO DESCONTÍNUA Na condução
abaixador (buck): Carga RLE – Condução descontínua RAZÃO CÍCLICA DE CONDUÇÃO DESCONTÍNUA Na condução

RAZÃO CÍCLICA DE CONDUÇÃO DESCONTÍNUA

Na condução descontínua tem-se que I min = 0 em t = t d :

E

V

in

I

max

c

1

R

t

d

E

c

R

R

0 I

e

max

 DT  e     t d  1  e 
 DT
e
t
d
1
e
  DT  V  V   in in D  ln 
 DT
V
V
in
in
D
ln
1
e
D
cd
T
E
E
c
c
  DT V  V   in in t  ln  1
 DT
V
V
in
in
t

ln
1
e
d
E
E
c
c

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Carga RLE – Condução descontínua

abaixador (buck): Carga RLE – Condução descontínua INDUTÂNCIA CRÍTICA • Para condução descontínua, a
abaixador (buck): Carga RLE – Condução descontínua INDUTÂNCIA CRÍTICA • Para condução descontínua, a

INDUTÂNCIA CRÍTICA

• Para condução descontínua, a tensão média na carga não depende apenas da razão cíclica D, mas também de D cd (função dos parâmetros do conversor);

• Para a grande maioria das aplicações práticas esta é uma situação indesejável e que deve ser evitada, pois dificulta o controle do sistema;

• Por essa razão, o modo de condução contínua é usualmente empregado;

• Para isso, deve ser determinada a mínima indutância que possibilita essa operação para uma dada freqüência de comutação. Tal indutância é denominada indutância crítica;

• Usualmente, a indutância crítica é calculada desprezando-se a resistência R, tornando a taxa de variação de corrente linear. Assim, calcularemos o valor da indutância crítica posteriormente, ao incluirmos um filtro LC na saída do conversor.

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na saída: Cond. contínua

abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua • Fontes chaveadas • O conjunto filtro LC
abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua • Fontes chaveadas • O conjunto filtro LC

• Fontes chaveadas

• O conjunto filtro LC + carga se comporta como uma carga LE (ou como uma carga RLE com resistência desprezível)

• Para efeitos de análise vamos assumir que a tensão de entrada V in e a tensão de saída V o são constantes, ou seja, não apresentam nenhuma ondulação.

• Dois modos de operação, de acordo com a corrente no indutor

– Condução contínua

– Condução descontínua

V in

i in

contínua – Condução descontínua V in i in L i L S D RL i D

L

i L

contínua – Condução descontínua V in i in L i L S D RL i D
S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R

S

S D RL i D C R
S D RL i D C R

D RL

S D RL i D C R

i D

S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R
S D RL i D C R

C

S D RL i D C R

R

S D RL i D C R
contínua – Condução descontínua V in i in L i L S D RL i D

21

+

V o

_

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na saída: Cond. contínua

abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua 1ª ETAPA 0 ≤ t ≤ t o
abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua 1ª ETAPA 0 ≤ t ≤ t o

1ª ETAPA 0 ≤ t t on

V in

i L i in L S i D C R D RL
i
L
i
in
L
S
i
D
C
R
D
RL

+

V o

_

di in V  L  V in o dt V  V in o
di in
V
 L
V
in
o
dt
V
V
in
o
i
I
t
in
min
L

2ª ETAPA

t on t T

(0 ≤ t t off )

V in

i L i in L S i D C R D RL
i
L
i
in
L
S
i
D
C
R
D
RL
di D 0  L  V o dt V o i  I 
di
D
0 
L
V
o
dt
V
o
i
I
t
D
max
L

22

+

V o

_

23
23

ELC 1032

23 ELC 1032 FORMAS DE ONDA

FORMAS DE ONDA

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na saída: Cond. contínua

abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua TENSÃO MÉDIA, CORRENTE MÉDIA E POTÊNCIA ATIVA NA
abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua TENSÃO MÉDIA, CORRENTE MÉDIA E POTÊNCIA ATIVA NA

TENSÃO MÉDIA, CORRENTE MÉDIA E POTÊNCIA ATIVA NA CARGA

Tensão média Em regime permanente, o valor médio da tensão no indutor é nulo:

V

in

Corrente média

Potência ativa

 
V V o o I I   o o R R
V
V
o
o
I I
 
o
o
R
R

P

P

o

o

V I

V I

o

o

o

o

o

1

D T 0

 

V

V

o

o

DV

DV

in

in

 

V DT V

o

CORRENTES MÉDIA E EFICAZ NO INTERRUPTOR E NO DIODO

Corrente média no interruptor

Corrente média no diodo

I

I

s

s

DI

DI

o

o

I

I 1DI

I

1

D

D

D

o

o

Corrente eficaz no interruptor**

I I   D I D I s(RMS ) s(RMS ) o o
I
I
D I
D I
s(RMS )
s(RMS )
o
o

Corrente eficaz no diodo**

I I   1 1   D I D I D D (
I
I
1 1
 D I
D I
D
D
(
(
RMS
RMS
)
)
o
o

** Equações válidas para pequenas ondulações de corrente (DI < 20%I o )

24

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na saída: Cond. contínua

abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua ONDULAÇÃO DE CORRENTE NO INDUTOR Ao final da
abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua ONDULAÇÃO DE CORRENTE NO INDUTOR Ao final da

ONDULAÇÃO DE CORRENTE NO INDUTOR

Ao final da 1ª etapa (t = t on ) i L = I max :

I

max

I

min

V

in

V

o

L

D  I I  max t on
D 
I
I
max
t
on

DETERMINAÇÃO DO VALOR DO INDUTOR

I min V V 1 1   D D   D D in
I
min
V
V
1
1
 
D
D
D
D
in
in
D I I 
D 
L
L
Lf
Lf
V V   1 1   D D   D D in
V
V
1 1  
D
D
D
D
in
in
L  
L
f
f
D D
I
I
L
L
max
max

Para uma ampla faixa de variação de razão cíclica a ondulação máxima acontece para D = 0,5. Logo:

V V in in L   L 4 f 4 f D D I
V
V
in
in
L  
L
4 f
4 f
D D
I
I
L
L
max
max

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na saída: Cond. contínua

abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua CÁLCULO DA INDUTÂNCIA CRÍTICA Para verificar se o
abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua CÁLCULO DA INDUTÂNCIA CRÍTICA Para verificar se o

CÁLCULO DA INDUTÂNCIA CRÍTICA

Para verificar se o conversor está em condução contínua deve-se saber o valor mínimo da corrente no indutor:

D I I  I  I min L _ médio min 2
D
I
I
I
I
min
L
_
médio
min
2

D I I  o 2
D
I
I
o
2
V V   1 1   D D   D D in
V
V
1 1  
D
D
D
D
in
in
I
I
I
I
min
min
o
o
2
2
Lf
Lf

Assim, pode-se determinar o valor mínimo do indutor que garante a condução contínua, fazendo-se a corrente mínima igual a zero (condução crítica):

V V 1 1   D D   D D in in L
V
V
1
1
 
D
D
D
D
in
in
L
L
L
L
crit
crit
2 f I
2 f I
o
o

Para uma ampla faixa de variação de razão cíclica, o pior caso ocorre quando D = 0,5:

V V in in L L   L L  crit crit  8
V
V
in
in
L L
 
L
L
crit
crit
 8 f I
8 f I
o o

26

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na saída: Cond. contínua

abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR A variação da
abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. contínua DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR A variação da

DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR

A variação da tensão no capacitor DV c é igual à variação da tensão de saída DV o . Como o indutor e o capacitor atuam como filtro, pelo capacitor circula a alta freqüência e pela carga a baixa freqüência da corrente de saída.

e pela carga a baixa freqüência da corrente de saída. Assim, pode-se determinar o valor do
e pela carga a baixa freqüência da corrente de saída. Assim, pode-se determinar o valor do
e pela carga a baixa freqüência da corrente de saída. Assim, pode-se determinar o valor do

Assim, pode-se determinar o valor do capacitor através de:

V V   1 1   D D   D D in
V
V
1
1  
D
D
D
D
in
in
C  
C
2
2
8 L
8 L
D D
V f
V f
o
o
27
27

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na saída: Cond. descontínua

abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. descontínua GANHO ESTÁTICO EM CONDUÇÃO DESCONTÍNUA Em regime
abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. descontínua GANHO ESTÁTICO EM CONDUÇÃO DESCONTÍNUA Em regime

GANHO ESTÁTICO EM CONDUÇÃO DESCONTÍNUA

Em regime permanente, o valor médio da tensão no indutor é nulo:

V in

V

o

DT

V t

o

d

0

é nulo:  V in  V o  DT  V t o d 

V

o

V

in

DT

DT

t

D

(*)

Além disso, em condução descontínua a corrente média no indutor é:

V t o D (**)   DT  t  o D 2 LT
V t
o
D
(**)
DT
t
o
D
2 LT
Usando (*) e (**):
2 2
V
V
D D
2 LI
o o
 
o
t
V
V
2 2
LI
LI
D
2 2
o o
in in
D  
D
DV in
V
V
T
T
Ganho estático
em condução
descontínua
in
in

28

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na saída: Cond. descontínua

abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. descontínua Região de CARACTERÍSTICA DE SAÍDA condução contínua
abaixador (buck): Filtro LC na saída: Cond. descontínua Região de CARACTERÍSTICA DE SAÍDA condução contínua
Região de CARACTERÍSTICA DE SAÍDA condução contínua V 1.2 o V in D = 1
Região de
CARACTERÍSTICA DE SAÍDA
condução
contínua
V
1.2
o
V
in
D = 1
1
D
= 0,9
0.8
D
= 0,7
0.6
D
= 0,5
Região de
condução
descontínua
0.4
D
= 0,3
0.2
D
= 0,1
0
0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5

2 L

TV

in

I

o

29

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na entrada

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Filtro LC na entrada • A corrente de entrada i i
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Filtro LC na entrada • A corrente de entrada i i

• A corrente de entrada i in , que alimenta o conversor, é pulsada. Este fato apresenta dois inconvenientes:

– Elevado conteúdo harmônico, produzindo interferências eletromagnéticas

– Se houver indutância em série com a fonte, mesmo que seja parasita, no instante da abertura da chave serão produzidas sobretensões que podem ser prejudicar a operação dos semicondutores de potência

• Para corrigir estas dificuldades pode ser empregado um filtro LC na entrada do conversor, considerando Io constante e R=0.

V in

i L L i in in L S i i D Cin C R C
i
L
L
i
in
in
L
S
i
i
D
Cin
C
R
C
D
RL
in

+

V o

_

30

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Filtro LC na entrada: Cond. contínua

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Filtro LC na entrada: Cond. contínua FORMAS DE ONDA 31
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Filtro LC na entrada: Cond. contínua FORMAS DE ONDA 31

FORMAS DE ONDA

31
31

ELC 1032

Potências de entrada e saída

ELC 1032 Potências de entrada e saída P in  D V in 2 R P
ELC 1032 Potências de entrada e saída P in  D V in 2 R P

P

in

D

V in

2

R

P

o

I

V I

o

o

V

o

2

R

o

I

Lmd

P

o

V in

2

1

R

1 D

2

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Análise do rendimento

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Análise do rendimento V in i L i in L S
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Análise do rendimento V in i L i in L S

V in

i L i in L S i D R D C RL
i
L
i
in
L
S
i
D
R
D
C
RL

+

V o

_

• Para realizar o cálculo das perdas, primeiramente calculam-se as correntes (médias e eficazes) dos elementos considerando operação ideal

• Perdas em condução

– Resistências parasitas

– Semicondutores (interruptor, diodo)

• Perdas nas comutações

– Interruptor

– Recuperação reversa do diodo

33

ELC 1032

Conversor abaixador (buck):

Análise do rendimento

ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Análise do rendimento  c on    c off
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Análise do rendimento  c on    c off
ELC 1032 Conversor abaixador (buck): Análise do rendimento  c on    c off

c on

c off

 

T

 

t

t

1

2

V I f

d

o

s

c on

W

W

P chav

P

chav

c off

 34
34

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Estrutura básica

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Estrutura básica • Diferentes representações do conversor boost V in L
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Estrutura básica • Diferentes representações do conversor boost V in L

Diferentes representações do conversor boost

V in

L i L D i D i o i S C S R
L i L
D
i D
i o
i
S
C
S
R

+

V o

_

L i L D i D i S S V in
L
i L
D i D
i
S
S
V in
D i D i S I L S
D
i
D
i
S
I
L
S

V o

35

V o

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução contínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua 1ª ETAPA: Carga do indutor 0 ≤ t ≤
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua 1ª ETAPA: Carga do indutor 0 ≤ t ≤

1ª ETAPA: Carga do indutor 0 ≤ t t on

V in

L

i L

D

i D

i S S
i
S
S
indutor 0 ≤ t ≤ t o n V in L i L D i D

V o

di V  L L in dt V in i  I  t L
di
V
 L
L
in
dt
V
in
i
I
t
L
min
L

2ª ETAPA: Descarga do indutor

t on t T

(0 ≤ t t off )

V in

L

i L

D

i D

i S S V o
i
S
S
V o
di V  L L  V in o dt V  V in o
di
V
L
L
V
in
o
dt
V
V
in
o
i
I
t
L
max
L
37
37

ELC 1032

37 ELC 1032 FORMAS DE ONDA

FORMAS DE ONDA

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução contínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua GANHO ESTÁTICO Em regime permanente, o valor médio da
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua GANHO ESTÁTICO Em regime permanente, o valor médio da

GANHO ESTÁTICO

Em regime permanente, o valor médio da tensão no indutor é nulo:

V

in

DT  V  V 1 in o V V 1 1 o o 
DT  V
V
1
in
o
V
V
1 1
o
o
 
V
V
1  
1
D
D
in
in

D T 0

M

8

7

6

5

4

3

2

1

0

0 0.2 0.4 0.6 0.8 1
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1

D

Teoricamente, quando D tende à unidade, a tensão de saída tende a um valor infinito

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução contínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua CORRENTES MÉDIA E EFICAZ NO INTERRUPTOR E NO DIODO
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua CORRENTES MÉDIA E EFICAZ NO INTERRUPTOR E NO DIODO

CORRENTES MÉDIA E EFICAZ NO INTERRUPTOR E NO DIODO

I

S

Corrente média no interruptor

Corrente média no diodo

I

min

I

max

D

 

2

 
min  I max  D   2      I   I   
 

I

 

I

 



1

 

D

 

I

I

DI

DI

I

 

min

max

I I  DI  DI I    min  max  I I 

I

I

1DI

D I

1

 
 

S

S

in

in

D

 

D

D

in

in

2

Corrente eficaz no interruptor**

I I   D I D I s(RMS ) s(RMS ) in in
I
I
D I
D I
s(RMS )
s(RMS )
in
in

Corrente eficaz no diodo**

I I   1 1  D I  D I D D (
I
I
1 1
 D I
 D I
D
D
(
(
RMS
RMS
)
)
in
in

** Equações válidas para pequenas ondulações de corrente (DI < 20%I Lmed ), onde

I Lmed = I in

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução contínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua ONDULAÇÃO DA CORRENTE DE ENTRADA Ao final da 1ª
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua ONDULAÇÃO DA CORRENTE DE ENTRADA Ao final da 1ª

ONDULAÇÃO DA CORRENTE DE ENTRADA

Ao final da 1ª etapa (t = t on ) i o = I max :

V in I  I  DT max min L VALORES MÁXIMOS E MÍNIMOS DE
V
in
I
I
DT
max
min
L
VALORES MÁXIMOS E
MÍNIMOS DE CORRENTE
D
I
I
I
max
in
2
D
I
I
I
min
in
2
V V in in D D I I   D D Lf Lf
V
V
in
in
D
D
I
I
D
D
Lf
Lf
V V D D in in L L   D I D I f
V
V
D
D
in
in
L
L 
 D I
D I
f
f
max
max
I I DV DV o o in in I I     max
I
I
DV
DV
o
o
in
in
I I
max
max
1
1
D
D
2
2
Lf
Lf
I I DV DV o o in in I I     min
I
I
DV
DV
o
o
in
in
I I
min
min
1
1
D
D
2
2
Lf
Lf

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução contínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR Seja D V c
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR Seja D V c

DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR

Seja DV c a variação da tensão no capacitor, que é igual à variação da tensão na saída do conversor DV o , uma vez que o capacitor é conectado em paralelo com a carga. Durante a primeira etapa o capacitor está sendo descarregado pela ação da corrente de carga (I o ). Assim:

I

o

C

D

V

C

t

on

Dessa forma, pode-se determinar o valor do capacitor por:

I I D D o o C C   D V f D V
I
I
D
D
o
o
C
C 
 D V f
D V f
C
C

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução contínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR 42
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR 42

DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua DETERMINAÇÃO DO VALOR DO CAPACITOR 42

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução contínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua CÁLCULO DA INDUTÂNCIA CRÍTICA Para garantir a operação em
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução contínua CÁLCULO DA INDUTÂNCIA CRÍTICA Para garantir a operação em

CÁLCULO DA INDUTÂNCIA CRÍTICA

Para garantir a operação em condução contínua, o mínimo valor da corrente no indutor deve ser maior do que zero. Pode-se determinar o mínimo valor de indutor que garante esta condição, fazendo-se a corrente mínima igual a zero (condução crítica):

I I DV DV o o in in 0 0     1
I I
DV
DV
o
o
in
in
0
0
1
1
 D
D
2
2
Lf
Lf
V V 1 1   D D   D D in in L
V
V
1
1
 
D
D
D
D
in
in
L
L
L
L
crit
crit
2 f I
2 f I
o
o
ou: 2 2 V V D D in in L L   L L
ou:
2 2
V
V
D
D
in
in
L L
 
L
L
crit
crit
2 P f
2 P f
o o
44
44

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução descontínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução descontínua L i L D i D i S V
L i L D i D i S V in S V o
L
i L
D
i D
i
S
V
in
S
V o

L

i L

D

i S V in S V o
i
S
V in
S
V
o
L i L D i D i S V in S V o
L
i L
D
i D
i
S
V
in
S
V
o

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução descontínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução descontínua GANHO ESTÁTICO EM CONDUÇÃO DESCONTÍNUA Em regime
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução descontínua GANHO ESTÁTICO EM CONDUÇÃO DESCONTÍNUA Em regime

GANHO ESTÁTICO EM CONDUÇÃO DESCONTÍNUA

Em regime permanente, o valor médio da tensão no indutor é nulo:

V DT V

in

in

V

o

t  0 d
t
 0
d

V

o

V

in

DT

t

d

t

d

(*)

Além disso, em condução descontínua a corrente média no indutor é:

V D in (**)   DT  t  in d 2 L Usando
V D
in
(**)
DT
t
in
d
2 L
Usando (*) e (**):
2
2
2 LI
2 LI
V
V
V D
V D
o
o
o
in
in
t
in
t
1 1
ou
d
d
DV
DV
V
V
2
2
f LI
f LI
Ganho estático
em condução
descontínua
o
in
in
in
o
o

ELC 1032

Conversor elevador (boost):

Condução descontínua

ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução descontínua Região de CARACTERÍSTICA DE SAÍDA condução contínua
ELC 1032 Conversor elevador (boost): Condução descontínua Região de CARACTERÍSTICA DE SAÍDA condução contínua
Região de CARACTERÍSTICA DE SAÍDA condução contínua 8 V o V 7 in 6 D
Região de
CARACTERÍSTICA DE SAÍDA
condução
contínua
8
V
o
V
7
in
6
D
= 0,8
5
4
D
= 0,7
Região de
condução
descontínua
3
D
= 0,5
2
D
= 0,3
D
= 0,1
1
0
0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
0.7
0.8
2 L
I
TV
o 46
in

ELC 1032

Potências de entrada e saída

ELC 1032 Potências de entrada e saída P in I in  V I in _
ELC 1032 Potências de entrada e saída P in I in  V I in _

P

in

I

in

V I

in

_

md

in

md

_

I

Lmd

P

o

I

V I

o

o

o

I

V

o

2

R

o

Dmd

P

o

V in

2 1

R

o

1 D

2

ELC 1032

ELC 1032 BIBLIOGRAFIA [1] I. Barbi e D. C. Martins, Conversores CC-CC Básicos Não Isolados, 2000.
ELC 1032 BIBLIOGRAFIA [1] I. Barbi e D. C. Martins, Conversores CC-CC Básicos Não Isolados, 2000.

BIBLIOGRAFIA

[1] I. Barbi e D. C. Martins, Conversores CC-CC Básicos Não Isolados, 2000.

[2] Apresentações Power Point - Prof. Cassiano Rech

[3] N. MOHAN, T.M. Underland, W.P. Robbins, Power Electronics: Converters, Applications, and Design, John Willey & Sons, Inc., 1989.

[4] ERICKSON, Robert. W., Fundamentals of Power Electronics, 2º edição, 1999.

[5] MUHAMMAD H. Rashid , Eletrônica de Potência Circuitos, Dispositivos e

Aplicações, Makron Books Ltda. 1999