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Turismo de Natureza

Trabalho realizado por:


Inês Pinheiro nº5 12ºN
Curso Profissional Técnico de Turismo
 Noções

 Competências

 Regras de instalação das casas de natureza

 Exploração e Funcionamento

 Fiscalização e sanções

 Disposições finais e transitórias


 Turismo de natureza: Produto turístico situado em zonas
integradas na rede nacional de áreas protegidas;

 Casas – abrigo: casas recuperadas a partir do património


do Estado;

 Centros de acolhimento: casas construídas de raiz ou


adaptadas a partir de edifício existente;

 Casas-retiro: casas recuperadas, mantendo o carácter


genuíno da sua arquitectura;
 Animação ambiental: Actividades que ocupam os
tempos livres aos turistas e visitantes que tenha ver
com a área protegida;

 Interpretação ambiental: Actividade que permite ao


visitante o conhecimento global do património que
caracteriza a área protegida;

 Desporto de natureza: Actividades que estejam que


contacto directo com a natureza;

 Índice geral
 Direcção-geral do turismo:
 Dar a parecer a possibilidade da construção
de casas de natureza;
 Ver os projectos de arquitectura das casas de
natureza;
 Autorizar as obras a realizar no interior destas;
 Vistoriar as casas de natureza;
 Aprovar o nome e a classificação destas
natureza.
 Órgãos Municipais:
 Informar previamente sobre as instalações de casas
de natureza;

 Licenciar a construção das casas de natureza;

 Promover a vistoria das casas;

 Apreender o alvará e determinar o encerramento


destas casas.
 Instituto da conservação da natureza:
 Acompanhar e assegurar a uniformidade
do processo de implementação do
turismo de natureza;

 Dar parecer sobre as iniciativas da


instalação das casas de natureza e das
actividades de animação ambiental.
 Índice geral
 Instalação das casas de natureza;

 Pedido da Informação Prévia;

 Licenciamento da construção;

 Licenciamento de utilização;

 Classificação.
 Instalação: É preciso o licenciamento da
construção e ou da utilização de edifícios;

 Regime aplicável: Os pedidos de informação


prévia e de licenciamento relativos à instalação
de casas de natureza devem ser instruídos
através de vários elementos precisos;
 Voltar ao índice
 Consulta à direcção-geral do turismo:

 Verifica a adequação destas casas;

 Verifica o cumprimento das normas


estabelecidos;

 Verificação da apreciação da localização


destas casas;
 Antes das verificações: Entregar documentos
no prazo de 8 dias após a recepção;

 Depois das verificações: Esta direcção, no


prazo de 30 dias após a recepção da
documentação, deve pronunciar-se.
 Consulta ao instituto da conservação da natureza:

 consulta a entidade para apreciação do pedido de


informação prévia;

 Verifica se as casas de natureza localizam-se em


áreas protegidas;

 Aprecia se os serviços de hospedagem contribuem


para a criação de um produto integrado.

 Voltar ao Índice
 Parecer da direcção-geral do turismo: Aprova
o nome das casas, fixa a capacidade máxima e
aprova a classificação;

 Parecer do instituto da conservação da


natureza: Carece do parecer da câmara
municipal.
 Parecer desfavorável:

 Existência de industrias;

 Actividades ou locais poluentes, ruidosos ou incómodos nas


proximidades;

 Quando não forem preservadas as condições naturais ou paisagísticas;

 Quando não existirem vias de acesso acessíveis;

 Quando as estruturas hospitalares ou assistência médica forem


insuficientes ou não existirem;

 Quando estiverem localizados em estruturas urbanas degradadas.


 Obras não sujeitas a licenciamento municipal
acontecem:

 Se destinar a alterar a classificação;

 Se destinar a capacidade máxima das casas;

 Se forem susceptíveis de prejudicar os


requisitos mínimos exigíveis para a
classificação das casas.
 Voltar ao Índice
 Utilização turística para casas da natureza:
Comprova a observância das normas relativas
às condições sanitárias e de saúde pública;

 Emissão de licença: Se a vistoria estiver em


ordem, é elaborada uma licença;

 Deferimento tácito: É a falta de notificação no


prazo de 23 dias a contar da data da vistoria.
 Alvará: Deve ter a identificação da identidade
exploradora da casa de natureza; o nome da casa; a
classificação provisoriamente aprovada pela direcção-
geral do turismo; a capacidade máxima da casa
provisoriamente fixada pela direcção;

 Licença caducada: Se a casa não iniciar o seu


funcionamento no devido tempo; Se a casa mantiver
encerrada; Se a casa tiver uma utilização diferente; Se a
casa não puder ser classificada ou manter a classificação
de casa de natureza.
 Voltar ao Índice
 Vistoria por efeitos de classificação: Destina-se a
verificar a observância das normas e dos
requisitos relativos à classificação pretendida;

 Classificação: direcção-geral do turismo deve


aprovar a classificação da casa e fixar a respectiva
capacidade máxima;

 Recurso hierárquico facultativo: Caso o


interessado não concorde com a classificação ou
a capacidade máxima, pode interpor;
 Dispensa de requisitos:

 Se a sua estrita observância comprometer a


rendibilidade da casa;

 Se for susceptível de afectar as características


arquitectónicas ou estruturais dos edifícios que
sejam classificados a nível nacional, regional ou local;

 Se possuírem reconhecido valor histórico,


arquitectónico, artístico ou cultural.
 Voltar ao Índice Geral
 Regime de exploração das casas de natureza
 Denominação em empreendimentos
 Referência à classificação e à capacidade
 Estado das instalações e do equipamento
 Deveres dos proprietários
 Deveres dos hóspedes
 Acesso às casas de natureza
 Serviço
 Facturação e pagamento dos serviços
 A exploração das casas de natureza: Responsabilidade
de uma única entidade;

 As casas-abrigo e casas-retiro: São exploradas pelo


instituto da conservação da natureza, pelas autarquias
locais, por associações de desenvolvimento local, por
pessoas singulares ou por sociedades familiares;

 Centros de acolhimento: São explorados pelo instituto


da conservação da natureza e pelas comissões directivas
das áreas protegidas.

 Voltar ao Índice 2
 A denominação das casas de natureza não funcionam
se:

 sugerir uma classificação que não lhe caiba;


 dizer características que não possuam;
 usar nomes iguais ou semelhantes.

 Em toda a publicidade, correspondência, documentação


e em toda a actividade externa da casa de natureza não
podem ser sugeridas características que esta não possua;

 Constar apenas o seu nome.


 Voltar ao Índice2
 São mantidas em boas condições;

 Bom estado de conservação e higiene;

 Devem estar dotadas dos meios adequados


para preservação dos riscos de incêndio.

 Sendo assim, a direcção-geral do turismo


Determinou:
 A reparação das deteriorações;
 Avarias verificadas.
 Voltar ao índice2
 Não alterar a estrutura externa;
 Não utilizar para fim diferente do autorizado;
 Não realizar ou permitir a realização de actividades
perturbem os hóspedes;
 Não praticar quaisquer actos ou realizar obras que afectam a
unidade;
 Não albergar um número de pessoas superior à capacidade
autorizada para a casa.

 Não penetrar as áreas de acesso vedado;


 Não cozinhar nas salas dos quartos;
 Não fazer lume nos quartos;
 Não alojar terceiros;
 Não fazer-se acompanhar de animais.

 Voltar ao Índice2
 Acesso livre;

 É recusado o acesso ou a permanência nas casas caso


não cumprirem com os deveres ou perturbe o serviço.

 Pode-se contratar com terceiros a prestação de


serviços próprios da casa.

 Todos os serviços devem ser facturados


discriminadamente.
 Voltar ao Índice geral
 Competência de fiscalização

 Livros de reclamações

 Período de funcionamento

 Contra-ordenações

 Sanções acessórias

 Embargo, demolição ou interdição de utilização


 Direcção-geral do turismo:
 Fiscalizar o cumprimento e seus regulamentos;
 Conhecer as reclamações;
 Proceder à organização e instrução dos processos referentes às
contra-ordenações.

 Instituto da conservação da natureza:


 Fiscalizar o cumprimento que regula as actividades de animação
ambiental;
 Proceder à organização e instrução dos processos referentes às
contra-ordenações que regula as actividades de animação
ambiental.

 Câmaras municipais:
 Fiscalizar o estado das construções e as condições de segurança de
todos os edifícios das casas de natureza.

 Voltar ao índice3
 Em todas as casas de natureza deve existir um
livro destinado aos utentes.

 As casas devem estar abertas ao público durante,


pelo menos, seis meses por ano.

 Cumprimento irregular: é obrigado a pagar


coimas.
 Voltar ao Índice3
 Dependendo da gravidade existe várias
sanções:
 Apreensão do material através do qual se
praticou a infracção;

 Suspensão do exercício da actividade


directamente relacionada com a infracção
praticada;

 Encerramento da casa de natureza.


 Voltar ao Índice3
Câmaras Municipais: competentes para
embargar e ordenar a demolição das
obras;

 Direcção-geral do turismo: competente


para determinar a interdição temporária
da utilização das casas de natureza.
 Voltar ao Índice geral
 Registo

 Placa identificadora

 Dinamização e apoio

 Regiões autónomas
 É organizado o registo central de
todas as casas de natureza;

 As entidades exploradoras devem


comunicar a alteração de qualquer
dos elementos do registo.

 É obrigatoriamente a fixação
desta.
 Voltar ao Índice 4
 Os ministérios da economia e do ambiente:
 Dinamizam acções de divulgação do turismo
de natureza;
 Prestam apoio técnico à formulação e
apresentação do requerimento, das licenças
da construção e da utilização e das
actividades.

 O regime previsto no presente diploma é


aplicável à Regiões Autónomas dos Açores e
da Madeira.
 Imagens

 www.google.com

 Informação

 http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%c3%aas/co
nhecimento/legislacao/Pages/Legislacao.aspx
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