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ÍNDICE

ÍNDICE

1

1. INTRODUÇÃO

 

1

2. ESPECIFICAÇÕES GERAIS DOS PAINÉIS

1

3. CLASSIFICAÇÃO

 

4

3.1.

TIPOS

4

3.1.1 Obrigatórios

 

4

3.1.2 Informativos

9

3.2.

TAMANHOS

14

3.2.1

Modelo Orientativo dos Painéis

15

3.3.

ESTILO

16

3.3.1 Estilo

1

 

16

3.3.2 Estilo

2

16

3.3.3 Estilo

3

16

3.3.4 Estilo

4

16

3.3.5 Estilo

5

16

3.4.

CLASSE

16

3.4.1 Classe

1

16

3.4.2 Classe

2

16

3.5. FORNECIMENTO DOS PAINÉIS

16

3.6. LUMINOSIDADE

 

20

3.6.1

Medidas

21

4. INFRA-ESTRUTURA

21

4.1. GERAL

 

21

4.2. FUNDAÇÕES PARA OS PAINÉIS DE SINALIZAÇÃO VERTICAL

22

4.3. IDENTIFICAÇÃO DAS BASES

23

4.4. REDE DE DUTOS - ATERRAMENTO

23

4.4.2

Aterramento

23

5. REGULADORES (RCC’S), CABOS E

24

5.1. REGULADORES (RCC’S)

24

5.2. CABOS E ACESSÓRIOS

24

 

5.3. CABOS

DE POTÊNCIA

24

5.4. NORMAS TÉCNICAS

25

6. TESTES DE QUALIFICAÇÃO

27

6.1.

TESTES GERAIS

27

6.1.1 Inspeção geral

27

6.1.2 Teste de Frangibilidade e Carga de Vento

28

6.2.

TESTES FOTOMÉTRICOS

28

6.2.1 Parâmetros Fotométricos

28

6.2.2 Tipos e Tamanhos

28

6.2.3 Faces do

painel

29

6.2.4 Medidas

29

6.3.

TESTES GERAIS

30

6.3.1 Verificação do Grau de Proteção

30

6.3.2 Testes de temperatura

30

6.3.3 Dimensões

31

6.3.4 Identificação de componentes e circuitos

31

6.3.5 Testes elétricos

31

6.4.

DOCUMENTAÇÕES

31

6.4.1 Liberação em Fábrica

32

6.4.2 Ferramentas Especiais para Montagem

32

6.4.3 Dispositivos e Instrumentos para Ensaios no Campo

33

6.4.4 Supervisão, Montagem e Instalação no Campo

33

7. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

33

 

8. GARANTIA

38

9.1. NO

EXTERIOR:

39

9.2. NO

BRASIL

39

10.

RELAÇÃO DE PROJETOS

40

RELAÇÃO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS-MEMORIAL DESCRITIVO:

40

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SINALIZAÇÃO VERTICAL EM AEROPORTOS

1. INTRODUÇÃO

Esta Especificação Técnica Geral tem por objetivo estabelecer os procedimentos e os requisitos técnicos mínimos a serem atendidos no fornecimento dos materiais e equipamentos, bem como na execução dos serviços de implantação dos painéis de sinalização vertical luminosa dos sistemas de pista de pouso/decolagem, taxiamento e pátios de estacionamentos dos aeroportos administrados pela INFRAERO.

Todos os painéis de sinalização vertical dos Aeroportos Civis deverão estar adequados aos ditames estabelecidos no capítulo 5, parágrafo 5.4 e apêndice 4 do Anexo 14 - 3ª Edição - 1999, Volume I, da ICAO e procedimentos para testes e certificações de acordo com a FAA AC 150/5345-44F.E em especial, ao regulamento brasileiro RBAC 154

Informa-se que desde a 2ª Edição do Anexo 14, em 1995, passou a haver um afastamento entre as normas ICAO e FAA, no que se refere às novas especificações para sinalização vertical, gerando até incompatibilidades entre algumas exigências.

Esta especificação, além do objetivo supracitado, também tenta conciliar os procedimentos e requisitos técnicos entre ICAO e FAA, dando a primazia às normas da ICAO. Isto é, em caso de incompatibilidades normativas, prevalecem as normas ICAO. Quando na inexistência de normas na coletânea da ICAO para reger um procedimento ou requisito, serão utilizados os ditames das normas FAA. Devem ser atendidos os requisitos da revisão mais recente das normas pertinentes em primazia da ICAO.

A descrição geral do serviço é a construção de sistema de distribuição de energia, visando atender o sistema de sinalização vertical luminosa das pistas 06/24 e 02/20.

Para isso, o alimentador do novo quadro QSV será obtido do quadro de distribuição conforme desenho BE.09/400.26/5017/00.

existente,

Haverá a necessidade de instalação de um novo disjuntor tripolar de 100 A compatível com o dimensional do disjuntor existente, o qual viabilizará a alimentação do novo quadro QSV. O encaminhamento dos alimentadores dos reguladores de correntes ( RCC`s) serão realizadas, em parte, pela canaleta existente, conforme desenho BE.09/400.26/5017/00. A partir do RCC´s serão instaladas as infraestruturas de dutos até o ponto de locação das placas de sinalização ao longo das pistas 09/27 e 06/24. Inclusive a infraestrutura e comando dos RCC´s.

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Os painéis serão construídos em liga leve de alumínio extrudado ou equivalente técnico, rígido e auto- portante; todas as partes deverão ser imunes a maresias e intempéries. Seus componentes mecânicos e elétricos serão padronizados e intercambiáveis, visando a máxima facilidade de manutenção e a minimização dos estoques de peças sobressalentes.

Igualmente as placas cegas, formadoras do painel, os reforços e os tubos de montagem deverão ser fabricados nesse mesmo material.

Seus terminais e conexões serão em aço inoxidável e o conjunto receberá uma camada protetora constituída de poliéster em pó, aplicado à quente, na cor branca.

As partes frontais dos painéis, com as inscrições, serão em chapa de policarbonato, auto-extinguível, imune aos efeitos da radiação ultravioleta, tanto do espectro Alfa como do Beta, resistente à abrasão e a altas temperaturas de até 55°C.

A inscrição, composta de letras e/ou números e/ou símbolos, será em filme auto-adesivo de alta durabilidade aplicado na face interna do painel. Não será admitida a pintura dos caracteres das inscrições sobre o painel.

Todos os painéis devem ter a montagem frangível, permitindo que, na ocorrência de impacto, as colunas de sustentação do painel destaquem-se de seus flanges, assegurando-se a sua reutilização mediante nova montagem. A frangibilidade deverá ser suficientemente rígida para suportar o eventual jorro dos motores ("blast") e suficientemente frágil para desarmar o painel em caso de colisão.

Tanto os painéis obrigatórios quanto os informativos serão fornecidos através de tecnologia de lâmpadas fluorescente de longa duração e sem prejuízo da sua eficiência luminosa.

Os painéis deverão ter características funcionais que permitam a substituição das lâmpadas sem necessidade da utilização de qualquer ferramenta especial e sem que para isso seja necessário abrir ou remover a parte frontal (nº 7 da figura abaixo). Havendo a necessidade de ferramental específico deverá ser fornecido um conjunto, parte integrante do fornecimento e sem custo a contratante. As dimensões indicadas nesta especificação são orientativas podendo variar ligeiramente de acordo com o fabricante, obedecendo sempre às recomendações da ICAO contidas no Anexo 14 e a autorização da Fiscalização. Deve ser apresentada, inclusive na fase licitatório, os certificados de conformidades com os requisitos técnicos estabelecidos na ICAO, e na omissão desta a certificação de conformidade com as normas da FAA aplicáveis.

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Sua construção, genericamente, obedecerá às características orientativas visualizadas no desenho a seguir.

orientativas visualizadas no desenho a seguir. Legenda: 01) Tampa; 02) Estrutura Longitudinal;

Legenda:

01)

Tampa;

02)

Estrutura Longitudinal;

03)

Suportes Intermediários;

04)

Lâmpada Fluorescente(24W) c/ soquetes;

05)

Painel Traseiro (cego);

06)

Painel de Fundo;

07)

Painel Translúcido para a Inscrição (policarbonato);

08)

Braçadeira;

09)

Flange de Montagem;

10)

Parafuso de Expansão (03 por flange);

11)

Cabo duplo com "plug";

12)

Coluna de montagem;

13)

Reator;

14)

Painel Lateral;

15)

Reforço Lateral;

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3.

CLASSIFICAÇÃO

4/27

A Circular FAA AC 150/5345-44F, classifica os painéis em tipos, tamanhos, estilos e classes. Devem ser atendidos os requisitos da revisão mais recente das normas pertinentes. Inclusive as especificações luminosas, dimensionais e padrões de codificação visual.

Nota importante:

Nota importante:

As coordenadas de VOR, antes da(s) aquisição(ões) da (s) placa(s) de sinalização vertical, deve ser confirmada em especial visual “In loco”, entre contratante e contratada. Posteriormente deve ser confirmada com o setor competente da Infraero os dados coletados em campo. O qual deverá emitir documento formal liberando a construção das placas.

da Infraero os dados coletados em campo. O qual deverá emitir documento formal liberando a construção

3.1.

Tipos

3.1.1 Obrigatórios

A FAA classifica como L-858R os painéis obrigatórios. Estes painéis são identificados por letreiro branco em fundo vermelho.

Tem a finalidade de identificar os locais onde a aeronave deve obrigatoriamente reportar-se ao controle local, antes de prosseguir. A Circular da FAA 150/5345-44F classifica como L-858R. Estes painéis envolvem:

(a) Posição de Espera em Pista de Taxi com

designação de Cabeceiras

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(b)

Posição de Espera de Pista de Taxi

com designação de cabeceiras e

indicação da homologação IFR do Aeroporto

para CAT I

(c)

Posição de Espera de Pista de Taxi

com designação de cabeceiras e

indicação da homologação IFR do Aeroporto

para CAT II

(d)

Posição de Espera de Pista de Taxi com designação de cabeceiras e

indicação da homologação IFR do Aeroporto para

CAT III

(e)

Posição de Espera de Pista de Taxi

Combinado

(f)

Posição de Espera Intermediário usado

para proteger um caminho prioritário.

(g) Não Avance

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Exemplos de aplicações destes painéis seguem abaixo.

INFRAERO - BE. 02/400.26/05019/00 6/27 Exemplos de aplicações destes painéis seguem abaixo.

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3.1.1.1

Observações

Áreas de Interferências em Equipamentos de Auxílios

O painel com indicação CAT I, II ou III é obrigatório no caso da delimitação de área crítica do ILS/MLS, onde são usadas duas ou mais posições de espera. Nesse caso, o seu uso é complementar à(s) marca(s) mais externa(s) no pavimento do tipo “Padrão B” (Figura 5.7) do Anexo 14.

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Pela figura 5-26 do Anexo 14, nesse painel não é obrigatório o campo indicador de localização, tendo em vista que este estará no painel mais próximo da pista.

Essa solução exigirá painel de menor comprimento, implicando em menor custo de implantação e menor consumo de energia.

Ex .

27 CAT II
27 CAT II

A marca mais interna ou a marca de posição de espera única é sempre do tipo “Padrão

A” . (Figura 5.7) do anexo 14. Nesse caso, deverá ser observado que a distância ao eixo

da pista não mais será ditada pela tabela 3.2 e sim pela análise de conflito com a área crítica do ILS/MLS, se existir.

AA 27
AA
27

Localização dos painéis em relação a borda de pista

Com a grande probabilidade de danos em painéis em pistas, principalmente na fase de decolagem da aeronave, onde a rajada de vento das turbinas incidem com maior intensidade nos painéis, o item 11.3.7 do “Aerodrome Design Manual” da ICAO, parte 4, relata que tem-se feito instalações de painéis, em aeroportos estrangeiros, a 18(dezoito) metros da borda da pista de pouso.

Entretanto, tal informação não tem atributo normativo.

Deverão ser respeitados os valores da tabela 5-4 do Anexo 14, volume I, da ICAO, onde indica a distância perpendicular da margem definida da pista de pouso e decolagem dentro de uma faixa dos 8 aos 15 metros. Assim, a INFRAERO recomenda que seja instalados em 15m, não mais que este valor. Prevalecendo sempre os requisitos emanados pelo RBAC-154, em sua última revisão.

Localização dos painéis em relação ao início das curvas nas Taxiways

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Para as saídas de pista, as distâncias dos painéis aos pontos de tangência são dadas no item 5.4.3.18 do Anexo 14,ou seja, no mínimo, 60m para pistas códigos 3 ou 4 e 30m para código 1 ou 2.

No caso de interseção de taxiways, a única recomendação existente é que os painéis sejam localizados antes das curvas, sem definição da distância, conforme item 11.3.5 do “Aerodrome Design Manual” da ICAO, parte 4. Nesse sentido, nos projetos dos aeroportos da SRGR, após avaliação em campo, foram consideradas as distâncias de 40 ou 30m, como adequadas para os pilotos avistarem o início das curvas e iniciarem a manobra de forma confortável.

À luz do exposto, apesar do próprio Manual de Projetos de Aeródromos da ICAO não fixar valores, com a finalidade de padronização e maior facilidade na elaboração dos projetos, sugiro que esse assunto seja analisado e, se possível, estabelecida uma distância média.

3.1.2 Informativos

A FAA classifica como L-858Y e L-858L os painéis informativos.

3.1.2.1 Tipo L-858Y

Paineís com sinalização de direção, de destino e sinalização de fronteiras(limites). Estes painéis são identificados por letreiro preto em fundo amarelo.

São usados para mostrar roteiro ou título de destino acompanhado por uma seta apontando a direção apropriada. Os painéis de direção são eventualmente acompanhados pelos painíes de localização e são posicionados ao lado esquerdo da pista de taxi ou pista de pouso antes de uma intersecção.

de localização e são posicionados ao lado esquerdo da pista de taxi ou pista de pouso

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(a)

direção

(b)

destino para pista de decolagem

(c)

indicação de pista livre

(d)

permanência

(e)

destino para diferentes pistas de decolagem

(f)

destino

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Nota:

Nos sinais de direção “em frente” , a seta poderá ser localizada do lado esquerdo do painel ou do lado direito, como consta na norma FAA AC 150/5345-44F.

3.1.2.2 Tipo L-858L

Painíes de localização de pista de decolagem e pista de taxi. Estes painéis são identificadas por letreiro e bordas amarelas em fundo preto.

(a)

localização específica em uma pista de taxi

(b)

específico de localização de pista de taxi

preto. (a) localização específica em uma pista de taxi (b) específico de localização de pista de

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(c)

localização de pista de decolagem

(d)

fim de pista de taxi

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13/27

Exemplos de aplicações desses painéis informativos, seguem abaixo.

INFRAERO - BE. 02/400.26/05019/00 13/27 Exemplos de aplicações desses painéis informativos, seguem abaixo.

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3.2.

Tamanhos

14/27

Como há incompatibilidade entre o Anexo 14 da ICAO e a circular da FAA AC 150/5345-44F, a norma ICAO terá primazia sobre a norma FAA com relação à classificação por tamanho. Ressalvado que deve ser atendido sempre o estabelecido no REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL, RBAC 154, em sua última revisão.

Para a fabricação e o posicionamento dos painéis deverão ser obedecidas as seguintes medidas básicas, salvo diretriz divergente no RBAC 154, em sua última revisão.:

CÓDIGO DE

TIPO DA

ALTURAS DOS PAINÉIS(MM)

 

DISTÂNCIAS PARA INSTALAÇÃO (M)

OPERAÇÃO DA

SINALIZAÇÃO

INSCRIÇÃO

FACE

PAINÉL

DA BORDA DA "TAXIWAY"

DA BORDA DA PISTA

PISTA (a)

(MÍNIMA)

(MÁXIMA)

 

Obrigatória

         

Saída da pista

300

600

900

05

a 11

03

a 10

01

ou 02

Pista livre

   
 

Outras

200

400

700

 

Obrigatória

         

Saída da pista

400

800

1.100

11

a 21

08

a 15

03

ou 04

Pista livre

   
 

Outras

300

600

900

(a) Também chamado Código de Referência, extraído da publicação da ICAO, Anexo 14 3 a .Edição(julho de 19)99, Volume I,

Capítulo 1, Tabela 1-1.

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INFRAERO - BE. 02/400.26/05019/00 15/27 3.2.1 Modelo Orientativo dos Painéis L (mm) 700 900 1.100 1.300

3.2.1 Modelo Orientativo dos Painéis

L

(mm)

700

900

1.100

1.300

1.500

1.700

1.900

L1 (mm)

742

942

1.143

1.344

1.544

1.745

1.945

NºLâmpadas

1

2

2

3

3

4

4

L

(mm)

2.100

2.300

2.500

2.700

2.900

3.300

3.700

L1 (mm)

2.145

2.346

2.546

2.747

2.947

3.347

3.747

NºLâmpadas

4

5

5

6

6

8

8

H = 400, 600, 800 ou 1.200mm

Altura dos símbolos do sinal = H/2

T = 700, 900, 1.100 ou 1.500mm.

As lâmpadas deverão ser tecnologia fluorescente, ter vida útil mínima de 10.000 (dez mil) horas de funcionamento, preferencialmente de fácil aquisição no mercado nacional. Quando as lâmpadas usadas não forem de fabricação nacional, o fabricante do equipamento deverá ser responsável para em tempo propiciar a manutenção do painel.

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3.3.

Estilo

Circular FAA AC 150/5345-44F define vários estilos, são eles:

3.3.1

Estilo 1

Painéis alimentados diretamente por fonte de 120VCA ou 220VCA

3.3.2

Estilo 2

Painéis alimentados por circuito de balizamento série (4,8 a 6,6 A).

3.3.3

Estilo 3

Painéis alimentados por circuito de balizamento série (2,8 a 6,6 A ou 8,5 a 20 A).

3.3.4

Estilo 4

Não iluminados (aplicado somente ao Tipo L-858R, L-858Y e L-858L).

3.3.5

Estilo 5

Painéis alimentados por circuito de balizamento série (5,5 A).

3.4.

Classe

3.4.1

Classe 1

Para operação até -20°C

3.4.2

Classe 2

Para operação até -55°C

3.5.

Fornecimento dos Painéis

Os painéis deverão ser fornecidos completos e perfeitamente operacionais, inclusive com todos os componentes elétricos, tais como: lâmpadas fluorescentes, e todos os auxiliares necessários, grau de proteção IP adequação ao clima tropical quente e úmido, confiáveis para operação entre -20ºC e + 55ºC, cabo duplo com acessório especial para conexão ao transformador de isolamento, na base FAA L 867, e demais componentes necessários ao perfeito funcionamento.

Além disso, para cada painel, deverão ser fornecidos os cabos, com os respectivos acessórios, para “ plug ” e fixação à linha primária de alimentação das luminárias dos painéis de sinalização vertical.

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A

instalação dos painéis obedecerá ao detalhe típico mostrado no documento BE.02/204.68/04464/00

e

diretrizes a seguir:

dos painéis obedecerá ao detalhe típico mostrado no documento BE.02/204.68/04464/00 e diretrizes a seguir:

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3.6.

LUMINOSIDADE

 

A

luminosidade das cores deve obedecer, no mínimo, aos valores abaixo:

 
   

COR

LUMINOSIDADE MÍNIMA (CD/M 2 )

 

DIA (a)

NOITE

 

Vermelha

30

10

 

Amarela

150

50

 

Branca

300

100

(a)

Quando alcance visual de pista até 800m.

 
 

A

correlação da razão luminosa entre as cores deve ser igual ou melhor que as abaixo especificadas:

O

quociente de luminância entre os elementos vermelho e branco de uma sinalização obrigatória deve

estar entre 1/5 e 1/10;

O quociente entre valores de luminância em coordenadas adjacentes de pontos do painel não deve ser

superior a 1,5.

O quociente de luminância em pontos adjacentes da grade de pontos espaçados de 75 mm da inscrição no painel não deve ser superior a 1,25; ( Referência ICAO ).

A colorimetria dos símbolos da inscrição dos painéis com iluminação interna, em condições noturnas,

deverá atingir os seguinte valores mínimos, para um observador com acuidade cromática normal.

A colorimetria dos sinais dos painéis com iluminação

interna, em condições noturnas, deverá atingir os seguinte valores mínimos, para um observador com acuidade cromática normal.

COR

X

Y

noturnas, deverá atingir os seguinte valores mínimos, para um observador com acuidade cromática normal. COR X

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Vermelha

0,672

0,318

Amarela

0,515

0,480

Branca

0,344

0,360

3.6.1 Medidas

21/27

A luminosidade média, em candelas/m 2 será dada pela média aritmética de todos os valores obtidos e deverá ser igual ou melhor que os limites mínimos estabelecidos na tabela apresentada a seguir:

 

LUMINOSIDADE MÉDIA

COR

RVR < 800m

NOTURNO

DIURNO

Vermelha

> 30 cd/m 2

10

cd/m 2

Amarela

> 150 cd/m 2

50

cd/m 2

Branca

> 300 cd/m 2

100 cd/m 2

4.

INFRA-ESTRUTURA

4.1.

Geral

Para instalação e operação do sistema de sinalização vertical, serão construídas as novas infra- estruturas de dutos e caixas de passagem, paralelas às pistas ou pátios e oriundos da casa de força KF. Para tanto, deverá ser construído um trecho de rede de dutos, utilizando 2 2”, duto flexível, tipo Kanalex da Kanaflex ou equivalente técnico, para interligação entre cada base de painel e o novo sistema de distribuição de energia.

O aterramento dos novos equipamentos será feitos a partir do aterramento das infraestruturas a

construir oriunda da casa de força KF.

A alimentação dos novos painéis será feita a partir dos novos circuitos de sinalização vertical.

Entretanto, seguindo as recomendações dos fabricantes, obrigatoriamente, deverá ser analisado o compromisso entre as cargas dos painéis e das luminárias do mesmo circuito.

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4.2. Fundações para os painéis de Sinalização Vertical

As fundações dos painéis serão de concreto armado em 20 MPa devendo garantir a estabilidade dos mesmos, sob um esforço lateral do vento com velocidadede 320 km/h, correspondente a uma pressão estática de 8,96 kPa (914kg/m²).

O concreto para os blocos de fundação, nas dimensões indicadas em desenho, deverá ter resistência a

compressão maior que 20 Mpa, sendo misturado mecanicamente, observando-se o tempo mínimo

para mistura de 03(três) minutos, contados após o lançamento de todos os componentes, na caçamba

– O lançamento do concreto deverá ser feito dentro dos 30 minutos que se seguirem à confecção da mistura, não admitindo-se o uso de concreto remisturado.

O lançamento de concreto obedecerá a seguinte seqüência:

Montagem e escoramento das formas;

Novo controle da locação e das medidas internas;

Regularização do fundo de cava com concreto magro da

Colocação da armadura e sua fixação;

espessura média de 6cm;

Colocação da caixa cilíndrica, base metálica FAA-L 867;

Colocação do duto de ligação com a rede de alimentação e sua junção com a base, tampando o orifício;

Controle do posicionamento desta base e do duto e firme fixação do conjunto;

Umedecimento das formas de madeira;

Lançamento cuidadoso do concreto e adensamento;

Acabamento da superfície superior do bloco, nivelamento e ajuste de regularização em volta da tampa superior de caixa metálica.

Após a concretagem, o concreto deverá ser molhado abundantemente durante, no mínimo, 48 horas, procedendo-se, posteriormente à desforma e preenchimento com terra, aplicada em camadas não superiores à 15cm.

Na hora da montagem dos painéis proceder-se-á a perfuração da parte superior do bloco de fundação, adotando-se gabaritos específicos para a fixação das placas de suporte através dos parafusos de expansão.

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4.3.

Identificação das bases

Sobre cada base, deverá ser pintado na superfície acabada e seca do concreto, o número de identificação da mesma, bem como do circuito. A tinta deverá ser a base de epóxi, para aplicação em concreto, na cor preta, sobre retângulo amarelo (SIKAGUARD 67 ou similar).

4.4.

Rede de Dutos - Aterramento

4.4.1

Dutos

Deverão ser construídos trechos de linhas de dutos, interligando as bases de concreto dos Painéis às caixas de inspeção das linhas de dutos do balizamento mais próximas. Para maior facilidade de adaptação, utilizar duto do tipo flexível, 2x2” tipo Kanalex da Kanaflex ou equivalente.

Envelopamento:

Em concreto

- Áreas pavimentadas ou de tráfego pesado

Areia

- Áreas gramadas

Os trechos de rede de dutos deverão ter as suas extremidades equipadas com os acessórios adequados e vedados com tampões próprios, antes da execução do reaterro das valas. Esses acessórios deverão permanecer até a ocasião do lançamento dos cabos.

4.4.2

Aterramento

Sobre todos os envelopes dos trechos de rede de dutos a serem construídos, deverá ser lançado um cabo de cobre nu, # 50mm2, têmpera meio duro, que deverá correr por toda a extensão e posteriormente interligado com o aterramento da rede principal dos balizamentos de pista, cuja finalidade será o aterramento e proteção do sistema de painéis de sinalização vertical.

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5.

REGULADORES (RCC’S), CABOS E ACESSÓRIOS.

5.1.

Reguladores (RCC’s)

Os RCC’s (Reguladores de Corrente Constante) deverão ser do tipo eletrônico, inteligentes, tensão de comando 48VCC, equipados com detector de fuga para terra e detector de lâmpada queimada e demais proteções mandatórios segundo as normas aplicáveis.

Os referidos equipamentos deverão estar ligados ao barramento de emergência da casa de força, tipo trifásico 220/127 - 60Hz.

5.2.

Cabos e acessórios

Além dos painéis e reguladores, caberá à contratada o fornecimento de todos os cabos e acessórios para a completa ligação e fixação, deixando todos os equipamentos perfeitamente operacionais.

5.3.

Cabos de potência

Cabo de média tensão, singelo, para sistema de balizamento de pistas de aeroportos, condutor formado por fios de cobre, têmpera mole, seção 10mm2, classe de isolação 3,6/6kV, cobertura externa em PVC. O lançamento deverá ser feito em conformidade com as instruções do fabricante, de forma a evitar o estiramento excessivo, bem como dano à isolação ou avaria na cobertura de proteção externa.

As extremidades de todos os cabos devem ser selados com capuzes de vedação ou com fita auto- aglomerante resistente as intempéries, antes de serem puxadas para dentro dos dutos, devendo assim permanecer até que as conexões sejam feitas.

No

simultaneamente.

caso

de

mais

de

um

cabo

no

mesmo

duto,recomenda-se

que

todos

sejam

puxados

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Durante o lançamento do cabo, deve ser previsto uma sobra excesso de pelo menos 1 metro de cabo no interior de cada caixa de inspeção.

Deverão ser fornecidos e instalados “kit’s” conectores primários, classe 5kV, tipo FAA-L 823, com dispositivo para aterramento, sendo que, no caso de circuitos existentes, deverão ser previstas 03 unidades por transformador de isolamento e, no caso de circuitos novos, 02 unidades por transformador.

Essas quantidades poderão ser reduzidas de uma unidade, nos seguintes casos:

a) Nos circuitos existentes, caso a Conexão seja executada em caixa de inspeção, onde já exista um conector para o transformador da luminária local; e

b) Ocorrência de 02 (dois) transformadores em uma mesma caixa FAA l-867, onde um transformador é conectado diretamente ao outro.

A base metálica tipo FAA-L 867 com furos de 2” deverá incluir os anéis de vedação, conector externo para aterramento e placa de montagem.

As emendas dos cabos MT executadas nos abrigos metálicos das caixas óticas deverão ser utilizadas PLUG/RECEPTÁCULO 5kV, enquanto que as emendas terminais e retas nas canaletas e caixas de inspeção serão utilizadas processo termocontrátil, com aterramentos das blindagens conectadas nos pontos da malha de terra mais próximo.

5.4. Normas Técnicas

Os equipamentos e serviços a serem fornecidos deverão estar de acordo com as normas da ABNT – Associação brasileira de Normas Técnicas. Principalmente:

NBR 5410-1997 - Instalações elétricas de baixa tensão.

NBR 7733 / Aeroportos – Execução de instalação de cabos elétricos subterrâneos para auxílios luminosos.

NBR 12971 - Emprego de sistema de aterramento para proteção de auxílios luminosos em aeroportos.

NBR 7288 - Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) ou polietileno.

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NBR 6524 - Fios e cabos de cobre nu meio duro com ou sem cobertura protetora para instalações aéreas.

NBR 14039 - Instalação elétrica de alta tensão (de 1,0 kV a 36,2 kV)

NBR 7286 - Cabos de potência com isolação sólida extrudada de borracha etileno propileno (EPR) para tensões de 1kV a 35kV.

NBR6880 - Condutores de cobre para cabos isolados - padronização.

NBR7289 - Cabos de controle com isolação sólida extrudada com Polivinila (PVC) para tensões até 1kV.

polietileno(PE) ou Cloreto de

NBR5111 - Fios de cobre nu de seção circular para fins elétricos.

NBR7732 - Cabos elétricos para auxílios luminosos em aeroportos

Na inexistência destas, ou em caráter suplementar, poderão ser adotadas outras normas de entidades reconhecidas internacionalmente, tais como:

ICAO (Internacional Civil Aviation Organization), Anexo14,

ICAO ( Manual de Projeto de Aeroportos - Parte 4 – Auxílios Visuais)

FAA ( Federal Aviation Administration ) – “AC 150/5345-46”

NEMA - National Eletrical Manufactural Comission

ANSI - American National Standard Institute

IEC - Internacional Eletrotechnical Comission

DIN - Deutsche Industrie Normen

IEEE -Institute of Electrical and Eletronic Engineers

NEC - National Electrical Code

ASTM - American Society for Testing and Materials

EIA - Electronic Industries Association

Sempre com aprovação da INFRAERO, poderão ser aceitas outras normas de reconhecida autoridade, que possam garantir o grau de qualidade desejado.

Em sua proposta, o LICITANTE deverá informar quais as normas aplicáveis a cada produto. A edição válida de cada norma será a vigente na data da apresentação da proposta pelo LICITANTE.

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6. TESTES DE QUALIFICAÇÃO

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Os Ensaios deverão estar de acordo com a Circular FAA AC 150/5345-44, em sua última revisão. Devem ser apresentados os certificados de conformidade que comprovem que os equipamentos fornecidos atendem os requisitos emanados pela ICAO. Na omissão, o atendimento emitidos pela FAA. A medição do fornecimento e instalação dos equipamentos, na fase de construção e montagem, está vinculada a apresentação dos certificados de conformidade. Não será emitido o termo de recebimento provisório e definitivo, nos termos da lei 8666, caso não seja apresentado os certificados emitidos por organismo certificador que os equipamentos atendem tecnicamente os requisitos de segurança normativos relativos a cada item, escopo da contratação.

6.1.

Testes Gerais

6.1.1

Inspeção geral

Para os testes, o painel do tipo L-858Y terá, pelo menos, dois sinais informativos com dispositivo separador entre eles. O painel do tipo L-858R terá sinal em que se lê "18-36", por exemplo, e o painel do tipo L-858L terá sinal que se lê "B", por exemplo. Os painéis serão examinados à luz dos seguintes parâmetros: dimensões, resistência, tipo de material, componentes, acabamento e qualidade de fabricação.

O sinal do painel, bem como o material reflexivo deverão estar aplainados e livres de qualquer imperfeição. Os sinais e/ou cores de fundo dos painéis modulares deverão ser montadas em uma só peça.

Os painéis deverão ser vistos de uma distância de 244m à noite para determinar se o nível de iluminância é suficiente para que cores de fundo do painel Tipo L-858Y e L-858R, bem como sinais e bordas desses do painel Tipo L-585L, sejam facilmente compreensíveis.

Os painéis de Estilo 1 e de Estilo 2 deverão ser vistos enquanto a corrente de entrada é variada por toda a faixa em que o painel opera.

Os painéis modulares deverão ser vistos de uma distância de 61m, com o circuito em brilho máximo e suas juntas não deverão interferir na legibilidade, nem deixar escapar luz que cause descontinuidade de cores.

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6.1.2

Teste de Frangibilidade e Carga de Vento

Os painéis deverão ser testados quanto à capacidade de suportarem cargas equivalentes a ventos de 322km/h, sem danos. O teste deverá ser realizado com o painel completamente montado e fixado em uma base e, no caso da aplicação de carga com o painel montado em superfície vertical, o peso próprio deverá ser incluído como parte do peso total aplicado. O teste deverá ser planejado para assegurar que a face do painel receba carga total. Painéis instalados com certa elasticidade podem balançar, devendo ser travados para evitar movimentos durante o teste. A carga estática de 6,21kPa deverá ser aplicada uniformemente sobre toda a superfície do sinal do painel por um período de 10 minutos. O painel não deverá quebrar nos pontos frangíveis, nem deverá ocorrer deformações permanentes na superfície. A carga estática deverá ser elevada até o painel romper nos pontos frangíveis. O rompimento do painel deverá ocorrer antes da carga alcançar um valor estático aplicado sobre sua face (sinal) de 8,96kPa. O sinal do painel e os suportes do painel deverão portanto ser inspecionados para evidências de danos. Qualquer fratura ou deformação deverá ser causa de rejeição.

6.2.

Testes Fotométricos

Estes testes deverão obedecer a circular FAA AC 150/5345-44F, item 4.84, exceto o arranjo de pontos do item 6.2.4 que deverá cumprir a norma ICAO (Anexo 14).

6.2.1

Parâmetros Fotométricos

Um medidor pés-candela ou um telefotômetro deverão ser usados para este teste. Estes equipamentos deverão estar calibrados. De modo a evitar interferências de feixes de luz provenientes de outras fontes, um tubo adaptador de 150mm de comprimento (com a parede interna na cor negra) deverá ser instalado entre o sensor e o sinal. Um dos dois medidores deverá ser designado para medir um "ponto” na face do sinal de 38,1 mm de diâmetro. A luz emitida somente do sinal deverá ser permitida alcançar um dos medidores. Os Sinais de Estilo 2 e de Estilo 3 deverão ser testados a cada corrente de entrada na faixa em que deverão operar.

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Os testes fotométricos deverão ser conduzidos para os tamanhos 1, 2 e 3 para cada painel do tipo L-858Y, L-858R e L-858L. Se o desenho da luminária de um painel de dupla face for simétrico para ambas as faces, somente uma face deverá ser testada. O comprimento do Tipo L-858Y e L- 858R a ser testado deverá ser, pelo menos,1140mm. Os painéis que empregam construção modular deverão conter pelo menos dois módulos para este teste.

6.2.3 Faces do painel

O tipo L-858Y e L-858L deverão possuir uma face do painel toda em amarelo do mesmo material

usado para criar o plano de fundo na produção dos painéis L-858Y ou na produção do sinal e a borda deste dos painéis L-858L, respectivamente. O painel de Tipo L-858R deverá ter todo o sinal em branco do mesmo material usado para criar legenda na produção dos painéis do Tipo L-

858R.

6.2.4 Medidas

Cada sinal do painel será dividido em pontos de aferição da luminosidade, conforme o arranjo

em pontos de aferição da luminosidade, conforme o arranjo de pontos abaixo: As medidas deverão ser

de pontos abaixo:

As medidas deverão ser feitas conforme o arranjo de pontos acima na face do sinal (ICAO), com

o procedimento(FAA) de medir não mais afastado que 76 mm da face do sinal. A média de todas

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as medidas deverá estar entre 108 lux e 322 lux e as medidas adjacentes não poderão exceder a

razão 1,5:1.

6.3.

Testes Gerais

6.3.1

Verificação do Grau de Proteção

O

grau de proteção é indicado pelo código IP (International Protection) e é descrito pela

publicação da IEC 60529.

Não será válido teste de confirmação do código IP apenas ensaiando o invólucro do painel pertinente. Deverá ser ensaiado o painel com todos os seus componentes internos e suas interligações externas, pois depende do montador assegurar, após a montagem, que o equipamento conserva seu código IP em que foi fabricado.

Os

painéis devem sofrer testes para confirmação de grau de proteção IP65.

6.3.2

Testes de temperatura

Sofrerão testes os equipamentos de classe 1, ou seja, aqueles que podem resistir a temperaturas de -20C°. O teste de baixa temperatura se procederá da seguinte forma: Com a temperatura estabilizada na câmara de testes em -20°C, o painel deverá se minuciosamente examinado quanto à fissuras, descascamento, delaminações e fragmentações. No caso da ocorrência de qualquer defeito, o painel deverá ser rejeitado.

Falhas de operação ou falhas em alcançar o nível normal de iluminação dentro de 2 minutos, após ter sido energizado, também implicará em rejeição do painel. O painel como um todo, deverá obter estabilidade após alcançar a câmara de testes a uma temperatura de -20 °C.

No caso de teste de alta temperatura, este será imediatamente após o teste de baixa

temperatura. Este teste deverá ser feito em painéis, incluindo todas as partes requeridas dos sinais luminosos. A temperatura desta câmara de ensaio deverá ser de +55°C estabilizada. O painel deverá ser rapidamente transferido da câmara de teste de baixa temperatura para a câmara de teste de alta temperatura. Após a estabilização da máxima temperatura na câmara

de

ensaio de altas temperaturas, as faces do painel serão inspecionadas e deverão estar livres

de

qualquer fissura, descascamento, por empolamento (bolhas) ou delaminação. Estes ou

qualquer outro dano estrutural implicará em rejeição do painel. Após o resfriamento até a

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temperatura ambiente, o painel deverá ser novamente inspecionado e qualquer dano ou falha operacional constatada também implicará em sua rejeição.

6.3.3

Dimensões

Verificar se as dimensões obedecem as cotas mínimas e máximas exigidas pela norma da ICAO, descritas no Anexo 14.

6.3.4

Identificação de componentes e circuitos

Todos os componentes dos painéis deverão estar identificados por anilhas plásticas(caso de cabos e condutores) e etiquetas para partes operacionais.

6.3.5

Testes elétricos

Após os testes acima, os painéis e os transformadores serão submetidos aos testes elétricos e deverão suportar as variações de tensão, corrente, polarização dos transformadores.

De acordo com as normas vigentes, também deverão ser verificados o isolamento dos condutores e componentes elétricos, bem como a continuidade dos circuitos, aterramento e equipotencialização dos chassis / estruturas, sem que estes ensaios afetem as características já certificadas anteriormente.

6.4.

Documentações

O fabricante deverá apresentar para aprovação um roteiro de ensaios, discriminando o cronograma, o nome do ensaio, o método de ensaio a ser adotado, as partes e componentes em que serão aplicados, instrumentos necessários e resultados esperados. Esse roteiro deverá atender a todas as exigências desta especificação e da NBR 6808/IEC 439.1

O fabricante deverá apresentar relatório referente a ensaio do tipo fornecido por instituto oficial.

Deverá ser preenchido um documento, informando quais ensaios foram realizados, as normas utilizadas e os resultados obtidos.

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As despesas relativas a material de laboratório e pessoal para execução dos ensaios, correrão por conta do Fabricante. Deverá ser comunicado ao comprador, com antecedência mínima de 10 dias, a disponibilidade dos equipamentos para inspeção.

Sempre que, para comprovação final do desempenho e/ou qualidade de qualquer sistema, equipamento ou componente, forem necessários ensaios que não constem no “Roteiro de Inspeções” previamente aprovado. A INFRAERO reserva-se no direito de exigir a realização dos mesmos, com ônus correndo por conta da CONTRATADA.

Comprovada a existência de falha(s), inclusive de projeto, em qualquer sistema, equipamento ou componente, à CONTRATADA será exigido efetuar as correções necessárias e permitidas, submetendo novamente a parte envolvida a todos os ensaios, sem ônus para a INFRAERO, dentro dos prazos previstos no contrato.

Todos os instrumentos de precisão e demais aparelhagens necessários à realização dos ensaios e testes deverão ter precisão exigida pelas normas e aferida em Institutos Oficiais, em data nunca superior a 6 (seis) meses.

6.4.1 Liberação em Fábrica

A "Liberação Provisória em Fábrica" será feita após a conclusão satisfatória dos testes e ensaios previstos no item anterior, com a emissão do CAF - Certificado de Aceitação em Fábrica.

Após essa liberação, a CONTRATADA poderá embalar e transportar, sob sua responsabilidade e custos, todos os itens envolvidos no fornecimento.

As inspeções, testes e ensaios realizados na fábrica, pela CONTRATADA e acompanhados pela Fiscalização da INFRAERO não implicarão na diminuição da responsabilidade global da CONTRATADA pelo controle de qualidade dos itens fornecidos.

6.4.2 Ferramentas Especiais para Montagem

Deverão ser fornecidas pela CONTRATADA, sem custos para a INFRAERO, todas as ferramentas especiais necessárias para todas as montagens no campo, objetivando a realização de ensaios, testes e verificações.

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Caso seja recomendável a aquisição para uso futuro por parte da INFRAERO, a CONTRATADA deverá relacionar as ferramentas especiais, com seus respectivos preços, reservando-se à INFRAERO o direito de adquirir ou não as quantidades e tipos oferecidos.

6.4.3

Dispositivos e Instrumentos para Ensaios no Campo

Todos os dispositivos e instrumentos para a realização dos ensaios no campo deverão ser fornecidos pela CONTRATADA, sem ônus para a INFRAERO.

Entretanto, se julgar recomendável, a CONTRATADA deverá apresentar uma relação de dispositivos e instrumentos específicos necessários à realização de futuros ensaios no campo, cotando seus preços unitários à parte, reservando-se também à INFRAERO o direito de, a seu critério, adquirir ou não os itens oferecidos.

6.4.4

Supervisão, Montagem e Instalação no Campo

A montagem e a instalação dos itens do fornecimento deverão ser realizadas com as melhores práticas existentes, observando-se os procedimentos de segurança.

Deverá utilizar pessoal habilitado e treinado, de acordo com a experiência da CONTRATADA e em obediência às Especificações Técnicas.

Todas as etapas de instalação do sistema, equipamentos e componentes deverão ser acompanhados por um profissional da CONTRATADA, devidamente habilitado para exercer a função de Supervisão da Montagem, das atividades de Testes e do Comissionamento.

7.

CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

Os serviços serão medidos e pagos de acordo com esta especificação técnica e com as quantidades, unidades de medidas e preços unitários constantes da Planilha de Preços e Serviços (PSP). Nas etapas de medições dos serviços, será considerado o cronograma físico-financeiro aprovado pela contratante. O critério de medição deverá considerar o item como fornecido e devidamente instalado na obra e conforme definições de projeto, ou seja, perfeitamente acabado e aprovado pela fiscalização nos termos contratuais.

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Com relação aos itens certificados, a contratada deverá apresentar, em conjunto com os documentos de medição, os certificados de conformidade que comprovem o atendimento às normas estabelecidas no item “9” desta especificação. Caso contrário, os equipamentos não poderão ser pagos e recebidos pela fiscalização da contratante.

Seguem critérios de medição, específicos para a “Parte A” da planilha de serviços e preços:

Para o pagamento do item 1.1: Mobilização de mão-de-obra e equipamentos para a preparação da instalação e execução dos primeiros serviços, compreendendo os custos de transporte da mão-de- obra indireta necessária à preparação da instalação do Canteiro de Obras e dos equipamentos necessários à execução dos primeiros serviços, conforme previsto no inciso XIII do Art. 40 da lei

8.666/93.

A CONTRATADA deve providenciar todo o material, o ferramental e a mão de obra necessária à realização dos serviços e prever um conjunto mínimo de ações e providências para viabilizar os recursos mínimos necessários (pessoal, equipamentos e ferramentas) tendo em vista a instalação de um canteiro de

obra, em local próximo ao empreendimento.

Compreende este serviço o transporte, carga e descarga de materiais para a montagem/desmontagem do canteiro de obra, montagem/desmontagem de equipamentos fixos de obra, transporte, hospedagem, alimentação e despesas diversas do pessoal próprio ou contratado para a preparação da infraestrutura operacional da obra, bem como aluguel horário de equipamentos especiais para carga e descarga de materiais.

Toda máquina ou equipamento a ser empregado na obra deverá estar em perfeito estado de funcionamento e deve ser previamente aprovado pela Fiscalização. O executante deverá dispor, na obra, de todo equipamento necessário à execução dos serviços previstos.

No preço unitário deve estar incluso os veículos utilizados para o transporte (caminhão trucado e carreta) dos materiais do canteiro, ou seja, todos os custos diretos e indiretos referentes à completa execução dos serviços de mobilização e desmobilização. Deverá ser cotado preço global para a mobilização e desmobilização. No caso do pagamento deverá ser considerada a quantidade realizada no período da medição.

Mobilização de máquinas e equipamentos: transporte de veículos, de equipamentos e de ferramentas, e montagem de equipamentos.

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Mobilização de mão de obra: recrutamento, transporte (aéreo ou terrestre), seleção de pessoal, qualificado ou não, e habilitação do empregado no local das obras.

A ligação de água necessária aos serviços da CONTRATADA deve ser provida por ela a partir do ponto de

água indicado pela INFRAERO e a drenagem deve ser interligada a rede do aeroporto.

A CONTRATADA deve prover circuitos de luz e de força, indispensáveis à execução dos trabalhos,

solicitando a ligação à rede pública ou interligando sua rede a pontos de força fornecidos pela INFRAERO.

Medição do serviço:

Deve ser apresentar a lista de credenciamento de pessoal e cópia de todas as credenciais emitidas pela contratante. Apresentar relatório fotográfico assinado, demostrando as operações de transporte de materiais e equipamentos necessários à preparação e execução dos primeiros serviços com a devida aprovação da fiscalização;

Para o pagamento do item 1.2: “ Desmobilização de pessoal e equipamentos”.

Medição do serviço:

Deve ser apresentar documento que demostre a devolução de todas as credenciais emitidas durante o período de execução da obra, com o devido recebimento do setor de cadastramento da contratante e desmobilização de todos os equipamentos utilizados na obra e mediante termo declarando a conclusão dos serviços de desmobilização;

Para o pagamento do item 2.1, 2.2 e 2.3: Instalações Provisórias.

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Medição do serviço:

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A execução e disponibilização dos serviços “In loco” nas dimensões e padrões estabelecidos em

contrato ou diretrizes do governo federal, se aplicáveis, com o registro no diário de obras e a

aprovação da fiscalização do TC.

Para o pagamento do item 3.1: Administração da obra

A disponibilização de Engenheiro residente com o devido registro no diário de obras, , com o devido

registro no CREA, no local da obra em tempo integral e durante a fase de serviços elétricos, a disponibilização de um técnico de nível médio eletrotécnico devidamente registrado no CREA. A administração deve coordenador administrativo o andamento da obra. Visando o seu pleno andamento nos prazos contratuais. Deve ser apresentado, ao final de cada mês, em anexo, a documentação de cobrança um relatório sucinto devendo constar as evidencias das atividades realizadas no período da medição de serviços corrente, ilustrações com fotos e indicação das atividades realizados no realizadas no período, este relatório deve ser assinado pelo Eng. Residente e também pelo Representante legal da contratada, quando aplicável, deve conter a assinatura do profissional de nível médio, nas fases pertinentes a atividade de eletricidade. Deve ser apresentado pelos trabalhadores envolvidos com eletricidade o certificado do curso básico de NR-10.

Este item de serviço tem como unidade medida, na planilha de serviços e preços, a unidade “Conjunto – CJ”.

Os valores referentes à Administração Local, previstos e não realizados, em decorrência de não cumprimento do cronograma físico, terão seus saldos realocados para os meses subsequentes e sempre acompanharão o percentual de realização financeira do período, não isentando a Contratada das culminações legais previstas em contrato, caso tenha dado causa ao atraso.

Nos casos de prorrogação ou acréscimo nos prazos de execução, por atraso ou inclusão de novos serviços, devidamente instruído e formalizado em termo de aditivo contratual, a Contratada não terá direito a remuneração do item Administração Local se for considerada causadora do atraso ou inclusão de novos serviços.

Para o pagamento do item 4.1: Manutenção e operação do canteiro.

A CONTRATADA deve providenciar alimentação (almoço e café da manhã) e vale transportes para a equipe de profissionais que trabalhará no decorrer da obra.

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A CONTRATADA deve prover EPIs, luva, bota capacete, protetor auricular e óculos

de segurança, adequados aos serviços de eletricidade ou civis, para todos os envolvidos nos

Serviços.

Deve ser provido ainda cinto de Segurança tipo para - quedista com talabarte duplo para os serviços executados em altura superior a 1,8 metros.

A CONTRATADA deve incluir neste item despesas referentes à saúde e credenciamento dos funcionários.

Manutenção permanente das condições de higiene do canteiro e áreas de vigência da obra.

Antes do início dos serviços a CONTRATADA deverá providenciar o credenciamento de todo o pessoal, máquinas e veículos na Gerência de Segurança do Aeroporto e a realização dos cursos de AVSEC e SGSO. Os operadores de equipamentos e motoristas devem possuir o Curso de Direção Defensiva aceito pela INFRAERO. Os custos de realização destes cursos correrão por conta da CONTRATADA.

É obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual, obedecido ao disposto na Norma Regulamentadora NR-18.

Medição: Este serviço deve ser medido em mês, mediante apresentação, na fase de medição dos serviços, de lista assinada dos trabalhadores ratificando o fornecimento de almoço e café da manhã, vale transporte, a ficha de distribuição de EPI´s de todos os trabalhadores, conforme descrito na Planilha de Quantidades e Serviços. Os serviços devem ser pagos pelos preços unitários contratuais, em conformidade com a medição.

Para os demais itens, os serviços devem ser pagos mediante após serem efetivamente executados e com materiais efetivamente aplicados, conforme diretrizes de projeto. Cabe a fiscalização a inspeção das condições locais e aprovação dos serviços, nos termos contratuais.

Devem ser fornecidos os documentos “As built ” da obra, especificamente os 05 desenhos indicados no item 10 desta especificação. Devem ser entregue à fiscalização um CD e duas cópias impressas, em formato padrão ABNT, devidamente assinadas pelo responsável técnico da obra.

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Devem ser fornecidos os manuais de todos os equipamentos, escopo da contratação. Devem ser entregue a fiscalização um CD e duas cópias impressas, em formato padrão ABNT, devidamente assinadas pelo responsável técnico da obra.

Deve ser realizado um treinamento de 40 horas para no mínimo 10 pessoas. Todo o material impresso do curso será por conta da contratada. O treinamento deve ser realizado por um engenheiro. Deve ser emitida lista de presença diária. O treinamento deve abordar aspectos operação e manutenção do sistema de

sinalização luminosa. Devem existir aulas expositivas e aulas práticas. Deve ser emitido um certificado de

) serão

participação. O local do treinamento e facilidades de software e hardware (micro, data show e etc

por conta da contratante. A data do curso deve ser agendada com no mínimo 15 dias de antecedências com

a fiscalização da contratada.

8. GARANTIA

O Fornecedor dos equipamentos deverá garantir o desempenho dos produtos dentro das recomendações do

Anexo 14, volume 01 da ICAO, Regulamento brasileiro de aviação civil- RBAC-154 e das especificações da FAA

AC150/5345-46. Devendo participar da inspeção de homologação dos serviços pelo órgão competente.

A CONTRATADA deverá garantir, irrestrita e ilimitadamente, o perfeito funcionamento de cada um dos

equipamentos previstos no escopo do fornecimento por um período de, no mínimo doze meses, a contar do

seu comissionamento e recebimento definitivo, sem ônus para Infraero. Nos aspectos técnicos e segurança,

a contratada responderá por prazo de cinco anos, após a emissão do termo de recebimento definitivo,

conforme estabelecido no Art. 618 da lei nº 10.406 e artigos 50 e 56 do código de defesa do consumidor. Os

períodos de garantia serão suspensos, a partir da constatação de defeito, pela INFRAERO, até a efetiva correção do mesmo, pela CONTRATADA. Na hipótese de substituição de peças, componentes e equipamentos, um novo período de garantia será iniciado somente para o item substituído, contando-se o prazo a partir da aceitação pela INFRAERO da peça, componente ou equipamento novo.

A garantia, aqui prestada, cobre quaisquer defeitos provenientes de quaisquer erros ou omissões da

CONTRATADA, em especial, decorrentes do erro de concepção de projeto, de matéria-prima, de fabricação, de montagem, de coordenação técnica e administrativa. Esta garantia exclui, todavia, danos ou defeitos resultantes do desgaste normal; do uso anormal dos equipamentos; de carga excessiva; de influência de ação química ou eletroquímica; de fundações e/ou serviços de obras civis inadequados e de outras razões fora do controle da CONTRATADA.

Esta garantia se estende também a todos os serviços e fornecimentos efetuados nos equipamentos fornecidos, em função da própria garantia.

Em função da garantia prestada, a CONTRATADA se obriga, ilimitadamente, a substituir as peças defeituosas ou repará-las, colocando os equipamentos perfeitamente de acordo com o preconizado neste fornecimento, sem quaisquer ônus para a INFRAERO. Com a finalidade de reparação dos defeitos, a INFRAERO, a seu critério, colocará à disposição da CONTRATADA as facilidades que julgar necessárias para o pronto reparo dos mesmos.

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Caso a CONTRATADA deixe de tomar providências necessárias à reposição ou correção dos materiais e equipamentos dentro do prazo fixado de comum acordo com a INFRAERO, após recebimento de aviso, por escrito, a INFRAERO poderá, a seu exclusivo critério, substituir ou corrigir esses equipamentos e materiais conforme o caso, debitando à CONTRATADA o custo desse procedimento, permanecendo a mesma, para todos os fins, como responsável pelo perfeito desempenho desses materiais e equipamentos, não se alterando ou diminuindo a garantia geral neste fornecimento ou tomar as medidas administrativas previstas da lei 8666.

A garantia aqui definida, em nenhuma hipótese será alterada ou diminuída, sendo que as aprovações de desenhos, fiscalizações ou inspeções, exercidas pela INFRAERO, não ilidirão a total e exclusiva responsabilidade da CONTRATADA pela perfeita qualidade de fabricação, construção e montagem dos materiais e serviços por ela fornecidos ou prestados.

A CONTRATADA deverá garantir também a assistência técnica e o fornecimento de peças de reposição durante um período de 10 (dez) anos contados da data de recebimento dos equipamentos. Cabe a CONTRATADA apresentar Termo de Garantia após a entrega definitiva da obra, nos termos legais, cabe a fiscalização solicitar a referida garantia.

Ressalvado que a garantia é indispensável à emissão do Termo de Recebimento Definitivo da obra.

9. EXIGÊNCIAS PARA QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DOS EQUIPAMENTOS

Ser devidamente homologado em, pelo menos, um dos seguintes órgãos:

9.1. No exterior:

FAA - Administração Federal de Aviação do Departamento de Transporte dos Estados Unidos da América;

ICAO – Organização Internacional de Aviação Civil;

Autoridades competentes dos países membros da Comunidade Européia;

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IFI - Instituto de Fomento e Coordenação Industrial e demais órgãos reconhecidos pela Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC.

10. RELAÇÃO DE PROJETOS

Codificação:

Assunto:

BE.09/400.26/5018/00

AUXÍLIOS A NAVEGAÇÃO AÉREA

BE.02/204.68/04464/00

SINALIZAÇÃO VERTICA- COMUNICAÇÃO VISUAL

BE.09/400.26/5017/00

DESENHOS DE INSTALAÇÃO/ EQUIPAMENTOS

GE.01/100.01/00882/03

CORTE / LINHA DE DUTOS PEAD - TRÁFEGO PESADO

GE.01/100.27/01010/04

DESENHO DE MONTAGEM - CAIXA DE PASSAGEM - LADO AR

RELAÇÃO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS-MEMORIAL DESCRITIVO:

Codificação:

Assunto:

BE.02/400.26/5019/00

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

MP - 18.07/A (APE)

Manual de Procedimentos de Segurança e Medicina do Trabalho para Empresas Contratada

GE. 01/700.92/00871/03

SINALIZAÇÃO VERTICAL - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

Nota. Todos os documentos técnicos listados são partes integrantes desta especificação de serviço.