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09-11-2013

O desenvolvimento humano

A ABORDAGEM TRANSACCIONAL:

O SISTEMA REGULATÓRIO

Contextos de Risco, Vulnerabilidades e Desenvolvimento Mestrado em Educação e Intervenção Social

ESE

Sílvia Barros

Abordagens no Estudo do Desenvolvimento

Visões do Mundo em Psicologia (Altman & Rogoff, 1987)

Visões do Mundo em Psicologia (Altman & Rogoff, 1987) Perspectiva dos Traços Perspectiva Interaccionista

Perspectiva dos Traços

Perspectiva Interaccionista

Perspectiva Organísmica

Perspectiva Transaccional

09-11-2013

A

velha e duradoura discussão:

natureza (nature) ou meio (nurture)?

 
discussão: natureza (nature) ou meio (nurture)?     http://www.cartoonstock.com/directory/n/nurture.asp
discussão: natureza (nature) ou meio (nurture)?     http://www.cartoonstock.com/directory/n/nurture.asp
 

http://www.cartoonstock.com/directory/n/nurture.asp

 
 

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A

velha e duradoura discussão:

natureza (nature) ou meio (nurture)?

 
  3 A velha e duradoura discussão: natureza (nature) ou meio (nurture)?     Sameroff (2010)
 

Sameroff (2010)

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09-11-2013

Perspectiva Transaccional

O desenvolvimento da criança deve ser encarado como o produto das

O

desenvolvimento da criança deve ser encarado como o produto das

interacções dinâmicas contínuas entre a criança e a experiência que lhe é proporcionada pela sua família e pelo contexto social (e.g., Sameroff & Fiese, 1990, 2000).

O desenvolvimento de qualquer processo no indivíduo é influenciado pela

O

desenvolvimento de qualquer processo no indivíduo é influenciado pela

sua interacção recíproca com processos do contexto do indivíduo ao longo

do tempo (Sameroff, 2009, p. 6).

do indivíduo ao longo do tempo (Sameroff, 2009, p. 6). Efeitos bidireccionais e interdependentes

Efeitos bidireccionais e interdependentes (criança-ambiente).

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Modelo linear vs não linear/transaccional

Diferentes explicações da origem dos problemas desenvolvimentais:

Explicação biológica linear

Explicações não-lineares

processo transaccional (alternativo)

teoria unificada do desenvolvimento

Sameroff e MacKenzie (2003) Sameroff (2010)

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Modelo linear vs não linear/transaccional

Modelo Linear do Desenvolvimento

(EXEMPLO) 1

Criança

Complicações durante o parto
Complicações
durante o parto
(EXEMPLO) 1 Criança Complicações durante o parto Dificuldades nas competências sociais e de linguagem
Dificuldades nas competências sociais e de linguagem
Dificuldades nas
competências
sociais e de
linguagem

Tempo

1 Note-se que é APENAS um exemplo.

nas competências sociais e de linguagem Tempo 1 Note-se que é APENAS um exemplo. Sameroff &

Sameroff & MacKenzie (2003)

Modelo linear vs não linear/transaccional

Sameroff e Chandler (1975):

Vigorava a crença de que disfunções precoces do cérebro eram a explicação para uma variedade situações de saúde mental e de dificuldades de aprendizagem.

Mas por que é que alguns bebés com anomalias variadas (e.g., anóxia, prematuridade) não vinham a evidenciar as dificuldades emocionais e cognitivas esperadas?

as dificuldades emocionais e cognitivas esperadas? Uma crença automática e linear no determinismo biológico

Uma crença automática e linear no determinismo biológico não se justificava.

(ver Sameroff & MacKenzie, 2003)

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Modelo linear vs não linear/transaccional

Sameroff e Chandler (1975):

Vigorava a crença de que os pais que maltratavam os seus filhos tinham uma determinada personalidade.

Contudo, muitos desses pais, com essas características de personalidade, não maltratavam ou abusavam de todos os seus filhos.

não maltratavam ou abusavam de todos os seus filhos. Uma crença automática e linear no determinismo

Uma crença automática e linear no determinismo biológico não se justificava.

Sameroff (2009)

Modelo não linear / transaccional

Sameroff e Chandler (1975):

Uma crença automática e linear no determinismo biológico não se justificava.

1.º caso: ambientes com muitos recursos ajudavam a compensar as dificuldades precoces

2.º caso: a criança que sofria abusos tinha determinadas características de temperamento que despoletavam os maus-tratos, características que não eram partilhadas pelos irmãos

características que não eram partilhadas pelos irmãos Proposta de um modelo que: - combinava as influências

Proposta de um modelo que:

- combinava as influências da herança biológica da criança e a experiência de vida num sistema dinâmico;

- considerava que a natureza e o meio eram inseparáveis ( nature & nurture ).

(Sameroff & MacKenzie, 2003; Sameroff, 2009)

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Perspectiva Transaccional

Modelo Transaccional do Desenvolvimento

(EXEMPLO) 1

MÃE

CRIANÇA

Tratamento Falta de ansioso envolvimento Auto-regulação Complicações Pobre Temperamento Dificuldades nas
Tratamento
Falta de
ansioso
envolvimento
Auto-regulação
Complicações
Pobre
Temperamento
Dificuldades
nas competências
sociais e de linguagem
Parto
difícil

Tempo

1 Note-se que é APENAS um exemplo.

sociais e de linguagem Parto difícil Tempo 1 Note-se que é APENAS um exemplo. Sameroff &

Sameroff & MacKenzie (2003)

Perspectiva Transaccional

Coloca igual ênfase nos efeitos da criança e nos efeitos do ambiente.

As experiências proporcionadas pelo ambiente não são vistas como independentes da criança.

Crianças diferentes reagem de maneira diferente às mesmas experiências

educacionais ou sociais.

Os resultados desenvolvimentais da criança em qualquer momento do tempo são função complexa das transacções entre criança e ambiente ao longo do tempo.

Sameroff & Fiese (1990, 2000); Sameroff (2009)

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Perspectiva Transaccional

A experiência é um factor desencadeador do desenvolvimento, mas a experiência é facilitada ou impedida por diferenças individuais (e.g., inteligência, personalidade).

O genoma é actualmente visto como um conjunto de possibilidades, mais do que como determinante do desenvolvimento.

Sameroff (2009)

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Perspectiva Transaccional

- Carácter plástico do ambiente e do organismo, enquanto participante activo do seu próprio crescimento.

Teorias da aprendizagem estímulo-resposta (que consideravam o comportamento da criança como uma reacção simples às contingências do ambiente)

como uma reacção simples às contingências do ambiente) Perspectivas organísmico–contrutivistas, nas quais as

Perspectivas organísmico–contrutivistas, nas quais as crianças são consideradas como estando activamente envolvidas em tentativas para organizar e estruturar o seu mundo.

- Crianças num estado permanente de reorganização activa.

Sameroff (2009)

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Actividade: discussão acerca de duas situações

Tomemos como exemplo dois meninos que vão para a escola, pela primeira vez, com 6 anos de idade.

1. O primeiro começou a vida com um temperamento positivo e com práticas parentais

calorosas e sensíveis. Desenvolveu um sentimento seguro de confiança nas suas interacções precoces com os seus prestadores de cuidados, e com as outras pessoas, de modo que encara a transição da casa para a escola de uma forma positiva. Na escola, o ambiente apoiante e centrado na criança resulta em transacções que consolidam sentimentos de competência e auto-valorização.

2. O segundo menino teve práticas parentais insensíveis e inconsistentes, colocando-o num

percurso de insegurança e desconfiança nas suas interacções com as pessoas. A sua transição para a escola é inicialmente ansiosa e temerosa. No entanto, ele tem a sorte de ter um professor e um ambiente escolar apoiantes, sendo que as interacções positivas contribuem para alterar a sua insegurança. Isso permite que pelo menos os seus sentimentos de competência e auto-valorização melhorem. No caso desse rapaz, a sua trajectória inicial negativa é alterada para uma mais positiva, através das interacções que ele experiencia na escola.

(Adaptado de Dowes & Donald, 2004)

Interacções e transacções

Desenvolvimento - produto das interacções dinâmicas contínuas entre a criança e a experiência

Interacções – criança e ambiente definidos como entidades estáticas.

Transacções - criança e ambiente definidos como entidades dinâmicas, interdependentes, que mudam em função das influências mútuas (recíprocas) de uma na outra.

09-11-2013

Interacções e transacções

INTERACÇÃO A: Olá! B: Tudo bem? A: Tudo bem! B: Porreiro, pá!

TRANSACÇÃO A: Olá! B: Tudo bem? A: Nem por isso

Tenho um cancro em

fase terminal (em vez do habitual “Tudo bem”)

B: Whoops!

Adaptado de Sameroff, 2009

Perspectiva Transaccional: o sistema regulatório

Identifica fontes de regulação do desenvolvimento humano, apresentando um quadro de referência para a efectiva manipulação desse desenvolvimento, no âmbito de programas de prevenção e/ou intervenção.

Modelo de regulação do desenvolvimento - o comportamento da criança, em qualquer momento, é um produto das transacções entre:

o fenótipo (a pessoa),

o genótipo (a fonte da organização biológica, que regula o resultado físico de cada indivíduo ao longo do tempo),

o mesótipo (a fonte da experiência externa, incluindo os diversos

cenários/contextos sociais da criança, como no modelo ecológico – família,

pares, comunidade, factores culturais

).

(Sameroff, 2009; Sameroff & Fiese, 1990, 2000)

09-11-2013

Perspectiva Transaccional: o sistema regulatório

Perspectiva Transaccional: o sistema regulatório (Grande, 2010)

(Grande, 2010)

Perspectiva Transaccional: o sistema regulatório

MESÓTIPO

Organização social que regula a forma como os seres humanos "encaixam" na sua sociedade, através de padrões de socialização familiares e culturais.

de padrões de socialização familiares e culturais. Composto por códigos ( cultural, familiar e individual

Composto por códigos (cultural, familiar e individual dos pais) que regulam o desenvolvimento.

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Perspectiva Transaccional: o sistema regulatório

MESÓTIPO

Os códigos

- constituem potenciais respostas;

- são activados e transformados em comportamentos como consequência de interacções e transacções;

- na infância visam a adaptação cognitiva, comportamental e socioemocional, no sentido de capacitar a criança para se adequar a um papel definido pela sociedade.

As mudanças desenvolvimentais esperadas são desencadeadoras de práticas do mesótipo que, por sua vez, estimulam as mudanças!

   

Perspectiva Transaccional: o sistema regulatório

 

Código cultural:

Complexo de características que organizam o sistema de “criar” as crianças numa sociedade (inclui elementos de socialização e educação).

Regula a forma como os indivíduos e o sistema social se encaixam.

Regula o desenvolvimento para que um indivíduo possa cumprir um papel na sociedade.

Estes processos estão incluídos no conjunto de controlos sociais e de apoios sociais.

Variabilidade dos contextos de desenvolvimento humano.

Abertura do sistema regulatório à possibilidade de modificação.

 

Sameroff & Fiese (1990)

09-11-2013

   

Perspectiva Transaccional: o sistema regulatório

 

Código familiar:

Organiza os indivíduos dentro do sistema familiar.

Fornece uma fonte de regulação que permite a um grupo de indivíduos formar uma unidade colectiva em relação à sociedade como um todo.

Regula o desenvolvimento para produzir membros que cumprem um papel dentro da família no sentido de serem capazes de introduzir novos elementos num sistema partilhado.

 

Sameroff & Fiese (1990)

   

Perspectiva Transaccional: o sistema regulatório

 

Código familiar - A família regula o desenvolvimento da criança através de diversos processos:

Rituais: prescrevem papéis e tarefas a cada elemento da família e ditam a conduta dentro dos cenários familiares.

Histórias: transmitem orientações a cada elemento da família e a quem as ouvir.

Mitos: influenciam interacções individuais e exageram aspectos das histórias familiares (crenças que não são contestadas); ajudam a regular definições de papéis.

Paradigmas: mudam o comportamento individual quando na presença de outros elementos da família (incluem um conjunto de pressupostos, convicções ou crenças acerca do ambiente).

 

Sameroff & Fiese (1990)

09-11-2013

 

Perspectiva Transaccional: o sistema regulatório

Código individual dos pais:

Cada indivíduo traz o seu próprio contributo para as interacções familiares.

Cada pai/mãe impõe interpretações individualizadas aos códigos cultural e familiar.

Estas interpretações são condicionadas pela participação passada na vida familiar.

Diferenças individuais condicionam as respostas de cada pai/mãe à sua criança.

Cada pai/mãe é uma agência reguladora relevante.

É importante reconhecer que o comportamento parental está incluído em contextos regulatórios que podem exigir estratégias de intervenção adicionais.

 

Sameroff & Fiese (1990)

Modelo Transaccional As regulações do desenvolvimento

As mudanças na relação entre indivíduo e contexto podem ser representadas como um cone em expansão:

o equilíbrio entre a regulação pelos outros e a auto-regulação muda à medida que a criança é capaz de assumir responsabilidades crescentes pelo seu bem-estar.

Regulação pelos outros Auto-regulação Desenvolvimento
Regulação pelos outros
Auto-regulação
Desenvolvimento

Sameroff & Fiese (2000)

09-11-2013

Modelo Transaccional As regulações do desenvolvimento

Macrorregulações

Mudanças intencionais importantes na experiência que se mantêm por longos períodos de tempo (ex.: entrada na escola); típicas do código cultural; esperadas para todos os membros da cultura; podem ser discutidas ou escritas sobre a forma de leis; são a base da socialização numa dada cultura

Minirregulações

Actividades de prestação de cuidados que ocorrem diariamente (ex.: vestir, alimentação, disciplina); incluem as actividades diárias de uma família; típicas do código familiar; reflectem exigências repetidas dentro da família; sujeitas a grande variabilidade desde que cumpram os códigos culturais (macro-).

Microrregulações

Padrões quase automáticos de interacções momentâneas entre criança e prestador de cuidados (ex.: sincronia, coerção); ocorrem ao nível individual; mistura de códigos sociais e biológicos. Sameroff & Fiese (2000)

Modelo Transaccional A intervenção no sistema regulatório

Considerando o desenvolvimento humano como o produto das transacções entre genótipo, fenótipo e mesótipo, ao longo do tempo, o modelo transaccional fornece um quadro conceptual para os esforços de intervenção no sentido de facilitar o desenvolvimento saudável dos indivíduos.

O modelo transaccional de intervenção parte da análise dos sistemas de regulação, no sentido de identificar a que nível e com que estratégias se poderá intervir.

Nenhuma

estratégia

de

intervenção

por

si

problemas de desenvolvimento.

poderá resolver

todos

os

Sameroff & Fiese (1990)

09-11-2013

Perspectiva Transaccional

Resumindo:

As crianças influenciam os seus contextos e os contextos influenciam as crianças.

Alguns aspectos do mesótipo fornecem regulações para o desenvolvimento das crianças (códigos familiar e cultural), mas o seu poder também é condicionado pelas características do indivíduo

Contextos influenciam outros contextos.

As crianças não estão condenadas nem protegidas apenas pelas suas próprias características ou apenas pelas características dos prestadores de cuidados.

Nature Na
Nature
Na

Perspectiva dialéctica acerca da natureza e do meio: ambos se constituem mutuamente; o desenvolvimento não ocorre sem ambos; há uma interpenetração, de modo que sem um o outro nem existe (Sameroff, 2010).

O modelo transaccional no âmbito de uma teoria unificada do desenvolvimento

A integração dialética de nature e nurture

Necessidade de 4 modelos:

Modelo de mudança pessoal

para compreender a progressão de competências desde a infância.

Modelo contextual

para delinear as múltiplas fontes de experiência que potenciam ou limitam o desenvolvimento individual

Modelo de regulação

acrescenta uma perspectiva dinâmica sistémica à relação entre a pessoa e o contexto (transaccional)

Modelo representacional

as experiências do “aqui e agora” adquirem uma dimensão eterna no

pensamento.

Sameroff (2010)

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1. As mudanças pessoais

Como é que as crianças/os indivíduos mudam ao longo do tempo?

Teorias acerca do desenvolvimento

ao longo do tempo? • Teorias acerca do desenvolvimento - algumas noções globalmente aceites; - necessidade

- algumas noções globalmente aceites;

- necessidade de se considerar o desenvolvimento ao longo de

todo o ciclo de vida; - necessidade de que os modelos acerca da pessoa incluam também, ou tenham em consideração, os contextos nos quais o desenvolvimento ocorre.

2. Modelo contextual

A Psicologia do desenvolvimento foca-se bastante no indivíduo, mas é necessário ter em conta também as suas experiências.

O comportamento e o desenvolvimento não devem ser separados do seu contexto.

Exemplo: teoria ecológica de Bronfenbrenner e colaboradores.

Importante: considerar o indivíduo em mudança, mas também os contextos em mudança.

Sameroff (2010)

09-11-2013

3. Modelo de regulação (transaccional)

A criança encontra-se numa relação dinâmica, não passiva, com a experiência.

Ao longo do desenvolvimento, a criança vai assumindo mais responsabilidade pelo seu bem-estar (maior auto-regulação), diminuindo a regulação que é efectuada pelos outros - o cone em expansão.

Relação com Zona de Desenvolvimento Próximo (Vygotsky, 1978).

Sameroff (2010)

4. Modelo de representações • As representações codificam a experiência; são um sumário interno, mais
4. Modelo de representações
• As representações codificam a experiência; são um sumário interno, mais
ou menos elaborado, do mundo externo (representações cognitivas,
sociais, culturais,
).
• Têm função adaptativa: dão ordem a um mundo variável, produzindo uma
série de expectativas de como as coisas se relacionam.
• São
selectivas
(omitem
certos
aspectos
da
realidade).
Exemplo:
a
vinculação.
• O bem-estar individual é também resultado do envolvimento cultural
significativo em rotinas quotidianas desejáveis, que têm um determinado
guião, objectivos e valores (Meisner, 2002). (significados partilhados)
Sameroff (2010)

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Teoria Unificada do Desenvolvimento

O eu é constituído por processos biológicos e psicológicos (domínios cognitivo e emocional) em interacção = sistema biopsicológico do eu.

Este sistema de auto-regulação interage com o sistema de regulação pelos outros (em vários sistemas ecológicos – família, escola, vizinhança, comunidade, influências geopolíticas).

vários sistemas ecológicos – família, escola, vizinhança, comunidade, influências geopolíticas). Sameroff (2010)

Sameroff (2010)

Teoria Unificada do Desenvolvimento

Ao longo do desenvolvimento vai diminuindo a auto-regulação pelos outros e aumentando a auto-regulação.

No desenvolvimento humano há momentos de estabilidade e momentos de transição.

As transições/descontinuidades são pressionadas por mudanças no contexto e no próprio indivíduo.

As transições/descontinuidades são pressionadas por mudanças no contexto e no próprio indivíduo. Sameroff (2010)

Sameroff (2010)

09-11-2013

Perspectiva Transaccional Teoria Unificada do Desenvolvimento

Com base nos conteúdos abordados na(s) aula(s)

sobre

- Teoria Unificada do Desenvolvimento, apresente

uma situação / um caso actual do seu contexto

Transaccional

Perspectiva

a

profissional.

REFERÊNCIAS

Dawes, A., & Donald, D. (2004). Improving children's chances: Linking theory and practice. Consultado a 3 de Janeiro de 2010, em http://www.hsrc.ac.za/Research_Publication-18632.phtml

Grande, M. C. L. R. (2010). Estudo do impacto das interacções educadora-criança no envolvimento das crianças com necessidades educativas especiais em contexto de creche e de jardim-de-infância. Dissertação de doutoramento não publicada. Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. Universidade do Porto.

Sameroff, A. J. (2010). A unified theory of development: a dialectic integration of nature and nurture. Child Development, 81(1), 6-22.

Sameroff, A. J. (Ed.) (2009). The Transactional Model of Development: How Children and Contexts Shape Each Other. Washington, DC: American Psychological Association.

Sameroff, A. J., & Chandler, M. J. (1975). Reproductive risk and the continuum of caretaking casualty. In F. D. Horowitz, M. Hetherington, S. Scarr-Salapatek, & G. Siegel (Eds.), Review of Child Development Research (vol. 4, pp. 187-244). Chicago: University of Chicago Press.

Sameroff, A.J., & Fiese, B.H. (1990). Transactional regulation and early intervention. In S.J. Meisels & J.P. Shonkoff (Eds.), Handbook of early childhood intervention (pp. 119-149). Cambridge: Cambridge University Press.

Sameroff, A.J., & Fiese, B.H. (2000). Transactional regulation: The Developmental Ecology of Early Intervention. In S.J. Meisels & J.P. Shonkoff (Eds.), Handbook of early childhood intervention (2nd Ed.) (pp. 135-159). Cambridge: Cambridge University Press.

Sameroff, A., & MacKenzie, M.J. (2003). A quarter-century of the transactional model: how have things changed? Zero to Three, September 2003, 14-22.

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